BRPI0613105A2 - método para configurar um primeiro sistema dsl, produto de programa de computador e controlador - Google Patents

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BRPI0613105A2
BRPI0613105A2 BRPI0613105-0A BRPI0613105A BRPI0613105A2 BR PI0613105 A2 BRPI0613105 A2 BR PI0613105A2 BR PI0613105 A BRPI0613105 A BR PI0613105A BR PI0613105 A2 BRPI0613105 A2 BR PI0613105A2
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dsl
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BRPI0613105-0A
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John M Cioffi
Wonjong Rhee
Georgios Ginis
Seong Taek Chung
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Adaptive Spectrum & Signal
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Abstract

METODO PARA CONFIGURAR UM PRIMEIRO SISTEMA DSL, PRODUTO DE PROGRAMA DE COMPUTADOR E CONTROLADOR. Configurar ou de outro modo controlar parâmetros de um sistema de DSL relacionados a potência, utilização de banda e margem é baseado em dados operacionais coletados. Dados operacionais são coletados a partir de pelo menos um sistema DSL que opera sob uma configuração e/ou perfil conhecido. Um perfil visado é selecionado com base na informação de nível de vinculador. Os dados operacionais coletados são analisados e as condições para mudar a configuração de sistema DSL para o perfil visado são avaliadas, incluindo quaisquer regras de transição aplicáveis pertinentes à mudança de perfis. Se as condições se mantiverem, então o sistema DSL é instruído para operar com o perfil visado. Informação de nível de vinculador pode incluir informação de ponto de desdobramento, informação de topologia, e/ou informação de acoplamento de linha cruzada. Os parâmetros controlados podem ter valores que são escolhidos utilizando-se um ou mais métodos de equilíbrio de espectro. Esses métodos de equilíbrio de espectro podem ser executados esporadicamente, e podem utilizar toda a informação de nível de vinculador que está disponível.

Description

MÉTODO PARA CONFIGURAR UM PRIMEIRO SISTEMA. DSL, PRODUTODE PROGRAMA DE COMPUTADOR E CONTROLADOR
Campo da Invenção
Refere-se a presente invenção de uma ma-neira geral a métodos, sistemas e aparelhos para geren-ciar sistemas de comunicações. Mais especificamente,esta invenção refere-se ao controle adaptativo de vá-rios parâmetros de transmissão, incluindo, sendo quenão se fica limitado aos mesmos, densidade espectral depotência de transmissão máxima, potência de transmissãoagregada máxima, preferência de banda de transmissão,margem de receptor mínima e máxima, carga de bits de-pendente de freqüência e controles de potência e/ourestrições de carga de bits em sistemas de comunica-ções, tais como sistemas DSL.
Descrição da Ténica Relacionada
As tecnologias de linha de assinante digi-tal (DSL) proporcionam largura de banda potencialmentelarga para comunicação digital sobre linhas de assinan-te telefônicas existentes (referidas como laços e/ou aplanta de cobre). As linhas de assinantes de telefonespodem proporcionar esta largura de banda apesar do seutraçado original somente para comunicação analógica debanda de voz. Em particular, DSL assimétrica (ADSL)pode ajustar-se às características da linha de assinan-te pela utilização de um código de linha de multi-tonsdistintos (DMT) que designa um número de bits para cadatom (ou sub-portadora), que pode ser ajustado às condi-ções de canal conforme determinado durante treinamentoe inicialização dos modems (tipicamente transceptoresque funcionam tanto como transmissores, quanto como re-ceptores) em cada extremidade da linha de assinante. Aatribuição adaptativa pode continuar durante a trans-missão de dados ativos em canais ou linhas que variamcom o tempo, utilizando-se um processo freqüentementechamado de "permuta dinâmica de bits" que utiliza umcanal reverso seguro de velocidade relativamente baixapara informar o transmissor de mudanças de atribuição.
Ruido de impulso, outro ruido e outrasfonts de erro podem prejudicar substancialmente a exa-tidão dos dados transmitidos por DSL e outros sistemasde comunicações. Desenvolveram-se várias técnicas pa-ra reduzir, evitar e/ou reparar o dano feito nos dadospor esse erro durante a transmissão. Estas técnicasde redução/evitação/concerto de erro têm customs dedesempenho para um sistema de comunicações em que elassão usadas. Como é amplamente conhecido na técnica,niveis inadequados de transmissão de potência conduzema erros porque a potência de transmissão não é sufici-entemente para superar o ruido e outra interferênciaem um determinado canal. Estes erros conduzem a dadosperdidos e/ou à necessidade de re-transmissão de da-dos, em alguns momentos diversas vezes. Para preveniresses erros, os sistemas utilizam potência de trans-missão extra que resulta em margens acima de uma rela-ção sinal-para-ruido conhecida ou calculada (SNR) queassegura transigência com uma taxa de erro aceitável.
Entretanto, níveis de transmissão de po-tência excessivamente altos conduzem a outros proble-mas. Por exemplo, o uso de potência de transmissãoacima de níveis necessaries significa que o sistema decomunicações está sendo operado de forma mais dispen-diosa, em detrimento de todos os usuários. Além dis-so, o uso de uma ou mais linhas de potência de trans-missão excessiva pode gerar fortes problemas de linhacruzada e de interferência nas linhas próximas. Linhacruzada é interferência e/ou ruído de sinal indesejadopassado eletromagneticamente entre linhas que compar-tilham do mesmo ou de vinculadores adjacentes. A li-nha cruzada pode ser classificada como linha cruzadana extremidade distante (FEXT) ou linha cruzada na ex-tremidade próxima (NEXT). A FEXT é particularmenteprejudicial em determinadas configurações de laço comcomprimentos diferentes. Uma situação dessas é quandoum primeiro serviço de DSL (por exemplo, um laço oulinha de DSL) é desenvolvido a partir de um escritóriocentral (CO) e um segundo serviço de DSL é desenvolvi-do a partir de um terminal remoto (RT), uma interfacede acesso de serviço (SAI), uma unidade de rede óptica(ONU), um pedestal ou qualquer outro local fora de umCO. Nessas situações, a FEXT proveniente do serviçodesenvolvido do CO pode causar degradação considerávela um serviço desenvolvido a partir de um local não-CO.
Outra situação de FEXT intenso surge com comprimentosde laço de curto a médio, quando uma linha curta podecausar forte interferência no receptor de uma linhamais longa. Uma dessas situações ocorre quando servi-ço de VDSL é desenvolvido em laços com diferentes com-primentos, caso este em que a interferência de linhacruzada FEXT pode ser particularmente intensa na dire-ção de montante. NEXT pode ter um efeito deterioranteem configurações de DSL onde existe alguma superposi-ção entre as bandas usadas para transmissão na direçãode jusante e montante, ou onde existe uma fuga de si-nal proveniente de um transmissor a jusante para umreceptor a montante, ou vice-versa.
Sistemas, dispositivos, métodos e técnicasque permitem aos usuários ajustar e adaptar margens depotência de transmissão, densidades espectrais de po-tência, e assemelhados para mudar dinamicamente o am-biente de DSL e situações operacionais representariamum avanço significativo no campo da operação de DSL.
Além disso, monitoração e avaliação da potência, mar-gens e outras usadas no ambiente e operação de DSL poruma entidade independente pode ajudar, orientar e (emdeterminados casos) controlar as atividades e equipa-mento de usuário, e de forma assemelhada representariaum avanço significativo no campo da operação de DSL.
Breve Sumário da Invenção
Configurar ou de outro modo controlar, pa-râmetros de um sistema de DSL relacionado a potência,utilização de banda e margem é baseado em dados opera-cionais coletados. Dados operacionais são coletadospara pelo menos um sistema de DSL que opera sob umaconfiguração e/ou perfil conhecidos. Um perfil visadoé selecionado com base em informação de nivel de vincu-lador. Os dados operacionais coletados são analisadose condições para mudarem a configuração de sistema deDSL para o perfil visado e são avaliadas, incluindoquaisquer regras de transição aplicáveis concernentesà alteração de perfis. Se as condições se mantêm, en-tão o sistema de DSL é instruído para operar com operfil visado. Informação de nível de vinculador podeincluir informação de ponto de desenvolvimento, infor-mação de topologia, e/ou informação de acoplamento delinha cruzada. Dados operacionais coletados podem in-cluir parâmetros de modem reportados e/ou capacidadesde modem disponíveis, tais como procedimentos de cargade bits, prioridades de serviço de DSL e outros asse-melhados. Os parâmetros controlados podem ter valoresque são escolhidos utilizando-se um ou mais métodos deequilíbrio de espectro. Esses métodos de equilíbriode espectro podem ser executados não-freqüentemente, epodem fazer uso de toda a informação de nível de vin-culador que se encontre disponível e/ou de dados ope-racionais coletados.
Concretizações da presente invenção inclu-em aparelhos e outros dispositivos configurados paraexecutarem e/ou realizarem os métodos anteriormentemencionados. Por exemplo, métodos de acordo com apresente invenção podem ser realizados por um contro-lador, um Centro de Centro de DSM, um modem "inteli-gente", um otimizador de DSL Otimizador de, um Centrode Gerenciamento de Espectro (SMC), um sistema de com-putador e outros assemelhados. Além disso, são igual-mente expostos produtos de programa de computador paraa realização destes métodos.
Outros detalhes e vantagens da invençãosão proporcionados na descrição detalhada seguinte enas figuras de desenhos associadas.
Breve Descrição das Diversas Figuras dos Desenhos
A presente invenção será mais facilmentecompreendida pela descrição detalhada seguinte em con-junto com os desenhos anexos, em que números de refe-rência iguais designam elementos estruturais iguais, eem que:
A Figura IA é um sistema de modelo de re-ferência de blocos esquemático de acordo com o padrãoG.997.1.
A Figura IB é um outro sistema de modelode referência de blocos esquemático.
A Figura 2 é um diagrama de blocos esque-mático de um desenvolvimento de DSL exemplificativo,genérico.
A Figura 3A é um controlador que incluiuma unidade de controle baseada em modelo de acordo comuma concretização da presente invenção.
A Figura 3B é um otimizador de DSL de a-cordo com uma concretização da presente invenção.
A Figura 4 representa um fluxograma de mé-todos de acordo com uma ou mais concretizações da pre-sente invenção.
A Figura 5 é outro fluxograma de métodosde acordo com uma ou mais concretizações da presenteinvenção.
A Figura 6 mostra o traçado e/ou seleçãode uma ou mais matrizes de transição e perfis permissí-veis para o uso em conexão com concretizações da pre-sente invenção.
A Figura 7 é uma regra global exemplifica-tiva que utiliza várias sub-regras para produzir umadecisão quanto a se um perfil visado é viável ou não emalgumas concretizações.
A Figura 8 é um fluxograma que mostra umaou mais concretizações da presente invenção em que éavaliada a operação de transição de uma linha de DSL ououtra linha de comunicações de um estado corrente paraum ou mais estados visados.
A Figura 9 é um diagrama de estado exem-plificativo para o uso em conexão com concretizações dapresente invenção.
A Figura 10 é um conjunto exemplificativode perfis de linha de DSL.
A Figura 11 é um diagrama de blocos de umsistema de computador tipico adequado para implementarconcretizações da presente invenção.Descrição Detalhada da Invenção
A descrição detalhada seguinte da in-venção fará referência a uma ou mais concretizaçõesda invenção, mas não fica limitada a essas concreti-zações. Em vez disso, a descrição detalhada desti-na-se a ser meramente ilustrativa. Aqueles versadosna técnica apreciarão facilmente que a descrição de-talhada dada neste contexto com relação às figuras éproporcionada para propósitos explanatórios, uma vezque a invenção estende-se além destas concretizaçõeslimitadas.
Deverá ter-se em mente que os aspectos es-pecíficos proporcionados neste contexto têm propósitomeramente ilustrativo e que a presente invenção é maisampla do que qualquer exemplo. Conseqüentemente, apresente invenção deverá ser considerada tão amplamen-te quanto for possível e permitido.
De uma maneira geral, concretizações dapresente invenção serão descritas em conexão com a o-peração de um sistema de DSL dotado de um controlador(por exemplo, um sistema de computador ou processadorde controle, que poderá ser ou não embutido em um DS-LAM ou Nó de Acesso de DSL ou outro elemento de rede,um modem "inteligente", um gerenciador de espectro di-nâmico, um otimizador de DSL, um Centro de Gerencia-mento de Espectro (SMC), e/ou um Centro de Gerencia-mento de Espectro Dinâmico (Centro DSM) tal como des-crito em publicações e and outros documents referentesa este campo, ou qualquer outro dispositivo e/ou enti-dade de controle adequado, incluindo um sistema decomputador). Quando se utiliza o termo "controlador"neste contexto, pretende-se significar qualquer um outodos estes e quaisquer outros meios de controle ade-quados. Um controlador pode ser uma única unidade oucombinação de componentes que são um sistema, disposi-tivo ou combinação de dispositivos implementados porcomputador que executam as funções que se encontramdescritas adiante.
Tal como será compreendido por aquelesversados na técnica, depois das leitura da presentexposição, concretizações da presente invenção podem seradaptadas para operarem em vários DSL e em outros sis-temas de comunicações conhecidos daqueles versados natécnica. A dynamic spectrum manager ou controladorque gerencia um sistema de comunicações utilizando umaou mais concretizações da presente invenção pode serum fornecedor de serviços e/ou operador (que em algunscasos pode ser um CLEC, ILEC ou outro fornecedor deserviços) ou pode ser um conjunto telefônico parcial-mente ou completamente independente do operador(s) dosistema.
De uma maneira geral, quando mais parâme-tros são monitorados e ajustáveis em um sistema deDSL, em vez de ser estaticamente fixo, o desempenhopode ser aperfeiçoado, freqüentemente de forma dramá-tica (por exemplo, podem ser realizadas taxas de dadosmais altas, mais usuários podem ser atendidos, menospotência pode ser consumida, e assim por diante) . Ouseja, se configurações de sistemas são estabelecidosde forma adaptativa como uma função do histórico dedesempenho e de outra informação acerca de uma linhaou canal, mudanças adaptativas para a operação do sis-tema podem aperfeiçoar as taxas de dados e outros ser-viço para usuários. Sistemas de acordo com concreti-zações da presente invenção que aceitam e analisammais entradas e tornam-se, em essência, funções dinâ-micas de uns poucos parâmetros baseados na observaçãoe processamento de muitos outros parâmetros observadose histórico do desempenho de linha constituem um aper-feiçoamento significativo neste campo.
Para reduzir problemas de desempenho devários tipos, incluindo interferência de linha cruza-da, muitos sistemas de comunicações limitam a potênciaque pode ser usada pelos transmissores que enviam da-dos dentro de um determinado sistema. A margem dosistema de transmissão é o nivel de potência de trans-missão (tipicamente expressa em dB) sobre uma potênciamínima necessária para se conseguir um desempenho de-sejado (por exemplo, uma taxa de erro de bit de limi-te, ou BER, do sistema). A meta básica é usar potên-cia suficiente para superar e/ou compensar erros indu-zidos por ruído e erros induzidos por interferência,ao mesmo tempo em que se reduz ao mínimo a potêncianecessária para transmissão para reduzir os problemaspotenciais ocasionados por niveis de potência detransmissão excessivos. Em muitos casos, entretanto,fabricantes de equipamentos, operadores de sistemas eoutros utilizam essa potência excessiva (conduzindo amargens excessivas) em um esforço de proporcionar al-tas taxas de dados e de assumir uma abordagem simplis-ta para tratar com problemas potenciais tais como alinha cruzada.
