BRPI0614643A2 - cateter de eletrodo virtual multipolar com pelo menos um eletrodo de superfìcie e método de ablação - Google Patents

cateter de eletrodo virtual multipolar com pelo menos um eletrodo de superfìcie e método de ablação Download PDF

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BRPI0614643A2
BRPI0614643A2 BRPI0614643-0A BRPI0614643A BRPI0614643A2 BR PI0614643 A2 BRPI0614643 A2 BR PI0614643A2 BR PI0614643 A BRPI0614643 A BR PI0614643A BR PI0614643 A2 BRPI0614643 A2 BR PI0614643A2
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catheter
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BRPI0614643-0A
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Saurav Paul
Kedar Ravindra Belhe
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St Jude Medical Atrial Fibrill
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Abstract

CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOS UM ELETRODO DE SUPERFìCIE E MéTODO DE ABLAçãO. Cateteres de eletrodo virtual (10, 12) e métodos para uso de tais cateteres de eletrodo virtual (10, 12) são revelados. Por exemplo, cateteres de eletrodo virtual bipolar (10) e multipolar (12) tendo pelo menos um eletrodo interno (16) e pelo menos um eletrodo de superfície (20) e métodos para uso destes cateteres para tratamento de arritmias cardíacas são revelados. Os cateteres podem compreender um corpo do cateter (14) com um lúmen interno (18) se estendendo dentro e adaptado para receber fluídamente um fluído condutor (34). Um dispositivo de saída definindo um caminho de fluxo do lúmen interno (18) para a superfície externa do cateter pode existir através de uma parede lateral (30) do corpo do cateter. Um condutor (16) é montado dentro do lúmen interno (18) adjacente ao dispositivo de saída e é adaptado para empregar a energia de tratamento ao tecido via o fluído condutor (34). Pelo menos um eletrodo de superfície (20) é montado na superfície externa do corpo do cateter adjacente à característica de saida.

Description

RELATÓRIO DESCRITIVOcateter de eletrodo virtual mulppolar com pelo menos um
ELETRODO DE SUPERFÍCIE E MÉTODO DE ABLAÇÃO
Referência cruzada e pedidos relacionados
O presente pedido reivindica o benefício do pedido de patente US11/190,560 ("o 'pedido 560"') que foi depositado em 27 de Julho de 2005. Opedido '560 é aqui incorporado por referência na sua integralidade.
Campo da invenção
A presente invenção é direcionada para cateteres de eletrodo virtuale para métodos de uso dos cateteres de eletrodo virtual. Mais especificamente,relaciona-se a cateteres de eletrodo virtual bipolar e multipolar e métodos deuso destes cateteres para tratamento de arritmias cardíacas via, por exemplo,ablação por radiofreqüência (RF).
Estado da técnica da invenção
Técnicas de cateter convencional de ablação RF para tratamento dearritmias cardíacas utilizam eletrodos RF em um modo unipolar. Neste modo,apenas os eletrodos RF ativos são colocados no local da ablação. Os eletrodosdispersivos são colocados em localizações remotas do local da ablação,tipicamente na pele do paciente.
No modo unipolar, o RF corrente diminui 1/r2 e a energia RF diminui1/r4, onde V é a distância radial do eletrodo ativo do cateter. Devido a ablaçãodo tecido ser causada pela deposição da energia RF no tecido, a profundidadeda ablação é limitada por uma borda estreita em volta do eletrodo do cateter. Oaumento da profundidade da lesão, consequentemente, requer maior força.Maior força, entretanto, causa aumento acelerado de temperatura e potenciais"pontos-quentes" na interface do tecido-eletrodo.
A técnica do eletrodo virtual mitiga este problema de aumento datemperatura na interface do tecido-eletrodo pelo uso de fluído condutorresfriado fluindo na superfície do tecido. A taxa de fluxo do fluído necessáriopara propiciar o resfriamento adequado da superfície depende da força RFempregada. Quanto maior for a força, maior será a taxa de fluxo que énecessária. Para criar lesões de 3-4mm de profundidade utilizando dispositivosexistentes podem requerer 50 watts para 60 segundos e uma taxa de fluxo defluído de 72ml por minuto. Para uma lesão circunferencial cheia, estes mesmosdispositivos existentes requerem um mínimo de dois procedimentos separadosnestes ajustes. A energia RF mínima empregada durante o total de 120segundos é, consequentemente, 6000 joules; e o volume total de fluídoempregado é mais que 140ml. Por contraste, para uma veia pulmonária típicade 22mm de diâmetro, um tamanho de lesão de 60mm χ 3mm χ 3mm obtidocom um aumento de temperatura de 50°C requer uma energia total de apenas120 joules. Isto significa que apenas 2% da energia RF aplicada é utilizadopara criar a lesão. Os 98% restantes de energia aplicada são perdas paraaquecer outras substâncias como o fluído infundido, o corpo do cateter, otecido circunvizinho, o sangue e outros fluídos de tecido. As técnicas existentespodem ser, consequentemente, altamente ineficientes.
Breve sumário cia invenção
É desejável a melhora da eficiência da ablação, incluindo a ablaçãoRF utilizando tecnologia de eletrodo virtual. Consequentemente, é um objeto dainvenção revelada para propiciar uma melhora do cateter de ablação e métodopara tratamento de, por exemplo, arritmias cardíacas.
Em uma forma, a presente invenção compreende um cateter eletrodovirtual para tratamento do tecido. O cateter compreende um corpo de catetercom uma parede lateral e uma superfície externa; um primeiro lúmen interno seestendendo dentro do corpo do cateter e adaptado para fluentemente receber ofluído condutor; um dispositivo de saída compreende um caminho de fluxo doprimeiro lúmen interno através da parede lateral do corpo do cateter e asuperfície externa, o dispositivo de saída sendo adaptada para permitir o fluídocondutor sair do primeiro lúmen interno para o tecido; um condutor flexívelinterno montado dentro do primeiro lúmen interno adjacente ao dispositivo desaída e uma superfície interna da parede lateral do corpo do cateter, donde ocondutor flexível interno é adaptado para empregar energia de tratamento aotecido via fluído condutor no primeiro lúmen interno; e pelo menos um eletrodode superfície montado na superfície externa do corpo do cateter adjacente aodispositivo de saída. Este dispositivo de saída pode ser, por exemplo, umapluralidade de portinholas de saída, pelo menos um entalhe de saída, ou umapluralidade de micro-poros; e o dispositivo de saída deve ser simetricamentedistribuída sobre a linha central da portinhola se estendendo longitudinalmenteao longo da superfície externa do corpo do cateter. O condutor flexível internodeve ser, por exemplo, um eletrodo de bobina, um eletrodo de costa do fio ouum eletrodo tubular.
Em outra forma, a invenção compreende uni cateter de eletrodovirtual para ablação de tecido. Nesta forma, o cateter compreende (a) um corpode cateter tendo uma superfície externa, um lúmen interno e um dispositivo defluído se estendendo entre o lúmen interno e a superfície èxterna, donde odispositivo de saída é adaptada para ser colocada contra o tecido, e donde olúmen interno é adaptado para empregar fluído condutor no dispositivo desaída do fluído; (b) um eletrodo interno ativo montado dentro do lúmen internodo corpo do cateter e adaptado para contatar o fluído condutor, donde oeletrodo interno ativo é eletricamente conectado à uma fonte de energiaablativa e é adaptado para dar a energia ablativa ao tecido via fluído condutor;e (c) pelo menos um eletrodo externo passivo montado na superfície externado corpo do cateter adjacente ao dispositivo de saída do fluído, donde pelomenos um eletrodo externo passivo é eletricamente conectado à fonte deenergia ablativa e adaptado para retornar pelo menos uma porção da energiaablativa para a fonte de energia ablativa, donde, ativada a fonte de energiaablativa, um campo elétrico é criado entre o eletrodo interno ativo e pelo menosum eletrodo externo passivo e no tecido adjacente ao dispositivo de saída dofluído.
Em ainda outra forma, a presente invenção compreende um catetereletrodo virtual multipolar para executar ablação de radiofreqüência de tecidocardíaco. Em particular, o cateter compreende (a) um corpo de cateterdefinindo uma superfície externa e um lúmen interno, donde o lúmen interno éadaptado para carregar o líquido condutor; (b) pelo menos dois eletrodos demetal posicionados na superfície externa do corpo do cateter, donde oseletrodos de metal são adaptados para colocar contra o tecido cardíaco; (c) umcondutor de metal posicionado dentro do lúmen interno e adaptado para darenergia de radiofreqüência ao fluído condutor; (d) pelo menos uma abertura nasuperfície externa do cateter, a abertura adaptada para criar um caminho defluxo para o fluído condutor no lúmen interno para fluir para fora do cateter eimpingir em cima do tecido cardíaco como um eletrodo virtual; e (e) pelo menosum sensor de temperatura na superfície externa do corpo do cateter emapertada justaposição dos eletrodos de metal.Em outra forma, a presente invenção compreende um método paraablação do tecido utilizando um cateter eletrodo virtual. Nesta forma, o catetereletrodo virtual utilizado compreende (a) um corpo de cateter com uma paredelateral e uma superfície externa; (b) um primeiro lúmen interno se estendendodentro do corpo do cateter e adaptado para receber fluidamente um fluídocondutor; (c) um dispositivo de abertura compreendendo um caminho de fluxodo primeiro lúmen interno através da parede lateral do corpo do cateter e dasuperfície externa, o dispositivo de saída sendo adaptada para permitir o fluídocondutor para a saída do primeiro lúmen interno para o tecido; (d) um condutorflexível interno montado dentro do primeiro lúmen interno adjacente aodispositivo de saída e uma superfície interna da parede lateral do corpo decateter, donde o condutor flexível interno é adaptado para empregar energia deablação no tecido via o fluído condutor no primeiro lúmen interno; e (e) pelomenos um eletrodo de superfície montado na superfície externa do corpo docateter adjacente ao dispositivo de saída. O método, de acordo com esta formade invenção, compreende os passos de (a) fluir o fluído condutor dentro doprimeiro lúmen interno e fora do dispositivo de saída; (b) empregar energia deablação no condutor flexível interno; (c) gerar um campo elétrico entre ocondutor flexível interno e pelo menos um eletrodo da superfície; e (d) terminaro emprego da energia de ablação sobre a criação de uma lesão no tecido.
