BRPI0609577A2 - aparelho e método para remover termicamente revestimentos e/ou impurezas - Google Patents
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Abstract
APARELHO E MéTODO PARA REMOVER TERMICAMENTE REVESTIMENTOS E/OU IMPUREZAS. A presente invenção se refere a um aparelho para remover revestimentos e/ou secar materiais revestidos e/ou contaminados. O aparelho compreende um suporte e um forno (10> montado no suporte para receber material a ser tratado. O forno (10) pode ser movido entre uma primeira posição, na qual uma primeira parte é mais lata do que uma segunda par- te, e uma segunda posição, na qual ocorre o contrário. Em uso o forno pode ser repetidamente movido entre uma primeira e segunda posições de modo que o material caia de uma parte para a outra parte.
Description
"APARELHO E MÉTODO PARA REMOVER TERMICAMENTEREVESTIMENTOS E/OU IMPUREZAS"
Esta invenção diz respeito a aparelho e um métodopara remover termicamente revestimentos e/ou impurezas demateriais, especialmente de materiais que são particularmen-te apropriados para processamento por lote. Particularmente,a presente invenção diz respeito a um desenvolvimento do ti-po de forno descrito no Pedido de Patente Internacional dosrequerentes publicado como WO 01/98092 Al, cujo conteúdo es-tá incorporado em sua totalidade por meio desta referência.
Existe uma crescente exigência para reciclar mate-riais tais como alumínio, magnésio e outros metais e não-metais. Freqüentemente tais materiais são revestidos com ca-mada de tinta, óleo, água, vernizes, plásticos, ou outroscompostos orgânicos voláteis (V.O.C.s) que devem ser removi-dos antes da ref usão dos materiais. Para materiais que sãocapazes de ser processados em temperaturas relativamente al-tas sem fundir, tais impurezas são tipicamente removidas u-sando-se um processo térmico que é algumas vezes conhecidocomo desrevestimento. Tal processo térmico de remoção de re-vestimentos também pode ser usado para secar e/ou esterili-zar materiais antes da refusão.
Por exemplo, alumínio é freqüentemente usado naprodução de latas de bebida que são tipicamente revestidascom camada de tinta, vernizes e/ou outros V.O.C.s. Antes delatas de bebida usadas (U.B.C.s) ou material de sucata pro-duzido durante a fabricação de latas de bebida poder serderretidos para reciclagem, quaisquer revestimentos ou ou-tras impurezas devem ser removidos a fim de minimizar a per-da de metal.
Entretanto, o processo térmico de remoção de re-vestimentos não é limitado à aplicação em alumínio, mas podeser usado para limpar ou purificar quaisquer metais ou mate-riais não-metálicos que sejam capazes de resistir às tempe-raturas presentes no processo térmico de remoção de revesti-mentos . 0 processo térmico de remoção de revestimentos podeser usado para desrevestir ou purificar, por exemplo, magné-sio ou ligas de magnésio, ou titânio ou ligas de titânio.
Os processos térmicos de remoção de revestimentosconhecidos envolvem expor o material a ser tratado aos gasesquentes a fim de oxidar os revestimentos e/ou impurezas quedevem ser removidos. Esta exposição acontece em um ambientefechado no qual a temperatura e o conteúdo de oxigênio dosgases quentes podem ser controlados. Temperaturas acima de300 °C são exigidas para se remover a maioria dos compostosorgânicos e um nivel de oxigênio na faixa de 6% a 12% é nor-malmente exigido.
Se a temperatura e os niveis de oxigênio dos gasesquentes não forem cuidadosamente controlados o processo tér-mico de remoção de revestimentos pode resultar em uma opera-ção não controlada que pode ser muito perigosa.
O material usualmente será triturado antes do tra-tamento e é importante para a efetiva remoção de revestimen-tos que todas as superfícies do material triturado sejam ex-postas aos gases quentes. Se isto não ocorrer o tratamentose torna então menos efetivo e, particularmente no caso deU.B.C.s, uma mancha preta pode ser deixada na superfície domaterial tratado. Também é desejável que o material sej a a-gitado durante o tratamento para fisicamente remover reves-timentos ou impurezas soltas do material.
