BRPI0610325A2 - jardins murados. - Google Patents

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BRPI0610325A2
BRPI0610325A2 BRPI0610325-1A BRPI0610325A BRPI0610325A2 BR PI0610325 A2 BRPI0610325 A2 BR PI0610325A2 BR PI0610325 A BRPI0610325 A BR PI0610325A BR PI0610325 A2 BRPI0610325 A2 BR PI0610325A2
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Sean U Kelly
Lili Cheng
Ryszard K Kott
Richard L Hughes
William L Portnoy
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Abstract

A presente invenção provê um sistema e método único que facilitam um ambiente de comunicação controlada, permitindo a um usuário participar de uma pluralidade de contextos de privacidade com outras pessoas de uma maneira simultânea. Um usuário poderá atribuir ou definir níveis de privacidade à sua informação, de modo a controlar a visibilidade de tais informações por parte de outras pessoas. Em particular, um primeiro usuário poderá manter um ou mais "jardins" de conteúdo que podem ser acessíveis a pelo menos um subconjunto da comunidade em linha. O acesso aos conteúdos de qualquer um jardim poderá se basear no nível de privacidade do jardim e no nível de privacidade (por exemplo, os parâmetros de acesso) concedidos à pessoa. Os níveis de privacidade e a disposição do conteúdo podem ser hierárquicos e/ou não sobrepostos. Deste modo, um usuário poderá se comunicar com múltiplos usuários ao mesmo tempo, sem restrições, independente do seu contexto ou nível de privacidade, ao mesmo tempo mantendo os limites de privacidade de cada jardim.

Description

"JARDINS MURADOS"
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se, de modo geral, aredes de informação e, em particular, a sistemas e métodosque provêm aos usuários um ambiente de comunicação controla-da, incluindo vários niveis de privacidade e/ou segurançaque permitem ao usuário se comunicar com outros usuáriosnestes vários niveis de privacidade ou segurança ao mesmotempo.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Um dos canais mais eficazes para disseminar e ob-ter informações é através de relações diretas ou pessoaisreferidas como rede social. Uma rede social consiste de pes-soas e suas relações pessoais com outras pessoas, através doque informações e oportunidades são trocadas. A relação di-reta, pessoal implica no fato de duas pessoas "se conhece-rem" e de tipicamente possuírem uma certa quantidade de con-fiança mútua. Uma pessoa pode ter mais de uma ou diversasredes sociais diferentes, o que é similar a uma pessoa terdiferentes grupos de amigos (por exemplo, amigos familiares,amigos de trabalho, amigos de escola, amigos de festas, etc.).
0 valor de uma rede social pode ser demonstrado,por exemplo, pelo fenômeno dos "seis graus de separação", oque significa que a distância entre quaisquer duas pessoasem termos de relações diretas pessoais é relativamente pe-quena (por exemplo, de 6 graus ou menos). As redes sociaissão freqüentemente empregadas por pessoas, muitas vezes, semuma idéia consciente. Por exemplo, uma pessoa pode estarpesquisando um trabalho e contata seus amigos a fim de de-terminar se os mesmos sabem de cargos disponíveis. Esses a-migos são capazes de prover informações confiáveis sobrecargos dos quais diretamente têm conhecimento. Esses amigospodem também recomendar cargos disponíveis ao amigo que estáprocurando trabalho. Além disso, essas relações diretas pes-soais podem ser empregadas para se obter informações sociaise/ou oportunidades, tais como, informações sobre parceirosromânticos possíveis, bons filmes, restaurantes, e/ou a com-pra, a venda, ou a troca de artigos ou serviços.
As relações diretas pessoais são particularmenteúteis na obtenção de informações e oportunidades, tendo emvista a confiabilidade das informações associada e as pesso-as envolvidas. Por exemplo, uma pessoa tipicamente ficará,com freqüência, mais à vontade para intercambiar uma casa deveraneio (intercâmbio de casa) com o amigo de um amigo, mes-mo que ela não conheça pessoalmente o amigo do amigo, do quefazer o intercâmbio da casa com um estranho. Um base paratal confiança é que a pessoa pode confiar no fato de que seuamigo imediato não se ligaria a uma pessoa que oferece umintercâmbio de casa (por exemplo, o amigo de um amigo) seeste amigo do amigo não fosse confiável ou digno de confian-ça. De modo geral, pode se ter confiança no amigo imediatono sentido de que este oferece uma avaliação honesta da con-fiança com relação à terceira parte. As redes sociais comfreqüência se baseiam em informações baseadas em opiniões,como, por exemplo, sobre filmes, restaurantes, locais paraviagem, ou coisa do gênero. Estas informações compartilhadasentre um grande número de pessoas em geral são tipicamentemais confiáveis que nas palavras de uma critica profissional.
No contexto de uma rede social em linha, permaneceo problema da manutenção, do controle, e da regulação do u-suário com relação aos recursos limitados do sistema e aocomportamento do usuário.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A seguir apresenta-se um sumário simplificado dapresente invenção a fim de prover um entendimento básico dealguns aspectos da presente invenção. Este sumário não vem aser um resumo introdutório extensivo da presente invenção.Não se pretende identificar os elementos chaves / críticosda presente invenção ou delinear o âmbito da presente inven-ção. O seu único propósito é apresentar alguns conceitos, deuma forma simplificada, como uma introdução à descrição maisdetalhada que será apresentada mais adiante.
A presente invenção se refere a um sistema e/oumetodologia que facilitam um ambiente de comunicação contro-lada que permita a um usuário interagir com outros usuáriosde uma comunicação em linha em diferentes niveis de privaci-dade, de uma maneira simultânea. 0 sistema e método permitema um usuário atribuir ou definir niveis variados de privaci-dade a sua informação ou conteúdo a fim de controlar a visi-bilidade e o acesso de tais informações por parte de outraspessoas. Em particular, um primeiro usuário poderá manter umou mais "jardins" ou armazenadores de conteúdo que poderãose tornar acessíveis ou visualizáveis a pelo menos um sub-conjunto de comunidade. O acesso aos conteúdos de qualquerum jardim poderá se basear no nivel de privacidade (por e-xemplo, parâmetros de acesso) concedido a uma outra pessoaque se registra na comunidade. Os niveis de privacidade po-dem variar desde público (por exemplo, não privativo) a com-pletamente privativo (por exemplo, nenhum acesso permitido aoutros usuários) com graus de privacidade dispersados entreos mesmos. Essencialmente, um usuário poderá se comunicarsem restrição com múltiplos usuários ao mesmo tempo indepen-dente de seu contexto ou nivel de privacidade, embora mantendo controle sobre os limites de privacidade de cada jardim.
Os sistemas de comunicação convencionais que per-mitem algum tipo de troca de informação entre usuários re-querem que o usuário (por exemplo, o proprietário do conteú-do) se movimente entre um contexto público ou privativo (porexemplo, similar aos modos de comutação) baseado no contextodo outro usuário (por exemplo, a pessoa que busca acesso aoconteúdo). Isto pode, muitas vezes, causar confusão ao usuá-rio, assim como também muitos outros problemas de comunica-ção e segurança. Outros sistemas de comunicação convencio-nais apenas oferecem um ambiente totalmente público ou umambiente totalmente seguro, em que, nos dois casos, os usuá-rios têm acesso a todas as informações do sistema ou de umamaneira não restrita ou de uma maneira segura, respectiva-mente. Diferentemente estes sistemas convencionais, a pre-sente invenção facilita a comunicação simultânea em ambos oscontextos público ou privado, os quais ficam efetivamentetransparentes para as partes que se comunicam.
