BRPI0610854A2 - arranjo de cubo de roda - Google Patents
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Abstract
A presente invenção refere-se a um arranjo de cubo de roda (1) possuindo pelo menos um cubo de roda (2), o qual é montado de modo girável suportado através de pelo menos um mancal de roda (3) em um eixo de mancal (4) de um corpo de eixo (5) que é montado sobre um chassi de um veículo. Além disso, o arranjo de cubo de roda (1) pode possuir um sistema de freio (6). Um dispesitivo de exibição para exibir o carregamento de temperatura crítico do mancal de roda (3) e<sym>ou do sistema de freio (6) é destinado ao eixo de mancal (4), em que este dispositivo de exibição tem um elemento de exibição que responde quando o carregamento de temperatura crítico é excedido.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "ARRANJO DE CUBO DE RODA".
A presente invenção refere-se a um arranjo de cubo de rodacom pelo menos um cubo de roda, o qual é suportado via pelo menos ummancai de roda girável sobre uma extremidade de eixo (munhão) de umaviga de eixo articulada sobre um chassi de veículo motor com o qual opcio-nalmente está associado um sistema de freio.
O desenvolvimento de temperatura do mancai de roda e/ou dosistema de freio nos arranjos de cubo de roda é uma indicação de se a ope-ração de condução está livre de erro ou não e com isto, adequada ao serviçode estrada e segura no tráfego. Assim, uma elevação da temperatura, fre-qüentemente é um sinal de falha eminente de um mancai de roda. Aindamais, como uma conseqüência de um aumento intenso na temperatura, po-de ocorrer o dano de um arranjo de cubo de roda previamente perfeito.
Existe portanto o desejo de ser capaz de adquirir desenvolvi-mentos de temperatura dos arranjos de cubo de roda durante a operação decondução e para avaliá-las, por exemplo, via eletrônica ESB ou separada-mente e, na eventualidade de acidente, alertar o condutor do veículo motor.
Por exemplo, a DE 102 39 695 C1 propõe prover um sensor de temperaturapara monitorar a temperatura durante operação no enrolamento do motor deum servomotor de um dispositivo de aplicação de freio. Este sensor de tem-peratura pode prover um dispositivo de controle e regulação com sinais cor-respondentes via uma linha de sinal. Componentes adicionais do dispositivode aplicação de freio podem também ser providos com sensores de tempe-ratura para monitorar a temperatura.
A DE 197 13 998 A1 semelhantemente propõe uma banca deteste para determinar a vida de serviço dos mancais de roda, no qual a tem-peratura do mancai de roda funcionando como o equipamento sob teste édeterminado por um instrumento de medida de temperatura de mancai deroda na proximidade do mancai.
Embora estes sistemas conhecidos tenham a vantagem de queum aviso prévio do operador do veículo motor possa ter lugar antes de umapossível falha de um arranjo de mancai de roda, no entanto, na prática, foiverificado que tais sistemas são altamente complexos, já que o veículo dereboque bem como também potenciais trailers devem ser equipados sobretodas as rodas ou extremidades de eixo com sensores correspondentes.
Adicionalmente deve ser provido um dispositivo alertando o ope-rador do veículo motor no veículo motor de reboque. Especialmente em car-retas comerciais, nas quais com um veículo motor de reboque, são associa-dos vários trailers de diferentes fabricantes e/ou modelos, é difícil prover nosveículos motor de reboque e trailers sistemas uniformes que são combinadosum com o outro. Um tal sistema é, ainda mais, desproporcionalmente onero-so, já que, de acordo com a presente experiência, não é requerido um alarmeimediato quando é excedida uma temperatura ou após esta ocorrência.
