BRPI0609715A2 - estação de dobramento de folha de vidro, método para dobrar uma folha de vidro plana aquecida, e, folha de vidro dobrada - Google Patents
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Abstract
ESTAçãO DE DOBRAMENTO DE FOLHA DE VIDRO, MéTODO PARA DOBRAR UMA FOLHA DE VIDRO PLANA AQUECIDA, E, FOLHA DE VIDRO DOBRADA. Uma estação de dobramento de folha de vidro (20) e método para dobrar folha de vidro utilizam um mecanismo de atuação primário (154) para movimentar articulações suporte de molde para proporcionar dobramento de folha de vidro com um raio constante, e utilizam ligações de controle e conexões destacáveis de articulação de controle (39) que permitem a um mecanismo de atuação secundário (155) proporcionar dobramento de uma folha de vidro independentemente de movimento de articulação do outro lado das conexões destacadas. A folha de vidro dobrada resultante tem duas porções de raios constantes diferentes de curvatura e também tem uma junção entre as duas porções.
Description
"ESTAÇÃO DE DOBRAMENTO DE FOLHA DE VIDRO, MÉTODO PARA DOBRAR UMA FOLHA DE VIDRO PLANA AQUECIDA, E, FOLHA DE VIDRO DOBRADA" FUNDAMENTO DA INVENÇÃO 1. Campo da invenção
A invenção é relativa a uma estação de dobramento para dobrar folhas de vidro e a um método para dobrar a folha de vidro. 2. Técnica fundamental
Dobramento de folha de vidro em um raio de curvatura constante era fornecido anteriormente como divulgado pelas Patentes US 5.498.275 a Reunamacki, 5.556.444 a Reunamacki e 5.697.999 a Reunamacki, todas as quais são consignadas ao cessionário da presente invenção.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Um objetivo da presente invenção é proporcionar estação de dobramento melhorada para dobrar, de maneira cilíndrica, folhas de vidro planas aquecidas.
Ao realizar o objetivo acima, uma estação de dobramento de folha de vidro, para dobrar de maneira cilíndrica folhas de vidro planas aquecidas, incluem uma estrutura e moldes inferior e superior deformáveis, cada um dos quais inclui uma pluralidade de elementos de molde alongados que têm extremidades opostas. Uma pluralidade de conjuntos de rolos são suportados pelos elementos de molde para receber uma folha de vidro plana a ser dobrada, e um par de conjuntos de articulações inferior e superior são respectivamente suportados pelos moldes deformáveis inferior e superior na estrutura, e se estendem, respectivamente, entre as extremidades opostas dos elementos de molde para controlar movimento deles desde uma forma plana até uma forma dobrada de maneira cilíndrica. Cada articulação inclui ligações conectoras que são conectadas de maneira fixa a extremidades associadas dos seus elementos de molde e têm conexões pivotantes com suas ligações conectoras adjacentes ao redor de eixos que se estendem paralelos à folha de vidro, através de todo o dobramento. Cada articulação também tem ligações de controle que têm respectivas conexões pivotantes para ligações conectoras delas ao redor de eixos que se estendem perpendiculares à folha de vidro através de todo o dobramento e conexões universais conectam ligações de controle adjacentes uma à outra. Um mecanismo de atuação primário da estação dobramento é montado pela estrutura e movimenta as articulações de tal modo que as articulações movem os elementos de molde dos moldes deformáveis inferior e superior para dobrar a folha de vidro com um raio constante. Cada articulação tem no mínimo uma conexão destacável de ligação de controle que é destacável para permitir dobramento da folha de vidro pelo movimento da articulação em um seu lado independentemente do movimento da articulação do seu outro lado. Um mecanismo de atuação secundário da estação de dobramento é montado pela estrutura e move as articulações de um lado de suas conexões destacadas das ligações de controle para proporcionar dobramento da folha de vidro independentemente do movimento da articulação do outro lado das conexões destacadas.
Cada articulação tem extremidades opostas e o mecanismo de atuação primário tem conectores flexíveis às extremidades opostas de cada articulação para atuar o dobramento cilíndrico. Cada articulação inferior tem uma conexão central fixa na estrutura, e cada articulação superior tem uma conexão central móvel ao mecanismo de atuação primário para operar em conjunto com os conectores flexíveis para as extremidades das articulações superiores para proporcionar movimento vertical do molde deformável superior para cima para longe do molde deformável inferior para receber uma folha de vidro plana aquecida entre elas e então para baixo no sentido do molde inferior em preparação para o dobramento cilíndrico.
Cada uma das ligações conectoras de cada articulação tem um par de ligações de controle montadas sobre ela em uma forma de X. As conexões universais das ligações de controle uma para a outra compreendem mancais esféricos.
Cada um do par de ligações de controle de uma ligação conectora de cada articulação tem um par de porções que se estendem em direções opostas a partir de seu eixo pivotante, e estes pares de porções que se estendem de maneira oposta são ligados de maneira seletiva um ao outro por meio da conexão destacável de sua articulação para permitir o dobramento cilíndrico, ou destacados um do outro para permitir o dobramento de um seu lado por meio do mecanismo de atuação secundário independentemente do outro lado das conexões destacadas. Cada conexão destacável inclui um conector destacável para prender ai suas porções de ligação de controle para pivotar uma com a outra e para destacar ai suas porções de ligação de controle para pivotamento independente uma em relação a outra de modo a permitir o dobramento da folha de vidro por meio do movimento da articulação em um seu lado, independentemente do movimento da articulação do seu outro lado.
Como divulgado, as ligações de controle de cada articulação incluem uma pluralidade de conexões destacáveis. Também as conexões destacáveis de ligação de controle de cada articulação são localizadas em seu centro entre as extremidades de articulação e em um lado da articulação central. Além disto, o par de ligações de controle de uma pluralidade das ligações conectoras de cada articulação tem, cada um, um par de porções que se estendem em direções opostas a partir de seu eixo pivotante e são ligadas de maneira seletiva uma à outra por meio das conexões destacáveis da articulação para permitir o dobramento cilíndrico ou destacadas uma da outra para permitir dobramento da folha de vidro por meio de movimento da articulação em um seu lado por meio do mecanismo de atuação secundário independentemente de movimento da articulação do outro lado das conexões destacadas. O mecanismo de atuação secundário como divulgado inclui dois motores atuadores para movimentar respectivamente de maneira vertical as extremidades das articulações inferior e superior em um lado das conexões destacáveis, para proporcionar o dobramento independentemente do outro lado das conexões destacáveis. Cada motor atuador do mecanismo de atuação secundário inclui um par de conectores flexíveis que fornece um movimento vertical das extremidades de articulações associadas de um lado das conexões destacadas. Rodas de controle recebem os conectores flexíveis do mecanismo de atuação primário de um lado das conexões destacáveis e os conectores flexíveis do mecanismo de atuação secundário tem respectivas conexões para as rodas de controle para proporcionar seu movimento vertical que, em operação em conjunto com os elementos flexíveis do mecanismo de atuação primário em um lado das conexões destacáveis proporcionam o movimento vertical das extremidades de articulação em um lado das conexões destacáveis e o dobramento da folha de vidro associada independentemente do outro lado das conexões destacáveis. Mancais lineares anti-atrito que montam as rodas de controle na estrutura para seu movimento vertical sob a ação dos motores atuadores e dos conectores flexíveis do mecanismo de atuação secundário.
Cada articulação pode incluir um elemento de trava para se estender entre as ligações conectoras do outro lado das conexões destacadas para impedir dobramento da folha de vidro do outro lado das conexões destacadas. Além disto, cada articulação pode incluir um par de elementos de trava para, respectivamente, se estenderem entre as ligações conectoras de ambos os lados das conexões destacadas para impedir dobramento da folha de vidro em ambos os lados das conexões destacadas e para permitir uma dobra em V nas conexões destacáveis.
Cada um dos elementos de molde alongados dos moldes inferior e superior é um tubo de resfriamento brusco que tem aberturas de resfriamento brusco através da quais gás de resfriamento brusco é suprido para resfriar bruscamente a folha de vidro dobrada. Cada tubo de resfriamento brusco incluem câmaras de pressão de resfriamento brusco montados sobre eles juntamente com os conjuntos de rolos; as câmaras de pressão de resfriamento brusco definem as aberturas de resfriamento brusco através das quais o gás de resfriamento brusco é suprido para resfriar bruscamente a folha de vidro dobrada, um mecanismo de acionamento para acionar de maneira rotativa os conjuntos de rolos montados nos tubos de resfriamento brusco do molde inferior; e os conjuntos de rolos montados nos tubos de resfriamento brusco do molde superior são conjuntos de rolos loucos não acionados.
