BRPI0610217A2 - embalagem de ampola, método e dispositivo para conferir uma região de fragilidade a uma embalagem de ampola, ferramenta de vedação para fabricar uma embalagem de ampola, e, dispositivo de inalação - Google Patents

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Abstract

Uma embalagem de ampola compreendendo uma pluralidade de cavidades de ampola espaçadas, cada uma configurada para receber e armazenar uma dose individual de medicamento para inalação por um usuário é revelada. A embalagem inclui uma camada de folha fina e uma camada de polímero externa e cada cavidade de ampola, ou uma quantidade de cavidades de ampola, é separada de uma cavidade de ampola adjacente, ou quantidade de cavidades de ampola adjacentes, por uma região de fragilidade formada substancialmente removendo-se ou deslocando-se uma porção da camada de polímero externa a partir da camada de folha fina.

Description

"EMBALAGEM DE AMPOLA, MÉTODO E DISPOSITIVO PARACONFERIR UMA REGIÃO DE FRAGILIDADE A UMA EMBALAGEMDE AMPOLA, FERRAMENTA DE VEDAÇÃO PARA FABRICAR UMAEMBALAGEM DE AMPOLA, E, DISPOSITIVO DE INALAÇÃO"
A presente invenção refere-se a uma embalagem de ampola e,em particular, a uma tira de ampolas que são usados para armazenar dosesindividuais de medicamento na forma em pó seca antes da inalação seqüencialde cada dose por um paciente usando um dispositivo de inalação equipadocom um mecanismo de indexação e perfuração e no qual a tira é pré-carregada ou encaixada pelo paciente pronta para o uso. A invenção tambémse refere a um método de comunicar uma linha de fragilidade em umaembalagem de ampola de acordo com a invenção, um dispositivo ouferramenta de vedação para comunicar a mencionada linha de fragilidadeigualmente durante ou depois da fabricação da embalagem de ampola e umdispositivo de inalação contendo uma tira de ampolas de acordo com ainvenção.
A dispensação oral ou nasal de um medicamento usando umdispositivo de inalação é um método particularmente atraente deadministração de droga, já que esses dispositivos são relativamente fáceispara o paciente usar discretamente e em público. Assim como despacharmedicamento para tratar doenças locais das vias aéreas e outros problemasrespiratórios, eles têm sido usados mais recentemente para despachar drogaspara a corrente sangüínea através dos pulmões, evitando, desse modo, anecessidade de injeções hipodérmicas.
Em um tipo de dispositivo de inalação de dose medidaconvencional, o medicamento em pó é mantido em um reservatório dentro deum dispositivo de dispensa que é operável para medir e dispensar umaquantidade predeterminada de pó para cada dose. Entretanto, essesdispositivos sofrem de capacidade de medição pobre, especialmente quando otamanho da dose é relativamente pequeno, à medida que é difícil medirprecisamente pequenas quantidades de pó seco nesse dispositivo. Também édifícil proteger a droga do ingresso de umidade e vedá-la da atmosfera até queela seja exigida para a administração ao paciente.
Em vista do que foi dito anteriormente, tornou-se comum paraformulações em pó secas serem pré-embaladas em doses individuais,usualmente na forma de cápsulas ou ampolas que contêm, cada um, uma doseunitária do pó que foi precisamente e consistentemente medido. Uma ampolade folha fina de metal é preferido sobre as cápsulas, já que cada dose éprotegida do ingresso de água e penetração de gases como o oxigênio emadição a ser protegida da luz e radiação UV, todos os quais têm um efeitoprejudicial sobre as características de dispensação do inalador se a dose forexposta a eles.
Os dispositivos de inalação que recebem uma embalagem deampola ou tira das ampolas são conhecidos. A atuação do dispositivo faz ummecanismo indexar e perfurar uma ampola, de modo que, quando o pacienteinala, o ar é puxado através da ampola que carreia a dose, que é, então,portada para fora da ampola através do dispositivo e através das vias aéreasdo paciente até dentro dos pulmões.
Uma embalagem de ampola geralmente compreende uma basetendo um número de cavidades separadamente espaçadas definindo asampolas para receber doses individuais de medicamento e, uma tampa naforma de uma folha fina de metal geralmente planar que é vedada à base,exceto na região das cavidades, usando uma ferramenta de vedação quecomprime a base e o material de tampa juntos em uma região que circundacada cavidade. A ferramenta é aquecida, de modo que a tampa seja vedada àbase durante a etapa de compressão. O material de base é tipicamente umlaminado compreendendo uma camada de polímero em contato com a droga,uma camada de alumínio temperado macio e uma camada de polímeroexterna. O alumínio prove a barreira contra umidade e oxigênio, enquanto opolímero ajuda a aderência da folha fina de metal à laca de vedação a quente eprove uma camada relativamente inerte em contato com a droga. O alumíniotemperado macio é dúctil, de modo que ele possa ser "formado a frio" emuma forma de ampola. Ele é tipicamente espesso 45 um. A camada depolímero externa prove resistência adicional e rigidez ao laminado.
O material de tampa é tipicamente um laminadocompreendendo uma laca de vedação a quente, uma camada de alumíniolaminado dura (tipicamente espessa 20-30p,m) e uma camada de laca externa.
A laca de vedação a quente adere à camada de polímero do laminado de folhafina de metal de base durante a vedação a quente para prover uma vedação aoredor do topo da cavidade de ampola. A camada de alumínio é laminada durapara facilitar a perfuração da ampola pelo dispositivo de inalação quando oacesso ao medicamento contido no mesmo é exigido. Os materiais para acamada de polímero em contato com a droga incluem cloreto de polivinila(PVC), polipropileno (PP), e polietileno (PE). No caso do PE, a laca devedação a quente sobre a tampa de folha fina de metal é substituída por umacamada adicional de PE. Sobre a vedação a quente, as duas camadas de PE sefundem e se soldam uma à outra. A camada de polímero externa sobre a folhafina de metal de base é tipicamente poliamida orientada (oPA). A camada depolímero em contato com a droga é tipicamente PVC de 60um de espessura.Entretanto, uma camada mais fina de 30u,m ou 15 um pode ser usada, porexemplo, onde um laminado mais flexível for exigido.