A DE 102 42 199 A1 descreve um mancai de roda com o qualsão associados meios para adquirir a temperatura. Para este propósito sobreuma luva disposta entre dois mancais de roda é provido um ponto térmico,cujo ponto ao atingir uma temperatura definida, altera irreversivelmente suacor fundindo uma camada monocromática. Este ponto térmico é disposto detal forma que ele somente torna-se visível durante a manutenção do mancaide roda. No entanto, mesmo no caso de trabalho de manutenção realizadorotineiramente, o dano ao mancalde roda pode ter já ocorrido se o pontotérmico é verificado somente durante trabalho de manutenção. Devido à con-taminações, é possível ainda mais, que uma alteração de cor nos mancaisde roda conhecidos não é de todo detectavel ou somente com dificuldade.
A presente invenção portanto endereça o problema de proverum arranjo de cubo de roda do tipo descrito na introdução, no qual a indica-ção de um carregamento de temperatura não usual em operação e com issoperigosa, já pode ser prontamente detectada e indicada de forma efetiva emcusto e independentemente do tipo de veículo motor durante uma caminha-da de inspeção em torno do veículo motor.
De acordo com a invenção este problema é substancialmenteresolvido, por meio do que é prescrito na extremidade do eixo, um dispositivoindicador visível desde o exterior do arranjo de cubo de roda, e com isso des-de o exterior do veículo motor, para indicar uma carregamento de temperaturado mancai de roda e/ou dos sistema de freio, e que este dispositivo indicadorcompreende um elemento indicador que é deformado quando uma temperatu-ra crítica de carga é excedida. A temperatura aumenta ocorrendo, por exem-pio, em um mau funcionamento em um mancai de roda e/ou sistema de freiocausa depois de um pequeno retardo de tempo também um aumento corres-pondente de temperatura na extremidade de eixo ou em seu entorno imediato.
Torna-se desta forma factível utilizar como uma variável de medida o calorradiante gerado no centro da extremidade de eixo, parcialmente oca, na maispróxima distância possível ao contorno da extremidade de eixo.
Desse modo o dispositivo indicador para indicar a temperaturacrítica de carregamento é associado com a extremidade de eixo, e a realiza-ção complexa e onerosa de uma aquisição de temperatura através de umsensor conectado via linhas de sinal com aparelhos adicionais se torna su-pérflua. Ao invés é factível indicar a ocorrência de temperatura crítica de car-regamento diretamente em um local no qual ocorre a temperatura aumenta-da de carregamento. Já que o operador de veículo motor de caminhões co-merciais ou semelhantes costumeiramente é obrigado a fazer uma caminha-da em volta de seu veículo antes de começar a dirigir no sentido de verificarvisualmente danos potencialmente presentes ou alterações não permissí-veis, o dispositivo indicador pode aqui ser verificado e pode ser detectadauma temperatura crítica de carregamento que possivelmente ocorreu em diaanterior. Estes intervalos de verificação são para ser considerados altamentesuficientes no sentido de evitar com segurança exposições de risco resul-tando de danos de um arranjo de cubo de roda. Depois de detectar tal tem-peratura crítica de carregamento, o arranjo de cubo de roda, e em particularo mancai de roda e/ou o sistema de freio, pode ser verificado.
A deformação do elemento indicador permite a um operador deveículo detectar visualmente se ocorreu ou não uma temperatura crítica decarregamento no arranjo de cubo de roda. Com esta modalidade não é con-seqüentemente necessário ler uma escala de medida ou realizar examescomplexos semelhantes. No entanto, isto pode ter lugar se a determinaçãoexata de temperaturas ocorridas no arranjo de cubo de roda é de interesse.Semelhantemente a desmontagem de componentes do arranjo de cubo deroda não é também requerido no sentido de detectar temperatura crítica decarregamento. Adicionalmente, ao elemento indicador deformando ao exce-der a temperatura crítica de carregamento, a.indicação pode também serconseguida, por exemplo, via uma mudança de cor dependente de tempera-tura ou alteração de cor ou semelhante.
