BRPI0610548A2 - processo de enchimento e dispositivo de enchimento de um reservatório de volume útil variável - Google Patents

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Abstract

Processo de enchimento de um reservatório (10) de volume útil variável com um produto fluido, caracterizado pelo fato de o reservatório (10) ser inicialmente esvaziado de qualquer conteúdo, de modo que seu volume útil é sensivelmente nulo, e o produto fluido é em seguida injetado no reservatório, o que tem por efeito aumentar o volume útil do reservatório (10).

Description

PROCESSO DE ENCHIMENTO E DISPOSITIVO DE ENCHIMENTO DE UMRESERVATÓRIO DE VOLUME ÚTIL VARIÁVEL
A presente invenção se refere a um processo deenchimento, assim como a um dispositivo de enchimento de umreservatório de volume útil variável com um produto fluido.Por produto fluido, entendem-se também os produtos líquidosmais ou menos viscosos, os produtos pulverulentos, assimcomo os gases. Pode-se também considerar uma mistura delíquidos, de pulverulentos•e/ou de gás. A presente invençãose aplica, de maneira muito geral, ao domínio doacondicionamento de produto fluido, e mais particularmenteao domínio da perfumaria, da cosmética ou ainda dafarmácia.
É conhecido o acondicionamento dos produtos fluidosdiversos em reservatórios de volume útil variável, taiscomo bolsas flexíveis, tubos deformáveis, recipientesdeformáveis, ou ainda em sistemas com pistão acompanhador,nos quais um pistão acompanhador (ou raspador) se deslocano interior de um corpo cilíndrico. Em todos os casos, ovolume útil do reservatório diminui à medida que o produtofluido é daí extraído. Para a extração do produto fluido, étambém convencional utilizar o elemento de distribuição,tal como uma bomba ou uma válvula. Nos dois casos, oacionamento da bomba ou da válvula tem por efeitodistribuir uma certa quantidade, dosada ou não, de produtofluido proveniente do reservatório, que tem então porefeito reduzir seu volume útil.
Em certos domínios, como, por exemplo, aquele dacosmética, é vantajoso, até mesmo indispensável,acondicionar o produto fluido no interior do reservatório,sem que este permaneça em contato com o ar. Em outrostermos, o acondicionamento é um acondicionamento sobesvaziamento, ou pelo menos com um volume muito reduzido dear restante no interior do reservatório. Uma técnicaconvencional de enchimento de bolsa flexível consiste emencher a bolsa de ar comprimido, de modo que ofereça umacapacidade máxima, até mesmo superior ao volume a serintroduzido. Injeta-se em seguida uma certa quantidade deproduto fluido desejada, se pré-posiciona a bomba sobre oreservatório, depois se coloca o conjunto doacondicionamento com a bomba em um compartimento sobesvaziamento para evacuar o ar presente na superfície doproduto fluido já contido no reservatório. Uma última etapaconsiste em fixar de maneira estanque a bomba sobre oreservatório. Pode-se em seguida expulsar o vácuo. Umavariante de enchimento consiste em efetuar o conjunto dasoperações de enchimento em um compartimento sobesvaziamento. Em todos os casos, para se conseguir uma boaqualidade de acondicionamento, isto é, um acondicionamentosem ou praticamente sem ar, até o presente é necessárioutilizar um compartimento de esvaziamento, que necessita dautilização de uma aparelhagem complicada e cara.
A presente invenção tem por finalidade prevenir osum processo de enchimento particularmente simples deaplicar, com uma aparelhagem relativamente simples.
Para atingir essas finalidades, a presente invençãopropõe um processo de enchimento de um reservatório devolume útil variável com um produto fluido, caracterizadopelo fato de o reservatório ser inicialmente esvaziado dequalquer conteúdo, de modo que seu volume útil ésensivelmente nulo, e, de preferência, perfeitamente nulo,e o produto fluido é em seguida injetado no reservatório, oque tem por efeito aumentar o volume útil do reservatório.