Em outra forma, a presente invenção compreende um método paraablação do tecido utilizando um cateter eletrodo virtual. Em particular, o métodocompreende os passos de (a) colocar contra o tecido ambos primeiro eletrodode superfície dispersivo e segundo eletrodo de superfície dispersivo, donde oprimeiro e o segundo eletrodos de superfície são montados sobre e fora dasuperfície externa de um corpo do cateter do cateter eletrodo virtual; (b) fluindoum fluído condutor através de um primeiro lúmen interno se estendendo dentrodo corpo do cateter para um dispositivo de saída que é adjacente ao primeiro esegundo eletrodos de superfície; e (c) terminando o emprego da energia deablação após a criação de uma lesão no tecido.
O antecedente e outros aspectos, características, detalhes, utilidadese vantagens da presente invenção se tornarão aparentes a partir da leitura dadescrição a seguir e das reivindicações, e também a partir dos desenhos queacompanham.Breve descrição dos desenhos
Fig. 1 é uma vista isométrica fragmentada de um cateter eletrodovirtual bipolar de acordo com a primeira corporificação da presente invenção.
Fig. 2 é uma vista isométrica fragmentada similar à Fig. 1, porémrepresenta uma porção do corpo do cateter quebrado para revelar diversascaracterísticas internas da primeira corporificação da presente invenção.
Fig. 3 é uma vista em corte transversal tirada ao longo da linha 3-3da Fig. 1.
Fig. 4 é uma vista em corte transversal tirada ao longo da linha 4-4da Fig. 3.
Fig. 5 é uma elevação frontal da corporificação representada nasFigs. 1-4 tirada na direção da linha 5-5 da Fig. 3.
Fig. 6 é uma vista em corte transversal similar à Fig. 3, porémrepresenta um cateter eletrodo virtual bipolar de acordo com a segundacorporificação da presente invenção.
Fig. 7 é similar à Fig. 4, porém é uma vista em corte transversal docateter eletrodo virtual bipolar de acordo com a segunda corporificação, tiradaao longo da linha 7-7 da Fig. 6.
Fig. 8 é simiiar à Fig. 5, porém é uma elevação frontal do catetereletrodo virtual bipolar de acordo com a segunda corporificação, tirada nadireção da linha 8-8 da Fig. 6.
Fig. 9 é similar às Figs. 3 e 6, porém representa uma vista em cortetransversal de um cateter eletrodo virtual bipolar de acordo com a terceiracorporificação da presente invenção.
Fig. 10 é similar as Figs. 3, 6 e 9, porém representa uma vista emcorte transversal de um cateter eletrodo virtual bipolar de acordo com a quartacorporificação da presente invenção.
Fig. 11 é similar à Fig. 2, porém representa uma vista isométricafragmentada de um cateter eletrodo virtual bipolar de acordo com a quintacorporificação da presente invenção, com uma porção de um corpo de cateterquebrado para revelar várias características internas.
Fig. 12 é uma vista em corte transversal do cateter eletrodo virtualbipolar de acordo com a quinta corporificação da presente invenção, tirada aolongo da linha 13-13 da Fig. 12.Fig. 13 é uma vista em corte transversal fragmentado do catetereletrodo virtual bipolar de acordo com a quinta corporificação da presenteinvenção, tirada ao longo da hnha 13-13 da Fig. 12.
Fig. 14 é similar à Fig. 11, porém é uma vista isométrica fragmentadade um cateter eletrodo virtual bipolar de acordo com a sexta corporificação dapresente invenção com uma porção de um corpo do cateter quebrado pararevelar várias características internas.
Fig. 15 é uma vista em corte transversal do cateter eletrodo virtualbipolar de acordo coma sexta corporificação da presente invenção, tirada aolongo da linha 15-15 da Fig. 14.
Fig. 16 é uma vista em corte transversal fragmentado do catetereletrodo virtual bipolar de acordo com a sexta corpõrificação da presenteinvenção, tirada ao longo da linha 16-16 da Fig. 15.
Fig. 17 é uma vista isométrica fragmentada de um cateter eletrodovirtual multipolar de acordo com a sétima corporificação da presente invenção.
Fig. 18 é uma vista em corte transversal do cateter eletrodo virtualmultipolar de acordo com a sétima corporificação da presente invenção, tiradaao longo da linha 18-18 da Fig. 17.
Fig. 19 é uma elevação frontal fragmentada do cateter eletrodo virtualmultipolar de acordo com a sétima corporificação da presente invenção, tiradana direção da linha 19-19 da Fig. 18.
Fig. 20 é similar à Fig. 18, porém representa uma vista em cortetransversal de um cateter eletrodo virtual multipolar de acordo com a oitavacorporificação da presente invenção.
Fig. 21 é similar à Fig. 19, porém representa uma elevação frontalfragmentada do cateter eletrodo virtual multipolar de acordo com a oitavacorporificação da presente invenção, tirada na direção da linha 21-21 da Fig.20.
Fig. 22 é similar à Fig. 18, porém representa uma vista em cortetransversal de um cateter eletrodo virtual multipolar de acordo com a nonacorporificação da presente invenção.
Fig. 23 é similar à Fig. 20, porém representa uma vista em cortetransversal de um cateter eletrodo virtual multipolar de acordo com a décimacorporificação da presente invenção.Fig. 24 é uma vista em corte transversal fragmentada de um catetereletrodo virtual multipolar representado nas Figs. 17-19 sendo utilizado paratratar o tecido.
Fig. 25 é uma vista em corte transversal fragmentada do catetereletrodo virtual multipolar representado nas Figs. 17-19 sendo utilizado paratratar o tecido no primeiro modo de operação.
Fig. 26 é uma vista em corte transversal fragmentada do catetereletrodo virtual multipolar representado nas Figs. 17-19 sendo utilizado paratratar o tecido no segundo modo de operação.Descrição detalhada da invenção
Diversas corporificações de um cateter eletrodo virtual de acordocom a presente invenção foram reveladas, incluindo 'corporificações de umcateter eletrodo virtual bipolar (p.ex., 101 na Fig. 1) e corporificações de umcateter eletrodo virtual multipolar (p.ex., 121 na Fig. 17). Em regra, estescateteres de eletrodo virtual compreendem um corpo de cateter (p.ex., 141 naFig. 1) com um portador flexível interno ou eletrodo (p.ex., 16 na Fig. 1)montado no lúmen interno (p.ex., 18 na Fig. 1) e pelo menos um eletrodo desuperfície (p.ex., 20 na Fig. 1). Detalhes de diversas corporificações dapresente invenção são descritos logo abaixo com referências específicas àsfiguras.
Figs. 1-5 representam uma porção distai 22' de um cateter eletrodovirtual bipolar 101 de acordo com a primeira corporificação da presenteinvenção. O cateter compreende um corpo do cateter 141. Como mostrado naFig. 1, nesta corporificação do cateter eletrodo virtual bipolar 101, o corpo docateter 141 tem um corte transversal circular que é relativamente pequeno. Porexemplo, o corpo do cateter 141 pode ter um diâmetro 24 de 0.091 polegadas(aproximadamente 2.31 mm). Claramente, este diâmetro particular para o corpodo cateter 141 não é requerido; e o cateter eletrodo virtual bipolar 101 de acordocom a presente invenção pode ter o tamanho requerido para se ajustar, porexemplo, à vascular específica ou outras cavidades do corpo.
Como mostrado nas Figs. 1, 2, 4 e 5, um dispositivo de saída seestende, através de uma parede lateral 30 do corpo do cateter 141. Emparticular, o dispositivo de saída nesta primeira corporificação compreendeuma pluralidade de portinholas de saída ou bocais 26 que são arranjados aolongo da linha central da portinhola se estendendo longitudinalmente 28 aolongo da superfície do corpo do cateter 141. Como melhor visto nas Figs. 3 e 4,estas portinholas de saída 26 se estendem através da parede lateral 30 docorpo do cateter 141. Na corporificação representada, como mostrado como boavantagem nas Figs. 3 e 4, as portinholas de saída 26 se estendem radialmenteatravés da parede lateral 30 relativas ao eixo longitudinal do cateter 32.
