BRPI0613830A2 - processo para a produção de uma matéria alimentìcia granulada, aereada e dispositivo e produto correspondentes - Google Patents

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Abstract

Processo para a produção de uma matéria alimentícia granulada, aereada e dispositivo e produto correspondentes, onde, para fazer uma substância granulada (G) de uma matéria alimentícia aereada, tal como um merengue granulado, dita substância tendo uma superficie externa que parece ser contínua a olho nu, é provida uma estrutura (12) alveolar (18), e um precursor liquido da matéria alimentícia arejada (por exemplo, a assim chamada "mistura espumosa para merengue, no caso de ser um merengue) é introduzido (20, 22) dentro das cavidades (18) da estrutura; a consolidação do precursor introduzido dentro das cavidades (18), obtida, por exemplo, via aquecimento (24), leva à formação, nas citadas cavidades (18), de respectivas partículas de granulado (G), as quais são finalmente extraídas das cavidades (18), explorando, tipicamente, a deformação do material que constitui a estrutura alveolar.

Description

Processo para a produção de uma matéria alimentícia granulada, aereada edispositivo e produto correspondentes.
A presente invenção refere-se à produção de matériaalimentícia granulada.
A invenção foi desenvolvida com atenção específica voltadaà preparação de granulado (ou seja, de acordo com o significado corrente do termo,pequenos grânulos cujas dimensões máximas medem algumas poucas unidades demilímetros) de matéria alimentícia aereada, ou espumada, e então, matéria alimentíciacom um baixo peso específico. Um exemplo típico de tal matéria alimentícia érepresentado pelo produto comumente referido como "merengue".
O termo "merengue" usualmente indica uma massamarcadamente arejada obtida por consolidação, via cozimento, de uma massa líquida /espumosa (constituindo um "precursor" do produto acabado) formada por uma mistura deágua, clara de ovo e açúcar, usualmente com a adição de aromas. Este líquido precursoré comumente referido no setor alimentício como "mistura espumada de merengue".
Uma das técnicas tradicionais para produzir merenguegranulado visa que a mistura espumada de merengue seja vertida sobre um suporte,constituído usualmente de uma correia transportadora acionada por motor, de modo aformar sobre o suporte de material vertido uma faixa ou aba de certa espessura(aparentando, a grosso modo, um pão do tipo "bengala"). A massa filiforme assim vertidaé alimentada par dentro de um forno de modo a obter a sua cocção com conseqüenteconsolidação do merengue. A massa de merengue consolidado assim obtida é finalmenteenviada a uma estação para picar / moer, a qual, usualmente, compreende corposrotativos, tais como lâminas circulares contra-rotativas. A massa de merengueconsolidado é então picada, fazendo aparecer um granulado constituído de partículasque tem a aparência mostrada esquematicamente na fig. 1.
O produto acima está basicamente na forma de grânuloscom uma aparência marcadamente irregular e caracterizado por uma alta porosidadesuperficial com formações de "poros abertos" causadas pelo processo de trituração /picagem.
Quando alguém opera de acordo com a arte anterior aquidescrita, o tamanho médio de grão do granulado assim obtido (usualmente na região de 1- 4 e, preferentemente, de 1 - 3 mm) pode ser ajustado agindo-se sobre a estação naqual a trituração / moagem do corpo sólido é conduzida, a qual leva à formação dogranulado. Falando-se de um modo abrangente, a redução ou aumento do tamanho degrão médio é obtido com ajustes apropriados do sistema de trituração (pelo aumento oudecréscimo da distância entre as lâminas rotativas).
Este processo para a produção de granulado apresenta umadesvantagem básica representada pelo fato de que a operação de moer / picar , acimadescrita produz, em adição ao granulado que pode ser empregado para usos normais,uma considerável quantidade de "farinha" de merengue (estimada em aproximadamente30 % em peso do produto submetido à trituração). A farinha em questão é um pó muitofino, o qual é, efetivamente, inutilizável para usos normais do granulado e assim é tal queconstitui, para todos os efeitos, um rejeito.