Vantajosamente, o produto fluido é injetado noreservatório, enquanto que o reservatório é mantido com seuvolume útil sensivelmente ou perfeitamente nulo. Depreferência, a etapa de esvaziamento e a etapa de injeçãosubseqüente são realizadas enquanto que uma estanqueidade émantida ao nível de uma abertura do reservatório.Vantajosamente, a etapa de enchimento de produto fluido éseguida por uma etapa de montagem estanque de um elementode distribuição, tal como uma bomba ou uma válvula, sobre oreservatório.
Mais do que colocar o reservatório em um compartimentode esvaziamento, ou de retirar o ar uma vez o reservatóriocheio, a presente invenção prevê injetar o produto defórmula (I) em um reservatório, enquanto que seu volumeútil é o mais nulo possível. Evita-se assim aprisionar o arno interior do reservatório, quando da injeção do produtofluido. Garante-se assim que o reservatório fique cheioapenas de produto fluido, com exclusão de qualquer ar. Paraisso, parte-se de um reservatório cujo volume útil é nulo.Com efeito, é vantajoso manter o volume do reservatóriosensivelmente nulo até a injeção do produto fluido. Paraisso, não é necessário deixar funcionar a bomba deesvaziamento: basta isolar o reservatório do exterior. Umavez o reservatório cheio, o reservatório pode serrecolocado ã pressão atmosférica e a bomba ou a válvulapode ser montada, de maneira estanque, sobre o reservatóriocom o auxílio de qualquer técnica de fixação apropriada.Não é verdadeiramente necessário ou indispensável que oreservatório fique situado em um compartimento deesvaziamento, quando da montagem da bomba ou da válvula,considerando-se que o processo de enchimento, segundo apresente invenção, garante que o reservatório fica inteirae unicamente cheio de produto fluido, com exclusão dequalquer ar.
A presente invenção define também um dispositivo deenchimento de reservatório de volume útil variável com umproduto fluido, caracterizado pelo fato de compreendermeios de estanqueidade para isolar o interior doreservatório do exterior, e meios de evacuação do conteúdodo reservatório. Vantajosamente, o dispositivo deenchimento compreende, além disso, meios de injeção deproduto fluido no reservatório. Segundo uma forma derealização prática, o dispositivo compreende um cabeçote deesvaziamento / enchimento apto a ser reportado de maneiraestanque sobre o reservatório, o cabeçote sendo conectávela uma fonte de esvaziamento e a uma fonte de injeção deproduto fluido. Vantajosamente, o cabeçote compreende umaluva provida de meios de estanqueidade sobre uma aberturado reservatório e de uma tomada de esvaziamento para aconexão à fonte de esvaziamento, e uma cânula de injeção deproduto fluido deslocável em deslizamento na luva. Depreferência, a cânula é deslocável entre duas posições debatente estanque nas quais a tomada de esvaziamento não secomunica com os meios de estanqueidade, a tomadacomunicando-se com os meios de estanqueidade, quando acânula está entre as posições de batente. De maneiraprática, uma pista de evacuação é definida entre a luva e acânula, a pista ligando à tomada de esvaziamento os meiosde estanqueidade, a cânula sendo solicitada elasticamentepor meios de comando em posição de batente alto e sendodeslocável ao encontro dos meios de comando para a posiçãode batente baixa, a cânula estando em posição alta, antesda evacuação e em posição baixa, após evacuação e quando dainjeção de produto fluido.
O dispositivo de enchimento, de acordo com a invenção,permite fazer suceder sem interrupção a etapa de injeção ãetapa de evacuação. O deslocamento da cânula de injeção nointerior da luva permite ativar e desativar a evacuação doreservatório. Quando a cânula de injeção está em batente nointerior da luva, a etapa de evacuação é parada. Entreesses dois batentes, a evacuação é possível. Os meios decomando solicitam a cânula de injeção em posição alta debatente, que corresponde a uma posição de repouso, na quala evacuação não é possível. Quando a cânula está em batentena luva em posição baixa, a evacuação também não épossível, considerando-se que isto corresponde à etapa deinjeção do produto fluido no interior do reservatório. Equando a cânula não está em batente nem alto, nem baixo,uma pista de evacuação é estabelecida entre a tomada deesvaziamento e o interior do reservatório, de modo que aevacuação é então possível. O cabeçote de esvaziamento /enchimento, de acordo com a invenção, é um sistema mecânicorelativamente simples, utilizando apenas duas peças móveisuma em relação à outra, sob a ação de uma mola. Essecabeçote de esvaziamento / enchimento pode ser montado nolugar de um cabeçote de enchimento clássico que operaapenas uma etapa clássica de injeção de produto fluido.