Será apreciado que diferentes tipos de medicamento possuemgraus variados de sensibilidade a várias influências ambientais e, assim, umaampola de folha fina de metal do tipo descrito acima prove boa proteçãoambiental para o medicamento e o protege contra o ingresso de umidade, dooxigênio e de outros gases. A lâmina fina de metal convenientemente tambémprotege a droga da luz. Embora o próprio material de lâmina fina de metalseja impermeável à umidade e gases, desde que não seja perfurado, ascamadas de polímero são permeáveis por maior ou menor extensão. Apermeabilidade é tipicamente definida por uma taxa de transmissão deumidade ou gás sobre um dado tempo. A taxa de transmissão depende do tipode material, da espessura da camada permeável e da distância do caminho detransmissão. Desse modo, o nível de proteção provido é determinado, emparte, pela amplitude da vedação ao redor da ampola, na medida que issodetermina a distância que qualquer umidade ou oxigênio tem de viajar atravésda camada de polímero a partir da borda do laminado de lâmina fina de metalpara a cavidade de ampola.
Em uma tira de ampolas, o ingresso pode ocorrer a partir dasbordas da tira ou a partir de uma ampola adjacente que tenha sido perfurado.Desse modo, a amplitude exigida de vedação deveria ser mantida tanto dacavidade de ampola para as bordas da tira quanto de uma cavidade de ampolapara uma cavidade de ampola adjacente. Essa distância entre as cavidades deampola ou amplitude de vedação deveria ser de pelo menos 2mm, embora depelo menos 2,5mm seja mais preferível, quando o medicamento não éparticularmente sensível a fatores ambientais. Entretanto, uma distânciamaior, tal como de 3, 4 ou 5mm ou mais, proporcionará proteção ambientalaperfeiçoada e deveria ser usada quando o medicamento é mais sensível afatores ambientais.
É desejável para um dispositivo de inalação, como aquelesusados para tratar uma doença respiratória como asma ou COPD, ser capaz deconter doses suficientes para pelo menos o tratamento de um mês.
Tipicamente, isso exige um inalador com 30 ampolas (para uma dose uma vezao dia) ou 60 ampolas (para uma dose duas vezes ao dia). É conhecido a partirda GB2242134 prover um dispositivo que seja capaz de receber uma tira deampola de lâmina fina de metal vedada individualmente de 60 doses na qual atampa é descascada para longe da base da tira pelo dispositivo para capacitaro acesso à dose a ser obtida. Entretanto, o dispositivo revelado nessedocumento é provido com câmaras para receber tanto a base de ampola usadaquanto a tampa que foi descascada para longe da base, e isso torna odispositivo desnecessariamente grande.
Uma abordagem alternativa é facilitar o desprendimento dasampolas usados a partir das ampolas não usados que permanecem na tira, demodo que as ampolas usados possam ser descartados. Isso permite aodispositivo ser menor, já que não há mais qualquer exigência de armazenarampolas usados no dispositivo.
Um problema com o desprendimento de ampolas usados é queas camadas de polímero externa e interna sobre o laminado de lâmina fina demetal o tornam duro e difícil de romper. É conhecido, portanto, por exemplo,a partir da EP0469814A, prover a tira com uma série de perfurações nalâmina fina de metal entre as ampolas para facilitar sua separação rasgando-seao longo das perfurações. Entretanto, quando uma tira é provida comperfurações, a distância entre as ampolas deve ser aumentada e talvez atédobrada, porque a lâmina fina de metal é cortada pelo processo de perfuração,criando, desse modo, uma quebra na vedação contra umidade. Aumentar adistância entre ampolas adjacentes aumenta a distância de vedação, ou seja, adistância que a umidade ou o gás tem de viajar para alcançar a droga, e, assimse restaura a proteção ambiental a um nível semelhante ao encontrado em umatira de ampola que não seja provida com perfurações. Entretanto, umadesvantagem com o aumento da distância entre ampolas adjacentes é que atira de ampola resultante é consideravelmente maior e, assim, um dispositivomaior é exigido para conte-la. Além disso, em um dispositivo que é equipadocom um mecanismo de indexação para avançar de modo incrementai asampolas para uma posição de perfuração, um aumento na distância entre asampolas exige um movimento incrementai maior para avançar a tira deampola, conduzindo a um aumento na complexidade ou tamanho domecanismo de indexação.
A presente invenção busca prover uma embalagem de ampolaque seja capaz de ser rasgada, mas supere ou alivie substancialmente osproblemas associados a uma tira perfurada. Em particular, a invenção buscaprover uma tira que facilite a separação das ampolas usados daqueles quepermanecem e capacite a distância mínima entre as ampolas a serem mantidossem comprometer a integridade da vedação entre as ampolas e a proteçãoambiental provida pela vedação.
De acordo com a presente invenção, é provida umaembalagem de ampola compreendendo uma pluralidade de cavidades deampola espaçadas configuradas para receber e armazenar uma dose individualde medicamento para inalação por um usuário, onde a embalagem inclui umacamada de folha fina de metal, uma camada de polímero externa e uma regiãode fragilidade formada substancialmente removendo-se ou deslocando-se umaporção da camada de polímero externa a partir da camada de folha fina demetal entre cada cavidade de ampola, ou uma quantidade de cavidades deampola.
Em um modo de realização, a embalagem inclui uma camadade polímero interna e a região de fragilidade é formada substancialmentedeslocando-se a camada de polímero interna, em adição a substancialmenteremover ou deslocar a camada de polímero externa a partir da folha fina demetal.
A embalagem de ampola compreende, de preferência, umaporção de base na qual as cavidades de ampola são formadas e uma porção detampa substancialmente planar vedando as cavidades de ampola.
De preferência, a embalagem de ampola é na forma de umatira alongada de ampolas e, mais de preferência, uma região de fragilidade éprovida entre cada ampola da tira. Vantajosamente, cada região de fragilidadeestá na forma de uma tira estreita ou linha reta e se estende através da tirasubstancialmente em ângulos retos com relação às bordas longitudinais datira.
A tira é, de preferência, suficientemente flexível para capacitá-la a ser enrolada em um rolo para a inserção dentro de um dispositivo deinalação equipado com um mecanismo de indexação para avançar as ampolasum de cada vez para uma estação de perfuração para capacitar a dose contidanos mesmos a ser acessada e inalada por um paciente.