Como discutido acima, cada articulação tem extremidades opostas e o mecanismo de atuação primário tem conectores flexíveis para as extremidades opostas de cada articulação para atuar o dobramento cilíndrico; cada articulação inferior tem uma conexão central fixa na estrutura; cada uma das ligações conectoras de cada articulação tem um par das ligações de controle montado sobre ela em uma forma em X, cada articulação superior tem uma conexão central móvel ao mecanismo de atuação primário para operar em conjunto com os conectores flexíveis para as extremidades das articulações superiores para proporcionar movimento vertical do molde deformável superior para cima para longe do molde deformável inferior para receber uma folha de vidro plana aquecida entre eles e então para baixo no sentido do molde inferior em preparação para o dobramento cilíndrico; e o par de ligações de controle de no mínimo uma ligação conectora de cada articulação tem um par de porções que se estendem em direções opostas desde seu eixo pivotante e são ligadas de maneira seletiva uma à outra por meio da conexão destacável da articulação para permitir o dobramento cilíndrico ou destacada uma da outra para permitir dobramento da folha de vidro pelo movimento da articulação em seu um lado por meio do mecanismo de atuação secundário independentemente de movimento da articulação do outro lado da conexão destacada. Um outro objetivo da presente invenção é proporcionar um método melhorado de dobrar de forma cilíndrica folhas de vidro planas aquecidas.
Ao realizar o objetivo acima, o método para dobrar de forma cilíndrica folhas de vidro planas aquecidas é realizado em uma estação de dobramento de folha de vidro que inclui uma estrutura, moldes deformáveis inferior e superior, cada um dos quais inclui uma pluralidade de elementos de molde alongados que tem extremidades opostas, uma pluralidade de conjuntos de rolos suportados pelos elementos de molde para receber uma folha de vidro plana a ser dobrada, um par de conjuntos de articulações inferior e superior que suportam, respectivamente, os moldes deformáveis inferior e superior sobre a estrutura e respectivamente se estendem entre as extremidades opostas dos elementos de molde para controlar movimento deles desde uma forma plana até uma forma dobrada cilindricamente, cada articulação incluindo ligações conectoras que são conectadas de maneira fixa a extremidades associadas dos seus elementos de molde e tem conexões pivotantes para suas ligações conectoras adjacentes ao redor de eixos que se estendem paralelos à folha de vidro através de todo o dobramento, cada articulação também tendo ligações de controle que têm respectivas conexões pivotantes para suas ligações conectoras ao redor de eixos que se estendem perpendiculares à folha de vidro através de todo o dobramento, conexões universais que conectam ligações de controle adjacentes uma a outra, e um mecanismo de atuação primário que é montado pela estrutura e que move as articulações de tal modo que as articulações movem os elementos de molde dos moldes deformáveis inferior e superior para dobrar a folha de vidro com um raio constante. O método de dobramento da folha de vidro é realizado dotando cada articulação com uma conexão de ligação de controle destacada que permite dobramento da folha de vidro pelo movimento da articulação em um seu lado independentemente de movimento da articulação em seu outro lado. Além disto, um mecanismo de atuação secundário que é montado pela estrutura, é operado para mover as articulações de um lado de suas ligações de controle destacadas para proporcionar dobramento da folha de vidro independentemente de movimento de articulação do outro lado das conexões destacadas.
Os objetivos, aspectos e vantagens da presente invenção são facilmente evidentes a partir da descrição a seguir da configuração preferencial quando tomados em conexão com os desenhos.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma vista em elevação lateral de aparelho de dobramento de folha de vidro que inclui uma estação de dobramento construída de acordo com a presente invenção;
A Figura 2 é uma vista extrema em elevação feita através da estação de dobramento ao longo da linha 2-2 na Figura 1, está ilustrada com os moldes deformáveis da estação de dobramento em uma forma plana antes do ciclo de dobramento;
A Figura 3 é uma vista extrema em elevação e similar à Figura 2, porém mostrada depois que os moldes deformáveis da estação de dobramento tenham sido movidos para uma forma dobrada de um raio constante;
A Figura 3a é uma vista similar à Figura 3, porém mostrada com os moldes realizando uma dobra assimétrica de uma forma em J;
A Figura 4 é uma vista extrema em elevação feita ao longo da direção da linha 4-4 na Figura 1, que ilustra articulações de um mecanismo de atuação que movimenta de maneira cooperativa os moldes deformáveis entre a forma plana e as formas dobradas de raio constante;
A Figura 5 é uma vista lateral feita ao longo da direção da linha 5-5 na Figura 4, para ilustrar ainda a construção do mecanismo de atuação e as localizações das articulações que movimentam de maneira cooperativa os moldes deformáveis inferior e superior entre a forma plana e as formas dobradas;
A Figura 6 é uma vista ampliada feita na mesma direção que a Figura 4, e ilustra as construções das articulações que controlam o movimento dos moldes deformáveis;
A Figura 7 é uma outra vista ampliada feita parcialmente em corte e para ilustrar a construção de ligações conectoras e ligações de controle no lado esquerdo de cada articulação como mostrado na Figura 6;
A Figura 7a é similar a Figura 7, porém ilustra a construção de ligações conectoras e ligações de controle que têm conexões destacáveis no lado direito de cada articulação como mostrado na Figura 6;
A Figura 7b é uma vista feita ao longo da direção da linha 7b- 7b na Figura 7a para ilustrar a construção de conexões destacáveis de articulações em seu lado direito como mostrado na Figura 6;
A Figura 8 é ainda uma outra vista parcial ampliada da articulação, que ilustra a maneira na qual as suas ligações de controle são conectadas uma a outra por conexões universais que são configuradas preferivelmente por mancais esféricos;
A Figura 9 é uma vista em planta inferior da articulação superior feita ao longo da direção da linha 9-9 na Figura 6, para mostrar suas ligações de controle pivotadas no sentido do alinhamento uma com a outra, porém mostradas sem as conexões destacáveis no lado direito;
A Figura 10 é uma vista em planta superior da articulação inferior feita ao longo da direção da linha 10-10 na Figura 6, para mostrar suas ligações de controle pivotadas ainda mais para fora de alinhamento uma com outra em uma forma em X, porém mostrada sem as conexões destacáveis do lado direito;
A Figura 11 é uma vista esquemática que ilustra um mecanismo de atuação que inclui um mecanismo de atuação primário e um mecanismo de atuação secundário, para mover as articulações para realizar os diferentes modos de dobramento;
A Figura lia é uma vista em perspectiva que ainda ilustra o mecanismo de atuação secundário;
A Figura Ilb é uma vista que ilustra apenas a articulação inferior e mostrada realizando dobramento com um raio de curvatura constante como ilustrado também na Figura 3;
A Figura Ilc é uma vista similar à Figura 11b, porém mostrando a articulação inferior dobrada com dois raios diferentes de curvatura constante;
A Figura Ild é uma outra vista similar à Figura 11b, porém mostrando a articulação inferior dobrada com uma forma em J similar ao dobramento também mostrado na Figura 3a;
A Figura lie é uma outra vista similar à Figura 11b, porém mostrando a articulação inferior dobrada para uma forma V rasa;
A Figura 12 é uma vista em elevação lateral feita ao longo da direção da linha 12-12 na Figura 2, para ilustrar um mecanismo de acionamento que aciona elementos de transporte rotativos do molde deformável inferior;
A Figura 13 é uma vista longitudinal feita ao longo da direção da linha 13-13 na Figura 1, para ilustrar a maneira na qual a folha de vidro é posicionada entre os moldes deformáveis inferior e superior;
A Figura 14 é uma vista em elevação lateral feita na direção da linha 14-14 na Figura 13, para ilustrar ainda mais a maneira na qual folha de vidro é suportada entre os moldes deformáveis inferior e superior;
A Figura 15 é uma vista em planta inferior feita ao longo da direção da linha 15-15 na Figura 14, para ilustrar ainda mais câmaras de pressão de resfriamento brusco dos moldes deformáveis; e
A Figura 16 é feita ao longo da direção da linha 16-16 na Figura 14 através do molde deformável superior, e ilustra o posicionamento de elementos de transportador rotativo que engatam a folha de vidro durante o dobramento.
