BRPI0610511A2 - embreagem de fricção - Google Patents

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BRPI0610511A2
BRPI0610511A2 BRPI0610511-4A BRPI0610511A BRPI0610511A2 BR PI0610511 A2 BRPI0610511 A2 BR PI0610511A2 BR PI0610511 A BRPI0610511 A BR PI0610511A BR PI0610511 A2 BRPI0610511 A2 BR PI0610511A2
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Oswald Friedmann
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Luk Lamellen Kupplungsbau Beteiligungs Kg
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Abstract

A presente invenção refere-se a embreagem de fricção com um cárter e uma placa de aperto unida a este de modo resistente à rotação, porém, deslocável de modo axialmente limitado, sendo que entre o cárter e a placa de aperto é previsto um sistema de alavancas girável com a qual a placa de aperto pode ser operada para o engate e desengate da embreagem de fricção, o sistema de alavancas compreende vários elementos de alavanca dispostos em forma de anel em torno do eixo de rotação da embreagem de fricção, caracterizada pelo fato de que um componente tipo anel (23) coopera efetivamente de tal modo com o sistema de alavancas (8) que através de um giro do sistema de alavancas ele pode sofrer um alargamento e uma redução radial, sendo que o componente tipo anel possui duas áreas extremas das quais uma é fixa pelo menos em direção circunferencial em relação ao sistema de alavancas, e a outra, durante um alargamento e redução do componente tipo anel, sofre um movimento essencialmente linear, por meio do qual pode ser disparada uma operação de um mecanismo de ajuste que gira o sistema de alavanca.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "EMBREAGEM DE FRICÇÃO".
A presente invenção refere-se a uma embreagem de fricção deajuste automático com um cárter e uma placa de aperto unida a esta de mo-do resistente à rotação, porém, deslocável de modo axialmente limitado,sendo que entre o cárter e a placa de aperto é previsto um sistema de ala-vancas girável com a qual a placa de aperto é axialmente deslocável para oengate e desengate da embreagem de fricção. A disposição de alavancacompreende vários elementos de alavanca dispostos em forma de anel.
Embreagens de fricção deste tipo foram sugeridas, por exemplo,pela patente DE 10316445 A1.
A presente invenção tem a tarefa de criar embreagens de fricçãodo gênero inicialmente mencionado onde por meio de um simples manuseiodos elementos de alavanca pode ser obtido um deslocamento entre pelomenos dois componentes de tal embreagem de fricção. Um outro objetivo dapresente invenção é criar dentro de uma embreagem de fricção um meca-nismo de ajuste que através de manipulação dos elementos de alavancaprovidência um pós-ajuste dentro da embreagem de fricção. Este mecanis-mo de pós-ajuste precisa ser especialmente confiável no seu funcionamentoe possibilitar uma montagem simples e uma fabricação barata da embrea-gem de fricção.
De acordo com a presente invenção, isto se consegue, entreoutros, pelo fato de que um componente tipo anel está em ligação funcionalcom o sistema de alavancas que pode sofrer um alargamento ou contraçãoradial através de pivotar este sistema de alavancas, sendo que componentetipo anel possui duas extremidades das quais uma é fixa em relação ao sis-tema de alavancas pelo menos em direção circunferencial, e o outro, atravésde alargamento e contração de diâmetro do componente tipo anel sofre ummovimento essencialmente linear através do qual pode ser disparada umamanipulação de um atuador que gira o sistema de alavancas. Para tal, ocomponente tipo anel pode ser ligado diretamente ou indiretamente a pelomenos algumas alavancas do sistema de alavancas de tal modo que duranteuma alteração da posição cônica do sistema de alavancas ocorre ou um a-largamento ou uma redução do diâmetro das áreas circulares do componen-te tipo anel. Nisso pode ser especialmente apropriado se no desengate daembreagem de fricção ocorre uma redução do diâmetro e no novo engate,isto é, ao fechar a embreagem de fricção, ocorre um alargamento do diâme-tro do componente tipo anel.
Por meio da outra extremidade acima mencionada que realizaum movimento essencialmente linear pode ser operada, por exemplo, ummecanismo de ajuste que age de modo semelhante à roda livre, por meio doqual o sistema de alavancas pode ser girado, por exemplo, em relação aocárter da embreagem. Tal giro pode ser usado para compensar o desgasteque ocorre pelo menos nos revestimentos de fricção de um disco de embre-agem. Para esta finalidade pode ser operada um dispositivo de rampa giran-do-se o sistema de alavancas, fazendo com que, por exemplo, a placa deaperto seja axialmente deslocada de acordo com o desgaste ocorrido, pelomenos em relação ao cárter da embreagem.