Embora a região de fragilidade possa ser não rompida, tambémé considerado que, em um modo de realização, uma ou mais regiões defragilidade possam ser descontínuas. Nesse arranjo, a camada de polímeroexterna e, possivelmente, a camada de polímero interna são substancialmenteremovidas ou deslocadas a partir das regiões separadamente espaçadasdiscretas ao longo de cada região de fragilidade de tal modo a região defragilidade é formada a partir de uma série de seções enfraquecidas e nãoenfraquecidas.
Em um modo de realização preferido, uma região defragilidade pode ser provida em uma borda de uma embalagem para facilitar ainiciação de um rasgo. Já que a força exigida para iniciar um rasgo é maior doque a força exigida para continuar rompendo uma vez que um rasgo tenhasido iniciado, uma região de fragilidade na borda da embalagem é suficientesozinha para capacitar a separação.
Em um modo de realização, uma borda da embalagem podeincluir um entalhe ou uma marca ou uma perfuração ou uma região que tenhasido altamente comprimida, marcada com entalhes ou impactada ou umaregião que tenha sido aquecida e comprimida ou enfraquecida de outro modopara facilitar a iniciação de um rasgo.
A embalagem de ampola pode compreender uma tampa e umabase onde as ampolas são formados na base, a região de fragilidade sendotambém formada na base.
Em um modo de realização alternativo, as regiões defragilidade são formadas fundindo-se ou removendo-se ou enfraquecendo-sede outro modo localmente a camada de polímero externa. Em um modo derealização preferido, um laser funde, remove ou amacia ou enfraquece deoutro modo localmente a camada de polímero externa.
Em modos de realização alternativos, regiões de fragilidadepodem ser formadas marcando-se com entalhes com uma lâmina giratória oureta (freqüentemente chamada "corte por toque") ou formando-semecanicamente por meio de pinçamento entre duas bordas ou impacto localou por pressão local.
Se a embalagem de ampola for provida com meios para iniciarum rasgo onde as regiões de fragilidade encontram a borda da embalagempara facilitar o início de um rasgo ao longo das regiões de fragilidade, estaspodem ser formadas por quaisquer meios adequados incluindo corte portoque, perfuração, corte por matriz, aplicação de uma ferramenta quente,aplicação de pressão ou ablação por laser.
Em um modo de realização preferido, pelo menos uma porçãoda região de fragilidade é uma tira estreita ou linha. A região de fragilidadetambém pode incluir uma região alargada onde a linha encontra uma borda daembalagem. Em um modo de realização particular, a tira estreita ou linha seestende através da embalagem entre duas regiões alargadas onde asextremidades da linha encontram as bordas da embalagem.
De acordo com a presente invenção, também é provido ummétodo de comunicar uma região de fragilidade em uma embalagem deampola entre cavidades de ampola adjacentes da embalagem que recebem earmazenam doses individuais de medicamento para inalação por um usuário,a embalagem incluindo uma camada de lâmina fina de metal e uma camadade polímero externa, onde o método inclui a etapa de remover ou deslocarsubstancialmente uma porção da camada de polímero externa a partir dacamada de lâmina fina de metal para formar a mencionada região de fragilidade.
A etapa de remover ou deslocar substancialmente uma porçãoda camada de polímero externa a partir da camada de lâmina fina de metalpara formar a mencionada região de fragilidade inclui, de preferência, a etapade aplicar calor e pressão à embalagem para amolecer ou fundir uma porçãoda camada de polímero externa e comprimir e/ou empurrar a mencionadaporção para longe da lâmina fina de metal na mencionada região.
Em um modo de realização, o método inclui a etapa de cortaruma porção da embalagem em uma região onde uma região de fragilidadeencontra uma borda da embalagem para formar meios para iniciar um rasgona região de fragilidade.
De acordo com a presente invenção, também é provido umdispositivo para comunicar uma região de fragilidade a uma embalagem deampola entre cavidades de ampola adjacentes da embalagem que recebem earmazenam doses individuais de medicamento para inalação por um usuário,a embalagem incluindo uma camada de lâmina fina de metal e uma camadade polímero externa, o dispositivo incluindo meios para aquecer e/oucomprimir uma porção da embalagem de ampola em uma região onde umaregião de fragilidade deve ser formada, de modo a remover ou deslocarsubstancialmente uma porção da camada de polímero externa da camada delâmina fina de metal.
O dispositivo compreende, de preferência, um membro delâmina aquecido. O dispositivo também pode incluir um membro de basesobre o qual a embalagem de ampola fica localizada e membros de batentedependendo do membro de lâmina aquecido que encaixa o membro de basedurante a formação de uma região de fragilidade para manter uma distânciapredeterminada entre o membro de lâmina aquecido e o membro de base.O dispositivo pode vantajosamente incluir membros de cortedependendo do membro de lâmina aquecido para cortar uma porção daembalagem em uma região onde uma região de fragilidade encontra a bordada embalagem para formar meios para iniciar um rasgo em uma linha defragilidade.
Em um outro modo de realização, o meio para aquecer umaporção da embalagem de ampola em uma região onde uma região defragilidade deve ser formada, de modo a remover ou deslocarsubstancialmente uma porção da camada de polímero externa a partir dacamada de lâmina fina de metal, é um laser que pode ser configurado demodo a remover ou deslocar uma porção da camada de polímero externa apartir de regiões separadas discretas ao longo de cada região de fragilidade.
A presente invenção também prove um dispositivo de inalaçãocontendo uma embalagem de ampola de acordo com a invenção.
Embora a embalagem de ampola da presente invenção sejapretendida para o uso em muitos dispositivos diferentes, ela é pretendidaprimariamente para o uso no dispositivo de inalação revelado no pedido PCTde patente internacional do requerente PCT/GB2004/004416, publicado comoWO 2005/037353 Al, que inclui um atuador para indexar e perfurar cada umdas ampolas e no qual as ampolas usados se projetam a partir do alojamentopara facilitar sua remoção a partir daqueles ampolas não usados quepermanecem no alojamento.