DESCRIÇÃO DETALHADA DE CONFIGURAÇÕES PREFERENCIAIS
Com referência às Figuras 1-5 dos desenhos, o aparelho de dobramento de folha de vidro construído de acordo com a presente invenção inclui uma estação de dobramento genericamente indicada por 20, e é operável para realizar o método da invenção ao receber uma folha de vidro aquecida a ser dobrada a partir de uma fornalha não mostrada, que pode ser de qualquer construção convencional. A estação de dobramento 20 finalmente distribui a folha de vidro dobrada para um aparelho de distribuição não mostrado, que pode ser de qualquer construção adequada. Como mostrado pelos desenhos e descrito daqui em diante, o dobramento pela estação de dobramento 20 começa com uma folha de vidro plana aquecida e é realizado para proporcionar uma forma dobrada de um raio constante, ou outra forma dobrada, como é descrito daqui em diante.
Com referência continuada às Figuras 1-5, a estação de dobramento 20 inclui um molde deformável inferior 22 que tem uma pluralidade de elementos de molde 24, que são móveis um em relação ao outro, para dobrar a folha de vidro. Uma articulação 26, ilustrada na Figura 4, se estende entre os elementos de molde para controlar movimento deles um em relação ao outro. A articulação 26 inclui ligações conectoras 28 que são conectadas de maneira fixa aos elementos de molde 24 por conexões 30 ilustradas na Figura 14. Ligações conectoras 28 também têm conexões pivotantes 32 através uma da outra como mostrado nas Figuras 6, 7 e 10. Estas conexões pivotantes 32 tem eixos A que se estendem paralelos à folha de vidro enquanto plana como na Figura 2, e através de todo o seu dobramento tal como a folha dobrada ilustrada nas Figuras 3, 3a, 11b, 11c, lide lie. A articulação 26 também inclui ligações de controle 34 que, como ilustrado nas Figuras 6, 7, 9 e 10 tem respectivas conexões pivotantes 36 para as ligações conectoras 28 em uma relação espaçada das conexões pivotantes 32. As conexões pivotantes 36 das ligações de controle 34 para as ligações conectoras 28 são ao redor de eixos B (Figuras 7 e 7a) que se estendem perpendiculares à folha de vidro enquanto plana, como ilustrado na Figura 2, e através de todo o seu dobramento, tal como para as forma dobrada mostrada nas Figuras 3, 3a, 11b, 11c, 11d e 11e. Estas ligações de controle 34, como melhor ilustrado nas Figuras 7 e 8 têm conexões universais 38 uma com a outra de tal modo que a articulação 26 move os elementos de molde 24 para dobrar a folha de vidro com um raio de curvatura constante. Mais especificamente com referência a Figura 7, o pivotamento das ligações conectoras 28 às quais os elementos de molde são fixados é controlado ao redor de seus eixos pivotantes associados A por meio do pivotamento das ligações de controle 34 ao redor de seus eixos de conexão pivotante associados B para as ligações conectoras, e as conexões universais 34 permitem este pivotamento ao redor de eixos B, bem como ao redor de eixos associados C (Figuras 7 e 8) paralelos aos eixos A. Como mostrado de maneira esquemática na Figura 6, e como é descrito daqui em diante mais completamente em conexão com as Figuras 7a e 7b, a articulação inferior 26 tem no mínimo uma ligação de controle da conexão destacável 39 que é destacável para permitir dobramento da folha de vidro pelo movimento da articulação em um seu lado, independentemente de movimento da articulação do outro seu lado. Como ilustrado, existe uma pluralidade de conexões destacáveis de ligação de controle 39 no centro da articulação inferior 26 e para sua direita que acomodam diferentes formas a serem dobradas como está descrito daqui em diante.
Como melhor ilustrado pelas Figuras 13 e 14, o molde deformável 22 é configurado por um transportador horizontal 40 que tem elementos de transporte rotativos 42 suportados pelos elementos de molde 24 para suportar e transportar a folha de vidro G para movimento horizontal enquanto plana e durante o dobramento.
Ainda com referência às Figuras 1-5, a estação de dobramento 20 também inclui um molde deformável superior 44 que opera em conjunto com o molde deformável inferior 22 em uma relação oposta, e tem uma pluralidade de elementos de molde 46 que engatam uma folha de vidro e são móveis em relação um ao outro para dobrar a folha de vidro. O molde deformável superior 44 inclui uma articulação 48 que se estende entre os seus elementos de molde 46 para controlar seu movimento um em relação ao outro com substancialmente a mesma construção que a articulação inferior anteriormente descrita 26. Mais especificamente a articulação superior 48 inclui ligações conectoras 28 conectadas de maneira fixa, tal como por conexões 50 mostradas na Figura 14, aos seus elementos de molde 46 e também tem conexões pivotantes 32 uma com a outra ao redor de eixos A que se estendem paralelos à folha de vidro enquanto plana, e durante o dobramento. A articulação superior 48, como a articulação inferior 26, também tem ligações de controle 34 que tem conexões pivotantes 36 para as ligações conectoras ao redor de eixos B que se estendem perpendiculares à folha de vidro enquanto plana como na Figura 2, e durante dobramento tal como para as formas dobradas mostradas nas Figuras 3, 3a, 11b, 11c, Ild e 1le. As ligações de controle 34 da articulação superior 48, como a articulação inferior 26, têm conexões universais 38 uma com a outra. Esta construção da articulação superior 48 move os elementos de molde 46 do molde deformável superior 44 genericamente da mesma maneira que o molde deformável inferior e articulação descritas acima, para proporcionar dobramento para a forma encurvada de raio constante em cooperação com o molde deformável inferior ou para outras formas de dobra tais como mostrado nas Figuras 3a, 11b, 11c, Ild e l1e. O molde deformável superior 44 como o molde deformável inferior 22 tem sua articulação 48 dotada com no mínimo uma e, como ilustrado de maneira esquemática na Figura 6, realmente com uma pluralidade de conexões destacáveis de ligação de controle 39 que são destacáveis para permitir dobramento da folha de vidro pelo movimento da articulação em um seu lado independentemente de movimento da articulação do outro seu lado, da mesma maneira anteriormente descrita acima em conexão com a articulação inferior 26. Mais especificamente, a articulação superior 48 como a articulação inferior tem uma conexão destacável de ligação de controle central 39 e uma pluralidade destas conexões destacáveis de ligação de controle 39 para a sua direita exatamente como a articulação inferior 26. Provisão de uma pluralidade das conexões destacáveis de ligação de controle 39 como discutido anteriormente em conexão com a articulação inferior 26, permite que folhas de vidro de diferentes dimensões sejam dobradas para diferentes formas dobradas.
Como descrito anteriormente, o molde deformável inferior 22 está ilustrado como sendo configurado por um transportador horizontal 40 cujos elementos de transporte rotativos 42 são suportados pelos seus elementos de molde 24 para suportar e transportar a folha de vidro para movimento horizontal enquanto plana e durante o dobramento. O molde deformável superior 44 é configurado como um molde deformável superior localizado acima do molde deformável inferior que transporta a folha de vidro em uma relação oposta. O molde deformável superior tem seus elementos de molde 46 dotados com elementos rotativos 54 que engatam uma folha de vidro. Movimento dos elementos de molde 46 sob o controle da articulação 48 em uma maneira genericamente similar à primeira articulação descrita anteriormente 26 provoca o dobramento da folha de vidro G para uma forma encurvada de raio constante em cooperação com o molde deformável inferior ou com outras formas dobradas permitidas pelas conexões destacáveis de ligação de controle 39 como mostrado nas Figuras 3 a, 11 b, 11c, lide lie.
Como ilustrado nas Figuras 9 e 10, cada uma das ligações conectoras 28 tem um par das ligações de controle 34 montadas de maneira pivotante sobre ela em uma forma em X. Tal construção reduz o carregamento nas conexões pivotantes 32 entre as ligações conectoras, para com isto proporcionar uma construção mais rígida. Além disto, como ilustrado nas Figuras 7 e 8, as conexões universais 38 entre as ligações de controle 34 estão ilustradas como sendo construídas como mancais esféricos 54. Mais especificamente, cada ligação de controle tem uma extremidade em garfo 56 que monta um pino 58 e também tem uma outra extremidade 60 que é recebida pela extremidade em garfo 56 da ligação de controle adjacente.
