BRPI0614515A2 - inibidores macrocìclicos de vìrus de hepatite c - Google Patents

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Kenneth Alan Simmen
Mats Stefan Lindstrim
Pia Cecilia Kahnberg
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Karl Magnus Nilsson
Bengt Bertil Samuelsson
Asa Annica Kristina Rosenquist
Pierre Jean-Marie Bernard Raboisson
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Tibotec Pharm Ltd
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Abstract

INIBIDORES MACROCICLICOS DE VìRUS DE HEPATITE C. Inibidores de HCV de fórmula (1) e os N-óxidos, sais, e estereoisómeros dos mesmos, em que a linha tracejada representa uma ligação dupla opcional entre átomos C7 e C8; R^1^ é hidrogênio ou C16alquila; R^2 ^ é hidrogênio ou C~1~-~6~alquila; e n é 3, 4, 5, ou 6; composições farmacêuticas contendo compostos (1) e processos para preparar compostos (1) são providos. As combinações biodisponíveis dos inibidores de HCV de fórmula (1) com ritonavir são também providas.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "INIBIDORESMACROCÍCLICOS DE VÍRUS DE HEPATITE C".
A presente invenção refere-se aos compostos macrocíclicostendo atividade inibidora sobre a replicação do vírus de hepatite C (HCV).
Ainda refere-se às composições compreendendo estes compostos comoingredientes ativos, assim como processos para preparar estes compostos ecomposições.
O vírus de hepatite C é a causa líder de doença de fígado crôni-ca no mundo todo e se tornou o foco de considerável pesquisa médica. HCVé um membro da família Flaviridae de vírus no gênero hepacivirus, e é inti-mamente relacionado com o gênero flavivirus, que inclui vários vírus impli-cados em doença humana, como vírus da dengue e vírus da febre amarela,e à família de pestivirus animal, que inclui vírus da diarréia viral bovina(BVDV). HCV é um vírus RNA de sentido positivo, filamento único, com umgenoma em torno de 9.600 bases. O genoma compreende tanto as regiões5' como 3' não traduzidas, que adotam estruturas secundárias de RNA, euma matriz de leitura aberta central que codifica uma poliproteína única emtorno de 3.010-3.030 aminoácidos. A poliproteína codifica dez produtos degenes que são gerados da poliproteína precursora por uma série orquestra-da de clivagens endoproteolíticas co- e pós-translacionais mediadas por pro-teases tanto hospedeiras como virais. As proteínas estruturais virais incluema proteína de nucleocapsídeo de núcleo, e duas glicoproteínas de envelopeE1 e E2. As proteínas não estruturais (NS) codificam algumas funções enzi-máticas virais essenciais (helicase, polimerase, protease), assim como pro-teínas de função desconhecida. A replicação do genoma viral é mediada poruma RNA polimerase dependente de RNA, codificada por proteína não es-trutural 5b (NS5B). Além da polimerase, as funções de helicase e proteasevirais, ambas codificadas pela proteína NS3 bifuncional, demonstraram seressenciais para a replicação de HCV RNA. Além da serina protease NS3,HCV também codifica uma metaloproteinase na região NS2.
Após a infecção aguda inicial a maior parte dos indivíduos infec-tados desenvolve hepatite crônica porque HCV replica preferivelmente emhepatócitos mas não é diretamente citopática. Em particular, a falta de umaresposta de T-linfócito vigorosa e a elevada propensão do vírus para mudarparecem promover uma taxa elevada de infecção crônica. A hepatite crônicapode progredir para fibrose do fígado levando a cirrose, doença de fígado deestágio terminal, e HCC (carcinoma hepatocelular), tornando a mesma acausa líder de transplantes de fígado.
Existem 6 principais genótipos de HCV e mais do que 50 subti-pos, que são distribuídos de modo diferente geograficamente. HCV tipo 1 é ogenótipo predominante na Europa e Estados Unidos. A heterogenicidadegenética extensiva de HCV tem implicações diagnosticas e clínicas impor-tantes, talvez explicando dificuldades no desenvolvimento de vacinas e afalta de resposta à terapia.
A transmissão de HCV pode ocorrer através de contato comprodutos de sangue ou sangue contaminado, por exemplo após transfusãode sangue ou uso de fármacos intravenosos. A introdução de testes diag-nósticos usados na triagem de sangue tem levado a uma tendência decres-cente na incidência de HCV após transfusão. No entanto, dado o lento pro-gresso para a doença de fígado em estágio terminal, as infecções existentesirão continuar a apresentar uma carga médica e econômica séria durantedécadas.
As terapias atuais para HCV são baseadas em interferon-alfa(IFN-α) (peguilado) em combinação com ribavirina. Esta terapia de combina-ção fornece uma resposta virológica prolongada em mais de 40% de pacien-tes infectados por vírus de genótipo 1 e cerca de 80% dos infectados porgenótipos 2 e 3. Além da eficácia limitada de HCV tipo 1, esta terapia decombinação tem efeitos laterais significantes e é fracamente tolerada emmuitos pacientes. Os efeitos laterais principais incluem sintomas tipo gripe,anormalidades hematológicas, e sintomas neuropsiquiátricos. Assim, existea necessidade de tratamentos mais eficazes, convenientes e mais tolerados.
Recentemente, dois inibidores de HCV protease peptidomiméti-cos alcançaram atenção como candidatos clínicos, ou seia BILN-2061 des-crito em WO00/59929 e VX-950 descrito em WO03/87092. Vários inibidoresde HCV protease similares foram também descritos na literatura acadêmicae de patentes. Já se tornou evidente que a administração prolongada deBILN-2061 ou XV-950 seleciona mutantes de HCV que são resistentes aofármaco respectivo, assim chamados mutantes de escape de fármacos. Es-tes mutantes de escape de fármacos tem mutações características no ge-noma de HCV protease, notavelmente D168V, D168A e/ou A156S. Conse-qüentemente, fármacos adicionais com diferentes padrões de resistênciasão requeridos para prover pacientes sem sucesso com as opções de trata-mento, e terapia de combinação com fármacos múltiplos será provavelmentea norma no futuro, mesmo para o tratamento de primeira linha.
A experiência com fármacos para HIV, e inibidores de HIV pro-tease, particularmente, tem ainda enfatizado que as farmacocinéticas subó-timas e regimes de dosagem complexos rapidamente resultam em falhas naadesão inadvertentes. Isto significa, por sua vez, que uma concentração dedepressão de 24 horas (concentração plásmica mínima) para os fármacosrespectivos em um regime de HIV com freqüência cai abaixo do limiar deIC9O ou ED90 durante grandes partes do dia. Considera-se que um nível dedepressão de 24 horas de pelo menos o IC50, e mais realisticamente, o IC9oou ED90, é essencial para retardar o desenvolvimento dos mutantes de es-cape de fármacos.
A obtenção de uma farmacocinética e metabolismo de fármacosnecessários para permitir estes níveis de depressão provê um desafio es-tringente para o projeto de fármacos. A natureza peptidomimética forte deinibidores de HCV protease da técnica anterior, com ligações de peptídeosmúltiplas, coloca obstáculos farmacocinéticos para regimes de dosagem efi-cazes.
Existe a necessidade de inibidores de HCV que possam superaras desvantagens de terapia atual de HCV como efeitos laterais, eficácia limi-tada, o surgimento de resistência e falhas na adesão ao tratamento.
A presente invenção refere-se a inibidores de HCV que são su-periores em uma ou mais das seguintes propriedades farmacológicas rela-cionadas, isto é, potência, diminuída citotoxicidade, melhorada farmacociné-tica, melhorado perfil de resistência, dosagem e ingestão de comprimidosaceitáveis.
A presente invenção refere-se a inibidores de replicação deHCV, que podem ser representados por fórmula (I):
<formula>formula see original document page 5</formula>
e os Λ/-όχidos, sais, e estereoisômeros dos mesmos, em que a linha traceja-da representa uma ligação dupla opcional entre átomos C7 e C8;
R1 é hidrogênio ou C1^alquila;R2 é hidrogênio ou Ci-ealquila; eη é 3, 4, 5, ou 6.
A presente invenção refere-se dois subgrupos de inibidores dereplicação de HCV, que podem ser representado por fórmula (l-a) e (l-b):
<formula>formula see original document page 5</formula>e os Λ/-όχidos, sais, e éstereoisômeros dos mesmos, em que
R1, R2 e η são como definidos aqui.
A invenção ainda refere-se a métodos para a preparação doscompostos de fórmula (I), os N-óxidos, sais de adição, aminas quaternárias,complexos de metal, e formas estereoquimicamente isoméricas dos mes-mos, seus intermediários, e o uso dos intermediários na preparação doscompostos de fórmula (I).
A invenção refere-se aos compostos de fórmula (I) per se, os N-óxidos, sais de adição, aminas quaternárias, complexos de metal, e formasestereoquimicamente isoméricas dos mesmos, para uso como um medica-mento. A invenção ainda refere-se a composições farmacêuticas compreen-dendo um veículo e uma quantidade antiviralmente eficaz de um compostode fórmula (I) como aqui especificado. As composições farmacêuticas po-dem compreender combinações dos compostos acima mencionados comoutros agentes anti-HCV. A invenção ainda refere-se às composições farma-cêuticas acima mencionadas para administração a um indivíduo sofrendo deinfecção por HCV.
A invenção também se refere ao uso de um composto de fórmu-la (I), ou um N-óx ido, sal de adição, amina quaternária, complexo de metal,ou formas estereoquimicamente isoméricas dos mesmos, para a fabricaçãode um medicamento para inibir a replicação de HCV. Ou a invenção refere-se a um método de inibir a replicação de HCV em um animal de sanguequente, referido método compreendendo a administração de uma quantida-de eficaz de um composto de fórmula (I), ou um N-óx ido, sal de adição, ami-na quaternária, complexo de metal, ou formas estereoquimicamente isoméri-cas dos mesmos.
Como usado acima e abaixo, as seguintes definições se apli-cam, salvo indicado em contrário.
Como usado aqui "Ci-6alquila" como um grupo ou parte de umgrupo define radicais de hidrocarboneto saturado de cadeia reta ou ramifica-da, tendo de 1 a 6 átomos de carbono como por exemplo metila, etila, 1-propila, 2-propila, 1-butila, 2-butila, 2-metil-1-propila, 1 -pentila, 2-pentila, 3-pentila, 1-hexila, 2-hexila, 2-metil-1-butila, 2-metil-1-pentila, 2-etil-1 -butila, 3-metil-2-pentila, e similares. De interesse dentre Ci-6alquila é C-Malquila.
Sempre que usado aqui abaixo, o termo "compostos de fórmula(I)", ou "os presentes compostos" ou termos similares, significa-se incluir oscompostos de fórmula (I), cada um e qualquer um dos subgrupos dos mes-mos, seus pró-fármacos, /V-óxidos, sais de adição, aminas quaternárias,complexos de metal, e formas estereoquimicamente isoméricas. Uma moda-lidade compreende os compostos de fórmula (I) ou qualquer subgrupo decompostos de fórmula (I) especificados aqui, assim como os /V-óxidos, sais,como as formas estereoisoméricas possíveis dos mesmos. Outra modalida-de compreende os compostos de fórmula (I) ou qualquer subgrupo de com-postos de fórmula (I) especificados aqui, assim como os sais como as for-mas estereoisoméricas possíveis dos mesmos.
Os compostos de fórmula (I) tem vários centros de quiralidade, eexistem como formas estereoquimicamente isoméricas. O termo "formasestereoquimicamente isoméricas" como usado aqui define todos os possí-veis compostos feitos dos mesmos átomos ligados pela mesma seqüênciade ligações mas tendo diferentes estruturas tridimensionais que não são in-terpermutáveis, que os compostos de fórmula (I) podem possuir.
Com referência aos casos onde (R) ou (S) é usado para desig-nar a configuração absoluta de um átomo quiral dentro de um substituinte, adesignação é feita levando em consideração o composto completo e não osubstituinte em isolamento.
Salvo especificado em contrário ou mencionado, a designaçãoquímica de um composto engloba a mistura de todas as possíveis formasestereoquimicamente isoméricas, que referido composto pode possuir. Refe-rida mistura pode conter todos os diastereômeros e/ou enantiômeros da es-trutura molecular básica de referido composto. Todas as formas estereoqui-micamente isoméricas dos compostos da presente invenção tanto em formapura como misturadas com cada outra são destinadas para estarem englo-badas no escopo da presente invenção.
As formas estereoisoméricas puras dos compostos e intermediá-rios como mencionado aqui são definidas como isômeros substancialmenteisentos de outras formas enantioméricas ou diastereoméricas da mesmaestrutura molecular básica de referidos compostos ou intermediários. Emparticular, o termo "estereoisomericamente puro" refere-se a compostos ouintermediários tendo um excesso estereoisomérico de pelo menos 80% (istoé, mínimo 90% de um isômero e máximo 10% dos outros possíveis isôme-ros) até um excesso estereoisomérico de 100% (isto é, 100% de um isômeroe nenhum do outro), mais em particular, compostos ou intermediários tendoum excesso estereoisomérico de 90% até 100%, ainda mais em particulartendo um excesso estereoisomérico de 94% até 100% e o mais particular-mente tendo um excesso estereoisomérico de 97% até 100%. Os termos"enantiomericamente puro" e "diastereomericamente puro" devem ser enten-dido, em um modo similar, mas então tendo relação com o excesso enanti-omérico, e o excesso diastereomérico, respectivamente, da mistura emquestão.
As formas estereoisoméricas puras dos compostos e intermediá-rios desta invenção podem ser obtidas pela aplicação de procedimentosbem-conhecidos. Por exemplo, enantiômeros podem ser separados de cadaoutro pela cristalização de seus sais diastereoméricos com ácidos ou basesopticamente ativos. Exemplos dos mesmos são ácido tartárico, ácido diben-zoiltartárico, ácido ditoluoiltartárico e ácido canforsulfônico. Alternativamente,enantiômeros podem ser separados por técnicas cromatográficas usandofases estacionárias quirais. Estas formas estereoquimicamente isoméricaspuras também podem ser derivadas das formas estereoquimicamente iso-méricas puras correspondentes dos materiais de partida apropriados, desdeque a reação ocorra estereoespecificamente. Preferivelmente, se um estere-oisômero específico for desejado, referido composto será sintetizado pormétodos de preparação estereo-específicos. Estes métodos irão empregarcom vantagem os materiais de partida enantiomericamente puros.
Os racematos diastereoméricos dos compostos de fórmula (I)podem ser obtidos separadamente por métodos convencionais. Os métodosde separação física apropriados que podem ser empregados com vantagemsão, por exemplo, cristalização e cromatografia seletivas, por exemplo cro-matografia de coluna.
Para alguns dos compostos de fórmula (I), seus /V-óxidos, sais,solvatos, aminas quaternárias, ou complexos de metal, e os intermediáriosusados na preparação dos mesmos, a configuração éstereo-química absolu-ta não foi determinada experimentalmente. Um versado na técnica é capazde determinar a configuração absoluta de tais compostos usando métodosconhecidos na técnica como, por exemplo, difração de raios X.
A presente invenção é também destinada a incluir todos os isoti-pos de átomos ocorrendo nos presentes compostos. Isótopos incluem osátomos tendo o mesmo número atômico mas diferentes números de massa.
A título de exemplo geral e sem limitação, isótopos de hidrogênio incluemtrítio e deutério. Isótopos de carbono incluem C-13 e C-14.
O termo "pró-fármaco" como usado em todo este texto significaos derivados farmacologicamente aceitáveis como ésteres, amidas e fosfa-tos, de modo que o produto de biotransformação resultante in vivo do deri-vado é o fármaco ativo, como definido nos compostos de fórmula (I). A refe-rência por Goodman e Gilman (The Pharmacological Basis of Therapeutics,8a ed, McGraw-HiII, Int. Ed. 1992, "Biotransformation of Drugs", pp 13-15)descrevendo pró-fármacos em geral é aqui incorporada. Pró-fármacos prefe-rivelmente tem uma excelente solubilidade aquosa, biodisponibilidade au-mentada e são prontamente metabolizados nos inibidores ativos in vivo. Pró-fármacos de um composto da presente invenção podem ser preparados pormodificação dos grupos funcionais presentes em composto em tal modo queas modificações são clivadas, ou por manipulação de rotina ou in vivo, parao composto parental.
São preferidos os pró-fármacos de éster farmaceuticamente a-ceitáveis, que são hidrolisáveis in vivo e são derivados dos compostos defórmula (I) tendo um grupo hidróxi ou uma carboxila. Um éster hidrolisável invivo é um éster, que é hidrolisado no corpo humano ou animal para produziro ácido ou álcool parental. Os ésteres apropriados farmaceuticamente acei-táveis para carbóxi incluem ésteres de Ci-6alcoximetila por exemplo metóxi-metila, ésteres de Ci.6alcanoiloximetila por exemplo pivaloiloximetila, ésteresde ftalidila, ésteres de C3.8cicloalcóxicarboniloxiCi.6alquila por exemplo 1-ciclohexilcarbonil-oxietila; ésteres de 1,3-dioxolen-2-onilmetila por exemplo5-metil-1,3-dioxolen-2-onilmetila; e ésteres de Ci-6alcóxicarboniloxietila porexemplo 1-metoxicarboniloxietila que podem ser formados em qualquer gru-po carbóxi nos compostos desta invenção.
Um éster hidrolisável in vivo de um composto da fórmula (I) con-tendo um grupo hidróxi inclui ésteres inorgânicos como ésteres de fosfato eéteres de α-aciloxialquila e compostos relacionados que como um resultadoda hidrólise in vivo da ruptura do éster para dar o grupo hidróxi parental. Osexemplos de éteres de α-aciloxialquila incluem acetoximetóxi e 2,2-dime-tilpropionilóxi-metóxi. Uma seleção dos grupos formadores de éster hidroli-sáveis em in vivo para hidróxi incluem alcanoíla, benzoíla, fenilacetila e ben-zoíla e fenilacetila substituídas, alcoxicarbonila (para dar ésteres de carbona-to de alquila), dialquilcarbamoíla e N-(dialquilaminoetil)-N-alquilcarbamoíla(para dar carbamatos), dialquilaminoacetila e carboxiacetila. Exemplos desubstituintes em benzoíla incluem morfolino e piperazino ligados de um áto-mo de anel nitrogênio via um grupo metileno para a posição 3 ou 4 do anelbenzoíla.
Para uso terapêutico, sais dos compostos de fórmula (I) são osem que o contra-íon é farmaceuticamente aceitável. No entanto, sais de áci-dos e bases que não são farmaceuticamente aceitável também podem en-contrar uso, por exemplo, na preparação ou purificação de um compostofarmaceuticamente aceitável. Todos os sais, sejam ou não farmaceutica-mente aceitáveis são incluídos dentro do âmbito da presente invenção.