Para o funcionamento e a construção da embreagem de fricçãopode ser especialmente vantajoso se os elementos de alavanca são interli-gados para formarem um componente em forma de anel, sendo que estecomponente em forma de anel pode ser alterado na sua forma cônica atra-vés de girar o sistema de alavancas. No caso, as diversas alavancas do sis-tema de alavancas podem estar unidas radialmente externamente por meiode um corpo básico em forma de anel. Este corpo básico em forma de anelpode servir de acumulador de energia. Um componente assim executadoconstitui uma chamada mola de disco. A mola de disco, no caso, pode serrealizada de tal modo que ela, com a embreagem de fricção montada, pelomenos em parte gera sua força de fechamento. Pode ser útil se a mola dedisco gera toda a força de fechamento plena. Porém, também pode ser van-tajoso para alguns casos de uso se a força de fechamento é introduzida naembreagem de fricção vindo de fora através do sistema de alavancas, sendoque pode ser vantajoso se o sistema de alavancas ou o componente emforma de anel que o compreende possui uma tensão prévia em direção deabertura da embreagem de fricção. O sistema de manipulação para abrir efechar a embreagem de fricção que coopera com o componente em formade anel ou o sistema de alavancas pode ser acoplado às alavancas de talmodo que somente pode aplicar sobre estas uma força em direção axial ou,então, em ambas as direções axiais. Este último significa, portanto, que asalavancas tanto podem ser apertadas e também puxadas através do sistemade manipulação.
Pode ser especialmente vantajoso se entre o sistema de alavan-cas ou o componente em forma de anel e a placa de aperto existe um dispo-sitivo de compensação que compensa pelo menos o desgaste dos revesti-mentos de fricção de um disco de embreagem que coopera com a embrea-gem de fricção. É vantajoso se tal dispositivo de compensação possuir pelomenos uma disposição de rampa. Tal disposição de rampa possui preferen-cialmente várias tampas dispostas em direção circunferencial, subindo emdireção axial. O dispositivo de compensação pode ser operado, no caso, demodo simples por meio de rotação do sistema de alavancas por meio domecanismo de ajuste.
O componente tipo anel cujo diâmetro pode ser alterado atravésdo sistema de alavancas que pode com vantagem ser apoiado em relaçãoao sistema de alavancas pelo menos parcialmente em direção radial e serguiado em direção circunferencial. Tal apoio e guia pode ocorrer por meio deelementos de apoio unidos aos elementos de alavanca. Elementos de apoiodeste tipo podem estar em forma de anel sobre a circunferência. Porém, oapoio e a guia acima mencionados do componente tipo anel, pode, pelo me-nos parcialmente ser executada inteiriçamente com o material que constituios elementos de alavanca ou o componente em forma de anel, tal como,especialmente chapa. Mas também pode ser vantajoso, usar para isso com-ponentes separados que são executados, por exemplo, como rebites e uni-dos a elementos de alavanca.
Pode ser apropriado se os elementos de apoio são feitos de talmaneira que apoiam de modo girável no cárter os elementos de alavanca ouo sistema de alavancas ou o componente em forma de anel, tal como, espe-cialmente a mola de disco.
O componente tipo anel portado pelo sistema de alavancas oupelo componente em forma de anel com vantagem é posicionado de tal mo-do dentro da embreagem de fricção que é axialmente distanciado em rela-ção aos elementos de alavanca.
Com vantagem a embreagem de fricção pode ser executada detal modo que os elementos de alavanca ou o componente em forma de anelestão ancorados contra um apoio girável portado pelo cárter, pelo menos emestado engatado da embreagem de fricção, e o componente tipo anel é dis-posto de modo axialmente deslocado em relação a este apoio girável. Umadisposição deste tipo do componente tipo anel favorece sua alteração dediâmetro durante uma operação da embreagem de fricção.
O mecanismo de ajuste que pode ser operado por meio do com-ponente tipo anel pode ser executado de tal modo, com vantagem, que - vis-to em direção circunferencial da embreagem de fricção - onde age uma dire-ção de rotação de modo de roda livre e assim possibilita uma rotação do sis-tema de alavancas, ao passo que na outra direção de rotação ocorre umbloqueio, de modo que uma rotação de volta do sistema de alavancas seráimpedida.
Além disso, pode ser vantajoso se entre o sistema de alavancase um outro componente girável em relação a esta da embreagem de fricçãoé previsto um outro dispositivo de bloqueio de efeito semelhante à roda livreque também bloqueia uma rotação de volta do sistema de alavancas.
Para a formação de um dispositivo de compensação, pelo me-nos alguns dos elementos de alavanca ou o componente em forma de anelpodem possuir rampas de subida que se levantam axialmente estendendo-se em direção circunferencial. Também pode ser útil se a placa de apertoe/ou o cárter possuem rampas de subida opostas que agem em conjuntocom as rampas de subida.
O mecanismo de ajuste e/ou o outro dispositivo de bloqueio po-dem possuir perfis e perfis opostos que engrenam um no outro, perfis estesque em uma direção de rotação relativa permitem uma rotação do sistemade alavancas em relação ao cárter, porém, na outra direção de rotação rela-tiva possuem um efeito de bloqueio. Estes perfis e perfis opostos podem serescorados com vantagem de modo resiliente. Os perfis e os perfis opostospodem ser executados semelhantes a dentes de serra, sendo que os flançosde um dente de serra possuem passos diferentes, a fim de garantir o ajustemencionado em uma das direções de rotação relativa e um bloqueio na ou-tra direção de rotação relativa entre os componentes correspondentes.
Outras vantagens e aperfeiçoamentos apropriados construtivose funcionais do objeto da presente invenção são evidentes da seguinte des-crição das figuras.