Cada pino 58 monta no elemento mancai esférico interno 62 em relação à extremidade em garfo de ligação de controle associada 56 enquanto cada extremidade de ligação de controle 60 monta o elemento mancai esférico externo 64. As superfícies esféricas engatadas dos elementos interno e externo 62 e 64 proporcionam assim o pivotamento como descrito anteriormente.
Cada ligação conectora 28 tem assim um par das ligações de controle 34 montado nela em uma forma em X, com as ligações de controle conectadas uma à outra por estes mancais esféricos 54. Embora outras conexões do tipo universal pudessem ser utilizadas, a utilização de mancais esféricos em associação com o par de ligações de controle 34 na forma em X, fornece controle preciso do movimento da articulação com uma construção relativamente econômica que pode ser facilmente montada.
Quando os moldes deformáveis inferior e superior 22 e 44 movem desde a forma plana da Figura 2 para uma forma dobrada, a articulação inferior 26 que controla movimento do molde deformável inferior é alongada enquanto a articulação superior 48 que controla movimento do molde deformável inferior é encurtada. Como tal a articulação inferior 26 é construída como mostrado na Figura 10, de modo que suas ligações de controle 34 movem para dentro a partir da forma em X para uma forma mais endireitada quando o dobramento prossegue, e move para fora a partir da forma mais endireitada para a forma em X quando de movimento de volta para a forma plana em preparação para o próximo ciclo. Por outro lado, a articulação superior 48 que controla movimento no molde deformável superior tem suas ligações de controle 34 movidas de uma configuração mais endireitada para fora até uma forma em X maior quando o dobramento prossegue, e estas ligações de controle 34 pivotam para dentro para uma forma em X menor quando o segundo molde deformável é movido de volta para a forma plana em preparação para o próximo ciclo.
Como ilustrado pelas Figuras 1, 2 e 14, os elementos de molde 24 e 46 dos moldes deformáveis inferior e superior 22 e 24 têm, cada um, uma forma alongada que inclui extremidades opostas 24a, 24b e 46a, 46b (Figura 14). As articulações 26 e 48 dos moldes deformáveis inferior e superior 22 e 44 têm as conexões fixas 30 e 50 anteriormente descritas, a extremidades adjacentes 24a e 46a para os respectivos elementos de molde 24 e 46 em extremidades adjacentes 24a e 46a. Os moldes deformáveis inferior e superior 22 e 44 têm, cada um, uma outra articulação inferior e superior 26 e 48 de mesma construção que as articulações discutidas anteriormente e que tem conexões fixas 30 e 50 para os respectivos elementos de molde 24 e 46 nas extremidades adjacentes opostas 24b e 46b como as outras articulações. Cada elemento molde alongado 24 e 26 é construído como um tubo de resfriamento brusco que tem aberturas de resfriamento brusco 66 (Figura 15) através das quais gás de resfriamento brusco é suprido para resfriar bruscamente a folha de vidro depois do dobramento, tal como para reforço térmico ou resfriamento brusco. Mais especificamente, como ilustrado nas Figuras 1, 2 e 3, um duto de resfriamento brusco alongado 68 é montado no piso da fábrica 70 e tem uma seção transversal redonda a partir da qual dutos de tempera flexíveis 72 se estendem ao longo de localizações espaçadas até cada um dos tubos de resfriamento brusco inferiores alongados 24. Ar de resfriamento brusco pressurizado é suprido através de dutos de suprimento 74 até o duto de resfriamento brusco inferior 68 sob o controle de registros associados 76, de tal modo que o gás de resfriamento brusco pressurizado pode ser alimentado através dos dutos flexíveis 72 para o lado inferior da folha de vidro dobrada.
Com referência continuada às Figuras 1-3, uma estrutura 78 de dobramento e tempera da estação de dobramento suporta um par de dutos de resfriamento brusco superior 80 que tem formas alongadas com seções transversais redondas como o duto de resfriamento brusco inferior 68 montado no piso da fábrica como descrito acima. Condutos de tempera flexíveis 82 conectam os dutos de resfriamento brusco superiores 80 em localizações espaçadas ao longo do comprimento da estação de dobramento com um cada um dos tubos de resfriamento brusco superiores 46 do molde deformável superior 44. Dutos de suprimento 84 controlados por registros associados 86 suprem gás de resfriamento brusco aos dutos de resfriamento brusco superiores 80 para escoamento através dos condutos de tempera flexíveis 82 até os tubos de resfriamento brusco superiores alongados 46 e escoamento eventual através de suas aberturas de resfriamento brusco para resfriar bruscamente a superfície superior da folha de vidro dobrada em cooperação com o gás de tempera suprido para a sua superfície inferior pelos tubos de resfriamento brusco 24 do molde de deformável inferior como descrito acima.
Como ilustrado nas Figuras 14 e 15, cada tubo de tempera 24 e 26 inclui câmaras de pressão de resfriamento brusco 88 montados sobre eles com os elementos rotativos 42 e 52 dos respectivos moldes deformáveis 22 e 24 montados nos tubos de resfriamento brusco entre as câmaras de pressão de resfriamento brusco. Cada plenum de resfriamento brusco 88 realmente tem uma construção de alumínio fundido em uma peça, porém, como mostrado, em uma construção de alumínio fundido de duas peças que é presa por conectores 90 tal que uma entrada redonda 92 (Figura 15) de cada plenum de resfriamento brusco supre o gás de resfriamento brusco a partir do tubo de resfriamento brusco associado para suas aberturas de resfriamento brusco 66. Câmaras de pressão de resfriamento brusco 88 também têm extremidades 94 que se interajustam com as aberturas de resfriamento brusco 66 posicionadas e orientadas para proporcionar uma distribuição uniforme do gás de resfriamento brusco que tempera a folha de vidro depois do dobramento.
Com referência à Figura 13, o molde deformável inferior 22 inclui uma pluralidade de eixos de acionamento deformáveis 96 posicionados ao longo de seu comprimento. Estes eixos de acionamento deformáveis 96 suportam os elementos transportadores rotativos 42 do molde de deformável inferior 22 e podem ser construídos de um plástico adequado, com uma seção transversal que fornece engatamento de acionamento com aberturas através dos elementos transportadores 42. Extremidades opostas de cada eixo de acionamento 96 são recebidas pelos apoios de acionamento 96 montados em um par de elementos de montagem de molde espaçados lateralmente 100 respectivamente localizados nos lados laterais opostos do molde deformável inferior. Como ilustrado por referência combinada das Figuras 4 e 12, cada elemento de montagem 100 do molde deformável inferior tem um mecanismo de acionamento 102 montado nele para acionar as extremidades adjacentes 104 (Figura 13) dos eixos de acionamento deformáveis 96. Este acionamento é realizado por um motor elétrico 106 cuja saída 108 aciona uma corrente contínua 110 que é recebida por rodas dentadas loucas 112, um soquete ajustador de tensão 114 e rodas dentadas de acionamento 116 conectadas às extremidades 104 dos eixos de acionamento deformáveis. Este acionamento dos eixos de acionamento 96 é realizado quando a folha de vidro plana é recebida entre os moldes deformáveis inferior e superior 22 e 24 como ilustrado na Figura 2 e enquanto sendo dobrada e depois do dobramento durante a resfriamento brusco para proporcionar reforço térmico ou resfriamento brusco como descrito anteriormente. Deveria ser observado que os eixos de acionamento deformáveis 96, como ilustrado na Figura 13, tem apoios conformados em L 118, cuja orientação é preferivelmente comutada ao longo da direção de transporte de um eixo de acionamento para o próximo, de modo que os elementos transportadores 42 engatam a folha de vidro em diferentes localizações para impedir a marcação de tira na folha de vidro que está sendo dobrada. Estes apoios 118 são suportados por montagem 120 nos tubos de resfriamento brusco inferiores 24 e recebem o eixo de acionamento deformável entre elementos transportadores adjacentes 42 com espaçadores tubulares que espaçam os elementos transportadores um do outro e dos apoios 118. Mais especificamente, o eixo de acionamento central se estende através dos espaçadores tubulares bem como através das aberturas de acionamento dos elementos transportadores 42 como descrito anteriormente, para proporcionar o acionamento com os espaçadores que localizam os elementos transportadores um em relação ao outro e em relação aos apoios 118. Além disto, deveria ser observado que cada elemento transportador 42, bem como os elementos rotativos 52 do molde deformável superior têm um anel anelar externo de uma fibra de poliamida aromática tal como Kevlar que engata a folha de vidro.