Os sais de adição de ácido e base farmaceuticamente aceitáveiscomo mencionado aqui acima significam compreender as formas de sal deadição de ácido e base não tóxicas terapeuticamente ativas que os compos-tos de fórmula (I) são capazes de formar. Os sais de adição de ácido farma-ceuticamente aceitáveis podem convenientemente ser obtidos por tratamen-to da forma de base com este ácido apropriado. Os ácidos apropriados com-preendem, por exemplo, ácidos inorgânicos como ácidos halídricos, por e-xemplo ácido clorídrico ou bromídrico, sulfúrico, nítrico, fosfórico e similaresácidos; ou ácidos orgânicos como, por exemplo, acético, propanóico, hidro-xiacético, láctico, pirúvico, oxálico (isto é, etanodióico), malônico, succínico(isto é, ácido butanodióico), maléico, fumárico, málico (isto é, ácido hidroxi-butanodióico), tartárico, cítrico, metanossulfônico, etanossulfônico, benze-nossulfônico, p-toluenossulfônico, ciclâmico, salicílico, p-aminossalicílico,pamóico e similares ácidos similares.
Inversamente referidas formas de sal podem ser convertidas portratamento com uma base apropriado na forma de base livre.
Os compostos de fórmula (I) contendo um próton ácido tambémpodem ser convertidos em suas formas de sal de metal ou de adição de a-mina não tóxicas, por tratamento com bases orgânicas e inorgânicas apro-priadas. As formas apropriadas de sal de base compreendem, por exemplo,os sais de amônio, os sais de metal álcali e alcalino-terroso, por exemplo ossais de lítio , sódio, potássio, magnésio, cálcio e similares, sais com basesorgânicas, por exemplo a benzatina, A/-metil-D-glucamina, sais hidrabamina,e sais com aminoácidos como, por exemplo, arginina, Iisina e similares.
O termo sal de adição como usado aqui acima também compre-ende os solvatos que os compostos de fórmula (I) assim como os sais dosmesmos, são capazes de formar. Estes solvatos são por exemplo hidratos,alcoolatos e similares.
O termo "amina quaternária" como usado aqui acima define ossais de amônio quaternário que os compostos de fórmula (I) são capazes deformar por reação entre um nitrogênio básico de um composto de fórmula (I)e um agente quaternizante apropriado, como, por exemplo, halogeneto dealquila opcionalmente substituído, halogeneto de arila ou halogeneto de ari-lalquila, por exemplo iodeto de metila ou iodeto de benzila. Outros reagentescom bons grupos de saída também podem ser usados, como trifluorometa-nossulfonatos de alquila, metanossulfonatos de alquila, e p-toluenossulfo-natos de alquila. Uma amina quaternária tem um nitrogênio positivamentecarregado. Os contraíons farmaceuticamente aceitáveis incluem cloro, bro-mo, iodo, trifluoroacetato e acetato. O contra-íon de escolha pode ser intro-duzido usando resinas de troca de íons.
As formas de /V-óxido dos presentes compostos significam com-preender os compostos de fórmula (I) em que um ou vários átomos de nitro-gênio são oxidados nos assim chamados N-óxidos.
Será notado que os compostos de fórmula (I) podem ter proprie-dades de ligação de metal, quelantes, formadoras de complexos e, assim,podem existir como complexos de metal ou quelatos de metal. Estes deriva-dos metalados dos compostos de fórmula (I) são destinados a estarem inclu-ídos no escopo da presente invenção.
Alguns dos compostos de fórmula (I) podem também existir emsua forma tautomérica. Estas formas apesar de não explicitamente indicadasna fórmula acima são destinadas a estarem incluídos no escopo da presenteinvenção.
Como mencionado acima, os compostos de fórmula (I) tem vários centrosassimétricos. A fim de fazer referência mais eficientemente a cada um doscentros assimétricos, o sistema de numeração como indicado na seguintefórmula estrutural será usado
<formula>formula see original document page 12</formula>
Os centros assimétricos estão presentes em posições 1, 4 e 6do macrociclo assim como no átomo de carbono 3' no anel pirrolidina. Cadaum destes centros assimétricos pode ocorrer em sua configuração R ou S.
A estereoquímica na posição 1 preferivelmente corresponde àde uma configuração de L-aminoácido, isto é, a de L-prolina.
Os compostos de fórmula (I) incluem um grupo ciclopropila comorepresentado no fragmento estrutural abaixo:
<formula>formula see original document page 13</formula>
em que C7 representa o carbono na posição 7 e carbonos na posição 4 e 6são átomos de carbono assimétricos do anel ciclopropano.
Apesar de similares possíveis centros assimétricos em outrossegmentos dos compostos da invenção, a presença destes dois centros as-simétricos significa que os compostos podem existir como misturas de dias-tereômeros, como os diastereômeros de compostos de fórmula (I) em que ocarbono na posição 7 é configurado ou syn para a carbonila ou syn para aamida como mostrado abaixo.
<formula>formula see original document page 13</formula>
Uma modalidade refere-se aos compostos de fórmula (I) em queo carbono na posição 7 é configurado syn para a carbonila. Outra modalida-de refere-se a compostos de fórmula (I) em que a configuração para o car-bono na posição 4 é R. Um subgrupo específico de compostos de fórmula (I)são os em que o carbono na posição 7 é configurado syn para a carbonila eem que a configuração para o carbono na posição 4 é R.
Os compostos de fórmula (I) também incluem um resíduo proli-na. Preferidos são os compostos de fórmula (I) em que o substituinte na po-sição 1 (ou 5') e o substituinte na posição 3' estão em uma configuraçãotrans. De particular interesse são os compostos de fórmula (I) em que posi-ção 1 tem a configuração correspondente à L-prolina e o substituinte na po-sição 3' está em uma configuração trans com relação à posição 1. Preferi-velmente, os compostos de fórmula (I) tem a estereoquímica como indicadona estrutura de fórmula (l-c) abaixo:
<formula>formula see original document page 14</formula>
Preferivelmente, a linha tracejada é uma ligação dupla entre á-tomos de carbono 7 e 8 nos compostos de fórmula (I), (l-c) ou em qualquersubgrupo de compostos de fórmula (I). Mais preferivelmente referida ligaçãodupla entre átomos de carbono 7 e 8 está em uma configuração eis.
Deve-se entender que o subgrupo acima definido de compostosde formulas (l-b), assim como quaisquer outros subgrupos definidos aqui,significa também compreender quaisquer /V-óxidos, sais de adição, aminasquaternárias, complexos de metal e formas estereoquimicamente isoméricasde tais compostos.
Quando η é 2, a porção -CH2- em parênteses por "n" correspon-de à etanodiila nos compostos de fórmula (I) ou em qualquer subgrupo decompostos de fórmula (I). Quando η é a porção -CH2- em parênteses por "n"corresponde à propanodiila nos compostos de fórmula (I) ou em qualquersubgrupo de compostos de fórmula (I). Quando η é 4, a porção -CH2- emparênteses por "n" corresponde à propanodiila nos compostos de fórmula (I)ou em qualquer subgrupo de compostos de fórmula (I). Quando η é 4, a por-ção -CH2- em parênteses por "n" corresponde à butanodiila nos compostosde fórmula (I) ou em qualquer subgrupo de compostos de fórmula (I). Quan-do η é 5, a porção -CH2- em parênteses por "n" corresponde à pentanodiilanos compostos de fórmula (I) ou em qualquer subgrupo de compostos defórmula (I). Quando η é 6, a porção -CH2- em parênteses por "n" correspon-de à hexanodiila nos compostos de fórmula (I) ou em qualquer subgrupo decompostos de fórmula (I). Particulares subgrupos dos compostos de fórmula(I) são os compostos em que η é 4 ou 5.
As modalidades preferidas da invenção são compostos de fór-mula (I) ou qualquer um dos subgrupos de compostos de fórmula (I) em queR1 é hidrogênio ou metila.
Modalidades da invenção são os compostos de fórmula (I) ouqualquer um dos subgrupos de compostos de fórmula (I) em que R2 é hidro-gênio, ou Ci-4alquila, isto é, metila, etila, propila, isopropila, butila, terc-butila,ou isobutila.
Um subgrupo de compostos da invenção são os compostos defórmula (I) ou qualquer um dos subgrupos de compostos de fórmula (I) emque R2 é hidrogênio.
Outro subgrupo de compostos da invenção são os compostos defórmula (I) ou qualquer um dos subgrupos de compostos de fórmula (I) emque R2 é metila.
Os compostos de fórmula (I) consistem em três blocos de cons-trução Ρ1, P2, e P3, que são cada delimitados por uma linha sinusoidal en-curvada. O bloco de construção P1 ainda contém uma cauda P1\ O grupocarbonila marcado com um asterístico pode ser parte ou de bloco de cons-trução P2 ou de bloco de construção P3. A ligação de blocos de construçãoP1 com P2, P2 com P3, e P1 com P1\ envolve formar uma ligação amida. Aligação de blocos P1 e P3 envolve a formação da ligação dupla. A ligação deblocos de construção P1, PV1 P2 e P3 para preparar compostos de fórmula(I) pode ser feita em qualquer dada seqüência. Uma das etapas envolve aciclização pela qual o macrociclo é formado.<formula>formula see original document page 16</formula>
Os procedimentos de síntese descritos aqui abaixo significamser aplicáveis para tão bem os racematos, intermediários estereoquimica-mente puros ou produtos finais, como quaisquer misturas estereoisoméricas.
Os racematos ou misturas estereoquímica podem ser separadas em formasestereoisoméricas em qualquer estágio dos procedimentos de síntese. Emuma modalidade, os intermediários e produtos finais têm a estereoquímicaespecificada acima nos compostos de fórmula (l-c).
Em uma modalidade, compostos (I) são preparados por primeiroformando as ligações amida e subseqüentemente formando a ligação deligação dupla entre P3 e P1 com ciclização concomitante ao macrociclo.
Em uma modalidade preferida, compostos (I) em que a ligaçãoentre C7 e Cs é uma ligação dupla, que são compostos de fórmula (l-a), co-mo definido acima, podem ser preparados como descrito no seguinte es-quema de reação:<formula>formula see original document page 17</formula>
Formação do macrociclo pode ser realizada via uma reação demetátese de olefina na presença de um catalisador de metal apropriado co-mo por exemplo o catalisador a base de Ru relatado por Miller, S.J., Black-well, H.E., Grubbs1 R.H. J. Am. Chem. Soe. 118, (1996), 9606-9614; Kings-bury, J. S., Harrity, J. Ρ. A., Bonitatebus, P. J., Hoveyda, A. H., J. Am. Chem.Soe. 121, (1999), 791-799; e Huang et al„ J. Am. Chem. Soe. 121, (1999),2674-2678; por exemplo um catalisador de Hoveyda-Grubbs.
Os catalisadores de rutênio estáveis em ar como cloreto de rutê-nio bis(triciclohexilfosfina)-3-fenil-1H-inden-1-ilideno (Neolyst M1®) ou diclo-reto de bis(triciclohexilfosfina)-[(feniltio)metileno]rutênio (IV) podem ser usa-dos. Outros catalisadores que podem ser usados são os catalisadores deprimeira e segunda geração de Grubbs, isto é, benzilideno-bis(triciclohexil-fosfina) diclororutênio e (1,3-bis-(2,4,6-trimetilfenil)-2-imidazolidinilideno) di-cloro(fenilmetileno)-(triciclohexilfosfina)rutênio, respectivamente. De particu-lar interesse são os catalisadores de primeira e segunda geração de Hovey-da-Grubbs, que são dicloro(o-isopropoxifenilmetileno)(triciclohexilfosfina)-rutênio(ll) e 1,3-bis-(2,4,6-trimetilfenil)-2-imidazolidinilideno)dicloro(o-isopro-poxifenilmetileno) rutênio respectivamente. Também outros catalisadorescontendo outros metais de transição como Mo podem ser usados para estareação.As reações de metátese podem ser conduzidas em um solventeapropriado, como por exemplo éteres, por exemplo THF, dioxano; hidrocar-bonetos halogenados, por exemplo diclorometano, CHCI3, 1,2-dicloroetano esimilares. Em uma modalidade preferida, a reação de metátese é conduzidaem tolueno. Estas reações são conduzidas em temperaturas aumentadassob atmosfera de nitrogênio.
Compostos de fórmula (I) em que a ligação entre C7 e C8 nomacrociclo é uma ligação única, isto é, compostos de fórmula (l-b), podemser preparados dos compostos de fórmula (l-a) por uma redução da ligaçãodupla C7-C8 nos compostos de fórmula (l-a). Esta redução pode ser condu-zida por hidrogenação catalítica com hidrogênio na presença de um catali-sador de metal nobre como, por exemplo, Pt, Pd, Rh, Ru ou níquel de Ra-ney. De interesse é Rh em alumina. A reação de hidrogenação preferivel-mente é conduzida em um solvente como, por exemplo um álcool como me-tanol, etanol, ou um éter como THF, ou misturas dos mesmos. Água tambémpode ser adicionada a estes solventes ou misturas de solvente.
A cauda P1' pode ser conectada ao bloco de construção P1 emqualquer estágio da síntese, isto é, antes ou após a ciclização, ou antes ouapós a ciclização e redução, como explicado aqui acima. P1' pode ser ligadoa P1 por formação de uma ligação amida entre ambas as porções. Em umamodalidade, o grupo P1' é introduzido na última etapa de síntese dos com-postos (I) como descrito no seguinte esquema de reação em que G repre-senta um grupo :
<formula>formula see original document page 18</formula><formula>formula see original document page 19</formula>
com um intermediário (III) via uma reação de formação de amida como qual-quer um dos procedimentos para a formação de uma ligação amida descritoaqui abaixo. Em particular, (III) pode ser tratado com um agente de copula-ção, por exemplo Λ/,/V-carbonildiimidazol (CDI), EEDQ, IlDQ1 EDCI ou hexa-fluorofosfato de benzotriazol-1-il-óxi-tris-pirrolidinofosfônio (comercialmentedisponível como PyBOP®), em um solvente como THF1 seguido por reaçãocom a ciclopropilsulfonamida (IV) desejada na presença de uma base porexemplo uma trialquilamina como trietilamina ou diisopropiletilamina, ou 1,8-diazabiciclo[5.4.0]undec-7-eno (DBU) ou diisopropiletilamina.
A ativação do ácido carboxílico em (III) como descrito nas rea-ções acima podem levar a uma reação interna de ciclização em um interme-diário de azalactona de fórmula
<formula>formula see original document page 19</formula>
em que R1 e η são como especificados acima e em que os centros estereo-gênicos podem ter a configuração estereoquímica como especificado acima,em particular como em (l-c). Os intermediários (lll-a) podem ser isolados damistura de reação , usando metodologia convencional, e o intermediário (III-a) isolado é então reagido com (IV), ou a mistura de reação contendo (lll-a)pode ser reagida ainda com (IV) sem isolamento de (lll-a). Em uma modali-dade, onde a reação com o agente de copulação é conduzida em um solven-te imiscível em água, a mistura de reação contendo (lll-a) pode ser lavadacom água ou com água levemente básica a fim de remover todos os produ-tos laterais solúveis em água. A solução lavada assim obtida pode então serreagida com (IV) sem adicionais etapas de purificação. O isolamento de in-termediários (lll-a) por um lado pode prover algumas vantagens em que oproduto isolado, após outra purificação opcional, pode ser reagido com (IV),dando lugar a menos produtos laterais e um trabalho mais fácil da reação.
Os compostos de fórmula (I) podem também ser preparados poreterificação de um intermediário (V) com a quinolina de fórmula (VI) comodescrito no seguinte esquema de reação:
<formula>formula see original document page 20</formula>
X em (VI) representa hidróxi ou um grupo de saída como um halogeneto, porexemplo brometo ou cloreto, ou um grupo arilsulfonila, por exemplo mesilato,triflato ou tosilato e similares.
Em uma modalidade, a reação de (V) com (VI) é uma reação deO-arilação e X representa um grupo de saída. Esta reação pode ser condu-zida seguindo os procedimentos descritos por Ε. M. Smith et al. (J. Med.Chem. (1988), 31, 875-885). Em particular, esta reação é conduzida na pre-sença de uma base, preferivelmente uma base forte, em um solvente inertea reação, por exemplo um dos solventes mencionados para a formação deuma ligação amida.
Em uma modalidade, material de partida (V) é reagido com qui-nolina (VI) na presença de uma base que é forte o suficiente para diminuirhidrogênio do grupo hidróxi, por exemplo um álcali de um hidreto de metalálcali como LiH ou hidreto de sódio, ou alcóxido de metal alcalino como me-tóxido ou etóxido de sódio ou potássio, terc-butóxido de potássio, em umsolvente inerte a reação, como um solvente aprótico dipolar, por exemploDMA, DMF e similares. Um alcoolato resultante é reagido com o agente ari-Iante (VII), em que X é um grupo de saída apropriado, como mencionadoacima. A conversão de (V) em (I) usando uma reação de O-arilação não mu-da a configuração estereoquímica no carbono contendo o grupo hidróxi ou -O-quinolina.
Alternativamente, a reação de (V) com (VI) pode também serconduzida via uma reação de Mitsunobu (Mitsunobu, 1981, Synthesis, Janei-ro, 1-28; Rano et al., Tetrahedron Lett., 1995, 36, 22, 3779-3792; Krchnak etal., Tetrahedron Lett., 1995, 36, 5, 6193-6196; Richter et al., TetrahedronLett., 1994, 35, 27, 4705-4706). Esta reação compreende tratamento de in-termediário (V) com quinolina (VI) em que X é hidroxila, na presença de tri-fenilfosfina e um agente ativante, como um azocarboxilato de dialquila, porexemplo azodicarboxilato de dietila (DEAD), azodicarboxilato de diisopropila(DIAD) ou outros. A reação de Mitsunobu muda a configuração estereoquí-mica no carbono contendo o grupo hidróxi ou -O-quinolina.
Os compostos de fórmula (I) em que R1 é hidrogênio, referidoscompostos sendo representados por (l-d) também podem ser preparados deum intermediário protegido correspondente com nitrogênio (VII) em que PGrepresenta um grupo de proteção de nitrogênio. Grupos de N-proteção apro-priados são descritos aqui abaixo. Em uma modalidade, PG em (VII) é benzi-la ou benzila substituída , em particular 4-metoxibenzila.Os materiais de partida (VII) na reação acima podem ser prepa-rados seguindo os procedimentos descritos para a preparação dos compos-tos de fórmula (I), mas usando intermediários em que o grupo R1 é PG.
Alternativamente, a fim de preparar os compostos de fórmula (I),primeiro uma ligação amida entre blocos de construção P2 e P1 é formada,seguido por copulação do bloco de construção P3 na porção P1 em P1-P2, euma subseqüente formação de ligação amida entre P3 e a porção P2 emP2-P1-P3 com fechamento de anel concomitante. Ainda novamente, a caudaP1' pode ser ligada ao bloco de construção P1 em qualquer estágio da sín-tese dos compostos de fórmula (I), por exemplo, antes ou após copulaçãodos blocos de construção P2 e P1; antes ou após copulação do bloco deconstrução P3 em P1; ou antes ou após copulação dos blocos de construçãoP3 e P2 e o fechamento de anel concomitante.
