BRPI0615293A2 - método para tratar uma superfìcie confinando um espaço dentro de um porão de carga em uma embarcação flutuante - Google Patents

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Abstract

MéTODO PARA TRATAR UMA SUPERFìCIE CONFINANDO UM ESPAçO DENTRO DE UM PORAO DE CARGA EM UMA EMBARCAçAO FLUTUANTE Um método para tratar uma superfície exposta. Um equipamento de tratamento é provido tendo um suporte alongado e pelo menos um elemento de contato de superfície flexivel em uma regiào distal do suporte. O suporte alongado é manipulado a partir de uma região proximal do suporte de modo a colocar o elemento de contato de superfície flexível na superfície exposta a ser tratada. O elemento de contato de superfície flexível é induzido a deslocamento repetido para realizar o tratamento na superfície exposta.

Description

MÉTODO PARA TRATAR UMA SUPERFÍCIE CONFINANDO UM ESPAÇODENTRO DE UM PORÃO DE CARGA EM UMA EMBARCAÇÃO FLtJTUANTE
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
CAMPO DA INVENÇÃO
Esta invenção se refere às superfícies expostascora matéria separável, discreta na mesma em um porão decarga em uma embarcação flutuante e, mais especificamente,a um método para separar e potencialmente remover de formacontrolada a matéria a partir dessas superfícies.
FUNDAMENTOS DA TÉCNICA
Os navios de carga, especialmente os navios decarga seca a granel e de carga líquida a granel, são usadospara transportar uma ampla gama de produtos e materiais,tal como cimento e semelhante, em cursos de água ao redordo mundo. Em uma construção de navio de carga seca a granelconhecida, múltiplos porões de carga são formados no cascodo navio para aceitar quantidades a granel de materialparticulado. Cada um dos porões de carga é confinado poruma estrutura de parede ferrosa e tem um acesso superiorpara carregamento e descarregamento dos materiais. Um porãode carga típico pode ter dimensões de comprimento e largurada ordem de 3 0,48 m, uma altura da ordem de 18,29 m, e umaárea de superfície interior, exposta superior a 20.438,67m2.
No porto de destino, a carga, tal como cimento,exemplar, é descarregada. O descarregamento do cimento érealizado utilizando qualquer uma de um número dediferentes técnicas conhecidas e equipamento. Essastécnicas são projetadas para remover a maior parte, porémnão toda, a carga a granel. 0 restante da carga residual,assim como resíduos de carga anterior, outros entulhos,ferrugem solta, crosta, tinta solta e outros potenciaiscontaminadores tais como manchas, também devem serremovidos antes de se carregar outra carga no mesmo portoou em um porto de carregamento diferente.
No caso do porão ser reabastecido com cimento, apreparação do porão para recarregamento pode ser mínima.Contudo, se a próxima carga for diferente, todas assuperfícies interiores do porão, incluindo as paredes doporão, podem ter que ser rigorosamente limpas de modo a nãocontaminar o novo produto com resíduo de cimento que adereàs paredes, parte superior e outras estruturas, acessóriosdentro do porão, e coberturas de escotilha.
Até o presente, a limpeza das paredes e de outrassuperfícies dentro de um porão de carga tem sido demorada etrabalhosa e tem exigido equipamento relativamentedispendioso. Escadas algumas vezes são usadas para limparas áreas inferiores do porão, e uma estrutura de elevadorfreqüentemente é introduzida em cada um dos porões paralimpar as áreas superiores. Cada elevador consiste em umveículo de auto-acionamento com um suporte repôsicionávelpara um cesto, dentro do qual permanece um trabalhadordurante o processo de limpeza. 0 veículo deve ser manobradoestrategicamente para diferentes locais para permitir que otrabalhador acesse a extensão de área total da parede doporão de carga.
Esse tipo de equipamento de limpeza érelativamente dispendioso por um número de razões,incluindo o tempo de entrega necessário e os custos defundear. A limpeza do navio é muito lenta porque apenas unspoucos trabalhadores no elevador podem limpar o navio deuma vez. Quando trabalhando em escadas, trabalho adicionalé exigido para segurar a base da escada, esgotando aindamais o grupo de trabalho normalmente disponível e tornandomais lenta a operação de limpeza total. O reabastecimento epreparação dos navios, portanto, são retardados, com umaconseqüente perda de receita.
Em segundo lugar, esses veículos convencionaisrequerem que os trabalhadores sejam levantados até alturasque são inerentemente perigosas. 0 pessoal que equipa essesveículos deve ser treinado e habilitado para operação dosmesmos, e desse modo tem um nível de prática relativamenteelevado e devem exercer extremo cuidado para evitarferimentos. Esse tipo de trabalho geralmente é dispendiosoe freqüentemente não está disponível em locais de limpezapara atender às demandas. 0 uso de escadas nessa alturatambém faz com que os trabalhadores fiquem posicionados deforma precária.
Em terceiro lugar, o tamanho e a configuração deum porão podem limitar o número de veículos que podemfuncionar ao mesmo tempo nesse lugar. 0 uso de um únicoveículo em cada um dos porões pode atrasar o processo delimpeza por dias, durante os quais se incorre em custos delimpeza e docagem sem qualquer geração de receita.
Em quarto lugar, se vários veículos são operadosao mesmo tempo em um determinado porão, um nível de períciaainda superior na operação pode ser exigido para coordenaros esforços dos trabalhadores de uma maneira eficiente esegura e para colocar elevadores adicionais no porão de umnavio que balança com um guindaste. Além dos riscos para ostrabalhadores, o equipamento de elevador freqüentemente édanificado durante essas manobras. Segurança e eficiênciasão adicionalmente desafiadas em razão do fato de que essaoperação, para remover cimento particulado fino, pode fazercom que as partículas sejam carregadas no ar ecompletamente em chão ou espaço no porão, o que prejudica avisibilidade e adicionalmente expõe os trabalhadores ariscos de saúde associados à inalação dessas partículas.
Em quinto lugar, esses veículos geralmente sãoacionados por combustíveis que causam emissões desubprodutos que se tornam confinados no porão. Issointroduz um risco adicional para a saúde dos trabalhadorese limita os tempos quando o navio pode ser limpo. Duranteperíodos de precipitação, os porões não podem ser limposdevido às emissões perigosas que se acumulam quando osporões estão cobertos para mantê-los secos.
A indústria mercante é altamente competitiva.Conseqüentemente, a eficiência se torna um foco principaldaqueles nessa indústria. Desse modo, é claramente dointeresse do proprietário/operador rápida, segura eeficientemente limpar os porões de carga e reabastecer omesmo para permitir transporte de materiais e geração dereceita após o navio ser certificado como limpo e colocado"para arrendamento". Infelizmente, uma ênfase sobreeficiência pode causar um compromisso em segurança nasoperações de limpeza. Mesmo em uma programação apressada,contudo, a preparação de cinco a nove porões de cargaseparados pode demora tanto quanto 3-5 dias, ou mais.
Como observado acima, o processo de limpeza não élimitado à matéria separadamente aderida, mas também podeenvolver a remoção de mancha e ferrugem e crosta que aderiucom uma tenacidade suficiente de modo que não é facilmentedesprendida, como por intermédio de uma escova passandocontra a mesma. Conseqüentemente, existe uma necessidade detomar outras medidas para remover esse tipo de contaminadorpotencial. Em um espaço de volume grande, no qual podehaver mais de 20.438,67 m2 de superfície a ser tratada, taloperação de limpeza pode representar uma grande quantidadede tempo de paralisação enquanto a tripulação manobra eutiliza equipamento que requer que o navio permaneça emrepouso no porto.
Outra operação que é comumente realizada é aaplicação de um componente preparatório para armazenamentode um tipo específico de material. Idealmente, um aditivoseria aplicado em cada superfície que o material contata.Esse pode ser um processo trabalhoso, particularmente emgrandes espaços em que os trabalhadores têm que estarcolocados em proximidade estreita com as superfícies nasquais o aditivo é aplicado. Técnicas de aplicaçãoconvencionais podem ser inadequadas para aplicar o aditivoàs superfícies que são intricadas, em espaços apertados, ounão facilmente acessíveis.
A indústria mercante também tem lutado com oproblema de testar as superfícies confinando porões decarga. É difícil e demorado para os inspetores fazer umadeterminação consistente e segura em relação à aptidão deum porão para uma carga subseqüentemente introduzida.
A indústria mercante na maior parte tem lutadocom os problemas acima, os mais notáveis dos quais sãotempo de paralisação significativo, processos de limpezacaros, e limpeza potencialmente ineficaz dos porões decarga do navio. A indústria continua a necessitar demétodos e equipamentos aperfeiçoados para limpar matériaestranha a partir de tais áreas de superfície e tratar asmesmas.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Em uma forma, a invenção se refere a um método detratar uma superfície confinando um espaço dentro de umporão de carga em uma embarcação flutuante no qual ofornecimento a granel de material fluxível pode serarmazenado e transportado em uma extensão de águanavegável. O método inclui as etapas de: a) prover umequipamento tendo: i) uma haste alongada com um comprimentoe tendo uma região proximal e uma primeira região distaiespaçada da região proximal; e ii) pelo menos um elementoflexível na haste alongada na primeira região distai etendo uma passagem; b) manipular a haste alongada a partirda região proximal para desse modo colocar seletivamente opelo menos um elemento flexível seja: i) contra; ou ii) emproximidade a uma região da superfície que deve sertratada; c) direcionar um fluido pressurizado através dapassagem e desse modo fazer com que o pelo menos umelemento flexível seja deslocado repetidamente em uma açãode açoitar; e d) reposicionar seletivamente de formaaleatória a primeira região distai para locais diferentesselecionados ao longo do porão mediante manipulação dahaste alongada a partir da região proximal para desse modoseparar a matéria aderida à superfície por uma áreasubstancial da superfície. A ação de açoitar do pelo menosum elemento flexível faz com que o pelo menos um elementoflexível pelo menos realize um de: i) deslocamentoadjacente à região da superfície e desse modo fazendo comque o fluido pressurizado seja propelido na região dasuperfície; ii) deslocamento contra a região da superfíciepara desse modo repetidamente intactar a superfície naregião; iii) fazer com que outro elemento se choquerepetidamente com a superfície na região; e iv) fazer comque uma força seja aplicada a outro elemento que estejacontra a superfície na região.
