BRPI0609412A2 - dispositivo, em particular uma passagem direta rotativa para um sistema de enchimento de pneus, e, veìculo - Google Patents

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BRPI0609412A2
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Abstract

DISPOSITIVO, EM PARTICULAR UMA PASSAGEM DIRETA ROTATIVA PARA UM SISTEMA DE ENCHIMENTO DE PNEUS, E, VEìCULO. é descrito um dispositivo (30, 30'), em particular uma passagem direta rotativa para um sistema de encher pneus. O dispositivo (30, 30') tem um corpo girante (34, 34') e um corpo estacionário (32, 32') e pelo menos uma câmara (106, 108, 106',108') formada entre o corpo girante (34, 34') e o corpo estacionário (32, 32'). A pelo menos uma câmara (106, 108, 106', 108') é delimitada por superficies delimitadoras opostas (48, 54, 48', 54') dos corpos (32, 34, 32', 34') e pelo menos dois dispositivos vedantes (104, 104') guiados entre as superficies delimitadoras (48, 54, 48', 54'). Pelo menos um duto (46, 50, 52, 56, 46', 50', 52', 56') é formado no corpo estacionário e no corpo girante (32, 34,32', 34') e se estende para o interior de pelo menos uma câmara (106, 108, 106', 108') entre os dispositivos vedantes (104, 104'). é proposta a utilização de dispositivos vedantes (104, '04') que são configurados como elementos vedantes tipo escova. O dispositivo (30, 30') apresenta a vantagem de que, quando comparado com as soluções conhecidas da técnica anteriormente existente, não há necessidade por um duto de controle de pressão em separado para pressionar os dispositivos vedantes (104, 104') ou para proporcionar uma câmara hermética (106, 108, 106', 108').

Description

"DISPOSITIVO, EM PARTICULAR UMA PASSAGEM DIRETA ROTATIVA PARA UM SISTEMA DE ENCHIMENTO DE PNEUS, E, VEÍCULO"
A invenção trata de um dispositivo, mais especificamente, de uma junta rotativa para um sistema de encher pneus, com um corpo girante em torno de um eixo geométrico de rotação e tendo uma primeira superfície delimitadora, com um corpo estacionário com respeito ao corpo girante e tendo uma segunda superfície delimitadora, com pelo menos uma câmara formada entre o corpo girante e o corpo estacionário, a pelo menos uma câmara sendo delimitada pelas superfícies delimitadoras dos corpos e por pelo menos dois dispositivos vedantes guiados entre as superfícies delimitadoras, e com pelo menos um duto formado no estacionário e no corpo girante e se estendendo entre os dispositivos vedantes para o interior da pelo menos uma câmara.
Veículos agrícolas são freqüentemente equipados com sistemas reguladores de pressão de pneus, por intermédio dos quais a pressão do pneu pode ser reduzida, enquanto acionado durante o trabalho de campo, para assegurar uma pressão mais baixa em relação ao solo, e pode voltar a ser aumentada durante a condução sobre rodovias. Outrossim, a pressão do pneu pode dessa maneira ser adaptada a diferentes estados de carga, e o desgaste do pneu pode ser reduzido. Nos veículos agrícolas, neste caso, para encher ou carregar o pneu, ar comprimido é dirigido para as rodas através de uma junta rotativa contida no sistema de eixos.
O documento DE 199 50 191 Cl apresenta um sistema regulador de pressão de pneus com uma junta rotativa para transferir um meio de pressão de uma parte de veículo estacionária com respeito a uma roda girantemente montada sobre a dita roda girantemente montada. A junta rotativa tem pelo menos uma câmara que é delimitada por um corpo anular disposto sobre o lado do estator e por um corpo anular disposto sobre o lado do rotor, em cada caso concentricamente com o eixo geométrico de rotação da roda. Para selar a câmara, anéis vedantes controláveis por uma linha de controle são inseridos entre o lado de estator e o corpo anular do lado do rotor. O corpo anular do lado do estator e o corpo anular do lado do rotor são dispostos de maneira a situarem-se em relação contígua entre si com respeito ao eixo geométrico de rotação da roda, uma folga sendo deixada entre os corpos anulares. Ranhuras anulares concêntricas equipadas com os anéis de vedação são introduzidas no corpo anular do lado do estator, as ranhuras anulares sendo conectadas com uma linha de controle suscetível de ser atuada por um meio de pressão. Através de uma pressão de controle conduzida para o interior das ranhuras anulares, os anéis vedantes podem ser movidos na direção do corpo anular do lado de rotor e serem calcados, com o resultado de que a câmara é fechada. Com a câmara fechada, uma troca de meio de pressão pode então se processar através de dutos se estendendo para o interior da câmara. No estado de ausência de pressão, a junta rotativa funciona com ausência de contato. Isto tem o efeito desvantajoso de que o mecanismo de pressão de controle requerido para fechamento da câmara é complicado e dispendioso. Outrossim, na implementação de juntas rotativas deste tipo em veículos agrícolas, tais como, por exemplo, tratores de fazendas, diâmetros relativamente grandes das superfícies de vedação são requeridos, assim dando origem a altas velocidades recíprocas que incorrem em considerável desgaste. Além deste problema de desgaste, as vedações têm de ser suscetíveis de compensar deformações mecânicas e de tolerar alterações que ocorrem na geometria para serem seladas.