Ainda outra alternativa de metodologia sintética é a formação deuma ligação amida entre blocos de construção P2 e P3, seguido pela copu-lação de bloco de construção P1 a P3, e a última formação de ligação amidaentre P1 e P2 com fechamento de anel concomitante. Ainda novamente, acauda PV pode ser ligada ao P1 bloco de construção em qualquer estágiodo Síntese dos compostos de fórmula (I), isto é, na presente caso, antes ouapós copulação dos blocos de construção P2 e P3; antes ou após copulaçãodos blocos de construção P1 e P3; antes ou após copulação P1 e P2 comfechamento de anel concomitante.
Blocos de construção P1 e P3 podem ser ligados via formaçãode ligação dupla em carbonos 7 e 8, se desejado, seguido por uma reduçãode ligação dupla C7-C8. O bloco P1-P3 assim formado pode ser copulado aobloco de construção P2 e subseqüentemente ciclizado, por formação de li-gações amida. Em uma modalidade preferida, bloco de construção P1-P3não é reduzido e copulado como tal com P2 e ciclizado, dando compostos (I-1).
Blocos de construção P1 e P3 em qualquer uma das abordagensanteriores podem ser ligados via formação de ligação dupla, por exemplopela reação de metátese de olefinas descrita aqui abaixo, ou uma reação detipo Wittig.
Deve-se notar que em compostos de fórmula (I), a formação deligação amida entre blocos P2 e P3 podem ser obtida em duas diferentesposições da porção uréia. A primeira formação de ligação amida englobareagir o nitrogênio do anel pirrolidina com a carbonila adjacente ativada(marcada com um asterístico) sendo parte do bloco de construção P3. Umasegunda formação de ligação amida alternativa envolve a reação da carboni-la ativada com asterístico sendo parte do bloco de construção P2 com umgrupo NHRR11 em que R1 é como definido para os compostos de fórmula (I)ou um subgrupo dos mesmos, e em que R1 podem ainda ser um grupo deproteção de nitrogênio; e R é a porção P3 alquila. A carbonila ativada comasterísco pode ser introduzida por reação da pirrolidina ou amina NHRR1com fosgênio ou um derivado de fosgênio.
Os blocos de construção individuais podem ser primeiro prepa-rados e subseqüentemente copulados juntos ou alternativamente, precurso-res dos blocos de construção podem ser copulados juntos e modificados emum estágio posterior da composição molecular desejada.
As funcionalidades em cada um dos blocos de construção po-dem ser protegidas para evitar reações laterais.
A formação de ligações amida pode ser realizada usando proce-dimentos-padrão como os usados para copulação de aminoácidos em sínte-se de peptídeo. A última envolve a copulação desidrativa de um grupo car-boxila de um reagente com um grupo amino dos outros reagentes para for-mar a ligação de uma ligação de amida. A formação de ligação amida podeser realizada por reação dos materiais de partida na presença de um agentede copulação ou convertendo a funcionalidade carboxila em uma forma ativacomo um éster ativo, cloreto ou brometo de ácido carboxila ou anidrido mis-tos. Descrições gerais de tais reações de copulação e os reagentes usadosaqui podem ser encontradas em livros de texto gerais sobre química de pep-tídeos, por exemplo, M. Bodanszky, "Peptide Chemistry", 2a. ed. rev., Sprin-ger-Verlag, Berlin, Germany, (1993).
Exemplos de reações de copulação com formação de ligaçãoamida incluem o método azida, anidrido de ácido carbônico- carboxílico mis-to método de (cloroformato de isobutila), método de carbodiimida (diciclohe-xilcarbodiimida, diisopropilcarbodiimida, ou carbodiimida solúvel em águacomo /V-etil-/N/-[(3-dimetilamino)propil]carbodiimida), o método éster ativo(éster p-nitrofenila, imido éster /V-hidroxisuccínico), o método de Woodwardreagente K-, o método 1,1-carbonildiimidazol (CDI ou N1N1-carbonildiimidazol), os método de reagentes de fósforo ou oxidação-redução.
Alguns destes métodos podem ser melhorados por adição de catalisadoresapropriados, por exemplo no método carbodiimida por adição de 1-hidroxibenzotriazol, DBU (1,8-diazabiciclo[5.4.0]undec-7-ene), ou 4-DMAP.Outros agentes de copulação são hexafluorofosfato de (benzotriazol-1-ilóxi)-tris-(dimetilamino) fosfônio, ele mesmo sozinho ou na presença de 1-hi-droxibenzotriazol ou 4-DMAP; ou tetrafluoroborato de 2-(l/-/-benzotriazol-1-il)-Λ/,Λ/,Λ/',Λ/'-tetrametilurônio, ou hexafluorofosfato de 0-(7-azabenzotriazol-1-il)-A/,/V,A/',A/'-tetrametilurônio. Estas reações de copulação podem ser reali-zadas ou em solução (fase líquida) ou fase sólida.
Uma formação de ligação amida preferida é realizada empre-gando N-etiloxicarbonil-2-etilóxi-1,2-dihidroquinolina (EEDQ) ou N-isobutilóxi-carbonil-2-isobutilóxi-1,2-dihidroquinolina (IIDQ). Diferente do procedimentoanidrido clássico, EEDQ e IIDQ não requerem base nem temperaturas dereação baixas. Tipicamente, o procedimento envolve reagir quantidades e-quimolares dos componentes carboxila e amina em um solvente orgânico(uma ampla variedade de solventes pode ser usada). Então EEDQ ou IIDQ éadicionada em excesso e a mistura é deixada agitar em temperatura ambi-ente.
As reações de copulação preferivelmente são conduzidas emsolvente inerte, como hidrocarbonetos halogenados, por exemplo diclorome-tano, clorofórmio, solventes dipolares apróticos como acetonitrila, dimetilfor-mamida, dimetilacetamida, DMSO, HMPT1 éteres como tetrahidrofurano(THF).
Em muitos casos as reações de copulação são feitas na presen-ça de uma base apropriada como uma amina terciária, por exemplo, trietila-mina, diisopropiletilamina (DIPEA), /V-metil-morfolina, /V-metilpirrolidina, 4-DMAP ou 1,8-diazabiciclo[5.4.0]undec-7-eno (DBU). A temperatura de rea-ção pode estar na faixa entre O0C e 50°C e um tempo de reação pode estarna faixa entre 15 min e 24 h.
Os grupos funcionais nos blocos de construção que são ligadosjuntos podem ser protegidos para evitar a formação de ligações indesejadas.Os grupos apropriados de proteção que podem ser usados são listados, porexemplo, em Greene "Protective Groups in Organic Chemistry, John Wiley &Sons, New York (1999) e "The Peptides: Analysis, Synthesis, Biology", Vol.9, Academic Press, New York (1987), aqui abaixo referido simplesmentecomo Greene.
Os grupos carboxila podem ser protegidos como um éster quepodem ser clivados para dar o ácido carboxílico. Os grupos de proteção quepodem ser usados incluem 1) ésteres de alquila como metila, trimetilsilila eterc-butila; 2) ésteres de arilalquila como benzila e benzila substituída ; ou 3)ésteres que podem ser clivados por uma base suave ou meio redutivo sua-ve, como ésteres de tricloroetila e fenacila.
Os grupos amino podem ser protegidos por uma variedade de N-grupos de proteção , como:
1) grupos acila como formila, trifluoroacetila, ftalila, e p-tolue-nossulfonila;
2) grupos carbamato aromático como benziloxicarbonila (Cbzou Z) e benziloxicarbonilas substituídas, e 9-fluorenilme-tiloxicarbonila (Fmoc);
3) grupos carbamato alifático como terc-butiloxicarbonila (Boc),etoxicarbonila, diisopropilmetóxi-carbonila, e aliloxicarbonila;
4) grupos carbamato de alquila cíclico como ciclopentiloxicar-bonila e adamantiloxicarbonila;
5) grupos alquila como trifenilmetila, benzila ou benzila substi-tuída como 4-metoxibenzila;
6) trialquilsilila como trimetilsilila ou t.Bu dimetilsilila; e7) grupos contendo tiol como feniltiocarbonila e ditiassuccinoí-la. Os grupos de proteção amino interessantes são Boc eFmoc.
Preferível mente, o grupo de proteção amino é clivado antes dapróxima etapa de copulação. Remoção de grupos de proteção N pode serfeita seguindo procedimentos conhecidos na técnica. Quando o grupo Boc éusado, os métodos de escolha são ácido trifluoroacético, simples ou em di-clorometano, ou HCI em dioxano ou em acetato de etila. O sal de amônioresultante é então neutralizado ou antes da copulação ou in situ com solu-ções básicas, como tampões aquosos, ou aminas terciárias em diclorometa-no ou acetonitrila ou dimetil-formamida. Quando se usa o grupo Fmoc, osreagentes de escolha são piperidina ou piperidina substituída em dimetilfor-mamida, mas qualquer amina secundária pode ser usada. A desproteção érealizada a uma temperatura entre O0C e temperatura ambiente, geralmenteem torno de 15-25°C, ou 20-22°C.
Outros grupos funcionais que podem interferir nas reações decopulação dos blocos de construção também podem ser protegidos. Por e-xemplo, grupos hidroxila podem ser protegidos como éteres de benzila oubenzila substituída, por exemplo éter de 4-metoxibenzila, ésteres de benzoí-Ia ou benzoíla substituída, por exemplo éster de 4-nitrobenzoíla, ou comgrupos trialquilsilila (por exemplo trimetilsilila ou terc-butildimetilsilila).
Outros grupos amino podem ser protegidos por grupos de prote-ção que podem ser clivados seletivamente. Por exemplo, quando Boc é usa-do como o grupo de proteção α-amino, os seguintes grupos de proteção decadeia lateral são apropriados: porções p-toluenossulfonila (tosila) podemser usadas para proteger outros grupos amino; éteres de benzila (Bn) podemser usados para proteger grupos hidróxi; e ésteres de benzila podem serusados para proteger outros grupos carboxila. Ou quando Fmoc é selecio-nado para a proteção α-amino, geralmente grupos de proteção à base deterc-butila são aceitáveis. Por exemplo, Boc pode ser usado para outros gru-pos amino; éteres de terc-butila para grupos hidroxila; e ésteres de terc-butila para outros grupos carboxila.Qualquer um dos grupos de proteção pode ser removido emqualquer estágio do procedimento de síntese, mas preferivelmente, os gru-pos de proteção de qualquer uma das funcionalidades não envolvidas nasetapas de reação é removida após completar o acúmulo do macrociclo. Re-moção dos grupos de proteção pode ser feita em qualquer modo ditado pelaescolha dos grupos de proteção, sendo este assunto bem-conhecido dosversados na técnica.
Os intermediários de fórmula (II) podem ser preparados por rea-ção de um intermediário (VIII) com uma alquenamina (IX) na presença deum agente de introdução de carbonila como descrito no seguinte esquemade reação.
<formula>formula see original document page 27</formula>
L representa um grupo de proteção O PG1 ou um grupo
<formula>formula see original document page 27</formula>
O grupo de proteção O pode ser qualquer um dos grupos men-cionados aqui e em particular é um grupo benzoíla ou benzoíía substituída,como 4-nitrobenzoíla.
Os agentes de introdução de carbonila (CO) incluem fosgênio,ou derivados de fosgênio como carbonila diimidazol (CDI), e similares. Emuma modalidade (VIII) é reagido com o agente de introdução de CO na pre-sença de uma base e um solvente apropriados , que podem ser as bases esolventes usados nas reações de formação de amida, como descrito acima.Em uma modalidade particular, a base é um hidrogenocarbonato, por exem-plo NaHCOs ou uma amina terciária como trietilamina e similares, e o sol-vente é um éter ou hidrocarboneto halogenado, por exemplo THF, CH2CI2,CHCI3, e similares. A seguir, a amina (IX) é adicionada assim obtendo inter-mediários (XII) ou (Xll-a) como no esquema acima. Uma via alternativa u-sando condições de reação similares envolve primeira reagir o agente deintrodução de CO com a amina (IX) e então reagir o intermediário assim for-mado com (VIII).
Onde L é PG1, a reação de (VIII) com (IX) dá intermediários (II-a). Estes podem ser desprotegidos, por exemplo onde PG1 é benzoíla oubenzoíla substituída por reação com um hidróxido de metal álcali (LiOH,NaOH, KOH), em particular onde PG1 é 4-nitrobenzoíla, com LiOH, em ummeio aquoso compreendendo água e um solvente orgânico solúvel em água,como um alcanol (metanol, etanol) e THF. O álcool resultante (isto é, umintermediário (ll-a) em que L é hidrogênio), é reagido com um intermediário(VI) como descrito acima para a reação de (V) com (VI) e esta reação resultaem intermediários (II).
Os intermediários de fórmula (III) podem ser preparados por pri-meiro ciclizando um intermediário éster (X) um éster macrocíclico (XI), quepor sua vez é convertido no correspondente ácido carboxílico (III) macrocí-clico como a seguir:
<formula>formula see original document page 28</formula>L é como especificado acima e PG2 é um grupo de proteçãocarboxila, por exemplo um dos grupos de proteção carboxila mencionadosacima, em particular um éster de benzila ou C1^alquila, por exemplo um és-ter de metila, etila ou t.butila. O grupo PG1 pode ser removido usando meto-dologias conhecidas na técnica, por exemplo ésteres de metila ou etila portratamento com um hidróxido de metal álcali, em um meio aquoso, ésteresde t.butila com ácido fraco e ésteres de benzila com ácido forte ou por hidro-genação cataiítica. Onde L é um radical (a) esta seqüência de reação dá osintermediários (III). Estes podem também preparados por remoção de L sen-do um grupo de proteção O e eterificando o álcool assim formado com in-termediário (VI) como descrito acima.
Os intermediários de fórmula (VII) podem ser preparados porciclização de um intermediário (XII) em que PG é um grupo de proteção denitrogênio como especificado acima para intermediários (VII) com a ligaçãodupla no macrociclo (Vll-a), que podem ser reduzidos nos intermediários(VII) correspondentes com uma ligação única neste local no macrociclo (VII-b):
<formula>formula see original document page 29</formula>
L é como especificado acima. Onde L é um radical (a) esta se-qüência de reação dá intermediários (Vll-a) ou (Vll-b). Estes podem ser tam-bém preparados por remoção de L sendo um grupo de proteção O e eterifi-cando o álcool assim formado com intermediário (VI) como descrito acima. Ogrupo sulfonilamida na seqüência acima pode ser um éster (isto é, um grupo-OPG2 como especificado acima) que pode ser removido e condensado coma ciclopropilamida (IV) seguindo os procedimentos mencionados acima.O grupo ciclopropilsulfonamida pode ser introduzido em qualquerestágio da síntese, seja como a última etapa como descrito acima, ou anteri-or, antes da formato do macrociclo como mostrado no seguinte esquema.
<formula>formula see original document page 30</formula>
L é como definido acima, PG2 representa um grupo de proteçãocarboxila, como especificado acima, e L1 é um grupo de proteção de nitro-gênio (PG, como definido acima), ou L1 é um grupo
<formula>formula see original document page 30</formula>
(b), em que R1 e η são como definidos acima, ou em que R1pode também representar um grupo de proteção de nitrogênio (um grupoPG, como especificado acima). Obviamente, quando R1 representa um gru-po de proteção de nitrogênio, estes podem ser removidos no estágio deseja-do da via sintética. Os intermediários (XIV) em que L1 representa um grupo(b) correspondem aos intermediários (II) ou (ll-a) e podem ser processadosainda, como especificado acima.
Copulação de blocos de construção P1 e P2
Os blocos de construção P1 e P2 são ligados usando uma rea-ção de formação de amida, seguindo os procedimentos descritos acima. Obloco de construção P1 pode ter um grupo de proteção carboxila PG2 (comoem (XVI-a)) ou podem já ser ligados ao grupo P1' (como em (XVI-b)). L2 éhidrogênio ou um grupo L como especificado acima.<formula>formula see original document page 31</formula>
No procedimento do esquema acima, um aminoácido ciclopropi-Ia (XVI-a) ou (XVI-b) é copulado na função ácido do bloco de construção P2usando uma reação de formação de amida como as condições de copulaçãode peptídeo padrões descritas acima. Remoção do grupo de proteção deácido em (XIII), usando as condições apropriadas para o grupo de proteçãousado, seguido por copulação com uma ciclopropilsulfonamida (IV) comodescrito acima, novamente dá intermediário (XIV).
Em uma modalidade, L1 é um grupo (b) e estas reações envol-vem a copulação de P1 em P2-P3, que resulta nos intermediários (X) ou (II)mencionados acima. Em outra modalidade, L1 é um grupo de proteção N dePG, que é como especificado acima, e a reação de copulação resulta em umintermediário (XV-a) do qual o grupo PG pode ser removido em intermediá-rios (Xlll-a), usando as condições de reação também mencionadas acima:
<formula>formula see original document page 31</formula>Em uma modalidade, PG nesta reação é um grupo BOC. Ondeadicionalmente L3 é hidrogênio, o material de partida é Boc-L-hidroxiprolina.
O grupo L2 pode ser um grupo de proteção O PG1 que é introdu-zido no material de partida (XV), em que L2 é hidrogênio e que é seletiva-mente clivável para o grupo PG.
Copulação de blocos de construção P3 e P2Os blocos de construção P3 e P2 são ligados usando uma rea-ção de formação de uréia seguindo os procedimentos descritos acima para acopulação de (VII) com (IX). Um procedimento geral é representado no se-guinte esquema de reação em que L é como especificado acima e L3 é umgrupo -O-PG2, ou um grupo
<formula>formula see original document page 32</formula>
Em (XVIII) R1 é como especificado acima, mas pode ser aindaum grupo de proteção de nitrogênio , que pode ser removido com um agentede desproteção de nitrogênio no estágio desejado da via de síntese. Onde L3em (XVIII) é um grupo -OPG2, o grupo PG2 pode ser removido e ácido resul-tante copulado com aminoácidos ciclopropila (XVI-a) ou (XVI-b), dando in-termediários (XIII) ou (XIV) em que L1 é um radical (b).
Os blocos de construção P1, P1', P2 e P3 para compostos defórmula (I) podem ser preparados partindo de intermediários conhecidos natécnica. Várias destas sínteses são descritas abaixo em maiores detalhes.
Síntese de blocos de construção P2Blocos de construção P2 podem ser preparados por uma reaçãode arilação de O, por exemplo seguindo os procedimentos descrito acima,como mostrado em esquema abaixo, em que L1 é como especificado acimae em particular é um grupo de proteção N PG, X é como definido acima e L4é hidróxi, um grupo -OPG21 com PG2 sendo um grupo de proteção carboxila,como qualquer um dos grupos de proteção carboxila mencionados acima; ouL4 é um grupo P1 como um grupo (c) ou (d) como definido acima.
