BRPI0611380A2 - método e dispositivo para a fabricacão de bobinas de material de manta com um invólucro externo - Google Patents

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BRPI0611380A2
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roll
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BRPI0611380-0A
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Gelli Mauro
Maddaleni Romano
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Fabio Perini S.P.A
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Abstract

A presente invencao refere-se à máquina rebobinadeira para a producao de bobinas de material de manta, compreendendo: uma unidade bobinadeira (3, 5, 7); um trajeto para liberar o material de manta (N) para a dita unidade bobinadeira; um sistema para continuamente alimentar o dito material de manta para a dita unidade bobinadeira; um distribuidor (31) de um material de folha (F) para envolver as bobinas formadas pela dita unida de bobinadeira, instalado e operado de modo a liberar um comprimento de material de folha para a dita unidade bobinadeira no término do enrolamento de cada bobina sem interromper a alimentacao direta do material de manta.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODO EDISPOSITIVO PARA A FABRICAÇÃO DE BOBINAS DE MATERIAL DEMANTA COM UM INVÓLUCRO EXTERNO".
Descrição
Campo da Técnica
O presente pedido refere-se a aperfeiçoamentos aos métodos eaos dispositivos para a produção de bobinas de material de manta, tipica-mente, porém não exclusivamente bobinas de papel, e especialmente depapel toalha.
Mais particularmente, a presente invenção se refere a rebobina-deiras, particularmente as do tipo periférica ou do tipo de bobinagem de su-perfície, para a fabricação de bobinas de papel higiênico, toalhas de cozinha,ou outras bobinas de papel toalha, e à fabricação ou aos métodos de bobi-nagem relacionados.
Estado da Técnica
As máquinas chamadas bobinadeiras ou rebobinadeiras são ge-ralmente usadas para fabricar bobinas de papel toalha, toalhas de cozinhaou outros produtos desta natureza em bobinas. Nestas máquinas, um mate-rial de manta contínua é liberado ao longo de um trajeto e alimentado parauma unidade bobinadeira. Dentro da unidade bobinadeira, as bobinas dematerial de manta são bobinadas em seqüência, com ou sem o auxílio deeixos ou eixos de bobinagem. Os sistemas de bobinagem podem ser de umtipo central e de um tipo periférico, ou ainda uma combinação dos dois tipos.
No primeiro caso, o movimento de bobinagem é provido por meio de cabeço-tes móveis ou eixos em torno dos quais o material de manta é bobinado, e,no segundo caso, o movimento de bobinagem é comunicado ao se colocar abobina que está sendo formado em contato com um ou mais elementos debobinagem continuamente móveis, tipicamente correias ou rolos de bobina-deiras. Nas máquinas mais comuns, o berço de bobinagem consiste de umconjunto de três rolos de bobinadeira.
Nas máquinas combinadas, a bobinagem é controlada por ummeio periférico ou de bobinagem central, ou são providos elementos de su-porte axial para os eixos ou eixos de bobinagem. Exemplos de máquinasrebobinadeiras deste tipo encontram-se descritos nas Patentes U.S. Ns. 6513 750, 3 128 057, RE28 353, e 5 660 349.
Exemplos de máquinas de bobinagem de superfície ou periféricamais modernas encontram-se descritos nas Patentes U.S. Ns. 5 839 680, 5639 046, 5 690 296, 5 368 252, 5 538 199, 5 542 622, 5 979 818, 6 648 266,603 467, 5 769 352, 5 853 140, 6 050 519, 6 656 033, 6 696 458, 5 104055, 5 402 960, 5 505 402, 6 422 501, 4 856 725, 4 962 897, 5 505 405, 4723 724; no Pedido de Patente U.S. N. 2003/0189123 e nos Pedidos de Pa-tente Internacionais WO-A-2004/035441, WO-A-2004/046006, e WO-A-01/64563.
A Publicação WO-A-02/055420 descreve um dispositivo de bo-binagem combinado, no qual cada bobina é formado como o resultado doefeito combinado de cabeçotes móveis acionados a motor e rolos de bobi-nadeira.
As bobinas formadas pelas máquinas rebobinadeiras são nor-malmente do mesmo comprimento e largura dos carretéis pais a partir dosquais uma ou mais camadas de material de papel são liberadas para a uni-dade bobinadeira. As bobinas ou toros resultantes formados são em seguidacortados com comprimento axial adequado para venda e uso.
As bobinas acabadas são normalmente preparadas em pacotesou outras formas de embalagem, em múltiplos de seis ou doze bobinas, en-volvidas em filme plástico. Em alguns mercados, as bobinas são vendidaspor unidade, cada qual envolvida em uma folha de invólucro ou embalagem.
Para este fim, foram projetadas máquinas particulares que são instaladas ajusante das rebobinadeiras e que enrolam cada toro ou bobina com uma fo-lha protetora colada no lugar. Em seguida, a bobina ou toro é dividida pormeio de uma ação de corte axial em bobinas menores, cada uma das quaisjá embalada em uma seção de embalagem de proteção. Este sistema deembalagem implica na necessidade de uma máquina extra entre a rebobina-deira e a máquina de corte, além da máquina de embalagem, a qual é aindanecessária para se produzir as múltiplas embalagens contendo diversas bo-binas.
A Patente U.S. Ν. 1 682 322 descreve uma máquina rebobina-deira na qual as bobinas são bobinadas em um berço de bobinagem. Nofinal do processo de bobinagem, a alimentação direta do material de mantausado para formar a bobina é interrompida e uma folha é alimentada para oberço de bobinagem a fim de formar uma embalagem em torno da bobina. Abobina embalada é em seguida descarregada do berço de bobinagem antesde a alimentação direta do material de manta para criar a bobina seguinteser restaurada.
A máquina rebobinadeira é inadequada às modernas demandasde alta produtividade e, consequentemente, não é usada.
Objetos e sumário da invenção
Um objeto da presente invenção é prover uma máquina rebobi-nadeira ou bobinadeira que permita que as bobinas ou toros de material demanta bobinada, enrolado em uma folha ou invólucro de proteção sejam fa-bricados de uma maneira contínua e a alta velocidade.
O objeto de uma modalidade preferida da presente invenção éainda prover um método eficiente e adequado para as altas taxas de produ-tividade das rebobinadeiras modernas, para a fabricação de bobinas ou to-ros de material de manta bobinada embalada em uma folha externa de embalagem.
De acordo com um primeiro aspecto, a presente invenção dizrespeito a uma máquina rebobinadeira para a produção de bobinas de mate-rial de manta compreendendo: uma unidade bobinadeira, um trajeto para aliberação do material de manta para a unidade bobinadeira; um sistema paraa alimentação contínua do material de manta para a unidade bobinadeira;um distribuidor de folhas de material para embalar as bobinas formadas naunidade bobinadeira, disposto e controlado de modo a alimentar tamanhosou porções de material de folha na unidade bobinadeira no término da bobi-nagem de cada bobina, sem interromper a alimentação contínua do materialde manta ao longo de seus trajeto de liberação.
Com uma máquina deste tipo, no final da bobinagem de cadabobina, a mesma poderá ser envolvida em uma folha de material de prote-ção sem interromper a máquina e sem interromper o ciclo de produção.
De acordo com uma modalidade preferida da presente invenção,a unidade bobinadeira é do tipo periférico ou de bobinagem de superfície.