Uma outra desvantagem é representada pelo fato de que ogranulado obtido tem uma porosidade superficial considerável (veja novamente a fig. 1) euma conseqüente considerável friabilidade, a qual é uma causa de produção de pó oufarinha devido à esfregação durante o transporte e durante as etapas subseqüentes deprocessamento. Dito efeito leva a consideráveis desvantagens nas linhas de produção,as quais requerem freqüentes paradas para limpeza.
Mais uma desvantagem é representada pelo fato de que otamanho de grão do granulado obtido com o processo tradicional descrito éextremamente variável. Na prática, a distribuição estatística das dimensões radiais daspartículas que formam o granulado tem aproximadamente uma distribuição de curva deGauss, com uma variação um tanto alta com relação ao valor médio.
Alem disso deveria ser notado que as técnicas comumenteadotadas para fazer granulado de matéria alimentícia compacta não são aplicáveis àprodução de merengue granulado (e em geral de granulado de matéria alimentíciamarcadamente aereada). Considere-se , como uma referência, o granulado obtido a partirde nozes e assemelhados (por exemplo, granulado de avelãs ou amêndoas obtido portriturar as correspondentes nozes torradas, ou coco grelhado), ou novamente certostalharins para sopa ou caldo, ou também, cus-cus. Em todos estes casos, o materialinicial é um material suficientemente compacto, capaz de resistir, sem qualquerdeterioração, esforços mecânicos de certa intensidade tal como aquelas que podemsurgir durante operações de trituração ou desfibramento, gradeamento, ou extrusão ecirte, ou durante processos para produzir grânulos uniformes por moldagem porcompressão como descrito, por exemplo, nos Resumos de Patente do Japão, vol. 006,no. 098 (C-106), 8 de Junho de 1982 (1982-06-08)-&JP 57 027123 A (KANEBO LTD).
Merengue é, ao contrário, um material extremamentequebradiço que pode ser reduzido a pó como resultado de mesmo um modesto esforçomecânico deste tipo. Igualmente delicado e sensível a esforços externos é o precursorusado para fazer o merengue, ou seja, a mistura espumada para merengue (veja, emconexão a isto, a E P-A-O 539 646). Conseqüentemente, mesmo se, em principio, fossepossível considerar a produção de um granulado, por exemplo, via extrusão, o granuladoresultante seria diferente também estruturalmente em relação ao produto imaginado.
Como para o restante, a arte anterior inclui processos paraproduzir por moldagem biscoitos compreendidos por merengue ou substâncias similares(veja, por exemplo, a FR -A- 2 589 680, e a FR -A- 2 690 313) , assim como processospara verter em moldes matéria alimentícia aereada (veja, por exemplo, a U S-A-4 637788, e a US -A- 4 262 029, ou US -A- 2004 / 0 234 660). Similarmente conhecidas são astécnicas para produzir corpos formatados por extrusão e compactação de pós (veja, porexemplo, a US -A- 4 120 627, ou a US -A- 4 431 394) assim como as técnicas paraproduzir várias matérias alimentícias por depósito de uma substância sobre uma correiadentro do quadro de um processo contínuo (veja, por exemplo, a US -A- 2004 / 096 557 ea FR -A- 2 738 992, ou a US -A- 2003 / 091 715).
Do acima escrito, é evidente que é sentida a necessidadepara tornar disponíveis soluções que possibilitarão fazer uma matéria alimentícia,aereada, granulada - ou seja, um diminuto particulado (tal como, por exemplo,merengue)-que venha a apresentar as seguintes características :
- as partículas de granulado deveriam ser livres de alterações estruturais que poderiamter um efeito adverso sobre as características do produto;
- o tamanho de grão deveria ser identificado de um modo suficientemente preciso, eassim sem dar motivo a uma alta variação do tamanho de grão com relação ao valormédio; e
- o granulado poder ser produzido com uma quantidade mínima, virtualmente zero, dedejeto de processamento e ser adequado para ser manuseado, sem o risco depulverização durante os processos subseqüentes àqueles para a sua produção.
