BRPI0611542A2 - prensador de alta compressão - Google Patents

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BRPI0611542A2
BRPI0611542A2 BRPI0611542-0A BRPI0611542A BRPI0611542A2 BR PI0611542 A2 BRPI0611542 A2 BR PI0611542A2 BR PI0611542 A BRPI0611542 A BR PI0611542A BR PI0611542 A2 BRPI0611542 A2 BR PI0611542A2
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BR
Brazil
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bale
chamber
roll
bales
belt
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BRPI0611542-0A
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Irfan Toor
F Scott Crawford
Rick Redle
Richie G Studer
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Rpp America Llc
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    • B30PRESSES
    • B30BPRESSES IN GENERAL
    • B30B9/00Presses specially adapted for particular purposes
    • B30B9/30Presses specially adapted for particular purposes for baling; Compression boxes therefor
    • B30B9/3082Presses specially adapted for particular purposes for baling; Compression boxes therefor with compression means other than rams performing a rectilinear movement
    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B65CONVEYING; PACKING; STORING; HANDLING THIN OR FILAMENTARY MATERIAL
    • B65BMACHINES, APPARATUS OR DEVICES FOR, OR METHODS OF, PACKAGING ARTICLES OR MATERIALS; UNPACKING
    • B65B27/00Bundling particular articles presenting special problems using string, wire, or narrow tape or band; Baling fibrous material, e.g. peat, not otherwise provided for
    • B65B27/12Baling or bundling compressible fibrous material, e.g. peat
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Abstract

PRENSADOR DE ALTA COMPRESSãO. Prensadores de alta compressão e métodos de formação dos fardos são revelados. Um exemplo de prensador (10) compreende uma câmara de embalamento (26) configurada para receber material. A câmara de embalamento é formada por um par de placas terminais (30a, 30b) definindo as extremidades longitudinais da câmara de embalamento, e uma correia infinita direcionável (28) guiada por uma pluralidade de rolos (36, 37, 40, 44, 50). A correia infinita define uma periferia da câmara de embalamento. Um exemplo de método compreende propiciar uma correia infinita em volta de pelo menos um rolo direcionável (40) e um par de rolos de inclinação (36, 37), recebendo o material na câmara de embalamento (26) aúavés de uma boca (24) formada entre o rolo direcionável (40) e o par de rolos de inclinação (36, 37), aumentando a pressão apitada pela correia infinita (28) no material, e fixando o material na câmara de embalamento com rede (60) para formar os fardos (20).

Description

RELATÓRIO DESCRITIVO
PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO
REFERÊNCIA CRUZADA RELACIONADA AOS PEDIDOS
Este pedido rer/indica prioridade da patente provisional dos EstadosUnidos n.° 60/689,411, depositada em 10 de Junho de 2005. Este pedido étambém relacionado ao pedido de patente provisional dos Estados Unidos η.ύ60/681,896, depositada em 16 de Maio de 2005; pedido de patenteinternacional n. PCT/US2006/019117, depositada em 16 de Maio de 2006; e opedido de patente não-provisional dos Estados Unidos n.° 09/980,527,depositada em 29 de Abril de 2002, agora patente nos Estados Unidos n.°6,971,220. Cada um destes pedidos é aqui incorporado por referência comototalmente integrados aqui.
ESTADO DA TÉCNICA DA INVENÇÃO
a. Campo da invenção
A presente invenção se relaciona a pressão do tardo para embalar umagrande variedade de materiais e um método de compressão de uma grandevariedade de materiais em fardos. Em particular, a presente invenção serelaciona a pressão de fardo e se relaciona a métodos para fazer fardoscilíndricos.
b. Estado da técnica
É conhecido que refugos podem ser comprimidos em fardos, tais comopara transportes., para queimar a geração de energia ou outro à disposição
Assim, os fardos permitem os refugos serem mantidos juntos e manter o valorcalórico até que o refugo seja queimado. Na patente dos Estados Unidos n.°6,336,306 (patente '306), por exemplo, uma pressão de fardo redondo ouprensador é revelado incluindo uma correia infinita guiada em volta de umapluralidade de rolos de deflexão via um par de discos com paredes !aterais ouplacas terminais definindo uma câmara de compressão. O reUigo é alimentadona câmara de compressão através de uma abertura de alimentação ecompactado em um fardo arredondado. Um fio ou trama enviesada édesenrolada em volta de um rolo e na câmara de compressão para pré-assegurar o fardo comprimido. O fardo pré-assegurado pode então serentregue em um instrumento de enrolamento para ser totalmente envelopadono filme, ou o fardo pré-assegurado pode ser transportado, queimado, ou outramaneira disposto. A correia infiniia compreende um segmento pivotável parafora de uma configuração fechada ajusiávei para compactar o reTugo em umaconfiguração aberta ajustável para descarregar o fardo redondo pré-assegurado de uma câmara de compressão e transportando o fardo a umamesa de enrolamento.
Para aiguns pedidos, o processo de fardamento tem mais custo-benefício quando fardos são, por exemplo, eficientemente e rapidamentecompactados a uma alta densidade. Onde os fardos são dispostos em umterreno propício, por exemplo, tem valor maximizar o uso do volume do terrenopropício disponível compactando cada fardo de modo a aumentar a quantidadede refugos que podem ser alocados no mesmo volume no terreno. Além disso,quanto menos tempo para produzir cada fardo, mais rápido, eficiente e demaior custo-benefício o processo ó*. desfazer o lixo se torna.
Enquanto a pressão dos fardos redondos, tal como revelado na patente'306 propicia fardos redondos de refugo compactado que podem sertransportados, queimados ou de outras maneiras dispostos, problemasusualmente surgem quando os fardos são compactados em maiorescompressões e/ou maiores velocidades. Onde a compressão do refugo nacâmara de compressão de uma pressão de tardos redondos é aumentado, porexemplo, o refugo geralmente "ferve" na abertura de alimentação ou "boca" dacâmara de compressão, como se o fardo altamente embalado na câmara decompressão impedisse o novo refugo de entrar na câmara de compressão.
Ademais, como a compressão do fardo aumenta nas press^e? de fardoexistentes, o próprio fardo pode protuberar para fora da abertura dealimentação da câmera de compressão. Antes Qa densidade desejável dosfardos poder ser alcançado, a pro* 'berância pode ser grande o suficiente paraque o fardo seja impedido de girar facilmente dentro da câmara decompressão, e os motores dirigindo a correia infinita possam afogar ou falharprematuramente. Aumentando meramente o tamanho ou potência dos cavalosdo motor de direção ou motores podem não sobrepor esta tendência deafogamento e podem aumentar desnecessariamente o tamanho e/ou custo dapressão do fardo.
Onde a velocidade de produção da pressão do fardo é aumentado,outros problemas são geralmente criados. Por exemplo, até que o refugosuficiente esteja na câmara de compressão, o refugo enrola ou cai sobre acâmara, similar às roupas em um secador, sem ser comprimido. Assim, otempo e a energia perdida são usados para operar a pressão do fardo até quea câmara esteja suficientemente cheia, de modo que o refugo possa sercompactado. Ademais, corro a velocidade da pressão do fardo aumenta, atendência do fio ou trama enviesada de enviesar para uma extremidade do rolopode aumentar. Uma trama enviesada pode, por exemplo, assegurarinsuficientemente o fardo, de modo que, como os fardos saiam da pressão dofardo, o fardo cai distante 3 a pressão do fardo deve ser parada para limpar orefugo que foi separado do fardo. A trama enviesada pode também prender emuma porção da câmara de compressão e obstruir a pressão do fardo.
Novamente, a pressão do fardo pode ser parada para limpar a obstrução erealinhar a trama. O tempo perdido limpando o fardo arrebentado da pressãodo fardo e realinhamento da trama é o tempo que poderia ser utilizado paraformar mais fardos.
Posteriormente, com o segmento pivotável da correia infinita aberto, aenergia cinética do fardo pode causar problemas de descarregamento se ofardo puder a rolar para fc, a da câmara de compressão da pressão do fardo.
Assim, ainda permanece desejável ter a pressão do fardo que opera emalta velocidade enquanto cria fardos de alta densidade que podem sereficientemente descarregados da pressão do fardo.
É desejável ter alta velocidade, fardos de alta compressão capazes deproduzir fardos de alta densidade. Fardos desperdiçados reduzem ou eliminamcompletamente odores e contaminações, tais como, fundindo restos durante otransporte e na facilidade de eliminação dos desperdícios. Ademais, oscontêineres de transp^-te ou veículos utilizados para transportar osdesperdícios podam ser re-utilizados, e podem também ser utilizados paraoutros motivos, sem extensa limpeza ou descontam inação.
Um prensador exemplar para compressão do material em fardoscompreende uma câmara de embalamento configurada para receber omaterial. A câmara de embalamento é formada por um par de placas termhaislimitando as faces opostas da câmara de embalamento. e uma correia infinitadirecionável guiada por uma pluralidade de rolamentos. A correia infhita seestende em volta das placas têrmhais e limita uma periferia do câmara deeiiiòalamento.
Outras corporificações do prensador incluem um "bagageiro"pivotadamente conectado a uma estrutura do prensador adjacente à câmara deembalamento, o bagageiro sendo mais baixo para descarregar um fardoprecursor formado na câmara de embalamento. Um par de rolos de inclinaçãopode ser provido que controla o movimento do fardo precursor de modo quenão role inadvertidamente para fora do bagageiro enquanto descarrega o fardoprecursor fora do bagageiro.
Um método exemplar para compressão do material em fardoscompreende propiciar uma correia infinita em volta de pelo menos um rolodirecionável e um par de rolos de inclinação, recebendo o material na câmarade embalamento através de uma boca formada entre o rolo direcionável e o parde rolos de inclinação, aumentando a pressão aplicada pela corres infinita aomaterial na câmara de embalamento para formar um fardo, e assegurando omaterial comprimido enquanto o material está ainda na câmara deembalamento com rede para formar os fardos precursores.
Um SBtema exemplar de embalamento configurávei para produção defardos com variedade de densidades, comprimentos e diâmetros é tambémrevelado. O sistema de embalamento configurávei compreende meios decâmara para recebimento de material. Os meios de câmara são formados pelasplacas terminais ajustáveis para limitar faces extremas opostas de meios derâmara. Os meios de câmara são também formados por meios de correiaajustáveis para limitar a periferia dos meios de câmara. O sistema deembalamento configurávei também compreende meios de assegurar o materialantes de uma operação de descarregamento dos meios de câmara.
Os antecedentes e outros aspectos, características, detalhes, utilidadese vantagens da presente invenção se tornarão aparentes a partir da leitura dorelatório descritivo a seguir e das reivindicações, e da revisão dos desenhosque acompanham.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Fig. 1 é uma vista isométrica da frente e lado direito do prensador deacordo com a primeira corporificação da presente invenção, mostrado com umprensador bagageiro em uma configuração totalmente aberta.Fig. 2 é uma vista isométrica da frente e lado esquerdo do prensadordescrito Fig. 1 com vários componentes removidos para claridade eclaramente mostrando um par de rolos de inclinação adjacentes a extremidadedistai do bagageiro; o par de rolos de inclinação incluindo um rolo de inclinaçãodistai e um rolo de inclinação próximo.
Fig. 3 é uma vista lateral esquerda esquemática do prensador descritonas Figs. 1 e 2 durante a fase inicial da formação do fardo, e representa aprimeira corporificação para o sistema de emprego da rede de segurança.
Fig. 4 é similar a Fig. 3, mas representa o prensador das Figs. 1-3durante a fase htermediária do ciclo de compressão.
Fig. 5 é similar a Fig. 4, representando o prensador das Figs. 1-4 durantea fase intermediária posterior de um ciclo do prensador, com o par de rolos deinclinação adjacentes à extremidade distai do bagageiro girado ligeiramentepara dentro para o fardo ser formado.
Fig. 6 é similar às Figs. 3-5, mas representa o par de rolos de inclinaçãoao longo da extremidade distai no bagageiro girado à sua máxima posição paradentro, e representa uma segunda corporificação de um sistema de empregoda rede de segurança.
Fig. 7 representa o prensador das Fig.s 1-6 logo após o bagageiro teraberto para facilitar a extração ou remoção do fardo.
Fig. 8 é similar à Fig. 7, mas representa o prensador das Figs. 1-7 com obagageiro na configuração totalmente aberta e com o par de rolos de inclinaçãogirados para permitir a transferência do fardo completo para fora do bagageiroe na correia de transferência adjacente ou envolvendo a mesa.
Fig. 9 é similar à Fig. 4, mas é uma vista lateral esquerda esquemáticado prensador de acordo com a segunda corporificação da presente invençãocom o bagageiro em sua posição totalmente fechada ou para cima.
Fig. 10 é similar à Fig. 7, mas representa o prensador da Fig. 9 com seubagageiro na configuração totalmente aberta.
Fig. 11 é similar à Fig. 1, mas é uma vista isométrica da frente e do ladoesquerdo do prensador de acordo com a terceira corporificação da presenteinvenção.
Fig. 12 é similar à Fig. 11, mas representa o prensador de acordo com aterceira corporificação com vários painéis laterais removidos para claridade ecom uma segunda corporificação para o sistema de emprego da rede desegurança.
