BRPI0613408A2 - uso de compostos, e, processo para reduzir ou prevenir a contaminação de plantas ou de produtos vegetais com micotoxinas formadas por fungos produtores de tricoteceno - Google Patents

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Abstract

USO DE COMPOSTOS, E, PROCESSO PARA REDUZIR OU PREVENIR A CONTAMINAçãO DE PLANTAS OU DE PRODUTOS VEGETAIS COM MICOTOXINAS FORMADAS POR FUNGOS PRODUTORES DE TRICOTECENO. A invenção refere-se ao uso de reguladores de crescimento selecionados entre derivados de acilciclo-hexanodiona e compostos de amónio quaternário para reduzir ou prevenir a contaminação de plantas e de produtos vegetais por micotoxinas formadas por fungo produtor de tricoteceno.

Description

USO DE COMPOSTOS, Ε, PROCESSO PARA REDUZIR OU PREVENIRA CONTAMINAÇÃO DE PLANTAS OU DE PRODUTOS VEGETAISCOM MICOTOXINAS FORMADAS POR FUNGOS PRODUTORES DETRICOTECENO"
A presente invenção refere-se ao uso de reguladores decrescimento selecionados entre derivados de acilciclo-hexanodiona ecompostos de amônio quaternário para reduzir ou prevenir a contaminação deplantas e de produtos vegetais por micotoxinas formadas por fungosprodutores de tricoteceno
O material colhido de todas as espécies de cereais, tais comotrigo, cevada, centeio, triticale, aveia, arroz e milho e também de muitasoutras espécies de plantas, tais como batata, beterraba de açúcar, tomate,ervilha, alho porró, aspargos, gramíneas para forragem e trevo para forragem,pode estar contaminado com toxinas de tricoteceno e com outras micotoxinasque se originam de fungos filamentosos. Os mais inafetados são triticale,aveia, trigo comum e, em particular trigo duro. As fontes destas toxinas sãocertos fungos, por exemplo, aqueles dos gêneros Trichoderma, Stachybotryse, em particular, Fusarium, que infectam estas plantas. No mundo todo, taisfusarioses são as doenças mais importantes de cereais que, além das regiõesclássicas de crescimento de trigo nos EEUU e no Canadá, também afetamAustrália e Europa. O fungo Fusarium, principalmente, permanece no solo,degradando, juntamente com outros microorganismos, o material da planta.Ele pode existir igualmente em material vivo e morto. Uma ocorrência maisfreqüente como doença de cereal é promovida por alguns fatores:
- Matéria orgânica infectada com sobre/dentro do solo (comoinóculo), a contaminação sendo promovida em particular por barbas de milhoe palha de milho residual (ver, por exemplo, A. Meier, B. Birzele, E. Oerke,U. Steiner, J. Kramer e H. Dehne, "Significance of diferente inoculum sourcefor the Fusarium infecção of wheat ears.", Micotoxina Research 1, 2001, 71-- tempo suficiente úmido-quente na primavera e no início doverão, que permite que o fungo forme esporângios
- períodos alternativos de precipitação de chuvas e de diasensolarados para espalhar os esporos
- floração da planta (especialmente de cereal) durante operíodo quando os esporos são carregados pelo ar (ver, por exemplo, A. Obst,V.H. Paul, "Krankheiten und Schadlinge des Getreides" [doenças em cereais epragas em cereais], Verlag Th. Mann, Gelsenkirchen-Buer, 1993).
A infecção do cereal com fungos Fusarium resulta em umainfecção característica na espiga em que espigas individuais são branqueadase em alguns casos pode ser observado um revestimento avermelhado noesporo. Na maioria dos casos, as espigas secam acima do local infectado esomente um grão seco é ali formado. Pode ser bem possível que grãosnormalmente dimensionados amadureçam abaixo do local infectado; noentanto, estes estão geralmente contaminados pelas toxinas do fungo.Conseqüentemente, os fungos Fusarium podem não apenas reduzir osrendimentos, porém, em particular, eles também contaminam o cereal colhidocom micotoxinas. A contaminação dos grãos de cereal pode ocorrer tanto naespiga como, menos comumente, durante a armazenagem do material colhido.
Depois da ingestão de plantas e de partes de plantascontaminadas, por exemplo, de cereal ou de produtos preparados partindo dosmesmos, até mesmos doses diminutas das micotoxinas ali contidas podemcausar graves doenças agudas ou crônicas em seres humanos e em animais.Os efeitos adversos agudos de toxinas de tricoteceno e de outras micotoxinasque se originam dos fungos que produzem tricoteceno sobre a saúde podem semanifestar em um grande número de sintomas, por exemplo, em um sistemaimunológico comprometido, uma nefropatia IgA (Doença de Berger), náusea,danos aos rins, recusa de alimentos e vômitos em animais domésticos edesempenho reduzido de postura em criação de aves. Além disso, em sereshumanos e em animais estas micotoxinas têm atividade estrogênica e/oumutagênica. No caso de trigo para massa, há suspeita de haver uma conexãoentre a contaminação com tais toxinas e a formação de espuma sobre acerveja (P. Gjersten, "Gushing in Beer: Its nature, cause and prevention",Brewers Digest 42, 1967, 80-84).
Para evitar um efeito adverso na saúde por ingestão dasmicotoxinas mencionadas acima, autoridades nacionais e cosmopolitasespecificaram quais as quantidades máximas de micotoxinas podem sertoleradas.
Desse modo, o Committee on Food of the EU recomenda 0,001 mgde DON (desoxinivalenol; uma toxina tricoteceno) por quilograma de peso docorpo como TDI (Ingestão Diária Tolerável) para adultos. De acordo com oregulamento alemão em relação às quantidades máximas de micotoxinas, osgrãos de cereal para consumo direto e em produtos de cereal processadospodem conter no máximo 0,5 mg de DON (desoxinivalenol, uma toxina detricoteceno) por quilograma de peso do corpo como TDI (Ingestão DiáriaTolerável) para adultos. De acordo com o regulamento da Alemanha sobre asquantidades máximas de micotoxinas, os grãos de cereal para consumo diretoe em produtos processados de cereal podem conter no máximo 0,5 mg deDON por quilograma de cereal usado. Em produtos de panificação e emconfeitaria, os teores de DON não devem exceder 0,35 mg/kg, enquanto que olimite superior em alimentos para bebês e crianças pequenas é de 0,1 mg/kg
Para reduzir o teor das micotoxinas mencionadas acima emplantas e em partes de plantas e nos produtos alimentícios e em alimentaçãoanimal obtida partindo das mesmas, as medidas correntemente empregadassão essencialmente as seguintes:
- cultivo de cultivares com baixa suscetibilidade à infestaçãopor Fusarium;
- adequada rotatividade da plantação; em particular evitandomilho como plantação anterior;
- uso de fungicidas, tais como metconazol e tebuconazol;
- condições de armazenagem que evitam o desenvolvimento defungos Fusarium.