O corpo do cateter 141 inclui pelo menos um lúmeh interno 18 seestendendo longitudinalmente no qual um portador corrente flexível interno oucondutor 16 é montado. Se desejável, mais que um lúmen interno elíptico podeser apresentado. Na corporificação representada nas Figs. 1-5, o lúmen interno18 tem um corte transversal elíptico, que, entre outras vantagens mencionadaslogo abaixo, ajuda a direcionar o fluído 34 para as portinholas de saída 26,porém o lúmen interno não necessita ter cortes transversais elípticos. Aconfiguração do corte transversal elíptico move eficientemente um alto volumede fluído 34 em uma configuração mais compacta. O corpo do cateter destacorporificação também compreende um segundo lúmen opcional 36 no qual aforma de retenção ou forma de criação do trilho ou fio 38 é montada (p.ex., umfio de níquel-titânio, que é também conhecido como NiTi ou fio Nitino!). Estetrilho ou fio 38 ajuda com conduzir e formar a porção distai 221 do cateter 101.
Nesta primeira corporificação da invenção presente, o eletrodo 16flexível interno inclui um eletrodo de espiral grande interno único. Comomostrado na Fig. 2, desejavelmente este eletrodo de espiral interno 16 temuma mola de passo apertado (p.ex., espirais firmemente enrolados 40) comespirais 40 individuais que são empacotados juntos (por exemplo, 2-3 voltasentre portinholas 26 adjacentes ou aproximadamente 1/1000° de uma polegadaentre espirais). Os espirais individuais ou viradas 40 do eletrodo de espiralinterna grande permitem o fluído 34 que flui pelo lúmen 18 interno elíptico parapassar entre os espirais ou voltas que incluem o eletrodo antes de sair docateter 10l pelas portinholas de saída 26. Estes espirais firmemente enrolados40 ajudam a regular o fluido que flui dentro do lúmen 18 interno do corpo docateter 141 e fora das portinholas de saída 26. Na Fig. 5, as voltas individuaisdo espiral 16 interno maior são visíveis das portinholas de saída 26. Oespiral interno grande estira e relaxa e é posto sob tensão e compressão comona porção distai 22' cateter eletrodo virtual bipolar 101 é manipulado duranteuso do dispositivo. Como o espiral assim dobra, as aberturas entre os espiraisadjacentes podem mudar ligeiramente em tamanho. Isto pode criar um poucode gradientes de pressão na distribuição de fluxo ao longo da pluralidade deportinholas de saída que podem afetar a impedância e aquecimento do fluído34 condutor (i.e., o fluido refrescante) fluindo no lúmen 18 interno do cateter 10'.
Desde que o eletrodo 16 flexível interno representado nacorporificação de Figs. 1-5, é um espiral grande que tem um corte transversalanular, quando este espiral grande estiver montado no lúmen interno elíptico,um canal de fluxo que inclui uma região dianteira 42 na forma de lua crescente,uma região traseira 44 na forma de lua crescente e uma região 46 (em seçãoatravessada) central circular são definidas (ver Fig. 3). Em particular, o eletrodode espiral grande 16 é de tamanho tal que seu diâmetro de fora 48 éaproximadamente o mesmo comprimento do comprimento do eixo 49secundário do corte transversal elíptico do lúmen 18 interno. Assim, o eletrodode espiral grande 16 se estende do topo 50 ao fundo 52 do lúmen internoelíptico (Fig. 3), pelo eixo 49 secundário do lúmen interno. Nesta configuraçãoparticular, a posição do espiral interno grande relativa ao lúmen interno elíptico,e assim relativa às portinholas de saída ou bocais 26, permanecemrelativamente inalteradas até mesmo quando a porção do distai 22' do catetereletrodo virtual bipolar 101 é torcido ou curvado durante a manipulação docateter durante o uso. Em outras palavras, embora a porção distai do catetereletrodo virtual bipolar representado em todas as figuras é mostrado como retapor simplicidade, o cateter pode ser pré-curvado para uma aplicação particulare/ou o cateter pode ser curvável ou ajustável durante o uso através damanipulação de, por exemplo, um trilho 38 visível em, por exemplo, Figs. 1-4.Não obstante, nesta corporificação representada, o eletrodo de espiral grande16 permanece relativamente fixado dentro do lúmen 18 interno.
O eletrodo flexível interno pode incluir alternativamente um fio sólidoflexível (não mostrado) em lugar de um espiral. Este tipo de eletrodo flexívelinterno pode, porém, ter algumas desvantagens. Por exemplo, se o eletrodoflexível interno incluir um fio sólido que tem uma seção transversal anular, e seaquela seção transversal anular tem um diâmetro exterior igual ao comprimentodo eixo secundário da seção transversal elíptica do lúmen interno, qualquerfluido fluindo traseira na forma de lua crescente ou canal de fluxo 44 seriainibido ou seria proibido de alcançar as portinhcias de saída 26. Por outro Iado1se o eletrodo flexível interno incluir um fio de diâmetro que não corresponda aocomprimento do eixo secundário da seção transversal elíptica do lúmen interno,o fio pode se deslocar relativo às portinholas de saída 26 durante amanipulação do cateter eletrodo virtual bipolar 101. Por exerçplo, dobrando ocateter para formar uma curva pode colocar parte do fio mais perto de algumasdas portinholas de saída que outros, que podem alterar indesejavelmente oeletrodo virtual longitudinalmente ao longo da porção distai 221 do catetereletrodo virtual bipolar 101. Em outras palavras, este deslocamento podeconduzir a variações indesejáveis é concomitantemente imprevisibilidade naenergia empregada pelo cateter de eletrodo virtual durante o uso.
Como aludido acima, uma forma-retenção ou forma-formando trilhoou fio 38 (por exemplo, um fio NiTi) pode estar apresentado. Em particular,como mostrado nas Figs. 1-4, o corpo do cateter 141 pode incluir o segundolúmen 36 que se alonga longitudinalmente pelo corpo do cateter e acomodaeste fio ou trilho 38. Na corporificação representada, o fio ou trilho têm umaconfiguração em corte transversal retangular arredondada que é "fechada", ouque complementa a configuração em corte transversal do segundo lúmen 36(ver Figs. 1-4). Quando presente, este fio ou trilho 38 pode executar funçõesdiferentes. Por exemplo, o fio ou trilho pode ser "influenciado ou prefixado" paralevar uma curvatura desejada. Em particular, o fio ou trilho pode ser prefixadopara forçar a porção distai 221 do cateter eletrodo virtual bipolar em umacurvatura particular. Assim, uma vez o cateter tenha sido empregado adjacenteao tecido 54 (ver Fig. 24) para ser diagnosticado ou tratado usando umintrodutor ou outro cateter (não mostrado), a porção distai 221 do cateter épassado estendido pela extremidade distai do introdutor ou outro cateter queemprega o cateter eletrodo virtual 10l no tecido a ser tratado. Uma vez o catetereletrodo virtual bipolar é estendido fora do dispositivo empregado, o fio ou trilho38 causariam a porção distai 22' do cateter eletrodo virtual bipolar para assumira configuração desejada. Desta maneira, uma porção distai no final das contascurvada pode ser empregada a um tratamento ou local de diagnostico antes delevar sua configuração curvada. Alternativamente, o fio ou trilho pode serconectado a algum tipo de controle manual ou outro dispositivo (não mostrado)que permanece externo a um paciente, donde a manipulação deste controlemanual ou outro dispositivo permite um médico manipular a forma e colocaçãoda porção distai do cateter.
Como mostrado a melhor vantagem na Fig. 4, o fluído condutor 34 oususpensão flui substancialmente longitudinalmente pelo lúmen 18 internoelíptico, ao longo e ao redor do espiral 16 interno grande. Como utilizado aqui,"suspensão" significa uma mistura que pode incluir partículas, fluidos ou outrosmateriais adicionados a um fluido básico para ajustar as propriedades elétricasou outras do fluido básico. Eventualmente, o fluido condutor ou suspensão 34são empregados ao tecido 54 (ver Figs. 24-26) a ser tratado. Como maisadiante explicado, durante um procedimento de ablação, que o tecido seriaadjacente à superfície externa da porção de distai do' cateter eletrodo virtualbipolar adjacente às extremidades 56 externas das portinholas de saída. Oespiral 16 interno grande pode assim empregar energia (por exemplo, energiaRF) para o tecido 54.
Desde que a presente invenção opera preferencialmente em ummodo bipolar ou multipolar, o dispositivo mais adiante inclui pelo menos umeletrodo de superfície 20 além do eletrodo 20 flexível interno. Na primeiracorporificação da presente invenção, que é representada nas Figs. 1-5, oeletrodo de superfície inclui um único espiral de material condutor (porexemplo, metal, silicone condutor ou polímero condutor) que pode ser visto nasFigs. 1, 2, 3 e 5. O espiral pode ser oco (i.e., o fio enrolado no espiral pode serum caroço-oco ou fio tubular). Na corporificação representada nestas figuras, oeletrodo de espiral da superfície 20 é montado longitudinalmente seestendendo em um canal 58 na forma de C na superfície da porção distai 221do cateter eletrodo virtual bipolar. Como mostrado como vantagem nas Figs. 1e 3, este canal 58 longitudinalmente se estendendo tem uma seção transversalna forma de C nesta corporificação, em que um topo da extremidade 60 e umfundo da extremidade 62 do "C" retém o eletrodo da superfície 20 no canal 58.O eletrodo da superfície 20, nesta incorporação, pode ser montado no canal58, por exemplo, inserindo uma extremidade 64 longitudinal do eletrodo dasuperfície 20 no canal, a partir de uma extremidade do canal 58 na forma de C.
