BRPI0613890A2 - embreagem viscosa com melhor circuito de fluxo - Google Patents
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Abstract
EMBREAGEM VISCOSA COM MELHOR CIRCUITO DE FLUXO. é descrito um conjunto de embreagem viscosa (100) que inclui uma estrutura de entrada rotacional (110), um rotor (104) anexado na estrutura de entrada rotacional (110), um elemento seletivamente rotacionável (102) envolvendo o rotor (104) e suportado de forma rotacionável pela estrutura de entrada rotacional (110), uma bobina eletromagnética (108) posicionada em relação a um lado acionado do rotor (104), um conjunto de válvula (106) suportado pelo rotor (104) e um circuito de fluxo magnético para controlar o conjunto de válvula (106) com fluxo magnético gerado pela bobina eletromagnética (108) . O conjunto de válvula (106) inclui uma chapa de cobertura (140) para regular o fluxo de um fluido de cisalhamento. A estrutura de entrada rotacional (110) compreende um material capaz de conduzir fluxo magnético. O circuito de fluxo magnético é configurado para incluir não mais que quatro folgas de ar (G~1~-G~4~).
Description
"EMBREAGEM VISCOSA COM MELHOR CIRCUITO DE FLUXO"
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Embreagens são utilizadas em uma variedade de am-bientes. Por exemplo, embreagens de ventilador são usadas emambientes automotivos para permitir encaixe seletivo de umventilador para ajudar a resfriar um motor, e embreagens deventilador viscosas são comumente usadas para caminhões deserviço médio ou de serviço pesado. De maneira geral, estasembreagens de ventilador viscosas operam introduzindo umfluido de cisalhamento em uma câmara de trabalho para encai-xar por atrito dois componentes, tais como um rotor conecta-do em uma entrada de acionamento e um alojamento conectadoem um ventilador, transmitindo energia rotacional por meiodo fluido de cisalhamento. Uma embreagem viscosa como estapode encaixar a rotação do ventilador quando o fluido de ci-salhamento estiver presente na câmara de trabalho e desen-caixar a rotação do ventilador quando o fluido de cisalha-mento for removido da câmara de trabalho.
Muitas embreagens viscosas conhecidas são atuadasde forma eletromagnética. Isto é, estas embreagens viscosasincluem uma bobina eletromagnética que pode gerar fluxo mag-nético para controlar a operação de ume válvula que, por suavez, regula o fluxo do fluido de cisalhamento de um reserva-tório de fornecimento de fluido para a câmara de trabalho.Entretanto, há inúmeras dificuldades na localização da vál-vula e da bobina de uma maneira tal que as capacidades rota-cionais do acionador sejam adequadamente mantidas, permitin-do também ao mesmo tempo o controle eficiente e efetivo dofluxo de fluido na válvula.
Por exemplo, o reservatório de uma embreagem vis-cosa é tipicamente anexado no alojamento da embreagem. Pásdo ventilador são conectadas no alojamento. 0 alojamento, oreservatório e as pás do ventilador ficam todos geralmentetanto estacionários quanto rotativos a uma velocidade rela-tivamente baixa quando a embreagem está em uma condição"desligada" ou desencaixada. Um reservatório relativamenteestacionário transmite pouca energia cinética para o fluidode cisalhamento contido no interior, o que pode aumentar otempo de resposta para a embreagem mover o fluido de cisa-lhamento do reservatório para a câmara de trabalho quando aválvula é aberta. Mas a anexação do reservatório no rotor éproblemático em virtude de ser difícil prover um conjunto deválvula adequado que pode rotacionar com o rotor e ainda sercontrolado de forma efetiva e eficiente pela bobina, que, nogeral, deve ser fixada de forma rotacionável para permitirque conexões elétricas confiáveis sejam feitas na bobina.Além do mais, muitos arranjos de circuito de fluxo para Ii-gar magneticamente a válvula e a bobina são indesejáveis emvirtude de as exigências de tamanho e de potência para umabobina capaz de gerar fluxo magnético suficiente apresentarinúmeros problemas. Grandes bobinas aumentam indesejavelmen-te o peso e custos e, além do mais, podem exceder as exigên-cias permitidas de corrente ou tensão para um motor em par-ticular, que, tipicamente, são parâmetros de motor estabele-cidos em consideração ao controlador eletrônico do motor doveículo no qual a embreagem está instalada.SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Um conjunto de embreagem viscosa inclui uma estru-tura de entrada rotacional, um rotor anexado na estrutura deentrada rotacional, um elemento seletivamente rotacionávelenvolvendo o rotor e suportado de forma rotacionável pelaestrutura de entrada rotacional, uma bobina eletromagnéticaposicionada em relação a um lado acionado do rotor, um con-junto de válvula suportado pelo rotor e um circuito de fluxomagnético para controlar o conjunto de válvula com o fluxomagnético gerado pela bobina eletromagnética. 0 conjunto deválvula inclui uma chapa de cobertura para regular o fluxode um fluido de cisalhamento. A estrutura de entrada rota-cional compreende um material capaz de conduzir fluxo magné-tico. O circuito de fluxo magnético é configurado para in-cluir não mais que quatro folgas de ar.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma vista traseira de uma embreagemviscosa de acordo com a presente invenção.
A Figura 2A é uma vista seccional transversal daembreagem viscosa feita ao longo da linha 2-2 da Figura 1.
A Figura 2B é uma vista ampliada de uma parte daseção transversal mostrada na Figura 2A.
A Figura 2C é uma vista em perspectiva seccionaltransversal de uma parte da embreagem feita ao longo da Ii-nha 2-2 da Figura 1.
A Figura 3 é uma vista frontal de um rotor da em-breagem viscosa das Figuras 1-2C.
A Figura 4 é uma vista em perspectiva do conjuntode válvula da embreagem viscosa das Figuras 1-2C.
A Figura 5 é uma vista traseira do conjunto deválvula da Figura 4.
A Figura 6 é uma vista seccional transversal doconjunto de válvula feita ao longo da linha 6-6 da Figura 5.
A Figura 7 é uma vista seccional transversal daembreagem viscosa feita ao longo da linha 7-7 da Figura 1.
A Figura 8 é uma vista seccional transversal daembreagem viscosa feita ao longo da linha 8-8 da Figura 1.
A Figura 9 é uma vista traseira do alojamento daembreagem viscosa das Figuras 1-2C, 7 e 8.
A Figura 10 é uma vista em perspectiva seccionaltransversal de uma parte do alojamento da Figura 9.
A Figura 11 é uma vista em perspectiva seccionaltransversal de um lado frontal da parte do alojamento dasFiguras 9 e 10.