Fig. 13 é uma vista esquemática de um corte transversal parcial para olado esquerdo do prensador descrito nas Figs. 11 e 12, com várioscomponentes removidos para claramente mostrar o enlace para abertura efechamento do bagageiro.
Fig. 14 representa o prensador das Figs. 11-13 com o bagageiro em suaposição totalmente aberta, e o movimento completo do fardo para aextremidade distai do bagageiro.
Fig. 15 é uma vista isométrica explodida de um mecanismo paramovimentação das placas terminais da câmara de embalamento afastado dasextremidades longitudinais de um fardo precursor para permitir uma extraçãomais fácil do fardo precursor de uma câmara de embalamento.
Fig. 16 é uma vista isométrica do mecanismo da Fig. 15 quandototalmente montado.
Fig. 17 é uma veta isométrica aumentada, fragmentada, dosmecanismos das Figs. 15 e 16.
Fig. 18 ê uma vista em corte transversal fragmentada do mecanismodescrito nas Fgs. 15-17 tiradas ao longo da linha 18-18 da Fig. 17 com omecanismo posicionado para dirigir as placas terminais da câmara deembalamento contra a extremidade longitudinal do fardo durante a formação dofardo.
Fig. 19 é similar à Fig. 18, mas é uma vista em corte transversalfragmentada dos mecanismos das Figs. 15-18, mostrando o mecanismoquando acionado para mover as placas terminais da câmara de embalamentoafastadas da extremidade longitudinal do fardo precursor após ser formado nacâmara de embalamento.
Fig. 20 é uma vista isométrica representando uma placa terminal dacâmara de embalamento e um mecanismo de movimento da placa de balançocompreendendo um par de estacas hidráulicas explodidas afastadas da placade balanço.
Fig. 21 é uma vista fragmentada em corte transversal do mecanismo demovimento da placa de balanço descrita na Fig. 20 com a placa de balançoposicionada firmemente contra uma extremidade Iongitudhal do fardoprecursor.
Fig. 22 é similar à Fig. 21, mas representa a placa de balançoconfigurada ou posicionada para propiciar menos força de aperto ouprendimento na extremidade longitudinal do fardo precursor, permitindo oemprego do fardo da câmara de embalamento.
Fig. 23 é uma vista fragmentada em corte transversal da segundacorporificação do sistema de emprego da rede de segurança tirada ao longo dalinha 23-23 da Fig. 12.
Fig. 24 é uma vista fragmentada em corte transversal parcial da primeiracorporificação do primeiro e do segundo rolos de expansão da rede, tirada aolongo da linha 24-24 da Fig. 23.
Fig. 25 é uma vista lateral fragmentada dos rolos de expansão da rededescrito nas Figs. 23 e 24.
Fig. 26 é uma vista isométrica de uma alternativa de rolo de expansãoda rede de acordo com a presente invenção.
Fig. 27 é uma vista alargada da porção circular da Fig. 26.
Fig. 28 é uma vista isométrica da seção da correia infeiita se estei .dendoentre um par de placas terminais encostadas.
Fig. 29 é similar à Fig. 28, mas representa uma seção da correia infinitase estendendo entre um par de placas terminais sem bordas.
Fig. 30 é uma vista fragmentada em corte transversal tirada ao longo dalinha 30-30 da Fig. 29, com a correia infinita empregando uma baixa àmoderada força de compressão ao material na câmara de embalamento.
Fig. 31 é similar à Fg. 30, mas representa a relação entre a correiainfinita e a placa terminal enquanto a correia infinita está empregando una altapressão aos materiais na câmara de embalamento.
Fig. 32 é uma vista isométrica fragmentada de uma porção do fardodescrito nas Figs. 11-14, com o pulverizador montado explodido distante dofardo.
Fig. 33 é uma vista em corte transversal do pulverizador montado tiradoao longo da linha 33-33 Fig. 32.
Fig. 34 é uma vista explodida isométrica do pulverizador montadodescrito nas Figs. 32 e 33.Fig. 35 é similar à Fig. 13, mas representa o pulverizador empregandoum aditivo ao maíeriai senão introduzido no faraó.
Figs. 36A, 36B e 36C são representações esquemáticas ae umbagageiro au estado da técnica tendo um ângulo de desenvolvimentorelativamente inferior.
Figs. 37A, 37B e 37C são vistas esquemáticas do fardo descrito nas, porexemplo, Figs. 9 e 10, mostrando o emprego de um fardo fora do bagageirotendo características de distribuição do fardo realçadas.
Figs. 33A e 38B são descrições esquemáticas do fardo tambémmostradas, por exemplo, nas Figs. 1-8, empregando um fardo precursor fora dobagageiro.
Figs. 39-42 representam esquematicamente as protuberâncias queformam na boca da câmara de compressão sob diferentes condiçõessimuladas e configurações do fardo.
Fig. 43 representa uma possfoilidade de corporrficação para um funil desuper-carregamento que pode ser usado em conjunto com um fardo: tais comoos fardos das Figs. 1-8 (primeira corporificação), 9 e 10 (segundacorporificaçãc) e 11-14 (terceira corporificação).
Fig. 44 é uma vista isométrica do fardo das Figs. 1-8 em umapossibilidade de confguração para um sistema de embalamento, com o funil desuper-carregamento alternativo mostrado em projeção.
Fjg. 45 é similar à Fig. 44, mas representa uma possibilidade de sistemade embalamento que inclui o fardo tam^é·^ mestrado nas Figs. 11-14.
Fig. 46 representa um sistema total possível para processamento eembalamento de material desperdiçado ou outro material, da coleta inicialatravés da disposição final de uma pluralidade de fardos.
Fig. 47 é uma vista lateral em corte transversal parcial mostrando fardoscilíndricos carregando prendedores no contêtier de transporte.
Fig. 48 é uma vista isométrica do contêiner de transporte descrito na Fig.47, cheio de fardos cilíndricos e com a porta do contêiner ainda aberta.
Fig. 49 representa uma pluralidade de tardos cilíndricos sendo movidospelo caminhão.
Fig. 50 representa uma pluralidade de fardos cilíndricos sendo movidospelo carro de trilho.Fig. 51 representa um operador de fardo em uma doca carregandofardos cimtdiicos em uma barca nutuarido.
Fig. 52 representa graficamente uma mostra das eficiências volumétricasque podem ser alcançadas utilizando os fardos de acordo com a presenteinvenção para fazer melhor uso do volume do terreno de lixo disponível.
Fig. 53 representa em projeção vinte fileiras de fardos empilhados notopo de cada um, por exemplo, um do terreno de lixo, imediatamente após sercolocado no do terreno de lbco; e esta figura também mostra, no seu ladodireito, como as aberturas entre os fardos cilíndricos eventualmente se fechamdevido ao excesso de carga e tempo.
Fig. 54 e 55 são cartas mostrando algumas das eficiências volumétricasque são possíveis quando se utiliza fardos de acordo com a presente invenção,melhor que os meios convencionais em um do terreno de lixo.
Fig. 56 é uma vista isométrica que representa esquematicamente umcaminhão de lixo configurado com um prensador e utilizado para coletar dacalçada, por exemplo, o desperdício sólido municipal.
Fig. 57 é uma vista lateral esquemática de um sistema de embalamentoque pode ser utilizado no lugar de um compactador de lixo atrás de um negócioque gera um volume de desperdício razoavelmente elevado.
Fig. 58 é uma vista lateral de um sistema de embalamento montado emuma barca com ou sem pás.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Os fardos da premente Intenção são configurados para propiciar fardosde alta densidade de uma variedade de diferentes materiais possíveis,incluindo, por exempio, desperdício sólido municipal (MSW), desperdício deconstrução de demolição, desperdícios médicos e outros perigosos,carregamentos de mina, sujeiras, produtos agrícolas e quaisquer outros queprecisem ser eficientemente contidos, movidos, alocados ou dispostos. Comoexplicado logo abaixo, os fardos de acordo com a presente invenção sãoaltamente configuráveis e são assim capazes de produzir fardos de grandevariedade de densidade, comprimentos e diâmetros de fardos. Estes fardosincluem ferragem especial e características de controle de processo quepermitem um usuário selecionar ou "discar" parâmetros desejáveis de fardos eentão produzir os fardos desejáveis em aita velocidade com mínimasinterrupções. Se desejado, estes fardos podem produzir lacre hermeticamente,essencialmente fardos de alta-contenção que facilitam os movimentos fáceis deum grande volume de material para, por exemplo, um do terreno de lixo, se omaterial embalado por ser disposto de, ou para uma planta forte, se o materialembalado for ser utilizado na produção de energia para empregar aosconsumidores e negócios. Estes fardos são particularmente benéficos quandoum grande volume de qualquer tpo de material precisa ser embalado em umaconfiguração segura e portátil. Para situações onde os materiais a seremembalados podem ficar úmidos e poderiam produzir impurezas indesejáveis seos materiais forem comprimidos utilizando vários fardos convencionais, aprodução dos impurezas indesejáveis pode ser controlada através do processoe o filme enrolado que são ambos utilizados pelos fardos de acordo com apresente invenção. Em particular, as ações de cair e pressionar tendem adispersar qualquer umidade contida dentro do material sendo embaladoatravés do fardo, enquanto o filme enrolado contém a umidade remanescentedentro do fardo.
Figs. 1-8 representam um prensador 10 de acordo com a primeiracorporificação da presente invenção em várias configurações de operação. NaFig. 1, o prensador 10 de acordo com a primeira corporificação é mostrado emuma vista isométrica da frente 14 e do lado direito 14a do prensador 10. Nestacorporificação particular, um par de estacas hidráulicas 16a, 16b são usadospara abrir o "bagageiro" 18 que permite um fardo formado (p.ex., fardo 20 naFig. 7) ser expedido do prensador 10. Na Fig. 1, este bagageiro 18 é mostradoem sua configuração totalmente aberta. Durante a criação do fardo 20, obagageiro 18 é movido para sua configuração totalmente fechada (ver, p.ex.,Figs. 2-6). O material para ser embalado é introduzido no prensador 10 emuma abertura de alimentação.ou boca 22 definindo um caminho de entrada 24prensador 10. Uma câmara de embalamento 26 é formada quando o bagageiro18 é totalmente fechado por uma correia de compressão infinita 28 e placastermhais 30a, 3Cb. Também visível na Fig. 1 e, por exemplo, Fgs. 20-22, sãoum par de placas de balanço ou painéis 32a, 32b que ajudam a guiar o materiala ser embalado no espaço entre as placas terminais 30a, 30b da câmara deembalamento 26. Como explicado logo abaixo, estas placas de balanço oupainéis 32a, 32b também podem ser usadas para manter o fardo 20 de rolarimediatamente para fora da câmara de embalamento 26, como o bagageiro 18é movido da posição totalmente fechada a sua posição totalmente aberta. Aolongo da borda da mão direita da Fig. 1, também é possível ver a montagem dotensor 34. que é usado para controlar a quantidade de tensão na correia decompressão infinita e assim a densidade do fardo 20 que é ultimamenteformado na câmara de embalamento 26.
Fig. 2 é uma vista esquemática isométrica do lado esquerdo 14b e dafrente 14 do prensador 10 representado na Fig. 1. Na Fig. 2, no entanto, aestrutura de suporte 12 e diversas outras características e componentes doprensador 10 mostrados na Fig. 1 foram removidos para mostrar maisclaramente os rolos ou cilindros e o caminho da correia de compressão infinita28 usada para formar os fardos 20. Na porção superior da mão direita da Fig.2, um par de rolos de inclinação ou mais inativos 36, 37 são visíveis. Emparticular, um roto de inclinação distai 36 está presente adjacente à borda distai38 do bagageiro 18 e um rolo de inclinação próximo 38 está imediatamenteadjacente ao rolo de inclinação distai 36. Como posteriormente explicadoabaixo, em conexão com algumas das outras figuras, um par do rolo deinclinação 36, 37 podem ser inclinação para e distantes da câmara deembalamento 26 por um par de estacas de inclinação 35a, 35b. À esquerda dopar de rolos de inclinação 36, 37 na Fig. 2, está um rolo ou cilindro direcionável40. Após o percurso da correia de compressão eifinita 28 sobre o par dos rolosde inclinação 36, 36, isto se estende em volta da circunferência externa dasplacas terminais 30a, 30b e então gira o rolo direcionável 40. A abertura 42pode ser vista entre o par de rolos de inclinação 36, 37 e o rolo direcionável 40defrie o caminho de entrada do material ou boca 24 através dos quais osmateriais para ser embalados são htroduzidos na câmara de embalamento 26.