O objetivo da presente invenção é o de prover umdispositivo que é inteiramente capaz de satisfazer as necessidades acima.
De acordo com a presente invenção, este objetivo éalcançado graças a um processo tendo as características referidas nas reivindicaçõesque seguem. A invenção também beneficia o granulado que pode ser obtido com ditoprocesso, assim como um correspondente dispositivo.
As reivindicações fazem uma parte integral da descobertatécnica aqui provida em relação à invenção. Para sumariar tão brevemente quantopossível, a invenção visa principalmente à solução que leva em conta a fabricação demerengue granulado (ou granulado de qualquer outra matéria alimentícia aereada)usando qualquer processo que contempla a dosagem do precursor do produto final emum molde.
A invenção então visa, em termos gerais, a matériaalimentícia granulada tendo as características aqui descritas principalmente uma matériaalimentícia granulada na forma de grânulos moldados. Será notado que tai escoiha vaicompletamente contra os ensinamentos da arte anterior e o senso comum: de fato,aparenta estar longe do lógico e do expedito para produzir uma matéria alimentíciagranulada, principalmente um material granular diminuto (cujos grânulos têm dimensõesque medem, no máximo, algumas poucas unidades de milímetro) pela moldagemindividual de cada um e qualquer grânulo. Além disso, em uma verdadeiramentesurpreendente e inesperada maneira, tal escolha leva a uma melhora nas característicasintrínsecas da matéria alimentícia granulada ao dar motivo para um produtocompletamente novo em comparação com qualquer matéria alimentícia granulada comoobtida pelas técnicas convencionais descritas na porção introdutória desta descrição.
Especificamente, os grânulos individuais do material granulado aqui descrito sãopartículas individuais que tem, tão profundo quanto possível, uma superfície externacompacta, a qual nós definiremos como uma superfície de "poro-fechado", ou seja, umaestrutura de superfície que aparenta ser contínua ao olho nu desde uma distância devisão normal (aproximadamente 30 cm).
A invenção será agora descrita, puramente por meio deexemplo não limitativo, com referência nos desenhos das figuras anexas, na quais:
- a Figura 1, à qual já previamente foi feita referência, mostra a aparência de umapartícula ou grânulo de merengue granulado obtido de acordo com a arte anterior;
- a Figura 2 mostra a aparência de algumas partículas ou grânulos de merengue feito deacordo com a solução aqui descrita;
- a Figura 3 é uma vista geral em perspectiva de um dispositivo que pode ser usado paraa produção de merengue granulado;
- a Figura 4 mostra, em maior detalhe, as características de um dos elementoscompreendidos pelo dispositivo da fig. 3;
- a Figura 5 é uma vista em secção transversal de acordo com a linha V-V da fig. 4; e
- a Figura 6 é uma vista em secção transversal de acordo com a linha VI-V I da fig. 3.
Agora será feita a descrição de uma configuração deexemplo preferida da invenção.
Na fig. 3 das figuras de desenho anexas, o numerai dereferência (10) designa, como um todo, um dispositivo que pode ser usado para aprodução de merengue granulado (ou, em geral, granulado de qualquer outra matériaalimentícia aereada que pode ser consolidada).
É mais uma vez relembrado que, de acordo com oentendimento corrente como o aqui usado, o termo material de matéria alimentíciagranulada indica um material particulado compreendido por grânulos cujas dimensõesmáximas tem medida de até algumas poucas unidades de milímetro.
O dispositivo (10) compreende uma correia (12) correndoem uma voluta sem-fim sobre um jogo de roietes de retorno designados como um tot pelonumerai (14), ao menos um dos quais é acionado em rotação por um motor, o qual não émostrado nos desenhos mas que é de um tipo conhecido, o alvo sendo o de mover acorreia (12) de tal modo que seu ramo de topo, designado pelo numerai (12 a), avança nadireção indicada pela seta (A)-ou seja, em direção ao observador e da direita para aesquerda como se vê na fig. 3.