A presente invenção utiliza informação a-cerca de características de linha de DSL (por exemplo,dados operacionais, conhecimento das modernas capaci-dades de DSL, e outros) para avaliar mais cuidadosa-mente problema aceitável/invalidação de interferência,mitigação, redução, e outros, e taxas de dados em sis-temas e metodologias de adaptação de potência. Estaavaliação mais cuidadosa analisa a informação e/ou da-dos operacionais disponíveis e, então, conjuga e esta-belece modems para operarem sob níveis de transmissãode potência (e, deste modo, margens) que proporciona-rão potência suficiente para transmissão de dados a-ceitável, ao mesmo tempo em que reduz ao mínimo os e-feitos prejudiciais que essa linha cruzada radiada e-letromagneticamente a partir de uma linha de usuáriopode ter em outras linhas de usuário. Mais specifi-cally, concretizações da presente invenção podem gerarparâmetros relacionados com margem e/ou relacionadoscom potência e instruir pelo menos um modem em um parde modems para usar um ou mais desses parâmetros rela-cionados com margem e/ou relacionados com potência pa-ra assistir o par de modems no encontro de um determi-nado objetivo de margem e/ou redução da linha cruzadaradiada em outros pares de modems. Um "parâmetro re-lacionado com margem" pode incluir (sendo que não sefica necessariamente limitado aos mesmos) parâmetrospara configuração de linha e parâmetros para configu-ração de canal, tais como definidos na recomendaçãoITU-T G.997.1 (G.ploam). 0 parâmetro relacionado commargem pode incluir também controles tais como defini-dos no rascunho ATIS Dynamic Spectrum Management Tech-nical report, NIPP-NAI-028R2. Finalmente, o parâmetrorelacionado com margem pode incluir controles, taiscomo margem de SNR visada por tom, bit-cap por tom,modalidade de cap de margem, PREFBAND e outros.
Em concretizações da presente invenção, aconfiguração e/ou outro controle de parâmetros de sis-tema de DSL relacionados com potência, utilização debanda e margem is baseada em dados operacionais cole-tados. Os dados operacionais são coletados a partirde um ou mais sistemas de DSL que operam com uma oumais configurações correntes e/ou conhecidas (tambémchamadas de perfis), e podem incluir valores de parâ-metro reportados, tais como parâmetros de falha de Ii-nha, parâmetros de inventário de linha, parâmetros demonitoração de desempenho de linha/canal/percurso dedados, teste de linha/canal, parâmetros de diagnósti-cos e de estado. Os dados operacionais também podemincluir capacidades de modem reportadas, indicadas,informadas, ou de outro modo conhecidas incluindo pro-cedimentos de carga de bit, prioridades de serviço demodem, adequação de modem com determinadas regras eoutros. Um perfil visado e/ou potencial é selecionadocom base em on informação de nivel de vinculador (porexemplo, a partir de um conjunto de perfis que sãopermitidos com base na informação de nivel de vincula-dor). Os dados operacionais coletados são analisadose avaliadas as condições para mudança da configuraçãodo sistema de DSL para o perfil visado. Se as condi-ções se mantiverem (isto é, se o perfil visado estádisponível, por exemplo, à luz dos dados operacionaiscoletados, regras de transição de perfil, e outros),então o sistema de DSL é instruído para operar com operfil visado. 0 processo de avaliação das condiçõespode ser repetido para diversos perfis visados. Con-cretizações da presente invenção podem ser usadas emconexão com ADSLl, ADSL2, ADSL2+, VDSL1, VDSL2 e comoutros tipos de equipamentos e sistemas de DSL.
Um controlador também pode coletar a in-formação de nível de vinculador a partir de um sistemado fornecedor de serviços ou operador de rede, tal co-mo um Sistema de Suporte de Operações, uma base de da-dos de mapa de fios, uma base de dados de informaçãode topologia incluindo aqueles que podem estar dispo-níveis de uma maneira geral em máquinas de pesquisa dainternet públicas, uma base de dados m de Sistema deInformação Geográfica (GIS), uma base de dados de cen-tro de DSM, ou qualquer outra fonte adequada. A in-forma çã o de nivel de vinculador pode incluir informa-ção de ponto de desenvolvimento, informação de topolo-gia, e/ou informação de acoplamento de linha cruzada.
Parâmetros controlados podem incluir um valor relacio-nado com PSD ou relacionado com potência, tal como, oparâmetro MAXNOMPSD ou MAXNOMATP usado por váios sis-temas de DSL. Em algumas concretizações, os parâme-tros controlados podem ser uma máscara espectral con-formada para o uso em transmissões e/ou podem ser co-berturas ou limites em carga de bits para freqüênciasusadas nas transmissões entre os modems. Em algunscasos, bandas preferidas podem ser impostas para enca-minhar os modems para favorecer e/ou evitar determina-das freqüências.
Os dados operacionais podem incluir dadoshistóricos relacionados com desempenho anterior dosistema de DSL. Os dados históricos podem ser manti-dos em uma base de dados, biblioteca ou assemelhada.
Os dados operacionais podem incluir ainda dados cole-tados a partir do sistema mais amplo em que opera osistema de DSL, por exemplo a partir de um ou maisMIBs ou outras fontes de dados. Os dados operacionaispodem ser enviados ao controlador por meios de comuni-cação internos e/ou externos ao próprio sistema deDSL. Alguns outros tipos de dados operacionais quepodem ser avaliados incluem dados pertinentes a taxade dados ,taxa de dados máxima alcançável, margem, vio-lações de código e correções de FEC do sistema de DSLe de seus sistemas de DSL vizinhos. Dados operacio-nais adicionais podem incluir indicações de capacida-des de modem ou de recursos de modem, ou de modalida-des de operação de modems. Os modems podem reportaressas indicações em vários estágios durante inicializa-ção de modem DSL, tal como "estabelecimento de comuni-cação" (tal como exposto na recomendação de ITU-TG.994.1 ou G.HS). Essas indicações podem ser propor-cionadas durante operação de modem normal ("tempo deexibição") por meio de mensagens enviadas sobre o ca-nal de operações embutino no modem e reportado para ossistemas de gerenciamento de rede ou Centros de Geren-ciamento de Espectro sobre interfaces tais como defi-nidas em ITU-T Recommendation G.997.1 (também conheci-da como G.PLOAM). Alternativamente, capacidades demodem para vários tipos de modem (identificados pelofabricante de equipamento, fabricante do conjunto demicroplaquetas, versão de suporte lógico inalterável,número de série e outros) podem ser conhecidos a par-tir de bases de dados, bibliotecas, e outros. Os pa-râmetros controlados podem ter valores que são sele-cionados através de métodos de equilíbrio de espectroconhecidos. Em algumas concretizações esses métodossão vantajosamente realizados não-frequentemente, fa-zendo uso de toda a informação de nível de vinculadorque se encontra disponível.A Figura IA mostra a sistema de modelo dereferência, com o qual concretizações da presente in-venção podem ser usadas, de acordo com o padrãoG.997.1 (também conhecido como G.ploam), que é ampla-mente conhecido daqueles versados na técnica. Estemodelo aplica-se a todos os sistemas de DSL que aten-dem a vários padrões que podem ou não incluir divido-res, tais como ADSLl (G.992.1), ADSL-Lite (G.992.2),ADSL2 (G.992.3), ADSL2-Lite G.992.4, ADSL2+ (G.992.5)e o padrão G.993.2 VDSL2. Este modelo também pode seraplicado ao padrão G.993.1 VDSLl, bem como aos padrõesG.991.1 e G.991.2 SHDSL, e a qualquer sistema de DSLcom e sem vinculação.
Este modelo é amplamente conhecido dauelesversados na técnica.
O padrão G.997.1 especifica o gerencia-mento de camada física para sistemas de transmissãoDSL com base no canal de operação incorporado libe-rado (EOC) definido em G.997.1 e uso de bits indica-dores e mensagens de EOC definidos nos padrõesG.99x. Além disso, G.997.1 especifica o teor de e-lementos de gerenciamento de rede para o gerencia-mento de configuração, falha e desempenho. Na rea-lização destas funções, o sistema utiliza uma varie-dade de dados operacionais que ficam disponíveis emum nó de acesso (AN).
Na Figura IA, o equipamento de terminal110 do usuário (por vezes também referido como "e-quipamento de edifício do usuário" ou CPE) está aco-plado a uma rede doméstica 112, a qual por sua vezestá acoplada a uma unidade de término de rede (NT)120. A NT 120 inclui um ATU-R 122 (por exemplo, umtransceptor definido por um dos padrões de ADSL) ouqualquer outro modem de término de rede, transceptorou outra unidade de comunicação que seja adequado.
A NT 120 também inclui uma entidade de gerenciamento(ME) 124. A ME 124 pode ser qualquer disposição dehardware adequado, tal como um microprocessador, mi-cro-controlador, ou máquina de estado de circuito emsuporte lógico inalterável ou hardware, capaz defuncionar conforme requerido por qualquer um dos pa-drões e/ou outros critérios aplicáveis. A ME 124 co-Ieta e armazena dados de desempenho no seu MIB, que éuma base de dados de informação mantida por cada ME,e que pode ser acessada por intermédio de protocolosde gerenciamento de rede, tais como SNMP (SimpleNetwork Management Protocol) , um protocolo de admi-nistração usado para coletar informação a partir deum dispositivo de rede para proporcionar o mesmo paraum console de administrador/programa ou por intermé-dio de comandos de TLl, sendo TLl uma linguagem decomando há muito estabelecida usada para programarrespostas e comandos entre elementos de rede de te-lecomunicações.
Cada ATU-R em um sistema é acoplada auma ATU-C em uma CO ou outra localização central.Na Figura IA, a ATU-C 142 fica localizada em um nóde acesso (AN) 140 em uma CO 146. Uma ME 144, deforma assemelhada, mantém um MIB de dados de desem-penho pertinentes à ATU-C 142. Um AN 140 pode seracoplado a uma rede de banda larga 170 ou outra re-de, tal como será apreciado por aqueles versados natécnica. As ATU-R 122 e ATU-C 142 são acopladas emconjunto por meio de um laço 130, o qual no caso deADSL tipicamente é um par trançado telefônico quetambém transporta outros serviços de comunicações.
Várias das interfaces ilustradas na Fi-gura IA são usadas para se determinarem e coletaremdados de desempenho. A interface-Q 155 proporcionaa interface entre o o Sistema de Gerenciamento de Re-de (NMS) 150 do operador e o ME 144 no AN 140. EsseNMS pode conter dentro ou conectado a um Centro DSM,otimizador DSL, ou qualquer outra entidade controlas-dora do tipo nesta invenção. O padrão G.997.1 espe-cifica parâmetros que se aplicam na interface-Q 155.
Os parâmetros próximos do final no ME 144 são deriva-dos da ATU-C 142, enquanto que os parâmetros de ex-tremidade distante provenientes da ATU-R 122 podemser derivados por qualquer uma das duas interfacessobre a interface-U. Os bits indicadores e mensa-gens de EOC, que são enviados utilizando-se o canalincorporado 132 e são proporcionados na camada dePMD, podem ser usados para gerar os parâmetros deATU-R 122 quando requerido por ME 144. Alternativa-mente, um canal de operações, administração e manu-tenção (OAM) e um protocolo adequado podem ser usa-dos para recuperar os parâmetros a partir de ATU-R122 quando requerido pelo ME 144. De forma asseme-nientes de ATU-C 142 podem ser derivados por qual-quer uma das duas interfaces sobre a interface-U.Bits indicadores e mensagens de EOC, que são propor-cionados na camada de PMD, podem ser usados para ge-rar os parâmetros de ATU-C 142 em ME 124 de NT 120requeridos. Alternativamente, o canal OAM e um pro-tocolo adequado podem ser usados para recuperar osparâmetros a partir de ATU-C 142 quando requeridopor ME 124.
Na interface-U (que é essencialmente olaço 130), existem duas interfaces de gerenciamento,uma em ATU-C 142 (a interface U-C 157) e uma em ATU-R122 (a interface U-R 158). A interface 157 propor-ciona parâmetros de extremidade próxima ATU-C paraATU-R 122 para recuperação sobre a interface-U 130.
De forma assemelhada, a interface 158 proporcionaparâmetros de extremidade próxima ATU-R para ATU-C142 para recuperação sobre a interface-U 130. Osparâmetros que se aplicam podem ser dependentes dopadrão de transceptor que está sendo usado (por exem-plo, G.992.1 ou G.992.2). 0 padrão G.997.1 especi-fica um canal de comunicações de OAM opcional atra-vés da interface-U. Se este canal for implementado,os pares ATU-C e ATU-R podem usar o mesmo paratransporte de mensagens de OAM de camada física.
Desta forma, os transceptores 122, 142 desse sistemacompartilham de vários dados operacionais e de de-sempenho mantidos em seus respectivos MIBs.
0 gerenciador de DSL, controlador, Centrode DSM, otimizador de DSL, e outros, podem ser uma par-te integral de um Nó de Acesso ou DSLAM. A função decontrole pode ser integrada em um elemento de rede talcomo um DSLAM (por exemplo no seu processador de con-trole) ou pode estar em elemento de gerenciamento se-parado. 0 processador de controle do DSLAM pode con-trolar diversos modems "inteligentes".
Na Figura IB está ilustrada outra interfa-ce para gerenciamento de camada física, que ilustra umsistema de DSL 102 aumentado que utiliza como uma baseo diagrama de posicionamento proveniente do relatóriotécnico de DSL Forum TR-069. A Figura IB inclui um oumais dispositivos de CPE laterais 110 que podem seracoplados a um modem de CPE ou outro dispositivo deDSL 122 por uma LAN 112. 0 modem 122 é acoplado a umDSLAM ou outro dispositivo de DSL a montante 130 porum par entrançado ou outra conexão de DSL adequada130. Um Gerenciador de DSL 310/365 (por exemplo, umcontrolador, uma entidade de gerenciamento de DSL, umotimizador de DSL, um Centro de DSM, software de con-trole, e outros) é acoplado ao DSLAM 142, por exemploatravés da Rede de Banda Ampla Regional. 0 Gerencia-dor de DSL 310/365 pode incluir como seus componentesum Servevidor de Auto-Configuração e um Gerenciador deConfiguração de Serviço, e pode ter uma ou mais inter-faces "descendentes" ou interfaces de jusante. Na Fi-gura 1B, entretanto, as interfaces descendentes 132,134 acoplam o Gerenciador DSL 310/365 ao dispositivoCPE DSL 122 e ao DSLAM 142. Outras interfaces de a-cordo com concretizações da presente invenção são pos-síveis, tal como discutido adiante de uma forma maisdetalhada.