No dispositivo mencionado acima, uma tira de ampolas éenrolada dentro do dispositivo. Entretanto, deve ser estabelecido que enrolar atira pode fazer a lâmina fina de metal de tampa ficar sob tensão excessiva navizinhança das regiões de fragilidade. Isso é causado pela espessura dolaminado e a concentração da tensão devido ao afinamento do laminado naregião de fragilidade. Esses problemas são mitigados usando-se uma lâminafina de metal formada a frio com uma camada de polímero mais fina emcontato com a droga. A camada de polímero em contato com a droga é, depreferência, de menos de 60 um e, mais de preferência, entre 15 um e 40 umde espessura. Em um modo de realização preferido particular, a espessura dacamada de polímero é de 30um. Uma camada de polímero mais fina nãosomente reduz a tensão aplicada à lâmina fina de metal de tampa quando a tiraé espiralada, mas uma camada de polímero mais fina também torna olaminado muito mais fácil de rasgar, especialmente, uma vez que um rasgotenha sido iniciado.
De acordo com um outro aspecto da invenção, é provida umaferramenta de vedação para fabricar uma embalagem de ampola, aembalagem compreendendo uma porção de base tendo uma pluralidade decavidades de ampola na mesma e uma porção de tampa para a anexação àporção de base sobre as cavidades para selá-las uma vez que uma dose tenhasido localizada em cada cavidade de ampola, a embalagem incluindo umacamada de lâmina fina de metal e uma ou mais camadas de polímero, onde aferramenta de vedação compreende uma superfície aquecida para comprimir eaquecer uma base de ampola e uma tampa posicionada sobre a base paravedar a quente a tampa à base, onde a superfície de vedação inclui seçõeselevadas para substancialmente comprimir o laminado e remover ou deslocaruma porção de qualquer camada de polímero externa a partir da camada delâmina fina de metal para formar uma região de fragilidade à medida que atampa é vedada a quente à base.
Em um modo de realização preferido, a superfície aquecida érecartilhada e as regiões elevadas são substancialmente niveladas com assuperfícies mais de topo do padrão recartilhado. Alternativamente, a regiãoelevada está cheia do padrão recartilhado por até 0,2mm.
Em um modo de realização, a região elevada tem uma primeiraseção para formar uma região de fragilidade na borda de uma embalagem euma segunda seção para formar uma outra região de fragilidade se estendendoda primeira seção remota a partir das bordas da embalagem. A altura daprimeira seção a partir da superfície pode ser maior do que a altura dasegunda seção a partir da superfície.
Modos de realização da presente invenção serão descritosagora, a título de exemplo somente, com referência aos desenhos anexos, nosquais:
a Figura 1 ilustra uma vista em seção lateral através de umaporção de uma tira de ampolas mostrando dois ampolas adjacentes antes deprocessar a tira para formar uma linha de fragilidade entre eles, a espessuradas camadas do material a partir do qual a tira é formada sendo mostradagrosseiramente sobre-exagerada para facilitar o entendimento de suaconstrução;
a Figura 2 ilustra uma porção da vista em seção transversal daFigura 1 entre as linhas A-A e B-B mostradas na Figura 1 e depois de umalinha de fragilidade entre ampolas adjacentes ter sido formada;
a Figura 3 ilustra uma vista em perspectiva simplificada deuma ferramenta que é usada para formar as linhas de fragilidade entre asampolas e mostra uma tira de ampolas na qual três linhas de fragilidade jáforam formadas;
as Figuras 4A a 4D ilustram seções transversais alternativasatravés do membro de lâmina da ferramenta mostrada na Figura 3;
a Figura 5 ilustra uma vista em seção lateral do membro delâmina da ferramenta mostrada na Figura 3, mas na qual o membro de lâminaé provido com batentes para controlar a posição da lâmina;
a Figura 6 ilustra uma vista em seção lateral do membro delâmina da ferramenta mostrada na Figura 3, mas na qual o membro de lâminaé provido com elementos de corte sobre cada borda para cortar um entalhe natira de ampola em cada extremidade da linha de fragilidade formada pelomembro de lâmina;a Figura 7 ilustra uma vista em perspectiva de uma tira deampola na qual três linhas de fragilidade foram formadas entre ampolasadjacentes e entalhes foram cortados em cada extremidade de cada linha defragilidade, usando o membro de lâmina mostrado na Figura 6;
a Figura 8 ilustra uma ferramenta alternativa para formar aslinhas de fragilidade entre as ampolas;
as Figuras 9A e 9B ilustram uma vista em perspectiva de umatira de ampolas e, uma vista em perspectiva alargada de uma linha defragilidade se estendendo entre ampolas adjacente, respectivamente, e queforam formados usando a ferramenta alternativa ilustrada na Figura 8; e
as Figuras 10A, 10B e 10C ilustram três versões diferentes deuma porção de uma ferramenta de vedação de ampola que forma regiões parafacilitar a iniciação e/ou propagação de um rasgo entre cavidades de ampola.
Com referência agora aos desenhos, é mostrada na Figura 1,uma seção transversal através de uma porção de uma tira de ampolas 1mostrando dois ampolas 4 e uma porção da tira que se estende entre eles e naqual uma linha de fragilidade 6 deve ser formada. Embora a invenção sejadescrita com referência a uma tira alongada 1 de ampolas que sãosuficientemente flexíveis para capacitá-los a serem espiralados para a inserçãoem um dispositivo de inalação, tal como o dispositivo revelado no pedido co-pendente 0324358 do requerente, será apreciado que a embalagem de ampola1 da invenção pode tomar muitas formas e configurações diferentes.
A tira de ampola 1 mostrada na Figura 1 compreende umaporção de base 2 e uma porção de tampa 3. A porção de base 2, na qual ascavidades de ampola 4, contendo, cada uma, uma dose de medicamento 5, sãoformadas, é um laminado de três camadas: uma camada de polímero 2a quecontata o medicamento, uma camada de lâmina fina de metal de alumíniotemperado macio 2b e uma camada de polímero externa 2c. A porção detampa 3 é uma folha de laminado planar formada a partir de três camadas:uma camada de laca de vedação a quente 3 a que é colada à camada depolímero 2a da porção de base 2 durante a vedação a quente para prover umavedação ao redor do topo da cavidade de ampola 4, uma camada de lâminafina de metal de alumínio 3b e uma camada de laca externa 3c. Os materiais easpectos de construção específicos da embalagem de ampola 1 já foramdescritos acima e, assim, não serão repetidos novamente.