As correias sem-fim acionadas por motor, do tipo descrito,são largamente usadas na indústria de matéria alimentícia, em particular para fazertransportadores de correia em linhas de empacotamento automático para matériaalimentícia, tal como produtos de confeitaria
Preferencialmente, por razões que aparecerão maisclaramente do que segue, em uma posição correspondendo à extremidade a jusante comrelação à direção de movimento descrito (veja, em particular, a fig. 6), o ramo de topo (12a) da correia (12) está correndo, ao invés de sobre um retorno livre, sobre uma formação(16) de retorno fixo do tipo comumente referido como "penacho" no setor detransportadores acionados por motor. Geralmente, o uso de um penacho tal como openacho (16), ao invés de um rolete de retorno, é visado em todos aqueles casos nosquais é desejado impor sobre a correia (12) um particularmente pequeno raio deenrolamento da correia (12)-por exemplo, na região de um centímetro ou menos - a qualestá longe de prontamente compatível com a necessidade de prover um rolete que écapaz de girar sobre um respectivo eixo, mantendo um suficiente grau de rigidez.
Como será melhor apreciado nas vistas das fig. 4 e 5, umaimportante característica da correia (12) é representada pelo fato de que tem sobre umasuperfície que é externa com relação ao trecho de enrolamento-e assim sobre asuperfície de topo do ramo (12 a)-uma superfície gravada com cavidades (18). Ditagravação-referida no que segue também como "superfície alveolar"-é constituída por umfeixe de pequenas cavidades (18), as quais, como ficará mais claro adiante, sãoprojetadas para formar respectivos grânulos de dito granulado (G). Isto é preferentementeum denso e regular feixe de cavidades (18), o qual dá o surgimento de uma superfíciealveolar que se estende de um modo contínuo sobre a superfície da correia (12).
A superfície alveolar em questão pode ser produzida viauma operação de moldagem quando a própria correia (12) é formada desde um materialplástico. Tal material plástico pode, tipicamente, ser constituído por uma borracha desilicone do tipo aprovado para uso em contacto com matéria alimentícia e adequada parasuportar as temperaturas necessárias para cozer o produto.
As cavidades (18) podem ser feitas com diferentes formatos,por exemplo, hemisféricos, cônicos, aquele de um cone truncado, piramidais, ouprismáticos, e podem ter dimensões na região de um milímetro, significando desse mododimensões diametrais das cavidades - as quais podem ser detectadas tanto em uma vistaem planta como em profundidade com relação ao desenvolvimento da carreia (12)-quepode estar na faixa de alguns décimos de um milímetro (por exemplo, 0,3 - 0,4 mm) até 2- 3 mm, geralmente até um valor menor do que 4 mm.
Estes valores (os quais, como serão melhor entendidos doque segue, efetivamente identificam o tamanho de grão do granulado obtido) são aquiprovidos por meio de exemplo em relação a alguns contextos típicos de aplicação. Estesvalores não devem deste modo ser interpretados em um senso de qualquer modolimitando o escopo da invenção, sendo naturalmente entendido que uma pessoa aqui serefere a um material granulado que é sensivelmente diminuto. Como explicadoanteriormente, por material de matéria alimentícia granulada é aqui entendido ummaterial granular o qual é compreendido por partículas moldadas ou grânulos cujasdimensões máximas podem ser medidas como algumas poucas unidades de milímetro.Tipicamente estas partículas tem dimensões menores do que 4 mm e / ou um tamanhomédio de grão entre 1 e 4 mm, preferentemente entre 1 e 3 mm.
O numerai de referência (20) designa uma estação dealimentação-usualmente disposta em uma posição geralmente a montante dentro dodesenvolvimento do ramo (12 a) do topo da correia (12)-onde uma massa líquida demistura espumada de merengue é vertida / esparramada dentro das cavidades (18) , talmistura espumada de merengue sendo formada por uma mistura de água, clara de ovo, eaçúcar, usualmente com a adição de aromas, a qual é, então, submetida à agitação demodo a englobar dentro de si certa quantidade de ar para formar o "precursor" domerengue granulado.