Por exemplo, um primeiro usuário poderá postar umgrupo de fotos, designando algumas públicas e outras priva-tivas. Um segundo usuário com direitos de acesso apenas pú-blico poderá visualizar as fotos públicas, mas não vê ou sa-be a respeito das fotos privativas. Ao mesmo tempo, um ter-ceiro usuário com direitos de acesso privativo poderá visua-lizar as fotos privativas e conversar com o primeiro usuáriosobre estas fotos privativas.
Diferentes abordagens podem ser empregadas paraque isto venha ocorrer. Em uma abordagem, isto pode ser feito em parte ao inicialmente determinar os direitos de aces-so, caso algum, das segunda e terceira pessoas. Quando osdireitos de acesso são reconhecidos, o segundo e terceirousuários poderão receber o respectivo conteúdo disponívelpara cada um. Quando não são encontrados direitos de acesso,apenas o acesso público ou apenas o conteúdo público poderáse tornar disponível para aquela pessoa. De maneira alterna-tiva, nenhum acesso poderá ser oferecido quando não são en-contrados direitos de acesso. Em uma outra abordagem, o sis-tema poderá automaticamente colocar o segundo e terceiro u-suários "em" seus respectivos jardins por meio da identifi-cação de seus direitos de acesso de acordo com as suas in-formações de identificação. Nesta abordagem, o acesso à co-munidade poderá automaticamente conceder acesso ao segundoou ao terceiro usuário a pelo menos o conteúdo público e,deste modo, colocar o usuário apropriado em seu jardim apro-priado após identificação.
0 acesso a qualquer jardim ou armazenador em par-ticular poderá prover ao usuário a capacidade de blogar oupostar mensagens, fotos, e/ou outro conteúdo dentro daquelejardim. Além disso, o usuário poderá visualizar o conteúdode outros usuários postado naquele jardim e/ou adicionar co-mentários ou anotações sobre o conteúdo postado ou publicadopor outros usuários dentro daquele jardim.
De acordo com um aspecto da presente invenção, osjardins ou armazenadores podem ser acessíveis a partir deuma rede pública, como, por exemplo, a Rede Mundial (WorldWidé Web) , ou a partir de uma rede privada para um conjuntomais discreto de usuários. Por conseguinte, a comunidade deusuários pode ser o público em geral ou um grupo mais espe-cífico de usuários, como, por exemplo, um grupo social depessoas, os empregados de uma empresa, ou os alunos de umauniversidade.
De acordo com um outro aspecto da presente inven-ção, os jardins ou armazenadores de conteúdo podem ser orga-nizados de uma maneira hierárquica, assim como de uma manei-ra não sobreposta. Sendo assim, os direitos de acesso se so-brepõem ao mutuamente excluem o acesso a outros jardins comníveis mais baixos de privacidade. Além disso, um usuáriopode ser "localizado" em vários jardins diferentes e se co-municar a partir dos mesmos ao mesmo tempo. Deste modo, aapresentação do conteúdo de cada jardim ao usuário dependeráde que jardim está se considerando naquele momento. Ou seja,o conteúdo apresentado ao usuário poderá depender dos diver-sos jardins diferentes.
Para a realização dos fins acima e de fins rela-cionados, certos aspectos ilustrativos da presente invençãoserão descritos no presente documento com relação à descri-ção e aos desenhos em anexo. Estes aspectos são indicativos,contudo, de apenas algumas dentre as diversas maneiras nasquais os princípios da presente invenção podem ser emprega-dos, e a presente invenção pretende incluir todos estes as-pectos e seus equivalentes. Outras vantagens e aspectos no-vos da presente invenção poderão se tornar aparentes a par-tir da descrição detalhada a seguir da presente invenção,quando considerados em conjunto com os desenhos.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é um diagrama em blocos de alto nivelde um sistema de comunicação controlada que facilita a comu-nicação simultânea em ambos os contextos privado ou públicode acordo com um aspecto da presente invenção.
A Figura 2 é um diagrama em blocos de um sistemade comunicação controlada que facilita a comunicação simul-tânea entre um usuário e outras pessoas em ambos os contex-tos privado ou público de acordo com um aspecto da presenteinvenção.
A Figura 3 é um diagrama em blocos de um sistemade comunicação automatizado controlado que automaticamentepropõe ou atribui um novo nivel de privacidade a uma pessoaque se comunica com um usuário baseado nas comunicações e/ouações do usuário de acordo com um aspecto da presente inven-ção .
A Figura 4 é -uma diagrama em blocos demonstrando ainteração simultânea em ambos os contextos público e privadode acordo com um aspecto da presente invenção.A Figura 5 é um diagrama esquemático de uma dispo-sição de grupo / nível de privacidade exemplar de acordo comum aspecto da presente invenção.
A Figura 6 é um diagrama esquemático de uma dispo-sição de grupo / nível de privacidade exemplar de acordo comum aspecto da presente invenção.
A Figura 7 é um diagrama em blocos de um subsiste-ma que opera cooperativamente com os sistemas da Figura 1 ouda Figura 2 que facilita a resolução da imagem de conteúdopara uma pessoa com acesso a múltiplos grupos de privacidade.
A Figura 8 é um fluxograma ilustrando uma metodo-logia exemplar que facilita a comunicação simultânea em múl-tiplos contextos de privacidade de acordo com um aspecto dapresente invenção.
A Figura 9 é um fluxograma ilustrando uma metodo-logia exemplar que facilita a comunicação simultânea em am-bos os contextos privado e público (não privado) de acordocom um aspecto da presente invenção.
A Figura 10 é um fluxograma ilustrando uma metodo-logia exemplar que facilita as propostas ou atribuições au-tomáticas de um novo nível de privacidade a uma pessoa quese comunica com um usuário baseado nas comunicações e/ou a-ções do usuário de acordo com um aspecto da presente invenção.
A Figura 11 é um fluxograma ilustrando uma metodo-logia exemplar que facilita a interação entre uma pessoa e ojardim de um usuário de acordo com um aspecto da presenteinvenção.
A Figura 12 é um fluxograma ilustrando uma método-logia exemplar que facilita a interação de uma pessoa com ojardim de um usuário de acordo com um aspecto da presenteinvenção.
A Figura 13 ilustra uma me para a implementação devários aspectos da presente invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
A presente invenção é agora descrita com referên-cia aos desenhos, nos quais numerais de referência similaressão usados para se referir a elementos similares em todas asfiguras. Na descrição a seguir, para fins de explicação, sãoapresentados inúmeros detalhes específicos a fim de proverum entendimento geral da presente invenção. Pode ficar evi-dente, no entanto, que a presente invenção pode ser pratica-da sem estes detalhes específicos. Em outras instâncias, es-truturas e dispositivos bem conhecidos são mostrados em for-ma de diagramas em blocos a fim de facilitar a descrição dapresente invenção.
Conforme usado neste pedido, os termos "componen-te" e "sistema" pretendem se referir a uma entidade relacio-nada a computadores, quer ao hardware, a uma combinação dehardware e software, ao software, ou ao software em execu-ção. Por exemplo, um componente pode ser, porém não se limi-ta a ser, um processo executado em um processador, um pro-cessador, um objeto, um executável, um fio de execução, umprograma, ou um computador. A guisa de ilustração, tanto umaaplicação que é executada em um servidor, como o servidorpodem ser um componente. Um ou mais componentes pode residirdentro de um processo e/ou fio de execução, ou um componentepode se localizar em um computador e/ou ser distribuído en-tre dois ou mais computadores.