O objetivo sobre o qual a invenção se baseia é visto no proporcionar um dispositivo que é apropriado para um sistema de enchimento de pneus e por intermédio do qual um ou mais dos problemas mencionados são superados.
O objetivo é alcançado, de acordo com a invenção, por intermédio do ensinamento constante de acordo com a reivindicação 1 da patente. Demais vantajosos refinamentos e desenvolvimentos da invenção podem ser deduzidos das reivindicações subordinadas.
De acordo com a invenção, um dispositivo do tipo mencionado na introdução é projetado de tal maneira que os dispositivos vedantes são configurados como vedações em forma de escova. As superfícies delimitadoras dos corpos são dispostas de modo à essencialmente se contraporem, de maneira que os dispositivos vedantes formam, conjuntamente com as superfícies delimitadoras, uma câmara fechada através da circunferência do eixo geométrico de rotação, o volume da câmara sendo determinado pelas distâncias entre as superfícies delimitadoras dos dispositivos vedantes. As vedações em forma de escova são conhecidas per se e são usadas especialmente no campo de compressores, uma vez que apresentam uma vedação inferior àquela das vedações isentas de contato (que são conhecidas como vedações de intervalo). As vedações de escova são vedações de contato, o componente principal das quais é um elemento vedante altamente flexível, que consiste em uma multiplicidade de fios, fibras ou libas ou de uma combinação destas que é casado adaptavelmente a uma superfície a ser selada. As vedações de escova podem de essa maneira compensar variações em um intervalo de vedação, por exemplo, durante movimentos de rotor, de modo a serem virtualmente isentas de desgaste. As vedações de escova convencionais são produzidas, por exemplo, por um processo de soldagem, no qual um conjunto vedante de fios é tensionado entre dois elementos angulares e é soldado com os elementos anulares através de uma costura soldada circunferente. Novos processos para produzir vedações de escova permitem o uso de fibras sintéticas. Neste caso, os fios de escova ou fibras de escova são assentados em torno de um núcleo anular (fio portador) e são firmemente fixadas ao núcleo por intermédio de um tubo de sujeição. As vedações do gênero de escova deste tipo são desenvolvidas e manufaturadas, por exemplo, pela companhia MTU. Para maiores informações detalhadas sobre vedações tipo escova, referência é aqui feita à publicação iiEngineering News " na página de Internet da MTU Aero Engines, particularmente no reporte iiThe MTU Brush Seal Design ". As vedações tipo escova apresentam decisivas vantagens, quando comparadas com vedações convencionais usadas nos sistemas de enchimento de pneus. Em comparação com as vedações isentas de contato, as vedações tipo escova apresentam a vantagem de serem virtualmente isentas de desgaste. Têm uma ação vedante acentuadamente mais alta em relação às vedações isentas de contato, isto é, no caso da diferença de pressão comparável, sua extensão total (superfície de contato) é acentuadamente menor. Mesmo no caso de deslocamento recíproco entre uma parte rotativa e uma parte vedante estacionária, vedações tipo escova funcionam mais confiavelmente que as vedações isentas de contato convencionais. No caso de uma paralisação de eixo ou a baixas velocidades de rotação, as escovas estão em contato com a superfície vedante reciprocamente deslocada, de forma que uma vedação confiável da câmara é então assegurada. As velocidades de rotação mais altas, as escovas sofrem um soerguimento devido às forças aerodinâmicas. O desgaste é desse modo grandemente reduzido, com o resultado de muito longas vidas úteis ser realizadas. O uso de vedações tipo escova possibilita assim eliminar-se um conjunto separado para pressionar as vedações, tal como é descrito, por exemplo, no documento DE 199 50 191 Cl mencionado na introdução, e ao mesmo tempo obter uma alta propriedade vedante. Isto também conseqüentemente evita a necessidade por uma introdução complicada de ranhuras anulares carregadas de pressão para o guiamento de dispositivos de vedação, que necessita alta precisão de manufatura, o resultado disto sendo que um menor dispêndio em termos de manufatura e de custo