<formula>formula see original document page 33</formula>
O material de partida (XIX) é reagido com reagente (VI) comodescrito acima para a síntese de (l-d) partindo de (V) e (VI). Similarmentecomo descrito acima, esta reação pode ser feita com retenção (arilação comX sendo um grupo de saída) ou inversão (reação de Mitsunobu) de estereo-química no átomo de carbono contendo hidróxi. Na arilação com X sendo umgrupo de saída , L4 também pode ser hidróxi, na reação de Mitsunobu, L4 éum grupo -OPG2.
Em uma modalidade o grupo L1 é PG, que é Boc e o material departida (VIII) é Boc-L-hidroxiprolina comercialmente disponível, ou qualqueroutra forma estereoisomérica dos mesmos.
Onde L4 em (XX) é -OPG21 o grupo de proteção carboxila PG2pode ser removido seguindo procedimentos descritos acima para os deriva-dos de hidroxiprolina (XVII). Em uma modalidade PG1 é Boc e PG2 é um és-ter de alquila inferior, em particular um éster de metila ou etila. A hidrólise doúltimo éster no ácido pode ser feita por procedimentos-padrão, por exemplohidrólise de ácido com ácido clorídrico em metanol ou etanol, ou por um hi-dróxido de metal como hidróxido de sódio ou preferivelmente lítio.
Os intermediários (VI) podem ser preparados seguindo métodosconhecidos na técnica usando materiais de partida conhecidos. Eles podemser preparados como mostrado abaixo:
<formula>formula see original document page 34</formula>
A acilação Friedel-Craft de uma 3-metoxianilina (XXII), disponí-vel ou comercialmente ou via procedimentos conhecidos na técnica, usandoum agente acilante, como cloreto de acetila ou outros na presença de um oumais ácidos de Lewis como tricloreto de boro e tricloreto de alumínio em umsolvente como diclorometano proVê (XXIII). Copulação de (XXIII) com ácido4-isopropil-tiazol-2-carboxílico (XXIV), preferivelmente sob condições bási-cas, como em piridína, na presença de um agente ativante para o grupocarboxilato, por exemplo POCI3, seguido por fechamento de anel e desidra-tação sob condições básicas como terc-butóxido de potássio em terc-butanoldá derivado quinolina (Vl-a). O último pode ser convertido em (Vl-b) em queLG é um grupo de saída, por exemplo por reação de (XII) com um agentehalogenante, por exemplo cloreto de fosforila ou outros, ou com um cloretode arilsulfonila, por exemplo com cloreto de tosila.
2-carbóxi-4-isopropil-tiazol (XXIV) é sintetizado seguindo proce-dimentos conhecidos na técnica, em particular como a seguir:
<formula>formula see original document page 32</formula>
Tiooxamato de etila (XXVI) é reagido com a β-bromocetona(XXVII) para formar o éster de ácido tiazolila carboxílico (XXVIII) que é hidro-Iisado no ácido correspondente (XXIV). O éster de etila nestes intermediáriospode ser substituído por outros grupos de proteção carboxila PG2, como de-finido acima.
Intermediário (XXIII) também pode ser preparado como descritopor Brown et al. J. Med. Chem. 1989, 32, 807- 826, ou como descrito no se-guinte esquema.
<formula>formula see original document page 32</formula>
Os materiais de partida acetato de etilacetila e malononitrila deetoximetileno, que são comercialmente disponíveis, são reagidos na presen-ça de uma base apropriada, como sódio etóxido, e um solvente, como etanole similares. Esta reação dá intermediário (XXIX). o último é hidrolisado, porexemplo com uma base como um hidróxido de metal álcali, por exemploNaOH ou LiOH, em um solvente apropriado como etanol/água para produzir(XXX).
Descarboxilação de intermediário (XXX) no intermediário (XXXI)é realizada em temperatura aumentada até a efervescência cessar, preferi-velmente na presença de um solvente básico como quinolina. Metilação deintermediário (XXXI), em particular com um agente metilante como Mel napresença de uma base apropriada (por exemplo K2CO3) em um solvente a-propriado (como DMF e similares) dá (XXXII). O último é reagido com umreagente Grignard como MeMgBr na presença de um solvente apropriado(por exemplo THF), seguido por hidrólise, por exemplo com HCI aquoso,dando intermediário (XXIII).
Síntese de blocos de construção P1
O aminoácido ciclopropano usado na preparação do fragmentoP1 é comercialmente disponível ou pode ser preparado usando procedimen-tos conhecidos na técnica.
O etil éster de amino-vinil-ciclopropila (XVI-a) pode ser obtido deacordo com o procedimento descrito em WO 00/09543 ou como ilustrado noseguinte esquema, em que PG2 é um grupo de proteção carboxila como es-pecificado acima:
<formula>formula see original document page 36</formula>
Tratamento de imina comercialmente disponível ou facilmenteobtenível (XXXIII) com 1,4-dihalobuteno em presença de uma base produz(XXXIV), que após hidrólise dá aminoácido de ciclopropila (XVI-a), tendo osubstituinte syn alila para um grupo carboxila. Resolução da mistura enanti-omérica (XVI-a) resulta em (XVI-a-1). A resolução é realizada usando proce-dimentos conhecidos na técnica como separação enzimática; cristalizaçãocom um ácido quiral, ou derivatização química ou por cromatografia de colu-na quiral.
O derivado sulfonamida (XVI-b) pode ser obtido como descritono seguinte esquema de reação, em que R2 e PG são como especificadosacima.
<formula>formula see original document page 37</formula>
A reação de (XVI-c) com sulfonamida (IV) é um procedimento deformação de amida, que pode ser realizado seguindo os procedimentosdescritos acima. Esta reação dá intermediários (XVI-d) do qual o grupo deproteção amino é removido por métodos-padrão como os descritos acima.
Isto, resulta, por sua vez, no intermediário desejado (XVI-b). Os materiais departida (XVI-c) podem ser preparados de intermediários (XVI-a) por primeirointroduzindo um grupo de proteção N PG e subseqüente remoção do grupo PG2.
Síntese do blocos de construção P3
Os blocos de construção P3 (IX) podem ser preparados de acor-do com metodologias conhecidas na técnica. Uma destas metodologias émostrada no esquema abaixo e começa das aminas protegidas (XXXVI), emparticular de aminas monoaciladas, como trifluoroacetamida, ou de uma a-mina Boc-protegido.<formula>formula see original document page 38</formula>
Neste esquema, LG é um grupo de proteção N, como especifi-cado acima e em particular é BOC ou trifluoroacetila; R1 e η são como defi-nidos acima, e em que R1 também pode ser um outro grupo de proteção denitrogênio que pode ser clivado seletivamente para o grupo PG. LG é umgrupo de saída como especificado acima, em particular LG é cloro ou bromo.Onde R1 representa um grupo de proteção de nitrogênio , ele pode ser re-movido com um agente de desproteção de nitrogênio no estágio desejado davia sintética.
As aminas monoaciladas (XXXVI) são tratadas com uma baseforte como hidreto de sódio e são subseqüentemente reagidas com uma ha-loC3.8alquenila (XXXVII) na amina protegida correspondente (XXXVIII). Des-proteção de (XXXVIII) dá (IX). Desproteção irá depender do grupo PG1 assimse PG for Boc, desproteção pode ser obtida com um ácido relativamentefraco, por exemplo ácido trifluoroacético, ou quando PG é trifluoroacetila,remoção é obtida com uma base, por exemplo hidróxido de sódio.
Intermediários (IX) em que R1 é hidrogênio também podem serpreparados via uma síntese de Gabriel de uma alquenilamina, que pode serrealizada pelo tratamento de uma ftalimida (XXXIX) com uma base, comohidróxido de potássio, e (XXXX), seguido por hidrólise para gerar uma al-quenilamina (IX-a).
<formula>formula see original document page 38</formula>
No esquema acima LG é halogênio, η é como definido acima.Os compostos de fórmula (I) podem ser convertidos nas formas/V-óxido correspondentes seguindo procedimentos conhecidos na técnicapara converter um nitrogênio trivalente em sua forma de N-óxido. Referidareação de N-oxidação pode ser geralmente realizada por reação do materialde partida de fórmula (I) com um peróxido orgânico ou inorgânico apropria-do. Peróxidos inorgânicos apropriados compreendem, por exemplo, peróxidode hidrogênio, peróxidos de metal álcali ou metal alcalino-terroso, por exem-plo peróxido de sódio, peróxido de potássio; peróxidos orgânicos apropria-dos podem compreender peróxi ácidos como, por exemplo, ácido benzeno-carboperoxóico ou ácido benzenocarboperoxóico halossubstituído, por e-xemplo ácido 3-clorobenzenocarboperoxóico, ácidos peroxoalcanóicos, porexemplo ácido peroxoacético, alquilidroperóxídos, por exemplo hidroperóxidode terc-butila. Os solventes apropriados são, por exemplo, água, álcoois in-feriores, por exemplo etanol e similares, hidrocarbonetos, por exemplo tolue-no, cetonas, por exemplo 2-butanona, hidrocarbonetos halogenados, porexemplo diclorometano, e misturas destes solventes.
As formas isoméricas estereoquimicamente puras dos compos-tos de fórmula (I) podem ser obtidas pela aplicação de procedimentos co-nhecidos na técnica. Diastereômeros podem ser separados por métodosfísicos, como cristalização seletiva, e técnicas cromotográficas, por exemplo,distribuição em contracorrente, cromatografia de líquido e similares.
Os compostos de fórmula (I) podem ser obtidos como misturasracêmicas de enantiômeros que podem ser separados um do outro seguindoprocedimentos de resolução conhecidos na técnica. Os compostos racêmi-cos de fórmula (I), que são suficientemente básicos ou ácidos, podem serconvertidos em formas diastereoméricas correspondentes de sais por reaçãocom um ácido quiral apropriado, respectivamente base quiral. As ditas for-mas de sal diastereoméricas são subseqüentemente separadas, por exem-plo, por cristalização fracional ou seletiva e os enantiômeros são liberadosdai por um álcali ou ácido. Um modo alternativo de separação das formasenantioméricas dos compostos de fórmula (I) envolve cromatografia de líqui-do, em particular cromatografia de líquido usando uma fase estacionária qui-ral. As ditas formas isoméricas estereoquimicamente puras também podemser derivadas das formas isoméricas estereoquimicamente puras correspon-dentes do material de partida apropriado, desde que a reação ocorra estere-oespecificamente. Preferivelmente, se um estereoisômero específico for de-sejado, referido composto pode ser sintetizado por métodos de preparaçãoestereoespecíficos. Estes métodos podem empregar com vantagem materi-ais de partida enantiomericamente puros.
Em um outro aspecto, a presente invenção refere-se a umacomposição farmacêutica compreendendo uma quantidade terapeuticamen-te eficaz de um compostos de fórmula (I) como especificado aqui, ou umcomposto de qualquer um dos subgrupos de compostos de fórmula (I) comoespecificado aqui, e um veículo farmaceuticamente aceitável. Uma quanti-dade terapeuticamente eficaz neste contexto é uma quantidade suficientepara atuar profilaticamente contra, para estabilizar ou para reduzir a infecçãoviral, e particularmente infecção viral por HCV, em indivíduos infectados ouindivíduos estando em risco de serem infectados. Em ainda outro aspecto,esta invenção refere-se a um processo para preparar uma composição far-macêutica como especificada aqui, que compreende misturar intimamenteum veículo farmaceuticamente aceitável com uma quantidade terapeutica-mente eficaz de um composto de fórmula (I), como aqui especificado, ou deum composto de qualquer um dos subgrupos de compostos de fórmula (I)como aqui especificado.
Assim, os compostos da presente invenção ou qualquer subgru-po dos mesmos podem ser formulados em várias formas farmacêuticas parafins de administração. Como composições apropriadas podem ser citadascomposições geralmente empregadas para sistemicamente administrar fár-macos. Para preparar as composições farmacêuticas desta invenção, umaquantidade eficaz do composto particular, opcionalmente além da forma desal ou complexo de metal, uma vez que o ingrediente ativo é combinado emmistura íntima com um veículo farmaceuticamente aceitável, cujo veículopode tomar uma ampla variedade de formas dependendo da forma de pre-paração desejada para administração. Estas composições farmacêuticassão desejáveis na forma de dosagem unitária apropriada, particularmente,para administração oralmente, retalmente, percutaneamente, ou por injeçãoparenteral. Por exemplo, na preparação das composições na forma de do-sagem oral, quaisquer meios farmacêuticos usuais como, por exemplo, á-gua, glicóis, óleos, álcoois, e similares, no caso de preparações líquidas co-mo suspensões, xaropes, elixires, emulsões e soluções, ou veículos sólidoscomo amidos, açúcares, caulim, lubrificantes, aglutinantes, agentes de de-sintegração, e similares, no caso de pós, pílulas, cápsulas, e comprimidos.Por causa de sua facilidade de administração, comprimidos e cápsulas re-presentam as formas unitárias de dosagem oral mais vantajosas, caso emque os veículos farmacêuticos sólidos são obviamente empregados. Paracomposições parenterais, o veículo compreenderá geralmente água estéril,pelo menos em grande parte, apesar de que similares ingredientes, por e-xemplo, para auxiliar na solubilidade, podem ser incluídos. Soluções injetá-veis, por exemplo, podem ser preparadas em que o veículo compreende so-lução salina, solução de glicose ou uma mistura de solução salina e de gli-cose. Suspensões injetáveis também podem ser preparadas, caso em queveículos líquidos apropriados, agentes de suspensão e similares podem serempregados. Também incluídas estão preparações na forma sólida preten-didas para serem convertidas, pouco antes de usar, em preparações na for-ma líquida. Nas composições apropriadas para administração percutânea, oveículo compreende opcionalmente um agente melhorador de penetraçãoe/ou um agente umectante apropriado, opcionalmente combinado com aditi-vos apropriados de qualquer natureza em menores proporções, cujos aditi-vos não introduzem um efeito prejudicial significativo na pele.
Os compostos da presente invenção também podem ser admi-nistrados via inalação ou insuflação oral por meio de métodos e formulaçõesempregadas na técnica para administração por este modo. Assim, em geral,os compostos da presente invenção podem ser administrados aos pulmõesna forma de uma solução, uma suspensão ou um pó seco, uma soluçãosendo preferida. Qualquer sistema desenvolvido para a liberação de solu-ções, suspensões ou pós secos via inalação ou insuflação oral é apropriadopara a administração dos presentes compostos.
Assim, a presente invenção também provê uma composiçãofarmacêutica adaptada para administração por inalação ou insuflação atra-vés da boca, compreendendo um composto de fórmula (I) e um veículo far-maceuticamente aceitável. Os compostos da presente invenção podem seradministrados via inalação de uma solução em doses nebulizadas ou aeros-solizadas.
É especificamente vantajoso formular as composições farmacêu-ticas acima mencionadas na forma de dosagem unitária para facilidade deadministração e uniformidade de dosagem. A forma de dosagem unitáriacomo usada aqui refere-se a unidades fisicamente discretas apropriadascomo dosagens unitárias, cada unidade contendo uma quantidade prede-terminada de ingrediente ativo calculada para produzir o efeito terapêuticodesejado em associação com o veículo farmacêutico requerido. Exemplosdestas formas de dosagem unitária são comprimidos (incluindo comprimidoscom sulcos ou revestidos), cápsulas, pílulas, supositórios, embalagens depó, hóstias, soluções injetáveis ou suspensões e similares, e múltiplos agre-gados dos mesmos.
Os compostos de fórmula (I) mostram propriedades antivirais.Infecções virais e suas doenças associadas tratáveis usando os compostose métodos da presente invenção incluem as infecções causadas por HCV esimilares flavivírus patogênicos como febre amarela, febre da dengue (tipos1-4), encefalite de St. Louis, encefalite japonesa, encefalite do vale Murray,vírus do West Nile e vírus Kunjin. As doenças associadas com HCV incluemfibrose, inflamação e necrose do fígado progressivas levando a cirrose, do-ença do fígado de último estágio, e HCC; e para os flavivírus patogênicos asdoenças incluem febre amarela, febre da dengue, febre hemorrágica e ence-falite. Um número de compostos desta invenção, além disso, são ativos con-tra cepas mutadas de HCV. Adicionalmente, muitos dos compostos da in-venção mostram um perfil farmacocinético favorável e têm propriedades a-trativas em termos de biodisponibilidade, incluindo uma meia-vida aceitável,AUC (área sob a curva) e valores de pico e a falta de fenômenos desfavorá-veis como início rápido insuficiente e retenção de tecido.
A atividade antiviral in vitro contra HCV dos compostos de fórmu-la (I) foi testada em um sistema de replicon de HCV celular baseado emLohmann et al. (1999) Science 285: 110-113, com as outras modificaçõesdescritas por Krieger et al. (2001), Journal of Virology 75: 4614-4624, que éainda exemplificado na seção exemplos. Este modelo, apesar de não ser ummodelo de infecção completo para HCV, é amplamente aceito como o mode-lo mais robusto e eficiente de replicação de HCV RNA atualmente disponí-vel. Compostos demonstrando atividade anti-HCV neste modelo celular sãoconsiderados como candidatos para outro desenvolvimento no tratamento deinfecções com HCV em mamíferos. Será notado que é importante distinguirentre compostos que interferem especificamente com funções de HCV dosque exercem efeitos citotóxicos ou citostáticos no modelo de replicon deHCV, e, como uma conseqüência, causam um decréscimo na concentraçãode RNA de HCV ou enzima repórter ligada. Testes são conhecidos no cam-po para a avaliação da citotoxicidade baseados, por exemplo, na atividadede enzimas mitocondriais usando corantes redox fluorogênicos como resa-zurina. Além disso, triagens de contador celular existem para a avaliação dainibição não seletiva da atividade do gene repórter ligado, como Iuciferase devaga-lume. Tipos de células apropriadas podem ser equipados por transfec-ção estável com um gene repórter de Iuciferase cuja expressão depende deum promotor de gene constitutivamente ativo, e estas células podem ser u-sadas como uma triagem de contador para eliminar os inibidores não seleti-vos.
Devido a suas propriedades antivirais, particularmente suas pro-priedades anti-HCV, os compostos de fórmula (I) ou qualquer subgrupo dosmesmos, seus N-óxidos, sais de adição, aminas quaternárias, complexos demetal e formas estereoquimicamente isoméricas, são utilizáveis no tratamen-to de indivíduos experimentando uma infecção viral, particularmente umainfecção com HCV, e para a profilaxia destas infecções. Em geral, os com-postos da presente invenção podem ser utilizáveis no tratamento de animaisde sangue quente infectados com vírus, em particular flavivírus como HCV.