DESCRIÇÃO DETALHADA
No geral, uma embreagem viscosa atuada de formaeletromagnética de acordo com a presente invenção permite oencaixe seletivo entre um componente de entrada e um compo-nente de saida, por exemplo, para acionar seletivamente umventilador em função de uma entrada rotacional de um motor.A embreagem inclui um reservatório de fluido e um conjuntode válvula que tanto são suportados por um rotor da embrea-gem quanto rotacionam com o rotor. 0 conjunto de válvula re-gula o fluxo de fluido do reservatório para controlar o en-caixe da embreagem e é controlado por meio de um circuito defluxo magnético que transmite fluxo magnético gerado por umabobina eletromagnética posicionada em relação a um lado tra-seiro ou acionado de um rotor. O conjunto de válvula incluium induzido e é suportado por um rotor de maneira tal que osdedos da induzido estendam-se entre os lados frontal e tra-seiro do rotor por meio de um conjunto de aberturas. É in-cluído um inserto condutor de fluxo magnético que estende-sepor meio de uma parte traseira ou de base de um alojamentoda embreagem. Uma chapa de pólo condutor de fluxo magnéticotambém é conectada em uma extremidade frontal do eixo. Ocircuito de fluxo magnético permite que o fluxo magnéticoproveniente da bobina passe para o inserto no alojamento, doinserto para a induzido do conjunto de válvula, da induzidopara a chapa de pólo, da chapa de pólo para o eixo e do eixopara a bobina. 0 circuito exige não mais que quatro folgasde ar, e pelo menos três destas folgas de ar podem ser dis-postas de forma substancialmente radial.
0 Pedido Provisório de Patente US 60/704.063, in-titulado VISCOUS CLUTCH e depositado em 29 de julho de 2005é aqui incorporado na sua íntegra pela referência.
A Figura 1 é uma vista traseira de uma embreagemviscosa 100 atuada de forma eletromagnética que mostra o la-do traseiro ou acionado da embreagem 100. A Figura 2A é umavista seccional transversal da embreagem 100 feita ao longoda linha 2-2 da Figura 1. A Figura 2B é uma vista ampliadade uma parte da seção transversal mostrada na Figura 2A. Daforma mostrada nas Figuras 1-2B, a embreagem 100 inclui umalojamento de duas partes 102, um rotor 104, um conjunto deválvula 106, um conjunto de bobina eletromagnética 108, umeixo 110 e um reservatório 112. Uma câmara de trabalho 114 éformada entre o alojamento 102 e o rotor 104 onde um fluidode cisalhamento (por exemplo, um fluido de cisalhamento deóleo de silicone convencional) pode escoar. Para simplifi-car, nenhum fluido de cisalhamento é mostrado nas Figuras.
O eixo 110 provê uma entrada de acionamento rota-cional na embreagem. Ele é feito de um material metálico ca-paz de conduzir fluxo magnético, tal como aço. Versados natécnica entendem que uma extremidade acionada IlOD do eixo110 pode ser diretamente conectada em uma saida rotacionalde um motor, ligada a uma saida rotacional de um motor pormeio dè correias e roldanas, ou provida com alguma outraforma de entrada de acionamento rotacional. O eixo 110 defi-ne um eixo geométrico de rotação A para a embreagem 100.
O conjunto de bobina eletromagnética 108 inclui umcopo de bobina 116 e um enrolamento de bobina 118 que é in-serido no copo 116 e fixado no interior do copo (por exem-plo, por meio de envasamento). O copo da bobina 116 pode serfeito de aço e o enrolamento de bobina 118 pode ser formadopor fios de cobre enrolados. O conjunto de bobina 108 é de-senhado para maximizar a força eletromagnética gerada peloconjunto de bobina 108 nos limites permitidos. O conjunto debobina 108 pode ser uma unidade relativamente pequena dese-nhada para não exceder as exigências permitidas de correntee tensão estabelecidas pelas exigências de um controladoreletrônico de motor (não mostrado) para um veiculo no qual aembreagem 100 está instalada. O conjunto de bobina 108 é su-portado em relação a um lado traseiro ou acionado da embrea-gem 100 por um conjunto de mancai de esferas em fileira 120que é montado no eixo 110. O conjunto de bobina 108 é presode maneira tal que ele seja fixado de forma rotativa em re-lação a um ponto externo (por exemplo, fixado em um chasside um veiculo no qual a embreagem 100 está montada) . 0 con-duite da fiação 122 estende-se a partir do conjunto de bobi-na 108 para prover conexões elétricas com outros componentesde veiculo (não mostrados), tais como uma fonte de alimenta-ção, um controlador eletrônico do motor, etc.
O rotor 104 está localizado no alojamento 102 e,no geral, é envolvido pelo alojamento 102. A Figura 2C é umavista em perspectiva seccional transversal de uma parte daembreagem 100 feita ao longo da linha 2-2 da Figura 1 mos-trando o rotor 104. O alojamento 102 é omitido na Figura 2Cpor questão de objetividade. A Figura 3 é uma vista frontaldo rotor 104 mostrado isolado. Da forma mostrada nas Figuras2A-3, o rotor 104 é, no geral, em forma de disco e tem umaparte de diâmetro externo (OD) que é axialmente deslocada emrelação a uma parte de diâmetro interno (ID), o que ajuda areduzir o tamanho axial total da embreagem 100 e ajuda a a-linhar forças na embreagem 100 de uma maneira desejável du-rante a operação. O rotor 104 tem inúmeras nervuras anularesconcêntricas (coletivamente designadas pelo número de refe-rência 124) tanto em seu lado frontal quanto em seu ladotraseiro próximo da parte do OD em um arranjo convencional.As nervuras anulares 124 ficam de frente para a câmara detrabalho 114 para gerar força de encaixe por atrito quando ofluido de cisalhamento está presente na câmara de trabalho114 para encaixar a embreagem 100. O rotor 104 pode ser for-mado por fundição e as nervuras 124 podem ser formadas porusinagem.
Seis aberturas de fluido, no geral, ovais 126A-126F são formadas através do rotor 104, próximas ao OD dorotor 104, a fim de permitir que fluido de cisalhamento pas-se entre os lados frontal e traseiro do rotor 104 na câmarade trabalho 114. Um maior ou menor número de aberturas defluido através do rotor 104 pode ser provido nas modalidadesalternativas. As aberturas de fluido 126A-126F podem serformadas por usinagem.
Um canal 128 que estende-se radialmente é formadono lado frontal do rotor 104 radialmente para dentro dasnervuras anulares 124. O canal radial 128 cria um espaço pa-ra o conjunto de válvula 106 entre o reservatório 112 e olado frontal do rotor 104. Uma ranhura 130 é formada no ladode trás do rotor 104, provendo um caminho de fluido que co-necta o canal 128 e a abertura de fluido 126A (ver Figura2C). As funções do canal 128 e da ranhura 130 são adicional-mente explicadas a seguir.
Orifícios 132A e 132B são providos no rotor 104para prender o conjunto de válvula 106 no lado frontal dorotor 104 com elementos de fixação, tais como parafusos derosca cônica ou parafusos de rosca cilíndrica. Quatro aber-turas alongadas arqueadas 134A-134D são providas de formaligeiramente radial para fora do ID do rotor 104, entre o IDdo rotor 104 e as nervuras anulares 124. Cada uma das aber-turas arqueadas 134A-134D permite que partes móveis do con-junto de válvula 106 passem através do rotor 104.