Em uma tira de ampola 1 modificada, a porção de base 2 podeincluir uma camada de polímero adicional (não mostrada) sobre o ladoafastado da cavidade de ampola 4 para criar um laminado mais simétrico queseja menos suscetível a empenamento ou distorção durante a formação a friodas cavidades de ampola 4.
A Figura 2 mostra uma porção da tira de ampola 1 entre aslinhas A-A e B-B mostradas na Figura 1, depois de uma linha de fragilidade 6ter sido formada na mesma entre as cavidades de ampola 4 adjacentes. Seráapreciado que a espessura dos laminados na região da linha de fragilidade 6foi grandemente reduzida e comprimida e que uma parte da camada depolímero externa 2c da porção de base 2 foi deslocada para reduzir suaespessura, embora também seja considerado que uma porção da camada depolímero externa 2 possa ser removida totalmente. Um aspecto importante dainvenção é que a camada de lâmina fina de metal 2b,3b da porção de base 2 eda porção de tampa 3 permanece não danificada e não rompida a despeito daformação da linha de fragilidade 6.
Na medida em que a força exigida para iniciar um rasgo emuma tira de ampola 1 em uma linha de fragilidade 6 é maior do que a forçaexigida para continuar rasgando uma vez que um rasgo tenha sido iniciado,características de iniciação 13 podem ser providas em uma ou ambas asbordas de cada linha de fragilidade 6 para facilitar a iniciação de um rasgo. Oiniciador 13 pode ser um entalhe, uma marca ou uma perfuração ou umaregião que tenha sido altamente comprimida, marcada com entalhes ouimpactada ou uma região que tenha sido aquecida e comprimida ouenfraquecida de outro modo. Uma tira 1 de ampolas na qual cada linha defragilidade 6 é provida com um iniciador de rasgo 13 é ilustrada na Figura 7.Será apreciado que um iniciador 13, como um corte, na borda da tira 1 entreas ampolas 4 não afeta a amplitude de vedação mínima a partir da borda datira 1 para a cavidade de ampola 4, desde que o iniciador 13 esteja do lado defora de uma região definida por uma cavidade 4 para a distância da cavidade 4a partir do perímetro da cavidade 4.
As ferramentas para, e os métodos de formar a linha defragilidade 6 mostrada na tira de ampola 1 da Figura 2 serão agora descritoscom referência às Figuras 3 a 9.
A Figura 3 mostra uma ferramenta 7 compreendendo umamesa 8 tendo uma superfície superior 9 e um membro de lâmina aquecido 9disposto acima da mesa 8 que é provido com um mecanismo (não mostrado)para fazer a reciprocidade do membro de lâmina 9 em direção e para longe dasuperfície superior da mesa 8 na direção indicada pela seta "A". O membro delâmina aquecido 9 inclui uma ponta de ferramenta 10 para o encaixe com umatira de ampola 1 localizada sobre a superfície superior da mesa 8. Umapressão predeterminada é aplicada à tira de ampola 1 pelo membro de lâmina9 quando ele se move em direção e para o contato com uma tira de ampolalocalizada sobre a mesa 8 para comprimir a tira de ampola e o calor faz acamada de polímero externa 2c se fundir e amolecer fazendo-a ser deslocadaparcialmente ou inteiramente em uma região onde o membro de lâmina 9contata a tira de ampola 1. Embora seja pretendido que a tira de ampola 1 sejacolocada virada para baixo sobre a mesa 8, ou seja com sua porção de tampa 3contra a superfície superior 9 da mesa 8, de modo que a ponta de ferramenta10 se encaixe e forme a linha de fragilidade na porção de base 2, seráapreciado que a tira de ampola 1 também pode ser colocada de outro modopara cima sobre a mesa 8, de modo que a ponta de ferramenta encaixe aporção de tampa 3 da tira 1.
Materiais adequados para o membro de lâmina 9 incluemalumínio e ligas de alumínio, de preferência, anodizado duro, e aço inox.Vantajosamente, o membro de lâmina 9 pode ser revestido com umrevestimento de baixo atrito ou "não-aderente" como PTFE(politetrafluoretileno) para ajudar a assegurar que a camada de polímeroexterna 2c sobre a porção de base 2 não adira ao membro de lâmina 9 durantea compressão e aquecimento, quando o material que adere ao membro delâmina 9 reduziria a eficácia da linha de formação de fragilidade.
Se a tira de ampola 1 for modificada pela presença de umacamada de polímero adicional (não mostrada), essa camada adicional podeajudar a reduzir a propensão da camada de lâmina fina de metal 2b a aderir aomembro de lâmina 9, especialmente se a camada de polímero adicional forformada de um material que seja menos suscetível a "persuasão" quando seamacia, por exemplo, PVC.
A ponta de ferramenta 10 do membro de lâmina pode ter umraio de 0,2 a 1,0mm e, mais de preferência, de 0,4 a 0,6mm. Em um modo derealização particularmente preferido, o raio da ponta de ferramenta 10 é de0,5mm. Uma seção transversal através da ponta de ferramenta 10 é mostradana Figura 4A. Entretanto, também é considerado que a ponta de ferramenta 10possa tomar configurações alternativas para incluir uma lâmina em forma deV com um raio na ponta (Figura 4B), uma lâmina em forma de V comnenhum raio na ponta (Figura 4C) ou uma lâmina plana (Figura 4D).
A mesa 8 pode ser formada de alumínio e/ou ligas dealumínio, de preferência, anodizado duro, aço inox polímeros de altatemperatura como PEEK (poliéter éter-cetona), poliamida ou PTFE. Quandoexigido, por exemplo, no caso em que o medicamento 5 seja sensível atemperatura, a mesa 8 pode ser esfriada.
A superfície superior 9 da mesa 8 pode, opcionalmente, serprovida com uma camada resiliente fina 11. A camada 11 assiste na formaçãoda linha de fragilidade 6 reduzindo a sensibilidade do processo ao nível daforça aplicada e permite às camadas de lâmina fina de metal 2b,3b da tira deampola 1 se curvarem ligeiramente durante a formação, de modo que atensão, particularmente as tensões de cisalhamento e rompimento, induzidanas camadas de lâmina fina de metal 2b,3b sejam reduzidas, assegurando,desse modo, que elas não sejam rompidas ou cortadas por altos níveis deforça. Materiais adequados para a camada resiliente 11 incluem poliamidas,poliimidas, PTFE, ETFE e borrachas de silicone. A camada 11 é, depreferência, menor do que lmm de espessura e, mais de preferência, menordo que 5,5mm. Em um modo de realização preferido, a camada resiliente 11 éformada de uma camada de 0,3mm de poliamida.