A presente invenção pode incorporar vários esque-mas e/ou técnicas de inferência com relação à concessão ou àprovisão automática de direitos de acesso adicionais a umconteúdo protegido de um usuário, baseadas pelo menos emparte nas ações ou comunicações do usuário com uma outrapessoa (para a qual os direitos de acesso podem ser concedi-dos) . Além disso, tais esquemas de inferência podem ser em-pregados em parte para se determinar que conteúdo exibir pa-ra uma pessoa que se comunica com o proprietário do conteúdo(usuário) - especialmente nos casos em que a pessoa tem di-reitos de acesso a múltiplos grupos de conteúdo, mas nem to-dos os grupos podem ser acessados imediatamente pela pessoa.Outros cenários, embora não apresentados aqui, podem tambémfazer uso de um ou mais esquemas de inferência a fim de exe-cutar a presente invenção, sendo estes contemplados comodentro do âmbito da presente invenção.
Conforme usado no presente documento, o termo "in-ferência" refere-se, de modo geral, ao processo de raciona-lizar sobre ou inferir estados do sistema, ambiente, e/ouusuário a partir de um conjunto de observações conforme cap-turadas através de eventos e/ou dados. A inferência pode serempregada no sentido de identificar um contexto ou ação es-pecifica, ou pode gerar uma distribuição de probabilidadesobre estados, por exemplo. A inferência pode ser probabi-listica - ou seja, a computação de uma distribuição de pro-babilidades sobre estados de interesse baseada na considera-ção de dados e eventos. A inferência pode também se referiràs técnicas empregadas para a composição de eventos de nivelmais alto a partir de um conjunto de eventos e/ou dados. Es-tes resultados de inferência na construção de novos eventosou ações a partir de um conjunto de eventos observados e/oudados de eventos armazenados, quer os eventos estejam corre-lacionados em uma proximidade temporal estrita ou não, ouquer os eventos ou os dados venham de um evento ou fonte dedados ou de diversos eventos ou fontes de dados.
Em toda a descrição da presente invenção, os ter-mos "usuário" e "pessoa" são empregados para distinguir en-tre as partes envolvidas. Em particular, o termo "usuário"de modo geral se refere a um proprietário ou co-proprietáriodo conteúdo ou grupo de conteúdos que se encontra potencial-mente acessível por parte de outras pessoas através de umacomunidade em linha (por exemplo, a Rede mundial, uma redeempresarial, uma rede escolar, etc.). Cada grupo de conteúdopode também ser referido como "jardim".
O termo "pessoa" de modo geral se refere a qual-quer outro usuário que tem acesso à comunicação em linha eque pode potencialmente interagir com qualquer proprietárioou co-proprietário de um jardim, assim como com o própriojardim dependendo dos direitos de acesso ou nivel de priva-cidade concedidos ao mesmo. Cada jardim ou grupo de jardinspode também ser atribuído a um nivel de privacidade. Quandoo nivel de privacidade de um jardim é "atendido" pelo oucorresponde ao nivel de privacidade de uma pessoa, essa pes-soa então terá acesso àquele jardim em particular. Em geral,o acesso pode ser mínimo, como, por exemplo, uma visualiza-ção passiva do conteúdo de um jardim ou de pelo menos umaporção do mesmo. 0 acesso à ou a capacidade de visualizarqualquer jardim em particular ou pedaço de conteúdo pode sersubmetido a uma ou mais regras de apresentação, conforme de-terminado pelo usuário para o jardim em particular ou pedaçode conteúdo.
Com referência agora à Figura 1, é mostrado um di-agrama em blocos geral de um sistema de comunicação contro-lada 100 que prove um ambiente de comunicação no qual as in-formações incluídas no mesmo podem ser tanto públicas comoprivadas dependendo das preferências do usuário. O sistema100 inclui um componente de análise de dados 110 que recebee examina a entrada de acesso, como, por exemplo, os dadosde login (identificação) de uma pessoa (por exemplo, nome deusuário, senha, etc), assim como qualquer informação deri-vada dos mesmos. O componente de análise de dados 110 podedeterminar a identidade da pessoa, assim como reconhecer ascapacidades de acesso concedidas à pessoa enquanto "no" am-biente de comunicação.
A informação determinada pelo componente de análi-se de dados 110 pode ser comunicada ao componente de contro-le de contexto 120. 0 componente de controle de contexto 120pode regular a interação entre os proprietários / co-proprietários (usuários) do jardim e pelo menos uma pessoacorrentemente "no" ambiente de comunicação. Por exemplo, i-magine que um usuário tenha um conteúdo público (ou seja,não privado) e um conteúdo privado, ambos mantidos em pelomenos dois grupos respectivos: em um grupo público e em umgrupo privado. Uma pessoa A recebe direitos de acesso míni-mos e, deste modo, só pode acessar o grupo público, enquantoa Pessoa B recebe um grau maior de direitos de acesso e, as-sim, pode ter acesso ao grupo privado. A fim de manter esteslimites entre os grupos de conteúdo, limites similares podemser empregados ao se comunicar sobre tal conteúdo com o pro-prietário do conteúdo. Deste modo, a comunicação pode estarem um contexto público ao lidar com o grupo público ou qual-quer pessoa associada ao mesmo. De maneira similar, o pro-prietário do contexto ou qualquer pessoa associada ao grupoprivado poderá interagir em um contexto privado.
O componente de controle de contexto 120 pode ge-renciar e controlar a interação entre o usuário (ou o conte-údo do usuário) e as respectivas pessoas de modo que o con-texto de privacidade (por exemplo, o contexto público, ocontexto privado, o contexto muito privado, etc.) seja pre-servado para cada pessoa apesar da interação simultânea emambos os contextos público e privado. Além disso, as opera-ções do componente de controle de contexto 120 são transpa-rentes ao usuário, assim como às pessoas que interagem com ousuário. Sendo assim, esta pessoa não poderá ficar ciente denenhum outro grupo ao qual ela não tem acesso e o usuárionão precisará se preocupar em ficar confuso sobre qual pes-soa pode ver aquele conteúdo.
Além disso, um componente de comunicação de múlti-plos contextos 130 facilita a interação e/ou a comunicaçãodo usuário em uma pluralidade de contextos de uma maneirasimultânea sem precisar que o usuário (o proprietário doconteúdo) comute entre modos de privacidade para cada um dosdiferentes niveis de privacidade ao qual cada pessoa podeestar atribuída. Além disso, o usuário pode se comunicar li-vremente com uma pluralidade de pessoas de diferentes niveisde privacidade, que são privativas para diferentes conteú-dos, sem se preocupar sobre quão seguro o ambiente é ou pre-cisa ser antes de uma comunicação poder começar com uma de-terminada pessoa.
Com referência agora à Figura 2, é ilustrado umdiagrama em blocos de um sistema de comunicação controlada200 que facilita o estabelecimento de jardins ou grupos deconteúdos, e o controle de acesso para tais conteúdos de a-cordo com um aspecto da presente invenção. A fim de estabe-lecer vários niveis de proteção para o conteúdo do usuário,o sistema 200 inclui um componente de organização de conteú-do 210 que pode organizar o conteúdo do usuário em um oumais bancos de dados (ARMAZENADOR DE CONTEÚDOi 220) e/ou atéo ARMAZENADOR DE CONTEÚDOM 230), em que M é um inteiro maiorque ou igual' a um) . Cada banco de dados pode ser referidocomo um jardim, por meio do que cada jardim pode ser atribu-ído a um nivel de privacidade através de um componente deatribuição de privacidade 240. 0 conteúdo do usuário podeser armazenado de acordo com o nivel de privacidade desejadopelo usuário para cada pedaço ou tipo de conteúdo. No entan-to, deve-se apreciar que o conteúdo do usuário não precisaser organizado em armazenadores de conteúdo fisicamente se-parados, uma vez que a distinção dos grupos de conteúdos po-de estar em um nivel lógico. Além disso, o conteúdo pode seratribuído à sobreposição dos armazenadores de conteúdo, talcomo quando os grupos de privacidade se sobrepõem.