A correia infinita 28 então percorre em torno da montagem do tensor 34que inclui outro rolo ou cilindro 44. Este rolo mais inativo 44 é pivotadamentemontado por um par de braços 46a, 46b (braço 46a é visível na Fig. 1 e o braço46b é visível na Fig. 2) que são aparatusados na estrutura de suporte 12. Umpar de estacas de tensores 48a, 48b (estaca 48a é visível na Fig. 1 e estaca48b é visível na Fig 2) podem ser acionados para mover o rolo tensor 44 paraesquerda ou direita na Fig. 2. Este movimento do rolo tensor 44 altera aextensão do caminho que a correia de compressão infinita 28 deverá seguir,aumentando ou diminuindo assim a quantidade de pressão aplicada aomaterial na câmara de embala mérito 26. Na corporificação representada naFig. 2, um rolo tensor 50 é também apresentado. Este último rolo tensor 50,que é mostrado na Fig. 2 como o rolo mais baixo da mão direita ou, pode serum rolo direcionável que poderia ser usado em conjunto com o rolodirecionável 40 mostrado na porção superior da mão esquerda da Fig. 2, ouque poderia ser utilizado como um rolo direcionável de apoio. Tambémmostrado substancialmente em projeção na Fig. 2 está uma placa demovimento 52 que se estende entre o par de rolos de inclinação 36, 37 e o rolomais inativo 50. Esta placa de movimentação 52 inclui uma superfíciecontorneada 54 que ajuda formar a parede lateral curvada do tardo cilíndrico 20formado no prensador 10.
Fig. 3 é uma veta em corte transversal esquemática do prensador 10das Figs. 1 e 2 durante a fase inicial do ciclo de formação do fardo. Nestaconfiguração inicial, o caminho de entrada ou boca 24 do prensador 10 está emsua configuração menos constrita. A espessura W do caminho de entrada 24pode ser, por exemplo, aproximadamente trinta e uma polegadas. Fig. 3também mostra em corte transversal a primeira possibilidade de co. porificaçãode um sistema de emprego da rede de segurança 56. Nesta corporificaçãoparticular, o sistema de emprego 56 compreende um rolo suplementar de trama58, que dispensa, fio ou rede 60 para segurança inicial das materiais embaladospara formar um "fardo precursor" (p.ex., um fardo que não é completamenteenvelopado em filme ou folha desde que a extremidade longitudinal permaneçadescoberta). Em particular, a rede 60 percorre sobre o primeiro rolo de rede 62,que pode ser macio, então o segundo rolo de rede 64, que pode inclui ranhurasou canais helicoidais para ajudar a espalhar a rede 60 para as extremidadeslongitudinais do primeiro e do segundo roio de rede 62, 64, respectivamente,como explicado logo abaixo. Na corporificação representada na Fig. 3, o rolode rede macia 62 e o rolo de rede estriado 64 são diretamente adjacentes umao outro, mas precisam não ser (ver, p.ex., a corporificação alternativamostrada na Fig. 6 onde há uma abertura entre estes dois rolos). A rede 60percorre entre o rolo apertado 66 e um rolo direcionável 68, que puxam a rede60 fora do rolo suplementar de rede 58 em volta de ambos os rolos de redemacia 62 e rolo de rede esfriada 64. O rolo direcionável 68 pode incluir, porexemplo, uma superfície de neoprene para ajudar este rolo 68 armar a rede 60co. itra o rolo de aperto 66 fazendo possível para o rolo direcionável 68 puxar arede 60 para fora do rolo suplementar 58. A extremidade livre 61 da rede 60 éentão alimentada na câmara de embalamento 26 como mostrado na Fig. 3. Emparticular, durante a formação do fardo 20, a correia 28 se move na direção dassetas 70, 71 mostrada na Fig. 3. Assim, como a câmara de embalamento 26começa a preencher com material, a extremidade livre 61 da rede desegurança 60 eventualmente é armada e puxa e enrola isto no fardo formado20. Como explicado logo abaixo, esta rede 6C faz possível se manter osmateriais embalados juntos até o fardo precursor (p.ex., o fardo que é formadoe então enrolado com uma ou mais camadas de rede 60) ser entregue para,por exemplo, uma estação de enrolamento.
Fig. 4 é similar à Fig. 3. Porém, na Fig. 4, ?.s estacas tensoras 48a, 48bforam levemente estendidas, direcionando assim o rolo direcionável 44 nadireção da seta 27 mostrada na porção inferior da mão esquerda da Fig. 4.
Este movimento do rolo tensor 44 aumenta o comprimento dos caminhos docircuito seguidos pela correia de compressão infinita 28. Este, em regra, movea correia de compressão infinita 28 na dreção da jeta pequena 73 adjacente àplaca terminal da câmara de embalamento 30b mostrada na Fig. 4. Quando acorreia 28 se move nesta direção, comprime o material na câmara deembalamento 26. Em particular, o material na câmara de embalamento 26 émovido para cima e pata o lado na Fg. 4 para o rolo de inclinação próximo 37(um rolo tensor), que atua como um rolo compressor quando o prensadcr 10está nesta configuração. Assim, o material sendo alimentado na boca 24 doprensador 10 está sendo pressionado pelo movimento para cima e para direitada correia 18 contra o rolo de inclinação próximo 37 e a superfície externa dofardo 20 que está sendo formada. Em uma operação típica, a velocidade dacorreia é ajustada tal que o material formando o fardo passe pelo rolo deinclinação próximo 37, nesta configuração, entre dez e quarenta vezes porminutos. Em outras palavras, o rolo de inclinação próximo 37 potencialmenteatua ou pressiona contra cada ponto na superfície externa do tardo cilíndrico 20dez a quarenta vezes por minutos, que eventualmente distribuem o material notardo 20, incluindo qualquer umidade potencial nos materiais que estão sendoembalados.Na Fig. 5, as estacas tensoras 48a, 48b foram estendidas anda mais,direcionando assim o roto tensor 44 novamente na direção da seta 72 mostradana porção inferior da mão esquerda da Fig. 5. Assim, por sua vez,posteriormente há alongamentos do caminho que a correia de compressãoinfinita 28 deve seguir, que causam à causa comprimir o material na câmara deembalamento 26. Neste ponto no processo, as pressões dentro da câmara deembalamento 26 têm aumentado substancialmente. O material sendoalimentado na boca 24 do prensador 10 pode experimentar dificuldade sendoincorporada no fardo 20. Em outras palavras, os materiais introduzidosrecentemente podem tender a sentar na abertura formada entre o par de rolosde inclinação 36, 37 e o rolo direcionável 40, "fervendo" ou agitando assim semestarem sendo extraídos no fardo 20.
De modo a empregar mais força de fricção a estes materiais, fazendoassim possível de puxá-los na câmara de embalamento 26, as estacas deinclinação 35a, 35b pode ser operada a um ângulo ou inclinação do par derolos de inclinação 36, 37 na direção indicada pela seta 76a para a câmara deembalamento 26 através do ângulo 75a na Fig. 5. Em particular, a linha verticalmais próxima 74 na porção superior da mão direita da Fig. 5 representa aborda de um plano estendendo através de centróides longitudinais dos rotos deinclinação ou cilindros 36,37, quando em sua configuração inicial mostrada nasFigs. 3 e 4. Na configuração representada na Fig. 5, com o par de rolos deinclinação 36, 37 se inclinando para a câmara de embalamento 26 comoindicado pela linha lA.z, que representa a borda de um plano estendendoatravés de centróides longitudinais dos rolos de hclinação ou cilindros 36, 37.Nesta configuração inclinada, fricção mais útil é gerada pela correia decompressão infinita 28 e pode ser empregada ao material para ser ingerida nacâmara de embalamento 26. Assim, como a densidade do fardo aumenta,fazendo mais difícil puxar material adicional na câmara de embalamento 26, adeflexão ou inclinação dos rolos de inclinação 36, 37 fazem possível empregarforça friccionai adicional ao material de modo que o material pode ser, naverdade puxado ou ingerido pelo fardo 20. A taxa em que esta deflexão éacompanhada e o último ângulo de deflexão acionado, é totalmente controlávelpelo operador do prensador 10.Como pode ser claramente visto pela comparação do tamanho W daboca nas Ftgs. 3 e 7 ao tamanno W na Fig. 5, quando o par de rolos deinclinação 36, 37 é inciinado para a câmara de compressão 26, o caminho deentrada ou boca 24 disponível para introduzir o material adicional à câmara deembalamento 26 é reduzida. Por exemplo, o tamanho W da boca pode ser daordem de trinta e uma polegadas nas Figs. 3 e 4, donde na configuração daFig. 5, o tamanho W da boca pode ser reduzido para vinte e quatro polegadas.Neste ponto no processo, a redução no tamanho do caminho de entrada 24 émenos crítica que a necessidade para aumentar a força empregada ao materiala ser ingerido. Em particular, desde que o fardo 20 é substancialmenteformado, a quantidade de material empregada tem diminuído. Assim, a reduçãono tamanho do caminho de entrada 24 é tolerável.
Como mostrado na Fig. 6 que é similar às Figs. 3 e 4, como o processoprogride posteriormente, as estacas tensoras 48a, 48b alcançam a extensãomáxima (p.ex., a extensão máxima capaz ou a extensão máxima requeridapelo controlador). Neste ponto, a densidade do fardo está alcançando amáxima densidade possível ou o máximo alvo possível. Como discutido acimana conexão com a Fig. 5, como a densidade do fardo aumenta, se torna maisdifícil ingerir material adicional no fardo 20. Assim, em resposta, as estacas deinclinação 35a, 35b podem ser operadas para inclinar ou girar o par de rolos deinclinação 36, 37 na direção das setas 76b para a câmara de compressão26,como indicado pela linha 74b, que representa a borda de um plano seestenHen.do ?tr3.vés de centróides longitudinais dos rolos de inclinação 36, 37.Na Fig. 6, por exemplo, o ângulo pendor ou ângulo de inclinação 75b do par derolo de inclinação 36, 37 pode ser da ordem de 60°. Neste ponto, muito poucomaterial é introduzido no fardo 20. Assim, o fato que este restringe a boca oucaminho de entrada 24 disponível para o material a ser introduzido no fardo 20não cria um problema. Com os rolos de inclinação 36, 37 nesta configuração,porém, a quantidade máxima de força friccional que pode ser empregada emqualquer material na abertura entre o par de rolos de inclinação 36, 37 e o rolodirecionável 40, fazendo possível assim puxar este último material no fardo 20.
Fig. 6 também mostra uma segunda corporificação do sistema deemprego da rede de segurança 78. Este sistema de emprego da rede desegurança 78 é similar ao sistema 56 representado, por exemplo, na Fig. 3.Entretanto, os rolos de rede 79 são também compensados da configuração dosrolos de rede representados na Fig. 3, e a rede 60 saindo do rolo suplementarde rede 58 é enfiada através de rolos de rede 79 diferentemente. O sistema deemprego de rede de segurança 78 representado na Fig. 6 também inclui umaarmação suplementar de rede de segurança 80 para manter um suplemento derede de segurança 60 convenientemente disponível. Embora não mostrado nasFigs. 3 e 6, um cortador é também provido para cortar a rede de segurança 60após o fardo precursor ter sido formado. A rede de segurança 60 pode, porexemplo, se. cortada antes do bagageiro 18 ser aberto, como o bagageiro 18sendo aberto, ou após o bagageiro 18 ter sido aberto, mas antes do fardoprecursor ter sido removido do prensador 10.
Fig. 7 representa o prensador das Fgs. 1-6 com o bagageiro 18 giradona direção da seta 82 para sua configuração totalmente aberta. Em particular,quando as estacas do bagageiro 16a, 16b são acionadas e estendidas, obagageiro 18 é pivotado da configuração totalmente fechada representada nasFigs. 3-6 para a configuração totalmente aberta representada na Fig. 7. Umfardo formado e "seguro" 20 é mostrado na Fig. 7 em projeção. Este fardocompreende uma massa de alta compressão de material que é mantido naconfiguração do fardo "precursor" pela rede de segurança 60. A quantidade derede de segurança 60 empregada na superfície externa do fardo 20 dependedo material no qual a rede é formada, a densidade do fardo 20, o tipo dematerial que foi embalado e potencialmente um número de outros fatores.
Como mostrado na Fig. 7, quando o bagageiro 18 se abre inicialmente, ofardo precursor formado 20 é suportado na correia de compressão infinita 28 eevita rolar para fora do prensador 10 pelo par de rolos de inclinação girados 36,37. Em particular, o par de rolos de inclinação 36, 37 pode permanecer naconfiguração representada na Fig. 6, como o bagageiro 18 é aberto ou o par derolos de nclinação 36, 37 pode ser girado para trás a um ângulo intermediário74a como o mostrado na Fg. 5 antes ou como o bagageiro 18 é aberto. Damesma forma, o par de rolos de inclinação 36, 37 evita o fardo 20 de rolar parafora da borda distai 84 do bagageiro 18 até um tempo apropriado. Nacorporificação representada na Fig. 7, o ângulo de inclinação do bagageiro 86pode ser maior do que tem sido possível com as configurações do estado datécnica. Pcr exemplo, o ângulo de inclinação do bagageiro 86 pode ser daordem de 12°, que, como descrito abaixo em conexão com a Fig. 8, facilita omovimento fácii do fardo precursor 20 fora do bagageiro 18.