No entanto, estas medidas puramente preventivas não sãoainda satisfatórias. Em particular, as medidas puramente preventivas (cultivode cultivares resistentes, renovação adequada da plantação e condições dearmazenagem) não são confiavelmente eficazes, em particular quando ascondições climáticas prevalecentes favorecem a infestação por fungosfilamentosos. O uso de fungicidas, também, nem sempre é suficiente, emparticular quando houver uma alta pressão de infestação.
Em geral, os reguladores de crescimento não têm açãofungicida alguma. No entanto, certos compostos que têm um heterociclo quecontém N e que têm uma certa atividade fungicida, isto é, os reguladores decrescimento do tipo triazol (por exemplo, paclobutrazol e uniconazol), do tipopirimidina (por exemplo, ancimidol e and flurprimidol) e do tipo 4-piridina(por exemplo, inabenfide) são uma exceção (W. Rademacher, "Growthretardants: Effects on gibberellin biosynthesis and other metabolic pathways",Annual Review of Plant Physiology and Plant Molecular Biology 51, 2000,501-531).
Em "Interference of selected fungicidas, plant growthretardants as well as piperonyl butoxide and 1-aminobenzotriazole intricoteceno production of Fusarium graminearum (strain 4528) in vitro",Zeitschrift fur Pflanzenkrankheiten und Pflanzenschutz (Journal of PlantDiseases & Protection) 106(2), 1999, 198-212, A. Matthies, F. Walker e H.Buchenauer descrevem que reguladores do crescimento (ancimidol,flurprimidol e BAS 111) inibem a formação de 3-acetildesoxinivalenol (3-ADON; uma toxina do tricoteceno) e também o crescimento de micélio emculturas in vitro de Fusarium graminearum apenas fracamente.Em geral, acreditou-se até agora que o efeito de tais compostossobre o teor de toxina de grãos de cereal é neutro até, ao contrário, negativo.
Desse modo, E. Oldenburg descreve em "Crop cultivatíon measures to reducemicotoxina contamination in cereais", Journal of Applied Botany and FoodQuality 78, 174-177 (2004), que o uso combinado de reguladores decrescimento e de fungicidas para as folhas resulta, em certos casos, em umaumento do teor de DON no trigo e conseqüentemente, o autor recomenda umuso cauteloso de reguladores de crescimento. Uma avaliação similar tambémé conseguida por M.T. Fauzi e T.C. Paulit em "The effect of plant growthregulators and nitrogen on Fusarium head blight of the spring wheat cultivarMax", Plant Disease 78, 1994, 289-292: neste trabalho, é relatado que ocloreto de clormequat não tem efeito direto sobre a suscetibilidade de espigasde trigo de serem infeccionadas com Fusarium graminearum. No entanto,encurtando a planta, é mais fácil de ocorrer uma infestação, pois a espiga estámais próxima do inóculo (resíduos de planta no solo). No entanto, não foramdeterminados os teores de tricoteceno nos grãos.
Alem disso, é sabido que os compostos de acilciclo-hexanodiona prohexadiona-Ca e trinexapac-etila podem induzir a resistênciacontra o ataque por agentes patogênicos em certas espécies de plantas. Dessemodo, a US 6.022.831 descreve o uso das acilciclo-hexanodionas contra ainfecção com a bolha de fogo (Erwinia amylovora) em frutos pomos. A WO00/78144 descreve o uso das acilciclo-hexanodionas para o aumento daresistência de plantas de cultura contra a infecção com certos fungosfitopatogênicos. Em termos de efeito, apenas a ação contra a crosta da maçã( Venturia inaequalis) e contra Botrytis cinerea em videiras está documentada.
No entanto, tais efeitos podem não ser acionados em todas as espécies deplantas e não contra todos os agentes patogênicos. A infecção do trigo commíldio, por exemplo, não pode ser reduzida com a prohexadiona-Ca. Maisdetalhes são fornecidos em H. Halbwirth, T.C. Fischer, S. Roemmelt, F.Spinelli, Κ. Sclangen, S. Peterek, Ε. Sabatini, C. Messina, J.B. Speakman, C.Andreotti, W. Rademacher, C. Bazzi, G. Costa5 D. Treutter5 G. Forkmann eΚ. Stich em "Inductíon of antimicrobial 3-deoxyflavonoids in pome fruit treescontrols fire blight", Zeitschrift fíir Naturforschung 58 c, 2004, 765-770,
Há uma necessidade da redução ou prevenção mais eficaz decontaminação de plantas e de produtos vegetais, em particular daquelespretendidos para consumo humano e animal, com as toxinas de tricoteceno eoutras toxinas que se originam de fungos formadores de tricoteceno. Emparticular, a redução ou a prevenção da contaminação devia ser possível atémesmo em casos em que, em conseqüência de alta pressão de infecção, éimpossível um controle suficiente da infecção por fungicidas.
Conseqüentemente, é um objetivo da presente invençãofornecer compostos que reduzam o previnam a contaminação de plantas e deprodutos vegetais com toxinas formadas por fungos produtores de tricoteceno.
Surpreendentemente5 foi descoberto que certos reguladores decrescimento reduzem ou previnem a contaminação de plantas ou de produtosvegetais com toxinas.
Conseqüentemente, o objetivo foi atingido usando-secompostos selecionados do grupo que consiste de
(a) acilciclo-hexanadionas de fórmula (I)
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em que
R1 é H ou Ci-Cio-alquila e
R é C1
-C10-alquila ou C3-Ci0-cicloalquilaou sais dos mesmos e
(b) compostos de amônio quaternário de fórmula (II)<formula>formula see original document page 8</formula>
em que
R3 e R4 independentemente um do outro são Ci-Cio-alquila queé opcionalmente substituído por pelo menos um átomo de halogênio ou sãoC3-Cio-cicloalquila ou
R3 e R4 juntos formem uma unidade de formação de ponte-(CH2)n-, -(CH2)2-O-(CH2)2- ou -(CH2)-CH=CH-(CH2)-NH-,em que η é 4 ou 5 e
X" é um contra-ânion selecionado do grupo que consiste deíons halogeneto, íons sulfato, íons Ci-Ci0-alquil sulfonato, íons borato, íonscarbonato e misturas dos mesmos,
para a redução ou a prevenção da contaminação de plantas oude produtos vegetais com toxinas formadas por fungos produtores detricoteceno.
Supõe-se que os reguladores de crescimento mencionadosinibem a biossíntese destas toxinas. No entanto, também é possível que,adicionalmente ou alternativamente, eles induzam ou aumentem a resistênciadas plantas contra o ataque pelos agentes patogênicos.
As afirmações a seguir em relação às modalidades adequadas epreferidas dos compostos I e II e ao seu uso aplicam-se tanto a si própriascomo em combinação entre si.
No contexto da presente invenção Ci-Ci0-alquila é um radicaialquila de cadeia reta ou ramificada, tais como metila, etila, propila,isopropila, n-butila, sec-butila, isobutila, tert-butila, pentila, neopentila,hexila, heptila, octila, 2-etilhexila, nonila ou decila. CrC4-alquila é, porexemplo, metila, etila, propila, isopropila, n-butila, sec-butila, isobutila outert-butila. O radical alquila é de preferência de cadeia reta.
