BRPI0609260A2 - método para seletivamente controlar ervas daninhas em um campo contendo uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato tendo toleráncia ao glifosato aumentada em tecidos vegetativos e reprodutivos, composição de glifosato herbicida útil para matar ou controlar o crescimento de ervas daninhas em um campo contendo uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato e composição de concentrado herbicida aquosa - Google Patents

método para seletivamente controlar ervas daninhas em um campo contendo uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato tendo toleráncia ao glifosato aumentada em tecidos vegetativos e reprodutivos, composição de glifosato herbicida útil para matar ou controlar o crescimento de ervas daninhas em um campo contendo uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato e composição de concentrado herbicida aquosa Download PDF

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BRPI0609260A2
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BRPI0609260-8A
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Stephen D Prosch
Michael E Seitz
Eric A Haupfear
Eduardo Casanova
Peter R Rogers
David R Eaton
David Z Becher
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Monsanto Technology Llc
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Abstract

MéTODO PARA SELETIVAMENTE CONTROLAR ERVAS DANINHAS EM UM CAMPO CONTENDO UMA COLHEITA DE PLANTAS TRANSGêNICAS DE ALGODãO TOLERANTES AO GLIFOSATO TENDO TOLERáNCIA AO GLIFOSATO AUMENTADA EM TECIDOS VEGETATIVOS E REPRODUTIVOS, COMPOSIçãO DE GLIFOSATO HERBICIDA úTIL PARA MATAR OU CONTROLAR O CRESCIMENTO DE ERVAS DANINHAS EM UM CAMPO CONTENDO UMA COLHEITA DE PLANTAS TRANSGêNICAS DE ALGODãO TOLERANTES AO GLIFOSATO E COMPOSIçãO DE CONCENTRADO HERBICIDA AQUOSA. A presente invenção refere-se de modo geral a métodos melhorados e composições de glifosato herbicida para uso no controle do crescimento de ervas daninhas e vegetação indesejada, e particularmente para uso no controle de ervas daninhas em uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato por aplicação folhear sobre o topo, de uma formulação de glifosato herbicida.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MITIGARNECROSE EM PLANTAS TRANSGÊNICAS DE ALGODÃO TOLERANTESAO GLIFOSATO TRATADAS COM FORMULAÇÕES DE GLIFOSATOHERBICIDA".
Antecedentes da Invenção
A presente invenção refere-se, de modo geral, a métodos melhorados para controlar ervas daninhas em uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato por aplicação folhear de uma formulação de herbicidade glifosato sobre o topo. A presente invenção é tambémdirecionada a composições de herbicidade glifosato úteis na prática dos métodos de controle de ervas daninhas descritos aqui.
O algodão (isto é, Gossypium hirsutum) fornece uma fibra idealpara fabricação têxtil bem como óleo para o consumo humano, alimentaçãopara criação e químicas de base para uma variedade de produtos industriais.
A produção de algodão é bem-estabelecida nos Estados Unidos e muitasoutras áreas do mundo. Como em outras colheitas cultivadas, ervas daninhas podem causar significantes perdas de produção e requerem controlecuidadoso pelo cultivador quando eles interferem através de sua competiçãopor recursos disponíveis incluindo água, nutrientes e luz. Em algodão, aservas daninhas podem também impedir a colheita e têm um impacto econômico negativo sobre o cultivador não apenas reduzindo a produção de algodão de fios de linhos, porém também qualidade de gaze. As práticas de controle de erva daninha em algodão têm incluído métodos culturais, mecânicos, biológicos e químicos. Entre estes, o controle de erva daninha química tem sido amplamente adotado juntamente com o uso de métodos de lavoura(por exemplo, preparação de leito de semente, lavoura) e e culturais (porexemplo, rotação de colheira, seleção de campo).
A N-(fosfonometil)glicina, conhecida na técnica química agrícolacomo glifosato, é um fitotoxicante altamente eficaz e de amplo espectro co mercialmente importante útil no controle do crescimento de sementes germinantes, mudas emergentes, vegetação herbacea ou lenhosa em maturaçãoe estabilizada, e plantas aquáticas. O glifosato é usado como um herbicidapós-emergente para controlar o crescimento de uma ampla variedade degrama anual e perene e espécies de erva daninha de folha ampla em terrasde colheita cultivadas, incluindo produção de algodão, e é o ingrediente ativona família ROUNDUP de herbicidas disponibilizados pela Monsanto Company (Saint Louis, MO).
Glifosato e sais deste são convenientemente aplicados em for-mulações herbicidas, geralmente contendo um ou mais tensoativos, aos te-cidos folheares (isto é, as folhas ou outros órgãos de fotossintetização) daplanta alvo. Após aplicação, o glifosato é absorvido pelos tecidos folheares etranslocado em toda a planta. O glifosato não competitivamente bloqueiauma trilha bioquímica importante que é comum para virtualmente todas asplantas. Mais especificamente, o glifosato inibe a trilha de ácido chiquímicoque induz à biossíntese de aminoácidos aromáticos. O glifosato inibe a con-versão de ácido fosfoenolpirúvico e ácido 3-fosfochiquímico no ácido 5-enolpiruvil-3-fosfochiquímico inibindo a enzima síntese de ácido 5-enolpiruvil-3-fosfochiquímico (síntase de EPSP ou EPSPS) encontrada emplantas.
Avanços em engenharia genética têm fornecido as ferramentasde requisito para transformar algodão e outras plantas cultivadas para contergenes estranhos para a melhora de certas características agronômicas e aqualidade do produto. Uma tal característica de importância agronômica eambiental particular é a tolerância herbicida, em particular, tolerância ao her-bicida de glifosato. Plantas tolerantes ou resistentes ao glifosato podem re-duzir a necessidade de lavoura de controlar ervas daninhas, desse modoeficazmente reduzindo a erosão do solo. Além disso, as plantas de colheitatolerantes ao glifosato fornecem simplicidade e flexibilidade maior no alcancedo controle adequado de erva daninha.
O algodão tolerante ao glifosato pode ser produzido, por exem-plo, introduzindo no genoma da planta, a capacidade de expressar váriasenzimas de EPSPS bacterianas ou de planta variantes e nativas, que têmuma menor afinidade para o glifosato e, portanto, retêm sua atividade catalí-tica na presença de glifosato (Veja, for exemplo, as Patentes U.S. nos5.633.435, 5.094.945, 4.535.060, 6.040.497 e 6.740.488). A tolerância aoglifosato foi introduzida em plantas de algodão e é um produto bem-sucedidoatualmente amplamente em produção de algodão. O evento de algodãoROUNDUP READY comercial atual designado 1445 disponibilizado pelaMonsanto Company fornece excelente resistência ao glifosato. O glifosato étipicamente aplicado sobre o topo (OTT) de algodão ROUNDUP READY deemergência através do estágio de nodo de quatro folhas de desenvolvimento(por exemplo, em taxas de até cerca de 340,19 gramas (0,75 libra) de equi-valente de ácido de glifosato por acre (Ib a.e./A ou cerca de 0,84 kg a.e./ha).
Variedades de algodão ROUNDUP READY usadas em combinação comformulações herbicidas de glifosato ROUNDUP tornaram-se o programa pa-drão para controle de erva daninha na produção de algodão nos EstadosUnidos. A vantagem primária dos cultivadores para usar o sistema de algo-dão ROUNDUP READY é que ele permite aplicação simples e convenientede glifosato, um herbicida pós-emergência, de amplo espectro, para eficaz-mente controlas as ervas daninhas e gramas com excelente segurança decolheita e menos dependência das aplicações de herbicida pré-planta. Ou-tros benefícios incluem um melhor ajuste nos sistemas de nenhum cultivo elavoura reduzida. Algodão ROUNDUP READY tem expandido as opçõespara controle de erva daninha, e tornado a prática de controle de erva dani-nha muito mais fácil, menos dispendiosa e mais flexível. Os cultivadores têmreportado fazer menos viagens através dos campos para aplicar herbicidas,bem como fazer menos viagens de cultivo, o que economiza combustível ereduz a erosão do solo. O algodão tolerante ao glifosato, portanto, diminui osriscos ambientais apresentados pelos herbicidas, enquanto ao mesmo tem-po aumentando a eficácia de controle de erva daninha químico necesário.
Embora amplamente aceito como um padrão em produção dealgodão, as variedades de algodão ROUNDUP READY entretanto, apresen-tam algumas limitações para o agricultor. As variedades de algodão ROUN-DUP READY possuem corpos reprodutivos que são suscetíveis ao danomediado por glifosato que pode, em alguns casos, resultar em maturidaderetardada ou dano reprodutivo como avaliado por derramamento de pólen deflor, queda de flor, queda do casulo, e/ou perda de produção de fios de linho.Conseqüentemente, a fim de evitar ou minimizar tal dano reprodutivo, aplicações sobre o topo de herbicidas de glifosato à plantas de algodão cultivadas de semente de evento de algodão ROUNDUP READY 1445 e as progênies destas são de modo geral descontinuadas, a partir do quinto estágio denodo de folha e além (por exemplo, através de reserva) e em lugar desteglifosato é usualmente aplicado como um spray pós-direcionado entre asfileiras de colheita durante este período de crescimento, a fim de minimizar ocontato com as plantas de algodão. A aplicação direcionada requer equipamento especializado que é freqüentemente suscetível à aplicação errada,deve ser operado em velocidades menores e requer um maior número deviagens por acre em comparação com os aplicadores difundidos.
Acredita-se que a falta de tolerância ao glifosato reprodutivo quelimita a aplicação de último estágio folhear de glifosato à plantas de algodãocorrespondendo ao evento de algodão ROUNDUP READY designado 1445é o resultado de expressão de EPSPS CP4 insuficiente em tecidos críticos,maior sensibilidade destes tecidos ao glifosato, e acúmulo de quantidadeselevadas de glifosato naqueles tecidos de pia fortes. Recentemente, comodescrito na Publicação Internacional n- WO 2004/072235, Monsanto Company desenvolveu um novo algodão tolerante ao evento de glifosato (desig-nado MON 88913, a ser comercialmente denominado algodão ROUNDUPREADY FLEX e tendo semente depositada com a American Type CultureCollection com o Número de Acesso PTA-4854) para fornecer cultivadoresde algodão com um produto melhorado para controle de ervas daninhas economicamente prejudiciais. O algodão ROUNDUP READY FLEX forneceuma margem aumentada de retenção de fruto e proteção de colheita, devidoà tolerância aumentada ao glifosato em tecidos reprodutivos. Isto prove umajanela expandida para aplicação ao solo sobre o topo de herbicidas agrícolasde glifosato (por exemplo, em taxas de até cerca de 510,291 Kg (1,125 libra)equivalente ácido de glifosato por acre (Ib a.e./A ou cerca de 1,26 kg a.e./ha)extendendo-se da emergência de algodão até a reserva, a cronometragemcrítica para o controle de erva daninha em algodão. Através destas oportuni-dades de tratamento realçado, o agricultor pode mais eficazmente adminis-trar o controle de erva daninha em algodão empregando-se aplicações deherbicida sobre o topo quando comparado às aplicações com vaporizadospós-direcionado ou de capuz.
A despeito das vantagens amplamente reconhecidas em controle de erva daninha fornecidas pelo algodão ROUNDUP READY e ROUN-DUP READY FLEX, observou-se que estas variedades de algodão transgê-nico, sob certas condições ambientais, exibem uma suscetibilidade à necro-se de tecido de folha, seguindo a aplicação sobre o topo de herbicidas deglifosato. No caso de aplicação sobre o topo de herbicidas de glifosato aoalgodão ROUNDUP READY FLEX nos últimos estágios de desenvolvimentoda planta, o aparecimento de lesões necróticas sobre as plantas de algodãotratadas pode parecer ser mais pronunciado devido à canopia mais total-mente desenvolvida e maior área de folha disponível. Este fenômeno é raroe tal dano de folha, se for encontrato absolutamente, é de modo geral limita-do com pouca ou nenhuma expressão de dado e as plantas de algodão res-tabelecem-se sem essencialmente nenhuma perda de produção ou efeitoprejudicial sobre a fertilidade sob protocolos de tratamento com ROUNDUPpadrão ou recomendados. Em particular, o ponto de crescimento apical dealgodão e subseqüentes folhas parece não afetado.
Conseqüentemente, neste contexto existe uma necessidade demétodos e formulações de herbicidas de glifosato úteis para aplicação folhe-ar sobre o topo de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosatoque são eficazes em controle de erva daninha e consistentemente evitam aindução de significante necrose de folha nas plantas tratadas nas condiçõesambientais variáveis que pode ser encontrada durante a estação de cresci-mento.
Sumário da Invenção
Como descrito em detalhes abaixo, de acordo com a presenteinvenção, descobriu-se que o fenômeno de necrose de folha algumas vezesobservado em plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato emseguida à aplicação sobre o topo de herbicidas de glifosato e sob certascondições de crescimento é induzida, pelo menos em parte, por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético (PMIDA) e/ou sais deste que estão freqüentemente presentes em concentrações relativamente baixas em formulações deherbicida de glifosato. A presente invenção abrange vários aspectos e modalidades direcionadas às estratégias para mitigar a necrose induzida porPMIDA em plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato tratadascom as formulações herbicida de glifosato, incluindo métodos de controle deerva daninha, composições herbicidas de glifosato e formulações para usona prática de tais métodos de controle de erva daninha, bem como métodosde fabricação de produto de glifosato de grau técnico para uso na preparação de tais composições e formulações herbicidas de glifosato. Embora apresente invenção tenha aplicação específica na mitigação de necrose induzida por PMIDA em plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato,muitos aspectos e modalidades da invenção descritos aqui têm aplicaçãomais ampla.
Conseqüentemente, em várias modalidades, métodos são fornecidos para seletivamente controlar ervas daninhas em um campo contendouma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato. Osmétodos compreendem aplicar uma quantidade suficiente de uma formulação herbicida de glifosato compreendendo N-(fosfonometil)glicina ou um salagronomicamente aceitável desta à folhagem da colheita e ervas daninhaspara controlar o crescimento das ervas daninhas. Em algumas modalidades,a colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato temtolerância ao glifosato aumentada em tecidos vegetativos e reprodutivos talque a aplicação da formulação herbicida de glifosato quando pelo menoscinco nodos de folha estão presentes em uma planta de algodão da colheitanão incorre em significante dano reprodutivo mediado por glifosato à planta.Em uma modalidade, a concentração de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético e sais deste presentes na formulação de glifosato e a freqüência deaplicação da formulação herbicida de glifosato são controlados a fim de nãoinduzir significante necrose de folha nas plantas de algodão.
Em outra modalidade, a formulação de glifosato compreendeácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste e um agente de proteçãoem uma concentração suficiente para inibir significante necrose de folha nacolheita induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste pre-sente na formulação de glifosato.
Em outra modalidade, a formulação herbicida de glifosato apli-cada à colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosatocompreende ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste e um adjuvan-te, exceto uma alquilamina alcoxilada. O adjuvante está presente em umaquantidade eficaz para diminuir a permeabilidade da membrana celular nacolheita para diminuir a captação celular do ácido N-(fosfonometil)imino-diacético ou sal deste na colheita tratada com a formulação, quando compa-rado às colheitas tratadas com uma mistura de aplicação tendo a mesmacomposição da formulação, exceto que uma alquilamina alcoxilada é substi-tuída pelo adjuvante.
Alternativamente, a formulação herbicida de glifosato compreen-de N-(fosfonometil)glicina, predominantemente na forma de um sal agrono-micamente aceitável deste selecionado do grupo consistindo em sais de me-tal de álcali, sais de alquilamina e sais de alcanolamina de N-(fosfonome-til)glicina, ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste e um agente deproteção compreendendo um adjuvante. A concentração do adjuvante naformulação herbicida de glifosato é selecionada tal que a taxa de transferên-cia de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste para dentro dos te-cidos folheares da colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes aoglifosato seja suficientemente lenta para inibir significante necrose de folhana colheita induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal destepresente na formulação de glifosato.
A presente invenção também fornece composições herbicidaglifosato (por exemplo, soluções de spray, misturas de tanque e concentra-dos) úteis para matar ou controlar o crescimento de ervas daninhas em umcampo contendo uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantesao glifosato bem como em outras aplicações de controle de erva daninha.Em uma modalidade, a composição compreende N-(fosfonometil)glicina ouum sal agronomicamente aceitável desta, ácido N-(fosfonometil)iminodiacé-tico ou sal deste, e um agente de proteção em uma concentração suficientepara inibir significante necrose de folha na colheita induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste presente na composição de glifosa-to. Agentes de proteção adequados podem ser selecionados do grupo con-sistindo em íons de metal, antioxidantes, umectantes, compostos absorven-tes de luz, e misturas destes.
Em outra modalidade, a composição herbicida concentrada a-quosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma basede equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamenteaceitável desta e menos do que 5 gramas por litro (em uma base de equiva-lente ácido) de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste. A compo-sição também compreende ácido aminometilfosfônico e a relação de pesode ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste no ácido aminome-tilfosfônico não é maior do que 0,25:1; ou a composição também compreen-de pelo menos um tensoativo exceto uma alquil amina alcoxilada ou um és-ter de fosfato alcoxilado; ou a N-(fosfonometil)glicina está presente predomi-nantemente na forma do sal de potássio, dipotássio, monoamônio, diamônio,sódio, monoetanolamina, n-propilamina, etilamina, etilenodiamina, hexameti-lenodiamina ou trimetilsulfônio deste; ou a composição também compreendeum componente tensoativo compreendendo uma alquilamina alcoxilada eum éster de fosfato alcoxilado; ou a N-(fosfonometil)glicina está presentepredominantemente na forma do sal de isopropilamina deste.
Em outra modalidade, Composição herbicida de glifosato com-preende N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma de um sal a-gronomicamente aceitável deste selecionado do grupo consistindo em saisde metal de álcali, sais de alquilamina e sais de alcanolamina de N-(fosfonometil)glicina; ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste; e umagente de proteção compreendendo um adjuvante em uma concentraçãoselecionada tal que a taxa de transferência de ácido N-(fosfonometil)imi-nodiacético ou sal deste para dentro dos tecidos folheares da colheita deplantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato seja suficientementelenta para inibir significante necrose de folha na colheita induzida por ácidoN-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste presente na formulação de glifo-sato.
Em outra modalidade, a composição de herbicidade glifosatoconcentrada aquosa compreende N-(fosfonometil)glicina ou um sal agrono-micamente aceitável desta, a concentração da N-(fosfonometil)glicina ou umsal agronomicamente aceitável desta sendo pelo menos cerca de 360 oumais gramas por litro em uma base de equivalente ácido; ácido N-(fosfo-nometil)iminodiacético ou sal deste; um íon de metal agente de proteção queé sujeito à formação de um complexo ou sal com ácido N-(fosfonometil)imi-nodiacético ou um ânion formado por desprotonação ou desprotonação par-cial deste, em que uma relação molar de íons de metal para equivalente deácido N-(fosfonometil)iminodiacético é pelo menos de cerca de 0,4:1; e umcomponente tensoativo compreendendo pelo menos um tensoativo catiônico.
Em outra modalidade, a composição de herbicidade glifosatoconcentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um salagronomicamente aceitável desta; menos do que 5 gramas por litro (em umabase de equivalente ácido) de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou saldeste; e ácido aminometilfosfônico (equivalente ácido), em que uma relaçãode peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste ao ácidoaminometilfosfônico não é maior do que 0,25:1.
Em outra modalidade, a composição de herbicidade glifosatoconcentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um salagronomicamente aceitável desta, menos do que cerca de 5 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de ácido N-(fosfonometil)iminodiacéticoou sal deste, e pelo menos um tensoativo exceto uma alquil amina alcoxiladaou um éster de fosfato alcoxilado.
Em outra modalidade, a composição de herbicidade glifosatoconcentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma do sal de potássio, dipotássio, monoamônio, diamônio,sódio, monoetanòlamina, n-propilamina, etilamina, etilenodiamina, hexametilenodiamina ou trimetilsulfônio deste, e menos do que cerca de 5 gramas politro (em uma base de equivalente ácido) de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste.
Em outra modalidade, a composição de herbicidade glifosatoconcentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um salagronomicamente aceitável desta, menos do que cerca de 5 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de ácido N-(fosfonometil)iminodiacéticoou sal deste, e pelo menos um componente tensoativo compreendendo umaalquil amina alcoxilada ou um éster de fosfato alcoxilado.
Em outra modalidade, a composição de herbicidade glifosatoconcentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma do sal de isopropilamina deste, e menos do que cerca de5 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de ácido N(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste.
Em outra modalidade, a composição de herbicidade glifosatoconcentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um salagronomicamente aceitável desta; menos do que 0,45 % em peso de ácidoN-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste (equivalente ácido) em uma base, de equivalente ácido (a.e.), de glifosato; e ácido aminometilfosfônico,, emque uma relação de peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um saldeste (equivalente ácido) ao ácido aminometilfosfônico (equivalente ácido)não é maior do que 0,25:1.
Em outra modalidade, a composição de herbicidade glifosatoconcentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um salagronomicamente aceitável desta, menos do que cerca de 0,45 % em pesode ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste (equivalente ácido) emuma base de equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina, e pelo menos umtensoativo exceto uma alquil amina alcoxilada ou um éster de fosfato alcoxi-lado.
Em outra modalidade, a composição de herbicidade glifosatoconcentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominan-temente na forma do sal de potássio, dipotássio, monoamônio, diamônio,sódio, monoetanolamina, n-propilamina, etilamina, etilenodiamina, hexameti-lenodiamina ou trimetilsulfônio deste, e menos do que cerca de 0,45 % empeso (ácido fosfonometil)iminodiacético ou sal deste (equivalente ácido) emuma base de equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina.
Em outra modalidade, a composição de herbicidade glifosatoconcentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um salagronomicamente aceitável desta, menos do que cerca de 0,45 % em pesoácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste em uma base de N-(fosfonometil)glicina, e pelo menos um componente tensoativo compreen-dendo uma alquil amina alcoxilada ou um éster de fosfato alcoxilado.
Em outra modalidade, a composição de herbicidade glifosatoconcentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas por litro(em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominan-temente na forma do sal de isopropilamina deste, e menos do que cerca de0,45 % em peso ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste (equiva-lente ácido) em uma base de equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina.
Em uma outra modalidade, a composição de herbicidade glifosa-to concentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramas porlitro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predomi-nantemente na forma de um sal deste, menos do que cerca de 0,45 % empeso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal (equivalente ácido), epelo menos cerca de 0,02 % em peso glicina ou um sal deste (equivalenteácido), as percentagens de peso sendo em uma base de equivalente ácidocom relação ao equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina.
Em ainda uma outra modalidade, a composição de herbicidadeglifosato concentrada aquosa compreende pelo menos cerca de 360 gramaspor litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina pre-dominantemente na forma de um sal deste, uma preparação da composiçãocompreendendo hidrolizar um intermediário de fosfonato de dialquila, o in-termediário compreendendo um sal de ácido carboxílico de N-(fosfonometil)glicina de dialquila ou de outro modo derivado de reação de umdialquilfosfito com N-metiloIglicina.
A presente invenção também fornece várias composições deglifosato de grau técnico úteis na preparação de composições de herbicida-de glifosato e formulações. Em uma modalidade a composição de glifosatode grau técnico compreende, em uma base seca, pelo menos 95 % em pesoequivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina, menos do que 0,15 % em pesoácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste, e um subproduto sele-cionado de não mais do que 0,7 % em peso N-formil-N-(fosfonometil)glicinaou não mais do que 0,03 % em peso ácido N-metiliminodiacético.
De acordo com outra modalidade, a composição de glifosato degrau técnico compreende pelo menos 90 % em peso equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina, menos do que 0,6 % em peso ácido N-(fosfonome-til)iminodiacético ou um sal deste, e ácido aminometilfosfônico, em que umarelação de peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal destepara ácido aminometilfosfônico não é maior do que 0,25:1, quando percen-tagens de peso sendo em uma base seca.
De acordo com outra modalidade, a composição de glifosato degrau técnico compreende pelo menos 90 % em peso de ácido de N-(fosfonometil)glicina ou sal deste, menos do que 0,45 % em peso ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste, e pelo menos 0,02 % em pesoglicina ou sal deste, as percentagens de peso sendo em uma base de equi-valente ácido seco.
De acordo com uma outra modalidade, a composição de glifosa-to técnica compreende pelo menos 90 % em peso equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina, entre cerca de 0,02 % em peso e cerca de 0,25 % empeso ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste, e um subprodutoselecionado de não mais do que 0,6 % em peso N-formil-N-(fosfonometil)glicina, as percentagens de peso sendo em uma base de equivalente ácidoseco.
Em outra modalidade, o produto de glifosato é selecionado dogrupo consistindo em composição de glifosato de grau técnico compreendendo pelo menos cerca de 90 % em peso de ácido de glifosato e uma solução aquosa concentrada compreendendo pelo menos cerca de 360 gramaspor litro de equivalente ácido de um sal agronomicamente aceitável de glifosato. A composição compreende menos do que cerca de 0,45 % em pesoácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste (equivalente ácido), eentre cerca de 0,05 e cerca de 2 % em peso glifosina ou um sal deste (equivalente ácido), em uma base de equivalente ácido de glifosato.
A presente invenção também fornece vários processos para apreparação de glifosato por oxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético, em que um produto de glifosato tem um baixo teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético. Em uma modalidade, o processo compreendecontatar um meio de reação aquoso contendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético com um gás compreendendo oxigênio molecular na presença deum catalisador para a oxidação; recuperando um produto de glifosato de glifosato obtido na solução de reação de produto resultante, a recuperação doproduto de glifosato compreendendo separar tal produto de uma mistura aquosa, em que uma relação de teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético total para teor de glifosato total é pelo menos 25% maior do que a relaçãocorrespondente na solução de reação de produto, o oxigênio tendo causadofluir através do meio de reação aquoso na presença do catalisador em umaextensão suficiente para reduzir o teor de ácido N-(fosfonometil)imino-diacético da solução de reação de produto em um nível tal que o produto deglifosato recuperado tenha um teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacéticomenor do que cerca de 600 ppm, glifosato de base; e removendo o produtode glifosato do processo.Em outra modalidade, o processo compreende contatar um meio de reação aquoso contendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético com um gás compreendendo oxigênio molecular na presença de um catalisador para a oxidação; recuperando um produto de glifosato de glifosato obtido na solução de reação de produto resultante, o oxigênio tendo sido causado fluir a-través do meio de reação aquoso na presença do catalisador em uma extensão suficiente para reduzir o teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacéticoda solução de reação de produto em um nível tal que o produto de glifosato recuperado tenha um teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacéticomenos do que cerca de 600 ppm, glifosato de base; e removendo o produto de glifosato do processo.
De acordo com outra modalidade, o processo compreende oxidar o ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em um meio de reação aquoso para produzir uma solução de reação de produto contendo glifosato e ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido; recuperando glifosato da solução de reação de produto em uma forma de produto tendo um teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacéticonão maior do que 600 ppm em uma base de glifosato, a recuperação da forma de produto compreendendo contatar uma solução aquosa compreendendo a solução de reação de produto, ou uma solução compreendendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético derivado de uma solução de reação de produto, com uma resina de permuta de ânion que tem uma afinidade seletiva para ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em preferência ao glifosato.
Em outra modalidade, o processo compreende oxidar ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em um meio de reação aquoso para produzir uma solução de reação de produto contendo glifosato e ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido; cristalizar glifosato de uma solução de alimentação do cristalizador compreendendo ou derivado de uma solução de reação de produto; submeter a suspensão resultante de cristais de glifosato em licor mãe para separação de sólido/líquido; purgar uma fração do licor mãe para remoção de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético do processo; e reciclar outra fração do licor mãe em um cristalizador em que o glifosa-to é cristalizado da solução de alimentação, o volume da fração de purga com relação ao volume da fração de reciclo sendo suficiente de modo que os cristais de glifosato sólidos separados na etapa de separação de sólido/líquido tenham um teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético menor do que 600 ppm ou possam ser contatados com um meio de lavagem aquoso para produzir um produto de glifosato sólido tendo tal teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético menor.
Em uma outra modalidade, o processo compreende contatar um meio aquoso contendo ácido N-fosfonometil-iminodiacético em um sistema de reação primário com um gás compreendendo oxigênio molecular na presença de um catalisador particulado para a oxidação para produzir uma suspensão de produto compreendendo uma solução de reação de produto compreendendo glifosato e ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido, e tendo o catalisador particulado suspenso nele; separar o catalisador da solução de produto de reação para produzir uma solução de reação de produto filtrado; e contatar uma solução aquosa compreendendo a solução de reação de produto filtrada, ou derivado dela, com um agente de oxidação em uma zona de reação de polimento para outra conversão de ácido N-fosfonometil-iminodiacético em glifosato.
Em uma outra modalidade, o processo compreende contatar um meio de reação aquoso contendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético com um gás compreendendo oxigênio molecular na presença de um metal nobre em catalisador de carbono, e na ausência de uma concentração de um promotor de metal não nobre que seria eficaz para ou retardar a oxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou causar a taxa de consumo de oxigênio na oxidação de formaldeído ou ácido fórmico ser materialmente aumentada com relação à taxa de consumo de oxigênio na oxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético; e mantendo contato do meio de reação com o gás compreendendo oxigênio molecular durante um tempo suficiente para reduzir o teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético da solução de reação de produto resultante para não maios do que 250 ppm.
Em uma outra modalidade, o processo compreende oxidar ácidoN-(fosfonometil)iminodiacético em um meio de reação aquoso para produzir uma solução de reação de produto contendo glifosato e ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido; transferir a solução de reação de produto para um processo de recuperação de produto, pelo qual uma plura-lidade de produtos de glifosato é produzida; e operar o processo de recuperação de produto para produzir pelo menos dois produtos de sal de glifosato separados de teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético divergente, em que um teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético de base de glifosato de um dos produtos é menor do que cerca de 1000 ppm, um pelo menos 25% menor do que o teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético de outro da pluralidade de produtos de glifosato.
Em ainda uma outra modalidade, o processo compreende contatar ácido N-(fosfonometil)iminodiacético com um agente de oxidação em um meio de reação aquoso dentro de uma zona de reação de oxidação na presença de um catalisador para a oxidação, desse modo realizando a oxidation de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético e produzindo uma solução de reação compreendendo glifosato ou outro intermediário que possa ser convertido em glifosato; e também processando a solução de reação para produzir um produto de glifosato contendo não mais do que cerca de 600 ppm ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste, a oxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético no meio de reação aquoso sendo continuado até a concentração de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético no meio de reação ter sido reduzida para uma concentração terminal de modo que o outro processamento produz não mais do que cerca de 600 ppm, glifosato de base.
A presente invenção também fornece um esquema de controle programado para uso em conjunto com os vários processos para a preparação de glifosato por oxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético. Tais processos também compreendem avaliar as variáveis de processo seletas que afetam o teor de ácido N-(metilfosfônico)iminodiacético de um ou mais produtos de glifosato quando produzidos pelo processo; controlar as variáveis de processo seletas por meio de circuitos de controle automatizado paraadaptarem-se aos pontos de fixação respectivamente estabelecidos nos circuitos de controle; transmitir sinais para o controlador programado transmitindo os valores das avaliações e os pontos de fixação; computando os ajustes aos pontos de fixação em resposta aos sinais de acordo com um algorit mo inserido no software com o qual o controlador está programado; e transmitir sinais do controlador programado para os circuitos de controle para a-juste do ponto de fixação para adaptar a operação do processo ao algoritmo.
A presente invenção também fornece um processo para a preparação de composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelomenos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma de um sal deste. O processo compreende hidrolizar um intermediário de dialquila compreendendo N-(fosfonometil)glicina de dialquila, um sal de carboxilato de N-(fosfonometil)glicina de dialquila ou outro intermediário de éster produzidopela reação de um fosfito de dialquila com N-metiloIglicina, para produzir uma solução compreendendo glifosato ou um sal agronomicamente aceitável de glifosato; e recuperar o ácido de glifosato sólido ou um concentrado aquoso compreendendo um sal agronomicamente aceitável de glifosato em uma concentração de pelo menos cerca de 360 gramas por litro de equivalente ácido.
A presente invenção também fornece método de fornecimento de um produto de glifosato para aplicações em que é desejável manter o teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético do produto em consistentemente menos do que cerca de 0,06 % em peso em uma base de glifosato. O método compreende produzir o glifosato em uma facilidade de fabricação, uma produção de glifosato em uma tal facilidade compreendendo oxidação catalí-tica de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em um meio aquoso na presença de um catalisador para a oxidação; durantes as operações designadas dentro da facilidade, conduzindo o processo sob condições eficazes paraconsistentemente produzir um produto de glifosato tendo um teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético menor do que cerca de 0,06 % em peso, glifosato de base; e segregar o glifosato produzido durante as operações de-signadas de outro produto de glifosato produzido durante outras operações, em que um outro produto de glifosato tem um teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético maior do que cerca de 0,06 % em peso, glifosato de base.
Em um outro aspecto da invenção,,é fornecido um método para avaliar a formulação herbicida de glifosato para uso em aplicação folhear a uma colheita de plantas tolerantes ao glifosato transgênico submetidas à necrose de folha causada pelo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste presente nas formulações herbicida glifosato. O método compreende (a) desenvolver uma planta da colheita até uma idade de desenvolvimento predeterminada ou durante um intervalo de tempo predeterminado; (b) aplicar a formulação herbicida de glifosato compreendendo N-(fosfono-metil)glicina ou um sal deste à planta; (c) manter a planta tratada durante um intervalo de tempo predeterminado sob temperatura predeterminada e condições de umidade selecionadas para eliciar a resposta ao dano de necrose de folha na planta causao pelo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste presente na formulação de glifosato herbicida; e (d) determinar a extensão do dano de necrose de folha à planta.
Outros aspectos e modalidades da invenção são descritos no seguinte relatório descritivo e detalhados nas reivindicações mencionadas abaixo.
Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1 é uma folha de fluxo esquemático ilustrando um processo contínuo para a fabricação de glifosato de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético, em que as modificações da presente invenção para a produção de um baixo teor de produto de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético glifosato podem ser implementadas;
A figura 2 é uma folha de fluxo esquemático ilustrando uma modalidade alternativa do processo de figura 1 em que o ácido N-(fosfonometil)iminodiacético que acumula-se na área de recuperação de produto pode ser removido do processo de uma maneira controlada, mais particularmente de uma maneira que aloca a remoção do ácido N-(fosfonometil)iminodiacético entre um produto de ácido de glifosato sólido, uma solução de sal de glifosato concentrada, e uma corrente de purga;
A figura 3 é uma folha de fluxo esquemático ilustrando um sistema de permuta de íon exemplar, que pode ser usado em conjunto com o processo para a fabricação de glifosato ilustrado nas figuras 1 ou 2;
A figura 4 é uma folha de fluxo esquemático ilustrando um sistema de cristalização evaporativo modificado para acomodar o teor de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético (PMIDA) na solução de alimentação, sem sujeira excessiva das superfícies de permuta de calor e que pode ser usado em conjunto com o processo para a fabricação de glifosato ilustrado nas figuras 1 ou 2;
A figura 5 é uma representação gráfica do grau de redução de necrose em algodão ROUNDUP READY FLEX 2 dias após o tratamento (2 DAT) seguindo a aplicação de campo de formulações herbicidas de glifosato do tipo ROUNDUP WEATHERMAX (0,4% de PMIDA) protegidas com a adição de sulfato férrico no Exemplo 2A.
A figura 6 é uma representação gráfica do grau de redução de necrose em algodão ROUNDUP READY FLEX 2 dias após o tratamento (2 DAT) seguindo a aplicação de campo de formulações herbicidas de glifosato do tipo ROUNDUP WEATHERMAX com níveis de PMIDA variáveis e protegidas com níveis fixos de ferro no Exemplo 2B.
A figura 7 é uma representação gráfica da necrose média e distribuição em algodão ROUNDUP READY FLEX 2 dias após o tratamento (2 DAT) seguindo a aplicação de campo de formulações herbicidas de glifosato do tipo ROUNDUP ORIGINALMAX (0,4% PMIDA) e relações variáveis de ferro para PMIDA no Exemplo 2C.
A figura 8 é uma representação gráfica do grau de redução de necrose em algodão ROUNDUP READY FLEX 2 dias após o tratamento (2 DAT) seguindo a aplicação de campo de formulações herbicidas de glifosato do tipo ROUNDUP ORIGINALMAX com níveis de PMIDA variáveis e protegidas com níveis fixos de ferro no Exemplo 2D.
A figura 9 é uma representação gráfica da necrose média e dis-tribuição em algodão ROUNDUP READY FLEX 2 dias após o tratamento (2 DAT) seguindo a aplicação de campo de: ROUNDUP WEATHERMAX ou formulações herbicidas de glifosato do tipo ROUNDUP ORIGINALMAX (0,4% PMIDA) e relações variáveis de ferro para PMIDA; ou formulações herbicidas de glifosato do tipo ROUNDUP WEATHERMAX de baixo teor de PMIDA (0,06% de PMIDA) sem adição de sulfato férrico no Exemplo 2E.
A figura 10 é o cromatograma (primeiro sistema de solvente iso-crático) para um concentrado de formulação de glifosato contendo ferro submetido ao procedimento analítico de cromatografia líquida de pressãoelevada de Exemplo 3 para determinar a concentração de PMIDA no concentrado de formulação; e
A figura 11 é o cromatograma (sistema de solvente isocrático alternativo) para um concentrado de formulação contendo ferro submetido ao procedimento analítico de cromatografia líquida de pressão elevada de
Exemplo 3 para determinar uma concentração de PMIDA no concentrado de formulação.
Descrição Detalhada da Invenção
De acordo com a presente invenção, descobriu-se que o fenômeno de necrose de folha algumas vezes observado em plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato em seguida à aplicação sobre o topo de herbicidas de glifosato e sob certas condições de desenvolvimento é induzido, pelo menos em parte, por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético (PMIDA) e/ou sais deste que estão freqüentemente presentes em concentrações relativamente baixas em formulações herbicidas de glifosato. Ummétodo convencional de fabricação de glifosato, descrito em maiores detalhes abaixo, inclui clivagem oxidativa catalítica de fase líquida de um substi-tuinte de carboximetila de PMIDA (fórmula (1)) para produzir N-(fosfonometil)glicina (fórmula (2)) de acordo com a seguinte reação:
<formula>formula see original document page 21</formula>Sob condições de escala comercial, conversão elevada do PMI-DA no produto de N-(fosfonometil)glicina é facilmente conseguida. Entretanto, baixas concentrações (por exemplo, de cerca de 0,15% a cerca de 0,6% em base de peso seco) de PMIDA não reagido tipicamente permanece no produto de N-(fosfonometil)glicina de grau técnico fabricado isolado da mistura de reação de oxidação. Além disso, PMIDA pode tmabém estar presente como um subproduto ou contaminante em N-(fosfonometil)glicina fabricada por outros métodos convencionais conhecidos na técnica. PMIDA residual em produtos N-(fosfonometil)glicina fabricados está desse modo freqüentemente presente na herbicidal glifosato composições formuladas empre-gando-se estes produtos. Devido à solubilidade em água relativamente limitada do ácido orgânico N-(fosfonometil)glicina, as composições de herbici-dade glifosato aquosas são tipicamente formuladas empregando-se um ou mais dos sais solúveis em água e agronomicamente aceitáveis de glifosato e, em tais casos, o PMIDA é está predominantemente presente na composição como o sal correspondente, tipicamente o sal mono- ou dibásico correspondente. Como aqui empregado, a menos que o contexto requeira de outro modo, o termo "PMIDA" inclui ácido N-(fosfonometil)iminodiacético e/ou sais e outros derivados destes e o termo "glifosato" inclui qualquer forma herbicidamente eficaz de N-(fosfonometil)glicina que resulta na produção do ânion de glifosato ânion em plantas, incluindo ácido de glifosato e/ou sais ou outros derivados destes.
Na maioria das aplicações, os níveis baixos de PMIDA tipicamente presentes nas formulações herbicidas de glifosato não são um problema. Entretanto, como observado acima, algodão, incluindo transgênico. As variedades de algodão tolerante ao glifosato, são suscetíveis sob certas condições de crescimento para desenvolvimento de necrose de folha induzida pela presença de mesmo níveis relativamente baixos de PMIDA freqüentemente encontrado em formulações comerciais de herbicida glifosato.
Quando a suscetibilidade à necrose induzida por PMIDA é comum tanto ao algodão tolerante ao glifosato (isto é, algodão transgênico) bem como algodão não-transgênico, parece que o fenômeno de necrose de folha induzidopor PMIDA no algodão tolerante ao glifosato não está relacionado ao trans-gene. A necrose de folha induzida por PMIDA algumas vezes observada em algodão transgênico tolerante ao glifosato tal como ROUNDUP READY e variedades do algodão ROUNDUP READY FLEX é caracterizada por um rápido início de sintomologia, tipicamente dentro de cerca de 2 dias seguindo a aplicação sobre o topo de herbicidas glifosato. O desenvolvimento do sintoma adicional além deste período duraante a maior parte não foi observado, indicando que este fenômeno não é um efeito sistêmico. Além disso, a expressão de sintoma parece ser ligeiramente ativada.
Sem ser limitado a qualquer teoria particular, estas observações sugerem que a necrose induzida por PMIDA pode operar através de um mecanismo similar àquele observado com herbicidas que funcionam através da inibição da enzima protoporfirinogênio-oxidase (PPO). PPO é inibido por uma faixa ampla de herbicidas, tais como, os difeniléteres, oxadiazóis, imidas cíclicas, fenil pirazóis e derivados de piridina. PMIDA pode agir através do mesmo mecanismo como aqueles herbicidas onde o rompimento da membrana é iniciado pela inibição de PPO nos últimos estágios de trilhas heme biossintéticas e de clorofila induzindo a uma formação de intermediários fitotóxicos tais como radicais livres resultando em necrose de tecido.
Mais particularmente, acredita-se que PPO catalise a oxidação de protopor-frinogênio IX (PPGIX) em protoporfirina IX (PPIX). A inibição de PPO induz a um acúmulo de PPGIX, o primeiro precursor de clorofila absorvente de luz. O acúmulo de PPGIX é aparentemente transitório quando ele transborda seu ambiente normal na membrana tilacóide e oxida em PPIX. Esta oxidação pode ser catalisada por uma enzima plasmalemma que tem atividade protox, porém é insensível a, é acreditado, PMIDA. PPIX formado de seu ambiente nativo provavelmente é separado de Mg quelatase e outras enzimas de trilha que normalmente previne o acúmulo de PPIX. A absorção de luz por PPIX aparentemente produz PPIX de estado tripleto que interage com o oxigênio de estado de solo para formar oxigênio singleto. Tanto o PPIX tripleto quanto o oxigênio singleto pode abstrair um hidrogênio de lipídeos insaturados, produzindo um radical de lipídeo e iniciando uma reação de cadeia de peroxida-ção de lipídeo. Os lipídeos e proteínas são presos e oxidados, resultando em perda de clorofila e carotenóides e em membranas gotejantes que permitem células e organelas celulares secarem e desintegrarem-se rapidamente. Quotação de Herbicida Handbook (William K. Vencill ed., Weed Science Society of America, 8ã edição, páginas 69 e 329-330, (2002)).
A expressão de necrose de folha induzida por PMIDA e a gravidade do dano da folha resultante são enormemente depedentes das condições de crescimento predominantes e fatores ambientais e é de modo geral mais severa quando a concentração de PMIDA em uma composição herbicida de glifosato e taxa de aplicação aumenta. Mais particularmente, as condições que favorecem lento metabolismo na planta de algodão ou estresse metabólico de modo geral seguindo aplicação de glifosato parecem ser um fator chave que contribui para o início e gravidade de necrose de folha. Por exemplo, observou-se que a exposição a baixas temperaturas é um contribuidor para dano de folha induzido por PMIDA observado em estufa e ambientes de câmara de desenvolvimento. Descobriu-se que as plantas de algodão tolerantes ao glifosato que experimental condições de crescimento "frias" (isto é, temperaturas máximas de cerca de 279C (80eF) ou menos) seguindo a aplicação folhear de herbicidas de glifosato têm tendência significantmente aumentada para exibir dano de folha quando comparado a plantas que experimentam condições de crescimento "quentes" (isto é, temperaturas máximas de cerca de 329C (909F). Plantas de algodão experimentando temperaturas máximas de cerca de 219C (709F) seguindo aplicação de glifosato mostrou uma quantiade similar de dano de folha quando comparado a plantas desenvolvidas a 279C (809F). Observou-se que as condições de crescimento frias seguindo a aplicação de glifosato produziu dano de folha significante-mente maior do que as condições de desenvolvimento frias experimentadas antes do tratamento de glifosato. Acredita-se que o metabolismo da planta de algodão em temperaturas de crescimento de pelo menos cerca de 32eC(909F) é suficiente para superar os efeitos de níveis de PMIDA tipicamente presentes na composição de glifosato, porém a 80gF (279C) e temperaturas menores de crescimento máximo, o metabolismo de planta pode ser bastan-te lento para superar estes efeitos, com dano de folha resultante.
Se a necrose induzida por PMIDA for observada, o dano pode variar de lesões necróticas menores afetando em média cerca de 1 % a cerca de 5% da área de superfície da folha total da planta a lesões necróticas mais pronunciadas afetando em média cerca de 5%, 10%, 15%, 20%, 25%, 30% ou mais da área de superfície da folha total das plantas afetadas. Lesões necróticas menores de modo geral aparecem como lesões múltiplas, muito pequenas, de forma circular e uniformemente distribuídas sobre a superfície da folha de algodão tratada tendo um diâmetro de menos do que cerca de 0,5 cm e e pode coalescer em lesões necróticas maiores na forma de áreas ou emplastros circulares ou irregularmente modeladas maiores sobre a superfície de folha de algodão tratada tendo uma maior dimensão maior do que cerca de 0,5 cm. Em casos severos, lesões necróticas podem tornar-se suficientemente grandes para resultar em dano de folha altamente visíveis, ou mesmo perda das folhas afetadas. A necrose de folha induzida por PMIDA ou morte de tecido é visivelmente distinta de "queima tensoativa" tal como "vidraças de janela" comumente associadas com o uso de certos tensoativos em formulações herbicidas aplicadas às colheitas tolerantes ao glifosato.