é realizado. A pressão da câmara atuada por pelo menos um duto é neste caso preservada pelas vedações tipo escova, o vazamento que ocorre no caso de uma vedação tipo escova, é de ordem desprezível ou insignificante. Uma vez que a câmara é fechada, virtualmente à prova de pressão, pelos dispositivos de vedação, uma troca de meio de pressão pode se processar através dos dutos dispostos no corpo girante e no corpo estacionário, enquanto a parte girante está em rotação com respeito à parte estacionária. Uma junta rotativa é proporcionada que possibilita transferir um meio de pressão do duto através da câmara para o interior do duto oposto, sem o movimento de rotação do corpo girante ter de ser interrompido. Neste caso, partindo do corpo girante e do corpo estacionário, uma pluralidade de dutos pode desembocar no interior de uma câmara, com o resultado de que o jEluxo de volume total de uma fonte de alimentação de meio de pressão poder ser aumentado e os tempos de enchimento ou esgotamento podem desse modo ser reduzidos.
Uma pluralidade de câmaras pode ser formada entre as superfícies delimitadoras pela instalação de dispositivos vedantes adicionais ou vedações tipo escova. Por exemplo, adicionando um terceiro dispositivo vedante, a primeira câmara é subdividida em duas câmaras. Por um quarto dispositivo vedante, estas câmaras podem ser projetadas para serem completamente separadas uma da outra ou mesmo uma terceira câmara ser formada ou uma câmara ser subdividida em três câmaras por dois dispositivos vedantes divisores. Neste caso, os dutos podem conduzir para o interior de cada uma das câmaras e possibilitar acumular uma pressão para isolar as câmaras virtualmente por completo com relação às circunjacências. De preferência, três dispositivos vedantes são previstos, pelos quais as câmaras são delimitadas. O uso de vedações tipo escova em juntas rotativas para enchimento de pneus possibilita, por exemplo, dispor uma junta rotativa para um fluxo de volume de enchimento de um pneu e de junta rotativa para comutação do fluxo de volume para uma válvula de pneu. Todavia, uma combinação de uma junta rotativa para um fluxo de volume de enchimento com uma válvula de pneu eletricamente acionável pode igualmente ser contemplada.
Em um refinamento preferencial da invenção, sobre pelo menos uma das superfícies delimitadoras dos corpos, depressões são formadas, pelas quais os dispositivos vedantes podem ser posicionados em uma posição fixa ou em uma posição limitada entre as superfícies delimitadoras. Os dispositivos vedantes são neste caso de preferência inseridos ou ajustados no interior de depressões. As depressões de preferência são configuradas como ranhuras anulares dispostas concentricamente com o eixo geométrico de rotação da roda e se estendem coaxialmente com o eixo geométrico de rotação da roda sobre a inteira circunferência de uma superfície delimitadora. A disposição de ranhuras anulares para fixar os dispositivos vedantes é neste caso somente uma modalidade possível. Os dispositivos vedantes podem, naturalmente, também ser fixados ou presos à superfície delimitadora de outra maneira.
Vedações tipo escova consistindo de fibras ou fios metálicos ou não-metálicos são próprias para uso de acordo com a invenção em uma junta rotativa para um sistema de ar sob pressão para pneus. Neste caso, diversos materiais em forma de fibras ou fios podem ser usados que apresentam suficiente deformabilidade juntamente com suficiente rigidez. Assim, vedações tipo escova que têm uma multiplicidade de fios metálicos ou linhas metálicas enfeixadas ou então vedações tipo escova com fibras enfeixadas consistindo de cerâmica ou de materiais sintéticos podem ser empregadas. Os dutos distribuídos no corpo estacionário e no corpo girante podem ser configurados como linhas de descarga ou alimentação operadas por meio de pressão. Assim, o meio de pressão, por exemplo, ar comprimido pode ser dirigido para o interior da câmara através do duto disposto no corpo estacionário e pode ser transferido para o interior do duto formado no corpo girante. Outrossim, um duto adicional pode ser formado que serve, por exemplo, como uma linha de controle para um elemento de comutação operado pelo meio de pressão.