De acordo com uma outra característica interessante dainvenção, a cânula compreende um orifício de saída providode um obturador, impedindo a aspiração de produto fluidocontido na cânula, quando os meios de evacuação sãooperantes. É preciso, com efeito, impedir que o produtofluido seja aspirado através da luva até à bomba deesvaziamento, o que poderia danificá-la.
A invenção será então descrita com referência aosdesenhos anexados, dando a título de exemplo não limitativoum modo de realização da invenção.
Nas figuras:
as figuras 1 a 6 representam um dispositivo deenchimento, segundo a invenção, no decorrer de um ciclooperacional completo de esvaziamento e de enchimento de umreservatório de produto fluido de capacidade variável.
Nas diferentes figuras, o dispositivo de enchimento,segundo o modo de realização não limitativo da invençãoestá representado associado a um acondicionamento ourecipiente de volume útil variável de um tipo particular,mas bem conhecido. Esse acondicionamento ou recipientecompreende um reservatório de volume útil variável 1 que seapresenta no caso sob a forma de uma bolsa flexível quepode, por exemplo, ser realizada a partir de uma películacomplexa constituída de matéria plástica e de alumínio.
Essa bolsa flexível 11 define uma abertura 12 que é fixadade maneira estanque, vantajosamente por termo-soldagem,sobre um suporte de bolsa 3. Esse suporte de bolsacompreende uma luva de fixação 31 encaixada no interior daabertura 12 e uma camisa de fixação 32 que termina por umavirola 33 que forma ressalto radialmente para o exterior.Por outro lado, o acondicionamento ou recipiente compreendeuma estrutura rígida externa 2 que pode ser feito emqualquer matéria rígida ou sensivelmente rígida. Pode-se,todavia, considerar em certos caos a realização da armaçãoexterna 2 em um material flexível, de maneira a lheconferir uma certa resiliência. A armação externa 2compreende um fundo provido de um orifício de saída 23. Emsua extremidade oposta, a armação 2 compreende um conduto22 que define uma abertura 21. A bolsa 11 é disposta nointerior da armação 2 como suporte de bolsa 3 preso com oconduto 22. Mais precisamente, a camisa 32 é alojada nointerior do conduto 11 com a virola saliente 33 que seapoia sobre aborda de extremidade superior do conduto 22.
Trata-se de uma concepção inteiramente clássica para umacondicionamento que integra um reservatório de volume útilvariável sob a forma de uma bolsa flexível livrementedeformável. O orifício de saída 23 tem por efeito fazer secomunicar o espaço 12 compreendido entre a armação 2 e abolsa flexível 11 com o exterior, de modo que esse espaço12 esteja sempre à pressão atmosférica.
No lugar da bolsa flexível sobre um suporte, pode-setambém utilizar um recipiente deformável, uma bolsaelástica, um sistema com pistão acompanhador, ou maisgeralmente qualquer reservatório de volume útil variável.
O dispositivo de enchimento, de acordo com a invenção,foi apenas representado parcialmente nas figuras 1 a 6: comefeito, o dispositivo de enchimento da invenção compreendeainda outros elementos ou órgãos não representados, mascujas características não são críticas' para a presenteinvenção. A única parte do dispositivo de enchimentorepresentada nas figuras é constituída por um cabeçote deesvaziamento / enchimento que se prende diretamente com aembalagem ou recipiente que foi descrito anteriormente. Ocabeçote de esvaziamento / enchimento deve, com efeito,ainda ser provida de meios de suporte e de deslocamento docabeçote (não representada). O cabeçote deve também serligado a uma fonte de esvaziamento (não representada) e umafonte de produto fluido (não representada).