Atualmente existem três sistemas principais quesão usados para processo térmico de remoção de revestimen-tos, que são:
1. Forno Estático
Em um forno estático, o material é empilhado emuma malha de fios e gases quentes são recirculados atravésdo forno para aquecer o material até a temperatura de pro-cesso exigida.
Esta disposição não é eficiente em virtude de osgases quentes não entrar em contato com os materiais que es-tão confinados dentro da pilha de materiais sobre a malha.Tal como discutido anteriormente, é importante na remoção derevestimentos que todas as superfícies dos materiais sendotratados sejam expostas aos gases quentes. Também não existeagitação do material sendo tratado.
2. Forno Transportador
Este sistema usa um transportador de correia demalha para transportar materiais para tratamento através deum forno. Os gases quentes atravessam o material na correiaà medida que ele atravessa o forno. Os problemas com estemétodo são como se segue:
A profundidade de materiais na correia limita oprocesso. Os materiais são empilhados ocasionando problemassimilares àqueles encontrados com o forno estático, no qualos materiais no centro da pilha não entram em contato com osgases quentes.
Não existe agitação dos materiais, assim revesti-mentos soltos não são removidos.
A vida da correia transportadora é pequena.
Os materiais têm que ser constantemente alimentados.
0 processo não é adequado para pequeno volume oupara produto mudando continuamente.
3. Forno Giratório
Um grande forno é inclinado em relação à horizon-tal de modo que material alimentado ou carregado no forno nasua extremidade mais alta se desloca na direção da extremi-dade mais baixa, onde ele é descarregado sob a influência dagravidade. O forno é girado de modo que o material dentro doforno é agitado e um fluxo de gases quentes é fornecido paraaquecer o material à medida que ele se desloca através doforno. Diversos problemas estão associados com este método:
O material tem que ser constantemente alimentado.
O processo não é adequado para pequeno volume oupara produto mudando continuamente.
O processo continuo exige câmaras de ar em ambasas extremidades, extremidade de carga de materiais e extre-midade de descarga de materiais.
O forno exige vedação giratória, o que resulta emum alto nivel de manutenção.
O pedido WO 01/98092 Al descreve um forno articu-la vel ou que pode ser inclinado que supera muitas das des-vantagens dos aparelhos e métodos conhecidos anteriormentepara processo térmico de remoção de revestimentos. Para umadescrição detalhada da construção e operação do forno, oleitor deve recorrer ao pedido WO 01/98092 Al. Entretanto,resumidamente, o forno tem uma parte de carregamento parareceber o material a ser tratado e uma parte de mudança. Éincorporada dentro da parte de mudança uma câmara de tratamento térmico através da qual uma corrente ou fluxo de gasesquentes pode passar. O forno é móvel de forma articulada en-tre uma primeira posição na qual a parte de mudança é maisalta do que a parte de carregamento e uma segunda posição naqual a parte de carregamento é mais alta do que a parte demudança. A disposição é de tal forma que o forno pode serrepetidamente movido entre as primeira e segunda posições demodo que o material dentro do forno caia de uma parte para aoutra parte, atravessando a fluxo de gases quentes na câmarade tratamento térmico. Um método de uso do aparelho também érevelado.
O forno conhecido anteriormente tem a vantagem emque ele pode ser usado para tratar volumes comparativamentepequenos de material em um processo por lote. Uma vantagemadicional é que por controlar o movimento do forno, o mate-rial sendo tratado pode ser levado para dentro e para forada câmara de tratamento térmico à vontade, capacitando oforno para ser operado seguramente sem ter uma quantidadeexcessiva de VOC liberada que causaria aquecimento de pro-cesso auto-sustentado (também conhecido como um processo au-totérmico). Este movimento controlado assegura que os VOCssão liberados de uma maneira controlada e permite um grau decontrole fino do processo de tratamento.
Na modalidade preferida do forno descrito no pedi-do WO 01/98092 Al, a caixa de carga é montada de forma remo-vível no forno. Isto capacita de forma conveniente que mate-riais sejam carregados para dentro da caixa de carga e remo-vidos dela em um local separado do forno. A caixa de cargauma vez fixada ao forno se torna uma parte integral da es-trutura do forno e, conseqüentemente, gira com o forno demodo que o material é transferido para dentro e para fora dacaixa de carga, e através da câmara de tratamento. É mostra-do que, preferivelmente, a caixa de carga é adaptada pararemoção usando-se uma empilhadeira de garfo ou qualquer ou-tro dispositivo adequado para transportar a caixa de cargapara o forno e a partir deste.