C3-Cio-cicloalquila é, por exemplo, ciclopropila, ciclopentila,ciclo-hexila, ciclo-heptila, ciclooctila, ciclodecila ou decalina. C3-C6-cicloalquila é, por exemplo, ciclopropila, ciclopentila ou ciclo-hexila.
Halogênio é, de preferência flúor, cloro ou bromo eparticularmente de preferência cloro. Conseqüentemente, os íons halogenetosão, de preferência, fluoreto, cloreto ou brometo e particularmente, depreferência, cloreto.
Os íons sulfato são tanto o simples ânion sulfato SO42" comoos íons CrCio-alquil sulfato RO-S(O)2-O-, em que R é Ci-Ci0-alquila, porexemplo, metil sulfato, etil sulfato e similares. Preferido é o simples ânionsulfato SO42".
Os íons Ci-Cio-alquil sulfonato são ânions de fórmula R-S(O)2-O-,em que R é Ci-Ci0-alquila, por exemplo, metilsulfonato,etilsulfonato e similares.
Os ânions borato são, de preferência, aqueles de fórmula III
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em que
M é um cátion de um metal aceitável em agricultura, umpróton ou amônio;
A é um grupo formador de quelato ou de complexo associadocom pelo menos um átomo de boro ou um cátion M;
χ é um número de O a 10;y é um número de 1 a 48;ζ é um número de O a 48;ν é um número de O a 24;
m é um número de 1 a 6;w é um número de 0 a 24.
M é, de preferência, um cátion de um metal selecionado dogrupo que consiste de sódio, potássio, magnésio, cálcio, zinco, manganês e cobre, é um próton ou é amônio.
A é, de preferência, selecionado do grupo que consiste deácidos hidroxicarboxílicos, ácidos carboxílicos, álcoois, glicóis, aminoálcoois,açúcares e similares.
Os ácidos hidroxicarboxílicos adequados são, por exemplo,ácido glicólico, ácido láctico, ácido mandélico, ácido málico, ácido tartárico,ácido cítrico outros ácidos de frutas e também hidroxiácidos graxos, tal comoácido ricinoléico.
Os ácidos carboxílicos adequados são ácidosmonocarboxílicos, tais como ácido fórmico, ácido acético, ácido propiônico,ácido valérico, ácido isovalérico, ácido capróico, ácido enântico, ácidocaprílico e outros ácidos graxos e ácidos dicarboxílicos, tais como ácidooxálico, ácido malônico, ácido succínico, ácido adípico e similares.
Os álcoois adequados são, por exemplo, Ci-C8-álcoois, taiscomo metanol, etanol, propanol, isopropanol, n-butanol, sec-butanol,isobutanol, tert-butanol, álcoois pentílicos, tais como pentanol e alcoholamílico, álcoois hexílicos, tal como hexanol, álcoois heptílicos, tal comoheptanol e álcoois octílicos, tais como octanol e 2-etilhexanol.
Os glicóis adequados são, por exemplo, C2-Ci0-dióis, taiscomo glicol, dietileno glicol, trietileno glicol e similares.
Os aminoálcoois adequados são, por exemplo, etanolamina,dietanolamina, trietanolamina e similares.
Os açúcares adequados são, por exemplo, pentoses e hexoses,tais como frutose, glicose, manose e similares e também diaçúcares, tal comosacarose.
χ é, de preferência, O, em particular se M não tem um dossignificados mencionados acima.
y é, de preferência, um número de 2 a 20, particularmente depreferência de 2 a 10, mais preferivelmente desde 3 a 10, até mesmo maispreferivelmente desde 3 a 7 e, em particular, de 3 a 5.
y é especialmente 5.
z é, de preferência, um número de 6 a 10, particularmente, depreferência, de 6 a 8 e, em particular, 8.
ν é, de preferência, 0,
w é, de preferência, um número de 2 a 10, particularmente depreferência de 2 a 8 e, em particular, de 2 ou 3.
M é, de preferência, 1 ou 2 e, em particular, 1.
E dada preferência aos boratos de fórmula (III), em que χ ézero ou M é um cátion de um metal selecionado do grupo que consiste desódio, potássio, magnésio, cálcio, zinco, manganês e cobre, é um próton ou éamônio; e/ou y corresponde a um número de 2 a 20, de preferência de 2 a 10,particularmente de preferência de 3 a 10, mais preferivelmente desde 3 a 7,em particular de 3 a 5 e/ou ζ corresponde a um número de 6 a 10, emparticular de 6 a 8 e/ou ν é zero; e/ou m é 1 ou 2 e/ou w corresponde a umnúmero de 0 a 24.
Especial preferência é dada a boratos de fórmula (III) em que ycorresponde a um número de 3 a 7, em particular de 3 a 5; ζ corresponde a umnúmero de 6 a 10, em particular de 6 a 8; ν é zero e w corresponde a umnúmero de 2 a 10, em particular de 2 a 8.
Preferência muito especial é dada a boratos de fórmula (III)em que y = 5;z = 8;v = 0;m=l;w = 2a3 (pentaboratos).
Nos boratos, se necessário, a carga é compensada pelo cátion M.
Os boratos podem compreender água, por exemplo, como águade cristalização em forma livre ou coordenada ou como água ligada na formade grupos hidroxila ligados a boro.
Os boratos adequados e preferidos e os processos para apreparação dos mesmos são por si conhecidos e descritos, por exemplo, naWO 02/083732 e na literatura ali citada, cujo inteiro teor é aqui incorporadocomo referência. Outros boratos adequados são descritos, por exemplo, naWO 99/09832, cujo inteiro teor é aqui incorporado como referência.
As toxinas formadas por fungos produtores de tricoteceno sãotanto tricotecenos como toxinas diferentes dos mesmos que se originam dosmesmos fungos filamentosos.
Os fungos produtores de tricoteceno são, de preferênciaaqueles dos gêneros Trichoderma, Stachybotrys e, em particular, Fusarium.
De importância em associação com a produção de micotoxinano caso do gênero Fusarium são, por exemplo: F. culmorum e F.graminearum como as espécies mais importantes (Mauler-Machnik A. & SutyA, 2000: Aktueller Stand der internatíonalen Forschung zur Bekámpfung vonÁhrenfusariosen in Weizen [Current state of International Research on thecontrol of ear fusarioses in wheat]. 22nd Micotoxina Workshop, Bonn, Junho5-7, 2000), e além disso também F. acuminatum, F. avenaceum, F.crockwellense, F. equiseti, F. moniliforme, F. oxysporum, F. poae, F.proliferans, F. scirpi, F. sporotrichioides, F. subglutinans e F. tricinctum.
No caso do gênero Trichoderma, é, em particular oTrichoderma viride representativo que é de importância neste contexto. Osfungos filamentosos do gênero Stachybotrys são, em particular, Stachybotryschartarum.
As micotoxinas são, em particular, tricotecenos ouzearalenona.