Para assegurar que as camadas de polímero externa e interna2a,2c sejam suficientemente amaciadas e, assim, que o material da camada depolímero externa 2c seja espremido para os lados do membro de lâmina 9 semcortar as camadas de lâmina fina de metal 2b, 3 b, é importante selecionarcuidadosamente a temperatura do membro de lamina 9 e a duração do contatocom a embalagem de ampola 1. Variações adequadas e preferidas para osparâmetros operacionais chaves são mostradas na tabela abaixo. Ficará claropara aqueles experientes na técnica que os parâmetros interagem uns com osoutros, por exemplo, aumentar a duração permitirá a uma força mais baixa seraplicada e aumentar a temperatura pode permitir que uma duração mais curtaseja empregada.
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A aplicação do calor e da pressão precisa ser controlada parase conseguir uma linha de fragilidade 6 repetível. Uma opção é controlar aforça ou pressão aplicada, por exemplo, usando-se uma mola em um nívelpredefinido de compressão ou um cilindro pneumático a uma pressãopredeterminada para prover a força. Alternativamente, o membro de lâmina 9pode ser provido com um ou mais membros de batente 12 que mantêm aponta de ferramenta 10 a uma distância predeterminada da superfície superior9 da mesa 8, de modo que a tira de ampola 1 seja comprimida somente poruma quantidade predeterminada pelo membro de lâmina 9. No modo derealização ilustrado na Figura 5, os membros de batente 12 são providos sobrecada borda da ponta de ferramenta 10. A distância entre a ponta de ferramenta10 e a superfície superior 9 da mesa 8 pode ser ajustável para capacitar aslinhas de fragilidade 6 a serem formadas nas tiras de ampola 1 tendo váriasespessuras do laminado. De preferência, a distância entre a ponta deferramenta 10 e a superfície superior 9 é selecionada para estar entre 25% e100% da espessura total do laminado.
Se um iniciador de rasgo 13 deve ser provido, este pode serformado na mesma operação que a formação da linha de fragilidade 6. AFigura 6 mostra uma ferramenta alternativa 15 para formar uma linha defragilidade 6 junto com os entalhes em cada extremidade da linha defragilidade 6 para facilitar a iniciação de um rasgo. Os elementos de corte 14dependem do membro de ferramenta aquecido 9 e são recebidos em recessosque casam (não mostrados) cortados dentro da superfície superior 9 da mesa8. Os elementos de corte 14 cortam um entalhe na embalagem de ampola 1 àmedida que a ponta de ferramenta 10 forma uma linha de fragilidade na tira 1.
Uma linha de fragilidade 6 eficaz não precisa ser contínua. Porexemplo, uma ou mais regiões não enfraquecidas podem ser deixadas em umalinha de fragilidade 6 a fim de manter a resistência à tração da tira 1, porexemplo, para facilitar o manuseio durante a fabricação e indexação da tira 1em um dispositivo de inalação e para impedir rompimentos acidentais da tira1. Uma linha de fragilidade 6 pode, portanto, compreender regiões que foramenfraquecidas e regiões que não foram enfraquecidas ou regiões com níveisdiferentes de enfraquecimento.Será apreciado que mais de uma linha de fragilidade 6 pode serformada ao mesmo tempo aplicando-se o enfraquecimento a uma pluralidadede pontos usando simultaneamente, por exemplo, uma ferramenta commúltiplos membros de lâmina 9. De preferência, as linhas de fragilidade 6 sãoformadas ao longo de uma porção substancial ou de toda a tira 1 em umaúnica operação. Alternativamente, elas podem ser formadas em um processocontínuo. Meios para criar processos contínuos ou intermitentes para afabricação de alto volume são bem conhecidos no campo do maquinário deprocessamento de ampola. De modo semelhante, mais de uma tira pode serprocessada ao mesmo tempo processando-se as tiras lado a ladosimultaneamente.
A Figura 8 ilustra um modo de realização alternativo no qualum laser 16 é usado para formar linhas de fragilidade na tira 1. De acordocom esse modo de realização, um feixe de laser 17 emitido por um laser 16escaneia através da tira 1 em um padrão predeterminado e modificalocalmente a camada de polímero 2c por fusão, ablação ou uma combinaçãodas duas, para formar uma linha de fragilidade 6 sem afetar a camada delâmina fina de metal 2b. O laser 16 pode ser configurado para removersomente uma proporção da espessura da camada de polímero 2c, emboracontrolar a precisão da profundidade da ablação possa ser difícil em umprocesso contínuo, onde a camada de lâmina fina de metal 2b está sujeita amovimento. Portanto, é preferível se o laser 16 remove a camada de polímero2c para sua profundidade completa. O laser 16 pode remover a camada depolímero 2c através somente de uma porção da largura da tira 1. Por exemplo,em uma matriz pontilhada ou de ponto ou padrão tracejado como aquele aolongo da linha de fragilidade 6 há regiões alternativas de polímero removido enão-removido, como mostrado nas Figuras 9A e 9B. Dessa maneira a tirapode ser feita capaz de ser rasgada sem enfraquecê-la indevidamente.
O laser 16 pode ser um laser de C02 ou um laser YAG, mas é,de preferência, um laser de CO2. O tipo e a potência do laser 16 sãoescolhidos para dar ablação eficaz à camada de polímero 2c sem danificar acamada de lâmina fina de metal de alumínio 2b abaixo. A formação de umalinha de fragilidade com um laser pode ser combinada com qualquer dosmétodos para iniciar um rasgo incluindo uma marca, entalhe ou corte portoque.