O forno descrito no pedido WO 01/98092 Al foi des-coberto para trabalhar bem, fornecendo um dispositivo comer-cial e tecnicamente aceitável de remoção de revestimentostermicamente de materiais de volumes relativamente baixos.Entretanto, constatou-se que o uso de uma caixa de carga re-movivel não é ideal para certas aplicações.
É um objetivo da. presente invenção fornecer umforno melhorado no qual os problemas dos fornos conhecidossão superados ou pelo menos reduzidos.
Assim, de acordo com um primeiro aspecto da inven-ção é fornecido um aparelho para termicamente remover reves-timentos e/ou secar materiais revestidos e/ou contaminados,o aparelho compreendendo:
um suporte;um forno montado no suporte e adaptado para rece-ber material a ser tratado;
o forno sendo móvel relativamente ao suporte entreuma primeira posição na qual uma primeira parte do forno égeralmente mais alta do que uma segunda parte e uma segundaposição na qual a segunda parte é geralmente mais alta doque a primeira parte e a disposição sendo de tal forma que,em uso, o forno pode ser repetidamente movido entre as pri-meira e segunda posições de modo que o material dentro doforno caia de uma parte para a outra parte,
caracterizado em que a primeira parte incorporauma abertura que pode ser fechada através da qual o materiala ser tratado pode ser carregado, e em que é provida uma zo-na de tratamento através da qual um fluxo de gases quentespode passar.
A zona de tratamento pode ficar localizada na pri-meira ou na segunda parte do forno, ou parcialmente em cadaparte, dependendo do material a ser tratado e da sua topolo-gia .
De acordo com um segundo aspecto da invenção, éfornecido um método para termicamente remover revestimentose/ou secar materiais revestidos e/ou contaminados compreen-dendo :
proporcionar um forno adaptado para receber mate-rial a ser tratado e uma parte de mudança, o forno sendo mó-vel entre uma primeira posição na qual uma primeira parte doforno é geralmente mais alta do que uma segunda parte e umasegunda posição na qual a segunda parte é geralmente maisalta do que a primeira parte;
colocar o material no forno;
repetidamente mover o forno entre as primeira esegunda posições de modo que o material no forno caia de umaparte para a outra parte,
caracterizado em que a primeira parte incorporauma abertura que pode ser fechada através da qual o materiala ser tratado pode ser carregado, e em que é provida uma zo-na de tratamento através da qual um fluxo de gases quentespode passar.
A zona de tratamento pode ficar localizada na pri-meira ou na segunda parte do forno, ou parcialmente em cadaparte, dependendo do material a ser tratado e da sua topolo-gia .
Uma modalidade preferida da invenção será agoradescrita, somente a titulo de exemplo, com referência aosdesenhos anexos em que:
A Figura 1 é uma vista esquematica em perspectivade um forno de um aparelho de acordo com a invenção;
A Figura 2 é uma vista lateral do forno da figura1 e
As Figuras 3A-3J são uma série de diagramas esque-máticos mostrando as várias fases do ciclo de operação de umaparelho de acordo com a invenção compreendendo o forno dafigura 1.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS MODALIDADES PREFERIDAS
Referindo-se às figuras 1 a 3, está mostrado umforno, indicado de uma maneira geral em 10, que forma partede um aparelho para termicamente remover revestimentos e/ousecar materiais revestidos e/ou contaminados.
0 forno 10 compreende uma câmara de processo mos-trada de uma maneira geral em 2 e compreendendo uma primeiraparte 4 e uma segunda parte 6, com uma zona central 8. A zo-na de tratamento compreende a primeira parte 4 e a zona cen-tral 8. Um fluxo de gases quentes 12 pode passar de um ladodo forno 10 para o outro através da zona de tratamento.
Em um lado do forno está uma câmara de recircula-ção 14 para dentro da qual os gases são arrastados da zonacentral 8 por meio de um primeiro ventilador de recirculação16 e de um segundo ventilador de recirculação 17. Uma camisade mistura de ar 18 guia os gases da câmara de recirculação14 para dentro de uma câmara de queimador posterior 20, naqual os gases são aquecidos por meio de um queimador 22. Asparedes da câmara de queimador posterior 20 podem ser pare-des de aço inoxidável resfriadas a ar ou podem, alternativa-mente, ser revestidas com um material refratário adequado.