O rotor 104 é montado diretamente no eixo 110 (verFiguras 2A e 2B) e é fixado de forma rotacionável no eixo110 para co-rotação com ele. O rotor 104 é feito de um mate-rial metálico não magnético leve (isto é, um material leveque não é um bom condutor de fluxo magnético), tal como alu-mínio. Um inserto 136, feito de material metálico relativa-mente rígido e não magnético, tal como aço inoxidável, estálocalizado no ID do rotor 104 para prover uma montagem ro-busta entre o rotor 104 e o eixo 110. O inserto 136 consti-tui uma parte de cubo do rotor 104. As aberturas arqueadas134A-134D através do rotor 104 também estendem-se através doinserto 136. O inserto 136 pode ser pré-formado e o materialdo rotor 104 é fundido ao redor do inserto 136. A anexaçãodo eixo 110 no rotor 104 pode ser feita como uma junta fri-sada pressionada, uma vez que uma extremidade do eixo 110 édobrada em direção ao rotor 104 para prendê-lo mecanicamentena direção axial, embora outros tipos de conexões (por exem-plo, conexões rosqueadas) possam ser usados em modalidadesalternativas.
Da forma mostrada nas Figuras 2A-2C, o reservató-rio 112 é montado no rotor 104 para conter um fornecimentode fluido de cisalhamento, e o reservatório 112 rotacionacom o rotor 104. Na modalidade mostrada, o reservatório 112é montado entre o ID e o OD do rotor 104 por meio de uma co-nexão por esmagamento, embora, em modalidades alternativas,a posição e a anexação do reservatório 112 possam variar. Nogeral, o reservatório 112 tem uma configuração anular e ésimilar aos desenhos de reservatório bem conhecidos para em-breagens viscosas. Uma abertura 138 (isto é, um furo de re-torno) em uma chapa traseira 112A contém substancialmentetodo fluido de cisalhamento enquanto a embreagem 100 é de-sencaixada, isto é, quando o conjunto de válvula 106 está emuma posição fechada mostrada nas Figuras 2A-2C. 0 fluido decisalhamento pode passar para fora do reservatório 112 pormeio das aberturas 138 quando o conjunto de válvula 106 estáem uma posição aberta para encaixar a embreagem 100.
0 conjunto de válvula 106 também é montado no ladofrontal do rotor 104 (isto é, o lado do rotor 104 que ficade frente para a extremidade frontal 110F do eixo 110) . Oconjunto de válvula 106 é mostrado isoladamente nas Figuras4-6, em que a Figura 4 é uma vista em perspectiva, a Figura5 é uma vista traseira e a Figura 6 é uma vista seccionaltransversal feita ao longo da linha 6-6 da Figura 5. Comovisto nas Figuras 2A-2C e 4-6, o conjunto de válvula 106 in-clui uma chapa de cobertura 140, uma chapa de montagem 142 eum induzido "flutuante" 144. O induzido 144 é "flutuante",em virtude de ele ser configurado para estender-se entre oslados frontal e traseiro do rotor 104, e é móvel em relaçãoao rotor 104. A chapa de cobertura 140 e a chapa de montagem142 são conectadas no induzido 144 opostas entre si, usandorebites ou outros elementos de fixação adequados.
A chapa de cobertura 140 pode cobrir e descobrir aabertura 138 na chapa traseira 112A do reservatório 112 e éposicionada substancialmente entre o reservatório 112 e orotor 104 no lado frontal do rotor 104. A chapa de cobertura140 inclui uma primeira parte 14OA que é conectada no indu-zido 144, uma segunda parte 140B que estende-se a partir daprimeira parte 140A em aproximadamente 90° e uma terceiraparte 140C que estende-se a partir da segunda parte 140B emuma direção oposta à primeira parte 140A. A terceira posição140C é ligeiramente angulada para trás na direção do induzi-do 144 e define uma parte de sede da chapa de cobertura 140que pode vedar a chapa traseira 112A do reservatório 112 pa-ra fechar a abertura 138 (como mostrado nas Figuras 2A-2C),o que impede substancialmente que o fluido de cisalhamentosaia do reservatório 112. A chapa de cobertura 140 pode serfeita de um material metálico, tal como aço. No geral, achapa de cobertura 140 permite alguma flexão para prover umarobusta vedação quando em uma posição fechada em relação aoreservatório 112. Entretanto, a vedação formada pela chapade cobertura 140 não precisa ser completamente impermeável afluido para a embreagem 100 funcionar.
A chapa de montagem 142 inclui primeira e segundaprojeções de montagem 142A e 142B. Cada uma das primeira esegunda projeções de montagem 142A e 142B tem forma arqueadae provê um orifício para prender o conjunto de válvula 106no rotor 104 nos orifícios 132A e 132B, respectivamente, u-sando elementos de fixação adequados, tais como parafusos derosca cônica ou parafusos de rosca cilíndrica. Um dente 142Cé definido ao longo de uma borda externa da chapa de monta-gem entre as primeira e segunda projeções de montagem 142A e142B. A chapa de montagem 142 define um pivô para o conjuntode válvula 106. A chapa de montagem 142 age como uma mola defolhas e, na presente modalidade, predispõe o induzido 144 ea chapa de cobertura 140 para descobrir a abertura 138 noreservatório 112 por padrão (nas Figuras 2A-2C, o conjuntode válvula 106 é mostrado em uma posição "desligada" ou fe-chada, com a chapa de cobertura 140 cobrindo a abertura 138para restringir o fluxo de fluido). O fluido de cisalhamentopode fluir para fora do reservatório 112 à medida que a cha-pa de cobertura 14 0 é movida em pivô para longe da abertura138 na chapa traseira 112A do reservatório 112, com o fluidode cisalhamento movendo-se para fora do reservatório 112 emmaiores volumes quando a chapa da válvula 140 move-se em umadistância maior para longe da abertura 138 na chapa traseira112A do reservatório 112.
O induzido 144 é um componente condutor de fluxomagnético que é móvel em resposta a um campo magnético apli-cado. 0 induzido 144 inclui uma parte de base em forma deanel 146 que é posicionada no lado frontal do rotor 104 etem quatro dedos 148A-148D que estendem-se a partir do perí-metro da parte de base 146 em ângulos aproximadamente retos.Cada um dos dedos 148A-148D tem uma forma ligeiramente ar-queada para seguir a circunferência da parte de base 146. Umcontrapeso 150, que pode ter uma forma tipo cauda de andori-nha, estende-se a partir da parte de base 146 do induzido144 entre os dedos 148B e 148C opostos à chapa de cobertura140. O contrapeso 150 pode passar através do dente 142C dachapa de montagem 142. O contrapeso 150 desloca a massa dachapa de cobertura 140 no lado oposto do pivô definido pelachapa de montagem 142. Os dedos 148A-148D e o contrapeso 150podem ser formados integralmente com a parte de base 146 doinduzido, e fluxo magnético pode passar pelos dedos 148A-148D até a parte de base 146 (ou vice-versa). 0 induzido 144é formado estampando a parte de uma chapa de material metá-Iico e, então, dobrando os dedos 148A-148D e o contrapeso150 para a posição. 0 induzido 144 é feito de um materialcondutor de fluxo magnético, por exemplo, aço.