Em outra forma, a invenção considera prover umequipamento, conforme descrito acima, e: a) manipular ahaste alongada a partir da região proximal para desse modocolocar seletivamente o pelo menos um elemento flexívelcontra uma região da superfície que deve ser tratada; b)direcionar um fluido pressurizado através da passagem edesse modo fazer com que o pelo menos um elemento flexívelseja repetidamente movido em uma ação de açoitardiretamente contra a região da superfície para desse modorepetidamente intactar a superfície na região; e c)reposicionar o equipamento mediante manipulação da hastealongada a partir da região proximal para desse modoseparar a matéria aderida à superfície sobre uma sua áreasubstancial.
A haste alongada pode ser manipulada medianteação de segurar a região proximal da haste alongada compelo menos uma das mãos de um usuário de modo que a pelomenos uma das mãos suporta pelo menos uma parte do peso doequipamento. Dessa forma, o método envolve a manipulação dahaste alongada mediante ação de exercer uma força com pelomenos uma das mãos sobre a região proximal da hastealongada.
Em uma forma, o método inclui as etapas de proverum equipamento que é manipulado através de uma hastealongada, incluindo adicionalmente as etapas de: a)direcionar um fluido pressurizado através da passagem; e b)fazer com que o pelo menos um elemento flexível sejadeslocado repetidamente em uma ação de açoitar em relação àhaste alongada com a haste alongada em uma posiçãoestacionaria, para pelo menos um de: i) se deslocaradjacente à região da superfície e desse modo fazer com queo fluido pressurizado seja propelido na região dasuperfície; ii) se deslocar contra a região da superfíciepara desse modo atingir repetidamente a superfície naregião; iii) fazer com que outro elemento atinjarepetidamente a superfície da região; e iv) fazer com queuma força seja aplicada a outro elemento que está contra asuperfície da região para desse modo separar a matériaaderida à superfície.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma vista em perspectiva de um naviode carga tendo um porão de carga que pode ser tratadoutilizando o equipamento inventivo e por intermédio de ummétodo de acordo com a presente invenção;
A Figura 2 é uma vista ampliada, fragmentária, emperspectiva de um dos porões no navio de carga na Figura 1e com uma forma do equipamento inventivo sendo manobradapor um usuário para tratar uma superfície confinando umespaço de armazenamento definido pelo porão de carga;
A Figura 3 é uma vista em elevação lateral,esquemática de uma forma de elemento de tratamento desuperfície para o equipamento inventivo;
A Figura 4 é uma representação esquemática de umcarrinho, de acordo com a invenção, e tendo uma formagenérica de conjunto de impacto sobre o mesmo do tipomostrado na Figura 3;
A Figura 5 é uma representação esquemática de umcarrinho de acordo com a invenção, e incluindo uma fonte decalor;
A Figura 6 é uma vista como na Figura 5 em que ocarrinho inclui uma fonte de iluminação;
A Figura 7 é uma vista como na Figura 5 e 6 emque o carrinho inclui pelo menos um espelho;
A Figura 8 é uma vista como nas Figuras 5-7 emque o carrinho inclui uma câmera de vídeo;
A Figura 9 é uma representação esquemática de umcarrinho, de acordo com a presente invenção, incluindo pelomenos um bico para direcionar fluido o qual pode ser umlíquido ou gás, a partir de um fornecimento contra umasuperfície sendo tratada;
A Figura 10 é uma representação esquemática de umcarrinho, de acordo com a invenção, e incluindo pelo menosuma abertura em comunicação com uma fonte de vácuo paradesenvolver sucção na abertura e um receptáculo paraacumular matéria estranha retirada através da abertura(s);
A Figura 11 é uma vista em elevação lateral,esquemática de um usuário operando o equipamento inventivoa partir de um cesto em um dispositivo de elevador humano;
A Figura 12 é uma representação esquemática deuma forma de equipamento de tratamento, de acordo com apresente invenção, e consistindo em um suporte alongadotendo pelo menos um elemento reposicionável no mesmo queinterage com a matéria em uma superfície exposta paraseparar e potencialmente controlar seu movimento após aseparação;
A Figura 13 é uma representação esquemática deoutra forma de equipamento de tratamento, de acordo com apresente invenção, no qual tubos/condutos são providos emum suporte alongado para encaminhar o fluido pressurizadopara direcionar a matéria separada de uma superfícieexposta de uma forma controlada;
A Figura 14 é uma vista em elevação lateral deuma forma de equipamento de tratamento conforme mostrado naFigura 12;
A Figura 15 é uma vista em seção transversal,ampliada do suporte alongado no equipamento de tratamento,tomada ao longo da linha 15-15 da Figura 14;
A Figura 16 é uma vista como a Figura 14 em queum botão é provido na extremidade distai do suportealongado para facilitar a orientação do mesmo contra umasuperfície exposta;
A Figura 17 é uma vista como na Figura 16 em queuma roda é usada no lugar de um botão para guiar o suportealongado em relação à superfície exposta;
A Figura 18 é uma vista fragmentária em elevação,correspondendo àquela na Figura 17, em que a roda de guia émóvel em uma primeira forma em relação ao suporte alongado;
A Figura 19 é uma vista como na Figura 18 em quea roda de guia é móvel de uma segunda maneira em relação aosuporte alongado;
A Figura 2 0 é uma vista como na Figura 17 em queum par de rodas é usado em vez de uma única roda na Figura17;
A Figura 21 é uma vista como na Figura 20 em quetrês rodas de guia são usadas em vez das duas rodasmostradas na Figura 20;
A Figura 22 é uma vista como na Figura 21 em queum carrinho com quatro rodas é utilizado em vez das trêsrodas, cujo carrinho comunica fluido a partir de uma suafonte pressurizada para os conjuntos de tratamento desuperfície no carrinho;
A Figura 23 é uma vista como na Figura 22, em queuma base é provida na região distai do suporte alongado,cuja base sustenta as rodas de guia e comunica fluidopressurizado aos conjuntos de tratamento de superfíciesobre a base;
A Figura 24 é uma vista ampliada, fragmentária emelevação da base e componentes associados na Figura 23;
A Figura 25 é uma vista como na Figura 14 em queos conjuntos de tratamento de superfície são providos emlocais espaçados no suporte alongado;
A Figura 26 é uma vista como na Figura 25 em queum arranjo espaçado diferente dos conjuntos de tratamentode superfície é mostrado;
A Figura 27 é uma vista como na Figura 14 em queuma tubulação é provida na região distai do suportealongado na qual é provida uma pluralidade de conjuntos detratamento de superfície;
A Figura 28 é uma vista como na Figura 14 em quevários eixos, cada um tendo um conjunto de tratamento desuperfície associado, são providos na região distai dosuporte alongado;
A Figura 29 é uma vista fragmentária, em elevaçãode uma porção do suporte alongado com um carrinho móvel nomesmo e tendo um arranjo associado de conjuntos detratamento de superfície;
A Figura 3 0 é uma vista como na Figura 14 em queum carrinho é provido na região distai do suporte alongado,cujo carrinho tem um formato externo poligonal no qualconjuntos de tratamento de superfície são providos e o qualpode ser reorientado em relação ao suporte alongado;
A Figura 31 é uma vista como na Figura 14 em queo suporte alongado tem um conjunto de limpeza no mesmo alémde um conjunto de tratamento de superfície;
A Figura 32 é uma vista em perspectiva,fragmentária da região distai do suporte alongado em que umconjunto de esponja é provido, cujo conjunto de esponja éatingido pelos conjuntos de tratamento de superfície em umseu lado;
A Figura 33 é uma vista fragmentária, em elevaçãodo suporte alongado, conjunto de esponja, e conjunto detratamento de superfície na Figura 32;
A Figura 34 é uma seção transversal de umaarmação de casco em um porão de navio de carga e incluindocompartimentos dentro da armação de casco;
A Figura 35 é uma vista como na Figura 14 em queo suporte alongado tem um conjunto de cortina na suaextremidade distai para definir uma cortina e um tubo deacúmulo para matéria separada a partir de uma superfícieexposta dentro do compartimento de armação de casco daFigura 34;A Figura 36 é uma vista em seção transversal deuma forma modificada do conjunto de cortina na extremidadedistai do suporte alongado;
A Figura 37 é uma vista como na Figura 14,mostrando uma forma modificada do conjunto de tratamento desuperfície em que os elementos que podem serrepôsicionados, que são confinados por um conjunto debloqueio, realizam as funções de separar matéria eblooming;
A Figura 38 é uma vista como na Figura 36 em queum conjunto de proteção é provido para controlar oescapamento de fluido a partir do compartimento de armaçãode casco;
A Figura 39 é uma vista ampliada, fragmentária emelevação lateral do conjunto de proteção da extremidadedistai do suporte alongado no qual o fluido de tratamentopode se acumular e descarregar de forma controlável; e
A Figura 40 é uma representação esquemática de umequipamento de tratamento de superfície remotamentecontrolado, de acordo com a invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DOS DESENHOS
Um equipamento de tratamento, de acordo com apresente invenção, é mostrado em 10 na Figura 2. Oequipamento de tratamento 10 tem um conjunto de tratamento12 que é projetado para realizar uma função de tratamentode superfície.