Na Fig. 8, o fardo precursor 20 está sendo entregue na direção dassetas 87 para uma correia de transferência adjacente ou mesa de enrolamento88. Em particular, pela comparação das Figs. 7 e 8, é possível ver que asestacas de inclinação 35a, 35b tenham sido acionadas para girar o rolo deinclinação distai 36 no sentido horário relativo ao rolo de inclinação próximo 37,que, por sua vez, deixa o fardo precursor 20 rolar fora do bagageiro 18 para acorreia da transferência de espera ou mesa de enrolamento 88. Desde que opar de rolos de inclinação 36, 37 fazem possível controlar o movimento dofardo precursor 20 (p.ex., isto possibilita manter o fardo precursor 20 de rolar,inadvertidamente, para fora do bagageiro 18), é possível com estaconfiguração descarregar o fardo precursor 20 fora do bagageiro 18 semmovimento da correia de compressão infinita 28. Sem o par de rolos deinclinação 36, 37 pode ser problemático acionar o ângulo de inclinação dobagageiro 86 representado nas Fgs. 7 e 8, a calha ou depressão na qual ofardo 20 é mostrado em projeção na Fig. 7, pode se tornar muito maisprofunda. Como explicado logo abaixo em conexão com, por exemplo, Figs.36A-38B, quando mais profunda esta calha é e mais rasa o ângulo deinclinação do bagageiro 86, mais difícil de ser removido o fardo 20 dobagageiro 8 e mais danos o processo pode causar ao equipamento,particularmente a correia de compressão infinita 28.
Figs. 9 e 10 mostram um prensador 200 de acordo com a segundacorporificação da presente invenção. Nota-se que os números de referência desérie 200 são usados para se referir aos elementos semelhantes e taiselementos podem não ser representados aqui novamente. A diferença primáriaentre a primeira corporificação dc prensador 10, mostrada nas Figs. 1-8, e asegunda corporificação do prensador 200, mostrada nas Figs. 9 e 10, é que oprensador 200 não inclui o par de rolos de inclinação 36, 37 na borda distai 284do bagageiro 218. Em particular, nas Figs. 9 e 10, um rolo de compressãosimples 201 é mostrado na borda distai 184. Nesta configuração alternativa,como com a primeira corporificação do prensador representado nas Fgs. 1-8, odiâmetro das placas terminais 230a, 230b foi ajustado para permitir uma altacompressão dos materiais que têm sido embalados.Figs. 11-14 representam um prensador 300 cie acordo com a terceiracorporificação da presente invenção, tm particular, Fig. 11 é uma vistaisométrca mostrando a frente 310 e o lado esquerdo 310a do prensador 300de acordo com a terceira corporificação. Como nas corporificações anteriores,a correia de compressão infinita 312 é usada para criar a câmara deembaiamento. Uma porção desta correia de compressão infinita 312 pode serclaramente vista na Fig. 11. Esta terceira corporificação do prensador 300 deacordo com a presente invenção inclui um mecanismo diferente, explicado logoabaixo para levantar e abaixar o bagageiro 314. Opcionalmente, o mecanismoalternativo para levantar e abaixo o bagageiro 314 pode ser usado em conjuntocom as configurações de rolos representadas nas Figs. 2-10, particularmente opar de rolos de inclinação 36, 37 mostrado para boas vantagens nas Figs. 2-8.
Fig. 12 é similar a Fig. 11, mas várbs painéis de acesso, e painéis deproteção foram removidos para revelar a ligação mecânica usada para mover obagageiro 314 nesta terceira corporificação do prensador 300. Também visívelnas Figs. 11 e 12 é o motor e transmissão (geralmente referidos pela referência316) que direciona o rolo direcionáve! 318 para mover a correia de compressãoinfinita 312. Fig. 13 é uma vista lateral esquemática do prensador 312representada nas Figs. 11 e 12. Como mostrado na Fig. 13, a correia decompressão infinita 312 segue um caminho de serpentina ou circuito em voltade uma pluralidade de rolos incluindo um rolo tensor 320 mostrado no cantoinferior da mão esquerda da Fig. 13, um rolo direcionável 318 mostrado naporção superior da mão esquerda da Fig. 13, um rolo de cc-prcssão 322mostrado na porção superior da mão direita da Fig. 13 e um rolo de inclinação324 mostrado na porção inferior da mão direita da Fig. 13. Novamente, o rolode inclinação 324 pode ser um rolo direcionável adicional ou um rolodirecionávei alternativo em qualquer das corporificações do fardo representadae descrita aqui. Novamente, embora a terceira corporificação seja representadanas Figs. 11-14 com o rolo de compressão simples 322 na porção superior damão direita, por exemplo, Fig. 13, o par de rolos de inclhação 36, 37representado nas Figs. 2-6 pode também ser usado com o mecanismorepresentado nas Fgs. 11-13 para levantar e abaixar o bagageiro 314.
Se referhdo mais especificamente a Fig. 13, a Igação mecânica paralevantar e abaixar o bagageiro 314 será descrita posteriormente. Começandono abaixado, o canto da mão direita da Fig. 13 com o rolo de inclinação 324, eum braço de ligação do roto ae inclhação 326 é apresentado com uma dasextremidades 327a anexada ao eixo de rotação do rolo de inclinação 324 e suaextremidade oposta ò27b anexada a uma extremidade 328a de um braço pivôou ligação 329. A extremidade oposta 328b deste braço pivô ou ligação 329 éconectada a uma montagem de braçadeira do braço pivô 330 alinhado com oeixo central 332 da câmara de embalamento e as placas terminais da câmarade embalamento 334a, 334b (embora apenas a placa 334a seja visível na Fig.13). A montagem de braçadeira do braço pivô 330 inclui um ponto de ligaçãodo cilindro hidráulico 336a no qual o cilíndrico hidráulico de ativação dobagageiro 338 é anexado. A extremidade oposta 336b do cilindro de ativaçãodo bagageiro 338 é anexado à armação de suporte 340 do prensador 300.Também visível na Fig. 13 é a montagem pulverizadora opcional 342 que serádescrita logo abaixo em conexão com as Figs. 32-34.
Pela comparação das Figs. 13 e 14, é possível ver como o mecanismode levantamento e abaixamento do bagageiro 314 funciona. Em particular, ocilindro de ativação cio bagageiro 338 é mostrado na Fig. 13 com sua estacaestendida. Para abri, o bagageiro 314, a estaca do cilindro de ativação dobagageiro 338 é retraída, que gira a montagem da braçadeira do braço pivô330 no sentido anti-horário nas Figs. 13 e 14 para a posição mostrada na Fig.14. Este movimento de pivô da montagem da braçadeira do braço pivô 330puxa então no braço pivô 329, levantando isto da posição mostrada na Fig. 13para a posição mostrada na Fg. 14. Como cctc braço pivô 329 é levantadopela montagem da braçadeira do braço pivô 330, o braço pivô 329 se puxa emuma extremidade do braço de ligação do rolo de inclsiação 326. Como estaextremidade do braç? de ligação do rolo de inclinacão 326 é levantada, isto girao bagageiro 314 para a posição totalmente aberta representada na Fig. 14. Ofardo precursor 348, que é mostrado em projeção na Fig. 14, pode então sermovido fora do bagageiro 314. Como previamente discutido, um sistema deemprego da rede de segurança 346 pode ser apresentado no prensador 300.Em particular, nas Figs. 12-14 tal como um sistema de emprego da rede desegurança 346 é apresentado e é similar ao sistema de emprego da rede desegurança 56 representado na Fig. 3.Comc a ligação recém representou aberta c bagageiro 314, as placastòrnimais da câmara ae embalamento 334a, 334b são simultaneamentedeslocadas fora das placas longitudinais do fardo precursor 348, aprontandoassim o fardo 348 para remoção da câmara de embalamento, p.ex., comoilustrado pela seta 344. O movimento das placas terminais do fardo 334a, 334bfora das extremidades longitudinais do fardo 348 são realizados nestacorporificação por uma montagem do cubo do prensador 350 representado nasFigs. 15-19.
Fig. 15 é uma vista isométrica explodida da montagem do cubo doprensador 350. Fig. 16 é uma vista isométrica da montagem do cubo doprensador 350 em sua configuração totalmente montada. A montagem do cubodo prensador 350 é o mecanismo que coordena o movimento das placastermhais 334a, 334b com a abertura e fechamento do bagageiro 314. Comopode ser claramente visto nas Figs. 15-17, carnes seguidores ou phos 352a,352b passeiam em um entalhe 354 (ver, p.ex., Fig. 17). Este entalhe 354 segueum caminho de ângulo em volta da circunferência externa da carcaça do seguirda carne 356. Assim, como o bagageiro 314 é aberto e fechado, os seguidoresda carne 325a, 325b, passeando na carcaça do seguidor da carne 356, cria ummovimento longitudinal das placas termhais 334a, 334b para ou fora dasextremidades longitudinais do fardo precursor 348. Este movimento longitudinaldas placas terminais do fardo 334a, 334b é representado por, por exemplo, aseta grande 358 no lado da mão direita da Fig. 19. Revisão das Figs. 15-19,incluindo uma comparação das Figs. 18 e 19, mostra claramente como omovimento angular da montagem da braçadeira do braço pivô 330 resulta nomovimento Iongitudiial das placas terminais 334a, 334b relativa àsextremidades longitudinais do fardo precursor 348. A distância que as placastermhais 334a, 334b movem, longitudinalmente como o bagageiro 314 abre efecha é controlável pela configuração do entalhe do seguidor da carne e podeser, por exemplo, na ordem de um par de polegadas.
Figs. 20-22 mostram em detalhes a Igação hidráulica e mecânica 360que move ou balança as placas de balanço 362a, 362b dentro e fora deposição. Embora apenas a placa de balanço 326a seja mostrada nas Figs. 20-22. a placa de balanço 326b é visível nas Figs. 13 e 14. A Igação 360 étambém mostrada, por exemplo, na Fig. 12. Quando as estacas hidráulicas 364visíveis nas Figs. 12 e 20-22 são acionadas, as placas de balanço 362a, 362bpodem ser movíaas dentro e fora do contato com as extremidades longitudinaisdo fardo precursor (p.ex., o fardo 348 mostrado na Fig. 14). Em particular, cadaplaca de balanço 362a, 352b é montada na armação do suporte 366 doprensador 300 por um suporte de montagem 368. Cada suporte de montagem368 (ou suportes) permite a respectiva placa de balanço 362a, 362b moverpara e distante da extremidade longitudinal do fardo 348 sob a influência dasestacas hidráulicas 364 e seus carnes e ligações associados.
Se, por exemplo, o mecanismo de movimento da placa terminal descritoacima em conexão com, por exemplo, Figs. 15-19, movem as placas terminaisda câmara de embalamento 334a, 334b fora das extremidades longitudinais dofardo 348, como o bagageiro 314 é aberto, o fardo 348 pode começar a rolarpara fora da câmara de embalamento e fora do bagageiro 314 mais cedo que odesejado. De modo a controlar esta saída ou partida do fardo 348 da câmarade embalamento, as placas de balanço 362a, 362b podem ser usadas. Na Fig.21, uma das placas de balanço 362a é mostrada sendo pressionada naextremidade longitudinal do fardo precursor 348. Em diversas corporificaçõesda presente invenção, uma placa de balanço similar (p.ex., placa de balanço362b) poderia ser apresentada na extremidade oposta do fardo precursor 348.Nesta configuração, quando o bagageiro 314 é aberto, as placas terminais dacâmara do fardo 334a, 334b se moveriam para fora'da extremidade longitudinaldo fardo precursor 348. Como mostrado nas Figs. 21 e 22, as placas terminasda câmara do fardo 334a, 334b não precisam vir completamente fora decontato com as extremidades longitudinais do fardo precursor 348. Depreferência, o mecanismo representado mais especificamente nas Figs. 15-19pode meramente mover as placas terminais da câmara do fardo 334a, 334bsuficientes para evita-los de apertar longitudinalmente o fardo 348, que evitariaou inibiria a remoção do fardo 348 da câmara de embalamento. Assim, pormotivos desta discussão, assume-se que, nas Figs. 21 e 22, um mecanismocomo o mostrado mais especificamente nas Fgs. 15-19 tenha ocasionado dasplacas terminais da câmara do fardo 334a, 334b de aliviar a pressão que elescolocaram nas extremidades longitudinais do fardo 348. Neste ponto, naconfiguração representada na Fig. 21, a placa de balanço 362a, 362b em cadaextremidade do fardo 348 continua a ser pressionada para a extremidadelongitudinal do fardo 348 pela estaca hidráulica da placa de balanço 364 até otempo de lançamento do fardo 348 da câmara do fardo. Na Fig. 22, estasestacas hidráulicas das placas de balanço 364 foram acionadas para puxar asplacas de balanço 362a, 362b distantes das extremidades longitudinais dofardo precursor 348, lançando assim o fardo 348 para rolar para fora da câmarade compressão e fora do bagageiro 314.
Como mostrado como boa vantagem nas Fgs. 21 e 22, as placastermhais da câmara do fardo 334a, 334b podem não estender ou ser o términocom a circunferência externa do fardo precursor 348. Quando as placastermhais 334a, 334b são menores que o corte transversal circular do fardoprecursor 348, é possível apertar ou comprimir mais firmemente o material paraalcançar as altas compressões ou densidades do fardo que podem serrequeridas para aplicações particulares.