Mais informação pode ser encontrada refe-rente a DSL NMSs em DSL Forum Technical Report TR-005,intitulado "ADSL Network Element Management" a partirda ADSL Fórum, com data de março de 1998, que é ampla-mente conhecido daqueles versados na técnica. Da mes-ma forma, como observado anteriormente, o DSL ForumTechnical Report TR-069, intitulado "CPE WAN Manage-ment Protocol" com data de maio de 2004 é amplamenteconhecido daqueles versados na técnica. Finalmente,DSL Forum Technical Report TR-064, intitulado "LAN-Side DSL CPE Configuração Specification" com data demaio de 2004 é amplamente conhecido amplamente conhe-cido daqueles versados na técnica. Estes documentosvisam diferentes situações para gerenciamento colate-ral de CPE. Mais informação acerca de VDSL pode serencontrada no padrão ITU G.993.1 (por vezes chamado"VDSL1") e no padrão ITU G.993.2 (por vezes chamado"VDSL2"), bem como vários textos operacionais de DSLForum em andamento, os quais são todos eles conhecidosdaqueles versados na técnica. Informação adicionalpode ser encontrada em DSL Forum's Technical ReportTR-057 (Formerly WT-068v5), intitulado "VDSL NetworkElement Management" (February 2003) e Technical ReportTR-O65, intitulado "FS-VDSL EMS to NMS Interface Func-tional Requirements" (March 2004) e Technical ReportTR-106 intitulado "Data Model Template for TR-069 Ena-bled Disposit ivos, " bem como nas revisões do padrãoITU G. 997.1 para elementos VDSLl e VDSL2 MIB, ou noATIS North American Rascunho Dynamic Spectrum Manage-ment Technical Report, NIPP-NAI-2006-028R2. Mais in-formação poderá ser encontrada nos textos operacionaisde rascunho DSL Forum WT-105 intitulado "Testing & In-teroperability: ADSL2/ADSL2plus Functionality TestPlan" and WT-115 intitulado "Testing & Interoperabi-üty: VDSL2 Functionality Test Plan" e WT-121 intitu-lado "DSL Home Technical: TR-069 Implementation Guide-linhas" e DSL Forum TR-098 "DSLHome™ Gateway DeviceVersion 1.1 Dados Model para TR-069."
Tal como será compreendido por aquelesversados na técnica, pelo menos alguns dos parâmetrosdescritos nestes documentos podem ser usados em conexãocom concretizações da presente invenção. Além disso,pelo menos algumas descrições de sistemas são de formasemelhante aplicáveis a concretizações da presente in-venção. Vários tipos de dados operacionais disponí-veis a partir de uma DSL NMS podem ser encontrados nasmesmas; outras podem ser do conhecimento daqueles ver-sados na técnica.
Em uma topologia típica de uma planta deDSL, em que um número de pares de transceptores sãooperacionais e/ou disponíveis, parte de cada laço deassinante é colocada com os laços de outros usuáriosdentro de um vinculador de vários pares (ou feixe).
Depois do pedestal, muito próximo do Equipamento deEdif ício de Usuário (CPE), o laço assume a forma de umfio de ponto e sai do feixe. Conseqüentemente, o laçode assinante percorre dois ambientes diferentes. Partedo laço pode ser localizada dentro de um vinculador,onde o laço é por vezes protegido em relação a inter-ferência eletromagnética externa, mas está sujeito alinha cruzada. Depois do pedestal, o fio de pontofreqüentemente não é afetado pela linha cruzada quandoeste par está distante dos outros pares para a maiorparte do ponto, mas a transmissão também pode ser pre-judicada mais significativamente por interferência e-letromagnética porque os fios de ponto estão desprote-gidos. Muitos pontos têm de 2 a 8 pares trançadosdentro deles e em situações de diversos serviços paraum local ou ligação (multiplexação e desmultiplexa-ção de um único serviço) dessas linhas, cruzamentode linha substancial adicional poderá ocorrer entreessas linhas no segmento de ponto.
Na Figura 2 está ilustrado um cenáriode desenvolvimento de DSL exemplificativo, genérico,em que concretizações da presente invenção podem serusadas. Todos os laços de assinante de um total de(L + M) usuários 291, 292 passam através de pelo me-nos vinculador comum. Muito embora os laços na Fi-gura 2 estejam ilustrados como tendo aproximadamenteo mesmo comprimento, é mais provável que os laços deum determinado sistema sejam de comprimentos variá-veis, e em alguns casos de comprimentos amplamentevariáveis. Cada usuário está conectado a um Escri-tório Central 210, 220 através de uma linha dedica-da. Entretanto, cada laço de assinante pode serpassado através de diferentes ambientes e meios. NaFigura 2, L usuários 291 são conectados a CO 210 u-tilizando-se uma combinação de fibra óptica 213 epares de cobre trançados 217, que é comumente refe-rido de Fibra para Gabinete (FTTCab) ou Fibra para oCurb. Os sinais provenientes dos transceptores 211em CO 210 têm seus sinais convertidos por terminalde linha óptica 212 e terminal de rede óptica 215 emCO 210 e unidade de rede óptica (ONU) 218. Os Mo-dems 216 em ONU 218 funcionam como transceptores pa-ra sinais entre a ONU 218 e os usuários 291.
Os laços 227 dos usuários M restantes292 são partes trançadas de cobre apenas, um cenáriochamado de Fibra para o Intercâmbio (FTTEx). Sem-pre que possível e economicamente viável, FTTCab épreferível ao FTTEx, uma vez que isto reduz o com-primento da parte de cobre do laço de assinante, econseqüentemente, aumenta as taxas que podem seralcançadas. A existência de laços de FTTCab podecriar problemas para os laços de FTTEx. Além dis-so, é de se esperar que FTTCab se torne no futurouma topologia cada vez mais popular. Este tipo detopologia pode conduzir a interferência de linhacruzada substancial e pode significar que as li-nhas dos vários usuários têm diferentes capacida-des de transporte de dados e desempenho devido aoambiente especifico em que elas operam. A topolo-gia pode ser tal que linhas de "gabinete" alimen-tadas por fibra e linhas de intercâmbio podem sermisturadas no mesmo vinculador. Os usuários L+l aL+M poderão ser um terminal Remoto (em vez de CO)e os usuários IaL poderão estar ainda mais pró-ximos dos clientes, eventualmente atendidos por umterminal de linha ou algum outro terminal alimen-tado de fibra (desta forma dois terminais de ali-mentação de fibra com um mais próximo dos clientesdo que os outros). Tal como pode ser observado naFigura 2, as linhas provenientes de CO 220 para osusuários 292 compartilham do vinculador 222, quenão é usado pelas linhas entre CO 210 e usuários291. Além disso, um outro vinculador 240 é comum atodas as linhas para/provenientes de CO 210 e CO220 e seus respectivos usuários 291, 292.
De acordo com uma concretização da pre-sente invenção ilustrada na Figura 3A, um analisado-er 300 pode ser parte de uma entidade independenteque monitora um sistema DSL como um controlador 310(por exemplo, um gerenciador de espectro dinâmico)auxilia os usuários e/ou um ou mais operadores ouprovisionadores na otimização de seu uso do sistema.(Um gerenciador de espectro dinâmico também pode serchamado de um Centro Dinâmico de Gerenciamento de
Espectro, Centro de DSM, otimizador de DSL, Centrode Manutenção de Sistema ou SMC.) Em algumas con-cretizações, o controlador 310 pode ser um ILEC ouCLEC que opera um número de linhas de DSL a partirde um CO ou outra localização. Em outras concreti-zações, uma unidade de modem "inteligente" pode terum controlador (dotado, por exemplo, de um processa-dor e memória) integrado com o modem em um local deusuário, um escritório central ou algum outro localúnico. Tal como pode ser observado a partir da li-nha tracejada 346 na Figura 3A, o controlador 310pode estar no ou ser parte do CO 14 6 ou pode ser ex-terno e independente de CO 146 e qualquer companhiaque opera dentro do sistema. Além disso, o contro-lador 310 pode ser conectado ao CO e/ou controlardiversos COs. De forma assemelhada, os componentesdo controlador 310 poderão estar ou não no mesmo Io-cal e/ou equipamento, e/ou poderão ser em vez dissoacessados pelo controlador em locais diferentes.
No sistema exemplificativo da Figura 3A, oanalisador 300 inclui meios de coleta 320 (que tambémpodem realizar monitoração, se desejado) e meios deanálise 340. Tal como observado na Figura 3A, os mei-os de coleta e/ou monitoração 320 podem ser acopladosa e podem colet âr dados através e provenientes de fon—tes interiores a um sistema de DSL, tal como NMS 150,ME 144 em AN 140 e/ou o MIB 148 mantido por ME 144.Dados também podem ser coletados a partir de fontesexternas por meios 320 através da rede de banda ampla170 (por exemplo, por meio do protocolo TCP/IP ou ou-tros meios fora do sistema de comunicações de dadosinternos normais no interior de um determinado sistemade DSL). Da mesma maneira, o meio de coleta 320 podeter accesso a uma ou mais bases de dados ou outrasfontes 348, armazenando informação de nivel de vincu-lador, tal como informação de desenvolvimento, infor-mação de topologia, acoplamento de acoplamento de li-nha cruzada, e outros, ou informação acerca das capa-cidades de modems, tais como procedimentos para cargade bits e alocação de potência, e prioridades de ser-viços. O controlador pode coletar dados operacionaisa partir de uma ATU-R sobre a internet ou mesmo de umaATU-C sobre a internet se a largura de banda de EMSfor limitada ou se a EMS for não-cooperante (por exem-plo, pelo bloqueio de dados de gerencimento reportadosporque o fabricante do equipamento deseja realizar ge-renciamento internamente ao seu equipamento). Os da-dos operacionais also podem ser coletados a partir doNMS do fornecedor de serviços, que pode ser coletado apartir de várias fontes próprias.
Um meio de análise 340 e/ou meio de moni-toração/coleta 320 também pode ser be acoplado a umafonte 345 do histórico de parâmetro relacionado commargem e/ou outra dessa informação relacionada, talcomo uma base de dados ou memória que poderá ser ounão parte do analisador 300 ou controlador 310. Umaou mais das conexões do analisador permitem ao anali-sador 300 coletar dados operacionais. Os dados podemser coletados uma vez (por exemplo, durante um únicotreinamento de transceptor) ou com o tempo. Em algunscasos, os meios de minitoração 320 coletarão dados onem uma base periódica, embora eles também possam cole-tar dados na demanda ou qualquer outra base não-periódica, permitindo assim ao analsiador 300 atuali-zar seu usuário e dados de linha, se desejado.
O meio de análise 340 é capaz de analisardados que lhe são proporcionados para determinar seinstruções precisam ser enviadas a um ou mais modemspara ajudar os modems a encontrar um alvo de margem ouna redução da linha cruzada induzida nos modems de li-nhas vizinhas. O meio de análise 340 do analisador300 é acoplado a um meio de geração de sinal de ins-trução 350 no controlador 310. O gerador de sinal 350é configurado para aceitar um valor de parâmetro rela-cionado com margem ou relacionado com potência geradopelo meio de análise 340 para uso por um modem, onde ovalor de parâmetro relacionado com margem ou relacio-nado com potência é baseado nos dados operacionais e écalculado para ajudar pelo menos um modem a encontrarum alvo de margem ou na redução de linha cruzada indu-zida. 0 gerador de sinal 350 é configurado para envi-5 ar sinais de instruções (por exemplo, um valor MAX-NOMPSD solicitado ou requerido, instauração de PSDMASKou outras instruções, tais como CARMASK, MAXSNRM,MINSNRM, TARSNRM, TARSNRM dependente de tom, MAXNO-MATP, MAXRXPWR, BCAP dependente de tom, taxa de dadosde rede minima/máxima, modalidade cap de margem, prio-ridades de serviço ou quaisquer margens ou sincroniza-dores adaptáveis à taxa) para usuários no sistema decomunicações (por exemplo, transceptores de ADSL, taiscomo ATU-Cs). Conforme indicado pela linha tracejada347, o meio gerador de sinal de instrução 350 pode serou não parte do analisador 300 e/ou ser implementadono mesmo hardware, tal como um sistema de computador.
0 gerador de sinal de instrução 350 constitui um meiopara regular um ou mais parâmetros relacionados com amargem valores no par de modems.
Na Figura 3B encontra-se ilustrada outraconcretização da presente invenção. Um otimizador deDSL 365 opera na e/ou em conexão com um DSLAM 385 ououtro componente de sistema de DSL (por exemplo, umRT, ONU/LT, e assemelhados) , cada um dos quais ou am-bos podem estar no prédio 395 de uma companhia de te-lecomunicações (uma "telco") . 0 otimizador de DSL 365inclui um módulo de dados 380, que pode coletar, mon-tar, condicionar, manipular e/ou fornecer dados opera-cionais para e ao otimizador de DSL 365. O módulo 380pode ser implementado em um ou mais computadores, taiscomo PCs or assemelhados. Os dados provenientes domódulo 380 são fornecidos a um módulo 370 servidor deDSM para análise (por exemplo, determinação da dispo-nibilidade e confiabilidade dos dados operacionais,construção de modelos, configurações avaliadas e asse-melhados, com base em dados operacionais coletados pa-ra determinadas linhas de comunicações, mudanças decontrole e operacionais para o sistema de comunicaçõesbaseado em quaisquer configurações previstas ou defei-tos previstos, e outros). Informação também pode serdisponibilizada a partir de uma biblioteca ou base dedados 375 que pode ser relacionada ou não relacionadacom a telco.
Um seletor de operações 390 pode serusado para implementar sinais que afetam a operaçãodo sistema de comunicações. Essas decisões podemser tomadaspelo servidor de DSM 370 ou por qualqueroutra maneira adequada, tal como será apreciado poraqueles versados na técnica. As modalidades opera-cionais selecionadas pelo seletor 390 são implemen-tadas no DSLAM 385 e/ou qualquer outro equipamentocomponente do sistema de DSL apropriado. Esse equi-pamento pode ser acoplado ao equipamento de DSL, talcomo o equipamento 399 do prédio do usuário. 0 dis-positivo 385 pode ser usado para implementar quais-quer alterações ordenadas baseadas em configurações,defeitos e assemelhados considerados pelo otimizadorde DSL 365. 0 sistema da Figura 3B pode operar demaneiras análogas ao sistema da Figura 3A, como seráapreciado por aqueles versados na técnica, emboradiferenças sejam suscetíveis de ser conseguidas en-quanto se implementam concretizações da presente invenção.
Os meios de coleta 320 ou o módulo de da—dos 380 também podem ser acoplados aos correspondentesmódulos de um segundo controlador ou otimizador deDSL. Desta forma, dados operacionais podem ser cole-tados a partir de outras linhas de DSL, mesmo quandoelas não são controladas pelo mesmo otimizador de DSL,centro de DSM ou SMC. Inversamente, um controlador310 ou otimizador de DSL 365 pode porporcionar dadosoperacionais de suas próprias linhas de DSL para umabase de dados pública ou privada (por exemplo, um lo-cal de web pública ou controlada privadamente onde en-tidades de gerencimento de DSL podem compartilhar a-propriadamente) para o uso apropriado por reguladores,fornecedores de serviços e/ou outros otimizadores deDSL.
Tal como será compreendido por aquelesversados na técnica, se o controlador é uma entidadetotalmente independente (isto é, não própria e/ou ope-rada pela companhia proprietária e/ou que operam li-nhas dentro do CO), a maior parte da configuração einformação operacional do sistema DSL pode estar in-disponível. Mesmo em casos onde uma CLEC ou ILEC ope-ra e/ ou funciona como o controlador 310, a maior partedestes dados pode ser desconhecida. Várias técnicaspodem ser usadas para se avaliarem os dados e/ou in-formação necessários. Exemplos dessas técnicas podemser encontrados nos seguintes:
U.S. Número de série 10/817.128, intitula-do "DSL SYSTEM ESTIMATION AND PARÂMETRO RECOMMEN DATI-ON", depositado em 02 de abril de 2004;
U.S. Número de série 11/069.159, intitula-do "DSL SYSTEM ESTIMATION INCLUDING KNOWN DSL LINHASCANNING AND BAD SPLICE DETECTION CAPABILITY", deposi-tado em 01 de março de 2005;
U.S. Número de série 11/122.365, intitula-do " FEXT DETERMINATION SYSTEM", depositado em 05 demaio de 2005;
U.S. Número de série 11/342.024, intitula-do "DSL SYSTEM ESTIMATION AND CONTROL", depositado em28 de janeiro de 2006;
U.S. Número de série 11/342.028, intitula-do "BINDER IDENTIFICATION", depositado em 28 de janeirode 2006;
Os quais são todos eles de propriedade da AdaptiveSpectrum and Signal Alignment, Inc., e os quais ficamtodos eles incorporados por referência nas suas totali-dade s para todos os propósitos.