Conforme visto nas Figuras 1 e 2, o equipamentode tratamento 10 tem uma utilidade específica na indústriamercante e de carga a granel (a granel-seca e a granel-líquida). Como observado na seção - Antecedentes - nopresente pedido, o tratamento/limpeza de porões em naviosde carga é um problema particularmente vexatório, para oqual a presente invenção é particularmente adequada. NaFigura 1, um navio de carga é mostrado em 28 e é do tipoutilizável em qualquer extensão de água navegável 30. 0navio 28 tem um casco 32 dentro do qual são formados porõesde carga 34. Nesse modelo especifico, dois dos tais porõesde carga 34 são mostrados. Em uma construção de navio maistípica que é atualmente utilizada, mais do que dois, ecomumente cinco, porões de carga 34 são incorporados.Contudo, o número e a configuração dos porões de carga 34não são cruciais para a presente invenção.
Na Figura 2, uma porção de um dos porões 34 émostrada em forma relativamente esquemática. 0 porão decarga 34 é confinado por uma superfície ferrosa 14. Asuperfície ferrosa 14 define um piso 36, uma estrutura deparedes periféricas 38, e uma parede de convés 40, atravésda qual são formadas as aberturas 42. As aberturas 42 estãoem comunicação com um espaço de armazenamento 44 dentro dosporões 34. Os materiais são introduzidos nos porões 34 eretirados dos mesmos através das aberturas 42.
0 porão 34 é mostrado em uma forma simplificada,esquemática. Na realidade, existe um número de contornosdentro do espaço de armazenamento 44 que dificultam alimpeza da superfície 14. Adicionalmente, uma escadaria eoutra estrutura são construídas tipicamente dentro doespaço 44 e definem obstáculos à limpeza.
Como observado na seção - Antecedentes - nopresente pedido, o porão de carga 34 pode ter dimensões decomprimento e largura, designados pelas setas de pontasduplas L, W, respectivamente, da ordem de 30,48 m. Adimensão de altura H, entre o piso 36 e o teto 45, pode serda ordem de 18,29 m.
Em uma forma da invenção, o equipamento 10consiste em um carrinho 46, conforme mostrado sem detalhena Figura 2, esquematicamente nas Figuras 4-8, e na formaespecífica em outras figuras, com o conjunto de tratamento12 montado operativamente no mesmo. O carrinho 46, naFigura 2, é conectado a uma haste alongada 4 8 através daqual o equipamento de tratamento 10 é reorientado edeslocado para cobrir uma região de área desejada.
A haste 48 pode ter um comprimento fixo L1 entreuma extremidade de manipulação 50 e uma extremidade demontagem de carrinho 52. Mais preferivelmente, a haste 48 éfeita com extensões telescópicas 54, 56. Embora duas dastais extensões 54, 56 sejam mostradas, qualquer número deextensões pode ser utilizado.
A natureza dos componentes da haste não é crucialpara a presente invenção. É desejável que a haste 48 sejaleve para permitir manipulação controlada da mesma e doconjunto de tratamento afixado 12 por um usuário em 58 apartir do piso 36 para acessar a superfície inteira 14,para incluir a sua porção definindo a estrutura de paredeperiférica inteira 38 e o teto 45. As extensõestelescópicas 54, 56 podem ser feitas de um metal, plástico,composto leve, etc. Ao mesmo tempo, a haste 4 8 pode terrigidez suficiente para permitir colocação controlada pelousuário 58 do equipamento de tratamento 10 e manobra damesma através da superfície 14.
A haste 4 8 pode ser reta, conforme mostrado, ouformada para acessar certas áreas obstruídas. Apenas comoum exemplo, um "ferro curvado na forma de pescoço de ganso"pode ser provido na extremidade da haste 48.
A natureza do conjunto de tratamento 12 podevariar consideravelmente dependendo do procedimento detratamento específico que está sendo realizado. Porexemplo, em uma modalidade, pode ser usada uma escovagiratória 116 com cerdas 120, conforme visto na Figura 3.As cerdas 120 podem ser feitas com diferentes configuraçõese a partir de diferentes materiais. As cerdas 120 podem serfeitas, por exemplo, de plástico ou metal. As cerdas 120podem ter uma configuração reta, mostrada, ou podem serfeitas com uma configuração de espinha de peixe, ou deoutro modo.
Como uma variação adicional, conforme mostrado naFigura 3, as cerdas 12 0 podem ter pesos discretos opcionais164 em suas extremidades para causar impactos respectivosna superfície 14, para produzir uma ação de martelamento,desse modo para desprender material estranho tendendo aaderir na superfície 14. A estrutura na Figura 3 representauma forma de conjunto de ação de impacto que pode serutilizado.
Na Figura 4, uma revelação mais genérica de umconjunto de impacto é mostrada em 166 para fixação aocarrinho 46, de modo a produzir uma ação de martelamento.Estruturas, exceto aquela mostrada na Figura 3, sãoconsideradas, desde que a estrutura seja capaz de produzirum impacto vibratório que desprenda as matérias estranhas.
Para auxiliar na operação de tratamento, umafonte de calor 168, mostrada na Figura 5, pode ser providano carrinho 46.
Como uma alternativa ainda adicional, uma fontede iluminação 170, mostrada na Figura 6, pode ser providano carrinho 46.
Como uma variação adicional, conforme mostrado naFigura 7, pelo menos um espelho 172 pode ser provido nocarrinho 46. 0 espelho (s) 172 facilita a observação por umusuário de uma superfície sendo tratada seja antes ou apóso seu tratamento.
Como uma variação ainda adicional, na Figura 8,uma câmera de vídeo 174 é mostrada montada no carrinho 46.A câmera de vídeo 174 facilita a visualização remota dolocal de tratamento.
A invenção considera que funções exceto abrasão,como através de um dispositivo com cerdas, sejam realizadasutilizando-se os conceitos inventivos. Na Figura 9, ocarrinho 46 é mostrado associado a um fornecimento defluido pressurizado 176. O fornecimento de fluido 176 podeser diretamente no carrinho 46 ou, alternativamente, podeser provido em um local remoto e comunicado ao carrinho 46,como através de um conduto apropriado. 0 carrinho 4 6 tempelo menos um bico 178 através do qual o fluido é dirigidocontra a superfície 14. A natureza do fluido nofornecimento 176 poderia variar significativamente, e podeser ar, solvente, vapor, ou outro material fluxível,potencialmente na forma particulada. Por exemplo, umfornecimento de areia que é usado para soprar a superfície14 é considerado como um "fluido" para os propósitos dopresente pedido.
Ainda como uma alternativa adicional, conformemostrada na Figura 10, o carrinho 46 pode ser associado auma fonte de vácuo 180 que gera sucção em uma abertura 182no carrinho 46. A fonte de vácuo 180 outra vez pode estardiretamente no carrinho 4 6 ou distante do mesmo.
Os vários componentes, descritos acima, podem serusados em qualquer combinação, conforme consideradoapropriado. Por exemplo, a fonte de vácuo 180 pode serusada no carrinho 46 em conjunto com um elemento deescova/cerdas e/ou com o fornecimento de fluido 176 paraassim remover, através de sucção, a matéria estranha apartir das superfícies 14, quando as cerdas 120 são giradasem operação.
Na Figura 10, a fonte de vácuo 180 também podeser associada a um receptáculo 184, o qual permite acúmuloda matéria estranha que é coletada, para sua eliminaçãoapropriada.
O acesso também pode ser facilitado mediante usode um dispositivo de elevador humano, conforme mostrado naFigura 11 em 230. O dispositivo de elevador 230 tem umcesto 232 dentro do qual o usuário 58 pode estar situadopara operar o equipamento 10 a partir de uma posiçãoelevada.
Como observado previamente, vários dos mecanismose dos componentes são mostrados esquematicamente nasFiguras anexas. Isso porque, utilizando o conceitoinventivo, a forma do equipamento e os componentes podemvariar significativamente para se obter um modelo ótimo. Asestruturas ilustradas que são mostradas em detalhepretendem ser apenas de natureza exemplar.
Durante a transição de pó de cimento a granelpara outra carga a granel, o processo de limpezanormalmente ocorre em dois estágios: limpeza a seco elimpeza a úmido. Elevadores, ou escadas, comumente sãousados durante a limpeza a seco. As ferramentas e métodosdessa invenção têm o potencial de melhorarsignificativamente a velocidade, eficácia e segurança deambos os processos, e freqüentemente podem eliminarcompletamente a necessidade da fase de limpeza a seco,tipicamente conduzida quando o navio está fundeado, apósdescarga inicial da carga. Em vez disso, a limpeza a secopode ser realizada após a carga ser descarregada e enquantoo navio está em rota para o próximo porto.
Potencialmente, a invenção pode ser praticada detal modo que um líquido possa ser usado parasimultaneamente desprender matéria estranha e efetuarenxágüe das superfícies expostas, desse modo eliminando oprocesso de limpeza a seco, separado. Além disso, assuperfícies podem ser limpas em um padrão superior do queatualmente possível durante a limpeza a úmido. Isso poderiase converter em receitas aumentadas para as cargas exigindopadrões superiores para limpeza.