Em uma modalidade possível da presente invenção, o distribui-dor de material de folha para embalar as bobinas ou toros é disposto ao lon-go do trajeto de liberação do material de manta para a unidade bobinadeira.
Quando a unidade bobinadeira é do tipo de bobinagem de superfície, amesma poderá incluir um primeiro rolo de bobinadeira e um segundo rolo debobinadeira, que juntos formam uma região de garras através da qual o ma-terial de manta passa. Neste caso, o distribuidor do material de folha paraenvolver o lado externo das bobinas completadas pode ser disposto de mo-do a fixar o comprimento de material de folha ao material de manta a mon-tante da dita região de garras de modo que o material de folha para envolvero toro ou bobina acabada se movimente através da região de garras junta-mente com a porção final do material de manta destinado a formar a últimavolta da bobina ou toro.
De acordo com uma modalidade mais vantajosa, no entanto,além dos dois primeiros rolos de bobinadeiras que definem a região de gar-ras para a alimentação do material de manta que é bobinado, a unidade bo-binadeira inclui ainda um terceiro rolo de bobinadeira com um eixo geométri-co móvel que, juntamente com os ditos dois primeiros rolos de bobinadeira,define um berço de bobinagem no qual a bobina é bobinado em contato comos rolos de bobinadeira. Neste caso, de acordo com uma modalidade vanta-josa da presente invenção, o distribuidor do material de folha para embalar abobina ou toro acabado é disposto e controlado de modo a liberar tamanhosde material de folha para a bobina por meio de um dos rolos de bobinadeira,e, de preferência por meio do terceiro rolo de bobinadeira de eixo geométricomóvel.
Para este fim, o terceiro rolo de bobinadeira poderá incluir umdispositivo de aperto, isto é, um meio para encaixar o comprimento de mate-rial de folha a fim de transferir o dito material de folha para a bobina bobina-do e embalar o mesmo em volta do dita bobina. Por exemplo, de acordo comuma modalidade particularmente vantajosa da presente invenção, o terceirorolo de bobinadeira pode ter uma superfície cilíndrica perfurada e conter umacaixa de sucção, de modo que uma porção do rolo de bobinadeira exerçauma força de sucção e possa, assim, encaixar o material de folha de modo atransferir a mesma para a bobina.
De acordo com um outro aspecto, a presente invenção se referea um método para embalar bobinas de material de manta, compreendendoas seguintes etapas de:
- liberar continuamente o material de manta ao longo de um tra-jeto e alimentar o mesmo para uma unidade bobinadeira;
- bobinar uma quantidade predeterminada de material de mantade modo a formar uma primeira bobina;
- cortar o material de manta de modo a formar uma borda trasei-ra solta da primeira bobina e uma borda dianteira de uma segunda bobinasem parar a alimentação do material de manta;
- envolver a primeira bobina com um comprimento de material defolha;
- descarregar a primeira bobina, envolvida no dito material defolha, da unidade bobinadeira;
- começar a bobinar uma segunda bobina.
De acordo com uma modalidade do método de acordo com apresente invenção, o comprimento de material de folha é fixado ao materialde manta por meio de um adesivo, embora outros métodos de aplicação se-jam exeqüíveis.
Em uma modalidade do método de acordo com a presente in-venção, um adesivo é aplicado ao material de folha nas proximidades deuma borda dianteira e de uma borda traseira, e o comprimento de folha éfixado ao material de manta da bobina por meio do dito adesivo aplicado nasproximidades da borda dianteira de folha, e sua borda traseira é colada àsuperfície externa do dito comprimento de material de folha por meio do a-desivo aplicado nas proximidades da dita borda traseira.De acordo com uma modalidade da presente invenção, o méto-do compreende as seguintes etapas de:
- aderir a borda dianteira da porção ou comprimento de materialde folha ao material de manta conforme este se movimenta ao longo de seutrajeto de alimentação dianteiro;
- avançar o comprimento de material de folha para a unidadebobinadeira juntamente com o material de manta;
- cortar o material de manta a jusante da borda dianteira docomprimento de material de folha.
As etapas a seguir são envolvidas em uma variante de ajustefino desta modalidade do método de acordo com a presente invenção:
- prover um primeiro rolo de bobinadeira e um segundo rolo debobinadeira que fazem parte da dita unidade bobinadeira, disposta de modoa definir uma região de garras entre os ditos primeiro e segundo rolos debobinadeira;
- alimentar o material de manta para a dita região de garras;
- formar pelo menos uma parte da bobina em contato com o pri-meiro e o segundo rolos de bobinadeira;
- fixar o comprimento de material de folha no material de mantaa montante da região de garras;
- passar o comprimento de material de folha pela região de gar-ras e bobinar o comprimento de material de folha em volta da bobina com-pletada após a interrupção do material de manta.
Em uma outra modalidade, o método de acordo com a presenteinvenção envolve as seguintes etapas de:
- prover um primeiro rolo de bobinadeira e um segundo rolo debobinadeira que fazem parte da dita unidade bobinadeira, disposta de modoa definir uma região de garras entre os ditos primeiro e segundo rolos debobinadeira;
- prover um terceiro rolo de bobinadeira de eixo geométrico mó-vel de modo a definir um berço de bobinagem juntamente com o dito primei-ro e o dito segundo rolos de bobinadeira;- alimentar o material de manta para a dita região de garras;
- bobinar pelo menos uma parte da bobina em contato com oprimeiro, segundo e terceiro rolos de bobinadeira, o terceiro rolo de bobina-deira tendo um eixo geométrico móvel de acordo com o aumento do diâme-tro da bobina.
- no término da bobinagem da bobina, compensar o comprimen-to de material de folha por meio de um dentre os rolos de bobinagem, e depreferência por meio do terceiro rolo de bobinagem, e enrolar o mesmo emtorno da dita bobina.
A presente invenção se refere ainda a uma máquina rebobina-deira para a produção de bobinas de material de manta, compreendendo:uma unidade bobinadeira, um trajeto para a liberação do material de mantapara a unidade bobinadeira, um distribuidor de folhas de material para en-volver as bobinas, disposto e controlado de modo a alimentar um cornpri-mento de material de folha ao longo do dito trajeto de liberação de materialde manta no término da bobinagem de cada bobina.
De acordo com uma modalidade vantajosa, ao longo do trajetopara a liberação do material de manta, é disposto um dispositivo para fixar odito comprimento de material de folha ao dito material de manta.
De acordo com uma modalidade preferida da presente invenção,a máquina compreende um distribuidor de adesivo a fim de aplicar um ade-sivo no dito comprimento de material de folha de modo a fixar o dito compri-mento de material de folha ao dito material de manta.
Com vantagem e preferivelmente, a unidade bobinadeira com-preende pelo menos um primeiro rolo de bobinadeira e um segundo rolo debobinadeira, que, juntos, definem uma região de garras através da qual omaterial de manta passa, e através da qual o dito comprimento de materialde folha é alimentado.
