BRPI0611952A2 - identificação eletrÈnica de veìculo - Google Patents
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Abstract
IDENTIFICAçãO ELETRÈNICA DE VEìCULO. A presente invenção refere-se a identificação de um veículo em um sistema de pedágio que inclui acessar um conjunto de entradas de transação de pedágio. Cada entrada no conjunto designa uma transação de pedágio entre um veículo e o sistema de pedágio e inclui um descritor de transação e uma estampa de tempo de transação. Uma série de fotos de transação de pedágio é acessada. A série inclui uma pluralidade de fotos, cada uma das quais estando associada a uma estampa de tempo de foto. Uma entrada de transação de pedágio é identificada a partir do conjunto como uma entrada de transação violação com base no descritor de transação. Uma foto de transação de pedágio é selecionada a partir da série. A estampa de tempo de transação da transação de violação é comparada, usando- se um dispositivo de processamento, com a estampa de tempo de foto da foto de transação de pedágio selecionada. A foto de transação de pedágio selecionada é identificada como uma foto de violação correspondente à entrada de transação violação, com base em um resultado da comparação.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "IDENTIFICAÇÃOELETRÔNICA DE VEÍCULO".
Referência Cruzada A Pedidos de Patente Relacionados
Este pedido de patente reivindica prioridade para o Pedido dePatente Provisório dos Estados Unidos Número 60/689.050, depositado em10 de junho de 2005 e intitulado ELECTRONIC TOLL MANAGEMENT, des-se modo incorporado como referência em sua totalidade para todas as finali-dades.
Campo Técnico
A presente invenção refere-se à identificação eletrônica de veículo.
Antecedentes
Instalações de transporte, tais como estradas, pontes e túneisproduzem pedágios freqüentemente representando uma fonte principal dereceita para muitos estados e municipalidades. O grande número de auto-móveis, caminhões e ônibus parando em cabines de pedágio para pagamen-to de um pedágio diariamente pode causar problemas significativos. Por e-xemplo, essas instalações podem restringir o fluxo de tráfego, causandocongestionamentos de tráfego e mudança de pista, freqüentemente aumen-tando a probabilidade de acidentes e ainda mais estrangulamentos. Alémdisso, muitas pessoas podem ficar atrasadas quanto a chegarem ao trabalhoe milhões de galões de combustível podem ser pedidos conforme os veícu-los ficam parados em marcha lenta. Os meio-ambientes podem experimentarum aumento na poluição, conforme veículos em marcha lenta e se movendolentamente emitem poluentes (particularmente dióxido de carbono e monóxi-do de carbono), os quais impõem um risco significativo à saúde para moto-ristas, bem como para operadores de cabine de pedágio.
Alguns sistemas de cabine de pedágio podem ter um programarequerendo que um motorista alugue e, então, afixe ao pára-brisa do veículoum transponder de rádio que se comunica através de uma freqüência derádio com unidades de receptor em praças de cabine de pedágio. Contudo, taisprogramas requerem que os motoristas busquem o programa e se registrem noprograma. Estes programas podem tornar obrigatório que um motorista façaum depósito de cartão de crédito e crie um arranjo de conta de débito auto-mática, o que pode eficazmente eliminar motoristas com problemas de crédi-to. Estes programas também podem tributar os participantes com base emuma quantidade mínima de percurso, independentemente da quantidade realde percurso. Assim, muitos motoristas que viajam com pouca freqüênciapassando através da estrada com pedágio podem receber pouco benefícioapós investirem tempo e dinheiro para participarem do programa.
Os sistemas de cabine de pedágio tipicamente incluem um sis-tema de transação de pista que registra cada transação de veículo com ainstalação de pedágio e um sistema de formação de imagem que faz fotosde cada veículo que passa pela instalação de pedágio. Se o sistema detransação de pista detectar uma violação, o sistema de transação de pistatipicamente enviará um sinal de "violação" para o sistema de formação deimagem. O sistema de formação de imagem pode responder ao sinal de"violação" pelo envio da foto associada à transação de violação para um sis-tema de back-end para identificação e processamento de veículo. Se ne-nhum sinal de "violação" for recebido pelo sistema de formação de imagem apartir do sistema de transação de pista após uma foto de um veículo ser tira-da, o sistema de formação de imagem tipicamente descarta a foto. Assimsendo, o sistema de back-end apenas recebe fotos de veículos que come-tam violações. Uma vez que um veículo em violação seja identificado, o sis-tema de back-end tipicamente refere o veículo para cumprimento da lei e/outenta tributar ou de outra forma coletar os honorários de pedágio não-pagos.
Um problema com a tecnologia existente usada em sistemas depedágio é que a integração de um sistema de formação de imagem com umsistema de transação de pista pode colocar o sistema de pista em risco, de-vido a uma demanda aumentada por recursos de sistema (especialmenteem um envio de mensagem em tempo real ou quase em tempo real para osistema de formação de imagem). Assim, pode ser indesejável ou impraticá-vel integrar um sistema de formação de imagem diretamente ao sistema depista. Modificações de sistema podem reduzir a confiabilidade de um siste-ma comprovado. 0 custo de integração a um sistema de legado tambémpode ser alto.
Sumário
Em uma implementação, um método e/ou um aparelho que con-cretizam a invenção constituem, pelo menos parte do sistema de pedágioque permite uma manipulação eletrônica de pagamento de pedágios por ve-ículos passando em uma instalação de pedágio, sem requerer que o sistemade transação de pista de sistema de pedágio se comunique diretamente como sistema de formação de imagem de sistema de pedágio (isto é, o sistemade transação de pista é independente do sistema de formação de imagem enão precisa enviar quaisquer sinais, incluindo sinais de "violação", para osistema de formação de imagem). Assim sendo, o sistema de pedágio é con-figurado para desacoplar o sistema de formação de imagem do sistema detransação de pista e, desse modo, minimizar ou eliminar a necessidade demodificação do sistema de transação de pista, quando da instalação de umnovo sistema de formação de imagem.
Em um aspecto geral, a identificação de um veículo em um sis-tema de pedágio inclui o acesso a um conjunto de entradas de transação depedágio. Cada entrada no conjunto designa uma transação de pedágio entreum veículo e o sistema de pedágio e inclui um descritor de transação e umaestampa de tempo de transação. Uma série de fotos de transação de pedá-gio é acessada. A série inclui uma pluralidade de fotos, cada uma das quaisestando associada a uma estampa de tempo de foto. A entrada de transaçãode pedágio é identificada a partir do conjunto como uma entrada de transa-ção de violação com base no descritor de transação. Uma foto de transaçãode pedágio é selecionada a partir da série. A estampa de tempo de transa-ção da transação de veículo é comparada, usando-se um dispositivo de pro-cessamento, com a estampa de tempo de foto da foto de transação de pe-dágio selecionada. A foto de transação de pedágio selecionada é identifica-da como uma foto de violação correspondente à entrada de transação deviolação com base em um resultado da comparação.
As implementações podem incluir um ou mais dos recursos aseguir. Por exemplo, as estampas de tempo de transação incluídas no con-junto de entradas de transação de pedágio e as estampas de tempo de fotoassociadas à pluralidade de fotos podem ser baseadas em relógios inde-pendentes.
O acesso ao conjunto de entradas de transação de pedágio po-de incluir receber o conjunto de entradas de transação de pedágio a partir deum sistema de transação de pista. O acesso à série de fotos de transaçãode pedágio pode incluir receber a série de fotos de entradas de transação depedágio a partir de um sistema de formação de imagem que é independentedo sistema de transação de pista. O sistema de formação de imagem que éindependente do sistema de transação de pista pode incluir o sistema deformação de imagem não recebendo sinais a partir do sistema de transaçãode pista. O sistema de formação de imagem que é independente do sistemade transação de pista pode incluir o sistema de formação de imagem tendoum relógio interno que é independente do relógio interno do sistema de tran-sação de pista. As estampas de tempo de transação incluídas no conjuntode entradas de transação de pedágio podem ser geradas com base no reló-gio interno do sistema de transação de pista, e as estampas de tempo defoto associadas à pluralidade de fotos podem ser geradas com base no reló-gio interno do sistema de formação de imagem.
O recebimento do conjunto de entradas de transação de pedágioa partir do sistema de transação de pista pode incluir receber o conjunto deentradas de transação de pedágio em um e-mail.
Em um outro aspecto geral, a identificação de um veículo em umsistema de pedágio inclui o acesso a um conjunto de entradas de transaçãode pedágio. Cada entrada no conjunto designa uma transação de pedágioentre um veículo e o sistema de pedágio e inclui um descritor de transação euma estampa de tempo de transação. Uma série de fotos de transação depedágio é associada. A série inclui uma pluralidade de fotos, cada uma dasquais estando associada a uma estampa de tempo de foto. Uma entrada detransação de pedágio a partir do conjunto é identificada com uma entrada detransação de violação com base no descritor de transação. Um grupo deentradas de transação de pedágio é selecionado a partir de dentre o conjun-to de entradas de transação de pedágio com base na estampa de tempo daentrada de transação de violação. Um grupo de fotos de transação de pedá-gio é selecionado a partir da série de fotos de transação de pedágio combase no grupo selecionado de entradas de transação de pedágio. Uma fotode transação de pedágio é identificada a partir do grupo de fotos de transa-ção de pedágio como uma foto de violação correspondente à entrada detransação de violação pela associação do grupo de entradas de transaçãode pedágio ao grupo de fotos de transação de pedágio.
As implementações podem incluir um ou mais dos recursos aseguir. Por exemplo, a seleção do grupo de entradas de transação de pedá-gio a partir de dentre o conjunto de entradas de transação de pedágio podeincluir a identificação de um primeiro espaço de tempo que tem uma duraçãode tempo predeterminada entre as estampas de tempo de transação de en-tradas de transação de pedágio cronologicamente seqüenciais do conjuntode entradas de transação de pedágio, as entradas de transação de pedágiocronologicamente seqüenciais ocorrendo antes da entrada de transação deviolação identificada. A seleção do grupo de entradas de transação de pedá-gio a partir de dentre o conjunto de entradas de transação de pedágio podeincluir, adicionalmente, a adição de uma entrada de transação de pedágio aogrupo de entradas de transação de pedágio, se a entrada de transação depedágio incluir uma estampa de tempo de transação caindo em uma janelade tempo começando em um tempo correspondente a uma estampa detempo de uma entrada de transação intensidade imediatamente seguindo-seao primeiro espaço de tempo identificado e terminando em um tempo cor-respondente à estampa de tempo de transação da entrada de transação deviolação identificada. A duração de tempo predeterminada do primeiro espa-ço de tempo pode incluir uma duração de tempo entre seis e dez segundos.
A seleção do grupo de entradas de transação de pedágio a partirde dentre o conjunto de entradas de transação de pedágio pode incluir, ain-da, a adição de uma entrada de transação de pedágio ao grupo de entradasde transação de pedágio, se a entrada de transação de pedágio incluir umaestampa de tempo de transação caindo em uma janela de tempo começan-do em um tempo correspondente à estampa de tempo de transação da en-trada de transação de violação identificada e terminando em um tempo cor-respondente a uma quantidade predeterminada de tempo após a estampade tempo de transação da entrada de transação de violação identificada. Aquantidade predeterminada de tempo após a estampa de tempo de transa-ção da entrada de transação de violação identificada pode ser um tempoentre trinta segundos e um minuto.
A seleção do grupo de fotos de transação de pedágio pode inclu-ir a seleção a partir da série de fotos de transação de pedágio de uma fotode transação de pedágio correspondente à entrada de transação imediata-mente seguinte ao primeiro espaço de tempo identificado. Uma foto de tran-sação de pedágio pode ser adicionada ao grupo de fotos de transação depedágio, se a foto de transação de pedágio estiver associada a uma estam-pa de tempo de foto caindo em uma janela de tempo começando em umtempo correspondente à estampa de tempo de foto associada à foto de tran-sação de pedágio selecionada e terminando no tempo predeterminado se-guindo-se à estampa de tempo de transação da entrada de transação deviolação identificada.
A seleção do grupo de entradas de transação de pedágio a partirde dentre o conjunto de entradas de transação de pedágio pode incluir, ain-da, a identificação de um segundo espaço de tempo tendo uma duraçãopredeterminada de tempo entre as estampas de tempo de transação de en-tradas de transação de pedágio cronologicamente seqüenciais do conjuntode entradas de transação de pedágio, as entradas de transação de pedágiocronologicamente seqüenciais ocorrendo após a entrada de transação deviolação identificada. Uma entrada de transação de pedágio pode ser adicio-nada ao grupo de entradas de transação de pedágio, se a entrada de tran-sação de pedágio incluir uma estampa de tempo de transação caindo emuma janela de tempo começando em um tempo correspondente à estampade tempo de transação da entrada de transação de violação identificada eterminando em um tempo correspondente a uma estampa de tempo de umaentrada de transação imediatamente precedente ao segundo espaço detempo identificado.
A seleção do grupo de fotos de transação de pedágio pode inclu-ir a seleção a partir da série de fotos de transação de pedágio de uma pri-meira foto de transação de pedágio correspondente à entrada de transaçãoimediatamente seguindo-se ao primeiro espaço de tempo. Uma segunda fotode transação de pedágio correspondente à entrada de transação imediata-mente precedente ao segundo espaço de tempo identificado é selecionada apartir da série de fotos de transação de pedágio. Uma foto de transação depedágio pode ser adicionada ao grupo de fotos de transação de pedágio, sea foto de transação de pedágio estiver associada a uma estampa de tempode foto caindo em uma janela de tempo começando em um tempo corres-pondente à estampa de tempo de foto associada à primeira foto de transa-ção de pedágio selecionada e terminando em um tempo correspondente àestampa de tempo de foto associada à segunda foto de transação de pedá-gio selecionada.
A seleção do grupo de entradas de transação de pedágio a partirde dentre o conjunto de entradas de transação de pedágio pode incluir a se-leção a partir do conjunto de entradas de transação de pedágio de uma en-trada de transação de pedágio designando uma transação de pedágio entreo sistema de pedágio e um veículo que foi positivamente identificado, a en-trada de transação de pedágio selecionada incluindo uma estampa de tempode transação que é anterior no tempo à estampa de tempo de transação in-cluída na entrada de transação de violação identificada. Uma entrada detransação de pedágio pode ser acionada ao grupo de entradas de transaçãode pedágio se a entrada de transação de pedágio incluir uma estampa detempo de transação caindo em uma janela de tempo começando em umtempo correspondente à estampa de tempo da transação de pedágio sele-cionada e terminando em um tempo correspondente à estampa de tempo detransação da entrada de transação de violação identificada.
A seleção do grupo de entradas de transação de pedágio a partirde dentre o conjunto de entradas de transação de pedágio ainda pode com-preender a adição de uma entrada de transação de pedágio ao grupo deentradas de transação de pedágio, se a entrada de transação de pedágioincluir uma estampa de tempo de transação caindo em uma janela come-çando em um tempo correspondente à estampa de tempo de transação daentrada de transação de violação identificada e terminando em um tempopredeterminado seguindo-se à estampa de tempo de transação da entradade transação de violação identificada.
A identificação de uma foto de transação de pedágio a partir dogrupo de fotos de transação de pedágio como uma foto de violação podeincluir a associação em uma base uma a uma de cada foto de transação depedágio no grupo de fotos de transação de pedágio a cada entrada de tran-sação de pedágio no grupo de entradas de transação de pedágio. A associ-ação em uma base uma a uma de cada foto de transação de pedágio a cadaentrada de transação de pedágio pode incluir a ordenação, em ordem crono-lógica seqüencial, das entradas de transação de pedágio no grupo de entra-das de transação de pedágio com base nas estampas de tempo de transa-ção de pedágio e a ordenação, em ordem cronológica seqüencial, das fotosde transação de pedágio no grupo de fotos de transação de pedágio combase nas estampas de tempo de foto. Cada entrada de transação de pedá-gio pode ser associada a um local na ordem de entrada de transação de pe-dágio e cada foto de transação de pedágio pode ser associada a um local naordem de foto de transação de pedágio. Uma entrada de transação de pe-dágio pode ser selecionada e a entrada de transação de pedágio seleciona-da pode ser associada a uma foto de transação de pedágio condicionada àentrada de transação de pedágio estar associada a um local na ordem deentrada de transação de pedágio que corresponde ao local na ordem de fotode transação de pedágio associado à foto de transação de pedágio.
Entradas adicionais de transação de pedágio podem ser inseri-das no grupo de entradas de transação de pedágio, se o número de entra-das de transação de pedágio no grupo de entradas de transação de pedágiofor menor do que o número de fotos de transação de pedágio no grupo defotos de transação de pedágio. Fotos adicionais de transação de pedágiopodem ser inseridas no grupo de fotos de transação de pedágio, se o núme-ro de fotos de transação de pedágio no grupo de fotos de transação de pe-dágio for menor do que o número de entradas de transação de pedágio nogrupo de entradas de transação de pedágio.
A entrada de transação de pedágio selecionada e a foto de tran-sação de pedágio associada podem ser designadas como impropriamentecombinadas, condicionado a uma diferença entre a estampa de tempo detransação da entrada de transação de pedágio selecionada e a estampa detempo de foto da foto de transação de pedágio associada ser maior do queum valor predeterminado. O valor predeterminado pode ser um segundo.
Um intervalo de tempo entre duas transações pode ser calcula-do, com base nas estampas de tempo de transação de pedágio de duas en-tradas de transação de pedágio seqüenciais cronologicamente. Um intervalode tempo correspondente entre duas transações com base nas estampas detempo de foto de duas fotos de pedágio seqüenciais cronologicamente tam-bém pode ser calculado, as duas fotos de pedágio seqüenciais cronologica-mente sendo associadas às duas entradas de transação de pedágio se-qüenciais cronologicamente. As duas fotos seqüenciais cronologicamente eas duas entradas de transação de pedágio seqüenciais cronologicamentepodem ser designadas como impropriamente combinadas, condicionado auma diferença entre o intervalo de tempo e o intervalo de tempo correspon-dente ser maior do que um valor predeterminado. O valor predeterminadopode ser quatro segundos.
A identificação de uma foto de transação de pedágio a partir dogrupo de fotos de transação de pedágio como uma foto de violação podeincluir a designação como a foto de violação de uma foto de transação depedágio associada a um local na ordem de foto de transação de pedágio quecorresponde a um local na ordem de entrada de transação de pedágio asso-ciada à entrada de transação de violação.
Os detalhes de uma ou mais implementações são estabelecidosnos desenhos associados e descritos abaixo. Outros recursos serão eviden-tes a partir da descrição e dos desenhos, e a partir das reivindicações.Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1 é um diagrama de blocos de uma implementação deum sistema de gerenciamento de pedágio eletrônico.
A figura 2 é um fluxograma de uma implementação de um siste-ma de gerenciamento de pedágio eletrônico relacionado a um gerenciamen-to de identificador de veículo destacado.
A figura 3 é um fluxograma de uma implementação de um siste-ma de gerenciamento de pedágio eletrônico relacionado ao gerenciamentode pagamento.
A figura 4 é um fluxograma de uma implementação de um siste-ma de gerenciamento de pedágio eletrônico relacionado ao gerenciamentode pagamento.
A figura 5 é um fluxograma de uma implementação de um siste-ma de gerenciamento de pedágio eletrônico relacionado à verificação deendereço de correspondência.
A figura 6 é um diagrama de blocos de uma implementação deum sistema de gerenciamento de pedágio eletrônico.
A figura 7 é um fluxograma de uma implementação de um siste-ma de gerenciamento de pedágio eletrônico relacionado à identificação deveículo.
A figura 8 é um fluxograma de uma implementação de um siste-ma de gerenciamento de pedágio eletrônico relacionado à identificação deveículo.
As figuras 9A a 9C são um fluxograma de uma implementaçãode um sistema de gerenciamento de pedágio eletrônico relacionado à identi-ficação de veículo.
A figura 10 é um diagrama de blocos de uma implementação deum sistema de gerenciamento de pedágio eletrônico.
A figura 11 é um grupo de entradas de transação geradas porum sistema de transação de pista.
A figura 12 é uma ilustração de um grupo de arquivos de ima-gem / sensor.A figura 13 é um fluxograma de uma implementação de um sis-tema de gerenciamento de pedágio eletrônico relacionado à seleção de gru-pos de entradas de transação e grupos correspondentes de arquivos de i-magem / sensor.
A figura 14 é um fluxograma de uma implementação de um sis-tema de gerenciamento de pedágio eletrônico relacionado à identificação deum arquivo de imagem / sensor para cada entrada de transação de violação.
A figura 15 é uma ilustração do grupo de entradas de transaçãoda figura 11 combinadas em uma base um a um com o grupo de sensor /arquivos da figura 12.
A figura 16 é um fluxograma de uma implementação de um sis-tema de gerenciamento de pedágio eletrônico.
A figura 17 é uma interface de usuário de exemplo.
A figura 18 é um gráfico de barras que mostra o intervalo detempo entre uma estampa de tempo de entrada de transação de pista e umaestampa de tempo de imagem correspondente para uma transação.
A figura 19 é um gráfico de barras que mostra o intervalo detempo entre transações de pista atual e precedente de acordo com estam-pas de tempo de imagem e de acordo com estampas de tempo de entradade transação.
Símbolos de referência iguais nos vários desenhos indicam ele-mentos iguais.
Descrição Detalhada
Em uma implementação, um sistema de pedágio permite a ma-nipulação eletrônica de pagamento de pedágios por veículos passando emuma instalação de pedágio, sem requerer que o sistema de transação depista de sistema de pedágio se comunique diretamente com o sistema deformação de imagem de sistema de pedágio. Assim sendo, o sistema depedágio é configurado para desacoplar o sistema de formação de imagemdo sistema de transação de pista e, desse modo, minimizar ou eliminar anecessidade de modificação do sistema de transação de pista, quando dainstalação de um novo sistema de formação de imagem.O sistema de pedágio acima inclui um sistema de computadorde gerenciamento de pedágio que tem um módulo de aquisição de dados deimagem e de transação de pista (ILDM). O ILDM inclui um sistema de tran-sação de pista, um módulo de aquisição de imagem e um servidor de vídeo.
O sistema de transação de pista é configurado para capturar da-dos relacionados a uma transação para cada veículo que passar através deou de outra forma fizer uma transação com a instalação de pedágio. Os da-dos relacionados à transação podem incluir, por exemplo, o tipo de transa-ção, o tempo da transação (por exemplo, a estampa de tempo de transa-ção), dados de classificação de veículo (por exemplo, o número de eixos doveículo), a informação de transponder, se aplicável, do veículo, e a tarifa co-brada. O sistema de transação de pista pode ser um sistema de transaçãode pista existente ou um convencional. Assim sendo, embora o sistema detransação de pista possa ter a capacidade de enviar sinais de "violação" pa-ra um sistema de formação de imagem, esta capacidade não precisa serusada. O sistema de formação de imagem ou o módulo de aquisição de i-magem pode operar independentemente do sistema de transação de pista e,assim sendo, não precisa receber quaisquer sinais do sistema de transaçãode pista ou diretamente do sistema de transação de pista.
O sistema de transação de pista é configurado para periodica-mente gerar e enviar um relatório de atividade de pista para o servidor devídeo. O relatório de atividade de pista inclui dados de transação de pistapara veículos que passaram através da instalação de pedágio durante umadada janela de tempo (por exemplo, um dia). O relatório de atividade de pis-ta tipicamente inclui uma lista cronológica de entradas de transação de pista,cada uma das quais correspondendo a uma única transação de veículo coma instalação de pedágio. Alternativamente, o sistema de transação de pistapode tornar disponível um banco de dados de dados de transação ou umacópia desses dados.