A deformação de um elemento indicador ao exceder uma tempe-ratura crítica de carregamento pode ser conseguida de forma que o disposi-tivo indicador compreenda um recipiente fechado que é pelo menos parcial-mente enchido com um fluido que se expande ao ser aquecido. O dimensio-namento do recipiente, bem como o volume e tipo de fluido podem ser assimse combinados um ao outro de forma que a expansão do fluido cause a de-formação do elemento indicador a uma predeterminada temperatura críticade carregamento. O elemento indicador pode ser formado pelo próprio reci-piente e/ou por uma cobertura do recipiente.
Para conseguir uma forma estrutural compacta do arranjo decubo de roda de acordo com a invenção e para levar a uma resposta tãopronta quanto possível do dispositivo indicador, é preferido ter um projeto dedispositivo indicador pelo menos parcialmente dentro da extremidade de ei-xo. Pode ser desenvolvido um recesso e/ou uma cavidade para receber pelomenos parcialmente o dispositivo indicador para este propósito, na extremi-dade de eixo.
Uma tampa de cubo de roda é convencionalmente provida emarranjos de cubo de roda, cuja tampa cobre pelo menos parcialmente, o cu-bo de roda e/ou a extremidade de eixo. O elemento indicador deformandoquando é excedida uma temperatura crítica de carregamento pode ser for-mado nele pela tampa de cubo de roda e/ou pela região da tampa de cubode roda e o recipiente e/ou sua cobertura pode ser integrada nele, fixadadentro dele ou ser conectado de outra maneira adequada com a tampa decubo de roda. A indicação da temperatura crítica de carregamento por umatampa de cubo de roda deformada pelo menos regionalmente, é aqui espe-cialmente prontamente detectável desde o exterior.
Um desenvolvimento adicional deste conceito inventivo proveque o cubo de roda e/ou uma região da tampa do cubo seja conectada comum recipiente fechado e/ou enquanto uma cobertura é fixada sobre um reci-piente cobrindo o último. Como explanado acima, o recipiente pode ser en-chido com um fluido que se expande ao ser aquecido, de tal forma que auma temperatura de aquecimento do fluido contido no recipiente ele se ex-pande e deforma a tampa de cubo ou uma região da tampa de cubo.
Isto é preferido se a tampa de cubo e/ou uma cobertura do reci-piente incluir uma região enfraquecida e/ou um ponto de ruptura prescrito.
Desta forma torna-se factível gerar uma deformação definida da tampa decubo ou da cobertura como uma conseqüência da mudança de temperatura.
Para evitar que o breve excedimento de uma temperatura críticade carregamento não seja indicado, ou pelo menos, não seja suficientemen-te manifestado, é preferido que a tampa de cubo ou uma região da tampa decubo e/ou uma cobertura do recipiente abaúla irreversivelmente quando atemperatura crítica de carregamento é excedida. Alternativamente também éfactível que a tampa de cubo ou uma região da tampa de cubo e/ou umacobertura do recipiente rompa repentinamente ou rompa para fora quando atemperatura crítica de carregamento é excedida. Tal deformação da tampade cubo ou da cobertura pode também ser imediatamente detectada duranteuma caminhada superficial em torno do veículo motor.
Uma modalidade adicional da invenção prove que na tampa decubo um pistão é suportado deslocavelmente de tal forma que o pistão sejapelo menos parcialmente deslocável fora da tampa de cubo quando a tem-peratura crítica de carregamento é excedida. Neste sentido, este pistão podeestar localizado no recipiente cheio de fluido e/ou sobre ele ou ele pode serconectado com um tal recipiente de uma maneira adequada, tal que a expan-são do fluido contido no recipiente cause o deslocamento do pistão. Seme-lhantemènte, ao pino de sinal de uma panela de pressão, o pistão, conse-qüentemente, indica que uma temperatura específica de carregamento foi a-tingida ou que o aumento da pressão no recipiente foi gerada por meio desta.Para permitir resposta rápida do dispositivo indicador do arranjode cubo de roda de acordo com a invenção, a extremidade de eixo e o dis-positivo indicador estão preferencialmente em contato de condução de calor.Isto pode, por exemplo, ter lugar de forma que a extremidade de eixo e odispositivo indicador estejam em contato de área ou entre eles é dispostauma substância condutora de calor. Alternativamente, ou adicionalmente aisto, podem também ser providas nervuras condutoras de calor as quaistransferem um aumento de temperatura na extremidade de eixo (munhão) eno e/ou dentro do recipiente e o dispositivo indicador.