A estrutura e método inventivos potencialmenteestendem a capacidade de trabalhadores relativamente nãoespecializados em preparar adicionalmente os porões paracarga subseqüente ao proporcionar os mesmos às ferramentasque eles precisam para remover não apenas a carga residual,mas também tinta solta, ferrugem, crosta, e outrospotenciais contaminadores a partir de áreas previamenteinacessíveis, exceto mediante uso de elevadores humanos ouescadas, que não podem ser usados com o navio emdeslocamento. Além disso, eles potencialmente proporcionamàs tripulações um método alternativo de remoção de manchas,o que era anteriormente realizado com o uso de ácidos eoutros produtos químicos perigosos e poluentes, e um métodomais aperfeiçoado de aplicação de produto químico deproteção.
Na Figura 12, outra forma de equipamento detratamento, de acordo com a presente invenção, é mostradaem 300. O equipamento de tratamento 3 00 tem um suportealongado 3 02 com uma região proximal, que pode ser engatadapor um usuário, e uma região distai. Pelo menos um elementoreposicionável 3 04 é provido em um conjunto de tratamentona região distai do suporte alongado 3 02. Maispreferivelmente, são providos vários elementos 3 04. 0elemento reposicionável 3 04 é projetado para pelo menos umde: a) contatar repetidamente uma superfície exposta 306 naqual o elemento reposicionável 3 04 está situado; e b)descarregar fluido pressurizado a partir de uma fonte depelo menos um de i) contra a superfície exposta 306 e ii)de uma maneira a controlar o movimento de matéria 3 08separada na superfície exposta 3 06 na qual o elementoreposicionável 304 está situado, como um incidente defluido pressurizado a partir de um fornecimento sendodirecionado através do elemento reposicionável 304.
O elemento reposicionável 3 04 pode assumirvirtualmente um número ilimitado de diferentes formas epode ser deslocado similarmente através de um númerovirtualmente ilimitado de diferentes mecanismos em relaçãoao suporte alongado 3 02 tanto com o suporte alongado 3 02sendo deslocado como com o suporte alongado 3 02 em umaposição estacionaria. Como um exemplo, o elementoreposicionável 3 04 pode estar na forma de um tubo ouconduto através do qual um fluido pode passar sob pressãoem decorrência do que o movimento é transmitido para oelemento reposicionável 304, como de uma maneira aleatóriaou repetitiva. Como uma alternativa adicional, o elementoreposicionável 3 04 poderia ser projetado de modo a nãocomunicar fluido pressurizado, pelo que o movimentodesejado pode ser transmitido por outro mecanismo, tal comoaquele que desloca aleatoriamente ou desloca alternadamenteo elemento reposicionável 3 04 para produzir uma ação deaceitamento. Como um exemplo, o mecanismo de articulaçãopode ser incorporado para facilitar flexão controlada. 0fluido alternativamente poderia ser direcionado contra oelemento reposicionável 3 04 externamente ao mesmo paraproduzir a ação desejada.
A natureza da superfície exposta 306 similarmentenão é crucial para a presente invenção. A superfícieexposta 3 06 pode ser virtualmente qualquer superfície sobrea qual a matéria 3 08 é aderida e a partir da qual a matéria308 deve ser separada. A invenção é particularmenteadaptada para ambientes nos quais a matéria discreta, talcomo material particulado na forma despe j,ável, émanipulado. Por exemplo, em um porão de navio de carga,paredes periféricas, superiores e inferiores limitam umespaço dentro do qual tal matéria é armazenada, conformedescrito acima. Todas as superfícies, as quais podem serplanas ou contorneadas como com corrugações, seus locais detransição, em conjunto com estruturas adicionais nesselugar, tais como prateleiras, escadas, escadarias,coberturas de escotilha, superfícies de proteção decantoneira, etc., tem tendência a ter a matéria 308 aderidaàs mesmas.
Entre os outros ambientes nos quais assuperfícies expostas 306 são encontradas, e a partir dasquais a matéria deve ser separada, estão os contêineres dearmazenamento, incluindo aqueles que são estacionários eaqueles que são móveis, com esses últimos comumentedeslocados através de um veículo com rodas. Essescontêineres de armazenamento podem ser vagões de truques detremonha de estrada, silos, tanques secos ou de líquido,caldeiras, tal como em instalações de força, etc. Outroambiente exemplar está na área de transportadores, em quesuperfícies de transporte sustentam tal matéria 308 paratransporte entre primeiro e segundo local. À parte dassuperfícies de transporte efetivas, derramamento causacontato por intermédio da matéria com a estrutura associadausada para sustentar e avançar tais superfícies detransporte. A estrutura inventiva e o método sãoconsiderados para uso nesses ambientes, e outros.
Além disso, a natureza da matéria 308 a serseparada não é limitada. A matéria 3 08 pode aderir em razãode ser colocada contra a superfície exposta 306.Alternativamente, a matéria 3 08 pode ser gerada em razão deferrugem, corrosão, ou interação química. A matéria 3 08pode ser gerada através de impacto ou de outro modo poderesultar de dano infringido à superfície exposta 306.
Em outra forma da invenção, conforme visto naFigura 13, um equipamento de tratamento 3 00' é providotendo pelo menos um tubo/conduto associado 310 com umasaída 312. Preferivelmente, são empregados váriostubos/condutos 310. Fluido a partir de um fornecimentopressurizado 314 é dirigido através do tubo/conduto 310 edescarregado na saída 312 para desse modo controlar omovimento da matéria 308 separada da superfície exposta 306seja pelo fluido a partir da saída 312 ou por um mecanismoindependente do tubo/conduto 310. Esse movimento controladoda matéria separada é comumente referido nessa indústriacomo "blooming", que é uma combinação deescovação/varredura e sopro. O tubo/conduto 310 é carregadoem um suporte alongado 3 02' que pode ser localizadoestrategicamente em locais selecionados com relação àsuperfície exposta 306. A saída 312 pode ter uma orientaçãofixa em relação ao suporte alongado 302' ou pode ser capazde orientação em relação a ele para facilitar o processo deblooming.
A natureza do fluido usado com o equipamento 3 00,300' pode variar consideravelmente. 0 fluido pode estar naforma líquida ou gasosa. Ar poderia ser usado paradesprender e direcionar de forma controlada a matériaseparada 308. Água e outros fluidos podem ser usados comessa finalidade. Líquidos ou gases com um componentequímico podem ser usados para facilitar a limpeza. Em outraforma, um líquido ou gás pode ser usado como um meio depreparação que é aderido à superfície exposta 306 empreparação para colocação contra a mesma de um fornecimentode material a ser armazenado/transportado. A invençãotambém considera que líquido pressurizado e gás podem sercombinados. Por exemplo, água aerada sob pressão pode serusada.Detalhes de formas específicas do equipamento detratamento 3 00, 3 00' serão descritos agora com relação àsFiguras 14-3 9. Nas Figuras 14 e 15, o equipamento detratamento 3 00 é mostrado com o suporte alongado 3 02 naforma de uma haste tendo um comprimento que pode estar nafaixa de vários pés a 50 pés, ou mais. O suporte alongado3 02 tem uma região proximal em 316 e uma região distai em318. A região proximal 316 pode ser segura por um usuário320, como através de um punho apropriado 322, o qual podeser definido simplesmente por uma parte que pode seragarrada na periferia do suporte/haste alongado 302, ou porintermédio de alguma estrutura mais intricada.
Na região distai 318, um conjunto de tratamentode superfície é provido, conforme mostrado em 324. Oconjunto de tratamento de superfície 324 consiste em umapluralidade dos elementos que podem ser reposicionados304a, 304b, 304c, 304d, 304e. 0 número dos elementos quepodem ser reposicionados pode variar de um pouco quanto uma mais do que os cinco mostrados.
Como observado acima, os elementos que podem serreposicionados 304a-304e podem ser sólidos e tubulares. Oselementos que podem ser reposicionados 304a-304e podem serrígidos ou flexíveis. Para a finalidade de ilustração nopresente pedido, nas modalidades descritas abaixo, oselementos que podem ser reposicionados, incluindo aquelesidentificados como 304a-304e, serão descritos comotubos/condutos flexíveis, alongados.
Esses elementos que podem ser reposicionados304a-304e sao montados sobre um suporte/tubulação 326 paraestar em comunicação de fluido com uma câmara 328 confinadapelos mesmos. A câmera 328 por sua vez está em comunicaçãode fluido com o fornecimento de fluido pressurizado 314através de uma linha de fornecimento 330.
Nessa modalidade, a linha de fornecimento 33 0está localizada no lado externo do suporte/haste alongado302. Uma série de tiras 332 envolve o suporte/hastealongado 3 02 e linha de fornecimento 33 0 em locaisespaçados ao longo da extensão do suporte/haste alongado302. Com esse arranjo, mediante agarramento do equipamentode tratamento 3 00 na extremidade proximal 316, o usuário320 pode direcionar de modo controlado a região distai 318,na qual o conjunto de tratamento de superfície 324 estálocalizado, para um local desejado com relação à superfícieexposta 3 06.
Nessa modalidade, o usuário 320 pode manipular oconjunto de tratamento de superfície 324 para uma relaçãodesejada com a superfície exposta 3 06 de modo que oselementos que podem ser reposicionados 3 04a-3 04e ou a)tratam a superfície exposta 3 06 a partir de um local emrelação espaçada com a mesma ou b) de modo que os elementosque podem ser reposicionados 304a-304e contatamrepetidamente a superfície exposta 3 06 para efetuar otratamento da mesma.