Em algumas concretizações da presente in-venção, o analisador 300 pode ser implementado em umcomputador tal como um PC, estação de trabalho ou seme-lhante (um exemplo do qual está exposto em conexão coma Figura 8). 0 meio de coleta 320, meio de análise340 e/ou meio gerador de sinal de instrução 350 podeestar na forma de módulos de software, módulos dehardware ou uma combinação dos dois, tal como serácompreendido por aqueles versados na técnica. Estescomponentes pode situar-se todos eles no mesmo sistemade computador, por exemplo, ou podem estar em apare-lhos distintos. Para gerenciamento de grandes númerosde linhas, bases de dados podem ser introduzidas e u-sadas para gerenciar o volume de dados generados pelaslinhas e pelo controlador.
De uma maneira geral, tal como ilustradono exemplo da Figura 4, em um método 4 00 de acordo coma uma concretização da presente invenção, um controla-dor coleta dados operacionais (tipicamente referentesao par de modems DSL de interesse) em 410. Os dadosoperacionais podem incluir desempenho de margem histó-rica do sistema de DSL, dados de desempenho histórico(tais como níveis de margem previamente medidos e co-nhecidos para o par de modems e outra informação rela-cionada com desempenho), desempenho corrente de dadosrelacionados com o modem de DSL, dados de reconjugaçãode contagem, outros dados referentes a reconjugação domodem, ou dados de erro. Os dados operacionais podemincluir parâmetros de monitoração de trajeto de li-nha/canal/dados, parâmetros de teste de linha/canal,parâmetros de diagnósticos, parâmetro de estado, fa-lhas de linha e parâmetros de inventário de linha.
Os dados operacionais podem incluir umaindicação das capacidades de modem capacidades ou dascaracterísticas de modem features ou de configuração demodem relacionadas com carga de bits e alocação de po-tência através dos tons. Para algumas implementaçõesde modem de DSL, os algoritmos de alocação de carga debits/potência usados podem ser tais que a margem pórtom encontra-se em um nível muito alto para determina-dos tons /freqüências, mas tem um valor menor em ou-tros tons/freqüências. Entretanto, a margem médiasreportada será dominada pela margem por tom com o me-nor valor. Assim, a margem média reportada pode serencontrada como sendo menor do que a margem máximapermitida (MAXSNRM), mesmo que um grande número detons possa efetivamente ter valores de margem excessi-vos, e portanto induzir linha cruzada excessiva. Ou-tras implementações de modem de DSL podem utilizar umainterpretação de MAXSNRM mais estrita e seus algorit-mos podem requerer que o parâmetro MAXSNRM seja apli-cado à margem em qualquer tom usado. Essas implemen-trações de modem de DSL têm a vantagem de reduzir aomínimo a potência transmitida e linha cruzada induzidaatravés de todos os tons, e pode indicar esta capacida-de a um controlador, otimizador de DSL, Gerenciador de
Espectro Dinâmico, e outros de uma maneira apropriada.Essa capacidade também é chamada de PREFBAND ou moda-lidade cap de margem "habilitada".
Outras indicações de de capacidades de mo-dem podem incluir o suporte de novas prioridades deserviço. Os modems selecionam seus parâmetros detransceptor com base em determinados requisitos deserviço, tais como atendimento mínimo a uma taxa dedados de rede, ou atendimento a um retardamento máxi-mo, ou atendimento a uma proteção de ruído de impulsomínimo. Tradicionalmente, os modems selecionam seusparâmetros de transceptor com as seguintes priorida-des: primeira maximizar a taxa de dados de rede, entãominimizar a margem de excesso (média) margem com rela-ção a MAXSNRM (tal como exposto, por exemplo, na reco-mendação ITU-T G.993.2, VDSL2). Os modems podem esco-lher suportar uma priorização alternativa, tal comoprimeiro elevar ao máximo a taxa de dados de rede, en-tão reduzir ao mínimo o excesso de margem por tom comrelação a MAXSNRM. Outras prioritizações podem inclu-ir reduzir ao mínimo o retardamento, ou elevar ao má-ximo a proteção de ruído de impulso.
Essas capacidades de modem podem ser indi-cadas para uma entidade de gerenciamento de extremidadedistante através do uso da recomendação ITU-T G.994.1(G.HS), também conhecida como "estabelecimento de co-municação". Um "ponto de código" de G.HS pode ser a-tribuído para indicar que um modem suporta uma deter-minada capacidade. Alternativamente, uma indicaçãopode ser comunicada a uma entidade de gerencimento deextremidade distante por uma mensagem apropriada tro-cada durante inicialização de DSL (tal como na 0-SIGNATURE ou nas mensagens R-MSGl trocadas durante"Canal Discovery" da Recomendação ITU-T G.993.2,VDSL2). Essas indicações podem ser disponibilizadaspara um Centro de DSM, otimizador de DSL, controlador,e assemelhados, (por exemplo, através de uma entidadede gerenciamento de extremidade distante ou extremida—de próxima) que então pode usar essa indicação no con-trole de um ou mais parâmetros relacionados com mar-gem/potência do modem de DSL para ajudar a encontraruma margem visada e/ou reduzir a linha cruzada induzi-da. 0 Centro de DSM também podem controlar capacida-des de modem, a fim de habilitar/desabilitar recursosde modem, processos, algoritmos e outros.
Em outra concretização da presente inven-ção, as capacidades de modem podem não ser indicadasdiretamente para o controlador, otimizador de DSL, Cen-tro de DSM, e outros, mas ele pode ser capaz de iden-tificar o tipo de modem, que pode incluir informaçãotal como fornecedor de sistema, fornecedor de conjuntode microplaquetas, revisão de hardware, versão inalte-rável de suporte lógico, número de série e outros.
Informação armazenada (por exemplo, tabelas de consul-ta e outras) sobre as capacidades de modem de váriostipos pode ser então usada pelo Centro de DSM a fim deter conhecimento das capacidades de modems gerenciadospelo Centro de DSM. Exemplos dessas técnicas podemser encontrados no pedido de patente U.S. No. de série10/981.068, depositado em 04 de novembro de 2004, in-titulado IDENTIFICAÇÃO DE DISPOSITIVO DE COMUNICAÇÃO,que é de propriedade da Adaptive Spectrum and SignalAlignment, Inc., e que fica incorporada por referênciana sua totalidade para todos os propósitos.
Dados podem ser coletados utilizando-se osistema(s) de comunicação interna de sistema de DSLe/ou utilizando-se comunicação externa (por exemplo, ainternet). Os dados operacionais deverão incluir in-formação referente a um ou mais valores de parâmetrooperacional de modem que são usados ou estabelecidospelo par de modems, que é coletado em 420.
Em 430 o controlador analisa os dados ope-racionais para determinar qual o parâmetro relacionadocom valores de margem poderá ajudar o par de modems aencontrar um alvo de margem ou de outro modo aumentaro desempenho do par de modems. O controlador pode en-tão generar um parâmetro relacionado com valor de mar-gem em 440. 0 parâmetro relacionado com value de mar-gem pode ser um parâmetro operacional de modem que ocontrolador considerou ou pode ser um parâmetro dife-rente relacionado com margem. Em 450 o controladorgenera um sinal de instrução representando o parâmetrorelacionado com valor de margem e envia o mesmo parapelo menos um modem no par de modems, assim instruindoo par de modems a adotar o parâmetro relacionado com ovalor de para o uso na reconjugação ou em operaçãonormal, na dependência das circunstâncias. Um parâme-tro relacionado com margem pode incluir parâmetros pa-ra configuração de linha e parâmetros para configura-ção de canal tal como definido na recomendação ITU-TG.997.1 (G.PLOAM). 0 parâmetro relacionado com margemtambém podem incluir controles tais como definidos norascunho ATIS Dynamic Spectrum Management Technicalreport, NIPP-NAI-02882. Finalmente, o parâmetro rela-cionado com margem pode incluir controles tais comomargem de SNR visado por tom, bit-cap por tom, modali-dade cap de margem, PREFBAND e outros.
Outra concretização da presente invençãoestá ilustrada na Figura 5. 0 método 500 começa comum primeiro sistema de DSL que opera utilizando umprimeiro perfil como um perfil corrente em 510. Dadosoperacionais são então coletados em 520 (por exemplo,por um controlador ou assemelhado). Os dados opera-cionais podem ser dados operacionais pertencentes àoperação da primeira linha/sistema de DSL, mas tambémpodem incluir dados operacionais coletados a partir deum ou mais sistemas de DSL vizinhos (ou seja, sistemasDSL em estreita proximidade física com o primeiro sis-tema de DSL). Dados operacionais coletados em 520 po-dem ser similares àqueles coletados em 410 e 420. Damesma forma, informação de nível de vinculador é cole-tada em 530. A informação de nível de vinculador, talcomo discutido adiante em maiores detalhes, pode serinformação de desenvolvimento, informação de topologi-a, informação de acoplamento de linha cruzada e/ouqualquer outra informação de nível de vinculador quepossa ajudar na avaliação de opções de desempenho eavaliação de perfis alternativos. Esta informação denível de vinculador pode compreender dados atuais a-cerca da estrutura de vinculador e ambiente e/ou in-formação suposta para o uso em qualquer método de e-quilíbrio de espectro que possa ser usado em conexãocom o método 500. Esses métodos de equilíbrio de es-pectro podem computar ou de outro modo gerar perfispermitidos que compreendem valores de parâmetro deconfiguração. Um segundo perfil é selecionado em 540como um segundo perfil. O segundo perfil pode ser se-lecionado a partir de um ou mais perfis projetadose/ou selecionados em 525, traçado/seleção essa que po-de ocorrer em qualquer tempo apropriado e ser atuali-zado, se desejado. Este segundo perfil pode ser esco-lhido a partir de perfis que são admissíveis com baseem informação de nível de vinculador coletada.
Em 525 perfis bem como matrizes de transi-ção, regras de transição e ponderações de dados podemser projetados e/ou selecionados. Projeto/seleção em525 pode levar em consideração dados operacionais co-letados tais como indicações de capacidades de modeme/ou recursos de modem. Uma indicação de que um modemestá em anuência com um requisito para manter a margemde SNR por tom menor do que a margem de SMR máxima(conhecida como PREFBAND, ou modalidade cap de mar-gem), ou uma indicação de que um modem está usando di-ferentes prioridades de serviço para determinação deparâmetros de transceptor, tais como parâmetros bi,gi, FEC, parâmetros intercalação e outros podem servantajosamente explorados por um Centro de DSM paradeterminar um ou mais perfis apropriados.
Como um exemplo, a modem reportando ou in-dicando uma capacidade de PREFBAND (ou modalidade capde margem) é assegurada para reduzir ao mínimo o seuexcesso de margem em relação a um requisito de MAXSN-RM. Um modem não reportando essa capacidade seriasuspeito de transmitir potência excessiva, e destaforma provocar linha cruzada excessiva. De acordo comuma concretização da presente invenção, perfis sãoprojetados diferentemente na dependência da indicaçãode PREFBAND (ou modalidade cap de margem). QuandoPREFBAND está ligada, então os perfis fazem uso do pa-râmetro MAXSNRM:
Perfil 1:
MAXSNRM = 16dB
Taxa mínima = l,5Mbps, Taxa máxima = 3,OMbpsPerfil 2:
MAXSNRM = 16dB
Taxa mínima = 3,OMbps, Taxa máxima = 6,OMbps
Neste caso, assegura-se que o Perfil 1 consuma menospotência em comparação com o Perfil 2.
Quando PREFBAND está desligado, então osperfis devem fazer uso de outros parâmetros para con-trolar a potência transmitida, tal como o parâmetroMAXNOMPSD (PSD nominal máxima):
Perfil 1:
MAXNOMPSD = -52dBm/Hz
Taxa mínima = l,5Mbps, Taxa máxima = 3,OMbpsPerfil 2:
MAXNOMPSD = -40dBm/Hz
Taxa mínima = l,5Mbps, Taxa máxima
3. OMbps
Neste caso, o PSD nominal transmitido é forçado paraum valor menor no perfil 1 para reduzir as emissões delinha cruzada.
Em 550 a operabilidade do segundo per-fil/proposto é avaliada com base nos dados operacio-nais coletados (incluindo quaisquer regras de transi-ção de perfil) para determinar se o perfil propostoestá disponível sob esse ponto de vista. Se o perfilproposto se encontrar disponível depois da avaliaçãoem 550, então em 560 o primeiro sistema de DSL é ins-truído para mudar a configuração e/ou operação parausar o perfil proposto. Nos casos onde sistemas deDSL múltiplos se encontram sob avaliação, as instru-ções em 560 devem ser para o primeiro sistema de DSLe/ou um ou mais sistemas de DSL vizinhos, permitindoassim atualização mutuamente benéfica da operação demúltiplos sistemas de usuários. Por exemplo, outrocontrolador de fornecedor de serviços, otimizador deDSL, e outros poderão estar presentes (por exemplo,ambos poderão ser clientes da empresa de gerenciamentoou outra entidade) e assim saber o que os sistemas deDSL vizinhos estão fazendo. Este conhecimento poderápermitir que cada controlador, otimizador de DSL, eoutros, se beneficiem mesmo que de outro modo não secorrespondam. Depois de 560, o controlador pode retor-nar para 540 para selecionar outro perfil proposto, oupode retornar para 510 para operar a linha com o perfilcorrente.
O controlador pode atualizar a operação dopar de modems e/ou a configuração do sistema de DSL(por exemplo, uma linha ou laço de DSL) pela realiza-ção dessa análise mais de uma vez, como ilustrado pe-las setas ponteadas nas Figuras 4 e 5, ou pode fazê-loapenas em tempos especificados, tais como imediatamen-te antes da conjugação de modem. Tal como será discu-tido adiante de forma mais detalhada, os parâmetroscom os quais o controlador trabalha e os dados opera-cionais disponíveis para o controlador variam, na de-pendência do tipo de sistema de DSL em que o par de mo-dems opera. Novamente, os parâmetro(s) operacionaisde modem usados pelo controlador na análise do desem-penho das margens de modem podem ser ou não os mesmosparâmetros para os quais o parâmetro relacionado com ovalor de margem é gerado e enviado para o modem. Em-bora não se fique limitado a esses tipos, concretiza-ções da presente invenção são de valia em auxiliar mo-dems empregando ADSLl, ADSL2, ADSL2+, VDSLl e/ouVDSL2. 0 uso do controlador poderá ajudar a assegurarque modems que sejam concordantes com o padrão perma-neçam concordantes. Além disso, concretizações dapresente invenção podem ser usadas para aumentar o de-sempenho de uma ou mais linhas de DSL ao levar em con-sideração dados operacionais, informação de nivel devinculador tais como efeitos de linha cruzada e outrasinformação que possa ter um efeito prejudicial no de-sempenho do DSL.
Basicamente, um novo perfil pode incluirum ou mais do nivel de espectro, potência, forma de es-pectro e outros, que podem ser alterados em resposta ahistórico de margem e desempenho reportados. Ou seja,depois da avaliação de dados àcerca do desempenho an-terior do par de modems, e conhecendo-se um ou maisdos perfis do par de modems, parâmetro relacionado commargens, e outros, um controlador ou assemelhado podesugerir ou forçar um modem ou par de modems a adotarum novo perfil e/ou valores operacionais que auxilia-rão os modems a encontrar um ou mais alvos de margem,e possivelmente na redução da linha cruzada induzida.