O cabeçote de esvaziamento / enchimento representadonas figuras 1 a 6 compreende uma luva externa 4 e umacânula de injeção interna 5. Meios de comando 6, sob aforma de uma mola de comando, solicitam a cânula 5 emrelação à luva 4 para uma posição de repouso, que seráexplicada a seguir.
A luva 4 apresenta uma forma muito geralmentecilíndrica, definindo assim um interior cavado, que se podeglobalmente dividir em três partes, a saber um condutosuperior 42, uma câmara intermediária 4 3 e uma saída deestanqueidade e de injeção 47. 0 conduto 42 é provido nasproximidades de sua extremidade superior de uma junta deestanqueidade 41 que se estende sobre toda a periferia doconduto 42, e que é destinado a entrar em contato dedeslizamento estanque com a cânula 5, conforme será visto aseguir. O conduto 42 se prolonga ao nível de suaextremidade inferior por uma sede de batente alto 44, quedefine também a entrada da câmara 43. Essa câmara 43apresenta no caso um diâmetro superior àquele do conduto42, de modo que a sede de batente alta 44 se alarga para oexterior a partir da extremidade inferior do conduto 42. Emsua extremidade inferior, a câmara 43 se estreita ao nívelde uma sede de batente baixo 45. Essa sede 45, como a sedede batente alta 44, apresenta uma forma troncônica que sealarga dessa vez para o interior, contrariamente à sede 44.
Exatamente embaixo dessa sede de batente baixo 45, a luva 4é provida de meios de estanqueidade anulares 4 6 que seapresenta no caso sob a forma de uma junta tóricavantajosamente plana. O diâmetro dessa junta tórica éadaptado de maneira a poder entrar em contato estanquesobre a virola saliente 43 formada pelo suporte de bolsa 3.
A saída de estanqueidade e de injeção 4 7 se estende embaixodessa junta tórica plana 4 6 e apresenta vantajosamente umaparede periférica chanfrada, a fim de facilitar aintrodução do reservatório, e mais particularmente davirola 33, no interior da saída 47, até se prender de modoestanque contra a junta tórica 46.
Por outro lado, a luva 4 é provida de uma prisão deesvaziamento lateral 48, que atravessa a espessura deparede da luva 4, de maneira a fazer se comunicardiretamente o conduto 42 lateralmente com o exterior. Essaprisão de esvaziamento 4 8 é destinada a ser conectada pormeio de um tubo a uma fonte de esvaziamento (nãorepresentada), que pode ser uma bomba de esvaziamento.
A cânula de injeção 5 se apresenta sob a forma de umahaste 51 que apresenta um interior cavado 50 que define umapassagem para o produto fluido. A extremidade superior dacânula 5 é destinada a ser conectada, por intermédio de umtubo apropriado, a uma fonte de produto fluido. A cânula 5compreende um flange periférico 52 que forma ressaltoradialmente para o exterior. Esse flange 52 serve desuperfície de apoio para a mola de comando 6 que éencaixada em torno da cânula 5 e se apoia, por outro lado,sobre o topo da luva 4. A cânula 5 serve dessa forma tambémde meio de orientação para a mola helicoidal 6 que seestende em torno da cânula. Compreende-se assim que acânula 5 seja solicitada para cima pela mola de comando 6em relação à luva 4. Além dessa mola 6, a cânula 5 seestende através da luva 4, e mais precisamente através doconduto 42, e a câmara 43 até o nível da saída deestanqueidade e de injeção 47. A cânula 5 se estende assimatravés do conduto 42, de maneira a poder deslizar nointerior do conduto 42 sem estanqueidade, salvo ao nível dajunta tórica 41 que vem em deslizamento estanque com acânula 5. Exceto ao nível dessa junta tórica 41, a cânula 5não está em contato estanque com o conduto 42. Assim,subsiste um espaço anular sensivelmente cilíndrico formadoentre o conduto 4 2 e a cânula 5, que pode se comunicardiretamente com a tomada de