Um carrinho opcional 334 pode ser usado paraatrair magneticamente a região distai 318 do suporte/hastealongado 3 02 para a superfície exposta 3 06, no caso dehaver material ferroso na superfície 306. O carrinho 334poderia de outro modo interagir com a superfície exposta306 para ser guiado ao longo da mesma de uma maneirapredeterminada, como através de uma estrutura de trilho ououtro mecanismo. Alternativamente, o movimento do carrinho334 é determinado completamente pelas forças aplicadas pelousuário 320 a partir da extremidade proximal 316 dosuporte/haste alongado 302.
Nessa modalidade, os elementos que podem serreposicionados individuais 3 04 são feitos de um materialflexível, tal como borracha ou plástico. Tubagem deplástico ou borracha, tipicamente com um diâmetro internode 1/16 a 1/8 polegadas (1,588 a 3,175 mm), e diâmetroexterno de 1/8 a 3/4 polegadas (3,175 a 19,05 mm) pode serusada. Os comprimentos dos elementos que podem serreposicionados 304a-304e podem ser idênticos ou diferentes.Os comprimentos dos elementos que podem ser reposicionados3 04a-3 04epodem ser da ordem de 25,4 cm a 76,2 cm decomprimento. Comprimentos mais longos e mais curtos tambémsão considerados. Em uma modalidade, os comprimentos de36,83 cm e 68,58 cm são usados. Os comprimentos doselementos que podem ser reposicionados 304a-304e, seusmateriais de construção, e os seus diâmetros internos eexternos, são determinados pela aplicação específica e pelovolume e tração disponíveis a partir do fornecimento defluido pressurizado 314. Fornecimentos de fluidopressurizado, comumente disponíveis 14 podem fornecerfluido, tal como ar, em uma pressão de 620,5 a 1.172,1 kPa.
Uma ação desejada dos elementos que podem serreposicionados 3 04 pode ser afetada adicionalmente porcausar um fornecimento pulsado do fluido pressurizado.Meios para realizar isso são bem conhecidos daquelesversados na técnica. Isso potencialmente produz ummovimento mais violento dos elementos que podem serreposicionados 304.
Com o arranjo conforme mostrado na Figura 14,fluido a partir do fornecimento pressurizado 314 secomunica através da linha de fornecimento 330 e a tubulação5 326 para cada um dos elementos que podem ser reposicionados04a-3 04e a partir de onde o fluido é descarregado atravésdas saídas 336a, 336b, 336c, 336d, 336e nas suasextremidades livres. Quando o fluido é continuamentedescarregado através das saídas 336a-336e, os elementos quepodem ser reposicionados 304a-304e repetidamente aceitam deuma maneira aleatória. Com o conjunto de tratamento desuperfície 324 em proximidade próxima o suficiente dasuperfície exposta 306, os elementos que podem serreposicionados 3 04a-3 04e repetidamente atingem a superfícieexposta 306. Esse impacto repetido desprende a matériaestranha aderida à superfície 306. Isso pode ocorrer sejapor impacto direto sobre a matéria 3 08 pelos elementos quepodem ser reposicionados 3 04a-3 04e, e/ou por razão davibração localizada induzida na superfície 3 06 pelo contatorepetido pelos elementos que podem ser reposicionados deimpacto 304a-304e.
O suporte/haste alongado 3 02 pode ser feito, porexemplo, conforme descrito previamente para a haste 48. Osuporte/haste alongado 3 02 pode ser feito como uma peçaúnica ou como componentes telescópicos ou de outro modoextensíveis de modo que ele tem um comprimento variável. Osuporte/haste alongado 3 02 pode ser feito de metal,plástico ou de um material composto. Metal, tal comoalumínio, é desejável pelo seu peso leve, como também sãocertos compostos, entre os quais está um materialutilizando fibra de carbono ou fibra de vidro. Fibra devidro, bambu, madeira ou outros materiais também sãoadequados. Como um exemplo, o suporte/haste alongado 302pode ser feito de um material de mangueira semi-rigido, talcomo PVC. O suporte/haste alongado 3 02 desse modo é de pesoleve e realiza a função de comunicar fluido e sustentar umou mais conjuntos de tratamento como descrito em seguida.
Na modalidade mostrada, o suporte/haste alongado3 02 tem um formato quadrado com uma câmara oca 338 seestendendo entre as suas extremidades. 0 formato quadrado,ou outro formato poligonal, é desejável uma vez que aflexão do suporte/haste alongado associada 3 02 com o mesmoé mais previsível, para facilitar a colocação do conjuntode tratamento de superfície 324 em um local desejado emovimento do conjunto de tratamento 324 de uma maneiraaleatoriamente selecionada conforme determinado pelasforças aplicadas à haste de suporte alongada. Contudo, umformato circular ou outro formato em seção transversal, talcomo elíptico, etc., é considerado. Como uma alternativa aouso da linha de fornecimento 330 no exterior dosuporte/haste alongado 302, a linha de fornecimento 330pode ser direcionada através da câmara 338.Alternativamente, o suporte/haste alongado pode ser usadocomo um conduto, com o fluido passando através da câmara338 entre o fornecimento de fluido pressurizado 314 e atubulação 326.
Para extensões prolongadas do suporte/hastealongado 3 02, pode ser desejável utilizar uma estrutura desuporte/guia suplementar, mostrada em 340. Essa estruturade suporte/guia suplementar 34 0 pode assumir qualquer formae pode ser operável a partir de cima da altura de operaçãodo equipamento de tratamento 300, em um local próximo àsuperfície do piso 342 no qual o usuário 320 está situado,ou em outro local.
Embora o suporte/haste alongado 3 02 seja mostradotendo uma configuração reta nas Figuras 14 e 15, osuporte/haste alongado 302 pode ter outras configurações.Por exemplo, como observado anteriormente, um ferro curvadona forma de pescoço de ganso pode ser provido na regiãodistai 318. Virtualmente qualquer formato pode serincorporado no suporte/haste alongado 3 02, como na regiãodistai 318, ou em outro local, para facilita o acesso adiferentes superfícies.
Para facilitar o reposicionamento do equipamentode tratamento 3 00, uma superfície de guia 344 pode serprovida no suporte/haste alongado 3 02, conforme mostrado naFigura 16. Na Figura 16, o suporte/haste alongado 302 temuma extensão 34 6 a qual, nesse caso, incorpora um botãoarredondado 348 com uma superfície curva 350 em suaextremidade livre que pode apoiar contra a superfícieexposta 3 06 para a) manter o conjunto de tratamento desuperfície 324 em um espaçamento desejado em relação àsuperfície exposta 3 06 e b) facilitar o movimento guiado daregião distai 318 do suporte/haste alongado 3 02 ao longo damesma. 0 botão 348 pode ser formado integralmente com osuporte/haste alongado 3 02, conforme previamente descrito,ou pode ser fixado de forma separadamente na forma daextensão 34 6 mostrada. Qualquer outro tipo de superfície deguia apropriado para a aplicação específica pode ser usado.Não há exigência de que a superfície 350 seja curva, e emalguns casos uma ferramenta suplementar, tal como umaescova ou raspador, será preso na extremidade da haste.Contudo, isso é desejável com a finalidade de evitarsuspensão da região distai 38 do suporte/haste alongado 302quando ela é deslocada ao longo da superfície 306 e parafacilitar a reorientação universal do suporte/hastealongado 302 em relação à superfície 306.
Na Figura 17, como uma alternativa para o botãoarredondado 348, uma roda 352 é provida na região distai318 do suporte/haste alongado 302. A roda 352 tem umasuperfície de guia periférica 354 que pode ser roladacontra a superfície exposta 306 para guiar o conjunto detratamento de superfície 324 ao longo da mesma até um localdesejado no qual deve ocorrer o tratamento. Nessamodalidade, a roda 352 é projetada para girar em torno deum eixo fixo 356 em relação ao suporte/haste alongado 302.
Na Figura 18, uma modificação para osuporte/haste alongado 302 é mostrada em que uma base 358 émontada na região distai 318 do suporte/haste alongado 302para movimento pivotante em torno do eixo 360. A base 358pode ser normalmente propendida, como mediante umaestrutura de mola (não mostrada) em uma direção de giro emtorno do eixo 360 no sentido da superfície 306 a sertratada. A roda anteriormente mencionada 352 é conectadaatravés da base 358 através de pelo menos um braço 362. Aroda 352 gira em relação ao braço 362 em torno de um eixo364 que é paralelo ao eixo 360. Conseqüentemente, o braço362 e a roda 352 são giratórios em conjunto em relação aosuporte/haste alongado 302 em torno do eixo 360 para frentee para trás em um arco, conforme indicado pela seta deponta dupla 366. A superfície periférica 354 da roda 352 émóvel contra a superfície exposta 3 06 da mesma maneiraconforme mostrado na Figura 17.
Como uma alternativa adicional, conforme mostradona Figura 19, a roda 352 pode ser montada no suporte/hastealongado 3 02 através de um braço 3 68 que é pivotante emrelação ao suporte/haste alongado 3 02 em torno de um eixo370 que se estende geralmente paralelo à extensão do braço368 e o suporte/haste alongado 302. A superfície de guiaperiférica 354 na roda 352 pode ser apoiada e rolada contraa superfície exposta 3 06, conforme descrito com relação àsFiguras 18 e 19. As rodas podem ser adaptadas comeletroímãs ou eletroímãs podem ser suspensos a partir doconjunto de roda/eixo, etc. para fazer com que as rodassejam atraídas para a superfície.