A zearalenona é uma micotoxina com ação de estrogênio que éformada por várias espécies do gênero Fusarium. Os substratos preferidos dosfungos formadores de zearalenona são milho e aveia. No entanto, outrasespécies de cereal também pode estar fortemente infectadas. Como azearalenona é formada em uma fase de desenvolvimento muito tardia dofungo, ela é encontrada especialmente em cereal altamente infectado. Azearalenona não tem toxicidade aguda; no entanto, presume-se que ela nãotenha ação carcinogênica. Em animais de pasto, ela provoca distúrbios defertilidade, partos prematuros e abortos.
O nome tricoteceno refere-se a um grupo de aproximadamente100 micotoxinas formadas, em particular, por fusaria, mas também por outrosfungos filamentosos em plantas e em produtos vegetais, em particular emcereais e produtos de cereais. Os tricotecenos têm um amplo espectro deações biológicas. Em geral, os tricotecenos inibem a biossíntese de proteínasem células de mamíferos, às vezes até mesmo a concentrações tão baixasquanto de 1 ng.
O envenenamento por tricoteceno provoca vômitos, diarréia,recusa de alimentação, inflamações do trato gastrintestinal, danos às célulasneurais, ao músculo do coração, ao sistema linfático, aos testículos, ao timo edesenvolvimento de necroses em tecidos. Os envenenamentos de animais e deseres humanos são conhecidos, por exemplo, sob os termos "toxicose domilho mofado" (EUA), "toxicose da casca do feijão" (Japão) ou "leucopeniatóxica alimentar" (CIS). De acordo com a sua estrutura química, ostricotecenos são divididos em grupos AaD.
De importância são, em particular, as seguintes toxinas detricoteceno: toxina T-2, toxina HT-2, neosolaniol, monoacetoxiscirpenol,diacetoxiscirpenol (DAS), 15-acetoxiscirpendiol, desoxinivalenol (DON =vomitoxina), nivalenol, 3-acetoxinivalenol, 15-acetoxinivalenol, fusarenona,T-2 tetraol e verrucarol.
As plantas em que a formação das micotoxinas mencionadasprecisa ser reduzida ou prevenida são, de preferência, selecionadas do grupoque consiste de cereal, batata, beterraba de açúcar, tomate, ervilha, alho-porró,aspargos, gramíneas para forragem e cravo para forragem. O cereal é, porexemplo, trigo, arroz, milho, cevada, aveia, triticale e centeio.Os produtos vegetais são, em particular, os produtos colhidosdestas plantas, por exemplo, grãos de cereal e, no caso de milho, também aespiga de milho, batatas, beterraba de açúcar, tomate, ervilha, alho-porró,aspargos, gramíneas cortadas para forragem e cravo para forragem, porexemplo, feno.
Com especial preferência, as plantas são selecionadas do grupoque consiste de trigo, tal como trigo duro ou trigo comum, cevada, centeio,triticale, aveia, arroz e milho.
Os produtos vegetais são, em particular, os produtos colhidosdestas plantas, por exemplo, grãos de cereal.
Os reguladores de crescimento (I) e/ou (II) são usadosespecialmente para reduzir ou prevenir a contaminação de trigo com asmicotoxinas mencionadas acima.
Em uma modalidade preferida, os compostos (I) e/ou (II) sãousadas para reduzir ou prevenir a contaminação de plantas e de produtosvegetais com toxinas selecionadas do grupo que consiste de desoxinivalenol(DON), nivalenol (NIV) e zearalenona (ΖΕΑ).
Os compostos de fórmulas (I) e (II) são conhecidos e sãogeralmente usados como reguladores de crescimento (retardadores decrescimento) em agricultura (ver, por exemplo, , EP-A-123001, EP-Α-Ι 26713, W. Rademacher, "Growth Retardants: Effects on GibberellinBiosynthesis and Other Metabolic Pathways", Annu. Rev. Plant. Mol. Biol.2000,51,501-531).
Os compostos de fórmula (I) podem estar presentes seja naforma de triona (forma triceto) I.a ou nas formas tautoméricas ceto-enol Lb ou<formula>formula see original document page 15</formula>
Nos compostos de fórmula I, R1 é, de preferência, H ou C1-C4-R2 é, de preferência, CrC4-alquila ou C3-C6-cicloalquila eespecialmente etil ou ciclopropila.
Os sais dos compostos de acilciclo-hexanediona I em que R1 φH são os sais de monoânions, enquanto que no caso de R1 = H eles podem seros sais tanto dos mono- como dos diânions destes compostos. Os monoânionspodem estar presentes seja como ânions carboxilato I.d ou como ânionsenolato I.e ou I.f:
<formula>formula see original document page 15</formula>
Correspondentemente, no diânion, tanto os grupos carboxilatocomo enolato estão presentes.
Os cátions preferidos nos sais dos compostos de fórmula I sãoos íons dos metais alcalinos, de lítio, de sódio e de potássio, dos metaisalcalino-terrosos, de preferência de cálcio e de magnésio e dos metais detransição, de preferência de manganês, de cobre, de zinco e de ferro, alémdisso de arnônio (NHt+) e de amônio substituído, em que um a quatro átomosde hidrogênio são substituídos por CrC4-alquila, hidróxi-Ci-C4-alquila , CrC4-alcóxi-C1-C4-alquila, hidróxi-CrC4-alcóxi-CrC4-alquila , fenila oubenzila, de preferência amônio, metilamônio, isopropilamônio,dimetilamônio, diisopropilamônio, trimetilamônio, tetrametilamônio,tetraetilamônio, tetrabutilamônio, 2-hidroxietilamônio, 2-(2-hidroxiet-l-óxi)et-l-ilamônio, di (2-hidroxiet-l-il) amônio, benziltrimetilamônio,benziltrietilamônio, além disso íons fosfônio, íons sulfônio, de preferência tri(Ci-C4-alquila) sulfônio, tais como íons trimetilsulfônio e sulfoxônio, depreferência tri (Ci-C4-alquila) sulfoxônio. Os cátions preferidos são, alémdisso, clormequat [(2-cloroetil) trimetilamônio], mepiquat (N,N-dimetilpiperidínio) e Ν,Ν-dimetilmorfolínio. Os cátions particularmentepreferidos são os cátions de metal alcalino, os cátions de metal alcalino-terroso e o cátion de amônio (NH41"). Este é, em particular, o sal de cálcio.
No contexto da presente invenção, o termo "compostos defórmula I", "acilciclo-hexanediona de fórmula I" ou os "reguladores decrescimento de fórmula I" refere-se tanto aos compostos neutros I como aossais dos mesmos.
Os compostos I que são particularmente de preferência usadosde acordo com a invenção são prohexadiona (R1 = H, R2 = etila),prohexadiona-cálcio (sal de cálcio da prohexadiona), trinexapac (R1 = H, R2 =ciclopropila) e trinexapac-etila (R1 = etila, R2 = ciclopropila).
Nos compostos de fórmula (II), um dos radicais R3 ou R4 é, depreferência, CrCio-alquila e o outro radical é, de preferência, CrCi0-alquilasubstituído por um átomo de halogênio, de preferência por um átomo decloro. Com especial preferência, R3 é metila e R4 é 2-cloroetila.