orientação 48. A cânula 5forma, de preferência, uma seção sensivelmente cilíndricaao nível do conduto 42, que é ele próprio sensivelmentecilíndrica. Embaixo dessa seção cilíndrica, a cânula 5forma um cordão periférico sensivelmente anular 53 queforma ressalto radialmente para o exterior em relação àseção cilíndrica encaixada no interior do conduto 42. Essecordão 53 define de ambos os lados uma coroa anularsensivelmente troncônica, a saber uma coroa superior 54 euma coroa inferior 55. A coroa superior 54 se alarga parabaixo, enquanto que a coroa inferior 55 se alarga paracima. O cordão saliente 53 é alojado no interior da câmara43 formada pela luva 4. A coroa superior 54 é destinada aentrar em contato estanque com a sede de batente alto 44formado pela luva 4. De maneira simétrica, a coroa inferior55 é destinada a entrar em contato estanque com a sede debatente baixo 45 formado pela luva 4. O cordão 53 ficapreso com a luva 4 no interior de sua câmara 43. Portanto,não é possível desencaixar a cânula do interior da luva 4,devido ao cordão 53 ficar prisioneiro na câmara 43. Aocontrário, é possível deslocar axialmente a cânula 5 nointerior da luva 4 ao encontro da ação exercida pela molade comando 6 entre as duas sedes de batente 44 e 45. Emposição de repouso representada na figura 1, a coroasuperior 54 está em contato estanque com a sede de batentealto 44. Ao contrário, nas figuras 4 e 5, a coroa inferior55 está em contato estanque com a sede de batente baixo 45.
Entre esses dois contatos estanques, conforme representadona figura 3, não há estanqueidade entre a cânula 5 e a luva4, exceto ao nível da junta tórica 41. Embaixo da coroainferior 55, a cânula 5 se prolonga com uma seção dediâmetro reduzido em relação ao cordão 53. Vantajosamente,o diâmetro dessa seção inferior pode ser sensivelmenteigual àquela da seção cilíndrica encaixada no interior doconduto 42. Em sua extremidade inferior, a cânula 5 formauma saída de produto fluido que é vantajosamente provida deum obturador estanque 56 que é fechada em posição derepouso, e impede também qualquer entrada no interior dacânula 5 através do obturador 56.
Vai ser feita referência a seguir sucessivamente àsdiferentes figuras 1 a 6 para explicar em detalhes um ciclooperacional completo do dispositivo de enchimento, deacordo com a invenção.Com referência inicialmente à figura 1, vê-se ocabeçote de esvaziamento / enchimento do dispositivo deenchimento, de acordo com a invenção, em posição de espera.Com efeito, antes de acumular qualquer deslocamento docabeçote de esvaziamento / enchimento, é inicialmentenecessário se assegurar de que o acondicionamento ourecipiente é perfeitamente posicionado exatamente embaixoda cabeça. É preciso que a abertura 21 do reservatóriofique situada axialmente exatamente embaixo da cânula 5. Emgeral, o cabeçote de esvaziamento / enchimento é mantido edeslocado pela cânula 5. Não é com efeito necessárioprender a luva 4 para seu deslocamento. Nessa posição deespera, que corresponde idealmente à posição de repouso docabeçote, a coroa superior 54 está em contato estanque coma sede de batente alto 44. Assim, a tomada de esvaziamento48 não pode se comunicar com o exterior através do conduto42, considerando-se que é estanqueifiçado nas proximidadesde sua extremidade superior pela junta tórica 41 e em suaextremidade inferior pelo contato da coroa 54 com a sede44. Uma vez que o posicionamento correto do cabeçote acimada abertura 21 é assegurado, pode-se começar a abaixar ocabeçote sobre o reservatório até que o cabeçote venha seprender com o reservatório, conforme se pode ver na figura2. O cabeçote, ou mais precisamente a junta tórica plana46, situada na saída de estanqueidade, e de injeção 47entra