Para o propósito de implementação prática, a estação dealimentação (20) aparenta grosseiramente o vertedor para mistura espumada demerengue descrita em detalhe no documento E P-A-O 539 646 ao qual previamente já foifeita referência. Entretanto, enquanto o vertedor descrito no documento E P-A-O 539 646é configurado de modo a verter massas isoladas de mistura espumada de merengue comdimensões tipicamente de um centímetro ou mais, a estação (20) aqui descrita tem afunção de introduzir o mencionado precursor dentro da fina rede de cavidades constituídapela malha de cavidades (18).
Neste sentido, deverá ser notado que, mesmo que nãosendo necessário conciliar requisitos especificamente funcionais neste sentido, a citadamalha de cavidades é usualmente feita na forma de uma rede regular sensivelmentedensa de modo a maximizar a razão entre as áreas de cavidades (18) e as áreas "cheias"que separam ditas cavidades uma das outras.
A estação do vertedouro (20) compreende, então, a jusantedo ponto do próprio vertedor, um dispositivo (22), a função do qual é basicamente a deobter a penetração e assentamento do citado precursor líquido / espumado (misturaespumada de merengue) dentro das cavidades (18), mantendo a superfície da correia(12) limpa em suas partes planas as quais conectam as partes alveolares.Na prática, na área a jusante da estação vertedoura (20), oramo do topo (12 a) da correia (12) apresenta a superfície gravada, constituída pelascavidades (18), a qual é preenchida com o precursor líquido / espumado do granulado,vertido dentro das cavidades (18), enquanto qualquer excesso residual sobre a superfíciede topo do envoltório da correia (12) é removido pela ação do elemento (22).
Nas condições acima, o ramo do topo (12 a) da correiaavança em direção a uma estação (24) de aquecimento, a função da qual é a dedesenvolver a consolidação da massa líquida previamente vertida dentro das cavidades(18). No caso da mistura espumada de merengue, a ação citada de consolidação é obtidavia aquecimento e cozimento.
Nas fábricas tradicionais para a produção de merenguegranulado, dita ação de consolidação visa conduzir cozimento apropriado como resultadoda passagem através de um forno, com uma permanência, ai, por um período de váriosminutos.
No caso do dispositivo (10) aqui mostrado, a estação (24) deconsolidação pode ser constituída simplesmente por uma unidade de aquecimento, porexemplo, uma unidade de ar quente, uma unidade aquecida por desistências elétricas,uma unidade de aquecimento por radiação - IR , uma unidade de aquecimento que usaelementos de micro onda, ou uma unidade de aquecimento por radio-freqüência, a qualproduz uma ação de consolidação das massas de matéria alimentícia aereada dispostasnas cavidades (18), a qual acontece em um intervalo de tempo extremamente curto (naregião de alguns poucos minutos, no máximo).
Deverá ser notado que este resultado (o qual é benéficotanto em termos de rapidez do processo de produção como em conta da possibilidade deredução das dimensões globais do dispositivo) está ligado ao fato de que a quantidadede precursor liquido / espumado que é encontrada nas cavidades (18) individuais temuma capacidade térmica extremamente pequena e é então capaz de aquecer econsolidar (na prática, "cozimento") em um tempo extremamente curto.
A jusante da estação de aquecimento (24), a correia (12)avança em condições substancialmente similares àquelas previamente descritas, com aimportante diferença representada pelo fato de que agora (ou seja, a jusante da estação(24) de aquecimento) dentro de cada uma das cavidades (18) há uma partícula deconsolidado, ou seja, merengue "cozido", usualmente ligeiramente entumecido secomparado com as dimensões de quando "molhado".
Quando, uma vez tendo chegado a uma posiçãocorrespondendo à extremidade a jusante do ramo de topo (12 a), a correia (12) corresobre o penacho (16), o material de elastômero que a constitui é deformado, em geralprovocando certo estiramento da parte de boca de cada uma das cavidades (18) nadireção de avanço da correia (12). O penacho (16), junto com a porção da correia (12)que está correndo acima dele, constitui efetivamente a estação de descarga dodispositivo (10), ou seja, a estação na qual a deformação das cavidades (18) individuaisproduz, com o auxílio de um dispositivo geralmente constituído por uma escova, aexpulsão das partículas de merengue das próprias cavidades (18) que aí estãolocalizadas.