Os compostos da presente invenção ou qualquer subgrupo dosmesmos podem, assim, ser usados como remédios. Referido uso como umremédio ou método de tratamento compreende a administração sistêmica aindivíduos infectados com vírus ou a indivíduos suscetíveis a infecções viraisde uma quantidade eficaz para combater as condições associadas com ainfecção viral, em particular a infecção com HCV.
A presente invenção refere-se também ao uso dos presentescompostos ou qualquer subgrupo dos mesmos na fabricação de um medi-camento para o tratamento ou a prevenção de infecções virais, particular-mente infecção com HCV.
A presente invenção, além disso, refere-se a um método paratratar um animal de sangue quente infectado por um vírus, ou estando emrisco de infecção por um vírus, em particular por HCV, referido método com-preendendo a administração de uma quantidade antiviralmente eficaz de umcomposto de fórmula (I), como especificado aqui, ou de um composto dequalquer um dos subgrupos dos compostos de fórmula (I), como especifica-do aqui.
Também, a combinação de composto anti-HCV previamente co-nhecido, como, por exemplo, interferon-α (IFN-a), inteferon-a peguilado e/ouribavarina, e um composto de fórmula (I) pode ser usada como um remédioem uma terapia de combinação. O termo "terapia de combinação" refere-sea um produto contendo um composto obrigatório (a) um composto de fórmu-la (I), e (b) opcionalmente um outro composto anti-HCV, como uma prepara-ção combinada para uso simultâneo, separado ou seqüencial em infecçõescom HCV, em particular, no tratamento de infecções com HCV.
Compostos anti-HCV englobam agentes selecionados de uminibidor de HCV polimerase, um inibidor de HCV protease, um inibidor de umoutro alvo no ciclo de vida de HCV, e agente imunomodulatório, um agenteantiviral, e combinações dos mesmos.
Inibidores de HCV polimerase incluem, mas não estão limitadosa, NM283 (valopicitabina), R803, JTK-109, JTK-003, HCV-371, HCV-086,HCV-796 e R-1479.
Inibidores de HCV proteases (inibidores NS2-NS3 e inibidoresNS3-NS4A) incluem, mas não estão limitados aos compostos de W002/18369(vide, por exemplo, página 273, linhas 9-22 e página 274, linha 4 até página276, linha 11); BILN-2061, VX-950, GS-9132 (ACH-806), SCH-503034, eSCH-6. Outros agentes que podem ser usados são os descritos emW098/17679, WO 00/056331 (Vertex); WO 98/22496 (Roche); WO99/07734 (Boehrunger Ingelheim), WO 2005/073216, WO 2005073193 (Me-divir) e agentes estruturalmente similares.
Inibidores de similares alvos no ciclo de vida de HCV1 incluindoNS3 helicase; inibidores de metalo-proteases; inibidores de oligonucleotí-deos anti-sentido, como ISIS-14803, AVI-4065 e similares; siRNA's comoSIRPLEX-140-N e similares; RNA de grampo de cabelo curto codificado porvetores (shRNA); DNAzymes, ribozimas específicas de HCV como heptazi-ma, RPI.13919 e similares; inibidores de entrada como HepeX-c, HuMax-HepC e similares; inibidores de alfa glicosidase como celgosivir, UT-231B esimilares; KPE-02003002; e BIVN 401.
Agentes imunomodulatórios incluem, mas não estão limitados a:compostos de isoforma interferon naturais e recombinantes, incluindo a-interferon, β-interferon, γ-interferon, ω-interferon e similares, como Intron A®,Roferon-A®, Canferon-A300®, Advaferon®, Infergen®, Humoferon®, Sumi-feron MP®, Alfaferone®, IFN-beta®, Feron® e similares; compostos de in-terferon (peguilado) derivatizados de polietileno glicol, como interferon-a-2aPEG (Pegasys®), interferon-a-2b à (PEG-Intron®), IFN-a-con1 peguilado esimilares; formulações de ação prolongada e derivatizações de compostosde interferon como o interferon albuferon α fundido a albumina e similares;compostos que estimulam a síntese de interferon nas células, como resiqui-mod e similares; interleucinas; compostos que melhoram o desenvolvimentode resposta de células T auxiliares do tipo 1, como SCV-07 e similares; ago-nistas de receptores como TOLL como CpG-10101 (actilon), isatoribina esimilares; timosina α-1; ANA-245; ANA-246; cloridrato de histamina; propa-germânio; tetraclorodecaóxido; ampligen; IMP-321; KRN-7000; anticorpos,como civacir, XTL-6865, e similares; e vacinas profiláticas e terapêuticascomo InnoVac C, HCV E1E2/MF59 e similares.
Outros agentes virais incluem, mas não estão limitados a ribavi-rina, amantadina, viramidina, nitazoxanida; telbivudina; NOV-205; taribavirin;inibidores de entrada ribossomal interna; inibidores virais de amplo espectro,como inibidores de IMPDH (por exemplo,, compostos de U.S. 5.807.876, US6.498.178, US 6.344.465, US 6.054.472, WO 97/40028, WO 98/40381, WO00/56331, e ácido micofenólico e derivados do mesmo, e incluindo, mas nãolimitados a VX-950, merimepodib (VX-497), VX-148, e/ou VX-944); ou com-binações de qualquer um dos acima.
Assim, para combater ou tratar infecções por HCV, os compos-tos de fórmula (I) podem ser co-administrados em combinação com, por e-xemplo, interferon-α (IFN-a), interferon-a peguilado e/ou ribavirina, bem co-mo produtos terapêuticos baseados em anticorpos marcados contra epíto-pos de HCV, RNA de interferência pequena (Si RNA), ribozimas, DNAzy-mes, RNA anti-sentido, antagonistas de moléculas pequenas ou, por exem-plo, NS3 protease, NS3 helicase e NS5B polimerase.
Conseqüentemente, a presente invenção refere-se ao uso de umcomposto de fórmula (I) ou qualquer subgrupo dos mesmos, como definidoacima, para a fabricação de um medicamento utilizável para inibir a atividadede HCV em um mamífero infectado com vírus HCV, em que referido medi-camento é usado em uma terapia de combinação, referida terapia de combi-nação preferivelmente compreendendo um composto de fórmula (I) e umoutro composto inibitório de HCV, por exemplo, IFN-α peguilado e/ou ribavi-rina.
Em ainda um outro aspecto, são providas combinações de umcomposto de fórmula (I) como especificado aqui e composto anti-HIV. Osúltimos preferivelmente são os inibidores de HIV que têm um efeito positivosobre o metabolismo de fármacos e/ou farmacocinéticos que melhoram abiodisponibilidade. Um exemplo de um inibidor de HIV é ritonavir.
Como tal, a presente invenção ainda provê uma combinaçãocompreendendo (a) um inibidor de HCV NS3/4a protease de fórmula (I) ouum sal farmaceuticamente aceitável do mesmo; e (b) ritonavir ou um sal far-maceuticamente aceitável do mesmo.
O composto ritonavir, e sais farmaceuticamente aceitáveis domesmo, e métodos para sua preparação são descritos em WO 94/14436.Para formas de dosagem preferidas de ritonavir, vide U.S. 6.037.157, e osdocumentos citados no mesmo; U.S. 5.484.801, US 08/402.690 e WO95/07696 e WO 95/09614. Ritonavir tem a seguinte fórmula:
<formula>formula see original document page 47</formula>
Em uma outra modalidade, a combinação compreendendo (a)um inibidor de HCV NS3/4a protease de fórmula (I) ou um sal farmaceutica-mente aceitável do mesmo; e (b) ritonavir ou sal farmaceuticamente aceitá-vel do mesmo; ainda compreende um composto anti-HCV adicional selecio-nado dentre os compostos como descritos aqui.
Em uma modalidade da presente invenção, é provido um pro-cesso para preparar uma combinação como descrito aqui, compreendendo aetapa de combinar um inibidor de NS3 4a protease de HCV de fórmula (I) ouum sal farmaceuticamente aceitável do mesmo, e ritonavir ou um sal farma-ceuticamente aceitável do mesmo. Uma modalidade alternativa desta inven-ção provê um processo em que a combinação compreende um ou mais a-gente adicional como descrito aqui.
As combinações da presente invenção podem ser usadas comomedicamentos. Referido uso como um remédio ou método de tratamentocompreende a administração sistêmica aos indivíduos infectados com HCVde uma quantidade eficaz para combater as condições associadas com HCVou outros flavi- e pestivírus patogênicos. Conseqüentemente, a combinaçõesda presente invenção podem ser usadas na fabricação de um medicamentoutilizável para tratar, prevenir ou combater infecção ou doença associadacom infecção por HCV em um mamífero, em particular para tratar condiçõesassociadas com HCV e similares flavi- e pestivírus patogênicos.Em uma modalidade da presente invenção, é provido uma com-
posição farmacêutica compreendendo uma combinação de acordo comqualquer uma das modalidades descritas aqui e um excipiente farmaceuti-camente aceitável. Em particular, a presente invenção provê uma composi-ção farmacêutica compreendendo (a) uma quantidade terapeuticamente efi-caz de um inibidor de HCV NS3/4a protease da fórmula (I) ou um sal farma-ceuticamente aceitável do mesmo; (b) uma quantidade terapeuticamenteeficaz de ritonavir ou um sal farmaceuticamente aceitável do mesmo; e (c)um excipiente farmaceuticamente aceitável. Opcionalmente, a composiçãofarmacêutica ainda compreende um agente adicional selecionado dentre uminibidor de HCV polimerase, um inibidor de HCV protease, um inibidor de umoutro alvo no ciclo de vida de HCV, e agente imunomodulatório, um agenteantiviral, e combinações dos mesmos.
As composições podem ser formuladas em formas de dosagemfarmaceuticamente apropriadas como as formas de dosagem descritas aci-ma. Cada um dos ingredientes ativos pode ser formulado separadamente eas formulações podem ser co-administradas ou uma formulação contendoambos, e, se desejado, outros ingredientes ativos podem ser providos.
Como usado aqui, o termo "composição" se destina a englobarum produto compreendendo os ingredientes especificados, bem como qual-quer produto que resulte, diretamente ou indiretamente, da combinação dosingredientes especificados.
Em uma modalidade, as combinações providas aqui podem serformuladas como uma preparação combinada para uso simultâneo, separa-do ou seqüencial na terapia de HIV. Neste caso, o composto da fórmula ge-ral (I) ou qualquer subgrupo do mesmo, é formulado em uma composiçãofarmacêutica contendo outros excipientes farmaceuticamente aceitáveis, eritonavir é formulado separadamente em uma composição farmacêutica con-tendo outros excipientes farmaceuticamente aceitáveis. Convenientemente,estas duas composições farmacêuticas podem ser parte de um kit para usosimultâneo, separado ou seqüencial.
Assim, os componentes individuais da combinação da presenteinvenção podem ser administrados separadamente em diferentes temposdurante o curso da terapia ou simultaneamente em formas de combinaçãodivididas ou únicas. A presente invenção deve, assim, ser compreendidacomo englobando todos os regimes de tratamento simultâneo ou alternado eo termo "administrar" deve ser interpretado concordantemente. Em uma mo-dalidade preferida, as formas de dosagem separadas são administradasquase simultaneamente.
Em uma modalidade, a combinação da presente invenção con-tém uma quantidade de ritonavir, ou um sal farmaceuticamente aceitável domesmo, que é suficiente para melhorar clinicamente a biodisponibilidade doinibidor de HCV NS3/4a protease de fórmula (I) com relação à biodisponibili-dade quando referido inibidor de HCV NS3/4a protease de fórmula (I) é ad-ministrado sozinho.
Em uma outra modalidade, a combinação da presente invençãocontém uma quantidade de ritonavir, ou um sal farmaceuticamente aceitáveldo mesmo, que é suficiente para aumentar pelo menos uma das variáveisfarmacocinéticas do inibidor de HCV NS3/4a protease de fórmula (I) selecio-nado de ti/2, Cmin, Cmaxi Css, AUC em 12 horas, ou AUC em 24 horas, comrelação a referida pelo menos uma variável farmacocinética quando o inibi-dor de HCV NS3/4a protease de fórmula (I) é administrado sozinho.
Uma outra modalidade refere-se a um método para melhorar abiodisponibilidade de um inibidor de HCV NS3/4a protease compreendendoadministrar a um indivíduo em necessidade desta melhora uma combinaçãocomo definido aqui, compreendendo uma quantidade terapeuticamente efi-caz de cada componente de referida combinação.
Em uma outra modalidade, a invenção refere-se ao uso de rito-navir ou um sal farmaceuticamente aceitável do mesmo, como um melhora-dor de pelo menos uma das variáveis farmacocinéticas de um inibidor deHCV NS3/4a protease de fórmula (I) selecionado dentre ti/2, Cmin, Cmax, Css,AUC em 12 horas, ou AUC em 24 horas, com a condição de que referidouso não seja praticado no corpo humano ou de animal.
O termo "indivíduo" como usado aqui refere-se a um animal, pre-ferivelmente um mamífero, mais preferivelmente um ser humano, que é oobjeto de tratamento, observação ou experiência.
A biodisponibilidade é definida como a fração de dose adminis-trada alcançando a circulação sistêmica. t1/2 representa a meia-vida ou tem-po que leva para a concentração no plasma alcançar metade de seu valororiginal. Css é a concentração em estado uniforme, isto é, a concentraçãoem que a taxa de ingestão de fármaco se iguala à taxa de eliminação. Cmin édefinido como a menor concentração (mínima) medida durante o intervalo dedosagem. Cmax, representa a maior concentração (máxima) medida durante ointervalo de dosagem. AUC é definido como a área sob a curva de concen-tração - tempo no plasma para um período definido de tempo.
As combinações da invenção podem ser administradas a serhumanos em faixas de dosagem específicas para cada componente com-posto nas referidas combinações. Os componentes compostos de referidascombinações podem ser administrados juntos ou em separado. Os inibidoresde NS3/4a protease de fórmula (I) ou qualquer subgrupo dos mesmos, e ri-tonavir ou um sal farmaceuticamente aceitável ou éster dos mesmos, podemter níveis de dosagem da ordem de 0,02 a 5,0 gramas por dia.
Quando o inibidor de HCV NS3/4a protease de fórmula (I) e rito-navir são administrados em combinação, a relação em peso do inibidor deHCV NS3/4a protease de fórmula (I) para ritonavir está de modo apropriadona faixa de cerca de 40:1 a cerca de 1:15, ou de cerca de 30:1 a cerca de1:15, ou de cerca de 15: 1 a cerca de 1: 15, tipicamente de cerca de 10: 1 acerca de 1:10, e mais tipicamente de cerca de 8:1 a cerca de 1:8. Tambémsão utilizáveis relações em peso dos inibidores de HCV NS3/4a protease defórmula (I) para ritonavir na faixa de cerca de 6:1 a cerca de 1:6, ou de cercade 4:1 a cerca de 1:4, ou de cerca de 3:1 a cerca de 1:3, ou de cerca de 2:1a cerca de 1:2, ou de cerca de 1,5:1 a cerca de 1:1,5. Em um aspecto, aquantidade em peso dos inibidores de HCV NS3/4a protease de fórmula (I) éigual ou maior do que a de ritonavir, em que a relação em peso do inibidorde HCV NS3/4a protease de fórmula (I) para ritonavir está de modo apropri-ado na faixa de cerca de 1: 1 a cerca de 15: 1, tipicamente de cerca de 1: 1a cerca de 10: 1, e mais tipicamente de cerca de 1: 1 a cerca de 8: 1. Tam-bém são utilizáveis relações em peso do inibidor HCV NS3/4a protease defórmula (I) para ritonavir na faixa de cerca de 1: 1 a cerca de 6: 1, ou de cer-ca de 1: 1 a cerca de 5: 1, ou de cerca de 1: 1 a cerca de 4:1, ou de cerca de3:2 a cerca de 3:1, ou de cerca de 1:1 a cerca de 2:1 ou de cerca de 1:1 acerca de 1,5:1.
O termo "quantidade terapeuticamente eficaz" como usado aquisignifica que quantidade de composto ativo ou componente ou agente far-macêutico que elicita a resposta biológica ou médica em um tecido, sistema,animal ou ser humano que está sendo procurada à luz da presente inven-ção, por um pesquisador, veterinário, médico doutor ou outros clínicos queinclui o alívio dos sintomas da doença sendo tratada. Porque a presente in-venção refere-se às combinações compreendendo dois ou mais agentes, a"quantidade terapeuticamente eficaz" é a quantidade dos agentes tomadosjuntos de modo que o efeito combinado elicita a desejada resposta biológicaou medicinal. Por exemplo,a quantidade terapeuticamente eficaz da compo-sição compreendendo (a) o composto de fórmula (I) e (b) ritonavir, deve sera quantidade do composto de fórmula (I) e a quantidade de ritonavir quequando tomadas juntas tem um efeito combinado que é terapeuticamenteeficaz.
Em geral, contempla-se que uma quantidade diária eficaz antivi-ral deve ser de 0,01 mg/kg a 500 mg/kg peso corporal, mais preferivelmentede 0,1 mg/kg a 50 mg/kg peso corporal. Pode ser apropriado administrar adose requerida como uma, duas, três, quatro ou mais (sub)doses em interva-los apropriados durante todo o dia. As referidas (sub)doses podem ser for-muladas como formas de dosagem unitárias, por exemplo, contendo 1 a1000 mg, e em particular 5 a 200 mg de ingrediente ativo por forma de do-sagem unitária.
A dosagem exata e a freqüência de administração dependem docompostos de fórmula particular (I) usado, a condição particular sendo trata-da, a severidade da condição sendo tratada, a idade, peso, sexo, extensãodo distúrbio e condição física geral do paciente em particular, assim comooutra medicação que o indivíduo possa estar tomando, como é bem-conhecido do versado. Além disso, é evidente que referida quantidade diáriaeficaz pode ser abaixada ou aumentada dependendo da resposta do indiví-duo tratado e/ou dependendo da avaliação do médico prescrevendo oscompostos da presente invenção. As faixas de quantidade diária eficaz aci-ma mencionadas são assim somente diretrizes.
De acordo com um modalidade, o inibidor de HCV NS3/4a pro-tease de fórmula (I) e ritonavir podem ser co-administrados uma vez ou duasvezes por dia, preferivelmente oralmente, em que a quantidade dos compos-tos de fórmula (I) por dose é de cerca de 1 a cerca de 2500 mg, e a quanti-dade de ritonavir por dose é de 1 a cerca de 2500 mg. Em outra modalidade,as quantidades por dose para co-administração de uma ou duas vezes diari-amente são de cerca de 50 a cerca de 1500 mg do composto de fórmula (I)e de cerca de 50 a cerca de 1500 mg de ritonavir. Em ainda outra modalida-de, as quantidades por dose para co-administração de uma ou duas vezesdiariamente são de cerca de 100 a cerca de 1000 mg do composto de fórmu-la (I) e de cerca de 100 a cerca de 800 mg de ritonavir. Em ainda outra mo-dalidade, as quantidades por dose para co-administração de uma ou duasvezes diariamente são de cerca de 150 a cerca de 800 mg do composto defórmula (I) e de cerca de 100 a cerca de 600 mg de ritonavir. Em ainda outramodalidade, as quantidades por dose para co-administração de uma ou du-as vezes diariamente são de cerca de 200 a cerca de 600 mg do compostode fórmula (I) e de cerca de 100 a cerca de 400 mg de ritonavir. Em aindaoutra modalidade, as quantidades por dose para co-administração de umaou duas vezes diariamente são de cerca de 200 a cerca de 600 mg do com-posto de fórmula (I) e de cerca de 20 a cerca de 300 mg de ritonavir. Emainda outra modalidade, as quantidades por dose para co-administração deuma ou duas vezes diariamente são de cerca de 100 a cerca de 400 mg docomposto de fórmula (I) e de cerca de 40 a cerca de 100 mg de ritonavir.