O módulo de aquisição de imagem usa sensores, tais como, porexemplo, sensores a laser, para a detecção da passagem de veículos tipi-camente conforme eles entrarem ou de outra forma começarem a passaratravés da instalação de pedágio. Os sensores a laser disparam câmeras e,opcionalmente, outros sensores, os quais são configurados para a capturade dados de imagem / sensor para cada veículo passando detectado pelossensores a laser. Notadamente, de forma diferente dos sistemas de pedágioconvencionais, o módulo de aquisição de imagem não precisa receber sinaisde "violação" diretamente do sistema de transação de pista e não precisadescartar fotos em resposta a uma falta de recebimento desses sinais.
O módulo de aquisição de imagem pode enviar para o servidorde vídeo um arquivo de imagem / sensor para cada veículo que passar atra-vés de ou fizer uma transação com a instalação de pedágio. Cada arquivode imagem / sensor pode incluir dados correspondentes a pelo menos umaimagem ou foto do veículo em transação (por exemplo, uma foto da traseirado veículo), opcionalmente pode incluir dados de sensor e também podeincluir uma estampa de tempo indicando quando a imagem e os dados desensor opcionais foram capturados.
O servidor de vídeo pode receber o relatório de atividade de pis-ta a partir do sistema de transação de pista e pode receber os arquivos deimagem / sensor a partir do módulo de aquisição de imagem. O servidor devídeo sincroniza ou combina cada entrada de transação de pista no relatóriode atividade de pista com um arquivo de imagem / sensor único recebido apartir do módulo de aquisição de imagem. Assim sendo, o servidor de vídeodetermina uma correspondência um a um entre as entradas de transação depista no relatório de atividade de pista e os arquivos de imagem / sensor.
O servidor de vídeo tipicamente determina a correspondênciaum a um entre as entradas de transação de pista e os arquivos de imagem /sensor primeiramente pela análise gramatical do relatório de atividade depista em grupos de entradas de transação seqüenciais cronologicamenteseparadas por ou delimitadas entre parênteses por entradas de transaçãocorrespondentes a "transações de marco". Uma transação de marco é umatransação que tem uma entrada de transação que tipicamente pode ser fa-cilmente relacionada a uma foto ou imagem capturada prontamente identifi-cável. Por exemplo, uma transação de marco pode ser uma transação en-volvendo um veículo de eixo múltiplo (isto é, um veículo tendo três ou maiseixos). Se uma entrada de transação de pista indicar que um veículo emtransação tem três ou mais eixos, a imagem correspondente do veículo podeser facilmente selecionada a partir de dentre as imagens capturadas, porquetipicamente a maioria das imagens capturadas é de carros, os quais têm a-penas dois eixos.
Assim sendo, os dados de transação de pista podem ser anali-sados gramaticalmente em grupos de entradas de transação seqüenciaiscronologicamente delineadas por entradas de transação de marco, e os ar-quivos de imagem / sensor podem ser analisados gramaticalmente em gru-pos correspondentes de arquivos de imagem / sensor seqüenciais cronologi-camente delineados por arquivos de imagem / sensor tendo imagens detransação de marco (isto é, as imagens facilmente identificáveis que corres-pondem às transações de marco).
Uma vez que os grupos de entradas de transação e os gruposcorrespondentes de arquivos de imagem / sensor tenham sido identificados,o servidor de vídeo pode combinar cada entrada de transação de um dadogrupo de entradas de transação com um arquivo de imagem / sensor de umgrupo correspondente de arquivos de imagem / sensor. A entrada de transa-ção para combinação de sensor / arquivo pode usar as transações de marcocomo um ponto de referência e podem combinar, em ordem, cada entradade transação seguindo-se a uma entrada de transação de marco com cadaarquivo de imagem / sensor que se segue o arquivo de imagem / sensortendo a imagem de transação de marco correspondente. Devido à falta desincronicidade entre o sistema de transação de pista e o módulo de aquisi-ção de imagem e o processo imperfeito de captura de dados e imagens rela-cionados à transação, o processo de combinação tipicamente inclui a adiçãode entradas de transação de marcador de posição e/ou arquivos de imagem/ sensor de marcador de posição, para se garantir que o número de entradasde transação em um grupo seja o mesmo que o número de arquivos de ima-gem / sensor no grupo correspondente.
O servidor de vídeo pode ser configurado para confirmar se oprocesso de combinação foi bem-sucedido ao checar se as diferenças entreas estampas de tempo das entradas de transação e as estampas de tempodos arquivos de imagem / sensor de combinação estão em um nível de tole-rância predeterminado. O servidor de vídeo também pode ser configuradopara checar se as diferenças entre os intervalos de tempo entre as transa-ções, conforme determinado a partir das estampas de tempo de entrada detransação e os intervalos de tempo correspondentes conforme determinadoa partir das estampas de tempo de arquivo de imagem / sensor de combina-ção também estão em um nível de tolerância predeterminado.
O servidor de vídeo pode enviar os arquivos de imagem / sensore as entradas de transação combinados para um módulo de processamentode imagem do sistema de computador de gerenciamento de pedágio. O mó-dulo de processamento de imagem processa os arquivos de imagem / sen-sor para a extração dos dados de identificação de veículo. O computador degerenciamento de pedágio usa os dados de identificação de veículo para aidentificação dos veículos. Após os veículos terem sido identificados, o com-putador de gerenciamento de pedágio acessa as entradas de dados de tran-sação combinadas para os veículos identificados e tributa ou de outra formapermite o recebimento de pagamento para a transação a partir de um indiví-duo ou de uma entidade associada ao veículo identificado.
A figura 1 é um diagrama de blocos de uma implementação deum sistema de gerenciamento de pedágio eletrônico 10. O sistema 10 é con-figurado para capturar um identificador de veículo 31 de veículo 30 que inte-rage com uma instalação 28 e para notificar sistemas externos 34 dessa in-teração. Por exemplo, o sistema 10 pode permitir que uma autoridade deestrada com pedágio capture um identificador de veículo 31, tal como umainformação de placa de licença, a partir de um veículo 30 viajando atravésda estrada com pedágio e, então, notifique o órgão de cumprimento da leiquanto a se o identificador de veículo capturado combina com uma placa delicença previamente destacada pelo órgão de cumprimento da lei.
O sistema de gerenciamento de pedágio 10 também pode ge-renciar o pagamento a partir de uma parte associada ao veículo 32 com ba-se na interação entre o veículo 30 e a instalação 28. Por exemplo, o sistema10 pode capturar uma informação de placa de licença a partir de um veículo30 e identificar o proprietário registrado do veículo. O sistema então proveriaao proprietário, por um canal de comunicações, tal como a Internet, umaconta para a feitura de pagamento ou a contestação de pagamento. O sis-tema de gerenciamento de pedágio 10 pode enviar uma tributação requisi-tando pagamento a partir da parte 32 usando um endereço de correspon-dência que foi verificado em relação a uma ou mais fontes de endereço decorrespondência. O sistema 10 é capaz de capturar automaticamente umaimagem do veículo 30 disparada pelo veículo interagir com a instalação. Es-sa captura de imagem pode ser realizada usando-se uma tecnologia de pro-cessamento de imagem sem se ter que instalar um transponder de rádio (porexemplo, um dispositivo de RFID) em um veículo.
O sistema de gerenciamento de pedágio eletrônico 10 inclui umcomputador de gerenciamento de pedágio 12, o qual pode ser configuradode uma maneira distribuída ou centralizada. Embora um computador 12 sejamostrado, um ou mais computadores podem ser configurados para a imple-mentação das técnicas mostradas. O computador 12 é acoplado a uma ins-talação 28 que pode cobrar um honorário por interação com a instalação. Osexemplos de uma instalação 28 incluem uma instalação de pedágio (geren-ciada por autoridades de pedágio), tal como uma estrada com pedágio, umaponte com pedágio, um túnel, uma instalação de estacionamento, ou umaoutra instalação. O honorário pode ser baseado na interação entre o veículo30 e a instalação 28. Os exemplos de interações que podem envolver umhonorário incluem uma distância percorrida pelo veículo através da instala-ção, um período de tempo em que o veículo esteve presente em uma insta-lação, o tipo de veículo interagindo com a instalação, a velocidade na qual oveículo passa através da instalação, e o tipo de interação entre o veículo e ainstalação.
A instalação 28 pode processar veículos incluindo automóveis,um caminhão, ônibus ou outros veículos. Para facilidade de explicação, osistema 10 mostra uma instalação única 28 interagindo com um único veícu-Io 30 e uma parte associada ao veículo 32. Contudo, em outras implementa-ções, as técnicas mostradas poderiam ser configuradas para operarem comum ou mais veículos interagindo com uma ou mais instalações cobrindo lo-calizações geográficas diferentes.
O computador de gerenciamento de pedágio 12 inclui um módu-lo de aquisição de imagem 24 configurado para detectar a presença de umveículo, adquirir uma ou mais imagens do veículo e encaminhar a(s) ima-gem(ns) para um módulo de processamento de imagem 25 para processa-mento adicional. O módulo 24 pode incluir um equipamento de aquisição deimagem com base no ambiente físico no qual é usado. Por exemplo, paraaplicações de estrada aberta, o equipamento de aquisição de imagem podeser montado acima da estrada, em estruturas existentes ou em pórticosconstruídos para esta finalidade. Algumas aplicações de estrada aberta po-dem usar um equipamento montado na ou ao lado da estrada também. Apli-cações baseadas em pista (ou no estilo de cabine de pedágio) podem usarum equipamento montado em estruturas físicas ao lado de cada pista, aoinvés de ou além do equipamento montado aéreo ou na estrada.
O módulo de aquisição de imagem 24 pode incluir componentesde formação de imagem, tais como sensores de veículo, câmeras, sistemasde digitalização, ou outros componentes. Os sensores de veículo podemdetectar a presença de um veículo e prover um sinal que dispare uma câme-ra para a captura de uma ou mais imagens do veículo. Os sensores de veí-culo podem incluir um ou mais dos seguintes:
(1) Dispositivos com laser / sônicos / de microondas - estes dis-positivos, comumente usados em aplicações de Sistemas de Transporte In-teligentes (ITS), podem reconhecer a presença de um veículo e prover umainformação referente ao tamanho do veículo, à classificação e/ou à velocida-de. Estes sensores podem ser configurados para proverem uma informaçãoadicional sobre o veículo, a qual pode ser usada na identificação do veículoe seu uso da instalação de pedágio, incluindo o tempo de viagem e a con-formidade com as leis de tráfego.
(2) Laços - estes sensores podem detectar a presença e o tipode veículo pelo reconhecimento da presença de massas de metal usandoum laço de fio embutido na estrada. Os laços podem ser usados como umareserva para sensores mais sofisticados. Os laços também podem ser usa-dos como uma fonte primária de dados para da detecção de veículos, aclassificação de veículos, o disparo de câmeras, e a provisão de dados deassinatura de veículo (por exemplo, com base no uso de um arranjo de laçoscom um programa de controle de laço inteligente, tal como o sistema I-DRIS® da Diamond Consulting de Buckimhamshire, Reino Unido).
(3) Sensores de feixe transversal - estes sensores podem emitirum feixe contínuo através da estrada, e detectar a presença de um veículocom base em interrupções no feixe. Este tipo de sensor pode ser usado eminstalações em que o tráfego seja canalizado em pistas no estilo de cabinede pedágio.
(4) Sensores óticos - um veículo pode ser reconhecido usando-se câmeras para a monitoração contínua de imagens da estrada quanto amudanças indicando a presença de um veículo. Estas câmeras também po-dem ser usadas para a gravação de imagens para identificação de veículo.
As câmeras podem ser usadas para a captura de imagens deveículos e suas características de identificação. Por exemplo, elas podemser usadas para a geração de um identificador de veículo, tal como um nú-mero de licença de veículo, com base em uma imagem de uma placa de li-cença. As câmeras podem ser analógicas ou digitais, e podem capturar umaou mais imagens de cada veículo.
Os sistemas de digitalização convertem as imagens em formadigital. Se câmeras analógicas forem usadas, as câmeras poderão ser co-nectadas a um hardware de digitalização em separado. Este hardware podeincluir um dispositivo de processamento dedicado para conversão de analó-gico para digital ou pode ser baseado em um dispositivo de entrada instala-do em um computador de finalidade geral, o qual pode realizar funções adi-cionais, tal como o processamento de imagem. Uma iluminação pode serempregada para a provisão de condições adequadas e consistentes para aaquisição de imagem. A iluminação pode incluir estroboscópios ou uma ilu-minação contínua, e pode emitir luz de luz no espectro visível ou no espectrode infravermelho. Se estroboscópios forem usados, eles poderão ser dispa-rados por entradas a partir de sensor(es) de veículo. Outros sensores, taiscomo sensores de luz, podem ser requeridos para o controle do módulo deaquisição de imagem 24 e a provisão de resultados consistentes.
Uma vez que o módulo de aquisição de imagem 24 tenha captu-rado imagens dos veículos, as imagens podem ser encaminhadas para ummódulo de processamento de imagem 25. O módulo de processamento deimagem 25 pode estar localizado na mesma localização que o módulo deaquisição de imagem 24 e o computador de imagem 12, em uma localizaçãoremota ou em uma combinação destas localizações. O módulo 25 pode pro-cessar uma imagem única para cada veículo ou múltiplas imagens de cadaveículo, dependendo da funcionalidade do módulo de aquisição de imagem24 e/ou das exigências comerciais (por exemplo, acurácia, exigências dejurisdição). Se múltiplas imagens forem usadas, cada imagem pode ser pro-cessada, e os resultados podem ser comparados ou combinados para me-lhoria da acurácia do processo. Por exemplo, mais de uma imagem de umaplaca de licença traseira ou imagens de ambas as placas de licença diantei-ra e traseira podem ser processadas e os resultados comparados para adeterminação do número de registro mais provável e/ou nível de confiança.O processamento de imagem pode incluir a identificação de recursos de dis-tinção de um veículo (por exemplo, a placa de licença de um veículo) na i-magem e a análise daqueles recursos. Uma análise pode incluir um reco-nhecimento de caractere ótico (OCR), uma combinação de modelo ou outrastécnicas de análise.
O sistema de gerenciamento de pedágio 10 pode incluir outrossistemas capazes de processamento substancialmente em tempo real locali-zado no local em que as imagens são adquiridas para redução das exigên-cias de comunicação de dados. Em uma implementação de processamentode imagem local, os resultados podem ser comparados com uma lista deveículos autorizados. Se um veículo for reconhecido como autorizado, asimagens e/ou os dados poderão ser descartados, ao invés de encaminhadospara processamento adicional.
As imagens e os dados podem ser encaminhados para uma ins-talação de processamento central, tal como o banco de dados de imagem 14operando em conjunto com o agente de tributação 22. Este processo podeenvolver uma rede de computadores, mas também pode incluir meios físicosde um outro computador localizado no local de aquisição de imagem (isto é,na instalação 28). Geralmente, uma informação pode ser temporariamentearmazenada em um computador no local de aquisição de imagem no casode a rede estar indisponível.
As imagens recebidas no local central podem não ter sido pro-cessadas. Quaisquer imagens não processadas podem ser manipuladasconforme descrito acima. Os dados resultantes do processamento de ima-gem (remoto ou central) podem ser separados em duas categorias. Os da-dos que se adéqüem a critérios específicos de aplicação ou específicos dejurisdição para confiança podem ser enviados diretamente para o agente detributação 22. Por outro lado, os resultados de dados não se adequando aosníveis de confiança requeridos podem ser marcados com um indicador paraprocessamento adicional. Um processamento adicional pode incluir, por e-xemplo, determinar se múltiplas imagens de um veículo estão disponíveis eprocessar independentemente as imagens e comparar os resultados. Istopode incluir comparações caractere a caractere dos resultados de reconhe-cimento de caractere ótico (OCR) na imagem de placa de licença. Em umoutro exemplo, a(s) imagem(ns) pode(m) ser processada(s) por um ou maisalgoritmos especializados para reconhecimento de placas de licença de cer-tos tipos ou estilos (tais como placas de uma jurisdição em particular). Estesalgoritmos podem considerar a validade de caracteres para cada posição naplaca de licença. O efeito antecipado de certos recursos de desenho (taiscomo imagens de fundo), ou outros critérios específicos de estilo. A imagemprocessada pode ser encaminhada com base em resultados de processa-mento preliminares, ou pode incluir um processamento por todos os algorit-mos disponíveis para a determinação do nível de confiança mais alto.
Os dados preliminares podem ser comparados com outros dadosdisponíveis para aumento do nível de confiança. Essas técnicas incluem:
(1) Uma comparação de dados de placa de licença processadospor OCR em relação a listas de números de placa de licença válidos no sis-tema de tributação ou na autoridade de registro de veículo motor de jurisdi-ção apropriada.
(2) Uma comparação de outros dados obtidos a partir de senso-res na localização de formação de imagem (tal como o tamanho do veículo)com características conhecidas do veículo registrado sob o número de regis-tro reconhecido pelo sistema, na jurisdição reconhecida em múltiplas jurisdi-ções.
(3) Uma comparação do registro e de outros dados com grava-ções de outros locais (por exemplo, gravações do mesmo ou de um veículosimilar usando-se outras instalações no mesmo dia, ou usando-se a mesmainstalação em outros horários).
(4) Uma comparação de dados de impressão digital de veículoem relação a listas armazenadas de dados de impressão digital de veículo.O uso de dados de impressão digital de veículo para identificação de veículoé descrito em maiores detalhes abaixo.
(5) Uma visualização manual das imagens ou dos dados paraconfirmação ou supressão dos resultados de processamento automatizado.
Se um processamento adicional prover um resultado com umnível de confiança em particular, os dados resultantes poderão ser encami-nhados para o agente de tributação 22. Se o nível de confiança requeridonão puder ser obtido, os dados poderão ser mantidos para referência futuraou descartados.
O agente de tributação 22 processa a informação capturada du-rante a interação entre o veículo e a instalação de pedágio, incluindo o iden-tificador de veículo, conforme determinado pelo módulo de processamentode imagem 25, para a criação de um evento de transação correspondente auma interação entre o veículo e a instalação. O agente 22 pode armazenar oevento de transação em um banco de dados de tributação 16 para subse-qüente processamento de pagamento. Por exemplo, o agente de tributação22, sozinho ou em combinação com um módulo de gerenciamento de con-sumidor 26 (descrito abaixo) produz requisições de pagamento com basenos eventos de transação. Os dados de evento de transação podem incluircobranças individuais com base na presença de um veículo em pontos ouinstalações específicos, ou cobranças de viagem com base em uma origemde veículo e um destino envolvendo uma instalação. Estes eventos de tran-sação podem ser compilados e tributados, por exemplo, por um ou mais dosmétodos a seguir:
(1) Dedução de pagamento de uma conta estabelecida pelo pro-prietário ou operador do veículo. Por exemplo, o banco de dados de tributa-ção 20 pode ser usado para o armazenamento de um registro de conta paracada proprietário de veículo. Por sua vez, o registro de conta pode incluiruma referência a um ou mais eventos de transação. Uma declaração de pa-gamento em papel ou eletrônica pode ser emitida e enviada para o proprietá-rio registrado do veículo.
(2) Geração de uma tributação em papel e envio dela para oproprietário do veículo usando-se um endereço de correspondência derivadoa partir de uma gravação de registro de veículo.
(3) Apresentação de uma tributação eletrônica para uma contapredefinida do proprietário do veículo, hospedada pelo computador 12 ou porterceiros.
(4) Submissão de uma tributação à autoridade de registro deveículo apropriada ou a uma autoridade de impostos, permitindo que o pa-gamento seja coletado durante o processo de renovação de registro de veí-culo ou durante o processo de coleta de impostos.
Uma tributação pode ocorrer em intervalos regulares ou quandoas transações se adequarem a um certo limite, tal como um intervalo detempo máximo ou uma quantia máxima em dólares de cobranças de pedágioe outros honorários considerável. Os proprietários podem ser capazes deagregarem uma tributação para múltiplos veículos pelo estabelecimento deuma conta com o computador 12.
O módulo de gerenciamento de consumidor 26 pode permitir queum usuário interaja com o computador de gerenciamento de pedágio 12 porum canal de comunicações, tal como uma rede de computadores (por e-xemplo, a Internet, uma com fio, sem fio, etc.), uma conexão telefônica, ouum outro canal. O usuário pode incluir uma parte associada a um veículo 22(por exemplo, um proprietário do veículo), uma autoridade pública ou privadaresponsável pelo gerenciamento da instalação 28, ou um outro usuário. Omódulo de gerenciamento de consumidor 26 inclui uma combinação de mó-dulo de hardware e de software configurado para manipular as interações deconsumidor, tais como um módulo de gerenciamento de conta 26a, um mó-dulo de gerenciamento de contestação 26b e um módulo de processamentode pagamento 26c. O módulo 26 emprega técnicas de acesso seguro, taiscomo encriptação, firewalls, senha e outras técnicas.
O módulo de gerenciamento de conta 26a permite que usuários,tais como motoristas, criem uma conta com o sistema 10, associem múltiplosveículos àquela conta, vejam transações para a conta, vejam imagens asso-ciadas àquelas transações, e façam pagamentos na conta. Em uma imple-mentação, um usuário responsável pela instalação pode acessar a informa-ção de tributação e coleta associada aos motoristas que usaram a instalação.
O módulo de gerenciamento de contestação 26b pode permitirque os consumidores contestem transações específicas nas suas contas eresolvam contestações usando o computador 12 ou terceiros. As contesta-ções podem surgir durante situações de tributação. O módulo 26b pode aju-dar a resolver tais contestações de uma forma automatizada. O módulo 26bpode prover a um consumidor acesso a uma seção de "e-Resolução" de umwebsite de autoridade de controle / tributação. Os consumidores podem pro-tocolar uma contestação e transferir (via download) uma imagem de suatransação, aquela em questão. Se não houver uma combinação (isto é, oautomóvel do consumidor não for o automóvel no quadro de foto), a tributa-ção pode ser encaminhada para avaliação por terceiros, tal como uma arbi-tragem. No caso bem mais provável, a fotografia mostrará que o automóveldo consumidor foi de fato tributado corretamente. O gerenciamento de con-testação pode usar segurança encriptada, na qual todo o texto e as imagenssão enviados por uma rede de computador (por exemplo, a Internet) usando-se uma encriptação de alta intensidade. A prova de imagens de presençapode ser embutida na comunicação de resolução de contestação como umamarca d'água eletrônica.
O módulo de processamento de pagamento 26c provê uma fun-cionalidade para processamento de pagamentos de forma manual ou eletrô-nica, dependendo da remessa recebida. Por exemplo, se uma remessa depagamento é na forma de cheque em papel, então, dispositivos de escane-amento poderiam ser usados para converterem a informação em papel emum formato eletrônico para processamento posterior. Por outro lado, se umpagamento eletrônico for empregado, então, as técnicas padronizadas depagamento eletrônico poderão ser usadas. O módulo de processamento depagamento 26c pode suportar métodos de tributação tais como envio de cor-respondência tradicional, pagamento eletrônico (por exemplo, usando-se umcartão de crédito, um cartão de débito, um cartão inteligente ou uma transa-ção de Câmara de Compensação Automatizada), tributação periódica (porexemplo, envio da tributação mensal e, trimestralmente, ao atingir um limite,ou outro). O módulo de processamento de pagamento 26c pode suportardescontos e sobretaxas com base em freqüência de uso, método de paga-mento ou tempo de uso de instalação. O módulo de processamento de pa-gamento 26c também pode suportar métodos de coleta de pagamento taiscomo processamento de cheque tradicional, processamento de pagamentodurante renovação de um registro de veículo (com juros vencidos), paga-mento eletrônico, débito direto em banco, cartões de crédito, pré-pagamento,pagamentos iniciados por consumidor (tão freqüentemente conforme desejaro consumidor), ou prover descontos para finalidades diferentes.