A parte de base 146 do induzido 144 é conectada nachapa de montagem 142, que habilita todo o induzido 144 apivotar e a produzir movimento, no geral, axial na chapa decobertura 140 anexada em relação ao rotor 104. 0 movimento,no geral, axial do induzido 144 pode mover a chapa de cober-tura 140 a favor e contra a abertura 138 na chapa traseira112A do reservatório 112. O movimento do induzido 144 podeprover cerca de 2-3 mm de movimento da terceira posição 140Cda chapa de cobertura 140 em relação à chapa traseira 112Ado reservatório 112.
Percebe-se que o induzido 144 pode ter diferentesconfigurações em modalidades alternativas. Por exemplo, onúmero de dedos bem como as posições dos dedos podem variarcomo desejado. Além do mais, a chapa de cobertura 14 0, achapa de montagem 142 e o contrapeso 150 também podem terconfigurações diferentes daquelas das modalidades mostradasnas Figuras.
A Figura 7 é uma vista seccional transversal daembreagem 100 feita ao longo da linha 7-7 da Figura 1. Daforma mostradas na Figura 7, os dedos 148A-148D do induzido144 são posicionados para projetar-se através das aberturasarqueadas 134A-134D, respectivamente, no rotor 104 e na di-reção do lado traseiro (ou lado acionado) da embreagem 100.Em uma modalidade alternativa, um anel estabilizador condu-tor de fluxo magnético (não mostrado) pode ser preso nas ex-tremidades distais dos dedos no lado traseiro do rotor 104.Um anel estabilizador como este pode prender os dedos 148A-148D do induzido 144 para reduzir a flexão e aumentar a áreade superfície do induzido 144 para a transmissão de fluxomagnético.
O alojamento de duas partes 102 provê saída rota-cional da embreagem 100 quando encaixado para rotação com orotor 104 e inclui uma parte de cobertura de alojamentofrontal 102A e uma parte de base de alojamento traseiro 102Bque são presas usando parafusos de rosca cônica, parafusosde rosca cilíndrica ou outros elementos de fixação adequa-dos. Tipicamente, tanto a cobertura do alojamento 102A quan-to a base do alojamento 102B são feitas de um material metá-lico, tal como alumínio. A base do alojamento 102B tem umconjunto de mancai de fileiras duplas 160 pressionado em en-caixe entre um ID da base do alojamento 102B e o eixo 110. Oconjunto de mancai 160 está localizado no lado traseiro dorotor 104 e, preferivelmente, é alinhado de forma substanci-almente axial com as pás do ventilador 168 (ver Figura 2A) .Desta maneira, o alojamento 102 é suportado de forma rota-cional no eixo 110 independente do rotor 104, e o alinhamen-to axial do conjunto de mancai 160 com as pás do ventilador168 (bem como a câmara de trabalho 114) ajuda a equilibrarcargas operacionais no conjunto de mancai 160. Carga de man-cal equilibrada pode ajudar a impedir dano e prolongar a vi-da útil do mancai. 0 conjunto de mancai 160 permite a rota-ção relativa entre o alojamento de duas partes 102 e o rotor104, com o rotor 104 sendo fixado de forma rotacional no ei-xo 110. Cada uma da cobertura do alojamento 102A e da basedo alojamento 102B é provida com uma série de nervuras anu-lares (coletivamente, cada conjunto de nervuras é designadopelo número de referência 162) que ficam de frente para acâmara de trabalho 114 e são encaixadas de forma viscosa nosconjuntos de nervuras anulares 124 nos lados frontal e tra-seiro do rotor 104 para transmitir torque quando a embreagem100 está encaixada (isto é, quando o fluido de cisalhamentoé introduzido na câmara de trabalho 114). A operação da em-breagem 100 é adicionalmente explicada a seguir.
Da forma mostrada na Figura 7, a cobertura do alo-jamento 102A inclui um sistema convencional de bomba dinâmi-ca de fluido que opera formando pressão no fluido de cisa-lhamento localmente na câmara de trabalho 114 próximo ao ODdo rotor 104. Um caminho de retorno 164 é definido atravésda cobertura do alojamento 102A para o fluido de cisalhamen-to se mover do OD da câmara de trabalho 114 até o reservató-rio 112.
0 exterior do alojamento 102 tem aletas de refri-geração 166 (ver Figuras 1, 8 e 9) para transferir calor ge-rado pela embreagem para o ambiente que o envolve. Tipica-mente, alumínio é usado para formar o alojamento 102 em vir-tude das favoráveis propriedades de transferência de calorque ajudam a dissipar calor da embreagem 100. Da forma mos-trada na Figura 2A, as pás do ventilador 168 podem ser co-nectadas no alojamento 102 para co-rotação com o alojamento102 quando a embreagem 100 estiver encaixada (as pás do ven-tilador 168 estão omitidas nas outras Figuras para simplifi-cação). As pás do ventilador 168 podem ser parte de um con-junto unitário de pá de ventilador conectado no alojamento102 com parafusos de rosca cônica ou parafusos de rosca ci-líndrica de uma maneira bem conhecida.
A Figura 8 é uma vista seccional transversal daembreagem 100 feita ao longo da linha 8-8 da Figura 1. Daforma mostrada nas Figuras 2A, 2B, 7 e 8, um inserto de alo-jamento condutor de fluxo magnético 170 está disposto na ba-se do alojamento 102B e age como um conduíte magnético entreo conjunto de bobina eletromagnética 108 e o induzido "flu-tuante" 144 do conjunto de válvula 106. 0 inserto do aloja-mento 170 pode ser feito de aço. Este inserto de alojamentomagneticamente condutor 170 pode ser pré-fabricado em umaforma, no geral, cilíndrica com um chanfro 172 em sua bordaexterna frontal, uma pluralidade de dentes 174 espaçada deforma circunferencial em sua borda traseira (ver Figuras 2A,2B, 7 e 10) e uma nervura radial 176 que estende-se paradentro. 0 inserto do alojamento 170 é fundido na base do a-lojamento 102B. Os dentes 174 localizados na borda traseirado inserto do alojamento 170 permitem que o material do alo-jamento 102 (por exemplo, alumínio) escoe para lá durante afundição, provendo assim uma conexão mais segura entre o in-serto do alojamento 170 e a base do alojamento 102B, proven-do ainda assim um caminho de fluxo magnético substancialmen-te axial. Da forma mostrada na Figura 8, o inserto do alo-jamento estende-se para trás para um local que fica axial-mente na retaguarda da frente do copo da bobina 116 do con-junto de bobina 108, formando uma pequena folga de ar radialGi entre eles. As vistas seccionais transversais das Figuras2A, 2B e 7 são tomadas em locais em que os dentes 174 esten-dem-se para frente para o interior do inserto do alojamento170, o que é mostrado pelo fato de o inserto do alojamento170 ter um menor comprimento axial nas Figuras 2Δ, 2B e 7 secomparado com a Figura 8 (ver também Figura 10) . A nervuraradial 176 fica localizada em uma parte intermediária do in-serto do alojamento 170 e funciona para facilitar a fundiçãoe para ajudar a estabilizar o inserto do alojamento 170 emrelação à base do alojamento 102B. A nervura radial 176 e osdentes do inserto 174 permitem que o inserto do alojamento170 seja preso em relação ao alojamento 102, ao mesmo tempoem que uma substancial área de superfície do inserto 170 po-de permanecer exposta, isto é, descoberta pelo material doalojamento 102.