De acordo com um outro aspecto, a presente invenção diz res-peito também a uma máquina rebobinadeira para a produção de bobinas dematerial de manta compreendendo: uma unidade bobinadeira com pelo me-nos um rolo de bobinadeira; um trajeto para a liberação do material de mantapara a dita unidade bobinadeira; um distribuidor de folhas de material paraenvolver as bobinas formadas na dita unidade bobinadeira, disposto e con-trolado de modo a alimentar um comprimento de material de folha para o ditorolo de bobinadeira no término da bobinagem de cada bobina. De preferên-cia, um distribuidor de adesivo pode também ser provido para a aplicação deum adesivo ao dito comprimento de material de folha a fim de fixar o com-primento de material de folha ao dito material de manta. O rolo para o qual ocomprimento de material de folha é alimentado pode, de preferência, ser umrolo móvel de modo a controlar o aumento do diâmetro da bobina que estásendo enrolada, e o dito rolo, poderá, por exemplo, fazer parte de uma uni-dade bobinadeira de três rolos, de um tipo contínuo, isto é, no qual não hánecessidade de se parar ou substancialmente diminuir a liberação do mate-rial de manta no término da formação de cada bobina.
De acordo com um outro aspecto ainda, a presente invenção serefere a um método para embalar bobinas de material de manta, no qual ummaterial de manta é liberado ao longo de um trajeto e alimentado para umaunidade de bobinagem; e no qual, ao término do enrolamento da bobina, umcomprimento de material de folha para envolver a dita bobina é inserido aolongo do trajeto para a liberação do material de manta e, assim, alimentadopara a dita unidade de bobinagem.
Para alimentar o comprimento de material de folha para a unida-de de bobinagem, é feita, de preferência, uma provisão para a dita folha serfixada ao material de manta ao longo do dito trajeto, de modo que a folhaseja presa na unidade bobinadeira pelo material de manta.
Breve Descrição dos Desenhos
A presente invenção será melhor ilustrada com o auxílio da des-crição dos desenhos em anexo, os quais mostram modalidades práticas semrestringir o âmbito da presente invenção. Para maior precisão, nos desenhos:
As Figuras 1 e 2 mostram uma primeira modalidade da presenteinvenção em dois momentos sucessivos de um ciclo de bobinagem;
As Figuras 3 e 4 mostram uma segunda modalidade da presenteinvenção em dois estágios separados de um ciclo de bobinagem;
As Figuras 5A a 5D mostram vários estágios do ciclo de bobina-gem em uma terceira modalidade da presente invenção;
A Figura 6 mostra uma vista frontal esquemática de uma bobinapreparada com uma máquina de acordo com a presente invenção;
A Figura 6A mostra uma ampliação da área indicada pela letra Ana Figura 6;
As Figuras 7 e 8 são vistas frontais de uma bobina ou toro pre-parada com uma máquina de acordo com a presente invenção em váriasmodalidades; e
A Figura 9 é uma vista esquemática de uma outra modalidadeda presente invenção.
Descrição Detalhada das Modalidades da Invenção
As Figuras 1 e 2 mostram, esquematicamente, uma rebobinadei-ra de acordo com a presente invenção em uma primeira modalidade, emdois momentos distintos de um ciclo de bobinagem. Neste caso, a rebobina-deira é configurada de modo a produzir bobinas ou toros sem eixo.
A rebobinadeira é configurada (no que diz respeito aos elemen-tos de bobinagem) essencialmente conforme descrito na Patente U.S. N. 5639 046, à qual se faz referência para uma descrição mais detalhada dosaspectos estruturais e operação deste tipo de rebobinadeira.
As Figuras 1 e 2 mostram as partes essenciais do cabeçote debobinagem. A rebobinadeira, globalmente indicada pelo numerai de referên-cia 1, compreende um primeiro rolo de bobinadeira 3, um segundo rolo debobinadeira 5 e um terceiro rolo de bobinadeira 7. Os três rolos de bobina-deira juntos formam um berço de bobinagem, no qual uma bobina ou toro Lé formada. O toro L formado pela rebobinadeira é em seguida cortado,transversalmente ao seu eixo geométrico, em bobinas únicas ou bobinasmenores de um comprimento axial correspondente ao comprimento do pro-duto final.
O rolo de bobinadeira 7 é carregado pelos braços oscilantes 9 ese eleva gradualmente de modo a permitir e controlar o aumento do tama-nho do toro L. Os três rolos 3, 5, 7 giram na mesma direção (anti-horária, noexemplo) praticamente na mesma velocidade periférica durante o enrola-mento da bobina ou toro L, enquanto a velocidade do rolo de bobinadeirainferior 5, e possivelmente também do rolo 7 para controlar o diâmetro dotoro, varia (o primeiro acelerando, o último acelerando) no estágio de troca,isto é, quando a bobina ou toro L completada é descarregada, e um novotoro L é carregado no estágio de bobinagem inicial, de acordo com os méto-dos já conhecidos a uma pessoa versada na técnica.
Uma região de garras é criada entre os rolos 3 e 5, através daqual o material de manta N a ser bobinado a fim de formar a bobina ou toro Lpassa (movimentando-se na direção da seta Ν). A montante da região degarras criada entre os rolos 3 e 5, existe uma superfície côncava 11 consis-tindo de uma folha curvada de um metal, de uma resina reforçada de fibra decarbono ou outro material adequado. Esta superfície côncava é capaz de ummovimento oscilante na direção da seta f11 de modo a apertar o material demanta N contra a superfície externa do rolo de bobinadeira 3, deste modoprovocando um rasgo no material de manta e, consequentemente, fazendocom que a confecção da porção central de um novo toro se inicie por meioda ondulação da borda dianteira do material de manta cortado, conformedescrito em mais detalhes na Patente U.S. N. 5 639 046 acima mencionada.
O numerai de referência 13 indica uma unidade que suporta asuperfície 11 e que é capaz de se movimentar para mais perto ou para maislonge do rolo 3 de modo a colocar a superfície 11 mais próxima ou mais lon-ge do dito rolo. A unidade 13 também suporta um mecanismo de controle 15acionado por um motor 17 por meio das correias 19 e 21, de modo a induzirum aperto rápido do material de manta N pela porção 11A da superfície cur-vada 11 contra a superfície cilíndrica do rolo 3, conforme já descrito na Pa-tente U.S. N. 5 639 046 acima mencionada.
Ao longo do trajeto do material de manta N que é alimentadopara o cabeçote de bobinagem, há um perfurador, esquematicamente indi-cado pelo numerai de referência 23, que gera linhas de perfuração transver-sais no material de manta N de modo a dividir o material em porções unitá-rias que podem ser destacadas por rasgamento ao longo da linha de perfu-ração quando a bobina acabada fica em uso.
Em termos característicos, a montante da entrada para o canaldefinido entre a superfície externa do rolo de bobinadeira 3 e a superfíciecôncava 11, há um distribuidor de material de folha, usado para liberar folhasunitárias ou comprimentos de material de folha (com o qual cada bobina outoro L é enrolada depois de ser completada) ao longo do trajeto que alimentao material de manta N para a unidade bobinadeira que consiste dos rolos 3,5, 7. O distribuidor é globalmente indicado pelo numerai de referência 31.
Este aplicador de folha ou distribuidor 31 compreende um trans-portador 33 com uma caixa de sucção associada 35 situada sob a ramifica-ção superior do transportador 33. Um ou uma fileira de diversos bocais, es-quematicamente indicado pelo numerai de referência 37, é instalado ao lon-go do transportador 33 e, em certas posições pré-estabelecidas, o mesmoaplica adesivo sobre a superfície superior da folha F em trânsito sobre otransportador 33 a fim de fazer a dita folha se aderir ao material de manta Nde uma maneira a se descrita mais adiante.