Em uma modalidade típica, o corpo girante é conectado com uma roda que é munida de um pneumático. O duto formado sobre o corpo girante neste caso conduz ao interior de uma cavidade circundada pelo pneu ou é conectado com a cavidade do pneu que, por exemplo, pode ser cheia de ar ou gás. O duto conectado com a cavidade do pneu pode neste caso servir tanto como uma linha de enchimento e como uma linha de esvaziamento.
Um duto configurado como uma linha de controle de preferência é conectado com uma válvula suscetível de ser ativada por um meio de pressão. Neste caso, por exemplo, o corpo girante, ou os componentes localizados sobre o corpo girante podem ser equipados com uma válvula deste tipo e serem comutados ou abertos ou fechados através da linha de controle. É também concebível cambiar outros meios de comutação operados por um meio de pressão, por exemplo, comutadores de pressão, através de uma linha de controle deste tipo. Um duto projetado como uma linha de controle pode servir, por exemplo, para abrir uma válvula contrariamente a uma pressão de fechamento atuando sobre a válvula e fechar a válvula, para que, por exemplo, um pneu cheio de ar possa ser esgotado através da linha de controle pela válvula ser aberta.
Pelo menos um duto é conectado com uma fonte de meio de pressão que conduz o meio de pressão requerido para a ação de pressão sobre um componente, por exemplo, um pneu, localizado sobre o corpo girante. De preferência, para esta finalidade, uma bomba de ar comprimido ou um compressor de ar comprimido é usado.
O corpo estacionário de preferência é conectado com um funil de eixo estacionário ou é suportado fixamente e termos de rotação sobre o funil de eixo, para que uma conexão ocorre entre as linhas de ar comprimido e uma conexão, prevista sobre o funil de eixo, com uma fonte de alimentação de ar comprimido. O corpo estacionário é conectado com o funil de eixo de preferência através de suportes de torque na forma de pinos de conexão, cintas de conexão ou outros elementos de conexão.
Em um refinamento preferencial da invenção, as superfícies de delimitação formadoras das câmaras são dispostas de tal maneira que elas se estendem radialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação e na direção circunferente, de forma que as fibras ou fios das vedações de escova são orientados essencialmente paralelos ao eixo geométrico de rotação.
Em um refinamento alternativo da invenção, as superfícies delimitadoras formando as câmaras são de tal maneira disposta que se estendem axialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação e na direção circunferente, de forma que as fibras ou linhas das vedações tipo escova são orientadas essencialmente radialmente ao eixo geométrico de rotação.
Um dispositivo de acordo com a invenção de preferência é previsto sobre um veículo, particularmente em um trator agrícola. Assim, por exemplo, veículos comerciais e máquinas do setor agrícola, de construção civil e do setor florestal podem ser equipados com dispositivos deste tipo de maneira a implementar um sistema de enchimento ou carregamento sob pressão de pneus. Dispositivos deste tipo são também próprios para veículos de cargas pesadas ou ônibus. Um dispositivo de acordo com a invenção como parte de um sistema de enchimento de pneus possibilita, durante a condução, adaptar a pressão do pneu rapidamente e exatamente às condições operacionais (tipo de terreno, solo, peso da carga, etc.).
A invenção e também vantagens adicionais e desenvolvimentos vantajosos e refinamentos da invenção são descritos e explanados em maior detalhe abaixo por intermédio do desenho que mostra uma modalidade típica da invenção, e de acordo com o qual:
A figura 1 mostra uma vista lateral esquemática de um trator agrícola com um dispositivo de acordo com a invenção;
A figura 2 mostra uma vista em seção transversal esquemática do dispositivo de acordo com a invenção da figurai; e
A figura 3 mostra uma vista em seção transversal esquemática do dispositivo de acordo com a invenção em uma modalidade alternativa.