Figs. 3, 6 e 12-14, entre outras, representam sistemas de emprego derede de segurança. De modo a operar os fardos de acordo com a presenteinvenção da forma mais eficiente possível, é importante que o sistema deemprego da rede de proteção seja capaz de empregar confiantemente as redesde proteção em volta da circunferência externa dos materiais comprimidoscompreendendo c fardo. Se1 por exemplo, a rede de proteção não se estendersubstancialmente de uma extremidade longitudinal do fardo cilíndrico paraoutra extremidade longitudinal do fardo, quando o bagageiro for abaixado ouaberto, o fardo precursor pode romper ou estourar. Se isto for para ocorrer,seria necessário fechar para baixo o fardo até que os restos dispersados e ofardo rebentado poderia ser removido do instrumento, de modo a começar todaoperação do prensador novamente.
De modo a ajudar assegurar que a rede de proteção seja espalhadapara as extremidades longitudinais do material embalado e não comece aagrupar,um ou mais rolos de rede podem incluir, por exemplo, ranhurashelicoidais. Adfcionalmente ou alternativamente, um ou mais rolos de redepodem ser afilados. Figs. 23-25 representam, por exemplo, o sistema deemprego de rede de segurança 56 discutido brevemente acima com referênciaà Fig, 3. Fig. 23 é uma vista em corte transversal fragmentada do sistema deemprego de rede de segurança 56. Um rolo suplementar 58 da rede desegurança 60 á montado dentro da carcaça 100 (a carcaça pode ou não serapresentada) e emprega, na demanda, a rede de segurança 60. Nestacorporificação particuia·, α iede de segurança 60 se um caminho de serpentinaem volta de um primeiro rolo de espalhamento 62 e então em um segundo roiode espalhamento o4. Após deixar o segundo rolo de espalhamento 64, a redede segurança 60 é passada entre um rolo direcionável 68 e um rolo de aperto66. A extremidade livre da rede de segurança 61 á então alimentada na câmarade embalamento no momento apropriado para empregar uma camada de rede60 em volta do exterior do fardo (p.ex., fardo 20 mostrado na Fig. 7). Emboraesta rede de segi:rança 60 seja tipicamente empregada no lado de fora dofardo 20 como último passo antes de remover o fardo 20 da câmara deembalamento 26, em algumas aplicações 60 é encaixado no fardo 20 emvários estágios durante a formação do fardo 20 para estabilizar os materiaissendo embalados
Como pode ser claramente visto na Fig. 23, com o caminho serpentinaque a rede 60 segue em volta do primeiro e do segundo rolo de espalhamento62, 64 para influenciar a alimentação da rede de segurança 60. Por exemplo,como mostrado na Fig. 24, que é uma vista olhando na direção da linha 24-24na Fig. 23, os rolcc de espalhamento 62, 64 incluem cada uma pluralidade deranhuras helicoidais 102 em cada extremidade longitudinal. Uma vez que arede 60 é propriamente enfiada em volta deste primeiro e segundo rolo deespalhamento 62, 64, as ranhuras helicoidais 102 em cada extremidadelongitudinal de cada rolo de espalhamento 62, 64 tendem a direcionar asbordas longitudinais da rede 60 para as eyírerr^des longitudinais 62, 64,mantendo assim a rede de segurança 60 espalhada sobre todo comprimentodo fardo 20 sendo criado na câmara de embaiamentó 26. Cada seção deranhuras 102 po^e ser, por exemplo, de quatro a oito polegadas paraassegurar que há ranhuras suficientes 102 presentes para ter a influênciadesejada na rede de segurança 60.
Embora ambos rolos intermediários 62, 64 sejam mostrados nestacorporificação (Figs. 23-25) como incluindo ranhuras de espalhamento deredes 102 em cada extremidade, pode apenas ser necessário ter estasranhuras de espalhamento de redes 102 em um dos dois rolos 62 ou 64. Emuma variante da corporificação representada, um adicional roio de compressãopode ser apresentado para pressionar a rede ds segurança 60 firmementecorura um dos rolos de espalhamento 62, 64 para também realçar, parasituaçõeb e^coifieas, o efeito do roío ae espalhamento ou roios 62, 64 na redede segurança 60. Como claramente mostrado nas Figs. 24 e 25, os rolos deespalhamento 62, 64 podem também afunilar para um ou ambos de suasextremidades longitudinais. Deste modo é fácil ver que o afunilamento é dealguma forma exagerado na Fig. 24 e 25. Na realidade, o afunilamento podeser na ordem de uma mudança de 2.5 mm no diâmetro para o rolo deespalhamento 62, 64 do centro do rolo de espalhamento 62, 64 para cada umadas extremidade longitudinais do rolo de espalhamento 62, 64. Posteriormente,um ou ambos rolos de espalhamento 62, 64 podem incluir uma seção lisa 104próxima ao centro longitudinal, possivelmente para suportar o centro do rolo 62,64 como uma localização onde um rolamento possa ser colocado. Nas Figs. 24e 25; cada extremidade longitudinal de cada rolo de espalhamento 62, 64 ésuportado por um bloco de rolamento 106 que permite os rolos deespalhamento 62, 64 rotacionar sob a influência do rolo direcionável 68.
Figs. 26 e 27 representam um rolo de espalhamento de rede alternativo108 (p.ex., para rolos de espalhamento 62, 64 discutidos acima com referênciaàs Figs. 24 e 25). Nesta corporificação alternativa do rolo de espalhamento derede 108, as ranhuras 105 se estendem do centro do roto externo para cadaextremidade do rolo 108. Fig. 27 mostra uma vista ampliada da porçãocircundada da Fig. 26, onde os dois padrões de ranhura se encontram nocentro do rolo de espalhamento da rede 108. Embora o rolo de espalhamentode rede alternativo 108 repre^"*?^? r^s Figs. 26 e 27 possa influenciar a rede60 mais que os rolos 62, 64 representados, por exemplo, na Fig. 24, devido apresença de mais ranhuras 102, a efetividade final do rolo 108 representadonas Figs. 26 e 27 pode depender da grande extensão em comocuidadosamente a rede 60 é originalmente alinhado.
Fig. 28 mostra uma seção da correia hfinita e duas placas terminais dacâmara do fardo, tais como, a correia de compressão infinita 28 e as placasterminais 30a, 30b, descritas acima com referência às Figs. 1-8. As placasterminas da câmara do fardo 30a, 30b representadas na Fig. 28 são placastermina® de bordo. Em outras palavras, as placas terminais 30a, 30b hcluemambos uma superfície circunferencial externa 110a, 110b e uma pequena euma borda de sustentação da correia 111a, 111b, respectivamente. Comomostrado na Fig. 28, a superfície interna da correia infinita 28 passeia contra aborda de sustentação da correia 111a, 111b e cada borda lateral da correiasenta adjacente a superfície de retenção anular 112a, 112b. Esta configuraçãoda borda da placa terminal propicia algumas vantagens. Por exemplo, desdeque a superfície interna da correia infinita 28 descansa sobre a borda desustentação da correia 111a, 111b, o material sendo embalado épotencialmente mais contido totalmente dentro da câmara de embalamento 26formada pela superfície interna da correia infinita 28 e a superfície interna dasbordas das placas terminais 30a, COb.
Sob alta compressão, a correia infinita 28 pode experimentar ummomento negativo, causando a correia 28 para protuberar na direção da seta114 mostrada no topo da Fig. 28. Como a pressão sendo aplicada ao materialaumenta, esta "correia com prctuberãncia" pode também aumentar. É claro,como a protuberância aumenta, e assumindo a posição das placas terminais30a, 30b fixadas para o momento, cada borda lateral da correia pode serdeslocada para a beira · da borda interna (ver Fig. 28). Sob certascircunstâncias, as tensões na correia 28 podem continuar para aumentar, e asbordas laterais da correia podem, eventualmente, retrair após a beira da bordainterna, não mas passeando nas bordas de suporte da correia 111a, 111b.Desde que a espessura total da placa terminal pode ser na ordem de duaspolegadas, é importante considerar outra configuração de placa terminalpossível para ambientes de alta compressão. Por exemplo, a borda de suporteda correia 111a, 111b podem ser feitas mais largas. Figs. 29-31, que serãodescritas logo abaixo, representam uma solução alternativa que funciona paracertas aplicações. Na Fig. 28, cada placa terminal 30a, 30b é tambémconectada a uma estaca de deslocamento da placa terminal 116a, 116b.Assim, se for para ocorrer a protuberância da correia excessiva, a estaca dedeslocamento da placa terminal 116a, 116b em cada extremidade do fardo 20poderia ser acionada para mover as placas terminais longitudinais 30a, 30bmais juntas até que a protuberância seja diminuída.
Mesmo se a correia de compressão infinita 28 não tenha protuberância,pode ser desejável ajustar o comprimento total dos fardos 20 pelas estacas deacionamento seletivas 116a, 116b via instrumentação na sala de controle doprensador (ver Figs. 44 e 45). Sendo capaz de ajustar o comprimento finalexato dos fardos 20, é possível, por exemplo, assegurar que o comprimentodos fardos 20 maximize o espaço disponível no contêiner de movimento (ver,p.ex., Figs. 47 e 48) ou assegurar que os fardos 20 ajustem confbrtavelmeníeem um carro de trilho (ver, p.ex., Fig. 50) ou outro meio de transporte (ver,p.ex., Figs. 49 e 51).
Como mencionado acima, Figs. 29-31 mostram uma configuraçãoalternativa para a. câmara de embalamento. Em particular, as placas terminaismostradas nestas figuras são placas terminas "sem bordas" (designadas 30a' e30b'). Nesta configuração, cc bordas laterais da correia de compressão infinita28 se estende após as superfícies externas da placa terminal 117a, 117b,criando a porção 118 (p.ex., 3-4 polegadas) da correia infhita 28 que seestende além das superfícies externas da extremidade 117a, 117b comoclaramente mostrado na Fig. 30. Então, se a correia 28 forma protuberância ouflexiona sob alta compressão na direção da seta de deflexão de protuberância114 mostrada na Fig. 29, as bordas laterais da correia 28 são puxadasinternamente, como mostrado pela porção de comparação 118 na Fig. 30 comporção 118' na Fig. 31. Para situações particulares, as placas terminais semborda 30a', 30b' podem ser vantajosas porque permitem formar protuberânciade correia extensiva sem efeitos prejudiciais e placas terminais densasdesnecessárias. Novamente, mecanismos de deslocamento da placa terminal116a', 116b' são mostrados na Fig. 29 associados com cada placa terminal30a', 30b' para propiciar a capacidade de controlar o comprimento dos fardos20 para aplicações específicas onde a diferença de algumas polegadas nocomprimento longitudinal de um fardo 20 propicie vantagens.
Figs. 32-34 representam detalhes para uma montagem de pulverizadoropcional, tal como a montagem pulverizadora 342 mencionada acima comreferência às Fig.s 13-14. Pode ser desejável, por exemplo, pulverizar omaterial a ser embalado como isto entra no prensador 300. Por exemplo, podeser desejável pulverizar uma pequena quantidade de água no material paracontrolar a sujeira, ou pode ser desejável pulverizar aditivos de controle deodor, ou aditivos desinfetantes, ou compostos estabilizantes, ou quaisqueroutros aditivos no material entrando no prensador. Nas Figs. 11-14 amontagem pulverizadora 342 é mostrada montada na posição, donde na Fig.32, a montagem pulverizadora 342 é mostrada explodida distante tio prensador300. Quatro suportes de montagem 302 são representados no corpo prensador301 para receber e òuportar a montagem puiverizadora 342. Fig. 33 ê umavista em corte transversa! da montagem puiverizadora 342 tirada ao longo dalinha 33-33 da Fig. 32. Na Fig. 33, um dos pulverizadores 304 é visível, sendoprotegida entre uma placa traseira 305 e uma placa de cobertura 306dependendo da situação particular, estas placas 305, 306 podem serconstruídas de, por exempio, folha de metal ou placa de espessura ou ΛΑpolegada de aço.
A placa traseira 305 e a placa de cobertura 306 são claramente visíveisna Fig. 34. Mostrado como melhor vantagem nas Figs 33 e 34, cada um dospulverizadores 304 incluem um tubo pulverizador 307 e uma cabeçapuiverizadora ou bocal 308. O bocal 308 está na extremidade distai de cadatubo pulverizador 307, e a extremidade próxima de cada tubo pulverizador 307é conectada a um distribuidor 309. A placa traseira 305 compreende umapluralidade de entalhes de tubos pulverizadores 303 (Fig. 34) que sãoapresentados para acomodar os tubos pulverizadores 307 quandn a placatraseira 305 é afixada na placa de cobertura 306.
Fig. 35 é uma vista esquemática de uma corporificação do prensador300 na operação com a montagem do pulverizador 342 funcionando. Emparticular, uma torrente de materiais para ser embalada é esquematicamenterepresentada pela seta gorda 370 apontando para a boca ou prensador 300.Os aditivos sendo aplicados ao maxerial como entram o prensadorrepresentado por três pequenas setas 372 adjacentes à borda inferior damontagem de pulverização 342.