Em uma modalidade preferida alternativa, R3 e R4 juntosformam uma unidade de formação de ponte -(CH2)5-.
Em uma modalidade preferida da invenção, os ânions X" noscompostos II são selecionados do grupo que consiste de íons halogeneto, íonssulfato e íons carbonato.
Em uma modalidade preferida alternativa da invenção, osânions X" nos compostos II são selecionados do grupo que consiste de íonshalogeneto, especialmente cloreto, boratos, especialmente pentaborato emisturas dos mesmos.
X" é particularmente, de preferência, um ânion halogeneto e,em particular, cloreto.
Os compostos de amônio quaternário de fórmula (II) sãoespecialmente o sal de clormequat (sal de 2-cloroetiltrimetilamônio), emparticular, o cloreto de clormequat (cloreto de 2-cloroetiltrimetilamônio) ou osal de mepiquat (sal de 1,1-dimetilpiperidínio), em particular o cloreto demepiquat (cloreto de 1,1-dimetilpiperidínio).
Além disso, também é possível usar misturas dos reguladoresde crescimento (I) e (II) descritos.
Em uma modalidade preferida, para reduzir ou prevenir acontaminação com as micotoxinas mencionadas, são usadas as acilciclo-hexanedionas (I). Entre estas, especial preferência é dada a prohexadiona,prohexadiona-cálcio, trinexapac e trinexapac-etila. Especialmente, é feito usoda prohexadiona-cálcio.
O uso de compostos de fórmula (I) e/ou (II) para reduzir ouprevenir a contaminação com as micotoxinas mencionadas acima égeralmente realizado pelo tratamento de plantas ou de partes de plantas dasmesmas ou dos produtos vegetais com estes compostos. O tratamento dasplantas ou dos produtos vegetais é, de preferência, realizado pondo as plantasou as partes das mesmas ou o produto vegetal em contato com pelo menos umcomposto selecionado entre compostos de fórmulas (I) e (II). Para estafinalidade, pelo menos um dos compostos (I) e/ou (II) é aplicado à planta oupartes da mesma ou ao produto vegetal. Se for empregado um grande númerode compostos de fórmula (I) e/ou (II), eles podem ser aplicados em umamistura ou separadamente. No caso de aplicação separada, as substânciasativas individuais podem ser empregadas simultaneamente ou - como parte deuma seqüência de tratamento - alternadamente em sucessão, em que, no casode aplicação sucessiva a aplicação está, de preferência, dentro de um intervalode algumas horas até várias semanas.
O tratamento das plantes ou de partes da planta ou dosprodutos vegetais podem ser tanto profilaticamente como terapeuticamente,isto é, depois de uma infecção com fungos prejudiciais. No entanto, é, depreferência, profilaticamente, isto é, antes da infecção pelas espéciescorrespondentes de fungos prejudiciais.
A escolha do tempo mais adequado para a aplicação, o númerode aplicações e as taxas de aplicação especificamente empregadas em cadacaso precisam ser adaptados às condições prevalecentes e precisam serdeterminados para cada caso individual por uma pessoa perita na técnica.
Além dos compostos ativos usados em cada caso, é preciso fazer umadistinção em particular a respeito de quais as plantas intactas precisam sertratadas sob condições no campo ou se o material colhido armazenado precisaser protegido contra contaminação pelas toxinas.
Os compostos ativos podem ser aplicados como tal ou naforma de suas formulações ou na forma de formas de uso preparadas partindodas mesmas, por borrifação, atomização, pulverização, difusa ou rega. Asformas de uso dependem inteiramente das finalidades pretendidas,especialmente da espécie e do cultivar da plante e da parte da planta ou doproduto da planta ao qual eles precisam ser aplicados; em cada caso, devia sergarantida a mais fina distribuição possível dos compostos ativos empregadosde acordo com a invenção e também dos auxiliares.
Os compostos de formulas I e II mencionados são tipicamenteempregados como formulações costumeiras no campo da proteção daplantação e da proteção dos produtos de suprimento.
As formulações costumeiras são, por exemplo, soluções,emulsões, suspensões, dispersões, pastas, pós finos, materiais para difusão,pós e grânulos.
As formulações são preparadas de uma maneira conhecida, porexemplo por diluição do composto ativo com solventes e/ou veículos, sedesejado com o uso de emulsificantes e de dispersantes. Os solventes /auxiliares adequados para esta finalidade são essencialmente:
- Agua, solventes aromáticos (por exemplo, produtos daSolvesso, xileno), parafinas (por exemplo, frações de óleo mineral), álcoois(por exemplo, metanol, butanol, pentanol, álcool benzílico), cetonas (porexemplo, ciclo-hexanona, gama-butirolactona), pirrolidonas (NMP, NOP),acetatos (diacetato de glicol), glicóis, dimetil amidas graxas, ácidos graxos eésteres graxos. Em princípio, também é possível usar misturas de solventes.
- Veículos, tais como minerais naturais moídos (por exemplo,caulins, argilas, talco, giz) e minerais sintéticos moídos (por exemplo, sílicafinamente dividida, silicatos).
- Tensoativos, tais como sais de metal alcalino, de metalalcalino-terroso e de amônio de ácidos sulfônicos aromáticos, por exemplo,ácido lignossulfônico, ácido fenolsulfônico, ácido naftalenossulfônico e ácidodibutil naftalenossulfônico e também ácidos graxos, alquilarilsulfonatos,alquil sulfatos, alquilsulfonatos, sulfatos de ácido graxo, ácidos graxos eglicol éteres de álcool graxo sulfatados, além disso condensados de naftalenosulfonatado e derivados de naftaleno com formaldeído, condensados denaftaleno ou de ácido naftalenossulfônico com fenol e formaldeído,polioxietileno octilfenol éter, isooctil fenol etoxilado, octil fenol ou nonilfenol, alquilfenol poliglicol éteres, tributilfenil poliglicol éter, triestearilfenilpoliglicol éter, alquilalil poliéter álcoois, álcool isotridecílico, álcool econdensados de álcool graxo / óxido de etileno, óleo de mamona etoxilado,polioxietileno alquil éteres ou polioxipropileno alquil éteres, polioxipropilenoetoxilado, poliglicol éter acetato de lauril álcool, ésteres de sorbitol, soluçõesde rejeito de lignossulfito, metilcelulose ou siloxanos. Os siloxanosadequados são, por exemplo, copolímeros de poliéter / polimetilsiloxano, quetambém são denominados "espalhadores" ou "penetradores".Os auxiliares de formulação inertes adequados em particularpara a preparação de soluções, emulsões, pastas ou dispersões em óleosdiretamente borrifáveis são essencialmente: frações de óleo mineral de pontode ebulição médio até alto, tal como querosene ou óleo diesel, além dissoóleos de alcatrão de carvão mineral e óleos de origem vegetal ou animal,hidrocarbonatos alifáticos, cíclicos e aromáticos, por exemplo, tolueno,xilenos, parafinas, tetrahidronaftaleno, naftalenos alquilados ou derivados dosmesmos, álcoois, tais como metanol, etanol, propanol, butanol e ciclo-hexanol, cetonas, tais como ciclo-hexanona e isoforona, solventes fortementepolares, por exemplo, sulfóxido de dimetila, N-metilpirrolidona ou água.