Usando um delineamento similar dos niveis de pri-vacidade, o componente de atribuição de privacidade 240 podetambém atribuir niveis de privacidade aos contatos do usuá-rio ou a qualquer pessoa na rede social do usuário. Uma vezque o usuário poderá não conhecer ou ser capaz de identifi-car cada pessoa pelo nome na comunidade em linha, qualquerpessoa sem um nivel de privacidade atribuído poderá recebero nivel de privacidade minimo (por exemplo, somente direitosde acesso público) por padrão.
Quando os jardins são estabelecidos, pelo menosuma porção do conteúdo pode se tornar disponível para outraspessoas registradas na comunicação em linha. No entanto, an-tes de qualquer conteúdo ser exibido, um componente de iden-tificação de privacidade 250 poderá identificar a pessoa quedeseja tal acesso a fim de determinar o seu nivel de priva-cidade. Depois de isto ser determinado, o componente de exi-bicão de conteúdo 260 exibirá o conteúdo apropriado ou per-mitirá o acesso da pessoa a tal conteúdo. Ou seja, pelo me-nos um jardim se torna visível à pessoa com base no nivel deprivacidade atribuído ao jardim e à pessoa. Quando nenhumnivel de privacidade é atribuído à pessoa, um jardim consi-derado adequado para uma visualização pública poderá ser e-xibido. A seguir, um componente de comunicação de usuário-a-pessoa 270 poderá ser empregado a fim de facilitar as comu-nicações entre o usuário e a pessoa associados ao jardim emparticular no video. Como um resultado, o usuário não preci-sa adivinhar a que conteúdo a pessoa está se referindo emsua comunicação e poderá prontamente se comunicar com maisde uma pessoa de uma vez só, independente do nivel de priva-cidade envolvido. Exemplos de comunicações incluem, porémnão se limitam a, blogs, bate-papos, troca de mensagens ins-tantâneas, troca de e-mails, e/ou conversa.
Voltando agora para a Figura 3, é mostrado um dia-grama em blocos de um sistema de comunicação controlada au-tomatizado 300 de acordo com um aspecto da presente inven-ção. Em particular, o sistema 300 pode ser empregado de modoa determinar ou ajustar automaticamente o nivel de privaci-dade de um jardim ou de qualquer conteúdo, em geral, baseadopelo menos em parte nas ações do usuário. De maneira simi-lar, o sistema 300 pode automaticamente permitir às pessoasacessarem um determinado jardim pertencente ou co-pertencente ao usuário com base pelo menos em parte nas a-ções do usuário que envolvem ou as comunicações que são tro-cadas com tais pessoas.
A fim de realizar o acima apresentado, o sistemaautomatizado 300 inclui um componente de monitor 310 que po-de observar e coletar as comunicações de usuário-a-pessoa320, tais como comentários ou mensagens trocadas entre o u-suário e a pessoa (ou pessoas) em questão. Por exemplo, su-ponha que o usuário mencione à Georgé, um amigo de um amigoe colecionador de arte, que ele é também um colecionador dearte e que recentemente comprou alguns quadros de uma liqui-dação. O usuário pode continuar, mencionando os nomes do ar-tista e do quadro nas trocas subseqüentes com George. 0 com-ponente do monitor 310 pode comunicar tais informações paraum componente de análise 330. 0 componente de análise 330pode consumir e processar estas informações e reconhecer queo usuário previamente estabeleceu um jardim (por exemplo, umjardim de pinturas), incluindo fotos de quadros (baseado naorganização de jardim 340) e que George não tem acesso aomesmo naquele momento (de acordo com o banco de atribuiçãode privacidade 330). Um componente de inteligência artifici-al (AI) 360 pode ser treinado para automaticamente sugerirou atribuir a pessoas como George direito de acesso apropri-ado a fim de obter acesso a este jardim particular. De ma-neira alternativa ou em adição, o componente AI 360 podepropor ou atribuir a George um nivel de privacidade apropri-ado que possa prover ao mesmo acesso ao jardim apropriado,assim como a outros jardins com o mesmo nivel de privacidade.
De maneira similar, as ações dos usuários 370 po-dem ser também monitoradas. Estas ações podem incluir atri-buições de privacidade previamente feitas a outros conteúdos(por exemplo, um conteúdo relacionado) ou a outras pessoasque possam pertencer à mesma rede social, lista de distribu-ição, ou lista de contato como a pessoa em questão. Por e-xemplo, George pode ser incluído ou adicionado à mesma listade distribuição que Paul. O usuário já pôde ter dado a Paulum nivel de privacidade que permita a Paul acessar um grupode seleção de jardins. Deste modo, o componente AI 360 podeaprender a também atribuir a George ou a qualquer outra pes-soa adicionada à lista de distribuição um nivel de privaci-dade similar (ou igual) . Uma vez que algumas pessoas podemestar incluídas em mais de uma lista de distribuição ou seratribuídas a vários direitos de acesso e niveis de privaci-dade, uma lista de distribuição ou qualquer outra lista podeser atribuída a um nivel particular de privacidade. Sendoassim, quando uma pessoa nova é adicionada à lista, estapessoa pode ser atribuída ao nivel de privacidade da lista -ao invés de ao nivel de privacidade de outra pessoa na lis-ta. Isto pode ser importante, uma vez que pelo menos umapessoa em qualquer lista pode ter sido atribuída a niveis deprivacidade adicionais.
0 usuário pode treinar o componente AI 360 de a-cordo com as suas preferências. Outros exemplos de ações deusuário 370 incluem, porém não se limitam a, mudanças na re-de social do usuário às quais os jardins são associados emudanças nas restrições de nivel de privacidade de pelo me-nos um subconjunto dos jardins.
Indo para a Figura 4, é ilustrado um diagrama es-quemático que demonstra um ambiente de comunicação controla-da 400 de acordo com um aspecto da presente invenção. 0 am-biente 400 inclui os itens de conteúdo ou os itens armazena-dos do usuário 410, os quais podem ser ainda agrupados deacordo com o tipo de conteúdo, assunto, etc, conforme dese-jado pelo usuário. Cada grupo pode, em seguida, ser atribuí-do a um nivel de privacidade por parte do usuário. Por exem-plo, um grupo pode ser considerado itens públicos 420 quepodem ser acessíveis por todos os demais na comunidade. Demaneira alternativa, o usuário pode marcar uma mensagem, umaconversação, ou qualquer outro objeto com um nível de priva-cidade conforme surge (por exemplo, "on the fly" ("instantâ-neo")). Por exemplo, o usuário pode estar "batendo papo" comuma pessoa e decidir naquele momento que a conversa é ou setornou muito privativa e marcar a mesma com um nível de pri-vacidade apropriado. Sendo assim, o conteúdo pode receber umnível de privacidade em uma base por item ou como um grupo.
Além disso, estes itens públicos 420 pode ser vi-sualizáveis (por exemplo, uma visualização passiva) por par-te de outras pessoas fora da comunidade, conforme determina-do pelo usuário. Por exemplo, se a comunidade for definidacomo uma rede escolar constituída apenas de alunos e funcio-nários de uma escola, os itens públicos 420 ou uma porçãodos mesmos podem se tornar disponíveis para uma visualizaçãopassiva por aqueles fora da comunidade escolar.
Os outros grupos de conteúdo do usuário podem sercaracterizados por graus variados de privacidade, como, porexemplo, os ITENS PRIVATIVOSi 430, aos quais visualizadoresselecionados podem acessar, e os ITEMS PRIVATIVOS2 440, aosquais um subconjunto dos visualizadores selecionados ou ou-tros visualizadores selecionados podem acessar. Conformemostrado na figura, Bob obteve acesso aos itens públicos 420do usuário, enquanto Mary obteve acesso aos itens públicos420 do usuário e também aos ITENS PRIVATIVOSi 430. Quando édado acesso a qualquer grupo de conteúdo, tal acesso podeincluir: permitir que a pessoa (por exemplo, Bob ou Mary)envie pelo correio um conteúdo 450 para tal grupo ou para umitem em particular no grupo, a fim de visualizar outros con-teúdos postados 4 60 no grupo ou anotar o conteúdo previamen-te postado 470. No minimo, o acesso pode incluir a visuali-zação passiva do conteúdo. Em alguns casos, Bob e Mary pode-rão exportar pelo menos uma porção do conteúdo ao qual elestiveram acesso fora do grupo designado baseado nas preferên-cias do usuário.