Figs. 36A, 36B, 36C, 37A, 37B, 37C, 38A, e 38B são representaçõesesquemáticas do processo dos fardos precursores de carregar3nto foraproduzido pelos diferentes prensadores. Figs. 36A, 36B e 36C representam umbagageiro do estado da técnica 500 em uma posição totalmente para baixo outotalmente aberta como o fardo 502 é carregado fora. O ângulo de inclinaçãodo bagageiro 504 é relativamente raso (p.ex., aproximadamente 5.98°), emborao bagageiro 500 é representado em sua configuração totalmente aberta. NaFig. 36A, o bagageiro 500 a recém alcançou sua posição totalmente aberta.Neste ponto, a folga na correia de compressão infinita 506 e o peso (indicadopelo W) do fardo 502 (p.ex., 8 U.S. toneladas) cria uma caiha 510 entre os dosrolos 512, 513. Uma vez o fardo 502 se ajusta nesta calha 510 no sistema doestado da técnica onde o ângulo de inclinação uu bagageiro 504 érelativamente raso, pode ser difícil e duro no equipamento tirar o fardo 502 dobagageiro 500. Em particular, a tensão na correia 506 pode precisar serdramaticamente aumentada (p.ex., como indicado pelas setas 516, 517) demodo a contar o peso W do fardo 502 e iniciar a elevação do fardo 502 nadireção das setas de direção do elevador do prensador 514, como mostrado naFig. 36B. Comparando a tensão 516, 517 na Fig. 36B à tensão na Fig. 36C(indicado pelas setas 518, 519), é aparente que tanto aumentos na tensão dacorreia tem que ser gerados de modo a suportar totalmente o peso W do fardo502 (p.ex., para elevar o fardo 502 suficientemente fora da calha 510 formadapela folga previamente existente na correia de compressão infinita 506).
Além do aumento da tensão na correia 506 para o ponto mais alto, istoalcança durante todo o processo de embalamento, uma vez que o fardo 502 élevantado suficientemente fora da calha 510 como mostrado na Fig. 36C, adireção da correia (indicada pela seta 520) pode precisar ser revertida dadireção que estava se movendo durante a formação do fardo, de modo a movero fardo fora da extremidade do bagageiro 50C. Assim, esta corporificaçãoanterior requer ambas tremendas tensões de correia e reversão dos motores,de modo a descarregar cada fardo 502. Tais altas tensões de correia podemlimitar a vida da corres 506 e a necessidade de reverter totalmente a direçãoda correia 506 aumenta indesejavelmente o tempo total de processamentorequerido para criar e descarregar o fardo 502.
Figs. 37A, 37B e 37C representam esquematicamente como as novascorporificações direcionam alguns destes interesses. A corporificação doprensador 200 representada nas Figs. 9 e in é mais familiar ao que érepresentado nas Figs. 37A, 37B e 37C. Como pode ser observado dascomparações das Figs. 36A a 37A, o ângulo de inclinação do bagageiro 286,quando o bagagero 218 está na posição de entrega do fardo foi aumentado.Em uma corporificação do mecanismo desenvolvido, o bagageiro 218 éabaixado um adicional de 6o, de 5.98° a 11.98° abaixo da horizontal. Esteângulo de inclhação do bagageiro relativamente íngreme não foi usado noestado da técnica devido aos acreditava-se que o fardo poderia rolar para forada extremidade distai do bagageiro prematuramente. Na Fig. 37A, o bagageiro218 a recém alcançou inicialmente sua configuração totalmente aberta.Novamente, a folga na correia z28 e o pesu ^ indicado pelo W) do fardo 200permitiram a formação de uma calha 202 em que o fardo 220 descansa na Fig.37A. Desde que o bagageiro 218 está em um ângulo de inclinação maisingreme 286, porém, menos tensão na correia é requerida para levantar o fardoprecursor 220 fora de sua calha 202. Ademais, ainda em vista do ângulo deinclinação do bagageiro mais relativamente ingreme 286 na representação daposição de entrega do fardo, o fardo 220 tende a rolar naturalmente na direçãoda seta 207 fora da extremidade distai do bagageiro 218, mais cedo que atensão da correia suficiente (indicada pelas setas 204 e 205) tenha sidoaplicada para levantar o fardo 220 na direção da seta 206 fora da calha 202.Como representado pela seta tracejada 208 no fundo da Fig. 37C, ainda é umaopção percorrer a correia de compressão infinita 218 na direção oposta, senecessário (p.ex., se o fardo 220 se pendurar no rolo compressor 201).
Nota-se que o ângulo de inclinação do bagageiro 286 representado naFig. 37A foi determinado através de estudos empíricos para estabelecer umângulo de inclinação do bagageiro 286 que "motive" o fardo a deixar obagageiro 218 sem enviar o fardo rapidamente para fora da extremidade dobagageiro prematuramente. Inclusive, melhoramentos no sistema de controletornaram possível controlar de forma mais cuidadosa a posição do bagageiro,fazendo possívei implementar a configuração de inclinação mais íngreme.
Figs. 38A e 38B representam essencialmente a corporificação doprensador 10 que 6 mostrada nas Figs. 1-8. Como mencionado acimaem conexão com as Figs. 7 e 8, esta confguração do prensador 10compreende um par de roios de inclinação 36, 37. O par de rolos de inclinação36, 37 pode ser usado para conter o fardo 20 na porção distai do bagageiro 18até que seja tempo de mover o fardo 20 para fora do bagageiro 18. Emparticular, como mostrado na Fig. 38A, o par de rolos de inclinação36, 37 éinclinado para cima então para o fardo 20 retirando a câmara de embalamentode rolar para fora da borda distai do bagageiro 18. Uma vez o fardo 20 éestabilizado na posição mostrada na Fig. 38A, o par de rolos de inclinação 36,37 pode ser rotacionado na direção oposta (ver a seta curvada 90 próxima daborda distai do bagageiro na Fig. 38A) de modo que o fardo 20 pode rolar parafora da extremidade do bagageiro 18 para a espera da correia de transferênciaou mesa de enrolamento (p.ex., correia 88 mostrada na Fig. 8Y Se necessário,a tensão &a cuireia pode sei aumentada (ver a seta de cabeça dupla 92 na Fig.38B) para levantar a correia na direção da seta 93 na Fig. 38B e/ou a correia28 pode ser operada na direção da seta tracejada 94 para ajudar rolar o fardo20 para fora do bagageiro 18 na direção da seta 95.
Cada Fig. 39-42 é uma representação gráfica dos resultados dasimulação do computador. Para cada uma destas figuras, os mesmosparâmetros de início são usados (p.ex., assume-se mesma quantidade dematerial para estar na câmara de embalamento e assume-se que o materialtenha as exatas mesas propriedades para cada uma das simulações). Figs. 39-42 representa a protuberância 96 que se forma quando a tensão da correia deproteção infinita 28 aumenta. Nas Figs. 39-42, a correia infinita 28 viaja nadireção das três setas 97a, 97b e 97c, aparecendo em cada uma das quatrofiguras. Nas Figs. 39-41, o prensador 10 é assumido para operar naconfiguração representada, por exemplo, Figs. 3 e 4. Em outras palavras, o rolode inclinação distai 36 do par de rolo de inclinação 36, 37 não é mostrado nasFigs. 39-41, mas seria diretamente acima do rolo de inclinação próximo 37, queé mostrado nestas três figuras e que funciona como o rolo de compressão. NaFig. 42, o prensador 10 é assumido para operar na configuração representada,por exemplo, na Fkj. 6. Há dois anéis tracejados concêntricos 98a, 98b tambémrepresentados em cada Figs. 39-42. O anel tracejado externo 98a representa acircunferência externa da placa terminal do prensador grande 30a, 30b e o aneltrarpjaHn interno 98b representa a circunferência externa da placa terminal doprensador pequeno 30a, 30b.
Na Fig. 39, a tensão da correia infinita 28 foi simulada para ser umaprimeira relativa baixa tensão. Para a Fig. 40, o prensador 10foi assumido parater a mesma configuração que tinha para a Fig. 39, mas a tensão da correia erasimulada para ser uma tensão mais alta que a simulação da Fig. 39. Na Fig.41, o prensador 10 foi novamente assumido para ter a mesma configuraçãoque o prensador 10 usado para as simulações das Figs. 39 e 40, mas a tensãoda correia usada na simulação que gera o desenho da Fig. 41 era assumidapara ser maior que a tensão da correia usada para as simulações queresultaram nas Figs. 39 e 40. Para a Fig. 42, a tensão da correia é assumidapara ser a mesma que a tensão da correia da Fig. 41. Na simulação da Fig. 42,conforme mencionado acima, o rolo de inclinação dista! 36 foi rotacionado paraa câmara de embalamento e em contato com a superfície externa do fardo 20,agindo assim como o rolo de compressão. Na Fg. 42, o rolo de inclinaçãopróximo 37 não está mais agindo como o rolo de compressão, como se fossepara as simulações representadas nas Figs. 39-41. Assim, na Fig. 42, aabertura entre o rolo direcionáve! 40 e o efetivo rolo de compressão foireduzida.
Se referindo à Fig. 39, à sua pressão da correia simulada relativamentebaixa, uma pequena protuberância 96 se iniciou para formar na abertura entreo rolo direcionável 40 e o rolo de compressão (p.ex., o rolo de inclinaçãopróximo 37). Posteriormente, como mostrado na Fig. 39, as forças decompressão sendo colocadas sobre o material que está sendo embaladopoderia ser aplicada com uma grande placa terminal no lugar, que é evidente,já que a correia 28 é mostrada na porção inferior da Fig. 39 como seguindopróxima com o anel tracejado externo 98a.
Na Fig. 40, a tensão da correia simulada é relativamente mais alta que atensão da correia usada para a Fig. 39. Sob esta tensão de correia alta, aprotuberância 96 aumentou em tamanho. Também é evidente a partir da Fig.40 que, de modo a acionar esta alta compressão do material que está sendoembalado, seria necessário ter as placas da câmara de embalamento menor nolugar. É evidente já que a correia infinita 28 é representada como viajandodentro do anel tracejado externo 98a, que representa a circunferência externada placa terminal da câmara de embalamento grande. Assim, é evidente apartir da Fig. 40 que, de modo a acionar estas compressões simuladas domaterial na câmara de embalamento, uma placa terminal da câmara deembalamento menor é requerida.
Uma forma de olhar as Figs. 39-42 é pensar no rolo de compressãocomo um pneu que está tentando dirigir sobre uma protuberância 96 formadana abertura entre o rolo de compressão e o roio direcionável 40. Utilizando estaanalogia, é claro que o "pneu" (p.ex., o rolo de compressão) poderia, maisfacilmente, "dirigir sobre" a protuberância 96 representada na Fig. 39 que aprotuberância 96 representada na Fig. 40.
Na Fig. 41, a tensão da correia foi aumentada novamente. Nestemomento, a pressão da correia é maior que a pressão da correia simuladausada para a simulação representada nas Figs. 39 e 40. Na Fig. 41, aprotuberância 96 se tomou não-manejávei (p.ex., o pneu" não pode dirigirsobre a protuberância). Assim, quando a compressão alcança o nível usadopara a simulação que resulta no desenho da Fig. 41, os motores do prensadortenderiam e/ou o fardo estourariam na protuberância 96 e requereriam oprensador 10 estar desligado. Agora que a correia infinita 28 é mostrada comoviajando dentro de ambos anéis tracejados 98a e 98b, isto toma claro, senenhum material adicional for adicionado no fardo 20, que tanto uma placaterminal menor é requerida (ou uma das placas terminais existentes deve serdeslocada acima e a direita), ou a compressão representada não pode seracionada.
Para criar a Fig. 42, a simulação foi realizada com a mesma tensão dacorreia utilizada para a simulação da Fig. 41. Na Fig. 42, entretanto, o rolo deinclinação distai 36 foi girado para a câmara de embalamento e em contatocom a superfície externa do fardo 20 que está sendo formado. Assim, com orolo de inclinação distai 36 trazido a jogo, isto toma o rolo de compressão e orolo de inclinação próximo 37, que foram utilizados como rolo de inclinação nassimulações das Figs. 39-41, não mais atuando como rolo de compressão.Mantendo em mente que a tensão da correia utilizada na simulação que crbu aFig. 42 é a mesma que a tensão de inclinação usada na simulação que crbu aFig. 41, algumas coisas interessantes podem ser vistas. Primeiro, aprotuberância 96 é agora manejável novamente. Que o "pneu" (p.ex., o rolo deinclinação distai) é capaz de "dirigir" sobre a protuberância 96. Posteriormente,a correia infinita 28 está agora permanecendo fora do circulo tracejado menor98. Assim, com o par de rolo de inclinação 36, 37 no lugar e posicionado comomostrado na Fig. 42, uma relação de compressão nunca antes acionável éagora possível, desde que a placa terminai da câmara de empacotamento sejautilizada e o par do rolo de inclinação 36, 37 seja posicionado como mostrado.