No caso mostram:
A figura 1 mostra uma vista de cima de uma embreagem de fric-ção de acordo com a presente invenção onde, porém, nem todos os compo-nentes são mostrados completamente.
A figura 2 mostra um corte através de uma embreagem de fric-ção de acordo com a presente invenção em estado fechado.
A figura 2a mostra um detalhe da figura 2, que mostra o apoiogirável da mola de disco da embreagem em escala ampliada.
A figura 2b mostra um detalha ampliado do sensor de desgastevisível na figura 1.
A figura 3 mostra um corte parcial da embreagem de fricçãomostrada nas figuras 1 e 2 em estado desengatado.
A figura 4 mostra um corte através de uma variação de execu-ção de uma embreagem de fricção.
A figura 5 mostra uma vista de cima da embreagem de fricçãode acordo com a figura 4, sendo que os componentes não são mostradoscompletamente.
Como é evidente, por exemplo, das figuras 2 e 3, o sistema deembreagem 1 possui uma embreagem de fricção 2 que é montada em umaplaca de contrapressão, tal como, por exemplo, um volante 3.
A embreagem de fricção 2 possui um cárter 4 que é firmementeacoplado ao volante 3. No exemplo de execução mostrado, por meio de pa-rafusos. A placa de aperto 5 da embreagem de fricção 2 é unida ao cárter 4executado como tampa de chapa de modo resistente à rotação, porém, des-locável de modo axialmente limitado. Este último pode acontecer, por exem-plo, por meio de acoplamentos de molas de lâminas. Entre a placa de aperto5 e o volante 3 podem ser escorados os revestimentos de fricção 6a de umdisco de embreagem 6. O disco de embreagem 6 é ligado a um eixo de en-trada da caixa de cambio 7 de modo já conhecido para a transmissão dotroque. A posição mostrada na figura 2 dos diversos componentes corres-ponde ao estado fechado da embreagem de fricção 2.
A posição dos diversos componentes, mostrada na figura 3, cor-responde ao estado aberto da embreagem de fricção 2.
Como é evidente da figura 1, o sistema de alavancas 8 consisteem uma pluralidade de elementos de alavanca 9 dispostos em forma de anelque são de tal modo interligados que formam um componente em forma deanel 10. No exemplo de execução mostrado, os elementos de alavanca 9são interligados na circunferência por meio de uma área em forma de anel11. A área em forma de anel 11 possui uma elasticidade própria que permiteuma alteração da forma cônica do componente em forma de anel e um girodos elementos de alavanca 9. Os elementos de alavanca 9 constituem en-tão, junto com a área em forma de anel 11, uma chamada mola de disco on-de a área em forma de anel 11 é um acumulador de energia de onde partemlínguas de mola de disco que se estendem radialmente para dentro, sendoque estas últimas servem como elementos de alavanca 9 para girar a áreaem forma de anel 11.
Como se pode ver das figuras 2 e 3 e especialmente da amplia-ção segundo a figura 2a, a mola de disco 10 é apoiada no cárter 4 de modogirável, precisamente por meio de um apoio girável 12. No exemplo de exe-cução mostrado, o apoio girável 12 é disposto de tal modo que a mola dedisco 10 pode ser girada como uma alavanca de dois braços ao redor doapoio girável 12.
A mola de disco 10 apóia-se na placa de aperto 5 através deuma área em forma de anel 13, situada radialmente mais externamente, e naforma de execução mostrada, precisamente no carne 14 desta placa de a-perto 5.
As línguas individuais ou elementos de alavanca 9 estão sepa-rados um do outro através de fendas 15 que no lado radialmente externodesembocam em ampliações 16.
A embreagem de fricção 2 possui um dispositivo de ajuste pordesgaste 17 por meio do qual pode ser compensado pelo menos o desgasteque ocorre nos revestimentos de fricção 6a do disco de embreagem 6, e as-sim os parâmetros funcionais da embreagem de fricção 2 podem ser manti-dos pelo menos essencialmente constantes. Em virtude da compensação dedesgaste precisa ser garantido que um decurso de força de manipulaçãoessencialmente constante fica mantido para a embreagem de fricção 2. Istose consegue entre outros pelo fato de que a mola de disco 10 em estadoengatado da embreagem de fricção 2 mantém um estado de tensão constan-te durante toda a vida útil do disco de embreagem 6 ou da embreagem defricção 2.
Para operar a embreagem de fricção 2, as pontas de línguas 9aou de alavancas radialmente internas são axialmente deslocadas por meiode um dispositivo de operação. Este deslocamento faz com que a mola dedisco 10 é girada em torno do apoio girável 12 como uma alavanca de doisbraços fazendo com que a placa de aperto 5 seja aliviada. A figura 2 mostrao apoio operacional 18 de tal dispositivo de operação. O apoio operacional18 pode ser parte integrante de um dispositivo de operação hidráulico oupneumático ou mecânico ou elétrico. Estes dispositivos de operação podemcom vantagem ser parte integrante de um sistema inteiro que permite umaoperação semi-automatizada ou automatizada do sistema de embreagem 1,sendo que tal sistema inteiro também pode compreender uma operação au-tomatizada ou automática da caixa de câmbio.