Se ocorre um mau funcionamento no mancai de roda e/ou sis-tema de freio durante operação de condução que leva a um aumento detemperatura, o elemento indicador se torna deformado quando uma tempe-ratura crítica de carregamento foi atingida preferencialmente inicialmenteirreversivelmente em que ele abaúla para fora e/ou é parcialmente empurra-do para fora do recipiente e/ou fora da tampa de cubo. Se não obstante acondução é continuada a despeito do mau funcionamento, a temperaturaoperacional aumenta adicionalmente, de tal forma que o elemento indicadorse torna adicionalmente deformado quando a temperatura crítica de carre-gamento é excedida, em particular rompe repentinamente e/ou para fora emum ponto de ruptura prescrito. Torna-se desta forma possível diferenciar en-tre dano que ocorreu somente recentemente e/ou dano menor e um maufuncionamento de grande duração ou maior severidade.
A temperatura crítica de carregamento que causa uma respostado elemento indicador deve estar acima da carregamento de temperaturaque ocorre durante a condução com mancais de roda perfeitos e sistema defreio perfeito. Deve ser levado aqui em consideração que durante a opera-ção de condução normal sem dano dos mancais de roda e do sistema defreio sob tensão de freio alta, devido, por exemplo, a relativamente longacondução ladeira abaixo, aumentos de temperatura na região da extremida-de de eixo podem ocorrer, as quais estão, no entanto, abaixo daquela queocorre com dano aos mancais de roda ou sistema de freio.
De acordo com ainda mais uma modalidade da invenção o ar-ranjo de cubo de roda pode também ser formado de tal forma que a cor depelo menos um elemento do dispositivo indicador altera quando uma defor-mação crítica foi excedida. Tal mudança ou alteração de uma cor pode sermelhor detectada desde fora durante uma verificação do veículo motor doque uma mera deformação de uma parte estrutural. Dano na proximidadedos mancais de roda ou do sistema de freio pode conseqüentemente serdetectado em um tempo anterior.
Desenvolvimentos, vantagens e factibilidades de aplicação adi-cionais da invenção são também evidentes na descrição seguinte de exem-pios e desenho de modalidade. Todas as características descritas e/ou mos-tradas formam por si mesmas ou em qualquer combinação o material de as-sunto da invenção independentemente das suas combinações nas reivindi-cações ou suas referências.
Os desenhos esboçam esquematicamente:
Figura. 1 em vista em corte um arranjo de cubo de roda de acor-do com uma primeira modalidade da invenção;
Figura. 2 em vista em corte um arranjo de cubo de roda de acor-do com uma segunda modalidade da invenção, e
Figura. 3 em vista em corte um arranjo de cubo de roda de acor-do com uma terceira modalidade da invenção.
O arranjo de cubo de roda 1 esboçado nas Figuras é formadosubstancialmente por um cubo de roda 2, o qual é suportado via um mancaide roda 3 girável sobre uma extremidade de eixo 4 (munhão). O mancai deroda 3 nas modalidades mostradas nas Figuras é formado por um mancaicônico de dupla conicidade em configuração em O. A extremidade de eixo 4é integrada com uma viga de eixo 5 que de uma maneira conhecida per si ésuportada via, por exemplo, braços radiais (não mostrados) sobre um chas-sis de veículo motor. O arranjo de cubo de roda 1 compreende ainda maisum sistema de freio 6 com um disco de freio 7, conectado em ajuste de tor-ção com o cubo de roda, os revestimentos de freio e o calibre do freio a dis-co por razões de clareza não são mostrados nas Figuras.