Além disso, o usuário pode se comunicar com Bob eMary simultaneamente, deste modo, em diferentes contextos deprivacidade, sem a necessidade de ativa ou conscientementecomutar entre contextos para assim se comunicar com os mes-mos. Além disso, estas mudanças de contexto podem ocorrer deforma transparente ao usuário, assim como tanto ao Bob quan-to à Mary.
Em geral, o conteúdo do usuário pode ser organiza-do de uma maneira hierárquica, sobreposta, conforme demons-trado pelo diagrama exemplar 500 da Figura 5, ou de uma ma-neira não sobreposta, conforme ilustrado pelo diagrama 600da Figura 6. Por exemplo, na Figura 5, o conteúdo é agrupadoe cada grupo recebe um nivel de privacidade. Neste caso, oNÍVEL DE PRIVACIDADEo 510 representa um conteúdo com umaprivacidade minima, ou, em outras palavras, o conteúdo seencontra disponível ao público. Os NÍVEIS DE PRIVACIDADE(1_M)(520, 530, e 540, respectivamente, nos quais M é um inteiromaior que ou igual a um) representam o conteúdo com niveiscrescentes de privacidade. As pessoas com acesso ao conteúdode NÍVEL DE PRIVACIDADEi 520 também terão acesso ao conteúdode NÍVEL DE PRIVACIDADEo 510. Ou seja, as pessoas com acessoao conteúdo de NÍVEL DE PRIVACIDADEM 54 0 também terão acessoao conteúdo com níveis mais baixos de privacidade.
De maneira alternativa, os grupos de conteúdo po-dem ser não sobrepostos e, deste modo, mutuamente exclusivosentre si, conforme demonstrado na Figura 6. Com a exceção doconteúdo público 610, as pessoas com acesso ao conteúdo comalgum nível de privacidade indicado (por exemplo, os níveiscrescentes de privacidade de 1 (620), 2 (630), 3 (640) e/oua K (650) (sendo K um inteiro maior que ou igual a um) nãoimplicitamente terão acesso a outro conteúdo privado inde-pendente do seu nível de privacidade. Sendo assim, quandouma pessoa tem acesso ao conteúdo de NÍVEL DE PRIVACIDADE3640, o usuário também precisará explicitamente atribuir al-gum nível de privacidade inferior (por exemplo, NÍVELi 620,e/ou NÍVEL2 630) para que a pessoa tenha acesso àquele con-teúdo também. Deve-se entender que o conteúdo pode ser orga-nizado de outras maneiras, como, por exemplo, por uma combi-nação de grupos hierárquicos e não sobrepostos.
Devido à natureza da presente invenção, o usuáriopoderá ser ativo ou interagir com múltiplas pessoas em vá-rios contextos de privacidade - alguns públicos, alguns li-geiramente privados, e outros muito privados. Durante taisinterações, o usuário poderá ser apresentado ao conteúdo re-levante à interação que ocorre naquele momento. A apresenta-ção do conteúdo relevante poderá lembrar ao usuário sobre onível de privacidade atribuído ao conteúdo ou simplesmenteprover ao usuário um quadro de referência para tal intera-ção. A' interação com mais de uma pessoa em mais de um con-texto de privacidade ao mesmo tempo pode se tornar relativa-mente caótico para o usuário. A fim de manter um senso deordem para o usuário, um componente de reconciliação 710,conforme mostrado na Figura 7, poderá ser empregado e inclu-ído nos sistemas de comunicação controladas 100, 200 das Fi-guras 1 e 2, respectivamente, supra.
O componente de reconciliação 710 pode determinara apresentação de conteúdo e/ou jardins ao usuário com basepelo menos em parte sobre quais jardins se encontram ativosno momento. Por exemplo, alguns jardins podem ser estabele-cidos pelo usuário com regras de apresentação que determinamcomo o conteúdo será exibido ao usuário, assim como à pessoaque se comunica com o usuário sobre aquele conteúdo. Em ge-ral, o componente de reconciliação 710 pode resolver ques-tões relativas à exibição de conteúdo quando este afetar ousuário assim como as pessoas que interagem com o usuário.
Várias metodologias de acordo com a presente in-venção serão agora descritas através de uma série de atos,devendo-se entender que a presente invenção não se limita àordem dos atos, uma vez que alguns atos poderão, de acordocom a presente invenção, ocorrem em diferentes ordens e/ouconcorrentemente com outros atos a partir dos mostrados edescritos no presente documento. Por exemplo, os versados natécnica entenderão e apreciarão que uma metodologia pode, demaneira alternativa, ser representada como uma série de es-tados ou eventos inter-relacionados, como, por exemplo, emum diagrama de estados. Além disso, nem todos os atos ilus-trados podem ser requeridos no sentido de implementar umametodologia de acordo com a presente invenção.A seguir, com referência à Figura 8, é mostrado ofluxograma de um método exemplar 800 que facilita a comuni-cação simultânea em múltiplos contextos de privacidade deacordo com um aspecto da presente invenção. O método 800 en-volve o recebimento de entrada de acesso de uma pessoa, co-mo, por exemplo, as informações de identificação (login) dapessoa a fim de ter acesso a uma comunidade em linha, na e-tapa 801. A comunicação em linha pode ser expansiva, como,por exemplo, a Rede mundial (World Wide Web) ou mais restri-ta, como, por exemplo, a comunidade de uma empresa, uma co-munidade escolar, ou uma comunidade de pessoas somente.
Na etapa 820, a entrada de acesso pode ser anali-sada a fim de identificar e autenticar a identidade da pes-soa e os direitos de acesso à comunidade em geral e/ou aoconteúdo especifico dos usuários da comunidade. Na etapa830, o contexto de privacidade da pessoa pode ser determina-do com relação ao conteúdo pertencido por outras pessoas dacomunidade, e, assim, a interação com tal conteúdo poderá seiniciar. Será apreciado que mais de uma pessoa poderá se re-gistrar na comunidade de uma maneira similar.
Na etapa 840, comunicações simultâneas em diferen-tes contextos de privacidade podem acontecer entre pelo me-nos um usuário ou uma ou mais pessoas que interagem com oconteúdo do usuário. Ou seja, o usuário pode sem dificuldadeinteragir com pelo menos duas pessoas diferentes que têm umcontexto de privacidade diferente associado ao usuário aomesmo tempo sem que seja necessário comutar conscientementeentre contextos ou modelos de privacidade. O mesmo é verda-deiro quando apenas uma pessoa se comunica com o usuário.Isto acontece porque é possivel que uma pessoa seja atribui-da a mais de um nivel de privacidade. Por conseguinte, o u-suário pode interagir com tal pessoa em ambos os niveis deprivacidade sem problema. 0 método 800 permite que o usuárioignore o contexto corrente (o contexto da pessoa) ao se a-justar automaticamente o contexto do usuário, conforme ne-cessário.