De acordo com a presente invenção, uma variedade de estratégias foi planejada para prover controle eficaz de erva daninha em produção de algodão de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato em-pregando-se composições herbicidas de glifosato ao mesmo tempo que mitigando a necrose induzida por PMIDA a fim de evitar significante dano de folha à colheita de algodão desenvolvida sob condições ambientais variáveis. Um método geral é controlar ou limitar a concentração de PMIDA no produto de glifosato fabricado e sucessivamente composição de herbicida de glifosato formulada empregando-se o produto de modo que na taxa de aplicação requisitada necessária para atingir o controle de erva daninha adequado na colheita de algodão, necrose significante de folha não é induzida nas plantas tratadas. Entretanto, em algumas circunstâncias, uma fonte de glifosato fabricado tendo uma concentração suficientemente baixa de PMIDApode ser indisponível ou ela pode ser de custo proibitivo ou de outro modo não prático para obter ou produzir um tal produto de glifosato. Conseqüentemente, outro aspecto da presente invenção é incluir em uma composição herbicida de glifosato contendo níveis apreciáveis de PMIDA, certos agentes de proteção que agem para mitigar ou inibir a necrose induzida por PMIDA na colheita de algodão.
Embora a suscetibilidade à necrose induzida por PMIDA seja comum ao algodão de modo geral, este potencial para dano de folha é particularmente problemático em plantas transgênicas de algodão tolerantes aoglifosato por que estas variedades são construídas para permitir aplicação sobre o topo de herbicidas de glifosato. Conseqüentemente, as estratégias e métodos descritos aqui para mitigar a necrose induzida por PMIDA são particularmente pretendidas para o controle de ervas daninhas em produção de algodão de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato.
Como aqui usado plantas transgênicas de algodão tolerantes aoglifosato incluem plantas desenvolvidas da sesmente de qualquer evento de algodão que forneça tolerância ao glifosato e progênie deste tolerante ao glifosato. Tais eventos de algodão tolerante ao glifosato incluem, sem limitação, aqueles que conferem tolerância ao glifosato pela inserção ou introdução, no genoma da planta, da capacidade de expressar várias enzimas EPSPS bacterianas ou de planta variante e nativa por quaisquer métodos de engenharia genética conhecidos na técnica para introduzir segmentos de DNA de transformação em plantas para conferir resistência ao glifosato bem como os eventos de algodão tolerante ao glifosato que conferem tolerância ao glifosato por outros métodos tal como descrito nas Patentes U.S. nos 5.463.175 e 6.448.476 e Publicação Internacional Nes WO 2002/36782, WO 2003/092360 e WO 2005/012515.
Exemplos não-limitantes de eventos de algodão transgênico tolerante ao glifosato incluem o evento de algodão ROUNDUP READY comerciai em circulação designado 1445 e descrito na Patente U.S. n° 6.740.488. De particular interesse na prática da presente invenção são os métodos para controle de erva daninha em uma colheita de plantas transgênicas de algo-dão tolerantes ao glifosato em que a resistência ao glifosato é conferida de uma maneira que permite aplicação ao estágio tardio de herbicidas de glifosato sem incorrer em significante dano reprodutivo mediado pelo glifosato. Exemplos não limitantes de tais plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato incluem aquelas desenvolvidas da. semente do evento de algodão ROUNDUP READY FLEX (designado MON 88913 e tendo semente representativa deposidado com a American Type Culture Collection (ATCC) com o N- de Acessão PTA-4854) e similar. Os eventos de algodão tolerante ao glifosato e progênie deste como descrito na Publicação Internacional N° WO 2004/072235. O evento de algodão ROUNDUP READY FLEX MON 88913 e similar. Os eventos de algodão tolerante ao glifosato podem ser caracterizados pelo fato de que o genoma compreende uma ou mais moléculas de DNA selecionado do grupo consistindo em SEQ ID NO:1, SEQ ID NO:2, SEQ ID NO:3, e SEQ ID NO:4; ou o genoma em um método de amplificação de DNA produz um amplicon compreendendo SEQ ID NO:1 ou SEQ ID NO:2; ou a plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato compreende uma característica tolerante ao glifosato que é geneticamente ligada a um complemento de um ácido polinucléico marcador, e a molécula de ácido polinucléico marcador é homóloga ou complementar a uma molécula de DNA selecionada do grupo consistindo em SEQ ID NO:1 e SEQ ID NO:2 como descrito na Publicação Internacional N° WO 2004/072235, o teor total das quais é incorporado aqui por referência.
Como observado acima, o evento de algodão ROUNDUP READY FLEX MON 88913 prove a aplicação sobre o topo de herbicidas de glifosato em estágios avançados de desenvolvimento da planta sem incorrer em significante dano reprodutivo mediado por glifosato (por exemplo, como quantificado, por exemplo, por vazamento de pólen de flor e/ou produção de fios de linho). Quando comparado ao evento de algodão ROUNDUP READY comercial anterior designado 1445, o evento de algodão ROUNDUP READYFLEX MON 88913 é particularmente vantajoso por permitir a aplicação folhear de herbicida de glifosato para controle de erva daninha em uma idade de desenvolvimento caracterizada por pelo menos cinco nodos de folha pre-sentes em uma planta de algodão da colheita. Como aqui usado, um nodo tendo uma ramificação de folha é referido como um nodo de folha de acordo com o método de nodo convencional usado na avaliação da idade de desenvolvimento da planta de algodão. Além disso, cotilédones são folhas originalmente contidas na semente e não são consideradas como folhas ou no-dos de planta para os propósitos de determinação do estágio de desenvolvimento de algodão. Isto é, como de modo geral aceito por aqueles versados na técnica e como aqui empregado, o termo ponto de ligação do cotilédone é referenciado como o Nodo 0. O quinto e subseqüente nodos de folha são tipicamente as primeiras ramificações reprodutivas (isto é, frutificação) e pode desenvolver um botão de frutificação e folha associada. Um nodo de folha tendo uma ramificação reprodutiva pode ser referenciado como um nodo reprodutivo. As plantas de algodão podem desenvolver-se tanto quanto cerca de 25 nodos de folha, com nodos 5-25 potencialmente desenvolvendo-se em nodos reprodutivos. Na prática de controle de erva daninha em uma colheita de algodão tolerante ao glifosato transgênico desenvolvido de semente de evento de algodão ROUNDUP READY FLEX MON 88913 ou eventos de algodão similares e progênie destes, as formulações herbicidas de glifosato podem ser aplicadas sobre o topo da colheita em idades de desenvolvimento mais avançadas caracterizadas, por exemplo, por seis, dez, doze, quatorze ou mais nodos de folha presentes em uma planta de algodão da colheita e até e incluindo extremidade sem incorrer em significante dano reprodutivo mediado por glifosato à colheita. A formulação herbicida de glifosato pode ser aplicada sobre o topo da colheita de algodão em vários intervalos de desenvolvimento avançado, caracterizado, por exemplo, por seis ou mais nodos de folha e não mais do que dez, doze, quatorze, dezesseis, dezoito, vinte ou vinte e cinco nodos de folha em uma planta de algodão da colheita. As estratégias e métodos descritos aqui para mitigar a necrose induzida por PM IDA são particularmente vantajosas em métodos de controle de erva daninha usados em cultivo de algodão ROUNDUP READY FLEX e eventos similares que permitem tal aplicação sobre o topo em estágio tardio de herbicidas de glifosato uma vez que o aparecimento de lesões necróticas sobreas plantas tratadas de algodão pode parecer ser mais pronunciado devido à canopia mais totalmente desenvolvida e maior área de folha disponível.
Empregando os vários estágios descritos em detalhes abaixo, a necrose de folha induzida por PMIDA em algodão transgênico tolerante ao glifosato pode ser substancialmente evitada sob condições de crescimento relevantes ou pelo menos suficientemente mediada ou inibida. A extensão de necrose de folha é facilmente quantificada por biólogos e técnicos de planta através de avaliação visual da área de quaisquer lesões necróticas com relação à área de superfície de folha total das plantas de algodão seguindo o tratamento com um herbicida de glifosato. Na prática dos métodos de controle de erva daninha da presente invenção, lesões necróticas induzidas por PMIDA sobre a superfície das folhas das plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato são de modo geral inibidas, de modo a em média ser responsável por não mais do que cerca de 25% da área total dafolha das plantas da colheita tratada. Preferivelmente, as lesões necróticas sobre a superfície das folhas das plantas de algodão tratadas de acordo com a presente invenção na média responsável por não mais do que cerca de 20%, e ainda mais preferivelmente não mais do que cerca de 15% da área total da folha das plantas da colheita tratada. Praticando as modalidades mais preferidas da presente invenção descritas aqui, as lesões necróticas induzidas por PMIDA sobre a superfície das folhas das plantas de algodão podem ser vantajosamente inibidas de modo a na média responsável por não mais do que cerca de 10% ou não mais do que cerca de 5% da área total da folha das plantas da colheita tratada. De acordo com modalidades especialmente preferidas da presente invenção, o início de necrose induzida por PMIDA é substancialmente evitada sob todas as condições de crescimento pertinentes incluindo aquelas observadas acima e descritas abaixo que podem de outro modo tender à realçar o início e severidade de Necrose induzida por PMIDA.
Como observado acima, o início e severidade de necrose induzida por PMIDA de folha em plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato é dependente das condições de desenvolvimento predominantes,bem como a concentração de PMIDA no herbicida de glifosato aplicado às plantas. De acordo com a presente invenção, foi determinado que sob muitas condições de desenvolvimentoe em taxas de aplicação de glifosato típicas necessárias para controle de erva daninha adequado (por exemplo, em taxas de cerca de 0,34 a cerca de 0,51 kg (0,75 a cerca de 1,125 Ib) de e-quivalente ácido de glifosato/A ou cerca de 0,84 a cerca de 1,26 kg equivalente ácido de glifosato/ha) necrose de folha induzida por PMIDA significante pode de modo geral ser evitada controlando a concentração de PMIDA na composição herbicida de glifosato tal que a taxa de aplicação de PMIDA sejade não mais do que cerca de 2,5 g de equivalente ácido de PMIDA por hectare, preferivelmente não mais do que cerca de 2,2 g de equivalente ácido de PMIDA por hectare, mais preferivelmentenão mais do que cerca de 2 g de equivalente ácido de PMIDA por hectare, e ainda mais preferivelmente não mais do que cerca de 1,7 g de equivalente ácido de PMIDA por hectare.
Entretanto, por que a suscetibilidade da planta de algodão à necrose induzida por PMIDA é dependente das condições ambientais que podem variar amplamente de um local de crescimento para outro e em toda a estação de crescimento, a fim de fornecer um fator seguro e mais consistentemente evitar o risco de expressão de dano à folha, é preferido controlar a concentração de PMIDA em composição de herbicidade glifosato e a freqüência de aplicação da composição às plantas de algodão para também reduzir a taxa de aplicação de PMIDA a não mais do que cerca de 1,5 g de equivalente ácido de PMIDA por hectare, ainda mais preferivelmente não mais do que cerca de 1,2 g de equivalente ácido de PMIDA por hectare, e ainda preferivelmente não mais do que cerca de 1 g de equivalente ácido de PMIDA por hectare. De acordo com modalidades ainda mais preferidas da presente invenção, a concentração de PMIDA em composição de herbicidade glifosato e a freqüência de aplicação da composição são controladas tal que a taxa de aplicação de PMIDA não seja mais do que cerca de 0,7 g de equivalente
30 ácido de PMIDA por hectare, ainda mais preferivelmente não mais do que cerca de 0,5 g de equivalente ácido de PMIDA por hectare e especialmente não mais do que cerca de 0,25 g de equivalente ácido de PMIDA por hecta-re.
Como evidente para aqueles versados na técnica, com base em taxas de aplicação de glifosato típicas necessárias para controle adequado de erva daninha em algodão transgênico tolerante ao glifosato (por exemplo, em taxa de cerca de 0,34 a cerca de 0,51 kg (.0,75 a cerca de 1,125 Ib) de equivalente ácido de glifosato/A ou cerca de 0,84 a cerca de 1,26 kg de e-quivalente ácido de glifosato/ha), uma composição incluindo a concentração de PMIDA na formulação herbicida de glifosato aplicada às plantas, concentrados dos quais tais formulações são preparadas e finalmente uma composição do produto de glifosato de grau técnico fabricado, do qual tais composições são preparadas, podem facilmente ser determinadas. Os processos de fabricação de glifosato tais como aqueles que incluem a clivagem oxidati-va de um substrato de PMIDA ou aqueles que utilizam glicina, podem ser facilmente praticados ou modificados para produzir um produto de N-(fosfonometil)glicina de grau técnico de ensaio de glifosato suficiente e tendo uma concentração de PMIDA adequada para produzir composições de glifosato herbicidas capazes de atingir taxas de aplicação de PMIDA a fim de não induzir significante necrose de folha nas plantas tratadas. As estratégias de processo exemplares para produzir produtos de glifosatode grau técnico fabricada tendo teor de PMIDA suficientemente baixo são descritas em detalhes abaixo.
Em algumas situações, uma fonte de glifosato fabricado tendo uma concentração suficientemente baixa de PMIDA pode estar indisponível ou pode ser de custo proibitivo ou de outro modo impraticável para obter ou produzir um tal produto de glifosato. Isto é, não pode sempre ser praticável ou economicamente prática para controlar a concentração de PMIDA em composição de herbicidade glifosato aplicado às plantas de algodão na taxa necessária para obter controle de erva daninha ao mesmo tempo que minimizando a taxa de aplicação de PMIDA em uma extensão suficiente para evitar a indução de necrose de folha significante nas plantas tratadas. Entretanto, de acordo com outro aspecto da presente invenção, a composição de herbicida de glifosato contendo níveis apreciáveis de PMIDA (por exemplo,correspondendo a uma taxa de aplicação em excesso de cerca de 2,5 g de equivalente ácido de PMIDA por hectare e até a cerca de 5 g ou 10 g de e-quivalente ácido de PMIDA por hectare ou maior) que podem de outro modo induzir à necrose de folha pode ser profegidda pela inclusão de certos agentes de proteção de PMIDA ou protetores que agem para mitigar ou inibir a necrose induzida por PMIDA na colheita de algodão. Além disso, mesmo formulações de herbicida de glifosato contendo níveis reduzidos de PMIDA suficiente para atingir uma taxa de aplicação de PMIDA de não mais do que cerca de 2,5 g de equivalente ácido de PMIDA por hectare podem também incluir um agente de proteção como uma medida adicionada de proteção contra a necrose induzida por PMIDA.
Diversas classes de agentes de proteção de PMIDA adequados para a inclusão em composições herbicidas de glifosato contendo PMIDA têm sido descritas. Alguns destes agentes de proteção são acreditados inibirem a necrose de folha induzida por PMIDA significante inibindo a formação de radicais livres fitotóxicos nos tecidos de plantas de algodão que podem de outro modo induzir ao rompimento de membrana e morte de tecido. E-xemplos não limitantes de agentes de proteção que interrompem a formação de radical livre, resultantes da captação de PMIDA nos tecidos folheares dasplantas de algodão tratadas, incluem antioxidantes, certos íons de metal e compostos absorventes de luz.
Antioxidantes são acreditados mitigar a necrose de folha induzida por PMIDA por recuperação e destruição dos radicais livres gerados nas plantas de algodão tratadas. Realmente, a redução obsesrvada de necrose induzida por PMIDA através do uso de antioxidantes de acordo com a presente invenção é outra evidência de que o fenômeno de necrose é pelo menos em parte o resultado de formação de radical livre. Mais particularmente, os antioxidantes adicionados às formulações de glifosato da presente invenção são acreditados recuperarem os radicais livres e retardarem a oxidação de materiais e planta orgânicos tais como lipídeos e proteínas que podem resultar em dano ao tecido de planta tal como por perda de clorofila e caro-tenóides e em membranas celulares gotejantes com concomitante secageme desintegração da célula e organela celular.
Tais antioxidantes adequados ou recuperadores de radical livre incluem aqueles considerados como de modo geral reconhecidos como seguros (GRAS) como especificado em 21 C.F.R. §182. Por exemplo, os anti-oxidantes de proteção podem ser selecionados de ácido ascórbico, ácido desidroascórbico, palmitato de ascorbila, estearato de ascorbila, ascorbato de sódio, ácido sórbico, sorbato de sódio, sorbato de potássio, anoxômero, retinol, resorcinol, os vários tocoferóis e tocofatrienos (por exemplo, acetato e D-a-tocoferila, succinato de ácido de D-a-tocoferila, D-p-tocoferol, D-v-tocoferol, D-õ-tocoferol, D-a-tocotrienol, D-(3-tocotrienol, D-Y-tocotrienol, DL-a-tocoferol, acetato de DL-a-tocoferila, succinato de cálcio de DL-a-tocoferila, nicotinato de DL-a-tocoferila, oleato/linoleato de DL-a-tocoferila e os derivados ou formas estéreo isoméricas destes), hidroquinona, hidroxito-lueno butilado (BHT), hidroxianisol butilado (BHA), hidroquinona de t-butila (TBHQ), gaiato e propila, gaiato de dodecila, gaiato de isoamila, gaiato de octila, coenzima-Q reduzida, flavonas e isoflavonas tais como apigenina, quercetina, genisteína e daidzeína, picnogenol, ubiquinona, ubiquinol, gluta-mato de monossódio, hidroximetilfenol butilado, tiodipropionato dilaurila, te-traacetato de etilenodiamina de dissódio, ácido tartárico, ácido eritórbico, eritorbato de sódio, etoxiquina, protocatecuato de etila, resina guaiac, goma guaiac, citrato de isopropila, citrato de monoglicerídeo, lecitina, ácido nordii-droguaiarético, ácido fosfórico, lactato de potássio, metabissulfito de potássio, sulfito de potássio, hipofosfito de sódio, lactato de sódio, metabissulfito de sódio, sulfito de sódio, tiossulfato de sódio, cloreto estanoso, butilidroquinona terciária, 3-t-butil-4-hidroxianisol, ascorbato de cálcio, EDTA de dissódio de cálcio, catalase, gaiato de cetila, extrato de cravo da índia, extrato de grão de café, 2,6-di-t-butilfenol, citrato de dissódio, ácido edético, 6-etóxi-1,2-diidro-2,2,4-trimetilquinolina, gaiato de etila, maltol de etila, extrato de eucalipto, ácido fumárico, extrato de gentian, glicose oxidase, heptil parabeno, hesperetina, 4-hidroximetil-2,6-di-t-butilfenol, ácido N-hidroxissuccínico, suco de limão, sólidos de suco de limão, maltol, gaiato de metil, metilparabeno, fosfatidilcolina, extrato de pimenta, bissulfeto de potássio, anidro de tartaratode sódio de potássio, extrato de farelo de arroz, extrato de rosemary, extrato de sálvia, ascorbato de sódio, eritorbato de sódio,hipofosfato de sódio, hipo-fosfato de sódio, pentaidrato de tiossulfato de sódio, farinha de soja, sacaro-se, a-terpineol, tocoferol, D-a-tocoferol, DL-a-tocoferol, acetato de tocoferila, acetato de D-a-tocoferila, acetato de DL-a-tocoferila, 2,4,5-triidroxibutirofenona, óleo de germe de trigo, ácido tiodipropiônico e misturas destes. Em alguns casos, uma combinação de antioxidantes é usada como o agente de proteção, em que os antioxidantes trabalham juntos para produzir um efeito na mitigação da necrose induzida por PMIDA que é maior do queaquela obtida empregando-s uma quantidade comparável de cada antioxi-dante individualmente.
Resultados experimentais indicam que todos os antioxidantes avaliados mostraram alguma capacidade de neutralizar a necrose induzida por PMIDA em algodão tratado com glifosato. De acordo com uma modali- dade preferida, o agente de proteção antioxidante é selecionado de hidro-quinona, resorcinol, BHA, BHT e misturas destes.
A quantidade requisitada de antioxidante para adicionar às composições herbicida de glifosato para evitar significante necrose induzida por PMIDA nas plantas plantas de algodão tratadas, depende da concentraçãode PMIDA, o antioxidante selecionado antioxidante ou combinação de antioxidantes e a capacidade relativa do agente de proteção antioxidante para recuperar radicais livres e pode ser facilmente determinada empiracamente por alguém versado na técnica através de experimentação de rotina. O a-gente de proteção compreendendo um ou mais antioxidantes é preferivelmente adicionada às composições herbicidas de glifosato, incluindo concentrados e misturas de tanque, em uma relação molar para PMIDA de cerca de 50:1 a cerca de 1:1, de cerca de 40:1 a cerca de 1:1, de cerca de 30:1 a cerca de 1:1, de cerca de 20:1 a cerca de 1:1, de cerca de 15:1 a cerca de 1:1, de cerca de 10:1 a cerca de 1:1, de cerca de 5:1 a cerca de 1:1, de cerca de
3:1 a cerca de 1:1, ou even de cerca de 2:1 a cerca de 1:1.
Certos íons de metal presentes na composição herbicidas de glifosato podem também agir como um agente de proteção para mitigar anecrose de folha induzida por PMIDA nas plantas de algodão tratadas. PMIDA, em virtude da presença de carboxila e grupos de fosfonometila ou ligan-dos, pode funcionar como um forte agente de complexação e pode quelar ou de outro modo ligar-se com íons de metal livres em solução e desse modo ser seqüestrado (por exemplo, não absorver para dentro dos tecidos folhea-res da planta de algodão) ou de outro modo tornado bioinativo para a planta de algodão. PMIDA presente nas composições de glifosato é acreditado seletivamente ligar-se ou de outro modo formar um complexo (por exemplo, um complexo de coordenação (II) ou (III) ou quelato) ou sal com íons de metal e desse modo torná-lo biologicamente indisponível na formação de radicais livres na planta de algodão. Isto é, o íon de metal adicionado a uma composição é submetido à formação de um complexo ou sal com PMIDA (por e-xemplo, ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um ânion formado por des-protonação ou desprotonação parcial deste). De modo importante, PMIDA forma complexos mais estáveis com tais íons de metal do que faz o glifosato, de modo que o PMIDA e não o glifosato seletivamente complexa-se ou liga-se com os íons de metal, desse modo evitando impacto negativo signifi-cante sobre a atividade herbicida que ocorreria se uma quantidade signifi-cante de glifosato fosse tornada inativa por complexação ou ligação com o íon de metal.
O íon de metal adicionado à composição de glifosato como um agente de proteção de PMIDA pode ser qualquer metal de transição ou outro metal e é preferivelmente agronomicamente aceitável e reconhecido como inerte para uso permitido em composições herbicidas agrícolas.
Exemplos
não-limitantes adequados de agentes de proteção de íon de metal incluem alumínio, antimônio, ferro, cromo, níquel, manganês, cobalto, cobre, zinco, vanádio, titânio, molibdeno, estanho, bário e misturas destes. Em uma modalidade preferida, o íon de metal é selecionado de alumínio, cobre, ferro, zinco e misturas destes. Em outra modalidade preferida, o agente de proteção compreende íons de ferro ou uma mistura de íons de ferro e íons de zinco ou uma mistura de íons de ferro e íons de cobre. Em uma modalidade preferida, o agente de proteção de íon de metal adicionado à composiçãoherbicida para complexação seletiva ou ligação com PMIDA compreende umíon de metal polivalente (por exemplo, Fe(lll), Al(lll), Zn(ll), e Cu(ll)).
O íon de metal introduzido nas composições herbicidas de glifo-sato pode ser derivado de vários sais (por exemplo, o sal de um ácido fortetal como um cloreto de metal ou sulfato de metal ou um sal de um ácido di-,tri- ou outro policarboxílico ou derivado) ou outros compostos por dissociação ou dissolução na composição ou do metal elementar. Os compostos defonte adequada para os íons de metal incluem, sem limitação, cloreto de alumínio, hidróxido de alumínio, oxido de alumínio, sulfato de alumínio, trióxido de antimônio, carbonato de bário, sulfato de bário, carbonato de cobalto,sulfato de cobalto, acetato de cobre, carbonato de cobre, hidróxido de cobre,nitrato de cobre, sulfato de cobre, oxido cúprico, oxido cuproso, sulfato deamônio ferrico, cloreto ferrico, oxido ferrico, hidrato de oxido ferrico, sulfatoferrico, sulfato de amônio ferroso, oxido ferroso, sulfato ferroso, ferro, sais deferro de di-, tri- ou outros ácidos policarboxílicos tais como citrato de ferro,oxido de hidróxido de ferro, oxido ferrosoférico, cloreto de níquel, acetato deníquel, sulfato de níquel, sulfato de alumínio de potássio, permanganato depotássio, aluminato de sódio, fosfato de alumínio de sódio, cromato de sódio,etilenodiaminatetraacetato de ferro(lll) de sódio, molibdato de sódio, permanganato de sódio, silicato de alumínio de potássio de sódio, oxido de estanho, sulfato de titânio, sufato de vanadila, acetato de zinco, cloreto de zinco, hidróxido de zinco, oxido de ferro de zinco, naftenato de zinco, oxido dezinco, sulfato de oxido de zinco (Zn403(S04)), sulfato de zinco (básico), sulfato de zinco (monoidrato) e misturas destes.
Em uma modalidade preferida, o agente de proteção de íon demetal adicionado à composição herbicida para complexação seletiva ou ligação com PMIDA compreende ferro polivalente (por exemplo, Fe(lll)) e é derivado de sulfato de amônio ferrico, cloreto ferrico, oxido ferrico, hidrato deoxido ferrico, sulfato ferrico, sulfato de amônio ferroso, oxido ferroso, sulfatoferroso e/ou sais de ferro de di-, tri- ou outros ácidos policarboxílicos taiscomo citrato de ferro. Em uma modalidade preferida, um agente de proteçãocompreendendo íons de ferro polivalente em composição herbicida de glifo-sato é derivado de sulfato férrico, cloreto férrico e/ou citrato de ferro.
Quando preparando o concentrado de glifosato composiçõescontendo certos agentes de proteção de íon de metal tais como ferro deriva-do de oxido de ferro, cloreto férrico ou sulfato férrico, pode ser necessárioprimeiro misturar o íon de metal com um ligando solubilizante ou estabilizan-te adequado (sL) em uma solução aquosa antes de combiná-la com o glifo-sato contendo PMIDA. Por exemplo, soluções aquosas do íon de metal esolubilizante de ligando podem ser misturadas e em seguida a mistura com-binada com o glifosato e outros componentes da composição. Esta práticainibe a precipitação de um sal de metal de glifosato e/ou uma precipitação dehidróxido de metal na composição, desse modo tornando o íon de metal in-disponível para complexação ou ligação com PMIDA. A severidade destesresultados de solubilidade parece ser um pouco dependente da identidadedo sal de metal de glifosato incluído em uma composição concentrada e, porexemplo, é mais problemático quando preparando as composições concen-tradas protegidas por ferro contendo o sal de potássio de glifosato quandocomparado ao sal de isopropilamina de glifosato. O ligando solubilizante ouestabilizante, é selecionado para (1) formar um complexo com o íon de metalcom suficiente estabilidade para ser competitivo com a estabilidade do com-plexo de metal de glifosato e suficientemente estável para prevenir qualquerhidrólise de sal de metal em hidróxidos de metal no pH da composição (tipi-camente pH de 4 a 5); e (2) formar um complexo mais fraco do que aqueleformado por PMIDA, desse modo permitindo o PMIDA deslocar-se e substi-tuir este ligando solubilizante do metal na composição final. As constantesde formação de metal-ligando são usadas para quantificar a estabilidade docomplexo, e podem ser facilmente determinadas por titulação potenciométri-ca ou encontradas na literatura. A estabilidade do complexo para o solubili-zante de ligando pode também ser controlada ajustando-se a quantidadeusada com relação ao íon de metal. Especificamente, a relação molar desolubilizante de ligando para íon de metal é otimizada para eliminar os efei-tos adversos que são observados em atividade herbicida e homogeneidadede formulação, detalhada acima, quando simples, os íons de metal aquosossão usados. Esta relação molar é tipicamente maior do que 1, e é usualmen-te de cerca de 1,5 a cerca de 4 (sL/metal). A composição desse modo conte-rá três materiais primários capazes de complexação ou ligação com o íon demetal (isto é, a fim de diminuir a estabilidade, diminuindo a constante deformação de metal-ligando PMIDA > sL ~ glifosato). Exemplos de ligandosolubilizantes adequados incluem poliácidos (por exemplo, ácidos policarbo-xílicos) e ácidos de hidroxila como o ácido cítrico, ácido glicônico, ácido oxá-lico, ácido malônico, ácido succínico, ácido málico, ácido tartárico, ácido fu-márico, ácido maléico, ácido glutárico, ácido dimetilglutárico, ácido adípico,ácido trimetiladípico, ácido pimélico, ácido tartrônico, ácido subérico, ácidoazeláico, ácido sebácico, ácido 1,12-dodecanodióico, ácido 1,13-tridecano-dióico, ácido glutâmico, ftálico, ácidi isoftálico, ácido lático, ácido tereftálico,ou um anidrido, éster, amida, haleto, sal ou precursor de quaisquer destesácidos, compostos de poliidróxi como frutose e catecol, aminoácidos, proteí-nas e polissacarídeos. De acordo com uma modalidade preferida, o ligandosolubilizante compreende um ácido policarboxílico tal como o ácido cítrico.
Uma complicação adicional existe com soluções aquosas de fer-ro(lll). Em um pH de até cerca de 2, ferro férrico tem uma forte tendência parahidrolizar para formar uma espécie binuclear, [Fe(H20)4(OH)2Fe(H20)4]4+ e emum pH acima de cerca de 2 a 3 espécies de Fe-OH polinucleares. O últimoresulta na precipitação de oxido férrico coloidal ou hidroso. Composições deglifosato têm um pH em torno de 4,5 unidades. Entretanto, este problemapode igualmente ser superado empregando-se um solubilizante de ligandoadequado como descrito acima. O solubilizante de ligando selecionado (porexemplo, ácido cítrico, frutose) possui constantes de estabilidade de metalmenores do que aquela de PMIDA, para permitir o PMIDA deslocar o ligandosolubilizante, porém estável o suficiente para impedir a hidrólise de Fe(lll)como descrito acima. Como uma alternativa para ou em adição ao empregode um solubilizante de ligando para superar os resultados de solubilidade eprecipitação que podem surgir quando da preparação de composições deconcentrado de glifosato contendo certos agentes de proteção de íon de me-tal, pode ser vantajoso usar uma mistura de íons de metal para preparar umconcentrado protegido adequado. Por exemplo, uma combinação de íons deferro e íons de zinco ou uma combinação de íons de ferro e íons de cobrepode ser usada.
A quantidade de agente de proteção de íon de metal introduzida em uma composição com relação a PMIDA é selecionada para assegurar aredução de PMIDA livre (isto é, não-ligado ou não-complexado) em um nívelsuficientemente baixo a fim de não induzir significante necrose de folha nacolheita de algodão e pode ser facilmente determinada através de experimentação de rotina. A relação molar minimamente eficaz de agente de proteção de íon de metal para PMIDA na composição herbicida de glifosato depende da concentração de PMIDA. Quando a concentração de PMIDA noproduto de glifosato fabricado, do qual as composições de glifosato herbicidas, tais como concentrados e misturas de tanque são preparadas aumente,uma relação molar menor de agente de proteção de íon de metal para PMI-DA (por exemplo, mesmo menos do que 1:1) pode ser eficazmente utilizadana composição e resultados satisfatórios obtidos visto que PMIDA biologicamente ativo livre na composição pode ser reduzido pelo agente de proteção em um nível que impede significante necrose induzida por PMIDA nasplantas de algodão tratadas na taxa de aplicação designada. O agente deproteção compreendendo um ou mais íons de metal é de modo geral adicionado às composições herbicidas de glifosato, incluindo concentrados e misturas de tanque, em uma relação molar para PMIDA de pelo menos cerca de0,15:1, pelo menos cerca de 0,2:1, pelo menos cerca de 0,25:1, pelo menoscerca de 0,3:1, pelo menos cerca de 0,35:1, pelo menos cerca de 0,4:1 epreferivelmente em uma relação molar para PMIDA de pelo menos cerca de0,45:1, pelo menos cerca de 0,5:1, pelo menos cerca de 0,55:1, pelo menoscerca de 0,6:1, pelo menos cerca de 0,65:1, pelo menos cerca de 0,7:1, pelomenos cerca de 0,75:1, pelo menos cerca de 0,8:1, pelo menos cerca de0,85:1, pelo menos cerca de 0,9:1 ou ainda pelo menos cerca de 0,95:1. Tipicamente, a relação molar do agente de proteção de íon de metal paraPMIDA na composição de herbicida de glifosato não é mais do que cerca de25:1, não mais do que cerca de 20:1, não mais do que cerca de 15:1, nãomais do que cerca de 10:1, não mais do que cerca de 5:1, não mais do quecerca de 4:1, não mais do que cerca de 3:1 e preferivelmente não mais doque cerca de 2.5:1. Freqüentemente a concentração de PMIDA no produtode glifosato fabricado é suficientemente elevada, tal que a relação molar doagente de proteção de íon de metal para PMIDA na composição de herbicidade glifosato incluindo concentrados e misturas de tanque é pelo menos decerca de 0,5:1, tipicamente de cerca de 0,5:1 a cerca de 25:1, de cerca de0,5:1 a cerca de 20:1, de cerca de 1:1 a cerca de 25:1, de cerca de 1:1 acerca de 20:1, de cerca de 1:1 a cerca de 15:1, de cerca de 1:1 a cerca de10:1, de cerca de 1:1 a cerca de 9:1, de cerca de 1:1 a cerca de 8:1, de cer-ca de 1:1 a cerca de 7:1, de cerca de 1:1 a cerca de 6:1, de cerca de 1:1 acerca de 5:1, de cerca de 1:1 a cerca de 4:1, preferivelmente de cerca de 1:1a cerca de 3:1, mais preferivelmentede cerca de 1:1 a cerca de 2.5:1, e ain-da mais preferivelmentede cerca de 1:1 a cerca de 2:1. A utilização de umagente de proteção de íon de metal nas composições herbicidas de glifosatoda presente invenção permite uma taxa de aplicação de PMIDA biologica-mente ativo, livre, ser reduzido para não mais do que cerca de 2,5 g de equi-valente ácido de PMIDA por hectare e menos (por exemplo, como observadoacima, e preferivelmente não mais do que cerca de 1,5 g, mais preferivel-mente não mais do que cerca de 1,2 g, mais preferivelmente não mais doque cerca de 1 g, ainda mais preferivelmente não mais do que cerca de 0,7g, todavia mais preferivelmente não mais do que cerca de 0,5 g e especial-mente não mais do que cerca de 0,25 g de equivalente ácido de PMIDA porhectare) e desse modo inibe significante necrose induzida por PMIDA nasplantas de algodão tratadas.
Na prática das várias modalidades da presente invenção, podeser necessário determinar o teor de PMIDA de um material tal como produtode glifosato fabricado usado na formulação de concentrados, misturas detanque ou outras formas de composições herbicidas ou um conteúdo dePMIDA das composições herbicidas formuladas sozinhas, por exemplo, paradeterminar se um agente de proteção é necessário, a quantidade de agentede proteção a ser empregada, bem como para assegurar concordância comas especificações de composição estabelecidas. Métodos analíticos paradeterminar o conteúdo de PMIDA estão para aqueles versados na técnica.Um tal método empregando um procedimento de cromatografia líquida dealta pressão (HPLC) é descrito no Exemplo 3 abaixo.
Similarmente, na prática da modalidade descrita aqui, requerendo o uso de certos agentes de proteção de íon de metal, pode ser necessário precisamente determinar o teor de íon de metal de uma composição herbicida de glifosato. Métodos para analisar um produto ou material para determinar a concentração de íons de metal tais como aqueles descritos aquiadequados para uso como um agente de proteção são igualmente disponíveis para aqueles versados na técnica. A título de exemplo, concentraçõesde traço de ferro em materiais usados e produzidos na prática da presenteinvenção podem ser avaliadas empregando-se o método de teste com basena determinação fotométrica do complexo de 1,10-fenantrolina formado como íon de ferro(ll) descrito em ASTM E 394-94.
De acordo com outra modalidade da invenção, o agente de proteção incluído na composição de herbicida de glifosato compreende umcomposto absorvente de luz que age para proteger a planta de algodão tratada de espectros de luz particulares para inibir a produção de radical livreassociado com necrose fotoativada induzida por PMIDA. De modo geral, ocomposto absorvente de luz é selecionado a fim de preferencialmente bloquear pelo menos uma porção do espectro de luz visível próximo do(s) comprimento(s) de onda associados com produção de radical livre induzida porPMIDA na planta de algodão tratada e para transmitir outras porções do espectro de luz visível necessário para fotossíntese adequada e saúda da planta.
Compostos absorventes de luz adequados incluem certas tintastais como tinta amarela FD&C N95 (comumente conhecida como tartrazina etendo o nome químico de sal de trissódio de 3-carbóxi-5-hidróxi-1-p- sulfofenil-4-p-sulfofenilazopirazol), FD&C Blue Ne1, FD&C Red Ne40, FD&CRed N933, FD&C Violet NQ1, Fast Green FCF, metileno azul e misturas destes. A tartrazina tendo uma absorvência de luz máxima em um comprimentode onda de cerca de 425 nm, foi testada como um agente de proteção emsoluções de spray de glifosato e descobertas significantemente diminuir anecrose induzida por PMIDA nas plantas de algodão tratadas. A quantidadede tartrazina ou outro composto absorvente de luz introduzida em uma com-posição como um agente de proteção é selecionada para assegurar a ab-sorvência de pelo menos uma porção do espectro de luz visível próximoao(s) comprimento(s) de onda associados com produção de radical livre in-duzida por PMIDA na planta de algodão tratada a fim de reduzir a formaçãode radicais livres para um nível suficiente para não induzir significante ne-crose de folha na colheita de algodão e pode ser facilmente determinadaatravés de experimentação de rotina. Por exemplo, o agente de proteçãocompreendendo tartrazina ou outra tinta é de modo geral adicionado àscomposições herbicidas de glifosato, incluindo concentrados e misturas detanque, em uma quantidade suficiente, tal que pelo menos cerca de 50, 60,70, 80 ou 90% ou mais da luz incidente no(s) comprimento(s) de onda rele-vantes sejam absorvidos. A quantidade preferida depende da identidade datinta ou outro composto absorvente de luz e a capacidade relativa do materi-al para absorver luz incidente no(s) comprimento(s) de onda relevantes as-sociada com a produção de radical livre induzido por PMIDA. Algumas tintase outros compostos absorventes de luz têm uma tendência a degradar ouenfraquecer em tempo prolongado ou em exposição à luz. Conseqüente-mente, na prática desta modalidade da invenção, pode ser útil incorporar atinta ou outro composto absorvente de luz na composição de glifosato exa-tamente antes do uso ou tomar outras medidas para assegurar que a ativi-dade de proteção da tinta não seja significantemente diminuída.
Umectantes são outra classe de agentes de proteção que po-dem ser empregados na prática da presente invenção para inibir a necroseinduzida por PMIDA em plantas de algodão tratadas. Umectantes são acre-ditados mitigarem a necrose induzida por PMIDA protegendo ou ajudando noreparo de membranas celulares nos tecidos folheares das plantas de algo-dão danificados por radicais livres e/ou modificando ou alterando a interfaceda formulação de superfície de folha/herbicida, desse modo afetando a cap-tação de PMIDA. Sem ser ligado por qualquer teoria particular, é postuladoque umectantes possam ser capturados nos entremeios das superfícies daparede celular, onde eles agem como um agente higroscópico, desse modoaumentando a quantidade de água mantida nesta área. Os umectantes em-pregados nas composições desta invenção sãq preferivelmente solúveis emágua e são substancialmente não-ionizáveis. Por substancialmente não-ionizável entende-se que nenhuma significante ou detectável desassociaçãoiem água ocorre. Tais umectantes podem ser empregados em adição a ousubstituídos parcialmente pelo componente de água das composições herbicidas de glifosato inventivas.
Exemplos de umectantes adequados incluem, sem limitação,materiais selecionados do grupo consistindo em glicerina, uréia, guanidina,ácido glicólico e sais de glicolato (por exemplo, amônio e amônio de alquilaquaternária), ácido lático e sais de lactato (por exemplo, amônio e amônio dealquila quaternária), álcoois de poliidróxi tais como sorbitol, xilitol, inositol,manitol, pantotenol, glicerol, hexanotriol (por exemplo, 1,2,6-hexanotriol),1,4-butanodiol, tetrametil-6-decina-4,7-diol, éter de pentaeritritol de PEG-5,sorbitol de poliglicerilal, dietileno glicol, propileno glicol, butileno glicol, hexi-leno glicol e os similares, polietileno glicóis, açúcares e amidos (por exemplo, sacarose), derivados de açúcar e amido (por exemplo, glicose alcoxila-da, polissacarídeos parcialmente hidrolizados hidrogenados e hidrolisado deamido hidrogenado), ácido hialurônico, monoetanolamina de lactamida, mo-noetanolamina de acetamida, 2-pirrolidona-5-carboxilato de sódio, colágeno,gelatina, 10 a 20 rnols de etoxilatos ou propoxilatos de glicose (por exemplo,GLUCAM E-20) e misturas destes. Os umectantes preferidos incluem sorbi-tol, xilitol, inositol, manitol, pantotenol, glicerol e derivados e misturas destes.
O umectante é preferivelmente adicionado às composições deglifosato, incluindo concentrados e misturas de tanque, em um excesso mo-lar para PMIDA, por exemplo, em uma relação molar para PMIDA de cercade 1000:1 a cerca de 1:1, de cerca de 500:1 a cerca de 1:1, de cerca de250:1 a cerca de 1:1, de cerca de 100:1 a cerca de 1:1, de cerca de 50:1 acerca de 1:1, de cerca de 40:1 a cerca de 1:1, de cerca de 30:1 a cerca de1:1, de cerca de 20:1 a cerca de 1:1, de cerca de 15:1 a cerca de 1:1, decerca de 10:1 a cerca de 1:1, de cerca de 5:1 a cerca de 1:1, de cerca de 3:1a cerca de 1:1 ou ainda de cerca de 2:1 a cerca de 1:1. A relação preferidadepende da concentração de PMIDA, o umectante e a capacidade relativa5 do agente de proteção umectante para mitigar o dano de tecido induzido porPMIDA e pode ser facilmente determinada por alguém versado na técnicaempregando-se experimentação de rotina.
Deve-se entender que na prática da presente invenção em queum agente de proteção é usado na composição de herbicidade de glifosatocontendo PMIDA para mitigar a necrose de folha nas plantas de algodãotratadas, o agente de proteção pode compreender qualquer combinação dedois ou mais materiais selecionados das várias classes de agentes de proteção descritos aqui e incluindo combinações de antioxidantes, íons de metal,compostos absorventes de luz, umectantes e/ou certos tensoativos eficazes na mitigação da necrose induzida por PMIDA como descrito em maiores detalhes abaixo. Além disso, deve-se entender que muitos dos agentes de proteção específicos descritos aqui podem ser multifuncionais e, embora identificados dentro de uma classe particular de agentes de proteção, podem fornecer proteção contra necrose induzida por PMIDA através de um ou mais mecanismos comuns a outras classes de agentes de proteção.
Em outra modalidade da presente invenção, um adjuvante é selecionado para controlar, ou moderar, a taxa de captação de PMIDA na plan-ta de algodão tal que a planta possa metabolizar o PMIDA sem desenvolvimento de significante necrose de folha. Alternativamente, o adjuvante podetornar o PMIDA menos biologicamente ativo antes da captação celular etranslocação do PMIDA na planta.
Em uma modalidade, o adjuvante é um composto tendo pelomenos dois substituintes de hidroxila que são orientados em não mais que 6átomos separadamente e na mesma orientação espacial dentro da molécula.
Tais adjuvantes incluem dióis, trióis, polióis, e similares, tais como alcanodióis, alcenodióis, alcinadióis, benzenodióis, dialcanolaminas, trialcanolaminas, polialquileno glicóis, dialquileno glicóis, trialquileno glicóis, e alquilpoli-glicosídeos. Alguns adjuvantes adequado são tensoativos não iônicos, taiscomo ésteres de álcoois poliídricos, amidas alcoxiladas, alquilfenóis alcoxilados, arilfenóis alcoxilados, alcoxilatos de álcool graxo, alcoxilatos de álcool,e alquilpoliglicosídeos. Alquilpoliglicosídeos comercialmente disponíveis incluem AGRIMUL APG 2067, APG 2069 (poligliçosídeo de nonil/decila tendouma média de 1,6 unidade de poligliçosídeo) e APG 2076 todos de Cognis,BEROL AG6202 (2-etil-1-hexilglicosídeo de Akzo Nobel) e AL2042 (octil/decil com uma média de 1,7 unidade de glicosídeo disponível de ImperialChemical Industries PCL).
Em uma modalidade da invenção, composição de glifosato éformulada tal que a relação em peso do adjuvante moderador de captaçãode PMIDA em PMID presente na composição de glifosato é selecionada deforma que a taxa de transferência de PMIDA para dentro dos tecidos folheares da planta é bastante suficientemente baixa para inibir a necrose de folha significante. Declarado de outro modo, o adjuvante, quando aplicado comoparte de uma composição de spray de glifosato aquosa, é do tipo e presenteem uma concentração suficiente para proibir a colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato de translocaçao e recaptaçao celularde uma quantidade de PMIDA deste suficiente para induzir necrose de folhasignificante na planta de algodão. Um modo para realizar isto é selecionarum adjuvante que, quando comparado a uma quantidade equivalente empeso de um tensoativo de alquilamina alcoxilada (por exemplo, seboaminaetoxilada), fornece contato menos íntimo entre a composição herbicida aplicada e a superfície microtopograficamente áspera da planta de algodão, porexemplo, aumentando-se o ângulo de contato da composição, a fim de minimizar a propagação da composição em fendas e poros na planta. Outrosmeios para diminuir a taxa de captação de PMIDA são selecionar um adjuvante que minimiza a aderência ou adesão a uma superfície da planta quando empregado em um spray de composição aquosa quando comparado à mesma composição contendo a alquilamina alcoxilada em vez do adjuvanteselecionado. Ainda outro modo de reduzir a taxa de captação de PMIDA éselecionar um adjuvante que faz com que a composição de spray sequemais rapidamente, minimizando a penetração através da cutícula da folhacom relação a mesmo composição contendo a alquilamina alcoxilada em vezdo adjuvante selecionado. Estas várias estratégias de seleção de adjuvantepodem da mesma forma impactar negativamente a atividade herbicida deglifosato e portanto são preferivelmente empregadas a fim de forncer umefeito diferencial para obter a redução desejada na Necrose por de induzidaPMIDA na planta de algodão tratada sem significativamente arruinar ativida-de herbicida de glifosato sob as condições de crescimento relevantes.
O agente moderador de captação de PMIDA é preferivelmenteadicionado à composição de glifosato em uma relação em peso para PMIDAdentre cerca de 200:1 a 1:1, 150:1 a 1:1, 100:1 a 1:1, 75:1 a 1:1, 50:1 a 1:1,40:1 a 1:1, 30:1 a 1:1, 20:1 a 1:1 ou até mesmo 10:1 a 1:1. Uma relação pre-ferida depende da concentração de PMIDA, da identidade do adjuvante e dacapacidade relativa desse adjuvante para controlar ou moderar, a taxa decaptação de PMIDA na planta de algodão. Uma relação preferida pode serfacilmente determinada por alguém versado na técnica empregando experi-mentação rotineira.