Vantajosamente, para alto volume de produção o processo defazer as tiras de ampola 1 é contínuo ou compreende uma combinação deestações contínuas e intermitentes dependendo do tipo de operação. Porexemplo, a formação a frio de uma forma de ampola é freqüentementerealizada por um processo intermitente. Em um processo contínuo, o laser 16é programado para escanear através da camada de lâmina fina de metal 2bpara formar uma linha de fragilidade 6 e, então, indexar para a próximaposição em sincronização com a indexação da tira 1 através do processo. Issopode ser conseguido escaneando-se o feixe de laser 17 ou movendo-se a tira1. Em um processo intermitente, o laser 16 pode formar uma quantidade delinhas de fragilidade escaneando o feixe 17 antes da tira 1 ser indexada aolongo por uma quantidade de ampolas 4.
Será apreciado que todos os modos de realização mencionadosacima tratam de um método e de um aparelho para formar uma região defragilidade em uma tira de ampola pré-formada. Entretanto, também éconsiderado que a formação de uma região de fragilidade entre as ampolaspode ser formada simultaneamente com a fabricação da ampola, ou seja, nomesmo momento em que a tampa é vedada à base.
A Figura 10 ilustra uma porção de uma ferramenta de vedaçãoou chapa 20 comprimindo uma superfície recartilhada ou áspera de outromodo 21 que contata o material de tampa e realiza a função de vedá-la porcima da base. A ferramenta de vedação 20 tem um orifício 22 correspondendoa uma cavidade de ampola, de modo que o material de tampa não seja afetadopela ferramenta 20 na região do material de tampa que se estende sobre acavidade. Em qualquer um dos lados do orifício 22 fica uma área elevada 23para criar uma linha de fragilidade de propagação de rasgo na tira sobrequalquer lado de uma cavidade de ampola. Em um modo de realizaçãopreferido, a área elevada é substancialmente nivelada com as pontas ousuperfícies mais de topo do padrão recartilhado que forma a vedação. Asáreas elevadas 23 criam uma região entre as ampolas que é tanto ligeiramenteafinada quanto endurecida à medida que o laminado é espremido contra aferramenta de vedação que é aquecida de modo a fazer a laca de vedação sefundir. Essa região, portanto, é ligeiramente mais quebradiça e facilmenterasgada uma vez que um rasgo seja iniciado.
Será apreciado que a ferramenta de vedação pode ser aplicadaa qualquer lado da tira de ampola para vedar o material de tampa à base. Alémdo mais, a tampa e o material de base podem ser espremidos entre duasferramentas de vedação semelhantes.
A Figura 10B ilustra uma versão modificada de uma porção daferramenta de vedação mostrada na Figura 10A. Nesse modo de realização, asáreas elevadas 25 tomam a forma das regiões alargadas na borda da tira entreos orifícios 22 para criar regiões de iniciação de rasgo que facilitam ainiciação de um rasgo. Em um modo de realização preferido, a região elevadaé substancialmente nivelada com as pontas ou superfícies mais de topo dopadrão recartilhado que forma a vedação. Alternativamente, qualquer dasáreas elevadas mostradas nas Figuras 10A e 10B pode ser ligeiramente cheiado padrão recartilhado por até 0,2mm. O padrão recartilhado está tipicamenteentre 0,025mm e 0,2mm de profundidade e, de preferência, entre 0,04mm e0,lmm.
A Figura 10C ilustra ainda uma outra versão modificada deuma porção da ferramenta de vedação mostrada nas Figuras 10A e 10B.Nessa versão, as áreas elevadas 23 mostradas na Figura 10A são combinadascom as áreas elevadas 25 mostradas na Figura 10B. A região elevadacombinada 23, 25 é usada tanto para iniciar quanto para propagar um rasgo.As regiões de iniciação de rasgo 25 podem ser ligeiramente mais altas do queas regiões de propagação 23, já que o laminado precisa ser mais fraco naregião de iniciação.
Muitas modificações e variações da invenção recaindo dentrodos termos das reivindicações a seguir serão visíveis para aqueles experientesna técnica e a descrição anterior deveria ser olhada somente como umadescrição dos modos de realização preferidos da invenção.

Claims (31)

1. Embalagem de ampola, caracterizada pelo fato de quecompreende uma pluralidade de cavidades de ampola espaçadas, cada umaconfigurada para receber e armazenar uma dose individual de medicamentopara inalação por um usuário, em que a embalagem inclui uma camada defolha fina, uma camada de polímero externa e uma região de fragilidadeformada substancialmente removendo-se ou deslocando-se uma porção dacamada de polímero externa a partir da camada de folha fina entre cadacavidade de ampola, ou uma quantidade de cavidades de ampola.
2. Embalagem de ampola de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que a embalagem inclui uma camada de polímerointerna e a região de fragilidade é formada substancialmente deslocando-se acamada de polímero interna, em adição a substancialmente remover oudeslocar a camada de polímero externa a partir da folha fina.
3. Embalagem de ampola de acordo com a reivindicação 2,caracterizada pelo fato de compreender uma porção de base na qual ascavidades de ampola são formadas e uma porção de tampa substancialmenteplanar vedando as cavidades de ampola.
4. Embalagem de ampola de acordo com a reivindicação 3,caracterizada pelo fato de que as camadas de polímero externa e interna e acamada de folha fina formam parte da porção de base.
5. Embalagem de ampola de acordo com qualquer uma dasreivindicações 2 a 4, caracterizada pelo fato de que a camada de polímerointerna tem uma espessura que é menor do que 60um.
6. Embalagem de ampola de acordo com a reivindicação 5,caracterizada pelo fato de que a camada de polímero interna tem umaespessura dentre 15um e 40um.
7. Embalagem de ampola de acordo com a reivindicação 5 oua reivindicação 6, caracterizada pelo fato de que a camada de polímero internatem uma espessura de 3 O um.
8. Embalagem de ampola de acordo com qualquerreivindicação anterior, caracterizada pelo fato de compreender uma tiraalongada de ampolas.
9. Embalagem de ampola de acordo com a reivindicação 8,caracterizada pelo fato de que a região de fragilidade é provida entre cadaampola da tira.
10. Embalagem de ampola de acordo com qualquerreivindicação anterior, caracterizada pelo fato de que a, ou cada, região defragilidade é descontínua.
11. Embalagem de ampola de acordo com a reivindicação 10,caracterizada pelo fato de que a camada de polímero externa ésubstancialmente removida ou deslocada a partir de regiões separadamenteespaçadas discretas que se estendem ao longo de cada região de fragilidade,de modo que cada região de fragilidade seja formada a partir de uma série deseções frágeis e não-frágeis.