As estruturas mostradas nas Figuras 18 e 19 podemser combinadas de modo que existem múltiplas dimensões degiro da roda 352 em relação ao suporte/haste alongado 302.Como outra variação da estrutura mostrada nas Figuras 18 e19, os conjuntos de tratamento de superfície 324 poderiamser providos sobre uma porção móvel da estrutura demontagem de roda, mais propriamente do que em um local fixona região distai do suporte/haste alongado 302.
Múltiplas rodas podem ser usadas em qualquer umadas modalidades mostradas nas Figuras 17-19. Na Figura 20,o suporte/haste 3 02 é mostrado com duas rodas de guia 352a,352b em sua região distai 318, espaçada além do conjunto detratamento de superfície 324. As rodas 352a, 352b poderiamser espaçadas mais próximas da região proximal dosuporte/haste alongado 3 02 para reduzir a probabilidade deinterferência com o conjunto de tratamento de superfície-324 em uso.
Na Figura 21, três rodas 352a, 352b, 352c sãomostradas na mesma relação com o conjunto de tratamento desuperfície 324 na região distai 318 do suporte/hastealongado 3 02.
Na Figura 22, uma base 372 é mostrada na regiãodistai 318 do suporte/haste 302. A base 372 suporta nessamodalidade quatro rodas de guia 352a, 352b, 352c, 352d. Abase 3 72 é definida pelo menos em parte pela tubagem 3 74através da qual o fluido a partir do fornecimentopressurizado 314 é entregue, nessa modalidade, a trêsdiferentes conjuntos de tratamento de superfície 324, emlocais espaçados ao longo da base 3 72. Nessa modalidade, umdos conjuntos de tratamento de superfície 324 é pelo menosuma extremidade avançada, com os outros dois conjuntos detratamento de superfície 324 se projetando opostamente apartir de uma tubulação 326' em um local central 376.
Com o arranjo na Figura 22, existe um efeito detratamento acumulativo resultante do uso simultâneo nostrês conjuntos de tratamento de superfície 324 nos locaisespaçados. Não há exigência de que o número, espaçamento oulocais dos conjuntos de tratamento de superfície 324 sejamprecisamente conforme mostrado na Figura 22.
Nas Figuras 23 e 24, uma forma modificada da basecom rodas é mostrada em 372' na região distai 318 dosuporte/haste alongado 302. Nessa modalidade, a base 372tem um corpo no formato de T 378 com a barra transversal380 do "T" definindo um suporte/eixo em relação ao qualgiram as rodas 352a, 352b em torno de um eixo 382. A base372 é configurada de modo que o fluido a partir dofornecimento pressurizado 314 é introduzido através dalinha de fornecimento 330 na haste 384 do "T" a partir deonde o fluxo de fluido deriva, como indicado pelas setas386, para comunicação opostamente através da barratransversal 380 com os conjuntos de tratamento desuperfície 324 através de tubulações 326'' nas extremidades388, 390 da barra transversal 380. Fluido adicional flui apartir da haste 384 na direção da seta 392 para um conjuntode tratamento de superfície 324 aproximadamente a meiocaminho entre as extremidades 388, 390 da barratransversal/eixo 380. Conseqüentemente, o fluido a partirdo fornecimento pressurizado 314 flui opostamente emrelação ao eixo 382 para descarga através dos conjuntos detratamento de superfície 24 nas extremidades 388, 390 egeralmente ortogonalmente ao eixo 3 82 através do conjuntode tratamento de superfície 324 a meio caminho entre asextremidades 388, 390 da barra transversal/eixo 380.
A invenção considera que os conjuntos detratamento de superfície 324 podem ser providos em outrosarranjos em locais espaçados. Como um exemplo, conformemostrado na Figura 25, o suporte/haste alongado 3 02 émostrado com um conjunto de tratamento de superfície 324 naextremidade distai 392 do suporte/haste alongado 302, comum conjunto de tratamento de superfície separado 324 seprojetando radialmente a partir do suporte/haste alongado302, espaçado da extremidade distai do suporte/hastealongado 302 em direção à sua região proximal 316.
Na Figura 26, conjuntos de tratamento desuperfície separados 324 se projetam radialmenteopostamente no sentido contrário ao suporte/haste alongado302 na extremidade distai 392 dos mesmos, com um terceiroconjunto de tratamento de superfície 324 se projetandoradialmente a partir do suporte/haste alongado 302 em umlocal espaçado da extremidade distai 392 do suporte/hastealongado 302 em direção à sua região proximal 316.
Na Figura 27, uma tubulação principal 394 éprovida na extremidade distai 392 do suporte/haste alongado302 e tem uma câmara interna 396 confinada por uma paredeesférica 398. Três suportes/tubulações 326a, 326b, 326cestão em comunicação de fluido com a câmara interna 3 96, aqual é abastecida com fluido a partir da fonte pressurizada314. Nessa modalidade, o fluido é direcionado através dacâmara 338 através do suporte/haste alongado 302. Astubulações 326a, 326b, 326c são montadas na parede esférica398 em locais espaçados. Em uma forma, as tubulações 326a,326b, 326c podem ser reposicionadas estrategicamente natubulação principal 3 94 como uma aplicação específica podedeterminar.
A parede esférica 3 98 pode funcionar para suportaas tubulações 326a, 326b, 326c assim como potencialmenteprover uma superfície de guia periférica 400 que pode seapoiar contra a superfície exposta 306 que estão sendotratada.
Outra estrutura para montagem de múltiplosconjuntos de tratamento de superfície 324 em locaisespaçados e/ou em orientações desejadas é mostrada naFigura 28. Na Figura 28, múltiplos, nesse caso cinco, eixos402a, 402b, 402c, 402d, 402e são montados na extremidadedistai 392 do suporte/haste alongado 302. Cada um dos eixos402a, 402b, 402c, 402d, 402e está em comunicação de fluidocom a tubulação 4 04 de modo que fluido a partir dofornecimento pressurizado 314 é comunicado através de cadaum dos eixos 402a, 402b, 402c, 402d, 402e com os conjuntosde tratamento de superfície 324 nas extremidades livres406a, 406b, 406c, 406d, 406e em cujas tubulações 326 nosconjuntos de tratamento de superfície 340 são montados.
Os eixos 402a, 402b, 402c, 402d, 402e podem estarpresentes em um formato fixo, isto é, reto, curvo, etc.Alternativamente, os eixos 402a, 402b, 402c, 402d, 402e sãofeitos de um material que pode ser formado pelo usuáriofinal virtualmente em qualquer formato desejado e mantido.
Na Figura 29, um carrinho 4 08 é mostrado naextremidade distai 3 92 do suporte/haste alongado 3 02 e temuma configuração geralmente reta/plana para se ajustar auma porção plana da superfície exposta 306. 0 carrinho 48 édisposto em um angulo 2 em relação ao comprimento dosuporte/haste alongado 3 02, cujo ângulo 2 pode ser fixo ouvariável. Conjuntos de tratamento de superfície 324 sãoprovidos em locais espaçados no carrinho 408.
Na Figura 30, um carrinho 410 é mostrado o qual égiratório em torno de um eixo 412 em relação aosuporte/haste alongado 302. Nessa modalidade, o carrinho410 tem um formato poligonal, e mais especificamente umformato quadrado, conforme visto ao longo do eixo 412, commúltiplos lados 414, 414a, 414b, 414c, 414d nos quais um oumais conjuntos de tratamento de superfície 324 sãoprovidos. O carrinho 410 pode ser mantido em uma orientaçãoem relação ao suporte/haste alongado 3 02, ou pode serdeslocado, como mediante giro em relação à mesma em tornodo eixo 412.
Na Figura 31, um equipamento de tratamento émostrado incluindo um conjunto de limpeza 416 naextremidade distai 390 do suporte/haste alongado 302. 0conjunto de limpeza 416 pode assumir virtualmente um númeroilimitado de formas diferentes, e pode ser, por exemplo,uma esponja, um componente com cerdas, etc. para limpar,esfregar, raspar, etc. a superfície exposta 306.
O conjunto de tratamento de superfície 324 éprovido no suporte/haste alongado 3 02 entre a extremidadedistai 390 e a região proximal 316 do suporte/hastealongado 302. O conjunto de limpeza 416 e o conjunto detratamento de superfície 324 podem ser projetados de modo aserem complementares em termos de suas funções. Como umexemplo, o conjunto de limpeza 416 pode ser usado paradesprender matéria mais aderente 3 08 que pode não serseparável a partir da superfície 3 06 através do conjunto detratamento de superfície 324.
Nas Figuras 32 e 33, um equipamento de tratamentode superfície é mostrado, incluindo um conjunto de esponja420 na extremidade distai 390 do suporte/haste alongado302. 0 conjunto de esponja 420 pode assumir qualquer um dealguns formatos diferentes e tem uma superfície 422 paraengatar a superfície exposta 306. A superfície 322 pode serprovida com cerdas, ganchos tal como em um componente de umprendedor de gancho e laço, um abrasivo, produtos químicos,etc. O conjunto de esponja 42 0 pode ser feito de uma folhade policarbonato relativamente fina ou uma folha de fibrade carbono.