Deve ser notado que a presente invenção abrange qualquerformulação de glifosato descrita aqui (por exemplo, concentrado, sólido oumistura em tanque) que compreende quantidades reduzidas de PMIDA ouqualquer um dos agentes protetores de PMIDA ou protetores descritos aci-ma, bem como qualquer combinação que inclui qualquer um, dois, três, qua-tro, cinco ou seis destes protetores. Combinações exemplares são mencio-nadas em maiores detalhes nas Tabelas de Formulação A-E, abaixo (queilustram que ácido de glifosato e/ou sais ou ou outros derivados destes, podeser combinado com um agente de proteção ou uma quantidade reduzida dePMIDA para formar uma composição herbicida compreendendo dois a setecomponentes, em que: G = glifosato; AO = antioxidante; Ml = íon de metal;LA = compostos absorventes de luz; H = umectante; CU = adjuvante paramitigar a captação celular de PMIDA ou atividade biológica de PMIDA; P =quantidade reduzida de PMIDA; e N9 Ativo é um número de referência dacombinação herbicida):Tabela A: Glifosato em Combinação com Um Protetor ou uma QuantidadeReduzida de PMIDA
<table>table see original document page 47</column></row><table>
Tabela B: Glifosato em Combinação com Dois Protetores ou Um Protetor euma Quantidade Reduzida de PMIDA
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Tabela C: Glifosato em Combinação com Três Protetores ou Dois Protetorese uma Quantidade Reduzida de PMIDA
<table>table see original document page 47</column></row><table>Tabela D: Glifosato em Combinação com Quatro protetores ou Três proteto-res e uma Quantidade Reduzida de PMIDA
N- do Ativo Herbicidas Ne do Ativo Herbicidas
42 G+AO + P + MI + H 50 G + AO + MI + CU + LA
43 G+AO + P + MI + CU 51 G + AO + H + CU + LA
<table>table see original document page 48</column></row><table>
Tabela E: Glifosato em Cinco Protetores ou Quatro Protetores de Combina-ção e uma Quantidade Reduzida de PMIDA
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Os protetores como descritos acima podem ser adicionados aqualquer concentrado líquido de glifosato, concentrado sólido, produto deglifosato de grau técnico, concentrado pronto para uso, ou composição despray. Glifosato é tipicamente formulado como um sal em um concentradolíquido aquoso, um concentrado sólido, uma emulsão ou uma microemulsão.
Formas de sal adequadas de glifosato que podem ser empregadas de acor-do com quaisquer das formulações da presente invenção incluem, por e-xemplo, sais de metal alcalino, por exemplo, sais de potássio e sódio, sal deamônio, sais de diamônio tal como dimetilamônio, sais de alquilamina, porexemplo, dimetilamina e sais de isopropilamina, sais de alcanolamina, porexemplo, sais de etanolamina, sais de alquilsulfônio, por exemplo, sais detrimetilsulfônio, sais de sulfoxônio, e misturas ou combinações destes. E-xemplos de formulações comerciais de glifosato incluem, sem restrição:ROUNDUP ULTRA, ROUNDUP ULTRAMAX, ROUNDUP CT, ROUNDUPEXTRA, ROUNDUP BIOACTIVE, ROUNDUP BIOFORCE, RODEO, POLARIS, SPARK e ACCORD todas dos quais contêm glifosato como seu sal deisopropilamônio (IPA); ROUNDUP DRY e RIVAL que contêm glifosato comoseu sal de amônio; ROUNDUP GEOFORCE, uma formulação de glifosato desódio; TOUCHDOWN, uma formulação de sal de trimésio de glifosato,TOUCHDOWN IQ, uma formulação de sal de diamônio de glifosato, TOU-CHDOWN TOTAL IQ, uma formulação de glifosato de potássio, e ROUN-DUP WEATHERMAX, uma formulação de glifosato de potássio.
A quantidade relativa de glifosato presente em uma composiçãoherbicida considerada (isto é, um concentrado sólido de particulado, ou con-centrado líquido, ou alternativamente uma composição pronta para uso, oumistura em tanque) pode variar dependendo de muitos fatores, incluindo porexemplo, as espécies de erva daninha a ser controladas e o método de apli-cação. Falando de um modo geral, entretanto, uma concentração de glifosa-to, e opcionalmente um tensoativo e/ou algum outro adjuvante ou aditivo(como descrito em outro lugar aqui), nas composições herbicidas da inven-ção é suficiente fornecer pelo menos cerca de 70% de controle (como de-terminado por meios conhecidos na técnica) dentro de cerca de 50 dias, pre-ferivelmente cerca de 40 dias, mais preferivelmente cerca de 30 dias, aindamais preferivelmente cerca de 20 dias, ainda mais preferivelmente cerca de15 dias, ainda mais preferivelmente cerca de 10 dias, ainda mais preferivel-mente cerca de 5 dias, e ainda mais preferivelmente cerca de mais 1 dia, oumenos, depois da aplicação da composição a uma erva daninha. Em umamodalidade mais preferida, uma concentração de glifosato, e opcionalmenteum tensoativo e/ou algum outro aditivo, nas composições herbicidas da in-venção é suficiente fornecer pelo menos cerca de 80%, mais preferivelmentepelo menos cerca de 85%, ainda mais preferivelmente pelo menos cerca de90%, e ainda mais preferivelmente pelo menos cerca de 95% de controle, oumais, dentro de cerca de 50 dias, preferivelmente cerca de 40 dias, maispreferivelmente cerca de 30 dias, ainda mais preferivelmente cerca de 20dias, ainda mais preferivelmente cerca de 15 dias, ainda mais preferivelmen-te cerca de 10 dias, ainda mais preferivelmente cerca de 5 dias, e aindamais preferivelmente cerca de 1 dia, ou menos, depois da aplicação dacomposição a uma erva daninha.
Adicionalmente, uma concentração de glifosato, e opcionalmenteum tensoativo e/ou algum outro adjuvante ou aditivo (como descrito em outrolugar aqui), nas composições herbicidas da invenção é suficiente fornecerpelo menos cerca de 70% de controle de recrescimento de erva daninha(como determinado por meios conhecidos na técnica) por pelo menos cercade 20, preferivelmente pelo menos cerca de 30, mais preferivelmente pelomenos cerca de 40, ainda mais preferivelmente pelo menos cerca de 50,ainda mais preferivelmente pelo menos cerca de 60, ainda mais preferivel-mente pelo menos cerca de 70, ainda mais preferivelmente pelo menos cer-ca de 80, ou ainda mais preferivelmente pelo menos cerca de 90, dias de-pois da aplicação da composição a uma erva daninha. Em uma modalidademais preferida, uma concentração de glifosato, e opcionalmente um tensoa-tivo e/ou algum outro de adjuvante e/ou aditivo, nas composições herbicidasda invenção é suficiente fornecer pelo menos cerca de 80%, mais preferi-velmente pelo menos cerca de 85%, ainda mais preferivelmente pelo menoscerca de 90%, ou ainda mais preferivelmente pelo menos cerca de 95% decontrole, ou mais, por pelo menos cerca de 20, mais preferivelmente pelomenos cerca de 30, ainda mais preferivelmente pelo menos cerca de 40,ainda mais preferivelmente pelo menos cerca de 50, ainda mais preferivel-mente pelo menos cerca de 60, ainda mais preferivelmente pelo menos cer-ca de 70, ainda mais preferivelmente pelo menos cerca de 80, ou ainda maispreferivelmente pelo menos cerca de 90, dias depois da aplicação à ervadaninha.
Desta maneira, composições de concentrado líquido da inven-ção são formuladas para incluir glifosato em uma concentração de pelo me-nos cerca de 50 gramas, preferivelmente pelo menos cerca de 75 gramas, emais preferivelmente pelo menos cerca de 100, 125, 150, 175, 200, 225,250, 275, 300, 310, 320, 330, 340, 350, 360, 370, 380, 390, 400, 410, 420,430, 440, 450, 460, 470, 480, 490, 500, 510, 520, 530, 540, 550, 560, 570,580, 590, 600, 610, 620, 630, 640, 650, 660, 670, 680, 690 ou 700 gramas(equivalente ácido ou a.e.) por litro, ou mais. Uma concentração de faixas deglifosato, por exemplo, cerca de 50 a cerca de ,680 gramas (equivalente áci-do) por litro, cerca de 100 a cerca de 600 gramas (equivalente ácido) por litro(gpl), de cerca de 250 a cerca de 600 gramas (equivalente ácido) por litro, oude cerca de 360 a cerca de 540 gramas (equivalente ácido) por litro. Quandoexpresso como uma porcentagem em peso com base no peso total da con-centrado de glifosato, um concentrado líquido da invenção compreende pelomenos cerca de 10% em peso de glifosato (equivalente ácido a.e.), preferi-velmente pelo menos cerca de 15% em peso, e mais preferivelmente pelomenos cerca de 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 34, 35,36, 37, 38, 39, 40, 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 52, 53, 54, 55,56, 57, 58, 59, 60, 62, 63, 64, 65, 66, 67, ou 68% em peso equivalente ácido,ou mais. Uma concentração de glifosato varia, por exemplo, de cerca de10% em peso a cerca de 70% em peso equivalente ácido, mais preferivel-mente de cerca de 20% em peso a cerca de 68% em peso equivalente áci-do, e ainda mais preferivelmente de cerca de 25% em peso a cerca de 45%em peso equivalente ácido. Se o concentrado for aplicado como uma com-posição pronta para uso, uma concentração de glifosato é tipicamente decerca de 1% em peso a cerca de 3% em peso equivalente ácido, e mais pre-ferivelmente de cerca de 1% em peso a cerca de 2% em peso equivalenteácido.
Quando expressas como uma porcentagem em peso com baseno peso total do concentrado de glifosato, composições de concentrado sóli-do da invenção são formuladas para incluir glifosato em uma concentraçãode pelo menos cerca de 5% em peso de glifosato (equivalente ácido ou a.e.),preferivelmente pelo menos cerca de 20% em peso equivalente ácido, emais preferivelmente pelo menos cerca de 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55, 60, 65,70, 75, 80, 85, 90, ou 95% em peso equivalente ácido, ou mais. Uma con-centração de faixas de glifosato, por exemplo, de cerca de 5% em peso acerca de 97% em peso equivalente ácido, mais preferivelmente cerca de30% em peso a cerca de 85% em peso equivalente ácido, e ainda mais pre-ferivelmente cerca de 50% em peso a cerca de 75% em peso equivalenteácido.
As composições de spray da invenção são formuladas para aplicação de pelo menos cerca de 3,78 I (1 galão) de composição de spray poracre, preferivelmente pelo menos cerca de 7,57; 11,36; 15,14; 18,93; 22,71;26,50; 30,28; 34,07; 37,85; 41,64; 45,43; 49,21; 52,99; 56,78; 60,57; 64,35;68,14; 71,92; 75,71 I (2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18,19, ou 20 galões) por acre, ou mais. O volume de spray da composição despray varia, por exemplo, de cerca de 3,78 I (1 galão) a cerca de 100 galõespor acre, mais preferivelmente de cerca de 7,57 a cerca de 151,42 I (2 ga-lões a cerca de 40 galões) por acre, e mais preferivelmente de cerca de 7,57a cerca de 18,93 I (2 galões a cerca de 5 galões) por acre para uma aplica-ção aérea e de cerca de 18,93 a cerca de 75,71 I (5 galões a cerca de 20galões) por acre para uma aplicação de solo. O glifosato em tais composi-ções de spray é aplicado em plantas transgênicas tolerantes ao glifosato emtaxas de cerca de 0,34 a cerca de 0,51 kg (0,75 a cerca de 1,125 Ib) de e-quivalente ácido de glifosato/A ou cerca de 0,84 a cerca de 1,26 kg de equi-valente ácido de glifosato/ha.
Preparação de Composições de Glifosato
A menos que de outra maneira notado aqui, as composiçõesherbicidas da invenção que inclui um ou mais agentes protetores de PMIDAou protetores podem ser preparadas em sítio pelo usuário final logo antes daaplicação à folhagem da vegetação ser matada ou controlada misturando-seem uma solução aquosa (i) uma composição de glifosato, (ii) um protetor, e(iii) qualquer componente opcional, tal como um tensoativo adequado ououtro(s) adjuvante(s). Tais composições são tipicamente chamadas compo-sições de "mistura de tanque". Tipicamente, composições herbicidas da pre-sente invenção que são preparadas para ser aplicadas diretamente à folha-gem, podem ser feitas com uma concentração de glifosato como descritoaqui em outro lugar. Em uma modalidade, uma mistura ou composição aditi-va é fornecida para o usuário final para fornecer o protetor de PMIDA a seradicionado à mistura de tanque. A mistura ou composição aditiva pode opcionalmente incluir tensoativo e/ou outros componentes adjuvantes típicosem uma mistura de tanque de glifosato, e podem ser fornecidos como umlíquido ou sólido. Por exemplo, o usuário final pode ser suprido com um sachê de material sólido que pode ser adicionado à solução aquosa e misturado para dissolver o material.
Alternativamente, as composições herbicidas da invenção podem ser fornecidas ao usuário final já formuladas, ou na diluição desejadapara aplicação (isto é, composições "prontas para uso") ou requerendo diluição, dispersão ou dissolução em água pelo usuário final (isto é, composições "concentradas"). Tais concentrados pré-formulados podem ser particulados líquidos ou sólidos.
Com respeito aos sólidos particulados, ou formulações secas, da presente invenção, deve ser notado que estes podem estar na forma de pós,péletes, flocos de comprimidos ou grânulos. Estas formulações secas sãotipicamente dispersas ou dissolvidas em água antes do uso. Preferivelmente,não há componentes substancialmente insolúveis em água presentes emníveis significativos em tais formulações tal que as formulações são subs tancialmente solúveis em água. Em formulações secas da presente invenção, o próprio glifosato pode fornecer o suporte para outros componentes deformulação, ou pode haver ingredientes inertes adicionais que fornecem talsuporte. Um exemplo de um ingrediente de suporte inerte que pode ser empregado conforme a presente invenção é sulfato de amônio. Será reconhecido por alguém versado na técnica que quando aqui empregado, o termo"seco" não insinua que formulações secas da presente invenção são 100%livres de água. Tipicamente, formulações secas da presente invenção compreendem de cerca de 0,5% a cerca de 5% (em peso) de água. É preferidoque as formulações secas da presente invenção contenham menos do quecerca de 1% (em peso) de água. Adicionalmente, é preferido para pelo menos algumas modalidades, que o sólido particulado exiba uma taxa de dissolução de não mais do que cerca de 5 minutos, cerca de 4 minutos, cerca de3 minutos, cerca de 2 minutos, ou até mesmo cerca de 1 minuto.
Formulações dispersíveis em água ou solúveis em água de a-cordo com a presente invenção podem ser produzidas por qualquer proces-so conhecido na técnica, incluindo secagem por spray, aglomeração de leitode fluido, granulação de mistura (panela), ou extrusão. Em formulações se-cas, glifosato pode estar presentes como um sal, ou como um ácido. Formu-lações que contêm ácido de glifosato podem opcionalmente conter um acep-tor de ácido tal como um amônio ou carbonato de metal alcalino ou bicarbo-nato, fosfato de diidrogênio de amônio ou similares de forma que em disso-lução ou dispersão em água pelo usuário, um sal solúvel em água de glifosa-to seja produzido.
Da mesma forma abrangido pela presente invenção são formu-lações de concentrado líquidas que têm uma fase aquosa em que glifosatoestá predominantemente presente na forma de um sal, e uma fase não a-quosa que contém um segundo ingrediente ativo herbicida que é relativa-mente insolúvel em água. Tais formulações ilustrativamente incluem emul-sões (incluindo tipos de macro- e mie roem ulsões, água-em-óleo, óleo-em-água e água-em-óleo-em-água), suspensões e suspoemulsões. A fase nãoaquosa pode opcionalmente compreender um componente microencapsula-do, por exemplo um herbicida microencapsulado. Em formulações da inven-ção que tem uma fase não aquosa, a concentração de equivalente ácido deglifosato na composição como um todo, está no entanto dentro das faixasaqui recitadas para formulações de concentrado aquosas.
Deve será notado que as composições de spray herbicidas dapresente invenção são aplicadas como dispersões ou soluções aquosas, seelas são fabricadas prontas para aplicação ou resultam de outra diluição deum concentrado líquido de glifosato ou uma adição de água a um concentra-do de glifosato sólido particulado. Entretanto, o termo "aquoso," quando aquiempregado, não está destinado a excluir a presença de alguma quantidadepequena de solvente não aquoso, contanto que solvente predominante pre-sente, seja água. Composições de spray herbicidas, da mesma forma co-nhecidas como misturas em tanque, tipicamente contêm de cerca de 0,5% acerca de 2% em peso por volume (p/v) de percetual de glifosato a.e. e maistipicamente cerca de 1% em p/v a.e.
Aplicação
Falando de um modo geral, a presente invenção é direcionadaadicionalmente ao Método de exterminar ou controlar de ervas daninhas ouvegetação não desejado em um campo contendo uma colheita (por exemplo,de plantas de algodão tolerantes ao glifosato transgênicas tendo tolerânciaao glifosato aumentada em tecidos vegetativos e reprodutivos). Em umamodalidade, o método compreende as etapas de diluir um concentrado deglifosato aquoso ou diluir um concentrado de glifosato particulado sólido emum volume adequado de água para formar uma mistura de tanque, e aplicaruma quantidade herbicidamente eficaz da mistura de tanque à folhagem deplantas de algodão geneticamente transformadas ao glifosato tolerado, esimultaneamente à folhagem de ervas daninhas que crescem em proximida-de íntima a tal planta. Este método de uso resulta no controle das ervas da-ninhas ou vegetação não desejada enquanto deixando as plantas de algo-dão substancialmente ilesas.
Deve ser entendido que a presente invenção é particularmentedirecionada a exterminar ou controlar ervas daninhas ou vegetação não de-sejada em uma colheita de plantas de algodão tolerantes ao glifosato trans-gênicas tal como algodão ROUNDUP READY e ROUNDUP REAY FLEXque são suscetíveis a necrose de folha induzida por PMIDA seguindo aplica-ção folhear sobre o topo de herbicidas de glifosato, as composição e méto-dos de glifosato herbicidada de controle de erva daninha descritos aqui nãoestão limitados a tal aplicação e podem ser eficazmente empregados geral-mente no controle de erva daninha para exterminar ou controlar o cresci-mento de vegetação indesejada em terras de colheita cultivada bem comoem outras aplicações industriais e residenciais.
A prática da presente invenção pode ser empregada para matarou controlar o crescimento de uma ampla variedade de plantas indesejadas,incluindo grama anual ou perene e espécies de erva daninha de folha ampla,aplicando aos tecidos folheares das plantas composições de glifosato-aquo-sas da presente invenção. Espécies de planta dicotiledônea anual particularmente importantes incluem, sem limitação, folha aveludada (Abutilon theophrasti), anserina (Amaranthus spp.), erva daninha de botão {Borreria spp.),óleo de semente de colza, canola, mostarda indiana, etc. (Brassica spp.),comelina {Commelina spp.), filaree (Erodium spp.), girassol (Helianthusspp.), ipoméia {Ipomoea spp.), kochia (Kochia scoparia), malva (Malva spp.),trigo sarraceno silvestre, erva forte, etc. (Polygonum spp.), beldroega (Portulaca spp.), Russian thistle (Salsola spp.), sida (Sida spp.), mostarda silvestre(Sinapis arvensis) e cardo (Xanthium spp.).
As espécies de planta monocotiledôneas anuais particularmenteimportantes que podem ser mortas ou controladas empregando-se as composições da presente invenção incluem, sem limitação, aveia silvestre (Avena fatuá), grama tapete (Axonopus spp.), capim cevadinha penugento (Bromus tectorum), capim sanguinário (Digitaria spp.), capim quintal (Echinochloa crus-galli), potentilha (Eleusine indica), azéven anual (Lolium multiflorum), arroz (Oryza sativa), ottochloa (Ottochloa nodosa), grama bahia (Pas-palum notatum), alpiste dos prados (Phalaris spp.), rabo de raposa (Setariaspp.), trigo (Triticum aestivum) e milho (Zea mays).
As espécies de planta dicotiledôneas perenes particularmenteimportantes para controle, das uais uma composição da invenção pode serusada incluem, sem limitação, artemisa (Artemisia spp.), asalépia (Asclepiasspp.), cardo do Canada (Cirsium arvense), trepadeira do campo (Convolvulus arvensis) e kudzu (Pueraria spp.).
As espécies de planta monocotiledôneas perenes particularmente importantes para controle de que uma composição da invenção pode serusada incluem, sem limiação, brachiaria (Brachiaria spp.), capim bermuda(Cynodon dactylon), junça de nós amarela (Cyperus esculentus), junça denós púrpura (C. rotundus), capim falso (Elymus repens), lalang (Imperatacylindrica), azévem perene (Lolium perenné), capim galinha (Panicum maximum), dallisgrass (Paspalum dilatatum), junço (Phragmites spp.), capimmassambará (Sorghum halepense) e amentilho (Typha spp.).
Outras espécies de planta perene particularmente importantespara o controle das quais uma composição da invenção pode ser usada incluem, sem limitação, rabo de cavalo (Equisetum spp.), samambaia {Pteridium aquilinum), amora-preta (Rubus spp.) e tojo (Ulex europaeus).
A composição herbicida da presente invenção é aplicada àsplantas em uma taxa suficiente para fornecer os efeitos biológicos desejados: controle de crescimento de erva daninha sem induzir significante necrose de folha em plantas de algodão. Estas taxas de aplicação são geralmenteexpressas como a quantidade de glifosato por área unitária tratada, por exemplo, gramas por hectare (g/ha). O que constitui um "efeito desejado" varia de acordo com os padrões e prática daqueles que investigam, desenvolvem, comercializam e usam composições e a seleção de taxas de aplicaçãoque são herbicidamente eficazes para uma composição da invenção incluise na experiência daqueles versados na técnica. Tipicamente, a quantidadeda composição aplicada por área unitária para fornecer 85% de controle deuma espécie de erva daninha como avaliado pela redução de crescimentoou mortalidade é freqüentemente usada para definir uma taxa comercialmente eficaz.
A seleção de taxas de aplicação que são herbicidamente eficazes para uma composição da invenção inclui-se na experiência ordinária docientista agrícola. Aqueles versados na técnica igualmente reconhecerãoque as condições da planta individual, intempéries e condições de crescimento, bem como os ingredientes ativos específicos e sua relação de pesona composição, influenciarão o grau de eficácia herbicida obtido na práticadesta invenção.
As composições spray herbicidas incluídas na presente invençãopodem ser aplicadas à folhagem das plantas a serem tratadas através dequaisquer dos métodos apropriados que são bem-conhecidos por aquelesque têm experiência na técnica, incluindo aplicação aérea, e técnicas de aplicação ao solo (por exemplo, uma explosão do solo, um vaporizador manual, mecha com cabo, etc).
Se desejado, o usuário pode misturar um ou mais adjuvantescom uma composição da invenção e a água de diluição quando preparandoa composição de aplicação. Tais adjuvantes podem incluir tensoativo adicional e/ou um sal inorgânico tal como sulfato de amônio com o auxílio de também realçar a eficácia herbicida.
Componentes de Formulação Opcionais
As formulações de glifosato tipicamente compreendem adjuvantes que realçam a eficácia herbicida de glifosato ou de outro modo realçam aestabilidade da formulação. Por exemplo, os sais de glifosato de modo geralrequerem a presença de um tensoativo adequado para otimizar a captaçãona planta. Como aqui usado, "tensoativo " é destinado a incluir uma amplafaixa de adjuvantes que podem ser adicionados às formulações de herbicidade glifosato para realçar a eficácia herbicida destas, quando comparado àeficácia do sal de glifosato na ausência de tal adjuvante. Em particular, ostensoativos facilitam a translocação de glifosato através da superfície da folha cerosa e dentro da planta. O tensoativo pode ser fornecido na formulação e/ou pode ser adicionado pelo usuário final a uma composição spraydiluída.
As classes de tensoativo que têm sido formuladas com glifosatoincluem catiônicos, não iônicos, aniônicos, anfotéricos, híbridos e misturasdestes. Os tensoativos que tipicamente tendem a fornecer o mais útil realce de glifosato são de modo geral, porém não exclusivamente, tensoativos catiônicos. Exemplos de classes de tensoativo catiônico incluem alcoxilatos dealquilamina (incluindo eteraminas e diaminas) tais como alcoxilato de seboamina, alcoxilato de cocoamina, alcoxilato de eteramina, alcoxilato de etilenodiamina de sebo e alcoxilatos de amidoamina; aminas quaternárias dealquilamina tais como alquil aminas quaternárias alcoxiladas (por exemplo,alquil aminas quaternárias etoxiladas ou alquil aminas quaternárias propoxiladas); acetatos de alquilamina tal como acetato de seboamina ou acetatode octilamina; óxidos de amina tais como óxidos de amina etoxilada (por exemplo, N,N-bis(2-hidroxietil)cocoamina-óxido), óxidos de amina não etoxilada (por exemplo, oxido de cetildimetilamina) e óxidos de amidoamina; esais de amônio quaternário. Os tensoativos catiônicos adequados são descritos, por exemplo, nas Patentes U.S. nos 3.853.530, 5.750.468, 5.668.085,5.317.003 e 5.464.807, Patente Européia ne0274369, Publicação Interna-cional nQWO 95/33379, e Publicação de Pedido de Patente U.S. ne2003/0104943 A1, as descrições inteiras dos quais são aqui incorporadaspor referência.
Uma classe preferida de tensoativos catiônicos comumente usada em formulações de glifosato é as alquilaminas etoxiladas de fórmula (3):
<formula>formula see original document page 59</formula>
em que m + né entre cerca de 2 e cerca de 25 e R é um grupode alquila de cadeia ramificada ou linear tendo de cerca de 12 a cerca de 22átomos de carbono. Preferivelmente, R é um grupo de coco ou sebo. Exem-plos de tais alquilaminas incluem TRYMEEN 6617 (de Cognis) e ETHOME-EN C/12, C/15, C/20, C/25, T/12, T/15, T/20 e T/25 (de Akzo Nobel) onde "C"indica R sendo coco e "T" indica R sendo sebo.
Outra classe preferida de tensoativos catiônicos geralmente em-pregada em formulações de glifosato é eteraminas tais como aquelas descri-tas na Patente U.S. N9 5.750.468 que incluem aquelas das fórmulas seguin-tes (4) a (6):
<formula>formula see original document page 59</formula>
em que Ri é um grupo de alquila, arila ou alquilarila de C6 a cer-ca de C22 de cadeia linear ou ramificada, m é um número médio de 1 a cercade 10, R2 em cada dentre os grupos m (0-R2) é independentemente C1-C4alquileno, grupos R3 são independentemente C1-C4 alquileno, e x e y sãonúmeros médios tal que x + y está na faixa de 2 a cerca de 60;
<formula>formula see original document page 59</formula>em que Ri é um grupo de alquila, arila ou alquilarila de C6 a cerca de C22 de cadeia linear ou ramificada, m é um número médio de 1 a cercade 10, R2 em cada dentre os grupos m (0-R2) é independentemente CrC4alquileno, grupos R3 são independentemente C1-C4 alquileno, R4 é d-C45 alquila, x e y são números médios tal que x + y está na faixa de 0 a cerca de60, e A- é um ânion agriculturalmente aceitável;
<formula>formula see original document page 60</formula>
em que Ri é um grupo de alquila, arila ou alquilarila de Ce a cerca de C22 de cadeia linear ou ramificada, m é um número médio de 1 a cercade 10, R2 em cada dentre os grupos m (0-R2) é independentemente CrC4 alquileno, grupos R3 são independentemente CrC4 alquileno, e x e y sãonúmeros médios tal que x + y está na faixa de 2 a cerca de 60;
Exemplos de tensoativos não iônicos preferidos incluem alquil-poliglicosídeos, ésteres de glicerol, éstères de glicerol etoxilados, óleo derícino etoxilado, ésteres de açúcar reduzidos etoxilados, ésteres de álcool poliídrico, amidas etoxiladas, ésteres de polietileno glicol etoxilados, alquilfenóis etoxilados, arilfenóis etoxilados, etoxilatos de álcool graxo, copolímeros de oxido de etileno, copolímeros de oxido de propileno, organossilicones,flúor-orgânicos e misturas destes.
Exemplos de tensoativos aniônicos preferidos incluem diésterese ésteres de fosfato polialcoxilados; sabões graxos tal como seboato de amônio e estearato de sódio; alquil sulfatos tal como sulfato de álcool de Cs-iosódico, oleil sulfato de sódio, e lauril sulfato de sódio; óleos sulfatados talcomo óleo de rícino sulfatado; sulfatos de éter tal como sulfato de éter delaurila sódico, sulfato de éter de laurila de amônio, e sulfato de éter de nonilfenol de amônio; sulfonatos tais como sulfonatos de petróleo, sulfonatos dealquilbenzeno (por exemplo, dodecilbenzeno sulfonato de sódio (linear) oudodecilbenzeno sulfonato de sódio (ramificado), sulfonatos alquilnaftaleno(por exemplo, dibutilnaftaleno sulfonato de sódio), sulfonatos alquila (por e-xemplo, alfa olefina sulfonato), sulfossuccinatos tais como dialquilsulfossuc-cinatos (por exemplo, dioctilsulfossuccinato de sódio) e monoalquilsulfossuc-cinato e sucinamidas (por exemplo, laurilsulfossuccinato dissódico e N-alquilsulfossucinamato dissódico); amidas sulfonadas tal como N-metil N-coco taurato de sódio; isetionatos tais como cocoil isetionato de sódio; N-acilsarcosinatos tais como N-lauroil sarcosina, lauril sarcosinato de sódio, cocoilsarcosinato de sódio e miristoil sarcosinato de sódio; fosfatos tais como fos-fato de etoxilato de alquiléter e fosfatos etoxilados de alquilariléter; ácidosgraxos e carboxílicos saturados tal como ácido butírico, capróico, caprílico,cáprico, láurico, palmítico, mirístico ou esteárico; e ácidos carboxílicos insa-turados tal como ácido palmitoléico, oléico, linoléico ou linolênico.
Tensoativos anfotéricos exemplares incluem betaínas tais comobetaínas simples (por exemplo, cocodimetilbetaína), sulfobetaínas, amidobe-taínas, e cocoamidossulfobetaíneas; compostos de imidazolínio tais comolauroanfodiacetato dissódico, cocoanfoacetato sódico, cocoanfopropionatode sódio, cocoaminodipropionato dissódico, e cocoanfoidoxipropil sulfonatosódico; e outros tensoativos anfotéricos tais como alquil hidroxietilglicinas(por exemplo, N-alquila, N,-bis(2-hidroxietil)glicina) e alquilaminadipropiona-tos.
Uma formulação de glifosato da invenção pode compreenderqualquer combinação dos tensoativos descritos contanto que o tensoativonão induza necrose significante da folha em plantas de algodão quando éformulado na composição de glifosato. Em uma combinação descrita na Pu-blicação Internacional N9 WO 00/15037, um tensoativo de alquilpoliglicosí-deo é combinado com uma tensoativo de alquilamina alcoxilada. Uma talcombinação de tensoativo pode ser empregada em uma composição de gli-fosato da presente invenção e aplicado às plantas transgênicas de algodãotolerantes ao glifosato sem induzir necrose de folha significante se o teor dePMIDA da composição for controlado e um protetor de PMIDA for adicionadoà composição de glifosato (por exemplo, um umectante, íons de metal, ab-sorvente de luz ou antioxidante).
Outros aditivos e adjuvantes tipicamente empregados em formu-lações de glifosato podem ser combinados com ou incluídos nas composições de glifosato da presente invenção. Por exemplo, uréia, sulfato de amônio, modificadores de viscosidade, dispersantes, solventes orgânicos, glicóis,tampões, agentes antiespuma, ácidos dicarboxílicos e/ou ácidos policarboxí-licos são todos aditivos adequados.
Opcionalmente, uma ou mais das composições da presente invenção pode também compreender um ou mais pesticidas adicionais, talcomo por exemplo, ingredientes ativos herbicidas solúveis em água ou ingredientes ativos herbicidas insolúveis em água, incluindo sem restrição acifluorfeno, asulam, benazolina, bentazom, bialafos, bispiribac, bromacil, bromoxinil, carfentrazona, clorambeno, 2,4-D, 2,4-DB, dalapom, dicamba, diclorprop, diclofop, difenzoquat, diquat, endotal, fenac, fenoxaprop, flamprop,fluazifop, fluoroglicofeno, fomesafeno, fosamina, glifosinato, haloxifop, imazamet, imazametabenz, imazamox, imazapic, imazapir, imazaquim, imazetapir, ioxinil, MCPA, MCPB, mecoprop, ácido metilarsônico, naptalam, ácidononanóico, paraquat, ácido sulfâmico, 2,3,6-TBA, TCA, acetoclor, aclonifeno,alaclor, ametrina, amidossulfurona, anilofos, atrazina, azafenidina, azinsulfurona, benfluralina, benfuresatobensulfuron-metila, bensulida, benzofenap,bifenox, bromobutida, bromofenoxim, butaclor, butamifos, butralina, butroxidim, butilato, cafenstrol, carbetamida, carfentrazon-etila, clometoxifeno, clorbromurona, cloridazona, clorimuron-etila, clornitrofeno, clorotolurona, clorprofam, clorsulfurona, clortal-dimetila, clortiamida, cinmetilina, cinossulfurona,cletodim, clodinafop-propargila, clomazona, clomeprop, cloransulam-metila,cianazina, cicloato, ciclossulfamurona, cicloxidim, cialofop-butila, daimurona,desmedifam, desmetrina, diclobenil, diclofop-metila, diflufenicam, dimefurona, dimepiperato, dimetaclor, dimetametrina, dimetenamida, dinitramina, dinoterb, difenamida, diurona, EPTC, esprocarb, etalfluralina, etametsulfuronmetila, etofumesato, etoxissulfurona, etobenzanida, fenoxaprop-etila, fenurona, flamprop-metila, flazasulfurona, fluazifobutila, flucloralina, flumetsulam,flumiclorac-pentila, flumioxazina, fluometurona, fluorocloridona, fluoroglicofen-etila, flupoxam, flurenol, fluridona, flurtamona, flutiacet-metila, fomesafeno, halossulfurona, haloxifop-metila, hexazinona, imazossulfurona, indanofa-no, isoproturona, isourona, isoxabeno, isoxaflutol, isoxapirifop, lactofeno,lenacil, linurona, mefenacet, metamitrona, metazaclor, metabenztiazurona,metildimrona, metobenzurona, metobromurona, metolaclor, metosulam, me-toxurona, metribuzim, metsulfurona, molinato, monolinurona, naproanilida,napropamida, naptalam, neburona, nicossulfurpna, norflurazona, orbencarb,orizalina, oxadiargil, oxadiazona, oxassulfurona, oxifluorfeno, pebulato, pen-dimetalina, pentanoclor, pentoxazona, fenmedifam, piperofos, pretilaclor,primissulfurona, prodiamina, prometona, prometrina, propaclor, propanila,propaquizafop, propazina, propham, propisoclor, propizamida, prossulfocarb,prossulfurona, piraflufen-etila, pirazolinato, pirazossulfuron-etila, pirazoxife-no, piributicarb, piridato, piriminobac-metila, quinclorac, quinmerac, quizalo-fop-etila, rinsulfurona, setoxidim, sidurona, simazina, simetrina, sulcotriona,sulfentrazona, sulfometurona, sulfossulfurona, tebutam, tebutiurona, terbaci-la, terbumetona, terbutilazina, terbutrina, tenilclor, tifensulfurona, tiobencarb,tiocarbazila, tralcoxidim, trialato, triassulfurona, tribenurona, trietazina, triflu-ralina, triflussulfurona e vernolato.
Em uma modalidade, um concentrado de glifosato ou composi-ção de spray é preparado de um produto de glifosato de grau técnico fabri-cado compreendendo pelo menos cerca de 90, 91, 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98ou 99% em peso de glifosato equivalente ácido (a.e.); menos que cerca de0,05, 0,06, 0,07, 0,08, 0,09, 0,10, 0,20, 0,30, 0,40, 0,50 ou 0,60% peso dePMIDA (em uma base de equivalente ácido); e ácido aminometilfosfônico(AMPA), em que uma relação em peso de PMIDA para AMPA não é maiorque 0,18:1, 0,19:1, 0,20:1, 0,21:1, 0,22:1, 0,23:1, 0,24:1, ou 0,25:1, as por-centagens em peso sendo em uma base seca. Preferivelmente uma concen-tração de glifosato é pelo menos cerca de 95% em peso em uma base deequivalente ácido.
Em outra modalidade, um concentrado de glifosato ou composi-ção de spray é preparado a partir de um produto de glifosato de grau técnicofabricado compreendendo pelo menos cerca de 90, 91, 92, 93, 94, 95, 96,97, 98 ou 99% em peso de glifosato de equivalente ácido (a.e.); menos quecerca de 0,05, 0,06, 0,07, 0,08, 0,09, 0,10, 0,11, 0,12, 0,13, 0,14 ou 0,15%em peso de PMIDA (em uma base de equivalente acido); e um subproduto selecionado de nao mais que cerca de 0,2 0,3, 0,4, 0,5, 0,6, ou 0,7% em peso de em glifosato de N-formila (NFG) ou nao mais que cerca de 0,01, 0,02, ou 0,03% em peso de acido N-metil iminpdiacetico (NMIDA), as porcentagens em peso sendo em uma base seca. Preferivelmente, uma concentracao de glifosato e pelo menos de cerca de 95% peso de uma base de uequivalente acido.
Composocao de comcentrado herbicida aquoso da invencao, por exemplo, compreende pelo menos cerca de 360, 370, 380, 390, 400, 410, 420, 430, 440, 450, 460, 470, 480, 490, 500, 510, 520, 530, 540, 550, 560, 570, 580, 590, ou 600 ou mais gramas de glifosato por litro (em uma base de equivalente acido), menos que cerca de 0,3, 0,35, 0,4, 0,5, 0,6, 0,7, 0,8, 0,9, 1, 2, 3, 4, ou 5 gramas por litro (em uma base de equivalente acido) de PMIDA, e AMPA, em que uma relacao em peso de PMIDA para AMPA nao e major que 0,25:1.
Em outra modalidade, uma composicao de concentrado herbicida aquosa compreende pelo menos cerca de 360, 370, 380, 390, 400, 410, 420, 430, 440, 450, 460, 470, 480, 490, 500, 510, 520, 530, 540, 550, 560, 570, 580, 590, ou 600 ou mais gramas de glifosato por litro (em uma base de equivalente acido), menos do que cerca de 0,3, 0,35, 0,4, 0,5, 0,6, 0,7, 0,8, 0,9, 1, 2, 3, 4, ou 5 gramas por litros (em uma base de equivalente acido) de PMIDA, e pelo menos um tensoativo exceto uma alquil amina alcoxilada ou um ester de fosfato alcoxilado.
Em outra modalidade, uma composicao de concentrado herbicida de glifosato de acordo com a presente invencao e na forma de um concenta\rado aquoso e compreende glifosato (por exemplo, N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitavel desta), PMIDA, um componente tensoativo compreendento um tensoativo cationico e um agente de protecao de ion de metal que forma um complexo ou sal na composicao com PMIDA ou um anion formado por despotanacao ou desprotonacao parcial deste. A relacao molar do agente de protecao de ion de metal compreendendo um ou mais ions de metal para o equivalente acido de PMIDA e tipicamente pelo menos cerca de0,4:1, pelo menos cerca de 0,45:1, pelo menos cerca de 0,5:1, pelo menoscerca de 0,55:1, pelo menos cerca de 0,6:1, pelo menos cerca de 0,65:1,pelo menos cerca de 0,7:1, pelo menos cerca de 0,75:1, pelo menos cercade 0,8:1, pelo menos cerca de 0,85:1, pelo menos cerca de 0,9:1 ou pelomenos cerca de 0,95:1. Preferivelmente, uma concentração PMIDA no produto de glifosato de grau técnico fabricado da qual tais concentrados sãoformulados, é controlada abaixo de cerca de 3000 ppm, mais preferivelmente de cerca de 1200 ppm a cerca de 2500 ppm, tal que a proteção eficaz dacomposição concentrada é obtida em relação molar do agente de proteçãode íon de metal para equivalente ácido de PMIDA de cerca de 1:1 a cerca de6:1, de cerca de 1:1 a cerca de 5:1, de cerca de 1:1 a cerca de 4:1, de cercade 1:1 a cerca de 3:1, de cerca de 1:1 a cerca de 2.5:1 e preferivelmente decerca de 1:1 a cerca de 2:1.
Em tais formulações concentradas aquosas, o glifosato está preferivelmente predominantemente presente na forma de um sal agronomicamente aceitável de N-(fosfonometil)glicina selecionado do grupo consistindoem sais de metal de álcali, sais de alquilamina, e misturas ou combinaçõesdestes. De acordo com uma modalidade especialmente preferida, o glifosatoestá predominantemente presente na forma do sal de potássio e a concentração do sal de glifosato é pelo menos de cerca de 360, 370, 380, 390, 400,410, 420, 430, 440, 450, 460, 470, 480, 490, 500, 510, 520, 530, 540, 550,560, 570, 580, 590 ou 600 ou mais gramas por litro em uma base de equivalente ácido. Os exemplos de componentes tensoativo catiônico preferidospara uso em tais concentrados incluem as alquilaminas etoxiladas da fórmula (3) e as eteraminas das fórmulas (4) a (6). Preferivelmente, o agente deproteção de íon de metal compreende ferro polivalente (por exemplo, Fe(lll))e pode ser adequadamente derivado de sulfato férrico e pode ser combinadocom ácido cítrico como um ligando solubilizante na composição de concentrado como descrito acima. Alternativamente, o citrato de ferro pode ser empregado na formulação de tais concentrados protegidos por íon de ferro.
Processos de Fabricação de Glifosato
Em um processo preferido para a fabricação de glifosato, umasolução aquosa de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético (PMIDA) é contatada com um agente oxidante na presença de um catalisador. O catalisadorpode ser, por exemplo,um carbono ativado em partícula como descrito porChou em Patente U.S. N9 4.624.937, um metal nobre em catalisador de carbono como descrito por Ebner e outros em Patente U.S. N9 6.417.133, ouuma composição de metal de transição/nitrogênio em carbono como descritona Publicação de Pedido de Patente U.S. N9 EUA 2004/0010160 A1; Publicação Internacional N9 WO 2005/016519 A1; e no Pedido de Copendência e Co-designado dos Estados Unidos N9 de Série US 2006 229466, depositado em 17 de fevereiro de 2006, TRANSITION METALCONTAINING CA-TALYSTS AND CATALYST COMBINATIONS INCLUDING TRANSITIONMETAL-CONTAINING CATALYSTS AND PROCESSES FOR THEIR PREPARATION AND USE AS OXIDATION CATALYSTS (número do parecer doprocurado MTC 6887.501) todos dos quais estão expressamente incorporados aqui por referência.
Convencionalmente, a reação de oxidação é conduzida em umou mais reatores de tanque agitados, onde o catalisador é suspenso em umasolução aquosa de PMIDA. O reator(s) pode ser operado em um modo debatelada ou contínuo. Onde a reação é conduzida em um modo contínuo, omeio de reação aquoso pode ser motivado a fluir através de uma pluralidadede reatores de tanque agitado contínuo (CSTRs) em série. O agente oxidante é preferivelmente oxigênio molecular, embora outros oxidantes tal como,por exemplo, ozônio ou peróxido de hidrogênio, também possam ser empregados. Onde oxigênio molecular é empregado, a reação é convenientementeconduzida a uma temperatura na faixa de cerca de 70°C a cerca de 140°C,mais tipicamente na faixa de cerca de 80°C a cerca de 120°C. Onde um catalisador de metal nobre particulado é empregado, é tipicamente suspensona solução de reação a uma concentração de cerca de 0,5% a cerca de 5%em peso.
Em uma série de CSTRs, a temperatura de cada reator é independentemente controlada, porém tipicamente cada reator é operado substancialmente na mesma faixa de temperatura como o outro(s). Preferível-mente, a temperatura é controlada a um nível que mantenha o glifosato emsolução e alcance a oxidação substancial de formaldeído de subproduto eácido fórmico, sem formação excessiva ou do ácido iminodiacético de sub-produto (IDA), que tipicamente resultado da oxidação de PMIDA, ou ácidoaminometilfosfônico de subproduto (AMPA), que tipicamente resulta da oxi-dação de glifosato. A formação de cada destes subprodutos tende a aumen-tar com a temperatura, com a formação de IDA ocorrendo principalmente noprimeiro ou segundo reator onde a concentração de PMIDA é alta, e AMPAsendo formado principalmente no último ou penúltimo reator onde a concen-tração de glifosato é relativamente alta. Onde o oxidante é oxigênio molecu-lar, pode ser introduzido independentemente em um ou mais, preferivelmen-te todos, das séries de CSTRs. Tipicamente, a pressão de oxigênio podeestar na faixa de cerca de 103,42 a cerca de 2068,42 kPa (15 a cerca de300 psig), mais tipicamente na faixa de cerca de 275,79 a cerca de 1034,21kPa (40 a cerca de 150 psig). Onde CSTRs são organizados para fluxo emcascata sem bombas de transferência intermediárias, a pressão em cadaCSTR sucessivo é preferivelmente mais baixa do que a pressão no CSTRimediatamente precedente para garantir um diferencial positivo para promo-ver o fluxo dianteiro. Tipicamente, a pressão de oxigênio no primeiro de umasérie de CSTRs é operada em um nível aproximando-se da sua variação dorecipiente de pressão, ao mesmo tempo em que cada um dos reatores res-tantes nas séries é operado a uma pressão que está dentro de sua avaliaçãoporém também suficientemente abaixo da pressão que prevalece no reatorimediatamente precedente para garantir o fluxo dianteiro. Por exemplo, emum sistema compreendendo três tais reatores em série, o primeiro reatorpode ser operado a uma pressão na faixa de cerca de 723,94 a cerca de861,84 kPa (105 a cerca de 125 psig), o segundo reator de cerca de 586,05a cerca de 689,47 kPa (85 a cerca de 100 psig) e o terceiro reator de cercade (60 a cerca de 80 psig) 413,68 a cerca de 551,58 kPa.