12. Embalagem de ampola de acordo com qualquerreivindicação anterior, caracterizada pelo fato de que a região de fragilidade éformada em uma borda de uma embalagem para facilitar a iniciação de umrasgo.
13. Embalagem de ampola de acordo com qualquerreivindicação anterior, caracterizada pelo fato de compreender um entalhe,marca ou perfuração na borda da embalagem para facilitar a iniciação de umrasgo.
14. Embalagem de ampola de acordo com qualquerreivindicação anterior, caracterizada pelo fato de que pelo menos uma porçãoda região de fragilidade é uma linha ou tira estreita.
15. Embalagem de ampola de acordo com a reivindicação 14,caracterizada pelo fato de que a região de fragilidade compreende uma linhaou tira estreita e uma região alargada de fragilidade onde a linha encontra umaborda da embalagem.
16. Embalagem de ampola de acordo com a reivindicação 15,caracterizada pelo fato de que a linha ou tira estreita se estende através daembalagem entre duas regiões alargadas de fragilidade onde as extremidadesda linha encontram as bordas da embalagem.
17. Método para conferir uma região de fragilidade a umaembalagem de ampola entre cavidades de ampola adjacentes da embalagemque recebem e armazenam doses individuais de medicamento para inalaçãopor um usuário, a embalagem incluindo uma camada de folha fina e umacamada de polímero externa, caracterizado pelo fato de que inclui a etapa deremover ou deslocar substancialmente uma porção da camada de polímeroexterna a partir da camada de folha fina para formar a mencionada região defragilidade.
18. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizadopelo fato de que a etapa de remover ou deslocar substancialmente uma porçãoda camada de polímero externa a partir da camada de folha fina para formar amencionada região de fragilidade inclui a etapa de aplicar calor e pressão àembalagem para amolecer ou fundir uma porção da camada de polímeroexterna e comprimir e/ou empurrar a mencionada porção afastando-a da folhafina na mencionada região.
19. Método de acordo com a reivindicação 18, caracterizadopelo fato de incluir a etapa de cortar uma porção da embalagem em umaregião de fragilidade que encontra a borda da embalagem para formar meiospara iniciar um rasgo na região de fragilidade.
20. Dispositivo para conferir uma região de fragilidade a umaembalagem de ampola entre as cavidades de ampola adjacentes da embalagemque recebem e armazenam doses individuais de medicamento para inalaçãopor um usuário, a embalagem incluindo uma camada de folha fina e umacamada de polímero externa, caracterizado pelo fato de incluir meios paraaquecer e/ou comprimir uma porção da embalagem de ampola em uma regiãoonde uma região de fragilidade deve ser formada, de modo a remover oudeslocar substancialmente uma porção da camada de polímero externa a partirda camada de folha fina.
21. Dispositivo de acordo com a reivindicação 15, caracterizadopelo fato de que o mencionado meio para aquecer e/ou comprimir uma porção daembalagem de ampola é um membro de lâmina aquecido.
22. Dispositivo de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato de que o dispositivo inclui um membro de base sobreo qual a embalagem de ampola fica localizada e membros de batentedependendo do membro de lâmina aquecido que encaixa o membro de basedurante a formação de uma região de fragilidade para manter uma distânciapredeterminada entre o membro de lâmina aquecido e o membro de base.
23. Dispositivo de acordo com as reivindicações 21 ou 22,caracterizado pelo fato de que o dispositivo inclui membros de cortedependendo do membro de lâmina aquecido para cortar uma porção da embalagemem uma região onde a região de fragilidade encontra a borda da embalagem paraformar meios para iniciar um rasgo em uma região de fragilidade.
24. Dispositivo de acordo com a reivindicação 20,caracterizado pelo fato de que o meio para aquecer uma porção da embalagemde ampola em uma região onde a região de fragilidade deve ser formada, demodo a remover ou deslocar substancialmente uma porção da camada depolímero externa a partir da camada de folha fina, é um laser.
25. Dispositivo de acordo com a reivindicação 24,caracterizado pelo fato de que o laser é configurado para remover ou deslocaruma porção da camada de polímero externa a partir das regiões separadasdiscretas ao longo de cada região de fragilidade.
26. Ferramenta de vedação para fabricar uma embalagem deampola, caracterizada pelo fato da embalagem compreender uma porção debase tendo uma pluralidade de cavidades de ampola na mesma e uma porçãode tampa para fixação à porção de base sobre as cavidades para vedá-las umavez que uma dose tenha sido localizada em cada cavidade de ampola, aembalagem incluindo uma camada de folha fina e uma ou mais camadas depolímero, onde a ferramenta de vedação compreende uma superfície aquecidapara comprimir e aquecer uma base de ampola e uma tampa posicionadasobre a base para vedar a tampa à base, onde a superfície de vedação incluiseções elevadas para remover ou deslocar substancialmente uma porção dacamada de polímero externa a partir da camada de folha fina para formar umaregião de fragilidade à medida que a tampa é vedada por calor à base.
27. Ferramenta de vedação de acordo com a reivindicação 26,caracterizada pelo fato de que a superfície aquecida é recartilhada e as regiõeselevadas são substancialmente niveladas com as superfícies mais de topo dopadrão recartilhado.
28. Ferramenta de vedação de acordo com a reivindicação 26,caracterizada pelo fato de que a superfície aquecida é recartilhada e a regiãoelevada está cheia do padrão recartilhado por até 0,2mm.
29. Ferramenta de vedação de acordo com qualquer dasreivindicações 23 a 28, caracterizada pelo fato de que a região elevada temuma primeira seção para formar uma região de fragilidade na borda de umaembalagem e uma segunda seção para formar uma outra região de fragilidadese estendendo da primeira seção remota a partir das bordas da embalagem.
30. Ferramenta de vedação de acordo com a reivindicação 29,caracterizada pelo fato de que a altura da primeira seção a partir da superfícieé maior do que a altura da segunda seção a partir da superfície.
31. Dispositivo de inalação, caracterizado pelo fato de conteruma embalagem de ampola como definida em qualquer uma dasreivindicações 1 a 16.
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