O queimador 22 que aquece os gases pode ser proj e-tado para funcionar tanto com um combustível gasoso como comum liquido ou com ambos. Em uma modalidade preferida o quei-mador também é projetado a fim de ser capaz de queimar oscompostos orgânicos voláteis (V.0.C.s) que são termicamentearrancados dos materiais na zona de tratamento. EstesV.O.C.s são arrastados para fora da zona de tratamento comos gases 12 pelo ventilador de recirculação 16 e são mistu-rados com ar 30, se necessário, na camisa de mistura 18. Acamisa de mistura de ar 18 é projetada para assegurar que osgases entrem na câmara de queimador posterior com um fluxohelicoidal, tal como indicado pelas setas, o que asseguraque os V.O.C.s têm um tempo de residência e de exposição má-ximos na região quente da chama de queimador.
Por queimar os V.O.C.s a eficiência térmica totaldo forno é aumentada uma vez que menos combustível necessitaser fornecido para aquecer os gases 12 até a temperatura deoperação exigida. Se V.O.C.s suficientes estiverem presen-tes, nenhum combustível adicional necessita ser acrescentadopara aquecer os gases até a temperatura exigida, de maneiraque o processo pode operar de um modo autotermico.
Queimar os V.O.C.s também melhora o controle deemissões por remover dos gases de recirculação estes produ-tos que contaminam o ar e reduz a necessidade de tratamentoadicional e caro dos gases que são descarregados da câmarade queimador posterior, tal como será descrito mais tarde.
Da câmara de queimador posterior 20, os gasesquentes entram na zona de tratamento que se estende sobre aprimeira parte 4 e a zona central 8 da câmara de processo 2através de uma abertura 24 formada em uma parede lateral dacâmara de processo 2 no lado oposto do forno em relação àcâmara de recirculação 14.
Um sistema de controle monitora e controla o nivelde oxigênio e a temperatura dos gases na zona de tratamentopara assegurar que o sistema opera dentro de limites segurose efetivos para o processo térmico de remoção de revestimen-tos do material sendo tratado. Tipicamente, o nivel de oxi-gênio será mantido abaixo de 16% embora temperaturas acimade 300 °C sejam exigidas para se remover a maioria dos com-postos orgânicos. Uma lança 26, regulada pelo sistema decontrole, fornece ar puro para dentro da câmara de queimadorposterior 20 a fim de controlar tanto o nivel de oxigênioexigido como a temperatura dos gases. A câmara de queimadorposterior 20 esgota os gases de combustão através de um tubode descarga 2 8, o fluxo de gases de descarga sendo controla-do por meio de registro de tiragem controlado de temperaturaé pressão (não mostrado).
Uma entrada de ar puro auxiliar 30 também é forne-cida na câmara de recirculação 14. A entrada auxiliar 30permite que o ar entre na câmara de recirculação por meio deuma câmara de fornecimento de ar 32 para misturar com os ga-ses quentes e para resfriar o ventilador 16 se necessário. Osistema de controle monitora a temperatura do ventilador eopera uma válvula para controlar o fluxo de ar através daentrada auxiliar, para manter a temperatura do ventiladorabaixo da sua temperatura de operação máxima permitida. Osistema de controle equilibra o fluxo de ar através da lança26 e da entrada auxiliar 30, a fim de manter o conteúdo deoxigênio e a temperatura exigidos dos gases na zona de tra-tamento .
Uma parede externa da primeira parte 4 da câmarade processo 2 inclui uma abertura 34 para inicialmente rece-ber o material de sucata 36 para ser tratado. A abertura 34é fechada por meio de uma porta 38.
O forno 10 é montado de forma articulada a uma es-trutura de suporte 44 tendo uma estrutura de base 46 (ver afigura 3A). Tal como mostrado nas figuras 3B a 3 J, o fornopode ser movido entre uma primeira posição 3B na qual a pri-meira parte 4 é mais alta do que a segunda parte 6 e uma se-gunda posição 3D na qual a segunda parte 6 é mais alta doque a primeira parte 4. Em um modo alternativo de operação,o movimento pode ser um movimento de rotação continuo, com-pletando rotação de 360 graus.