Em algumas concretizações da presente in-venção, um controlador acoplado ao lado ATU-C do parde modems controla dinamicamente perfis, instauraçõesde margens e ajustagens para cada linha (por exemplo,em um sistema de ADSL2, por instauração e/ou alteraçãodo parâmetro MAXSNRM, pela imposição de um nivel deMAXNOMPSD diferente, ou pela instauração de PSDMASK emum modem ADSL2+ ou pelas combinações de alguns ou detodos eles, ou alguns dos outros parâmetros previamen-te mencionados, tais como CARMASK, MAXSNRM, TARSNRM,MINSNRM, RA-margens/sincronizadores). Em outras con-cretizações, o controlador pode determinar a partir deum histórico de margem reportqda e/ou outras mediçõesde que a linha está excedendo um alvo de margem dese-jado e desse modo impõe um perfil que tem um nivel dePSD mais baixo durante ou antes da conjugação dos me-canismos discutidos anteriormente. De forma assemelha-da, se por alguma razão um modem não estiver usando po-tência e/ou margem suficientes e esteja experimentandoproblemas de ruido e erro excessivos, o controladorpode instruir o modem para usar um perfil que tenha umnivel de PSD mais alto durante a conjugação ou opera-ção para permitir melhor operação.
Tal como observado anteriormente, pode serpreferível em alguns sistemas utilizar uma margem pre-viamente medida e/ou conhecida, histórica, para "seme-ar" o processo de conjugação de forma que seja imple-mentada uma redução de potência apropriada durante aconjugação. O controlador pode manter ou ter acessoum histórico de desempenho, permitindo assim continua-mente ao controlador aperfeiçoar estimativas e deci-sões referentes a qual o PSD ou outros parâmetro rela-cionados com margens para instruir o modem a usar,quando o modem é restabelecido ou reconjugado (o quepode ser forçado ou recomendado se for apropriado).
Por exemplo, um fornecedor ou controlador de serviçospode esperar até a linha ficar inativa — por exemplo,contando células de ATM ou outros recursos de passagemde informação de usuário para saber quando a linha es-tá ativa ou não -- e então restabelecer o uso para oPSD(s) mais recente de uma maneira completamentetransparente para um usuário. Em outras situações, ofornecedor de serviços pode simplesmente reconjugar deuma vez quando o sistema tem muito pouca probabilidadede estar em uso (por exemplo, no meio da noite) . Emalgumas concretizações, o controlador pode usar estainformação histórica, contando para um ou os dois mo-dems no par de modems (por exemplo, o ATU-C) qual onivel de PSD inicial deverá ser usado de forma que umvalor de PCB disponível ou outra ajustagem (por exem-plo, uma queda de -14,5 dB pela ATU-R) tenha chance deatender à especificação de margem.
Em algumas concretizações da presente in-venção, a programação é baseada seja em uso prévio ouconjugação. Os usos anteriores podem ser mais impor-tantes em alguns casos. Uma segunda passagem atravésde conjugação, que também pode ser usada, essencial-mente é uma fixação rápida para os próprios fornecedo-res de modems, particularmente para transmissão de ju-sante com os fornecedores de DSLAM, onde os modemspodem essencialmente sustar a conjugação corrente eentão começar a conjugação desde o inicio uma segundavez com um NOMPSD diferente, inferior, que faz com quea margem então seja menor do que MAXSNRM. Um bit-capdependente de freqüência ou margem ou ruido alvo de-pendente de freqüência (tal como em TlEl.4/1992-203)também poderia ser imposta pelo controlador em uma se-gunda conjugação para se assegurar que o MAXSNRM foiobservado.
Diversas técnicas são conhecidas daquelesversados na técnica para selecionar a configuração deDSL de múltiplas linhas, quando essas linhas ocasionamlinhas cruzadas significativas umas com as outras.
Nesses casos, parâmetros de configuração de DSL taiscomo taxa de dados minima/máxima, margem míni-ma/alvo/máxima, máscara de PSD, máscara de portadora,potência transmitida agregada máxima, potência recebi-da máxima e assemelhadas podem ser usadas para otimi-zar o desempenho da matéria de linhas múltiplas para osrequisitos desejados para a configuração de DSL (porexemplo taxa de dados e margem mínimas) e sujeição adeterminadas restrições de configuração (por exemplo apotência transmitida de agregado máxima suportada pelosistema de DSL).
Métodos e técnicas de equilíbrio de espec-tro conhecidos incluem Equilíbrio de Espectro Ótimo,Equilíbrio de Espectro Iterativo, SCALE, C-NRIA eo Al-goritmo de Preferência de Banda. Equilíbrio de Espec-tro Ótimo pode ser encontrado em várias contribuiçõespara o T1E1.4 Working Group daTIS, incluindo Contribu-tions TlEl.4/2003/325, TlEl.4/2004/459 e Ti-El.4/2004/460, e em "Optimal Multiuser Spectrum Mana-gement for Digital Subscriber Linhas," Proc. of theIEEE International Conference on Communications, ICC,pp. 1-5, Paris, France, Jun. 2004. Equilíbrio deEspectro Iterativo pode ser encontrado em "Low com-plexity near optimal spectrum balancing for digitalsubscriber linhas," IEEE International Conf. on Commu-nications. (ICC), Seoul, Korea, 2005, e em "IterativeSpectrum Balancing for Digital Subscriber Linhas,"IEEE International Communications Conference (ICC),Seoul, Pode, 2005. SCALE pode ser encontrado em "Low-Complexity Distributed Algorithms for Spectrum Balanc-ing in Multi-User DSL Networks", IEEE InternationalConference on Communications, Istanbul, Turkey, June2006. C-NRIA pode ser encontrado em "The ConstrainedNormalized-Rate Iterative Algorithm," Ist Conference onComputadors, Communications, and Signal Processing,Kuala Lumpur, Malaysia, Nov. 2005. Finalmente, o Al-goritmo de Preferência de Banda pode ser encontrado naSection 15.4 no Chapter 15 das notas de conferência pa-ra a Stanford University course EE479 Multiuser Digi-tal Transmissão Sistemas, taught em Stanford Univer-sity in Fall 2005. Aqueles versados na técnica sabemcomo selecionar e implementar qualquer método de equi-líbrio de espectro requerido para o uso em conexão comconcretizações da presente invenção.
As concretizações da presente invenção su-peram as dificuldades práticas anteriormente associa-das com o uso das técnicas anteriores nos sistemas deDSL práticos desenvolvidos no campo. Um dos desafiosprincipais no uso de alguns dos algoritmos retro foique eles requerem que seja realizada uma grande quan-tidade de computação na determinação de densidades es-pectrais de potência de transmissão para os múltiplossistemas de DSL que conseguem ruido de linha cruzadareduzido e desempenho aperfeiçoado. Mais importante,os ambientes do sistema de DSL não são estáticos, deforma que as densidades espectrais de potência detransmissão precisam ser atualizadas periodicamentepara responder pela interferência e/ou variações decanal. Desta forma, os requisitos computacionais po-dem tornar-se facilmente não-manuseáveis, especialmen-te quando se otimiza em conjunto um grande número desistemas de DSL.
Um outro inconveniente anterior superadopelas concretizações da presente invenção é que muitosdos algoritmos retro requerem a coleta de parâmetrosque podem não estar disponíveis a partir dos sistemasde DSL, ou podem não estar dentro de um único controledo sistema de gerenciamento. Por exemplo, informaçãode linha cruzada (designada como Xlog por aqueles ver-sados na técnica tal como exposto no relatório técnicoATIS em Dynamic Spectrum Management, contributionNIPP-NAI-028R2) pode não ser reportada ou computadapor todos os sistemas de DSL. Informação topológicasobre a localização de CO 220 em relação a uma ONU/RT218 (por exemplo, tal como observada na Figura 2) tam-bém pode estar indisponível. Mesmo quando parâmetrostais como ganhos de canal por tom, ruído por tom, aco-plamento de linha cruzada por tom, potência máximatransmitida, e assemelhados se encontram disponíveis,apuração dinâmica da configuração dos sistemas de DSLpor determinação dos bits tabelas de ganhos (como des-critas por alguns dos algoritmos acima) em um controla-dor 310 e comunicação dos resultados a um nó de acesso140, requere comunicação significativa, especialmentequando os resultados requerem atualização freqüente.
Finalmente, as concretizações da presenteinvenção eliminam o requisito de que esses algoritmossejam executados de uma maneira centralizada, em que aconfiguração dos sistemas de DSL é determinada em con-junto. Esta abordagem centralizada requer que o con-trolador 310 colete informação para todas as linhas deDSL gerenciadas, determine a configuração de parâmetrostais como densidade espectral de potência de transmis-são em conjunto para todas as linhas gerenciadas, e es-tabelece a configuração parâmetros dessas linhas ge-renciadas aproximadamente ao mesmo tempo. Existemobstáculos significativos para adotar esta abordagemcentralizada, por exemplo, versões reguladoras e ope-racionais. Considerando-se o exemplo da Figura 2, aslinhas CO 220 e DSL linhas 227 freqüentemente são ge-renciadas por uma entidade diferente da entidade quegerencia as linhas CO 210 e DSL 217. Essas situaçõestipicamente apresentam-se seja porque diversas compa-nhias controlam os laços de DSL ou porque a mesma com-panhia segrega suas próprias linhas em sistemas de ge-renciamento diferentes.
Concretizações da presente invenção mudamadaptavelmente a configuração de uma ou mais linhas deDSL, que pode incluir parâmetros tais como a densidadeespectral de potência máxima (MAXNOMPSD), a potência detransmissão de agregado nominal máximo (MAXNOMAT P), onivel de recorte de potência (PCB), os ganhos finos(gi) , o escalamento espectral de transmissão (tssi), amáscara de densidade espectral de potência (PSDMASK),o nivel de densidade espectral de potência (nivel dePSD) , a potência recebida máxima (MAXRXPWR) , a confi-guração de "retorno" de potência de montante (UPBO), amáscara de portadora (CARMASK) , a proteção de impulsode ruido mínimo (INP), o retardamento máximo (DELAY),a margem de alvo (TARSNRM), a margem mínima (MINSNRM),a margem máxima (MAXSNRM), a indicação de banda depreferência (PREFBAND), a modalidade de cap de margem,a taxa de dados de alvo, a taxa de dados mínima, a ta-xa de dados máxima, os parâmetros de FEC e intercala-ção, o capo de bit por tom (BCAP[n]), a margem SNR dealvo por tom (TSNRM [n] ) e o ruído de referência (REF-NOISE). Os parâmetros acima (e possivelmente outrosamplamente conhecidos daqueles versados na técnica)estão em algum ponto descritos neste pedido como parâ-metros "dependentes de margem" ou "relacionados commargem". Uma configuração especifica da linha de DSLdada (que pode incluir um ou mais dos parâmetros decontrole listados anteriormente) é freqüentemente cha-mada coletivamente de um "perfil" linha de DSL, termoesse que foi usado correspondentemente neste contextoe que é amplamente conhecido daqueles versados na técnica.
Concretizações da presente invenção mudamadaptavelmente os perfis de uma ou mais DSL linhas pa-ra reduzir o ruido de linha cruzada e para aperfeiçoaro desempenho de DSL. Uma linha de DSL que utiliza umperfil especificado também pode ser dita como estandoem um "estado", tal como é amplamente conhecido daque-les versados na técnica. Concretizações da presenteinvenção controlam a transmissão de uma ou mais linhasDSL entre perfis ou estados. As transições são efetu-adas pela avaliação do estado atual da linha em rela-ção a um ou mais estados visados. Os estados visadospossíveis (também chamados neste contexto de perfisvisados ou propostos ou "segundos" perfis) para um de-terminado estado corrente (ou seja, um "primeiro" per-fil) da linha de DSL são definidos através de matrizesde transição. Essas matrizes de transição podem in-cluir priorização dos estados visados para um determi-nado estado corrente. A avaliação da viabilidade dapermanência em um estado corrente ou movimento para umdos estados visados pode ser baseada em distribuiçõesreportadas e dados estimados destilados a partir dedados operacionais coletados a partir do sistema deDSL. De scrições detalhadas dos métodos e sistemas pa-ra controlar transições de perfil nos sistemas de DSLestão expostas no pedido dos Estados Unidos N0 de sé-rie 11/071.762, intitulado DSL STATE AND LINE PROFILCONTROL, depositado em 03 de março de 2005, proprieda-de da Adaptive Spectrum and Signal Alignment, Inc.,que fica incorporado por referência na sua totalidadepara todos os propósitos. A descrição neste contextoexpõe um ou mais exemplos de como perfis, matrizes detransição e regras de transição podem ser concebidospara permitir que linhas de DSL consigam linha cruzadareduzida e desempenho aperfeiçoado.
Concretizações da presente invenção podemutilizar, por exemplo, um diagrama de estado 600 talcomo ilustrado na Figura 6, onde 8 perfis 602-1, 602-2, 602-3, 602-4, 602-5, 602-6, 602-7 e 602-8 são per-fis em que uma linha de DSL pode operar. Neste exem-plo, cada perfil é definido por uma taxa de dados a-tingivel máxima (192, 384, 768 ou 1536 Kbps) e uma Ia-tência ("Rápido" significando nenhuma intercalação;"retardo H" significando intercalação que produz umalto retardamento).
Na Figura 6, se uma linha estiver operandousando o perfil 1, então a partir do diagrama de esta-do e da matriz de transição de estado Tl (onde um 0significa que o estado não está disponível) , pode serobservado que os perfis 1, 2, 5 e 6 são possíveistransições (permanência no perfil 1 não é uma transi-ção no sentido da mudança, mas para facilidade de re-ferência, permanecendo no mesmo pode, não obstante,ser referido como uma "transição" neste contexto).
Entretanto, a matriz de transição de estado Tl não in-dica que transição, se é que alguma, deverá ter prio-ridade acima de outras transições. Portanto, a mudan-ça para a matriz T2 da Figura 6 pode ser feita, onde aprioridade é especificada por um valor inteiro. Quantomais alto for o valor inteiro positivo, menos atrativoo perfil projetado é para o fornecedor de implementa-ção de serviços.
Na matriz de transição T2, 0 ainda signi-fica que a transição não é permitida, e qualquer in-teiro positivo significa que a transição é permitida.
O inteiro positivo mais baixo tem a prioridade maisalta acima de qualquer outra transição. Por exemplo,a linha no perfil 1 tentará mover-se para o perfil 2se possível (ou seja, a prioridade é 1 a partir da ma-triz T2). Se o perfil 2 não for apropriado (por exem-plo, se as violações de códigos forem esperadas ou me-didas como sendo demasiadamente altas no perfil 2, "a-propriadamente" pode ser definido em algumas concreti-zações como viabilidade tal como discutido adiantemais detalhadamente), então a linha tentará mover-separa o perfil 6 (ou seja, tendo uma priodidade de 2 apartir da matriz T2). Se o perfil 6 n~\o for apropra-do, então o perfil 1 (tendo uma prioridade de 3) seráexaminado e o perfil não será mudado, se o perfil 1for apropriado. Se o perfil 1 também não for apropri-ado, então a linha será movida para o perfil 5, o quetem a prioridade mais baixa (ou seja, a prioridade de 4).