A jusante do transportador 33, há um rolo 39 que se mantémconstantemente girando em uma direção congruente com a direção na qualo material de manta N é alimentado direto ao longo de seu trajeto, passandoentre o rolo 39 e o rolo de bobinadeira 3. O rolo 39 é montado sobre os bra-ços oscilantes 41 controlados por meio de um atuador (não mostrado) demodo a empurrar o rolo 39 contra o rolo 40 em um momento predeterminadoa fim de fixar a folha F ao material de manta N.
A folha F é alimentada direta por meio do transportador 33 atéque a mesma ocupe a posição esquematicamente ilustrada na Figura 1, naqual a borda dianteira da folha F fica presa contra a superfície externa dorolo rotativo 39, que pode ser perfurada em toda a sua superfície, por exem-plo, e mantida a uma pressão ligeiramente negativa no lado de dentro pormeio de um ventilador. Um defletor 43 orienta a folha F de modo a se assen-tar corretamente sobre, e permanecer fixada à superfície cilíndrica giratóriado rolo 39. A força de sucção exercida pela caixa de sucção 35 é mais forteque a força de sucção exercida pelo rolo rotativo 39, e, consequentemente,segura a folha F até que a mesma seja inserida, de uma maneira a ser des-crita mais adiante, ao longo do trajeto do material de manta N. Como umaalternativa à caixa de sucção 35, pode haver outros tipos de meio de reten-ção, por exemplo, dispositivos mecânicos. O um ou mais bocais 37 aplicaduas linhas de adesivo C e C1 sobre a superfície superior da folha F nasproximidades das bordas dianteira e traseira, respectivamente, da folha F.
Estas linhas de adesivo de preferência correm aproximadamente paralelasàs bordas transversais da folha F, isto é, perpendiculares à direção na qual afolha é alimentada para frente, e podem ser contínuas ou descontínuas, porexemplo, consistindo de conjuntos de pontos de adesivo em fileira. Um ade-sivo pode também ser aplicado à folha F em um estágio anterior do processode produção, por exemplo, usando um adesivo que é ativado apenas quan-do o mesmo é usado.
A operação da rebobinadeira configurada desta maneira é comosegue (vide a seqüência nas Figuras 1 e 2). Na Figura 1, o material de man-ta N avança ao longo de seu trajeto de liberação na direção da seta fN e ébobinado de modo a formar uma bobina ou toro L no berço de bobinagemconsistindo dos rolos 3, 5 e 7. Há uma folha F no distribuidor 31, com a suaborda dianteira LT em contato com o rolo 39, que gira em uma velocidadeperiférica aproximadamente correspondente à velocidade de alimentaçãodireta do material de manta, mas sem tocar o material de manta. Um adesivoC é aplicado por meio do bocal 37 nas proximidades da dita borda dianteiraLT, e uma segunda linha de adesivo C1 é aplicada nas proximidades daborda traseira LC. A borda traseira fica acima da caixa de sucção 35, demodo que a folha C se mantenha na posição ilustrada na Figura 1 até que amesma seja inserida na rebobinadeira.
Quando o toro L é formado, o rolo 39 é colocado contra o rolo 40de modo a porção dianteira da folha F fique apertada entre os rolos 40 e 39e se acelere, avançando junto com o material de manta Ν. A linha de adesi-vo C garante que a folha F se adira ao material de manta N e continue a a-vançar juntamente com o material de manta mesmo depois de o mesmoperder contato com o rolo 39. O material de manta N, ao qual a folha F foifixada sobre a superfície que faceia o rolo de rebobinadeira 3 (e que forma asuperfície externa do toro L), avança para a unidade de bobinadeira 3, 5, 7 eé rasgado ou de outra forma cortado ao longo da linha de perfuração geradapelo perfurador 23 de uma maneira conhecida por si só, devido à oscilaçãoda superfície curvada oscilante 11, cuja porção 11A entra em contato com omaterial de manta, apertando o mesmo contra o rolo 3. A inserção da folha Fé sincronizada com a posição da linha de perfuração, ao longo da qual o ma-terial de manta deve ser rasgado de modo que a borda traseira LC da folhaF entre em uma posição, na qual a mesma se estende ligeiramente além daborda traseira do material de manta rasgado.
Depois que o mesmo é rasgado, a borda dianteira do material demanta N formada pelo dito corte do material de manta começa a ondulardentro da região de garras entre a superfície 11 e o rolo 3, deste modo cri-ando o primeiro eixo LN de um novo toro (Figura 2), e a borda traseira NC domaterial de manta é enrolada sobre o toro L que, embora ainda no berço debobinagem 3, 5, 7, começa a ser descarregado por meio de uma mudançana velocidade periférica do rolo 7 e/ou do rolo 5.
Conforme ilustrado na Figura 2, a folha F faz um giro em volta dabobina ou toro L. A borda dianteira LT se adere à superfície externa da últi-ma volta do material de manta enrolado sobre o toro L, enquanto a bordatraseira LC, já aderida ao material de manta N por meio da linha de adesivoC1, quando a mesma é enrolada em torno do toro L, também se adere à su-perfície externa da folha F nas proximidades da borda dianteira LT devido àmesma linha de adesivo C1 que se infiltra através do material.
A bobina assim enrolada é descarregada adiante para a estaçãoseguinte na linha de produção.
A Figura 8 mostra uma ampliação esquemática da bobina outoro L assim obtida. A Figura 8 também indica um eixo de bobinagem tubularpor meio de uma linha pontilhada, uma vez que o mesmo produto pode sertambém obtido com uma rebobinadeira que utiliza eixos de bobinagem tubu-lares, conforme explicado mais adiante.A folha de invólucro F é, deste modo, enrolada em volta do girofinal do material de manta na borda traseira NC. A borda traseira LT da folhafica sob a última porção do material de manta N, terminando na borda trasei-ra NC, e é colada na volta subjacente do material de manta por meio do a-desivo C.
A borda traseira LC da folha F de preferência se estende paraalém da borda traseira NC do material de manta, e a linha de adesivo C1 fazcom que a folha F se adira à última porção do material de manta N, e, ao seinfiltrar através do material de manta, garante a adesão do mesmo com aparte de trás da folha F nas proximidades da borda dianteira LT. De maneiraalternativa, se as características do adesivo aplicado à folha F forem inade-quadas para o mesmo se infiltrar através do material e, assim, garantir a a-desão da borda traseira solta NC do material de manta N sobre a parte detrás do invólucro criado pela folha F, em seguida, pode ser feita uma provi-são para a aplicação de uma linha de adesivo ao material de manta N pormeio de um distribuidor específico de um tipo conhecido com um bocal dis-tribuidor de adesivo, por exemplo, em uma posição sincronizada com a posi-ção da linha de perfuração na qual o material de manta deve ser rasgado e aborda traseira NC do material de manta N é criada.
As Figuras 3 e 4 mostra uma modalidade diferente de uma má-quina rebobinadeira para a produção de bobinas ou toros sem eixo em doisestágios distintos do ciclo de bobinagem. Os mesmos numerais de referên-cia são usados para indicar as mesmas partes (ou equivalentes) às ilustra-das nas Figuras 1 e 2.