Na extremidade de eixo 4 em uma modalidade de acordo com aFigura 1, um recipiente é formado por um primeiro elemento recipiente 8 eum segundo elemento recipiente 9 em uma cavidade central 10. A cavidade10 se estende na extremidade de eixo 4 pelo menos até dentro da proximi-dade do mancai de roda 3. A extremidade hemisferica do primeiro elementorecipiente 8 do recipiente 11 é aninhada proximamente ao fundo da cavidade10 desenvolvida com um contorno similar no sentido de tornar factível destaforma boa condução de calor entre a extremidade de eixo 4 e o recipiente11.0 primeiro elemento recipiente 8 e o segundo elemento recipiente 9 sãoconectados sob vedação um ao outro de tal forma que o recipiente 11 formauma câmara de pressão fechada na qual um fluido é contido o qual se ex-pande ao ser aquecido.
Sobre o lado faceando distante da viga de eixo 5 o recipiente 11é fechado para fora por uma cobertura 13 do segundo elemento recipiente 9,o qual pode ter um ponto de ruptura prescrito 14. A cobertura 13 que na mo-dalidade representada é desenvolvida unitariamente com o segundo elemen-to recipiente 9, inicialmente abaúla para fora irreversivelmente em uma ex-pansão do fluido contido no recipiente como uma conseqüência de um au-mento de temperatura que está acima da carregamento de temperatura o-correndo com tensão de freio alta, por exemplo, durante relativamente longopercurso ladeira abaixo. Se a operação de condução é continuada adicio-nalmente, a temperatura aumentada ainda mais de tal forma que o ponto deruptura prescrito 14 pode romper repentinamente por meio do que o fluido 12pode escapar do recipiente 11.
A cobertura 13, juntamente com o recipiente 11, é recebida emuma tampa de cubo 15 a qual cobre externamente a extremidade de eixo e omancai de roda 3 no lado faceando distante da viga de eixo 5. No estado noqual a cobertura 13 não está abaulada externamente ela está pelo menosaproximadamente no plano com a tampa de cubo 15. Quando a cobertura 13está abaulada, ela se projeta, como indicado na Figura 1, além da tampa decubo 15 de tal forma que esta deformação da cobertura 13 é prontamentedetectável do exterior.
O recipiente 11, o fluido 12 e a formação da cobertura 13 ou osegundo elemento recipiente 9 são combinados um ao outro de tal formaque quando é excedida uma temperatura crítica de carregamento, o que, porexemplo, pode ser um sinal de estar eminente o rompimento do mancai deroda 3, o calor desde o mancai de roda 3 é transferido via a extremidade deeixo 4 sobre o recipiente 11 no qual o fluido 12 se expande de tal forma quea cobertura 13 é irreversivelmente abaulada para fora e que com o aumentoadicional da temperatura devido à operação de operação continuada depoisdo rompimento do ponto de ruptura prescrito 14 o fluido 12 escapa do recipi-ente 11. A cobertura 13 forma assim um dispositivo indicador para indicar atemperatura crítica de carregamento do mancai de roda 3. Da mesma ma-neira uma temperatura crítica de carregamento do sistema de freio 6 podetambém ser indicada através da cobertura 13 ou o segundo elemento recipi-ente 9, respectivamente.
Uma segunda modalidade do arranjo de cubo de roda 1 de a-cordo com a invenção é representada na Figura 2. A extremidade de eixo 4,o mancai de roda 3, o cubo de roda 2 e o sistema de freio 6 têm aqui a estru-tura explanada acima com referência à Figura 1. Na modalidade de acordocom a Figura 2 é também provida uma tampa de cubo 15 a qual cobre a ex-tremidade de eixo 4 e o mancai de roda 3.