Da forma mostrada na Figura 7, os dedos 148A e1.4 8C do induzido 144 são posicionados na área do inserto doalojamento magneticamente condutor separados por uma folgade ar pequena e substancialmente radial G2. Fluxo magnéticopode passar entre o inserto do alojamento 170 e o induzido144 através da folga de ar G2. À medida que o induzido 144se move em resposta ao fluxo magnético aplicado, a orientaçãorelativa do induzido em relação ao inserto do alojamento 170irá mudar. Entretanto, a folga de ar G2 permanece orientadade forma substancialmente radial.
Da forma mostrada nas Figuras 2A, 2B, 7 e 8, umachapa de pólo magnético substancialmente em forma de disco178 é montada em uma extremidade frontal IlOF do eixo 110(por exemplo, por uma conexão frisada pressionada). A chapade pólo 178 fica inteiramente no lado frontal do rotor 178 enão passa através de nenhuma parte do rotor 104. A chapa depólo 178 é fixada para co-rotacionar com o eixo 110 e com orotor 104, mas ela não é móvel como o induzido 144. A chapade pólo 178 é feita de um material condutor de fluxo magné-tico, tal como aço, e age como um conduite magnético entre oinduzido 144 e o eixo 110. Esta chapa de pólo 178 também agecomo um batente para o induzido 144 guando o induzido 144 éatraída na direção da chapa de pólo 178 pelas forças eletro-magnéticas (isto é, o induzido 144 faz contato com a chapade pólo 178 para limitar a faixa de movimento do induzido) .
Quando a embreagem 100 está completamente desencaixada (comomostrado em todas as Figuras) , a parte de base 14 6 do indu-zido 144 é magneticamente atraída em contato físico com achapa de pólo 178. Quando a embreagem 100 é encaixada, háuma pequena e substancialmente axial folga de ar variável G3(não mostrada) presente entre a chapa de pólo .178 e o indu-zido 144. Como será explicado com detalhes adicionais a se-guir, o tamanho desta folga de ar substancialmente axial G3pode variar.
Durante a operação, o fluido presente na embreagem100 pode fazer com que o induzido 144 fique aderida à chapade pólo 178, desse modo, diminuindo indesejavelmente o tempode resposta da embreagem. A fim de atenuar este problema, aface traseira da chapa de pólo 178 pode opcionalmente sertexturizada (isto é, feita para não ser lisa) ou ter recur-sos em relevo (por exemplo, cabeças de rebite em projeção)para ajudar a impedir que o induzido 144 fique aderida nachapa de pólo 178. Alternativamente, ou adicionalmente, aface frontal do induzido 144 pode ser texturizada ou ter re-cursos em relevo para realizar os mesmos objetivos.
Além do mais, da forma mostrada nas Figura 2A, 2B,7 e 8, uma camisa guia de fluxo magnético 180 é posicionadano eixo 110 na retaguarda do conjunto de mancai 160 para fi-car radialmente localizada entre o eixo 110 e o copo da bo-bina 116 do conjunto de bobina eletromagnética 108. A camisaguia de fluxo 180 fica axialmente localizada entre o conjun-to de mancai 160 para o alojamento 102 e o conjunto de man-cai 120 para o conjunto de bobina eletromagnética 108. A ca-misa guia de fluxo 180 tem uma forma, no geral, cilíndrica,com uma borda externa dianteira chanfrada 180A. A camisaguia de fluxo 18 0 é feita de um material condutor de fluxomagnético (por exemplo, aço) e pode transmitir fluxo magné-tico entre o eixo 110 e o conjunto de bobina eletromagnética108. Uma pequena folga de ar radial G4 separa a camisa guiade fluxo 180 e o copo da bobina 116.
Em vista da descrição exposta, um circuito de flu-xo da embreagem 100 pode ser entendido. 0 conjunto de bobinaeletromagnética 108 pode gerar fluxo magnético como fluxosde corrente elétrica através da bobina 118. O fluxo magnéti-co do conjunto de bobina 108 pode passar pela folga de arradial Gi do copo da bobina 116 até o inserto do alojamento170. Então, depois de passar axialmente através do insertodo alojamento 170 o fluxo magnético pode passar pela folgade ar substancialmente radial G2 até os dedos 148A-148D doinduzido 144 do conjunto de válvula 106. Fluxo magnético po-de passar pelos dedos 148A-148D até a parte de base 146 doinduzido 144. Por padrão, quando o conjunto de bobina 108não está energizado e não está gerando fluxo magnético, oinduzido 144 fica predisposta para longe da chapa de pólo178 e o fluxo magnético deve cruzar a folga de ar substanci-almente axial variável G3 a fim de deslocar do induzido atéa chapa de pólo 178. O fluxo magnético do conjunto de bobina108 produz uma força eletromagnética que age no induzido 144e pode mover o induzido 144 de forma pivotável na direção dachapa de pólo 178 e em contato com ela até próximo da folgade ar axial G3. A chapa de pólo 178 continua o circuito defluxo magnético entre o induzido 144 e a extremidade frontal110F do eixo 110. Então, o eixo 110 pode conduzir o fluxomagnético na direção do lado traseiro (isto é, acionado) daembreagem 100. Então, o fluxo magnético pode deslocar do ei-xo 110 através da camisa guia de fluxo 180 e através da fol-ga de ar radial G4 de volta ao copo de bobina 116 do conjun-to de bobina eletromagnética 108 para completar o circuitodo fluxo.
No geral, a operação da embreagem 100 ocorre comosegue. A chapa de cobertura 140 do conjunto de válvula 106 édesenhada de maneira tal que ela seja predisposta pra des-tampar a abertura 138 na chapa traseira 112A do reservatório112 (isto é, uma posição "ligada" ou aberta em que a embrea-gem 100 está encaixada) por padrão, o que permite que ofluido de cisalhamento escoe do reservatório 112 até a câma-ra de trabalho 114. O fluido de cisalhamento presente na câ-mara de trabalho 114 transmite torque, criando um encaixe deatrito entre o rotor 104 e o alojamento 102, e o percentualinstantâneo da transmissão de torque pode variar em funçãoda quantidade de fluido de cisalhamento na câmara de traba-lho 114.
O conjunto de válvula 106 pode ser eletromagneti-camente atuado para fechar a abertura 138. Quando o conjuntode bobina eletromagnética 108 é energizado, fluxo magnéticoé gerado pela bobina 118 e é transmitido por meio do circui-to de fluxo para mover o induzido 144 na direção da chapa depólo 178, que, por sua vez, move a chapa de cobertura 140 nadireção da abertura 138 na chapa traseira 112A do reservató-rio 112. Desta maneira, energizar o conjunto de bobina 108faz com que a embreagem 100 desencaixe, cobrindo mais a a-bertura 138, o que limita ou impede que o fluido de cisalha-mento passe do reservatório 112 para a câmara de trabalho 114.