As combinações exemplares do composto de fórmula (I)(mg)/ritonavir (mg) para dosagem diária de uma ou duas vezes incluem50/100, 100/100, 150/100, 200/100, 250/100, 300/100, 350/100, 400/100,450/100, 50/133, 100/133, 150/133, 200/133, 250/133, 300/133, 50/150,100/150, 150/150, 200/150, 250/150, 50/200, 100/200, 150/200, 200/200,250/200, 300/200, 50/300, 80/300, 150/300, 200/300, 250/300, 300/300,200/600, 400/600, 600/600, 800/600, 1000/600, 200/666, 400/666, 600/666,800/666, 1000/666, 1200/666, 200/800, 400/800, 600/800, 800/800,1000/800, 1200/800, 200/1200, 400/1200, 600/1200, 800/1200, 1000/1200, e1200/1200. Outras combinações exemplares do composto de fórmula (I)(mg)/ritonavir (mg) para dosagem diária de uma ou duas vezes incluem1200/400, 800/400, 600/400, 400/200, 600/200, 600/100, 500/100, 400/50,300/50, e 200/50.
Em uma modalidade da presente invenção, provê-se um artigode fabricação compreendendo a composição eficaz para tratar uma infecçãopor HCV ou para inibir a NS3 protease de HCV; e embalar o material com-preendendo um rótulo que indica que a composição pode ser usada paratratar a infecção pelo vírus de hepatite C; em que a composição compreendeum composto do fórmula (I) ou qualquer subgrupo dos mesmos, ou a combi-nação como descrita aqui.
Outra modalidade da presente invenção refere-se a um kit ourecipiente compreendendo um composto da fórmula (I) ou qualquer subgru-po dos mesmos, ou uma combinação de acordo com a invenção combinan-do um inibidor de HCV NS3/4a protease de fórmula (I) ou um sal farmaceuti-camente aceitável do mesmo, e ritonavir ou um sal farmaceuticamente acei-tável do mesmo, em uma quantidade eficaz para uso como um padrão oureagente em um teste ou ensaio para determinar a capacidade de produtosfarmacêuticos em potencial para inibir HCV NS3/4a protease, crescimentode HCV, ou ambos. Este aspecto da invenção pode encontrar uso em pro-gramas de pesquisa de produtos farmacêuticos.
Os compostos e combinações da presente invenção podem serusados em testes de análitos alvo de elevada produção como para a medidada eficácia de referida combinação em tratamento de HCV.
Exemplos
Os seguintes exemplos se destinam a ilustrar a presente inven-ção e não limitar a mesma.
Exemplo 1: Preparação de A/-[18-[2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-metoxiquinolin-4-il-óxi]-2,15-dioxo-3,14,16-triazatriciclo [14.3.0.04'6]nonadec-7-eno-4-carbonil]-(ciclopropil)sulfonamida, com a estereoquímica específica como mostradoem composto (9) abaixo
Etapa A
<formula>formula see original document page 54</formula>
Uma solução de 2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-metoxiquinolin-4-ol (1,3,6 g) em oxicioreto de fósforo (20 mL) foi aquecida a IOO0C durante 40 min(reação foi monitorada por LC-MS). Então, a reação foi resfriada à tempera-tura ambiente e o excesso de oxicioreto de fósforo foi evaporado. O óleoresidual foi dividido entre uma solução saturada de NaHCOs e extraído cométer dietílico (3x70 mL). Os extratos orgânicos combinados foram lavadoscom salmoura, secados sobre MgS04, concentrados por evaporação girató-ria e passado através de um chumaço curto de sílica (hexanos) para dar 3,6g (62%) do produto desejado 2 como pó branco.
Etapa B
<formula>formula see original document page 54</formula>
A uma solução agitada de Boc-4-hidroxiprolina, com a estereo-química específica como ilustrado na fórmula acima, (2,6 g, 11,2 mmols) emDMSO (80 mL) foi adicionado terc-butóxido de potássio (3,8 g, 3 eq). Apósaproximadamente 1 h de agitação, 4-cloro-2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-metoxiqui-nolina (2, 3,6 g, 11,2 mmols) foi adicionada e a mistura de reação foi agitadaà temperatura ambiente durante a noite. Então, a mistura de reação foi diluí-da com água (350 mL) e neutralizada com HCI a 1N. A suspensão resultantefoi extraída em acetato de etila (3 χ 100 mL), lavada com salmoura e secadasobre MgSO4. Filtração e concentração por evaporação giratória deu apóssecagem durante a noite em vácuo elevado 3,6 g (62 %) do produto deseja-do 3: Pureza por HPLC >95%, m/z= 514 (M+H)+.
Etapa C
<formula>formula see original document page 55</formula>
O ácido 3 (3,6 g, 7 mmols) foi misturado com o cloridrato de és-ter etílico de ácido 1-amino-2-vinil-ciclopropano-carboxílico, com a estereo-química específica como ilustrado em fórmula acima, (1,47g, 7,6 mmols), eentão dissolvido em DMF. A mistura de reação foi varrida com argônio e res-friada em um banho de gelo e DIPEA (1,5 ml_) foi adicionada em uma por-ção. Então, a mistura de reação foi agitada durante 10-15 min a O0C, antesHATU (2,93g, 7,7 mmols) foi adicionado a O0C sob argônio, em uma porção.
Após 40 min a O0C (reação foi monitorada por LC-MS), a mistura de reaçãofoi concentrada por evaporação giração (não para completar a secura), en-tão misturadas com uma solução de NaHCOs saturado e extraída em EtOAc(3 χ 100 mL). A camada orgânica foi lavada com salmoura, secadas sobreMgSO4 e concentrada por evaporação giratória. Purificação por cromatogra-fia de coluna em sílica (DCM) e então em YMC sílica (200 g, gradiente he-xanos/EA 3:2 a 2:3) deu 3,81 g (84%) do produto alvo 4 como um pó branco.
Etapa D<formula>formula see original document page 56</formula>
Uma solução de 4 (3,81 g, 5,8 mmols) em CH2CI2 (30 mL) e áci-do trifluoroacético (30 mL) foi agitada à temperatura ambiente durante cercade 1,5 h. Então, o solvente foi evaporado e o resíduo dividido entre NaHCO3saturado (100 mL) e éter dietílico (3x100 mL). As camadas de éter dietílicoforam combinadas, lavadas com salmoura, secadas sobre MgSO4 e evapo-radas para dar 3,13 g (98,3%) do produto alvo 5: m/z= 551 (M+H)+
Etapa E
NaHCO3 (1,0 g) foi adicionado a uma solução de 5 (1,4g, 2,5mmols) em tetrahidrofurano (50 mL). Então, fosgênio (5 mL, 1,9 M em tolue-no) foi adicionado a O0C sob argônio. A suspensão resultante foi agitada du-rante 40 min à temperatura ambiente (monitorando com LC-MS). Então, amistura de reação foi filtrada e lavada com THF (2 χ 30 mL). O filtrado foiconcentrado por evaporação giratória e redissolvido em CH2CI2 (50 mL).NaHCO3 (1,0 g) e A/-metilept-6-enilamina (1,5 g, 13 mmols) foram adiciona-dos. A mistura de reação foi agitada à temperatura ambiente durante a noite,e então filtrada. Purificação por cromatografia em sílica gel (éter) deu 1,42 g(84%) do produto alvo 6: m/z= 690 (M+H)+.
Etapa F
<formula>formula see original document page 57</formula>
Uma solucao de 6 91,42 g, 2 mmols) em dicloroetano seco (900mL, solucao a 0,0023M) foi borbulhada com argonio durante aproximada-mente 15 min. Então, catalisador de 1a. geração Hoveyda-Grubbs (120 mg,12% em mol) foi adicionado e a mistura de reação foi aquecida a refluxo sobagitação com um fluxo lento de argônio durante 16 h. A mistura de reação foientão resfriada à temperatura ambiente e removedor de MP-TMT paládio(aproximadamente 200 mg) foi adicionado à mistura. Após 2,5 h, o remove-dor foi removido por filtração e lavado com 50 mL CH2Cb- A solução obtidafoi concentrada por evaporação giratória. O resíduo foi purificado por croma-tografia de coluna em YMC silica (100 g, EtOAc/hexano 1:1) para dar 806mg (57%) do produto alvo 7: m/z = 662 (M+H)+
Etapa G
<formula>formula see original document page 57</formula>
Hidróxido de lítio (300 mg) em água (6 mL) foi adicionado a umasolução do éster macrocíclico 7 (806 mg, 2,1 mmols) em tetrahidrofurano (12mL) e metanol (6 mL). Após 1h a 50°C, o volume foi reduzido à metade porevaporação e água (30 mL) foi adicionada. Acidificação (pH = 2) seguida porextração com clorofórmio deu 760 mg do produto alvo 8 como um pó branco:m/z =662 (M+H)+
Etapa H
<formula>formula see original document page 58</formula>
Uma solução de ácido 8 (760 mg, 1,2 mmol) e CDI (389 mg, 2,4mmols, 2 eq) em THF seco (10 mL) foi aquecida a refluxo durante 2h sob N2.
Opcionalmente, o derivado azalactona, se desejado, pode ser isolado. Amistura de reação foi resfriada à temperatura ambiente e a mistura de sulfo-namida, preparada como descrito em W003/053349, (436 mg, 3,6 mmols, 3eq) e DBU (0,5 mL, 3 mmols) em THF seco (10 mL) foi adicionado. A solu-ção resultante foi aquecida a 55°C durante 18h (monitorada por LC-MS).
Então, a mistura de reação foi resfriada à temperatura ambiente, o solventefoi evaporado e o resíduo dividido entre EtOAc e água (pH ajustado a 3 ,0com HCI). O material bruto foi purificado por cromatografia de coluna (EtO-Ac/ éter de petróleo 1:1) para dar 380 mg do produto alvo contaminado comaté 20% de sulfonamida de partida (determinação de RMN). Este material foipurificado por cromatografia de coluna em coluna pré-compactada (gradienteéter a éter/THF, 3:1). A terceira purificação por cromatografia de coluna(YMC silica 50 g, éter, seguido com éter-metanol 9:1) deu 176 mg do com-posto do título como um pó levemente amarelo, que foi ainda purificado porHPLC prep para dar 55 mg do produto titular como um pó amarelado, m/z =737, (M+H)+, dados de RMN (125 MHz, CDCI3): 13C1 δ 6,3, 6,5, 6,9, 22,0,22.7, 22,8, 25,4, 26,7, 28,6, 29,1, 29,7, 31,3, 32,7, 34,7, 38,4, 45,3, 51,8,55.8, 60,1, 77,0, 96,7, 107,5, 114,7, 116,5, 119,4, 123,2, 125,8, 136,4, 151,4,153,1, 157,7, 160,2, 161,8, 165,5, 168,2, 168,7, 178,2.
Exemplo 2: Síntese de /V-[17-(2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-meto-xiquinolin-4-il-óxi)-13-metil-2,14-dioxo-3,13,15-triazatriciclo [13.3.0.04,6]octa-dec-7-eno-4-carbonil](ciclopropi!)sulfonamida, com uma estereoquímica es-pecífica como mostrado em composto (16) abaixo.
PROCEDIMENTO A:
<formula>formula see original document page 59</formula>
Etapa A
A uma solução agitada de BOC-4-hidroxiprolina, com a estereo-química específica como ilustrado na fórmula acima, (2,59 g, 11,2 mmols)em DMSO (80 mL) foi adicionado - terc-butóxido de potássio (3,77 g, 33,6mmols). Após 1 h de agitação à temperatura ambiente, o cloreto de quinolina2 (3,57 g, 11,2 mmols) foi adicionado e a solução foi agitada à temperaturaambiente durante a noite. A mistura foi diluída com H2O (350 mL), lavadacom EtOAc (100 mL), e acidulada a cerca de pH 3 com HCI a 1 Μ. A sus-pensão resultante foi extraída com EtOAc (3 χ 100 mL), lavada com salmou-ra, e secada sobre MgSO4. Após evaporação, composto 10 (3,60 g, 62 %)foi obtido.ETAPA B
<formula>formula see original document page 60</formula>
Composto 10 (3,60 g, 7,02 mmols) foi dissolvido em DMF (20ml_). Então, cloridrato de éster etílico de ácido 1-amino-2-vinil-ciclopropa-nocarboxílico (1,47 g, 7,68 mmols) foi adicionado, e a mistura de reação foivarrida com argônio e resfriada a O0C. DIPEA (3,00 mL, 17,2 mmols) e HA-TU (2,93g, 7,66 mmols) foram adicionados e a mistura de reação foi agitadadurante 40 min a 0°C. A solução foi evaporada, misturada com NaHCO3 sa-turado, e extraída com EtOAc (3 χ 100 mL). As camadas orgânicas combi-nadas foram lavadas com salmoura, secadas sobre MgS04, e evaporadas.
Cromatografia de coluna instantânea (hexanos/EtOAc 3:2 —> hexanos/EtOAc2:3) deu composto 11 (3,81 g, 84 %) como um pó branco.
ETAPA C
<formula>formula see original document page 60</formula>
Uma solução de 11 (3,81 g, 5,86 mmols) em CH2CI2 (30 mL) eTFA (30 mL) foi agitada à temperatura ambiente durante 1,5 h. Os voláteisforam então evaporados. NaHC03 saturado (100 mL) foi adicionado ao óleoobtido e a suspensão foi extraída com éter dietílico (3 χ 100 mL). As cama-das orgânicas foram combinadas, lavadas com salmoura, secadas sobreMgSO4, e evaporadas para dar composto 12 (3,13 g, 98 %).
Etapa D
<formula>formula see original document page 61</formula>
A uma solução de composto 12 (1,41 g, 2,56 mmols) em THF(40 mL) foram adicionados NaHCÜ3 (4 colheres de sopa) e fosgênio em to-Iueno (1,93 M, 4,0 mL, 7,7 mmols). A mistura foi agitada com vigor durante 1h à temperatura ambiente, após que ela foi filtrada e evaporada. O resíduofoi dissolvido em CH2CI2 (40 mL), e NaHCO3 (3 colheres de sopa) e cloridra-to de hex-5-enil-metilamina (770 mg, 5,15 mmols) foram adicionados. Apósagitar durante a noite à temperatura ambiente, a mistura de reação foi filtra-da, cerca de 3 g de silica foram adicionados, e a suspensão foi evaporadaaté secura. Cromatografia de coluna instantânea (éter dietílico 3 % meta-nol em éter dietílico) deu composto 13 (1,57 g, 89%) como um pó levementeamarelado.
Etapa E
<formula>formula see original document page 61</formula>Composto 13 (1,53 g, 2,18 mmols) foi dissolvido em 1,2-dicloroetano (1,50 L) e a solução foi desgaseificada com N2. Catalisador deprimeira geração Hoveyda Grubbs (95 mg, 0,16 mmol) foi adicionado e amistura foi refluxada durante a noite sob N2. A solução foi deixada resfriar a60°C, após que 1 colher de sopa do removedor MP-TMT foi adicionada. Amistura de reação foi agitada durante 3 h (enquanto resfriando à temperaturaambiente), filtrada, e evaporada. O resíduo foi dissolvido em CH2CI2, cercade 3 g de silica foi adicionado, e a suspensão foi evaporada até secura. A-pós cromatografia de coluna instantânea (éter dietílico -» 3 % metanol eméter dietílico) composto 14 (1,09 g, 74 %) foi obtido como primas brancos.
Composto 14 (1,00 g, 1,51 mmol) foi dissolvido em THF/meta-nol/H20 2:1:1 (200 mL). Uma solução aquosa de LiOH (1 M, 15,1 mL, 15,1mmols) foi adicionada em gotas à temperatura ambiente durante 10 min, emistura de reação resultante foi agitada à temperatura ambiente durante 20 h.
A solução foi acidulada a cerca de pH 1 com HCI a 1 M, e concentrada atéquase todo o THF e metanol ter sido removido. A suspensão resultante foiextraída com CH2CI2 quatro vezes, e as fases orgânicas foram reunidas, se-cadas (MgSO^, e evaporadas para dar composto 15 (960 mg, 100 %) comoum pó levemente amarelado.Etapa G
<formula>formula see original document page 63</formula>
Uma solução de composto 15 (960 mg, 1,51 mmol) em THF (75mL) foi colocada sob N2, após que carbonildiimidazol (CDI) (510 mg, 3,14mmols) foi adicionado. A mistura foi refluxada sob N2 durante 1 h, e foi entãodeixada atingir temperatura ambiente. Opcionalmente, derivado de azalacto-na, se desejado, pode ser isolado. Ciclopropil-sulfonamina (550 mg, 4,54mmols) e DBU (530 μΙ_, 540 mg, 3,54 mmols) foram adicionados, e a soluçãofoi agitada sob N2 a 55°C durante a noite. O solvente foi evaporado e o res-tante bruto foi dissolvido em CH2CI2. Cerca de 3 g de silica foram adiciona-dos, e a suspensão foi evaporada até secura. Cromatografia de coluna ins-tantânea (éter dietílico 5 % metanol em éter dietílico) deu composto 16(960 mg, 86%) como um pó branco.
PROCEDIMENTO B: Síntese alternativa de ácido 15.
Etapa A
<formula>formula see original document page 63</formula>
Boc-protegido 4-hidroxiprolina (10,2 g, 44,1 mmols), HATU (18,7g, 49,2 mmols) e o éster de ciclopropila (9,31 g, 48,6 mmols), ambos com aestereoquímica específica como ilustrado nas formulas acima, foram dissol-vidos em DMF (120 mL) e resfriados a 0°C. Diisopropiletilamina (DIPEA)(30,0 mL, 172 mmols) foi adicionada. A solução foi deixada aquecer à tem-peratura ambiente e foi agitada durante a noite. CH2CI2 (-80 mL) foi adicio-nado e a mistura de reação foi lavada com NaHCOs saturado aquoso, ácidocítrico, H2Oj e salmoura e foi então secada (MgSO4). Cerca de 30 g de silicafoi adicionado e a suspensão foi evaporada até secura. Purificação por cro-matografia instantânea de coluna (éter dietílico 7% metanol em éter dietí-lico) deu composto 17 (13,0 g, 80 %) como um pó branco.