Por exemplo, se, na corporificação como representada na Fig. 1, ocanal no formato C terminasse no ponto 66, o eletrodo da superfície 20 poderiaser inserido no canal 58 no formato C da direita para esquerda no desenho daFig. 1. Subseqüentemente, a porção distai 22' poderia ser montada (porexemplo, por adesão) para uma seção de eixo do cateter (não mostrado)aderindo a superfície 68 representada na Fig. 1 para uma superfíciecomplementar na extremidade distai da porção do eixo do cateter (nãomostrado) que será usado para manipular a porção distei 221 do catetereletrodo virtual bipolar 101 na posição.
O lúmen 18 elíptico torna possível para a largura do material 70 (Fig.3) entre o canal 58 no formato Ceo lúmen 18 interno elíptico ser maior quepoderia ser se o lúmen interno tivesse uma seção transversal circular. Isto évantajoso já que facilita uma melhor dissipação de calor, particularmentequando o eletrodo da superfície 20 e/ou o eletrodo interno 16 aquece durante ouso do cateter 101 para um procedimento de ablação.
Como mais adiante explicado, na primeira corporificação da presenteinvenção (Figs. 1-5), o espiral interno grande 16 atua como o eletrodo ativo.Assim, o espiral interno grande seria conectado, por exemplo, a uma fonteatual RF (não mostrado) fora do corpo do paciente por um ou mais condutoresque se alongam longitudinalmente pelo eixo do cateter a uma porção próximado eixo do cateter que permanece fora do corpo do paciente. O eletrodo desuperfície de espiral pequeno 20 serve um eletrodo dispersivo quando o cateter101 é usado em um modo bipolar, e seria conectado a extremidade da fonte deRF neste modo. O espiral de eletrodo de superfície 20 assim atua como umeletrodo de retorno inativo. Em outras palavras, durante a operação do cateterde acordo com a presente invenção em seu modo bipolar, a energia RF (oualgum outro tipo de energia) pode ser empregado ao espiral 16 interno grandee então sai das portinholas de saída 26 por fluido 34 condutor que flui atravésao redor do espiral 16 interno grande (Fig. 4). Esta energia RF é "capturada" ouretornada pelo espiral de eletrodo de superfície 20 ao gerador RF que cria umcampo 72 elétrico (Fig. 24) entre o espiral 16 interno grande e o espiral deeletrodo da superfície 20 no tecido 54 adjacente às portinholas de saída 26 e oespiral de eletrodo da superfície 20.
Quando a primeira corporificação, que é representada nas Figs. 1-5,é operada em um primeiro modo, a energia RF encerra o lúmen 18 internopelas portinholas de saída 26 antes de percorrer o eletrodo da superfície 20. Asportinholas de saída são assim de tamanho e espaçadas adequadamente (ver,por exemplo, a publicação do pedido de patente n.0 US 2004/0143253 A1 queé aqui incorporado por referência na sua integralidade). As portinholas de saída26 são distribuídos ao longo da linha central da portinhola 28, configuradospara criar "efeitos de bocal" com perda de pressão mínima. Se as portinholasde saída ou bocais 26 forem muito grandes, uma quantidade irregular ouindesejável de fluido 34 condutor pode ser empregada à circulação sangüínea74 do paciente (Figo. 24) e o campo elétrico que é desejavelmenteestabelecido no tecido pode ser "lavado". Se1 por outro lado, as portinholas desaída 26 são de resistência elétrica muito pequena, a resistência elétrica podeexceder níveis desejáveis, tornando difícil de entregar a quantia desejada deenergia de ablação ao tecido a ser tratado.
Um sensor 76 térmico pode ser montado adjacente ao eletrodo dasuperfície 20. Na corporificação particular representada nas Figs. 1-5, porexemplo, um sensor 76 térmico longitudinalmente se estendendo dentro doespiral do eletrodo de superfície 20. Este sensor térmico pode ser qualquer tipode sensor de temperatura (por exemplo, um termopar, um termistor ou umsensor fibra ótica). Já que nesta corporificação o eletrodo de superfície 20 nãoé esfriado ativamente, enquanto o sensor térmico colocado em justaposiçãopróxima ao externo, eletrodo de superfície, torna isto possível monitorarquando o eletrodo de superfície pode estar alcançando indesejavelmentetemperaturas altas. Se o eletrodo de superfície ficava muito quente, coágulopode ser formado nas aberturas 78 entre os espirais 80 individuais do eletrododa superfície causando degradação da execução e possivelmente outrascomplicações. Como previamente mencionado, o espiral do eletrodo desuperfície 20 pode ser formado de um fio oco. Se o espiral do eletrodo desuperfície for construído de tal fio oco, um fluido refrescante pode serbombeado através do fio oco para ajudar regular a temperatura do eletrodo desuperfície.
Desejavelmente, a área da superfície do eletrodo de superfície éselecionada de forma que o eletrodo de superfície 20 possa controlar a energiaque é empregada pelo eletrodo de espiral interno 16 pela salina 34 condutora.Também, a área da superfície do eletrodo de superfície pode ser configuradade forma que energia possa ser empregada ao contrário, quer dizer, doeletrodo da superfície 20 para o eletrodo do espiral interno 16.
Se referindo mais especificamente à Fig. 3, o ângulo de compensaçãoradial 82 do eletrodo da superfície 20 relativo às portinholas de saída 26 é outraconsideração. Pela colocação do eletrodo 16 ativo e o eletrodo de dispersão 26suficientemente perto um ao outro, é possível propiciar densidade atual alta eum campo 72 elétrico altamente-localizado dentro do tecido 54 (ver Figs. 24-26) contatando a porção distai 221 do cateter eletrodo virtual bipolar 101adjacente às portinholas de saída 26 e adjacente aos eletrodos da superfície20. O ângulo 82 de compensação (ver Fig. 3) entre a linha central 28 (ver Fig.2) das portinholas de saída 26 e a linha 84 radial (ver Fig. 3) atravessando oeixo 86 se estendendo longitudinalmente (ver Fig. 2) dõ eletrodo de superfície(i.e., o deslocamento angular da linha central longitudinal do eletrodo desuperfície relativa à linha central longitudinal das portinholas de saída) podemser, por exemplo, 45°. Em um exemplo, em que o cateter eletrodo virtualbipolar tem a seção transversal circular representada nas Figs. 1-3 e odiâmetro 24 (Fig. 1) da seção transversal circular é aproximadamente 0.091polegadas (i.e., aproximadamente 2.31 mm.), o diâmetro 48 externo do espiral16 interno grande pode ser 0.024 polegadas (i.e., aproximadamente 0.61 mm.),e o centro do espiral de eletrodo de superfície pode ser compensado adianteda extremidade traseira do espiral 16 interno por uma distância 88 deaproximadamente 0.029 polegadas (i.e., aproximadamente 0.74 mm.), e a linhacentral do espiral do eletrodo da superfície pode ser deslocada a uma distância90 de aproximadamente 0.029 polegadas sobre a linha central 28 dasportinholas de saída 26.
Se o ângulo 82 de compensação for muito pequeno ou agudo,nenhuma energia (ou uma indesejável baixa quantia de corrente) podeatravessar o tecido 54 (ver, por exemplo, Fig. 24), e a energia podepredominantemente passar diretamente das portinholas de saída 26 para oeletrodo da superfície 20, com uma quantia pequena indesejável de energiaque atravessa o tecido 54. Alternativamente, se o ângulo 82 de compensaçãofor muito grande, o campo 72 elétrico pode se tornar indesejavelmenteatenuado. Neste caso posterior, o cateter eletrodo virtual bipolar 101efetivamente atua como um cateter de eletrodo virtual unipolar.Como mostrado como boa vantagem na Fig. 4, a porção distai 221 docateter de eletrodo virtual bipolar 101 pode incluir uma esfera terminal ou bola921 na sua extremidade dó distai. Esta esfera terminal, que pode ser sólido ouoca, também pode ser usada para estabilizar o eletrodo 16 interno. Nacorporificação representada, por exemplo, o espiral 16 interno grande incluiuma projeção distai ou ancora 94. Esta projeção distai 94 pode incluir umaseção curta na extremidade distai curta do espiral 16 interno grande que émontado dentro ou caso contrário anexado à esfera 92' terminal. A projeçãodistai ancorada 94 ajuda a manter o espiral interno grande de flutuar oudeslocar indesejavelmente ao redor e, assim, ajuda a assegurar que o espiralinterno grande se estenda sobre as portinholas de saída.