Pós, materiais para difusão e pós finos podem ser preparadospor misturação ou moagem em conjunto das substâncias ativas com umveículo sólido.
Grânulos, por exemplo, grânulos revestidos, grânulosimpregnados e grânulos homogêneos, podem ser preparados por adesão doscompostos ativos a veículos sólidos.
Os veículos sólidos são, por exemplo, terras minerais, taiscomo sílica géis, silicatos, talco, caulim, attaclay, calcário, cal, giz, barro,loesse, argila, dolomita, terra diatomácea, sulfato de cálcio e sulfato demagnésio, óxido de magnésio, materiais sintéticos moídos, fertilizantes, taiscomo, por exemplo, sulfato de amônio, fosfato de amônio, nitrato de amônio,uréias e produtos vegetais, tais como farinha de cereal, farinha de casca deárvore, farinha de madeira e farinha de cascas de nozes, pós de celulose eoutros veículos sólidos.
As formulações geralmente compreendem os compostos (1)e/ou (II) em uma quantidade total de desde 0,01 até 95 % em peso, depreferência de desde 0,1 até 90 % em peso, baseado no peso total daformulação.
Os produtos (formulações) para diluição com água são, porexemplo, concentrados solúveis em água (SL), concentrados dispersíveis(DC)5 concentrados emulsificáveis (EC)5 emulsões (EW5 EO), suspensões(SC5 OD), grânulos dispersíveis em água e solúveis em água (WG, SG) etambém pós dispersíveis em água e solúveis em água (WP5 SP). Os produtos(formulações) para aplicação direta são, por exemplo, pós finos (DP)5grânulos (GR5 FG5 GG5 MG) e soluções ULV (UL).
As formas de uso aquosas podem ser preparadas partindo deformulações estáveis em armazenagem, tais como soluções concentradas,concentrados em emulsão, suspensões, pastas, pós molháveis (pós para spray,dispersões em óleo) ou grânulos dispersíveis em água, por adição de água eeles podem ser aplicados, por exemplo, por pulverização.
Para preparar emulsões, pastas ou dispersões de óleo, oscompostos das fórmulas (I) e/ou (II) são dissolvidos tais como ou em óleo ousolvente e pode ser homogeneizado em água usando agentes umectantes,espessantes, dispersantes ou emulsificantes. Entretanto, também é possívelpreparar concentrados a partir de substâncias ativas e agente umectante,espessante, dispersante ou emulsificante e, se apropriado, solvente ou óleo,cujos concentrados são adequados para diluição com água. Naturalmente, asformas de uso compreenderão os auxiliares usados nas formulações estáveisna armazenagem.
As concentrações de composto ativo nas preparações diluídascom água podem variar dentro de faixas relativamente largas. Em geral, elasestão entre 0,0001 e 10 % em peso, preferivelmente entre 0,01 e 1% em peso.
Oleos de vários tipos, agentes umectantes, adjuvantes,fangicidas, inseticidas, bactericidas, outros reguladores de crescimento, oufertilizantes podem ser adicionados aos compostos ativos, se necessitam serimediatamente antes da aplicação (mistura de tanque). Esses agentes podemser adicionados às composições usadas de acordo com a invenção em umarazão em peso de 1:100 a 100:1, preferivelmente de 1:10a 10:1.Adjuvantes adequados neste sentido são, em particular:polissiloxanos organicamente modificados, por exemplo, Break Thru S 240®;álcool alcoxilados, por exemplo, Atplus 245®, Atplus MBA 1303®, PlurafacLF 300® e Lutensol ON 30®; polímeros em bloco EO/PO, por exemplo,Pluronic RPE 2035® e Genapol B®, álcool alcoxilados, por exemplo,Lutensol XP 80®; e dioctilsulfossuccinato de sódio, por exemplo, LeophenRA®.
O uso combinado dos compostos (I) e/ou (II) com outroscompostos ativos costumeiros para proteção de culturas, por exemplo, comfungicidas, pode ocorrer seja por utilização de uma mistura destes compostosativos (por exemplo, formulação em conjunto ou uma mistura de tanque) oupor aplicação sucessiva dos compostos ativos individuais.
Particularmente adequado é o uso dos compostos (I) e/ou (II)em combinação com pelo menos um fungicida.
A lista a seguir de fungicidas com os quais os compostos (I) e(II) a serem usados de acordo com a invenção pode ser aplicada emassociação pretende ilustrar as possíveis combinações, porém não limitá-las:
• acilalaninas, tais como benalaxil, metalaxil, ofurace, oxadixil,
• derivados de amina, tais como aldimorf, dodine, dodemorf,fenpropimorf, fenpropidin, guazatine, iminoctadine, spiroxamine,tridemorf,
• anilinopirimidinas, tais como pirimetanil, mepanipirim ouciprodinil,
• antibióticos tais como ciclo-heximide, griseofulvin, casugamicin,natamicin, polioxin ou estrepíomicina,
• azóis, tais como bitertanol, bromoconazol, ciproconazol,difenoconazol, dinitroconazol, fenbuconazol, fluquinconazol,flusilazol, hexaconazol, imazalil, metoconazol, miclobutanil,penconazol, propiconazol, procloraz, protioconazol, tebuconazol,triadimefon, triadimenol, triflumizol, triticonazol,dicarboximidas, tais como iprodiona, miclozolin, procimidona,vinclozolin,
ditiocarbamatos, tais como ferbam, nabam, maneb, mancozeb,metam, metiram, propineb, policarbamato, tiram, ziram, zineb,compostos heterocíclicos, tais como anilazina, benomil, boscalid,carbendazim, carboxin, oxicarboxin, ciazofamid, dazomet, ditianon,famoxadona, fenamidona, fenarimol, fuberidazol, flutolanil,furametpir, isoprotiolano, mepronil, nuarimol, probenazol,proquinazid, pirifenox, piroquilon, quinoxifen, siltiofam,tiabendazol, tifluzamida, tiofanato-metila, tiadinil, triciclazol,triforine,
flingicidas de cobre, tais como mistura de Bordeaux, acetato decobre, oxicloreto de cobre, sulfato básico de cobre,derivados de nitrofenila, tais como binapacril, dinocap, dinobuton,nitroftal-isopropila,
fenilpirróis, tal como fenpiclonil ou fludioxonil,enxofre,
outros fungicidas, tais como acibenzolar-S-metil, bentiavalicarb,carpropamid, cloròtalonil, ciflufenamid, cimoxanil, diclomezine,diclocimet, dietofencarb, edifenfos, etaboxam, fenhexamid, acetatode fentin, fenoxanil, ferimzona, fluazinam, fosetil, fosetil-alumínio,iprovalicarb, hexaclorobenzeno, metrafenona, pencicuron,propamocarb, ftaleto, toloclofos-metil, quintozeno, zoxamida,estrobilurinas, tais como azoxiestrobina, dimoxiestrobina,fluoxaxiestrobina, kresoxim-metila, metominoxiestrobina,orisaxiestrobina, picoxiestrobina, piraclostrobina outrifloxixiestrobina,
derivados de ácido sulfênico, tais como captafol, captan,diclofluanid, folpet, tolilfluanid,
• cinamidas e compostos análogos, tais como dimetomorf, flumetoverou flumorf.