O computador de gerenciamento de pedágio 12 se comunicacom os sistemas externos 34 usando uma ou mais técnicas de comunica-ções compatíveis com as interfaces de comunicações dos sistemas. Por e-xemplo, as interfaces de comunicações podem incluir redes de computado-res, tal como a Internet, um intercâmbio eletrônico de dados (EDI), transfe-rências de arquivo de dados de lote, sistemas de envio de mensagem, ououtras interfaces. Em uma implementação, os sistemas externos 34 incluemagências de cumprimento da lei 36, autoridades postais 38, autoridades deregistro de veículo 40, companhias de seguros 42, provedores de serviços44, sistemas financeiros 46 e uma agência de segurança doméstica 48. Ossistemas externos 34 podem envolver organizações privadas ou públicasque cubram uma ou mais localizações geográficas, tais como estados, regi-ões, países ou outras localizações geográficas.
O computador de gerenciamento de pedágio 12 pode ter umainterface e trocar informação com as agências de cumprimento da lei 36. Porexemplo, conforme os veículos são identificados, o computador pode sub-meter transações substancialmente em tempo real para os sistemas decumprimento da lei, em formatos definidos pelas agências de cumprimentoda lei. As transações também podem ser submetidas para veículos portandomateriais perigosos ou violando regulamentos de tráfego (por exemplo, velo-cidade excessiva, violações de peso, placas faltando), se os sensores apro-priados estiverem no lugar (por exemplo, detectores de laser / sônicos / demicroondas, conforme descrito acima, sensores de peso, detectores de radi-ação). Alternativamente, os registros de veículo podem ser compilados eencaminhados em lotes, com base em listas providas por agências de cum-primento da lei.
O banco de dados de identificador de veículo destacado 20 podeser usado para o armazenamento das listas providas pelas agências decumprimento da lei. O termo "destacado" se refere à notação que as agên-cias de cumprimento da lei proveram uma lista de identificadores de veículoque as agências indicaram (destacaram) que elas desejam que a instalaçãode pedágio monitore. Por exemplo, quando um veículo motor é roubado ereportado para a polícia, a polícia pode enviar uma lista de identificadores deveículo destacado para o banco de dados 20. Quando o veículo destacadopela polícia viaja através da instalação, o módulo de processamento de ima-gem 24 determina o identificador de veículo associado ao veículo e determi-na através de certas interfaces que o veículo em particular está sendo procu-rado pelo órgão de cumprimento da lei. As autoridades de cumprimento dalei podem desejar ser instantaneamente notificadas da localização do veícu-lo (e do motorista), do horário em que ele foi detectado na localização e dadireção que ele tomou. O computador 12 pode notificar substancialmente emtempo real unidades móveis associadas ao cumprimento da lei. Além disso,o órgão de cumprimento da lei pode automaticamente destacar veículos combase na expiração de uma licença, na ocorrência de uma data de tribunal detrânsito, ou um outro evento. Isto poderia, por sua vez, ajudar a manter mo-toristas ilegais fora da estrada e aumentar a receita para o Estado.
O computador de gerenciamento de pedágio 12 pode ter umainterface e trocar uma informação com autoridades postais 38. Uma vez queas técnicas mostradas requereriam que as autoridades de pedágio deixas-sem de receber o pagamento pelos motoristas no momento da viagem parareceberem o pagamento em atraso, é importante que as tiras de borda se-jam enviadas para o motorista / proprietário de veículo correto. Para minimi-zação da possibilidade de envio da tributação para a pessoa errada, o com-putador 12 suporta uma conciliação de endereço. Por exemplo, antes deuma tributação ser postada, o computador 12 verifica se o endereço providopor um departamento de veículo motor combina com o endereço providopela autoridade postal. O banco de dados de veículo motor então pode seratualizado com a informação de endereço mais acurada relacionada ao pro-prietário do veículo. Uma vez que isto ocorre antes de a tributação ser envi-ada, erros de tributação podem ser reduzidos.
O computador de gerenciamento de pedágio 12 pode ter umainterface e trocar informação com autoridades de registro de veículo 40. Asautoridades de registro de veículo 40 provêem uma interface para troca deinformação relacionada aos proprietários de veículos, aos endereços de pro-prietários, às características dos veículos e uma outra informação. Alternati-vamente, esta informação pode ser acessada através de provedores de da-dos de terceiros ao invés de através de uma interface com registros públicosde veículo motor. A acurácia de registros nos vários bancos de dados usa-dos pelo computador 12, incluindo a propriedade de veículo e os endereçosde proprietário, pode ser verificada periodicamente em relação a bancos dedados de terceiros ou registros governamentais, incluindo registros de veícu-lo motor e registros de endereço. Isto pode ajudar a garantir a qualidade deregistros de propriedade e endereço, e reduzir erros de tributação e corres-pondência devolvida.
O computador de gerenciamento de pedágio 12 pode ter umainterface e trocar informação com companhias de seguros 42. As companhi-as de seguros poderiam destacar identificadores de veículo de uma maneirasimilar às autoridades de cumprimento da lei 36. Por exemplo, o banco dedados de identificadores de veículo destacado 20 pode incluir números deplaca de licença de veículos com um seguro vencido indicando que tais mo-toristas estariam dirigindo ilegalmente. O computador poderia notificar o ór-gão de cumprimento da lei, bem como companhias de seguro, se o veículodestacado tivesse sido detectado usando uma instalação em particular.
O computador de gerenciamento de pedágio 12 pode ter umainterface e trocar informação com provedores de serviços 44. Por exemplo, ocomputador 12 pode suportar interfaces em lote ou em tempo real para oencaminhamento de funções de tributação e coleta de pagamento para pro-vedores de serviços de tributação ou agências de coleta.
O computador de gerenciamento de pedágio 12 pode ter umainterface e trocar informação com sistemas financeiros 46. Por exemplo, pa-ra lidar com o pagamento de tributação e a coleta, o computador 12 pode teruma interface com processadores de cartão de crédito, bancos e sistemasde apresentação de tributação eletrônica de terceiros. O computador 12também pode trocar uma informação com sistemas de contabilidade.
O computador de gerenciamento de pedágio 12 pode ter umainterface com a agência de segurança doméstica 48. O departamento desegurança doméstica pode automaticamente prover uma lista de indivíduospara uso no banco de dados de identificador de veículo destacado 20. Porexemplo, motoristas registrados que estejam com um visto para este paíspodem automaticamente ser destacados quando aquele visto expirar. Ocomputador 12 então notificaria o departamento de segurança doméstica 48que o identificador de veículo destacado associado à pessoa foi detectadodirigindo no país, incluindo a informação de horário e localização sobre oveículo.
Conforme descrito acima, os dados capturados a partir do localde pedágio fluem para o banco de dados de imagem, e são recuperados apartir do banco de dados de imagem pelo agente de tributação. Em uma ou-tra implementação, o computador de pedágio detecta, para cada veículo,uma interação entre o veículo e uma instalação de pedágio, captura imagense gera um registro de dados. O registro de dados pode incluir data, horário elocalização de transação, uma referência ao arquivo de imagem e quaisqueroutros dados disponíveis a partir dos sensores na instalação (por exemplo,velocidade, tamanho). A imagem pode ser passada para o módulo de pro-cessamento de imagem 25, o qual pode gerar um identificador de veículo,um estado e um fator de confiança para cada veículo.
Esta informação pode ser adicionada ao registro de dados. (Esteprocesso pode ocorrer após uma transmissão para a instalação central.) Oregistro de dados e o arquivo de imagem podem ser enviados para a instala-ção central. A imagem pode ser armazenada no banco de dados de imagem,e referenciada se (a) um processamento adicional for requerido para a iden-tificação do veículo, ou (b) alguém desejar verificar a transação. Se o nívelde confiança for adequado, o registro de dados poderá ser submetido aoagente de tributação, o qual pode associá-lo a uma conta e armazená-lo nobanco de dados de tributação para tributação posterior. Se não existir ne-nhuma conta, o identificador de veículo será submetido à autoridade de re-gistro do estado apropriada ou a um provedor de serviços de terceiros parase determinar o proprietário e estabelecer uma conta. Este processo podeser atrasado até transações suficientes serem coletadas para o veículo parajustificar a emissão de uma tributação. Se o nível de confiança não for ade-quado, um processamento adicional poderá ser realizado, conforme descritoem outro lugar.
As técnicas descritas acima descrevem o fluxo de dados combase em uma transação única de ponta a ponta, então, retornando em laçopara o começo. Em uma outra implementação, algumas das funções descri-tas podem ser comandadas por evento ou programadas, e podem operarindependentemente umas das outras. Por exemplo, pode não haver um fluxode controle de processos de back-end para a formação de imagem de veícu-Io. O processo de formação de imagem pode ser iniciado por um evento,incluindo a presença de um veículo no local de pedágio.
Em uma outra implementação, o sistema pode ser usado paramonitoração de tráfego e gerenciamento de incidentes. Por exemplo, se umaqueda na velocidade média de veículo for detectada, o computador poderáenviar uma mensagem para uma instalação de controle de auto-estrada aler-tando os controladores para a possibilidade de um incidente. Controladoresautorizados podem se comunicar com o equipamento no local de pedágiopara ver imagens de câmeras e determinar se uma resposta é requerida.
A operação do sistema de gerenciamento de pedágio 10 é expli-cada com referência às figura 2 a 5.
A figura 2 é um fluxograma de uma implementação de sistemade gerenciamento de pedágio eletrônico relacionada, particularmente, a umprocesso 100 para gerenciamento de identificadores de veículo destacadoprovidos por sistemas externos 34. Para ilustração, em um exemplo, éassumido que as agências de cumprimento da lei 36 gerem uma lista de i-dentificadores de veículo destacado (por exemplo, números de placa de li-cença) de motoristas sendo procurados pelas agências e que as agências36 desejam ser notificadas quando tais veículos tiverem sido identificadosusando-se uma instalação de pedágio 28.
O computador 12 obtém (bloco 102) identificadores de veículodestacado a partir de uma parte, tais como as agências de cumprimento dalei 36. Em uma implementação, estes identificadores de veículo podem serarmazenados no banco de dados de identificador de veículo 20 para proces-samento subseqüente. O banco de dados 20 pode ser atualizado em temporeal e/ou em modo de lote. As agências de cumprimento da lei acessadaspelo computador cobrem múltiplas jurisdições, tais como cidades, municipa-lidades, estados, regiões, países e outras designações geográficas. Comoresultado, o computador 12 pode processar uma informação de veículo atra-vés de múltiplas jurisdições e em uma escala nacional.
O computador 12 captura (bloco 104) uma imagem de um veícu-lo disparada por um evento de transação com base em uma interação entreo veículo 30 e a instalação 28. Por exemplo, o módulo de aquisição de ima-gem 24 pode ser usado para a aquisição de uma ou mais imagens de umveículo, conforme ele viajar através de uma instalação, tal como uma estra-da com pedágio. Estas imagens podem ser armazenadas no banco de da-dos de imagem 14 para processamento posterior pelo módulo de processa-mento de imagem 25. As técnicas de compressão podem ser aplicadas àsimagens capturadas para ajudar na redução do tamanho do banco de dados 14.
O computador 12 determina (bloco 106) um identificador de veí-culo com base na imagem capturada. Por exemplo, conforme discutido pre-viamente, o módulo de processamento de imagem 25 pode aplicar técnicasde análise de imagem às imagens brutas no banco de dados de imagem 14.Estas técnicas de análise podem extrair um número de licença de uma oumais imagens de uma placa de licença do veículo. Os identificadores de veí-culo extraídos podem ser armazenados no banco de dados de identificadorde veículo 18 para processamento posterior.
O computador 12 compara (bloco 108) um identificador de veícu-lo capturado com o identificador de veículo destacado. Por exemplo, o com-putador 12 pode comparar um número de placa de licença capturado a partirdo banco de dados de identificador de veículo 18 com um número de licençado banco de dados de identificador de veículo destacado 20. Conforme dis-cutido acima, técnicas automáticas, bem como manuais, podem ser aplica-das para se checar quanto a uma combinação.
Se o computador 12 detectar uma combinação (bloco 110) entreos números de licença, então, ele checará (bloco 112) como a parte associ-ada aos identificadores de veículo destacados deseja ser notificada. Estainformação pode ser armazenada no banco de dados de identificador de ve-ículo destacado 20 ou em um outro mecanismo de armazenamento. Por ou-tro lado, se não houver uma combinação, o computador 12 retomará a exe-cução do processo 100 começando no bloco 102.
Se a parte indicar que ela deseja ser notificada imediatamente(bloco 114), então, o computador notificará (bloco 118) a parte mediante aocorrência de uma combinação. Neste exemplo, o computador pode notificaro órgão de cumprimento da lei da combinação substancialmente em temporeal, usando técnicas de comunicações sem fio ou por uma rede de compu-tadores.
Por outro lado, se a parte não desejar ser notificada imediata-mente (bloco 114), então, o computador 12 armazenará (bloco 116) a com-binação para notificação posterior mediante a satisfação de critérios predefi-nidos. Em uma implementação, os critérios predefinidos podem incluir a a-cumulação de um número predefinido de combinações e, então, o envio dascombinações para o órgão de cumprimento da lei em modo de lote.
Uma vez que a parte tenha sido notificada (bloco 118) de umacombinação ou a combinação tenha sido armazenada para notificação pos-terior (bloco 116), o computador 12 retoma a execução do processo 100 co-meçando no bloco 102.
A figura 3 é um fluxograma de uma implementação de sistemade gerenciamento de pedágio eletrônico 10, particularmente, um processo200 para gerenciamento de pagamento a partir de uma parte associada aum veículo que interagiu com uma instalação. Para ilustração, em um exem-plo, é assumido que uma autoridade de estrada com pedágio decida empre-gar as técnicas mostradas para a manipulação de um processamento depagamento incluindo tributação e coleta de pedágios de veículos usando suaestrada com pedágio.
O computador 12 captura (bloco 202) uma imagem de um veícu-lo disparada por um evento de transação com base em uma interação entreo veículo e uma instalação. Esta função é similar ao processo discutido aci-ma com referência ao bloco 104 da figura 2. Por exemplo, o módulo de aqui-sição de imagem 24 pode ser usado para a aquisição de uma ou mais imagensde um veículo 30, conforme ele viajar através da estrada com pedágio 28. Es-tas imagens podem ser armazenadas no banco de dados de imagem 14 pa-ra processamento posterior pelo módulo de processamento de imagem 25.
O computador 12 determina (bloco 204) um identificador de veí-culo com base na imagem capturada. Esta função também é similar ao pro-cesso discutido acima com referência ao bloco 106 da figura 2. Por exemplo,o módulo de processamento de imagem 25 pode ser usado para a extraçãode um número de licença de uma ou mais imagens de uma placa de licençado veículo. Estes identificadores de veículo podem ser armazenados nobanco de dados de identificador de veículo 18 para processamento posterior.
O computador 12 determina (bloco 206) uma parte associada aoidentificador de veículo ao buscar em bancos de dados de autoridade deregistro. Por exemplo, o computador 12 pode usar o identificador de veículodo banco de dados de identificador de veículo 18 para buscar em um bancode dados de uma autoridade de registro de veículo 40 para determinar oproprietário registrado do veículo associado ao identificador de veículo. Ocomputador 12 é capaz de acessar uma informação de veículo a partir deum ou mais bancos de dados de registro de veículo através de múltiplas ju-risdições, tais como cidades, municipalidades, estados, regiões, países ououtras localizações geográficas. Em uma implementação, o computador 12pode manter uma cópia de informação de registro de múltiplas autoridadesde registro para processamento subseqüente. Alternativamente, o computa-dor 12 pode acessar múltiplas autoridades de registro e obter uma informa-ção de registro em uma base sob demanda. Em qualquer caso, estas técni-cas permitem que o computador 12 processe uma informação de veículoatravés de múltiplas jurisdições e, assim, processar veículos em uma escalanacional.
O computador 12 checa (bloco 208) se é para requisitar um pa-gamento da parte associada ao identificador de veículo. A requisição porpagamento pode depender de uma informação de processamento de paga-mento associada ao proprietário registrado. Por exemplo, o proprietário re-gistrado pode enviar uma tributação com base em uma base periódica (porexemplo, uma base mensal), quando uma quantia predefinida tiver sido atin-gida, ou em um outro arranjo.
Se o computador 12 determinar que um pagamento é requerido(bloco 210), então, ele requisitará (bloco 214) um pagamento da parte asso-ciada ao identificador de veículo com base no evento de transação. Confor-me discutido acima, uma requisição por pagamento pode ser gerada usan-do-se técnicas de serviço de correio tradicionais ou técnicas eletrônicas, talcomo um pagamento eletrônico. A quantia da tributação pode depender dainformação a partir do evento de transação, tal como a natureza da interaçãoentre o veículo e a instalação. Por exemplo, o evento de transação pode in-dicar que o veículo viajou uma distância em particular definida como umadistância entre um ponto de começo e um de fim na estrada com pedágio.Assim sendo, a quantia do pagamento requisitada a partir do proprietárioregistrado pode ser baseada na distância percorrida.
Por outro lado, se o computador 12 determinar que um paga-mento não é requerido (bloco 210), então, ele encaminhará (bloco 212) oevento de transação para uma outra parte para lidar com funções de proces-samento de imagem e que a tributação de pedágio e a coleta devem sermanipuladas por terceiros, tais como os sistemas externos 34. Em uma im-plementação, o computador 12 pode ter uma interface com provedores deserviços 44 e sistemas financeiros 46 para manipulação de toda ou de parteda funcionalidade de tributação e processamento de pagamento. Uma vezque o evento de transação tenha sido encaminhado para terceiros, o compu-tador 12 retoma a execução das funções do processo 200 começando nobloco 202.
Se o computador lidar com o processamento de pagamento, ocomputador 12 processará (bloco 216) uma resposta de pagamento da parteassociada ao identificador de veículo. Em uma implementação, o banco dedados de tributação 16 em conjunto com o agente de tributação 22 e o mó-dulo de gerenciamento de consumidor 26 pode ser usado para manipulaçãode funções de tributação e coleta. Conforme discutido acima, o módulo deprocessamento de pagamento 26c pode suportar um processamento de pa-gamento eletrônico ou manual, dependendo da remessa recebida. Por e-xemplo, o computador 12 pode prover uma conta para manipulação de pro-cessamento de pagamento eletrônico por uma rede de computadores, talcomo a Internet. O computador também pode lidar com um recibo de paga-mento tradicional, tal como um cheque.
Uma vez que um pagamento tenha sido processado (bloco 216),o computador 12 retoma a execução do processo 200 começando no bloco 202.
A figura 4 é um fluxograma de uma implementação de sistemade gerenciamento de pedágio eletrônico 10, particularmente, o processo 300para gerenciamento de pagamento por um canal de comunicações a partirde uma parte associada a um veículo que interagiu com uma instalação. Pa-ra ilustração, assuma que uma autoridade de pedágio responsável por umaestrada com pedágio empregue as técnicas mostradas e que um proprietárioregistrado deseje fazer pagamentos de forma eficiente e automática pelo usoda estrada com pedágio.
O computador 12 prove (bloco 302) uma conta para uma parteassociada ao identificador de veículo. Em uma modalidade, o computador 12em conjunto com o módulo de gerenciamento de conta 26a pode prover umwebsite para consumidores abrirem uma conta para a feitura de pagamentoeletrônico por uma rede de comutadores, tal como a Internet. O websitetambém pode permitir que o consumidor acesse e atualize uma informaçãode conta, tal como histórico de pagamento, quantia de pagamento devida,método de pagamento preferido ou uma outra informação.
O computador 12 recebe (bloco 304) uma requisição por um ca-nal de comunicações a partir da parte para rever um evento de transação.
Por exemplo, o módulo de gerenciamento de conta 26a pode lidar com estarequisição ao recuperar uma informação de evento de transação associadaà conta de consumidor a partir do banco de dados de tributação 16. A infor-mação recuperada pode incluir dados de imagem de uma transação em par-ticular envolvendo o veículo do consumidor e a cabine de pedágio.
O computador 12 envia (bloco 306) o evento de transação paraa parte 32 pelo canal de comunicações. A informação relacionada ao eventode transação pode incluir imagens do veículo e o identificador de veículo(isto é, a placa de licença). Esses dados podem ser encriptados para permiti-rem uma transmissão segura pela Internet. Protocolos padronizados de co-municações, tal como a linguagem de marcação de hipertexto (HTML), po-dem ser usados para a transmissão da informação pela Internet.
O computador 12 determina (bloco 308) se a parte concorda emfazer um pagamento. Por exemplo, uma vez que o consumidor receba a in-formação relacionada ao evento de transação, o consumidor pode rever ainformação para determinar se é para fazer um pagamento com base em seo veículo mostrado nas imagens é o veículo do consumidor.
Se o computador 12 determinar (bloco 310) que a parte concor-da em pagar, então, ele processará (bloco 314) o pagamento a partir da par-te deduzindo uma quantia da conta, com base no evento de transação. Porexemplo, se a informação de imagem indicar que os dados de evento detransação são acurados, então, o consumidor poderá autorizar um paga-mento, tal como ao submeter uma transação de pagamento eletrônico.
Por outro lado, se o computador 12 determinar (bloco 310) que aparte não concorda em pagar, então, o computador 12 processará (bloco312) uma requisição de contestação de pagamento a partir da parte. Emuma implementação, o módulo de gerenciamento de contestação 26b podelidar com uma requisição de contestação submetida pelo consumidor usandotécnicas on-line. O módulo 26b pode lidar com transações específicas rela-cionadas à conta de consumidor, incluindo envolver uma terceira parte pararesolução da contestação.
Uma vez que um pagamento tenha sido processado (bloco 314)ou uma contestação resolvida (bloco 312), o computador 12 retoma a exe-cução do processo 300 começando no bloco 304.
A figura 5 é um fluxograma de uma implementação de sistemade gerenciamento de pedágio eletrônico, particularmente um processo 400para conciliação de endereços de correspondência a partir de fontes diferen-tes. Para ilustração, é assumido que uma autoridade de pedágio tenha deci-dido empregar as técnicas mostradas para processamento de pagamentorelacionado ao uso da instalação de pedágio. Uma vez que as técnicas mos-tradas envolvem o processamento de pagamento algum tempo depois de oveículo ter viajado através da autoridade de pedágio, estas técnicas ajudama assegurar que um pagamento seja enviado para o endereço correto doproprietário registrado do veículo.
O computador 12 determina (bloco 402) que uma requisição depagamento é para ser enviada para uma parte associada a um identificadorde veículo. Conforme explicado acima, por exemplo, as requisições de pa-gamento podem ser geradas em uma base periódica ou em uma base delimite de quantia.