A fig. 1 mostra um trator agrícola 10 com um chassi 12, com uma cabine 13, com um conjunto de eixo traseiro 14 com um conjunto de eixo dianteiro 16. Os conjuntos de eixo apresentam rodas traseiras 18 e rodas dianteiras 20 respectivamente. As rodas 18, 20 têm em cada caso uma estrutura de aro 22, com um disco de roda 24 e também um pneu 26, os discos de roda 24 sendo conectados através de cavilhas roscadas 25 com cubos de roda 128 dispostos sobre os conjuntos de eixo 14, 16 concentricamente com o eixo geométrico de rotação 27. O conjunto de eixo traseiro 14 é munido de um dispositivo 30 de acordo com a invenção que é construído como uma passagem direta (Ieadthrough) de um sistema de enchimento de pneus (não mostrado). Um dispositivo 30 deste tipo, na modalidade típica ilustrada na figura 1, é previsto sobre ambos os lados do conjunto de eixo traseiro 14, enquanto dispositivos 30 deste tipo podem também ser usados sobre o conjunto de eixo dianteiro 16.
O dispositivo 30 tem um corpo anular estacionário ou estator 32 e um corpo anular girante ou rotor 34 e é ilustrado em uma primeira modalidade típica na figura 2. O estator 32 é suportado de uma maneira não ilustrada sobre um corpo de eixo 36 circundando um trem de transmissão (não mostrado) do trator 10. A roda 18 é suportada por conjuntos de mancai (não mostrados) que se estendem entre o corpo de eixo 36 e o cubo da roda 28. O rotor 34 é montado sobre o cubo da roda 28 e é conectado fixado ao último, por exemplo, através de conexões por parafuso 37 (não mostradas em detalhe) com o disco de roda 24. O cubo de roda 28 é conectado no lado de acionamento com o trem de transmissão (não mostrado) do trator 10 e no lado de saída com o disco de roda 24.
No rotor 34, um primeiro duto 46 é formado, que se estende em ângulos retos, a partir de uma extensão essencialmente radial com respeito ao eixo geométrico de rotação 27, egressa em uma primeira superfície delimitadora 48 se estendendo essencialmente radialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação 27, a primeira superfície delimitadora 48 formando uma superfície externa do rotor 34, a dita superfície externa sendo dirigida para o lado de acionamento do trator 10. O primeiro duto 46 se estende, na sua direção levando para fora da superfície delimitadora 48, para o interior de válvula de pneu ativável por pressão 47 ou estabelece uma conexão com o pneu 26.
No rotor 34, um segundo duto 50 é formado, se estendendo em ângulos retos, a partir de uma extensão essencialmente radial com respeito ao eixo geométrico de rotação 27, igualmente egressa na primeira superfície delimitadora 48. O segundo duto 50 se estende na sua direção levando além da superfície delimitadora 48 para o interior da válvula de pneu 47 e constitui uma linha de controle para abrir a válvula de pneu 47, de4 forma que a válvula de pneu 47 pode ser aberta pelo controle do meio de pressão através do segundo duto 50.
No estator 32, um terceiro duto 52 é formado que se estende essencialmente axialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação 27 e que egressa em uma segunda superfície delimitadora 54 se estendendo essencialmente radialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação 27, a segunda superfície delimitadora 54 formando uma superfície externa do estator 34, a dita superfície externa sendo dirigida para o lado de saída do trator 10.
No corpo estacionário 32, um quarto duto 56 é formado que se estende essencialmente axialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação 27 e que igualmente egressa na segunda superfície delimitadora 54.
Um intervalo de deslocamento 57 é formado entre as superfícies delimitadoras 48 e 54, para que o rotor 32 possa girar livremente com respeito ao estator 34.
A segunda superfície delimitadora 54 sobre o estator 32 apresenta depressões 58, 60, 62 se estendendo axialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação 27 e dispostas concentricamente com o eixo geométrico de rotação 27, as depressões 8, 60, 62 em cada caso formando uma ranhura anular formada sobre a circunferência do estator 32. A configuração das depressões 58, 60, 62 é neste caso selecionada de tal maneira que as ranhuras anulares formadas pelas depressões 58, 60, 62 têm diferentes raios médios com respeito ao eixo geométrico de rotação 27. No exemplo ilustrado na figura 2, três depressões 58, 60, 62 são formadas sobre a segunda superfície delimitadora 54, a ranhura anular formada pela depressão 58 tendo o maior raio médio e a ranhura anular formada pela depressão 62 tendo o menor radio médio.