Etapa B
<formula>formula see original document page 64</formula>
Composto 17 (8,11 g, 22,0 mmols), ácido p-nitrobenzóico (5,51 g,33,0 mmol) e Ph3P (8,66 g, 33,0 mmols) foram dissolvidos em THF (100mL). A solução foi resfriada a O0C e DIAD (6,50 mL, 33,0 mmols) foi adicio-nado em gotas. A mistura de reação foi deixada aquecer à temperatura am-biente e foi agitada durante a noite. NaHCO3 aquoso saturado (60 mL) foiadicionado e a mistura foi extraída com CH2CI2 várias vezes. As fases orgâ-nicas foram reunidas e secadas (MgSO4), após que cerca de 40 g de silicaforam adicionados e a suspensão foi evaporada até secura. Purificação porcromatografia de coluna instantânea (pentano/éter dietílico 2:1 penta-no/éter dietílico 1:2 -> 2% metanol em éter dietílico) deu o intermediário Boc-protegido (9,50 g, 83%) como um pó branco. Este intermediário (9,50 g, 18,4mmol) foi dissolvido em CH2CI2 (66 mL) e a solução foi resfriada a 0°C. TFA(33 mL) foi adicionado em gotas, e a mistura foi agitada à temperatura ambi-ente durante 2 h. Os voláteis foram evaporados, CH2CI2 (100 mL) foi adicio-nado, e Na2CO3 aquoso (0,50 M) foi adicionada até um pH de cerca de 8 seralcançado. Após separação, a fase orgânica foi secada (MgSO4) e evapora-da para dar composto 18 (7,68 g, 83 %) como um pó levemente amarelado.Etapa C
<formula>formula see original document page 65</formula>
A uma solução de composto 18 (6,90 g, 16,5 mmols) em THF(240 mL) foram adicionados NaHCO3 (15 colheres de sopa) e fosgênio emtolueno (1,93 M, 18,0 mL, 34,7 mmols). A mistura foi agitada com vigor du-rante 1 h à temperatura ambiente, após que foi filtrada e evaporada. O resí-duo foi dissolvido em CH2CI2 (250 mL), e NaHCO3 (15 colheres de sopa) ecloridrato de hex-5-enil-metilamina (5,00 g, 33,4 mmols) foram adicionados.
Após agitar durante a noite à temperatura ambiente, a mistura de reação foifiltrada, cerca de 17 g de silica foi adicionado, e a suspensão foi evaporadaaté secura. Cromatografia de coluna instantânea (éter dietílico 3 % meta-nol em éter dietílico) deu composto 19 (8,00 g, 87 %) como um pó branco.
Etapa D
<formula>formula see original document page 65</formula>
Composto 19 (1,61 g, 2,90 mmols) foi dissolvido em 1,2-diclo-roetano (1,50 L) e a solução foi desgaseificada com N2. O catalisador deprimeira geração Hoveyda Grubbs (125 mg, 0,21 mmol) foi adicionado e amistura foi refluxada durante a noite sob N2. A solução foi deixada resfriar a60°C, após que 1 colher de sopa do removedor MP-TMT foi adicionada. Amistura de reação foi agitada durante 3 h (enquanto resfriando à temperaturaambiente), filtrada, e evaporada. O resíduo foi dissolvido em CH2CI2, cercade 3 g de silica foi adicionado, e a suspensão foi evaporada até secura. A-pós cromatografia de coluna instantânea (éter dietílico 3 % metanol eméter dietílico) composto 20 (1,13 g, 74 %) foi obtidos como um pó acinzentado.
Etapa E
<formula>formula see original document page 66</formula>
Composto 20 (200 mg, 0,38 mmol) foi dissolvido em uma misturade THF/metanol/água (2:1:1, 20 ml_) e resfriado em um banho de gelo. LiOHaquoso (1 M, 1,9 ml, 1,9 mmol) foi adicionado lentamente. A mistura foi agi-tada a 0o C durante 4 h, e foi então neutralizada com HCI a 1 M e extraídacom CH2CI2. A camada orgânica foi lavada com NaHCOs aquoso, saturado,H2O, e salmoura. Após secagem (MgSO4) e evaporação, o restante bruto foipurificado por cromatografia de coluna instantânea (2 % metanol em CH2CI24% metanol em CH2CI2) para dar composto 21 (115 mg, 80%) como umpó acinzentado.
Etapa F
<formula>formula see original document page 66</formula>Composto 21 (100 mg, 0,26 mmol), Ph3P (100 mg, 0,38 mmol) e2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-metoxiquinolin-4-ol (1) (117 mg, 0,39 mmol) forammisturados em THF (10-15 ml_), e a suspensão foi resinada a 0°C em umbanho de gelo. DIAD (77 μί, 0,39 mmol) foi adicionado em gotas. O banhode gelo foi então removido e a mistura foi agitada à temperatura ambientedurante 12 h. O solvente foi evaporado e o produto bruto foi dissolvido emTHF/metanol/H20 2:1:1 (12 mL). LiOH aquoso (1 M, 3,80 mL, 3,80 mmol) foiadicionado e a mistura foi agitada à temperatura ambiente durante a noite. Ovolume foi dobrado pela adição de água e a suspensão foi extraída com éterdietílico. A fase aquosa foi acidulada a pH cerca de 1 com HCI a 1 M e extra-ída com CH2CI2. A fase CH2CI2 foi secada (MgSO4) e evaporada. O produtodesejado foi obtido por cromatografia de coluna instantânea (2% metanol eméter dietílico até um excesso de quinolina 1 eluir, e então 10 % metanol emCH2CI2) para dar composto 15 (71 mg, 42%).
Exemplo 3: Preparação de {17-[2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-meto-xiquinolin-4-ilóxi]-2,14-dioxo-3,13,15-triaza-triciclo[13.3.0.04,6]-octadec-7-eno-4-carbonil}-amida de ácido ciclopropanossulfônico, com uma estereoquímicaespecífica como mostrado em composto (26) abaixo
<formula>formula see original document page 67</formula>
Etapa A: Preparação de éster etílico de ácido 1-({1-[Hex-5-enil-(4-metoxibenzil)-carbamoil]-4-[2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-metoxiquinolin-4-iló-xi]-pirrolidina-2-carbonil}-amino)-2-vinil-ciclopropano carboxílico, com a este-reoquímica específica como mostrado em composto (22) abaixo<formula>formula see original document page 68</formula>
Composto 5, preparado em Exemplo 1, etapa D (1,97g, 3,58mmoles) foi misturado com cerca de 200 mg NaHCO3 (2 colheres pequenas)e THF (20 ml). 3 ml 1,9M fosgênio em tolueno foram adicionados à misturade reação e a mistura de reação foi agitada durante cerca de 1,5 h à tempe-ratura ambiente. A reação foi monitorada por LC-MS. O material de partidadesapareceu e o pico do intermediário clorocarbonila (>90% de acordo comdados de LC-MS) foi formado. A mistura de reação foi filtrada e concentradapor evaporação giratória. Então, ela foi dissolvida em CH2CI2 e hex-5-enil-(p-metóxi-benzil) amina (0,9 g) foi adicionada junto com 100-150 mg (1 colher)de NaHCC>3. A mistura de reação foi agitada à temperatura ambiente durantea noite e então filtrada e purificada por cromatografia de coluna em sílica(EtOAc/éter de petróleo) para dar o composto do título puro 22 (1,42g, 84%).MS (M+) 797.
Etapa B: Preparação de éster etílico de ácido 17-[2-(4-lsopro-piltiazol-2-il)-7-metoxiquinolin-4-ilóxi]-13-(4-metoxibenzil)-2,14-dioxo-3,13,15-triaza-triciclo[13.3.0.04,6]octadec-7-eno-4-carboxílico, com a estereoquímicaespecífica como mostrado em composto (23) abaixo
<formula>formula see original document page 68</formula>Composto 22 (1,68 g, 2.1 mmol) como preparado em etapa A, foidissolvido em dicloroetano seco (destilado sobre CaH, cerca de 800 ml) eborbulhado com argônio durante cerca de 10 min. Então o catalisador de 1a.geração Hoveyda (88 mg, 7% em mol) foi adicionado a uma solução e a mis-tura de reação foi aquecida a IOO0C enquanto agitando com um fluxo lentode argônio durante 16 h. A mistura de reação foi então resfriada à tempera-tura ambiente e seqüestrante de MP-TMT paládio (cerca de 100 mg) foi adi-cionada e a mistura foi agitada durante 2,5 h. O removedor foi removido porfiltração e lavado com 100 ml de CH2CI2. A solução obtida foi concentradapor evaporação giratória e secada em vácuo elevado que deu o compostodo título (m/z = 599, (M+H)+), HPLC pureza 79% (conjunto de diodo), 95%(ELSD). Rendimento 63%.
Etapa C: Preparação de ácido 17-[2-(4-lsopropiltiazol-2-il)-7-metoxiquinolin-4-ilóxi]-13-(4-metoxibenzil)-2,14-dioxo-3,13,15-triaza-triciclo[13.3.0.04'6]octadec-7-eno-4-carboxílico, com a estereoquímica espe-cifica como mostrado em composto (24) abaixo
<formula>formula see original document page 69</formula>
Composto 23 (910 mg, 1,2 mmol) como preparado em etapa B,foi dissolvido em 30 mL THF, 15 mL metanol e 15 mL H2O. LiOH a 1M aquo-so (10 mL) foi adicionado à solução. A reação foi agitada durante 2 h a 50°C,para permitir a reação de todo o material de partida (verificado por LC-MS).
A mistura de reação foi acidulada com ácido cítrico, extraída com clorofórmio(3x75 mL) e lavada com salmoura. A fase orgânica foi secada com MgSO4.O produto bruto foi purificado por cromatografia instantânea (gradiente par-tindo de gradiente acetato de etila/hexano 2:1) para dar o composto do título(24) como um sólido levemente amarelado (864 mg). HPLC pureza 96%.
Etapa D: Preparação de [17-[2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-metoxiqui-nolin-4-ilóxi]-13-(4-metoxibenzil)-2,14-dioxo-3,13,15-triaza-triciclo-[13.3.0.04·6]octadec-7-eno-4-carbonil]-amida de ácido ciclopropanossulfônico, com a es-tereoquímica específica como mostrado em composto (25) abaixo
<formula>formula see original document page 70</formula>
Composto 24 (50 mg, 0,068 mmol, 1 eq) foi misturado com CDI(44 mg, 3 eq) e dissolvido em THF (1,0 mL) em um frasco para microondasde 2 ml. A tampa foi fixada e o frasco varrido com argônio. A ativação foi rea-lizada em um microondas durante 12 min a 100°C (normal; sem pré-agitação). A reação foi verificada por LC-MS (100% conversão no intermedi-ário ativado - massa menor do que o substrato: M+-16). Opcionalmente, oderivado azalactona, se desejado, pode ser isolado. Ciclopropil sulfonamida(49 mg, 4 eq) foi misturada com THF e DBU (60μΙ, 4 eq) foi adicionada emum frasco separado. Após completa ativação, a mistura foi adicionada porseringa a um frasco de reação. A mistura de reação foi aquecida em um mi-croondas a 100°C durante 1h. A mistura de reação foi concentrada por eva-poração giratória, misturada com EtOAc e água, e 1 gota de HCI a 3M foiadicionada. A fase água foi lavada com EtOAc (3x15ml). Os extratos orgâni-cos combinados foram lavados com salmoura e secados sobre MgS04. A-pós filtrar o agente secante, e concentração por evaporação giratória , o pro-duto bruto foi purificado por cromâtografia de coluna em silica YMC (-70 mg,acetato de etila, Rf=O,7, partindo de sulfonamida 0,6). Frações contendo oproduto desejado foram combinadas e concentradas por evaporação girató-ria para dar o composto do título 25 (83 mg, rendimento 98%) com 86% pu-reza. O composto foi usado sem purificação adicional na próxima etapa.
Etapa E: Preparação de {17-[2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-meto-xiquinolin-4-ilóxi]- 2,14-dioxo-3,13,15-triaza-triciclo[13.3.0.04'6]octadec-7-eno-4-carbonil}-amida de ácido ciclopropanossulfônico, com a estereoquímicaespecífica como mostrado em composto (26) abaixo
<formula>formula see original document page 71</formula>
Composto 25 (65 mg, 0,077 mmol) foi dissolvido em 4 mL deDCM. 2 mL de TFA foram adicionados e a solução foi agitada durante 20minutos. A mistura de reação foi despejada em um funil separador comNaHCO3 e CHCI3. Extrações foram feitas com CHCI3 (3x50 mL) e lavagemcom NaHCO3 (2x50 mL) e salmoura. A fase orgânica foi secada com MgS04e concentrada por evaporação giratória. O produto bruto foi purificado comcromatografia instantânea em silica YMC (20 g, éter dietílico) que deu o pro-duto 26 como um sólido branco (25 mg, rendimento 45%).
Exemplo 4: Preparação de [17-[2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-meto-xiquinolin-4-ilóxi]-2,14-dioxo-3,13,15-triaza-triciclo[13.3.0.04,6]octadec-7-eno-4-carbonil]-amida de ácido 1-metil-ciclopropanossulfônico, com a estereo-química específica como mostrado em composto (28) abaixo<formula>formula see original document page 72</formula>
Etapa A: Preparação de [17-[2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-metoxi-quinolin-4-ilóxi]-13-(4-metoxibenzil)-2,14-dioxo-3,13,15-triaza-triciclo [13.3.0.04·6]octadec-7-eno-4-carbonil]-amida de ácido 1-metil-ciclopropanossulfônico,com a estereoquímica específica como mostrado em composto (27) abaixo
<formula>formula see original document page 72</formula>
O procedimento descrito em Etapa D de Exemplo 3, foi seguido,mas usando 1-metilciclopropil sulfonamida em vez de ciclopropil sulfonamida(preparada como descrito em W02004/043339), que deu o composto dotítulo (27) (24,5 mg, 43%) como um sólido branco após purificação por cro-matografia de coluna em sílica (eluente éter dietílico).
Etapa B: Preparação de [17-[2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-meto-xiquinolin-4-ilóxi]-2,14-dioxo-3,13,15-triaza-triciclo[13.3.00^4,6]octadec-7-eno-4-carbonil]-amida de ácido 1-metil-ciclopropanossulfônico, com a estereo-química específica como mostrado em composto (28) abaixo<formula>formula see original document page 73</formula>
Composto 27 (20 mg, 0,023 mmol) foi dissolvido em 3 ml cloretode metileno, 1 ml de TFA foi adicionado e mistura de reação foi agitada àtemperatura ambiente durante 20 min. HPLC mostrou a ausência de materialde partida. Uma solução de NaHCO3 saturado (5 ml) foi adicionada à misturade reação e a mistura resultante foi extraída em CH2CI2. O extrato orgânicofoi lavado com salmoura, secado sobre MgSC>4 e concentrado por evapora-ção giratória. Um óleo resultante foi purificado por cromatografia de colunaem sílica YMC (20 g, éter dietílico) que deu o composto do título (28) (14,7mg, 85%) como pó branco. HPLC pureza > 95%.
Exemplo 5: Preparação de [18-[2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-meto-xiquinolin-4-ilóxi]-2,15-dioxo-3,14,16-triaza-triciclo[14.3.0.04'6] nonadec-7-eno-4-carbonil]-amida de ácido 1-metil-ciclopropanossulfônico, com a estereoquí-mica específica como mostrado em composto (33) abaixo
<formula>formula see original document page 73</formula>
Etapa A: Preparação de éster etílico de ácido 1 -[[1 -[Hept-6-enil-(4-metoxibenzil)-carbamoil]-4-[2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-metoxiquinolin-4-ilóxi]-pirrolidina-2-carbonil]-amino]-2-vinil-ciclopropanocarboxílico, com a es-tereoquímica específica como mostrado em composto (29) abaixo
<formula>formula see original document page 74</formula>
O composto do título 29 foi preparado de acordo com o procedi-mento descrito em Etapa A de Exemplo 3, mas usando hept-6-enil-(p-metoxibenzil)-amína em vez de hex-5-enil-(p-metoxibenzil)-amina.
Etapa B: Preparação de éster etílico de ácido 18-[2-(4-lsopro-piltiazol-2-il)-7-metoxiquinolin-4-ilóxi]-14-(4-metoxibenzil)-2,15-dioxo-3,14,16-triaza-triciclo[14.3.0.04,6]nonadec-7-eno-4-carboxílico, com a estereoquímicaespecífica como mostrado em composto (30) abaixo
<formula>formula see original document page 74</formula>
O composto obtido em Etapa A (29) foi tratado de acordo com oprocedimento descrito em Etapa B de Exemplo 3, que deu o composto dotítulo (30).
Etapa C: Preparação de ácido 18-[2-(4-lsopropiltiazol-2-il)-7-metoxiquinolin-4-ilóxi]-14-(4-metoxibenzil)-2,15-dioxo-3,14,16-triaza-triciclo[14.3.0.04,6]nonadec-7-eno-4-carboxílico, com a estereoquímica específicacomo mostrado em composto (31) abaixo
<formula>formula see original document page 75</formula>
O composto obtido em Etapa B (30) foi tratado de acordo com oprocedimento descrito em Etapa C de Exemplo 3 que deu o composto dotítulo (31).
Etapa D: Preparação de [18-[2-(4-isopropiltiazol-2-il)-7-metoxi-quinolin-4-ilóxi]-14-(4-metoxibenzil)-2,15-dioxo-3,14,16-triaza-triciclo [14.3.0.04,6]nonadec-7-eno-4-carbonil]-amida de ácido 1 -metil-ciclopropanossulfônico,com a estereoquímica específica como mostrado em composto (32) abaixo
<formula>formula see original document page 75</formula>
O composto obtido em Etapa C acima (31) foi tratado de acordocom o procedimento descrito em Etapa D de Exemplo 3, mas usandoLiHMDS como base em vez de DBU (4 eq, solução em THF a 1M). A reaçãoestava completa após 2h à temperatura ambiente. O composto do título (32)foi obtido como um sólido branco após purificação por cromatografia de co-luna em sílica, e foi usado na próxima etapa sem purificação adicional.Etapa Ε: Preparação de [18-[2-(4-isopropil-tiazol-2-il)-7-metoxi-quinolin-4-ilóxi]-2,15-dioxo-3,14,16-triaza-triciclo-[14.3.0.04,6]nonadec-7-eno-4-carbonil]-amida de ácido 1-metil-ciclopropanossulfônico, com a estereo-química específica como mostrado em composto (33) abaixo
<formula>formula see original document page 76</formula>
O composto obtido em Etapa D acima (32) (100 mg) foi tratadode acordo com o procedimento descrito em Etapa E de Exemplo 3, que deuo composto do título (33) (55 mg, 73%).