A seguir, com referência à Figura 9, é mostrado ofluxograma de um método exemplar 900 que facilita a comuni-dade simultânea de ambos os contextos privado e público (porexemplo, o não privado ou de privacidade minima) de acordocom um aspecto da presente invenção. O método 900 envolve oestabelecimento de um jardim de usuário na etapa 910. Istopode ser feito em parte ao se carregar o conteúdo do usuáriode modo a torná-lo disponível para uma comunidade em linhasujeita a várias restrições. Por exemplo, um ou mais niveisde privacidade podem ser atribuídos ao conteúdo. Os niveisde privacidade podem incluir graus de privacidade privativose/ou públicos. O usuário poderá atribuir um nivel apropriadode privacidade ao conteúdo, ou, de maneira alternativa, osistema ou método poderá reconhecer o contexto do conteúdo eautomaticamente atribuir um nivel de privacidade apropriado.Neste último caso, certos tipos de conteúdo só podem ser"colocados" em jardins com um nivel de privacidade adequado.Por exemplo, o sistema ou método pode ser treinado a reco-nhecer informações médicas ou relacionadas à medicina e au-tomaticamente atribuir o nivel de privacidade mais elevado.Como um resultado, estas informações podem ser colocadas nojardim apropriado.
Na etapa 920, o usuário pode atribuir niveis deprivacidade ou conceder direitos de acesso às pessoas da re-de social ou da comunidade em linha do usuário. Por exemplo,qualquer pessoa da comunidade em linha do usuário pode teracesso ao conteúdo "público" do usuário. Este acesso públicopode ser dado por padrão ou explicitamente pelo usuário. Ou-tras pessoas da comunidade conhecidas do usuário podem seratribuídas a um ou mais niveis de privacidade que correspon-dem aos niveis de privacidade atribuídos ao conteúdo do usu-ário.
Na etapa 930, os dados de login de uma pessoa po-dem ser recebidos e o nivel de privacidade daquela pessoapode ser identificado na etapa 940. Na etapa 950, o acessoao conteúdo de um respectivo usuário pode ser obtido com ba-se no nivel de privacidade da pessoa. A autenticação da i-dentidade da pessoa e os niveis de privacidade (por exemplo,da etapa 930 a 950) podem ser repetidos para cada pessoa quese registra na comunidade na etapa 960. Na etapa 970, qual-quer usuário pode se comunicar ou de outra forma interagircom uma ou mais pessoas em diferentes niveis de privacidadeao mesmo tempo.
Voltando agora para a Figura 10, é mostrado o flu-xograma de um método exemplar 100 que facilita a proposta oua atribuição automáticas de um nivel de privacidade a umapessoa que se comunica com um usuário com base nas comunica-ções e/ou ações do usuário de acordo com um aspecto da pre-sente invenção. 0 método 1000 envolve o monitoramento dasações do usuário e/ou das comunicações do usuário com rela-ção a qualquer pessoa em questão na etapa 1010. Exemplos deações de usuário incluem as atribuições de nivel de privaci-dade previamente feitas a outras pessoas da mesma lista dedistribuição que a pessoa em questão, as atribuições de ni-vel de privacidade já feitas pela pessoa em questão para umconteúdo similar, a reorganização da rede social ou jardinsdo usuário, ou coisa do gênero. As comunicações de usuáriopodem incluir as interações entre o usuário e a pessoa emquestão, como, por exemplo, as discussões, as mensagens, asconversas especificas, ou coisa do gênero.
As informações coletadas enquanto se monitora naetapa 1010 podem ser analisadas na etapa 1020 de modo a de-terminar se devem ser feitas alguma mudança nos niveis deprivacidade atribuídos e, caso positivo, que tipos de mudan-ças devem ser feitas ou sugeridas ao usuário. Na etapa 1030,o método pode ser treinado para automaticamente sugerir ouatribuir o nivel de privacidade mais apropriado para umapessoa em particular com base pelo menos em parte nas açõesdo usuário e/ou nas comunicações que o usuário tem com apessoa. Como um resultado, o usuário pode ficar mais confi-ante de que os niveis de privacidade atribuídos às pessoasforam atribuídos de uma maneira consistente.
Voltando para a Figura 11, é mostrado o fluxogramade um método exemplar 1100 que facilita a interação entreuma pessoa e o jardim de um usuário de acordo com um aspectoda presente invenção. O método 1000 envolve a provisão deque pelo menos duas pessoas se registram em uma comunidadebaseada em jardins na etapa 1110. Em particular, pelo menosuma primeira pessoa é atribuída a um primeiro nivel de pri-vacidade e pelo menos uma segunda pessoa é atribuída a umsegundo nivel de privacidade - diferente do primeiro nivelde privacidade. Por exemplo, os niveis de privacidade dados0-2, em que 0 é o menos privado (por exemplo, público) e 2 éo mais privado para este uso em particular, o primeiro nivelde privacidade podendo ser "0" e o segundo nivel de privaci-dade podendo ser "2". Na etapa 1120, o conteúdo de jardimpara o primeiro e segundo niveis de privacidade pode ser e-xibido para a primeira e segunda pessoas, respectivamente.
A seguir, o usuário (proprietário ou co-proprietário do conteúdo de jardim) pode interagir ou de ou-tra forma se comunicar com a primeira e a segunda pessoas aomesmo tempo nos dois niveis de privacidade diferentes (naetapa 1130). Será apreciado que a comunicação entre o usuá-rio e as duas pessoas pode se iniciar ao mesmo tempo, como,por exemplo, através de uma IM (mensagem instantânea), e-mail, programa de bate-papo, e/ou blogging; no entanto, oacesso aos jardins do usuário pode ser concedido depois dese estabelecer o nivel de privacidade apropriado de cadapessoa. Na prática, por exemplo, imagine que John e Jane sãoamigos de Tim e desejam acesso aos jardins de Tim. Tim dáacesso a John ao seu jardim público e acesso a Jane ao seujardim de nivel de privacidade 1. Os três podem "conversar"entre si em linha a qualquer momento, no entanto, os niveisde privacidade de John e Jane devem ser identificados antesde lhes permitir acesso a seus respectivos jardins a fim devisualizar o conteúdo ou as mensagens de correio, comentá-rios, etc. em seus respectivos jardins.
Com referência, a seguir, à Figura 12, é ilustradoum fluxograma que ilustra um método exemplar 1200 que faci-lita a interação de uma pessoa com o jardim de um usuário deacordo com um aspecto da presente invenção. 0 método 1200 seinicia ao prover acesso a uma pessoa ao jardim de um usuáriona etapa 1210. Na etapa 1220, a pessoa pode realizar pelomenos um dentre o seguinte com relação ao seu jardim: blogarou postar textos, fotografias, ou outro conteúdo para o jar-dim do usuário; visualizar o conteúdo postado por outraspessoas; visualizar o conteúdo postado pelo usuário; e/oufazer anotações no conteúdo previamente postado por outraspessoas ou pela pessoa. Além disso, o usuário poderá tornaro conteúdo disponível para visualização passiva fora do con-teúdo de jardim de uma maneira controlada, tal como, atravésde alimentações sindicalizadas (por exemplo, a RSS). Os jar-dins podem ser de propriedade de mais de um usuário; sendoassim, os mesmos podem ser controlados por múltiplos usuá-rios.
A fim de prover um contexto adicional para váriosaspectos da presente invenção, a Figura 13 e a apresentaçãoa seguir pretendem prover uma breve descrição geral de umambiente operacional adequado 1310 no qual vários aspectosda presente invenção podem ser implementados. Embora a pre-sente invenção seja descrita no contexto geral de instruçõesexecutáveis em computador, tais como, módulos de programa,executadas por um ou mais computadores ou outros dispositi-vos, os versados na técnica reconhecerão que a presente in-venção pode também ser implementada em combinação com outrosmódulos de programa e/ou como uma combinação de hardware esoftware.