A matriz de transição T2 da Figura 6 podeindicar, assim, a possibilidade e a prioridade de tra-nsições para cada estado/perfil. A estrutura de T2possibilita uma variação simples de muitas caracterís-ticas diferentes, tais como taxa de dados, nível depotência, nível de referência de densidade espectralde potência plana (PSD), margem máxima, margem mínima,margem alvo, retardamento de FEC, conformação de in-tensidade de FEC e conformação de PSD (por vezes co-nhecida como PSDMASK) . Por exemplo, na dependência deum conjunto de tipos de serviços permitidos, algunsperfis podem ser bloqueados, ao mesmo tempo em que aoutros perfis são dadas prioridades mais baixas. Al-ternativamente, perfis com máscaras portadoras menorespodem receber prioridades mais altas para os usuáriosque pagam correspondentemente (onde fatores econômicossão levados em consideração pelo operador). Várias li-nhas podem ser assim programadas para proporcionarparte da banda sempre que possível para permitir me-lhor serviço em outras linhas (não levando em conside-ração implicações regulatórias desse compartilhamentode vinculador cortês, que podem ser possíveis em al-guns casos e não em outros) . Como um outro exemplo,perfis com margens visadas mais altas (por exemplo,TARSNRM ou TNMR) podem ter prioridades mais altas parauma linha que tem freqüentes mudanças nos níveis de ru-ídos. A matriz de transição de estado ponderada T2permite assim mudança dinâmica das regras para seleçãode perfil, bem como a seleção dinâmica do próprio per-fil. A seleção de perfil também pode incluir uma in-dicação de preferência de banda (ou modalidade de capde margem) que indica interpretação preferida dos pa-râmetros para operação de carga de modem subseqüente.
Em algumas concretizações da presente in-venção, uma regra global pode ser simplesmente uma fun-ção cujas entradas são os resultados de um grupo desub-regras e cuja saída é ou "sim" ou "não" para atransição de η para m. Em uma concretização, uma re-gra global pode ser chamada apenas se for satisfeitoum novo requisito de dados mínimo. Essa regra, daqual um exemplo está ilustrado na Figura 7, pode sercomposta de duas partes, uma qualificação de "bom com-portamento" e uma qualificação de "mau comportamento"(ou seja, mostrando uma ausência suficiente de maucomportamento), em que uma transição para o estado m épermitida somente se as duas qualificações forem aten-didas. Utilizando-se sub-regras como observadas ante-riormente, muitas das saídas não têm de ser usadas naregra global da Figura 7. As sub-regras podem repre-sentar uma estrutura geral quando taxa de dados, mar-gem, violação de código e conjugação são de importân-cia e mudanças para a regra global podem utilizarqualquer sub-combinação das sub-regras, tal como serácompreendido por aqueles versados na técnica. No e-xemplo of Figura 7, as sub-regras são indicadas comose segue: RRDC é a distribuição de taxa reportada,ERDC é a distribuição de taxa avaliada, RCVDC é a dis-tribuição de violações de código reportadas, ECVDC é adistribuição de violações de código estimadas, RMDC é adistribuição de margem reportada, EMDC é a distribui-ção de margem estimada, RNRDC é a distribuição de con-jugação reportada, ENRDC é a distribuição de conjuga-ção estimada.
A primeira parte (a qualificação de bomcomportamento) diz que pelo menos algumas sub-regrasdevem reportar "BOM" para uma transição ser permitida.
0 requisito pode consistir das três seguintescondições:
- Bom comportamento para taxa seja de es-tado corrente ("reportado") ou estado visado ("estimado") ;
- Bom comportamento para violação de códi-go em ou estado corrente ou estado visado; e
- Bom comportamento para um número de con-jugações seja no estado corrente ou no estado visado.Bom comportamento de margem não está incluído uma vezque o comportamento de boa taxa tem uma implicação se-melhante.
A segunda parte (a qualificação de maucomportamento) diz que o mau comportamento não deveráser esperado em um estado visado. Tal como será com-preendido por aqueles versados na técnica, a definiçãode mau comportamento pode diferir na dependência de seo estado está sendo movido para baixo ou para cima.
Quando em movimento para baixo, o desempenho no estadocorrente η serve como um limite inferior de desempenhoesperado no estado visado. Quando em movimento paracima, o desempenho no estado corrente serve como o li-mite superior de desempenho esperado no estado visado.
Portanto, as regras são levemente diferentes sempreque estão envolvidas sub-regras relacionadas com o es-tado corrente. Quando a transição não se move nem pa-ra cima, nem para baixo, então é feita uma decisãoconservativa supondo-se que está se movendo para cima.
Em algumas concretizações da presente in-venção, pode ser usado o método 800 da Figura 8. Ométodo 800 começa com a construção 810 (e/ou implemen-tação ou programação) da matriz T (ou qualquer outromecanismo de controle de transição de estado) , tabelasde limite (ou assemelhadas) , quaisquer regras e/ousub-regras governando transições, e quaisquer regrapara purga, dedução ou de outro modo ponderação de da-dos velhos. É selecionado um "perfil corrente" ou es-tado η e a operação começa utilizando-se este perfilem 820. Dados operacionais são coletados em 830 equaisquer dados velhos disponíveis são purgados e/oudescontados conforme for apropriado (por exemplo, porutilização de um vetor de ponderação de dados W) . Ométodo 800 então verifica que há novos dados suficien-tes (por exemplo, tanto os dados reportados quanto osdados estimados) em 840 para permitir a avaliação doestado visado inviabilizado (utilizando-se a regra deque qualquer estado é presumido viável até ser provadode outro modo). Se novos dados não estiverem disponí-veis, então o método retorna para a coleta de dados em 830.
Se novos dados suficientes foram montados,então podem ser realizados testes de viabilidade em850 para todos os estados m visados potenciais paradeterminar se qualquer pode ser desqualificado. Ostestes de viabilidade (inviabilidade) realizados em850 podem levar em consideração dados operacionais co-letados, tais como indicações de capacidades de modemou características de modem. Uma vez que os estadosvisados elegíveis foram identificados, o sistema podemover-se em 860 para o estado de prioridade mais altadisponível. 0 sistema então pode atualizar as regrasde transição e addos em 870, tais como uma matriz T,tabelas de limite, regras/vetores de ponderação de da-dos, e assemelhados, e retornar para a coleção de ad-dos em 830 para a avaliação de transição seguinte.
Vários níveis de informação podem estardisponíveis para uma linha individual onde podem serbaseados traçados de perfis, matrizes de transição eregras de transição. Esses traçados podem depender daquantidade de "informação de nível de vinculador" queestá disponível para a linha individual. A informaçãode nível de vinculador pode incluir (sendo que não ne-cessariamente limitado a) e ser categorizado como:
Informação de desenvolvimento Neste ca-so, informação de nível de vinculador inclui a carac-terização de uma linha de DSL como sendo desenvolvidaa partir de um CO, um RT, o SAI, e/ou outros pontosdentro da topologia de laço local. Nenhuma informaçãoestá disponível acerca de distâncias entre o CO, o RT,o SAI, ou outros pontos, ou acerca de intensidade deacoplamento de linha cruzada entre linhas.
Informação de topologia - Adicionalmente àinformação de desenvolvimento, informação topológicaacerca da localização relativa de CO, RT, SAI ou ou-tros pontos de desenvolvimento poderá estar disponí-vel. Essa informação pode compreender informação delocalização desses pontos de desenvolvimento ou dis-tâncias aproximadas entre esses pontos de desenvolvi-mento. Informação acerca da vizinhança que a linha deDSL alcança também pode estar disponível. Informaçãoda vizinhança pode compreender uma indicação de quelinhas na proximidade que a linha de DSL alcança sãoafetadas por determinadas espécies de fontes de ruídos(por exemplo, HDSL, SHDSL, interferência de radio-freqüência). Nenhuma informação acerca de intensidadede acoplamento de ligação cruzada entre linhas especi-ficadas está disponível. Presença de derivação ligadaem ponte informação de localização e comprimento podeestar ou não disponível.
Informação de acoplamento de ligação cru-zada - Adicionalmente à informação de desenvolvimentoe topolog ia, este caso inclui informação acerca da in-teração de ligação cruzada entre linhas de DSL. Essainformação de interação de ligação cruzada pode com-preender pode compreender parâmetros de acoplamento deligação cruzada, caracterização de intensidade de li-gação cruzada, ruído de ligação cruzada, e outros.
Essa informação de nível de vinculador po-de ser coletada utilizando-se meios de coleta 320 pro-venientes de uma fonte apropriada (por exemplo, uma CO146, fonte 348, etc. como ilustrados, por exemplo, naFigura 3A). 0 DSM Technical Report define os parâme-tros Xlin e Xlog como informação de acoplamento de Ii-nha cruzada. Xlin indica a função de perda por inser-ção que representa o acoplamento de linha cruzada en-tre uma primeira perturbação de linha de DSL e uma se-gunda linha de DSL perturbada. Xlog indica a magnitu-de logarítmica de Xlin. Também, as bases de dados sãomantidas pelo fornecedor de serviços de DSL/operadores de rede,operadores de rede esses que podemconter informação de desenvolvimento e/ou topologia.
Essas bases de dados são parte dos Sistemas de Suportede Operações (OSS), e podem ser conhecidos como basesde dados de mapa de fios. Em algumas concretizaçõesda presente invenção, a informação de nivel de vincu-lador pode ser estimada utilizando-se o analisador 300do controlador 310 como ilustrado na Figura 3A. Comoum exemplo, métodos e sistemas descritos no U.S. N0 desérie 11/342.028, referenciado anteriormente, podemser usados para extrair informação acerca de um vincu-lador a partir de dados operacionais de DSL coletados,muito embora outros desses métodos e/ou sistemas sejamconhecidos daqueles versados na técnica.
Quando somente se dispõe de informação dedesenvolvimento, então diferentes perfis, transiçãomatrizes e regras de transição podem ser usados paracada linha, na dependência do ponto de desenvolvimentoda linha. Para um ponto de desenvolvimento tal comoum RT, que tipicamente fica mais próximo do edifíciodo consumidor e para o qual freqüências mais altas po-dem ser usadas seguramente para transmissão de DSL ajusante, os perfis podem incluir perfis que restringemouso de freqüências mais baixas na direção de jusante.
Por exemplo, podem ser usados perfis para os quaisfreqüências a jusante mais baixas são completamentedesabilitadas, ou perfis para os quais a máscara dePSD a jusante sob freqüências mais baixas é mais baixado que a máscara de PDS a jusante sob freqüências maisaltas. Para um ponto de desenvolvimento tal como umCO, que tipicamente se situa mais distante em relaçãoao edifício de usuário e em que freqüências mais bai-xas podem ser usadas mais efetivamente para transmis-são de DSL a jusante, os perfis podem incluir perfisque restringem o uso de freqüências mais altas, e per-mitem níveis de potência transmitida mais alta nasf rqs mais baixas. Esse controle de uso de poT~enciapode ser conseguido pela configuração de parâmetros,tais como PSDMASK, CARMASK, MAXSNRM, TARSNRM, BAND-PREF, MAXNOMPSD, MAXNOMATP, MAXRXPWR, DPBOSHAPED(Downstream Power Back-Off Shaped), UPBOSHAPED (Ups-tream Power Back-Off Shaped), modalidade de cap demargem e assemelhadas (algumas das quais são definidasnas alterações correntes ao G.997.1), seja na direçãode jusante ou direção de montante.
Em um exemplo of uma concretização do mé-todo para service de ADSL que opera a partir de uma RT,na ausência de informação mais detalhada, o traçado deperfis para a RT (por exemplo, em 525 da Figura 5) po-de ser baseado em uma análise do pior caso com relaçãoao comprimento de linha cruzada experimentado por re-ceptores de DSL de linhas de DSL baseadas em CO, e queé induzido por transmissão de DSL a partir de RT. U-tilizando-se seja modelos teóricos ou dados de campo,um número de cenários pode ser simulado com situaçõesde linha cruzada crescentemente mais fortes. Por e-xemplo, uma situação de linha cruzada suave será comuma linha CO de 12kft e uma linha de RT lOkft, onde aRT fica localizada a 2kft em relação ao CO. Uma situ-ação de linha cruzada forte será com uma linha CO de12kft e uma linaha RT de 4kft, em que a RT fica loca-lizada a 8kft do CO. Para cada um desses cenários, ummétodo de gerenciamento de espectro adequado (por e-xemplo, OSB, ISB, SCALE, C-NRIA, métodos de preferên-cia de banda que são conhecidos daqueles versados natécnica) podem ser usados para derivar por simulaçãoum perfil de RT com a faixa de taxa de dados desejadae linha cruzada reduzida. A simulação pode ser repe-tida para vários pontos de taxa de dados desejados pa-ra se obter um número de perfis possíveis (ou seja,permitidos ou permissíveis). Assim, um grupo de per-fis de RT pode ser projetado de forma correspondendo acondições de linha cruzada crescentemente mais fortes.
Um procedimento assemelhado pode ser seguido para Pro-jetar perfis para serviços de DSL que operam a partirde outros locais (por exemplo, um CO).
Assim, podem ser projetados perfis paraserviços de DSL seja no CO ou na RT. As matrizes detransição para estes perfis podem ser projetadas comuma prioridade mais alta nas características desejadas(por exemplo, perfis que minimizam a utilização defreqüência, minimizam a potência transmitida, minimi-zam a linha cruzada induzida, e assim por diante). Umconjunto de perfis adaptáveis de taxa de faixa estrei-ta também pode ser usado, permitindo que o gerenciadorde DSL (controlador, otimizador de DSL, SMC, Centro deDSM, e outros) selecionem uma margem de alvo mais bai-xa e uma faixa de operação de taxa de dados para a li-nha que conduz a taxas de reconjugação mais baixas,possibilidade de agitação de usuário mais baixa, e/oucustos de ação de manutenção mais baixos, bem como au—mento na pegada de taxa/faixa média para o fornecedorde serviços. Essa operação é por vezes chamada de"Tiered Rate Adaptation" ou TRA. As regras de transi-ção (ou limites) podem ser baseados em uma variedadede critérios, conforme observado no U.S. No. De Série11/071.762, referenciado anteriormente. As regras detransição podem ser projetadas de forma que, se a li-nha de DSL opera seguramente em um estado corren-te/perfil, e se a linha de DSL também tem probabilida-de de operar eficientemente em um estado/perfil quepoderá reduzir a linha cruzada, então o estado de li-nha/perfil de DSL deverá ser alterado para esta-do/perfil que deverá reduzir a linha cruzada. Um e-xemplo desses perfis, matrizes de transição e regrasde transição está ilustrado na Figura 9. As regras detransição podem ser adaptadas à linha e a probabilida-de de aceitação desejada de insatisfação do usuário naforma de taxas de agitação, chamadas problemáticas,rolos de caminhão e assemelhados.
O sistema/método da Figura 9 tem 3 perfis910, 920, 930 disponíveis (ou seja, perfis permissí-veis). No perfil 910 todas as freqüências são permiti-das (usáveis); no perfil 920 somente freqüências acimade 400kHz são permitidas; e no perfil 930 somente fre-qüências acima de 800kHz são permitidas. As transi-ções são permitidas como se segue:
940, 942 - entre perfil 910 e perfil 920; e950, 952 - entre perfil 920 e perfil 930.
As transi ções poderão ser restringidas a serem reali-zadas somente quando são atendidas condições especifi-cadas
Seguem-se exemplos destes tipos de condi-ções (em que CV significa violações de código na ope-ração de DSL):
942 - Perfil 1 para perfil 2 - CV = 0 para 99% de tem-po, taxa em perfil 1 taxa de alvo para 99% de tempo,taxa estimada em perfil 2 taxa de alvo
940 - Perfil 2 para perfil 1 - CV > 10 para 5% de tem-po, taxa em perfil 2 < taxa de alvo para 5% de tempo,taxa estimada em perfil 1 taxa de alvo
952 - Perfil 2 to perfil 3 - CV = 0 for 99% of time,rate em perfil 2 >_ taxa de alvo para 99% de tempo, ta-xa estimada em perfil 3 >_ taxa de alvo
950 - Perfil 3 para perfil 2 - CV > 10 para 5% de tem-po, taxa em perfil 3 < taxa de alvo para 5% do tempo,taxa estimada em perfil 2 taxa de alvo
Quando informação de topologia também seencontra disponível, as técnicas descritas anterior-mente para identificação e utilização de perfis, tran-sição de matrizes e regras de transição podem ser au-mentadas para levarem em consideração essa informação.