Adjacente à extremidade distai 3 90, dosuporte/haste alongado 3 02, pelo menos um, e nesse casomúltiplos, conjuntos de tratamento de superfície 324 sãoprovidos. Em operação, os elementos que podem serreposicionados 304, 304b, 304c, 304d em cada conjunto detratamento de superfície 324 são levados a repetidamente sechocar contra o lado 424 do conjunto de esponja 420 voltadoopostamente à superfície 422. Com esse arranjo, as forçasde impacto são distribuídas através do conjunto de esponja42 0 e através do mesmo por uma área substancial dasuperfície tratada 306, conforme determinado pelaconfiguração da superfície 422.
Em certas aplicações, pode ser necessáriodirecionar matéria separada 3 08 controlavelmente seafastando de uma superfície exposta específica 306 excetomediante blooming. Como um exemplo, conforme mostrado naFigura 34, a superfície exposta 3 06 pode ser a superfícieinterna da parede externa 4 62 em um navio de carga no porão464. Armações de casco de reforço 466 são formadas naparede 4 62 e tipicamente se estendem verticalmente e entãoangularmente no sentido para baixo próximo à base do cascodo navio. As armações 466 têm individualmente uma alma 468e flange 470 que confinam compartimentos discretos,geralmente retangulares 472 com uma abertura 474, definidaentre flanges adjacentes 470 através da qual ocompartimento 472 pode ser acessado. Os compartimentos 472têm uma tendência a reter matéria 3 08 armazenada no porão464. De acordo com a invenção, os vários equipamentos detratamento aqui descritos podem ser introduzidos noscompartimentos 472 através das aberturas 474. Se não forredirecionada, a matéria 3 08 separada da superfície exposta306 tende a se acumular no fundo do compartimento 472 e setornar retida nesse lugar.
De acordo com a invenção, conforme mostradoadicionalmente na Figura 35, um conjunto de cortina éprovido em 476 no suporte/haste alongado 302 na regiãodistai 318. O conjunto de cortina 476 consiste em umaarmação 478 sobre a qual um material de folha flexível 480é montado de uma forma pendente para bloquear a abertura474. Uma porção tubular 482 é definida abaixo da armação etem uma entrada superior 484.
Um conjunto de tratamento de superfície 324,espaçado além da armação 478, pode ser dirigido para dentrodo compartimento 472. Matéria 308 separada pelo conjunto detratamento de superfície 324 é impedida de escapar daabertura 474 pelo material de folha 480 e é guiada dessemodo para dentro da porção tubular na entrada 4 84 edirigida através da mesma para fora do compartimento 472 eno sentido para baixo para uma saída 4 86 para acúmuloapropriado ou descarga.
Uma fonte opcional de vácuo 488 pode ser usadapara melhorar o fluxo de matéria 308 para e através daporção tubular 482 entre a entrada 484 e a saída 486.
Uma forma modificada de conjunto de cortina émostrada em 476' na Figura 36. O conjunto de cortina 476'tem uma armação 478' que é fixada na região distai 318 dosuporte/haste alongado 302. A armação 478', como a armação478, pode ser presa fixamente ou presa de modo a serreorientada seletivamente em relação ao suporte/hastealongado 302. Alternativamente, uma "cortina de ar" podeser formada mediante fixação de bicos de ar (não mostrados)na haste ou armação.
A armação 478' define pelo menos um anelparcial/coberta próximo à região na qual o conjunto detratamento de superfície 324 na extremidade distai 390 dosuporte/haste alongado 3 02 está localizado. Isto é, aarmação 478' define uma entrada em 484' adjacente a, oudentro, da qual pelo menos uma parte do conjunto detratamento de superfície 324 reside, de modo a maispositivamente capturar a matéria 308 que é separada dasuperfície exposta 306. Na região de entrada 484', amatéria agrupada 3 08 é direcionada no sentido para baixoatravés de um tubo 4 82' definido por um material de folhaflexível 480'.
Uma modificação adicional da invenção é mostradana Figura 37. Na Figura 37', um conjunto de bloqueio émostrado em 490 atuando entre um conjunto blooming 440'' eo suporte/haste alongado 302. 0 conjunto blooming 440'' épreso na extremidade distai 3 90 do suporte/haste alongado302 de modo a ser móvel em torno de um eixo 4 92 em relaçãoao suporte/haste alongado 3 02 de modo a pivotar em relaçãoa ela em uma direção conforme indicado pela seta de pontadupla 494. O conjunto blooming 440'' inclui um ou váriostubos/condutos 444 arranjados para direcionar o fluido sobpressão na direção da seta 4 96 geralmente paralela ao planoda superfície exposta 306 que está sendo tratada.
Esse mesmo tipo de conjunto de bloqueio 4 90 podeser usado para limitar o movimento das pontas anteriormentemencionadas 432a-432d se deslocando ou transversalmente ouparalelas a uma superfície exposta sendo tratada.
Nessa modalidade, os tubos/condutos 444' sãoflexíveis para produzir uma ação de aceitamento. De acordocom a invenção, um conjunto de bloqueio 4 90 confina a açãode açoitamento de modo que os tubos/condutos 444' não seorientam substancialmente a partir do alinhamento mostradona Figura 3 7 pelo que o fluido de descarga é propelido nadireção da seta 496. Isso produz uma ação de martelamentocontrolada. O conjunto de bloqueio 4 90 pode atuar sobre ostubos/condutos 444', ou qualquer estrutura, conformemostrado genericamente em 432, que pode ser usada parageralmente fixar a orientação dos tubos/condutos 444' naforma realizada pelas pontas 432a-432d, conformepreviamente descrito. Conseqüentemente, os mesmostubos/condutos 444' que atingem a superfície 3 06 com umaação de martelamento são confinados até um ponto em queeles adicionalmente realizam uma função blooming.
Em outra variação, conforme mostrado nas Figuras38 e 39, um conjunto de proteção em 4 96 é usado em conjuntocom o suporte/haste alongado 302, em sua região distai 318,em combinação com um ou mais conjuntos de tratamento desuperfície 324.
0 conjunto de proteção 4 98 tem utilidadeespecífica na limpeza dos compartimentos 4 72, conformemostrado na Figura 36. Fluido, tal como um líquido,fornecido aos compartimentos 4 72 é impedido de escapar apartir das aberturas 474 pelo conjunto de proteção 498. 0fluido de rechaço se choca com uma parede 500 no conjuntode proteção 4 98 e é acumulado em um receptáculo 502, nofundo do mesmo, a partir de onde o fluido pode serrecuperado através de um tubo de drenagem 504. Atravésdesse arranjo, o conjunto de proteção 4 98 controla adescarga de pressão de fluido e facilita a recuperação domesmo.
A parede 500 pode ser giratória em relação aosuporte/haste alongado 302 em torno de um eixo 506, dessemodo facilitando a colocação nivelada da parede, comocontra os flanges 470 de modo a efetivamente bloquear aabertura 474 entre os mesmos. A porção inferior da paredeem 508 pode ser estreitada em relação ao restante da parede500 para permitir a passagem através de uma abertura que ébloqueada pela parede 500.
A estrutura inventiva e método podem ser usadospara potencialmente desprender, e controlar o movimento damatéria liberada 308 a partir das superfícies expostas emvários ambientes diferentes mediante impacto diretamentecontra tais superfícies, indiretamente atingindo taissuperfícies, induzindo vibrações nas mesmas, propelindofluido contra as mesmas, etc. Os conceitos inventivos podemser usados para realizar muitos procedimentos diferentes,incluindo muitos não descritos especificamente acima.
Como um exemplo, as estruturas descritas acimapara propelir um fluido de tratamento em uma superfícieexposta 306 para remover matéria 308 a partir da mesmapodem ser usadas de uma forma similar para aplicar umcomponente de preparação de superfície na superfícieexposta 306. A aplicação de tal componente em umasuperfície exposta pode ser desejável, ou exigida, antes dese introduzir certa matéria, como em um porão de carga denavio, contra tal superfície. A estrutura inventiva podepermitir aplicação em tais superfícies que de outro modosão de difícil alcance ou de alcance impossível utilizandomeios convencionais.
Como exemplo adicional, os componentes detratamento de manchas podem ser aplicados. Manchas oleosasa partir de coque de petróleo ou carvão poderiam sertratadas mediante aplicação de uma solução de soda sobpressão e então golpeando ou esfregando a superfície. Umabrasivo também poderia ser aplicado mediante mistura comum líquido pressurizado e/ou gás.
Apenas como outro exemplo, a estrutura inventivapode ser usada para decompor um acúmulo verticalsignificativo de matéria particulada. Embora fluidoconvencionalmente pressurizado pudesse ser propelido contratal acúmulo, a colocação de um ou mais dos elementos quepodem ser repôsicionados 304 dentro do acúmulo poderiapermitir a dispersão do mesmo sem causar elevação departículas leves que poderiam obscurecer a visão ecomprovaram que podem ser inaladas.
Mais especificamente, matéria tal como cimentopode se acumular entre armações de folha e em áreas detransição em locais que estão a 4-14 metros acima do pisoem um porão do navio. Mais comumente, essas áreas sãoacessadas subindo-se em escadas, ou utilizando elevadorespara colocar os trabalhadores próximos dos acúmulos de modoque os mesmos possam ser diretamente acessados, como porintermédio de uma pá. Isso é inerentemente perigoso emrazão da altura na qual os trabalhadores têm que manobrar.