O dispositivo de ajuste por desgaste 17 compreende tanto umaunidade 19 que verifica ou detecta os desgaste e providencia o ajuste devidoa desgaste, em seguida denominada de unidade de sensor de desgaste 19,e também o dispositivo de compensação 20 que providência a compensaçãode desgaste propriamente dito, que age entre a mola de disco 10 e a placade aperto 5. Este dispositivo de compensação 20 compreende pelo menosuma disposição de rampa com rampas de subida dispostas uma atrás deoutra em direção circunferencial, estendendo-se em direção circunferencial elevantando-se axialmente, que garante que em uma rotação relativa entre amola de disco 10 e cárter 4 ocorre um deslocamento axial pelo menos daplaca de aperto 5. Em virtude deste deslocamento axial é compensado pelomenos o desgaste que ocorre nos revestimentos de fricção 6a.
No exemplo de execução mostrado, o dispositivo de compensa-ção 20 compreende tanto uma disposição de rampas 21, no caso dispostadiretamente na mola de disco 10 , e também uma disposição de rampas 22formada inteiriçamente na placa de aperto 5 que é formada pela configura-ção correspondente dos carnes 14. Pelo menos uma das disposições derampas 21, 22 poderia também ser constituída por um componente separa-do anelar que seria acoplado à mola de disco 10 ou à placa de aperto 5.
No que refere-se ao modo de funcionamento, à disposição e àspossibilidades de realização da pelo menos uma disposição de rampas 21,22 acima mencionada, faz-se referência aos pedidos de patentes que tam-bém referem-se embreagens de fricção de ajuste automático DE 42 39 291A1,DE42 39 289A1,DE43 22 677A1,DE 195 24 827A1 e DE 199 11 667A1, de modo que no contexto do presente pedido não precisam ser discuti-das detalhadamente as possibilidades de realização específicas destas rampas.
Como se vê na figura 2, a disposição de rampas 21 é formadainteiriçamente com a área em forma de anel 13 da mola de disco 10.
A unidade de sensor de desgaste 19 que também pode ser de-nominada de dispositivo de ajuste já que providência a compensação dedesgaste propriamente dito através da rotação da mola de disco 10 em rela-ção ao cárter 4, compreende um componente tipo anel 23 que é suportadopelo sistema de alavancas 8 ou pela mola de disco 10. Como se vê da figura1, o componente tipo anel 23 é disposto essencialmente concêntrico ao eixogiratório 24 do sistema de embreagem. O componente tipo anel 23, no e-xemplo de execução mostrado, e aberto ao longo de circunferência , sendouma das extremidades 25 é ligado de modo resistente à torção ao sistemade alavancas 8 ou da mola de disco 10, e a outra extremidade 26 é parteintegrante de um mecanismo tipo roda livre 27, em seguida denominado demecanismo de roda livre 27.
Entre o sistema de alavancas 8 ou a mola de disco 10 existe umoutro mecanismo de roda livre 28 que será descrito detalhadamente maisadiante. Este mecanismo de roda livre 28 garante que a mola de disco 10somente pode ser girado em uma direção de rotação em relação ao cárter 4,assim ficando mantido o ajuste por desgaste providenciado por meio docomponente tipo anel 23. Através do mecanismo de roda livre 28 é entãogarantido que não vai acontecer nenhum deslize da disposição de rampas21 em relação à disposição de rampas 22.
A seguir, a título de simplicidade, os dois mecanismos seme-lhantes a roda livre 27 e 28 são denominados de mecanismos de roda livre.
Estes mecanismos de roda livre 27 e 28 são praticamente um dispositivo detransporte que em combinação com alterações da forma cônica ou movi-mentos giratórios do sistema de alavancas 8 ou da mola de disco 10 disparaum movimento giratório entre este sistema de alavancas 8 ou mola de disco10 e um outro componente que no presente caso é o cárter 4. O mecanismode roda livre 27 compreende um perfil 29 formado inteiriçamente na extremi-dade 26 do componente tipo anel 23 que coopera com um perfil oposto 30.
De modo semelhante, o mecanismo de roda livre 28 possui perfis 31 quesão unidos por rotação ao sistema de alavancas 8 ou à mola de disco 10 eque também cooperam com os perfis opostos 30. Os perfis 29, 30 e 31 queengrenam um no outro estão de tal modo ajustados um ao outro que, vistoem direção circunferencial do sistema de embreagem 1, no exemplo de exe-cução mostrado o sistema de alavancas 8 ou a mola de disco 10 pode girarcontra o sentido horário em relação ao cárter da embreagem 4, ao passoque no sentido horário contrário ocorre um efeito de bloqueio entre os perfis29, 31 e os perfis opostos 30.
No exemplo de execução apresentado, os perfis 29, 31 os perfisopostos 30 são constituídos por dentaduras. Os flancos destas dentadurassão executados de tal modo no que se refere ao seu decurso ou sua dispo-sição diagonal que são formadas as propriedades de roda livre ou de blo-queio acima mencionadas.