O computador 12 acessa (bloco 404) uma autoridade de registrode veículo quanto a um endereço de correspondência de uma parte associ-ada ao identificador de veículo. Por exemplo, o computador 12 pode acessarum ou mais bancos de dados associados às autoridades de registro de veí-culo 40 para a recuperação de uma informação, tal como o endereço de cor-respondência do proprietário registrado do veículo.
O computador 12 acessa (bloco 406) uma autoridade postal paraum endereço de correspondência da parte associada ao identificador de veí-culo. Por exemplo, o computador 12 pode acessar um ou mais bancos dedados associados às autoridades postais 38 para a recuperação de umainformação, tal como o endereço de correspondência do proprietário regis-trado do veículo.
O computador 12 compara (bloco 408) o endereço de corres-pondência da autoridade de registro de veículo com o endereço de corres-pondência da autoridade postal. Por exemplo, o computador compara osendereços de correspondência das duas autoridades para determinar se háuma discrepância entre a informação de banco de dados.
Se o computador 12 determinar (bloco 410) que os endereçoscombinam, então, ele requisitará (bloco 414) um pagamento da parte asso-ciada ao identificador de veículo usando o endereço de correspondência a-cessado a partir da autoridade postal. Por exemplo, o computador 12 podeusar as técnicas discutidas acima para lidar com um processamento de pa-gamento incluindo tributação e coleta de pagamento do proprietário registrado.
Por outro lado, se o computador 12 determinar (bloco 410) queos endereços não combinam, então, ele atualizará (bloco 412) a autoridadede registro de veículo com o endereço de correspondência da autoridadepostal. Por exemplo, o computador 12 pode atualizar bancos de dados asso-ciados às autoridades de registro de veículo 40 com o endereço de corres-pondência correto recuperado a partir das autoridades postais 38. Essastécnicas podem ajudar a reduzir a probabilidade de envio por correio de umatributação para um endereço de correspondência incorreto resultando emum tempo reduzido para remessa de pagamento.
Uma vez que a autoridade de registro de veículo tenha sido a-tualizada (bloco 412) ou o pagamento requisitado (bloco 414), o computador12 executa o processo 400 começando no bloco 402, conforme explicado acima.
A figura 6 é um diagrama de blocos de uma implementação deum sistema de gerenciamento de pedágio eletrônico 600 que provê uma i-dentificação de veículo pela extração de múltiplos identificadores de veículopara cada veículo que interagir com a instalação de pedágio. O sistema degerenciamento de pedágio 600 inclui um computador de gerenciamento depedágio 612. O computador de gerenciamento de pedágio inclui um bancode dados de imagem 614, um banco de dados de tributação 616, um bancode dados de identificador de veículo 618, um banco de dados de identifica-dor de veículo destacado 620, um agente de tributação 622, um módulo deaquisição de imagem 624, um módulo de processamento de imagem 625 eum módulo de gerenciamento de consumidor 626. O computador de geren-ciamento de pedágio 612 se comunica com ou é integrado com uma instala-ção de pedágio 628, a qual interage com um veículo 630 e uma parte asso-ciada ao veículo 632. O computador de gerenciamento de pedágio 612 tam-bém se comunica com sistemas externos 634.
Os exemplos de cada elemento no sistema de gerenciamento depedágio 600 da figura 6 são descritos amplamente acima com respeito àfigura 1. Em particular, o computador de gerenciamento de pedágio 612, obanco de dados de imagem 614, o banco de dados de tributação 616, obanco de dados de identificador de veículo 618, o banco de dados de identi-ficador de veículo destacado 620, o agente de tributação 622, o módulo deaquisição de imagem 624, o módulo de processamento de imagem 625, omódulo de gerenciamento de consumidor 626 e a instalação de pedágio 628tipicamente têm atributos comparáveis a e ilustram uma implementação pos-sível do computador de gerenciamento de pedágio 12, do banco de dadosde imagem 14, do banco de dados de tributação 16, do banco de dados deidentificador de veículo 18, do banco de dados de identificador de veículodestacado 20, do agente de tributação 22, do módulo de aquisição de ima-gem 24, do módulo de processamento de imagem 25, do módulo de geren-ciamento de consumidor 26, e da instalação de pedágio 28 da figura 1, res-pectivamente. Da mesma forma, o veículo 630, a parte associada ao veículo632 e os sistemas externos 634 tipicamente têm atributos comparáveis aoveículo 30, à parte associada ao veículo 32 e aos sistemas externos 34 dafigura 1.
O banco de dados de identificador de veículo 618 inclui um ban-co de dados de identificador extraído 6181, um banco de dados de registrode veículo 6182 e um banco de dados de erros de leitura 6183. As funçõesdos bancos de dados 6181 a 6183 são descritas em maiores detalhes abaixo.
O sistema 600 é similar ao sistema 10 e é configurado para pro-ver, por exemplo, taxas de erro de identificação de veículo reduzidas pelaidentificação de cada veículo através do uso de múltiplos identificadores deveículo. Dois desses identificadores são designados como 631A e 631B. Umidentificador de veículo preferencialmente é um identificador que identifica deforma única ou substancialmente de forma única o veículo, mas pode ser umidentificador que ajude no processo de identificação ao distinguir o veículode outros veículos, sem necessariamente identificar de forma única o veícu-lo. Os identificadores 631A e 631B podem fazer parte do veículo 630, con-forme sugerido pela figura 6, mas não precisam ser. Por exemplo, os identi-ficadores 631A e/ou 631B podem ser produzidos pelo módulo de processa-mento de imagem 625, com base em características do veículo 630.
Conforme descrito previamente, um exemplo de um identificadorde veículo é uma informação de placa de licença de um veículo, tal como umnúmero de placa de licença e o estado. O módulo de processamento de i-magem 625 pode determinar a informação de placa de licença de um veículoa partir de uma imagem da placa de licença pelo uso de OCR1 combinaçãode modelo e outras técnicas de análise. Um número de placa de licença po-de incluir qualquer caractere, mas tipicamente está restrito a caracteres alfa-numéricos. A informação de placa de licença tipicamente pode ser usadapara a identificação de forma única do veículo.
Um outro exemplo de um identificador de veículo é uma etiquetade detecção de veículo, conforme descrito na Patente U.S. Ns 6.747.687,incorporado aqui como referência em sua totalidade para todas as finalida-des. A etiqueta de detecção de veículo, referida a partir deste ponto comouma impressão digital de veículo, é um conjunto refinado de artefatos dedados que representam a assinatura visual do veículo. O módulo de proces-samento de imagem 625 pode gerar uma impressão digital de veículo peloprocessamento de uma imagem do veículo. Para poupar tempo de proces-samento e necessidades de armazenamento, contudo, a impressão digitalde veículo gerada tipicamente não inclui a informação de "foto" normal queum ser humano reconheceria. Assim sendo, usualmente não é possível pro-cessar a impressão digital de veículo para a obtenção da imagem de veículooriginal. Algumas impressões digitais de veículo, contudo, podem incluir umainformação de foto normal. Uma impressão digital de veículo tipicamentepode ser usada para a identificação de forma única do veículo.
Em uma implementação, uma câmera no módulo de aquisiçãode imagem 624 captura uma imagem "parada" única da traseira de cada ve-ículo que passa pela instalação de pedágio 628. Para cada veículo, o módu-lo de processamento de imagem 625 reconhece as pistas visuais que sãoúnicas para o veículo e as reduz para uma impressão digital de veículo. De-vido ao fato de uma placa de licença ser um recurso muito único, o módulode processamento de imagem 625 tipicamente maximiza o uso da placa delicença na criação da impressão digital de veículo. Notadamente, a impres-são digital também inclui outras partes do veículo, além da placa de licençae, portanto, uma identificação de veículo através de uma combinação de im-pressões digitais de veículo é geralmente considerada mais acurada do queuma identificação de veículo através de uma combinação de informação deplaca de licença. A impressão digital de veículo pode incluir, por exemplo,porções do veículo em torno da placa de licença e/ou partes do pára-choquee da distância entre eixos.
Um outro exemplo de um identificador de veículo é uma assina-tura de veículo usando-se uma varredura com laser (referida, a partir desteponto, como uma assinatura a laser). A informação de assinatura a laser quepode ser capturada usando-se uma varredura com laser pode incluir um oumais dentre um perfil eletrônico aéreo do veículo, incluindo comprimento,largura e altura do veículo, uma contagem de eixo do veículo e uma imagem3D do veículo. Em uma implementação, o módulo de aquisição de imagem624 inclui dois Iasers para uma dada pista, um que é montado sobre a pistae um outro que é montado ao longo da lateral da pista. O laser montado a-cima da pista tipicamente varre o veículo para a captura do perfil aéreo doveículo, e o laser montado ao longo da lateral da pista ou acima da pista tipi-camente varre o veículo para a captura da contagem de eixo do veículo. Emconjunto, ambos os Iasers também são capazes de gerarem uma imagem3D do veículo. Uma assinatura a laser pode ser usada para a identificaçãode forma única de alguns veículos. Por exemplo, veículos que foram modifi-cados para terem um formato distintivo podem ser unicamente identificadospor uma assinatura a laser.
Um outro exemplo de um identificador de veículo é uma assina-tura de veículo gerada usando-se uma varredura magnética (referida, a partirdeste ponto, como uma assinatura indutiva). A assinatura indutiva de umveículo é um parâmetro que reflete a distribuição de metal através do veículoe, portanto, pode ser usada para a classificação do veículo e, em algumascircunstâncias, para a identificação de forma única do veículo (por exemplo,se a distribuição de metal de um veículo em particular é única para aqueleveículo por causa de modificações únicas para aquele veículo). A assinaturaindutiva pode incluir uma informação que pode ser usada para a determina-ção de um ou mais dentre a contagem de eixo (e, da mesma forma, o núme-ro de pneus) do veículo, o tipo de motor usado no veículo e o tipo ou a clas-se do veículo. Em uma implementação, o módulo de aquisição de imagem624 inclui um par de laços de detecção de veículo, um laço de detecção deeixo e um laço de gatilho de câmera em cada pista.
Uma vez que dois ou mais identificadores de veículo sejam ex-traídos pelo módulo de processamento de imagem 625, o módulo de pro-cessamento de imagem 625 armazena os identificadores de veículo extraí-dos no banco de dados de identificador extraído 6181. De modo ideal, ocomputador 612 então seria capaz de identificar de forma única o proprietá-rio do veículo ao escolher um identificador de veículo que identificasse deforma única o veículo (por exemplo, uma informação de placa de licença ouuma impressão digital de veículo) e buscar em um ou mais bancos de dadosde registro de veículo externo quanto a um registro contendo um identifica-dor de veículo de combinação. Infelizmente, a extração de um identificadorde veículo é um processo imperfeito. O identificador de veículo extraído po-de não corresponder ao identificador de veículo real e, portanto, pode nãoidentificar unicamente o veículo. Um identificador de veículo extraído de for-ma incorreta ou parcial pode não combinar com o identificador de veículo dequalquer veículo, pode combinar com o identificador de veículo do veículoerrado, ou pode combinar com os identificadores de veículo de mais de umveículo. Para aumentar a acurácia de identificação, o computador 612 dosistema 600 implementa um processo de identificador de múltiplo nível u-sando dois ou mais identificadores de veículo.
A figura 7 é um fluxograma de um processo de identificação dedois níveis de exemplo 700 que pode ser implementado para aumento daacurácia de identificação do veículo. Dados de imagem e/ou de sensor sãocapturados para um veículo que interage com uma instalação de pedágio(referido a partir deste ponto como o "veículo-alvo") e dois identificadores deveículo são extraídos a partir dos dados capturados (bloco 710). Em umaimplementação, apenas dados de imagem são coletados e os dois identifi-cadores de veículo extraídos são o número de placa de licença e uma im-pressão digital de veículo. Em uma outra implementação, dados de imageme dados de sensor indutivo são coletados, e os identificadores de veículoextraídos são a impressão digital de veículo e a assinatura indutiva.
Um dos identificadores de veículo extraídos é designado como oprimeiro identificador de veículo e usado para a identificação de um conjuntode um ou mais candidatos a veículo de combinação (bloco 720). Tipicamen-te, o identificador de veículo que é julgado como sendo o menos capaz deidentificar de forma acurada e/ou única o veículo-alvo é designado como oprimeiro identificador de veículo. Por exemplo, se os dois identificadores deveículo extraídos forem número de placa de licença e impressão digital deveículo, o número de placa de licença seria designado como o primeiro iden-tificador de veículo, por causa da acurácia esperada mais baixa de identifi-cação de veículo através de combinação de placa de licença, se comparadacom uma combinação de impressão digital. Um ou mais candidatos a veículode combinação podem ser determinados, por exemplo, ao se acessar umbanco de dados de registro de veículo e encontrar registros que contenhamidentificadores de veículo que combinem ou combinem aproximadamentecom o primeiro identificador de veículo.
Uma vez que o conjunto de um ou mais candidatos a veículo decombinação seja determinado, o veículo-alvo é identificado a partir do con-junto com base no segundo identificador de veículo (bloco 730). Por exem-pio, se 12 veículos candidatos forem identificados como uma combinaçãocom um número de placa de licença extraído parcialmente, o veículo-alvoserá identificado pelo acesso às impressões digitais de veículo para cada umdos 12 candidatos a veículo e determinando-se qual das 12 impressões digi-tais de veículo combina com a impressão digital de veículo extraída. Se ne-nhuma combinação for encontrada em um limite de confiança predetermina-do, uma identificação manual do veículo poderá ser usada. Em uma outraimplementação, um ou mais conjuntos maiores (por exemplo, superconjun-tos) de candidatos a veículo de combinação são determinados de forma su-cessiva ou concorrente pela mudança (por exemplo, afrouxamento) dos cri-térios para combinação e tentativas adicionais são feitas para a identificaçãodo veículo-alvo de cada um de um ou mais conjuntos maiores, antes de serecorrer a uma identificação manual.
Em algumas implementações, o sistema de gerenciamento depedágio pode ser projetado propositadamente para a identificação de umconjunto maior de candidatos a veículo de combinação durante uma opera-ção 720 para, por exemplo, se assegurar que a acurácia menor esperada deidentificação de veículo através do primeiro identificador não resulte errone-amente na exclusão do veículo-alvo do conjunto de candidatos a veículo decombinação. Por exemplo, se o primeiro identificador de veículo for um nú-mero de placa de licença, o algoritmo de leitura de placa de licença poderáser modificado intencionalmente, por exemplo, de duas formas: (1) os crité-rios de combinação do algoritmo de leitura de placa de licença podem serafrouxados para se permitir que o algoritmo gere um conjunto maior de can-didatos a veículo de combinação e (2) o algoritmo de leitura de placa de li-cença pode "perder a sintonia" pela diminuição do limite de confiança de lei-tura usado para se determinar se um resultado lido está incluindo no conjun-to de candidato de combinação. Por exemplo, o algoritmo de leitura de placade licença pode ser afrouxado para requerer apenas que um candidato aveículo de combinação combine com um subconjunto ou um número menordos caracteres no número de placa de licença extraído para o veículo-alvo.
De forma adicional ou alternativa, o limite de confiança de leitura pode serdiminuído para se permitir que leituras incorretas previamente suspeitadas(isto é, leituras de confiança parcial ou baixa) sejam incluídas no conjunto decandidato a veículo de combinação.
O processo de identificação de dois níveis 700 provê maior acu-rácia de identificação em relação a um sistema de identificação de nível úni-co / identificador único ao requerer que dois identificadores de veículo sejamcombinados de forma bem-sucedida para uma identificação de veículo bem-sucedida. Mais ainda, o processo 700 pode prover uma maior velocidade deidentificação pela limitação da combinação do segundo identificador de veí-culo apenas àqueles candidatos a veículo tendo registros que combinem deforma bem-sucedida com o primeiro identificador de veículo. Isto pode pro-ver uma velocidade aumentada se, por exemplo, o segundo identificador deveículo extraído consumir tempo para combinar em relação a outro dessesidentificadores, ou se um grande número de outros identificadores como es-ses existir (por exemplo, milhões de identificadores para milhões de veículosem um banco de dados de veículo).
Em uma outra implementação, dois ou mais segundos identifica-dores são usados para a identificação do veículo-alvo a partir de dentre oconjunto de candidatos a veículo de combinação. Cada um dos segundosidentificadores deve combinar com o mesmo veículo candidato em um nívelde confiança predeterminado para uma identificação de veículo bem-sucedida. Alternativamente, o grau de combinação de cada um dos dois oumais segundos identificadores pode ser pesado e um escore de combinaçãoequivalente combinado pode ser gerado. Se o escore de combinação equi-valente combinado estiver acima de um limite predeterminado, a identifica-ção será julgada bem-sucedida.
Em uma implementação, a cada segundo identificador de veícu-lo é atribuído um número de nível de confiança de combinação que varia de1 a 10, em que 1 corresponde a nenhuma combinação e 10 corresponde auma combinação exata. A cada identificador de veículo também é atribuídoum valor de peso de 1 a 10, com maiores valores de peso sendo atribuídos aidentificadores de veículo que sejam considerados mais acurados na identifi-cação de forma única de veículos. Se, por exemplo, os segundos identifica-dores de veículo forem uma assinatura a laser e uma informação de placade licença, um peso de 6 poderá ser atribuído à assinatura a laser e um pe-so maior de 9 poderá ser atribuído à informação de placa de licença. Se umescore de combinação equivalente combinado de 100 for necessário parauma identificação ser julgada bem-sucedida e a informação de placa de li-cença combinar para um nível de confiança de 7 e a assinatura a laser tam-bém combinar para um nível de confiança de 7, o escore de combinaçãoequivalente combinado seria de 7*6 + 7*9 = 105, ea identificação seráconsiderada bem-sucedida.
Em uma outra implementação, dois ou mais primeiros identifica-dores de veículo são usados para a identificação de veículos no conjunto decandidatos a veículo de combinação. Cada um dos primeiros identificadoresde veículo para um possível veículo candidato deve combinar com o veículo-alvo em um nível de confiança predeterminado para o possível veículo can-didato ser incluído no conjunto de candidatos a veículo de combinação. Al-ternativamente, o grau de combinação de cada um dos dois ou mais primei-ros identificadores pode ser pesado e um escore de combinação equivalentecombinado pode ser gerado. Se o escore de combinação equivalente com-binado estiver acima de um limite predeterminado, o possível veículo candi-dato será incluído no conjunto de candidatos a veículo de combinação.
Em uma outra implementação, o segundo identificador não éusado para a identificação de forma única do veículo-alvo a partir de dentreos veículos no conjunto de candidatos a veículo de combinação. Ao invésdisso, o segundo identificador é usado para a geração de um conjunto novoe menor de candidatos a veículo de combinação como um subconjunto doconjunto determinado usando-se o primeiro identificador, e um terceiro iden-tificador é usado, então, para a identificação de forma única do veículo-alvoa partir deste subconjunto de candidatos a veículo de combinação. Ainda emuma outra implementação, múltiplos identificadores de veículo são usadospara a redução sucessiva do conjunto de candidatos a veículo de combina-ção, e o veículo-alvo é identificado de forma única a partir do subconjuntoreduzido sucessivamente através do uso de um ou mais identificadores deveículo finais. Ainda em uma outra implementação, cada um dos múltiplosidentificadores de veículo é usado para a geração de seu próprio conjunto decandidatos a veículo de combinação através de técnicas de combinação ede combinação aproximada e o conjunto reduzido é a interseção de todos osconjuntos determinados. Ainda em uma outra implementação, o conjuntoreduzido é determinado usando-se uma combinação das técnicas descritasacima.A figura 8 é um fluxograma de um processo de identificação dedois níveis de exemplo 800 que pode ser implementado para aumento daacurácia e/ou da automação de identificação de veículo. O processo 800 éuma implementação do processo 700 em que o primeiro identificador é umnúmero de placa de licença e o segundo identificador é uma impressão digi-tal de veículo. Em particular, o processo 800 inclui as operações 810 a 830 eas suboperações associadas, que correspondem a e ilustram uma imple-mentação possível das operações 710 a 730, respectivamente. Por conveni-ência, os componentes em particular descritos com respeito à figura 6 sãoreferenciados como realizando o processo 800. Contudo, metodologias simi-lares podem ser aplicadas em outras implementações, em que componentesdiferentes são usados para a definição da estrutura do sistema, ou em que afuncionalidade é distribuída diferentemente dentre os componentes mostra-dos pela figura 6.
O módulo de aquisição de imagem 624 captura dados de ima-gem para o veículo-alvo com base em uma interação entre o veículo-alvo e ainstalação de pedágio 628 (bloco 812). Em uma outra implementação, o mó-dulo de aquisição de imagem 624 de forma adicional ou alternativa capturadados de sensor incluindo, por exemplo, dados de varredura a laser e/ou desensor de laço. O módulo de processamento de imagem 625 obtém os da-dos de placa de licença, incluindo, por exemplo, um número de placa de li-cença completo ou parcial e o estado, para o veículo-alvo a partir dos dadosde imagem capturados (bloco 814). Opcionalmente, o módulo de processa-mento de imagem 625 também pode determinar uma impressão digital deveículo para o veículo-alvo a partir dos dados de imagem. Em uma outraimplementação, o módulo de processamento de imagem 625 pode determi-nar outros dados de assinatura de veículo, tais como, por exemplo, dados deassinatura a laser e/ou indutiva, a partir dos dados de imagem e/ou dos da-dos de sensor.
O computador 612 armazena os dados de imagem capturadosno banco de dados de imagem 614 e armazena os dados de placa de licen-ça extraídos no banco de dados de identificador extraído 6181. Se aplicável,o computador de gerenciamento de pedágio 612 também armazena a im-pressão digital de veículo extraída e outros dados de assinatura, tais como,por exemplo, a assinatura indutiva e/ou a assinatura a laser, no banco dedados de identificador extraído 6181.
O computador 612 acessa um conjunto de registros de identifi-cação de veículo a partir do banco de dados de registro de veículo 6182(bloco 822). Cada um dos registros de identificação de veículo associa umproprietário / motorista de um veículo a dados de identificador de veículo. Ocomputador 612 compara os dados de placa de licença extraídos com osdados de placa de licença no conjunto de registros de identificação de veícu-lo (bloco 824) e identifica um conjunto de veículos candidatos a partir dosveículos tendo registros no conjunto de registros (bloco 826). A comparaçãopode ser feita usando-se técnicas de combinação ou de combinação aproximada.
O computador 612 acessa os dados de impressão digital de veí-culo extraídos do veículo-alvo (bloco 832). Se a impressão digital de veículoainda não tiver sido determinada / extraída a partir dos dados de imagemcapturados, o computador 612 calculará a impressão digital de veículo e ar-mazenará a impressão digital de veículo no banco de dados de identificadorde veículo extraído 6181.
O computador 612 acessa os dados de impressão digital de veí-culo para um veículo no conjunto de veículos candidatos ao acessar o regis-tro de identificação de veículo correspondente (bloco 834) e compara os da-dos de impressão digital de veículo para o veículo-alvo com os dados deimpressão digital de veículo para o veículo candidato (bloco 836). O compu-tador 612 identifica o veículo candidato como o veículo-alvo com base nosresultados da comparação dos dados de impressão digital de veículo (bloco838). Se os dados de impressão digital de veículo combinarem em um limitede confiança predeterminado, o veículo candidato será julgado como sendoo veículo-alvo, e o proprietário / motorista do veículo candidato será julgadocomo sendo o proprietário / motorista do veículo-alvo.