Figs. 6-8 representam várias vistas de uma porção distai 22" de umcateter de eletrodo virtual bipolar 10" de acordo com uma segundacorporificação da invenção presente. Esta segunda corporificação ésemelhante à primeira corporificação. Porém, o dispositivo de saída é umentalhe de saída 96 que se alonga longitudinalmente ao longo e através deuma parede 98 externa do corpo do cateter 14" e no lúmen 18 interno elíptico,em lugar das portinholas de saída 26 da primeira corporificação. Nestasegunda corporificação, um único espiral 16 interno grande está novamentepresente e o eletrodo de superfície 20 é representado novamente como umúnico espiral. Também visível nas Figs. 6 e 7, é um porto através ou orifício deliberação 100. Este orifício de liberação, embora apenas mostrado nas Figs. 6e 7, pode ser combinado com quaisquer das corporificações aqui reveladas.Esta orifício de liberação 100 é um orifício pequeno ou caminho que se alongado lúmen 18 interno elíptico para o fora do cateter de eletrodo virtual bipolar10". Na corporificação representada nas Figs. 6-8, se a porção distai do entalhe96 se tornar bloqueada pelo tecido, por exemplo, o porto 100 ajudaria evitar aformação de uma piscina de estagnação adjacente para a esfera 92" terminalcomo a salina ou outro fluido 34 condutor que são esperados para sair dolúmen 18 interno elíptico na porção distai do entalhe 96 que poderia sair docateter através do porto 100.
É possível que, se a projeção distai ancorada 94 não esteja presente,o espiral 16 interno grande pode não se alongar sobre o conjunto inteiro deportinholas de saída 26 (primeira corporificação) ou sobre o comprimentointeiro do entalhe de saída 96 (segunda corporificação). Se o espiral 16 internogrande não estivesse presente sobre uma ou mais portinholas de saída 26, porexemplo, a salina ou outro fluido condutor 34 ser nivelado ao redor, ao longo edentro do espiral interno grande que pode ficar muito quente durante uso. Emparticular, como os fluidos condutores se movem ao redor, ao longo e dentrodo espiral interno grande, a energia percorre através daquele espiral 16 e éempregada ao fluído 34 condutor para o último emprego através dasportinholas de saída 26 (ou entalhe 96) para o eletrodo de dispersivo (i.e., oeletrodo de superfície 20 visível nas Figs. 1-3, 5, 6 e 8). Este emprego deenergia causa o aquecimento do fluido 34 condutor, o qual, além de levarenergia, também serve como uma função refrescante. Se o espiral 16 internogrande não estende sobre um par de portinholas 26, por exemplo, umaporcentagem desproporcionalmente alta do fluido refrescante pode sair destes"descobertos" e assim como portinholas irrestritas. Isto potencialmenteestancaria as portinholas remanescentes de fluido refrescante, resultando naformação de calor potencial a estes "cobertos" e portinholas restritas,conduzindo possivelmente o aumento da formação de coágulo nas portinholasque experimentam fluxo reduzido.
Semelhantemente, se o espiral 16 interno grande for deslocadoproximamente e assim não se alongar sobre a porção distai do entalhe 96, porexemplo, o fluxo da salina ou outro fluido 34 condutor através desta porção deentalhe pode aumentar, desse modo "faminto" o resto do entalhe de fluidorefrescante, conduzindo a possíveis aumentos na formação de coágulo aolongo da porção do entalhe que experimenta fluxo reduzido de fluidorefrescante. Ancorando a extremidade distai do espiral 16 interno grande àesfera terminal, 92', 92", estas variações inesperadas e indesejáveis no volumede fluido que flui por porções diferentes do entalhe 96 ou por diferentesportinholas de saída 26 podem ser melhores controladas. Se a maioria dasportinholas distais ou a maioria das porções distais do entalhe for bloqueada,ficaria crescentemente difícil de obter fluxo uniforme das portinholas restantesou das porções restantes do entalhe desde que a salina que flui no lúmeninterno elíptico pode estar fluindo à uma taxa que não é corretamenteestendida à área total das "oportunidades de saída".Fig. 9 é semelhante às Figs. 3 e 6, porém representa uma vista emcorte transversal de uma porção distai 221" de um cateter de eletrodo virtualbipolar 101" de acordo com uma terceira corpõrificação da presente invenção. Aterceira corporificação 10MI é muito semelhante à primeira corporificação 101. Naterceira corporificação, porém, o único eletrodo de espiral interno grande 16 foisubstituído por um único eletrodo de espiral interno pequeno 102. Em outraspalavras, na corporificação representada na Fig. 9, o portador atual flexívelinterno ou eletrodo é um único eletrodo de espiral pequeno 102 que estáparcialmente embutido em na parede lateral do lúmen 104 interno. Este únicoeletrodo 102 interno pequeno acomoda, por exemplo, um volume de fluxomaior de fluido 34 condutor pelo lúmen 104 interno elíptico desde que o lúmen104 interno tenha menos de área transversal obscurecida ou bloqueada peloeletrodo 102 flexível interno. O corpo do cateter 14m representado na Fig. 9novamente inclui o fio opcional ou trilho 38 por amoldar ou guiar a porção distai22111 do cateter de eletrodo virtual 101". Este segundo lúmen 36 e o fio ou trilho38 não necessitam estar presentes.
Fig. 10 é uma vista em corte transversal semelhante às Figs. 3, 6 e 9,mas representa uma porção distai 22IV de uma quarta corporificação 10IV dapresente invenção. A quarta corporificação 10lv é mais semelhante à segundacorporificação 10", mas o espiral 16 interno grande foi substituído novamentepor um espiral 102 interno pequeno. Esta quarta corporificação inclui umentalhe de saída 96 como o entalhe de saída representado na corporificaçãodas Figs. 6-8.
Figs. 11-13 representam uma porção distai 22v de um cateter deeletrodo virtual bipolar 10v de acordo com uma quinta corporificação dapresente invenção. Fig. 11 é semelhante à Fig. 1. Na quinta corporificação 10v,porém, o eletrodo de superfície é um tubo termalmente e eletricamentecondutor 106 em lugar de um espiral 20 (Fig. 1). Este tubo de eletrodo desuperfície 106 pode ser de metal ou pode ser construído de um pouco de outromaterial condutor (por exemplo, carboneto de silicone condutor ou polímerocondutor). Por exemplo, o tubo de eletrodo da superfície 106 representado nasFigs. 11-13 pode ser um tubo de metal NiTi, tendo potencialmentecaracterísticas de forma de memória. O tubo de eletrodo da superfície 106pode, adequadamente, propiciar alguma força que ajuda amoldar a porçãodistai 22v do cateter de eletrodo virtual bipolar 10v como o cateter é colocadoadjacente ao tecido 54 a ser tratado.
Na quinta corporificação 10v, um sensor 76 térmico é inserido nocentro ou caroço do tubo de eletrodo da superfície 106. Como o tubo deeletrodo da superfície nesta corporificação não é esfriado, podendo monitorar atemperatura do tubo de eletrodo da superfície pelo sensor térmico que permiteao usuário uma oportunidade para impedir o superaquecimento deste tubo deeletrodo durante uso. Nas corporificações representadas nas Figs. 1-10, cadaum dos quais inclui um espiral de eletrodo da superfície 20, o sangue pode serpego ou ser apanhado nas aberturas 78 entre as voltas individuais 80 doespiral do eletrodo da superfície 20. Assim, é possível que este sangue nasaberturas entre espirais adjacentes do espiral de eletrodo da superfície possase tornar excessivamente aquecido durante uso do cateter de eletrodo virtualpara o ponto de formação do coágulo. O tubo de eletrodo da superfície 106 daquinta corporificação 10v pode aliviar alguns destes problemas de coagulaçãopotenciais que podem estar presentes com um espiral de eletrodo da superfície20.
Fig. 12 é uma vista em corte transversal tirada ao longo da 12-12 daFig. 11. Esta figura mostra novamente o tubo de eletrodo da superfície 106.Como mostrado nas Figs. 11-13, o tubo de eletrodo da superfície écompletamente preenchido pelo sensor 76 térmico. Em uma forma alternativa,porém, o sensor térmico pode não preencher completamente o volume internodo tubo de eletrodo da superfície ou o sensor térmico pode estarcompletamente ausente do dentro do tubo de eletrodo 106. Em qualquer umadestas configurações alternativas posteriores, um fluido refrescante pode estarpresente dentro do (fluindo possivelmente dentro) tubo de eletrodo dasuperfície 106. Por exemplo, o tubo de eletrodo da superfície pode levartemperatura de quarto salino para propiciar alguma dissipação refrescante e decalor como o tubo de eletrodo da superfície executa sua função de um eletrododispersivo e recebe energia do eletrodo flexível interno (por exemplo, o espiral16 interno grande representado nas Figs. 11-13).
Fig. 13 é uma vista fragmentada em corte transversal tirada ao longoda linha 13-13 da Fig. 12. Como mostrado nesta figura, o diâmetro exterior doespiral 16 interno grande pode ser selecionado de modo a substancialmente,se não completamente, atravessar a distância entre o topo 50 e o fundo 52 dolúmen 18 interno elíptico. Em outras palavras, o diâmetro exterior do espiralinterno grande pode ser substancialmente iguai ao comprimento do eixosecundário da seção cruzada elíptica do lúmen interno. Desde que a linha 13-13 da Fig. 12 se divide através da porção dista! 22v do cateter de eletrodovirtual 10v adjacente aos pontos onde a superfície exterior do espiral internogrande 16 contata a superfície interna do lúmen 18 interno elíptico, o espiral 16interno grande é representado na Fig. 13 como substancialmente preenchendoo lúmen interno elíptico. Os canais de fluxo na forma de lua crescente dianteirae traseira 42, 44, porém, permaneceriam presentes na configuraçãorepresentada nas Figs. 11-13.