Dispositivos vedantes 104 configurados como vedações tipo escova são dispostos nas ranhuras anulares formadas pelas depressões 58, 60, 62. Os ditos dispositivos vedantes 104 configurados como vedações tipo escova são ilustradas nas figuras 4 e 5. A figura 4 mostra uma primeira modalidade na qual os dispositivos vedantes 104 têm um primeiro e um segundo disco anular 200, 202. Entre os discos anulares 200, 202 é disposta uma multiplicidade de fibras ou fios de arame 204 que são manufaturados de delgados fios metálicos. Os fios de arame 204 são soldados entre si e os dois discos anulares 200, 202 por intermédio de uma costura soldada 206. Os discos anulares 200, 202 servem ao mesmo tempo como discos de apoio para suportar os fios de arame 204. Os discos anulares 200, 202, a costura soldada 206 e a multiplicidade de fios de arame 204 são dimensionadas de tal maneira que formam um encaixe com as depressões 58 e podem ser ali fixados. Os fios de arame 204 se estendem na direção axial com respeito ao eixo geométrico de rotação 27 até a primeira superfície delimitadora 48 sobre o rotor 34, de maneira que o intervalo de deslocamento formado entre as superfícies delimitadoras 48, 54 é selado pelos fios de arame 204.
Uma modalidade alternativa dos dispositivos vedantes 104, configurada como uma vedação tipo escova é ilustrada na figura 5. Neste caso, uma multiplicidade de fibras ou fios 220 é assentada em torno de um núcleo de arame 222 configurado como um anel e firmemente sujeitada sobre o núcleo de arame 222 por um anel de sujeição 224. Em torno do anel de sujeição 224 são assentados perfis anulares 226, 228 que tencionam o anel de sujeição 224 e conseqüentemente também a multiplicidade de fios 220 assentados em torno do núcleo de arame 222. Os perfis anulares 226, 228 servem ao mesmo tempo como discos de suporte para os fios 220 e como calços para os dispositivos vedantes 104, os perfis anulares 226, 228 sendo dimensionados de tal maneira que eles formam um encaixe com as depressões 58 e podem ser ali fixados. Os fios 220 se estendem na direção axial com respeito ao eixo geométrico de rotação 27 até a primeira superfície delimitadora 48 sobre o rotor 34, de forma que o intervalo de deslocamento 57 formado entre as superfícies delimitadoras 48, 54 é selado pelos fios 220. Esta modalidade tem a vantagem de que os fios 220 são conectados ou fixados entre si por intermédio de um anel de sujeição 224, de forma que uma costura soldada 206 de acordo com o exemplo da figura 4 pode ser omitida. Conseqüentemente, outros fios não metálicos 220 ou fibras consistindo de material sintético ou cerâmico também podem ser usados.
Em ambas as modalidades típicas dos dispositivos vedantes 104 que são ilustradas nas figuras 4 e 5, a distância axial entre as superfícies delimitadoras 48, 54 e a extensão dos fios 204, 220 dos dispositivos vedantes 104 é selecionada de tal maneira que os dispositivos vedantes 104 se apoiam com os fios 204, 220 contra a superfície delimitadora 48 de uma maneira vedante. Os dispositivos vedantes 104 configurados como vedações tipo escova têm apenas um desgaste muito baixo e devido à alta densidade de fios ou fibras possuem uma excelente ação vedante ou baixo vazamento. A alta ação vedante é mantida mesmo no caso de velocidades recíprocas entre o estator 32 e rotor 34, o vazamento aumentando com uma crescente velocidade de rotação do rotor 34. Os dispositivos vedantes 104 configurados como vedações tipo escova não obstante funcionam mais confiavelmente que as vedações de eixo convencionais ou vedações de contato. Em particular, inexatidões dimensionais sobre as superfícies delimitadoras 48 ou sobre as superfícies vedantes podem ser toleradas, uma vez que os feixes de fibras ou linhas 204, 220 de uma vedação tipo escova podem se adaptar às variações superficiais causadas por inexatidões dimensionais. Sem qualquer rotação, por exemplo, quando um pneu 26 de um trator estacionário 10 está sendo cheio ou carregado, as vedações tipo escova geram uma ação vedante comparativamente satisfatória.
Os dispositivos vedantes 104 dispostos nas depressões 58, 60, 62 formam uma primeira câmara à prova de vazamentos 106 entre as depressões 58, 60 e uma segunda câmara impermeável 108 entre as depressões 60, 62, as câmaras 106, 108 sendo delimitadas radialmente pelos dispositivos vedantes 104 e axialmente pelas superfícies delimitadoras 48, 54. O primeiro duto 46 e o terceiro duto 52 neste caso egressam no interior da primeira câmara 106 e o segundo duto 50 e o quarto duto 56 egressam no interior da segunda câmara 108.