As figura 9A a 9C são um fluxograma de um processo de identi-ficação de dois níveis de exemplo 900 que pode ser implementado para au-mento da acurácia de identificação de veículo, enquanto se minimiza a ne-cessidade de identificação manual de veículos. O processo 900 é uma outraimplementação do processo 700, em que o primeiro identificador é um nú-mero de placa de licença e o segundo identificador é uma impressão digitalde veículo. Em particular, o processo 900 inclui as operações 910 a 930 e assuboperações associadas, que correspondem a e ilustra uma implementa-ção possível de operações 710 a 730, respectivamente. Por conveniência,os componentes em particular descritos com respeito à figura 6 são referen-ciados como realizando o processo 600. Contudo, metodologias similarespodem ser aplicadas em outras implementações em que componentes dife-rentes são usados para a definição da estrutura do sistema, ou em que afuncionalidade é distribuída diferentemente dentre os componentes mostra-dos pela figura 6.
O módulo de aquisição de imagem 624 captura dados de ima-gem e de sensor para o veículo-alvo (bloco 911). Sensores ao lado da estra-da, por exemplo, câmeras de disparo que capturam imagens dianteiras etraseiras do veículo-alvo. Outros sensores podem capturar dados adicionaisusados para classificação / identificação do veículo. Por exemplo, uma var-redura a laser pode ser usada para a determinação de dados de assinaturaa laser incluindo a altura, a largura, o comprimento, a contagem de eixo e operfil dimensional do veículo. Sensores também podem ser usados para adeterminação de dados relacionados à transação entre o veículo-alvo e ainstalação de pedágio 628, tal como, por exemplo, o peso do veículo, a velo-cidade do veículo e os dados de transponder associados ao veículo.
O módulo de processamento de imagem 625 realiza uma leiturade placa de licença nos dados de imagem capturados, cria uma impressãodigital de veículo a partir dos dados de imagem capturados, e, opcionalmen-te, determina outros dados de assinatura / classificação de veículo artigoabsorvente partir dos dados de sensor capturados (bloco 912). Por exemplo,o módulo de processamento de imagem 625 pode usar um algoritmo de lei-tura de placa de licença automatizado para a leitura de uma ou mais dasimagens capturadas. O algoritmo de leitura de placa de licença pode ler asimagens capturadas, por exemplo, em uma ordem priorizada, com base navisibilidade da placa e sua localização na imagem. Os resultados de leiturade placa de licença podem incluir um ou mais dentre um número de placa delicença, um estado de placa de licença, um estilo de placa de licença, umescore de confiança de leitura, uma localização de placa na imagem e umtamanho de placa. O módulo de processamento de imagem 625 tambémpode aplicar um algoritmo de extração de assinatura visual para a geraçãoda impressão digital de veículo para o veículo-alvo. O algoritmo de extraçãode assinatura visual pode ser similar àquele desenvolvido pela JAI-PULNiXInc. de San Jose, Califórnia e descrito na Patente U.S. N9 6.747.687. Ocomputador 612 armazena as imagens capturadas no banco de dados deimagem 614 e armazena os resultados de leitura de placa de licença, a im-pressão digital de veículo e outros dados de assinatura / classificação deveículo no banco de dados de identificador de veículo extraído 6181.
O módulo de processamento de imagem 625 determina se asimagens capturadas proveram quaisquer resultados de leitura parciais oucompletos para o número de placa de licença e o estado do veículo-alvo(bloco 913). Se nenhum resultado de leitura parcial ou completo foi providopelas imagens capturadas, o processo 900 prossegue para a operação 941do processo de identificação manual 940.
Se resultados de leitura parciais ou completos para o número deplaca de licença e o estado do veículo-alvo foram providos pelas imagenscapturadas, o computador 612 busca no banco de dados de registro de veí-culo 6182 e no banco de dados de erros de leitura 6183 quanto ao númerode placa de licença exato (parcial ou completo) (conforme lido pela leitora deplaca de licença) (bloco 921).
O banco de dados de registro de veículo 6182 inclui registrospara todos os veículos previamente reconhecidos e potencialmente incluiregistros para veículos que se prevê que sejam vistos. O banco de dados deregistro de veículo 6182 tipicamente é preenchido através de um processode registro durante o qual um motorista / proprietário de um veículo faz umaassinatura para o veículo para lidar com um pagamento de pedágio automa-tizado. O motorista / proprietário de um veículo pode fazer uma assinaturapara o veículo para lidar com um pagamento de pedágio automatizado aodirigir o veículo através de uma pista de registro especial na instalação depedágio 628 e provendo um representante de serviço de consumidor na ins-talação 628 com sua identidade e outra informação de contato. O módulo deaquisição de imagem 624 e o módulo de processamento de imagem 625capturam o número de placa de licença, a impressão digital de veículo e ou-tros dados de identificação / classificação (por exemplo, as dimensões doveículo) do veículo do usuário, enquanto o veículo atravessa a instalação628. Os dados de identificação de veículo e proprietário são armazenadosem um novo registro de identificação de veículo associado ao veículo e pro-prietário / motorista recém registrados.
Alternativamente, um motorista / proprietário pode registrar umveículo para manipulação de pagamento de pedágio automático simples-mente dirigindo através da instalação 628, sem parar. O computador 612captura dados de imagem e dados de sensor para o veículo e tenta identifi-car o motorista / proprietário pela leitura da imagem de placa de licença eolhando para os resultados de leitura em um banco de dados de um sistemaexterno 634 (por exemplo, as autoridades de registro de veículo). Se umproprietário / motorista for identificado, o computador 612 tributará o proprie-tário / motorista. Uma vez que uma relação de tributação tenha sido estabe-lecida de forma bem-sucedida, o computador 612 oficialmente registra o veí-culo, gera conforme necessário os dados de impressão digital de veículo eoutros dados de assinatura / classificação dos dados de imagem e de sensorcapturados e armazena estes em um registro de identificação de veículo as-sociado ao proprietário / motorista identificado.
Em uma outra implementação, o computador 612 é configuradopara obter maior acurácia na identificação de um motorista / proprietário nãoregistrado ao olhar para os resultados de leitura de placa de licença em umbanco de dados de uma autoridade de registro de veículo (ou outro sistemaexterno) e requisitando um número de identificação de veículo (VIN) corres-pondente da autoridade de registro de veículo (ou outro sistema externo). Ocomputador 612 usa o VIN para determinar a marca, o modelo e o ano doveículo. A marca, o modelo e o ano do veículo podem ser usados para a de-terminação do comprimento, da largura e da altura do veículo. O computador612 então pode determinar uma combinação bem-sucedida do veículo-alvocom um veículo registrado junto à autoridade de registro de veículo não a-penas pela comparação dos dados de placa de licença, mas também pelacomparação das dimensões do veículo (conforme capturado, por exemplo,em uma assinatura a laser e/ou uma assinatura indutiva). Tipicamente, ocomputador 612 considerará uma combinação bem-sucedida se os resulta-dos de leitura de placa de licença para o veículo-alvo combinarem com osdados de placa de licença para o veículo registrado junto à autoridade deregistro de veículo em um limite predeterminado e as dimensões de veículode ambos os veículos combinarem em uma dada tolerância.
A marca, o modelo e o ano de um veículo podem ser usados,por exemplo, para a determinação do comprimento, da largura e da altura doveículo pelo acesso a esta informação a partir de um banco de dados públi-co ou de um banco de dados de terceiros ou, de forma adicional ou alternati-va, pelo acesso ao banco de dados de registro de veículo 6182 para a recu-peração dos dados de comprimento, largura e altura de um ou mais registrosde identificação de veículo correspondentes aos veículos tendo os mesmosmarca, modelo e ano que o veículo-alvo. Dado que as dimensões de um ve-ículo podem mudar se o veículo tiver sido modificado, o comprimento, a lar-gura e a altura acessados a partir dos registros de identificação de veículopodem variar pelo veículo. Assim sendo, o computador 612 pode precisardeterminar estatisticamente as dimensões apropriadas para comparação,por exemplo, pela tomada de dimensões de comprimento, largura e alturamédias ou de mediana.
Em uma implementação, o computador 612 identifica um veículoem parte através do uso de uma assinatura eletrônica que inclui uma assina-tura a laser e/ou uma assinatura indutiva (isto é, magnética). Quando umveículo faz uma transação com o sistema de pedágio, uma assinatura ele-trônica é capturada para o veículo. A imagem e as medições do veículo cria-das pelo laser (isto é, a assinatura a laser) e/ou a varredura magnética (istoé, a assinatura indutiva) são comparadas em relação a dimensões e ima-gens conhecidas de veículos, com base no número de identificação de veí-culo (VIN) que foram capturados, por exemplo, previamente, pelo sistema depedágio ou por um sistema externo. Pela comparação da imagem de assina-tura eletrônica e das dimensões com dimensões conhecidas de veículoscom base em VIN, a busca por um veículo de combinação e pelo VIN asso-ciado pode ser estreitada. Por exemplo, se um LPR para o veículo tiver umnível de confiança baixo, mas a assinatura eletrônica do veículo tiver sidocapturada, o sistema de pedágio poderá acessar um banco de dados, comodescrito acima, de dimensões e imagens conhecidas para veículos e VINsassociados e fazer uma referência cruzada das dimensões e imagens deassinatura eletrônica em relação ao banco de dados, para a identificação doVIN de veículo de combinação ou identificar potenciais candidatos a veículode combinação / VINs. O banco de dados de erros de leitura 6183 liga osresultados de leitura incorretos prévios aos registros de identificação de veí-culo corretos. Por exemplo, quando uma identificação de veículo automati-zada falha, mas uma identificação de veículo manual é bem-sucedida, osdados de identificação de veículo capturados (por exemplo, o resultado deleitura de placa de licença) que levaram a um "erro" (isto é, a uma falha deidentificação) pelo sistema automatizado são armazenados em um registrode erro no banco de dados de erros de leitura 6183 que é ligado ao registrode identificação de veículo que foi manualmente identificado para o veículo.
Assim, quando os mesmos dados de identificação de veículo são capturadosde novo em uma data posterior, o computador 612 pode identificar de formabem-sucedida o veículo automaticamente pelo acesso ao registro de erro nobanco de dados de erros de leitura 6183, o qual identifica o registro de iden-tificação de veículo correto para o veículo, sem requerer uma outra identifi-cação manual do veículo.
Um registro de erro também pode ser gerado e armazenado nobanco de dados de erros de leitura 6183 quando uma identificação automati-zada do veículo for bem-sucedida, com base em uma combinação aproxi-mada de um resultado de leitura de placa de licença incorreto. Por exemplo,se o número de placa de licença "ABC123" for lido como "ABC128" e o con-junto de combinação de candidato identificado for "ABC128", "ABC123","ABG128" e "ABC128", o qual, por sua vez, produz a combinação corret\a de"ABC123", um registro de erro poderá ser criado, que liga automaticamenteum resultado de leitura de placa de licença de "ABC128" ao veículo tendo onúmero de placa de licença "ABC123".
O computador 612 determina se quaisquer registros de identifi-cação de veículo correspondem aos resultados de leitura de placa de licençapara o veículo-alvo (bloco 922). Se nenhum registro de identificação de veí-culo corresponder aos resultados de leitura, o computador 612 realizará umabusca estendida (bloco 923).
O computador 612 realiza uma busca estendida pela mudançaou pelo afrouxamento dos critérios para uma combinação bem-sucedida oupela perda de sintonia do algoritmo de leitura de placa de licença. Por exem-plo, o computador 612 pode realizar uma busca estendida por um ou maisdos seguintes: (1) uma comparação de um subconjunto do resultado de lei-tura de número de placa de licença com os caracteres dos números de placade licença armazenados no banco de dados de registro de veículo 6182 (porexemplo, os dois últimos caracteres do número de placa de licença podemser omitidos, de modo que, se o número de placa de licença fosse"ABC 123", quaisquer veículos tendo números de placa de licença "ABC1**"seriam julgados candidatos à combinação, em que "*" é uma variável); (2)uma comparação de um subconjunto do resultado de leitura de número deplaca de licença em ordem inversa com os caracteres dos números de placade licença armazenados no banco de dados de registro de veículo 6182 emordem inversa (por exemplo, os dois últimos caracteres do número de placade licença em ordem inversa podem ser omitidos, de modo que, se o núme-ro de placa de licença fosse "ABC123", o qual é "321CBA" em ordem inver-sa, quaisquer veículos tendo números de placa de licença em ordem inversade "321C**" seriam julgados candidatos à combinação, em que "*" é umavariável); e (3) por outras técnicas de combinação aproximada, incluindouma comparação de versões modificadas do resultado de leitura de placa delicença e de números de placa de licença armazenados no banco de dadosde registro de veículo 6182, nos quais alguns deles ou ambos são substituí-dos e/ou removidos para redução do impacto de caracteres mal lidos. Porexemplo, se um algoritmo de OCR não indicar um nível de confiança acimade um limite predeterminado em um resultado de leitura de um caractere naplaca de licença, aquele caractere poderá ser ignorado. De forma adicionalou alternativa, se o algoritmo de ocorrência indicar que um caractere na pla-ca de licença pode ser um de dois caracteres diferentes possíveis, ambos oscaracteres alternativos podem ser usados na busca estendida.
O computador 612 determina se quaisquer registros de identifi-cação de veículo correspondem aos resultados de leitura para o veículo-alvoapós a realização da busca estendida (bloco 924). Se nenhum registro deidentificação de veículo for encontrado, o processo 900 prosseguirá para aoperação 941 do processo de identificação manual 940 (bloco 924).
Com referência à figura 9B, se a busca ou a busca estendidalevar à identificação de um ou mais registros de identificação de veículo, ocomputador 612 recuperará a impressão digital de veículo e, opcionalmente,outros dados de assinatura / classificação de veículo a partir dos registros deidentificação de veículo identificados (bloco 931). O computador 612 compa-ra a impressão digital de veículo recuperada e, opcionalmente, outros dadosde assinatura / classificação de veículo quanto a cada candidato a veículo decombinação com os dados correspondentes associados ao veículo-alvo paraa identificação de uma ou mais combinações possíveis (bloco 932). A com-paração de impressão digital de veículo pode ser realizada com um algorit-mo de comparação idêntico ou similar àquele desenvolvido por JAI-PULNiXInc. de San Jose, Califórnia e descrito na Patente U.S. N9 6.747.687.
Uma combinação possível pode ser definida, por exemplo, comouma combinação de impressão digital de veículo com um escore de confian-ça maior do que ou igual a um limite predefinido, e todos ou alguns dos ou-tros dados de classificação / assinatura caindo em tolerâncias definidas paracada tipo de dados. Por exemplo, se o algoritmo de combinação de impres-são digital de veículo gerar um escore de 1 a 1000, em que 1 é nenhumacombinação e 1000 é uma combinação perfeita, então, um escore maior doque ou igual a 900 poderá ser requerido para uma combinação bem-sucedida. Adicionalmente, se os outros dados de classificação / assinaturaincluírem altura, largura e comprimento de veículo-alvo, então, a altura, alargura e o comprimento do candidato a veículo poderão ser requeridos paraestarem em mais ou menos quatro polegadas (10,2 cm) da altura, da largurae do comprimento extraídos do veículo-alvo para uma combinação bem-sucedida. Um ou mais registros de identificação de veículo podem ser julga-dos como correspondendo a veículos que possivelmente combinam com oveículo-alvo.
O computador 612 determina se uma combinação possível ésuficiente para a identificação de forma automática do veículo, sem interven-ção humana, pela determinação de um escore de combinação equivalentecombinado para cada possível combinação e comparando o resultado a umlimite de confiança automatizado predeterminado (bloco 933). O computador612 pode determinar, por exemplo, um escore de combinação equivalentecombinado para cada possível combinação de uma maneira similar àqueladescrita previamente com respeito ao processo 700. Especificamente, ocomputador 612 pode atribuir um número de nível de confiança de combina-ção à combinação de impressão digital e, opcionalmente, à combinação dedados de classificação / assinatura, atribuir um peso a cada tipo de dados, ecalcular um escore de combinação equivalente combinado pela combinaçãodos números de nível de confiança de combinação ponderados. Se o escorede combinação equivalente combinado exceder a um limite de confiançaautomatizado predeterminado, o computador 612 julgará o veículo-alvo iden-tificado de forma bem-sucedida, e o processo 900 prosseguirá para a opera-ção 937 para registro do evento de transação entre o veículo identificado e ainstalação 628. Se mais de uma combinação possível exceder ao limite deconfiança automatizado, o processo de identificação automatizado poderáser defeituoso, e o processo 900 poderá opcionalmente prosseguir (nãomostrado) para a operação 941 do processo de identificação manual 940.
Se nenhuma combinação possível for julgada suficiente para aidentificação de forma automática do veículo sem intervenção humana, ocomputador 612 determinará se uma ou mais combinações possíveis satis-fazem a um limite de combinação provável mais baixo (bloco 934). O compu-tador 612 pode determinar, por exemplo, que uma combinação possível sa-tisfaz ao limite de combinação provável se o escore de combinação equiva-lente combinado for mais alto do que o limite de combinação provável, masmais baixo do que o limite de confiança automatizado.
Se pelo menos uma combinação possível satisfizer ao limite decombinação provável, o computador 612 habilitará um operador a realizaruma confirmação de autenticidade visual (bloco 935). Uma confirmação deautenticidade visual é um processo no qual o computador 612 apresentauma ou mais das imagens do veículo-alvo para o operador juntamente comuma ou mais das imagens de referência associadas ao veículo ou veículosque provavelmente combinam com o veículo-alvo. O operador rapidamenteconfirma ou rejeita cada combinação provável com uma simples indicaçãode sim ou não, por exemplo, pela seleção dos botões apropriados em umainterface de usuário (bloco 936). O operador também pode opcionalmenteprover uma explanação detalhada para suportar sua resposta.
Se a combinação exceder ao limite de confiança automatizadoou for visualmente confirmada pelo operador através de uma confirmação deautenticidade visual, o computador 612 criará um registro do evento (isto é,um registro da interação entre o veículo-alvo positivamente identificado e ainstalação 628) como, por exemplo, uma transação tributável ou não de re-ceita (bloco 937). Se a combinação foi confirmada através da confirmaçãode autenticidade visual, o computador 612 pode opcionalmente atualizar obanco de dados de erros de leitura 6183 para incluir os dados de identifica-ção de veículo extraídos e uma ligação que associe os dados de identifica-ção de veículo extraídos ao registro de identificação de veículo correto (bloco 938).
Com referência, também, à figura 9C, o computador 612 é confi-gurado para habilitar um operador a identificar manualmente o veículo-alvo(bloco 941) sob as circunstâncias a seguir: (1) as imagens capturadas doveículo-alvo não provêem quaisquer resultados de leitura parciais ou com-pletos do número de placa de licença e do estado do veículo-alvo (bloco913); (2) nenhum registro de identificação de veículo é encontrado que cor-responda aos resultados de leitura de placa de licença para o veículo-alvoapós a realização de uma busca estendida (bloco 924); (3) uma ou maispossíveis combinações são encontradas, mas o nível de confiança em umaou mais combinações possíveis, conforme refletido pelos escores de combi-nação equivalentes combinados, cai abaixo do limite de confiança automati-zado e do limite de combinação provável (bloco 934); e (4) uma ou maiscombinações prováveis são encontradas, mas um operador humano rejeitauma ou mais combinações prováveis através de confirmação de autenticida-de visual (bloco 936).
O operador humano tenta identificar manualmente o veículo pela(1) leitura da(s) placa(s) de licença, e (2) observação de detalhes de veículocapturados pelo módulo de aquisição de imagem 624, e (3) comparação dosdados de placa de licença e detalhes de veículo com dados disponíveis apartir do banco de dados de registro de veículo 6182, do banco de dados deerros de leitura 6183 e/ou de bancos de dados de sistemas externos 634. Asplacas de licença lidas por um operador humano podem ser confirmadas poruma comparação com resultados de leitora de placa de licença automatiza-dos e/ou múltiplas entradas por múltiplos operadores humanos.
A identificação manual pode ser julgada bem-sucedida se osdados coletados manualmente, ponderados contra critérios definíveis parauma combinação de veículo positiva, excederem a um limite de confiança deidentificação predeterminado (bloco 942). Esta determinação pode ser feitapelo computador 612, pelo operador que proveu os dados manuais e/ou porum operador mais qualificado.
Em uma implementação, se o veículo não puder ser positiva-mente identificado de forma automática e nenhuma combinação aproximadafor encontrada, uma ou mais imagens do veículo são exibidas para um pri-meiro revisor humano. O primeiro revisor humano inspeciona as imagens eespecifica manualmente o número de placa de licença que o primeiro revisoracredita corresponder ao veículo com base nas imagens. Devido ao fato deesta revisão manual pelo primeiro revisor humano também estar sujeita aerro (por exemplo, um erro de percepção ou tipográfico), a placa de licençalida pelo primeiro revisor humano é comparada com um banco de dados deLPR para se determinar se o número de placa de licença especificado peloprimeiro revisor humano existe. Adicionalmente, se um registro de banco dedados tendo dados de impressão digital correspondentes à placa de licençalida existir, uma comparação de impressão digital também poderá ser reali-zada. Se o resultado de leitura de primeiro revisor humano não combinarcom qualquer resultado de LPR conhecido ou veículo, uma ou mais imagensdo veículo poderão ser exibidas para um segundo revisor humano. O segun-do revisor humano inspeciona as imagens e especifica manualmente o nú-mero de placa de licença que o segundo revisor humano acredita corres-ponder ao veículo com base nas imagens. Se o resultado de leitura pelo se-gundo revisor humano for diferente do resultado de leitura pelo primeiro revi-sor humano, uma leitura por um terceiro revisor humano, que tipicamente éum revisor mais qualificado, poderá ser necessária. Em suma, a leitura deprimeiro revisor humano é efetivamente um ponto de salto para se tentar denovo uma combinação automatizada. Se a combinação automatizada aindafalhar, múltiplos revisores humanos deverão mostrar uma concordância naleitura da placa de licença para que a leitura seja julgada acurada.
Se o veículo não for identificado de forma bem-sucedida, o com-putador 612 criará um registro do evento como uma transação não identifi-cada ou não atribuída (bloco 943). Se o veículo for identificado de formabem-sucedida, o computador 612 criará um registro do evento como, porexemplo, uma transação tributável ou não de receita (bloco 937). Se o veícu-lo nunca tiver sido previamente identificado, o computador 612 poderá criarum novo registro de identificação de veículo para o veículo e seu proprietário/ motorista no banco de dados de registro de veículo 6182. O computador612 também pode atualizar o banco de dados de erros de leitura 6183 paraincluir os dados de identificação de veículo extraídos e uma ligação que as-socie os dados de identificação de veículo extraídos ao registro de identifica-ção de veículo correto (bloco 938).
A figura 10 é um diagrama de blocos de um sistema de gerenci-amento de pedágio eletrônico 1000 que permite uma manipulação eletrônicade pagamento de pedágios por veículos passando em uma instalação depedágio, sem se requerer uma comunicação direta entre o sistema de tran-sação de pista do sistema e o sistema de formação de imagem do sistema.