Figs. 14-16 representam uma porção distai 22Vl da sextacorporificação do cateter de eletrodo virtual bipolar 10VI de acordo com apresente invenção. Esta corporificação 10VI é semelhante à primeiracorporificação 101 (Figs. 1-5) e a quinta corporificação 10v (Figs. 11-13). Nestacorporificação, porém, o eletrodo da superfície tubular 108 é especificamenteconfigurado para acomodar o fluxo de um fluido 110 refrescante através deste.
Como é claramente visível de cada Figs. 14-16, o eletrodo da superfície tubular108 é oca e assim capaz de acomodar o fluxo de um fluido 110 refrescante.
Como mostrado nas Figs. 14 e 16, o tubo de eletrodo da superfície 108 incluiuma abertura na extremidade distai ou porto de saída 112. Assim, o fluido 110fluindo pelo tubo de eletrodo da superfície pode continuar fluindo e não ficaráestagnado. Desde que o tubo de eletrodo da superfície 108 é menos provávelde aquecer nesta corporificação que inclui fluido refrescante, nenhum sensortérmico é representado nas Figs. 14-16. Porém, sensores térmicos podem serjustapostos adjacentes ao tubo de eletrodo da superfície 108 se permanecedesejável ou preferível para monitorar a temperatura do tubo de eletrodo dasuperfície durante o uso do cateter de eletrodo virtual bipolar 10VI de acordocom esta corporificação.
Como sugerido pela Fig. 16, que é uma vista em corte transversal deum cateter de eletrodo virtual bipolar 10vi de acordo com a sexta corporificação,tirada ao longo da linha 16-16 da Fig. 15, esta corporificação pode usar duasfontes de fluidos (não mostrado). Por exemplo, uma primeira fonte salina podeprover fluido 110 refrescante ao tubo de eletrodo da superfície 108 e umasegunda fonte de fluido pode prover fluido 34 condutor (ver, por exemplo, Fig.4) para o lúmen 13 interno elíptico no qual o espiral 16 interno granderepresentado nas Figs. 14-16 residem. O porto de saída 112 mostrado nasFigs. 14 e 16 podem ser constringidos de alguma forma para controlar a taxade fluxo pelo tubo de eletrodo da superfície 108. Desde que seja possível que aenergia de ablação (por exemplo, energia RF) sendo entregada ao fluido 34condutor que no final das contas parte das portinholas de saída 26 podealcançar o fluido 110 que fluem pelo porto de saída 112 do tubo de eletrodo dasuperfície 18, tendo dois sistemas de provisão de fluido separados é desejável.Para controlar o total de salina empregado na circulação sangüínea 74 dopaciente (Figs. 24-26), porém, é desejável para equilibrar o fluido saindo pelasportinholas de saída 26 com o fluido 110 que saem pêlo tubo de eletrodo dasuperfície 108. Por exemplo, pode ser desejável para restringir a entrada defluído total entrando na circulação sangüínea do paciente para 3-18 ml porminuto para certos watts ou quantias de energia RF empregada.
Com fontes de fluídos separados, é também possível evitar umcircuito curto não intencional. O fluido que flui pelo tubo de eletrodo dasuperfície 108 não está sendo usado como parte de um eletrodo virtual nestacorporificação particular. Este fluido está sendo usado apenas para resfriar.Assim, o tubo de eletrodo da superfície 108 atua como um eletrodo "normal"em lugar de um eletrodo virtual. Alternativamente, um sistema fechado podeser usado para empregar fluido 110 refrescante ao tubo de eletrodo dasuperfície 108. Neste sistema fechado, pode ser empregado fluido 110refrescante ao tubo de eletrodo da superfície da primeira fonte de fluído e entãoo mesmo fluido pode ser devolvido à primeira fonte fluida por um tubo deretorno ou caminho (não mostrado). Em contraste, um sistema aberto é usadopara empregar salina ou outro fluido 34 condutor fora das portinholas de saída26, que estão atuando como parte de um eletrodo virtual com efeitosrefrescantes.
Embora a quinta corporificação 10v (Figs. 11-13) e a sextacorporificação 10VI (Figs. 14-16) da presente invenção mostre cada apenas umtubo de eletrodo da superfície 106, 108 respectivamente, sendo usado, apresente invenção contempla o uso de múltiplos tubos de eletrodo dasuperfície, semelhante aos espirais de eletrodo da superfície que sãorepresentados logo em relação, por exemplo, com as Figs. 17-23.
Figs. 17-19 representam três vistas de uma porção distai 22v" de umcateter de eletrodo virtual multipolar 121 de acordo com a sétima corporificaçãoda presente invenção. Esta corporificação 121 é semelhante à corporificação 101representada nas Figs. 1-5. Porém, na sétima corporificáção, um primeiroeletrodo de superfície 114 e um segundo eletrodo de superfície 116 estãopresentes. Na corporificação representada nas Figs. 17-19, o primeiro esegundo eletrodos de superfície 114, 116 são pequenos, enquantolongitudinalmente-estendendo espirais que simetricamente escarrancham alinha central da portinhola 28 (ver Fig. 19). Como mais adiante será descritocom relação às Figs. 25 e 26, esta configuração particular propicia opçõesadicionais para o usuário deste cateter de eletrodo virtual 121. Semelhante aoque previamente foi discutido com relação a Fig. 3, os ângulos decompensação radiais 118, 120 representados na Fig. 18 é selecionado parafacilitar a criação efetiva desejada de um ou mais campos 72 elétricos no tecido54 sendo ablado (ver Figs. 25 e 26). Estes ângulos 118, 120 podem ser, porexemplo, 45°.
Figs. 20 e 21 são semelhantes às Figs. 18 e 19, respectivamente,porém representam uma porção distai 22vm de um cateter de eletrodomultipolar de acordo com uma oitava corporificação 12" da presente invenção.Nesta oitava corporificação 12", as portinholas de saída 26 foram substituídaspor um entalhe de saída 96. Em todos os outros aspectos, a oitavacorporificação 12" é semelhante às corporificações previamente discutidas.
Fig. 22 é uma vista em corte transversal de uma porção distai 22,x deum cateter de eletrodo virtual multipolar 121" de acordo com uma nonacorporificação da invenção presente. A nona corporificação 121" é semelhante asétima corporificação 121 (ver Figs. 17-19). Na nona corporificação 12111 porém,o eletrodo de espiral interno grande 16 foi substituído por um eletrodo deespiral interno pequeno 102, semelhante ao eletrodo de espiral internopequeno 102 representado nas Figs. 9 e 10 e discutidas logo abaixo.
Fig. 23 é uma vista em corte transversal de uma porção distai 22x deum cateter de eletrodo virtual multipolar 121V de acordo com uma décimacorporificação da invenção presente. A décima corporificação 12IV do cateter deeletrodo virtual é semelhante à oitava corporificação 12" (ver Figs. 20 e 21),mas o eletrodo de espiral interno grande 16 foi substituído com um eletrodo deespiral interno pequeno 102. O eletrodo de espiral interno pequeno 102representado na Fig. 23 é semelhante ao eletrodo de espiral interno pequenopreviamente discutido com relação às Figs. 9 e 10.
Como mencionado, os tubos de eletrodo da superfície 106, 108representados, por exemplo, nas Figs. 11 e 14, respectivamente, podem serusados no lugar dos espirais eletrodo de superfície 114, 116 representados nasFigs. 17-23.
Fig. 24 é uma vista fragmentada em corte transversal do cateter deeletrodo virtual 101 representado nas Figs. 1-5 durante a operação. Emparticular, Fig. 24 é uma vista em corte transversal da porção distai do cateterde eletrodo virtual bipolar 101 de acordo com a primeira corporificação dapresente invenção que é pressionada contra o tecido 54 durante a formação dalesão. A porção do cateter que não está contra o tecido é rodeada por sangueque é representado esquematicamente na Fig. 24 pelas linhas 74. Comomostrado na Fig. 24, quando o eletrodo ativo, que nesta corporificação é oespiral 16 interno grande, é ativado, um campo 72 elétrico é criado que sealonga entre as portinholas de saída 26 e o eletrodo de superfície 20. Estecampo elétrico 72 passa pelo tecido 54 para criar a lesão desejada. Emparticular, durante a operação, o fluido 34 condutor (ver, por exemplo, Fig. 4)fluindo pelo lúmen 18 interno elíptico está em contato com o eletrodo ativo (i.e.,o espiral 16 interno grande). O espiral 16 interno grande, junto com o fluidocondutor, atua como um eletrodo virtual com o fluído condutor carregando aenergia ablativa (por exemplo, a energia RF) para o tecido 54 pelo campo 72elétrico que é estabelecido entre o eletrodo ativo (i.e., o espiral 16 internogrande) e o eletrodo passivo (i.e., o eletrodo da superfície 20).