Um processo compreendendo uma série de CSTRs para produção de glifosato é ilustrado na figura 1. A oxidação catalítica de PMIDA éconduzida em uma série de CSTRs 101 a 105 em cada dos quais uma solu-ção aquosa de PMIDA é contatada com oxigênio molecular na presença deum catalisador particulado suspenso no meio aquoso. Uma suspensão dereação saindo do CSTR 105 final é direcionada para um filtro catalisador 107onde o catalisador particulado é removido para reciclo para o sistema dereação. Para recuperação de produto de glifosato, a solução de reação fil-trada é dividida entre um cristalizador a vácuo 109, tipicamente operado semconsumo de calor substancial (isto é, adiabaticamente) e um cristalizadorevaporativo 111 onde a água é retirada da fase aquosa transferindo-se ocalor de um fluido de transferência de calor tal como vapor. Uma suspensãode cristalização 113 produzida no cristalizador a vácuo 109 é permitida se-dimentar-se, e o licor mãe sobrenadante 115 que contém algum PMIDA nãoreagido, é decantado e pode ser reciclado para o sistema de reação, tipica-mente para CSTR 101. Um produto de glifosato de grau técnico sólido podeser recuperado da suspensão de escoamento 117 saindo da etapa de de-cantação. De acordo com a alternativa de processo opcional ilustrada nafigura 1, a suspensão do cristalizador a vácuo concentrada 117 que escoada decantação é dividida em duas frações. Uma fração 119 é misturada coma suspensão de cristal saindo do cristalizador evaporativo 111 e direcionadopara uma centrífuga 121 que separa um produto de ácido de glifosato degrau técnico cristalino sólido, que pode ser empregado ou vendido na formada torta de centrífuga úmida sólida. A outra fração de suspensão escoa docristalizador a vácuo 123 é direcionada para outra centrífuga 125 que separaum produto cristalino sólido que é empregado para preparar uma solução desal de glifosato concentrada. Para este propósito, os sólidos que saem dacentrífuga 125 são direcionados para um tanque de preparação de sal 127onde eles são neutralizados com uma base tal como hidróxido de potássio(KOH) ou isopropilamina em um meio aquoso para uma concentração típicade cerca de 400 a 650 gramas por litro, de equivalente de ácido.
O licor mãe 129 da centrífuga 125 tipicamente contém PMIDAem uma proporção suficiente para justificar o reciclo deste para o reator 101.
O licor mãe 131 da centrífuga 121 é dividido em uma fração de purga 133que é removida do processo, e uma fração de reciclo 135 que é retornadapara o cristalizador evaporativo 111.
Além do PMIDA não reagido, a solução de reação tipicamentecontém pequenas proporções de outras impurezas que são inócuas porémde modo geral ineficazes como herbicidas, e que podem comprometer a etapa de cristalização e/ou reduzir a produtividade. Estes devem ser removidos no final do processo, em parte por purgação 133 e em parte como componentes secundários de produtos de glifosato. Para equilibrar a proporçãode impurezas purgadas na fração 133 com aquelas removidas no produto desal aquoso concentrado, uma linha de transferência de licor mãe 139 é fornecida para transferência opcional de licor mãe da linha 135 para o tanquede neutralização 127.
A figura 2 ilustra um refinamento modesto do processo da figura1, onde a suspensão de cristal que sai do cristalizador evaporativo 111 édividida entre a centrífuga 121 e uma centrífuga paralela 137. A torta úmidade centrífuga de centrífuga 121 é removida do processo e pode ser utilizadaou vendida como um produto de glifosato de grau técnico sólido, porém atorta úmida da centrífuga 137 é direcionada para o tanque 127 para uso napreparação de um concentrado de sal de glifosato. O licor mãe que escoa deambas centrífugas 121 e 137 é combinado como corrente 131 que é divididaentre a corrente de purga 133 e corrente 135 que é reciclada para o cristalizador evaporativo.
Na operação do processo de oxidação contínuo descrito nasFiguras 1 e 2, um suspensão compreendendo uma solução aquosa tipicamente compreendendo de cerca de 6,5% a cerca de 11% em peso de PMI- DA é introduzida continuamente em CSTR 101. O meio de reação aquosoformado em CSTR 101 pode tipicamente conter de cerca de 2% a cerca de5% em peso de um catalisador de metal nobre particulado suspenso neste.Por exemplo, o catalisador pode compreender um metal nobre bifuncional nocatalisador de carbono como descrito nas Patentes U.S. Nss 6.417.133, 6.603.039, 6.586.621, 6.963.009, e 6.956.005 e publicado na Publicação dePedido de Patente U.S. NQ 2006/0020143, que estão expressamente incorporados aqui por referência. Uma fonte de oxigênio, por exemplo, ar, ou pre-ferivelmente ar enriquecido de oxigênio ou oxigênio substancialmente puro,é espargida no meio de reação aquoso no reator 101 em pressão na faixa decerca de (723,94 a cerca de 861,84 kPa)(105 a cerca de 125 psig) e a rea-ção é tipicamente conduzida a uma temperatura na faixa de cerca de 90° acerca de 115°C. Tipicamente, uma conversão de PMIDA para glifosato nafaixa de cerca de 82% a cerca de 85% é realizada no reator 101. A soluçãode reação que contém o catalisador suspenso que as de CSTR 101 flui parao CSTR 103 de estágio secundário que é operado sob substancialmente asmesmas condições de temperatura como CSTR 101, porém com oxigênioespargido a uma pressão de oxigênio na faixa de cerca de 85 a cerca de 100psig) (586,05 a cerca de 689,47 kPa). A conversão de PMIDA obtida na saí-da do reator 103 é tipicamente na faixa de cerca de 90% a cerca de 97%(isto é, a conversão no segundo reator é de cerca de 8% a cerca de 15%,base, o PMIDA carregado para o reator 101).
A solução de reação com catalisador suspenso saindo de CSTR103 flui para um terceiro CSTR 105. O oxigênio é espargido no reator 105 auma pressão na faixa de cerca de (413,68 a cerca de 551,58 kPa) (60 a cer-ca de 80 psig). Tipicamente, a temperatura da solução de reação no reator105 é mantida substancialmente na mesma faixa como nos reatores 101 e103. A conversão de PMIDA no reator 103 é tipicamente 3% a 5%, com baseno PMIDA que entra no reator 101, resultando em uma conversão de PMIDAtotal no sistema de reação contínua de cerca de 97% a cerca de 99,5%.
Os reatores 101 a 105 são descarregados sob controle de pres-são de realimentação. Em um modo preferido de operação, a taxa de fluxode oxigênio para cada reator é controlada para estabelecer e manter umconsumo alvo do oxigênio que é introduzido no reator na oxidação de PMI-DA e subprodutos de reação tal como formaldeído e ácido fórmico. O con-sumo proporcional de oxigênio introduzido no reator é referido aqui como autilização de oxigênio. Em operação convencional, a pressão é preferivel-mente estabelecida a um nível que fornece uma utilização de oxigênio depelo menos 60%, preferivelmenje pelo menos cerca de 80%, mais preferi-velmente pelo menos cerca de 90%. De acordo com a utilização de oxigêniopreferida, o alimento de oxigênio é dividido entre uma série de CSTRs demodo geral na proporção à taxa de reação prevalecendo em cada dos reato-res. Preferivelmente, os reatores são dimensionados para fornecer um tem-po de residência eficaz para efetuar uma fração substancial da conversão naprimeira de uma série de, por exemplo, três ÇSTRs. Por exemplo, 65% a80% do oxigênio podem ser alimentados pelo primeiro de três reatores, 20%a 30% pelo segundo, e 1% a 5% pelo terceiro. Tipicamente, a reação emtodos menos na última de uma série de CSTRs é de transferência de massalimitada, isto é, ordem pseudo zero. Ao concluir as condições no último rea-tor, a reação é de ordem não zero, por exemplo, aproximadamente primeiraordem. Como descrito abaixo, quando a massa do catalisador envelhece,desativa, a conversão pode ser mantida aumentando-se as taxas de fluxo deoxigênio, no mesmo ou em alocações diferentes de oxigênio entre os reato-res (por exemplo, no processo das Figuras 1 e 2 aumentando-se a propor-ção de oxigênio introduzido no reator 101 ou 103), para concluir a maioria daconversão nos reatores a montante do último reator.
Onde a utilização de oxigênio é relativamente alta, especialmen-te onde é maior do que cerca de 80% ou cerca de 90%, descobriu-se que oconteúdo de PMIDA do efluente do reator final é tipicamente na faixa de cer-ca de 800 a 1300 ppm em uma base de solução de reação total. Onde o gli-fosato é recuperado através de cristalização da solução de reação da manei-ra descrita acima, o conteúdo de PMIDA do produto de glifosato é de modogeral substancialmente mais elevado do que na solução de reação de produ-to que sai do reator 105. Devido ao reciclo de licor mãe que contém PMIDA,as soluções aquosas de alimentação do cristalizador, das quais o glifosato écristalizado, de modo geral contêm PMIDA em uma relação para glifosatoque é pelo menos 25% mais alta, ou em várias operações de estado esta-cionário pelo menos 50% mais alta, do que a relação de PMIDA para glifosa-to na solução de reação de produto. A extensão de formação de PMIDA élimitada pelo volume de fração de purga 133. Entretanto, quando um proces-so do tipo ilustrado nas Figuras 1 e 2, alcançou substancialmente a opera-ção de estado estacionário, uma faixa de PMIDA de cerca de 800 a cerca de2500 ppm na solução de reação final pode traduzir tipicamente em uma concentração de 2000 a 6000 ppm no produto de glifosato final, contanto queuma corrente de purga seja fornecida na qual uma fração razoável, talvezaté 10%, do PMIDA contido na solução de reação, é purgada do processo.
Onde mais do que uma forma de produto é produzida (por exemplo, onde oproduto é fornecido em ambas formas de produto de glifosato de grau técnico sólido e uma solução concentrada de um sal de glifosato) o conteúdo dePMIDA pode variar entre nos produtos plurais, dependendo em parte da direção e divisão de várias correntes de processo no esquema de recuperaçãode produto.
Deve ser entendido que uma variedade de outros esquemas pode ser empregada pela preparação de uma solução de reação de glifosatopela oxidação catalisada de um substrato de PMIDA e para recuperação deum produto de glifosato de grau técnico de uma solução de reação de glifosato na forma de um sólido e/ou uma solução de sal de glifosato concentrado. Por exemplo, a solução de reação filtrada pode toda ser direcionada paraum cristalizador evaporativo e o produto recuperado da suspensão do cristalizador em um filtro ou centrífuga para uso como ácido de glifosato ou napreparação de uma solução de sal concentrada. Em tal processo, o licormãe pode ser dividido em uma fração de purga e uma fração que é recicladapara o cristalizador evaporativo. Alternativamente, todo o ou uma porção dolicor mãe que não é purgado pode ser reciclado para o sistema de reação.Vários sistemas de reação de oxidação para a oxidação catalítica de umsubstrato de PMIDA e esquemas de processo alternativo para recuperaçãode produto de glifosato de grau técnico da solução de reação de oxidação,incluindo esquemas que utilizam cristalização a vácuo adiabática, são conhecidos e descritos, por exemplo, por Haupfear e outros nas Publicaçõesde Pedido de Patente U.S. Nes EUA 2002/0068836 A1 e EUA 2005/0059840A1, os conteúdos totais das quais estão expressamente incorporados aqui
por referência.
Modificações nos Sistemas e Condições de Reação de Oxidação de PMIDADe acordo com a presente invenção, descobriu-se que o fluxo deoxigênio para o(s) reator(es) pode ser opcionalmente ajustado de um modoque reduza a concentração de PMIDA na solução de reação final, resultandoem uma diminuição de modo geral proporcional no conteúdo de PMIDA dosprodutos ou produto de glifosato recuperados. De modo geral, descobriu-seque o aumento do fluxo de oxigênio em um ou mais dos reatores realça aconversão de PMIDA para glifosato. A relação exata de fluxo de oxigêniopara conversão de PMIDA varia significantemente com as outras condiçõesdo processo, com a natureza do catalisador, com a idade e concentração docatalisador, com operação de batelada vs. contínua, com o rendimento doproduto, e com as peculiaridades da configuração de um reator específico,seu ponto de alimentação de oxigênio, sistema de agitação e padrões defluxo de gás. Entretanto, aqueles versados na técnica podem facilmente ajustar a taxa de fluxo de oxigênio para um reator específico ou uma série dereatores para obterem uma resposta desejada em conversão aumentada dePMIDA. Como forma de exemplo onde um sistema de reação contínua dotipo ilustrado na figura 1, está operando a um nível de PMIDA residual de800 a 1500 ppm na solução de reação que sai de CSTR 105, o conteúdo dePMIDA da solução de reação de produto pode ser reduzido de cerca de 150a cerca de 250 ppm por um aumento proporcional na soma das taxas de fluxo de oxigênio para reatores 101 a 105 de asperamente cerca de 0,1 acerca de 2% relativo a soma de taxas de fluxo que produzem um conteúdode PMIDA de 800 ppm sob de outro modo condições de processo idênticas.Alternativamente, tal redução no conteúdo de PMIDA da solução de reaçãodo produto pode ser alcançada aumentando-se a taxa de fluxo de oxigêniopara a última das séries de reatores, reator 105, em pelo menos cerca de5%, tipicamente de cerca de 10% a cerca de 30% relativo a taxa de fluxoque produz um conteúdo de PMIDA de 800 ppm sob de outro modo condições de reação idênticas.
Durante um período prolongado de operação, o catalisador podedesativar na medida em que a conversão desejada não mais puder ser alcançada por ajuste de fluxo de oxigênio para a última de uma série de CS-TRs. Entretanto, até um limite definido pela vida útil do catalisador (ou emsubstituição parcial ou aumento com o catalisador fresco), a conversão de-sejada ainda pode ser mantida progressivamente aumentando-se o fluxo deoxigênio para os reatores anteriormente, por exemplo, os reatores 101 e 103nas Figuras 1 e 2. Preferivelmente, a taxa de fluxo de oxigênio é aumentadasuficientemente para de fato aumentar a conversão na solução de reaçãoque sai do penúltimo reator, de forma que o serviço imposto no último reatorseja reduzido. Deste modo, a última conversão desejada é obtida embora aprodutividade do último reator per se tenha declinado. A conversão tambémpode ser aumentada aumentando-se o tempo de residência nos reatores.
Como aqueles versados na técnica observarão, um número infinito de com-binações de taxas de fluxo para os reatores respectivos pode estar disponí-vel para obter o nível desejado de PMIDA na solução de reação de produto.
Descobriu-se também que a conservação de um conteúdo dePMIDA desejado na solução de reação que sai do reator final pode ser facili-tada por seleção do sistema por monitoramento da composição da soluçãode reação. Em uma modalidade particularmente preferida da invenção, acomposição da solução de reação que sai do reator final é monitorada pas-sando-se a solução de reação, ou uma amostra de tal solução, através deum dispositivo do tipo descrito no pedido de Patente U.S. provisional co-designado N9 de Série 60/667.783, depositado em 1 de abril de 2005, intitu-lado CONTROL OF PMIDA CONVERSION IN MANUFACTURE OF GLIFO-SATO (número do parecer do procurador MTC 6911). Por exemplo, a con-versão pode ser estimada pela geração de calor cumulativa que surge daoxidação de PMIDA, pela taxa instantânea de geração de calor, ou combina-ção de ambos. Da taxa instantânea, a constante de taxa e conversão podemser deduzidas também da maneira descrita na aplicação supracitada, parti-cularmente se analisada em combinação com os dados cinéticos do labora-tório e dados de processo operacional históricos. Outros métodos para moni-torar a conversão incluem medir o consumo de oxigênio instantâneo ou cu-mulativo, e/ou a taxa instantânea e/ou cumulativa de geração de gás carbô-nico, e/ou uma função da força consumida na conservação de uma densida-de de corrente seleta, ou uma diferença potencial seleta entre os eletrodosimersos na solução de reação. Um dispositivo útil para um propósito posteri-or compreende um par de eletrodos imersos na solução de reação ou emuma amostra desta, e é controlado para manter uma densidade de correnteseleta ou impor uma voltagem seleta ou esquema de voltagens entre os ele-trodos. No exemplo posterior, o dispositivo tipicamente compreende umaterceira função de eletrodo como um eletrodo de referência para uso na con-servação da voltagem desejada. Onde o dispositivo é controlado para man-ter uma densidade de corrente seleta, a voltagem exigida para manter a cor-rente é indicativa do conteúdo de PMIDA residual na solução. Contanto quePMIDA esteja presente, e a corrente seja estabelecida a um nível suficientepara consumir CiS tal como formaldeído e ácido fórmico, a voltagem reque-rida pode se aproximar daquela requerida para a oxidação eletroquímica dePMIDA. Quando PMIDA é exaurido, a voltagem aumenta a um nível eficazpara oxidação eletroquímica de glifosato. Onde uma voltagem seleta ou es-quema de voltagens é aplicado, a corrente observada em uma voltagem efi-caz para oxidação eletroquímica de PMIDA é indicativa do conteúdo dePMIDA residual. No processo das Figuras 1 e 2, uma tal sonda de oxidaçãoeletroquímica fica convenientemente situada na corrente que sai do filtro docatalisador 107, preferivelmente seguindo um filtro de polimento a jusante dofiltro de catalisador que é eficaz para remoção de minérios finos do catalisa-dor.
Em uma outra modalidade vantajosa do processo da invenção, ageração de calor instantânea ou cumulativa, o consumo de oxigênio, ou ageração de gás carbônico, ou uma sonda de oxidação eletroquímica sãomonitorados e empregados para estimar a conversão em e/ou composiçãoda solução de reação que sai do próximo ao último reator (reator 103 nasFiguras 1 e 2), e/ou do terceiro último reator (isto é, reator n-2 em uma sériede reatores de n; por exemplo, reator 101 nas Figuras 1 e 3). Onde umasonda de oxidação eletroquímica é empregada no terceiro último reator, elaé preferivelmente operada para manter uma densidade de corrente alvo. In-vertendo-se periodicamente a polaridade, os eletrodos são mantidos limposno ambiente de suspensão de catalisador. Opcionalmente, outra informaçãopara controlar os níveis de PM IDA que sai do sistema de reação pode serfornecida por aplicação de modelos matemáticos que projetam conversõescom base no fornecimento de sinais do processo corrente em um programacom base nos primeiros princípios e/ou dados operacionais históricos. Porestes meios, o operador de processo, ou um sistema de controle de administração do processo, pode aumentar o fluxo de oxigênio para o reator ou reatores precedentes quando a massa de catalisador desativa, desse modo reduzindo a demanda no reator final e alcançando a conversão e conteúdo dePMIDA residual desejado na solução que sai do último reator.
Em um sistema de reação de batelada, o conteúdo de PMIDA dasolução de reação pode opcionalmente ser reduzido prolongando-se o ciclodurante o qual uma fonte de oxigênio é espargida no meio de reação aquosa. Para uma determinada operação, um ciclo de fluxo de oxigênio convencional pode ser identificado por qualquer meio convencional conveniente,como, por exemplo, por análise periódica de amostras do reator. Onde o desempenho como uma função de tempo é razoavelmente consistente, a cronometria da batelada pode ser suficiente e a amostragem pode não ser ne-cessária. Em todo caso, foi descoberto que, prolongando-se o ciclo de espargimento de oxigênio através de cerca de 2 a cerca de 15 minutos, mais tipicamente de cerca de 5 a cerca de 10 minutos, a conversão de PMIDApode ser aumentada para reduzir o conteúdo de PMIDA residual de umafaixa de cerca de 275 a cerca de 350 ppm até uma faixa de cerca de 50 acerca de 100 ppm ou ainda menos.
Por que a reação de oxidação é exotérmica, meios são fornecidos para transferência do calor de reação da mistura de reação no(s) rea-tor(s) sob o controle da temperatura de realimentação. Desse modo, se umfluido de resfriamento, tal como água de torre de esfriamento, é passadoatravés de um trocador de calor (por exemplo, serpentinas de esfriamento)para controlar a temperatura da reação, a extensão da reação pode ser estimada da dissipação de calor cumulativo durante o ciclo de batelada, comopode ser determinado de uma média integrada do produto de taxa de fluxode fluido de esfriamento e elevação de temperatura através do trocador decalor durante o curso da batelada. Desde que a reação de oxidação sejaentre ordem zero e primeira ordem para PMIDA (cinéticos de Langmuir-Hinshelwood), e a região de primeira ordem seja de modo geral abaixo de1000 ppm de PMIDA, o conteúdo de PMIDA residual também pode ser de-duzido da taxa residual de reação no final da batelada. Quando o catalisadorenvelhece e sua atividade declina, o efeito nas constantes de taxa de primei-ra ordem pode ser periodicamente rastreado pela amostragem próxima dofim da batelada. Na operação de um processo de batelada, a taxa e exten-são de desativação do catalisador podem ser monitoradas mantendo o ras-treio de "práticas de oxigênio", quando medido pela relação para glifosatoproduzido de quantidade cumulativa de oxigênio empregado para alcançar aconversão alvo. Este índice, que pode ser expresso em kg de oxigênio portonelada métrica de glifosato (ou alternativamente em Ibs. por 100 libras),aumenta quando o catalisador desativa para uma determinada carga útil dePMIDA. Um índice similar pode ser empregado para uma série de CSTRs,porém em valores iniciais e terminais mais elevados.
A obtenção de um baixo conteúdo de PMIDA na corrente doproduto de reação aquoso filtrado por fluxo de oxigênio aumentado ou ciclode batelada prolongado tipicamente envolve uma penalidade modesta naprodução de glifosato e um aumento na concentração de certas impurezas,proeminentemente ácido aminometilfosfônico (AMPA). Onde um metal nobreem catalisador de carbono é empregado para a reação, estes esquemastambém podem resultar tipicamente em uma taxa aumentada de desativa-ção de catalisador, resultando em consumo de catalisador aumentado. En-tretanto, o conteúdo de PMIDA reduzido de modo geral proporciona um be-nefício na preparação de composições de glifosato herbicidas para o contro-le de ervas daninhas em colheitas de algodão geneticamente modificado queexcedem em peso os efeitos adversos na produção, consumo de catalisadore o aumento secundário em impurezas.
De acordo com a invenção, várias modificações adicionais parao sistema de reação de oxidação foram identificadas, as quais podem serempregadas em vez de, ou em combinação com fluxo de oxigênio aumenta-do e/ou ciclo de batelada prolongado como descrito acima.
Alternativamente, ou além de aumentar o fluxo de oxigênio parao(s) reator(s), a conversão realçada de PM IDA pode ser obtida por operaçãoem temperatura de reação relativamente alta dentro da faixa supracitada decerca de 70° a 140°C, e/ou por modificação do sistema de catalisador.
A conversão de PMIDA é promovida por operação a temperatu-ras elevadas (por exemplo, na faixa de cerca 110°C ou acima) tipicamentede cerca de 110° a cerca de 125°C. Porque a temperatura mais alta leva aformação aumentada de subproduto, tal como por oxidação de glifosato para AMPA, a temperatura não é aumentada preferivelmente para mais do que aextensão que pode ser necessária, ou sozinha ou em combinação com ou-tras modificações tal como taxa de fluxo de oxigênio, para obter o nível alvode PMIDA. Um efeito significante na conversão de PMIDA pode ser obtidopor operação na faixa de cerca de 115° a cerca de 125°C, ou talvez idealmente na faixa de cerca de 118o a cerca de 125°C.
O sistema catalisador pode ser modificado por uma carga au-mentada de metal nobre em catalisador de carbono, adicionando-se carbonoativado ao sistema de catalisador, e/ou alterando-se a seleção de promotorpara o metal nobre em catalisador de carbono. Se uma carga de catalisadorfresco é aumentada além de um nível limiar (por exemplo, acima de umaconcentração na faixa de cerca de 1,5% a cerca de 2% em peso) o efeitopode ser aumentar a oxidação de PMIDA para IDA no lugar de glifosato. En-tretanto, ao mesmo tempo em que PMIDA pode oxidar para IDA que resultaem uma perda de seletividade global, o efeito líquido ainda é reduzir o conteúdo de PMIDA do produto de glifosato final. Além disso, quando uma mas-sa de catalisador foi empregada através de um número substancial de reci-clos, a atividade da massa de catalisador pode ser utilmente aumentadapurgando-se alguma fração do catalisador gasto e adicionando-se catalisa-dor fresco em seu lugar. Quando este método é seguido, a conversão dePMIDA pode ser significantemente realçada sem a formação significante deIDA (isto é, a seletividade para glifosato pode ser preservada substancial-mente).Um catalisador de carbono ativado tal como o catalisador que édescrito por Chou na Patente U.S. N9 4.624.937, é altamente eficaz paraoxidação de PMIDA para glifosato, ainda que não tão eficaz para oxidaçãode espécies Ci de subproduto tal como formaldeído e ácido fórmico. O catalisador de carbono também é relativamente econômico comparado ao metalnobre em catalisador de carbono, entretanto é consumido tipicamente a umataxa substancialmente mais alta. Desse modo, uma adição razoavelmenteliberal de catalisador de carbono a qualquer um dos reatores de batelada, ouao último de uma série de CSTRs em cascata, (por exemplo, em uma proporção de pelo menos cerca de 1,5% em peso, tipicamente de cerca de2,5% a cerca de 3,5% em peso, com base no metal nobre na carga de catalisador de carbono) pode materialmente reduzir o conteúdo de PMIDA residual na solução de reação final.
Certos metais de transição tal como Bi e Te são eficazes comopromotores para melhorar a eficácia de um metal nobre em catalisador decarbono para oxidação de espécies de Ci de subproduto tal como formaldeído e ácido fórmico. Entretanto, os dados indicam que a oxidação de PMIDApode ser retardada marginalmente por tais promotores, talvez direcionandose oxigênio para contatar e reagir com espécies de Ci em preferência a PMIDA. Quando empregado ou sozinho ou em combinação com carbonoativado para preparação de glifosato com baixo teor de PMIDA, um metalnobre em catalisador de carbono pode ou ter nenhum promotor, ou ter umpromotor cuja identidade e carregamento são selecionados para minimizarqualquer efeito negativo nos cinéticos da oxidação de PMIDA. Neste contexto, um reator particular, tal como o reator final em uma série de CSTRs, podeser dedicado à extinção substancial de PMIDA, e o uso de um catalisadorque não tem nenhum promotor, ou no qual o promotor é selecionado paraser favorável a oxidação de PMIDA, pode ser limitado ao reator dedicado.
Porque outros efeitos térmicos são mínimos uma vez que umaconversão relativamente alta foi obtida, um reator de acabamento, tal comoo reator final em uma série de reatores contínuos, pode ser operado facilmente como um reator de fluxo (por exemplo, com um leito de catalisadorfixo) no lugar de um reator de remisturado, para realçar a força motriz paraextinção de PMIDA. Além disso, tal reator de acabamento pode ser adicio-nado, por exemplo, como reator n+1 após uma série de n CSTRs, por e-xemplo, como o quarto reator seguinte ao reator 105 da figura 1. Opcional-mente, o catalisador carregado de um tal reator pode exclusiva ou predomi-nantemente compreender carbono ativado.
Para minimizar PMIDA residual na solução de reação de produtoque sai do estágio final de um sistema de reação de tanque agitado contínuoem cascata, é útil minimizar o curto circuito do meio aquoso da entrada doreator para a saída de reator. Desse modo, de acordo com os princípios co-nhecidos na técnica, o ponto de alimentação, ponto de saída, ordem, dispo-sição da placa defletora, padrão de agitação e intensidade de agitação po-dem ser selecionados para minimizar a extensão do curto circuito. Onde umCSTR é fornecido com um trocador de calor externo através do qual a mistu-ra de reação é circulada para remoção do calor de reação, a mistura de rea-ção pode ser retirada convenientemente do reator em uma porta de fluxodianteiro na linha de circulação. Vantajosamente, a entrada para o meio dereação pode ser posicionada a jusante na mesma linha de circulação da por-ta de saída por uma distância suficiente para evitar qualquer curto circuitodevido à remistura axial. Por exemplo, a porta de saída pode ser colocadana linha de circulação a montante do trocador de calor e a porta de entradapode ser localizada imediatamente a jusante do trocador de calor.
De acordo com a invenção, outras modificações do processofora do sistema de oxidação de PMIDA principal, podem ser empregadaspara reduzir o conteúdo de PMIDA do produto(s) de glifosato acabado. Taismodificações adicionais, podem ser empregadas juntas com ou no lugar dequalquer combinação das modificações para o sistema de reação, que sãodescritas acima.
Purga de PMIDA
Por exemplo, no processo da figura 1, o volume de fração decorrente de purga 133 pode ser aumentado relativo à fração de reciclo delicor mãe cristalizador evaporativo 135, desse modo reduzindo o inventivo deestado estacionário de PMIDA na área de recuperação de produto de glifosato do processo. A extensão de purga requerida para obter uma determinada especificação para uma determinada forma de produto de glifosato variadependendo do conteúdo de PMIDA da corrente do produto de reação filtrado e do equilíbrio do material exato do processo total, e especialmente doequilíbrio do material da área de recuperação de glifosato. O efeito de purgaaumentada pode ser aumentado por uma lavagem prolongada dos sólidosde glifosato separados que são obtidos como uma massa úmida da centrífuga em centrífugas 121 e 125, ou em filtros ou centrífugas que podem serempregados em esquemas alternativos para recuperação de produto. O volume de lavagem aumentado é normalmente integrado com o esquema de purgação porque ou o próprio líquido de lavagem deve ser purgado; ou, se olíquido de lavagem é combinado com uma ou mais das correntes de licormãe de reciclo, marginalmente aumenta a quantidade de PMIDA que deve ser purgada do processo. Em quaisquer dos casos, o volume de purgaçãolíquido é de modo geral aumentado por um incremento que corresponde aovolume do líquido de lavagem. Um aumento do volume de lavagem pode serobtido independentemente da fração de purga onde a qualidade da soluçãode lavagem permite seu uso na preparação da solução aquosa de PMIDA que é introduzida no sistema de reação.
Distribuição de PMIDA entre Graus Plurais de Glifosato
Os processos como ilustrados nas Figuras 1 e 2 também sãoadaptados à produção de graus diferentes de glifosato, por exemplo, umgrau que tem um conteúdo de PMIDA menor do que 600 ppm para uso emcomposições de glifosato para aplicação a colheitas de algodão geneticamente modificadas para inibir a necrose induzida por PMIDA, e outro grau deconteúdo de PMIDA mais alto que é bastante satisfatório para outras aplicações múltiplas. De modo geral, a massa úmida da centrífuga produzida nacentrífuga 125 tem um conteúdo de PMIDA mais baixo do que a massa úmida produzida na centrífuga 121 (ou 137) porque o licor mãe do cristalizador avácuo é menos concentrado do que o licor mãe do cristalizador evaporativo,e porque nenhuma corrente de licor mãe de reciclo é introduzida no cristali-zador a vácuo 109. O conteúdo de PMIDA do produto de ácido de glifosatosólido removido do processo pela centrífuga 121 pode ser equilibrado com oconteúdo de PMIDA do concentrado de sal que sai do processo do tanquede neutralização 127 aumentando-se a fração de escoamento de suspensãodo cristalizador a vácuo 117 da etapa de decantação que é direcionada paraas centrífugas do cristalizador evaporativo 121 relativo àquela que é direcio-nada à centrífuga 125 e/ou aumentando-se a fração de suspensão do crista-lizador evaporativo que é direcionada para centrífuga 137 para produção demassa úmida da centrífuga do cristalizador evaporativo que deve ser incor-porado na solução de sal de glifosato concentrada no tanque de preparaçãode sal 127. Se desejado, o conteúdo de PMIDA pode ser desequilibrado, eum concentrado de sal de teor de PMIDA desproporcionalmente baixo pre-parado minimizando-se a fração da suspensão do cristalizador a vácuo 117direcionada para a centrífuga 121, e transferindo-se o licor mãe do circuitode cristalizador evaporativo para o tanque de neutralização através da linhade transferência do licor mãe 139 e/ou eliminando-se a fração da suspensãode cristalizador evaporativo que é direcionada para a centrífuga 137.
Alternativamente, um produto de ácido de glifosato sólido debaixo conteúdo de PMIDA pode ser preparado desviando-se PMIDA para otanque de preparação de sal 127. Neste caso, uma fração relativamente altada suspensão do cristalizador a vácuo escoando da etapa de decantação, édirecionada para centrífuga 121, e uma fração elevada da suspensão docristalizador evaporativo é enviada para centrífuga 137. De acordo com es-tes vários esquemas de processo, o equilíbrio do material do processo podeser administrado para contemporaneamente, ou de fato simultaneamente,produzir dois produtos de glifosato separados de conteúdo de PMIDA debase de glifosato distintamente diferente.
Como uma alternativa para a preparação de produto de glifosatode conteúdo de PMIDA baixo, o produto obtido durante o início do processopode ser segregado e pode ser dedicado para uso em composição de glifo-sato para aplicação e controle de erva daninha em colheitas de algodão ge-neticamente modificadas. Ao iniciar com água nos evaporadores, tanque deneutralização e recipientes de armazenamento de processo (não mostra-dos), o impacto de PMIDA no licor mãe de reciclo pode ser evitado imedia-tamente após o início, e mantido a um nível modesto durante a porção pre-coce do período transitório no qual a área de recuperação de produto gravitapara operação de estado estacionário.
Outros esquemas de processo alternativos por alocar PMIDAresidual entre dois ou mais produtos de glifosato são descritos por Haupfeare outros na Publicação de Pedido de Patente U.S. N9 EUA 2005/0059840A1, o texto total do qual é expressamente incorporado aqui por referência.
Quer por operação seqüencial, operações segregadas, ou con-trole do equilíbrio do material do processo para simultaneamente produzir osprodutos de grau diferentes, os processos da invenção podem ser imple-mentados para produzir uma pluralidade de produtos de grau diferente, in-cluindo um produto de baixo teor de PMIDA tendo um conteúdo de PMIDAde base de glifosato tipicamente menor do que cerca de 1000 ppm, preferi-velmente menor do que cerca de que 600 ppm, e pelo menos 25% menor doque pelo menos um outro, ou preferivelmente qualquer outro, de tal plurali-dade. Além disso, empregando qualquer um ou mais das vários estratage-mas do processo descrito acima (ou abaixo), um produto de baixo teor dePMIDA pode ser produzido tendo um conteúdo de PMIDA de base de glifo-sato que é menor do que cerca de 1000 ppm, ou menor do que cerca de que600 ppm, e pelo menos cerca de 50% menor, ou ainda pelo menos cerca de75% menor, do que o conteúdo de PMIDA de outro da pluralidade de produ-tos, ou preferivelmente qualquer tal pluralidade.
Permuta de lon
Em uma outra modalidade alternativa da invenção, PMIDA podeser removido de uma ou mais correntes de processo por permuta de íon.Uma variedade de opções pode ser seguida no fornecimento para remoçãode PMIDA por permuta de íon. Por exemplo, uma coluna de permuta de íonpode ser empregada para remover PMIDA do licor mãe quando é recicladoda centrífuga do cristalizador evaporativo 121 (e/ou 137) antes da separaçãode fração de purga 133, ou na fração do licor mãe de reciclo 135 após a se-paração da fração de purga, ou na corrente 129 da centrífuga 125. Alternativamente, ou adicionalmente, um permutador de íon poderia estar posicionado na corrente de solução de reação filtrada à frente do ponto onde é dividido entre o cristalizador a vácuo 109 e o cristalizador evaporativo 111 na figura 1.
Em um permutador de íon, a corrente do processo transportandoPMIDA é contatada com uma resina de permuta de ânion, preferivelmenteuma resina de permuta de ânion que tem uma maior afinidade com o ânionde PMIDA fortemente mais ácido do que para o ânion de glifosato relativamente mais fracamente ácido e para muitos dos outros compostos nestacorrente. Porque a corrente do processo do qual PMIDA deve ser removidotipicamente tem uma relação elevada de glifosato para PMIDA, a afinidadeda resina para PMIDA deveria ser significantemente maior do que sua afinidade para glifosato. A separação eficiente de PMIDA é realçada onde a afinidade da resina para PMIDA é pelo menos duas vezes, três vezes, quatrovezes, cinco vezes, 10 vezes, 20 vezes ou até 100 vezes sua afinidade paraglifosato. As resinas de permuta fracamente básica são preferidas. Os sítiosfuncionais de resinas de permuta de ânion de base fraca convencional tipicamente compreendem amina secundária ou amina terciária. As resinas depermuta de ânion disponíveis tipicamente compreendem, por exemplo, umpolímero de butadieno de estireno tendo um sítio de amina secundária outerciária que pode ser protonado em solução ácida para funcionar como umpermutador de ânion. As resinas disponíveis comercialmente adequadosincluem, por exemplo: AMBERLYST A21, AMBERLITE IRA-35, AMBERLITE IRA-67, AMBERLITE IRA-94 (todos de Rohm & Haas, Filadélfia, PA), DOWEX 50 x 8-400 (Dow Chemical Company, Midland, Ml), LEWATIT MP-62,IONAC® 305, IONAC® 365 e IONAC® 380 (Sybron Chemicals, Birmingham,NJ), e DUOLITE a-392 (Diamond Shamrock Corp., Dallas, TX).
Uma complicação na remoção de PMIDA por permuta de íonpode surgir da presença de uma fração substancial de cloretos na soluçãode reação filtrada, que tende a ser concentrado um pouco na solução no final submetido à permuta de íon tal como licor mãe do cristalizador evapora-tivo 131. Quando uma solução ácida tal como solução de reciclo de licormãe 131 é passada sobre uma resina de permuta de ânion, os íons de cloreto são retidos nos sítios de amina protonados preferencialmente para PMI-DA. Onde este é o caso, duas colunas podem tipicamente ser fornecida emsérie, com a primeira coluna dedicada para remoção de íons de cloreto, comresina de permuta de ânion de base fraca ou forte, e o efluente da primeiracoluna passou através de uma segunda coluna compreendendo uma resinade permuta de base fraca onde os ânions de PMIDA são removidos. Cadacoluna pode ser eluída e a resina de permuta de ânion regenerada por passagem de uma solução cáustica, tipicamente hidróxido de sódio (NaOH), através da coluna.
A solução da qual PMIDA e/ou cloretos devem ser removidos épassada através da coluna na qual a permuta desejada ocorre até que a penetração do íon que deve ser removido seja observada no efluente da coluna. A penetração pode ocorrer quando a coluna inteira alcançou um nível deequilíbrio de íon de cloreto ou PMIDA conforme for o caso. Quando a saturação é abordada, a capacidade da coluna para o ânion alvo pode ser reduzida até certo ponto pela presença dos ânions de componentes que são deacidez comparável como o ânion alvo, por exemplo, fosfato e N-formilglifosato (NFG). A penetração pode ser determinada por qualquer meio convencional de detecção, incluindo, por exemplo, condutividade, absorbância de luz (254 nm), pH e outros. Em um método preferido, a penetração dePMIDA é detectada monitorando-se a condutividade do eluído da coluna.Por exemplo, como descrito no Pedido de Patente U.S. Provisional Ne60/667.783 (número do parecer do procurador MTC 6911), um potencial pode ser aplicado entre um eletrodo em funcionamento e outro eletrodo imersona coluna eluída ou uma amostra desta, e a medição é feita de uma funçãoda força consumida na conservação de uma densidade de corrente seleta,ou uma diferença potencial seleta entre os eletrodos. Alternativamente, o ponto final de um ciclo de permuta de íon pode ser praticado por controlevolumetrico da quantidade de solução aquosa, passada através da coluna(isto é, a quantidade cumulativa de licor mãe ou outra corrente contendoPMIDA passada através do leito de permuta de íon relativo ao volume doleito, tipicamente expresso em "volumes de leito".).
Após um ciclo de permuta de íon ser concluído, a coluna podeser eluída para remover o ânion que foi coletado nela.
Uma coluna na qual os cloretos foram coletados de uma corren-te do processo pode ser eluída com uma solução cáustica (por exemplo,NaOH) para regenerar os sítios de amina livres e produzir uma solução desal eluída que pode tipicamente ser descartada. O intersticial cáustico é re-movido por lavagem da coluna com água. A menos que o intersticial cáusticoseja removido, ele é reciclado para o cristalizador com impacto adverso nacristalização.
Uma coluna na qual PMIDA foi coletado de uma corrente de pro-cesso, pode ser lavada primeiro com água para deslocar o líquido do pro-cesso da coluna. Depois disso, a coluna pode ser eluída com um ácido fortepara remover PMIDA para recuperação; e então regenerada, tipicamentecom uma solução cáustica tal como NaOH, e então lavada com água pararemover intersticial cáustico. O eluído compreendendo PMIDA pode ser reci-clado para o sistema de reação de oxidação para outra conversão do PMIDApara glifosato. Os exemplos ilustrativos de ácidos que podem ser emprega-dos para eluição de PMIDA de uma coluna de permuta de íon incluem áci-dos minerais fortes tal como ou ácido clorídrico ou ácido sulfúrico. Em váriasmodalidades, a resina de permuta de íon pode ser contatada com uma solu-ção de lavagem ou múltiplas soluções de lavagem durante uma série de e-tapas de lavagem subseqüentes para eluição. As soluções de lavagem ade-quadas incluem, por exemplo, água, uma solução de tampão, uma base for-te tal como KOH, NaOH, ou NH4OH ou uma base mais fraca tal comoNa2C03.
Durante a eluição de uma coluna de permuta de íon carregadacom PMIDA, o efluente de coluna é monitorado para a base conjugada doácido forte (por exemplo, íon de cloreto quando Cl é detectado no efluente).Sob o aparecimento de cloretos, o reciclo do eluído para a etapa de oxida-ção de PMIDA é terminado, e a coluna é lavada com água, então cáustico eentão novamente água para retornar ao estado de amina livre. Se desejado,os tampões e/ou solventes podem ser empregados na lavagem da colunaapós a eluição, porém isto não é normalmente necessário ou útil.
A permuta de íon pode ser conduzida em temperatura ambiente 1 ou temperatura elevada. Mais particularmente, o licor mãe da centrífuga decristalizador evaporativo 121 (e/ou 137) pode ser tratado por resina de permuta de íon sem aquecimento ou esfriamento antes da introdução na colunade permuta de íon. Tipicamente, esta corrente tem uma temperatura na faixade cerca de 45° a cerca de 85°C, mais tipicamente cerca de 55° a cerca de75°C. As dimensões da coluna e taxas de fluxo através da coluna são governadas por princípios de desígnio de coluna padrão e podem ser determinadas facilmente por alguém versado na técnica.
Se desejado, uma terceira coluna pode ser provida a jusante dacoluna de PMIDA para recuperação de glifosato através da permuta de íon.Veja, por exemplo, o processo como descrito na Patente U.S. NQ 5.087.740que está aqui expressamente incorporada por referência.
Em várias modalidades, ainda uma outra coluna de permuta deíon pode ser fornecida para recuperação de platina ou outro metal nobre quepossa ter sido lixiviado do catalisador empregado na oxidação de PMIDA.
Um tal processo para recuperação de metal nobre por permuta de íon é descrito no Pedido de Patente U.S. de co-pendência e co-designado NQ11/273.410, depositado em 14 de novembro de 2005, intitulado RECOVERYOF NOBLE METALS FROM AQUEOUS PROCESS STREAMS (número doparecer do procurador MTC 6909.1), que também é incorporado expressamente aqui por referência. Preferivelmente, a permuta de íon para recuperação de metal nobre é conduzida a montante do permutador de íon empregado para separação de PMIDA ou remoção de cloretos.
Em um processo contínuo tal como aquele ilustrado na figura 1,um par de colunas de permuta de íon pode ser provido em paralelo para cada operação de permuta de íon que é conduzida como parte do processo.Desta maneira, uma coluna pode ser empregada para remoção de ânionalvo ao mesmo tempo em que a outra está sendo eluída e regenerada.Embora a permuta de íon tenha sido descrita acima com refe-rência às colunas de permuta de íon, a resina pode ser alternativamente adi-cionada diretamente com agitação como um reagente de fase sólida à cor-rente do processo da qual o PMIDA (ou outro ânion alvo) deve ser removido.
As operações de permuta de íon foram descritas acima com referência aosprocessos contínuos descritos nas Figuras 1 e 2. A remoção de PMIDA emexcesso por permuta de íon é também útil em urrfesquema de recuperaçãode produto de glifosato simplificado no qual toda solução de reação do pro-duto é direcionada a um único estágio de recuperação de glifosato tal comoum único cristalizador evaporativo. Um único cristalizador pode ser empre-gado tipicamente onde a reação de oxidação é administrada em um modode batelada. Em um tal processo, os cristais de glifosato são separados dasuspensão de cristalização por centrifugação ou filtração, e o licor mãe étipicamente reciclado para o cristalizador. Em operações prolongadas, umafração de licor mãe é purgada para remover as impurezas. A permuta de íonpara remoção de PMIDA do licor mãe permite a redução da fração de purganecessária para fornecer uma determinada especificação de PMIDA no pro-duto de glifosato. Além disso, o PMIDA que é removido pode ser recuperadopor eluição como descrito acima e reciclado para o reator de oxidação.
A figura 3 ilustra um sistema de permuta de íon exemplar, situa-do, por exemplo, na corrente 131 da figura 1 ou 2, a montante da purga 133.Como ilustrado, o sistema compreende três colunas em série, uma colunade recuperação de platina (ou outro metal nobre) 201, uma coluna de remo-ção de cloreto 203 e uma coluna de remoção de PMIDA 205. A coluna 201compreende uma zona de adsorção que pode compreender carbono ativa-do, ou mais tipicamente uma resina de permuta de ânion de base fraca, re-sina de permuta de ânion de base forte, resina de permuta de cátion de áci-do forte, resina de permuta de cátion de ácido fraco, resina de quelação, ouem alguns casos, misturas destes. As resinas específicas úteis na recupera-ção de platina solubilizada são descritas na U.S. N9 de Série 11/273.410(número do parecer do procurador MTC 6909.1), expressamente incorpora-do aqui por referência. Preferivelmente, uma resina de quelação é emprega-da. A coluna 203 compreende uma zoa de permuta de ânion que contémuma resina do tipo descrito anteriormente para remoção de cloretos, e a co-luna 205 compreende uma zona de permuta de ânion que contém uma resi-na do tipo descrito para a remoção de PMIDA.
Embora somente uma única coluna, seja descrita para cada ope-ração de recuperação ou remoção na figura 3, tipicamente pelo menos umpar de colunas é fornecido em paralelo em cada estágio para permitir queuma coluna seja eluída, regenerada, e lavada ao mesmo tempo em que aoutra está em operação para remoção de Pt, Cl" ou PMIDA, respectivamen-te. As condições de operação para coluna 201 são descritas em U.S. N- deSérie 11/273.410. Como também descrito no pedido '410, a penetração dometal nobre da coluna 201 pode ser detectada por ICP-MS, ICP-OES, ouAA. Um dispositivo de condutividade simples é eficaz para determinar a pe-netração de cloreto da coluna 203 ou 205.