Na presente modalidade, o distribuidor 31, que libera os com-primentos ou porções de material de folha F para se enrolar em torno da par-te externa da bobina ou toro L depois de ser enrolada, é associado ao tercei-ro rolo de rebobinadeira, isto é, ao rolo de rebobinadeira com um eixo geo-métrico móvel, indicado pelo numerai de referência 7 e carregado pelos bra-ços oscilantes 9. Nesta modalidade, o distribuidor 31 tem uma superfície desuporte 51 ao longo da qual a folha F é alimentada, por exemplo, por meiode um par de rolos acionados a motor 53 ou outro meio adequado. A super-fície 51 tem bocais associados à aplicação do adesivo 37 correspondentesao ilustrado nas Figuras 1 e 2, que aplicam um adesivo C nas proximidadesda borda dianteira e/ou da borda traseira de cada folha F. Este exemplotambém mostra uma lâmina 55 que coopera com um oco ou cavidade 57associado à superfície 51 para a divisão da folha F em comprimentos unitá-rios, caso a mesma seja liberada a partir de uma bobina ou carretei, emborapossa ser que as folhas sejam liberadas a partir de uma pilha de folhas pré-cortadas, unitários, ou as mesmas podem ser separadas ao se rasgar aolongo das linhas de perfuração por meios conhecidos.
A borda traseira 51A da superfície de suporte 51 fica em umaposição (que pode ser ajustável com relação ao diâmetro dos rolos ou torosL a produzir) de modo que, quando o rolo de bobinadeira móvel 7 fica emuma posição mais superior, a borda dianteira LT do material de folha F tocaa superfície cilíndrica do rolo 7, conforme ilustrado na Figura 4. O rolo 7 in-clui elementos adequados para a retenção e aprisionamento do material defolha de modo a completar o invólucro da bobina ou toro. Em uma modalida-de possível, conforme ilustrado na figura, estes elementos compreendem umsetor de sucção 7A e perfurações por toda a superfície cilíndrica para que afolha F possa se aderir ao rolo. É ainda exeqüível se usar outros meios ouelementos de retenção, por exemplo, um meio mecânico, compreendendoum sistema de grampos, ganchos ou coisa do gênero, sobre a superfície dorolo de bobinadeira 7.
A operação da máquina ilustrada nas Figuras 3 e 4 é como sesegue. Na Figura 3, o enrolamento da bobina ou toro L se inicia no berçocriado pelos rolos 3, 5, e 7, e o material de manta N sendo cortado e a ondu-lação do toro sendo iniciada ao longo da superfície curvada 11 da maneirapreviamente descrita e ilustrada em mais detalhes na Patente U.S. N. 5639046.
Quando a bobina ou toro L é completada e o material de mantaN é cortado (Figura 4), a bobinagem do eixo LN de uma nova bobina come-ça no canal entre a superfície curvada 11 e o rolo 3, enquanto a bobina outoro L completada é enrolada no material de folha F.Para este fim, o material é encaixado pela porção de sucção 7 Ado rolo de bobinadeira de eixo geométrico móvel 7. A força de sucção fazcom que a borda dianteira LT do material de folha F permaneça fixa e avan-ce para a superfície cilíndrica do toro L. Qualquer linha de adesivo C aplica-da nas proximidades da borda dianteira LT faz com que a folha se adira àsuperfície externa da última volta de material de manta N sobre a bobina outoro L. O toro continua a girar e a folha F continua a ser enrolada em volta dolado externo do toro L de modo a prover um envoltório completo. Os bocais37 aplicam um adesivo nas proximidades da borda traseira LC do materialde folha F a fim de vedar ou fixar a folha em torno do toro completado, o qualé em seguida descarregado do berço de bobinagem de uma maneira conhe-cida, por meio de uma diferença nas velocidades periféricas do rolo de bobi-nadeira 7 e do rolo de bobinadeira 5.
O tipo de envoltório obtido usando este método operacional éilustrado em detalhe nas Figuras 6 e 6A. A linha de adesivo C na proximida-de da borda dianteira LT pode ser omitida, uma vez que, neste caso, a folhaF não tem de avançar junto com o material de manta N ao longo de seu tra-jeto de alimentação dianteira para o berço de bobinagem, uma vez que amesma é sempre controlada pelo rolo de bobinadeira 7, que fica em contatocom o toro L que é enrolado. Além disso, diferente da situação que utiliza omodo operacional das Figuras 1 e 2, quando a linha de adesivo C é omitida,a folha F é colada apenas em si mesma e fica livre para deslizar em torno domaterial de manta N; sendo assim, quando a bobina de produto enrolada éusada, a folha F pode simplesmente ser removida por meio do deslizamentoda mesma para fora da bobina, uma que não há nenhuma ancoragem inter-mediária e a bobina fica imediatamente pronta para uso, sem ter de destacara borda inicial da primeira volta de material de manta N a partir da bobinaenrolada.
Nas modalidades ilustradas até agora, a máquina de rebobina-deira é configurada de modo a produzir bobinas sem eixo L. O mesmo prin-cípio pode também se aplicar, no entanto, para se rebobinar as máquinasque formam as bobinas ou toros L em torno dos eixos de enrolamento tubu-lares (feitos de papelão, por exemplo) de uma maneira convencional. As Fi-guras 5A a 5D ilustram a seqüência operacional de uma máquina rebobina-deira deste tipo.
A configuração básica da máquina rebobinadeira e sua opera-ção, no que diz respeito à bobinagem do material de manta, ao corte do ma-terial de manta, à inserção dos eixos de bobinagem, ao início do processode bobinagem, e ao descarregamento dos toros completados, encontra-sedescrita em detalhe nas Patentes U.S. Ns. 5 979 818 e 6 148 266, às quaispodem ser feitas referências para mais detalhes. Apenas os aspectos bási-cos da rebobinadeira são mencionados no presente documento.
A mesma compreende três rolos de bobinadeira 3, 5 e 7 que de-finem um berço de bobinagem similar ao descrito até então com referênciaàs figuras anteriores. Em torno do rolo de bobinadeira principal 3, que guia omaterial de manta N em volta do mesmo, alimentando o mesmo para frente,há uma superfície curvada 101 ao longo da qual os eixos de bobinagem Arolam e são inseridos seqüencialmente na máquina para cada ciclo de bobi-nagem. A superfície curvada 101 é aproximadamente concêntrica ao rolo 3 edefine um canal 103 no qual os eixos de bobinagem A são inseridos pormeio de um impulsor 105, os eixos sendo liberados para a rebobinadeira pormeio de uma correia transportador 107 ou outro meio adequado.
Sob esta superfície de rolamento 101, há um eixo geométrico derotação 110 em torno do qual um elemento de corte 113 gira e, conformeexplicado nas Patentes U.S. Ns. 5 979 818 e 6 648 266 acima mencionadas,separa o material de manta ao término do enrolamento de uma bobina outoro L de modo a permitir o enrolamento de uma nova bobina a fim de come-çar em um novo eixo de bobinagem A inserido no canal 103. O material demanta é cortado em uma posição adequada entre o toro Leo novo eixo debobinagem A, quando os mesmos se encontram nas posições ilustradas nasFiguras 5A ou 5B.
O rolo de bobinadeira tendo um eixo geométrico móvel é associ-ado a um distribuidor 31 de folhas ou comprimentos de um material de folhaF de modo a envolver os toros unitários quando os mesmos são bobinados.No exemplo mostrado, o distribuidor 31 compreende uma superfície de des-lizamento 51, cuja parte terminal ou borda 51A fica adjacente à superfíciecilíndrica do rolo 7 quando este ocupa a sua posição mais superior (Figura5A), a fim de permitir que a borda dianteira da folha F seja compensada ealimentada para o berço de bobinagem definido pelos rolos 3, 5 e 7, de ma-neira muito similar à descrita com relação às Figuras 3 e 4.