Fig. 25 é semelhante à Fig. 24, porém representa o cateter deeletrodo virtual multipolar 121 de acordo com a sétima corporificação dapresente invenção (ver Figs. 17-19) em contato com o tecido ser ablado. NaFig. 25, este cateter de eletrodo virtual 121 está operando em um primeiromodo. Neste primeiro modo, um primeiro campo 122 elétrico é estabelecidoentre o espiral 16 interno grande e apenas um dos eletrodos da superfície 116.Assim, neste primeiro modo, o cateter de eletrodo virtual 121 criaria uma lesãoque é semelhante à lesão criada na Fig. 24.
Fig. 26 também representa o cateter de eletrodo virtual multipoiâr 121das Figs. 17-19. Na Fig. 26, porém, o cateter de eletrodo virtual 121 estáoperando em um segundo modo. Neste segundo modo, um primeiro campo122 elétrico é estabelecido entre o espiral interno grande 16 è^um dos eletrodosda superfície 116, e um segundo campo 124 elétrico é estabelecido entre oespiral 16 interno grande e outro dos eletrodos da superfície 114. Assim, alesão sendo formada é potencialmente uma lesão maior que pode ser formadano primeiro modo de operação deste cateter de eletrodo virtual 121 (ver Fig. 25)ou quando usa a primeira corporificação do cateter 101 (ver Fig. 24).
Embora dez incorporações desta invenção tenham sido descritascom um certo grau de particularidade, aqueles qualificados na arte poderiamfazer numerosas alterações nas corporificações reveladas sem fugir do espíritoou extensão desta invenção. Por exemplo, como mencionado acima, o tubo deeletrodo da superfície 106 representado nas Figs. 11-13 ou o tubo de eletrododa superfície 108 representado nas Figs. 14-16, poderia ser usado no lugar dostubos de eletrodo da superfície 20, 114, que 116 representados nas outrasfiguras. Também, embora as portinholas 26 com seções de corte transversal eentalhes se estendendo longitudinalmente 96 sejam representadas nas figuraspor todas corporificações descritas acima, as "oportunidades de saída" podemincluir outras formas e tamanhos, por exemplo, micro-poros ou orifícios comoutros que as seções transversais circulares que podem ser utilizadas. Porexemplo, se corretamente configurados, os micro-poros podem ser usadospara estabelecer as características de fluxo desejadas para o fluido 34condutor como encerrada a porção distai do cateter de eletrodo virtual.Ademais, embora o corpo do cateter seja representado em todas as figurascom uma seção de corte transversal circular, o corpo do cateter não necessitater uma seção em corte transversal circular. Também, o cateter de eletrodovirtual pode incluir eletrodos de superfície adicionais e pode incluir mais de umlúmen fluido interno. Entre as vantagens da presente invenção sobre a arteanterior estão (i) eficiência aprimorada da ablação RF; (ii) eficiência aprimoradada ablação RF utilizando tecnologia de eletrodo virtual; (iii) capacidade paralocalizar energia RF empregada no tecido; (iv) capacidade para formar lesõesutilizando baixo poder RF; e (v) a capacidade para formar lesões enquantointroduz um volume pequeno de fluido em um paciente durante formação delesão. Por exemplo, usando as corporificações descritas, as lesões podem serobtidas a baixa energia (por exemplo, 10 a 30 watts) e baixas taxas de fluxo defluido ^por exemplo, 3 a 6 ml por minuto através do lúmen interno). Todas asreferências direcionais (por exemplo, superior, inferior, pará cima, para baixo,esquerda, direita, adiante, traseiro, topo, fundo, sobre, abaixo, vertical,horizontal, sentido horário e sentido anti-horário) são apenas utilizados parafins de identificação para auxiliar o entendimento do leitor da presente invençãoe não cria limitações, particularmente sobre a posição, orientação ou uso dainvenção. É planejado que todo o assunto contido na descrição anterior oumostrado nos desenhos que acompanham deverão ser interpretados comomeramente ilustrativos e não limitadores. Alterações em detalhes ou estruturapodem ser feitas sem fugir do espírito ou escopo da invenção como definidonas reivindicações apensas.

Claims (43)

1. cateter de eletrodo virtual multipolar com pelo menosUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE para tratamento de tecido caracterizadopor compreenderum corpo de cateter compreendendo uma parede lateral e umasuperfície externa;um primeiro lúmen interno se estendendo dentro do referido corpo docateter e adaptado para fluentemente receber um fluído condutor;um dispositivo de saída compreendendo um caminho de fluxo doreferido lúmen interno através da parede lateral do corpo do cateter e a referidasuperfície externa, o mencionado dispositivo de saída sendo adaptada parapermitir o fluído condutor para sair do primeiro lúmen interno para o tecido;um condutor flexível interno montado dentro do primeiro lúmeninterno adjacente ao dispositivo de saída e uma superfície interna da paredelateral do corpo do cateter, donde o condutor flexível interno é adaptado paraempregar a energia de tratamento no tecido através do fluído condutor noprimeiro lúmen interno; epelo menos um eletrodo de superfície montado na superfície externado corpo do cateter adjacente à referida característica de saída.
2. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 1, caracterizadopelo dispositivo de saída ser selecionado a partir do grupo consistindo de umapluralidade de portinholas de saída, pelo menos um entalhe de saída e umapluralidade de micro-poros.
3. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 2, caracterizadopelo dispositivo de saída compreender uma pluralidade de portinholas de saídaarranjadas ao longo da referida superfície externa do corpo do cateter.
4. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 3, caracterizadopela pluralidade de portinholas de saída serem simetricamente distribuídassobre a linha central da portinhola.
5. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 4, caracterizadopelo condutor flexível interno compreender um eletrodo de espiral interno e,donde o referido eletrodo de espiral interno se estenda adjacente à cadpportinhola de saída da pluralidade de portinholas de saída.
6. cateter de eletrodo virtual multipolar com pelo menosUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 5, caracterizadopelo eletrodo de espiral interno compreender uma quantidade :,de voltas; dondea referida quantidade de voltas do eletrodo de espiral interno é adaptada parapermitir o fluído condutor passar entre as voltas adjacentes; e donde pelomenos duas quantidades de voltas do eletrodo de espiral interno estejampresentes entre as portinholas adjacentes da referida pluralidade de portinholasde saída.
7. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 4, caracterizadopela linha central da portinhola se estender longitudinalmente ao longo dareferida superfície externa do referido corpo do cateter.
8. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 2, caracterizadopelo dispositivo de saída compreender um entalhe de saída se estendendolongitudinalmente ao longe da superfície de saída do corpo do cateter.
9. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 8, caracterizadopelo condutor flexível interno compreender um eletrodo de espiral interno e,donde o referido eletrodo de espiral interno se estende sobre todo ocomprimento do referido entalhe de saída.
10. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 1, caracterizadopelo condutor flexível interno compreender um eletrodo de espiral internotendo uma quantidade de voltas; e donde a referida quantidade de voltas doeletrodo de espiral interno é adaptada para permitir o fluído condutor passarentre as voltas adjacentes.
11. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 1, caracterizadopelo condutor flexível interno ser selecionado de um grupo consistindo umeletrodo de espiral, um eletrodo de fio retorcido e um eletrodo tubular.
12. cateter de eletrodo virtual multipolar com pelo menosum eletrodo de superfície conforme ε reivindicação 11, caracterizadopelo condutor flexível interno ser construído de metal.
13. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 11, caracterizadopelo condutor flexível interno compreender um eletrodo de espiral tendo umaforma em corte transversal anular, donde o primeiro lúmen interno tem umaforma em corte transversal elíptico, donde o referido eletrodo de espiral seestende longitudinalmente dentro do primeiro lúmen interno e donde um eixosecundário da forma em corte transversal elíptica do primeiro lúmen interno ésubstancialmente do mesmo comprimento do diâmetro externo da forma emcorte transversal anular do referido eletrodo de espiral.
14. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 13, caracterizadopela seção transversal lateral do referido eletrodo de espiral e o referidoprimeiro lúmen interno definirem um canal de fluxo compreendendo uma regiãocentral circular, uma região dianteira na forma de lua crescente, uma regiãotraseira na forma de lua crescente.
15. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 1, caracterizadopelo condutor flexível interno compreender um eletrodo de espiral interno tendouma quantidade de voltas, donde o eletrodo de espiral interno se estendelongitudinalmente dentro do primeiro lúmen interno e donde o eletrodo deespiral interno é pelo menos parcialmente encaixado na longitudinalmenteestendida parede lateral interna do primeiro lúmen interno.
16. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 1, caracterizadopor pelo menos um eletrodo da superfície ser selecionado de um grupoconsistindo de um espiral condutor e um tubo condutor.
17. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 16, caracterizadopelo eletrodo da superfície ser construído de metal.
18. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 16, caracterizadopor pelo menos um eletrodo da superfície ser montado e retido pelo canal naforma de C longitudinalmente se estendendo na superfície externa do referidocorpo do cateter.
19. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 16, caracterizadopor pelo menos um eletrodo da superfície compreender um tubo termicamentee eletricamente condutor, e donde o referido cateter também compreende umsensor térmico dentro de um poro do referido tubo termicamente eeletricamente condutor.
20. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 1, caracterizadopor pelo menos um eletrodo da superfície ser um eletrodo resfriado.
21. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 20, caracterizadopor pelo menos um eletrodo da superfície compreender um espiral de ummetal tubular ferido adaptado para carregar um fluído resfriado.
22. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 20, caracterizadopor pelo menos um eletrodo da superfície compreender um tubo ococonstruído de um material termicamente e eletricamente condutor e adaptadopara carregar um fluído de resfriamento de eletrodo da superfície.
23. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 22, caracterizadopelo referido tubo oco do eletrodo da superfície incluir uma abertura naextremidade distai para permitir o fluído de resfriamento do eletrodo dasuperfície para sair do referido tubo oco do eletrodo da superfície.
24. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 20, caracterizadopelo primeiro lúmen interno ser adaptado para transmitir o fluído condutor daprimeira fonte de fluído e donde pelo menos um eletrodo da superfíciecompreende um tubo oco construído de um material termicamente eeletricamente condutor e adaptado para transmitir um fluído de resfriamento doeletrodo da superfície da segunda fonte de fluído.
25. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 1, caracterizadopor pelo menos um eletrodo da superfície compreender uma pluralidade deeletrodos da superfície na referida superfície externa do corpo do cateter edonde pelo menos uma pluralidade de eletrodos da superfície atuam comoeletrodos dispersivos.
26. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 1, caracterizadopor pelo menos um eletrodo da superfície compreender um primeiro eletrododa superfície e um segundo eletrodo da superfície.
27. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 26, caracterizadopelo primeiro eletrodo da superfície compreender um primeiro espiral condutorao longo do primeiro lado da linha central da característica de saída, donde osegundo eletrodo da superfície compreende um segundo espiral condutor apolongo do segundo lado da linha central longitudinal da referida característica desaída e donde o primeiro espiral condutor e o segundo espiral condutorescarrancham a referida linha central longitudinal da característica de saída.
28. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 1, caracterizadopor pelo menos um eletrodo da superfície compreender um espiraltermicamente e eletricamente condutor e donde o cateter também compreendeum sensor térmico se estendendo longitudinalmente que se estende dentro doreferido espiral de eletrodo da superfície termicamente e eletricamentecondutores.
29. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 1, caracterizadopelo cateter também compreender pelo menos um sensor de temperatura nareferida superfície externa do corpo do cateter próximo à pelo menos umeletrodo da superfície.
30. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 29, caracterizadopor pelo menos um sensor de temperatura ser selecionado de um grupoconsistindo de um termopar, um termistor e um sensor de fibra ótica.
31. cateter de eletrodo virtual multipolar com pelo menosum eletrodo de superfície conforme a reivindicação 1, caracterizadopor pelo menos um eletrodo da superfície ser de metal e donde o condutorflexível interno seja de metal.
32. CAJETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação caracterizadopelo cateter de eletrodo virtual também compreender uma esfera terminal edonde o condutor flexível interno compreenda uma projeção distai que sejaancorada na referida esfera terminal.
33. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 32, caracterizadopelo cateter de eletrodo virtual também compreender um 'orifício de lançamentoque se estende do primeiro lúmen interno através da esfera terminal e atravésda superfície externa do corpo do cateter, e donde o referido orifício delançamento seja adaptado para inibir a estagnação do fluído condutor.
34. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 1, caracterizadopelo corpo do cateter definir um segundo lúmen interno se estendendolongitudinalmente adaptado para receber um trilho.
35. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 34, caracterizadopelo referido trilho compreender um fio de titânio-níquel.
36. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 34, caracterizadopelo referido trilho ter uma configuração em corte transversal retangulararredondada que complementa uma configuração em corte transversal dosegundo lúmen.
37. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE para ablação do tecido caracterizado porcompreenderum corpo do cateter tendo uma superfície externa, um lúmen internoe uma característica de saída de fluído se estendendo entre o lúmen interno ea superfície externa, donde a referida característica de saída é adaptada paraser colocada contra o tecido, e donde o lúmen interno é adaptado paraempregar o fluído condutor à referida característica de saída do fluído;um eletrodo interno ativo montado dentro do lúmen interno doreferido corpo do cateter e adaptado para contatar o fluído condutor, donde oeletrodq interno ativo é eletricamente conectado a uma fonte de energiaablativa e é adaptado para dar energia ablativa ao tecido via flúído condutor; epelo menos um eletrodo externo passivo montado na superfícieexterna do corpo do cateter adjacente à característica de saída do fluído,donde pelo menos um eletrodo externo passivo é eletricamente conectado àfonte de energia ablativa e é adaptado para retornar pelo menos uma porçãoda referida energia ablativa à fonte da energia ablativa, por meio de que sobrea ativação da fonte de energia ablativa, um campo elétrico é criado entre oeletrodo interno ativo e pelo menos um eletrodo externo passivo e, no tecidoadjacente para a referida característica de saída de fluído.
38. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE conforme a reivindicação 37, caracterizadopelo dispositivo de saída do fluído ser arranjado ao longo da linha central dodispositivo de saída longitudinalmente estendido, e donde pelo menos umeletrodo externo passivo também compreendaum primeiro eletrodo da superfície montado na superfície externa doreferido corpo do cateter adjacente ao primeiro lado da linha central dodispositivo de saída se estendendo longitudinalmente; eum segundo eletrodo da superfície montado na superfície externa doreferido corpo do cateter adjacente ao segundo lado da linha central dodispositivo de saída se estendendo longitudinalmente.
39. CATETER DE ELETRODO VIRTUAL MULTIPOLAR COM PELO MENOSUM ELETRODO DE SUPERFÍCIE para execução de ablação deradiofreqüência de tecido cardíaco caracterizado por compreenderum corpo de cateter definindo uma superfície externa e um lúmeninterno, donde o lúmen interno é adaptado para carregar o fluído condutor;pelo menos dois eletrodos de metal posicionados na superfícieexterna do referido corpo do cateter, donde pelo menos dois eletrodos de metalsejam adaptados para deslocar contra o tecido cardíaco;um condutor de metal posicionado dentro do lúmen interno eadaptado para dar energia de radiofreqüência ao fluído condutor;pelo menos uma abertura na superfície externa do referido cateter, areferida pelo menos uma abertura adaptada para criar um caminho de fluxopara o fluído condutor nò lúmen interno para fluir fora do cateter e invadir otecido cardíaco como um eletrodo virtual; epelo menos um sensor de temperatura na referida superfície externado corpo do cateter em apertada justaposição de pelo menos dois eletrodos demetal.
40. MÉTODO DE ABLAÇÃO DO TECIDO utilizando um cateter de eletrodovirtual caracterizado por compreenderum corpo de cateter com uma parede lateral e uma superfícieexterna;um primeiro lúmen interno se estendendo dentro do corpo do catetere adaptado para receber fluidamente um fluído condutor;uma característica de saída compreendendo um caminho de fluxo doprimeiro lúmen interno através da parede lateral do corpo do cateter e asuperfície externa, a referida característica de saída sendo adaptada parapermitir o fluído condutor para sair do primeiro lúmen interno para o tecido;um condutor flexível interno montado dentro do primeiro lúmeninterno adjacente à característica de saída e uma superfície interna da referidaparede lateral do corpo do cateter, donde o condutor interno flexível é adaptadopara empregar energia de ablação ao tecido via o fluído condutor no primeirolúmen interno; epelo menos um eletrodo da superfície montado na superfície externado referido corpo do cateter adjacente à característica de saída,o método compreendendo os passos de(a) escorrer o fluído condutor dentro do lúmen interno e fora dodispositivo de saída;(b) empregar a energia de ablação no condutor flexível interno;(c) gerar um campo elétrico entre o condutor flexível interno e pelomenos um eletrodo da superfície; e(d) finalizar o emprego da energia de ablação sobre a criação de umalesão no tecido.
41. MÉTODO DE ABLAÇÃO DO TECIDO utilizando um cateter de eletrodovirtual caracterizado por compreender os passos de(a) colocar contra o tecido de ambos primeiro eletrodo de superfíciedispersivo e segundo eletrodo de superfície dispersivo, donde o primeiro e osegundo eletrodos de superfície são montados dentro e fora da superfície deum corpo do cateter do cateter de eletrodo virtual;(b) escorrer um fluído condutor por um primeiro lúmen interno seestendendo dentro do corpo do cateter para uma característica de saída que éadjacente ao primeiro e segundo eletrodos da superfície;(c) empregar energia de ablação à um condutor flexível interno ativodentro do primeiro lúmen interno;(d) gerar um campo elétrico concentrado entre o condutor flexível epelo menos um primeiro e segundo eletrodos de superfície; e(e) finalizar o emprego da energia de ablação após a criação de umalesão no tecido.
42. MÉTODO DE ABLAÇÃO DO TECIDO conforme reivindicação 41,caracterizado pelo passo (d) também compreender operar o referido cateterde eletrodo virtual em um primeiro modo, gerando assim o campo elétricoapenas entre o condutor flexível interno e o primeiro eletrodo da superfície.
43. MÉTODO DE ABLAÇÃO DO TECIDO conforme reivindicação 41,caracterizado pelo passo (d) também compreender operar o referido cateterde eletrodo virtual em um segundo modo, gerando assim um campo elétricoentre o condutor flexível interno e ambos os primeiro e segundo eletrodos dasuperfície.
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