Ao mesmo tempo em que a figura 3 descreve as colunas sepa-radas (ou pares de coluna) em série para remoção de cloreto e remoção dePMIDA, respectivamente, as duas colunas funcionam como um único siste-ma de adsorção tanto quanto os fenômenos de adsorção estão envolvidos,pelo menos no caso onde as propriedades de permuta de íon das resinasempregadas nas colunas 203 e 205 são substancialmente as mesmas. Emtodo caso, todos os componentes adsorvíveis da solução são inicialmenteadsorvidos na coluna 203 porém PMIDA é deslocado progressivamente porCl" quando a coluna torna-se carregada. O PMIDA dessorvido de ou pas-sando através da coluna 203 é adsorvido na resina de permuta de ânion nacoluna 205. Quando a coluna 203 (ou uma zona de adsorção corresponden-te dentro de uma única coluna) é carregada com cloreto, os íons posterioreseventualmente se decompõem no efluente da coluna 203 (ou zona corres-pondente) e começam a deslocar o PMIDA da coluna 205 (ou uma zona deadsorção a jusante correspondente de uma única coluna). A separação doleito de adsorção em duas colunas facilita o monitoramento da onda de clo-reto e a programação de regeneração da resina de permuta de ânion paraoperações prolongadas. A penetração da coluna 205 pode resultar de qual-quer saturação da resina nesta com PMIDA ou deslocamento de PMIDA porcloreto. Em qualquer caso, a penetração pode ocorrer antes que o carregamento de PMIDA máximo seja realizado, com o conteúdo de PMIDA do efluente progressivamente aumentando quando a saturação de coluna é abordada, aumentando ao nível na corrente do licor mãe de entrada quando asaturação é alcançada. Onde cloreto desloca PMIDA, o carregamento dePMIDA alcança um máximo e então começa a declinar quando é deslocadopor cloreto. No sistema descrito na figura 3, esta condição pode ser evitadase a coluna 203 for regenerada assim que a penetração de cloreto tiver sido observada. Em qualquer caso, os operadores de processo podem identificarum equilíbrio ideal entre a eficiência da remoção de PMIDA e carregamentode coluna.
Independente se os íons de PMIDA e cloreto são removidos emleitos de adsorção fisicamente separados em série ou em um único leito deadsorção, o sistema de adsorção pode ser considerado compreender duaszonas de adsorção distintas, uma na qual os cloretos estão sendo adsorvidos e outra na qual PMIDA está sendo adsorvido. Entretanto, o tamanho elocal destas zonas de adsorção não são estáticas. O limite entre as zonas semove quando a onda de cloreto avança no deslocamento de PMIDA da resina.
Mostrado em 207 é um dispositivo eficaz para sentir a penetração de PMIDA de coluna 205. O dispositivo compreende um par de eletrodos imersos na corrente que sai da coluna ou uma amostra destes, e é controlado para manter uma densidade de corrente seleta ou impor uma voltagem seleta ou esquema de voltagens entre os eletrodos. Onde o dispositivoé controlado para manter uma densidade de corrente seleta, a penetraçãode PMIDA é refletida em uma queda, tipicamente uma queda relativamenteabrupta na voltagem requerida para manter a densidade de corrente seleta.Onde uma voltagem seleta, ou séries programadas de voltagens é imposta, a penetração de PMIDA é indicada por um aumento significante na correntea uma voltagem que é suficiente para oxidação eletrolítica de CiS e PMIDAporém não para glifosato residual. As descrições detalhadas dos dispositivosque funcionam nestas bases são apresentadas no pedido provisional de pa-tente U.S. de co-pendência Ne 60/667.783 (número do parecer do procura- <dor MTC 6911), que está aqui expressamente incorporado por referência.
Logo que quaisquer das colunas 201, 203 ou 205 alcançar umacondição de penetração, a introdução de licor mãe é terminada e o compo-nente de adsorvido é recuperado. No caso de coluna 205, PMIDA pode sereluído com um ácido forte tal como HCI. Ambas as colunas 203 e 205 po-dem ser regeneradas empregando um eluente cáustico, seguido por umalavagem com água, como descrito acima. O eluído de NaCI aquoso pode serdescartado. No caso da coluna 201, o componente de metal nobre pode op-cionalmente ser eluído com um eluente, por exemplo, um eluente ácido ondeas espécies de metal nobre estão presentes na forma de cátion nobre, ouum eluente cáustico onde o metal nobre está presente em um ânion. Entre-tanto, no caso de coluna 201, a recuperação mais quantitativa pode de modogeral ser alcançada por remoção da resina carregada da coluna, incinerandoa resina, e recuperando o metal nobre da cinza.
A recuperação de metal nobre na coluna 201 é tipicamente nafaixa entre cerca de 60% e cerca de 85%. Desse modo, na operação de mo-nitoramento desta coluna, "penetração" é um termo relativo, e o dispositivode detecção de penetração é calibrado para detectar um aumento no sinalacima de um nível do estatal estacionário. Em todo caso, uma porção dometal nobre é tipicamente perdida na corrente de purga 133 ou no concen-trado de sal de glifosato do produto. Onde PMIDA é removido por permutade íon para a coluna 205, descobriu-se que uma porção do metal nobre quepassa através das 201 e 203 é adsorvida na resina contida na coluna 205.Se esta coluna é regenerada ou lavada com amônia aquosa, a platina édessorvida, e no final perdida ou na corrente de purga ou por incorporaçãono produto de sal de glifosato aquoso. Entretanto, foi descrito que se a colu-na é regenerada com uma base forte tal como um hidróxido de metal alcali-no, por exemplo, NaOH ou KOH, e lavado com ou base forte ou água, asespécies de platina são tipicamente não dessorvidas, porém permanecemna coluna, desse modo permitindo a última recuperação desta fração da pia-tina por remoção e incineração da resina.
A disposição dos eluentes das colunas 203 e 205, respectiva-mente, é como descrito acima. O eluído ácido compreendendo PMIDA é re-ciclado tipicamente para o sistema de reação. Quando a regeneração pros-segue, o conteúdo de cloreto tipicamente declina na solução de regeneraçãocáustica que sai da coluna. Vantajosamente, uma porção da solução de re-generação cáustica, particularmente que sai da coluna para o fim do ciclo deregeneração, pode ser preservada e pode ser empregada em um ciclo deregeneração subseqüente na mesma coluna ou uma coluna de remoção dePMIDA paralela.
Embora uma resina de permuta de ânion que tem uma afinidadesubstancialmente mais elevada para PMIDA do que para glifosato é preferi-velmente selecionada para coluna 205, um pouco de glifosato é tipicamenteremovido junto com PMIDA do licor mãe ou outra solução que é processadana coluna. A incidência de remoção de glifosato pode ser relativamente sig-nificante quando a coluna contém resina fresca ou recentemente regenera-da. Quando PMIDA se acumula na coluna, a fração de glifosato se movepara baixo (ou em todo caso para a saída da coluna) de uma maneira similarà operação de uma coluna cromatográfica. Em uma modalidade alternativado processo, o efluente da coluna 205 pode ser monitorado não somentepara PMIDA porém também para glifosato. Quando a coluna é carregadacom PMIDA, o glifosato penetra primeiro. Quando a coluna é eluída, umafração de glifosato cai primeiro e pode ser segregada para reciclo, por e-xemplo, para o cristalizador evaporativo. Antes da eluição, a coluna é lavadapara remoção de glifosato residual capturado nos espaços intersticiais entreas contas de resina. O conteúdo de glifosato da solução de lavagem tambémpode ser suficiente para justificar o reciclo para o cristalizador evaporativo.
Onde a operação da coluna 205 é monitorada pelo uso do dis-positivo 207, a voltagem limiar na qual uma densidade de corrente significan-te é realizada pode ser observada primeiro declinar para um valor refletivoda oxidação de glifosato. Tal voltagem limiar substancialmente prevalece atéas abordagens de penetrações de PMIDA. Durante a eluição, um requeri-mento ou resposta de voltagem similar deveria ser observado durante a eluição da fração de glifosato que pode ser direcionada, por exemplo, para umtanque de alimentação para o cristalizador evaporativo. Quando a voltagemrequerida para manter uma densidade corrente alvo declina para um valorrefletivo da oxidação de PMIDA, o eluído pode ser redirecionado para o reciclo para o reator, ou alternativamente para a purga.
De acordo com uma alternativa adicional para recuperação deglifosato, uma coluna carregada tanto com glifosato quanto PMIDA pode serinicialmente eluída com uma base relativamente fraca tal como isopropilami na ("IPA") para remover o glifosato relativamente fracamente sorvido na forma do sal. Opcionalmente e preferivelmente, o IPA líquido limpo pode serempregado para a eluição, que produz um eluído consistindo em uma solução relativamente concentrada do sal de IPA de glifosato. Este eluído pode ser direcionado para a neutralização e tanque de misturando 127 e empregado diretamente na produção de concentrados de glifosato de IPA aquosos.
De acordo com um processo alternativo adicional, como mencionado acima, outra coluna compreendendo uma zona de permuta de íoncompreendendo uma resina eficaz para sorção de glifosato, tipicamente umacoluna de permuta de íon adicional, pode ser fornecida a jusante de coluna205. Esta coluna não é mostrada na figura 3 mas pode ser posicionada parareceber a corrente do processo que foi passada em séries através das colunas 203 e 205, ou em séries através das colunas 201, 203 e 205.
Reator de Acabamento no Processo de Recuperação do Produto
De acordo com uma alternativa adicional, PMIDA pode ser removido das correntes do processo de recuperação do produto por oxidaçãocatalítica para glifosato. Além de ou em vez de um reator de acabamentocomo descrito acima na série de reação principal, o reator de polimento podeser posicionado em uma ou mais correntes do processo em um sistema de
recuperação do produto do tipo ilustrado na figura 1. Por exemplo, um talreator pode ser posicionado na corrente de alimentação para o cristalizadorevaporativo 111 (como um reator de polimento de pré-recuperação), na cor-rente de licor mãe 131 que sai da centrífuga do cristalizador evaporativo 121(e/ou 137), ou em outro lugar no processo.
Tal outro reator de acabamento pode opcionalmente ser operadocom somente um catalisador de carbono. Além disso, uma vez que somentea oxidação marginal é envolvida, os efeitos térmicos são mínimos, tornandopelo menos potencialmente vantajoso operar o reator como um reator defluxo com um leito fixo do catalisador, desse modo realçando a força motrizpara extinção substancial de PMIDA. Onde o reator é colocado na corrente131, à frente da corrente de purga, o efeito na produção total da oxidaçãomarginal de glifosato para AMPA é mínimo. Os sistemas de reação de oxi-dação para preparação de soluções de reação de glifosato por oxidação ca-talítica de um substrato de PMIDA incluindo os reatores de polimento de pré-recuperação ou acabamento, são descritos por Haupfear e outros em Publi-cação do Pedido de Patente U.S. NQ U.S. 2002/0068836 A1, os conteúdostotais dos quais está aqui incorporado por referência.
Operações do Cristalizador
As opções de processo eficazes para produzir um produto deconteúdo de PMIDA relativamente baixo têm implicações para a operaçãodo cristalizador evaporativo 111. Descobriu-se que PMIDA funciona comoum solubilizador para glifosato. Desse modo, onde o sistema de reação éoperado sob tais condições como para produzir uma solução de reação doproduto filtrado de conteúdo de PMIDA relativamente baixo, e/ou onde a so-lução de reação filtrada é passada através de um reator de acabamento paraoutra conversão de PMIDA para glifosato, e/ou de onde PMIDA é removidodo licor mãe de reciclo por permuta de íon, a solubilidade de glifosato no li-cor mãe de reciclo pode ser reduzida. Em uma determinada pressão do sis-tema, uma relação de PMIDA/glifosato menor faz com que a cristalizaçãocomece em temperatura relativamente mais baixa, o que pode resultar nasujeira das superfícies de trocador de calor laterais do processo em ou as-sociada com o cristalizador evaporativo.
A figura 4 ilustra um sistema de cristalização evaporativa modifi-cado para acomodar baixo conteúdo de PMIDA na solução de alimentaçãosem sujeira excessivas das superfícies do trocador de calor. No sistema dafigura 4, o cristalizador 109 compreende um separador de vapor/líquido 301,um trocador de calor externo 303, e uma bomba de circulação centrífuga ouaxial 305 e linha 307 para circulação do suspensão de cristalização entre oseparador de vapor/líquido através do trocador de calor. Um eliminador denévoa 309 na porção superior do separador de vapor/líquido ajuda a coletaro líquido levado consigo e o retorna para a fase líquida dentro do corpo doseparador. A suspensão de cristalização é extraída através da porta 311 nalinha circulação para liberação para centrífuga 121 e opcionalmente centrífu-ga 137. A sujeira do trocador de calor 303 é potencialmente atribuível aoacúmulo do glifosato nas superfícies laterais do tubo do processo, porémpode também ser atribuível à obstrução dos tubos do trocador de calor compedaços grandes de material cristalino que podem ser expelidos das pare-des do separador 301.
Também pode ser observado que o começo da cristalização emtemperatura mais baixa resulta em uma produção de cristalização realçada.Ao mesmo tempo em que este efeito pode ser vantajoso do ponto de vistade produtividade de cristalizador inicial, e marginalmente benéfico com res-peito à produção em materiais brutos, acredita-se que o conteúdo de sólidomais elevado da suspensão circulante tem um efeito adverso na transferên-cia de calor. O conteúdo de sólidos aumentado, aumenta a viscosidade efi-caz da suspensão circulante, desse modo aumentando a queda da pressãoatravés do trocador de calor. Em uma determinada cabeça de bomba limi-tante, isto resulta em uma taxa de fluxo diminuída, velocidade diminuída aolongo da lateral do processo da parede do tubo, e por conseguinte coeficien-tes de transferência de calor diminuídos. Desse modo, até mesmo semqualquer sujeira ou obstrução dos tubos, as taxas de transferência de calor eprodutividade podem ser comprometidas pelo conteúdo de sólidos mais ele-vado obtido quando a temperatura de cristalização cai com o conteúdo dePMIDA.
Em todo caso, a injeção de água na sucção de bomba circulanteimpõe uma carga de calor sensível que tende a reduzir a taxa de precipita-ção nos tubos. Embora a injeção de água não reduza a composição de estatal estacionário da fase líquida no separador de vapor/líquido, a injeção marginalmente reduz o grau de supersaturação na fase líquida que entra no trocador de calor, e pode desse modo marginalmente reduzir a tendência dostubos de sujar por outras incrustações com glifosato. Talvez mais significantemente, a injeção reduz o conteúdo de sólidos da suspensão que passaatravés do trocador de calor, desse modo reduzindo a viscosidade, e contribuindo com os coeficientes de transferência de calor e velocidade lateralaumentada do processo.
A injeção de água acima do eliminador de névoa é útil para minimizar a queda de pressão através do eliminador de névoa e controlar aextensão de cristalização nas paredes do separador. O aumento da taxa decirculação de suspensão através da bomba 303 serve para reduzir a elevação da temperatura no permutador de calor e realçar a ação de lavagem dasuspensão circulante, também contribuindo para controlar as sujeiras.
Com exceção das complicações que pode criar na operação docristalizador evaporativo, apermuta de íon funciona também para reduzir oconteúdo de cloreto e fosfato do licor mãe que circula no sistema de cristalização evaporativa. Quer como um resultado de conteúdo de fosfato e cloreto mais baixo ou de outro modo, descobriu-se que o crescimento cristalino realçado é alcançado no cristalizador evaporativo em operações onde PMIDA,e necessariamente também cloreto e fosfato, é removido pela permuta deíon. Os cristais maiores desse modo produzidos têm propriedades desidradantes superiores quando comparados com os cristais obtidos em um sistema de cristalização evaporativa onde um licor mãe de concentração de fosfato, Cl" e/ou PMIDA relativamente alto circula entre o cristalizador evaporativo e a centrifugue 121 ou 121 e 137. A produção de cristais relativamentemaiores é vantajosa na remoção de impurezas residuais, incluindo PMIDA,por separação de sólidos de licor mãe na centrífuga (s) e lavando a massa centrífuga. Foi observado também que, onde o cristalizador é operado paraconstantemente gerar partículas de glifosato relativamente grandes, o efeitoda sujeira no conteúdo de PMIDA reduzido é pelo menos parcialmente com-pensado. As superfícies do trocador de calor são de modo geral menos pro-pensas a sujar em uma operação onde o calor é transferido a uma suspen-são compreendendo partículas relativamente maiores do que em uma ope-ração onde os cristais relativamente finos são produzidos.
Esquema de Controle Programado
A presente invenção contempla o uso de essencialmente todasas combinações e permutações das várias medidas que são descritas aquiacima para redução do conteúdo de PMIDA de um produto de glifosato. Emalguns casos, pode não ser tecnicamente praticável ou economicamenteatrativo obter uma concentração de PMIDA alvo por recurso somente parataxa de fluxo de oxigênio aumentada, somente para purga aumentada, ousomente para outro único estratagema de processo delineado aqui. Aindaque certas modificações de processo tais como permuta de íon, onde justifi-cado, possam ser totalmente suficientes para obter qualquer nível de PMIDAdesejado, nesse ponto podem ainda ser vantagens na adoção de permutade íon em combinação com outras variações operacionais.
Na prática dos vários métodos da invenção, estabilidade opera-cional, otimização econômica, especificação de produto e emissão e/ou ou-tras vantagens e restrições podem ser alcançados ou obtidos através de umesquema de controle programado sob o qual uma combinação de váriasmedidas tais como fluxo de oxigênio aumentado, ajuste de purga, distribui-ção de PMIDA no meio de formas de produto plurais, condições de permutade íon, fluxos de processo, temperaturas de reator e cristalizador, pressõesde reator e cristalizador, etc, pode ser monitorada e controlada em valoresos quais obtêm uma especificação de PMIDA alvo em uma ou mais formasde produto de glifosato de acordo com um modo ideal ou operacional de ou-tra forma desejável. De acordo com um tal esquema de controle, sinaistransportando os valores correntes de vários parâmetros e os pontos de gru-po de controle para as curvas de controle para tais parâmetros podem sertransmitidos a um controlador programado o qual, em resposta a estas en-tradas, pode gerar sinais de saída para ajustar os vários pontos do grupo deacordo com um algoritmo inscrito em software controlador. Por exemplo, oalgoritmo pode ser adaptado para obter um conteúdo de PMIDA alvo emuma forma de produto de glifosato especificado em custo mínimo, e/ou emprodutividade máxima, e/ou para alcançar outras especificações de produto,e/ou para conformar-se aos padrões de emissão, etc.
Um tal programa pode ser periodicamente ajustado tal como ne-cessário para refletir mudanças em preços de matéria-prima, demanda deproduto, planejamento de produção, condições ambientais, etc.Produto de Glifosato
Através de implementação de uma ou mais das modificações eestratagemas de processo tal como descrito acima, um produto de glifosatofabricado pode ser recuperado e removido do processo em uma forma dese-jada com um conteúdo de PMIDA de menos do que, 6.000 ppm, 5.000 ppm,4.000 ppm, 3.000 ppm, 2.000 ppm, 1.000 ppm, 600 ppm ou até significante-mente mais baixo. Um produto de glifosato de tal nível de PMIDA baixo podeser produzido, por exemplo, na forma de um ácido de glifosato cristalino só-lido, ou na forma de um concentrado aquoso de sal de glifosato, tal como umsal de potássio ou isopropilamina tendo um conteúdo de glifosato de pelomenos cerca de 360 gpl de equivalente ácido, de preferência pelo menoscerca de 500 gpl de equivalente ácido, mais preferivelmente pelo menoscerca de 600 gpl de equivalente ácido.
Glifosato tendo um conteúdo de PMIDA relativamente baixo, porexemplo, não mais do que cerca de 0,45 % em peso de equivalente ácidoem uma base de equivalente ácido de glifosato, pode ser preparado atravésde qualquer de uma variedade de processos de fabricação. Vantagens co-merciais significantes resultam da preparação de glifosato através de umprocesso compreendendo a oxidação catalítica de um substrato de PMIDAtal como descrito em detalhe aqui acima. Glifosato obtido desta maneira temum conteúdo de glifosina muito baixo, tipicamente menor do que cerca de0,010 % em peso de equivalente ácido em uma base de equivalente ácidode glifosato. Ele de modo geral tem um pequeno mas aceitável conteúdo deglicina, isto é, pelo menos cerca de 0,02 % em peso de equivalente ácido talcomo também computado em uma base de equivalente ácido de glifosato.Produto de glifosato derivado de PMIDA pode também incluir pequenas, masaceitáveis concentrações de vários outros subprodutos e impurezas. Estespodem incluir por exemplo: ácido iminodiacético ou sal deste (IDA) em umaconcentração de pelo menos cerca de 0,02 % em peso de equivalente ácidoem uma base de equivalente ácido de glifosato; glifosato de N-metila ou umsal deste (NMG) em uma concentração de pelo menos cerca de 0,01 % empeso em uma base de equivalente ácido de glifosato; glifosato de N-formilaou um sal deste (NFG) em uma concentração de pelo menos cerca de 0,010% em peso de equivalente ácido em uma base de equivalente ácido de glifo-sato; iminobis (ácido metilenofosfônico) ou um sal deste(iminobis) em umaconcentração de pelo menos cerca de 0,010 % em peso de equivalente áci-do em uma base de equivalente ácido de glifosato e ácido N-metilaminometilfosfônico (MAMPA) ou um sal deste em uma concentraçãode pelo menos cerca de 0,010 % em peso de equivalente ácido em uma ba-se de equivalente ácido de glifosato.
Estas proporções relativas de modo geral aplicam-se indepen-dente da forma do produto de glifosato, isto é, independente de se ele estána forma de ácido de glifosato de estado sólido ou uma solução líquida a-quosa concentrada compreendendo um sal de glifosato tal como, por exemplo, um sal de potássio, isopropilamina, monoamônio ou diamônio. Concen-trados aquosos preferidos compreendem pelo menos cerca de 360 gramaspor litro de glifosato em uma base de equivalente ácido, com concentraçõesmenores proporcionais dos subprodutos e impurezas comuns tal como lista-do acima.
Outros limites e faixas detalhados para IDA, NMG, AMPA, NFG,iminobis, e MAMPA são apresentados abaixo. Todos são expressos em umabase de equivalente ácido com relação a um equivalente ácido de glifosato.
Mais tipicamente, o conteúdo de IDA pode estar entre cerca de0,02 % em peso e cerca de 1,5 % em peso, por exemplo, entre cerca de0,05 % em peso e cerca de 1,0 % em peso de uma base de equivalente áci-do de glifosato. De preferência, o conteúdo de IDA não é mais do que cercade 0,58 % em peso, não mais do que cerca de 0,55 % em peso, ou não maisdo que cerca de 0,50 % em peso na mesma base. Na maioria das operações, o produto obtido tem um conteúdo de IDA entre cerca de 0,1 e cercade 0,58 % em peso, entre cerca de 0,1 e cerca de 0,55 % em peso, entrecerca de 0,02 e cerca de 0,55 % em peso, ou entre cerca de 0,1 e cerca de0,50 % em peso.
De modo geral, o conteúdo de NMG é entre cerca de 0,02 e cerca de 1,5 % em peso, por exemplo, entre cerca de 0,02 e cerca de 1,0 % empeso, ou entre cerca de 0,070 e cerca de 1 % em peso em uma base de equivalente ácido de glifosato. De preferência, o conteúdo de NMG não émais do que cerca de 0,55 % em peso ou não mais do que cerca de 0,50 %em peso.
O produto de glifosato também tipicamente contém ácido aminometilfosfônico ou um sal deste (AMPA) em uma concentração que podeser incrementalmente maior do que aquela de produtos de glifosato os quaistêm conteúdo de PM IDA residual relativamente elevado. Por exemplo, o conteúdo de AMPA pode variar entre cerca de 0,15 e cerca de 2 % em peso,mais tipicamente entre cerca de 0,2 e cerca de 1,5 % em peso de ácido aminometilfosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácido de glifosato. Na maioria dos exemplos, o conteúdo de AMPA é pelo menos decerca de 0,30 % em peso da mesma base.
O conteúdo de NFG é ordinariamente entre cerca de 0,01 e cerca de 1,5 % em peso, por exemplo, entre cerca de 0,03 e cerca de 1,0 % empeso, mais tipicamente entre cerca de 0,010 e cerca de 0,70 % em peso deuma base de equivalente ácido de glifosato. É de modo geral preferido que oconteúdo de NFG seja não mais do que cerca de 0,70 % em peso, não maisdo que cerca de 0,60 % em peso, não mais do que cerca de 0,50 % em peso, não mais do que cerca de 0,40 % em peso, ou não mais do que cerca de0,30 % em peso da mesma base.
Tipicamente o conteúdo de iminobis do produto de glifosato éentre cerca de 0,1 e cerca de 1,5 % em peso, por exemplo, entre cerca de0,2 e cerca de 1,0 % em peso de uma base de equivalente ácido de glifosato. De preferência, o conteúdo de iminobis é não mais do que cerca de 0,8 %em peso de iminobis(ácido metilenofosfônico), normalmente entre cerca de0,2 e cerca de 0,8 % em peso da mesma base.
O conteúdo de MAMPA é ordinariamente entre 0,1 cerca de ecerca de 2 % em peso, por exemplo, entre 0,15 cerca de e cerca de 1,0 %em peso de uma base de equivalente ácido de glifosato. Mais tipicamente, oconteúdo de MAMPA é pelo menos de cerca de 0,25 % em peso de MAMPAda mesma base. A maioria do produto derivado de PMIDA compreende entre cerca de 0,25 e cerca de 0,6 % em peso de MAMPA.
Ainda que os níveis típicos destas várias impurezas e subprodutos sejam incoerentes tanto quanto a função, o uso e manuseio do produtode glifosato são relacionados, eles servem como marcadores os quais distinguem um produto produzido através de oxidação catalítica de PMIDA deproduto de glifosato tal como produzido através de outros processos. A presença de tais impurezas e subprodutos nas porções superiores das faixas acima descritas têm algum impacto mensurável em rendimentos de processo de fabricação, e desta forma em custo de fabricação de produto.Outros Processos de Fabricação de Glifosato
Produto de glifosato de baixo conteúdo de PMIDA pode tambémser fabricado através de processos que usam substratos tais como AMPA ou glicina. Cada um destes processos gera um perfil de subprodutos e impurezas que é um tanto diferente daquele do processo de oxidação de PMIDA.Por exemplo, o produto do processo de glicina mais tipicamente contém glifosina em uma concentração maior do que cerca de 0,010 % em peso, maistipicamente pelo menos cerca de 0,1 % em peso, e mais tipicamente na faixa de cerca de 0,3 a cerca de 1 % em peso, totalidade de uma base de equivalente ácido de glifosato. O produto do processo com base em AMPApode ter uma fração modesta a significante de AMPA não reagida, ainda queo produto do processo de PMIDA possa ter um conteúdo de AMPA comparável, especialmente quando o segundo é operado para minimizar PMIDA residual e o primeiro para minimizar AMPA residual. O conteúdo de glicinado produto de processo de AMPA é de modo geral significantemente inferiordo que 0,02 % em peso de uma base de equivalente ácido de glifosato.De acordo com uma modalidade alternativa da presente inven-ção, glifosato de baixo conteúdo de PMIDA pode ser produzido de glicina,por exemplo, através de um processo tal como descrito na Patente U.S. Ns4.486.359, o qual é expressamente incorporado em sua totalidade aqui porreferência. Neste processo, glicina é inicialmente reagida com paraformalde-ído na presença de trietilamina para produzir N,N-bis(hidroximetil)glicina. Areação é conduzida em um meio de metanol, tipicamente em temperatura derefluxo de MeOH (isto é, cerca de 65°C). O intermediário de N,N-bis(hidroximetil)glicina é reagido com fosfito de dimetila para produzir uméster, o qual a patente acima mencionada caracteriza como o éster de metilade glifosato. O éster é hidrolisado em HCI a ácido de glifosato. Este produtode modo geral tem um conteúdo de glifosina em excesso de 0,010 % empeso, mais tipicamente entre cerca de 0,05% e cerca de 2% em uma basede equivalente ácido de glifosato. Fontes comerciais de glifosato de proces-so de glicina podem comumente conter entre cerca de 0,2% e cerca de 1,5%em peso de glifosina e entre cerca de 0,05% e cerca de 0,5% em peso glici-na, mais tipicamente entre cerca de 0,3 e cerca de 1% em peso de glifosinae entre cerca de 0,1 e cerca de 0,3% em peso de glicina, totalidade de umabase de equivalente ácido de glifosato.
Em uma alternativa ao processo de Patente dos Estados UnidosN9 4.486.359, Pedido Publicado Japonês Hei 9-227583 (pedido no. Hei-9-6881) descreve um processo no qual a reação entre paraformaldeído e glici-na pode ser conduzida na presença de tributilamina em vez de trietilamina, eo éster intermediário pode ser hidrolisado em um meio alcalino tal como Na-OH em vez de em meio acídico tal como HCI. A publicação de patente Japo-nesa relata que a hidrólise de base pode produzir um produto de conteúdode glifosina menor do que o produto do processo de Patente U.S. Ne4.486.359.
Na condução do processo, a fonte de formaldeído, de preferên-cia paraformaldeído é misturada com um meio de reação compreendendoálcool d a C4 em temperatura moderadamente elevada, tributilamina é adi-cionada à solução resultante e a mistura de preferência agitada em cerca de35° a 50°C durante tipicamente 30 a 60 minutos. Glicina é adicionada aomeio de álcool em uma proporção a qual de preferência assegura uma rela-ção molar de formaldeído para glicina de cerca de 1 a 5, e a glicina é de pre-ferência completamente dissolvida no meio. De preferência, a relação molarde tributilamina para glicina é de cerca de 0,5 a cerca de 3. A temperatura émantida pelo menos cerca de 30°C, de preferência entre cerca de 50° e cer-ca de 60°C durante tipicamente cerca de 10 a 60 minutos, resultando emreação de glicina com formaldeído para formar o sal de tributilamina de N-metilolglicina. Um dialquilfosfito, por exemplo, dimetilfosfito, é em seguidaadicionado à solução sob agitação em elevada temperatura, de preferênciapelo menos cerca de 50°C, mais tipicamente cerca de 65° a cerca de 80°C,convenientemente sob refluxo de álcool, de preferência em uma relação mo-lar para N-metiloIglicina de cerca de 0,6 a cerca de 2,0. Dialquilfosfito con-densa-se com o sal de tributilamina de N-metiloIglicina para produzir um és-ter intermediário descrito na publicação de patente Japonesa como o ésterde dialquila do sal de carboxilato de tributilamina de glifosato. Adição de umabase forte tal como NaOH, a esta solução saponifica o éster, libera tributila-mina e forma o sal de Na de glifosato. A mistura de reação separa-se emduas fases líquidas, produzindo uma camada superior contendo tributilaminae uma camada inferior compreendendo uma solução de sal de Na ou K deglifosato. Tributilamina pode ser recuperada da camada superior para reci-clar. A camada inferior pode ser acidificada para cristalizar ácido de glifosa-to.
De acordo com a presente invenção, a hidrólise alcalina podeser conduzida com uma base forte compreendendo um contracátion deseja-do tal como, por exemplo, KOH, como uma etapa na preparação de um con-centrado aquoso do sal de potássio de glifosato. Onde a separação de faseé realizada sob condições que asseguram divisão substancialmente quanti-tativa de tributilamina à camada superior, a camada inferior pode ser usadadiretamente na preparação de um concentrado de glifosato aquoso compre-endendo o sal de potássio. Alternativamente, o sal de glifosato pode ser aci-dificado para precipitar ácido de glifosato, e o ácido de glifosato separadoatravés de filtragem ou centrifugação e lavado, e a massa úmida de glifosatolavada ressuspensa com água e base para produzir o sal desejado. No se-gundo processo, a vantagem do uso de KOH para a conversão de éster in-termediário a sal de glifosato é diminuída. Onde trietilamina é usada como aalquilamina, ela pode ser quantitativamente removida através de destilaçãodo hidrolisado, o qual pode em certos exemplos facilitar preparação direta deum concentrado do sal de glifosato da base usada para a conversão do ésterintermediário. De preferência, o concentrado compreende pelo menos cercade 360 gpl de glifosato em uma base de equivalente ácido.
Independente de se o concentrado de glifosato aquoso ou sólidoé preparado de glifosato produzido através de oxidação de PMIDA ou deglifosato produzido de glicina ou outro material de partida, os concentradosda invenção incluem concentrados de contracátion misturados compreen-dendo qualquer combinação de sal de monoamônio, diamônio, isopropilami-na, potássio, dipotássio, sódio, monoetanolamina, etilamina, etilenodiamina,n-propilamina, hexametilenodiamina ou trimetilsulfônio. Uma combinaçãopreferida pode compreender potássio, ou uma mistura de potássio e sal deisopropilaminas, em que cada um de potássio e isopropilamina está em umarelação de mol para glifosato entre cerca de 0,1 e cerca de 0,9. Em um talconcentrado, a relação de mol de isopropilamina para potássio pode ser en-tre cerca de 0,1 e cerca de 0,9, em certas modalidades entre cerca de 0,2 ecerca de 0,8, e em certas modalidades particulares entre cerca de 0,3 e cer-ca de 0,7. Em tais concentrados de contracátion misturados, a relação demol da soma de isopropilamina e potássio para glifosato pode tipicamenteestar entre cerca de 0,7 e cerca de 1,2.
Até onde é conhecido, glifosato não foi fabricado em uma escalacomercial nos Estados Unidos usando tributilamina e/ou um processo dehidrolise alcalina. No entanto, entende-se que este processo pode ser capazde produção de um produto de glifosato da presente invenção, modalidadespreferidas das quais contêm concentrações relativamente baixas de glifosi-na. Por exemplo, entende-se que o processo de hidrolise alcalina pode serconduzido de uma maneira eficaz para produzir um produto de glifosato con-tendo glifosinain a proporção entre cerca de 0,05 a cerca de 0,8 % em peso,cerca de 0,05 a cerca de 0,6 % em peso, cerca de 0,05 a cerca de 0,5 % empeso ou cerca de 0,05 a cerca de 0,4 % em peso, cerca de 0,1 a cerca de0,8 % em peso, cerca de 0,1 a cerca de 0,6 % em peso, 0,1 a 0,5 % em peso, 0,1 a 0,4 % em peso ou cerca de 0,1 a 0,3,% em peso de base de equivalente ácido de glifosato. Tal produto pode tipicamente conter glicina emuma concentração entre cerca de 0,05 e cerca de 4 % em peso, mais tipi-camente entre cerca de 0,05 e cerca de 2 % em peso, ou entre cerca de 0,1e cerca de 0,5 % em peso em uma base de equivalente ácido de glifosato.
Tal como notado acima, concentrados líquidos aquosos compreendendo sais agronomicamente aceitáveis de glifosato de preferência contêm um tensoativo que promove penetração do herbicida na folhagem daplanta. Tensoativos catiônicos são de modo geral preferidos, mas tensoativos não iônicos e combinações de catiônicos e tensoativos não iônicos sãotambém vantajosos. Tensoativos catiônicos particularmente preferidos incluem alquilamina alcoxilada, eteraminas alcoxiladas, ésteres de fosfato alcoxi-lados, e combinações destes. Será entendido que a presente invenção abrange cada um de todos dos vários produtos de glifosato com base em glicina e com base em PMIDA, e outros descritos ou referidos acima em combinação com tais tensoativos ou combinações de tensoativos.
Para fornecer uma fonte comercial confiável de glifosato tendoum conteúdo de PMIDA residual relativamente baixo, é necessário ou operaro processo de fabricação em uma base prolongada para consistentementeproduzir produto de glifosato de baixo conteúdo de PMIDA, ou para segregarproduto de operações designadas a fim de acumular quantidades comerciaisde baixo produto de PMIDA.
Ainda que produtos de glifosato tendo um baixo conteúdo dePMIDA fossem incidentalmente produzidos em uma base transitória durantepartida de uma facilidade de fabricação para a oxidação catalítica de PMIDAa glifosato, ou em operação bem abaixo da capacidade taxada, os processos da técnica anterior não foram eficazes para a preparação de um baixoproduto de PMIDA de glifosato em uma base contínua durante operaçõesem estado estável ou em capacidade próxima. Desta forma, cada um dosvários produtos de glifosato da invenção abrange um lote, ciclo, carregamen-to, segregado, campanha ou fornecimento de produto de glifosato tal comoproduzido através de um processo capaz de manutenção de um baixo con-teúdo de PMIDA em uma base contínua. De acordo com a presente inven-ção, tal lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento com-preende uma quantidade de ácido de glifosato de estado sólido, ou soluçãoaquosa concentrada de sal de glifosato, compreendendo pelo menos 1500toneladas métricas, de preferência pelo menos cerca de 3000 toneladas mé-tricas de glifosato em uma base de equivalente ácido de glifosato.
Para propósitos desta invenção, um "lote" pode ser consideradouma quantidade designada de produto de glifosato que é produzido sobcondições de processo substancialmente consistentes em uma facilidade defabricação particular durante um período definido de operações ou duranteum período designado de tempo. A produção do lote pode ser interrompidapara produção de outro produto de glifosato ou não produto de glifosato, oupurga de impurezas do processo, mas não de outra forma através de substi-tuição de catalisador, virada ou operações de partida. Glifosato pode serproduzido de acordo com vários diferentes processos, alguns do quais (porexemplo, um processo compreendendo a oxidação catalítica de fase aquosade PMIDA) podem ser conduzidos em ou um modo de batelada ou contínuona etapa de oxidação e/ou ou na recuperação de glifosato através de crista-lização deste de um meio aquoso. Com referência a um processo compre-endendo uma reação de batelada e/ou operação de cristalização de glifosatode batelada, entende-se que um lote pode compreender o produto de umapluralidade de bateladas.
Um "ciclo" é quantidade de produto de glifosato feito em umafacilidade de fabricação particular em operações contínuas ou consecutivasdurante um período designado sem interrupção para manutenção, substitui-ção de catalisador, ou carregamento de catalisador. Ele pode incluir tantopartida quanto operações em estado estável. Com referência a uma reaçãode batelada e/ou operação de cristalização de glifosato de batelada, enten-de-se que um ciclo pode compreender o produto de uma pluralidade de ba-teladas.
Uma "campanha" é uma série de ciclos conduzida durante umperíodo identificável de tempo durante o qual os ciclos podem ser interrom-pidos por outros ciclos não parte da campanha ou por purga de impurezas,ou para manutenção, mas não por virada ou substituição de catalisador. Nãomais do que um dos ciclos podem incluir operações de partida; forneceu, noentanto, que mais do que um dos ciclos podem compreender operação emuma taxa maior do que 30% abaixo da capacidade estabelecida. Compare adescrição de operações de partida tal como apresentado a seguir.
Um "carregamento" é uma quantidade comercial de produto deglifosato transportada a um cliente ou usuário particular em ou uma únicaunidade, única combinação de unidades, consecutivas unidades, ou conse-cutivas combinações de unidades sem interrupção por transporte de umaquantidade comercial de um produto de conteúdo de PMIDA de glifosato demédio materialmente diferente em uma base de equivalente ácido de glifosa-to ao mesmo usuário ou cliente. Um conteúdo de PMIDA materialmente dife-rente é conteúdo de PMIDA que é ou maior do que 0,15 % em peso maiordo que o conteúdo de PMIDA médio do carregamento em uma base de e-quivalente ácido de glifosato, maior do que 35% maior do que o conteúdo dePMIDA médio do carregamento em uma base de PMIDA, ou é acima de4500 ppm em uma base de equivalente ácido de glifosato.
Um "fornecimento" é uma série de carregamentos que pode serinterrompida por outros carregamentos de produto de glifosato a outros cli-entes ou usuários.
Um "segregado" é uma quantidade de produto de glifosato que éisolada de outro produto de glifosato produzido na mesma facilidade de fa-bricação durante o mesmo período de tempo (isto é, o tempo durante o qualo segregado é produzido). O segregado pode ser produzido em diferentesciclos, e pode ser distribuído entre diferentes carregamentos ou diferentesfornecedores.
Operações de partida são operações que são conduzidas emuma facilidade de fabricação na qual produto de glifosato não foi previamen-te produzido, ou diretamente seguindo interrupção da produção de produtode glifosato e remoção de uma fração substancial do inventário de líquidosde processo contidos em equipamento de processo, com o efeito de diminui-ção do inventário total de subprodutos e impurezas na facilidade de proces-so por pelo menos 25 % em peso. Impurezas e subprodutos incluem PMIDA,IDA, AMPA, NMG, NFG, iminobis(ácido metilenofosfônico), MAMPA, ácidofórmico, NMIDA, glicina e glifosina. Para propósitos desta invenção, opera-ções em uma taxa que seja maior do que 30% abaixo da capacidade corren-temente estabelecida de uma facilidade de fabricação é também julgadodentro do âmbito de operações de partida.Outras Definições
A não ser que de outra forma notado, termos e abreviações de-vem ser entendidas de acordo com uso convencional por aqueles de ordiná-ria versatilidade na relevante técnica. Definições de termos comuns em bio-logia molecular podem também ser encontradas em Rieger e outros, Glos-sary of genetics: Classical and Molecular, 5th edition, Springer-Verlag: NewYork, 1991; e Lewin, Genes V, Oxford University Press: New York, 1994. Anomenclatura para bases de DNA tal como apresentado em 37 CFR § 1.822é usada.
"Afinidade" tal como usado aqui quer dizer a tendência de umaresina de permuta de íon complexar-se com outras espécies, tais comoPMIDA ou glifosato, sob as condições de processo existentes, incluindo acombinação particular de ácidos, solventes, e outros ingredientes que estãopresentes.
Quando um "número médio" máximo ou mínimo é recitado aquicom referência a um aspecto estrutural tal como unidades de oxietileno ouunidades de glicosídeo, será entendido por aqueles versados na técnica queo número inteiro de tais unidades em moléculas individuais em uma prepa-ração de tensoativo tipicamente varia durante uma faixa que pode incluirnúmeros inteiros maiores do que a máxima ou menor do que o "número mé-dio" mínimo. A presença em uma composição de moléculas tensoativas indi-viduais tendo um número inteiro de tais unidades fora da faixa estabelecidaem "número médio" não remove uma composição do escopo da presenteinvenção, já que o "número médio" está dentro da faixa estabelecida e ou-tros requerimentos são alcançados.
Um "evento" transgênico é produzido por transformação de umacélula de planta com DNA heterólogo, por exemplo, uma construção de áci-do nucléico que inclui um transgene de interesse; regeneração de uma po-pulação de plantas resultante da inserção do transgene no genoma da célulade planta, e seleção de uma planta particular caracterizada por inserção emum local de genoma particular. O termo "evento" também refere-se à plantatransformante original e progênie do transformante que inclui o DNA heteró-logo.
"Exógeno" refere-se a materiais originando-se de fora de um or-ganismo ou célula. Isto tipicamente aplica-se às moléculas de ácido nucléicousadas em produção transformada ou células e plantas hospedeiras trans-gênicas.
"Ramificação frutificante" refere-se a uma ramificação reproduti-va de uma planta de algodão na qual a fruta (capulho) aparece e tipicamentenasce no quarto até oitavo nó de planta.
O termo "gene" refere-se ao DNA cromossômico, DNA de plas-mídeo, cDNA, sintético DNA, ou outro DNA que codifica um peptídeo, poli-peptídeo, proteína, ou molécula de RNA, e regiões flanqueando a seqüênciade codificação envolvida na regulação de expressão.
"Glifosato tolerante" refere-se a uma planta exibindo efeitos fito-tóxicos reduzidos de aplicação de glifosato (por exemplo, N-(fosfonometil)glicina ou um sal deste) na planta.
Eficácia herbicida é um dos efeitos biológicos que podem serrealçados através desta invenção. "Eficácia herbicida," tal como usado aqui,refere-se a qualquer medida observável de controle de crescimento de plan-ta, a qual pode incluir uma ou mais das ações de (1) matança, (2) inibição decrescimento, reprodução ou proliferação, e (3) remoção, destruição, ou deoutra forma diminuição da ocorrência e atividade de plantas. Os dados deeficácia herbicida apresentados aqui relatam "controle" como uma porcenta-gem seguindo um procedimento padrão na técnica a qual reflete uma avalia-ção visual de mortalidade de planta e redução de crescimento por compara-ção com plantas não tratadas, feito por técnicos especialmente treinadospara produzir e registrar tais observações. Em todos os casos, um único téc-nico produz todas as avaliações de controle de porcentagem dentro de qual-quer experimento ou teste. Tais medições são confiadas em e regularmenterelatadas por Monsanto Company no curso de seu comércio herbicida.
"DNA heterólogo" refere-se ao DNA de uma fonte diferente doque está da célula recipiente.
"DNA homólogo" refere-se ao DNA da mesma fonte como estada célula recipiente.
"Extremidade" refere-se ao ponto de crescimento no qual umaaplicação de terra herbicida final é feita que é planejada para eliminar ousuprimir ervas daninhas até a colheita.
"Nó" refere-se a um ponto ao longo do caule de planta de algo-dão principal do qual ramificações vegetativas e frutificantes originam-se.
Quando usado no contexto de um tensoativo ou um sal de glifo-sato, "predominantemente" quer dizer pelo menos cerca de 50%, de prefe-rência pelo menos cerca de 75% e mais preferivelmente pelo menos cercade 90%.
Um ácido nucléico "recombinante" é feito por uma combinaçãoartificial de dois segmentos separados de outra forma de seqüência, por e-xemplo, por síntese química ou pela manipulação de segmentos isolados deácidos nucléicos através de técnicas de engenharia genética.
O termo "construção de DNA recombinante" ou "vetor recombi-nante" refere-se a qualquer agente tal como um plasmídeo, cosmídeo, vírus,seqüência autonomamente replicante, fago, ou seqüência de nucleotídeo deRNA ou DNA de único filamento ou duplo filamento linear ou circular, deriva-do de qualquer fonte, capaz de integração genômica ou replicação autôno-ma, compreendendo uma molécula de DNA que uma ou mais seqüências deDNA foram ligadas de uma maneira funcionalmente operativa. Tais construc-tos ou vetores de DNA recombinante são capazes de introdução de umaseqüência reguladora 5' ou região promotora e uma seqüência de DNA paraum produto de gene selecionado em uma célula de uma tal maneira que aseqüência de DNA é transcrita em um mRNA funcional que é trasladado e1 por esse motivo expresso. Construções recombinantes ou vetores recombi-nantes de DNA podem ser edificados serem capazes de expressão de RNAsde anti-sentido, a fim de inibir translação de um RNA específico de interesse.
"Regeneração" refere-se ao processo de crescimento de umaplanta de uma célula de planta (por exemplo, protoplasto ou explante deplanta).
"Transcrição" refere-se ao processo de produção de uma cópiade RNA de um padrão de DNA.
Transformação" refere-se a um processo de introdução de umaseqüência de ácido nucléico exógeno(por exemplo, um vetor, molécula deácido nucléico recombinante) em uma célula ou protoplasto que ácido nu-cléico exógeno é incorporado em um cromossoma ou é capaz de replicaçãoautônoma.
"Transformada" ou "transgênica" refere-se a uma célula, tecido,órgão, ou organismo em que foi introduzido a ácido nucléico estrangeiro, talcomo um vetor recombinante. Uma célula ou organismo"transgênico" ou"transformado" também inclui progênie da célula ou organismo e progênieproduzida de um programa de reprodução empregando uma tal planta"transgênica" como uma origem em um cruzamento e exibindo um fenótipoalterado resultante da presença do ácido nucléico estrangeiro.
O termo "transgene" refere-se a qualquer seqüência de ácidonucléico não nativa a uma célula ou organismo transformado na referida cé-lula ou organismo. "Transgene" também abrange as partes de componentede um gene de planta nativa modificado por inserção de uma seqüência deácido nucléico não nativo por recombinação direcionada.