O sistema de gerenciamento de pedágio eletrônico 1000 é meramente umaimplementação e várias outras implementações são descritas abaixo ou sãoevidentes para alguém de conhecimento comum. O sistema de gerencia-mento de pedágio 1000 inclui um computador de gerenciamento de pedágio1012. O computador de gerenciamento de pedágio 1012 inclui um banco dedados de imagem 1014, um banco de dados de tributação 1016, um bancode dados de identificador de veículo 1018, um banco de dados de identifica-dor de veículo destacado 1020, um agente de tributação 1022, um módulode aquisição de imagem 1024, um módulo de processamento de imagem1025 e um módulo de gerenciamento de consumidor 1026. O computador degerenciamento de pedágio 1012 se comunica com ou é integrado com umainstalação de pedágio 1028, a qual interage com um veículo 1030 e umaparte associada ao veículo 1032. O computador de gerenciamento de pedá-gio 1012 também se comunica com sistemas externos 1034.
Os exemplos de cada elemento no sistema de gerenciamento depedágio 1000 da figura 10 são descritos amplamente acima com respeito àfigura 1. Em particular, o computador de gerenciamento de pedágio 1012, obanco de dados de imagem 1014, o banco de dados de tributação 1016, obanco de dados de identificador de veículo 1018, o banco de dados de iden-tificador de veículo destacado 1020, o agente de tributação 1022, o módulode aquisição de imagem 1024, o módulo de processamento de imagem1025, o módulo de gerenciamento de consumidor 1026 e a instalação depedágio 1028 tipicamente têm atributos comparáveis a e ilustram uma im-plementação possível do computador de gerenciamento de pedágio 12, dobanco de dados de imagem 14, do banco de dados de tributação 16, dobanco de dados de identificador de veículo 18, do banco de dados de identi-ficador de veículo destacado 20, do agente de tributação 22, do módulo deaquisição de imagem 24, do módulo de processamento de imagem 25, domódulo de gerenciamento de consumidor 26, e da instalação de pedágio 28da figura 1, respectivamente. Da mesma forma, o veículo 1030, a parte as-sociada ao veículo 1032 e os sistemas externos 1034 tipicamente têm atribu-tos comparáveis ao veículo 30, à parte associada ao veículo 32 e aos siste-mas externos 34 da figura 1.
O ILDM 1010 inclui um sistema de transação de pista 1020, ummódulo de aquisição de imagem 1024 e um servidor de vídeo 1030. O mó-dulo de aquisição de imagem 1024 tipicamente tem atributos comparáveis ae ilustra uma implementação possível do módulo de aquisição de imagem 24da figura 1. O módulo de aquisição de imagem 1024 inclui um sistema deformação de imagem de veículo (VIS) 1024A e um computador de capturade imagem de veículo (VIC) 1024B.
O sistema de gerenciamento de pedágio 1000 pode ser configu-rado para identificar automaticamente apenas veículos sem transponder quesejam julgados "violadores". Um violador é um veículo que não provê o pa-gamento por uma transação com a instalação de pedágio 1028 no momentoda transação. Por exemplo, um violador pode ser um veículo sem transpon-der que passe através de uma instalação de pedágio 1028 sem prover umpagamento pela tarifa do pedágio, por exemplo, parando para pagar em di-nheiro na instalação de pedágio ou ao ter uma conta financeira ativa queseja acessível pela instalação de pedágio e que possa ser debitada pela ins-talação de pedágio. O sistema de gerenciamento de pedágio 1000, não obs-tante, ainda é distinto de um sistema de pedágio convencional pelo fato de osistema de transação de pista 1020 e o módulo de aquisição de imagem1024 não precisarem se comunicar diretamente um com o outro para sepermitir uma identificação de violadores. Ao invés disso, o servidor de vídeo1030 é configurado para combinar cada transação de violação identificadapelo sistema de transação de pista 1020 com uma imagem de violação cap-turada pelo módulo de aquisição de imagem 1024 através do uso do proces-so de combinação descrito em detalhes abaixo.
O sistema de transação de pista 1020 é um sistema que incluium ou mais computadores e sensores configurados para a captura de dadosrelacionados a uma transação para cada veículo 1030 que passar através dainstalação de pedágio 1028. Os dados relacionados à transação incluemquaisquer dados relevantes para a transação entre o veículo 1030 e a insta-lação de pedágio 1028, tal como, por exemplo, o identificador para a pistausada pelo veículo, o tipo de transação, o horário da transação (por exem-pio, a estampa de tempo de transação), os dados de classificação de veículo(por exemplo, o número de eixos do veículo), a informação de transponder,se aplicável, do veículo, a tarifa cobrada, e uma indicação quanto a se o veí-culo cometeu ou não uma violação.
O sistema de transação de pista 1020 é configurado para perio-dicamente enviar um relatório de atividade de pista ou arquivo para o servi-dor de vídeo 1030. O relatório de atividade de pista inclui uma lista seqüen-cial cronologicamente de entradas de dados ou entradas de transação. Cadaentrada de transação inclui dados relacionados à transação para uma tran-sação entre a instalação 1028 e um veículo único. Em uma implementação,o sistema de transação de pista 1020 envia o relatório de atividade de pistapara o servidor de vídeo uma vez ao dia ou múltiplas vezes em um dia comoum arquivo simples que é anexado a um e-mail.
A figura 11 mostra um extrato de um relatório de atividade depista 1100 gerado pelo sistema de transação de pista 1020. O extrato 1100inclui um grupo de dez entradas de transação de pista seqüenciais cronolo-gicamente, cada entrada correspondente a uma transação de veículo com ainstalação de pedágio 1028. A primeira e a última entradas (isto é, as entra-das 1110 e 1130) no grupo de entradas de transação são entradas de "tran-sação de marco". As transações de marco e as entradas de transação demarco são discutidas em maiores detalhes abaixo.
A entrada 1110 é uma entrada de exemplo correspondente auma transação bem-sucedida (isto é, uma transação não de violação). A en-trada 1110 inclui vários campos de dados que incluem dados relacionados àtransação. Os campos de dados incluem: (1) um campo de dados de tipo detransação 1110a, o qual indica a disposição de uma transação ou uma açãode pista (por exemplo, uma transação de violação, uma transação paga euma transação não paga que, não obstante, não é julgada uma transação deviolação porque, por exemplo, o veículo é um carro chapa branca); (2) umcampo de dados de localização 1110b, o qual identifica a localização em quea transação de pista ocorreu (por exemplo, um número de identificação cor-respondente a uma praça de pedágio em particular em que a transação depedágio ocorreu); (3) um campo de dados de data de transação 1110c, oqual identifica uma data na qual a transação ocorreu; (4) um campo de da-dos de horário 1110d, o qual identifica o horário no qual a transação ocorreu;(5) um campo de dados de classificação de veículo 1110e, o qual identifica aclasse do veículo, o número de eixos e/ou as dimensões do veículo; (6) umcampo de dados de tarifa devida 111 Of, o qual indica a quantia que foi co-brada pela instalação de pedágio pela transação; (7) um campo de dados detarifa paga 111 Og, o qual indica a quantia paga pelo veículo pela transaçãocom a instalação de pedágio; (8) um campo de dados de método de paga-mento 1110h, ò qual indica o método usado pelo veículo para pagamento datarifa (por exemplo, pagamento em dinheiro, pagamento com cartão de cré-dito e pagamento por transponder); (9) um campo de dados de emissor deconta 1110i, o qual indica a entidade que emitiu a conta financeira a partir daqual a tarifa foi retirada (por exemplo, um emissor de conta bancária, tal co-mo "Bank of America", um emissor de cartão de crédito, tal como "Visa", umemissor de conta de transponder tal como uma autoridade de emissão detransponder "Virgínia"); e (10) um campo de identificador de conta 111 Oj, oqual identifica a conta financeira da qual a tarifa pode ser retirada (por e-xemplo, um número de cartão de crédito ou um número de transponder). Aentrada 1120 é uma entrada de exemplo correspondente a uma transaçãode violação.
Com referência de volta à figura 10, o VIS 1024A do módulo deaquisição de imagem 1024 é um sistema que inclui computadores e senso-res configurados para a captura de dados de imagem e, opcionalmente, da-dos de sensor par cada veículo que passar através de ou fizer uma transa-ção com a instalação de pedágio 1028. O VIS 1024A pode incluir quaisquere/ou todos os sensores e dispositivos de captura de imagem descritos previ-amente com respeito aos módulos de aquisição de imagem 24, 624. O VIS1024A é configurado para enviar dados de imagem e de sensor de veículocapturados para o VIC 1024B. Os dados de imagem e de sensor de veículotipicamente incluem estampas de tempo (informação de horário e data) indi-cando quando os dados foram capturados pelo VIS 1024A.
Em uma implementação, o VIS 1024A inclui câmeras, sensoresde luz e lasers. Os sensores de luz continuamente monitoram a iluminaçãoambiente e atualizam as câmeras múltiplas vezes a cada segundo para segarantir que as câmeras otimizem a qualidade de foto pelo ajuste regular-mente, conforme necessário, a quaisquer mudanças na luz ambiente. Oslasers detectam veículos conforme eles passarem através de cada pista edisparam as câmeras conforme os veículos saem da pista. Cada pista podeter uma câmera que faz uma ou mais imagens da traseira do veículo, con-forme o veículo passar.
O VIC 1024B é um sistema de computador configurado para re-ceber dados de imagem de veículo e, opcionalmente, dados de sensor doVIS 1024A, para comprimir as imagens e os dados de sensor para minimiza-ção das necessidades de armazenamento e para o armazenamento dos da-dos de imagem e de sensor em arquivos de imagem / sensor tendo dadosassociados. Os dados podem incluir, por exemplo, um identificador único dearquivo de imagem / sensor, uma estampa de tempo indicando quando osdados de imagem e de sensor foram capturados e uma localização indican-do em que os dados de imagem e de sensor foram capturados (por exemplo,um identificador de pista).
Após receber os dados de imagem e de sensor para um veículopassando e armazená-los em um arquivo de imagem / sensor, o VIC 1024Bpode enviar uma mensagem para o servidor de vídeo 1030 informando a eleque o arquivo está disponível para entrega. O VIC 1024B pode enviar o ar-quivo de imagem / sensor para o servidor de vídeo 1030, em resposta a umarequisição recebida do servidor de vídeo 1030. Após o servidor de vídeo1030 indicar que ele armazenou com segurança o arquivo de imagem / sen-sor requisitado, o VIC 1024B pode apagar, opcionalmente, o arquivo de ima-gem / sensor de seus armazenamentos de dados.
A figura 12 mostra um conjunto de exemplo de arquivos de ima-gem / sensor 1200 contendo dados de imagem recebidos pelo servidor devídeo 1030 a partir do VIC 1024B. O conjunto de arquivos de imagem / sen-sor 1200 inclui dez arquivos, cada um dos quais sendo representado na figu-ra 12 como uma miniatura da imagem armazenada no nome de arquivo úni-co associado. Cada arquivo de imagem / sensor do conjunto de arquivos deimagem / sensor 1200 corresponde a uma entrada de transação de pistaúnica do extrato de relatório de atividade de pista 1100. Por exemplo, o ar-quivo de imagem / sensor 1210 corresponde à entrada de transação de mar-co 1110 e o arquivo de imagem / sensor 1220 corresponde à entrada detransação de marco 1130.
O VIC 1024B também é configurado para enviar mensagens pa-ra e receber mensagens do servidor de vídeo 1030. Em particular, o VIC1024B pode enviar mensagens de status para o servidor de vídeo 1030 queindicam o status do VIC 1024B e/ou os vários componentes do VIS 1024A.O VIC 1024B pode receber mensagens de gerenciamento do servidor devídeo 1030 que permitem que administradores interagindo com o servidor devídeo 1030 configurem ou controlem de outra forma a operação do VIC1024B. O VIC 1024B também pode receber mensagens de sincronização derelógio do servidor de vídeo 1030 que instruem o VIC 1024B para reiniciali-zar seu relógio interno.
Conforme descrito em maiores detalhes abaixo, a sincronizaçãoou a combinação de dados de imagem / sensor com entradas de transaçãoé baseada, em parte, nas entradas de tempo associadas aos dados de ima-gem / sensor e nas entradas de transação. Assim sendo, uma sincronizaçãodo relógio interno do VIC 1024B, o qual atribui um tempo aos dados de ima-gem / sensor, com o relógio interno do sistema de transação de pista 1020, oqual atribui um tempo a cada transação, é desejável. Pela reinicializaçãoperiódica do relógio interno do VIC 1024B para coincidir com a regulagem deum relógio de rede (não mostrado) conhecido por ser sincronizado com orelógio interno do sistema de transação de pista 1020, o servidor de vídeo1030 é capaz de minimizar os deslocamentos de relógio entre as estampasde tempo de imagem geradas pelo VIC 1024B e as estampas de tempo detransação geradas pelo sistema de transação de pista 1020.
O servidor de vídeo 1030 tipicamente é um sistema de computa-dor que é configurado para receber um relatório de atividade de pista a partirdo sistema de transação de pista 1020 e receber arquivos de imagem / sen-sor do VIC 1024B do módulo de aquisição de imagem 1024. Em uma outraimplementação, o servidor de vídeo 1030 é configurado para receber relató-rios de atividade de pista a partir de mais de um sistema de transação depista e/ou receber arquivos de imagem / sensor de mais de um VIC.
O servidor de vídeo 1030 tipicamente é configurado para pro-cessar o relatório de atividade de pista pela análise gramatical dele e pelaatribuição de identificadores de transação únicos a cada entrada de transa-ção no relatório. Após os identificadores de transação terem sido atribuídos,o servidor de vídeo 1030 tipicamente sincroniza ou combina um arquivo deimagem / sensor com cada entrada de transação no relatório de atividade depista.
As figura 13 e 14 ilustram operações realizadas, por exemplo,pelo servidor de vídeo 1030 para combinação de entradas de transação comarquivos de imagem / sensor. Em particular, a figura 13 ilustra um processo1300 para seleção de grupos de entradas de transação e grupos correspon-dentes de arquivos de imagem / sensor para cada entrada de transação deviolação, e a figura 14 ilustra um processo 1400 para identificação de umarquivo de imagem / sensor de violação para cada entrada de transação deviolação.
Com referência à figura 13, o servidor de vídeo 1030 identificaas entradas de transação no relatório de atividade de pista que correspon-dem a transações de violação ("entradas de transação de violação") (1310).O servidor de vídeo 1030 pode identificar as entradas de transação de viola-ção como entradas de transação no relatório de atividade de pista que seadequam a um conjunto predeterminado de critérios.
Por exemplo, uma entrada de transação no relatório de atividadede pista pode ser identificada como uma entrada de transação de violaçãose satisfizer a um conjunto de critérios de validação. Notadamente1 múltiplosconjuntos de critérios diferentes podem ser concorrentemente usados para adefinição de uma entrada de transação de violação.
Após uma ou mais entradas de transação de violação terem sidoidentificadas com base no(s) conjunto(s) de critérios, o servidor de vídeo1030 pode validar cada entrada de transação de violação identificada por (1)uma revisão da entrada de transação de violação suposta quanto a anomali-as e (2) pelo exame quanto a anomalias das entradas de transação corres-pondentes a transações que ocorreram em uma janela configurável de tem-po precedente e/ou seguinte à transação de violação suposta (1320). Sequaisquer anomalias forem encontradas, a entrada de transação de violaçãosuporta poderá não ser válida (isto é, ela poderá ser um erro).
O servidor de vídeo 1030 pode rever todos ou um subconjuntodos campos de dados de uma entrada de transação de violação suporta pa-ra determinar, por exemplo, se uma pista do sistema de transação de pista1020 pode estar com defeito e, portanto, pode estar julgando veículos nãode violação como violadores. Uma pista com defeito pode gerar, por exem-plo, dados conflitantes referentes a uma transação, tal como, por exemplo,uma detecção de um número diferente de eixos durante uma entrada de veí-culo na pista, como aquela detectada durante a saída do veículo da pista, oucomo aquela indicada por uma informação de transponder. Não obstante,em uma outra implementação, as entradas de transação de violação podemser identificadas simplesmente como entradas de transação tendo camposde dados de disposição de violação 1120n regulados para indicarem umaviolação. Se essas anomalias forem encontradas, a transação de violaçãosuposta será provavelmente um erro, e o servidor de vídeo 1030 poderá re-jeitar a transação de violação suposta como não válida.O servidor de vídeo 1030 também pode examinar quanto a a-nomalias as entradas de transação correspondentes a transações que ocor-reram em uma janela de tempo (por exemplo, de 5 minutos) precedendo àtransação de violação suposta. Por exemplo, uma das entradas de transa-ção pode indicar que uma leitura anterior ocorreu em cinco minutos imedia-tamente antes da violação suposta. O servidor de vídeo 1030 pode rejeitar aentrada de transação de violação suposta como não válida porque uma leitu-ra anterior indica que uma leitura de transponder pode ter sido mal associa-da a um veículo.
O servidor de vídeo 1030 também pode examinar quanto a a-nomalias as entradas de transação correspondentes a transações que ocor-reram em uma janela de tempo (por exemplo, de 5 minutos) seguindo-se àtransação de violação suposta. Por exemplo, uma das entradas de transa-ção seguintes pode indicar que uma pista se reinicializou de modo a minimi-zar cascatas de anomalias.
Após uma validação bem-sucedida de uma ou mais entradas detransação de violação, o servidor de vídeo 1030 seleciona um grupo de en-tradas de transação seqüenciais cronologicamente para cada entrada detransação de violação validada (1330). O grupo selecionado de entradas detransação inclui entradas de transação correspondentes a transações queprecedem e se seguem à transação de violação e, desse modo, permite quea transação de violação seja colocada no seu contexto apropriado. Atravésde um processo de combinação discutido mais tarde, o grupo selecionadode entradas de transação pode ser usado para a obtenção de uma maioracurácia na identificação do arquivo de imagem / sensor que corresponde aou combina com a entrada de transação de violação validada.
O grupo de entradas de transação para uma entrada de transa-ção de violação validada pode ser selecionado como todas as entradas detransação começando a partir da primeira entrada de transação correspon-dente a uma "transação de marco" (isto é, uma entrada de transação demarco) que ocorreu antes da entrada de transação de violação validada eterminando em uma primeira entrada de transação de marco que ocorreuapós a entrada de transação de violação validada. Assim sendo, o grupo deviolações selecionadas para cada entrada de transação de violação validadatipicamente inclui a entrada de transação de violação validada, duas entra-das de transação de marco, e uma ou mais entradas de transação, em queas duas entradas de transação de marco circundam ou delimitam a entradade transação de violação validada e uma ou mais outras entradas de transa-ção no grupo. A figura 11 mostra um grupo de exemplo de entradas de tran-sação 1100 que inclui duas entradas de transação de marco 1110 e 1130que delimitam ou circundam o restante das entradas de transação no grupo,incluindo a entrada de transação de violação 1120.
Uma transação de marco é uma transação correspondente auma entrada de transação que é facilmente combinada ou sincronizada comum arquivo de imagem / sensor associado. Uma transação de marco, porexemplo, pode ser uma transação que se segue a uma quantidade de tempopredeterminada durante a qual nenhuma transação ocorre (isto é, um tempo"morto"). Por exemplo, se nenhuma transação ocorrer entre um veículo e ainstalação de pedágio 1028 por 10 segundos, a transação que ocorrer ime-diatamente após o intervalo de 10 segundos será uma transação de marco,porque esta entrada de transação é facilmente combinada com seu arquivode imagem / sensor correspondente. A transação de marco é facilmentecombinada com seu arquivo de imagem / sensor correspondente porqueambos são facilmente identificáveis como a primeira entrada de transação earquivo de imagem / sensor a serem capturados seguindo-se a um tempo"morto" de 10 segundos de duração. De modo similar, a transação que pre-cede ao tempo morto de 10 segundos de duração também é uma transaçãode marco porque sua entrada de transação e arquivo de imagem / sensortambém são facilmente identificáveis, de modo similar, como a última entra-da de transação e o arquivo de imagem / sensor precedendo ao tempo "mor-to" de 10 segundos de duração. Com referência à figura 11, a entrada 1110pode ser, por exemplo, uma transação de marco porque se segue ao tempo"morto" de 10 segundos, e a entrada 1130 pode ser, por exemplo, uma tran-sação de marco porque precede um tempo "morto" de 10 segundos.Outros exemplos de transações de marco incluem transaçõesque envolvem veículos visualmente únicos ou veículo que foram positiva-mente identificados. Por exemplo, uma transação envolvendo um veículo deeixo múltiplo (isto é, um veículo tendo 3 ou mais eixos), tal como um cami-nhão, pode ser uma transação de marco, se a maior parte dos veículos pas-sando através da instalação de pedágio for de carros tendo apenas 2 eixos.
Pela busca por uma imagem de um caminhão dentre todas as imagens decarro, o arquivo de imagem / sensor tendo uma imagem que combine com aentrada de transação de eixo múltiplo é facilmente encontrada. De modosimilar, uma transação envolvendo um veículo tendo um transponder tam-bém pode ser uma transação de marco, se a informação de transpondercapturada na entrada de transação puder ser usada para a identificação donúmero de placa de licença do veículo. Se o número de placa de licença doveículo for identificado de forma bem-sucedida a partir dos dados de trans-Donder. a imagem correspondente e, portanto, o arquivo de imagem / sen-sor, então poderão ser positivamente identificados através do uso de LPR.
Notadamente1 o servidor de vídeo 1030 pode não designar umatransação como uma transação de marco, se ela for precedida por ou segui-da por uma transação de violação ou um outro tipo não usual de transação(por exemplo, uma reinicialização de pista ou qualquer transação que não seadéqüe a critérios de validação). Se duas ou mais entradas de transação deviolação validadas ocorrerem em uma janela de tempo definida por um parúnico de entradas de transação de marco, o servidor de vídeo 1030 poderáusar o mesmo grupo de entradas de transação para fins de combinação paraambas as entradas de transação de violação validadas.
Em algumas implementações, o servidor de vídeo 1030 podelimitar o tamanho dos grupos de entradas de transação pela imposição delimites configuráveis quanto ao número de entradas de transação e/ou aointervalo de tempo máximo precedente e/ou seguindo-se à entrada de tran-sação de violação validada. Por exemplo, o número de entradas de transa-ção pode ser limitado a vinte ou a cem transações e/ou o intervalo de tempomáximo seguindo-se à entrada de transação de violação validada pode serlimitado a um minuto ou cinco minutos. Se apenas uma transação de marcoocorrer neste limite configurável ou intervalo de tempo, então, apenas aquelatransação de marco será usada no processo de combinação. Se nenhumatransação de marco ocorrer neste limite configurável ou intervalo de tempo,então, nenhuma transação de marco será usada no processo de combina-ção. Se nenhuma transação de marco for usada no processo de combina-ção, então, o processo de combinação será realizado manualmente procu-rando-se por padrões de tempo ou identificando-se uma informação nas i-magens para a feitura de um positivo associado às transações correspon-dentes (por exemplo, uma informação de transponder nas entradas de tran-sação pode ser combinada com números de placa de licença esperados,conforme mostrado nas imagens).
Em uma implementação, o grupo de entradas de transação parauma entrada de transação de violação validada inclui todas as entradas cor-respondentes a transações imediatamente seguindo-se ao último espaço de6 a 10 segundos precedendo a transação de violação e todas as entradascorrespondentes a transações que ocorreram até um minuto após a transa-ção de violação. Nesta implementação, apenas a entrada de transação decomeço no grupo é uma entrada de transação de marco (isto é, a entradacorrespondente à primeira transação após o espaço de 6 a 10 segundos).