Os elementos rotativos 52 do molde deformável superior são realmente montados em eixos deformáveis porém não acionados como aqueles mostrados na Figura 12 no molde deformável inferior. Contudo, como mostrado nas Figuras 13, 15 e 16, os elementos rotativos 52 do molde deformável superior podem também, cada um, ser montado de maneira rotativa pelo apoio não simétrico 122 que é preso ao tubo de resfriamento brusco superior associado 46 por fixadores 124 com posicionamento alternado ao longo da direção de transporte desde um elemento rotativo até o próximo, de modo que, como com os elementos transportadores 42 do molde deformável inferior, não há marcação de tira na folha de vidro aquecida devido ao engatamento em somente uma localização.
Como mostrado na Figura 14, os roletes inferior e superior 42 e 52 estão em uma relação verticalmente alinhada, como estão as câmaras de pressão de resfriamento brusco inferior e superior 88. Contudo, também é possível que os roletes superiores 52 sejam localizados intermediários aos coletes inferiores 42 tal como divulgado pela patente US 6.378.339 de Thomas J. Zalesak e Alfredo Serrano que é consignada ao cessionário da presente invenção, e cuja divulgação total é aqui com isto incorporada para referência.
As articulações inferior e superior 26 e 48 ilustradas na Figura 6, como descrito anteriormente, têm, cada uma, ligações conectoras 28 cuja construção está melhor ilustrada na Figura 7. Mais especificamente, cada ligação conectora 28 tem um elemento de ligação conectora 126 que, como ilustrado nas Figuras 9 e 10, tem uma extremidade em garfo 128 e uma outra extremidade 130 que é recebida pelas extremidades em garfo do elemento de ligação adjacente 126 em uma relação interajustada que é presa por um pino pivô 132 da conexão pivotante associada 32. Cada ligação conectora 26 também tem um tubo de ligação 134 que é preso por soldas 136 ao tubo de ligação 126 com um engatamento interajustado 138 que torna rígida a conexão. Um eixo de ligação 140 de cada ligação conectora 28 é acomodado dentro do tubo de ligação 134 e tem uma extremidade presa ao elemento de ligação 126 por um conector axial 142 configurado por um parafuso rosqueado. Adjacente à outra extremidade do tubo de ligação 134, ajustadores rosqueados 144 que são espaçados em intervalos de 90 0 localizam o eixo de ligação 144 ao longo do eixo B da ligação conectora.
Para a esquerda do centro das articulações inferior e superior 26 e 48 como mostrado na Figura 6, as ligações conectoras 28 e as ligações de controle 34 têm a construção ilustrada na Figura 7. Mais especificamente, as ligações de controle 34 são montadas na extremidade do eixo de ligação 140 oposta ao conector 142 e são presas por uma porca de trava rosqueada 146 com uma bucha 148 que espaça as ligações de controle uma da outra. Além disto, cada ligação de controle 34 tem um par de mancais anti-atrito 150, cujas pistas internas são montadas por uma porção de eixo de ligação de diâmetro reduzido 152 e cujas pistas externas são presas ao eixo de controle, de modo que os elementos mancais entre as pistas por rolamento de contato suportam as ligações de controle para seu pivotamento. Também a relação espaçada das ligações de controle 34 das conexões pivotantes 32 das ligações conectoras adjacentes 28 e a relação paralela dos eixos A de conexões pivotantes 32 em relação à folha de vidro, bem como a relação perpendicular dos eixos B de ligação de controle pivotante, fornece um raio de curvatura constante da folha de vidro dobrada como descrito anteriormente. Em conexão com isto, deveria ser observado que a extensão na qual as ligações de controle 34 endireitam a partir de sua relação angular mostrada, deveria ser limitada cerca de IOa 15 ° de uma linha reta, de modo que ligação não tem lugar quando da tentativa de movimento inverso no sentido da localização mais angular como descrito anteriormente em conexão com as Figuras 9 e 10.
No centro das articulações inferior e superior 26 e 48 mostradas na Figura 6 e para a direita dela, as ligações de conexão e as ligações de controle são construídas como mostrado nas Figura 7a e 7b, nas quais as ligações de controle 34 têm as conexões destacáveis 39, cujo destacamento permite dobramento da articulação no seu lado direito independentemente do dobramento da articulação no seu lado esquerdo. Mais especificamente, as porções de cada ligação de controle 34 configuradas pela extremidade em garfo 56 e extremidade 60 se estendem em direções opostas a partir do seu eixo pivotante B e são ligadas de maneira seletiva uma à outra ou destacadas uma da outra por pinos 39p. Quando ligadas, estas porções de ligação de controle 56 e 60 de cada ligação de controle pivotam uma com a outra para funcionar como as ligações de controle descritas em conexão com a Figura 7 para proporcionar dobramento de raio constante da folha de vidro. Remoção dos pinos 39p permite às extremidades de ligação de controle 56 e 60 pivotarem de maneira independente uma da outra, de modo que dobramento para sua direita pode ser realizado independentemente de dobramento para sua esquerda, uma vez que as ligações de controle desconectadas então não funcionam para coordenar o dobramento das ligações conectoras 28 em lados opostos das desconexões. Conjuntos grampo de ligação 39 prendem de maneira destacável as extremidades opostas de cada pino 39p que se estendem através dos furos nas duas diferentes porções da ligação de controle associada 34 para ligar as porções, enquanto o destacamento dos conjuntos grampo de controle 39a permite remoção dos pinos 39p para os diferentes modos de dobramento em seus lados opostos como descrito anteriormente. Todos os conjuntos de grampo de controle 39a associados com as duas ligações de controle 34 de pares alinhados verticalmente de ligações conectoras 28 podem ser ligados um ao outro com uma chave que identifica a localização particular na qual estes estas ligações de controle são utilizadas ao longo da articulação. Tal identificação de localização pode ser monitorada por um painel de controle adequado, ao qual a chave é inserida, de modo que controle operacional da estação de dobramento pode determinar a extensão apropriada de atuação de dobramento necessária para aquela localização. Antes de prosseguir ainda mais com a discussão dos diferentes modos de dobramento em adição aqueles descritos anteriormente, uma discussão da maneira na qual a atuação de dobramento é fornecida será útil no entendimento de todos os aspectos da estação de dobramento.
Com referência às Figuras 4 e 5, a estação de dobramento de folha de vidro 20 inclui um mecanismo de atuação 153 que inclui um mecanismo de atuação primário 154 e um mecanismo de atuação secundário 155 que são montados na estrutura 78 e operáveis de maneira seletiva para proporcionar diferentes modos de dobramento. O mecanismo de atuação primário 154 move as articulações inferior e superior 26 e 48 de modo que mesas (platen) deformáveis movem entre a forma plana da Figura 2 e uma forma dobrada de raio constante como ilustrado na Figura 3, para realizar o dobramento, e é também utilizado para realizar outro dobramento quando simétricas ao redor de uma conexão destacada no centro das articulações entre suas extremidades como está descrito daqui em diante de maneira mais completa. O mecanismo de atuação secundário 155 é operável para realizar dobramento assimétrico ao redor de conexões de articulação de controle destacadas das articulações inferior e superior, como está descrito daqui em diante de forma mais completa. Ambos, o mecanismo de atuação primário
154 e o mecanismo de atuação secundário 155 estão ilustrados de maneira esquemática na Figura 11. Operação do mecanismo de atuação secundário
155 irá seguir uma discussão inicial da operação do mecanismo de atuação primário 154.
O mecanismo de atuação primário 154, como mostrado nas Figuras 4 e 5, tem conexões 156, 158 e 160 com as articulações inferior e superior 26 e 48 para proporcionar movimento delas até as formas côncavas voltadas para cima, tal como ilustrado na Figura 3, para mover os elementos de molde 24 e 46, isto é, tubos de resfriamento brusco, e dobrar a folha de vidro entre eles até uma forma côncava voltada para cima de um raio constante, como descrito anteriormente. Como mostrado na Figura 4, a articulação inferior 26 tem uma conexão central fixa 162 para a estrutura 78. Este conector central fixo é fornecido por um extensor de ligação adequado 164 (Figura 6) a partir do tubo de ligação conectora 134 da ligação conectora central 28, com este extensor tendo porções localizadas em lados opostos das ligações de controle associadas 34 de modo a não interromper seu pivotamento como descrito anteriormente. Cada extremidade da articulação inferior 26, como mostrado na Figura 4, também tem uma conexão extrema associada 156 ao mecanismo de atuação 154. Além disto, a articulação superior 48 do molde deformável superior tem um suporte central 166 que inclui a conexão 160 do mecanismo de atuação para o centro da articulação superior 48. Mais especificamente, esta conexão central 160 é fornecida, como mostrado na Figura 6, para a ligação conectora central 28 por um extensor de ligação 168 que se estende ao redor das ligações de controle associadas 34 de modo a não impedir seu pivotamento como descrito anteriormente. A articulação superior 48 do molde deformável superior também tem conexões extremas 158 para o mecanismo de atuação 154 como mostrado na Figura 4.