"Vetor" refere-se a um plasmídeo, cosmídeo, bacteriófago, ouvírus que porta DNA estrangeiro em um organismo hospedeiro.
Seguindo estão Exemplos apresentados para ilustrar a presenteinvenção e não são pretendidos limitar o escopo desta invenção. Os exem-plos permitirão melhor entendimento da invenção e percepção de suas van-tagens e certas variações de execução.Exemplos
Os seguintes Exemplos são apresentados para ilustrar a presen-te invenção e não são pretendidos limitar o escopo desta invenção. Os e-xemplos permitirão melhor entendimento da invenção e percepção de suasvantagens e certas variações de execução. Todas as concentrações de gli-fosato estão em uma base de equivalente ácido (equivalente ácido) de glifo-sato e todas as concentrações estão em uma base de peso a não ser queestabelecida de outra forma.
Nos seguintes Exemplos 1, M1-M4, A01, H1, H2, D1, M9e M10,testes de estufa foram conduzidos para avaliar a eficácia relativa de compo-sições em redução de necrose induzida por PM IDA em algodão ROUNDUPREADY FLEX. Composições para propósitos comparativos incluíram os se-guintes:
Composição A: a qual consiste em aproximadamente 37,2% deequivalente ácido em peso de sal de IPA de glifosato em solução aquosajunto com aproximadamente 11,7% de tensoativo. O tensoativo foi uma mis-tura de uma alquilamina alcoxilada e um éster de fosfato alcoxilado. O sal deIPA de glifosato foi feito de um glifosato de grau técnico tendo < 100 ppm dePM IDA (base de peso seco) resultando em níveis não detectáveis de nívelde PMIDA na composição.
Composição B: a qual consiste em aproximadamente 39,6% deequivalente ácido em peso de sal de glifosato de potássio em solução aquo-sa junto com aproximadamente 10% de tensoativo. O tensoativo foi umamistura de coco alcoxilado e aminas de sebo. O sal de potássio de glifosatofoi feito de um glifosato de grau técnico tendo < 100 ppm de PMIDA (base depeso seco) resultante em níveis não detectáveis de PMIDA nível na compo-sição.
Composição C: a qual contém aproximadamente 37,2% de equi-valente ácido em peso de sal de IPA de glifosato em solução aquosa juntocom aproximadamente 12% de tensoativo. O tensoativo era uma mistura deuma alquilamina alcoxilada e um éster de fosfato alcoxilado. Uma composição continha 280 ppm de PMIDA, equivalente a aproximadamente 720 ppmde PMIDA (base de peso seco) no glifosato de grau técnico do qual uma1 composição foi preparada.
Composição D: vendida por Monsanto Company como ROUNDUP WEATHERMAX e contendo aproximadamente 39,9% de equivalenteácido em peso de sal de glifosato de potássio em solução aquosa. A concentração de PMIDA foi determinada ser 1890 ppm, equivalente a aproximada-mente 4760 ppm de PMIDA (base de peso seco) no glifosato de grau técnicodo qual uma composição foi preparada.
Composição E: a qual contém aproximadamente 37,2% de equivalente ácido em peso de sal de IPA de glifosato em solução aquosa juntocom aproximadamente 11,7% de tensoativo. O tensoativo era uma misturade uma alquilamina alcoxilada e um éster de fosfato alcoxilado. O sal de IPAde glifosato foi feito de um glifosato de grau técnico tendo 1880 ppm dePMIDA (base de peso seco) resultando em um nível de PMIDA na composição de 730 ppm.
Composição F: vendida por Monsanto Company como ROUNDUP WEATHERMAX e contendo aproximadamente 39,4% de equivalenteácido em peso de sal de glifosato de potássio em solução aquosa. A concentração de PMIDA foi determinada ser 550 ppm, equivalente a aproximadamente 1340 ppm de PMIDA (base de peso seco) no glifosato de grau técnicodo qual uma composição foi preparada.
Composição G: foi preparado por combinação de duas amostrasde comerciais ROUNDUP WEATHERMAX vendida por Monsanto Companycontendo sal de glifosato de potássio em solução aquosa. A mistura compreendeu aproximadamente 56,4% de uma amostra contendo 0,085% dePMIDA e 43,6% de outra amostra contendo 0,174% de PMIDA. A misturaresultante continha 0,1238% de PMIDA, equivalente a aproximadamente0,300% de PMIDA (base de peso seco) no glifosato de grau técnico do qualas amostras foram preparadas.Composição H: vendida por Monsanto Company como ROUN-DUP WEATHERMAX e contendo aproximadamente 39,5% de equivalenteácido em peso de sal de glifosato de potássio em solução aquosa e 0,205%de PMIDA, equivalente a aproximadamente 0,498% de PMIDA (base de pe-so seco) no glifosato de grau técnico do qual uma composição foi preparada.
Composição I: vendida por Monsanto Company como ROUN-DUP WEATHERMAX e contendo aproximadamente 39,8% de equivalenteácido em peso de sal de glifosato de potássio em solução aquosa. A concen-tração de PMIDA foi determinada ser 1740 ppm, equivalente a aproximada-mente 4190 ppm de PMIDA (base de peso seco) no glifosato de grau técnicodo qual uma composição foi preparada.
Para teste de estufa dos concentrados de glifosato, 30 mL desoluções de spray foram preparadas tal como segue:
1. Uma solução de matéria-prima foi preparada para cada concentrado pulverizado através de adição de 14,502 g de concentrado a 15,50g de água desionizada (Dl).
2. Da solução de matéria-prima, as seguintes diluições foramfeitas para preparar a solução de spray atual (volume total de 30 mL).
<table>table see original document page 114</column></row><table>
O seguinte procedimento de teste de estufa fornece um ensaioaltamente reproduzível para exibição de necrose induzida por PMIDA emalgodão ROUNDUP READY FLEX e foi usado para avaliação das composi-ções dos exemplos para determinar sua eficácia na redução da necrose.
1. Duas sementes de uma variedade de algodão ROUNDUPREADY FLEX foram plantadas em potes plásticos redondos de 15,24 cm(seis polegadas) contendo uma mistura de pote comercialmente disponível(Redi-Earth), suplementada com fertilizante (Osmocote 14-14-14 liberaçãolenta, 100 g/ft3).
2. Os potes foram em seguida colocados em uma estufa com asseguintes condições: 33°C dia/21 °C noite, umidade relativa variável, e duração por dia de 14 horas. Água foi fornecida como necessária até subirrigação.
3. Em plantas de emergência foram reduzidas a um por pote.
4. As plantas foram desenvolvidas durante 21 a 25 dias a fim deobter um estágio de crescimento mínimo de quatro folhas exatas (cinco aseis folhas foi preferido).
5. As plantas foram em seguida transferidas a uma câmara decrescimento com as seguintes condições: 27°C/60% de umidade relativa aodia, 15°C/80% umidade relativa à noite, e duração por dia de 14 horas. Asplantas foram mantidas nestas condições durante quarenta e oito horas.
6. As plantas foram removidas da câmara de crescimento parauma aplicação de glifosato com um nível conhecido de PMIDA. Aplicaçõesforam feitas utilizando um vaporizador de rastro de pesquisa padrão com umbico de spray único (ponta de spray lisa de insuflação uniforme). O vaporizador foi calibrado para liberar noventa e quatro litros de solução de spray porhectare em uma pressão de spray de 165 kPa. As taxas de aplicação de glifosato variaram dependendo dos objetivos do teste, mas tipicamente foram-1260, 2520 e 5040 g/ha as quais são, respectivamente, 1X, 2X e 4X das taxasde uso do campo mais alto proposto em algodão ROUNDUP READY FLEX.
7. Quando as aplicações foram concluídas as plantas foram devolvidas à câmara de crescimento durante incubação de quarenta e oito horas adicional sob as condições listadas no número 5 acima.
8. As plantas foram avaliadas neste ponto, dois dias depois detratamento (2 DAT), com uma avaliação visual de necrose em porcentagem(morte de tecido) com relação a uma planta de controle não tratada. Injúriamáxima foi evidente neste ponto do tempo.
9. O dado de avaliação resultante foi estatisticamente avaliadopor diferença significante mínima (LSD). A LSD é um procedimento de testeestatístico válido para comparações de múltipla avaliação. A magnitude dovalor de LSD é relacionado à variabilidade sobre réplicas para cada comparação. Maior a variabilidade entre as réplicas, mais elevado o valor de LSD.Comparações são desta forma feitas entre valores médios gerados sobreréplicas. A LSD, tipicamente forneceu como um limite de confiança de 95%(LSD 0,05), especifica o grau mínimo de diferença entre comparações mé-dias que seriam consideradas estatisticamente significantes. Em outras pa-lavras é 95% de certeza de que esta diferença mínima é estatisticamenteválida. Por exemplo, onde valor médio de Tratamento A é 10, valor médio detratamento B é 15, e valor médio de tratamento C é 20. LSD calculada (0,05)é 7,2. A diferença entre Tratamento A e Tratamento C seria considerada es-tatisticamente significante, ao passo que Tratamento B não seria considera-do estatisticamente diferente de ou Tratamento A ou Tratamento C.
Exemplo 1
Composições concentradas aquosas foram preparadas conten-do PMIDA em concentrações conhecidas. Para composição A-1, 0,05 g dePMIDA seco (99% de ensaio) foram adicionados a 100 g de composição A eagitados até que o PMIDA foi dissolvido. Concentrações de PMIDA relatadasnestes exemplos foram determinadas ou confirmadas através de análise decromatografia líquida de alta pressão (HPLC) de acordo com o procedimentono Exemplo 3 abaixo. Composições A-2 e A-3 foram preparadas de maneirasimilar usando 0,15 g e 0,20 g PMIDA, respectivamente.
Tabela 1a
<table>table see original document page 116</column></row><table>
Os resultados mostram um efeito de titulação claro quando ní-veis crescentes de PM IDA causam aumento proporcional em necrose. Ne-crose máxima parece alcançar um patamar na faixa de 80 a 85% tal comonotado com a mais alta taxa de aplicação e elevados níveis de PMIDA.
Exemplo M1
Soluções de spray para taxas de aplicação de glifosato de 2520e 5040 g/ha foram preparadas usando composição D. Todos os sais de me-tal foram misturados no tanque em uma relação de peso de glifosato:sal demetal de 10:1. Para cada solução de spray, a quantidade de sal de metalrequerida para produzir a relação de 10:1 foi dissolvida em uma quantidadeigual de água. Esta solução de sal de metal de 50% p/p foi em seguida mis-turada com a quantidade requerida de composição D e água para fornecer ovolume desejado de solução de spray. Isto resultou em relações molares deMetahPMIDA tal como segue:
<table>table see original document page 117</column></row><table><table>table see original document page 118</column></row><table>
*na = não aplicável Alguns dos sais de metal significantemente reduzem necrose emambas as taxas de aplicação. Estes incluíram níquel, zinco, alumínio, cobre,e ferro. Cálcio e magnésio, conhecidos antagonistas de glifosató, tinham impacto relativamente pequeno no grau de necrose.
Exemplo M2
Uma composição de concentrado aquosa contendo Citrato de
Ferro(lll) em relações molares de Ferro:PMIDA conhecidas foi preparada decomposição F tal como segue:
<table>table see original document page 118</column></row><table>
Composição D contendo 1890 ppm de PMIDA e nenhum ferro foiusada como um controle.
<table>table see original document page 118</column></row><table><table>table see original document page 119</column></row><table>
Estudos prévios mostraram que uma formulação com PMIDA em549 ppm produzirá necrose de 60 a 65% na alta taxa de aplicação.
Uma composição de concentrado aquosa contendo Citrato deFerro(lll) em relações molares de Ferro: PM IDA conhecidas foi preparada decomposição G tal como segue:
<table>table see original document page 119</column></row><table>
Composição D contendo 1890 ppm de PMIDA e nenhum ferro foi usada co-mo um controle.
Tabela M2b
<table>table see original document page 119</column></row><table>
Estudos prévios mostraram que uma formulação com PMIDA em1238 ppm produzirá necrose em níveis levemente inferiores do que aquelade composição D em todas as três taxas de aplicação.
Uma composição de concentrado aquosa contendo Citrato deFerro(lll) em relações molares de Ferro:PMIDA conhecidas foi preparada decomposição H tal como segue:
<table>table see original document page 120</column></row><table>
Experiência prévia mostrou que uma composição com 2050
PMIDA causará levemente mais necrose do que composição D com 1890ppm de PMIDA.
Exemplo M3
Uma composição de concentrado aquosa contendo cirato deferro(lll) em uma relação molar de 2,5:1 com PMIDA foi preparada por mistura junto com 99,559 g de composição G e 0,441 g de citrato de ferro(lll).
Uma composição de concentrado aquosa contendo sulfato deferro(lll) mais ácido cítrico tendo uma relação molar de ferro:PMIDA de 2,5:1foi preparada primeiro por dissolução de 15,638 g de pentaidrato de sulfatode ferro(lll) (número de CAS 15244-10-7) em 46,48 g de uma solução aquo-sa a 50% de ácido cítrico para produzir uma pré-mistura "sulfato de ferro +ácido cítrico". Em seguida 1,381 g da pré-mistura foi adicionada em gotas a98,619 g de composição G enquanto agitando continuamente.
Uma composição de concentrado aquosa contendo ácido etile-1 nodiaminatetraacético de ferro(lll) tendo uma relação molar de ferro:PMIDAde 2,5:1 foi preparada por mistura junto com 99,434 g de composição G e0,566 g de sal de EDTA de ferro(lll) de hidrato de sódio (número de CAS15708-41-5).
Tabela M3a
<table>table see original document page 121</column></row><table>
Não há nenhuma significante diferença entre citrato de ferro esulfato de ferro mais ácido cítrico com relação à redução em necrose emqualquer taxa de aplicação. Ferro mais EDTA foi significantemente menoseficaz.
Exemplo M4
As composições de sal de metal neste exemplo foram prepara-das tal como no Exemplo M3 exceto que os sais de metal foram adicionadosà composição I a qual tem 1740 ppm de PMIDA. Misturas foram preparadascontendo relações molares de Metal:PMIDA de 1,5:1, 2,5:1 ou 3,5:1.Tabela M4a
<table>table see original document page 122</column></row><table>
Sulfato férrico mais ácido cítrico foi significantemente mais eficazem redução de necrose do que ou sulfato de zinco mais ácido cítrico ou oxi-do de zinco mais ácido cítrico. Sulfato férrico mais ácido cítrico e sulfato dezinco mais ácido cítrico combinados na mesma formulação mostrou um grausignificantemente maior de redução de necrose na taxa de aplicação de glifosato de 2520 g/ha do que sulfato férrico mais ácido cítrico sozinho.
Exemplo AQ1
Soluções de spray para taxas de aplicação de glifosato de 2520 e 5040 g/ha foram preparadas usando composição D. Todos os antioxidantes foram misturados no tanque em uma relação de peso de glifosato:antioxidante de 10:1. Isto resultou em uma relação de peso de antioxidante:PMIDA de 22:1. O sulfito de sódio e ácido L-ascórbico foram adicionadosàs soluções de spray como sólidos. Anisol de hidróxi butilado e tolueno de hidroxila butilada foram adicionados como soluções a 33% em 2-etil-1-hexanol. A hidroquinona foi adicionado como uma solução a 33% em etanole o resorcinol foi adicionado como uma solução aquosa a 50%.
Tabela A01a
<table>table see original document page 123</column></row><table>
Todos os antioxidantes significantemente reduziram necrose na taxa de aplicação de 2520 g de equivalente ácido/ha. Anisol de hidróxi butilado, tolueno de hidróxi butilado, e resorcinol também significantemente reduziram necrose na taxa de aplicação elevada.
Exemplo H1
Soluções de spray para taxas de aplicação de glifosato de 2520e 5040 g/ha foram preparadas usando composição D. Adicionalmente, uréia(solução de 50% p/p) ou glicerina foram adicionadas à solução de spray emuma base de % volume/volume (v/v).Tabela H1a
<table>table see original document page 124</column></row><table>
Glicerina (4% v/v) e uréia (8% v/v) significantemente reduziramnecrose em algodão ROUNDUP READY FLEX.
Exemplo H2
Vários aditivos de proprietário foram usados nas composições deste exemplo. Eles podem ser identificados tal como segue:
<table>table see original document page 124</column></row><table>Soluções de spray para taxas de aplicação de glifosato de 2520e 5040 g/ha foram preparadas usando composição D. Todos os aditivos demistura em tanque foram testados em uma relação de peso de glifosato:aditivo de 10:1. Aditivos de mistura em tanque foram adicionados à solução de spray em forma pura exceto para os seguintes:
<table>table see original document page 125</column></row><table><table>table see original document page 126</column></row><table>
Diversos destes aditivos significantemente diminuíram necrosena taxa de aplicação de 2520 g/ha. Estes incluíram dietileno glicol, polietileno glicol 200, polietileno glicol 900, 2-metil-2,4-pentanodiol, 1,4-butanodiol,3-hexino-2,5-diol, Surfynol 104A, Surfonic ADA-170, trietanolamina, e Agrimui PG 2069.
Exemplo D1
Soluções de spray para taxas de aplicação de glifosato de 2520e 5040 g/ha foram preparadas usando composição D. Tinturas foram testadas em uma relação de peso de glifosato:tintura de 10:1, 100:1 ou 1000:1.
As tinturas foram adicionada à solução de spray como soluções aquosascom a seguintes concentrações: FD&C Amarelo Ne5 e FD&C Azul Nõ1 estavam em 15% enquanto as tinturas restantes estavam em 10%.
Tabela D1 a_
<table>table see original document page 126</column></row><table><table>table see original document page 127</column></row><table>
Os resultados indicam que tinturas na solução de spray que absorvem luz no espectro de luz visível podem diminuir necrose induzida porPMIDA.
Exemplo M5
Uma formulação de glifosato de potássio contendo citrato de ferro (III) para mitigar os efeitos adversos de PMIDA é preparada simplesmente por mistura dos seguintes ingredientes em um béquer de 250 ml. A misturatorna-se homogênea em alguns minutos em 23°C.<table>table see original document page 128</column></row><table>
A formulação concluída contém 39,9% de equivalente ácido deglifosato, 0,1663% de PMIDA, e 0,1226% de ferro, a qual é uma relação de 3para 1 mol de ferro para PMIDA.
Estes valores são calculados das quantidades e ensaios dosingredientes.
0,842 * 47,387 % de equivalente ácido = 39,9% de equivalenteácido de glifosato em formulação
0,842 * 0,1974 % de PMIDA = 0,1663 % de PMIDA em formulação0,842 * 0,1974 % de PMIDA = 0,1663 % de PMIDA em formulação10 (0,713g citrato de ferro/100g)*(17,2% de ferro em citrato de ferro) = 0,1226% de ferro em formulação0,1663g/(226,97g/mols de PMIDA) = 0,7327 x 10"3 mol de PMIDA0,1226g/(55,847 g/rnols de ferro) = 2,195 x 10"3 mol de ferroA relação de mol de Ferro para PMIDA = (2,195/0,7327) = 3,0.<table>table see original document page 129</column></row><table>
Exemplo M6
Uma formulação de glifosato de potássio que usa uma mistura depentaidrato de sulfato de ferro, oxido de zinco, e ácido cítrico para mitigar osefeitos de PMIDA é preparada por mistura dos ingredientes dados na seguinte1 tabela em um béquer de 250 ml. Antes do procedimento, os sais são prémisturados com ácido cítrico. Uma solução de ácido cítrico a 50% é feita por mistura de 100 g de ácido cítrico (número de CAS 77-92-9, anidroso) com100g de água desionizada. Adição de 25,17g de pentaidrato de sulfato de ferro (III) (número de CAS 15244-10-7, contendo 21,6% de ferro) a 74,83 g da solução de ácido cítrico a 50% produz a pré-mistura de sulfato de ferro + ácido cítrico. Adição de 10,046 g de oxido de zinco (número de CAS 1314-13-2,contendo 80,35% de zinco) a 89,954 g da solução de ácido cítrico a 50%, eagitação até que o oxido dissolva, produz a pré-mistura de zinco. Os componentes podem agora ser misturados em um béquer de 250 ml com agitação.<table>table see original document page 130</column></row><table>
A preparação usou o mesmo concentrado de sal de glifosato depotássio tal como exemplo M5, desse modo a formulação concluída contém39,9% de equivalente ácido de glifosato e 0,1663% de PMIDA. O conteúdode ferro é 0,06134 %, e o conteúdo de zinco é 0,1197%.
Estes valores são obtidos da quantidade de sal e ensaios demetal do mesmo.
0,284 g de sulfato de ferro/1 OOg * 21,6% de ferro em sal =0,06134% de ferro
0,149 g de oxido de zinco/1 OOg * 80,35% zinco em oxido = 0,1197% de zinco
Mol de ferro/1 OOg = 0,06134g/(55,847 g/rnols) = 1,098 x 10-3mol
Mol de zinco/1 OOg = 0,1197g/(65,38 g/rnols) = 1,831 x 10'3 mol
Os rnols de PMIDA são os mesmos tal como no Exemplo M5,0,7327 x 10"3 mol de PMIDA.
A relação de mol de ferro a PMIDA (1,098/0,7327) é 1,5.
A relação de mol de zinco a PMIDA (1,831/0,7327) é 2,5.
Exemplo M7
Os sais de metal a serem testados foram primeiro dissolvidos emágua em uma alta concentração. Isto facilita o manuseio e diluição requeridapara produzir as soluções de spray. Por exemplo, 15,0 gramas de hexaidratode cloreto de alumínio (número de CAS 7784-13-6, contendo 11,17% de Al)foram primeiro dissolvidos em 15 gramas de água para produzir uma solução a50% em sal. Para preparar a mistura de aplicação para os 2520 g de (ácido deglifosato)/ha, em que um sal de metal deve ser aplicado 10 partes de ácido deglifosato para 1 parte de sal de metal, aquela necessita usar 252,0 g/ha de hexaidrato de cloreto de alumínio. O volume de spray de água é geralmente 94litros/ha. Uma relação simples é usada para subir o tamanho de batelada àquantidade necessária para uma pequeno aplicação de estufa de 0,03 litros.Usando composição 270 como a fonte de glifosato, contendo 0,1890% dePMIDA e 39,7% de equivalente ácido glifosato, para a taxa selecionada, (2520g de equivalente ácido/ha)/(94 l/ha) = "g necessário"/0,03 I) é dissolvida para "gnecessário", e aquela obtém 0,80425 g de ácido de glifosato. Dividindo peloensaio de glifosato de composição 270, 0,80425 g de equivalente ácido/(0,397g de equivalente ácido/g de composição =) determina que 2,026 g de composição 270 devem ser adicionadas a 0,03 litros. O cálculo de "gramas necessários" é repetido para a taxa de 252,0 g/ha para o sal de metal, e depois de divisão pelo ensaio a 50% da pré-mistura, determina que 0,1609 g da pré-misturade hexaidrato de cloreto de alumínio aquosa a 50% deve ser adicionada aos0,03 litros. Isto completa a preparação da solução de spray, e os outros materiais são manuseados similarmente.
Exemplo M8
Uma formulação de glifosato de isopropil amina (IPA) com um salde metal adicionado para mitigar os efeitos de PMIDA é preparada por misturados seguintes ingredientes em um béquer de 250 ml equipado com um agitador. Antes do procedimento, em um béquer separado, 100 gramas de uma pré-mistura de "alumínio e ácido cítrico" são produzidos; 16,338 g de ácido cítrico(número de CAS 77-92-9) é dissolvido em 49,172 g de água desionizada, emseguida, enquanto agitando, 34,44 g de octadecahidrato de sulfato de alumínio(III) (número de CAS 7784-31-8, contendo 8,1% alumínio) são adicionados.Continue agitando até o alumínio sal dissolves completamente. Uma vez concluída, a formulação pode ser preparada por adição dos seguintes.
<table>table see original document page 131</column></row><table><table>table see original document page 132</column></row><table>
A formulação concluída contém sal de IPA a 41% de glifosato,30,37% de equivalente ácido de glifosato, 0,06346% de PMIDA, 0,02260%de alumínio, e uma relação de mo) de alumínio para PMIDA de 3.
Estes valores foram calculados das quantidades e ensaios dosingredientes.
66,13g/100g * sal de IPA a 62% = sal de IPA a 41,00% de glifosato em formulação
66,13g/100g * 45,93% de equivalente ácido de glifosato =30,37% de equivalente ácido de glifosato em formulação66,13g/100g * 0,09596% de PMIDA = 0,06346% de PMIDA em formulação
0,279g/100g * 8,1% de Al em sal = 0,02260% de alumínio em formulação
Mol de PMIDA em formulação (0,06346g/226,97 g/mol) são 0,2796 x 10"3 moles.
Mol de alumínio em formulação (0,02260g/26,98 g/mol) são 0,8377 x 10"3 mol.
Exemplo M9
Dois grupos de solução de spray (A e B) para aplicação de glifosato a algodão ROUNDUP READY FLEX foram preparados de ROUNDUPWEATHERMAX (Monsanto Company), um sal de glifosato aquoso de concentrado de potássio. O concentrado usado para preparar o grupo de solução de spray A continha 0,2% de PMIDA e o concentrado usado para prepa-rar o grupo de solução de spray B continha 0,4% de PMIDA. Para cada grupo de spray, seis soluções de spray foram preparadas que variaram com respeito à quantidade de conteúdo férrico de sulfato adicionado. Solução 1de cada grupo de spray foi preparada sem adição de sulfato férrico e soluções 2 até 6 de cada grupo foram preparadas cpm adições de sulfato férrico em uma relação molar de íon de metal para PMIDA de 0,2:1, 0,4:1, 0,6:1,0,8:1 e 1:1, respectivamente. Usando o protocolo de teste de estufa descritoacima e um volume de aplicação de 94 Uhectare, o grupo de solução despray A foi aplicado a algodão ROUNDUP READY FLEX em taxas de aplicação de 1260, 2520 e 5040 gramas de equivalente ácido por hectare e o grupo de solução de spray B foi aplicado em taxas de aplicação de 2520 e5040 gramas de equivalente ácido por hectare.
Os resultados para a avaliação dos dois grupos de solução despray são apresentados nas seguintes duas tabelas.
Necrose em % 2 DAT para ROUNDUP WEATHERMAX contendo 0.2% empeso de PMIDA e sulfato férrico
<table>table see original document page 133</column></row><table>Necrose em % 2 DAT para ROUNDUP WEATHERMAX contendo 0,4% empeso de PMIDA e sulfato férrico
<table>table see original document page 134</column></row><table>
Relações de ferro para PMIDA de 0,6:1 e elevada necrose significantemente reduzida nas duas mais altas taxas de aplicação com ROUNDUP WEATHERMAX contendo 0,2% de PMIDA. Quando o nível de PMIDAfoi elevado a 0,4%, todas as relações de ferro para PMIDA, incluindo a maisbaixa em 0,2:1, significantemente reduziram necrose em ambas as taxas deaplicação de equivalente ácido de glifosato/ha de 2520 e 5040 g. Isto podeser devido à maior magnitude de necrose com 0,4% de PMIDA permitindouma diminuição mais claramente discernível em necrose com adição de ferro. Deve ser notado com os níveis de PMIDA elevados que relações de 0,8:1e 1:1 foram apenas para reduzir necrose abaixo do nível comercialmenteaceitável de cerca de 5% na taxa normal de 2X de aplicação (2520 g/ha). Arelação de 1:1 também reduziu necrose a um grau significantemente maiordo que relações de 0,2:1, 0,4:1, e 0,6:1 na taxa de aplicação mais alta. Istosugeriria que os níveis de PMIDA aumentam e necrose potencial aumenta, arelação de ferro para PMIDA pode necessitar aumentar para mitigar necrosede algodão, e certamente dentro do contexto de relações de 1:1 e inferior.
Exemplo M10
Uma comparação foi feita entre as condições de incubação deestufa padrão de 27°C/60% de umidade relativa ao dia, 15°C/80% de úmida-de relativa à noite, 14 horas por dia, 48 horas antes de e depois de aplicaçãode glifosato (tal como descrito no protocolo de teste de estufa e chamadocondições de "temp baixa") versus condições de incubação de temperaturaelevada/umidade elevada de 35°C/80% de umidade relativa ao dia,27°C/80% umidade relativa à noite, 14 horas por dia, 48 horas antes de edepois de aplicação de glifosato (chamado condições de "temp alta").
Duas soluções de spray para aplicação de glifosato a algodãoROUNDUP READY FLEX foram preparadas de ROUNDUP WEATHERMAX(Monsanto Company) contendo ou 0,2% de PM IDA ou 0,4% de PM IDA esem adição de sulfato férrico. Usando um volume de aplicação de 94L/hectare, cada solução de spray foi aplicada a algodão ROUNDUP READYFLEX em taxas de aplicação de 1260, 2520 e 5040 gramas de equivalenteácido por hectare. O protocolo de teste de estufa descrito acima foi utilizadocom ou as condições de incubação de "temp baixa" ou as condições de incubação de "temp alta". Os resultados são relatados na tabela abaixo.
Necrose em % 2 DAT para ROUNDUP WEATHERMAX contendo 0,2% e 0,4% em peso de PMIDA
<table>table see original document page 135/table>
Os dados mostram que condições de alta temperatura, incubaçãode alta umidade resultam em necrose induzida por PMIDA menor do que dostratamentos comparáveis avaliados sob condições de incubação "temp baixa".
Exemplo 2 (Testes de Campo)
Testes de campo foram conduzidos em Fredricksburg, TX, Leland, MS, e Loxley, AL, USA. Formulações de glifosato foram aplicadas aalgodão ROUNDUP READY FLEX no estágio de nó de 5 a 6 folhas de desenvolvimento ou mais tarde e eram dependentes em condições ambientais para maximizar expressão de necrose. Taxas de aplicação foram 1250,1680, e 2520 g de equivalente ácido de glifosato/ha, representando taxas deuso de 1X, 1,5X, e 2X. Todos os tratamentos foram replicados quatro vezesem cada estudo. Necrose de algodão foi avaliada 2 DAT. Oito testes foramconduzidos para cada exemplo.
Formulações de glifosato comercial contendo quantidades conhecidas de PMIDA foram fortificadas quando necessário com PMIDA e ferro para produzir as composições listadas abaixo para uso nos testes decampo. O ferro foi adicionado como uma solução de sulfato férrico incluindoácido cítrico como um ligando solubilizante.
<table>table see original document page 136</column></row><table><table>table see original document page 137</column></row><table>
Vários testes foram aplicados relativamente precoces na estaçãoquando o algodão estava no estágio de nó de 5 a 6 folhas e condições ambientais eram resfriar e secar. Não há nenhuma necrose evidente em quaisquer destes testes precoces. Testes posteriores pulverizados sobre de algodão de estágio de nó de 8 a 12 folhas com temperaturas quentes, alta umidade relativa, e umidade de solo abundante mostraram altos níveis de necrose com composições contendo nenhum ferro. As análises que seguemincluem apenas testes onde necrose foi observada. Análises de T-testecombinam testes de dados cruzados e taxas de aplicação.
Exemplo 2A
Este exemplo investigou composições do tipo ROUNDUP WEATHERMAX com níveis de grupo de PMIDA (0,2% ou 0,4%) e relações variantes de ferro para PMIDA. Necrose foi evidente em um teste e apenas nonível elevado de PMIDA (composição 825, 0,4% de PMIDA). Todas as composições contendo ferro com 0,4% de PMIDA mostraram significantementemenos necrose do que o padrão (tabela 2A). Redução de necrose foi similarpara todas as composições contendo ferro independente da relação de ferropara PMIDA (1,5:1, 2:1, ou 2,5:1). Um exemplo do grau de redução de ne-crose é mostrado na figura 5.
Tabela 2A
<table>table see original document page 138</column></row><table>
Exemplo 2B
Este exemplo investigou composições do tipo ROUNDUP WEATHERMAX com níveis constantes de ferro e níveis variantes de PMIDA. Necrose era evidente em dois dos oito testes. Devido aos baixos níveis de necrose com composições contendo 0,1% e 0,2% de PMIDA, diferenças entre composições com e sem ferro não foram evidentes. Quando o nível de PMIDA era 0,3% ou 0,4%, composições contendo ferro mostraram significantemente menos necrose do que composições sem ferro (tabela 2B). A figura 6graficamente representa os dados.
Tabela 2B
<table>table see original document page 138</column></row><table>Exemplo 2C
Este exemplo investigou a capacidade de ferro para mitigar necrose em composições do tipo ROUNDUP ORIGINALMAX com níveis degrupo de PMIDA (0,2 ou 0,4%) e relações variantes de ferro para PMIDA(1,5:1, 2:1, ou 2,5:1). Necrose foi evidente em três dos oito testes. Todas ascomposições contendo ferro mostrou significantemente menos necrose doque os padrões relevantes, composição 807 (0,2% de PMIDA) e composição902 (0,4% de PMIDA) (tabela 2C). A diminuição em necrose foi similar paratodas as relações de ferro para PMIDA (1,5:1, 2:1 ou 2,5:1) e necrose foi10 essencialmente eliminada (figura 7).
Tabela 2C
<table>table see original document page 139</column></row><table>
Exemplo 2D
Este exemplo investigou composições do tipo ROUNDUP ORIGINALMAX com níveis constantes de ferro e níveis variantes de PMIDA.
Necrose foi evidente em três dos oito testes. A falta de necrose com composição 772 (0,1% de PMIDA) resultou em nenhuma diferença significante com composição 773 (tabela 2D). As composições contendo ferro com níveis elevados de PMIDA totalmente mostraram significantemente menos necrose doque suas composições correspondentes sem ferro. A figura 8 graficamenterepresenta os dados.
Tabela 2D
<table>table see original document page 140</column></row><table>
Exemplo 2E
Todas as composições continham 0,4% de PMIDA, exceto composição 539 (0,06% de PMIDA), e níveis variantes de ferro. Aquelas composições contendo ferro mostraram significantemente menos necrose do quecomposição 902 (ROUNDUP ORIGINALMAX, 0,4% de PMIDA) e composição 825 (ROUNDUP WEATHERMAX, 0,4% de PMIDA) (tabela 2E). Composição 539, o 0,06% de PMIDA e nenhuma composição de ferro, também foieficaz na minimização de necrose. Uma representação gráfica dos dados émostrada na figura 9.
Tabela 2E
<table>table see original document page 140</column></row><table><table>table see original document page 141</column></row><table>
Exemplo 3 (Procedimento Analítico)
Níveis de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético (PMIDA) foramdeterminados usando o procedimento de cromatografia líquida de alta pressão (HPLC). Separação foi desempenhada em uma pré-coluna (5um, Coluna Zorbax SB-C18 analítica Guard, 4,6 x 12,5 mm) e coluna analítica (5um,Zorbax SAX-300, 150 mm x 4,6 mm ID) com um sistema de solvente isocrático de 100 mM de KH2P04 com o pH ajustado para 2,0 com ácido fosfórico concentrado ou um sistema de solvente isocrático alternativo de 54,4 g deKH2P04, 4 g de ácido sulfúrico concentrado e 22 ml_ de ácido fosfórico concentrado diluído a 4 L com água de grau de HPLC. A taxa de fluxo foi 0,70 mL/min. O reagente pós coluna (3,2 mM de CuS04, 0,70 mL/min) foi adicionado ao eluído de coluna apenas antes de uma serpentina de reação in-line[tubo de PTFE, 2,44 m x 1/81 cm (8 ft. x 1/32 in.) ID (1/41 cm) ((1/16 in.)OD)] instalado antes do detector de UV o qual produziu um cromóforo decobre-PMIDA que foi quantificado em 250 nm.
Uma solução de matéria-prima de 0,2000 % em peso PMIDA foipreparada em água de grau de HPLC. As soluções de trabalho de 0,0020,0,0050, 0,0080, e 0,0100 % em peso PMIDA foram preparadas por diluiçãoapropriada da solução de matéria-prima em água de grau de HPLC, foramarmazenadas em 4°C e recolocadas com soluções de trabalho frescas a cada 2 meses. Uma curva de calibração foi construída das soluções de trabalho para cada grupo de amostras analisado. Amostras foram preparadas porpesagem a quatro significante figuras e diluídas com água de grau de HPLCpara produzir uma solução de amostra contendo entre 0,0020 a 0,0100 %em peso PMIDA. Para tanto as soluções de trabalho quanto as soluções deamostra, 50 uL foram injetados no sistema cromatográfico.
Primeiro Sistema de Solvente Isocrático: o cromatograma parauma amostra de concentrado de formulação de glifosato contendo ferro diluída 20 vezes com água desionizada é mostrado na figura 10. A concentração de PM IDA na solução de amostra analisada foi 0,0021 % em peso dePMIDA, a qual correspondeu to uma concentração de 0,0437 % em peso dePMIDA no concentrado de formulação de glifosato.
Sistema de Solvente Alternativo: o cromatograma para uma amostra de concentrado de formulação contendo ferro diluída 20 vezes comágua de grau de HPLC é mostrado na figura 10. A concentração de PMIDAna solução de amostra analisada foi 0,0025 % em peso de PMIDA, a qualcorrespondeu to uma concentração de 0,0519 % em peso de PMIDA noconcentrado de formulação de glifosato.
O método analítico apresentado neste exemplo é particularmente vantajoso em que ele pode exatamente avaliar conteúdo de PMIDA demateriais contendo quantidades apreciáveis de um ou mais íons de metaltais como ferro usado como um agente de proteção de acordo com a presente invenção.
Em vista do acima, será observado que os muitos objetos dainvenção são obtidos e outros resultados vantajosos obtidos.
As várias mudanças devem ser feitas nos métodos acima semafastamento do escopo da invenção, pretende-se que todos os assuntoscontidos na descrição acima ou mostrados nos desenhos acompanhantessejam interpretados como ilustrativos e não em um sentido limitante.
Quando introduzindo elementos da presente invenção ou as preferidas modalidades destes, os artigos "um", "um", "o", e "referido" pretendem significar que há um ou mais dos elementos. Os termos "compreendendo", "incluindo," e "possuindo" pretendem ser inclusivos e significar que nesse sentido pode ser elementos adicionais exceto os elementos listados.

Claims (329)

1. Método para seletivamente controlar ervas daninhas em umcampo contendo uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantesao glifosato tendo tolerância ao glifosato aumentada em tecidos vegetativos e reprodutivos, o método compreendendo:quando pelo menos cinco nodos de folha estão presentes emuma planta de algodão da referida colheita, aplicar à folhagem da referidacolheita e ervas daninhas uma quantidade suficiente de uma formulaçãoherbicida de glifosato compreendendo N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitável desta para controlar o crescimento das referidas ervas daninhas sem incorrer em significante dano reprodutivo mediado porglifosato à referida planta da referida colheita; econtrolar a concentração de ácido N-(fosfonometil)iminodiacéticoe sais deste presentes na formulação herbicida de glifosato e a freqüênciade aplicação da formulação herbicida de glifosato à referida colheita e ervasdaninhas no referido campo a fim de não induzir significante necrose de folha nas referidas plantas de algodão da referida colheita.
2. Método para seletivamente controlar ervas daninhas em umcampo contendo uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato, o método compreendendo:aplicar à folhagem da referida colheita e ervas daninhas umaquantidade suficiente de uma formulação herbicida de glifosato para controlar o crescimento das referidas ervas daninhas, a formulação herbicida deglifosato compreendendo N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitável desta, ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste e um agente de proteção em uma concentração suficiente para inibir significantenecrose de folha na referida colheita induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste presente na formulação de glifosato herbicida.
3. Método de acordo com a reivindicação 2, em que a referidaformulação de herbicida glifosato é aplicada à referida planta da referida colheita em uma fase de desenvolvimento especificada sem incorrer em significante dano reprodutivo mediado por glifosato à referida planta da referidacolheita.
4. Método de acordo com a reivindicação 3, em que a colheitade plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato tem tolerância aoglifosato aumentada em tecidos vegetativos e reprodutivos tal que a referidaformulação herbicida de glifosato é aplicada à referida colheita e ervas daninhas no referido campo quando pelo menos cinco nodos de folha estão presentes em uma planta de algodão da referida colheita sem incorrer em significante dano reprodutivo mediado por glifosato à referida planta da referida colheita.
5. Método de acordo com a reivindicação 1 ou 4, em que a formulação herbicida de glifosato é aplicada à referida colheita e ervas daninhas no referido campo quando pelo menos um nodo reprodutivo está presente na planta da referida colheita.
6. Método de acordo com a reivindicação 1 ou 4, em que a formulação herbicida de glifosato é aplicada à referida colheita e ervas daninhas no referido campo quando seis ou mais nodos de folha estão presentesna planta da referida colheita; ou quando dez ou mais nodos de folha estãopresentes na planta da referida colheita; ou quando doze ou mais nodos defolha estão presentes na planta da referida colheita; ou quando quatorze oumais nodos de folha estão presentes na planta da referida colheita.
7. Método de acordo com a reivindicação 1 ou 4, em que a formulação herbicida de glifosato é aplicada à referida colheita e ervas daninhas no referido campo até e incluindo o derrubamento da referida colheitade plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato.
8. Método de acordo com a reivindicação 1 ou 4, em que a formulação herbicida de glifosato é aplicada à referida colheita e ervas daninhas no referido campo quando seis ou mais nodos de folha e não mais doque dez, doze, quatorze, dezesseis, dezoito, vinte ou vinte e cinco nodos defolha estão presentes na planta da referida colheita.
9. Método de qualquer uma das reivindicações 1 ou 4, em que odano reprodutivo mediado por glifosato à referida planta da referida colheitaé quantificado por vazamento de pólen de flor e/ou produção de fios de linho.
10. Método de acordo com a reivindicação 9, em que a referidaplanta da referida colheita exibe um vazamento de pólen de flor comparávelàquele de uma planta transgênica de algodão tolerante ao glifosato na ausência de aplicação folhear de uma formulação herbicida de glifosato após os quatro estágios de nodo de folha.
11. Método de acordo com a reivindicação 9, em que a referidaplanta da referida colheita exibe uma produção de fios de linho comparávelàquele de uma planta transgênica de algodão tolerante ao glifosato na ausência de aplicação folhear de uma formulação herbicida de glifosato após os quatro estágios de nodo de folha.
12. Método de qualquer uma das reivindicações 1 a 11, em quea necrose de folha na referida colheita é quantificado para a área de lesõesnecróticas sobre a superfície das folhas das referidas plantas da referidacolheita e onde lesões necróticas sobre a superfície das folhas das referidasplantas da referida colheita na média responsável por não mais do que cercade 25% da área total da folha das referidas plantas da referida colheita; ounão mais do que cerca de 20% da área total da folha das referidas plantasda referida colheita; ou não mais do que cerca de 15% da área total da folhadas referidas plantas da referida colheita; ou não mais do que cerca de 10%da área total da folha das referidas plantas da referida colheita; ou não maisdo que cerca de 5% da área total da folha das referidas plantas da referidacolheita.
13. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 12, em que a referida formulação de herbicida glifosato compreende o referido agente de proteção e o referido agente de proteção inibe significante necrose de folha na referida colheita induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste presentes na formulação herbicida de glifosato inibindo a formação de radicais livres fitotóxicos nas referidas plantas da referida colheita.
14. Método de qualquer uma das reivindicações 2 a 12, em quea referida formulação de herbicida glifosato compreende o referido agente deproteção e o referido agente de proteção compreende um adjuvante em umaconcentração selecionada tal que a taxa de transferência de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste para dentro dos tecidos folheares da referida colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato seja suficientemente lenta para inibir significante necrose de folha na referida colheita induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal destepresente na formulação de glifosato herbicida.
15. Método de acordo com a reivindicação 14, em que o referidoadjuvante compreende um poliglicosídeo de alquila, um diol, um triol, umpoliol, uma dialcanolamina, uma trialcanolamina, um polialquileno glicol, umdialquileno glicol, um trialquileno glicol, um éster de álcool poliídrico, umaamida alcoxilada, um alquilfenol alcoxilado, um arilfenol alcoxilado, um alcoxilado de álcool graxo, ou um alcoxilado de álcool.
16. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 12, em que a referida formulação de herbicida glifosato compreende o referido agente de proteção e o referido agente de proteção é selecionado dogrupo consistindo em íons de metal, antioxidantes, umectantes, compostosabsorventes de luz, e misturas destes.
17. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 12, em que a referida formulação de herbicida glifosato compreende o referido agente de proteção e o referido agente de proteção compreende um íonde metal que é sujeito à formação de um complexo ou sal com ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um ânion formado por desprotonação ou desprotonação parcial deste, a formação de tal complexo ou sal sendo eficazpara inibir significante necrose de folha na referida colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste presente na referida formulação deglifosato herbicida.
18. Método de acordo com a reivindicação 17, em que um íon demetal é polivalente.
19. Método de acordo com a reivindicação 17 ou 18, em que umíon de metal é um íon de metal de transição.
20. Método de acordo com a reivindicação 17 ou 18, em que umíon de metal é selecionado do grupo consistindo em alumínio, antimônio,ferro, cromo, níquel, manganês, cobalto, cobre, zinco, vanádio, titânio, molibdeno, estanho, bário e misturas destes.
21. Método de acordo com a reivindicação 20, em que um íon demetal é selecionado do grupo consistindo em alumínio, cobre, ferro, zinco emisturas destes.
22. Método de acordo com a reivindicação 21, em que um agente de proteção compreende uma mistura de íons de metal de ferro e zinco ou uma mistura de íons de metal de ferro e cobre.
23. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 12, em que a referida formulação de herbicida glifosato compreende o referido agente de proteção e o referido agente de proteção compreende um anti-oxidante.
24. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 12, em que a referida formulação de herbicida glifosato compreende o referido agente de proteção e o referido agente de proteção compreende um umectante.
25. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 12, em que a referida formulação de herbicida glifosato compreende o referido agente de proteção e o referido agente de proteção compreende umcomposto absorvente de luz.
26. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 25, em que a referida formulação de herbicida glifosato compreende o referido agente de proteção e a concentração de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético e sais deste presentes na formulação herbicida de glifosato e a freqüência de aplicação da formulação herbicida de glifosato à referida colheitae ervas daninhas no referido campo é tal que a taxa de aplicação de ácidoN-(fosfonometil)iminodiacético e sais deste seja maior do que cerca de 2,5 gde ácido N-(fosfonometil)iminodiacético equivalente/hectare.
27. Método de acordo com acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 25, em que a concentração de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético e sais deste presentes na formulação herbicida de glifosato e afreqüência de aplicação da formulação herbicida de glifosato à referida colheita e ervas daninhas no referido campo são controladas tal que a taxa de aplicação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético e sais deste seja não maisdo que cerca de 2,5 g de equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético/hectare; ou não mais do que cerca de 2,2 g de equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético/hectare; ou não mais do que cerca de 2 gde equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético/hectare; ou não maisdo que cerca de 1,7 g de equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético/hectare; ou não mais do que cerca de 1,5 g de equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético/hectare; ou não mais do que cerca de 1,2g de equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético/hectare; ou nãomais do que cerca de 1 g de equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético/hectare; ou não mais do que cerca de 0,7 g de equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético/hectare; ou não mais do que cerca de 0,5g de equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético/hectare; ou nãomais do que cerca de 0,25 g de equivalente ácido N-(fosfonometil)iminodiacético/hectare.