Após o grupo de entradas de transação ter sido identificado paracada entrada de transação de violação validada, o servidor de vídeo 1030usa as entradas de transação de marco de cada grupo das entradas de tran-sação para a identificação de grupos correspondentes de arquivos de ima-gem / sensor seqüenciais cronologicamente (1340 e 1350). O grupo de ar-quivos de imagem / sensor para uma transação de violação validada tipica-mente inclui todos os arquivos de imagem / sensor tendo estampas de tem-po entre aquelas do arquivo de imagem / sensor tendo uma imagem de tran-sação de marco precedendo à transação de violação (isto é, a imagem cor-respondente à transação de marco precedendo à transação de violação) eaquela do arquivo de imagem / sensor tendo uma imagem de transação demarco seguindo-se à transação de violação (isto é, a imagem corresponden-te à transação de marco seguindo-se à transação de violação). Assim sendo,o grupo de arquivos de imagem / sensor para uma transação de violaçãovalidada tipicamente é um grupo de arquivos de imagem / sensor circunda-dos por ou delimitados por dois arquivos de imagem / sensor tendo imagensde transação de marco. Ausentes quaisquer erros, o grupo de arquivo deimagem / sensor inclui um arquivo de imagem / sensor tendo uma imagemcorrespondente à transação de violação validada (isto é, um "arquivo de i-magem / sensor de violação").
Na implementação previamente descrita tendo apenas uma en-trada de transação de marco, o grupo correspondente de arquivos de ima-gem / sensor pode ser determinado como todos os arquivos de imagem /sensor tendo estampas de tempo que caiam na janela de tempo entre a es-tampa de tempo do arquivo de imagem / sensor correspondente à entradade transação de marco e um tempo que é aproximadamente um minuto apósa estampa de tempo do arquivo de imagem / sensor correspondente à en-trada de transação de marco. O servidor de vídeo 1030 pode ajustar o "tem-po" de transação de marco e/ou a duração de um minuto para levar em con-sideração qualquer deriva de relógio ou deslocamento (veja abaixo) entre orelógio do módulo de aquisição de imagem 1024 e o relógio do sistema detransação de pista 1020.
Como um exemplo de um resultado de operação 1340, as figura11 e 12 mostram um grupo de entradas de transação 1100 e um grupo dearquivos de imagem / sensor correspondentes 1200, respectivamente. Ogrupo de entradas de transação 1100 inclui entradas de transação delimita-das por, isto é, circundadas por entradas de transação de marco 1110 e1130. De modo similar, o grupo de arquivos de imagem / sensor 1200 incluiarquivos de imagem / sensor delimitados por ou circundados por arquivos deimagem / sensor 1210 e 1220 tendo imagens de transação de marco corres-pondentes às entradas de transação de marco 1110 e 1130, respectivamente.
Após todos os pares de grupos terem sido identificados, o servi-dor de vídeo 1030 opcionalmente pode estimar os deslocamentos de relógioentre o relógio interno do sistema de transação de pista 1020 e o relógio in-terno do módulo de aquisição de imagem 1024 para cada emparelhamentode grupo (1360). O servidor de vídeo 1030 pode estimar o deslocamento derelógio para um emparelhamento de grupo, por exemplo, como a diferençaentre a estampa de tempo de uma entrada de transação de marco e a es-tampa de tempo do arquivo de imagem / sensor tendo uma entrada de tran-sação de marco correspondente. Se cada um dos grupos incluir duas tran-sações de marco, o deslocamento de relógio para o emparelhamento degrupo poderá ser determinado, por exemplo, pelo cálculo da média das dife-renças entre as estampas de tempo do módulo de aquisição de imagem1024 e do sistema de transação de pista 1020 correspondentes a cada tran-sação de marco. A determinação dos deslocamentos de relógio é útil para adeterminação de uma combinação um para um entre as entradas de transa-ção de pista e os arquivos de imagem / sensor, conforme descrito em segui-da. Uma deriva de relógio também pode ser calculada pela estimativa dataxa de mudança em deslocamentos de relógio, com base nas diferençasem tempos de transação de marco / imagem em qualquer extremidade deum intervalo significativo (por exemplo, horas, ao invés do minuto e assimdentro de um grupo único).
Com referência à figura 14, uma vez que os grupos de arquivosde imagem / sensor tenham sido identificados, o servidor de vídeo 1030 po-de ser configurado para identificar um arquivo de imagem / sensor de viola-ção correspondente a cada transação de violação validada através de umprocesso de combinação 1400. O processo de combinação 1400 identifica oarquivo de imagem / sensor de violação pelo estabelecimento de uma cor-respondência um para um entre cada arquivo de imagem / sensor em umgrupo de arquivo de imagem / sensor e cada entrada de transação em umgrupo correspondente de entradas de transação. Notadamente, pelo uso deuma informação contida em entradas de transação antes e depois da entra-da de transação de violação no processo de combinação, o processo 1400pode ser capaz de identificar um arquivo de imagem / sensor de violaçãoque combine com a entrada de transação de violação com maior acurácia doque é possível através de simples comparações de estampa de tempo (istoé, através simplesmente de uma designação de um arquivo de imagem /sensor como um arquivo de imagem / sensor de violação, se sua estampade tempo de imagem for a mesma ou substancialmente a mesma que a es-tampa de tempo da entrada de transação de violação).
Especificamente, conforme mostrado na figura 14, um processopara identificação de um arquivo de imagem / sensor de violação para umaentrada de transação de violação validada tipicamente começa pela combi-nação da entrada de transação de marco de começo no grupo de entradasde transação com o arquivo de imagem / sensor de marco de começo nogrupo correspondente de arquivos de imagem / sensor (1410). Por exemplo,se o grupo de entradas de transação de marco for o grupo 1100 de dez en-tradas mostrado na figura 11 e o grupo de arquivos de imagem / sensor for ogrupo 1200 de dez arquivos mostrado na figura 12, a entrada de transaçãode marco 1110 será combinada com o arquivo de imagem / sensor de marco1210.
Usando a transação de marco de começo como um ponto dereferência, o servidor de vídeo 1030 estabelece uma correspondência umpara um entre cada entrada de transação subseqüente no grupo de transa-ções de marco e cada arquivo de imagem / sensor subseqüente no grupocorrespondente de arquivos de imagem / sensor (1420). Por exemplo, o ser-vidor de vídeo 1030 combina a segunda entrada de transação de marco (istoé, a primeira entrada registrada após a entrada de transação de marco) nogrupo 1100 com o segundo arquivo de imagem / sensor (isto é, o primeiroarquivo de imagem / sensor tendo dados capturados após o arquivo de ima-gem / sensor de marco) no grupo 1200, a terceira entrada de transação demarco no grupo 1100 com o terceiro arquivo de imagem / sensor no grupo1200 e assim por diante.
Se o processo de combinação for bem-sucedido, o resultado doprocesso de combinação será uma combinação um para um entre cada en-trada de transação no grupo de entradas de transação e cada arquivo deimagem / sensor no grupo de arquivos de imagem / sensor. A figura 15 mos-tra um exemplo de um emparelhamento de grupo combinado 1600. Um parcombinado é ilustrado na figura pelas linhas conectando ou combinandouma entrada de transação com um arquivo de imagem / sensor.
Como cada entrada de transação é combinada com um arquivode imagem / sensor, o servidor de vídeo 1030 atualiza um registro de dadosassociado à transação de violação para indicar uma combinação entre a da-da entrada de transação e o arquivo de imagem / sensor. Se o servidor devídeo 1030 identificar uma ou mais entradas de transação anômalas e/ouarquivos de imagem / sensor nos grupos, o servidor de vídeo 1030 poderáatualizar o registro de dados para indicar as entradas correspondentes comoanômalas e indicar porque as entradas ou os arquivos de imagem / sensorforam julgados anômalos.
O servidor de vídeo 1030 pode ser configurado para confirmarse o processo de combinação foi bem-sucedido (1430) ao determinar, porexemplo, se os critérios a seguir são cumpridos: (1) o número de entradasde transação no grupo de entradas de transação é igual ao número de ar-quivos de imagem / sensor no grupo de arquivos de imagem / sensor; (2)cada entrada de transação no grupo de entradas de transação é combinadacom cada arquivo de imagem / sensor no grupo correspondente de arquivosde imagem / sensor; (3) a estampa de tempo de deslocamento ajustado paracada entrada de transação cai em um desvio esperado da estampa de tem-po do arquivo de imagem / sensor combinado correspondente; e (4) o inter-valo de tempo entre transações conforme refletido pelas estampas de tempodas entradas de transação está em um desvio esperado do intervalo detempo entre transações, conforme refletido pelas estampas de tempo dosarquivos de imagem / sensor. Cada um destes é explicado abaixo.
O servidor de vídeo 1030 pode contar o número de arquivos deimagem / sensor e de entradas de transação de marco nos grupos para de-terminar se eles são iguais em número. Se o servidor de vídeo 1030 deter-minar que o número de arquivos de imagem / sensor é diferente do númerode entradas de transação, o servidor de vídeo 1030 poderá inserir um oumais marcadores de posição de entrada de transação ou marcadores deposição de arquivo de imagem / sensor, conforme necessário para equaliza-ção do número de entradas de transação com o número de arquivos de ima-gem / sensor (1440). O servidor de vídeo 1030 pode inserir os marcadoresde posição nos grupos em uma localização no tempo que minimize um des-vio entre os intervalos de tempo esperados entre transações e as diferençasesperadas entre as estampas de tempo de arquivo de imagem / sensor e asestampas de tempo de entrada de transação. O servidor de vídeo tambémpode determinar qual imagem provavelmente não corresponde a uma tran-sação de pista pelo uso de LPR para a obtenção de dados de placa de Ii-cença para os veículos nas imagens. A uma imagem sem uma placa de li-cença presente pode ser atribuído um marcador de posição de transação aoinvés de ser associada a uma transação de pista. O número de entradas detransação pode diferir do número de arquivos de imagem / sensor devido,por exemplo, a um falso disparo das câmeras do VIS 1024A. Um disparofalso como esse pode fazer com que um arquivo de imagem / sensor adicio-nal seja criado que tem uma imagem, por exemplo, de uma pista sem umveículo presente. Se o servidor de vídeo 1030 julgar ser necessário adicionarmarcadores de posição aos grupos associados a uma transação de violação,o servidor de vídeo 1030 tipicamente modificará o registro de dados associ-ado à violação para indicar que marcadores de posição foram inseridos epara identificação dos marcadores de posição inseridos.
O servidor de vídeo 1030 também determina o desvio entre asestampas de tempo de cada entrada de transação e as estampas de tempode cada arquivo de imagem / sensor correspondente. Devido ao fato de osrelógios internos do sistema de transação de pista 1020 e do módulo de a-quisição de imagem 1024 serem independentes, os relógios, e, assim, asestampas de tempo geradas pelos relógios, freqüentemente indicam temposdiferentes (por exemplo, devido a uma diferença em resolução de relógio,uma diferença em deriva de relógio e/ou uma diferença fixa em regulagemde relógio). A diferença de tempo entre os relógios pode ser representadacomo um deslocamento fixo entre os relógios e uma deriva variável. Em umaimplementação, o servidor de vídeo 1030 pode estimar o deslocamento fixo,por exemplo, com base na diferença em estampas de tempo da entrada detransação de marco e o arquivo de imagem / sensor de marco correspon-dente. Após a estimativa do deslocamento entre os dois relógios, o servidorde vídeo 1030 pode ajustar cada estampa de tempo de entrada de transação(ou estampa de tempo de arquivo de imagem / sensor) pelo deslocamentoantes da comparação dela com a estampa de tempo de arquivo de imagem /sensor (ou estampa de tempo de entrada de transação).
Se a estampa de tempo de entrada de transação de desloca-mento compensado (ou estampa de tempo de arquivo de imagem / sensor)for significativamente diferente da estampa de tempo de arquivo de imagem /sensor (ou estampa de tempo de entrada de transação), o servidor de vídeo1030 poderá modificar o registro de dados associado à violação para indicarque a entrada de transação e o arquivo de imagem / sensor correspondentesão anômalos e que o processo de combinação não foi julgado bem-sucedido. Por exemplo, se a estampa de tempo de deslocamento ajustadode uma entrada de transação for diferente da estampa de tempo do arquivode imagem / sensor de combinação em um segundo ou mais, o servidor devídeo 1030 poderá indicar a entrada de transação e o arquivo de imagem /sensor correspondente como falhando em ter estampas de tempo de combi-nação e poderá adicionar uma nota ao registro de dados associado à viola-ção indicando porque o processo de combinação não foi bem-sucedido.
O servidor de vídeo 1030 também pode determinar o desvio en-tre o intervalo de tempo entre transações, conforme refletido pelas estampasde tempo das entradas de transação e o intervalo de tempo entre transa-ções, conforme refletido pelas estampas de tempo dos arquivos de imagem /sensor. Por exemplo, se o intervalo de tempo entre uma primeira transaçãoe uma segunda transação conforme refletido pelas estampas de tempo dasentradas de transação correspondentes for de onze segundos e o intervalode tempo correspondente entre as mesmas transações conforme refletidopelas estampas de tempo dos arquivos de imagem / sensor de combinaçãofor de cinco segundos, o desvio entre os intervalos de tempo será de seissegundos. Se o servidor de vídeo 1030 for configurado para indicar uma fa-lha de combinação, se os intervalos de transação diferirem em mais do quequatro segundos, o servidor de vídeo 1030 poderá indicar as entradas detransação e os arquivos de imagem / sensor correspondentes como caindopara a provisão de um intervalo de tempo consistente entre transações epoderá adicionar uma nota ao registro de dados associado à violação indi-cando porque o processo de combinação não foi bem-sucedido. Uma dife-rença como essa em intervalos de tempo entre transações pode indicar queuma ou ambas as entradas de transação (ou arquivos de imagem / sensor)não são corretamente combinadas com um arquivo de imagem / sensor (ouuma entrada de transação).
Após o processo de combinação ser completado, o servidor devídeo 1030 é capaz de identificar o arquivo de imagem / sensor de violaçãocomo o arquivo de imagem / sensor que foi combinado com a entrada detransação de violação durante o processo de combinação (1450). A figura 15mostra o arquivo de imagem / sensor de violação 1510 combinado com aentrada de transação de violação 1120 da figura 11.0 servidor de vídeo1030 pode repetir as operações 1410 a 1450 para a identificação do arquivode imagem / sensor de violação para cada entrada de transação de violaçãoválida e grupo associado de entradas de transação e um grupo correspon-dente de arquivos de imagem / sensor (1460).
Em uma outra implementação, o servidor de vídeo 1030 é confi-gurado para combinar cada transação identificada pelo sistema de transaçãode pista 1020 com outros dados de sensor (por exemplo, os dados de assi-natura magnética e os dados de assinatura a laser) ao invés de com dadosde imagem. Nesta implementação, o servidor de vídeo 1030 pode identificardados de sensor de transação de marco que correspondem a entradas detransação de marco ao invés da identificação de imagens de transação demarco. Os dados de sensor de transação de marco podem ser combinadoscom entradas de transação de marco correspondentes para sincronizaçãodos dados de sensor com entradas de transação, conforme descrito previa-mente. Em uma outra implementação, o servidor de vídeo 1030 pode combi-nar cada transação identificada pelo sistema de transação de pista 1020com base em uma combinação de dados de sensor de marco e imagens detransação de marco.
Após o processo de combinação ser completado e cada entradade transação de violação ou entrada de transação ter sido associado a umarquivo de imagem / sensor correspondente, o servidor de vídeo tipicamentearmazena os grupos identificados de transações e grupos correspondentesde arquivos de imagem / sensor, os arquivos de imagem / sensor de viola-ção ou transação identificados e os dados de transação de pista associadosem registros de violação ou em registros de transação e envia os registrosde violação ou de transação para o módulo de processamento de imagem1025 para identificação e processamento de veículo. O servidor de vídeo1030 tipicamente realiza todas ou a maioria das funções descritas acima(por exemplo, as funções de análise gramatical, identificação de entrada deviolação e validação, agrupamento e de combinação) usando uma aplicaçãoem lote.
O servidor de vídeo 1030 também pode ser configurado pararealizar várias outras funções, incluindo: receber mensagens de status doVIS 1024A (e, em algumas implementações, a partir de outros VICs) e en-caminhar as mensagens de status para o sistema de monitoração apropria-do (não mostrado); a provisão de uma interface baseada na web que permiteque os administradores criem mensagens e as enviem para o VIC 1024B (e,em algumas implementações, a partir de outros VICs); a sincronização deseu relógio interno com um servidor de tempo de rede e a regulagem perió-dica do relógio interno do VIC 1024B (e, em algumas implementações, o re-lógio interno de outros VICs) através de uma mensagem de gerenciamentogerada automaticamente.
A figura 16 é um fluxograma de um processo de exemplo 1600que identifica e cobra veículos em violação por honorários de pedágio incor-ridos sem requerer que o sistema de transação de pista de sistema de pe-dágio se comunique diretamente com o sistema de formação de imagem desistema de pedágio. Por conveniência, os componentes em particular descri-tos com respeito à figura 10 são referenciados como realizando o processo1300. Contudo, metodologias similares podem ser aplicadas em outras im-plementações em que componentes diferentes são usados para a definiçãoda estrutura do sistema, ou em que a funcionalidade é distribuída diferente-mente dentre os componentes mostrados pela figura 10. Em uma implemen-tação, o processo 1300 é implementado pelo sistema de gerenciamento depedágio 1000.
O sistema de transação de pista 1020 captura dados relaciona-dos à transação para cada veículo que faz uma transação com a instalação1028 (1602). O sistema de transação de pista 1020 registra os dados rela-cionados à transação em um relatório de atividade de pista e envia para oservidor de vídeo 1030 ou de outra forma habilita o servidor de vídeo 1030 aacessar o relatório de atividade de pista em intervalos periódicos (por exem-plo, uma vez ao dia) (1604).
O módulo de aquisição de imagem 1024 captura imagens deveículo e, opcionalmente, outros dados de sensor e armazena os dados deimagem / sensor em arquivo de imagem / sensor (1606). O módulo de aqui-sição de imagem 1024 envia o servidor de vídeo 1030 ou habilita de outraforma o servidor de vídeo 1030 a acessar os arquivos de imagem / sensorem intervalos periódicos e/ou conforme os dados de imagem / sensor foremcapturados (1608).
O servidor de vídeo 1030 recebe ou acessa o relatório de ativi-dade de pista (1610) e recebe ou acessa os arquivos de imagem / sensor(1612). O servidor de vídeo 1030 processa o relatório de atividade de pistarecebido e os arquivos de imagem / sensor para a seleção de um grupo deentradas de transação e um grupo correspondente de arquivos de imagem /sensor para cada entrada de transação de violação no relatório de atividadede pista (1614). A figura 13 ilustra um processo de exemplo 1300 que podeser usado pelo servidor de vídeo 1030 para a realização da operação 1614.
Após um grupo de entradas de transação e um grupo corres-pondente de arquivos de imagem / sensor terem sido identificados para umaou mais das entradas de transação de violação, o servidor de vídeo 1030identifica um arquivo de imagem / sensor de violação para cada entrada detransação de violação validada pela realização de um processo de combina-ção de entrada de transação e arquivo de imagem / sensor para cada empa-relhamento de grupo (1616). A figura 14 ilustra um processo de exemplo1400 que pode ser usado pelo servidor de vídeo 1030 para a realização daoperação 1616.
Para cada entrada de transação de violação validada, o servidorde vídeo 1030 é configurado para salvar um ou mais do seguinte em um re-gistro de dados (isto é, um "registro de violação") (1618): (1) o grupo de en-tradas de transação que corresponde a e inclui a entrada de transação deviolação validada; (2) o grupo correspondente de arquivos de imagem / sen-sor que inclui o arquivo de imagem / sensor de violação identificado; (3) osdados de combinação identificando os pares combinados de entradas detransação e arquivos de imagem / sensor; (4) os indicadores e as notas indi-cando entradas de transação e/ou arquivos de imagem / sensor anômalos eexplicando porque eles são anômalos; e (5) dados indicando se e porque oprocesso de combinação foi determinado como sendo bem-sucedido ou mal-sucedido.
O servidor de vídeo 1030 é configurado para enviar para o mó-dulo de processamento de imagem 1025 ou habilitar o módulo de processa-mento de imagem 1025 a acessar um ou mais registros de violação (1620).
O módulo de processamento de imagem 1025 recebe ou acessa um ou maisregistros de violação (1622) e, opcionalmente, pode apresentar a informaçãonos registros de violação para um usuário para confirmação manual do pro-cesso de combinação e do arquivo de imagem / sensor de violação identifi-cado (1624).
O módulo de processamento de imagem 1025 pode incluir umaplicativo de revisão de violação que permite que um usuário realize as tare-fas a seguir: (1) checar a associação ou a combinação entre entradas detransação de pista e arquivos de imagem / sensor; (2) ajustar a combinaçãoconforme necessário (incluindo inserir manualmente marcadores de posição,conforme necessário); (3) confirmar a combinação correta de entradas detransação de pista e arquivos de imagem / sensor com base em sincronismoe conteúdo de imagem; (4) especificar manualmente um arquivo de imagem/ sensor de violação; (5) introduzir uma informação de identificação para umveículo em violação ou proprietário ou entidade associada ao veículo emviolação; e (6) especificar a disposição de uma transação de violação e umarazão para a disposição.
A figura 17 mostra uma interface de usuário de exemplo 1700que lista entradas de transação combinadas para as dez transações corres-pondentes às entradas de transação da figura 11 e aos arquivos de imagem/ sensor da figura 12. A interface de usuário 1700 inclui uma entrada de tran-sação combinada para cada par de entrada de transação - arquivo de ima-gem / sensor combinado.
Uma entrada de transação combinada de exemplo 1710 incluium identificador de pista 1715 (por exemplo, "15 3738"), uma estampa detempo de transação de pista 1720 (por exemplo, "4:30:39"), uma estampa detempo de imagem de combinação 1725 (por exemplo, "4:30:34"), um tipo detransação 1730 (por exemplo, "STD AVI"), uma descrição de transação 1735(por exemplo, em branco se a transação não for uma violação); uma disposi-ção de transação 1740 (por exemplo, em branco se a transação não for umaviolação); um intervalo de tempo entre a última transação e a transação atualde acordo com as estampas de tempo de transação de pista 1745 (por e-xemplo, "2" segundos) e um intervalo de tempo entre a última transação e atransação atual de acordo com as estampas de tempo de imagem de combi-nação 1750 (por exemplo, "2" segundos).
A interface de usuário 1700 pode ser configurada para incluir umbotão, um ícone ou um outro elemento de interface (não mostrado) selecio-nável para a geração de um gráfico que mostra o desvio de estampa detempo entre a estampa de tempo de arquivo de imagem / sensor e a estam-pa de tempo de entrada de transação para um ou mais pares combinados.Por exemplo, a figura 18 mostra um exemplo 1800 de um gráfico de barrasconfigurado para indicar a diferença no tempo entre a estampa de tempo detransação de pista para uma transação e a estampa de tempo do arquivo deimagem / sensor correspondente para a mesma transação. Se a diferençano tempo estiver acima de um limite predeterminado, tal como, por exemplo,um segundo, a transação poderá ser considerada combinada de forma ruim,problemática e/ou anômala. O gráfico de barras 1800 mostra que a transa-ção rotulada "transação 4" tem uma diferença de estampa de tempo maiordo que um segundo e, portanto, pode ser julgada anômala.