De modo geral, no entanto, os módulos de programaincluem rotinas, programas, objetos, componentes, estruturasde dados, etc. que realizam tarefas particulares ou imple-mentam tipos de dados particulares. 0 ambiente operacional1310 é apenas um exemplo de um ambiente operacional adequadoe não pretende sugerir nenhuma limitação quanto ao âmbito deuso ou funcionalidade da presente invenção. Outros sistemas,ambientes e/ou configurações de computador bem conhecidosque podem ser adequados para uso com a presente invenção in-cluem, porém não se limitam a, computadores pessoais, dispo-sitivos de computação do tipo laptop ou portáteis, sistemasmultiprocessadores, sistemas baseados em microprocessadores,equipamentos eletrônicos programaveis pelo consumidor, PC derede, minicomputadores, computadores de grande porte, ambi-entes computacionais distribuídos que incluem os sistemas oudispositivos acima, ou coisa do gênero.
Com referência à Figura 13, um ambiente exemplar1310 para a implementação dos vários aspectos da presenteinvenção inclui um computador 1312. 0 computador 1312 incluiuma unidade de processamento 1314, uma memória de sistema1316, e a um barramento de sistema 1318. O barramento desistema 1318 acopla os componentes de sistema, incluindo,mas sem se limitar, a memória de sistema 1316 à unidade deprocessamento 1314. A unidade de processamento 1314 pode serqualquer um dentre os vários processadores disponíveis. Osmicroprocessadores duais ou outras arquiteturas de multipro-cessador podem também ser empregados como a unidade de pro-cessamento 1314.
O barramento de sistema 1318 pode ser qualquer umdentre os diversos tipos de estruturas de barramento, inclu-indo o barramento de memória ou a controladora de memória,um barramento periférico ou barramento externo, e/ou um bar-ramento local que usa qualquer uma dentre uma variedade dearquiteturas de barramento, incluindo, porém sem se limitar,o barramento de 11 bits, a Arquitetura de Padrão Industrial(ISA), a Arquitetura de Micro Canal (MCA), a arquitetura ISAAperfeiçoada (EISA), os equipamentos Eletrônicos de Aciona-mento Inteligente (IDE), o Barramento Local da AssociaçãoVESA (VLB), a Interconexão de Componentes Periféricos (PCI),o Barramento Serial Universal (USB), a Porta Gráfica Avança-da (AGP), o barramento da Associação Internacional dos Car-tões de Memória do Computador Pessoal (PCMCIA), e a Interfa-ce de Sistemas de Computadores Pequenos (SCSI).
A memória de sistema 1316 inclui a memória volátil1320 e a memória não volátil 1322. 0 sistema de entrada /saida básico (BIOS), contendo as rotinas básicas para trans-ferir informações entre elementos dentro do computador 1312,como, por exemplo, durante a inicialização, é armazenado namemória não volátil 1322. A guisa de ilustrados, e não delimitação, a memória não volátil 1322 pode incluir uma memó-ria de leitura (ROM), uma memória programável (PROM), umamemória eletricamente programável (EPROM), uma memória ROMeletricamente apagável (EEPROM), ou uma memória flash. A me-mória volátil 1320 inclui a memória de acesso aleatório(RAM) , que atua como uma memória de cache externa. A guisade ilustração, e não de limitação, a memória RAM encontra-sedisponível em muitas formas, tais como, a memória RAM está-tica (SRAM), a memória DRAM estática (SDRAM), a memóriaSDRAM de taxa de dados duplos (DDR SDRAM), a memória SDRAMaperfeiçoada (ESDRAM), a memória DRAM Synchlink (SLDRAM), eo barramento de memória Ram direto (DRDRAM).
O computador 1312 inclui ainda os meios de armaze-namento em computador removíveis / não removíveis, voláteis/ não voláteis. A Figura 13 ilustra, por exemplo, um armaze-namento de disco 1324. O armazenamento de disco 1324 inclui,porém não se limita aos, dispositivos tais como uma unidadede disco magnético, uma unidade de disco flexível, uma uni-dade de fita, uma unidade Jaz, uma unidade Zip, uma unidadeLS-100, um cartão de memória flash, ou um bastão de memória.Além disso, o armazenamento de disco 1324 pode incluir meiosde armazenamento separados ou em combinação com outros meiosde armazenamento, incluindo, porém não se limitando, a uni-dade de disco ótico, tal como o dispositivo de memória ROMde disco compacto (CD-ROM), a unidade de gravação em CD (U-nidade CD-R), a unidade de regravação em CD (Unidade CD-RW),ou a unidade de memória ROM de disco versátil digital (DVD-ROM) . Para facilitar a conexão dos dispositivos de armazena-mento de disco 1324 ao barramento de sistema 1317, uma in-terface removível ou não removível é tipicamente usada, co-mo, por exemplo, a interface 1326.
Deve-se apreciar que a Figura 13 descreve um soft-ware que atua como um intermediário entre usuários e os re-cursos básicos de computador descritos no ambiente operacio-nal adequado 1310. Este software inclui um sistema operacio-nal 1328. O sistema operacional 1328, que pode ser armazena-do no armazenamento de disco 1324, atua de modo a controlare alocar os recursos do sistema computacional 1312. As apli-cações de sistema 1330 se aproveitam do gerenciamento de re-cursos por parte do sistema operacional 1328 através dos mó-dulos de programa 1332 e dos dados de programa 1334 armaze-nados na memória de sistema 1316 e no armazenamento de disco1324. Deve-se apreciar que a presente invenção pode ser im-plementada com vários sistemas operacionais ou combinaçõesde sistemas operacionais.
Um usuário entra comandos ou informações no compu-tador 1312 através dos dispositivos de entrada 1336. Os dis-positivos de entrada 1336 incluem, porém não se limitam a,um dispositivo de indicação, como, por exemplo, um mouse, umtrackball, uma caneta, uma mesa sensivel ao toque, um tecla-do, um microfone, um joystick, uma controladora de jogos,uma antena parabólica para satélite, um cartão sintonizadorde TV, uma câmera digital, uma rede câmera, ou coisa do gê-nero. Estes e outros dispositivos de entrada são conectadosà unidade de processamento 1314 através do barramento desistema 1318 através de uma porta de interface 1338. As por-tas de interface 1338 incluem, por exemplo, uma porta seri-al, uma porta paralela, uma porta de jogos, ou um barramentoserial universal (USB) . Os dispositivos de saida 1340 usamalguns dentre os mesmos tipos de portas que os dispositivosde entrada 1336. Sendo assim, por exemplo, uma porta USB po-de ser usada para prover entrada ao computador 1312, e paraemitir informações do computador 1312 para um dispositivo desaida 1340. Um adaptador de saida 1342 é provido a fim deilustrar que há alguns dispositivos de saida 1340, como mo-nitores, alto-falantes, e impressoras, entre outros disposi-tivos de saida 1340 que requerem adaptadores especiais. Osadaptadores de saida 1342 incluem, a guisa de ilustração, enão de limitação, os cartões de som e video que provêm ummeio de conexão entre o dispositivo de saida 1340 e o barra-mento de sistema 1318. Deve-se notar que outros dispositivose/ou sistemas de dispositivos provêm capacidades de entradae de saida, tais como os computadores remotos 1344.