Como notado anteriormente, o canal radial 128 éformado no lado frontal do rotor 104 em relação ao local dachapa de cobertura 140 e à abertura na chapa traseira 112Ado reservatório 112. O canal radial 128 provê espaço para achapa de cobertura 140 mover-se axialmente para cobrir edescobrir a abertura 138 na chapa traseira 112A do reserva-tório 112. Além do mais, o canal radial 128 e a ranhura 130juntas formam um caminho de fluido entre a abertura 138 doreservatório 112 até a abertura 126A próxima ao OD do rotor104. Desta maneira, a entrada de fluido de cisalhamento nacâmara de trabalho 114 ocorre em uma das aberturas de fluido(por exemplo, abertura de fluido 126A), que provê uma saidade fluido que é centralizada de forma substancialmente axialno rotor e é centralizada de forma substancialmente axial emrelação às nervuras anulares 124 (e 162) . A localização dasaida de fluido no centro axial do rotor 104 ou próximo delepermite a alimentação de fluido de cisalhamento na câmara detrabalho 114 tanto pelo lado frontal quanto pelo lado tra-seiro do rotor de forma substancialmente simultânea, bem co-mo permite a alimentação do fluido de cisalhamento na câmarade trabalho 114 por meio das nervuras anulares 124 próximasdo OD do rotor 104. A provisão de fluido de cisalhamento nacâmara de trabalho 114 tanto próximo do OD do rotor 104quanto em ambos lados do rotor 104 simultaneamente ajuda amelhorar os tempos de resposta da embreagem.
Durante a operação, o sistema de bomba de fluidoque inclui o caminho de retorno de fluido 164 bombeia fluidode cisalhamento da câmara de trabalho 114 de volta para oreservatório 112. Essencialmente, o fluido de cisalhamento écontinuamente bombeado de volta da câmara de trabalho 114para o reservatório 112. A embreagem 100 permanece encaixadasomente continuando a manter o conjunto de válvula 106 emuma posição aberta, permitindo que mais fluido de cisalha-mento mova-se (isto é, retorne) do reservatório 112 para acâmara de trabalho 114. Inversamente, a câmara de trabalho114 pode ser efetivamente drenada movendo o conjunto de vál-vula 106 para uma posição completamente fechada e impedindoque o fluido de cisalhamento retorne para a câmara de traba-lho 114.
É possível uma variedade de esquemas alternativosde controle para a operação da embreagem 100. Em uma modali-dade, o conjunto de bobina eletromagnética 108 pode ser e-nergizado de uma maneira liga / desliga comum, de maneiratal que o conjunto de válvula 106 permaneça em uma posiçãocompletamente aberta (a posição padrão) ou em uma posiçãocompletamente fechada quando o conjunto de bobina é seleti-vamente energizado.
Em uma outra modalidade, o conjunto de bobina 108é energizado usando sinais modulados pela largura de pulso(PWM) de um controlador eletrônico do motor (não mostrado).
Os sinais de PWM permitem que um volume médio dinamicamentevariável de fluido de cisalhamento escoe para fora do reser-vatório 112. Os sinais de PWM fazem com que o conjunto debobina 108 gere fluxo magnético de uma maneira pulsada du-rante o tempo. Dependendo da largura do pulso (isto é, dura-ção) e freqüência de sinais de PWM, o conjunto de válvula106 pode ajustar variavelmente a quantidade de fluido de ci-salhamento que pode passar para fora do reservatório 112 pe-la abertura 138 para a câmara de trabalho 114 durante o tem-po. Isto é, os sinais de PWM fazem com que o conjunto de bo-bina 108 abra e feche o conjunto de válvula 106, e a quanti-dade de tempo média que o conjunto de válvula 106 fica aber-to determinam a quantidade média de fluido de cisalhamentoque escoa para fora do reservatório 112. Maiores larguras depulso e/ou maiores freqüências de sinais de PWM vão tender afechar o conjunto de válvula 106 mais que a média, permitin-do que menores volumes médios de fluido de cisalhamento pas-sem para a câmara de trabalho 114. 0 esquema de controle dePWM permite que a embreagem 100 seja operada em velocidadesseletivamente variáveis, de maneira tal que o alojamento 102(e as pás do ventilador 168 anexadas) possa rotacionar emqualquer valor de 0% até aproximadamente 100% da velocidaderotacional do rotor 104 e do eixo 110, em vez de meramentede uma maneira liga / desliga comum. As freqüências de sinalde PWM em uma faixa de cerca de 0,5-5 Hz são adequadas.
Em virtude de uma posição estável do induzido 144entre as posições aberta e fechada não poder ser alcançadapor um pequeno atuador de ciclo em um sistema de atuador e-letromagnético, o induzido 144 tenderá a uma das posições deextremidade limitantes (isto é, completamente aberta ou fe-chada). Portanto, a freqüência do PWM deve ser ajustada re-lativamente baixa para permitir que o disco do induzido al-cance as posições de extremidade em cada ciclo de trabalho.
Entretanto, as freqüências do PWM que são muito baixas podemser desfavoráveis em virtude de mudanças na velocidade daspás 168 (e do alojamento 102) poder produzir flutuações deruído indesejavelmente audíveis à medida que a velocidade dapá muda em resposta aos pulsos individuais dos sinais doPWM. Assim, as freqüências de sinal do PWM próximas de cercade 2 Hz são preferidas.
Também percebe-se que a pequena folga de ar G3 li-mita o máximo de fluxo magnético e, portanto, o máximo deenergia magnética do sistema, que deve ser liberada quando oconjunto de bobina 108 é desligado. Com uma maior folga dear G3, o tempo de reação do conjunto de válvula 106 pode seraumentado, mas a força magnética alcançável para mover oconjunto de válvula 106 é ligeiramente diminuída. Assim, afolga de ar G3 deve ser responsável pelas outras caracterís-ticas de desenho da embreagem 100.
Um problema deparado com a operação de embreagensviscosas eletromagneticamente atuadas é que a configuraçãode tais embreagens pode ter uma conseqüência inesperada deformar efetivamente um transformador adjacente ao circuitode fluxo magnético. Alumínio é um material comumente usadopara componentes de embreagem em virtude de ele ser relati-vãmente leve, ser relativamente barato, poder ser fundido,ser paramagnético e ter propriedades desejáveis de resistên-cia e de transferência de calor. Entretanto, em virtude dealumínio poder conduzir eletricidade, partes do alojamento102 e/ou do rotor 104 adjacentes ao circuito de fluxo podemagir efetivamente como enrolamentos secundários. Leva umtempo relativamente longo para que correntes parasitas noalumínio se dissipem como calor. Isto pode afetar o movimen-to do induzido 144 e pode indesejavelmente aumentar o tempode resposta da embreagem 100 mantendo o conjunto de válvula106 em uma posição aberta ou fechada. Descobriu-se que osefeitos das correntes parasitas podem ter um efeito substan-cial no tempo de resposta da embreagem, um efeito ainda mai-or do que a massa do induzido 144. Isto é particularmenteindesejável quando a embreagem 100 é controlada usando umesquema de controle de PWM. O efeito das correntes parasitasna embreagem 100 é, no geral, maior quando o conjunto de bo-bina 108 pára de prover fluxo magnético (isto é, é desliga-do) em uma tentativa de predispor o induzido 155 da posiçãofechada para a posição aberta padrão, em virtude de menosfluxo magnético ser necessário para manter o induzido 144 naposição fechada do que é exigido para mover o induzido 144da posição aberta para a posição fechada.