Em essência, o tamanho da abertura entre o rolo directonâvel 40 e o rolocompressor limita a densidade máxima acionável para a quantidade dada deum tipo dado de material. Assim, o prensador 10 representado para melhorvantagem nas Figs. 2-8 são capazes de acionar previamente níveis decompressão hatingíveis sem afogar os motores de direção (p.ex., maioresdensidades de fardos utilizam menos força). Quando o par de rolos deinclinação 36, 37 estão posicionados como mostrados na Fig. 42, não apenas éa protuberância 96 na abertura controlada, mas também o ângulo de captura émelhorado, empregando mais força friccional para o desperdício sendointroduzido na abertura entre o rolo direcionável 40 e o rolo de compressão,fazendo possível ingerir material adicional no fardo 20 que está sendo formado.Já que o par de roios de inclinação 36, 37 é ajustável, é possível abrir a bocaaté que a abertura menor se torne necessária para o "controle daprotuberância".
Fig. 43 representa uma mostra de funil de super-carregamento 400 quepode ser usado na combinação com qualquer dos prensadores revelados aqui.Em uma forma preferencial deste funil de super-carregamento 400, a larguraW, é aproximadamente 34 pés e a altura, H, é de aproximadamente 26 pés.Ademais, nesta corporificação preferencial do funil de super-carregamento 400,o alimentador de pá 402 inclui pás de alimentador 400 tendo uma altura, h, deaproximadamente 1-1/2 pés. O alimentador de pá 402 tem um diâmetro total,D, de 5 pés. Além disso, nesta configuração preferencia!., a distância do topo doprensador para o topo do alimentador de pá 402, T, é de aproximadamente 7pés. O material a ser embalado (p.ex., desperdício sólido municipal) pode serdepositado no funil de super-carregamento 400.
O alimentador de pá 402 representado na Fig. 43 compreende seiscâmaras de medição 405 presentes entre as pás do alimentador 404, queentregam o material no funil de super-carregamento 400 para a rampa deentrega 40, que alimenta diretamente no caminho de entrada ou boca (ver,p.ex., boca 24 nas Figs. 3-5) do prensador. Como mostrado na Fig. 43, aporção esquerda do alimentador de pá 402 é protegida por um protetor 408 queimpede o material no funil de super-carregamento 400de ser entregue para ascâmaras de medição vazias no lado esquerdo do alimentador de pá 402 (já queo alimentador de pá 402 gira no sentido horário, fato que estes percursos paracima, câmaras de medição são vazias significa que o motor alimentador de párequer menos força para entregar o material do funil de super-carregamento400 para a rampa de entrega 406 e finalmente para a boca do prensador). Oalimentador de pá 402 pode girar, por exempio, 15 RPMs.
Fig. 44 é uma vista isométrica de uma corporificação de um sistemaincorporando o prensador 10 representado na Fig. i. Como mostrado na Fig.44, o sistema inclui uma rampa fechada 410 para entregar o material a serembalado, por exemplo, em um funil 412 e/ou um triturador 413. O material aser embalado alternativamente pode ser entregue por um funil de super-carregamento 400 (mostrado em projeção), ou a correia aberta 416representada, por exemplo, na Fig. 45 pode ser usada para entregar materialpara ser embalado para o prensador 10. Como mostrado na Fig. 44, oprensador 10 pode ser seguido por uma estação de enrolamento 414 queencapsula o fardo precursor, criando assim um fardo hermeticamente lacradopara disposição subseqüente.
Fig. 45 é similar a Fig. 44, mas representa um sistema possívelincorporando o prensador 300 na, por exemplo, Fig. 11 com outroscomponentes. Na Fig. 45, o material do funil 412 é entregue em uma correiaaberta 416 para o prensador 300. Os fardos precursores 348 (ver, p.ex., Fig.14) são então entregues a uma estação de enrolamento 414 que incorpora, porexemplo, um heli-enrolador. Os fardos encapsulados 418 (p.ex., lacradoshermeticamente) são então movidos por outro transporte 420 para umalocalização onde eles podem ser carregados fora.
Fig. 46 mostra um sistema total possível 1000 para uso dos fardos deacordo ccrn a presente invenção. Na porção superior da mão esquerda da Fig.46, um par de estações de derrubada 1010 são mostradas onde caminhões detransporte de lixo 1012a, 1012b despejaram seus carregamentos, criandopilhas de lixo não-embalados 1014a, 1014b ou outros materiais a seremembalados. Como mostrado nesta figura este material perdido é entãocarregado em um funil ou triturador 1016. A partir do funil ou triturador 1016,pode ser entregue a tipo de facilidade 1018 para extrair materiais recicláveis1020 para entrega subseqüente de uma facilidade de reciclagem 1022. Umavez o material para ser embalado tenha sido separado do material reciclável1020, um funil secundário 1u24 pode ser usado para entregar finalmente omaterial para ser embalado pelo prensador 1026. Como mostrado, os fardoscompletos 1028 podem ser colocados temporariamente em uma pilha 1030 atéque não possam ser movidos, por exemplo, por um caminhão, barca oucor.têiner, como mostrado pelo elemento de transporte 1032 na Fig. 46 para,por exemplo, uma indústria 1034 ou um depósito 1036.Figs. 47 e 48 representam um contêiner de transporte 1038 que poc!eser usado para mover fardos 1028 de onde eles são embalados para qualqueroutra localidade. Desde que os fardos 1028 podem ser hermeticamenielacrados, o contêiner de transporte 1038 não precisa necessariamente ser umcontêiner dedicado que é usado apenas para mover desperdícios, por exemplo.Fig. 49 representa quatro fardos 1028 em um caminhão 1040 e a Fig. 50representa quinze fardos 1028 em um carro de trilhos 1042. Similarmente, Fig.51 representa nove fardos 1028 em uma barca 1044 e um décimo fardo 1028sendo carregado na barca 1044 por um alimentador de fardo 1046. Utilizandoestes fardos, de acordo com a presente invenção, o tamanho do fardo e o pesopodem ser customizados para uma situação particular. Por exemplo, utilizandoos prensador descritos acima, os fardos 1028 podem ser customizados emaltura e peso, para encaixar confortavelmente dentro do contêiner de transporte1038 representado nas Figs. 47 e 48, enquanto maximizam a capacidade decarregamento do peso 1038. Similarmente, estes prensador descritos acimapodem ser prontamente configurados para propiciar os quatro fardos 1028mostrados na Fig. 49, em uma dimensão que se ajuste ao caminhão 1040 e umpeso que maximize a capacidade de carregamento de peso do caminhão. Omesmo é verdadeiro para os carro de trilhos 1042 da Fig. 50 e a barca 1044 daFig. 54. Por exemplo, se o carro de trilhos 1042 representado na Fig. 50 podesegurar quinze fardos 1028 e carregar centro e cinco toneladas, osprensadores representados acima podem ser configurados para produzir fardosque pesem sete toneladas cada e que sejam dimensionados para se ajustarconfortavelmente dentro do carro de trilhos 1042, preenchendo assim o carrode trilhos 1042 dimensionalmente e em sua capacidade de carregamento depeso desejada.
Utilizando os prensadores descritos acima em certos cenários, épossível, por exemplo, ajustar a mesma quantidade de desperdício sólidomunicipal em 55% do volume que seria requerido para lidar com estedesperdício em um terreno propício onde o desperdício estava sendo entregueno estado não embalado. Fig. 52 representa esquematicamente o volume deeconomias. Em particular, a caixa tracejada 1048 dentro da caixa maior 1050 émostrada levantando 55% do volume da caixa maior 1050. Mesmo antes delevar em conta o resultado de ajuste e compressão da sobrecarga, um usomuito mais eficiente pode ser feito do volume disponível em vários terrenospropícios.
Fig. 53 representa graíicamente um ganho adicional de longo termo novolume de economia do terreno que pode ser acionado utilizando prensadoresdescritos acima. No lado esquerdo da Fig. 53, em projeção, está uma pilha1052 incluindo vinte fileiras de fardos 1028 empilhados um no topo do outro emquatro fileiras de fardos. Desde que os fardos 1028 são cilíndricos, inicialmentepode haver entradas de ar (p.ex., entradas de ar 1054) presentes nas fileirasdos fardos 1028. Em particular, para certas aplicações e tamanhos de fardos,as entradas de ar 1054 podem contar aproximadamente 10.27% do volumetotal do terreno (representado pela seta 1055). O tempo excedente, entretanto,e devido a pressão colocada nos fardos 1028, são mais profundos no terrenopelos fardos 1028 enfileirados no topo daqueles fardos mais profundos (p.ex..devido a sobrecarga), as entradas de ar 1054 entre os fardos adjacentestendem a diminuir o tempo excedente. Isto é representado graficamente pelapilha de fardo 1052' na porção da mão direita da Fig. 53, Nesta porção da Fig.53, as seis fileiras do topo 1056 da pilha envelhecida 1052' são representadascom as entradas de ar original 1054 compreendendo 10.27% do volume total1055. As próximas quatro fileiras 1060 representam fardos 1028 com aindamenores entradas de ar 1067 (dificilmente detectáveis na Fig. 53)compreendendo apenas 0.88% do volume total 1055. E as seis últimas fileiras1062 demonstram esquematicamente que com tempo e pressão suficiente, osfardos cilíndricos 1028 eventualmente se ajustam em todas as suas aberturasde ar, resultando em poucas ou mesmo nenhuma abertura de ar entre osfardos adjacentes 1028. O volume total diminuiu, como representado pela seta1064 e economias adicionais no volume do terreno, por exemplo, sãorepresentadas pela seta 1066 no topo da Fig. 53.
Figs. 54 e 55 representam de outra forma as economias que podem serconseguidas através do uso dos prensadores descritos acima, quando osfardos 1028 estão sendo colocados em um terreno propício 1036 (Fig. 46). Emparticular, olhando para a Fig. 54, três curvas diferentes são apresentadas. Acurva mais baixa 1068 (formada através de uma série de asteriscos)representa as densidades conseguidas sobre o tempo e profundidade dosresíduos sólidos municipais perdidos consolidados (MSW) com densidadeinicial de 1100!bs. por jarda cúbica e realistas condições de compactaçãolevadas em conta. Assim, a extremidade esquerda da !inha 1068 começa nasuperfície em IIOOIbs. por jarda cúbica. 1100lbs. por jarda cúbica c entendidapor alguns como compactação atingível para perda de MSW quando é dirigidasobre e compactada por um equipamento ae trabalho de superfície de terrenotípico. A extremidade direita da linha 1068 se aproxima de aproximadamente1600ibs. por jarda cúbica em uma profundidade de terreno deaproximadamente 300 pés após trinta anos.
A linha intermediária 1070 na Fig. 54, que passa através de uma sériede triângulos, representam a densidade do MSW consolidado com a densidadeinicial de 1100lbs. por jarda cúbica (como linha 1), mas com trituração ecompactação ideal. Novamente, a extremidade esquerda desta linhaintermediária 1070 mostra que inicia em 1100lbs. por jarda cúbica na superfíciedo terreno. Esta densidade inicial para o MSW é novamente entendida poralguns que deva ser conseguida pelo equipamento de trabalho da superfície noterreno dirigindo sobre o MSW. Neste caso, assumindo a trituração ecompactação ideal, em 300 pés de profundidade no terreno após trinta anos, aaproximação do MSW de uma densidade de aproximadamente 1900lbs. porjarda cúbica.
Utilizando os prensadores da presente invenção, é possível compactar oMSW para aproximadamente 1600 Ibs. por jarda cúbica no prensador. Assim, alinha do topo 1072 na Fig. 54 começa na extremidade da mão esquerda em1600 Ibs. por jarda cúbica na superfície. Esta linha particular 1072, que passaatravés de uma série de círculos, representa a densidade do "preenchimentodo fardo" (p.ex., um terreno no qual apenas fardos tenham sido colocadosmelhor que a perda de MSW) com as densidades do fardo inicial de 1600 Ibs.por jarda cúbica. Sob estas circunstâncias, os fardos 1028 no preenchimentodo fardo em uma profundidade de 300 pés após trinta anos seriam esperadospara e aproximar assíntotamente de uma densidade de aproximadamente 2000ibs. por jarda cúbica como representado pela extremidade da mão direita dalinha 1072.
A distância vertical entre as linhas diferentes representadas na Fig. 54são proporcionais a quantidade de volume do terreno usada sob cada cenário.
Assim, por exempio, a entrada vertical 1074 entre curvas 1068 e 1072 mostramclaramente que um volume substanciai no terreno será conservado se opreenchimento do fardo for usado melhor que um preenchimento do MSWconvencional.
Fig. 55 é similar a Fig. 54. Desde que 1000 Ibs. por j=irda cúbica éentendido por muitos como uma estimativa mais realista da compactação dasuperfície para perda do desperdício sólido municipal, a curva 1076, que passaatravés de uma série de pequenos triângulos, é extraída como início em 1000Ibs. por jarda cúbica na superfície e se iorna assíntotamente aproximado de1900 Ibs. por jarda cúbica em um profundidade de terreno de 300 pés. A linhasuperior 1078 na Fig. 55, que passa através de uma série de pequenosasteriscos nesta figura, é similar a linha 1072 na Fig. 54 e novamenterepresenta a densidade de um preenchimento do fardo com densidade do fardoinicial de 1600 Ibs. por jarda cúbica. Novamente, em aproximadamente 300 pésde profundidade no terreno, a densidade do preenchimento do fardo seaproxima assíntotamente de aproximadamente 2000 Ibs. por jarda cúbica.Como previamente discutida, a distância vertical 1080 entre estas linhas édiretamente proporcional ao volume de enchimento de volume salvo pelo iníciocom fardos de alta-compressão que são produzíveis utilizando os fardosdescritos acima.