No exemplo ilustrado, a superfície 51 é associada a um par derolos 53 que alimentam o material de folha F adiante, desenrolando o mes-mo de um carretei Borda a jusante do qual há um meio de corte 55 para di-vidir o material de folha F em comprimentos unitários.
O numerai de referência 37 é novamente usado para ilustrar umdistribuidor de adesivo, por exemplo, na forma de um conjunto de bocaisalinhados transversalmente em cuja direção a folha F avança. Os bocais 37aplicam linhas transversais de adesivo à folha F na proximidade da bobinatraseira LC e possivelmente ainda na proximidade da bobina dianteira LT dafolha F1 para os fins previamente explicados.
Novamente nesta modalidade, o rolo de bobinadeira 7 compen-sa a folha F por meio de um segmento de sucção 7A em torno do rolo debobinadeira 7.
É igualmente exeqüível, no entanto, se usar sistemas diferentesou alternativos para encaixar a folha F (e isto também se aplica ao exemploda modalidade descrita com referência às Figuras 3 e 4), como, por exem-plo, os sistemas eletrostáticos ou os sistemas mecânicos. Estes últimos po-dem consistir de parafusos, pinos, ou outros meios de retenção prontamentefeitos para se projetarem a partir da superfície cilíndrica do rolo 7 no momen-to apropriado e penetrarem na porção dianteira da folha F. Para este fim,pode haver ainda um elemento contrastante, como, por exemplo, um contra-rolo oposto à borda frontal 51A da superfície de suporte 51 a fim de contrari-ar a ação dos pinos que se projetam a partir do rolo 7 e permitir sua penetra-ção na folha F.
A operação da máquina é claramente mostrada na seqüênciadas Figuras 5A a 5D. Na Figura 5A, a bobina ou toro L se encontra virtual-mente completa e o rolo de bobinadeira móvel 7 está na posição mais supe-rior adjacente à borda 51A da superfície 51 do distribuidor 31. Devido à forçade sucção no segmento de sucção 7A, a folha F (já provida com uma linhade adesivo) é encaixada pelo rolo 7 e avança para o berço de bobinagem.
Na disposição ilustrada, a borda dianteira LT já se encontra emcontato com o toro L. O meio para cortar o material de manta, indicado pelonumerai de referência 113, se encontra na posição de trabalho dentro docanal 103 e, no exemplo ilustrado, o dito meio gira a uma velocidade perifé-rica inferior à velocidade de alimentação do material de manta N ou à veloci-dade periférica do rolo de bobinadeira 3. Um novo eixo de bobinagem A éempurrado para a abertura do canal 103 por meio do impulsor 105.
Na Figura 5B, o material de manta N é rasgado ou cortado aolongo de uma linha de perfuração, deste modo formando uma borda diantei-ra NÃO TECIDO e uma borda traseira NC. Um adesivo já foi aplicado aoeixo A inserido no canal 103 de modo que a porção frontal do material demanta N se adira ao mesmo e, assim, se inicie uma nova bobinagem. Aoinvés de um adesivo, outros meios conhecidos de adesão podem tambémser usados, tais como, uma força de sucção de dentro do eixo tubular A,que, neste caso seria adequadamente perfurado. O material de folha F con-tinua a se enrolar sobre a bobina ou toro L completada, deste modo, envol-vendo a mesma.
Na Figura 5C, a folha F praticamente completou a formação deuma volta de invólucro sobre o toro L, o qual avança para uma calha paraser descarregado da rebobinadeira devido ao efeito de uma diferença develocidade entre o rolo 7 e o rolo 5. A borda traseira FC, provida com a linhade adesivo C1, se adere à superfície externa do toro L e, para maior preci-são, à superfície exposta da folha F na proximidade da borda dianteira que,neste exemplo, estará em uma posição sob a borda traseira NC do materialde manta N.
A Figura 5D mostra o momento em que um novo eixo A, com asprimeiras voltas do material de manta enrolado sobre o mesmo, passa pelaregião de garras entre os rolos 3 e 5 a fim de entrar no berço de bobinagemformado pelo conjunto dos três rolos 3, 5 e 7. O rolo 7 desce para retornarpara a sua posição de trabalho em contato com a nova bobina que é formada.
O produto obtido por meio deste método operacional pode sersimilar ao ilustrado nas Figuras 6 e 6A, ou pode assumir a forma ilustrada naFigura 7. Neste caso, a borda traseira NC do material de manta é menor enão chega a ficar entre as bordas dianteira e traseira LT e LC do material defolha F. Com efeito, quando o material de folha F é aplicado pelo rolo de bo-binadeira 7 (Figuras 3, 4, 5), não há mais nenhuma necessidade de colocara borda dianteira LT do material de folha F em fase com a borda traseira domaterial de manta NC, uma vez que este já foi rasgado no momento que orolo 7 é aplicado. Ou melhor, quando a aplicação da borda dianteira LT aomaterial de manta N se inicia, este poderá ou não já ter sido rasgado, ou deoutra forma cortado. O material de manta N, em qualquer caso, será rasgadono momento que a aplicação do material de folha F ao material de manta Ntiver terminado.
De maneira similar ao ilustrado e descrito com referência às Fi-guras 2, 3, 4 e 5, o comprimento de material de folha F pode ser liberado eaplicado pelo rolo inferior 5. Neste caso, pode haver uma unidade 31 (demaneira muito similar ao descrito e ilustrado acima com relação ao rolo mó-vel 7) instalada ao longo do rolo 5 sob a calha para descarregar as bobinasou toros. No término da bobinagem de cada bobina, o rolo 5 compensa umcomprimento de material de folha F, por meio de sucção, por exemplo, e,girando no sentido anti-horário, coloca o mesmo em contato com a bobinaenrolada, fazendo a mesma se aderir ao mesmo de acordo com o métododescrito acima com relação ao rolo de eixo geométrico móvel 7.
A Figura 9 mostra uma outra modalidade da presente invenção,similar à modalidade da Figura 1. Os mesmos numerais de referência sãousados para indicar partes iguais, ou equivalentes, às da Figura 1. Diferen-temente da configuração da Figura 1, na Figura 9, há um meio para o cortelongitudinal do material de manta N e da folha F enrolada sobre o materialbobinado. Em uma modalidade possível, aqui ilustrada, este meio de cortecompreende lâminas em forma de disco 201 que cooperam com o rolo debobinadeira 3, que contém ranhuras em forma de anel para este fim. As lâ-minas em forma de disco podem ser serradas ou lisas. Em uma modalidadepossível, estas lâminas cooperam com as respectivas bordas das ranhurasem forma de anel no rolo de bobinadeira 3 a fim de obter uma ação de cortedo tipo tesoura, porém, embora correntemente preferido, isto não seja indis-pensável.
Com uma configuração deste tipo, o material de manta é divididoem tiras longitudinais unitárias, cada uma das quais dando origem a umabobina de um comprimento axial correspondente ao comprimento do produtofinal. Cada bobina é enrolada externamente com uma folha F do mesmo ta-manho que a bobina. Neste caso, em cada ciclo de bobinagem, ao invés deum toro ser cortado em seções em um estágio subseqüente no processo, oresultado é uma série de bobinas já cortadas. Esta solução é particularmenteadequada no caso da fabricação de bobinas para usos industriais ou profis-sionais, que são normalmente maiores em diâmetro que as bobinas apropri-ada uso doméstico e, consequentemente, mais difíceis de cortar caso fos-sem produzidas em um toro longo.