A fim de atenuar os problemas da corrente parasi-ta, a embreagem 100 pode incluir um recurso de redução decorrente parasita localizado adjacente ao circuito de fluxomagnético. Em uma modalidade, o recurso de redução de cor-rente parasita compreende geometria especial de alojamentoque forma um padrão de interrupção na base do alojamento102B. A Figura 9 é uma vista traseira da base do alojamento102B da embreagem 100 mostrada isoladamente. A Figura 10 éuma vista em perspectiva seccional transversal de uma parteda base do alojamento 102B. Da forma mostrada nas Figuras 8,9 e 10, doze dentes 190 igualmente espaçados de forma cir-cunferencial formam rebaixos no lado traseiro (acionado) dabase do alojamento 102B próximo do ID do alojamento 102. Osdentes 190 são formados radialmente para dentro do insertodo alojamento 170 para ser localizados em relação ao interi-or do circuito de fluxo. Os dentes 190 têm uma forma tipolágrima com uma abertura larga voltada para frente e estrei-tando-se na direção do lado frontal da base do alojamento102B. Entretanto, os dentes 190 podem ter outras formas econfigurações em modalidades alternativas. Os dentes 190funcionam pra reduzir a quantidade de material que é dispos-to adjacente ao circuito de fluxo. Mais particularmente, daforma mostrada na Figura 8, os dentes 190 reduzem a quanti-dade de material condutor elétrico do alojamento 102 forman-do um anel fechado em um local que é, no geral, axialmenteadjacente ao eixo 110 no interior do circuito de fluxo, des-se modo, reduzindo a condução de correntes parasitas.
Adicionalmente, a geometria especial de redução decorrente parasita inclui formações no lado frontal da basedo alojamento 102B. A Figura 11 é uma vista em perspectivaseccional transversal de uma parte da base do alojamento102B mostrada pelo lado frontal. Da forma mostrada nas Figu-ras 10 e 11, os dentes 192 do lado frontal são formados nolado frontal da base do alojamento 102B. Doze dentes 192 dolado frontal igualmente espaçados de forma circunferencialestão posicionados próximo ao ID da base do alojamento 102Bde maneira tal que os dentes 192 do lado frontal sejam loca-lizados ao longo de um canal anular 194 posicionado radial-mente entre o inserto do alojamento 170 e o ID da base doalojamento 102B onde o conjunto de mancai 160 está localiza-do. Os dentes 192 do lado frontal são arranjados para ali-nhar com os dentes 190 no lado traseiro da base do alojamen-to 102B. Desta maneira, os dentes 190 e 192 reduzem a quan-tidade de material condutor elétrico localizado adjacente aocircuito de fluxo magnético. Estruturas tipo nervura sãoformadas entre os dentes adjacentes 190 e 192, o que ajuda aprover resistência mecânica suficiente ao alojamento 102.Similarmente, o rotor 104 pode ser formado com umageometria especial que forma recursos de interrupção elétri-ca para reduzir correntes parasitas na embreagem 100 adja-cente ao circuito de fluxo. Um recurso de redução de corren-te parasita pode ser formado em conjunto com um recurso deredução de corrente parasita do alojamento 102 ou no lugardele.
Em uma modalidade alternativa, o recurso de redu-ção de corrente parasita é um material especial usado na em-breagem 100 adjacente ao circuito de fluxo. Uma parte da ba-se do alojamento 102B entre seu ID e aproximadamente o localdo inserto do alojamento 170, toda a base do alojamento 102Bou todo o alojamento 102 podem ser feitos de um material pa-ramagnético que é um fraco condutor elétrico, tal como mag-nésio, para reduzir a condução de correntes parasitas adja-centes ao circuito de fluxo magnético da embreagem 100. I-gualmente, em modalidades adicionais, o rotor 104 ou umaparte do rotor 104 pode ser feita de um material não condu-tor elétrico, tal como magnésio. 0 uso de um material espe-ciai como este, tal como magnésio, limita qualquer correnteparasita que, de outra forma, se desenvolveria adjacente aocircuito de fluxo e pode, desse modo, ajudar a melhorar otempo de resposta da embreagem.
Percebe-se que a presente invenção provê uma em-breagem viscosa eficiente, efetiva e confiável com inúmerasvantagens. Por exemplo, uma embreagem de acordo com a pre-sente invenção pode ter seu reservatório configurado paramover-se com o rotor, o que transmite energia cinética (ro-tacional) para o fluido de cisalhamento para distribuiçãomais rápida para a câmara de trabalho quando um conjunto deválvula para o reservatório está aberto. A distribuição defluido de cisalhamento até a câmara de trabalho também é me-lhorada e acelerada pela distribuição de fluido aproximada-mente pelo centro axial do rotor para dispersão para a câma-ra de trabalho, tanto no lado frontal quanto no lado trasei-ro, de forma substancialmente simultânea, bem como para dis-tribuir o fluido de cisalhamento próximo ao OD do rotor. A-lém do mais, a embreagem da presente invenção provê trans-missão de fluxo magnético eficiente por meio de um circuitode fluxo que tem relativamente menos folgas de ar. Não maisque quatro folgas de ar são exigidas, o que reduz ume perdade força eletromagnética em função de números ainda maioresde folgas de ar. Além do mais, as folgas de ar em uma embre-agem de acordo com a presente invenção podem ser, mais nogeral, orientadas radialmente e, no geral, folgas de ar ra-diais permitem tolerâncias mais consistentes e precisas quefolgas de ar orientadas axialmente. Além do mais, uma embre-agem de acordo com a presente invenção pode incluir um re-curso de redução de corrente parasita para mitigar perda dedesempenho indesejada do circuito de fluxo magnético. Todosos benefícios expostos ajudam a melhorar o tempo de respostada embreagem, o que é uma medida de com que rapidez uma em-breagem pode ajustar seu grau de encaixe entre uma entrada euma saída. Um bom tempo de resposta da embreagem é particu-larmente importante quando uma embreagem é controlada usandoum esquema de controle de PWM para prover encaixe dinamica-mente variável da embreagem. Além do mais, para os benefí-cios expostos, o desenho da embreagem de acordo com a pre-sente invenção também facilita a montagem e desmontagem parareparo.
Embora a presente invenção tenha sido descrita comreferência às modalidades preferidas, versados na técnicapercebem que mudanças podem ser feitas na forma e detalhes,sem fugir do espírito e do escopo da invenção. Por exemplo,as estruturas e configuração em particular de uma embreagemde acordo com a presente invenção podem variar como desejadopara aplicações em particular.
Claims (25)
1. Conjunto de embreagem viscosa, CARACTERIZADOpelo fato de que compreende:uma estrutura de entrada rotacional compreendendoum material capaz de conduzir fluxo magnético;um rotor anexado na estrutura de entrada rotacio-nal;um elemento seletivamente rotacionável que envolveo rotor e que é suportado de forma rotacionável pela estru-tura de entrada rotacional;uma bobina eletromagnética posicionada em relaçãoa um lado acionado do rotor;um conjunto de válvula que inclui uma chapa de co-bertura para regular o fluxo de um fluido de cisalhamento,em que o conjunto de válvula é suportado pelo rotor; eum circuito de fluxo magnético para controlar oconjunto de válvula com fluxo magnético gerado pela bobinaeletromagnética, em que o circuito de fluxo magnético é con-figurado para incluir não mais que quatro folgas de ar, e emque uma parte do circuito de fluxo estende-se entre o ladoacionado do rotor e um lado frontal oposto do rotor.