Os fungicidas são, de preferência, selecionados do grupo queconsiste de metconazol, tebuconazol, protioconazol, epiconazol,fenpropimorf, dimoxistrobina e kresoxim-metila. Os fungicidas são,particularmente, de preferência selecionados do grupo que consiste demetconazol, tebuconazol e protioconazol.
Em uma modalidade preferida para aplicações no campo, istoé, aplicação a plantas vivas o a partes das plantas das mesmas, os compostosde fórmula (I) e/ou (II) são usados na forma de uma solução aquosa paraspray. A aplicação é, de preferência, por borrifação com spray. Neste caso, asolução para spray é aplicada ou à parte da planta toda acima do solo ou entãosomente a partes individuais da planta, tais como flores, frutas, folhas oubrotos individuais. A escolha das partes individuais da planta às quais deveser aplicada a solução para spray depende das espécies da planta e de seuestágio de desenvolvimento. A aplicação é, de preferência, à parte da plantatoda acima do solo ou então somente a partes que requeiram proteção especialcontra contaminação por toxina ou que estejam de preferência infectadas porfungos formadores de tricoteceno.
Em geral, no caso de aplicação no campo, os compostos defórmulas (I) e/ou (II) são empregados em uma quantidade total de desde 5 até3000 g/ha, de preferência de desde 50 até 1000 g/ha e particularmente depreferência de desde 100 até 500 g/ha por estação.
Especificamente, é preferível sob condições no campo usar asseguintes quantidades de substância ativa por aplicação:
• Acilciclo-hexanodionas (I) (por exemplo, trinexapac-etila ouprohexadiona-Ca): de preferência desde 5 até 1000 g;particularmente de preferência desde 25 até 500 g; em particulardesde 50 até 200 g; especificamente para arroz: em particular: 10 a 50 g.
• Compostos de amônio quaternário (II) (por exemplo, cloreto declormequat ou cloreto de mepiquat): de preferência desde 50 até3000 g; particularmente de preferência desde 100 até 2000 g; emparticular desde 200 até 1500 g
Se forem usadas misturas de compostos (I) e (II) paraaplicação no campo, a sua razão é, de preferência, desde 2:1 até 1:30,particularmente de preferência desde 1:1 até 1:20 e, especialmente, desde 1:2até 1:10, por exemplo, aproximadamente 1:6.
Por estação, os compostos (I) e/ou (II) são, de preferência,aplicados 1 a 5 vezes, particularmente de preferência 1 a 3 vezes eespecialmente uma ou duas vezes.
Em uma modalidade preferida para material colhidoarmazenado (por exemplo, cereal em um silo), os compostos de fórmulas (I)e/ou (II) são usados na forma de pós finos.
Em geral, no caso de aplicação sobre material colhidoarmazenado, os compostos de fórmulas (I) e/ou (II) são empregados em umaquantidade total de desde 0,1 até 700 g, de preferência de desde 0,5 até 120 ge particularmente, de preferência, de desde 1 to 60 g por tonelada métrica dematerial colhido.
Especificamente, é preferível aplicar uniformemente, portonelada métrica de material colhido armazenado, as seguintes quantidades desubstância ativa:
• Acilciclo-hexanedionas (I) (por exemplo, trinexapac-etila ouprohexadiona-Ca): de preferência desde 0,1 até 500 g;particularmente de preferência desde 0,5 até 100 g; especialmentedesde 1 até 50 g.
• Compostos de amônio quaternário (II) (por exemplo, cloreto declormequat ou cloreto de mepiquat): de preferência desde 0,1 até200 g; particularmente de preferência desde 0,5 até 20 g;especialmente desde 1 até 10 g.
Se forem usadas misturas de compostos (I) e (II) para materialcolhido armazenado, a sua proporção é, de preferência, desde 1:10 até 10:1,particularmente de preferência desde 1:5 até 10:1 e especialmente desde 1:1até 6:1, por exemplo, aproximadamente 5:1.
A presente invenção também fornece um processo para reduzirou prevenir a contaminação de plantas e de produtos vegetais com toxinasformadas por fungos produtores de tricoteceno, em que uma planta, uma parteda planta ou um produto vegetal é posto em contato com pelo menos umcomposto selecionado do grupo que consiste de acilciclo-hexanedionas defórmula (I) ou de sais das mesmas e de compostos de amônio quaternário defórmula (II) ou misturas dos mesmos.
Para os compostos de fórmula (I) e (II) e para a quantidade emaneira em que eles são empregados, é feita referência ao que foi dito acima.
Por utilização dos reguladores de crescimento de fórmula (I)e/ou (II), a formação de tricoteceno-toxinas e de outras micotoxinas que seoriginam de fungos prejudiciais produtores de tricoteceno éconsideravelmente reduzida. Esta redução é baseada não em uma açãofungicida dos reguladores de crescimento usados, que resultaria na morte dosfungos prejudiciais produtores de toxina, mas, em particular, na inibição dabiossíntese de tricotecenos e de outras micotoxinas nestes fungos prejudiciais.Desta maneira, é possível suprimir a contaminação com micotoxinas deplantas e de produtos vegetais até mesmo em casos em que os fungosprejudiciais não reagem ou não suficientemente aos fungicidas empregados.
Os exemplos a seguir pretendem ilustrar a invenção, porémsem limitá-la.
Exemplos1. Redução da contaminação de grãos de trigo comdesoxinivalenol (DON) depois do tratamento com prohexadiona-Ca sobcondições no campo
Trigo de inverno do cultivar "Ritmo" foi cultivado sobcondições costumeiras na localidade Tachenhausen (Baden-Württemberg) em2004. Em maio ou junho (para as datas exatas ver a Tabela 1), o cereal foitratado com duas misturas de fungicida diferentes sozinha ou em combinaçãocom prohexadiona-Ca (usada na forma do produto comercialmente disponívelREGALIS) por borrifação aproximadamente a 300 l/ha. Devido a condiçõesfavoráveis para a infecção, houve uma infecção natural relativamenteintensiva das espigas com fungos Fusarium. Em 12 de julho de 2004, foideterminada a infecção das espigas com os fungos Fusarium. Os grãos detrigo foram colhidos em 3 de agosto de 2004. O teor de DON dos grãos foideterminado, depois da extração e da análise, por HPLC/MS. Para umaavaliação comparativa, a infecção com Fusarium, o valor de DON e orendimento do grão encontrados para trigo não tratado foram definidos como100 %. Os valores encontrados para trigo tratado estão expressos na Tabela 1como valores relativos, isto é, como percentagens, baseados nestes 100 %.