Fig. 56 é uma vista isométrica de uma corporificação de um prensadormóvel 1082 donde um prensador 1084 é montado em um caminhão de lixomóvel 1086. Como representado, este prensador móvel 1082 depositaria o lixo,por exemplo, em depósitos ou outros receptáculos de coletor na calçada 1083diretamente na boca do prensador 1084, como indicado pela seta 1085.Enquanto o caminhão 1086 estava estacionado ou se movia para o próximocoletor, o prensador 1082 poderia trabalhar na compressão dos materiaisdepositados. Uma vez o fardo cheio 1088 é produzido, este poderia serenrolado e então alocado no fundo do caminhão 1086 até o momento daviagem para o terreno propício. Como mostrado na Fig. 56, um fardo acabadoé carregado nos fundos do caminhão 1086 e o segundo fardo (mostrado emlinhas tracejadas) é formado no prensador 1084. Tão Iogos estes dois fardos1088 estejam finalizados, o caminhão 1086 poderia fazer uma viagem até oterreno propício para descarregar os dois fardos completos 1088.Fig. 57 representa outra aplicação para os prensadores descritos acima.
Freqüentemente, compactadores grandes de lixo podem ser encontradosinstalados em escritórios de grandes instalações, restaurantes, ou hotéis queproduzam um grande volume de lixo. O sistema de embalamento 1090representado na Fig. 57, incluindo um dos prensadores acima descrito, poderiaser usado no lugar destes compactadores de lixo. Como mostrado na Fig. 57,poderia ser colocado, possivelmente por um transportador 1092, no topo doprensador 1091. O prensador 1091 seria então acionado (possivelmenteautomaticamente) e eventualmente formaria um fardo precursor 1094. O fardoprecursor 1094 seria entregue do prensador 1091 para um enrolador de fardo1096, que é indicado esquematicamente na Fig. 57. Fardos completados eenrolados (p.ex., lacrados hermeticamente) 1095 poderiam então sercolocados internamente e/ou externamente no local.
Na Fig. 57, dois fardos completos lacrados hermeticamente 1095 sãomostrados contidos dentro da carcaça 1097 do sistema prensador 1090 paraimpedir, por exemplo a alteração. Também mostrado na Fig. 57 está umaporta opcional 1098 que poderia lacrar completamente o sistema prensador1090 de acesso desautorizado. Assim, como o lixo é depositado no prensador1091, isto poderia ser acionado automaticamente para gerar um fardo que seriaentão enrolado e subseqüentemente alocado todos dentro de umcompartimento fechado. Quando fosse necessário coletar, a porta opcional1098, se presente, seria aberta por alguém autorizado para transportar osfardos 1095 para fora, permitindo os fardos 1095 moverem para uma estaçãode coleta onde pudessem ser movidos por um transporte de algum tipo (p.ex.,um caminhão) e levados para, por exemplo, um terreno propício, como descritoacima com referência à. Fig. 46. Desde que as densidades do fardo e reiaçãode compactação acionada pelos prensadores descritos acima são maiores queas densidades acionáveis pelos compactadores convencionais, algumasviagens ao local seriam requeridas pelo serviço de remoção de lixo pararemover os fardos 1095 do que por outro lado seriam requeridas para removero lixo compactado de vindos de um compacíador de lixo convencional.
Fig. 58 mostra outra aplicação para os prensadores descritos acima, Emparticular, como mostrado na Fig. 58, um sistema de embalamento 1100compreendendo um dos prensadores descritos acima pode ser montado nabarca 1110. com ou sem pás. Pela montagem do sistema de embalamento1100 na barca 1110, é mais fácil recolocar sempre que necessário ouoesejável. Também a barca 1110 pode ser configurada para conter quaisquercontaminações ou impurezas que possam ser produzidas ou resultado doprocesso de embalamento.
Embora corporificações desta invenção tenham sido descritas acimacom um certo grau de particularidade, aqueles habilitados na arte poderiamfazer numerosas alterações para as corporificações reveladas sem fugir doespírito ou escopo desta invenção. Todas referências direcionais (p.ex,superior, inferior, para cima, para baixo, esquerda, direita, topo, fundo, acima,abaixo, vertical, horizontal, sentido horário e sentido anti-horário) são usadasppenas por motivo de identificação para auxiliar a compreensão do leitor dapresente invenção, e não para criar limitações, particularmente à posição,orientação, ou uso da invenção. Referências de agrupamento (p.ex., anexado,acoplado, conectado e similar) são para construir amplamente e poder incluimembros InterrPediarios entre a conexão de elementos e movimentos relativosentre elementos. Como tal, referências de agrupamento não inferemnecessariamente que dois elementos são diretamente conectados e emrelação fixada um ao outro. Pretende-se que todas as matérias contidas nadescrição acima ou. mostrada nos desenhos que acompanham sejaminterpretadas apenas como ilustrativas e não íimitativas. Mudanças emdetalhes ou estrutura possam ser feitas sem fugir do espírito da invenção,como definidas nas reivindicações apensas.

Claims (24)

1. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO para compressão de material ei ηfardos, sendo o prensador caracterizado por compreenderuma câmara de empacotamento cilíndrica configurada para receber omaterial, a câmara de embalamento formada porum par de placas terminais estabelecendo oposição das facesterminas longitudinais da câmara de embalamento; euma correia infinita direcionável guiada por uma pluralidade derolos, a correia infinita ~e estendendo adjacente às placas terminais eestabelecendo uma periferia externa cilíndrica da câmara de embalamento,donde a pluralidade de rolos incluium par de rolos de inclhação incluindo um rolo deinclinação distai e um rolo de inclinação próximo, donde o referido rolo deinclinação distai é adaptado para pivotar dentro e fora de contato com omaterial na câmara de embalamento; eum rolo direcionável, onde o caminho de entrada dematerial na câmara de embalamento é formado entre o par de rolos deinclinação e o rolo direcional.
2. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 1,caracterizado por cada placa terminal do referido par de placas terminaiscompreender uma borda de suporte da correia e donde a correia infinitatambém compreenda uma superfície interna que ande contra, pelo menos, umadas bordas de suporte da correia.
3. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 1,caracterizado por cada placa terminal do referido par de placas termhaiscompreender uma placa terminal sem borda definindo uma superfíciecircunferencial externa, e donde a correia infinita também compreenda umasuperfície interna e bordas laterais, e donde a referida melhor superfície andecontra, pelo menos, uma das superfícies circunferenciais externas das placastermhais, adjacentes a peio menos uma das bordas laterais da correia.
4. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 1,caracterizado pelo prensador ser adaptado para formar um prensadorprecursor, donde o prensador também compreende um bagageiro adaptadopara abrir para facilitar a remoção do fardo precursor da cârrnra deembalamento de modo que o fardo precursor não role para fora ao bagageiroinadvertidamente enquanto descarrega o fardo precursor do prensador.
5. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 1,caracterizado por compreender uma montagem de tensor operacionalmenteassociada com a correia infinita, a montagem do tensor sendo adaptada paraajustar seletivamente uma quantidade de pressão sendo aplicada pela correiainfinita ao material na câmara de embalamento.
6. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 1,caracterizado pelo prensador ser adaptado para formar um prensadorprecursor e donde o prensador também compreenda um bagageiro conectadopivotadamente a uma estrutura de prensador adjacente a câmara deembalamento, o bagageiro adaptado para abrir e fechar para facilitar aremoção do fardo precursor da câmara de embalamento.
7. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 6,caracterizado pelo bagageiro ser abaixado na escala de 10° aaproximadamente 14° do plano horizontal.
8. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 6,caracterizado pelo bagageiro também compreender uma placa dando formacom uma superfície contorneada para formação de uma parede lateral curvadade um fardo precursor formado dentro da câmara de. embalamento.
9. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 1,caracterizado pela câmara de embalamento rolar e pressionar o material,formando assim um fardo precursor enquanto dispersa em todo o materialqualquer umidade contida dentro deste.
10. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 1,caracterizado por compreender um sistema de emprego de rede tendo pelomenos um rolo suplementar de rede para dispensar a rede na câmara deembalamento para segurança inicial do material.
11. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 10,caracterizado pelo sistema de emprego de rede também compreenderum rolo de rede Iec tendo extremidades longitudinais e sendogiratoriamente montado adjacente ao rolo de rede ranhurado paraespalhamento da rede para as extremidades longitudinais do rolo de rede liso; eurn rolo de aperte adjacente ao rolo direcionável e adaptado para puxara rede para fora de pelo menos um roio suplementar de rede e em volta deambos rolo de rede lisa e rolo de rede ranhurada para alimentar a câmara deembaiamento.
12. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 1,caracterizado por compreender uma montagem de pulverizador com pelomenos um pulverizador protegido conectado na primeira extremidade docomplexo de distribuição e na segunda extremidade do bocal pulverizador, amontagem do pulverizador sendo posicionada adjacente ao caminho deentrada do material e sendo adaptada para pulverizar água ou aditivos nomaterial entrando na câmara de embaiamento.
13. PRENSADOR DE ALTA COMPRESSÃO, conforme reivindicação 1,caracterizado por compreender um funil de super carregamento paraalimentar o material na câmara de embaiamento, o funil de super-carregamentoincluindo uma pá de alimentador compreendendo uma pluralidade de câmarasmedidoras para entrega do material no funil de super-carregamento na câmarade embaiamento.
14. MÉTODO PARA COMPRESSÃO DE MATERIAL EM FARDOS,caracterizado por compreender as etapas dedirecionar uma correia infinita em volta de pelo menos um rolodirecionável e um par de rolos de inclinação;receber o material na câmara de embaiamento através de uma bocaformada entre o rolo direcionável e o par de rolos de inclinação;aumentar a pressão aplicada pela correia infinita no material na câmarade embaiamento; efixar o material na câmara de embaiamento com a rede para formar osfardos.
15. MÉTODO PARA COMPRESSÃO DE MATERIAL EM FARDOS, conformereivindicação 14, caracterizado por compreender a inclinação do par de rolosde inclinação para o rolo direcional para estreitar a boca formada entre o rolodirecionável e o par de rolos de inclinação para reduzir a fervura do materialentrando na câmara de embaiamento.
16. MÉTODO PARA COMPRESSÃO DE MATERIAL EM FARDOS, conformereivindicação 15, caracterizado pela inclinação do par de rolos de inclinaçãoempregar mais força friccional a partir da correia infinita para o materialentrando na câmara de embalamento e puxar ιΠακ> do material na câmara aeembaiamento para aumentar a densidade do fardo.
17. MÉTODO PARA COMPRESSÃO DE .MATERIAL EM FARDOS, conformereivindicação 14, caracterizado pelo aumento da pressão ocorrer pelamudança do comprimento do caminho que a correia infinita segue.
18. MÉTODO PARA COMPRESSÃO DE MATERIAL EM FARDOS conformereivindicação 14, caracterizado por compreender uma abertura do bagageiropara um ângulo de inclinação do bagageiro relativamente mais íngreme paradescarregar os fardos da câmara de embalamento sem ter que reverter adireção do percurso da correia infinita.
19. MÉTODO PARA COMPRESSÃO DE MATERIAL EM FARDOS, conformereivindicação 14, caracterizado por compreender o controle do movimento dosfardos formados na câmara de embalamento de modo que os tardos não roleminadvertidamente para fora do bagageiro enquanto se descarregam os fardos.
20. SISTEMA DE EMBALAMENTO CONFIGURÁVEL PARA PRODUÇÃO DEFARDOS com uma variedade de densidade, comprimentos e diâmetros,caracterizado por compreendermeios de câmara para receber material, os meios de câmara formadospormeios de placa terminal ajustáveis para ajustar o comprimento dofardo; emeras de correia ajustáveis para estabelecer uma perifer» dcsmeios de câmara; emeios para fixar o material antes da operação de descarregamemo dosmeios de câmara.
21. SISTEMA DE EMBALAMENTO CONFIGURÁVEL PARA PRODUÇÃO DEFARDOS, conforme reivindicação 20, caracterizado por compreender meiosde controle do movimento do material fixado durante a operação dedesça rregamento.
22. SISTEMA DE EMBALAMENTO CONFIGURÁVEL PARA PRODUÇÃO DEFARDOS conforme reivindicação 20, caracterizado por compreender meiosde redução de umidade do material.
23. SISTEMA DE EMBALAMENTO CONFIGURÁVEL PARA PRODUÇÃO DEFARDOS cc.,íor,n6 ,eivindicaçãw 20, caracterizado por compreender meiosde alimentação do matéria! nos meios de câmara.
24. SISTEMA DE EMBALAMENTO CONFIGURÁVEL PARA PRODUÇÃO DEFARDOS conforme reivindicação 20, caracterizado por compreender umaestação de enrolamento para conversão do fardo precursor no fardo lacradohermeticamente.
BRPI0611542-0A 2005-06-10 2006-06-12 prensador de alta compressão BRPI0611542A2 (pt)

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