28. Método para seletivamente controlar ervas daninhas em umcampo contendo uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato tendo tolerância ao glifosato aumentada em tecidos vegetativose reprodutivos, o método compreendendo:quando pelo menos cinco nodos de folha estão presentes emuma planta de algodão da referida colheita, aplicar à folhagem da referidacolheita e ervas daninhas uma quantidade suficiente de uma formulaçãoherbicida de glifosato compreendendo N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitável desta para controlar o crescimento das referidas ervas daninhas sem incorrer em significante dano reprodutivo mediado porglifosato à referida planta da referida colheita, em que a formulação herbicida de glifosato também compreende ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ousal deste e um adjuvante exceto uma alquilamina alcoxilada, o referido adjuvante estando presente em uma quantidade eficaz para diminuir a permeabilidade da membrana celular na referida colheita para diminuir a captaçãocelular do referido ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste na referida colheita tratada com a referida formulação quando comparado às colheitas tratadas com uma mistura de aplicação tendo a mesma composição como a referida formulação exceto que uma alquilamina alcoxilada é substituída pelo referido adjuvante.
29. Método para seletivamente controlar ervas daninhas em umcampo contendo uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantesao glifosato, o método compreendendo:aplicar à folhagem da referida colheita e ervas daninhas umaquantidade suficiente de uma formulação herbicida de glifosato para controlar o crescimento das referidas ervas daninhas, a formulação herbicida deglifosato compreendendo N-(fosfonometil)glicina, predominantemente naforma de um sal agronomicamente aceitável deste selecionado do grupoconsistindo em sais de metal de álcali, sais de alquilamina e sais de alcanolamina de N-(fosfonometil)glicina, ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou saldeste e um agente de proteção compreendendo um adjuvante, em que aconcentração do referido adjuvante na formulação herbicida de glifosato éselecionada tal que a taxa de transferência de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste para dentro dos tecidos folheares da referida colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato seja suficientemente lenta para inibir significante necrose de folha na referida colheita induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal destepresente na formulação de glifosato herbicida.
30. Método de acordo com a reivindicação 29, em que o referidoadjuvante compreende um poliglicosídeo de alquila, um diol, um triol, umpoliol, uma dialcanolamina, uma trialcanolamina, um polialquileno glicol, umdialquileno glicol, um trialquileno glicol, um éster de álcool poliídrico, umaamida alcoxilada, um alquilfenol alcoxilado, um arilfenol alcoxilado, um alcoxilado de álcool graxo, ou um alcoxilado de álcool.
31. Método de acordo com a reivindicação 29 ou 30, tambémcompreendendo um sal de N-(fosfonometil)glicina exceto amônio ou diamônio.
32. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 31, em que um genoma das plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato compreende uma ou mais moléculas de DNA selecionado do grupoconsistindo em SEQ ID NO:1, SEQ ID NO:2, SEQ ID NO:3, e SEQ ID NO:4;ouo genoma das plantas transgênicas de algodão tolerantes aoglifosato em um método de amplificação de DNA produz um amplicon compreendendo SEQ ID NO:1 ou SEQ ID NO:2; ouas plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato compreende uma característica tolerante ao glifosato que é geneticamente ligado a um complemento de um ácido polinucléico marcador, e a molécula de ácido polinucléico marcador é homóloga ou complementar a uma molécula dé DNA selecionada do grupo consistindo em SEQ ID NO:1 e SEQ ID NO:2.
33. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 32, em que a colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato compreende plantas de algodão desenvolvidas de semente de eventode algodão designada MON 88913 e tendo semente representativa depositada com American Type Culture Collection (ATCC) com Acessão N9 PTA-4854 ou progênie deste tolerante ao glifosato.
34. Método de acordo com a reivindicação 3 ou 29, em que acolheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato compreende plantas de algodão desenvolvidas de semente de evento de algodão designada 1445 ou progênie deste tolerante ao glifosato e a fase de desenvolvimento especificada ocorre quando quatro ou menos nodos de folhasestão presente na planta da referida colheita.
35. Composição de glifosato herbicida útil para matar ou controlar o crescimento de ervas daninhas em um campo contendo uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato, compreendendo:N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitável desta;Ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste; ea agente de proteção em uma concentração suficiente para inibirsignificante necrose de folha na referida colheita induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste presente na composição de glifosato herbicida, o referido agente de proteção selecionado do grupo consistindoem íons de metal, antioxidantes, umectantes, compostos absorventes de luz,e misturas destes.
36. Composição de glifosato herbicida de acordo com a reivindicação 35, em que um agente de proteção compreende um íon de metal que é sujeito à formação de um complexo ou sal com ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um ânion formado por desprotonaçao oudesprotonaçao parcial deste, a formação de tal complexo ou sal sendo eficazpara inibir significante necrose de folha na referida colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste presente na referida composiçãode glifosato herbicida Composição de acordo com a reivindicação 36, emque o referido íon de metal é polivalente.
37. Composição de acordo com a reivindicação 36, em que oreferido íon de metal é polivalente.
38. Composição de acordo com a reivindicação 36, em que oreferido íon de metal é um íon de metal de transição.
39. Composição de acordo com a reivindicação 36 ou 37, emque um íon de metal é selecionado do grupo consistindo em alumínio, antimônio, ferro, cromo, níquel, manganês, cobalto, cobre, zinco, vanádio, titânio, molibdeno, estanho, bário e misturas destes.
40. Composição de acordo com a reivindicação 39, em que um íon de metal é selecionado do grupo consistindo em alumínio, cobre, ferro,zinco e misturas destes.
41. Composição de acordo com a reivindicação 42, em que umagente de proteção compreende uma mistura de íons de metal de ferro ezinco ou uma mistura de íons de metal de ferro e cobre.
42. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 36 a 41, em que um íon de metal agente de proteção compreendeum íon de metal polivalente selecionado de íons de metal polivalente sele-cionado de ferro, alumínio, zinco e cobre e misturas destes.
43. Composição de acordo com a reivindicação 42, em que umíon de metal agente de proteção compreende íons de ferro polivalente.
44. Composição de acordo com a reivindicação 43, em que um íon de metal agente de proteção é derivado de um composto selecionado dogrupo consistindo em sulfato férrico, cloreto férrico, sais de ferro de ácidosdi-, tri- e outros policarboxílicos e misturas destes.
45. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 36 a 44, em que uma relação molar de íons de metal para equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético é pelo menos de cerca de 0,15:1,pelo menos cerca de 0,2:1, pelo menos cerca de 0,25:1, pelo menos cercade 0,3:1, pelo menos cerca de 0,35:1, pelo menos cerca de 0,4:1, pelo menos cerca de 0,45:1, pelo menos cerca de 0,5:1, pelo menos cerca de 0,55:1, pelo menos cerca de 0,6:1, pelo menos cerca de 0,65:1, pelo menoscerca de 0,7:1, pelo menos cerca de 0,75:1, pelo menos cerca de 0,8:1, pelomenos cerca de 0,85:1, pelo menos cerca de 0,9:1 ou pelo menos cerca de 0,95:1.
46. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 36 a 45, em que uma relação molar de íons de metal para equivalentede ácido N-(fosfonometil)iminodiacético é não mais do que cerca de 25:1,não mais do que cerca de 20:1, não mais do que cerca de 15:1, não mais doque cerca de 10:1, não mais do que cerca de 5:1, não mais do que cerca de 4:1, não mais do que cerca de 3:1 ou não mais do que cerca de 2,5:1.
47. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 36 a 46, em que uma relação molar de íons de metal para equivalentede ácido N-(fosfonometil)iminodiacético é de cerca de 0,5:1 a cerca de 25:1,de cerca de 0,5:1 a cerca de 20:1, de cerca de 1:1 a cerca de 25:1, de cercade 1:1 a cerca de 20:1, de cerca de 1:1 a cerca de 15:1, de cerca de 1:1 acerca de 10:1, de cerca de 1:1 a cerca de 9:1, de cerca de 1:1 a cerca de-8:1, de cerca de 1:1 a cerca de 7:1, de cerca de 1:1 a cerca de 6:1, de cercade 1:1 a cerca de 5:1, de cerca de 1:1 a cerca de 4:1 Lde cerca de 1:1 a cerca de 3:1, de cerca de 1:1 a cerca de 2.5:1 ou de cerca de 1:1 a cerca de-2:1.
48. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 36 a 47, em que uma composição é na forma de um concentrado e acomposição também compreende um ligando solubilizante para ajudar namanutenção do íon de metal em solução durante a preparação da composição de concentrado de modo que o íon de metal seja disponível na forma de um complexo ou sal com ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um ânionformado por desprotonação ou desprotonação parcial deste.
49. Composição de acordo com a reivindicação 48, em que umíon de metal compreende ferro polivalente derivado de sulfato férrico, cloretoférrico ou oxido de ferro e a composição compreende o sal de potássio de N-(fosfonometil)glicina.
50. Composição de acordo com a reivindicação 48 ou 49, emque um ligando solubilizante é selecionado do grupo consistindo em poliácidos, ácidos de hidroxila, um anidrido, éster, amida, sal de haleto ou precursor deste, compostos de poliidróxi, aminoácidos, proteínas, polissacarídeos e misturas destes.
51. Composição de acordo com a reivindicação 50, em que umligando solubilizante compreende um ácido policarboxílico.
52. Composição de acordo com a reivindicação 51, em que umligando solubilizante compreende ácido cítrico.
53. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 48 a 52, em que um ligando solubilizante está presente na composiçãoem excesso molar com relação ao íon de metal.
54. Composição de acordo com a reivindicação 53, em que umarelação molar de ligando solubilizante para íon de metal é de cerca de 1.5:1 a cerca de 4:1.
55. Composição de glifosato herbicida de acordo com a reivindicação 35, em que um agente de proteção compreende um antioxidante selecionado para inibir significante necrose de folha na referida colheita deplantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste presente na referida composiçãode glifosato herbicida.
56. Composição de acordo com a reivindicação 55, em que oantioxidante é selecionado do grupo consistindo em hidroquinona, resorcinol,BHA, BHT e misturas destes.
57. Composição de acordo com a, reivindicação 55 ou 56, emque uma relação molar de antioxidante para equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético é de cerca de 50:1 a cerca de 1:1, decerca de 40:1 a cerca de 1:1, de cerca de 30:1 a cerca de 1:1, de cerca de 20:1 a cerca de 1:1, de cerca de 15:1 a cerca de 1:1, de cerca de 10:1 a cerca de 1:1,de cerca de 5:1 a cerca de 1:1, de cerca de 3:1 a cerca de 1:1, ou de cercade 2:1 a cerca de 1:1.
58. Composição de glifosato herbicida de acordo com a reivindicação 35, em que um agente de proteção compreende um umectante sele-cionado para inibir significante necrose de folha na referida colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste presente na referida composiçãode glifosato herbicida.
59. Composição de acordo com a reivindicação 58, em que umumectante é higroscópico e substancialmente não-ionizável em água.
60. Composição de acordo com a reivindicação 58 ou 59, emque um umectante compreende um álcool de poliidróxi.
61. Composição de acordo com a reivindicação 60, em que umumectante é selecionado do grupo consistindo em sorbitol, xilitol, inositol,manitol, pantotenol, glicerol e derivados e misturas destes.
62. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 58 a 61, em que uma relação molar de umectante para equivalente deácido N-(fosfonometil)iminodiacético é de cerca de 1000:1 a cerca de 1:1, decerca de 500:1 a cerca de 1:1, de cerca de 250:1 a cerca de 1:1, de cerca de100:1 a cerca de 1:1, de cerca de 50:1 a cerca de 1:1, de cerca de 40:1 acerca de 1:1, de cerca de 30:1 a cerca de 1:1, de cerca de 20:1 a cerca de 1:1, de cerca de 15:1 a cerca de 1:1, de cerca de 10:1 a cerca de 1:1, decerca de 5:1 a cerca de 1:1, de cerca de 3:1 a cerca de 1:1, ou de cerca de-2:1 a cerca de 1:1.
63. Composição de glifosato herbicida de acordo com a reivindicação 35, em que um agente de proteção compreende um composto absorvente de luz selecionado para inibir significante necrose de folha na referidacolheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato induzidapor ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste presente na referidacomposição de glifosato herbicida
64. Composição de acordo com a reivindicação 63, em que umcomposto absorvente de luz compreende uma tinta.
65. Composição de acordo com a reivindicação 64, em que umcomposto absorvente de luz compreende sal de trissódio de 3-carbóxi-5-hidróxi-1-p-sulfofenil-4-p-sulfofenilazopirazol.
66. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 35 a 65, em que a composição também compreende um componentetensoativo.
67. Composição de acordo com a reivindicação 66, em que umtensoativo compreende pelo menos um tensoativo selecionado de tensoativos catiônicos, tensoativos não iônicos, tensoativos aniônicos, tensoativos anfotéricos, tensoativos híbridos e misturas destes.
68. Composição de acordo com a reivindicação 67, em que umcomponente tensoativo compreende um tensoativo catiônico selecionado dogrupo compreendendo alquilaminas, alquileteraminas, alcoxilatos de alquilamina, alcoxilatos de alquileteramina, alquilaminas quaternárias, alquileteraminas quaternárias, alquilaminas quaternárias alcoxiladas, alquileteraminas alcoxiladas quaternárias, acetatos de alquilamina, óxidos de amina, óxidos de amina alcoxilada, óxidos de eteramina alcoxilada, e sais e misturas destes.
69. Composição de acordo com a reivindicação 68, em que umcomponente tensoativo compreende a alquilamina etoxilada de fórmula (3)<formula>formula see original document page 155</formula>em que m + n é entre cerca de 2 e cerca de 25 e R é um grupode alquila de cadeia ramificada ou linear tendo de cerca de 12 a cerca de 22átomos de carbono.
70. Composição de acordo com a reivindicação 67, em que umcomponente tensoativo compreende um tensoativo não iônico selecionadodo grupo compreendendo alquilpoliglicosídeos, ésteres de glicerol, ésteresde glicerol etoxilado, óleo de castor etoxilado, ésteres de açúcar reduzidoetoxilados, ésteres de álcool polihídrico, amidos etoxilados, ésteres de polietileno glicol etoxilados, fenóis de alquila etoxilados, arilfenóis etoxilados, álcool graxo etoxilado, copolímeros de oxido de etileno, copolímeros de oxidode propileno, organossilicones, flúor-orgânicos e misturas destes.
71. Composição de acordo com a reivindicação 67, em que umcomponente tensoativo compreende um tensoativo aniônico selecionado dogrupo compreendendo ácidos graxos, sabões graxos, sulfatos de alquila,óleos sulfatados, sulfatos de éter, sulfonatos, sulfonatos de alquilnaftaleno,sulfonatos de alquila, sulfossuccinatos, amidas sulfonadas, isotionatos, sarcosinatos, fosfatos, e misturas destes.
72. Composição de acordo com a reivindicação 67, em que umcomponente tensoativo compreende um tensoativo anfotérico selecionado do grupo compreendendo betaínas, imidazolínios, hidroxietilglicinas de alquila e alquilaminadipropionatos.
73. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 35 a 72, em que uma composição é um concentrado aquoso e a quan-tidade de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste é menor do que- 0,3, 0,35, 0,4, 0,5, 0,6, 0,7, 0,8, 0,9, 1, 2, 3, 4 ou 5 gramas por litro da composição em uma base de equivalente ácido.
74. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 35 a 73, em que uma composição também compreende um tensoativode alquilglicosídeo, em que a alquila tem de 4 a 18 átomos de carbono e oreferido tensoativo contém de 1 a 3 unidades de glicosídeo por unidade de alquila.
75. Composição de acordo com a reivindicação 74, em que umacomposição também compreende um tensoativo de alquilamina alcoxilada,em que um grupo de alcóxi é etóxi ou propóxi, o grau de alcoxilação é de 1 a-15 e o grupo de alquila tem de 8 a 22 átomos de carbono.
76. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 35 a 75, em que a N-(fosfonometil)glicina está predominantemente presente na forma do sal de sódio, sal de potássio, sal de amônio, sal de diamônio, sal de isopropilamina, sal de etanolamina, sal de trimetilsulfônio, sal de sulfoxônio, e misturas ou combinações destes.
77. Composição de acordo com a reivindicação 76, em que a N-(fosfonometil)glicina está predominantemente presente na forma do sal de potássio.
78. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 35 a 77, em que uma composição é um concentrado aquoso e a con-centração da referida N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamenteaceitável desta é pelo menos de cerca de 360, 370, 380, 390, 400, 410, 420,-430, 440, 450, 460, 470, 480, 490, 500, 510, 520, 530, 540, 550, 560, 570,580, 590 ou 600 ou mais gramas por litro em uma base de equivalente ácido.
79. Composição de acordo com a reivindicação 35, em que aconcentração da referida N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamenteaceitável desta não é maior do que cerca de 2 % em peso e a concentraçãode ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste é menor do que 0,0012% em peso.
80. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 35 a 79, em que um glifosato está predominantemente na forma do salde potássio de N-(fosfonometil)glicina e a composição também compreendeum componente tensoativo compreendendo um tensoativo de alquilaminaetoxilada de fórmula (3)(<formula>formula see original document page 157</formula>em que m + n é entre cerca de 2 e cerca de 25 e R é um grupode alquila de cadeia ramificada ou linear tendo de cerca de 12 a cerca de 22átomos de carbono.
81. Composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitáveldesta e menos do que 5 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste, em que:a composição também compreende ácido aminometilfosfônico ea relação de peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste para ácido aminometilfosfônico não é maior do que 0,25:1; oua composição também compreende pelo menos um tensoativoexceto um alquil amina alcoxilada ou um éster de fosfato alcoxilado; oua N-(fosfonometil)glicina está presente predominantemente naforma do sal de potássio, dipotássio, monoamônio, diamônio, sódio, monoetanolamina, n-propilamina, etilamina, etilenodiamina, hexametilenodiamina ou trimetilsulfônio desta; oua composição também compreende um componente tensoativocompreendendo an alquilamina alcoxilada e um éster de fosfato alcoxilado;oua N-(fosfonometil)glicina está presente predominantemente naforma do sal de isopropilamina desta.
82. Composição de acordo com a reivindicação 81, em que aquantidade de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste é menor doque 0,3, 0,35, 0,4, 0,5, 0,6, 0,7, 0,8, 0,9, 1, 2, 3 ou 4 gramas por litro da composição em uma base de equivalente ácido.
83. Composição de acordo com a reivindicação 81 ou 82, emque a concentração da referida N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomi-camente aceitável desta é pelo menos de cerca de 370, 380, 390, 400, 410,-420, 430, 440, 450, 460, 470, 480, 490, 500, 510, 520, 530, 540, 550, 560,- 570, 580, 590 ou 600 ou mais gramas por litro em uma base de equivalente ácido.
84. Composição de acordo com a reivindicação 81, em que umacomposição compreende pelo menos um tensoativo exceto uma alquil aminaalcoxilada ou um éster de fosfato aicoxilado ou a composição compreendeum componente tensoativo compreendendo an alquilamina alcoxilada e uméster de fosfato aicoxilado e N-(fosfonometil)glicina está predominantemente presente na forma do sal de sódio, sal de potássio, sal de amônio, sal dediamônio, sal de isopropilamina, sal de etanolamina, sal de trimetilsulfônio,sal de sulfoxônio, e misturas ou combinações destes.
85. Composição de acordo com a reivindicação 84, em que a N-(fosfonometil)glicina está predominantemente presente na forma do sal de potássio.
86. Composição de acordo com a reivindicação 85, tambémcompreendendo outro sal de N-(fosfonometil)glicina.
87. Composição de glifosato herbicida útil para matar ou controlar o crescimento de ervas daninhas em um campo contendo uma colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato, compreendendo:N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma de um salagronomicamente aceitável deste selecionado do grupo consistindo em saisde metal de álcali, sais de alquilamina e sais de alcanolamina de N-(fosfonometil)glicina;Ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste; eum agente de proteção compreendendo um adjuvante em umaconcentração selecionada tal que a taxa de transferência de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste para dentro dos tecidos folheares da referida colheita de plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato seja suficientemente lenta para inibir significante necrose de folha na referida colheita induzida por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal destepresente na formulação de glifosato herbicida.
88. Composição de acordo com a reivindicação 87, em que oreferido adjuvante é selecionado do grupo consistindo em um poliglicosídeo de alquila, um diol, um triol, um poliol, uma dialcanolamina, uma trialcanolamina, um polialquileno glicol, um dialquileno glicol, um trialquileno glicol, uméster de álcool poliídrico, uma amida alcoxilada, um alquilfenol aicoxilado,um arilfenol alcoxilado, um alcoxilado de álcool graxo, um alcoxilado de álcool e misturas destes.
89. Composição de acordo com a reivindicação 88, tambémcompreendendo um sal de N-(fosfonometil)glicina exceto amônio ou diamônio.
90. Composição de glifosato herbicida útil para matar ou controlar o crescimento de vegetação indesejada, composição de glifosato herbicida na forma de um concentrado aquoso e compreendendo:N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitáveldesta, a concentração da referida N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitável desta sendo pelo menos cerca de 360, ---370, 380, 390,400, 410, 420, 430, 440, 450, 460, 470, 480, 490, 500, 510, 520, 530, 540,-550, 560, 570, 580, 590 ou 600 ou mais gramas por litro em uma base deequivalente ácido;Ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste;um íon de metal que é sujeito à formação de um complexo ousal com ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um ânion formado por desprotonação ou desprotonação parcial deste, em que uma relação molar deíons de metal para equivalente de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético é pelo menos de cerca de 0,4:1, pelo menos cerca de 0,45:1, pelo menos cerca de 0,5:1, pelo menos cerca de 0,55:1, pelo menos cerca de 0,6:1, pelomenos cerca de 0,65:1, pelo menos cerca de 0,7:1, pelo menos cerca de-0,75:1, pelo menos cerca de 0,8:1, pelo menos cerca de 0,85:1, pelo menoscerca de 0,9:1 ou pelo menos cerca de 0,95:1; e um componente tensoativo compreendendo pelo menos um tensoativo catiônico.
91. Composição de acordo com a reivindicação 90, em que a N-(fosfonometil)glicina está predominantemente presente na forma de um sal agronomicamente aceitável deste selecionado do grupo consistindo em sais de metal de álcali, sal de amônio, sal de diamônio, sais de alquilamina, saisde alcanolamina, sais de alquilsulfônio, sais de sulfoxônio e misturas e combinações destes.
92. Composição de acordo com a reivindicação 91, em que a N-(fosfonometil)glicina está predominantemente presente na forma de um sal agronomicamente aceitável deste selecionado do grupo consistindo em salde sódio, sal de potássio, sal de isopropilamina, sal de etanolamina, sal de trimetilsulfônio, e misturas ou combinações destes.
93. Composição de acordo com a reivindicação 91, em que a N-(fosfonometil)glicina está predominantemente presente na forma de um sal agronomicamente aceitável deste selecionado do grupo consistindo em saisde metal de álcali, sais de alquilamina, e misturas ou combinações destes.
94. Composição de acordo com a reivindicação 93, em que a N-(fosfonometil)glicina está predominantemente presente na forma do sal de isopropilamina.
95. Composição de acordo com a reivindicação 93, em que a N-(fosfonometil)glicina está predominantemente presente na forma do sal de potássio.
96. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 90 a 95, em que um componente tensoativo compreende um tensoativocatiônico selecionado do grupo compreendendo alquilaminas, alquileteraminas, alcoxilatos de alquilamina, alcoxilatos de alquileteramina, alquilaminas quaternárias, alquileteraminas quaternárias, alquilaminas quaternárias alcoxiladas, alquileteraminas quaternárias alcoxiladas, acetatos de alquilamina,óxidos de amina, óxidos de amina alcoxilada, óxidos de eteramina alcoxilada, e sais e misturas destes.
97. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 90 a 95, em que um componente tensoativo compreende um tensoativode fórmula (3)<formula>formula see original document page 161</formula>em que m + n é entre cerca de 2 e cerca de 25 e R é um grupode alquila de cadeia ramificada ou linear tendo de cerca de 12 a cerca de 22átomos de carbono.
98. Composição de acordo com a reivindicação 97, em que umcomponente tensoativo compreende uma mistura de coco alcoxilado e aminas de sebo.
99. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 90 a 98, em que o referido íon de metal é polivalente.
100. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 90 a 99, em que um íon de metal agente de proteção compreende umíon de metal polivalente selecionado de íons de metal polivalente selecionado de ferro, alumínio, zinco e cobre e misturas destes.
101. Composição de acordo com a reivindicação 100, em queum agente de proteção íon de metal compreende íons de ferro polivalente.
102. Composição de acordo com a reivindicação 101, em queum íon de metal agente de proteção é derivado de um composto selecionado do grupo consistindo em sulfato férrico, cloreto férrico, sais de ferro de ácidos di-, tri- e outros policarboxílicos e misturas destes.
103. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 90 a 102, em que uma relação molar de íons de metal para equivalentede ácido N-(fosfonometil)iminodiacético é não mais do que cerca de 25:1,não mais do que cerca de 20:1, não mais do que cerca de 15:1, não mais doque cerca de 10:1, não mais do que cerca de 5:1, não mais do que cerca de-4:1, não mais do que cerca de 3:1 ou não mais do que cerca de 2.5:1.
104. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 90 a 103, em que uma relação molar de íons de metal para equivalentede ácido N-(fosfonometil)iminodiacético é de cerca de 0,5:1 a cerca de 25:1,de cerca de 0,5:1 a cerca de 20:1, de cerca de 1:1 a cerca de 25:1, de cercade 1:1 a cerca de 20:1, de cerca de 1:1 a cerca de 15:1, de cerca de 1:1 acerca de 10:1, de cerca de 1:1 a cerca de 9:1, de cerca de 1:1 a cerca de-8:1, de cerca de 1:1 a cerca de 7:1, de cerca de 1:1 a cerca de 6:1, de cercade 1:1 a cerca de 5:1, de cerca de 1:1 a cerca de 4:1, de cerca de 1:1 a cerca de 3:1, de cerca de 1:1 a cerca de 2.5:1 ou de cerca de 1:1 a cerca de 2:1.
105. Composição de acordo com qualquer uma das reivindica-ções 90 a 104, em que uma composição também compreende um ligandosolubilizante para ajudar na manutenção do íon de metal em solução durantea preparação da composição de concentrado de modo que o íon de metalesteja disponível para formar um complexo ou sal com ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um ânion formado por desprotonação oudesprotonação parcial deste.
106. Composição de acordo com a reivindicação 105, em queum íon de metal compreende ferro polivalente derivado de sulfato férrico,cloreto férrico ou oxido de ferro e a composição compreende o sal de potássio de N-(fosfonometil)glicina.
107. Composição de acordo com a reivindicação 105 ou 106, emque um ligando solubilizante é selecionado do grupo consistindo em poliácidos, ácidos de hidroxila, um anidrido, éster, amida, sal de haleto ou precursores destes, compostos de polihidróxi, aminoácidos, proteínas, polisacarídeos e misturas destes.
108. Composição de acordo com a reivindicação 107, em queum ligando solubilizante compreende um ácido policarboxílico.
109. Composição de acordo com a reivindicação 108, em queum ligando solubilizante compreende ácido cítrico.
110. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 105 a 109, em que um ligando solubilizante está presente na composição em excesso molar com relação ao íon de metal.
111. Composição de acordo com a reivindicação 110, em queuma relação molar de ligando solubilizante para íon de metal é de cerca de 1.5:1 a cerca de 4:1.
112. Composição de glifosato de grau técnico compreendendopelo menos 95 % em peso de equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina,menos do que 0,15 % em peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ouum sal deste, e um subproduto selecionado de não mais do que 0,7 % empeso de N-formil-N-(fosfonometil)glicina ou não mais do que 0,03 % em pesode ácido N-metiliminodiacético, as percentagens de peso sendo em umabase seca.
113. Composição de acordo com a reivindicação 112, em queuma composição compreende não mais do que 0,2, 0,3, 0,4, 0,5 ou 0,6 %em peso N-formil-N-(fosfonometil)glicina.
114. Composição de acordo com a reivindicação 112 ou 113, emque uma composição compreende não mais do,que 0,01 ou 0,02 % em pesoácido N-metiliminodiacético.
115. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 112 a 114, em que uma composição compreende pelo menos 96, 97, 98 ou 99 % em peso equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina.
116. Composição de glifosato de grau técnico compreendendopelo menos 90 % em peso equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina, menos do que 0,6 % em peso ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um saldeste, e ácido aminometilfosfônico, em que uma relação de peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste para ácido aminometilfosfôniconão é maior do que 0,18:1, 0,19:1, 0,20:1, 0,21:1, 0,22:1, 0,23:1, 0,24:1 ou-0,25:1, as percentagens de peso sendo em uma base seca.
117. Composição de acordo com a reivindicação 116, em queuma composição compreende menos do que 0,05, 0,06, 0,07, 0,08, 0,09,-0,10, 0,20, 0,30, ou 0,40 % em peso ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ouum sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao equivalenteácido de N-(fosfonometil)glicina.
118. Composição de acordo com a reivindicação 116 ou 117, emque um conteúdo de N-(fosfonometil)glicina é pelo menos de cerca de 95 %em peso em uma base de equivalente ácido.
119. Composição de glifosato de grau técnico compreendendopelo menos 90 % em peso ácido N-(fosfonometil)glicina ou sal deste, menosdo que 0,45 % em peso ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste, e pelo menos 0,02 % em peso de glicina ou sal deste, as percentagensde peso sendo em uma base de equivalente ácido seco.
120. Composição de acordo com a reivindicação 119, contendonão mais do que cerca de 0,010 % em peso glifosina em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
121. Composição de acordo com a reivindicação 119 ou 120,compreendendo um subproduto ou impureza selecionado do grupo consistindo em: ácido iminodiacético ou sal deste em uma concentração de pelo menos cerca de 0,02 % em peso em uma base de equivalente ácido comrelação um equivalente ácido de glifosato; glifosato de N-metila ou um saldeste em uma concentração de pelo menos cerca de 0,01 % em peso emuma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato; glifosato de N-formila ou um sal deste em uma concentração de pelo menos cerca de 0,010 % em peso em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato; iminobis (ácido metilenofosfônico) ouum sal deste em uma concentração de pelo menos cerca de 0,010 % empeso em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácidode glifosato; ácido N-metilaminometilfosfônico ou um sal deste em uma concentração de pelo menos cerca de 0,010 % em peso em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato; e combinaçõesde qualquer dos referidos subprodutos e impurezas com qualquer outro dosreferidos subprodutos e impurezas, ou com mais do que um outro dos referidos subprodutos e impurezas, nas concentrações mínimas supracitadas.
122. Composição de acordo com qualquer das reivindicações 119 a 121, compreendendo entre cerca de 0,02 % em peso e cerca de 1.5 %em peso de ácido iminodiacético ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
123. Composição de acordo com a reivindicação 122, compreendendo entre cerca de 0,05 % em peso e cerca de 1,0 % em peso de ácidoiminodiacético ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
124. Composição de acordo com a reivindicação 123, em queum conteúdo de ácido iminodiacético ou sal de ácido iminodiacético não émaior do que cerca de 0,58 % em peso, não mais do que cerca de 0,55 %em peso, ou não mais do que cerca de 0,50 % em peso em uma base deequivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
125. Composição de acordo com a reivindicação 123, compre-endendo entre cerca de 0,1 e cerca de 0,58 % em peso, cerca de 0,1 e cerca de 0,55 % em peso ou entre cerca de 0,1 e cerca de 0,50 % em peso ácido iminodiacético ou um sal deste em uma base de equivalente ácido comrelação um equivalente ácido de glifosato.
126. Composição de acordo com .qualquer das reivindicações-119 a 123 compreendendo entre cerca de 0,02 e cerca de 1,5 % em peso N-metil glifosato ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
127. Composição de acordo com a reivindicação 126, compreendendo entre cerca de 0,02 e cerca de 1,0 % em peso N-metil glifosato ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação um equivalenteácido de glifosato.
128. Composição de acordo com a reivindicação 127, compreendendo não mais do que cerca de 0,55 % em peso ou não mais do que cerca de 0,50 % em peso, N-metil glifosato ou um sal deste em uma base deequivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
129. Composição de acordo com qualquer das reivindicações-119 a 127, compreendendo entre cerca de 0,15 e cerca de 2 % em peso ácido aminometilfosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácidocom relação um equivalente ácido de glifosato.
130. Composição de acordo com a reivindicação 129, compreendendo entre cerca de 0,2 e cerca de 1,5 % em peso de ácido aminometil-fosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relaçãoum equivalente ácido de glifosato.
131. Composição de acordo com a reivindicação 130, compreendendo pelo menos cerca de 0,30 % em peso de ácido aminometilfosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
132. Composição de acordo com qualquer das reivindicações 119 a 130, compreendendo entre cerca de 0,02 e cerca de 1,5 % em peso de glifosato de N-formila ou um sal deste em uma base de equivalente ácidocom relação um equivalente ácido de glifosato.
133. Composição de acordo com a reivindicação 132, compreendendo entre cerca de 0,03 e cerca de 1,0 % em peso de glifosato de N-formila ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação umequivalente ácido de glifosato.
134. Composição de acordo com a reivindicação 133, compreendendo não mais do que cerca de 0,70 % em peso, não mais do que cercade 0,60 % em peso, não mais do que cerca de 0,50 % em peso, não mais doque cerca de 0,40 % em peso, ou não mais do que cerca de 0,30 % em pesode glifosato N-formil ou um sal deste em uma base de equivalente ácido comrelação um equivalente ácido de glifosato.
135. Composição de acordo com qualquer das reivindicações 119 a 133, compreendendo entre cerca de 0,1 e cerca de 1,5 % em peso deiminobis (ácido metilenofosfônico) ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
136. Composição de acordo com a reivindicação 135, compreendendo entre cerca de 0,2 e cerca de 1,0 % em peso iminobis(ácido metilenofosfônico) ou um sal deste, em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
137. Composição de acordo com a reivindicação 136, compreendendo não mais do que cerca de 0,8 % em peso de imino bis(ácido meti-lenofosfônico) ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
138. Composição de acordo com a reivindicação 136, compreendendo entre cerca de 0,2 e cerca de 0,8 % em peso imino bis(ácido metilenofosfônico) em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
139. Composição de acordo com qualquer das reivindicações 119 a 136, compreendendo entre 0,1 cerca de e cerca de 2 % em peso deácido N-metilaminometilfosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
140. Composição de acordo com a reivindicação 139, compreendendo entre 0,15 cerca de e cerca de 1,0 % em peso de ácido N-metilaminometilfosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácidocom relação um equivalente ácido de glifosato.
141. Composição de acordo com a reivindicação 140, compreendendo pelo menos cerca de 0,25 % em peso de ácido N-metilaminometilfosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácidocom relação um equivalente ácido de glifosato.
142. Composição de acordo com a reivindicação 141, compreendendo entre cerca de 0,25 e cerca de 0,6 % em peso de ácido N-metilaminometilfosfônico em uma base de equivalente ácido com relação umequivalente ácido de glifosato.
143. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento compreendendo pelo menos cerca de 1500 toneladas métricas de Produto de glifosato selecionado do grupo consistindo em ácido de glifosatotendo uma composição média como definida em qualquer uma das reivindicações 119 a 142, e uma solução aquosa concentrada de um sal agronomicamente aceitável de glifosato produzido combinando-se o referido ácido deglifosato com uma base.
144. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento de acordo com a reivindicação 143, compreendendo pelo menos 3000 toneladas métricas do referido produto de glifosato em uma base deequivalente ácido de glifosato.
145. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento de acordo com a reivindicação 143 ou 144, compreendendo pelo menos 1500 toneladas métricas de glifosato em estado sólido em uma base deequivalente ácido.
146. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento de acordo com a reivindicação 145, compreendendo pelo menos 3000 toneladas métricas de glifosato em estado sólido em uma base de equivalente ácido.
147. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento de acordo com a reivindicação 143 ou 144, compreendendo pelo menos 1500 toneladas métricas da referida solução aquosa concentrada emuma base de equivalente ácido.
148. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento de acordo com a reivindicação 147, compreendendo pelo menos 3000 toneladas métricas da referida solução aquosa concentrada em umabase de equivalente ácido.
149. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento de acordo com a reivindicação 147 ou 148, onde o glifosato contido na referida solução aquosa concentrada está predominantemente na formade um sal de monoamônio, diamônio, isopropilamina, potássio, dipotássio,sódio, monoetanolamina, etilamina, etilenodiamina, n-propilamina, hexametilenodiamina, ou trimetilsulfônio, ou uma combinação destes.
150. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento de acordo com qualquer uma das reivindicações 143,144 ou 147 a 149, compreendendo uma solução aquosa compreendendo um sal agrono-micamente aceitável de glifosato e tendo um conteúdo médio de glifosato depelo menos cerca de 300 gramas por litro, a.e.
151. Produto de glifosato técnico, concentrado aquoso, lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento como definido em qualquer das reivindicações 119 a 150, em que um equivalente ácido de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou conteúdo de sal ou equivalente ácidomédio de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou conteúdo de sal é menordo que 0,05, 0,06, 0,07, 0,08, 0,09, 0,10, 0,15, 0,20, 0,25, 0,30 ou 0,40 % empeso, equivalente ácido de glifosato de base.
152. Produto de glifosato técnico, concentrado aquoso, lote, cicio, carregamento, campanha, segregado ou suprimento como definido em qualquer das reivindicações 119 a 151, em que um equivalent ácido de ácidoN-(fosfonometil)iminodiacético ou conteúdo de sal ou equivalente ácido mé-dio de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou conteúdo de sal é pelo menosde cerca de 0,01, 0,02, 0,03, 0,04 ou 0,05, 0,06, 0,07 0,08, 0,10, 0,12, 0,15,ou 0,18 % em peso.
153. Produto de glifosato técnico, lote, cido, carregamento,campanha, segregado ou suprimento, como definido em qualquer das rei-vindicações 119 a 152 compreendendo pelo menos 95 % em peso equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina.
154. Composição de glifosato técnica compreendendo pelo menos 90 % em peso equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina, entre cerca de 0,02 % em peso e cerca de 0,25, % em peso ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste, e um subproduto selecionadode não mais do que 0,6 % em peso N-formil-N-(fosfonometil)glicina, as percentagens de peso sendo em uma base de equivalente ácido seco.
155. Composição de acordo com a reivindicação 154, em queuma composição compreende não mais do que 0,2, 0,3, 0,4, 0,5 ou 0,6 %em peso N-formil- N-(fosfonometil)glicina em uma base de equivalente ácidocom relação um equivalente ácido de glifosato.
156. Composição de acordo com a reivindicação 154 ou 155,compreendendo não mais do que 0,03 % em peso de NMIDA em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
157. Composição de acordo com a reivindicação 156, em queuma composição compreende não mais do que 0,01 ou 0,02 % em peso deNMIDA em uma base de equivalente ácido com relação a um equivalenteácido de glifosato.
158. Composição de acordo com qualquer das reivindicações 154 a 157, em que a concentração de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste não é maior do que 0,15 % em peso em uma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
159. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 116 a 157, em que uma composição compreende pelo menos 95, 96,-97, 98 ou 99 % em peso equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina.
160. Composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitáveldesta; menos do que 5 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido)de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste; e ácido aminometilfosfônico (equivalente ácido), em que uma relação de peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste para ácido aminometilfosfôniconão é maior do que 0,25:1.
161. Composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitáveldesta, menos do que cerca de 5 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste, e pelo menos um tensoativo exceto uma alquil amina alcoxilada ou um éster de fosfatoalcoxilado.
162. Composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma do salde potássio, dipotássio, monoamônio, diamônio, sódio, monoetanolamina, n-propilamina, etilamina, etilenodiamina, hexametilenodiamina ou trimetilsulfônio deste, e menos do que cerca de 5 gramaspor litro (em uma base de equivalente ácido) de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste.
163. Composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) of N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitáveldesta, menos do que cerca de 5 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste, e pelo menos um componente tensoativo compreendendo uma alquil amina alcoxiladaou um éster de fosfato alcoxilado.
164. Composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma do salde isopropilamina deste, e menos do que cerca de 5 gramas por litro (emuma base de equivalente ácido) de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ousal deste.
165. Composição de acordo com qualquer das reivindicações 160 a 164, em que a proporção de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste é menor do que cerca de 0,3, 0,35, 0,4, 0,5, 0,6, 0,7, 0,8, 0,9, 1, 2,-3 ou 4 gramas por litro da composição em uma base de equivalente ácido.
166. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 160 a 165, em que a concentração da referida N-(fosfonometil)glicinaou um sal agronomicamente aceitável desta é pelo menos de cerca de 370,-380, 390, 400, 410, 420, 430, 440, 450, 460, 470, 480, 490, 500, 510, 520,-530, 540, 550, 560, 570, 580, 590 ou 600 ou mais gramas por litro em umabase de equivalente ácido.
167. Composição de acordo com a reivindicação 161 ou 163, emque a N-(fosfonometil)glicina está predominantemente presente na forma dosal de sódio, sal de potássio, sal de amônio, sal de diamônio, sal de isopropilamina, sal de etanolamina, sal de trimetilsulfônio, sal de sulfoxônio, e misturas ou combinações destes.
168. Composição de acordo com a reivindicação 167, em que aN-(fosfonometil)glicina está predominantemente presente na forma do sal de potássio.
169. Composição de acordo com a reivindicação 168, tambémcompreendendo outro sal de N-(fosfonometil)glicina.
170. Composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitáveldesta; menos do que 0,45 % em peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste (equivalente ácido) em uma basede equivalente ácido de glifosato; e ácido aminometilfosfônico, em que umarelação de peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste(equivalente ácido) para ácido aminometilfosfônico (equivalente) não é maiordo que 0,25:1.
171. Composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitável desta, menos do que cerca de 0,45 % em peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste (equivalente ácido) em uma basede equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina, e pelo menos um tensoativoexceto uma alquil amina alcoxilada ou um éster de fosfato alcoxilado.
172. Composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma do salde potássio, dipotássio, monoamônio, diamônio, sódio, monoetanolamina, n-propilamina, etilamina, etilenodiamina, hexametilenodiamina ou trimetilsulfônio deste, e menos do que cerca de 0,45 % em peso de ácido (fosfonome-til)iminodiacético ou sal deste (equivalente ácido) em uma base de equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina.
173. Composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina ou um sal agronomicamente aceitáveldesta, menos do que cerca de 0,45 % em peso ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste em uma base de N-(fosfonometil)glicina, e pelo menos um componente tensoativo compreen-dendo uma alquil amina alcoxilada ou um éster de fosfato alcoxilado.
174. Composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma do salde isopropilamina deste, e menos do que cerca de 0,45 % em peso ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste (equivalente ácido) em uma base de equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina.
175. Composição de concentrado herbicida aquosa de acordocom qualquer uma das reivindicações 170 a 174, em que uma composiçãocompreende menos do que 0,05, 0,06, 0,07, 0,08, 0,09, 0,10, 0,20, 0,30, ou-0,40 % em peso ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste emuma base de equivalente ácido com relação um equivalente ácido de glifosato.
176. Composição de acordo com a reivindicação 170, em queuma relação de peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste para ácido aminometilfosfonico em uma base de equivalente ácido não é maior do que 0,18:1, 0,19:1, 0,20:1, 0,21:1, 0,22:1, 0,23:1, ou 0,24:1.
177. Composição de acordo com quaisquer das reivindicações 170 a 176, contendo não mais do que cerca de 0,010 % em peso de glifosina em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
178. Composição de concentrado de herbicida aquoso compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma de umsal deste, menos do que cerca de 0,45 % em peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal (equivalente ácido), e pelo menos cerca de 0,02 % em peso de glicina ou um sal deste (equivalente ácido), as percentagens em peso sendo em uma base de equivalente ácido com relação ao N-(fosfonometil)glicina, a.e.
179. Composição de concentrado de herbicida aquoso de acordo com a reivindicação 178, em que uma composição compreende menos do que 0,05, 0,06, 0,07, 0,08, 0,09, 0,10, 0,20, 0,30, ou 0,40 % em peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
180. Composição de acordo com quaisquer das reivindicações 170 a 179, compreendendo um subproduto ou impureza selecionada do grupo consistindo em: ácido iminodiacético ou sal deste em uma concentração de pelo menos cerca de 0,02 % em peso em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.; glifosato de N-metila ou um sal deste em umaconcentração de pelo menos cerca de 0,01 % em peso em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.; glifosato de N-formila ou um sal deste em uma concentração de pelo menos cerca de 0,010 % em peso em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.; iminobis(ácido metilenofosfônico) ou um sal deste em uma concentração de pelomenos cerca de 0,010 % em peso em uma base de equivalente ácido comrelação ao glifosato, a.e.; ácido N-metilaminometilfosfônico ou um sal desteem uma concentração de pelo menos cerca de 0,010 % em peso em umabase de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.; e combinações dequaisquer dos referidos subprodutos e impurezas com qualquer outro dosreferidos subprodutos e impurezas, ou com mais do que um dos outros refe-ridos subprodutos e impurezas, nas concentrações mínimas supracitadas.
181. Composição de acordo com a quaisquer das reivindicações-170 a 177, compreendendo um subproduto ou impureza selecionada do grupo consistindo em: ácido iminodiacético ou sal deste em uma concentraçãoentre cerca de 0,02 e cerca de 0,55 % em peso em uma base de equivalenteácido com relação ao glifosato, a.e.; Glifosato de N-metila ou um sal desteem uma concentração entre cerca de 0,070 % em peso e cerca de 1,5 % empeso em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.; ácidoaminometilfosfônico ou um sal deste em uma concentração de pelo menoscerca de 0,30 % em peso em uma base de equivalente ácido com relação aoglifosato, a.e.; glifosato de N-formila ou um sal deste em uma concentraçãoentre cerca de 0,010 % em peso e cerca de 0,70 % em peso em uma basede equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.; iminobis (ácido metileno-fosfônico) ou um sal deste em uma concentração entre cerca de 0,02 e cerca de 0,8 % em peso em uma base de equivalente ácido com relação aoglifosato, a.e.; ácido N-metilaminometilfosfônico ou um sal deste em umaconcentração entre cerca de 0,25 e cerca de 0,6 % em peso em uma basede equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.; e combinações dequaisquer dos referidos subprodutos e impurezas com qualquer outro dosreferidos subprodutos e impurezas, ou com mais do que um dos outros referidos subprodutos e impurezas, nas concentrações mínimas supracitadas.