Gráficos de barras, como o gráfico de barras 1800, são particu-larmente úteis pelo fato de eles permitirem que um usuário rapidamente, emum olhar, determine a acurácia do processo de combinação e se concentrenas transações combinadas de forma ruim, problemáticas e/ou anômalas.
Em algumas implementações, o gráfico reflete diferenças de tempo apósuma compensação pelos deslocamentos entre o relógio interno do módulode aquisição de imagem 1024 e o relógio interno do sistema de transação depista 1020.
A interface de usuário 1700 também pode ser configurada paraincluir um botão, um ícone ou um outro elemento de interface selecionávelpara a geração de um gráfico que mostra os intervalos de tempo entre tran-sações atuais e precedentes, conforme refletido pelas estampas de tempode arquivo de imagem / sensor e os intervalos de tempo entre transaçõesatuais e precedentes conforme refletido pelas estampas de tempo de entra-da de transação. Por exemplo, a figura 19 mostra um exemplo 1900 de umgráfico de barras que atribui a cada transação um par de barras, uma tendouma altura que reflete o intervalo de tempo entre as transações atuais e pre-cedentes, conforme determinado a partir de estampas de tempo de entradade transação e a outra tendo uma altura que reflete o intervalo de tempo en-tre as transações atuais e precedentes, conforme determinado a partir deestampas de tempo de arquivo de imagem / sensor.
Se a diferença nas alturas dos dois gráficos de barras associa-dos à mesma transação indicar uma diferença no tempo acima de um limitepredeterminado, tal como, por exemplo, quatro segundos, a transação pode-rá ser considerada combinada de forma ruim, problemática e/ou anômala. Ográfico de barras 1900 não mostra qualquer transação associada a duas bar-ras que difira na altura em quatro ou mais segundos. Ao invés disso, elemostra diferenças de 0 segundo, 1 segundo, 1 segundo e 1 segundo, res-pectivamente, para as transações 1 a 4. Assim sendo, o gráfico de barras1900 indica que todas as quatro transações estão apropriadamente combi-nadas com respeito a este critério. Como o gráfico de barras 1800, o gráficode barras 1900 permite que um usuário rapidamente determine, em um o-lhar, a acurácia do processo de combinação e se concentre nas transaçõescombinadas de forma ruim, problemáticas e/ou anômalas.
Com referência de volta à figura 16, o módulo de processamentode imagem 1025 identifica os veículos em violação a partir dos arquivos deimagem / sensor de violação e, opcionalmente, a partir dos dados relaciona-dos à transação na entrada de transação de violação (1626). O módulo deaquisição de imagem 1024 pode realizar esta identificação usando quaisquerou todos os métodos descritos previamente. Uma vez que um veículo emviolação tenha sido identificado para cada transação de violação, o módulode processamento de imagem 1025 envia os dados de veículo identificado erelacionados à transação associados para o agente de tributação 1022 paraprocessamento, conforme descrito em outro lugar (por exemplo, com respei-to às figura 3 e 4) (1628).
As aplicações acima representam exemplos ilustrativos das téc-nicas mostradas expostas que podem ser empregadas em outras aplica-ções. Ainda, os vários aspectos e técnicas mostradas (incluindo sistemas eprocessos) podem ser modificados, combinados no todo ou em parte unscom os outros, suplementados ou apagados de outra forma para a produçãode implementações adicionais.
Os sistemas e técnicas descritos aqui podem ser implementadosem um circuito eletrônico digital ou em um hardware, um firmware, um soft-ware de computador ou em combinações deles. Os sistemas e técnicas des-critos aqui podem ser implementados como um produto de programa decomputador, isto é, um programa de computador concretizado de forma tan-gível em um portador de informação, por exemplo, em um dispositivo de ar-mazenamento que pode ser lido em máquina ou em um sinal propagado,para execução por ou para controle da operação do aparelho de processa-mento de dados, por exemplo, um processador programável, um computa-dor ou múltiplos computadores. Um programa de computador pode ser escri-to em qualquer forma de linguagem de programação, incluindo linguagenscompiladas ou interpretadas, e pode ser empregado de qualquer forma, in-cluindo como um programa independente ou como um módulo, componente,sub-rotina ou outra unidade adequada para uso em um ambiente de compu-tação. Um programa de computador pode ser empregado para ser executa-do em um computador ou em múltiplos computadores em um local ou distri-buído através de múltiplos locais e interconectado por uma rede de comuni-cação.
As etapas de método dos sistemas e técnicas descritos aqui po-dem ser realizadas por um ou mais processadores programáveis executandoum programa de computador para a realização de funções da invenção pelaoperação em dados de entrada e geração de saída. As etapas de métodotambém podem ser realizadas por e um aparelho da invenção pode ser im-plementado como um circuito lógico de finalidade especial, por exemplo, umFPGA (arranjo de porta programável de campo) ou um ASIC (circuito inte-grado específico de aplicação).
Os processadores adequados para a execução de um programade computador incluem, a título de exemplo, microprocessadores de finali-dade geral e especial, e quaisquer um ou mais processadores de qualquertipo de computador digital. Geralmente, um processador receberá instruçõese dados a partir de uma memória apenas de leitura ou de uma memória deacesso randômico ou de ambas. Os elementos típicos de um computadorsão um processador para execução de instruções e um ou mais dispositivosde memória para o armazenamento de instruções e dados. Geralmente, umcomputador também incluirá ou será operativamente acoplado para receberdados de ou transferir dados para, ou ambos, um ou mais dispositivos dearmazenamento de massa para armazenamento de dados, por exemplo,discos magnéticos, magnético-óticos ou discos óticos. Os portadores de in-formação adequados para a concretização de instruções de programa decomputador e dados incluem todas as formas de memória não volátil, inclu-indo, a título de exemplo, dispositivos de memória de semicondutor, por e-xemplo, EPROM, EEPROM e dispositivos de memória flash; discos magné-ticos, tais como discos rígidos internos e discos removíveis; discos magnéti-co-óticos; e discos CD-ROM e DVD-ROM. O processador e a memória po-dem ser suplementados por ou incorporados em um circuito lógico de finali-dade especial.
Para a provisão de interação com um usuário, os sistemas etécnicas descritos aqui podem ser implementados em um computador tendoum dispositivo de exibição, tal como um monitor de CRT (tubo de raios cató-dicos) ou de LCD (visor de cristal líquido), para a exibição de uma informa-ção para o usuário, e um teclado e um dispositivo de apontar, tal como ummouse ou um trackball por meio do qual o usuário pode prover entradas parao computador. Outros tipos de dispositivos podem ser usados para a provi-são de uma interação com um usuário também; por exemplo, um feedbackprovido para o usuário pode ser qualquer forma de feedback sensorial, talcomo um feedback visual, um feedback auditivo ou um feedback tátil; e umaentrada do usuário pode ser recebida de qualquer forma, incluindo uma en-trada acústica, de fala ou tátil.
Os sistemas e as técnicas descritos aqui podem ser implemen-tados em um sistema de computação que inclui um componente de back-end, por exemplo, um servidor de dados, ou que inclui um componente demiddleware, por exemplo, um servidor de aplicativo, ou que inclui um com-ponente de front-end, por exemplo, um computador cliente tendo uma inter-face gráfica de usuário ou um navegador da web através do qual um usuáriopode interagir com uma implementação da invenção, ou qualquer combina-ção desses componentes de back-end, middleware ou front-end. Os compo-nentes do sistema podem ser interconectados por qualquer forma ou meiode comunicação de dados digitais, por exemplo, uma rede de comunicação.Os exemplos de redes de comunicação incluem uma rede de área local("LAN"), uma rede de área ampla ("WAN") e a Internet.
O sistema de computação pode incluir clientes e servidores. Umcliente e um servidor geralmente são remotos um do outro e tipicamente in-teragem através de uma rede de comunicação. A relação de cliente e servi-dor surge em virtude de programas de computador rodando nos respectivoscomputadores e tendo uma relação cliente - servidor um com o outro.
Outras implementações estão no escopo das reivindicações aseguir.
Claims (26)
1. Método de identificação de um veículo em um sistema de pe-dágio, o método compreendendo:o acesso a um conjunto de entradas de transação de pedágio,cada entrada no conjunto designando uma transação de pedágio entre umveículo e o sistema de pedágio e incluindo um descritor de transação e umaestampa de tempo de transação;o acesso a uma série de fotos de transação de pedágio, a sérieincluindo uma pluralidade de fotos, cada uma das quais estando associada auma estampa de tempo de foto;a identificação de uma entrada de transação de pedágio a partirdo conjunto como uma entrada de transação de violação com base no des-critor de transação;a seleção de uma foto de transação de pedágio a partir da série;a comparação, usando um dispositivo de processamento, daestampa de tempo de transação da transação de violação com a estampa detempo de foto da foto de transação de pedágio selecionada; ea identificação da foto de transação de pedágio selecionada co-mo uma foto de violação correspondente à entrada de transação de violaçãocom base em um resultado da comparação.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que as estam-pas de tempo de transação incluídas no conjunto de entradas de transaçãode pedágio e as estampas de tempo de foto associadas à pluralidade de fo-tos são baseadas em relógios independentes.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que acessar oconjunto de entradas de transação de pedágio compreende receber o con-junto de entradas de transação de pedágio a partir de um sistema de transa-ção de pista.
4. Método, de acordo com a reivindicação 3, em que acessar asérie de fotos de transação de pedágio compreende receber a série de fotosde transação de pedágio a partir de um sistema de formação de imagem queé independente do sistema de transação de pista.
5. Método, de acordo com a reivindicação 4, em que o sistemade formação de imagem que é independente do sistema de transação depista compreende o sistema de formação de imagem não receber sinais dosistema de transação de pista.
6. Método, de acordo com a reivindicação 4,em que o sistema de formação de imagem que é independentedo sistema de transação de pista compreende o sistema de formação deimagem tendo um relógio interno que é independente de um relógio internodo sistema de transação de pista, eem que as estampas de tempo de transação incluídas no con-junto de entradas de transação de pedágio são geradas com base no relógiointerno do sistema de transação de pista e as estampas de tempo de fotoassociadas à pluralidade de fotos são geradas com base no relógio internodo sistema de formação de imagem.
7. Sistema para a identificação de um veículo em um sistema depedágio, o sistema compreendendo:um módulo de acesso configurado para:acessar um conjunto de entradas de transação de pedágio,cada entrada no conjunto designando uma transação de pedágio entre umveículo e o sistema de pedágio e incluindo um descritor de transação e umaestampa de tempo de transação, eacessar uma série de fotos de transação de pedágio, a sérieincluindo uma pluralidade de fotos, cada uma das quais estando associada auma estampa de tempo de foto;um primeiro módulo de identificação configurado para identificaruma entrada de transação de pedágio a partir do conjunto com uma entradade transação de violação, com base no descritor de transação;um módulo de seleção configurado para comparar a estampa detempo de transação da transação de violação com a estampa de tempo defoto da foto de transação de pedágio selecionada; eum segundo módulo de identificação configurado para identificara foto de transação de pedágio selecionada como uma foto de violação cor-respondente à entrada de transação de violação, com base em um resultadoda comparação.
8. Sistema, de acordo com a reivindicação 7, em que o módulode acesso é configurado para acessar o conjunto de entradas de transaçãode pedágio ao receber o conjunto de entradas de transação de pedágio apartir de um sistema de transação de pista.
9. Sistema, de acordo com a reivindicação 8,em que o módulo de acesso é configurado para acessar a sériede fotos de transação de pedágio ao receber a série de fotos de transaçãode pedágio a partir de um sistema de formação de imagem que é indepen-dente do sistema de transação de pista, eem que o sistema de formação de imagem que é independentedo sistema de transação de pista compreende o sistema de formação deimagem não recebendo sinais a partir do sistema de transação de pista.
10. Método de identificação de um veículo em um sistema depedágio, o método compreendendo:o acesso a um conjunto de entradas de transação de pedágio,cada entrada no conjunto designando uma transação de pedágio entre umveículo e o sistema de pedágio, e incluindo um descritor de transação e umaestampa de tempo de transação;o acesso a uma série de fotos de transação de pedágio, a sérieincluindo uma pluralidade de fotos, cada uma das quais estando associada auma estampa de tempo de foto;a identificação de uma entrada de transação de pedágio a partirdo conjunto como uma entrada de transação de violação, com base no des-critor de transação;a seleção de um grupo de entradas de transação de pedágio apartir de dentre o conjunto de entradas de transação de pedágio com basena estampa de tempo da entrada de transação de violação;a seleção de um grupo de fotos de transação de pedágio a partirda série de fotos de transação de pedágio com base no grupo selecionadode entradas de transação de pedágio; ea identificação de uma foto de transação de pedágio a partir dogrupo de fotos de transação de pedágio como uma foto de violação corres-pondente à entrada de transação de violação pela associação do grupo deentradas de transação de pedágio ao grupo de fotos de transação de pedágio.
11. Método, de acordo com a reivindicação 10, em que a sele-ção do grupo de entradas de transação de pedágio a partir de dentre o con-junto de entradas de transação de pedágio compreende:a identificação de um primeiro espaço de tempo entre as estam-pas de tempo de transação de entradas de transação de pedágio seqüenci-ais cronologicamente do conjunto de entradas de transação de pedágio, asentradas de transação de pedágio seqüenciais cronologicamente ocorrendoantes da entrada de transação de violação identificada; ea adição de uma entrada de transação de pedágio ao grupo deentradas de transação de pedágio, se a entrada de transação de pedágioincluir uma estampa de tempo de transação caindo em uma janela de tempocomeçando em um tempo correspondente a uma estampa de tempo de umaentrada de transação imediatamente seguindo-se ao primeiro espaço detempo identificado e terminando em um tempo correspondente à estampa detempo de transação da entrada de transação de violação identificada.
12. Método, de acordo com a reivindicação 11, em que a sele-ção do grupo de entradas de transação de pedágio a partir de dentre o con-junto de entradas de transação de pedágio ainda compreende a adição deuma entrada de transação de pedágio ao grupo de entradas de transação depedágio, se a entrada de transação de pedágio incluir uma estampa de tem-po de transação que caia em uma janela de tempo começando em um tem-po correspondente à estampa de tempo de transação da entrada de transa-ção de violação identificada e terminando após um tempo correspondente auma quantidade de tempo predeterminada após a estampa de tempo detransação da entrada de transação de violação identificada.
13. Método, de acordo com a reivindicação 12, em que a sele-ção do grupo de fotos de transação de pedágio compreende:a seleção a partir da série de fotos de transação de pedágio deuma foto de transação de pedágio correspondente à entrada de transaçãoimediatamente se seguindo ao primeiro espaço de tempo identificado; ea adição de uma foto de transação de pedágio ao grupo de fotosde transação de pedágio, se a foto de transação de pedágio estiver associa-da a uma estampa de tempo de foto caindo em uma janela de tempo quecomeça em um tempo correspondente à estampa de tempo de foto associa-da à foto de transação de pedágio selecionada e terminando no tempo pre-determinado se seguindo à estampa de tempo de transação da entrada detransação de violação identificada.
14. Método, de acordo com a reivindicação 11, em que a sele-ção do grupo de entradas de transação de pedágio a partir de dentre o con-junto de entradas de transação de pedágio ainda compreende:a identificação de um segundo espaço de tempo que tem umaduração predeterminada de tempo entre as estampas de tempo de transa-ção das entradas de transação de pedágio seqüenciais cronologicamente doconjunto de entradas de transação de pedágio, as entradas de transação depedágio seqüenciais cronologicamente ocorrendo após a entrada de transa-ção de violação identificada; ea adição de uma entrada de transação de pedágio ao grupo deentradas de transação de pedágio, se a entrada de transação de pedágioincluir uma estampa de tempo de transação caindo em uma janela de tempocomeçando em um tempo correspondente à estampa de tempo de transaçãoda entrada de transação de violação identificada e terminando em um tempocorrespondente a uma estampa de tempo de uma entrada de transação i-mediatamente precedendo ao segundo espaço de tempo identificado.
15. Método, de acordo com a reivindicação 14, em que a etapade seleção de fotos de transação de pedágio compreende:a seleção a partir da série de fotos de transação de pedágio deuma primeira foto de transação de pedágio correspondente à entrada detransação imediatamente se seguindo ao primeiro espaço de tempo identificado;a seleção a partir da série de fotos de transação de pedágio deuma segunda foto de transação de pedágio correspondente à entrada detransação imediatamente precedendo o segundo espaço de tempo identifi-cado; ea adição de uma foto de transação de pedágio ao grupo de fotosde transação de pedágio, se a foto de transação de pedágio estiver associa-da a uma estampa de tempo de foto caindo em uma janela de tempo come-çando em um tempo correspondente à estampa de tempo de foto associadaà primeira foto de transação de pedágio selecionada e terminando em umtempo correspondente à estampa de tempo de foto associada à segundafoto de transação de pedágio selecionada.
16. Método, de acordo com a reivindicação 10, em que a sele-ção do grupo de entradas de transação de pedágio a partir de dentre o con-junto de fotos de transação de pedágio compreende:a seleção a partir do conjunto de entradas de transação de pe-dágio de uma entrada de transação de pedágio designando uma transaçãode pedágio entre o sistema de pedágio e um veículo que foi positivamenteidentificado, a entrada de transação de pedágio selecionada incluindo umaestampa de tempo de transação que é anterior no tempo a uma estampa detempo de transação incluída na entrada de transação de violação identificada; ea adição de uma entrada de transação de pedágio ao grupo deentradas de transação de pedágio, se a entrada de transação de pedágioincluir uma estampa de tempo de transação que caia em uma janela de tem-po começando em um tempo correspondente à estampa de tempo da tran-sação de pedágio selecionada e terminando em um tempo correspondente àestampa de tempo de transação da entrada de transação de violação identi-ficada.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16, em que a sele-ção do grupo de entradas de transação de pedágio a partir de dentre o con-junto de entradas de transação de pedágio ainda compreende a adição deuma entrada de transação de pedágio ao grupo de entradas de transação depedágio, se a entrada de transação de pedágio incluir uma estampa de tem-po de transação caindo em uma janela de tempo que começa em um tempocorrespondente à estampa de tempo de transação da entrada de transaçãode violação identificada e terminando em um tempo predeterminado seguin-do-se à estampa de tempo de transação da entrada de transação de viola-ção identificada.
18. Método, de acordo com a reivindicação 10, em que a identifi-cação de uma foto de transação de pedágio a partir do grupo de fotos detransação de pedágio como uma foto de violação inclui a associação emuma base uma a uma de cada foto de transação de pedágio no grupo defotos de transação de pedágio a cada entrada de transação de pedágio nogrupo de entradas de transação de pedágio.
19. Método, de acordo com a reivindicação 18, em que a associ-ação em uma base uma a uma de cada foto de transação de pedágio a cadaentrada de transação de pedágio inclui:a ordenação, em ordem cronológica seqüencial, das entradas detransação de pedágio no grupo de entradas de transação de pedágio combase nas estampas de tempo de transação de pedágio;a ordenação, em ordem cronológica seqüencial, das fotos detransação de pedágio no grupo de fotos de transação de pedágio, com basenas estampas de tempo e foto;a associação de cada entrada de transação de pedágio a umlugar na ordem de entrada de transação de pedágio;a associação de cada foto de transação de pedágio a um lugarna ordem de foto de transação de pedágio;a seleção de uma entrada de transação de pedágio; ea associação da entrada de transação de pedágio selecionada auma foto de transação de pedágio condicionado à entrada de transação depedágio estar associada a um lugar na ordem de entrada de transação depedágio que corresponde ao lugar na ordem de foto de transação de pedá-gio associada à foto de transação de pedágio.
20. Método, de acordo com a reivindicação 19, que ainda com-preende a inserção de entradas de transação de pedágio adicionais no gru-po de entradas de transação de pedágio, se o número de entradas de tran-sação de pedágio no grupo de entradas de transação de pedágio for menordo que o número de fotos de transação de pedágio no grupo de fotos detransação de pedágio.
21. Método, de acordo com a reivindicação 19, que ainda com-preende a inserção de fotos de transação de pedágio no grupo de fotos detransação de pedágio, se o número de fotos de transação de pedágio nogrupo de fotos de transação de pedágio for menor do que o número de en-tradas de transação de pedágio no grupo de entradas de transação de pe-dágio.
22. Método, de acordo com a reivindicação 19, que ainda com-preende a designação da entrada de transação de pedágio selecionada e dafoto de transação de pedágio associada como combinadas de forma impró-pria, condicionado a uma diferença entre a estampa de tempo de transaçãoda entrada de transação de pedágio selecionada e a estampa de tempo defoto da foto de transação de pedágio associada ser maior do que um valorpredeterminado.
23. Método, de acordo com a reivindicação 19, que ainda compreende:o cálculo de um intervalo de tempo entre duas transações combase nas estampas de tempo de transação de pedágio de duas entradas detransação de pedágio seqüenciais cronologicamente;o cálculo de um intervalo de tempo correspondente entre duastransações com base nas estampas de tempo de foto de duas fotos de pe-dágio seqüenciais cronologicamente, as duas fotos de pedágio seqüenciaiscronologicamente estando associadas às duas entradas de transação depedágio seqüenciais cronologicamente; ea designação das duas fotos de pedágio seqüenciais cronologi-camente e das duas entradas de transação de pedágio seqüenciais cronolo-gicamente como combinadas de forma imprópria, condicionado a uma dife-rença entre o intervalo de tempo e o intervalo de tempo correspondente sermaior do que um valor predeterminado.
24. Método, de acordo com a reivindicação 19, em que a identifi-cação de uma foto de transação de pedágio a partir do grupo de fotos detransação de pedágio como uma foto de violação inclui a designação como afoto de violação de uma foto de transação de pedágio associada a um lugarna ordem de foto de transação de pedágio que corresponde a um lugar naordem de entrada de transação de pedágio associada à entrada de transa-ção de violação.
25. Sistema para a identificação de um veículo em um sistemade pedágio, o sistema compreendendo:um módulo de acesso configurado para:acessar um conjunto de entradas de transação de pedágio, cadaentrada no conjunto designando uma transação de pedágio entre um veículoe o sistema de pedágio e incluindo um descritor de transação e uma estam-pa de tempo de transação; eacessar uma série de fotos de transação de pedágio, a série in-cluindo uma pluralidade de fotos, cada uma das quais estando associada auma estampa de tempo de foto;um primeiro módulo de identificação configurado para identificaruma entrada de transação de pedágio a partir do conjunto como uma entra-da de transação de violação, com base no descritor de transação;um módulo de seleção configurado para:selecionar um grupo de entradas de transação de pedágio a par-tir de dentre o conjunto de entradas de transação de pedágio, com base naestampa de tempo da entrada de transação de violação; eselecionar um grupo de fotos de transação de pedágio a partirda série de fotos de transação de pedágio com base no grupo selecionadode entradas de transação de pedágio; eum segundo módulo de identificação configurado para identificaruma foto de transação de pedágio a partir do grupo de fotos de transação depedágio como uma foto de violação correspondente à entrada de transaçãode violação por uma associação do grupo de entradas de transação de pe-dágio ao grupo de fotos de transação de pedágio.
26. Programa de computador que é armazenado em um meioque pode ser lido em máquina e que inclui instruções executáveis em má-quina que, quando aplicadas a uma máquina, fazem com que a máquinarealize um método como definido em qualquer uma da reivindicação 1 até areivindicação 6, ou da reivindicação 10 até a reivindicação 24.
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