2. Conjunto, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o conjunto de válvula compre-ende :um induzido, em que pelo menos uma parte do indu-zido fica disposta para se estender entre o lado acionado dorotor e o lado frontal oposto do rotor.
3. Conjunto, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o conjunto de válvula compre-ende adicionalmente:um induzido com uma parte de base e um ou mais de-dos que estendem-se a partir da parte de base.
4. Conjunto, de acordo com a reivindicação 3,CARACTERIZADO pelo fato de que o induzido compreende adicio-nalmente :um contrapeso que estende-se a partir da parte debase, em que o contrapeso fica localizado, no geral, opostoà chapa de cobertura.
5. Conjunto, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente:um reservatório para conter o fluido de cisalha-mento e em que a chapa de cobertura fica disposta entre orotor e o reservatório.
6. Conjunto, de acordo com a reivindicação 5,CARACTERIZADO pelo fato de que o reservatório é montado nolado frontal do rotor.
7. Conjunto, de acordo com a reivindicação 5,CARACTERIZADO pelo fato de que o reservatório é adaptado pa-ra rotacionar com o rotor.
8. Conjunto, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente:um conjunto de mancai que suporta de forma rota-cionável o elemento seletivamente rotacionável na estruturade entrada rotacional; euma saida rotacional anexada no elemento seletiva-mente rotacionável, em que a saida rotacional fica substan-cialmente posicionada em alinhamento axial com o conjunto demancai em relação a um eixo geométrico de rotação da estru-tura de entrada rotacional.
9. Conjunto, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a chapa de cobertura é pre-disposta por molas e em que o controle do conjunto de válvu-la é alcançado pelo fluxo magnético agindo contra a predis-posição por molas da chapa de cobertura.
10. Conjunto, de acordo com a reivindicação 9,CARACTERIZADO pelo fato de que a chapa de cobertura é pre-disposta por molas para uma posição aberta por padrão, emque a posição aberta permite que o fluido de cisalhamentoescoe.
11. Conjunto de embreagem viscosa, CARACTERIZADOpelo fato de que compreende:um eixo compreendendo um material condutor de flu-xo magnético, em que o eixo define um eixo geométrico de ro-tação;um rotor montado no eixo;um alojamento envolvendo o rotor para definir umacâmara de trabalho definida entre o rotor e o alojamento;um reservatório montado no rotor e com uma abertu-ra de reservatório;uma bobina eletromagnética disposta em relação auma superfície exterior do alojamento, em que a bobina ele-tromagnética pode gerar fluxo magnético;um conjunto de válvula compreendendo:um induzido;uma chapa de montagem anexada no induzido; euma chapa de cobertura anexada no induzido opostaà chapa de montagem, e em que a chapa de cobertura fica dis-posta substancialmente entre o reservatório e o rotor, e emque a chapa de cobertura fica posicionada para cobrir sele-tivamente a abertura do reservatório;um inserto condutor de fluxo magnético posicionadono alojamento para conduzir o fluxo magnético da bobina ele-tromagnética até o induzido;uma chapa de pólo condutora de fluxo, magnéticomontada no eixo para conduzir fluxo magnético entre o indu-zido e o eixo, e em que o fluxo magnético pode ser conduzidodo eixo até a bobina eletromagnética para completar um cir-cuito de fluxo, em que uma parte do circuito de fluxo esten-de-se entre os lados frontal e traseiro do rotor.
12. Conjunto, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que uma superfície da chapa depólo adjacente à induzido é pelo menos parcialmente não plana.
13. Conjunto, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que uma superfície do induzidoadjacente ã chapa de pólo não é pelo menos parcialmente nãoplana.
14. Conjunto, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que o induzido compreende:uma parte de base; eum ou mais dedos que estendem-se a partir da partede base;
15. Conjunto, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de que a parte de base do induzidotem forma anular.
16. Conjunto, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente:um contrapeso que estende-se a partir da parte debase do induzido, no geral, oposto à chapa de cobertura.
17. Conjunto, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente:um conjunto de mancai que suporta de forma rota-cionável o alojamento no eixo; eum conjunto de pá de ventilador anexado no aloja-mento, em que o conjunto de pá do ventilador é posicionadoem alinhamento substancialmente axial com o conjunto de man-cal para estabilizar a transmissão de forças entre eles.
18. Conjunto, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que a chapa de montagem do con-junto de válvula age como uma mola para predispor a chapa decobertura, e em que o controle do conjunto de válvula pelofluxo magnético age contra a predisposição de mola providapela chapa de montagem.
19. Conjunto, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que a bobina eletromagnética ficaposicionada em um lado traseiro do alojamento.
20. Conjunto, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que o inserto condutor de fluxomagnético e a bobina eletromagnética são separados por umafolga de ar radial.
21. Conjunto, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que o induzido e o inserto condu-tor de fluxo magnético são separados por uma folga de arsubstancialmente radial.
22. Conjunto, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que o induzido e a chapa de pólocondutor de fluxo magnético são separáveis por uma folga dear substancialmente axial.
23. Conjunto, de acordo com a reivindicação 11,CARACTERIZADO pelo fato de que o conjunto de embreagem vis-cosa é configurado de maneira tal que o fluxo magnético pos-sa ser transmitido do eixo até a bobina eletromagnética a-través de uma folga de ar radial.
24. Conjunto de circuito de fluxo para uma embrea-gem viscosa com um rotor e um alojamento envolvendo o rotor,CARACTERIZADO pelo fato de que o conjunto de circuito defluxo compreende:uma bobina eletromagnética;um inserto condutor de fluxo magnético posicionadono alojamento e adjacente à bobina eletromagnética e separa-do dela por uma primeira folga de ar, em que a primeira fol-ga de ar é uma folga radial;um induzido posicionada adjacente ao inserto e o-posta à bobina eletromagnética, e separada do inserto poruma segunda folga de.ar, em que a segunda folga de ar é umafolga subs tancialmente radial, e em que o induzido estende-se entre um lado frontal e um lado traseiro do rotor;uma chapa de pólo condutora magnética disposta ad-jacente à induzido e oposta ao inserto no alojamento, em queo induzido é capaz de fazer contato com a chapa de pólo parafechar uma terceira folga de ar entre elas, e em que a ter-ceira folga de ar é uma folga substancialmente axial; eum eixo condutor magnético, em que a chapa de póloé montada no eixo, e em que uma quarta folga de ar fica lo-calizada adjacente à bobina eletromagnética entre uma partedo eixo e da bobina eletromagnética, . e em que a quarta folgade ar é uma folga radial.
25. Conjunto, de acordo com a reivindicação 24,CARACTERIZADO pelo fato de que o conjunto de circuito defluxo não exige mais que quatro folgas de ar.
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