em contato estanque com a virola 43 formada pelosuporte de bolsa 3. O conduto 22 da estrutura 2 é entãoencaixado no interior da saída 47. Sua introdução foifacilitada pela presença da chanfradura de entrada da saída47. No momento em que a junta 4 6 entra em contato com avirola 33, o contato estanque é ainda estabelecido entre acoroa 54 e a sede 44. Ao contrário, desde que se exerça umapressão mais forte sobre a cânula 5, a luva 4 vai ser aindamais apoiada sobre a virola 33 até que a mola de comando 6comece a se contrair. Exatamente antes, ou exatamentedepois que a mola 6 comece a se contrair, pode-se ativar afonte de esvaziamento que é ligada à tomada de esvaziamentoque é ligada à tomada de esvaziamento 48. Isto é indicadopela seta anotada VIDE (ESVAZIAMENTO) na figura 2. O estadode esvaziamento está representado na figura 2 por umhachurado oblíquo espaçado. O estado de esvaziamento chegaa um nível do anular formado entre o conduto 42 e a cânula5. Todavia, o esvaziamento não chega até à câmara 43,devido ao fato de a coroa 54 estar em contato estanque coma sede 44. Continuando a se apoiar sobre a cânula 5, essecontato vai se desfazer, o que está representado na figura3. Desde esse instante, o estado de esvaziamento que estavapresente na tomada de esvaziamento 4 8 vai se proteger nointerior da câmara 43 e, além disso, até o interior doreservatório 1. Isto está representado na figura 3 pelohachurado oblíquo visível no interior do reservatório 1.
Naturalmente, esse estado de esvaziamento tem por efeitoreduzir o volume útil do reservatório 1 representado pelasseis setas no interior da estrutura 2. Ao mesmo tempo, o arpenetra no interior do espaço intermediário 12 através doorifício de saída 23. Isto é indicado pela seta anotada comATMO. Pode-se assim continuar a evacuar o ar no interior doreservatório, até que chegue à configuração representada nafigura 4. Nessa configuração, o volume útil do reservatórioé nulo ou sensivelmente nulo. Em qualquer caso, não há maisar no interior do reservatório. Pode-se continuar a aplicaruma força sempre crescente sobre a cânula 5 até que a coroainferior 55 entre em contato estanque com a sede de batentebaixo 4 5 (figura 4) . Desde esse momento, o estado deesvaziamento exercido pela bomba à esvaziamento (nãorepresentado) não encontra mais pista de evacuação atravésda luva. Pode-se daqui para a frente cortar a bomba aesvaziamento. Isto é indicado pela seta anotada vaziobarrado na figura 4. Mantendo-se o reservatório com seuvolume útil nulo, isto é, mantendo-se a estanqueidade entrea junta 46 e a virola 33, pode-se começar a injetar produtofluido através da cânula 5, de maneira a encher oreservatório 1. Isto é indicado pelos hachuradoshorizontais na figura 5. O volume útil do reservatórioaumenta, o que está representado pelas setas no interior doreservatório. Ao mesmo tempo, o ar presente no espaçointermediário 12 é evacuado através do orifício de saída23. Quando da injeção do produto fluido, o obturador 56; énaturalmente solicitado em posição aberta. Considerando-seque a evacuação é parada, a câmara 43 está à pressãoatmosférica. Isto é indicado pela seta anotada com ATMO nafigura 5. Considerando-se que a bolsa estava inicialmentetotalmente vazia antes da injeção, assegura-se que seuenchimento de produto fluido é perfeito e total, comexclusão de qualquer bolha de ar. Ao final, o reservatórioé tal qual representado na figura 6. Pode-se desde entãosubir o cabeçote, isto é, parar a pressão exercida sobre acânula 5, de modo que a mola de comando 6 solicita de novoa cânula 5 em posição de repouso, isto é, com sua coroasuperior 54 presa com sua sede 44. Encontra-se então denovo na mesma posição que aquela representada na figura 1.