Os perfis 31, no caso, são formados por um elemento em formade pente 32 que é firmemente ligado à mola de disco 10. Este elemento emforma de pente 32 possui três barras resilientes 33 que são ativas como vi-gas elásticas e se estendem essencialmente tangencialmente. Na extremi-dade livre das vigas elásticas ou barras resilientes 33 são formados inteiri-çamente os perfis 31. As barras resilientes 33 que agem como vigas elásti-cas garantem uma possibilidade de movimento radial dos dentes ou dos per-fis 31. Os dentes que cooperam com os dentes ou perfis 29, 31 ou os perfisopostos 30, no caso do exemplo de execução mostrado, são executadoscomo segmento contínuo dentado. A extensão circunferencial deste seg-mento dentado é dimensionada de tal modo que durante toda a vida útil daembreagem de fricção, isto é, ao longo de todo o caminho de ajuste neces-sário seja garantido um engate entre os perfis 29, 31 e perfis opostos 30.
No exemplo de execução mostrado, os perfis opostos ou dentes30 são estampados diretamente no cárter 4 feito de chapa. Os dentes 30,porém, também poderiam ser um componente adicional que é suportado,por exemplo, pelo cárter.
O componente tipo anel 23 da unidade de sensor de desgaste19 é executado como mola e na forma de execução de acordo com as figu-ras 1 a 2a é efetivamente ligado por meio de rebites 34, 35 ao sistema dealavancas 8 ou à mola de disco 10. Como se pode ver especialmente dafigura 2 e da figura 2a, os rebites 34, 35 são assentos em forma de ranhuras36, 37 para o componente tipo anel 23 elástico com seção transversal anelar.
Os assentos 36, 37 dos rebites 34, 35 dispostos alternadamenteem direção circunferencial estão abertos contra a direção axial, como se vêna figura 2. Devido a tal disposição ou execução dos assentos 36, 37 é ga-rantida uma fixação axial do componente tipo anel 23 elástico em relação àmola de disco 10. Os rebites 34, 35 servem também para formar o apoio gi-rável 12 para a mola de disco 10. Para tal, os rebites 34, 35 possuem nari-zes radiais 38 que são apoiados com intercalação de um anel de arame 39axialmente na borda interna do cárter 4. Em altura radial do anel de arame39, o cárter 4 constitui um apoio anelar 40 ao redor do qual pode ser giradaa mola de disco 10. O apoio anelar 40 é executado inteiriçamente com atampa ou o cárter 4, mas também poderia ser um anel de vedação que édisposto entre a mola de disco 10 e o cárter 4. Esta execução do apoio girá-vel 12 garante uma fixação radial da mola de disco 10 em relação ao cárter 4.
Os elementos de fixação ou rebites 34, 35 para o componentetipo anel 23 são de tal modo executados e dispostos em relação ao apoiogirável 12 que - como se pode ver da figura 3 - em um giro da mola de disco10 em direção de desengate 41 também ocorre um giro destes rebites 34, 35radialmente para dentro, precisamente na direção da seta 42. Os rebites 34,35 recebem assim, em relação ao eixo de rotação 24, uma posição inclina-da. Como se pode ver principalmente da figura 2a, os rebites 34, 35 estãoexecutados de tal modo que o componente tipo anel 23, em relação à molade disco 10 ou o contorno de rolagem do apoio anelar 40 para esta mola dedisco 10, está disposto a uma determinada distância 43. Em virtude destadisposição muito especial ou posicionamento do componente tipo anel 23 eo giro dos rebites 34, 35 que ocorre ao acionar a embreagem de fricção 1, ocomponente tipo anel 23 tem seu diâmetro reduzido durante o desengate daembreagem de fricção 2. Este redução do diâmetro do componente tipo anel23 faz com que a extremidade livre 26 sofre um movimento praticamentelinear. Em caso de um desgaste suficientemente grande na área dos reves-timentos de fricção 6a e do caminho de manipulação correspondente emdireção da seta 42 das pontas de língua 9a, este movimento da extremidade26 dispara um giro suficientemente grande da mola de disco 10 em relaçãoao cárter 4, devido a que uma das dentaduras 31 é girada por um valor quepossibilita um engate no perfil oposto 30. Durante a fase de fechamento daembreagem de fricção 2 os rebites 34, 35 giram de volta, de modo que ocomponente tipo anel 23 pode novamente alargar seu diâmetro. O uso des-tes perfis 31 que em relação aos perfis oposto 30 estão dispostos respecti-vamente deslocados por um terço de uma divisão de dentes entre si, permiteum ajuste mais fino do desgaste.
Das figuras podem ser ver que a magnitude das alterações dediâmetro do componente tipo anel 23 pode ser influenciada pela seleção cor-respondente da distância radial e axial deste componente tipo anel 23 emrelação ao contorno de rolagem do apoio anelar 40 para a mola de disco 10.
Assim sendo, por exemplo, através do aumento da distância 43 também po-de ser obtido um aumento das alterações do diâmetro do componente tipoanel 23 durante a operação da embreagem de fricção 2.
Com vantagem o componente tipo anel 23 pode ser executadode tal modo que pelo menos no estado fechado, mostrado na figura 2 daembreagem de fricção 2 possui uma tensão prévia radial. Nisso pode serespecialmente vantajoso se o componente tipo anel 23 possui uma tensãoprévia em direção ao eixo de rotação 24. Tal tensão prévia pode ser obtidapelo fato de que o componente tipo anel 23 em estado não solicitado possuium diâmetro menor do que o visível na figura 1. Para alguns casos de apli-cação, porém, também pode ser útil se a tensão prévia for dirigida radial-mente para fora, isto é, afastando-se do eixo de rotação 24 ou quando prati-camente não há nenhuma tensão prévia.