Tabela 1
<table>table see original document page 27</column></row><table><table>table see original document page 28</column></row><table>
100% = 27,3% das espigas estão infectadas com fungos Fusarium
2 100% =14,1 mg de DON por kg de grãos colhidos
3 100% = 11,2 t/ha
4 nome comercial da mistura fungicida usada: Juwel Top (kresoxim-metila, epoxiconazol,fenpropimorf)
5 nome comercial das misturas fungicidas usadas: Juwel Top, Swing Gold (dimoxistrobina,epoxiconazol) e Caramba (metconazol)
Como demonstra a comparação dos Exemplos 2 e 3 ou 4 e 5, ouso de prohexadiona-Ca resulta em um teor reduzido de DON dos grãos detrigo colhidos. Isto significa que prohexadiona-Ca, usada além dos fungicidasempregados em cada caso, resulta em uma contaminação reduzida dos grãoscom DON comparada com o tratamento com os respectivos fungicidasapenas, no caso de uma infecção comparável com Fusarium.
2. Redução na contaminação de grãos de trigo comdesoxinivalenol (DON) e nivalenol (NIV) depois do tratamento comprohexadiona-Ca sob condições no campo
Trigo de inverno do cultivar "Ritmo" foi cultivado sobcondições costumeiras na localidade Gronau (Rheinland-Pfalz) em 2004. Em7 de junho de 2004, no início da floração, o cereal foi tratado comprohexadiona-Ca (aplicada como REGALIS). Devido a condições favoráveisà infecção, houve uma infecção natural relativamente intensiva das espigascom fungos Fusarium. Em 28 de junho de 2004, foi determinada a infecçãodas espigas com fungos Fusarium. Os grãos de trigo foram colhidos em 9 deagosto de 2004. O teor de DON e o teor de NIV dos grãos foi determinadodepois da extração por HPLC/MS. A avaliação foi realizada analogamente aoExemplo 1.Tabela 2
<table>table see original document page 29</column></row><table>
Os resultados demonstram que o composto ativoprohexadiona-Ca reduz o teor de DON e de NIV consideravelmente. Esteefeito é substancialmente independente da infestação das espigas com fungosFusarium.
3. Redução da contaminação de grãos de trigo comdesoxinivalenol (DON) e zearalenona (ZEA) depois do tratamento comprohexadiona-Ca sob condições do campo
Trigo de inverno do cultivar "Slade" foi cultivado sobcondições costumeiras na localidade de Ulhowek (Polônia) em 2004. Em 10de junho de 2004 ou em 19 de junho de 2004, no início da floração, o cerealfoi tratado com prohexadiona-Ca (aplicada como REGALIS) ou com ofungicida metconazol (aplicado como o produto comercialmente disponível"Caramba"). Sob as dadas condições de cultivo, houve uma infestação naturaldas espigas relativamente leve com fungos Fusarium. Em 22 de julho de2004, foi determinada a infestação das espigas com fungos Fusarium. Osgrãos de trigo foram colhidos em 16 de agosto de 2004. O teor de DON e oteor de ZEA dos grãos foi, depois da extração, determinado por HPLC/MS. Aavaliação foi realizada analogamente ao Exemplo 1.
Tabela 3
<table>table see original document page 29</column></row><table><table>table see original document page 30</column></row><table>
100% = 4,5% das espigas estão infectadas com fungos Fusarium
2 100% = 0,073 mg de NIV por kg de grãos colhidos
3 100% =8,6 t/ha
O experimento demonstra que o composto ativo prohexadiona-Ca reduz consideravelmente os teores de DON e de ΖΕΑ. Neste teste, o efeitodo fungicida metconazol é quase conseguido, embora este último tenha umefeito consideravelmente mais intenso sobre a infestação por fungo.

Claims (15)

1. Uso de compostos selecionados do grupo que consiste de(a) acilciclo-hexanodionas de fórmula (I)<formula>formula see original document page 31</formula>em queR é H ou Ci-Cio-alquila eR é C1-C10-alquila ou C3-Cio-cicloalquilaou sais dos mesmos e(b) compostos de amônio quaternário de fórmula (II)<formula>formula see original document page 31</formula>em queR3 e R4 independentemente um do outro são Ci-Ci0-alquila queé opcionalmente substituído por pelo menos um átomo de halogênio ou sãoC3-C10-cicloalquila ouR e R juntos formam uma unidade de formação de ponte -(CH2)n-, -(CH2)2-O-(CH2)2- ou -(CH2)-CH=CH-(CH2)-NH-,em que η é 4 ou 5 eX" é um contra-ânion selecionado do grupo que consiste deíons halogeneto, íons sulfato, íons Ci-Ci0-alquii suifonato, íons borato, íonscarbonato e misturas dos mesmos,caracterizado pelo fato de ser para reduzir ou prevenir acontaminação de plantas ou de produtos vegetais com toxinas formadas porfungos produtores de tricoteceno.
2. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que X" é um contra-ânion que é selecionado do grupo que consiste deíons halogeneto, íons sulfato e íons carbonato.
3. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesanteriores, caracterizado pelo fato de que os fungos produtores de tricotecenosão aqueles dos gêneros Fusarium, Trichoderma ou Stachybotrys.
4. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesanteriores, caracterizado pelo fato de que as toxinas são tricotecenos ouzearalenona.
5. Uso de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelofato de que os tricotecenos são selecionados do grupo que consiste dedesoxinivalenol, nivalenol, 3- e 15-acetoxinivalenol, toxina T-2, toxina HT-2,neosolaniol, monoacetoxiscirpenol, diacetoxiscirpenol, 15-acetoxiscirpendiol,fusarenona, T-2 tetraol e verrucarol.
6. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesanteriores, caracterizado pelo fato de que as plantas são selecionadas do grupoque consiste de cereal, batata, beterraba de açúcar, tomate, ervilha, alho porró,aspargos, gramíneas para forragem e trevo para forragem.
7. Uso de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelofato de que as plantas são selecionadas do grupo que consiste de trigo, cevada,centeio, triticale, aveia, arroz e milho.
8. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesanteriores, caracterizado pelo fato de que são usados os sais de metal alcalinoou de metal alcalino-terroso dos compostos de fórmula (I) em que R1 é H.
9. Uso de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelofato de que R2 é etila.
10. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 ou-9, caracterizado pelo fato de que é usado o sal de cálcio.
11. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7,caracterizado pelo fato de que nos compostos de fórmula (I) R1 é etila e R2 éciclopropila.
12. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesanteriores, caracterizado pelo fato de que nos compostos de fórmula (II) R3 émetila e R4 é 2-cloroetila.
13. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a-11, caracterizado pelo fato de que nos compostos de fórmula (II) R3 e R4juntos formam uma unidade de formação de ponte -(CH2)5-.
14. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesanteriores, caracterizado pelo fato de que nos compostos de fórmula (II) X" écloreto.
15. Processo para reduzir ou prevenir a contaminação deplantas ou de produtos vegetais com micotoxinas formadas por fungosprodutores de tricoteceno, caracterizado pelo fato de que compreende otratamento de plantas, de partes da planta das mesmas ou de produtos vegetaiscom pelo menos um composto selecionado entre compostos de fórmulas I e IIcomo definido em qualquer uma das reivindicações anteriores.
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