Um sistema de corte longitudinal similar pode também ser facil-mente obtido nas demais modalidades ilustradas.
As lâminas em forma de disco de preferência realizam um cortelongitudinal (isto é, em cuja direção o material avança) do material de folha Ftambém. No entanto, é igualmente possível que esta folha seja alimentadapara a máquina já dividida em porções unitárias de folha substancialmentealinhadas às lâminas em forma de disco 201.
Deve-se entender que os desenhos ilustram apenas um exem-plo, oferecido simplesmente como uma demonstração prática da presenteinvenção, a qual pode variar em forma e disposição sem abandonar o âmbitodo conceito da presente invenção.

Claims (42)

1. Máquina rebobinadeira para a produção de bobinas de mate-rial de manta, compreendendo:- uma unidade bobinadeira;- um trajeto para a liberação do material de manta para a ditaunidade bobinadeira;- um sistema para a alimentação contínua do dito material demanta para a dita unidade bobinadeira;- um distribuidor de um material de folha para envolver as bobi-nas formadas pela dita unidade bobinadeira, disposto e controlado de modoa alimentar um comprimento de material de folha para a dita unidade bobi-nadeira no término da bobinagem de cada bobina, sem interromper a distri-buição do material de manta.
2. Máquina rebobinadeira, de acordo com a reivindicação 1, naqual a dita unidade bobinadeira é uma unidade bobinadeira periférica.
3. Máquina rebobinadeira, de acordo com a reivindicação 1 ou 2,na qual o dito distribuidor é disposto ao longo do dito trajeto de liberação dodito material de manta.
4. Máquina rebobinadeira, de acordo com a reivindicação 3, naqual a dita unidade bobinadeira compreende um primeiro rolo de bobinadeirae um segundo rolo de bobinadeira, definindo entre os mesmos uma regiãode garras através da qual o dito material de manta passa, e na qual o ditodistribuidor é disposto de modo a aplicar o dito comprimento de material defolha ao material de manta a montante da dita região de garras, o materialde folha fazendo, assim, um percurso através da dita região de garras.
5. Máquina rebobinadeira, de acordo com a reivindicação 2, naqual a dita unidade bobinadeira compreende um primeiro rolo de bobinadeirae um segundo rolo de bobinadeira, definindo entre os mesmos uma regiãode garras através da qual o dito material de manta passa, e um terceiro rolode bobinadeira com um eixo geométrico móvel que, juntamente com o ditoprimeiro e o dito segundo rolos de bobinadeira, define um berço de bobina-gem para a formação das bobinas, e na qual o dito distribuidor de materialde folha é disposto de modo a fixar comprimentos de material de folha nasditas bobinas por meio de um dos ditos rolos de bobinadeira.
6. Máquina rebobinadeira, de acordo com a reivindicação 5, naqual o dito distribuidor de material de folha é disposto de modo a liberarcomprimentos de material de folha por meio do dito terceiro rolo de bobina-deira.
7. Máquina rebobinadeira, de acordo com a reivindicação 6, naqual o dito terceiro rolo de bobinadeira compreende um dispositivo para en-caixar o comprimento de material de folha de modo a envolver o mesmo so-bre a bobina enrolada.
8. Máquina rebobinadeira, de acordo com a reivindicação 6 ou 7,na qual o dito terceiro rolo de bobinadeira é dotado de pelo menos uma por-ção de sucção para encaixar o dito comprimento de material de folha.
9. Máquina rebobinadeira, de acordo com uma ou mais dentreas reivindicações precedentes, na qual o dito distribuidor compreende umaplicador de adesivo disposto e controlado de modo a aplicar um adesivopelo menos na proximidade de uma borda do dito comprimento de materialde folha, em ângulos retos à direção de seu enrolamento sobre a bobina.
10. Máquina rebobinadeira, de acordo com a reivindicação 9, naqual o dito aplicador de adesivo é disposto e controlado de modo a aplicarum adesivo na proximidade de duas bordas do dito comprimento de materialde folha, em ângulos retos à direção de seu enrolamento sobre a bobina.
11. Máquina rebobinadeira, de acordo com uma ou mais dentreas reivindicações precedentes, compreendendo um meio para cortar Iongitu-dinalmente o material de manta.
12. Máquina rebobinadeira, de acordo com a reivindicação 11,na qual o dito meio de corte é disposto e controlado de modo a cortar tanto omaterial de manta corrio o material de folha.
13. Método para a fabricação de bobinas de material de manta,compreendendo as seguintes etapas de:- alimentar continuamente o dito material de manta ao longo deum trajeto para uma unidade bobinadeira;- bobinar uma quantidade predeterminada de material de mantade modo a formar uma primeira bobina;- sem parar a alimentação do material de manta, cortar o materi-al de manta de modo a formar uma borda traseira solta da primeira bobina euma borda dianteira de uma segunda bobina;- envolver a dita primeira bobina em um comprimento de materialde folha;- descarregar a primeira bobina, envolvida com o dito material defolha, da unidade bobinadeira;- começar a bobinar uma segunda bobina.
14. Método, de acordo com a reivindicação 13, no qual as ditasbobinas são enroladas por meio de um sistema de bobinagem periférica.
15. Método, de acordo com a reivindicação 13 ou 14, no qual odito comprimento de material de folha é feito para se aderir ao material demanta por meio de um adesivo.
16. Método, de acordo com uma ou mais dentre as reivindica-ções 14 e 15, no qual um adesivo é aplicado ao dito comprimento de materi-al de folha na proximidade de uma borda dianteira e de uma borda traseira,e no qual o dito comprimento é fixado por meio do dito adesivo na proximi-dade da borda dianteira ao material de manta que forma a bobina, a bordatraseira sendo colada à superfície externa do comprimento de material defolha por meio do adesivo aplicado na proximidade da dita borda traseira.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16, no qual o ditoadesivo é aplicado em linhas substancialmente paralelas às bordas dianteirae traseira do comprimento de material de folha, em ângulos retos à direçãona qual a folha é envolvida sobre a bobina.
18. Método, de acordo com uma ou mais dentre as reivindica-ções 13 a 17, compreendendo as seguintes etapas de:- aderir uma borda dianteira do dito comprimento de material defolha ao material de manta ao longo do dito trajeto de liberação;- avançar o dito comprimento de material de folha juntamentecom o material de manta para a unidade bobinadeira;- cortar o material de manta a jusante da dita borda dianteira docomprimento de material de folha.
19. Método, de acordo com uma ou mais dentre as reivindica-ções 13a 18, compreendendo as seguintes etapas de:- dispor um primeiro rolo de bobinadeira e um segundo rolo debobinadeira que fazem parte da dita unidade bobinadeira, o dito primeiro e odito segundo rolos de bobinadeira definindo uma região de garras entre osmesmos;- alimentar o dito material de manta através da dita região degarras;- bobinar pelo menos uma parte da dita bobina em contato como dito primeiro e o dito segundo rolos de bobinadeira;- aplicar o dito comprimento de material de folha ao dito materialde manta a montante da dita região de garras;- passar o dito comprimento de material de folha pela dita regiãode garras e envolver o dito comprimento de material de folha sobre a bobinacompletada após o corte do material de manta.