Embora não representada, uma etapa posterior demontagem estanque de uma bomba ou de uma válvula sobre oreservatório é realizada. Essa etapa de montagem pode serrealizada sob esvaziamento ou não.
Graças à invenção, não é mais necessário fazerfuncionar a bomba de esvaziamento, quando da etapa deinjeção do produto fluido no interior do reservatório. Comefeito, na presente invenção, quando o produto fluido éinjetado no reservatório, a evacuação já está parada.
Todavia, o estado completamente vazio do reservatório émantido.

Claims (11)

1. Processo de enchimento de um reservatório (10) devolume útil variável com um produto fluido, caracterizadopelo fato de:- o reservatório (10) ser inicialmente esvaziado dequalquer conteúdo, de modo que seu volume útil ésensivelmente nulo; eo produto fluido é em seguida injetado noreservatório, o que tem por efeito aumentar o volume útildo reservatório (10).
2. Processo de enchimento, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de o produtofluido ser injetado no reservatório, enquanto que oreservatório é mantido com seu volume útil sensivelmente nulo.
3. Processo de enchimento, de acordo com qualquer umadas reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo fato de aetapa de esvaziamento e a etapa de injeção subseqüenteserem realizadas enquanto que uma estanqueidade (33, 46) émantida ao nível de uma abertura (21) do reservatório.
4. Processo de enchimento, de acordo com qualquer umadas reivindicações 1, 2 ou 3, caracterizado pelo fato de aetapa de enchimento de produto fluido ser seguida por umaetapa de montagem estanque de um elemento de distribuição,tal como uma bomba ou uma válvula, sobre o reservatório.
5. Dispositivo de enchimento de um reservatório (10)de volume útil variável com um produto fluido,caracterizado pelo fato de compreender meios deestanqueidade (46) para isolar o interior do reservatóriodo exterior, e meios de evacuação (48) do conteúdo doreservatório.
6. Dispositivo de enchimento, de acordo com areivindicação 5, caracterizado pelo fato de compreender,além disso, meios de injeção (5) de produto fluido noreservatório.
7. Dispositivo de enchimento, de acordo com qualqueruma das reivindicações 5 ou 6, caracterizado pelo fato decompreender um cabeçote de esvaziamento / enchimento (T)apto a ser reportado de maneira estanque sobre oreservatório, o cabeçote sendo conectável a uma fonte deesvaziamento e a uma fonte de injeção de produto fluido.
8. Dispositivo de enchimento, de acordo com areivindicação 7, caracterizado pelo fato de o cabeçotecompreender:- uma luva (4) provida de meios de es tanque idade (4 6)sobre uma abertura (21) do reservatório e de uma tomada deesvaziamento (48) para a conexão à fonte de esvaziamento; euma cânula de injeção (5) de produto fluidodeslocável em deslizamento na luva (4).
9. Dispositivo de enchimento, de acordo com areivindicação 8, caracterizado pelo fato de a cânula (5)ser deslocável entre duas posições de batente estanque nasquais a tomada de esvaziamento não se comunica com os meiosde estanqueidade (46), a tomada de comunicação com os meiosde estanqueidade quando a cânula está entre as posições debatente.
10. Dispositivo de enchimento, de acordo com qualqueruma das reivindicações 8 ou 9, caracterizado pelo fato deuma pista de evacuação ser definido entre a luva e acânula, a pista que liga a tomada de esvaziamento aos meiosde estanqueidade, a cânula sendo solicitada elasticamentepor meios de comando (6) em posição de batente alto e sendodeslocável ao encontro dos meios de comando em direção àposição de batente baixo, a cânula estando em posição alta,antes da evacuação e quando da injeção de produto fluido.
11. Dispositivo de enchimento, de acordo com qualqueruma das reivindicações 5, 6, 7, 8, 9 ou 10, caracterizadopelo fato de a cânula compreender um orifício de saídaprovido de um obturador (56), impedindo a aspiração doproduto fluido contido na cânula, quando os meios deevacuação estão operantes.
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