Os mesmos princípios identificados anteriormente - co-locação de mais ênfase on the higher frequencies fordownstream DSL transmissão from the RT point and plac-ing more emphasis on the lower frequencies for down-stream DSL transmissão from the CO point - can stillbe applied, but the adicionais distance and Iooplength informação available in topology informação canhelp to improve perfils by using real conditionsrather than assumed worst-case conditions. Also, forupstream DSL transmissão (por exemplo, for VDSLl andVDSL2), perfils with different upstream power back-offor power spectral density, possibly with band prefer-ence (or margem cap mode) on or off, configurações po-dem ser used depending on topological knowledge suchas the length of neighboring loops.
Quando topology informação is available asali or part of the informação de nível de vinculador,DSL system configurações for ADSL serviço que operamfrom the RT and having knowledge of the Ioop topologypodem ser implementado using concretizações da pre-sente invenção. The selection e/ou computation ofperfils allowed for use with a given DSL system (porexemplo, em 525 of Figura 5) can still be based on ananalysis regarding the strength of linha cruzada ex-perienced by the DSL receivers of CO-based DSL linhas,e induzidas por DSL transmissões a partir de RT. Maso conhecimento de topologia de laço permite que a aná-lise seja efetuada para os parâmetros conhecidos decomprimento de laço e distância entre CO e RT. Simu-lação é ainda realizada para vários cenários que su-põem progressivamente acoplamento mais forte de linhacruzada (por exemplo, 50% pior caso de linha cruzada,90% pior caso de linha cruzada, 99% pior caso de linhacruzada). Para cada cenário, um dos métodos de geren-ciamento de espectro anteriormente mencionados (OSB,ISB, SCALE, C-NRIA, método de preferência de banda)pode ser usado para derivar por simulação um perfil deRT com a faixa de taxa de dados desejada e linha cru-zada reduzida. A simulação pode ser repetida para vá-rios pontos de taxa de dados desejada para obtenção deum número de perfis permissiveis. Assim, um grupo deperfis baseados em RT é designado correspondente àscondições de linha cruzada gradualmente maiores. Umgrupo de perfis de CO pode ser projetado da mesma ma-neira. Conseqüentemente, transição de matrizes e re-gras de transição podem ser introduzidas de uma manei-ra semelhante ao caso em que apenas se dispõe de in-formação de desenvolvimento.
Quando informação de topologia se encontradisponível como toda ou parte da informação de nívelde vinculador, o sistema de configurações de DSL paraserviço de VDSL, serviço com UPBO e tendo novamenteconhecimento da topologia de laço pode ser implementa-do utilizando-se concretizações da presente invenção.
0 conhecimento da topologia de laço permite novamenteasimulação de número de cenários com acoplamento de li-nha cruzada progressivamente mais forte nos perfispermissíveis de traçado/seleção (por exemplo, em 525da Figura 5). 0 resultado da simulação é um perfilcorrespondente para cada cenário para a aplicação deretorno de potência para montante. Esse retorno podeser aplicado pelo controle da referência PSD, PSDREF,do comprimento elétrico, UPBOKLE, das constantes a e bdo algoritmo UPBO conhecido, ou pelo controle de PSD-MASK e CARMASK. Este grupo de perfis pode ser entãousado em conjunto com matrizes de transição e regrasde transição para reduzir FEXT em VDSL a montante. Asmatrizes de transição são projetadas com prioridademais alta colocada nos perfis que conseguem reduçõesde potência mais agressivas. As regras de transiçãosão projetadas de forma tal que uma transição para umperfil com redução de potência mais agressiva é permi-tida somente se o estado de linha de DSL corrente exi-bir um nivel de estabilidade adequado e se for estima-do que a transição não provocará a queda do desempenhoda linha de DSL abaixo de um nivel mínimo aceitável.
Quando também se dispõe de informação deacoplamento de linha cruzada, o traçado de perfis, ma-trizes de transição e regras de transição podem levarem consideração essa informação. Nesse caso, os parâ-metros de configuração relacionados com controles depotência podem ser obtidos por execução de uma simula-ção sob as condições conhecidas. Um dos métodos deequilíbrio de espectro anteriormente mencionados (OSB,ISB, SCALE, C-NRIA, método de preferência de banda) serusado para derivar por simulação o perfil de RT ou COcom a faixa de taxa de dados desejada que consegue alinha cruzada reduzida em pares nas proximidades. Umasimulação pode ser realizada para vários pontos de ta-xa de dados desejados para se obterem múltiplos perfispossíveis, incluindo o uso de diferentes algoritmos decarga pelos vários modems no vinculador na dependênciade se a preferência de banda (também conhecida comomodalidade de cap de margem) é ligada ou desligada.
Esta metodolog ia pode ser aplicada para determinação15 dos parâmetros da transmissão de jusante e/ou de mon-tante. Desta forma, um grupo de perfis é projetado deforma correspondente a diferentes pontos de taxas dedados, mas otimizado para as condições do laço especí-fico e linha cruzada.
Quando também se dispõe de informação deacoplamento de linha cruzada, o traçado das matrizesde transição e regras de transição podem ser realiza-das de uma maneira semelhante ao caso onde se dispõesomente de informação de topologia. Regras de transi-ção podem ser ainda aumentadas de forma que elas in-cluam regras para parâmetros coletados (dados opera-cionais coletados) a partir de linhas na mesma vizi-nhança (ou seja, linhas em estreita proximidade físi-ca) como a linha em consideração para uma transição.
Por exemplo, uma regra de transição para aumentar ataxa de addos da linha pode. requerer que a taxa de da-dos da linha vizinha exceda um determinado limite emuma certa percentagem do tempo de observação total.
Em outra concretização da presente inven-ção, perfis "adaptáveis de taxas enfileiradas" (TRA)podem ser projetadas para serviços de DSL s. um per-fil inclui tipicamente os parâmetros de configuraçãode taxa de dados de rede mínima e taxa de dados de re-de máxima. Um exemplo de um conjunto de perfis de TRAestá ilustrado na Figura 10, em que perfis TRA 1012,1014, 1016 usam janelas de taxa de dados gradualmentemais altas 1013, 1015, 1017, respectivamente, paraconseguir arranjos de taxa de dados de rede mínima deperfil mais alto e taxa de dados de rede máxima queestão dentro da taxa de dados mínima permitida e/oualcançada 1004 e taxa de dados máxima 1006. Assim, acombinação do conjunto de perfis de TRA cobre toda afaixa de taxa de dados que de outro modo seria cobertapor um perfil adaptável de taxa única com uma taxa dedados de rede mínima 1004 e uma taxa de dados de redemáxima 1006. A taxa de dados de rede mínima sobre to-dos os perfis de TRA é igual à taxa de dados de redemínima do perfil adaptável de rede de outro modo usa-do, e a taxa de dados de rede máxima sobre todos osperfis de TRA é igual à taxa de dados de rede máximado perfil adaptado de taxa de outro modo usado. 0 usocombinado dos perfis de TRA permite uma faixa de taxade dados de rede que cobre a faixa de taxa de dados osentre a taxa de dados de rede mínima e a taxa de dadosde rede máxima de um perfil adaptativo de taxa de ou-tro modo usado. 0 exemplo da Figura 10 mostra 3 per-fis TRA; entretanto, outras concretizações podem usarum número de perfis de TRA diferente. Os perfis deTRA tipicamente utilizam a mesma margem de SNR de alvo(TARSNRM), muito embora não seja requerido que assimseja. Esses perfis de TRA com uma faixa restringidapara taxa de dados de rede mínima e máxima têm vanta-gens significativas em comparação com um perfil adap-tável de taxa única (RA) que tem uma variação de taxade dados de rede ampla. Se uma linha de DSL utilizan-do-se um perfil RA conjuga-se durante um tempo comcondições de ruído fraco, então ele tem um alto riscode reconjugação em tempo posterior se o ruído se tor-nar mais forte. Por outro lado, essa reconjugação po-de ser impedida se perfil de TRA apropriado for usado,de forma que a taxa de dados de rede máxima do perfilde TRA não excede a taxa de dados de rede máxima al-cançável 1006 em qualquer tempo. Utilizando-se o pro-cesso ilustrado na Figura 5, os perfis de TRA apropri-ados 1012, 1014, 1016 podem ser selecionados com basenos dados de distribuição correntes e estimados.
Se for usad um perfil de RA único com umamargem alta de SNR de alvo, então um aumento de ruídopoderá disparar uma reconjugação que pode deixar a li-nha em um estado com uma taxa muito baixae. Isto TAM-bém é evitado pelos perfis de TRA, porque a taxa dedados de rede máxima é constrangida, ao mesmo tempo emque a margem SNR alvo pode ser ainda deixada ter umvalor relativamente pequeno. Os perfis de TRA têmvantagens sobre os perfis de RA pelo fato de que elespodem conduzir a taxas de reconjugação mais baixas,possibilidade de batida de usuário mais baixa, a-ções/custos de manutenção mais baixos, e outros. Elestambém podem aumentar a pegada de taxa/faixa média pa-ra o fornecedor de serviços.
De uma maneira geral, concretizações dapresente invenção empregam vários processos que en-volvem dados armazenados ou transferidos através deum ou mais sistemas de computadores, que podem com-preender um único computador, diversos computadorese/ou uma combinação de computadores (qualquer um dosquais ou todos podem ser chamados permutavelmenteneste contexto de um "computador" e/ou um "sistemade computador"). Concretizações da presente inven-ção também se referem a um dispositivo de hardwareou outro aparelho para desempenhar estas operações.
Este aparelho pode ser especialmente construído paraos propósitos requeridos, ou ele pode ser um compu-tador de uso geral e/ou sistema de computador ativa-do seletivamente ou reconfigurado por um programa decomputador e/ou estrutura de dados armazenados em umcomputador Os processos apresentados neste contextonão estão inerentemente relacionados a qualquer com-putador em particular ou outro aparelho. Em parti-cular, várias máquinas de uso geral podem ser usadascom programas gravados de acordo com os ensinamentosneste contexto, ou pode ser mais conveniente cons-truir um aparelho mais especializado para desempe-nhar as etapas de método requeridas. Uma estruturaparticular para uma variedade destas máquinas seráevidente para aqueles normalmente versados na técni-ca com base na descrição dada adiante.
Concretizações da presente invençãotais como foram descritas anteriormente empregam vá-rias etapas de processo as quais envolvem dados ar-mazenados em sistemas de computadores. Estas etapassão aquelas que requerem manipulação fisica de quan-tidades físicas. Usualmente, muito embora não neces-sariamente, estas quantidades tomam a forma de sinaiselétricos ou magnéticos capazes de serem armazenados,transferidos, combinados, comparados e de outro modomanipulados. Por vezes é conveniente, principalmentepor razões de utilização em comum, fazer-se referên-cia a estes sinais como bits, fluxo de bits, sinaisde dados, sinais de controle, valores, elementos,variáveis, caracteres, estruturas de dados ou asse-melhados. Não obstante, deverá ser lembrado que to-dos estes termos e outros assemelhados devem ser as-sociados com as quantidades físicas apropriadas esão meramente rótulos convenientes aplicados a estasquantidades.
Além disso, as manipulações realizadassão freqüentemente referidas por termos tais comoidentificação, adaptação ou comparação. Em qualqueruma das operações aqui descritas que formam parte dapresente invenção estas operações são operações demáquinas. Máquinas de utilidade para a realizaçãodas operações de concretizações da presente invençãoincluem computadores digitais de propósitos gerais eoutros dispositivos assemelhados. Em todos os ca-sos, deverá ter-se em mente a distinção entre o mé-todo de operações na operação de um computador e opróprio método de computação. Concretizações dapresente invenção referem-se às etapas de método pa-ra operar um computador no processamento de sinaiselétricos ou outros sinais físicos para gerar outrossinais físicos desejados.
Concretizações da presente invençãotambém se referem a um aparelho para a realizaçãodestas operações. Este aparelho pode ser especial-mente construído para os propósitos requeridos, ouele pode ser um computador de uso geral ativado se-letivamente ou reconfigurado por um programa de com-putador armazenado no computador. Os processos A-presentados neste contexto não estão inerentementerelacionados a qualquer computador ou outro aparelhoparticular. Em particular, várias máquinas de usogeral podem ser usadas com programas gravados de a-cordo com os ensinamentos neste contexto, ou poderáser mais conveniente construir um aparelho mais es-pecializado para realizar as etapas de método reque-ridas. A estrutura requerida para uma variedade des-tas máquinas será evidente a partir da descrição a-presentada anteriormente.
Além disso, concretizações da presenteinvenção referem-se ainda a meios capazes de ser li-dos por computador que incluem instruções de progra-ma para desempenharem várias operações implementadaspor computador. Os meios e instruções de programapodem ser aqueles especialmente planejados e cons-truídos para os propósitos da presente invenção, oueles podem ser de uma espécie amplamente conhecida edisponível para aqueles versados na técnica de soft-ware computador. Exemplos de meios capazes de seremlidos por computador incluem, sendo que não se ficalimitado aos mesmos, meios magnéticos tais como dis-cos rígidos, disquetes, e fita magnética; meios óp-ticos tais como discos de CD-ROM; meios óptico-magnéticos tais como disquetes ópticos; e dispositi-vos de hardware que são especialmente configuradospara armazenar e executar instruções de programa,tais como dispositivos de memória apenas de leitura(ROM) e memória de acesso aleatório (RAM). Exemplosde instruções de programa incluem código de máquina,tais como produzidos por um compilador, e arquivosque contêm código de nível mais alto que pode serexecutado pelo computador utilizando-se um interpre-tador.
A Figura 14 ilustra um sistema de com-putador típico que pode ser usado por um usuárioe/ou controlador de acordo com uma ou mais concreti-zações da presente invenção. 0 sistema de computa-dor 1400 inclui qualquer número de processadores1402 (também referidos como unidades de processamen-to central, ou CPUs) que são acoplados a dispositivosde armazenamento que incluem armazenamento principal1406 (tipicamente uma memória de acesso aleatório, ouRAM) , armazenamento principal 1404 (tipicamente umamemória somente de leitura, ou ROM). Tal como é am-plamente conhecido na técnica, o armazenamento prin-cipal 1404 funciona de modo a transferir dados einstruções de forma unidirecional para a CPU e o ar-mazenamento principal 1406 é usado tipicamente paratransferir dados e instruções de uma maneira bidire-cional. Estes dois dispositivos de armazenamentoprincipal podem incluir quaisquer dos meios capazesde serem lidos por computador descritos anteriormen-te. Um dispositivo de armazenamento em 1408 tambémé acoplado de forma bidirecional à CPU 1402 e pro-porciona capacidade de armazenamento de dados adi-cional e pode incluir qualquer um dos meios capazesde serem lidos por computador descritos anteriormen-te. O dispositivo de armazenamento de massa 1408pode ser usado para armazenar programas, dados e as-semelhados e é tipicamente um meio de armazenamentosecundário, tal como um disco rígido que é mais lentodo que o armazenamento principal. Será apreciadoque a informação retida dentro do dispositivo de ar-mazenamento de massa 1408 pode, em casos apropria-dos, ser incorporada na forma de padrão como partedo armazenamento principal 1406 como memória virtu-al. Um dispositivo de armazenamento de massa espe-cífico tal como um CD-ROM 1414 também pode fazerpassar dados de forma unidirecional para a CPU.