O componente tipo anel 23 elástico é apoiado por força centrifu-ga pelos rebites 34, 35.
Como é especialmente evidente da figura 1, os dois mecanismosde roda livre 27 e 28 são efetivos na mesma direção de rotação, isto é, nocaso, contra o sentido horário. Os mecanismos de roda livre 27 e 28 possu-em em sentido horário da mola de disco 10 um efeito de bloqueio em relaçãoao cárter 4.
Ao se operar a embreagem de fricção 2 através do giro da molade disco 10 em torno do apoio girável 12, ocorre no desengate uma contra-ção ou compressão do componente tipo anel 23 e um alargamento destecomponente tipo anel 23 no novo engate ou fechamento da embreagem defricção 2.
Pode ser apropriado se o ângulo de giro ou caminho de giro damola de disco 10 for limitado. Para tal, pode ser previsto, por exemplo, comoé evidente da figura 3, uma limitação 43 no cárter 4 que no caso serve comoesbarro para as áreas radialmente externas da mola de disco 10. Uma limi-tação deste tipo, porém, também pode ser previsto em um outro ponto. Nes-te contexto refere-se à patente DE 4322677, onde são descritas e mostradasdiversas possibilidades de execução de limitações do caminho de desengateno contexto de embreagens de fricção de ajuste automático.
Caso seja desejado, ou necessário, o ajuste por causa de des-gaste também pode ser efetivado através de um caminho de operação daspontas de línguas 9a que é maior do que o caminho de operação normalnecessário para a mudança da caixa de câmbio. Um caminho de efetivar oajuste deste tipo que excede o caminho de operação normal da embreagemde fricção 2 pode ser realizado de maneira especialmente simples por meiode um sistema de manipulação que possibilita uma operação da embreagemde fricção 2 automatizada ou automática e/ou da respectiva caixa de câmbio.
Embreagens de fricção e/ou caixas de câmbio automatizadas tornaram-seconhecidos, por exemplo, através das patentes DE 198 23 089 A1, DE 19750 824 A1, DE 443 38 25 A1 e DE 40 42 694 A1 e do estado da técnica cita-do nelas. As embreagens de fricção de acordo com a presente invenção po-dem ser usadas especialmente em sistemas de acionamento de automóveisonde os mecanismos de operação ou os sistemas de atuadores para a res-pectiva embreagem de fricção possibilitam uma determinação de posição eprocessamento de pelo menos alguns parâmetros de pelo menos do estadooperacional da embreagem de fricção. Nisso pode ser vantajoso que pelomenos um valor conjugado correspondendo ao estado plenamente desenga-tado e/ou correspondendo pelo menos ao estado completamente engatadoda respectiva embreagem de fricção possa ser detectado e armazenado. Osvalores obtidos podem ser corrigidos eventualmente em dependência dadiversos parâmetros pelo menos durante a vida útil da embreagem. O usode tais sistemas de manipulação de embreagens de fricção possibilita a de-tecção de uma alteração dentro do sistema de atuação ou da embreagem defricção em conseqüência de um desgaste. Ao se determinar uma determina-da magnitude da alteração, por exemplo, no caminho de atuação ou no de-curso da força de desengate da embreagem de fricção, pode ser disparadauma operação dirigida da embreagem de fricção para fins de um ajuste de-vido a desgaste. Em virtude de tal operação pode ser gerada a rotação rela-tiva entre o sistema de alavancas 8 ou a mola de disco 10 e, no caso, nocárter 4.
A variação de execução mostrada nas figuras 4 e 5 de um sis-tema de embreagem 101 possui uma construção básica semelhante à davariação já mostrada. O sistema de embreagem 101 compreende, por suavez, uma embreagem de fricção 102 fixada em uma placa de contrapressão103. A embreagem de fricção 102 possui um cárter 104 onde é apoiada demodo girável uma mola de disco 110. O apoio girável 112 do exemplo deexecução mostrado compreende pinos de fixação 134 que são firmementerebitados no cárter 104 e dois apoios giráveis previstos em ambos os ladosda mola de disco 110, aqui formados por anéis de arame 144. Em altura ra-dial do apoio girável 112, a mola de disco 110 é girada como uma alavancade dois braços durante a operação da embreagem de fricção. A mola de dis-co 110 possui por sua vez novamente uma área de borda externa anelar 111que serve de acumulador de energia, e línguas 109 formadas inteiriçamentecom ela que servem como elementos de alavanca.
Das figuras torna-se evidente que os apoios giráveis 112 estãoprevistos na área de extensão radial do corpo básico em forma de anel 111.
Da figura 5 também se torna evidente que neste corpo básico em forma deanel 111 estão previstos recortes 145 em forma de arco ou de setor atravésdos quais passam axialmente os elementos de fixação em forma de pinos defixação 134. Os segmentos 145 possibilitam uma rotação da mola de disco110 em relação ao cárter da embreagem 104 para fins de um ajuste em con-seqüência de desgaste.