Como ilustrado em ambas as Figuras 4 e 5, o mecanismo de atuação primário 154 inclui elementos flexíveis 170 e 172 conectados às conexões extremas 156 e 158, respectivamente, das articulações inferior e superior 26 e 48 dos moldes deformáveis inferior e superior. Estes elementos flexíveis são preferivelmente configurados por correntes. O mecanismo de atuação primário 154 como mostrado nas Figuras 5 e 11 tem rodas 174 e 176 que têm superfícies externas espiraladas ou de came que recebem os elementos flexíveis 170 e 172 configurados pelas correntes conectadas às conexões extremas de articulação 156 e 158. Um primeiro atuador 178, que é um motor elétrico, gira as rodas em direções opostas como é descrito daqui em diante, para enrolar e desenrolar os elementos flexíveis 170 e 172 sobre suas rodas associadas 174 e 176 para mover os moldes deformáveis entre as formas plana e dobrada. Naturalmente, uma extensão de rotação maior fornece uma quantidade maior de enrolamento e daí dobramento para uma extensão maior a partir da forma plana até um raio de curvatura constante e mais curto.
Como ilustrado na Figura 11, o mecanismo de atuação primário 154 inclui primeiro e segundo elementos atuadores rotativos 180 e 182, um dos quais é acionado pelo primeiro atuador 78, especificamente o elemento atuador 180. Um segundo atuador rotativo 184 do mecanismo de atuação conecta os primeiro e segundo elementos atuadores rotativos 180 e 182 e é operável para impedir ou proporcionar de maneira seletiva rotação relativa entre estes elementos atuadores. Mais especificamente, este segundo atuador rotativo 184, como o primeiro, é um motor elétrico e é montado no elemento atuador rotativo 182 com sua saída rotativa conectada de maneira rotativa, tal como por correias, engrenagens ou acionamento de corrente para o outro elemento atuador rotativo 180.
Com referência continuada à Figura 11, as rodas 174 que recebem os elementos flexíveis 170 conectados às conexões extremas móveis da articulação inferior do molde deformável inferior, são fixadas em um dos elementos atuadores rotativos, que especificamente é um elemento atuador rotativo 180 que é acionado pelo atuador 178 como descrito anteriormente. As rodas 176 que recebem os elementos flexíveis 172 conectados às conexões extremas móveis da articulação do molde deformável superior são fixadas ao outro elemento atuador rotativo que é o elemento atuador rotativo 182, como mostrado. Mais especificamente, estes elementos atuadores rotativos 180 e 182 são respectivamente ilustrados como um eixo central e um tubo que recebe o eixo, tal que o segundo atuador rotativo 184 fornece uma conexão entre o eixo e o tubo e é operável para proporcionar a rotação relativa entre eles como descrito anteriormente. Também deveria ser observado, como ilustrado nas Figuras 4 e 5, que os elemento os flexíveis 170 e 172 se estendem sobre rodas loucas associadas 185 que são preferivelmente configuradas como rodas dentadas montadas de maneira rotativo na estrutura 78 de modo que o mecanismo de atuação montado de maneira centralizada 154 pode ser conectado verticalmente a ambas as extremidades de ambas as articulações 26 e 48, formando dobras angulares como necessário. Como está descrito daqui em diante mais completamente, as rodas loucas 185 de um lado dos centros de articulação são suportadas para movimento vertical na estrutura sobre o controle do mecanismo de atuação secundário 155. Além disto, as articulações 26 e 48 em ambas as extremidades de cada molde deformável 22 e 44 tem respectivos elementos flexíveis 170 e 172, bem como rodas associadas 174 e 176, de modo que a articulação em cada extremidade de cada molde deformável é dobrada da mesma maneira que a articulação na outra extremidade. Da mesma maneira existe um suporte central 166 que suporta o centro de cada articulação superior 48 como está daqui em diante descrito de forma mais completa.
Como ilustrado na Figura 11, cada suporte central 166 para a articulação superior 48 do molde deformável superior tem um conjunto roda 186 e, como mostrado na Figura 4, tem a conexão mencionada anteriormente 160 para o centro da articulação superior 48 que controla o dobramento do molde deformável superior. Mais especificamente, o suporte central 166 inclui um apoio 188 através do qual um eixo 190 se estende, e tem um par de rodas 192 montadas em suas extremidades opostas, e um elemento suporte 194 que pende para baixo a partir do apoio 188 até a conexão 160, mostrada na Figura 4, até o centro da articulação superior, como descrito anteriormente. O suporte central 166, como melhor mostrado na Figura 11, também tem um par de elementos flexíveis 196, preferivelmente configurado por correntes enroladas em direções opostas ao redor do conjunto rodas 186. O suporte central 166 também inclui um par de rodas 198 e 200 respectivamente montadas pelos primeiro e segundo elementos atuadores rotativos 180 e 182 que, como mencionado anteriormente, são o eixo e o tubo através do qual o eixo se prolonga. Estas rodas 198 e 200 recebem, respectivamente, os elementos flexíveis 196 em direções enroladas de maneira oposta um ao outro.
Operação de apenas o primeiro atuador 178 do mecanismo de atuação primário 154, como descrito anteriormente, move as conexões extremas 156 e 158 (Figura 4) de ambas as articulações para realizar o dobramento da folha de vidro entre e os moldes deformáveis inferior e superior, enquanto o suporte central 166 mantém a conexão central 160 da articulação superior 48 estacionária. Este suporte estacionário resulta do fato que enquanto uma roda 198 ou 200 desenrola o elemento flexível associado 196 como mostrado na Figura 11 durante operação do primeiro atuador 178, a outra roda 198 ou 200 irá então enrolar o elemento flexível associado, tal que mesmo embora as rodas 192 possam girar, o eixo 190 permanece na mesma posição vertical, tal que o elemento suporte 194 que pende de seu apoio 198 para a conexão central de articulação superior 160 mostrada na Figura 4 não move. Contudo, a operação do segundo atuador rotativo 184 fornece rotação relativa entre os primeiro e segundo elementos atuadores rotativos 180 e 182 que move as conexões extremas 158 e a conexão central 160 da articulação superior 48 mostrada na Figura 4 verticalmente, para proporcionar uma mudança no espaçamento entre os moldes deformáveis inferior e superior.
Mais especificamente, o ajustamento das conexões extremas tem lugar devido à rotação relativa entre os elementos rotativos 180 e 182, tal que os elementos flexíveis 172 se ajustam às conexões extremas. Além disto, enquanto a uma roda 198 do suporte central 166 permanece estacionária no primeiro elemento atuador 180, a outra roda 200 do suporte central 166 é girada, com o efeito líquido sendo uma rotação do conjunto roda 186 e um enrolamento ou desenrolamento efetivo, que muda a posição vertical do eixo 190 e seu apoio 188 a partir do qual o elemento suporte 194 pende até a conexão central 160 (Figura 4) da articulação superior 48.