O dispositivo 30 ilustrado na figura 2 serve como uma passagem direta rotativa para um sistema de enchimento de pneus em um trator 10, a passagem direta se processando na direção áxil, isto é,as superfícies delimitadoras 48, 54 formadas sobre o estator 32 e sobre o rotor 34 são projetadas para serem mutuamente espaçadas axialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação 27. O terceiro duto 52 formado no estator 32 é conectado com uma fonte de pressão 110 que, para encher o pneu 26, conduzem ar comprimido para o interior do terceiro duto 52. O ar comprimido neste caso flui para o interior da primeira câmara 106 e desta para o interior do primeiro duto 46. Durante o acúmulo de pressão ou o fornecimento de ar comprimido, rotor 34 pode manter seu movimento de rotação ou movimento rotativo com respeito ao estator 32. A válvula de pneu 47 prevista sobre o pneu 26 se abre com o fornecimento de ar comprimido na direção do pneu 26, de forma que o ar comprimido pode fluir do terceiro duto 52 através da primeira câmara IOe através do primeiro duto 46 para o interior do eu 28. Assim que o fornecimento de ar comprimido pelo terceiro duto 52 é interrompido, a válvula de pneu 47 se fecha automaticamente devido à pressão atuante proveniente do pneu 26.
O quarto duto 56 formado na parte estacionária 32 é igualmente conectado com a fonte de pressão 110, a fonte de pressão 110 sendo conectada somente para esvaziar o pneu 26, de forma que, para esvaziar o pneu 26, ar comprimido é conduzido para o interior do quarto duto 56. O ar comprimido neste caso flui para o interior da segunda câmara 108 e desta para o interior do segundo duto 50. O segundo duto 50 é conectado com a válvula de pneu 47 de tal maneira que o ar comprimido fluindo para o interior do segundo duto 50 abre a válvula de pneu 47, para que o ar contido no pneu 26 possa fluir através da válvula de pneu 47 para o interior do primeiro duto 46 e deste através da primeira câmara 106 para o interior do terceiro duto 52. O ar pode ser descarregado dali para as cercanias por intermédio de uma válvula de suspiro (não mostrada). Assim que o fornecimento de ar comprimido para o quarto 56 é re-interrompido, a válvula de roda 47 se fecha automaticamente sob a pressão predominante no pneu 26. A ativação da fonte de alimentação de pressão ou a ativação da válvula de suspiro se processa por intermédio de um dispositivo de controle apropriado que é instalado na cabine 13 do trator 10.
A figura 3 mostra uma modalidade típica alternativa de um dispositivo 30' para uma passagem direta rotativa de um sistema de enchimento de pneu. O dispositivo 30" constitui uma modalidade típica na qual a passagem direta rotativa se processa em uma direção radial com respeito ao eixo geométrico de rotação 27, isto é, as superfícies delimitadoras 47'm 54' formadas sobre o estator 32' e sobre o rotor 34" são configuradas para serem mutuamente espaçadas radialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação 27. O funcionamento é essencialmente idêntico ao funcionamento do exemplo ilustrado na figura 2, as diferenças individuais sendo descritas abaixo. A superfície delimitadora 48" é projetada como uma superfície delimitadora 48' se estendendo axialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação 27 e na direção circunferente e dirigida radialmente para o exterior. A superfície delimitadora 54' é configurada como uma superfície delimitadora 54' se estendendo axialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação 27 e na direção circunferente e dirigida radialmente para dentro. Outrossim, os dispositivos vedantes 104' configurados como vedações tipo escova são projetados de tal maneira que os fios 204' para de acordo com a modalidade dos fios 220 descritos na figura 5) se estendem correspondentemente radialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação 27 na direção da superfície delimitadora 48' do rotor 34' e isolam a superfície delimitadora 48', os dispositivos vedantes 104' de outro modo tendo uma função e propriedade idêntica e também uma montagem idêntica aos dispositivos vedantes 104 do exemplo da figura 2. As depressões 58', 60', 2' para receber ou fixar os dispositivos vedantes 104' são formadas sobre a superfície delimitadora 544' do estator 32' e constituem três ranhuras anulares que são mutuamente espaçadas axialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação 27 e que se estendem sobre a inteira circunferência da superfície delimitadora 54'. Os dutos 46', 50' formados no rotor 34' têm uma extensão em 'U", de modo que os dutos 46' 50' se estendem para o interior das câmaras 106', 108' delimitada pelos dispositivos vedantes 104'. O rotor 34' é conectado, da mesma maneira, por exemplo através de conexões por parafuso 37' com o disco de roda 24 ou o cubo de roda 28. Aqui, também, o estator 32' é conectado (não mostrado) com o corpo de eixo 36. O enchimento e o esvaziamento do pneu 26 se processam da mesma maneira como no exemplo ilustrado na figura 2.