De modo semelhante, como foi descrito no contexto das figuras1 a 3, também a embreagem de fricção 102 possui uma disposição de ram-pas que é prevista entre a placa de aperto 105 e a mola de disco 110.
A unidade de sensor de desgaste 119 funciona de modo seme-lhante, como foi descrito no contexto da unidade de sensor de desgaste 19.
A unidade de sensor de desgaste 119 também possui um componente tipoanel 123 aqui constituído por uma fita de chapa elástica em forma de anel.
Esta fita de chapa 123 é de tal modo montada na mola de disco 110 que emdependência de uma alteração da forma cônica dirigida da mola de disco110, esta fita de chapa tem seu diâmetro reduzido e novamente alargado, eprecisamente de modo semelhante como já foi descrito no contexto do com-ponente tipo anel 23. A fita de chapa 123 é fixada na mola de disco 110 pormeio de línguas dobradas 146, 147. Como se torna evidente da figura 5, noexemplo de execução mostrado uma língua 146 é vizinha de respectivamen-te uma língua 147 no lado da circunferência, sendo que as línguas 146 apoi-am radialmente externamente esta fita de chapa 123, e as línguas 147 apói-am esta fita de chapa 123 radialmente externamente o que garante uma guiaradial correta da fita de chapa 123. Em direção circunferencial, porém, a fitade chapa 123 pode movimenta-se entre as línguas 146 e 147. Assim sendo,a redução e o alargamento do diâmetro acima mencionados da fita de chapaé possibilitado em dependência de uma alteração da forma cônica da molade disco 110.
Como também é visível da figura 5, a fita de chapa 123 é ligadade modo resistente à rotação à mola de disco 110 em uma área extrema148, ao passo que a outra extremidade 149 pode ser deslocada em direçãocircunferencial. Nesta área extrema 149 a fita de chapa 123 porta ou formaum perfil radialmente elástico 129 que coopera com um perfil oposto 130portado pelo cárter 104, e, na verdade, de modo semelhante como já foidescrito no contexto com os perfis 29 e 30.
A área extrema 148 ligada por rotação à mola de disco 110 es-tende-se em direção circunferencial para além do ponto de fixação 150, sen-do que a extremidade livre 151 assim formada constitui pelo menos um perfil131 que engrena nos perfis tipo dente 130. O perfil 131 assume a mesmafunção como os perfis 31 já descritos.O ajuste devido a desgaste ocorre do mesmo modo como já foidito no contexto das figuras 1 a 3, por meio de rotação da mola de disco 110em relação ao 104. para tal, os furos oblongos 145 em direção circunferen-cial são dimensionados respectivamente. Caso desejado, o ajuste por des-gaste máximo admissível pode ser limitado por esbarro de pelo menos umdos elementos de fixação 134 nas áreas extremas de um desbaste 145.
Os exemplos de execução não devem ser entendidos como umarestrição da presente invenção. Antes pelo contrário, no escopo da presenteapresentação são possíveis numerosas alterações e modificações, notada-mente aquelas que podem ser elaboradas por combinação ou alteração dealgumas características ou elementos ou etapas de processo descritos nadescrição geral ou na descrição das figuras e nas reivindicações e contidosnos desenhos.
LISTA DE REFERÊNCIAS
1 sistema de embreagem
2 embreagem de fricção
3 volante
4 cárter
5 placa de aperto
6 disco de embreagem
6a revestimentos de fricção
7 eixo de entrada da caixa de cambio
8 sistema de alavancas
9 elementos de alavanca
9a pontas de línguas
10 componente em forma de anel, mola de disco
11 área em forma de anel
12 apoio girável
13 área em forma de anel
14 carnes
15 fendas
16 ampliações17 dispositivo de ajuste por desgaste
18 apoio operacional
19 unidade de sensor de desgaste
20 dispositivo de compensação
21 disposição de rampas formada inteiriçamente
22 disposição de rampas formada inteiriçamente
23 componente tipo anel
24 eixo de rotação
25 uma extremidade
26 outra extremidade
27 mecanismo de roda livre
28 mecanismo de roda livre
29 perfil
30 perfil oposto
31 perfis
32 elemento em forma de pente
33 três barras resilientes
34 rebites
35 rebites
36 assentos em forma de ranhura
37 assentos em forma de ranhura
38 narizes radiais
39 anel de arame
40 apoio anelar
41 direção de desengate
42 seta
43 distância determinada
101 sistema de embreagem
102 embreagem de fricção
103 placa de contrapressão
104 cárter
105 placa de aperto109 línguas formadas
110 mola de disco
111 área de borda externa
112 apoio girável
119 unidade de sensor de desgaste
120 disposição de rampas
129 perfil radial elástico
130 perfil oposto
131 perfil
132 -
133 -
134 pino de fixação
144 anel de arame
145 recortes em forma de setor
146 línguas dobradas axialmente
147 línguas dobradas axialmente
148 extremidade
149 extremidade
150 ponto de fixação
151 extremidade livre

Claims (25)

1. Embreagem de fricção com um cárter e uma placa de apertounida a este de modo resistente à rotação, porém, deslocável de modo axi-almente limitado, sendo que entre o cárter e a placa de aperto é previsto umsistema de alavancas girável com a qual a placa de aperto pode ser operadapara o engate e desengate da embreagem de fricção, o sistema de alavan-cas compreende vários elementos de alavanca dispostos em forma de anelem torno do eixo de rotação da embreagem de fricção, caracterizada pelofato de que um componente tipo anel (23) coopera efetivamente de tal modocom o sistema de alavancas (8) que através de um giro do sistema de ala-vancas ele pode sofrer um alargamento e uma redução radial, sendo que ocomponente tipo anel possui duas áreas extremas das quais uma é fixa pelomenos em direção circunferencial em relação ao sistema de alavancas, e aoutra, durante um alargamento e redução do componente tipo anel, sofre ummovimento essencialmente linear, por meio do qual pode ser disparada umaoperação de um mecanismo de ajuste que gira o sistema de alavanca.
2. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 1, ca-racterizada pelo fato de que o mecanismo de ajuste é ativo entre o compo-nente tipo anel e um outro componente da embreagem de fricção girável, emrelação ao sistema de alavancas.
3. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizada pelo fato de que os elementos de alavanca são unidos unscom os outros para a formação de um componente em forma de anel, sendoque o componente em forma de anel pode ter sua forma cônica alterada a-través de um giro do sistema de alavancas.
4. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 3, ca-racterizada pelo fato de que o componente tipo anel é uma mola de disco.
5. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 3 ou 4,caracterizada pelo fato de que o componente em forma de anel é elástico ecom a embreagem de fricção montada gera pelo menos parcialmente suaforça de fechamento.
6. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindicações-1 a 5, caracterizada pelo fato de que entre o sistema de alavancas e a placade aperto existe um dispositivo de compensação que compensa pelo menoso desgaste dos revestimentos de fricção de um disco de embreagem quecoopera com a embreagem de fricção.
7. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 6, ca-racterizada pelo fato de que o dispositivo de compensação compreende umadisposição de rampas.
8. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 7, ca-racterizada pelo fato de que a disposição de rampas compreende váriasrampas dispostas em direção circunferencial, ascendentes em direção axial.
9. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindicações 1 a 8, caracterizada pelo fato de que o dispositivo de compensação é opera-do através de giro do sistema de alavancas por meio do mecanismo de ajuste.
10. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 9, caracterizada pelo fato de que o componente tipo anel, em rela-ção ao sistema de alavancas, é pelo menos em partes apoiado em sentidoradial e guiado em direção circunferencial.
11. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 10,caracterizada pelo fato de que o apoio e a guia do componente tipo anel sãofeitos por meio de elementos de apoio unidos aos elementos de alavanca.
12. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 11,caracterizada pelo fato de que existem vários elementos de apoio previstosem disposição em forma de anel.
13. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 11 ou 12, caracterizada pelo fato de que os elementos de apoio são feitos inteiri-çamente com o material que constitui os elementos de alavanca ou o com-ponente em forma de anel.
14. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindica-ções 10 a 12, caracterizada pelo fato de que os elementos de apoio são fei-tos como componentes separados.
15. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 14,caracterizada pelo fato de que os elementos de apoio são rebitados comelementos de alavanca.
16. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindica-ções 10 a 15, caracterizada pelo fato de que os elementos de apoio apoiamde modo girável no cárter os elementos de alavanca ou o componente emforma de anel (como mola de disco).
17. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 16, caracterizada pelo fato de que o componente tipo anel é axial-mente distanciado dos elementos de alavanca.
18. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 17, caracterizada pelo fato de que os elementos de alavanca ou ocomponente em forma de anel são escorados contra um apoio girável supor-tado pelo cárter, pelo menos em estado engatado da embreagem de fricção,e o componente tipo anel é axialmente deslocado em relação a este apoiogirável.
19. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 18, caracterizada pelo fato de que o mecanismo de ajuste age co-mo uma roda livre e bloqueia uma rotação de volta do sistema de alavancas.
20. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 19, caracterizada pelo fato de que entre o sistema de alavancas eum outro componente, girável em relação a este da embreagem de fricção, éprevisto um outro mecanismo de bloqueio agindo como roda livre que blo-queia um giro de volta do sistema de alavancas.
21. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 20, caracterizada pelo fato de que pelo menos os elementos dealavanca ou o componente em forma de anel possuem rampas de subidaanelares que se estendem em direção circunferencial, elevando-se axialmente.
22. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 21, caracterizada pelo fato de que a placa de aperto e/ou o cárterpossui rampas de subida opostas que cooperam com as rampas de subida.
23. Embreagem de fricção de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 22, caracterizada pelo fato de que o mecanismo de ajuste e/ou ooutro mecanismo de bloqueio possuem perfis e perfis opostos que engrenamuns nos outros e permitem em uma das direções de rotação relativa umarotação do sistema de alavancas em relação ao cárter, porém exercem umefeito de bloqueio na outra direção de rotação relativa.
24. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 23,caracterizada pelo fato de que os perfis e os perfis opostos são escoradosde modo elástico.
25. Embreagem de fricção de acordo com a reivindicação 23 ou 24, caracterizada pelo fato de que os perfis ou perfis opostos são formadospor dentes.
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