182. Composição de acordo com a reivindicação 180, compreendendo entre cerca de 0,02 % em peso e cerca de 1,5 % em peso de ácido iminodiacético ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
183. Composição de acordo com a reivindicação 182, compreendendo entre cerca de 0,05 % em peso e cerca de 1,0 % em peso de ácido iminodiacético ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
184. Composição de acordo com a reivindicação 183, em queum conteúdo de ácido iminodiacético ou sal de ácido iminodiacético não émaior do que cerca de 0,58 % em peso, não maior do que cerca de 0,55 %em peso, ou não maior do que cerca de 0,50 % em peso em uma base deequivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
185. Composição de acordo com a reivindicação 183, compreendendo entre cerca de 0,1 e cerca de 0,58 % em peso, entre cerca de 0,1 e cerca de 0,55 % em peso ou entre cerca de 0,1, e cerca de 0,50 % em pesode ácido iminodiacético ou sal deste em uma base de equivalente ácido comrelação ao glifosato, a.e.
186. Composição de acordo com quaisquer das reivindicações 180 a 183 compreendendo entre cerca de 0,02 e cerca de 1,5 % em peso de glifosato de N-metila ou um sal deste em uma base de equivalente ácidocom relação ao glifosato, a.e.
187. Composição de acordo com a reivindicação 186, compreendendo entre cerca de 0,02 e cerca de 1,0 % em peso de glifosato de N-metila ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
188. Composição de acordo com a reivindicação 127, compreendendo não maior do que cerca de 0,55 % em peso ou não maior do que cerca de 0,50 % em peso de glifosato de N-metila ou um sal deste em umabase de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
189. Composição de acordo com quaisquer das reivindicações 180 a 187, compreendendo entre cerca de 0,15 e cerca de 2 % em peso de ácido aminometilfosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente áci-do com relação ao glifosato, a.e.
190. Composição de acordo com a reivindicação 189, compreendendo entre cerca de 0,2 e cerca de 1,5 % em peso de ácido aminometil-fosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação aoglifosato, a.e.
191. Composição de acordo com a reivindicação 190, compreendendo pelo menos cerca de 0,30 % em peso de ácido aminometilfosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato,a.e.
192. Composição de acordo com quaisquer das reivindicações-180 a 190, compreendendo entre cerca de 0,02 e cerca de 1,5 % em pesode glifosato de N-formila ou um sal deste em uma base de equivalente ácidocom relação ao glifosato, a.e.
193. Composição de acordo com a reivindicação 192, compreendendo entre cerca de 0,03 e cerca de 1,0 % em peso de glifosato de N-formila ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação aoglifosato, a.e.
194. Composição de acordo com a reivindicação 182, compreendendo não maior do que cerca de 0,70 % em peso, não maior do que cerca de 0,60 % em peso, não maior do que cerca de 0,50 % em peso, nãomaior do que cerca de 0,40 % em peso, ou não maior do que cerca de 0,30% em peso de glifosato de N-formila ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
195. Composição de acordo com a reivindicação 193, compreendendo não maior do que cerca de 0,60 % em peso de glifosato de N-formila em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato a.e.
196. Composição de quaisquer das reivindicações 180 a 193,compreendendo entre cerca de 0,1 e cerca de 1,5 % em peso de iminobis(ácido metilenofosfônico) ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
197. Composição de acordo com a reivindicação 196, compreendendo entre cerca de 0,2 e cerca de 1,0 % em peso de imino bis(ácido metilenofosfônico) ou um sal deste, em uma base de equivalente ácido comrelação ao glifosato, a.e.
198. Composição de acordo com a reivindicação 197, compreendendo não maior do que cerca de 0,8 % em peso de imino bis(ácido metilenofosfônico) ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
199. Composição de acordo com a reivindicação 197, compreendendo entre cerca de 0,2 e cerca de 0,8 % em peso de imino bis(ácido metilenofosfônico) ou um sal deste em uma base de equivalente ácido comrelação ao glifosato, a.e.
200. Composição de acordo com a quaisquer das reivindicações180 a 197, compreendendo entre cerca de 0,1 e cerca de 2 % em peso deácido N-metilaminometilfosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
201. Composição de acordo com a reivindicação 200, compreendendo entre cerca de 0,15 e cerca de 1,0 % em peso de ácido N-metilaminometilfosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácidocom relação ao glifosato, a.e.
202. Composição de acordo com a reivindicação 201, compreendendo pelo menos cerca de 0,25 % em peso de ácido N-metilaminometilfosfônico em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
203. Composição de acordo com a reivindicação 202, compreendendo entre cerca de 0,25 e cerca de 0,6 % em peso de ácido N-metilaminometilfosfônico em uma base de equivalente ácido com relação aoglifosato, a.e.
204. Composição de acordo com a reivindicação 201, compreendendo entre cerca de 0,25 e cerca de 0,6 % em peso de ácido N-metilaminometilfosfônico ou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato, a.e.
205. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento do concentrado de herbicida aquoso de acordo com quaisquer das reivindicações 170 a 204, e compreendendo pelo menos cerca de 1500 toneladas métricas do referido sal de glifosato em um glifosato, a.e., base.
206. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento de acordo com a reivindicação 205, compreendendo pelo menos 3000 toneladas métricas do referido sal de glifosato em um glifosato a.e. base.
207. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento de acordo com a reivindicação 205 ou 206, em que o glifosato contido no referido concentrado é predominantemente na forma de um sal de mono-amônio, diamônio, isopropilamina, potássio, dipotássio, sódio, monoetano-lamina, etilamina, etilenodiamina, n-propilamina, hexametilenodiamina, outrimetilsulfônio de glifosato, ou uma combinação destes.
208. Produto de glifosato técnico, concentrado aquoso, lote, ci-clo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento de acordo comquaisquer das reivindicações 170 a 207, em que um conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal (equivalente ácido) ou conteúdo de ácidoN-(fosfonometil)iminodiacético ou sal médio (equivalente ácido) é menos doque 0,05, 0,06, 0,07, 0,08, 0,09, 0,10, 0,15, 0,20, 0,25, 0,30 ou 0,40 % empeso de glifosato de base a.e.
209. Produto de glifosato técnico, lote, ciclo, carregamento, segregado ou suprimento de acordo com quaisquer das reivindicações 170 a 208, em que um conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal(equivalente ácido) ou conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ousal médio (equivalente ácido) é pelo menos cerca de 0,01, 0,02, 0,03, 0,04ou 0,05, 0,06, 0,07 0,08, 0,10, 0,12, 0,15, ou 0,18 % em peso.
210. Composição de concentrado de herbicida aquoso compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma dê umsal deste, a preparação da referida composição compreendendo hidrolizaçãode um intermediário de fosfonato de dialquila, o referido intermediário compreendendo um sal de ácido carboxílico de N-(fosfonometil)glicina de dialquila ou de outra maneira derivado da reação de um dialquilfosfito com N-metilolglicina.
211. Concentrado de herbicida aquoso como definido na reivindicação 210, em que a preparação do referido intermediário de dialquila compreende reação de glicina ou um sal de glicinato com uma fonte de formaldeído.
212. Concentrado de herbicida aquoso de acordo com a reivindicação 211, em que a referida reação é realizada na presença de uma alquilamina.
213. Concentrado de herbicida aquoso de acordo com a reivindicação 212, em que a referida alquilamina é selecionada do grupo consistin-do em trietilamina e tributilamina.
214. Concentrado de herbicida aquoso de acordo com a reivindicação 213, em que o referido intermediário de dialquila é hidrolizado na presença de uma base.
215. Concentrado de herbicida aquoso de acordo com a reivindicação 214, em que a referida base é selecionada do grupo consistindo em KOHeNaOH.
216. Concentrado de herbicida aquoso de acordo com quaisquerdas reivindicações 210 a 215, em que o glifosato contido no referido concentrado é predominantemente na forma de um sal de monoamônio, diamônio,isopropilamina, potássio, dipotássio, sódio, monoetanolamina, etilamina, etilenodiamina, n-propilamina, hexametilenodiamina, ou trimetilsulfônio de glifosato, ou uma combinação destes.
217. Concentrado de herbicida aquoso de acordo com quaisquerdas reivindicações 212 a 216, em que a referida alquilamina compreendetributilamina.
218. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento compreendendo pelo menos cerca de 1500 toneladas métricas de concentrado de herbicida aquoso preparado de acordo com o processo deacordo com quaisquer das reivindicações 212 a 217.
219. Lote, ciclo, campanha, carregamento, suprimento ou segregado de acordo com a reivindicação 218, compreendendo pelo menos 3000 toneladas métricas de Concentrado de herbicida aquoso preparado de acordo com o processo de acordo com quaisquer das reivindicações 212 a 217.
220. Produto de glifosato selecionado do grupo consistindo emComposição de glifosato de grau técnico compreendendo pelo menos cercade 90 % em peso de ácido de glifosato e uma solução aquosa concentradacompreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro a.e. de um salagronomicamente aceitável de glifosato, o referido produto compreendendomenos do que cerca de 0,45 % em peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste (equivalente ácido), e entrecerca de 0,05 e cerca de 2 % em peso de glifosina ou um sal deste (equiva-lente ácido), em um glifosato, a.e., base.
221. Produto de glifosato de acordo com a reivindicação 220,compreendendo entre cerca de 0,05 e cerca de 0,8 % em peso de glifosinaou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato,a.e.
222. Produto de glifosato de acordo com a reivindicação 220 ou-221, em que uma concentração de glifosina ou um sal deste é cerca de 0,05a cerca de 0,8 % em peso, cerca de 0,05 a cerca de 0,6 % em peso, cercade 0,05 a cerca de 0,5 % em peso ou cerca de 0,05 a cerca de 0,4 % em-peso, 0,1 a 0,6 % em peso, 0,1 a 0,5 % em peso, 0,1 a 0,4 % em peso e 0,1a 0,3 % em peso em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosa-to, a.e.
223. Produto de glifosato de acordo com a reivindicação 222,compreendendo entre cerca de 0,05 e cerca de 0,5 % em peso de glifosinaou um sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato,a.e.
224. Produto de glifosato de acordo com a reivindicação 220,compreendendo entre cerca de 0,1 e cerca de 0,8 % em peso de glifosina ouum sal deste em uma base de equivalente ácido com relação ao glifosato,a.e.
225. Produto de glifosato de acordo com quaisquer das reivindicações 220 a 224, em que um conteúdo de glicina é entre cerca de 0,05 e cerca de 4 % em peso em uma base de equivalente ácido com relação aoglifosato, a.e.
226. Produto de glifosato de acordo com quaisquer das reivindicações 170 a 225, compreendendo um concentrado aquoso predominantemente na forma de um sal de monoamônio, diamônio, isopropilamina, potássio, dipotássio, sódio, monoetanolamina, etilamina, etilenodiamina, npropilamina, hexametilenodiamina, ou trimetilsulfônio de glifosato, ou umacombinação destes.
227. Produto de glifosato de acordo com a reivindicação 226,predominantemente compreendendo o sal de potássio de glifosato.
228. Produto de glifosato de acordo com a reivindicação 226,predominantemente compreendendo o sal de isopropilamina de glifosato.
229. Produto de glifosato de acordo com a reivindicação 226,compreendendo um concentrado compreendendo uma mistura de isopropi-lamina e sais de potássio de glifosato.
230. Produto de glifosato de acordo com a reivindicação 229,compreendendo um concentrado compreendendo potássio em uma relaçãomolar para glifosato entre cerca de 0,1 e cerca de 0,9 e isopropilamina emuma relação molar para glifosato entre cerca de 0,1 a 0,9.
231. Produto de glifosato de acordo com a reivindicação 229, emque uma relação molar de isopropilamina para potássio é entre cerca de 0,1e cerca de 0,9.
232. Produto de glifosato de acordo com a reivindicação 231, emque uma relação molar da soma de isopropilamina e potássio para glifosatoé entre cerca de 0,7 e cerca de 1,2.
233. Produto de glifosato de acordo com a reivindicação 226,predominantemente compreendendo o sal de monoamônio ou diamônio deglifosato.
234. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento compreendendo pelo menos cerca de 1500 toneladas métricas de Produto de glifosato tendo uma composição média de acordo com quaisquerdas reivindicações 220 a 233.
235. Lote, ciclo, carregamento, campanha, segregado ou suprimento compreendendo pelo menos cerca de 3000 toneladas métricas de Produto de glifosato tendo uma composição média de acordo com quaisquerdas reivindicações 220 a 233.
236. Produto de glifosato de acordo com quaisquer das reivindi-cações 220 a 225, ou Lote, ciclo, campanha, carregamento, suprimento ousegregado de acordo com a reivindicação 234 ou 235, compreendendoComposição de glifosato de grau técnico compreendendo pelo menos 95 %em peso de equivalente ácido de glifosato em uma base seca.
237. Concentrado de herbicida aquoso, lote, ciclo, campanha,carregamento, suprimento ou segregado de acordo com quaisquer das reivindicações 178 a 219 ou 220 a 235 também compreendendo um tensoativo.
238. Concentrado de herbicida aquoso, lote, ciclo, campanha,carregamento, suprimento ou segregado de acordo com a reivindicação 237,compreendendo um tensoativo catiônico.
239. Concentrado de herbicida aquoso, lote, ciclo, campanha,carregamento, suprimento ou segregado de acordo com a reivindicação 237,em que o referido tensoativo é selecionado do grupo consistindo em umaalquilamina alcoxilada, uma eteramina alcoxilada, um éster de fosfato alcoxilado e combinações destes.
240. Concentrado aquoso, lote, ciclo, campanha, carregamento,suprimento ou segregado de acordo com a reivindicação 237, compreendendo um poliglicosídeo de alquila.
241. Processo para a preparação de glifosato por oxidação deácido N-(fosfonometil)iminodiacético, em que o produto de glifosato tem umconteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético baixo, o processo compreendendo:contatar um meio de reação aquoso contendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético com um gás compreendendo oxigênio molecular na presença de um catalisador para a oxidação;recuperar um produto de glifosato obtido na solução de reaçãode produto resultante, a recuperação do referido produto de glifosato compreendendo separar tal produto de uma mistura aquosa, em que uma relação de conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético total para conteúdode glifosato total é pelo menos 25% maior do que a relação correspondentena referida solução de reação de produto, oxigênio tendo sido causado fluiratravés do referido meio de reação aquoso na presença do referido catalisador em uma extensão suficiente para reduzir o conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético da referida solução de reação de produto paraum nível de modo que o referido produto de glifosato recuperado tenha umconteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético menos do que cerca de-600 ppm, glifosato de base; eremover o referido produto de glifosato do processo.
242. Processo para a preparação de glifosato por oxidação deácido N-(fosfonometil)iminodiacético, em que o produto de glifosato tem umconteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético baixo, o processo compreendendo:contatar um meio de reação aquoso contendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético com um gás compreendendo oxigênio molecularna presença de um catalisador para a oxidação;recuperar um produto de glifosato obtido na solução de reaçãode produto resultante, oxigênio tendo sido causado para fluir através do referido meio de reação aquoso na presença do referido catalisador em umaextensão suficiente para reduzir o conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético da referida solução de reação de produto emum nível de modo que o referido produto de glifosato recuperado tenha umconteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético menos do que cerca de 600 ppm, glifosato de base; eremover o referido produto de glifosato do processo.
243. Processo de acordo com a reivindicação 241 ou 242, compreendendo:contínua ou intermitentemente introduzir um meio de reação aquoso contendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético e um catalisador particulado no primeiro de uma série de reatores de tanque agitado contínuo;introduzir um gás compreendendo oxigênio molecular em cadada referida série de reatores;contínua ou intermitentemente transferir o meio de reação aquoso contendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético a cada reator sucessivamente de seu reator imediatamente precedente na referida série; econtinuamente retirar uma solução de reação de produto contendo glifosato da última da referida série de reatores;o fluxo do referido gás em um ou mais dos referidos reatoressendo mantido em uma relação para o fluxo do referido meio aquoso suficiente de modo que a concentração de ácido N-(fosfonometil)iminodiacéticonão reagido na solução de reação de produto não seja maior do que cercade 250 ppm.
244. Processo de acordo com a reivindicação 243, em que umarelação da soma das taxas de fluxo de oxigênio para a referida série de reatores para a taxa na qual o ácido N-(fosfonometil)iminodiacético é introduzido no primeiro da referida série é aumentada por pelo menos 5% com rela-ção ao fluxo de oxigênio em um processo de outra maneira idêntico, em queuma concentração de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido nasolução de reação de produto é 800 ppm.
245. Processo de acordo com a reivindicação 244, em que umarelação de fluxo de oxigênio para o último da referida série de reatores paraa taxa na qual o ácido N-(fosfonometil)iminodiacético é introduzido no primeiro da referida série é aumentada entre cerca de 10% e cerca de 30% comrelação ao fluxo de oxigênio no referido processo de outra maneira idêntico.
246. Processo de acordo com quaisquer das reivindicações 243a 245, em que uma relação para a referida taxa de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético do fluxo de oxigênio para pelo menos um dosreatores exceto o último da referida série de reatores é aumentada por pelomenos 5% com relação ao fluxo de oxigênio no referido processo de outramaneira idêntico.
247. Processo de acordo com a reivindicação 246, em que umarelação para a referida taxa de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético de fluxode oxigênio para o terceiro último da referida série de reatores é aumentadapor pelo menos 5% com relação ao fluxo de oxigênio no referido processode outra maneira idêntico.
248. Processo de acordo com a reivindicação 247, em que umarelação para a referida taxa de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético de fluxode oxigênio para cada do referido terceiro último reator e o penúltimo reatorda referida série é aumentada por pelo menos 5% com relação ao fluxo deoxigênio no referido processo de outra maneira idêntico.
249. Processo de acordo com quaisquer das reivindicações 243a 248, em que o referido catalisador compreende um metal nobre particuladosobre catalisador de carbono.
250. Processo de acordo com a reivindicação 249, em que umcatalisador presente na última da referida série de zonas de reação tambémcompreende carbono ativado.
251. Processo de acordo com quaisquer das reivindicações 241a 250, em que a oxidação é conduzida em uma temperatura de pelo menoscerca de 115°C.
252. Processo de acordo com quaisquer das reivindicações 241a 251, em que a conversão de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético na solução de reação saindo de um ou mais dos referidos reatores e/ou Composição de tal solução é estimada por monitorização de consumo de oxigênio,geração de dióxido de carbono, geração de calor, ou uma função da forçaconsumida na manutenção de uma densidade corrente seletiva, ou uma diferença de potencial seletivo entre eletrodos imersos na solução de reação.
253. Processo de acordo com a reivindicação 252, em que aconversão de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético na solução de reaçãosaindo de um ou mais dos referidos reatores exceto o último reator da referida série e/ou Composição de tal solução é estimada por monitorização de consumo de oxigênio, geração de dióxido de carbono, geração de calor, ouuma função da força consumida na manutenção de uma densidade correnteseletiva ou uma diferença de potencial seletivo entre eletrodos imersos nasolução de reação.
254. Processo de acordo com a reivindicação 253, em que umfluxo de oxigênio para um ou mais dos referidos outros reatores é ajustadoem resposta à conversão estimada de ácido N-(fosfonometil)iminodiacéticoem e/ou composição da solução de reação saindo do(s) referido(s) outro(s)reator(es) para manter tal conversão ou composição em um nível alvo eficazde modo que o produto de glifosato recuperado compreenda menos do quecerca de 600 ppm de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em uma base deglifosato.
255. Processo de acordo com a reivindicação 254, compreendendo estimar a conversão de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em e/oua composição da solução de reação saindo do terceiro último da referidasérie de reatores e ajustar o fluxo de oxigênio para o referido terceiro últimoreator, o penúltimo reator, ou igualmente o terceiro último reator e o penúltimo reator da referida série em resposta ao referido estimado.
256. Processo de acordo com a reivindicação 254 ou 255, compreendendo estimar a conversão de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em e/ou a composição da solução de reação saindo do penúltimo reator da referida série de reatores e ajustar o fluxo de oxigênio ao referido terceiro últimoreator, o referido penúltimo reator ou ambos os referidos terceiro último reator e penúltimo reator em resposta ao referido estimado.
257. Processo de acordo com a reivindicação 255 ou 256, também compreendendo ajustar o fluxo de oxigênio ao último da referida série de reatores em resposta ao referido estimado.
258. Processo de acordo com a reivindicação 241, em que umgás compreendendo oxigênio molecular é introduzido no referido meio dereação aquoso em uma zona de reação de batelada, o ciclo durante o qualoxigênio é introduzido na referida zona de reação sendo suficiente para reduzir a concentração de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético da massa dereação de batelada para não maior do que 150 ppm.
259. Processo para a preparação de glifosato por oxidação deácido N-(fosfonometil)iminodiacético, em que Produto de glifosato tem umconteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético baixo, o processo compre-endendo:oxidizar o ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em um meio dereação aquoso para produzir uma solução de reação de produto contendoglifosato e ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido; erecuperar o glifosato da referida solução de reação de produtoem uma forma de produto tendo um conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não maior do que 600 ppm em uma base deglifosato, a recuperação da referida forma de produto compreendendo contatar uma solução aquosa compreendendo a referida solução de reação de produto, ou uma solução compreendendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacé-tico derivado dà referida solução de reação de produto, com uma resina depermuta de ânion que tem uma afinidade seletiva para o ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em preferência ao glifosato.
260. Processo de acordo com a reivindicação 259, em que a recuperação de glifosato compreende:cristalizar o glifosato de uma solução de alimentação de cristalização aquosa compreendendo, ou derivado de, a referida solução de reaçãode produto e contendo glifosato e ácido N-fosfonometil-iminodiacético;submeter a suspensão de cristalização resultante à separaçãode sólidos/líquido para separar glifosato cristalizado do licor mãe de cristalização;recuperar o glifosato adicional do referido licor mãe; econtatar o referido licor mãe com uma resina de permuta de ânion para separação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético dele antes da referida outra recuperação de glifosato dele.
261. Processo de acordo com a reivindicação 260, em que recuperar glifosato adicional compreende submeter o referido licor mãe à outra cristalização.
262. Processo de acordo com quaisquer das reivindicações 259 a 261, em que o referido licor mãe é contatado em uma zona de permuta deíon cloreto com uma resina de permuta de ânion que é seletiva para cloretoem preferência ao ácido N-(fosfonometil)iminodiacético, e em uma zona depermuta de íon de PMIDA com uma resina de permuta de ânion que é seletiva para ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em preferência ao glifosato.
263. Processo de acordo com a reivindicação 260, em que o licor mãe saindo da referida zona de permuta de íon de PMIDA é contatadaem uma zona de permuta de íon de glifosato com uma resina de permuta deânion para separação de glifosato do referido licor mãe.
264. Processo de acordo com a reivindicação 262 ou 263, emque o efluente da referida zona de permuta de íon de PMIDA é monitorizadopor avaliação de uma função da força consumida na manutenção de umadensidade corrente seletiva, ou uma diferença de potencial seletivo entreeletrodos imersos no referido efluente.
265. Processo de acordo com quaisquer das reivindicações 260a 263, em que a recuperação de glifosato compreende cristalizar o glifosatoda referida solução de reação de produto, ou uma solução derivada dele emum cristalizador evaporativo e o referido licor mãe é reciclado para o referidocristalizador evaporativo após contato com a referida resina de permuta deânion na referida zona de permuta de íon de PMIDA.
266. Processo de acordo com a reivindicação 265, em que o glifosato é cristalizado da referida solução de reação em um cristalizador a vácuo, o glifosato cristalizado é separado do licor mãe de cristalizador a vácuo,o glifosato adicional é cristalizado do referido licor mãe de cristalizador a vácuo em um cristalizador evaporativo, o glifosato cristalizado é separado dolicor mãe de cristalizador evaporativo, e o licor mãe de cristalizador evaporativo é contatado com uma resina de permuta de ânion para remoção de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético dele.
267. Processo de acordo com a reivindicação 265 ou 266, emque o referido cristalizador evaporativo compreende um separador de líquidoa vapor, um permutador de calor externo, uma linha de circulação entre oreferido separador de vapor/líquido e o referido permutador de calor, e bomba de circulação na referida linha de circulação.
268. Processo de acordo com a reivindicação 267, em que águaé introduzida na suspensão de cristalização no referido cristalizador evaporativo para reduzir a concentração de sólidos na suspensão cristalizadoracirculada através do referido permutador de calor.
269. Processo de acordo com a reivindicação 268, em que o referido cristalizador evaporativo também compreende uma saída de vapor e um eliminador de névoa abaixo do nível da referida saída de vapor, a introdução de água na referida suspensão compreendendo introduzir água acimado referido eliminador de névoa, desse modo controlando o acúmulo de glifosato cristalino no referido eliminador de névoa de líquido e/ou sólidos carreados no referido vapor.
270. Processo de acordo com a reivindicação 259, em que a re-ferida solução de reação de produto é contatada com a referida resina depermuta de ânion.
271. Processo para a preparação de glifosato por oxidação deácido N-(fosfonometil)iminodiacético, em que Produto de glifosato baixo conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético, q processo compreendendo:oxidar o ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em um meio dereação aquoso para produzir uma solução de reação do produto contendoglifosato e ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido;cristalizar o glifosato de uma solução de alimentação cristalizadora compreendendo ou derivada da referida solução de reação do produto;submeter a suspensão resultante de cristais de glifosato em licormãe à separação de sólido/líquido;purgar uma fração do referido licor mãe para remoção ácido N-(fosfonometil)iminodiacético do processo; ereciclar outra fração do referido licor mãe para um cristalizadorem que o glifosato é cristalizado da referida alimentação, o volume da referida fração de purga com relação ao volume da referida fração de reciclo sendo suficiente que os cristais de glifosato sólidos na referida etapa de separação de sólido/líquido tenham um conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético menor do que 600 ppm ou possam ser contatados com um meio de lavagem aquoso para produzir Produto de glifosatosólido tendo tal menor conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético.
272. Processo de acordo com a reivindicação 271, em que antesda purga de uma fração do referido licor mãe, o licor mãe é contatado com uma resina de permuta de ânion tendo uma afinidade seletiva para ácido N-(fosfonometil)iminodiacético maior do que para o glifosato.
273. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 259 ou 272, em que o referido licor mãe é contatado em uma zona de permuta de íon de cloreto com uma resina de permuta de ânion que é seletiva para cloreto em preferência preferência ao ácido N-(fosfonometil)iminodiacético, e em uma zona de permuta de íon de PMIDAcom uma resina de permute de ânion que é seletiva ao ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em preferência ao glifosato.
274. Processo de acordo com a reivindicação 273, em que o licor mãe que sai da referida zona de permuta de íon de PMIDA é contatado em uma zona de permuta de íon de glifosato com uma resina de permuta deânion em uma segunda zona de permuta de íon para separação de glifosatodo referido licor mãe.
275. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 271 a 273, em que o licor mãe que sai da referida zona de permuta de íon de PMIDA é dividido em uma fração de purga e uma fração de reciclo sendoreciclada para um cristalizador em que a solução alimentada para o cristalizador é cristalizada.
276. Processo para a preparação de glifosato por oxidação deácido N-(fosfonometil)iminodiacético, em que Produto de glifosato tem umbaixo conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético, o processo compreendendo:contatar um meio aquoso contendo ácido N-fosfonometil-iminodiacético em um sistema de reação primária com um gás compreendendo oxigênio molecular na presença de um catalisador de um catalisadorparticulado para a oxidação para produzir uma suspensão de produto compreendendo uma solução de reação de produto compreendendo glifosato eácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido, e tendo o referido catalisador particulado suspenso aqui;separar o referido catalisador da referida solução de produto dereação para produzir uma solução de reação de produto filtrado; econtatar uma solução aquosa compreendendo a referida soluçãode reação de produto filtrado, ou derivado dela, com um agente de oxidaçãoem uma zona de reação de polimento para outra conversão de ácido N-fosfonometil-iminodiacético em glifosato.
277. Processo de acordo com a reivindicação 276, em que a referida solução aquosa compreendendo referida solução de reação de produto filtrado, ou derivado dela, é contatada com oxigênio molecular na presença de um catalisador para outra conversão de ácido N-fosfonometil-iminodiacético em glifosato.
278. Processo de acordo com a reivindicação 277, compreendendo:cristalizar glifosato de uma solução de alimentação do cristalizador compreendendo referida solução de reação de produto filtrado ou uma fração desta;submeter a suspensão resultante de cristais de glifosato em licormãe para separação de sólido/líquido; econtatar o licor mãe separado ou uma fração deste com oxigênio molecular em uma zona de reação de polimento de licor mãe na presençade um catalisador para a oxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacéticocontido no licor mãe.
279. Processo de acordo com a reivindicação 278, em que a zona de reação de polimento de licor mãe compreende um leito fixo compre-endendo o referido catalisador em que um gás compreendendo oxigênio oxigênio molecular é introduzido, e através do qual o referido licor mãe ou fração de licor mãe é causado fluir.
280. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 277 a 279, em que uma solução de reação de polimento compreendendo areferida solução de reação de produto filtrado ou uma porção desta é contatada com oxigênio molecular em uma zona de reação de polimento de prérecuperação na presença de um catalisador para a oxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético contido na referida solução de reação filtrada.
281. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 276 a 280, em que a referida zona de reação de polimento de prérecuperação compreende um leito fixo compreendendo o referido catalisadorem que um gás compreendendo oxigênio molecular é introduzido, e atravésdo qual a referida solução de reação de acabamento é causada fluir.
282. Processo para a preparação de glifosato por oxidação deácido N-(fosfonometil)iminodiacético, em que Produto de glifosato tem umbaixo conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético, o processo compreendendo:contatar um meio de reação aquoso contendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético com um gas compreendendo oxigênio molecularna presença de um metal nobre em catalisador de carbono, e na ausênciade uma concentração de um promotor de metal não-nobre que seria eficazpara ou retardar a oxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou causar a taxa de consumo de oxigênio na oxidação de formaldeído ou ácidofórmico ser materialmente aumentada com relação à taxa de consumo deoxigênio na oxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético; emanter o contato do referido meio de reação com gás compreendendo oxigênio molecular durante um tempo suficiente para reduce o conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético da solução de reação de pro-duto resultante para não mais do que 250 ppm.
283. Processo para a preparação de glifosato por oxidação deácido N-(fosfonometil)iminodiacético, em que Produto de glifosato tem umbaixo conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético, o processo compreendendo:oxidar ácido N-(fosfonometil)iminodiacetico em um meio de reação aquoso para produzir uma solução de reação de produto contendo glifosato e ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido;transferir a referida solução de reação de produto para Processode recuperação de produto pelo qual uma pluralidade de produtos de glifosato é produzida; eoperar o referido processo de recuperação de produto para produzir pelo menos dois produtos de sal de glifosato separados de divergentesconteúdos de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético, em que um conteúdo deácido N-(fosfonometil)iminodiacético de base de glifosato de um dos referidos produtos é menor do que cerca de 1000 ppm e pelo menos 25% menordo que o conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético de outro da referida pluralidade de produtos de glifosato.
284. Processo de acordo com a reivindicação 283, em que umconteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético de base de glifosato doreferido produto de glifosato é menor do que cerca de 600 ppm.
285. Processo de acordo com a reivindicação 283 ou 284, emque o referido processo de recuperação de produto compreende:em um primeiro cristalizador, cristalizar um primeiro produto deglifosato ou fonte deste de uma primeira solução de carga de cristalizadorcompreendendo ou derivada da referida solução de reação de produto, desse modo produzindo uma primeira suspensão de cristais de glifosato em umprimeiro licor mãe;em um segundo cristalizador, cristalizar um segundo produto deglifosato ou fonte deste de uma segunda solução de carga de cristalizadorcompreendendo ou derivada da referida solução de reação de produto, desse modo produzindo uma segunda suspensão de cristais de glifosato em umsegundo licor mãe;submeter a referida primeira suspensão à separação de sólido/líquido para separar uma primeira fração de glifosato;submeter a referida segunda suspensão à separação de sólido/líquido para separar uma segunda fração de glifosado sólido; erecuperar os valores de glifosato de uma fração de licor mãe decristalização que também contém ácido N-(fosfonometil)iminodiacético nãoreagido, a recuperação dos referidos valores compreendendo seletivamentedistribuir o ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido contido no referido licor mãe para Produto de glifosato compreendendo ou derivado de umadas referidas frações sólidas, preferencialmente para um produto compreendendo ou derivado das outras das referidass frações sólidas.
286. Processo de acordo com a reivindicação 285, compreendendo reciclar uma fração de licor mãe contendo ácido N-fosfonometil-iminodiacético para o referido segundo cristalizador em tal proporção que arelação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético para glifosato na solução decarga para o referido segundo cristalizador é maior do que a relação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético para glifosato na solução de carga para oreferido primeiro cristalizador.
287. Processo de acordo com a reivindicação 285, em que a referida fração de licor mãe de reciclo compreende o licor mãe do referido se-gundo cristalizador.
288. Processo de acordo com a reivindicação 287, em que o referido licor mãe de reciclo também compreende licor mãe do referido primeiro cristalizador.
289. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 285 a 288, em que uma fração de purga contendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético é removida do processo, a referida fração depurga sendo selecionada do grupo consistindo no licor mãe do referido primeiro cristalizador ou um fração deste, o licor mãe do referido segundo cristalizador ou uma fração deste, ou misturas do referido primeiro e segundolicor mãe de cristalizador ou frações deste.
290. Processo de acordo com qualquer das reivindicações 285 a 289, em que o licor mãe do referido primeiro cristalizador ou uma fração deste é reciclado para o referido reator de oxidação.
291. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 285 a 290, em que pelo menos dois terços do licor mãe reciclado para o referido segundo cristalizador são derivados do referido segundo licor mãe decristalizador e não mais do que um terço do referido licor mãe de reciclo éderivado do referido primeiro licor mãe de cristalizador.
292. Processo de acordo com a reivindicação 285, compreendendo combinar a referida fração de licor mãe ou uma porção desta com um dos referidos produtos sólidos e uma base em um meio aquoso para produzir Concentrado de sal de glifosato.
293. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 283 a 291, em que um conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético do referido um produto é de pelo menos 50%, ou pelo menos 75%, menor doque o conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético do referido outroproduto.
294. Processo para a preparação de glifosato de acordo comqualquer uma das reivindicações 241 a 293, ou qualquer combinação deste, também compreendendo:avaliar as variáveis de processo seletas que afetam o conteúdode ácido N-(metilfosfônico)iminodiacético de um ou mais produtos de glifosato quando produzido pelo processo;controlar as referidas variáveis de processo seletas por meio decircuitos de controle automatizados para adaptar-se aos aos pontos de ajuste respectivamente estabelecidos nos referidos circuitos de controle;transmitir sinais para o referido controlador programado transmitindo os valores das referidas avaliações e referidos pontos de ajuste;computar ajustes aos referidos pontos de ajuste em respostaaos referidos sinais, de acordo com um algoritmo instrito no software com oqual o referido controlador é programado; etransmitir sinais do referido controlador programado para os referidos circuitos de controle para ajuste do referido ponto de ajuste para adaptar a operação do referido processo ao referido algoritmo.
295. Processo para a preparação de composição de concentrado herbicida aquosa compreendendo pelo menos cerca de 360 gramas por litro (em uma base de equivalente ácido) de N-(fosfonometil)glicina predominantemente na forma de um sal deste, o processo compreendendo:hidrolisar um intermediário de dialquila compreendendo N-(fosfonometil)glicina de dialquila, um sal de carboxilado de N-(fosfonometil)glicina de dialquila ou outro intermediário de éster produzidopor reação de um fosfito de dialquila com N-metiloIglicina, para produzir umasolução compreendendo glifosato ou um sal agronomicamente aceitável deglifosato; erecuperar o ácido de glifosato sólido ou um concentrado aquosocompreendendo um sal agronomicamente aceitável de glifosato em umaconcentração de pelo menos cerca de 360 gramas por litro de equivalenteácido.
296. Processo de acordo com a reivindicação 295, em que apreparação do referido intermediário de dialquila compreende a reação deglicina ou um sal de glicinato com uma fonte de formaldeído para produzir N-metilolglicina e reação de N-metiloIglicina com o referido dialquilfosfito.
297. Processo de acordo com a reivindicação 296, em que a re-ação da referida fonte de formaideído e glicina ou sal de glicinato é realizadana presença de uma alquilamina.
298. Processo de acordo com a reivindicação 297, em que a referida alquilamina é selecionada do grupo consistindo em trietilamina e tributilamina.
299. Processo de acordo com a reivindicação 298, em que o referido intermediário de dialquila é hidrolizado na presença de uma base.
300. Processo de acordo com a reivindicação 299, em que a referida base compreende KOH.
301. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 295 a 300, em que o glifosato contido no referido concentrado está predominantemente na forma de um sal de monoamônio, diamônio, isopropilamina,potássio, dipotássio, sódio, monoetanolamina, etilamina, etilenodiamina, n-propilamina, hexametilenodiamina, ou trimetilsulfônio de glifosato, ou uma combinação destes.
302. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 295 a 301, em que a referida alquilamina compreende tributilamina.
303. Processo para a preparação de glifosato compreendendo aoxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste, o processo compreendendo:contatar o ácido N-(fosfonometil)iminodiacético com um agentede oxidação em um meio de reação aquoso dentro de uma zona de reaçãode oxidação na presença de um catalisador para a oxidação, desse modorealizando a oxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético e produzindouma solução de reação compreendendo glifosato ou outro intermediário quepode ser convertido em glifosato; etambém processor a referida solução de reação para produzirProduto de glifosato contendo não mais do que cerca de 600 ppm ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou sal deste;a oxidação de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético no referidomeio de reação aquoso sendo continuada até uma concentração de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético no referido meio de reação ter sido reduzidapara uma concentração terminal de modo que o referido outro processamen-to produza um glifosato de base de cerca de 600 ppm.
304. Processo de acordo com a reivindicação 303, em que a reação é continuada até o conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacéticoterminal da referida reação não seja maior do,que a soma de: (i) cerca deglifosato de base de 60 ppm, ou o referido outro intermediário; e (ii) um incremento, se existir, correspondendo ao reciclo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido do referido outro processamentopara a referida zona de reação de oxidação.
305. Processo de acordo com a reivindicação 303 ou 304, compreendendo:introduzir um agente de oxidação em um meio de reação aquosocontendo ácido N-(fosfonometil)iminodiacético na presença de um catalisador para a oxidação; econtinuar a introduzir o referido agente de oxidação no referidomeio até o conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético do meio de reação ter sido reduzido para a referida concentração terminal.
306. Processo de acordo com a reivindicação 303 ou 305, também compreendendo monitorar a conversão de ácido N-(fosfonometil)imino-diacético.
307. Campanha para a fabricação de glifosato compreendendo aoperação do processo como definido em qualquer uma das reivindicações 303 a 306, durante um período de tempo necessário para produzir pelo menos 1500 toneladas métricas de glifosato.
308. Método de suprimento de Produto de glifosato para aplicações nas quais é desejável manter o conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético do produto em um consistentemente menor do que cerca de 0,06 % em peso em uma base de glifosato, o método compreendendo:produzir o glifosato em uma facilidade de fabricação, a produçãode glifosato em tal facilidade compreendendo a oxidação catalítica de ácidoN-(fosfonometil)iminodiacético em um meio aquoso na presença de um catalisador para a oxidação;durante as operações designadas dentro da referida facilidade,conduzir o processo sob condições eficazes para consistentemente produzirProduto de glifosato tendo um conteúdo de ácido N-(fosfonometil)imino-diacético menor do que cerca de 0,06 % em peso, de glifosato de base; esegregar o glifosato produzido durante as referidas operaçõesdesignadas de outro produto de glifosato produzido durante outras operações, onde o referido outro produto de glifosato tem um conteúdo de ácidoN-(fosfonometil)iminodiacético maior do que cerca de 0,06 % em peso, deglifosato de base.
309. Processo de acordo com a reivindicação 308, compreendendo:cataliticamente oxidar o ácido N-(fosfonometil)iminodiacético para produzir uma solução de reação compreendendo glifosato ou outro intermediário que possa ser convertido em glifosato;conduzir a oxidação catalítica durante as referidas operaçõesdesignadas sob condições eficazes para reduzir o conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético residual do meio de reação aquoso para umconteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético alvo na referida solução dereação de produto; etambém processar a solução de reação de produto para produairProduto de glifosato tendo um conteúdo de ácido N-(fosfonometil)imino-diacético não maior do que cerca de 0,06 % em peso, de glifosato de base;o referido conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético alvoda referida solução de reação de produto sendo não maior do que a somade: (i) cerca de 60 ppm, glifosato de base ou o referido outro intermediário; e(ii) um incremento, se existir, correspondendo a qualquer reciclo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não reagido do referido outro processamento dareferida solução de reação de produto.
310. Método de acordo com a reivindicação 308 ou 309, em queas referidas operações designadas compreendem uma camanha durante aqual todo o glifosato produzido é produzido sob condições eficazes para reduzir o conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético do referido produtode glifosato para menos do que cerca de 0,06 % em peso, de base de glifosato.
311. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 308 a 310, em que uma quantidade de pelo menos 1500 toneladas métricas1 de glifosato tendo conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético menordo que cerca de 0,06 % em peso é produzida e segregada durante as referidas operações designadas.
312. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 310 ou 311, em que a referida facilidade de fabricação compreende uma pluralidade de reatores para a conversão de N-(fosfonometil)iminodiacéticoem glifosato, o referido método compreendendo dedicar um ou mais da referida pluralidade de reatores durante período de tempo seleto para operação sob condições eficazes para produzir uma solução de reação de produtotendo um conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético não maior doque cerca de 250 ppm em peso, glifosato de base ou o referido outro intermediário para glifosato.
313. Método de acordo com a reivindicação 312, em que a referida facilidade compreende uma pluralidade de reatores de batelada, pelo menos um dos quais é dedicado para produzir uma solução de reação deproduto contendo não mais do que cerca de 60 ppm em peso de ácido N-(fosfonometil)-iminodiacético, glifosato de base ou referido outro intermediário.
314. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 308 a 313, em que a referida facilidade compreende pelo menos um reatorde acabamento contínuo, em que uma mistura de reação de produto tendoum conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético de menos do que cerca de 250 ppm em peso em uma base de glifosato é produzida; o processo, também compreendendo operar pelo menos um tal reator de acabamentosob condições eficazes para produzir uma mistura de reação de produto contendo menos do que cerca de 250 ppm em peso de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético, glifosato de base ou o referido outro intermediário, durante um período de tempo seleto.
315. Método de acordo com a reivindicação 314, em que o referido pelo menos um reator de acabamento é dedicado para operação sob as referidas condições durante uma campanha que é conduzida durante umperíodo de tempo necessário para produzir uma quantidade seleta de produto de glifosato tendo conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético menor do que cerca de 0,06 % em peso.
316. Método de acordo com a reivindicação 315, em que a referida facilidade compreende uma pluralidade de características de reação continua, cada qual compreendendo uma pluralidade de reatores de tanqueagitado contínuo em série, pelo menos um da referida pluralidade de características de reação contínua sendo dedicada durante a referida campanha para operação sob condições necessárias para produzir uma quantidadeseleta de produto de glifosato recuperado tendo um conteúdo de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético menor do que cerca de 0,06 % em peso.
317. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 308 a 316, compreendendo oxidação catalítica de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em glifosato.
318. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 308 a 316, compreendendo conversão de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em N-óxido de N-(fosfonometil)iminodiacético por reação com umcomposto de peróxido na presença de um catalisador de metal.
319. Método de acordo com a reivindicação 318, compreendendo a conversão de N-óxido de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético em glifosato na presença de um íon de catalisador de metal.
320. Método para avaliar a formulação de glifosato herbicida para uso em aplicação folhear a uma colheita de plantas transgênicas tolerantes ao glifosato submetidas à necrose de folha causada por ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste presente em formulações de glifosato herbicida, o método compreendendo:(a) desenvolver uma planta da referida colheita até uma fase dedesenvolvimento predeterminada ou durante um intervalo de tempo predeterminado;(b) aplicar a formulação herbicida de glifosato compreendendoN-(fosfonometil)glicina ou um sal deste à planta;(c) manter a planta tratada durante um intervalo de tempo predeterminado sob temperatura predeterminada e condições de umidade selecionadas para eliciar uma resposta de dano de necrose de folha na planta,causada por ácido N-(fosfonometil)iminodiacétieo ou um sal deste presentena formulação de glifosato herbicida; e(d) determina a extensão de dano de necrose de folha à planta.
321. Método de acordo com a reivindicação 320, também compreendendo correlacionar a extensão do referido dano de necrose de folha à quantidade de ácido N-(fosfonometil)iminodiacético ou um sal deste na formulação testada de glifosato herbicida.
322. Método de acordo com a reivindicação 320 ou 321, em quena etapa (c) a planta tratada é mantida em uma câmara de crescimento duante pelo menos cerca de dois dias em uma temperatura máxima de não mais do que cerca de 27°C durante cerca de 14 horas contínuas por dia eem uma temperatura mais baixa durante o restante do dia.
323. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 320 a 322, em que após a etapa (a) e antes da etapa (b) a planta é mantida em uma câmara de crescimento durante pelo menos cerca de dois dias emuma temperatura máxima de não mais do que cerca de 27°C durante cercade 14 horas contínuas por dia e em uma temperatura mais baixa durante orestante do dia.
324. Método de acordo com as reivindicações 322 ou 323, em que uma temperatura mais baixa é de cerca de 15°C.
325. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 322 a 324, em que uma planta é mantida em uma umidade relativa de cercade 60% durante o referido período de 14 horas e uma umidade relativa decerca de 80% durante o referido restante do dia.
326. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 320 a 325, em que uma planta é uma planta de algodão transgênica tolerante ao glifosato.
327. Método de acordo com a reivindicação 326, em que um genoma da planta de algodão transgênica tolerante ao glifosato compreendeuma ou mais moléculas de DNA selecionadas do grupo consistindo em SEQID NO:1, SEQ ID NO:2, SEQ ID NO:3, e SEQ ID NO:4; ouo genoma das plantas transgênicas de algodão tolerantes aoglifosato em um método de amplificação de DNA produz um amplicon compreendendo SEQ ID NO:1 ou SEQ ID NO:2; ouas plantas transgênicas de algodão tolerantes ao glifosato compreendem uma característica tolerante ao glifosato que está geneticamente ligada a um complemento de um ácido polinucleico marcador, e a moléculade ácido polinucleico marcador é homóloga ou complementar a uma molécula de DNA selecionada do grupo consistindo em SEQ ID NO:1 e SEQ ID NO:2.
328. Método de acordo com a reivindicação 327, em que umaplanta de algodão transgênica tolerante ao glifosato é desenvolvida de semente de evento de algodão designada MON 88913 e tendo semente representativa depositada com American Type Culture Collection (ATCC) comAcessão Ne PTA-4854 ou progênie desta tolerante ao glifosato.
329. Método de acordo com a reivindicação 326, em que uma planta de algodão transgênica tolerante ao glifosato é desenvolvida de semente de evento de algodão designada 1445 ou progênie desta tolerante ao glifosato.
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