Na cavidade central 10 da extremidade de eixo 4 são desenvolvi-das nervuras condutoras de calor 16 as quais são conectadas com o primeiroelemento recipiente 8 do recipiente 11, cujo recipiente é pelo menos parcial-mente enchido com um fluido 12 se expandido ao ser aquecido. As nervurascondutoras de calor 16 podem também se estenderem até a cavidade central10 e se adaptarem à forma do fundo durante a primeira revolução da roda. Atransferência de calor pode desta forma ser aperfeiçoada. O recipiente 11 éfechado para fora sob vedação através do primeiro elemento recipiente 8 e osegundo elemento recipiente 9 conectado de forma estanque à pressão comele. No lado faceando distante da viga de eixo 5 é formada uma cobertura 17integradamente no segundo elemento recipiente 9, cuja cobertura está pelomenos aproximadamente em um plano com a tampa de cubo 15. Nesta co-bertura 17 do recipiente 11 um pistão 19 é suportado deslocavelmente viauma vedação 18. O pistão 19 é aqui conectado com sua margem de pistão 20com o recipiente 11 via uma margem de ruptura prescrita.
O recipiente 11, o fluido 12 e o pistão 19 com a margem de rup-tura prescrita são aqui combinados um ao outro de forma que com a tempe-ratura crítica de carregamento na extremidade de eixo 4 devido ao aumentoda temperatura no mancai de roda 3, e/ou o sistema de freio 6, o pistão 19 éinicialmente pressionado para fora por meio do que o fato de que a tempera-tura de operação crítica foi atingida está já sendo assinalada. Se a despeitodo dano sobre o mancai de roda 3 ou do sistema de freio 6, a operação decondução é continuada, a temperatura aumenta ainda mais e desta formatambém a pressão no recipiente 11, de tal forma que a margem de pistão 20como uma margem de ruptura prescrita é rompida repentinamente atravésda pressão interna do fluido 12 no recipiente 11.0 pistão 19 é desta formadeslocado ainda mais para fora do recipiente ou da cobertura 17, isto é, dis-tante da viga de eixo 5. Neste ponto o pistão 19 se projeta já marcadamenteda tampa de cubo 15 de tal forma que o pistão 19 forma o elemento indica-dor de um dispositivo indicador que indica uma temperatura crítica de carre-gamento do mancai de roda 3 e/ou sistema de freio 6. O pistão 19 pode op-cionalmente ser até mesmo pressionado completamente para fora do recipi-ente da tampa de cubo e neste caso é perdido.
Uma modalidade adicional do arranjo de cubo de roda de acordocom a invenção é representada na Figura 3, com o arranjo de cubo de rodatendo fundamentalmente uma estrutura similar como explanada acima comreferência às Figuras 1 e 2.
Dentro da cavidade central 10, da extremidade de eixo 4, nova-mente é fixado um recipiente 11, o qual é enchido com um fluido 12, que seexpande sob calor. O recipiente 11, em contraste com as modalidades des-critas acima, é formado como uma indentação na tampa de cubo 15 com aqual o recipiente 11 é formado integradamente.
O recipiente 11 é fechado com uma cobertura separada 21, aqual, neste estado está pelo menos aproximadamente em um plano com atampa de cubo 15, a qual cobre a extremidade de eixo 4 e o mancai de roda3. A cobertura 21 é assim fixada dentro do recipiente 11, que sob operaçãode condução normal não se separa do recipiente 11.
Por outro lado, a cobertura 21, como indicado na Figura 3, podeser pressionada para fora do recipiente 11 se o fluido 12 contido no recipien-te é aquecido acima de uma temperatura crítica de carregamento devido aoaquecimento do mancai de roda e/ou do sistema de freio 6. Neste caso acobertura 21 cai do recipiente 11 e a tampa de cubo 15 de tal forma que épossível detectar rapidamente que uma temperatura crítica de carregamentofoi atingida.