Também deveria ser observado que durante um ciclo de dobramento é possível operar ambos os atuadores 178 e 184 do mecanismo de atuação primário 154 ao mesmo tempo. Esta operação concorrente de atuadores 178 e 184 permite um maior espaçamento entre os moldes deformáveis inferior e superior 22 e 24 enquanto na forma plana, para facilitar movimento da folha de vidro entre os moldes. Daí em diante a operação concorrente dos atuadores move o molde deformável superior 44 para baixo no sentido do molde deformável inferior 22 quando o dobramento é realizado. Naturalmente o segundo atuador 184 deveria terminar a operação depois que o molde deformável superior 44 tenha movido para baixo no sentido do molde deformável inferior 22 em uma relação espaçada aproximadamente igual à espessura da folha de vidro. Durante movimento de volta para a forma plana em preparação para o próximo ciclo, operação de ambos os atuadores 178 e 184 move o molde deformável superior 44 para cima para longe do molde deformável inferior 22 para a relação a mais espaçada a partir da qual começa o dobramento. Esta operação permite que os moldes deformáveis opostos 22 e 24 sejam inicialmente espaçados um do outro uma espessura maior do que a espessura da folha de vidro, para daí em diante dobrar simultaneamente os moldes deformáveis e mover os moldes no sentido um do outro, de tal modo que ambos os moldes engatam a folha de vidro para proporcionar seu dobramento. Os moldes deformáveis podem então fornecer o gás de resfriamento brusco como descrito anteriormente para resfriar bruscamente a folha de vidro dobrada. Além disto, o molde de deformável 22 é localizado abaixo do molde deformável 44 em uma arranjo inferior e superior, com o molde deformável inferior 22 funcionando como um transportador, como descrito anteriormente, e os moldes são dobrados para formas côncavas voltadas para cima quando eles são movidos simultaneamente um no sentido do outro, com o molde deformável superior 44 sendo movido voltado para baixo para proporcionar o movimento dos moldes um no sentido do outro. Também deveria ser apreciado que este movimento de molde no sentido um do outro nas extremidades das articulações é um movimento relativo em que as extremidades de articulação superior movem para cima mais lentamente do que as extremidades de articulação inferior quando o dobramento é realizado com ambos os atuadores rotativos 178 e 184 operando o mecanismo de atuação como descrito acima. Como ilustrado nas Figuras 11 e 1 la, o mecanismo de atuação secundário 155 está ilustrado como operando de um lado da estação de dobramento e é operável para proporcionar dobramento da folha de vidro em um lado das conexões de articulação destacadas a partir de qualquer dobramento no outro lado das conexões destacadas, de modo que o dobramento pode ser diferente que apenas um raio de curvatura constante como mostrado na Figura 11b. Por exemplo, o dobramento pode ser com duas áreas diferentes de curvatura constante como mostrado na Figura 11c, com uma dobra conformada em J que tem uma porção reta e uma porção encurvada de raio constante como mostrado na Figura 11 d, ou com uma curvatura em V como mostrado na Figura lie.
Como mostrado na Figura 11, o mecanismo de atuação secundário 155 tem conexões para as rodas 185 do primeiro mecanismo de atuação 154 em um lado lateral da estação de dobramento. Elementos flexíveis 170 e 172 do primeiro mecanismo de atuação 154 se estendem até estas rodas 185 controlados pelo segundo mecanismo de atuação 155 e para baixo até as extremidades de articulação, como descrito anteriormente. Além disto, os elementos flexíveis 170 e 172 se estendem, cada um, abaixo de uma roda 202, por exemplo uma roda dentada de corrente, que é montada para rotação na estrutura em qualquer maneira adequada. Movimento vertical para cima das modas 185 por meio do mecanismo de atuação secundário 155, faz com que os elementos flexíveis 170 e 172 se estendam para baixo até as rodas fixas 202, e então para cima até as rodas 185 de modo a proporcionar movimento para cima das extremidades de articulação associadas de um lado da estação de dobramento, de maneira independente de qualquer movimento de articulação no outro lado da estação de dobramento. Será lembrado que isto é possível devido às conexões de ligação de controle destacadas descritas anteriormente.
Como ilustrado na Figura 11a, o mecanismo de atuação secundário é divulgado como incluindo um par de motores atuadores elétricos 204 e 206, cada um dos quais aciona um par de rodas ou rodas dentadas 208 a partir das quais os elementos flexíveis configurados por correntes 210 se estendem. Estas correntes 210 se estendem para rodas ou rodas dentadas 212 que se estendem voltadas para baixo para carcaças verticalmente móveis 214 nas quais as rodas 185 são suportadas de maneira rotativa de um lado da estação de dobramento. Será relembrado da descrição acima da Figura 11 que estas rodas 185 suportam os elementos flexíveis ou correntes 170 e 172 que se estendem desde o mecanismo de atuação primário 154 e voltados para baixo até as extremidades de articulação associadas. Cada uma das carcaças verticalmente móveis 214 é suportada na estrutura por um mancai linear anti- atrito associado 216 como mostrado na Figura 11a. Para reduzir qualquer esticamento de corrente de porções das correntes flexíveis 210 que não dobram ao redor de rodas ou rodas dentadas 208 ou 212, podem ser hastes sólidas suportadas por deslizadores na estrutura.
Um dos motores elétricos 204 proporciona movimento vertical das rodas 185 associado com a articulação inferior de um lado da estação de dobramento, e operação do outro motor elétrico 206 fornece movimento vertical das rodas 185 associadas com a articulação superior no um lado da estação de dobramento.
Como discutido anteriormente, o mecanismo de atuação primário 154 é operado com todas as ligações de controle 34 conectadas para proporcionar raio de dobramento constante da folha de vidro, tal como ilustrado na Figura 3 e Figura 11b. Desconectar um dos conjuntos de ligações de controle 34 associado com ligações conectoras alinhadas verticalmente 28 das articulações inferior e superior tal como mostrado na Figura 6, permite movimentos verticais diferentes em cada seu lado, enquanto as outras articulações de controle conectadas fornecem raio de dobramento constante de cada lado das ligações de controle desconectadas, o resultado sendo dois raios de curvatura constantes diferentes do mostrado na Figura 11c. Mais especificamente, ambos os mecanismos de atuação primário e secundário 154 e 155 são operados com o resultado líquido sendo existir um movimento para cima das extremidades de articulação e dobramento em um lado lateral da estação de dobramento onde o mecanismo de atuação secundário proporciona movimento adicional para cima das extremidades de articulação adjacentes.
Como ilustrado nas Figuras 3a e 11 d, também é possível proporcionar dobras em J que podem ser realizadas pela operação apenas do mecanismo de atuação secundário para mover uma extremidade da articulação para cima enquanto sua outra extremidade permanece estacionária do outro lado das ligações de controle destacadas. Para assegurar planura também é possível utilizar um elemento de trava 218, que pode ter diferentes construções, que se estende entre conexões fixas até certas ligações conectoras para impedir movimento pivotante entre elas ao redor de seus eixos pivotantes conectados. Também é possível ter um elemento tubular 220 que impede tal dobramento por montagem dele sobre os elementos de molde 46, como mostrado na Figura 14, para inserção do elemento de trava 218 de um comprimento apropriado. A despeito da construção utilizada, um elemento de trava irá assegurar planura na porção reta da dobra em J.
A estação de dobramento também pode ser utilizada para proporcionar dobras em V como mostrado na Figura lie. Tais dobras requerem um par de elementos de trava 218 localizados em lados opostos das ligações de controle destacadas. Quando o destacamento da ligação de controle é no centro das articulações, é possível realizar o dobramento em V utilizando operação apenas do mecanismo de atuação primário 154. Para outras dobras em V, onde as articulações destacadas não podem ser localizadas no centro de articulação entre suas extremidades, somente o mecanismo de atuação secundário é operado para realizar o dobramento em V, uma vez que o centro da articulação inferior é fixo em relação à estrutura. A extensão na qual os mecanismos de atuação primário e secundário 154 e 155 são operados para qualquer dobra dada, depende da forma da dobra, da extensão do dobramento, e da localização das ligações de controle destacadas ao longo das articulações.
Deveria ser apreciado que para máquinas dedicadas que operam somente uma única forma de dobramento de folha de vidro, as conexões destacáveis das articulações podem permanecer destacadas através do uso da máquina sem a necessidade por quaisquer ligações de controle nas localizações de articulação onde o mecanismo de atuação secundário funciona seja por si mesmo ou com o mecanismo de atuação primário de um lado independentemente do movimento de articulação e qualquer dobramento de folha de vidro do outro lado. Contudo, para a maior parte das máquinas, é preferível que as conexões destacáveis tenham ligações de controle que podem ser ligadas e destacadas. Da mesma maneira, a construção do mecanismo de atuação primário 154 e do mecanismo de atuação secundário 155 pode ser modificada, embora a construção mostrada seja preferida devido à simplicidade de operação e de construção.
Assim, embora o melhor modo para realizar a invenção tenha sido descrito em detalhe, aqueles familiarizados com a técnica à qual esta invenção está relacionada, irão reconhecer diversos projetos e configurações alternativas para tornar prática a invenção como definida pelas reivindicações a seguir.