Dispositivos (não mostrados) são fornecidos paramover automaticamente o forno entre as primeira e segundaposições sob o controle do sistema de controle do aparelho.Estes dispositivos podem ser em qualquer forma adequada epodem, por exemplo, compreender um ou mais motores elétricosou hidráulicos. Os motores podem agir por meio de uma caixade engrenagens se exigido. Alternativamente os dispositivospodem compreender um ou mais arietes hidráulicos ou pneumá-ticos. Os dispositivos também podem compreender uma combina-ção de motores e arietes.
A operação do aparelho será agora descrita com referência às figuras 3A a 3J particularmente.
O material 36 a ser processado é carregado atravésda abertura 34 na câmara de processo 2 e cai por gravidadepara a segunda parte 6. O processo de tratamento pode entãoser iniciado sob o controle do sistema de controle.
Os gases atravessando a zona de tratamento são a-quecidos e o forno é girado a partir da primeira posição,tal como mostrado na figura 3B, até que ele alcance a segun-da posição mostrada na figura 3D na qual o forno está quaseinvertido.À medida que o forno é girado, os materiais na câ-mara de processo 2 caem sob a influência da gravidade paradentro da primeira parte 4 atravessando o fluxo de gasesquentes na zona de tratamento. Deve ser notado que o materi-al atravessa o fluxo de gases quentes 12 transversalmente àdireção de fluxo dos gases quentes através da zona de trata-mento .
O movimento giratório do forno pode continuar paracompletar 360 graus ou ser invertido, tal como mostrado nasfiguras 3E e 3F, até que o forno alcance a primeira posição.Durante este movimento giratório, os materiais caem da pri-meira parte 4 para dentro da segunda parte 6, atravessandode novo o fluxo de gases quentes 12. 0 movimento de rotaçãodo forno entre as primeira e segunda posições é repetido di-versas vezes, tal como exigido pelo controle de processo,até que o material 36 esteja inteiramente tratado.
O processo de tratamento passa por diversas fasesou ciclos: um ciclo de aquecimento durante o qual os gasesquentes e os materiais são levados até a temperatura de tra-tamento exigida, um ciclo de tratamento no qual a temperatu-ra dos gases e dos materiais é mantida na temperatura detratamento, e finalmente um ciclo de resfriamento durante oqual a temperatura dos gases e do material tratado é abaixa-da para um nivel no qual o material pode ser removido deforma segura.
Uma vez que o processo de tratamento é completado,o forno retorna para a posição tal como mostrado na figura31 e a porta 38 é aberta, tal como mostrado na figura 3J, demodo que o material tratado pode ser transportado para res-friamento, armazenamento ou processamento adicional tal comoexigido.
0 movimento giratório do forno assegura que o ma-terial a ser tratado atravessa o fluxo de gases na câmara detratamento de uma maneira controlada. A queda do materialtambém assegura que todas as superfícies do material ficaminteiramente expostas aos gases, promovendo uma eficiente eefetiva remoção de revestimentos e/ou descontaminação.
0 sistema de controle controla a velocidade e afreqüência do movimento giratório do forno juntamente com atemperatura e o nivel de oxigênio dos gases a fim de oxidarrevestimentos ou impurezas no material 36, garantindo aomesmo tempo que o processo é executado seguramente e de for-ma eficiente com perda minima do material sendo tratado.
Um recurso particular do aparelho é a capacidadedo sistema de parar o movimento giratório do forno a qual-quer hora. Isto pode ser particularmente útil quando tratan-do materiais revestidos pesadamente, para assegurar que atemperatura na câmara de queimador posterior não aumente deuma maneira não controlada devido ao alto nivel de V.O.C.spresente nos gases. Quando o aparelho pára de girar, a quan-tidade de material combustível nos gases é reduzida e o pro-cesso de combustão diminui a velocidade e, conseqüentemente,a temperatura cai de volta para o nivel controlado. À medidaque a temperatura retorna para niveis aceitáveis, o aparelhoreassume a rotação e o processo de tratamento continua. Estacapacidade de parar a rotação do forno assegura uma libera-ção de voláteis controlada por todo o processo de tratamen-to . 0 processo de combustão pode ser adicionalmente tornadomais lento pela parada do forno em uma posição na qual o ma-terial caia para dentro da segunda parte 6. Isto asseguraque o material está fora do fluxo de gás e longe das super-fícies quentes da zona de tratamento.