Na modalidade de acordo com a Figura 3, o recipiente 11 é for-mado por um cilindro fechado de uma peça o qual é recebido na cavidadecentral 10 da extremidade de eixo 4. No entanto, alternativamente, o recipi-ente 11 pode também ser formado de diversos componentes, como, por e-xemplo, representado nas modalidades de acordo com as Figuras 1 e 2, oureciprocamente.
O recipiente 11 e/ou uma cobertura 13, 17, 21 provida opcional-mente podem ser constituídos de um material sintético ou outro material a-dequado. Como o fluido 12 se expande sob calor, pode ser utilizada água,por exemplo. No entanto, alternativamente, é também factível utilizar outrolíquido ou fluido gasoso o qual é selecionado com relação a sua expansãonas possíveis mudanças de temperatura devido ao dano do arranjo de cubode roda 1.
Ao invés de um recipiente 11 enchido com um meio líquido ougasoso 12, pode ser provido também um corpo sólido que se expandequando o arranjo de cubo de roda é aquecido e nesse sentido deforma umelemento indicador, por exemplo, uma cobertura ou uma tampa de cubo 15.
De acordo com a invenção em todas as modalidades descritas orecipiente 11 está em contato próximo com a tampa de cubo 15 e a extremi-dade de eixo 4, por exemplo através das nervuras condutoras de calor 16 ouas distâncias potencialmente bem curtas entre a cavidade central 10 e o re-cipiente. Por isto, é factível boa condução de calor entre a extremidade deeixo 4 e o dispositivo indicador para a indicação de uma temperatura críticade carregamento do mancai de roda 3 e/ou do sistema de freio 6, a qual ga-rante uma resposta especialmente rápida do dispositivo indicador. Possíveisdanos podem assim ser detectados em tempo, antes que ocorram defeitosadicionais, por exemplo, devido ao alto carregamento de temperatura. Aindamais, estágios de dano diferentes, gerados por diferentes carregamento detemperaturas, podem ser feitos visíveis com meios simples, por exemplo,através da deformação de um elemento do dispositivo indicador ao menoraumento de temperatura e um rompimento para fora de um elemento do dis-positivo indicador ou através de mudanças de cor em maiores aumentos detemperatura.
Listagem de Referência
1 Arranjo de cubo de roda
2 Cubo de roda
3 Mancai de roda
4 Extremidade de eixo (munhão)
5 Viga de eixo
6 Sistema de freio
7 Disco de freio
8 Primeiro elemento recipiente
9 Segundo elemento recipiente
10 Cavidade
11 Recipiente (câmara de pressão)
12 Fluido
13 Cobertura
14 Ponto de ruptura previsto
15 Tampa de cubo
16 Nervura condutora de calor
17 Cobertura
18 Vedação
19 Pistão
20 Margem de pistão (margem de ruptura prevista)
21 Cobertura
Claims (15)
1. Arranjo de cubo de roda com pelo menos um cubo de roda(2), o qual é suportado via pelo menos um mancai de roda (3) girável emuma extremidade de eixo (munhão) 4 de uma viga de eixo (5) suportado so-bre um chassis de veículo motor, e com o qual, opcionalmente, um sistemade freio (6) está associado, caracterizado pelo fato de que associado com aextremidade de eixo (4) está um dispositivo indicador (11, 13, 19, 21) visívelde fora do arranjo de cubo de roda para indicar uma temperatura crítica decarregamento do mancai de roda (3) e/ou dos sistemas de freio (6), e queeste dispositivo indicador compreende um elemento indicador (13, 19, 21) oqual se torna deformado se uma temperatura crítica de carregamento é ex-cedida.
2. Arranjo de cubo de roda de acordo com a reivindicação 1, ca-racterizado pelo fato de que o dispositivo indicador (11, 13, 19, 21) compre-ende um recipiente fechado (11) que é parcialmente enchido com um fluido(12) o qual se expande quando aquecido, ou um corpo sólido se expandindoao ser aquecido.