O granulado (G) assim produzido pode então ser coletadosendo derramado sobre um transportador abaixo, designado pelo numerai (26) efornecido via esse transportador tanto para uma armazenagem da fábrica comodiretamente para uma estação de processamento que faz seu uso (por exemplo, paraformar camadas de guarnição para pralinas ou matéria alimentícia similar).
As partículas individuais do granulado (G) assim obtidas temas apreciáveis características que podem ser notadas através da fig. 2, onde a referência(G 1) indica um grânulo observado em uma vista em perspectiva, enquanto asreferências (G 2) e (G 3) indicam dois outros grânulos observados "por sobre suaextremidade". Um aspecto significativo do material granulado aqui descrito reside em queele é compreendido por partículas ou grânulos que, sendo moldados, ou seja, obtidos pormoldagem (por exemplo, com o método previamente descrito), tem um formatoespecialmente regular (o qual é complementar ao formato das cavidades onde osgrânulos foram formados por moldagem) e uma superfície externa a qual - tanto na parteque foi exposta às paredes das cavidades (18) como na parte que permaneceu expostaatravés do topo aberto das próprias cavidades (18)-é substancialmente contínua, ou seja,ela é uma superfície substancialmente de "poro fechado", como já mencionado, queaparenta "contínua" ao olho nu.
Adicionalmente, cada partícula de granulado (G 1), (G 2) e(G 3) é obtida por moldagem, por ser vertida em cada uma das cavidades (18)individualmente. Apesar de, mesmo quando no curso de cozimento na estação (24), amistura espumosa para merengue dever submeter-se a certo "levantamento" ouintumescência, cada partícula do granulado (G) tem dimensões radiais que sãoestritamente ditadas pelas dimensões das cavidades (18). Conseqüentemente, otamanho de grão do granulado (G) que pode ser obtido com o processo aqui descritopode ser regulado de uma maneira muito precisa. Esse tamanho de grão tem umadistribuição estatística ao redor de seu valor médio que tem uma variânciaconsideravelmente menor (por ao menos uma ordem de magnitude) com relação aoparâmetro homólogo do merengue granulado obtido com as técnicas tradicionais.
Isto torna possível a produção de granulado com umtamanho de grão que é definido de um modo exato e apresentado de um modo uniformeao redor de um valor médio bem definido.No nível de fábricas de produção, é possível, por outro lado,usar, em paralelo, dispositivos (10) equipados com correias (12) tendo cavidades (18) dedimensões diferentes, ou então usar o mesmo dispositivo (10) equipado com correias(12) providas com cavidades (18) de dimensões diferentes, para trabalhar em lotessucessivos. Além disso, é também possível visar, dentro da mesma correia (12), apresença de cavidades (18) de diferentes dimensões.
Deste modo, é possível produzir granulado "misto" no qualcoexistem dadas quantidades (possivelmente em percentagens precisamentedeterminadas) de grânulos ou partículas pertencendo a classes granulométricasdiferentes, bem definidas ao redor de respectivos valores médios.
Os testes conduzidos pelo presente solicitante mostraramque o uso de granulado "misto" do tipo acima descrito é preferível em todas aquelasaplicações nas quais é desejado conferir ao produto final uma aparência, que é tal comopossível, semelhante à "feito-em-casa".
Deve ser notado então que a solução aqui descritapossibilita a produção de um granulado no qual as partículas individuais são grânulosmoldados (ou seja, grânulos obtidos por moldagem) que tem tão profundamente quantopossível, uma superfície externa compacta, ou seja, de "poros fechados". Adicionalmente,essas partículas de granulado são livres de alterações estruturais tais como as que temum efeito adverso nas características do produto. O tamanho de grão do granulado éidentificado de um modo preciso, sem dar motivo a uma alta variação de tamanho degrão com relação ao valor médio. Além disso, o granulado é produzido com umaquantidade mínima, virtualmente zero, de rejeitos e pode ser manuseado sem qualquerrisco de pulverização ou de qualquer contaminação das linhas de produção.