Claims (18)
1. Estação de dobramento de folha de vidro, para dobrar de maneira cilíndrica folhas de vidro planas aquecidas, caracterizada pelo fato de compreender: uma estrutura; moldes deformáveis inferior e superior, cada um dos quais inclui uma pluralidade de elementos de molde alongados que têm extremidades opostas, e uma pluralidade de conjuntos de rolos suportados pelos elementos de molde para receber uma folha de vidro plana a ser dobrada; um par de conjuntos de articulações inferior e superior que suportam, respectivamente, os moldes deformáveis inferior e superior na estrutura, e que se estendem, respectivamente, entre as extremidades opostas dos elementos de molde para controlar movimento deles desde uma forma plana até uma forma dobrada de maneira cilíndrica; cada articulação incluindo ligações conectoras que são conectadas de maneira fixa a extremidades associadas dos seus elementos de molde e têm conexões pivotantes para suas ligações conectoras adjacentes ao redor de eixos que se estendem paralelos a folhas de vidro através de todo o dobramento; cada articulação também tendo ligações de controle que têm respectivas conexões pivotantes para as suas ligações conectoras ao redor de eixos que se estendem perpendiculares à folha de vidro através de todo o dobramento, e conexões universais que conectam ligações de controle adjacentes uma com a outra; um mecanismo de atuação primário que é montado pela estrutura e que move as articulações de tal modo que as articulações movem os elementos de molde dos moldes deformáveis inferior e superior para dobrar a folha de vidro com um raio constante; cada articulação tendo no mínimo uma conexão destacável de ligação de controle que é destacável para permitir dobramento da folha de vidro pelo movimento de articulação de um seu lado independentemente de movimento da articulação do outro seu lado; e um mecanismo de atuação secundário que é montado pela estrutura e que move as articulações no um lado de suas conexões destacadas das ligações de controle, para proporcionar dobramento da folha de vidro independentemente de movimento da articulação outro lado das conexões destacadas.
2. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de cada articulação ter extremidades opostas e o mecanismo de atuação primário ter conectores flexíveis para as extremidades opostas de cada articulação para atuar no dobramento cilíndrico, cada articulação inferior tendo uma conexão central fixa na estrutura e cada articulação superior tendo uma conexão central móvel para o mecanismo de atuação primário, para operar em conjunto com os conectores flexíveis para as extremidades das articulações superiores, para proporcionar movimento vertical do molde deformável superior para cima, para longe do molde deformável inferior, para receber uma folha de vidro plana aquecida entre eles e então para baixo no sentido do molde inferior em preparação para o dobramento cilíndrico.
3. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de cada uma das articulações das ligações conectoras ter um par das ligações de controle montadas nelas em uma forma em X.
4. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de as conexões universais das ligações de controle uma com a outra compreenderem mancais esféricos.
5. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 3, caracterizada pelo fato de cada uma do par de ligações de controle de uma ligação conectora de cada articulação ter um par de porções que se estendem em direções opostas a partir de seu eixo pivotante e que são seletivamente ligadas uma à outra pela conexão destacável de sua articulação para permitir o dobramento cilíndrico ou destacado uma da outra, para permitir o dobramento de um seu lado pelo mecanismo de atuação secundário independentemente do outro lado das conexões destacadas.
6. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 5, caracterizada pelo fato de cada conexão destacável incluir um conector destacável para ligar as porções de ligação de controle dela para pivotamento uma com a outra e para destacar as suas porções de ligação de controle para pivotamento independente em relação uma com a outra, de modo a permitir dobramento da folha de vidro pelo movimento de articulação em um seu lado independentemente do movimento de articulação do outro seu lado.
7. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de as ligações de controle de cada articulação incluírem uma pluralidade das conexões destacáveis.
8. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 7, caracterizada pelo fato de as conexões destacáveis de ligação de controle de cada articulação serem localizadas em seu centro entre as extremidades de articulação e no um lado do centro da articulação.
9. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 3, caracterizada pelo fato de o par de ligações de controle de uma pluralidade das ligações conectoras de cada articulação, cada uma ter um par de porções que se estendem em direções opostas de seu eixo pivotante e de serem ligadas seletivamente uma à outra pelas conexões destacáveis da articulação para permitir o dobramento cilíndrico destacado uma da outra, para permitir dobramento da folha de vidro pelo movimento de articulação em um seu lado pelo mecanismo de atuação secundário independentemente de movimento da articulação do outro lado das conexões destacadas.
10. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de o mecanismo de atuação secundário incluir dois motores atuadores para respectivamente mover verticalmente as extremidades das articulações inferior e superior de um lado das conexões destacáveis para proporcionar o dobramento independentemente do outro lado das conexões destacáveis.
11. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de cada motor atuador do mecanismo de atuação secundário incluir um par de conectores flexíveis que proporcionam o movimento vertical das extremidades de articulações associadas de um lado das conexões destacadas.
12. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de ainda incluir rodas de controle que recebem os conectores flexíveis do mecanismo de atuação primário de um lado das conexões destacáveis, e os conectores flexíveis do mecanismo de atuação secundário que tem conexões respectivas para as rodas de controle, para proporcionar movimento vertical delas que, em cooperação com os elementos flexíveis do mecanismo de atuação primário de um lado das conexões destacáveis proporciona o movimento vertical das extremidades de articulação do outro lado das conexões destacáveis e dobramento de folha de vidro associada.
13. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 12, caracterizada pelo fato de ainda incluir mancais lineares anti-atrito que montam as rodas de controle na estrutura para seu movimento vertical sob a ação dos motores atuadores e os conectores flexíveis do mecanismo de atuação secundário.
14. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de cada articulação incluir um elemento de trava para se estender entre elas as ligações conectoras no outro lado das conexões destacadas, para impedir dobramento da folha de vidro no outro lado das conexões destacadas.
15. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de cada articulação incluir um par de elementos de trava para se estenderem respectivamente entre as ligações conectoras em ambos os lados das conexões destacadas, para impedir dobramento da folha de vidro em ambos os lados das conexões destacadas, porém permitir uma dobra em V nas conexões destacáveis.
16. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de cada um dos elementos de molde alongados compreender um tubo de resfriamento brusco que tem aberturas de resfriamento brusco através das quais gás de resfriamento brusco é suprido para resfriar bruscamente a folha de vidro dobrada.
17. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de cada tubo de resfriamento brusco incluir câmaras de pressão de resfriamento brusco montadas nela juntamente com os conjuntos de rolos, as câmaras de pressão de resfriamento brusco definindo as aberturas de resfriamento brusco através das quais o gás de resfriamento brusco é suprido para resfriar bruscamente a folha de vidro dobrada, um mecanismo de acionamento para acionar de maneira rotativa os conjuntos de rolos montados nos tubos de resfriamento brusco do molde inferior e os conjuntos de rolos montados nos tubos de resfriamento brusco do molde superior sendo conjuntos de rolos loucos não acionados.
18. Estação de dobramento de folha de vidro de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de cada articulação ter extremidades opostas e o mecanismo de atuação primário ter conectores flexíveis, as extremidades opostas de cada articulação para atuar o dobramento cilíndrico, cada articulação inferior tendo uma conexão central fixa na estrutura, cada uma das ligações conectoras de cada articulação tendo um par das ligações de controle montado sobre ela em uma forma em X, cada articulação superior tendo uma conexão central móvel para o mecanismo de atuação primário, para operar em conjunto com os conectores flexíveis para as extremidades das articulações superiores, para proporcionar movimento vertical do molde deformável superior para cima para longe do molde deformável inferior, para receber uma folha de vidro plana aquecida entre eles e então para baixo no sentido do molde inferior, em preparação para o dobramento cilíndrico, e o par de ligações de controle de no mínimo uma ligação conectora de cada articulação tendo um par de porções que se estendem em direções opostas a partir do seu eixo pivotante e que são ligadas de maneira seletiva uma à outra pela conexão destacável da articulação, para permitir o dobramento cilíndrico ou destacado uma da outra para permitir dobramento da folha de vidro pelo movimento da articulação em um seu lado pelo mecanismo de atuação secundário independentemente de movimento da articulação no outro lado da conexão destacada.
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Legal Events
| Date | Code | Title | Description |
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| B07A | Application suspended after technical examination (opinion) [chapter 7.1 patent gazette] | ||
| B06A | Patent application procedure suspended [chapter 6.1 patent gazette] | ||
| B09A | Decision: intention to grant [chapter 9.1 patent gazette] | ||
| B16A | Patent or certificate of addition of invention granted [chapter 16.1 patent gazette] |