Além do movimento giratório do forno, o aparelhopode ser fornecido com dispositivo, tal como um vibrador e-letromecânico (não mostrado), para vibrar o forno ou pelomenos uma parte do forno. 0 dispositivo de vibração tambémpode ser controlado pelo sistema de controle. Esta vibraçãoadicional permite que o aparelho transfira os materiais en-tre a primeira parte 4 e a segunda parte 6 em uma quantidademais precisa e mais controlada para promover uma melhor tro-ca entre os gases quentes e o material.
0 movimento de vibração também pode ser usado parafacilitar arrancamento mecânico do revestimento e contami-nantes do material 36. Por exemplo, a disposição pode ser detal forma que o material é vibrado em uma freqüência que éigual ou próxima da sua freqüência natural ou de ressonân-cia . Alternativamente, o forno (ou pelo menos partes do for-no tais como a primeira parte 4 e/ou a segunda parte 6) podeser vibrado na sua freqüência natural ou de ressonância.Conseqüentemente permite que o material vibre de forma efi-ciente, o que aumenta as forças de abrasão e permite que osgases penetrem e tratem o material 36.
0 aparelho de acordo com a invenção é particular-mente apropriado para tratamento de quantidades relativamen-te pequenas de material. Isto possibilita um tratamento debaixo custo de materiais em escalas muito menores do que oaparelho de forno giratório ou de forno transportador conhe-cido, mas sem as desvantagens do forno estático. Em virtudede os materiais serem processados em lotes, o aparelho podeser adaptado para tratar uma variedade de materiais pelarestauração do sistema de controle entre lotes.
0 aparelho de acordo com a invenção pode ser construído relativamente pequeno quando comparado com os fornosgiratórios ou fornos transportadores conhecidos e assim ocu-pa muito menos espaço de piso. 0 aparelho de acordo com ainvenção também é relativamente simples e exige menos manu-tenção do que o aparelho conhecido.
Uma vantagem adicional do aparelho de acordo com ainvenção é que ele exige menos equipamento de suporte do queos aparelhos de forno giratório e de forno transportador co-nhecidos que tipicamente exigem correias transportadoras dealimentação, correias transportadoras de descarga e tremo-nhas de armazenamento para manter uma operação continua.
0 aparelho tal como descrito anteriormente podeser modificado de diversas maneiras. Por exemplo, um sistemade agitação por jato (não mostrado) pode ser fornecido paraagitar e mexer o material na câmara de tratamento térmico.Isto permite que os gases quentes na câmara de tratamentotérmico alcancem mais do material sendo tratado e assim me-lhoram a eficiência do processo. Um sistema como este podecompreender um ou mais jatos que podem emitir um fluxo cons-tante ou sopros de um material gasoso para mexer o materialna câmara de tratamento térmico. 0 material gasoso pode serar puro e pode fazer parte do sistema de controle para con-trolar os niveis de oxigênio e de temperatura no forno. Al-ternativamente, o material gasoso pode ser parte dos gases12 recirculando em volta do forno.
Também é possivel incorporar uma ou mais ferramen-tas (não mostradas) no aparelho a fim de executar tratamentoou controle adicional do material no forno. Exemplos dos ti-pos de ferramentas (não mostradas) que podem ser incorpora-das no aparelho incluem:
Um dispositivo de trituração para triturar o mate-rial à medida que ele cai da primeira parte 4 para dentro dasegunda parte 6. Um dispositivo de trituração como este podeser um triturador de cisalhamento giratório ou qualquer ou-tra forma adequada de triturador conhecida na técnica.
Alternativamente ou além disto, o aparelho podepossuir um separador de metal não-ferroso eletromagnéticopara separar metais não-ferrosos do resto do material sendotratado. 0 separador age no material passando entre a pri-meira parte 4 e a segunda parte 6. Tipicamente, uma separa-ção como esta será executada na direção do final do ciclo deresfriamento do processo e o metal não-ferroso será coletadoem uma caixa separada do resto do material. 0 separador podeser de qualquer tipo adequado, tais como aqueles que são co-nhecidos na técnica.