A CPU 1402 também é acoplada a uma in-terface 1410 a qual inclui um ou mais dispositivosde entrada/saída, tais como monitores de vídeo, mou-ses estacionários, mouses, teclados, microfones,displays sensíveis ao toque, leitoras de cartõestransdutores, leitoras de fitas magnéticas ou de pa-pel, placas de dados, agulhas registradoras, identi-ficadores de voz ou caligrafia, ou outros dispositi-vos de entrada amplamente conhecidos, tais como, na-turalmente, outros computadores. Finalmente, a CPU602 pode ser opcionalmente acoplada a um computadorou rede de telecomunicações utilizando-se uma cone-xão de rede tal como ilustrada de uma maneira geralem 1412. Com essa conexão de rede, considera-se quea CPU poderá receber informação a partir da rede, oupoderá emitir como saída informação para a rede nodecorrer da execução das etapas de método descritasanteriormente. Os dispositivos e materiais descri-tos anteriormente serão familiares para aqueles ver-sados na técnica de hardware e software de computa-dores. Os elementos de hardware descritos anterior-mente podem definir diversos módulos de software pa-ra executar as operações desta invenção. Por exem-plo, instruções para funcionamento de um controladorde composição de palavra-chave podem ser armazenadasno dispositivo de armazenamento de massa 608 ou 614 eexecutadas na CPU 1402 em conjunto com a memóriaprincipal 140 6. De acordo com uma concretizaçãopreferida, o controlador é dividido em submódulos desoftware.
Os muitos aspectos e vantagens da pre-sente invenção são evidentes a partir da descriçãoapresentada e, desta forma, as reivindicações anexasdestinam-se a abranger todos esses aspectos e vanta-gens da invenção. Além disso, uma vez que numerosasmodificações e alterações ocorrerão prontamente à-queles versados na técnica, a presente invenção nãofica limitada à construção e operação exatas taiscomo ilustradas e descritas. Conseqüentemente, asconcretizações descritas deverão ser consideradascomo ilustrativas e não restritivas, e a invençãonão fica limitada aos detalhes apresentados nestecontexto, mas deverá ser definida pelas reivindica-ções expostas em seguida e seu pleno escopo de equi-valentes, sejam elas previsíveis ou não-previsíveisatualmente e no futuro.

Claims (21)

1. - Método para configurar um primeirosistema DSL, caracterizado pelo fato de que o métodocompreende:coletar dados operacionais pertinentes aoprimeiro sistema DSL, em que o primeiro sistema DSL éconfigurado para operar com um primeiro perfil;obter informação de nível de aglutinador;selecionar um segundo perfil, de umapluralidade de perfis permitidos baseados nainformação de nível de aglutinador;determinar se o primeiro sistema DSL é capazde operar com o segundo perfil baseado nos dadosoperacionais coletados e uma ou mais regras detransição, em que o segundo perfil é um perfildisponível para transição a partir do primeiro perfil;einstruir o primeiro sistema DSL a operar como segundo perfil quando o primeiro sistema DSL é capazde operar com o segundo perfil baseado nos dadosoperacionais coletados e a uma ou mais regras detransição.
2. - Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de compreender ainda:selecionar um terceiro perfil, de umapluralidade de perfis permitidos quando o primeirosistema DSL não é capaz de operar com o segundoperfil baseado nos dados operacionais coletados e umaou mais regras de transição,;determinar se o primeiro sistema DSL écapaz de operar com o terceiro perfil baseado nosdados operacionais coletados e na uma ou mais regrasde transição, em que o terceiro perfil é um perfildisponível para transição a partir do primeiroperfil; einstruir o primeiro sistema DSL a operarcom o terceiro perfil quando o primeiro sistema DSL écapaz de operar com o terceiro perfil baseado nosdados operacionais coletados e na uma ou mais regrasde transição.
3. - Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que os dados operacionaiscompreendem dados pertinentes a pelo menos um dosseguintes:indicação de preferência de banda;indicação de modalidade de capa de margem;indicação de que a margem por tom deverá sermantida menor do que a margem de SNR máxima;prioridades de serviço pertinentes à taxa dedados líquida;prioridades de serviço pertinentes à margemexcedente;prioridades de serviço pertinentes à margemexcedente por tom;prioridades de serviço pertinentes ao atraso;prioridades de serviço pertinentes à proteçãode ruído de impulso;indicação de algoritmos de carga usados com oprimeiro sistema DSL;indicação de algoritmos de alocação depotência usados com o primeiro sistema DSL;taxa de dados alcançáveis máxima;taxa de dados atuais;margem;atenuação de canal por tom;atenuação média;ruído de linha inativa por tom;ruído de linha ativa por tom;SNR por tom;PSD transmitido por tom;DPBOSHAPED;UPBOSHAPED;resposta de eco;preferência de banda;modalidade de capa de margem;contagem de correção de FEC;contagem de violação de código;segundos errôneos;segundos seriamente errôneos;número de contagem de restrições;retardo atual;distribuições de erros;proteção de ruído de impulso atual; ouFEC e parâmetros intercalados.
4. - Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que os dados operacionaissão coletados a partir de pelo menos um dos seguintes:um controlador que controla o primeiro sistemaDSL;um controlador que controla um ou mais sistemasDSL vizinhos;um controlador que controla um sistema DSLoutro que não o primeiro sistema DSL;uma fonte de dados operacional privada; ouuma fonte de dados operacional pública.
5. - Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o primeiro perfil e osegundo perfil compreendem, cada um, pelo menos um dosseguintes parâmetros de configuração:densidade espectral de potência nominal máxima;MAXNOMPSD;potência de transmissão agregada nominalmáxima;MAXNOMATP;recorte de potência;PCB;DPBOSHAPED;parâmetros conformados por retorno de potênciaà jusante;UPBOSHAPED;parâmetros conformados por retorno de potênciaà montante;ganhos finos;gi;fatores de escala espectral de transmissão;tssi;máscara de densidade espectral de potência;PSDMASK;nível de densidade espectral de potência;potência recebida máxima;MAXRX PWR;parâmetros de retorno de potência à montante;UPBOKLE;modalidade de capa de margem;máscara portadora;CARMASK;proteção de ruído de impulso mínimo;MININP;retardamento máximo;MAXDELAY;margem de alvo;TARSNRM;margem mínima;MINSNRM;margem máxima;MAXSNRM;indicação de preferência de banda;PREFBAND;taxa de dados alvo;taxa de dados mínima;taxa de dados máxima;FEC e parâmetros de intercalação;capa de bits por tom;BCAP [n] ;margem alvo por tom;TARSNRM[n];ruído de referência; ouREFNOISE.
6. - Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o primeiro perfilcompreende uma taxa de dados mínima de primeiro perfile uma taxa de dados máxima de primeiro perfil;ainda em que o segundo perfil compreende uma taxade dados mínima de segundo perfil e uma taxa de dadosmáxima de segundo perfil; eainda em que o primeiro perfil e o segundo perfilatendem a uma das seguintes condições:uma primeira condição em que a taxa de dadosmínima de primeiro perfil é menor do que ou igual àtaxa de dados mínima do segundo perfil e a taxa dedados máxima de primeiro perfil é menor do que a taxade dados máxima de segundo perfil; ouuma segunda condição em que a taxa de dados mínimade segundo perfil é menor do que ou igual à taxa dedados mínima de primeiro perfil e a taxa de dadosmáxima de segundo perfil é menor do que a taxa de dadosmáxima de primeiro perfil.
7. - Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que os dados operacionaiscoletados compreendem um conjunto de valores deparâmetros que compreende um ou mais valores deparâmetros e ainda em que as regras de transiçãocompreendem comparar um valor operacional a um valor delimite, em que o valor operacional é pelo menos um dosseguintes:um único valor de parâmetro no conjunto de valoresde parâmetros;um valor calculado baseado em um ou mais valoresde parâmetros no conjunto de valores de parâmetros; ouuma combinação de valores de parâmetros noconjunto de valores de parâmetros.
8. - Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a informação de nívelde aglutinador compreende informação de destacamentode nível de aglutinador que compreende:primeira informação de destacamento sobre oprimeiro sistema DSL; einformação de destacamento vizinho sobre umou mais sistemas DSL vizinhos que estãofisicamente próximos ao primeiro sistemaDSL.
9. - Método de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que a informação dedestacamento de nível de aglutinador compreende pelomenos uma das seguintes:uma indicação de se o primeiro sistema DSL édestacado a partir de um escritório central,um terminal remoto, uma interface de acesso deserviço, uma unidade de rede óptica, ou umDSLAM remoto; ouuma indicação de se um sistema DSL vizinho édestacado a partir de um escritório central,um terminal remoto, uma interface de acesso deserviço, uma unidade de rede óptica, ou umDSLAM remoto.
10. - Método, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que os perfis permitidosincluem perfis com pelo menos uma das seguintescaracterísticas:uma ou mais freqüências mais baixasneutralizadas ;uma ou mais freqüências mais baixasdotadas de máscara de PSD mais baixa do quefreqüências mais altas;reversão de potência à montantecapacitada;um ou mais parâmetros de reversão depotência à montante com valores diferentes dosvalores básicos;preferência de banda capacitada; oumodalidade de capa de margem capacitada.
11. - Método, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que os perfis permitidoscompreendem valores de parâmetros de configuraçãocomputados através do uso de um método de equilíbriode espectro;ainda em que o método de equilíbrio deespectro utiliza informação dedestacamento de nível de aglutinador;ainda em que o método de equilíbrio deespectro utiliza pelo menos um dosseguintes:uma topologia de laço de pior situaçãosuposta; ouinformação de topologia real; eainda em que o método de equilíbrio deespectro utiliza pelo menos um dosseguintes:informação de acoplamento de linhacruzada suposta; ouinformação de acoplamento de linhacruzada real.
12. - Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a informação de nívelde aglutinador compreende informação de topologia denível de aglutinador que compreende:primeira informação de topologia sobre o primeirosistema DSL; einformação de topologia vizinha sobre um ou maissistemas DSL vizinhos que estão fisicamente próximosdo primeiro sistema DSL.
13. - Método, de acordo com a reivindicação 12,caracterizado pelo fato de a informação de topologiade nível de aglutinador compreende pelo menos um dosseguintes:informação de localização referente a um pontode destacamento;informação de localização referente aequipamento do estabelecimento de usuário;comprimento de laço;informação vizinha;distância de um ponto de destacamento a partirde um ponto de referência; oudistância de equipamento do estabelecimento deusuário em relação a um ponto de referência.
14. - Método, de acordo com a reivindicação 12,caracterizado pelo fato de que os perfis permitidoscompreendem valores de parâmetros de configuraçãocomputados através do uso de um método de equilíbrio deespectro;ainda em que o método de equilíbrio de espectroutiliza pelo menos um dos seguintes:informação de destacamento suposta; ouinformação de destacamento real;ainda em que o método de equilíbrio de espectroutiliza informação de topologia de aglutinador; eainda em que o método de equilíbrio de espectroutiliza pelo menos um dos seguintes:informação de acoplamento de linha cruzadasuposta; ouinformação de acoplamento de linha cruzadareal.
15. - Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a informação de nívelde aglutinador compreende informação de acoplamento delinha cruzada entre o primeiro sistema DSL e pelomenos um sistema DSL vizinho que está fisicamentepróximo ao primeiro sistema DSL.
16. - Método, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de que a informação deacoplamento de linha cruzada compreende dadospertinentes a pelo menos um dos seguintes:Xlog ;Xlin ;parâmetros de acoplamento de linha cruzada;média de Xlog sobre um grupo de tons;ruído de linha cruzada recebido; ouruído total recebido.
17. - Método, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de compreender ainda coletardados operacionais pertinentes a um sistema DSLvizinho;ainda em que os dados operacionais coletadospertinentes ao primeiro sistema DSL compreendem umprimeiro conjunto de valores de parâmetro de sistemaDSL que compreendem um ou mais valores de parâmetro;ainda em que os dados operacionais coletadospertinentes ao sistema DSL vizinho compreendem umconjunto de valores de parâmetro de sistema DSLvizinho que compreendem um ou mais valores deparâmetro;ainda em que as regras de transição compreendemcomparar um valor operacional com um valor de limite,em que o valor operacional é pelo menos um dosseguintes:um valor de parâmetro único no primeiro conjuntode valores de parâmetro de sistema DSL;um valor de parâmetro único no conjunto devalores de parâmetro de sistema DSL vizinho;um valor calculado baseado em um ou mais valoresde parâmetro no primeiro conjunto de valores deparâmetro de sistema DSL;um valor calculado baseado em um ou mais valoresde parâmetro no conjunto de valores de parâmetro desistema DSL vizinho;uma combinação de valores de parâmetro noprimeiro conjunto de valores de parâmetro de sistemaDSL; ouuma combinação de valores de parâmetro noconjunto de valores de parâmetro de sistema DSLvizinho.
18. - Método, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de que os perfis permitidoscompreendem valores de parâmetros de configuraçãocomputados através do uso de um método de equilíbriode espectro, ainda em que o método de equilíbrio deespectro utilize pelo menos uma das seguintes:informação de destacamento suposta; ouinformação de destacamento real;ainda em que o método de equilíbrio de espectroutiliza pelo menos um dos seguintes:informação de topologia real; ouinformação de topologia suposta; eainda em que o método de equilíbrio de espectroutiliza a informação de acoplamento de linha cruzada.
19. - Produto de programa de computador,caracterizado pelo fato de compreender:um meio capaz de ser lido por máquina einstruções de programa contidas no meio capaz de serlido por máquina, em que as instruções de programaespecificam um método para configurar um primeirosistema DSL, o método compreendendo:obter dados operacionais a partir do primeirosistema DSL, em que o primeiro sistema DSL éconfigurado para operar com um primeiro perfil;obter informação de nível de aglutinador, em que ainformação de nível de aglutinador compreende pelomenos um dos seguintes:informação de destacamento de nível deaglutinador real ou suposta;informação de topologia de nível deaglutinador real ou suposta;informação de acoplamento de linha cruzadareal ou suposta;selecionar um segundo perfil, em que osegundo perfil é:permitido com base na informação de nívelde aglut inador;permitido com base nas regras de transição;eutilizável pelo primeiro sistema DSL combase nos dados operacionais coletados; einstruir o primeiro sistema DSL para operarcom o segundo perfil.
20. - Produto de programa de computador, de acordocom a reivindicação 18, caracterizado pelo fato de queo segundo perfil compreende um ou mais valores deparâmetros de configuração computados utilizando-se ummétodo de equilíbrio de espectro realizado pelautilização da informação de nível de aglutinador.
21. - Controlador, caracterizado pelo fato decompreender:uma unidade de coleta de dados acoplada a umaunidade de análise de dados e um gerador de sinal decontrole acoplado à unidade de análise de dados,configurados para:coletar dados operacionais pertinentes aoprimeiro sistema DSL, em que o primeiro sistema DSLé configurado para operar com um primeiro perfil;obter informação de nível de aglutinador;selecionar um segundo perfil, de umapluralidade de perfis permitidos baseado eminformação de nível de aglutinador;determinar se o primeiro sistema DSL é capazde operar com o segundo perfil baseado nos dadosoperacionais coletados e uma ou mais regras detransição, em que o segundo perfil é um perfildisponível para transição a partir do primeiroperfil; einstruir o primeiro sistema DSL para operarcom o segundo perfil somente quando o primeirosistema DSL é capaz de operar com o segundo perfilbaseado nos dados operacionais coletados e uma oumais regras de transição.
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