Naturalmente, sem prejuízo do princípio da invenção, osdetalhes de implementação e as configurações podem variar, mesmo em umaquantidade marcadamente extensa, com relação ao que foi descrito, e ilustrado aquipuramente como exemplo não limitativo, sem por isso fugir do escopo da invenção, comodefinido pelas reivindicações anexas.

Claims (35)

1. Processo para a fabricação de granulado (G) de umamatéria alimentícia, aereada, caracterizado pelo fato de compreender as etapas de :- prover um molde (12) tendo uma estrutura (18) alveolar;- introduzir (20, 22) dentro da estrutura alveolar (18) de dito molde (12) um precursor dedita matéria alimentícia, aereada;- induzir a consolidação (24) de dito precursor introduzido dentro do molde (12) de modoa formar em dita estrutura alveolar (18) respectivas partículas de dito granulado (G); e- remover (16) de dito molde (12) ditas partículas de granulado (G).
2. Processo, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de usar como dito precursor um precursor líquido, pastoso ouespumoso.
3. Processo, de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de dita etapa de introdução compreender as operações de :- derramar (20) dito precursor sobre dita estrutura alveolar (18); e- remover (22) o excesso de precursor de dita estrutura alveolar (18).
4. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 3, caracterizado pelo fato de dita etapa de consolidação envolver aaplicação de calor (24) em dito precursor.
5. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 4, caracterizado pelo fato de dita etapa de remoção compreendera operação de deformar dita estrutura alveolar (18) produzindo a expulsão de ditaspartículas de granulado (G).
6. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 5, caracterizado pelo fato de compreender a etapa de prover ditaestrutura alveolar (18) em um corpo feito de material deformável de elastômero.
7. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 6, caracterizado pelo fato de compreender a etapa de prover ditaestrutura alveolar (18) em um corpo (12) que se move durante o processo.
8. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 7, caracterizado pelo fato de dito precursor ser um precursor demerengue de modo que dito granulado seja um merengue granulado.
9. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 8, caracterizado pelo fato de compreender a etapa de prover ditaestrutura alveolar como um feixe de cavidades (18) que são feitas para formarrespectivos grânuios de dito granuiado (G).
10. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 9, caracterizado pelo fato das cavidades na estrutura alveolar (18)de dito molde (12) ter dimensões entre alguns poucos décimos de milímetro e algunspoucos milímetros.
11. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 10, caracterizado pelo fato das cavidades na estrutura alveolar(18) de dito molde (12) ter dimensões entre 0,3 - 0,4 milímetros e 2 - 3 milímetros.
12. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 11, caracterizado pelo fato das cavidades na estrutura alveolar(18) de dito molde (12) ter dimensões menores do que 4 milímetros.
13. Granulado de matéria alimentícia aereadacaracterizado pelo fato de ser obtido com o processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 12.
14. Granulado de matéria alimentícia aereadacaracterizado pelo fato de poder ser obtido com o processo de acordo com qualqueruma das reivindicações de 1 a 12.
15. Granulado de matéria alimentícia aereadacaracterizado pelo fato de dito granulado ser substancialmente constituído de partículas(grânulos) moldadas.
16. Granulado, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de ditas partículas moldadas terem uma estrutura alveolarinterna e uma superfície externa que aparenta ser contínua à visão a olho nu.
17. Granulado, de acordo com ambas as reivindicações 15ou 16, caracterizado pelo fato de ditas partículas moldadas terem dimensões máximasde algumas poucas unidades de milímetro.
18. Granulado, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 15 a 17, caracterizado pelo fato de ditas partículas moldadas teremdimensões menores do que 4 milímetros.
19. Granulado, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 15 a 18, caracterizado pelo fato de ditas partículas moldadas teremum tamanho médio de grão de 1 a 4 milímetros, preferentemente de 1 a 3 milímetros.