Um dispositivo de alimentação também pode ser for-necido no aparelho para controlar o movimento do materialentre a primeira parte 4 e a segunda parte 6. 0 dispositivode alimentação pode compreender um sistema de comporta ouqualquer outro sistema adequado para controlar a liberaçãode material da segunda parte 6. 0 uso de um dispositivo dealimentação como este permite que o material seja lentamenteliberado da segunda parte 6 para dentro da primeira parte 4para tratamento de uma maneira substancialmente continua.Isto pode ser útil no controle da liberação de V.0.C.s.
Claims (10)
1. Aparelho para, termicamente, remover revesti-mento e/ou secar materiais revestidos e/ou contaminados, oaparelho compreendendo:um suporte;um forno montado no suporte e adaptado para rece-ber material a ser tratado;o forno sendo móvel relativamente ao suporte, en-tre uma primeira posição na qual uma primeira parte do fornoé geralmente mais alta do que uma segunda parte, e uma se-gunda posição na qual a segunda parte é geralmente mais altado que a primeira parte, e a disposição sendo de tal formaque, em uso o forno possa ser repetidamente movido entre aprimeira e segunda posições, de modo que o material dentrodo forno caia de uma parte para outra parte,CARACTERIZADO pelo fato de que a primeira parteincorpora uma abertura fechável, através da qual o materiala ser tratado pode ser carregado, e em que é provida uma zo-na de tratamento através da qual um fluxo de gases quentespossa passar.
2. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a zona de tratamento está lo-calizada na primeira ou segunda parte do forno, ou parcial-mente em cada parte dependendo do material a ser tratado esua topologia.
3. Método para, termicamente, remover revestimentoe/ou secar materiais revestidos e/ou contaminados, o apare-lho compreendendo:proporcionar um forno adaptado para receber mate-rial a ser tratado e uma parte de mudança, o forno sendo mó-vel entre uma primeira posição, na qual uma primeira partedo forno é geralmente mais alta do que uma segunda parte e uma segunda posição na qual a segunda parte é geralmentemais alta do que a primeira parte;colocar o material no forno;repetidamente mover o forno entre a primeira e se-gunda posições de modo que o material no forno caia de uma parte para a outra parte,CARACTERIZADO pelo fato de que a primeira parteincorpora uma abertura fechave1, através da qual o materiala ser tratado pode ser carregado, e em que uma zona de tra-tamento através da qual um fluxo de gases quentes possa pas-sar é localizada no forno.
4. Aparelho, de acordo com qualquer reivindicaçãoanterior, CARACTERIZADO pelo fato de que o forno compreendeuma câmara de processo incluindo uma primeira parte e umasegunda parte com uma zona central.
5. Aparelho, de acordo com a reivindicação 4,CARACTERIZADO pelo fato de que uma câmara de recirculaçãopode ser fixada ao forno, câmara esta para dentro da qual osgases são aspirados da zona central,
6. Aparelho, de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADO pelo fato de que uma camisa de mistura de arguia os gases da câmara de recirculação para uma câmara dequeimador posterior, na qual os gases são aquecidos por umqueimador.
7. Aparelho, de acordo com qualquer reivindicaçãoanterior, CARACTERIZADO pelo fato de que o queimador queimaos compostos orgânicos voláteis os quais são termicamenteremovidos dos materiais na zona de tratamento.
8. Aparelho, de acordo com qualquer reivindicaçãoanterior, CARACTERIZADO pelo fato de que um sistema de con-trole monitora e controla o nivel de oxigênio e a tempera-tura dos gases na zona de tratamento, para assegurar que osistema opere dentro de limites seguros e efetivos para,termicamente, remover revestimento do material sendo tratado.
9. Método, para uso em aparelho como definido nareivindicação 8, CARACTERIZADO .pelo fato de que inclui con-trolar o nivel de oxigênio para ficar abaixo de 16% enquantoas temperaturas excedem 30 0 °C.
10. Método, de acordo com a reivindicação 9,CARACTERIZADO pelo fato de que a zona de tratamento (15) po-de ficar localizada na primeira ou segunda parte do forno,ou parcialmente em cada parte, dependendo do material a sertratado e sua topologia.
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