Exemplo 6: Atividade de compostos de fórmula (I)
Teste de Replicon
Os compostos de fórmula (I) foram examinados para atividadena inibição de replicação HCV RNA em um teste celular. O teste demonstrouque os compostos de fórmula (I) demonstraram atividade contra replicons deHCV funcionais em uma cultura de células. O teste celular foi baseado emum constructo de expressão bicistronic, como descrito por Lohmann et al.(1999) Science vol. 285 pp. 110-113 com modificações descritas por Kriegeret al. (2001) Journal of Virology 75: 4614-4624, em uma estratégia de tria-gem de múltiplas marcações. Em essência, o método foi como a seguir.
O teste utilizou as linhagens de células estavelmente transfecta-das Huh-7 luc/neo (a seguir referidas como Huh-Luc). Esta linhagem de cé-lulas abriga um RNA codificando um constructo de expressão bicistroniccompreendendo as regiões NS3-NS5B de tipo selvagem de HCV tipo 1b tra-duzidas de um sítio de entrada de ribossoma interno (IRES) de vírus de en-cefalomiocardite (EMCV), precedido por uma porção de repórter (FfL-luci-ferase) e uma porção de marcador selecionável (neoR neomicina fosfotrans-ferase). O constructo é ladeada por NTRs 5' e 3' (regiões não traduzidas) deHCV tipo 1b. A cultura contínua de células de replicon na presença de G418(neoR) é dependente da replicação de HCV RNA. As células de replicon es-tavelmente transfectadas que expressam HCV RNA1 que replica autonoma-mente e em níveis elevados, codificando Iuciferase inter alia, são usadaspara a triagem de compostos antivirais.
As células de replicon foram colocadas em placas de 384 cavi-dades na presença de compostos de teste e controle que são adicionadosem várias concentrações. Após uma incubação de três dias, a replicação deHCV foi medida por teste de atividade Iuciferase (usando substratos de testede Iuciferase padrão e reagentes e um formador de imagem de microplacaView LUx® ultraHTS da Perkin Elmer. As células de replicon as culturas decontrole tem uma expressão de Iuciferase elevada na ausência de qualquerinibidor. A atividade inibitória do composto em atividade Iuciferase foi monito-rada nas células Huh-Luc1 permitindo uma curva de resposta a dose paracada composto de teste. Os valores EC5O foram então calculados, cujo valorrepresenta a quantidade do composto requerido para diminuir em 50% o ní-vel de atividade Iuciferase detectada, ou mais especificamente, a capacidadedo RNA replicon HCV geneticamente ligado de se replicar.
Teste de inibição
O objetivo deste teste in vitro foi medir a inibição de complexosHCV NS3/4A pelos compostos da presente invenção. Este teste provê umaindicação de como os compostos eficazes da presente invenção devem serna inibição de atividade proteolítica de HCV NS3/4A.
A inibição de enzima protease C NS3 de hepatite de comprimen-to completo foi medida essencialmente como descrito em Poliakov, 2002Prot Expression & Purification 25 363 371. Brevemente, a hidrólise de umsubstrato depsipeptídeo, Ac-DED(Edans)EEAbuvj/[COO]ASK(Dabcil)-NH2(AnaSpec, San José, USA), foi medida espectrofluorometricamente na pre-sença de um cofactor de peptídeo , KKGSVVIVGRIVLSGK (Áke Engstrõm,Department of Medicai Biochemistry and Microbiology, Uppsala University,Sweden). [Landro, 1997 N2 Biochem 36 9340-9348], A enzima (1 nM) foi in-cubada em HEPES a 50 mM, pH 7,5, DTT a 10 mM, 40% glicerol, 0.1% n-octil-D-glucosídeo, com 25 μΜ NS4A co-fator e inibidor a 30°C durante 10min, quando a reação foi iniciada por adição de substrato de 0,5 μΜ. Inibido-res foram dissolvidos em DMSO, sonicados durante 30 segundos e submeti-dos a vórtice. As soluções foram armazenadas a - 20°C entre as medidas.
A concentração final de DMSO na amostra de teste foi ajustadaa 3,3%. A taxa de hidrólise foi corrigida para efeitos de filtro interno de acor-do com procedimentos publicados. [Liu, 1999 Analytical Biochemistry 267331-335]. Os valores Ki foram estimados por análise de regressão não linear(GraFit, Erithacus Software, Staines, MX1 UK), usando um modelo para inibi-ção competitiva e um valor fixo para Km (0,15 μΜ). Um mínimo de duas ré-plicas foi realizado para todas as medidas.
A seguinte tabela 1 relaciona compostos que foram preparadosde acordo com qualquer um dos exemplos acima. As atividades dos com-postos testados são também mostradas.
Tabela 1
<table>table see original document page 78</column></row><table>
Exemplo 7: Permeabilidade de compostos de fórmula (I)
Este exemplo mede o transporte de compostos de fórmula (I)através das células do canal gastroentérico humano. O teste usa as célulasCaco-2 bem-conhecidas com um número de passagem entre 40 e 60.
Transporte apical (A) a basolateral (B)
Cada composto foi testada em 2-4 cavidades. As cavidades ba-solaterais e as apicais continham 1,5 mL e 0,4 mL de tampão de transporte(TB), respectivamente, e a concentração padrão das substâncias testadasfoi 10 μΜ. Além disso, todas as soluções de teste e tampões continham 1%de DMSO. Antes da experiência, as placas de transporte foram pré-reves-tidas com meio de cultura contendo soro a 10% durante 30 min para evitar aligação não específica ao material plástico. Após 21 a 28 dias em cultura emsuportes de filtro, as células estavam prontas para experiências de permea-bilidade.
Placa de transporte no. 1 compreendia 3 fileiras de 4 cavidadescada. Fileira 1 foi denotada "lavagem", fileira 2 "30 minutos" e fileira 3 "60minutos". A placa de transporte no. 2 compreendia 3 fileiras de 4 cavidades,uma fileira denotada 4 "90. minutos", fileira 5 "120 minutos" e as fileiras res-tantes não designadas.
O meio de cultura de cavidades apicais foi removido e os inser-tos foram transferidos para uma fileira de lavagem (no. 1) em uma placa detransporte (placa no. 1), dentre 2 placas sem insertos, que já tinha sido pre-parada com 1,5 mL de tampão de transporte (HBSS, 25 mM HEPES, pH 7,4)em fileiras 1 a 5. Na triagem A ->B, o TB na cavidade basolateral tambémcontinha 1% Albumina de soro bovino. 0,5 mL de tampão de transporte(HBSS, 25 mM MES, pH 6,5) foi adicionado aos insertos e as monocamadasde células equilibradas no sistema de tampão de transporte durante 30 mi-nutos a 37°C em um misturador de polimistura. Após ser equilibrado para osistema de tampão, o valor de resistência elétrica transepitelial (TEER) foimedido em cada cavidade por um instrumento de bastão EVOM. Os valoresTEER estavam geralmente entre 400 e 1000 Ω por cavidade (dependendodo número de passagem usado).
O tampão de transporte (TB, pH 6,5) foi removido do lado apicale o inserto foi transferido para a fileira de 30 minutos (No. 2) e 425 μι. TB(pH 6,5), incluindo a substância de teste foi adicionado à cavidade apical(doador). As placas foram incubadas em um misturador polimistura a 37°Ccom uma velocidade de agitação lenta de aproximadamente 150 a 300 rpm.
Após 30 minutos incubação em fileira 2, os insertos foram movi-dos para cavidades basolaterais preaquecidas (receptor) a cada 30 minutos;fileira 3 (60 minutos), 4 (90 minutos) e 5 (120 minutos).
As amostras de 25 μ[_ foram tomadas da solução apical após -2minutos e no final da experiência. Estas amostram representam amostras dedoador do início até o final da experiência. 300 μΙ_ foram tomados das cavi-dades basolaterais (receptor) em cada ponto de tempo esquematizado e opós-valor de TEER foi medido no final da experiência. A todas as amostrascoletadas, acetonitrila foi adicionada em uma concentração final de 50% nasamostras. As amostras coletadas foram armazenadas a -20 0C até análisepor HPLC ou LC-MS.
Transporte basolateral a apical
Cada composto foi testado em 2-4 cavidades. As cavidades ba-solaterais e as apicais continham 1,55 mL e 0,4 mL, respectivamente, e aconcentração padrão das substâncias testadas foi de 10 μΜ. Além disso,todas as soluções de teste e tampões continham 1% de DMSO. Antes daexperiência, as placas de transporte foram pré-revestidas com meio de cultu-ra contendo 10% soro durante 30 min para evitar a ligação não específica aomaterial plástico.
Após 21 a 28 dias em cultura em suportes de filtro, as célulasestavam prontas para experiências de permeabilidade. O meio de culturadas cavidades apicais foi removido e os insertos foram transferidos parauma fileira de lavagem (no. 1) em uma nova placa sem insertos (placa detransporte). A placa de transporte compreendia 3 fileiras de 4 cavidades. Afileira 1 foi denotada "lavagem" e fileira 3 foi a "fileira experimental". A placade transporte foi previamente preparada com 1,5 mL TB (pH 7,4) em fileirade lavagem No. 1 e com 1,55 mL TB (pH 7,4), incluindo a substância de tes-te, em fileira experimental No. 3 (lado de doador).
0,5 mL de tampão de transporte (HBSS, MES a 25 mM, pH 6,5)foi adicionado aos insertos em fileira No. 1 e as monocamadas de célulasequilibradas no sistema de tampão de transporte durante 30 minutos a 37°Cem um misturador de polimistura. Após ser equilibrado para o sistema detampão, o valor de TEER foi medido em cada cavidade por um instrumentode bastão EVOM.
O tampão de transporte (TB, pH 6,5) foi removido do lado apicale o inserto foi transferido para a fileira 3 e 400 μΙ de TB novo, pH 6,5, foi adi-cionado aos insertos. Após 30 min 250 μΙ foram retirados e a cavidade apical(receptor) e substituído por tampão de transporte novo. A seguir, amostrasde 250 μΙ foram retiradas e substituídas por tampão de transporte novo acada 30 min até o final da experiência a 120 min, e finalmente um pós-valorde TEER foi medido no final da experiência. Uma amostra de 25 μΙ_ foi to-mada do compartimento basolateral (doador após aproximadamente 2 min eno final da experiência. Estas amostras representaram amostras de doadordo início e do final da experiência.
A todas as amostras coletadas acetonitrila foi adicionada a umaconcentração final de 50% nas amostras. As amostras coletadas foram ar-mazenadas a -20°C até análise por HPLC ou LC-MS.
A determinação da fração cumulativa absorvida, FAcum versustempo. FAcum foi calculado de
<formula>formula see original document page 81</formula>
onde Cr, é a concentração do receptor no final do intervalo i e Cdí é a con-centração do doador no começo do intervalo i. Uma relação linear deve serobtida. A determinação de coeficientes de permeabilidade (Papp, cm/s) foicalculada de
<formula>formula see original document page 81</formula>
onde k é a taxa de transporte (min1) definida como a curva obtida por re-gressão da fração cumulativa absorvida (FACUm ) como uma função de tempo(min), Vr é o volume na câmara do receptor (mL), e A é a área do filtro (cm2).
Tabela 2: Compostos de referência
<table>table see original document page 81</column></row><table>
A seguinte tabela 3 mostra os resultados de permeabilidade(Papp) expressados em 10"6 cm/s para uma seleção representativa de com-postos de acordo com a invenção quando testados em no teste de permea-bilidade descrito acima.
Tabela 3
<table>table see original document page 82</column></row><table>
Exemplo 8: Bloqueio metabólico in vitro de inibidores de HCV NS3/4a prote-ase por ritonavir
Inibidores diferentes de HCV NS3/4a protease foram testadosem um experimento de bloqueio metabólico usando 3 μΜ de composto deteste junto com 10 μΜ ritonavir atuando como reforçador.
Os compostos de teste e ritonavir foram adicionados a micros-somas de fígado humano (concentração de proteína 1 mg/ml) em suspensãoem tampão de fosfato de potássio (pH = 7,4), para obter concentrações demistura de reação finais de 3 μΜ composto de teste e 10 μΜ ritonavir. Emreações em paralelo sem reforço, ritonavir não foi adicionado. Os microsso-mas de fígado humano fervidos foram usados como experiências em branco.
Após adição (em uma relação de 1:3) de uma mistura de co-fator consistindoem fosfato de β-nicotinamida adenina dinucleotídeo (β-NADP, 0,5 mg/ml,653,2 μΜ), D-Glicose-6-fosfato (2 mg/ml, 7,1 mM), Glicose-6-fosfato desi-drogenase (1,5 U/ml) em 2% NaHCO3, a mistura de reação foi incubada a 370C durante 30 ou 120 minutos após que a reação foi parada por aumento datemperatura a 95 °C. As concentrações de composto de teste foram deter-minadas usando HPLC-MS.
Os resultados são resumidos na tabela 4 abaixo. Valores sãoporcentagens de composto de teste detectadas após os tempos de incuba-ção indicados como comparado com a concentração de composto de testeinicial. Cada valor é a média dos resultados de duas experiências indepen-dentes.Tabela 4
<table>table see original document page 83</column></row><table>
O experimento mostra um bloqueio quase completo de metaboli-zação de composto de teste (3 μΜ) por adição de 10 μΜ ritonavir.
Exemplo 9: Efeitos in vivo de ritonavir sobre a farmacocinética de compostono. 9 em cachorros
A farmacocinética oral de composto 9 em cachorros machos Be-agle após uma dose única a 10 mg/kg, usando a formulação em 50%PEG400/água e a influência de "reforço" com 10 mg/kg ritonavir foram inves-tigadas.
Seis cachorros beagle machos (peso corporal 8-10 kg) foramaleatoriamente divididos em 2 grupos de 3 animais (com reforço e sem re-forço). Os animais de controle não tratados ou tratados com veículo foramincluídos. Antes da dosagem, os animais foram deixados em jejum durante anoite (aproximadamente 12 h de jejum) e não receberam qualquer alimentoantes da dosagem até 6 horas após dosagem. A água de beber permaneceudisponível em todo o experimento.
Os cachorros de grupo sem reforço receberam uma dose oralúnica de 10 mg/kg de Composto no. 9, formulado como 5 mg/ml 50%PEG400/ água. Os cachorros do grupo de reforço receberam uma únicacápsula mole de Norvir® (ritonavir, 100 mg/cápsula) cerca de 30 minutosantes de dosagem oral única com 10 mg/kg de Composto no. 9. As formula-ções de fármaco foram administradas por sonda oral, usando um tubo gástrico.
Uma amostra de sangue de 3 ml foi coletada em 0,5h 1h, 2h, 4h,6h, 8h e 24 horas após dosagem de Composto no. 9. As concentrações noplasma foram determinadas usando HPLC-MS. Resultados são mostradosem tabela 5 abaixo, expressados como mudança de vezes no parâmetrofarmacocinético do grupo de reforço comparado com o grupo sem reforço.Tabela 5
<table>table see original document page 84</column></row><table>
Estes resultados demonstram que ritonavir substancialmentemelhora a farmacocinética_de Composto no. 9 em cachorro, com as exposi-ções globais expressadas como AUC aumentando 55 vezes.

Claims (15)

1. Composto tendo a fórmula <formula>formula see original document page 85</formula> da representa uma ligação dupla opcional entre átomos C7 e C8;R1 é hidrogênio ou Ci-6alquila;R2 é hidrogênio ou Ci-6alquila; eη é 3, 4, 5, ou 6.
2. Composto de acordo com reivindicação 1, em que o compostotem a fórmula (l-a): <formula>formula see original document page 85</formula>
3. Composto de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 2, em que o composto tem a fórmula (l-b):<formula>formula see original document page 86</formula>
4. Composto de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 3, em que η é 4 ou 5.
5. Composto de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 3, em que R1 é hidrogênio ou metila.
6. Composto de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 3, em que R2 é hidrogênio.
7. Composto de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 3, em que R2 é metila.
8. Composto de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 3, em que o composto é selecionado dentre <formula>formula see original document page 86</formula><formula>formula see original document page 87</formula><formula>formula see original document page 88</formula>
9. Composto de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 8, diferente de um N-óxido, ou sal.
10. Combinação compreendendo(a) um composto como definido em qualquer uma das reivindi-cações 1 a 9 ou um sal farmaceuticamente aceitável domesmo; e(b) ritonavir, ou um sal farmaceuticamente aceitável do mesmo.
11. Composição farmacêutica compreendendo um veículo e,como ingrediente ativo, uma quantidade antiviralmente eficaz de um com-posto como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 9 ou uma com-binação como definida na reivindicação 10.
12. Composto de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 9 ou uma combinação como definida na reivindicação 10, para uso comoum medicamento.
13. Uso de um composto como definido em qualquer uma dasreivindicações 1 a 9 ou uma combinação como definida na reivindicação 10,para a fabricação de um medicamento para inibir replicação de HCV.
14. Método de inibir replicação de HCV em um animal de sanguequente referido método compreendendo a administração de uma quantidadeeficaz de um composto como definido em qualquer uma das reivindicações 1a 9 ou uma quantidade eficaz de cada componente da combinação de acor-do com reivindicação 10.
15. Processo para preparar um composto como definido emqualquer uma das reivindicações 1 a 9, em que referido processo compre-ende:(a) preparar um composto de fórmula (I) em que a ligação en-tre C7 e Cs é uma ligação dupla, que é um composto defórmula (l-a), como definido em reivindicação 2, por forma-ção da ligação dupla entre C7 e Ce, em particular via umareação de metátese de olefina, com ciclização concomitan-te no macrociclo como descrito no seguinte esquema dereação: <formula>formula see original document page 89</formula> (b) converter um composto de fórmula (l-a) em um compostode fórmula (I) em que a ligação entre C7 e C8 no macroci-clo é uma ligação única, isto é, um composto de fórmula (Ι-ό) como definido em reivindicação 3, por uma redução daligação dupla C7-C8 no composto de fórmula (l-a);(c) reagir uma ciclopropilsulfonamida (IV) com um intermediá-rio (III) via uma reação de formação de amida como descri-to no seguinte esquema de reação:<formula>formula see original document page 90</formula> (d) eterificar um intermediário (V) com uma quinolina de fórmu-la (VI) como descrito no seguinte esquema de reação: <formula>formula see original document page 90</formula> em que X em (VI) representa hidróxi ou um grupo de saída; cujareação em particular é uma reação de O-arilação em que X representa umgrupo de saída, ou uma reação de Mitsunobu, em que X é hidróxi.(e) preparar um composto de fórmula (I) em que R1 é hidrogê-nio, referido composto sendo representado por (l-d), de umcorrespondente intermediário protegido com nitrogênio (VI-I), em que PG representa um grupo de proteção de nitro-gênio:<formula>formula see original document page 91</formula> (f) converter compostos de fórmula (I) em cada outro por umareação de transformação de grupo funcional; ou(g) preparar um forma de sal por reação da forma livre de umcomposto de fórmula (I) com um ácido ou uma base.
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