Muito embora a invenção tenha sido descrita exclusivamente com referência a uma modalidade típica, muitas diferentes alternativas, modificações e variantes que se enquadram sob a presente invenção se evidenciarão aqueles versados na técnica a luz da descrição acima e do desenho. Assim, por exemplo, a disposição dos dutos 50, 56, e 50', 56' pode ser eliminada e uma válvula eletricamente operada 47 utilizada.
Conseqüentemente, um dispositivo vedante 104 ou 104' e conseqüentemente a câmara 108 ou 108' seria suprimida e somente a câmara 106 ou 106' para a transferência de ar comprimido seria selada por dois dispositivos vedantes adjacentes 104 ou 104'.

Claims (12)

1. Dispositivo, em particular uma passagem direta rotativa para um sistema de enchimento de pneus, com um corpo (34, 34') girante em torno de um eixo geométrico de rotação (27) e tendo uma primeira superfície delimitadora (48,48'), com um corpo (32, 32') estacionário com respeito ao corpo girante (34, 34') e tendo uma segunda superfície delimitadora (54, 54'), com pelo menos uma câmara (106, 108, 106', 108') formada entre o corpo girante (34, 34') e o corpo estacionário (32, 32') a pelo menos uma câmara (106, 108, 106', 108') sendo delimitada pelas superfícies delimitadores (48, -54, 48', 54') dos corpos (34, 32, 34', 32') e por pelo menos dois dispositivos vedantes (104, 104') se estendendo entre as superfícies delimitadoras (34, 32, -34',32'), e com pelo menos um duto (46, 50, 52, 56. 46', 50', 52', 56') formados no corpo estacionário e no corpo girante (32, 34, 32', 34') e se estendendo para o interior da pelo menos uma câmara (106, 108, 106', 108') entre os dispositivos vedantes (104, 104'), caracterizado pelo fato de que os dispositivos vedantes (104, 104') são configurados como vedações tipo escova
2. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que uma ou mais câmaras adicionais (106, 108, 106', 108') delimitáveis por um ou mais dispositivos vedantes adicionais (104, 104') são formadas entre a primeira e a segunda superfície delimitadora (48, 54, 49', -54')
3. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que, sobre pelo menos uma das superfícies delimitadoras (48, 54, 48', 54'), depressões (58, 60, 62, 58', 60', -62') são formadas, nas quais as vedações tipo escova (104, 104') são guiadas, fixadas em posição, entre as superfícies delimitadoras (48, 54, 48', 54').
4. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que as vedações tipo escova (104, -104') têm fibras ou fios metálicos e/ou não metálicos.
5. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que o pelo menos um duto (46, 50, 52, -56, 46', 50', 52', 56') é configurado como um duto de descarga e/ou alimentação e/ou a linha de controle operada por um meio de pressão.
6. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que o pelo menos um duto (46, 50, 52, -56, 46', 50', 52', 56') pode ser conectado com um pneu (26) preenchível com um meio de pressão.
7. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que o pelo menos um duto (46, 50, 52, -56, 46', 50', 52', 56') pode ser conectado com uma válvula (47) ativável pelo meio de pressão.
8. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que o pelo menos um duto (46, 50, 52, -56, 46', 50', 52', 56') pode ser conectado com uma fonte de meio de pressão (110), particularmente com uma fonte de ar comprimido.
9. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que o corpo estacionário (32, 32') é conectado com um corpo de eixo estacionário (36).
10. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que as superfícies delimitadoras (48, -54, 48', 54') se estendem radialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação (27).
11. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato de que as superfícies delimitadoras (48, 54, 48', 54') se estendem axialmente com respeito ao eixo geométrico de rotação (27).
12. Veículo caracterizado pelo fato de que compreende um dispositivo (30, 30') de acordo com uma ou mais das reivindicações precedentes.
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