3. Arranjo de cubo de roda de acordo com a reivindicação 1 ou-2, caracterizado pelo fato de que o dispositivo indicador (11, 13, 19, 21) épelo menos parcialmente integrado na extremidade do eixo (munhão) (4).
4. Arranjo de cubo de roda de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 3, caracterizado pelo fato de que na extremidade de eixo (4) é for-mado um recesso e/ou uma cavidade (10) para a recepção pelo menos par-cial do dispositivo indicador (11,13,19,21).
5. Arranjo de cubo de roda de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 4, caracterizado pelo fato de que o elemento indicador (13, 19, 21),o qual é deformado se uma temperatura crítica de carregamento é excedida,é formado pela tampa de cubo (15) e/ou por uma região da tampa de cubo(15) e/ou é associada com a tampa de cubo (15).
6. Arranjo de cubo de roda de acordo com a reivindicação 5,com uma tampa de cubo (15), caracterizado pelo fato de que a tampa decubo (15) e/ou uma região da tampa de cubo (15) é conectada com um reci-piente fechado (11) e/ou é fixado como uma cobertura sobre um recipienteformando uma vedação.
7. Arranjo de cubo de roda de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 6, caracterizado pelo fato de que a tampa de cubo (15) e/ou umacobertura (13, 21) do recipiente (11) inclui uma,região enfraquecida e/ou umponto de ruptura prescrito (14).
8. Arranjo de cubo de roda de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 7, caracterizado pelo fato de que uma tampa de cubo (15) ou umaregião da tampa de cubo e/ou uma cobertura (13, 21) do recipiente (11) pre-ferencialmente abaúla irreversivelmente quando a temperatura crítica de car-regamento é excedida.
9. Arranjo de cubo de roda de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 8, caracterizado pelo fato de que a tampa de cubo (15) ou uma re-gião da tampa de cubo e/ou cobertura (13, 21) do recipiente (11) rompe re-pentinamente e/ou para fora quando a temperatura crítica de carregamentoé excedida.
10. Arranjo de cubo de roda de acordo com uma das reivindica-ções 5 a 7, caracterizado pelo fato de que na tampa de cubo (15) e/ou norecipiente (11) um pistão (19) é suportado deslocavelmente de tal forma queo pistão (19) é pelo menos parcialmente deslocável fora da tampa de cubo(15) e/ou do recipiente (11) quando a temperatura crítica de carregamento éexcedida.
11. Arranjo de cubo de roda de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 10, caracterizado pelo fato de que a extremidade de eixo (4) e odispositivo indicador (11, 13, 19, 21) estão em contato de condução de calor,preferencialmente através de contato de área e/ou nervuras condutoras decalor (16).
12. Arranjo de cubo de roda de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 11, caracterizado pelo fato de que o elemento indicador (13, 19, 21)é inicialmente deformado irreversivelmente ao atingir uma temperatura críti-ca de carregamento, em particular abaúla e/ou é parcialmente empurradopara fora do recipiente (11) e/ou tampa de cubo (15), e que o elemento indi-cador (13, 19, 21) rompe repentinamente e/ou para fora em particular a umponto de ruptura prescrito (14) quando a temperatura crítica de carregamen-to é excedida.
13. Arranjo de cubo de roda de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 12, caracterizado pelo fato de que a temperatura crítica de carre-gamento está acima daquele carregamento de temperatura ocorrente duran-te a operação de condução com mancais de roda perfeitos (3) e um sistemade freio (6) perfeito em tensão de freio alta.
14. Arranjo de cubo de roda de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 13, caracterizado pelo fato de que pelo menos um elemento do dis-positivo indicador é formado de tal forma que sua cor é alterada e/ou muda-da quando uma temperatura crítica de carregamento é excedida.
15. Arranjo de cubo de roda de acordo com uma das reivindica-ções 1 a 13, caracterizado pelo fato de que pelo menos um elemento do dis-positivo indicador é formado de tal forma que sua cor é alterada quando umadeformação crítica é excedida.
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