20. Granulado, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 15 a 19, caracterizado pelo fato de dito granulado ser merenguegranulado.
21. Dispositivo para fazer granulado (G) de uma matériaalimentícia, aereada, caracterizado pelo fato de compreender:- um molde (12) tendo uma estrutura alveolar (18);- uma estação de alimentação (20, 22) para introdução dè um precursor de dita matériaalimentícia, aereada, dentro da estrutura alveolar (18) de dito molde (12);- uma estação de consolidação (24) para induzir a consolidação de dito precursorintroduzido dentro de dito molde (12) de modo a formar, em dita estrutura alveolar (18),respectivas partículas de dito granulado (G); e- uma estação de descarga (16, 26) para remover ditas partículas de granulado (G) dedito molde (12).
22. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato de dita estação de alimentação compreender um vertedouro (20)para verter sobre dita estrutura alveolar (18) um precursor de dita matéria alimentíciaarejada
23. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 21 ou 22,caracterizado pelo fato de dita estação de alimentação compreender um elementoremovedor (22) para remover o excesso de precursor de dita estrutura alveolar (18).
24. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 21 a 23, caracterizado pelo fato de dita estação de consolidação (24)compreender uma estação de cozimento para induzir a consolidação (24) de ditoprecursor introduzido em dito molde (12) via aplicação de calor.
25. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 24,caracterizado pelo fato de dita estação de cozimento (24) ser escolhida dentro do grupoconstituído por estações de cozimento de ar-quente , estações de cozimento deresistência elétrica, estações de cozimento de ultra-som , estações de cozimento deradio-freqüência , e estações de cozimento de micro-onda .
26. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 21 a 25, caracterizado pelo fato de dita estação de descarga (16, 26)compreender um elemento (16) de reação no qual dita estrutura alveolar (18) édeformada, com uma conseqüente expulsão de ditas partículas de granulado (G).
27. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 21 a 26, caracterizado pelo fato de dita estrutura alveolar (18) serprovida de um corpo feito de material deformável de elastômero.
28. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 21 a 27, caracterizado pelo fato de compreender um elemento (12)motor para o avanço do molde (12) com dita estrutura alveolar (18).
29. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 21 a 28, caracterizado pelo fato de dita estrutura alveolar (18) ser umasuperfície alveolar de um corpo em forma de correia (12) correndo em uma alça sem-fime móvel sobre elementos do tipo de um rolete ou de transmissão (14, 16), ao menos umde ditos elementos de transmissão sendo disposto em uma posição correspondendo àdita estação de descarga para produção, graças à deformação de dito corpo em forma deuma correia (12) que está ai correndo, deformação de dita estrutura alveolar (18) eexpulsão de ditas partículas de granulado (G).
30. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 29,caracterizado pelo fato de dito ao menos um dos ditos elementos (16) de transmissão,disposto em uma posição correspondendo à dita estação de descarga, ser um assimchamado penacho (16), sobre o qual dito corpo em forma de uma correia (12) estácorrendo.
31. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 21 a 30, caracterizado pelo fato de dita estação de alimentaçãocompreender um vertedor (20) para verter dentro de dito molde (12) um precursor líquido,espumoso ou pastoso.
32. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 21 a 31, caracterizado pelo fato de dita estrutura alveolar (18) serconstituída por um feixe cavidades (18) que são feitas para formar os respectivosgrânulos de dito granulado (G).
33. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 21 a 32, caracterizado pelo fato das cavidades na estrutura alveolar(18) de dito molde (12) ter dimensões entre alguns poucos décimos de milímetro e algunspoucos milímetros.
34. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 21 a 33, caracterizado pelo fato das cavidades na estrutura alveolar(18) de dito molde (12) ter dimensões entre 0,3 - 0,4 milímetros e 2 - 3 milímetros.
35. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 21 a 34, caracterizado pelo fato das cavidades (18) na estruturaalveolar de dito molde (12) terem dimensões inferiores a 4 milímetros.
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