20. Método, de acordo com uma ou mais dentre as reivindica-ções 13 a 18, compreendendo as seguintes etapas de:- dispor um primeiro rolo de bobinadeira e um segundo rolo debobinadeira que fazem parte da dita unidade bobinadeira, o primeiro e o se-gundo rolos de bobinadeira definindo uma região de garras entre os mesmos;- dispor um terceiro rolo de bobinadeira com um eixo geométricomóvel, definindo um berço de bobinagem com o dito primeiro e o dito segun-do rolos de bobinadeira;- alimentar o dito material de manta através da dita região degarras;- bobinar pelo menos uma parte da dita bobina em contato como dito primeiro, o dito segundo e dito terceiro rolos de bobinadeira, o terceirorolo de bobinadeira tendo um eixo geométrico móvel de acordo com o au-mento do diâmetro da bobina.- no término do enrolamento da bobina, compensar o compri-mento de material de folha por meio de um dentre os ditos rolos de bobina-gem, e envolver o mesmo sobre a dita bobina.
21. Método, de acordo com a reivindicação 20, no qual o ditocomprimento de material de folha é compensado por meio do dito terceirorolo de bobinadeira e envolvido sobre a bobina.
22. Método, de acordo com a reivindicação 21, no qual o ditocomprimento de material de folha é mantido contra a superfície do dito ter-ceiro rolo de bobinadeira por meio de uma força de sucção, e transferido dorolo de bobinadeira para a bobina.
23. Método, de acordo com uma ou mais dentre as reivindica-ções 13 a 22, no qual o dito material de manta é dividido em tiras longitudi-nais e cada tira longitudinal é enrolada de modo a formar uma bobina unitá-ria, várias bobinas sendo formadas simultaneamente por meio da bobinagemsimultânea de diversas tiras nas quais o dito material de manta é dividido.
24. Método, de acordo com a reivindicação 23, no qual o ditocomprimento de material de folha é dividido em porções de material de folha,cada uma das quais sendo envolvida sobre uma bobina correspondente.
25. Máquina rebobinadeira para a produção de bobinas de mate-rial de manta, compreendendo:- uma unidade bobinadeira;- um trajeto para a liberação do material de manta para a ditaunidade bobinadeira;- um distribuidor de um material de folha para envolver as bobi-nas, disposto e controlado de modo a liberar um comprimento de material defolha ao longo do dito trajeto de modo a liberar o material de manta no térmi-no da bobinagem de cada bobina.
26. Máquina, de acordo com a reivindicação 25, na qual há umdispositivo disposto ao longo do dito trajeto para a liberação do material demanta, para a fixação do dito comprimento de material de folha ao dito mate-rial de manta.
27. Máquina, de acordo com a reivindicação 26, compreendendoum distribuidor de adesivo para a aplicação de um adesivo ao dito compri-mento de material de folha de modo a fixar o comprimento de material defolha ao dito material de manta.
28. Máquina, de acordo com a reivindicação 25 ou 26, na qual adita unidade bobinadeira compreende pelo menos um primeiro rolo de bobi-nadeira e um segundo rolo de bobinadeira, definindo entre os mesmos umaregião de garras através da qual o material de manta passa, e através daqual o dito comprimento de material de folha é liberado.
29. Máquina rebobinadeira para a produção de bobinas de mate-rial de manta, compreendendo:- uma unidade bobinadeira com pelo menos um rolo de bobina-deira;- um trajeto para a liberação do material de manta para a ditaunidade bobinadeira;- um distribuidor de um material de folha para envolver as bobi-nas formadas pela dita unidade bobinadeira, disposto e controlado de modoa liberar um comprimento de material de folha para o dito rolo de bobinadeirano término da bobinagem de cada bobina.
30. Máquina, de acordo com a reivindicação 29, compreendendoum distribuidor de adesivo para a aplicação de um adesivo ao dito compri-mento de material de folha a fim de fixar o comprimento de material de folhaao dito material de manta.
31. Máquina rebobinadeira, de acordo com a reivindicação 29 ou-30, na qual o dito rolos de bobinadeira é móvel de modo a permitir o aumen-to no tamanho da bobina que é formada na dita unidade bobinadeira.
32. Máquina, de acordo com a reivindicação 29, 30 ou 31, naqual o dito rolo de bobinadeira é dotado de um meio para a retenção docomprimento de material de folha de modo a aplicar o dito material de folhaà dita bobina.
33. Máquina, de acordo com a reivindicação 32, na qual o ditomeio de retenção compreende um meio de sucção.
34. Método para a produção de bobinas de material de manta,no qual um material de manta é alimentado ao longo de um trajeto de libera-ção para uma unidade bobinadeira; e no qual, no término do enrolamento deuma bobina, um comprimento de material de folha para envolver a dita bobi-na é inserido ao longo do dito trajeto de modo a liberar o material de manta,e alimentado para a dita unidade bobinadeira.34. Método, de acordo com a reivindicação 34, no qual o ditocomprimento de material de folha é fixado ao dito material de manta ao lon-go do dito trajeto, e preso na dita unidade bobinadeira por meio do dito mate-rial de manta.
35. Método, de acordo com a reivindicação 34, no qual o ditocomprimento de material de folha é fixado ao dito material de manta ao lon-go do dito trajeto, e preso na dita unidade bobinadeira por meio do dito mate-rial de manta.
36. Método, de acordo com a reivindicação 34 ou 35, no qual umadesivo é aplicado ao dito comprimento de material de folha a fim de fixar odito comprimento de material de folha ao dito material de manta ao longo dodito trajeto de liberação.
37. Método, de acordo com uma ou mais dentre as reivindica-ções 34 a 36, compreendendo as seguintes etapas de:- alimentar o dito material de manta ao longo de um trajeto deliberação para uma unidade bobinadeira;- bobinar uma quantidade predeterminada de material de mantade modo a formar uma primeira bobina;- cortar o material de manta de modo a formar uma borda trasei-ra solta da dita primeira bobina e uma borda dianteira de uma segunda bobina;- envolver a dita primeira bobina no dito comprimento de materialde folha;- descarregar a primeira bobina, envolvida no dito material defolha, da unidade bobinadeira;- começar a bobinar uma segunda bobina.
38. Método para a produção de bobinas de material de manta,no qual um material de manta é alimentado ao longo de um trajeto de libera-ção para uma unidade bobinadeira, compreendendo pelo menos um rolo debobinadeira; e no qual, no término do enrolamento de uma bobina, um com-primento de material de folha para envolver a dita bobina é inserido na ditaunidade bobinadeira por meio do dito rolo de bobinadeira.
39. Método, de acordo com a reivindicação 38, no qual o ditorolo de bobinadeira é móvel durante o processo de bobinagem de modo acontrolar o aumento de tamanho da bobina.
40. Método, de acordo com a reivindicação 38 ou 39, no qual odito rolo de bobinadeira compensa o dito comprimento de material de folha eprende o mesmo na direção da bobina.
41. Método, de acordo com a reivindicação 40, no qual o ditocomprimento de material de folha é mantido pelo dito rolo de bobinadeira pormeio de uma força de sucção.
42. Método, de acordo com uma ou mais dentre as reivindica-ções 38 a 41, no qual um adesivo é aplicado ao dito comprimento de materi-al de folha.
BRPI0611380-0A 2005-05-02 2006-04-27 máquina rebobinadeira para a produção de bobinas e método para a fabricação de bobinas BRPI0611380B1 (pt)

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