O computador 1312 pode operar em um ambiente derede utilizando conexões lógicas com um ou mais computadoresremotos, tais como, com o computador remoto 1344. O computa-dor remoto 1344 pode ser um computador pessoal, um servidor,um roteador, um PC de rede, uma estação de trabalho, um apa-relho baseado em microprocessador, um dispositivo de redenão hierárquica ou outro nó de rede comum, ou coisa do gêne-ro, e tipicamente inclui muitos dos ou todos os elementosdescritos acima com relação ao computador 1312. Para fins debrevidade, apenas um dispositivo de armazenamento de memória134 6 é ilustrado com o computador remoto 1344. O computadorremoto 1344 é logicamente conectado ao computador 1312 atra-vés de uma interface de rede 1348 e em seguida fisicamenteconectado via uma conexão de comunicação 1350. A interfacede rede 1348 abrange as redes de comunicação, tais como, asredes de área local (LAN) e as redes de área remota (WAN) .As tecnologias de rede LAN incluem a Interface de Dados Dis-tribuídos de Fibra (FDDI), a Interface de Dados Distribuídosde Cobre (CDDI), a Ethernet/IEEE 1102.3, a rede TokenRing/IEEE 1102.5, e similares. As tecnologias de rede WANincluem, mas não se limitam a, enlaces ponto a ponto, redesde comutação de circuito, tais como as Redes Digitais deServiços Integrados (ISDN) e suas variações, as redes de co-mutação de pacotes, e as Linhas Digitais de Assinante (DSL).
A conexão de comunicação 1350 se refere ao hardwa-re / software empregado para conectar a interface de rede1348 ao barramento 1318. Embora a conexão de comunicação1350 seja mostrada, para clareza ilustrativa, dentro do com-putador 1312, a mesma pode também ser externa ao computador1312. O hardware / software necessários para conexão à in-terface de rede 1348 incluem, tão-somente para fins de exem-plo, tecnologias interna e externa, tais como, os modems,incluindo os modems da grade telefônica regular, os modems acabo e os modems de linha DSL, os adaptadores de rede ISDN,e os cartões da Ethernet.
O que se encontra descrito acima inclui exemplosda presente invenção. Evidentemente, não é possível descre-ver toda a combinação de componentes ou metodologias conce-bivel para fins de descrição da presente invenção, contudo,uma pessoa com habilidade simples na técnica poderá reconhe-cer que são possíveis muitas outras combinações e permutasda presente invenção. Por conseguinte, a presente invençãopretende abranger todas estas alterações, modificações, evariações que recaiam no espirito e âmbito das reivindica-ções em apenso. Além disso, na extensão do termo "inclui"usado na descrição detalhada ou nas reivindicações em apen-so, tal termo pretende ser inclusivo à maneira similar dotermo "compreende", uma vez que "compreende" é interpretado,quando empregado, como uma palavra transicional em uma rei-vindicação.

Claims (20)

1. Sistema de comunicação controlada,CARACTERIZADO pelo fato de compreender:- um componente de análise de dados que examinapelo menos um dentre o seguinte: a entrada de acesso de pelomenos uma pessoa e as informações derivadas desta entrada afim de determinar o contexto de privacidade da pessoa comrelação ao conteúdo pertencente a pelo menos um usuário; e- um componente de controle de contexto que regulaa comunicação entre o pelo menos um usuário e a pelo menosuma pessoa, por meio do que o pelo menos um usuário poderáse comunicar com a pelo menos uma pessoa em mais de um con-texto de privacidade, simultaneamente.
2. Sistema, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o contexto de privacidadecompreende pelo menos dois niveis de privacidade.
3. Sistema, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a entrada de acesso compreen-de os dados de identificação (login) da pessoa.
4. Sistema, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o conteúdo é organizado em umou mais grupos, de tal modo que o um ou mais grupos seja umdentre o seguinte: distinto ou sobreposto.
5. Sistema, de acordo com a reivindicação 4,CARACTERIZADO pelo fato de que cada grupo é atribuído a umnivel de privacidade.
6. Sistema, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o conteúdo é atribuído a pelomenos um nível de privacidade.
7. Sistema, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de compreender ainda um componentede comunicação de múltiplos contextos que facilita a comuni-cação do usuário com outras pessoas registradas em uma comu-nidade em linha em uma pluralidade de contextos de privaci-dade ao mesmo tempo e que mitiga a um usuário a comutaçãoexplícita entre diferentes contextos de privacidade.
8. Sistema, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o contexto de privacidade dapessoa determina se a pessoa tem acesso a pelo menos umaporção do conteúdo do usuário.
9. Sistema, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de compreender:- um componente de monitor que monitora pelo menosuma dentre as ações do usuário e as comunicações do usuáriocom a pelo menos uma pessoa; e- um componente de inteligência artificial que étreinado para automaticamente atribuir à pelo menos uma pes-soa um contexto de privacidade para o conteúdo do usuáriobaseado em pelo menos uma dentre as ações do usuário e ascomunicações do usuário com a pelo menos uma pessoa.
10. Sistema, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o conteúdo do usuário é orga-nizado em pelo menos uma dentre as seguintes maneiras: hie-rárquica, não sobreposta, não hierárquica, parcialmente so-breposta, ou completamente sobreposta.
11. Método que facilita a comunicação controladaem uma pluralidade de contextos de privacidade, o métodosendo CARACTERIZADO pelo fato de compreender as etapas de:- analisar pelo menos um dentre o seguinte: a en-trada de acesso de pelo menos uma pessoa e as informaçõesderivadas desta entrada a fim de determinar o contexto deprivacidade da pessoa com relação ao conteúdo pertencente apelo menos um usuário; e- controlar a comunicação entre o pelo menos umusuário e a pelo menos uma pessoa, por meio do que o pelomenos um usuário poderá se comunicar com a pelo menos umapessoa em mais de um contexto de privacidade, simultaneamente.
12. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que o contexto de privacidadecompreende pelo menos dois niveis de privacidade.
13. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que a entrada de acesso compreen-de os dados de identificação (login) da pessoa.
14. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de compreender a eta-pa de organizar o conteúdo do usuário em um ou mais grupos.
15. Método, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de compreender as e-tapas de:- atribuir à cada grupo um contexto de privacidade;- atribuir à cada pessoa um contexto de privacidade.
16. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de compreender a eta-pa de atribuir o conteúdo de pelo menos um nivel de privaci-dade.
17. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de compreender as e-tapas de:- monitorar pelo menos uma dentre as ações do usu-ário e as comunicações do usuário com a pelo menos uma pes-soa; e- atribuir automaticamente à pelo menos uma pessoaum contexto de privacidade para o conteúdo do usuário basea-do em pelo menos uma dentre as ações do usuário e as comuni-cações do usuário com a pelo menos uma pessoa.
18. Método, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de compreender as e-tapas de:- exibir pelo menos uma porção do conteúdo do usu-ário para a pelo menos uma pessoa quando o contexto de pri-vacidade do conteúdo corresponde ao contexto de privacidadeda pessoa; e- permitir que pessoa realize pelo menos um dentreo seguinte quando o acesso ao conteúdo é obtido pela pessoa:blogar ou postar pelo menos um dentre textos, fotografias,ou qualquer outro conteúdo; visualizar o conteúdo postadopor outras pessoas; visualizar o conteúdo postado pelo usuá-rio; e/ou fazer anotações no conteúdo previamente postado.
19. Sistema de comunicação controlada,CARACTERIZADO pelo fato de compreender:- um meio para examinar pelo menos um dentre o se-guinte: a entrada de acesso de pelo menos uma pessoa e asinformações derivadas desta entrada a fim de determinar ocontexto de privacidade da pessoa com relação ao conteúdopertencente a pelo menos um usuário; e- um meio para regular a comunicação entre o pelomenos um usuário e a pelo menos uma pessoa, por meio do queo pelo menos um usuário poderá se comunicar com a pelo menosuma pessoa em mais de um contexto de privacidade, simultane-amente.
20. Sistema, de acordo com a reivindicação 19,CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de compreender:- um meio para monitorar pelo menos uma dentre asações do usuário e as comunicações do usuário com a pelo me-nos uma pessoa; e- um meio para automaticamente atribuir à pelo me-nos uma pessoa um contexto de privacidade para o conteúdo dousuário baseado em pelo menos uma dentre as ações do usuárioe as comunicações do usuário com a pelo menos uma pessoa.
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