De acordo com a invenção, a haste pode ser"enfiada" em tal acúmulo em uma região de base/inferiornesse lugar. Isso causa um colapso controlado do acúmulo equeda em cascata para uma área de coleta inferior seja deforma guiada contra uma superfície adjacente ou livrementecomo a partir de uma borda. Um ou mais elementos que podemser reposicionados na extremidade de haste inserida podemfacilitar esse processo. A geração de poeira é controladaem razão da imersão do elemento repôsicionável na matériaacumulada. Os acúmulos desse modo podem serprogressivamente decompostos para eliminar de formacontrolada, segura e conveniente essa condição.
A invenção pode similarmente ser usada paraagitar uma mistura úmida, tal como uma pasta fluida. Comoum exemplo, uma mistura de cimento úmido poderia seragitada e também tratada mediante introdução de um aditivo,tal como açúcar ou outro retardador de endurecimento.
Com todas as modalidades, a força da ação deaçoitamento dos elementos que podem ser reposicionados 304,a freqüência do martelamento repetitivo pelos mesmos, etc.,podem ser selecionadas mediante variação da natureza einteração dos componentes. Por exemplo, no caso doselementos que podem ser reposicionados 34 seremtubos/condutos, as propriedades de "açoitamento" sãodeterminadas pelo tamanho de tubo, espessura da parede,materiais de construção, comprimento, volume e pressão defluxo do fluido pressurizado, etc. Aqueles versados natécnica, com os conceitos inventivos em mãos, seriamcapazes de mudar os componentes do sistema para realizaras finalidades desejadas conforme um ambiente e aplicaçãoespecífica poderiam demandar ou determinar. Diferentesinterações de superfície podem ser realizadas mediantecontrole do fluxo pressurizado, seja mediante variações dapressão de fluxo, mudando intermitentemente a pressão, oucausando oscilações, etc.
Além disso, considera-se que vários componentesdescritos em diferentes modalidades aqui poderiam sercombinados. Apenas como um exemplo, com o propósito deredução de peso, a linha de fornecimento, externa 330 podeser parcialmente eliminada em cada modalidade em favor douso da câmara 338 no suporte/haste alongado 302 como umaparte do meio para comunicar fluido pressurizado. Issopotencialmente simplifica, e reduz o peso do sistemaglobal.
Como um exemplo ainda adicional, os elementos quepodem ser reposicionados 3 04 podem ser tratados comomediante uso de um revestimento, para alterar o desempenhodos mesmos. O revestimento pode aumentar a dureza e/ouembutir um abrasivo, tal como areia de sílica, carboneto desllica, etc. Alternativamente, cada elemento reposicionável304 pode ser composto de diferentes tipos/tamanhos detubagem que são unidos. Por exemplo, comprimentos curtos dematerial mais duro podem ser providos nas extremidadeslivres dos elementos que podem ser reposicionados paraaumentar o efeito de flexão e impacto na superfície 306.Como uma alternativa adicional, cada elementoreposicionável 304 poderia derivar para um ou para váriosbraços de tratamento separados. Pesos, como contas, podemser colocados nos elementos que podem ser reposicionados304 nas suas extremidades livres, ou perto delas.
Um aspecto significativo da presente invenção éque ela pode permitir o tratamento de superfície, como emum porão de carga de navio enquanto o navio estátransitando em mar aberto com as escotilhas abertas oufechadas. Isso potencialmente evita os custos de limpeza aseco quando o navio está fundeado. 0 resíduo acumulado podeser convenientemente descarregado legalmente a 46,3 km aolargo durante o processo de limpeza.
Adicionalmente, em razão de prover ferramentasinterativas em uma haste/suporte relativamente leve, otratamento de superfície pode ser realizado rapidamente semcansar os trabalhadores de uma forma que é típica ao seutilizar as escovas e semelhantes da técnica anterior, quedevem ser sustentadas sob pressão contra uma superfície aser tratada, e deslocadas manualmente repetitivamente, demodo a efetuar uma ação de esfregar.
0 sistema inventivo também pode ser usado como umdispositivo de diagnóstico e padrão para testar o estado deuma superfície contra a qual o material será colocado.Observando o tipo e a quantidade da matéria separada de umasuperfície pelos elementos que podem ser reposicionados 3 04permite que um inspetor facilmente e rapidamente anteveja aremoção que provavelmente ocorrerá como resultado deintroduzir o material contra essas superfícies. Isto é,análise qualitativa e quantitativa objetiva do estado doporão pode ser feita, particularmente para determinar aaptidão da superfície para contatar e confinar a próximacarga carregada.
Como uma variação ainda adicional, um equipamentode tratamento de superfície inventivo, mostradogenericamente em 52 0 na Figura 40, para abranger todos oscomponentes diferentes descritos aqui e identificadoscoletivamente como 522, pode ser reposicionado através deum mecanismo móvel 524 seletivamente por todo um espaçoconfinado por uma superfície exposta a ser tratada. Omecanismo móvel 524, e potencialmente os componentes detratamento 522 no equipamento 520, podem ser operadosseletivamente através de um controle 526 que pode serligado por fios, ou em comunicação sem fio com osreceptores 528, 530 nos componentes de tratamento desuperfície 522 e mecanismo móvel 524, respectivamente. Issofacilita o tratamento remoto em locais potencialmentedifíceis de alcançar e perigosamente altos. O mecanismomóvel 524 pode interagir com a superfície ou ser de outromodo controlado, como através de um suporte independente.
A revelação anterior das modalidades específicaspretende ser ilustrativa dos conceitos amplos abrangidospela invenção.

Claims (38)

1. Método de tratar uma superfície confinando umespaço dentro de um porão de carga em uma embarcaçãoflutuante no qual um fornecimento a granel de materialfluxível pode ser armazenado e transportado em uma extensãode água navegável, o método caracterizado por compreenderas etapas de:prover um equipamento compreendendo:i) uma haste alongada com uma extensão etendo uma região proximal e uma primeira região distaiespaçada da região proximal; eii) pelo menos um elemento flexível na hastealongada na primeira região distai e tendo uma passagem; emanipular a haste alongada a partir da regiãoproximal para desse modo seletivamente colocar o pelo menosum elemento flexível ou: i) contra; ou ii) próximo a umaregião da superfície que deve ser tratada;guiar um fluido pressurizado através da passageme desse modo fazer com que o pelo menos um elementoflexível seja deslocado repetidamente em uma ação deaçoitamento para pelo menos um de: i) se deslocar adjacenteà região de superfície e desse modo fazer com que o fluidopressurizado seja propelido na região da superfície; ii) sedeslocar contra a região da superfície para desse modoatingir com impacto a superfície na região; iii) fazer comque outro elemento atinja com impacto repetidamente asuperfície na região; e iv) fazer com que uma força sejaaplicada a outro elemento que está contra a superfície naregião para desse modo separar a matéria aderida àsuperfície; ereposicionar aleatoriamente de forma seletiva aprimeira região distai em diferentes locais selecionados aolongo do porão mediante manipulação da haste alongada apartir da região proximal para desse modo separar a matériaaderida à superfície sobre uma área substancial dasuperfície.
2. Método de tratar uma superfície confinando umespaço dentro de um porão de carga em uma embarcaçãoflutuante na qual um fornecimento a granel de materialflexível pode ser armazenado e transportado em uma extensãode água navegável, o método caracterizado por compreenderas etapas de:prover um aparelho compreendendo:i) uma haste alongada com uma extensão etendo uma região proximal e uma primeira região distaiespaçada da região proximal; eii) pelo menos um elemento flexível na hastealongada na primeira região distai e tendo uma passagem;manipular a haste alongada a partir da regiãoproximal para desse modo colocar seletivamente o pelo menosum elemento flexível contra uma região da superfície quedeve ser tratada;guiar um fluido pressurizado através da passageme desse modo fazer com que o pelo menos um elementoflexível seja deslocado repetidamente em uma ação deaçoitamento diretamente contra a região da superfície paradesse modo repetidamente atingir com impacto a superfíciena região; ereposicionar o equipamento mediante manipulaçãoda haste alongada a partir da região proximal para dessemodo separar a matéria aderida à superfície sobre uma áreasubstancial da superfície.
3. Método de tratar uma superfície, de acordo coma reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a etapade fazer com que o pelo menos um elemento flexível sejadeslocado repetidamente em uma ação de açoitamentocompreende fazer com que o pelo menos um elemento flexívelseja deslocado continuamente em uma ação de açoitamentoaleatório em decorrência do fluido pressurizado sendoguiado através da passagem.
4. Método de tratar uma superfície, de acordo coma reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a hastealongada tem uma extremidade livre distante da regiãoproximal e a primeira região distai está na extremidadelivre da haste ou adjacente a ela.
5. Método de tratar uma superfície, de acordo coma reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a hastealongada tem uma extremidade livre distante da regiãoproximal e a primeira região distai está entre a regiãoproximal e a extremidade livre da haste.
6. Método de tratar uma superfície, de acordo coma reivindicação 2, caracterizado por compreender ainda aetapa de engatar a haste em uma segunda região distai e aetapa de manipular a haste compreende manipular a hasteatravés da aplicação de forças na haste alongada em ambas,a região proximal e a segunda região distai da hastealongada.
7. Método de tratar uma superfície, de acordo coma reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a etapade prover um equipamento compreende prover um equipamentocompreendendo uma pluralidade de elementos flexíveis nahaste alongada na primeira região distai.
8. Método de tratar uma superfície, de acordo coma reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que os várioselementos flexíveis têm individualmente uma passagematravés da qual é guiado o fluido pressurizado.
9. Método de tratar uma superfície, de acordo coma reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que as etapasde guiar o fluido pressurizado através da passagem e fazercom que o pelo menos um elemento flexível seja deslocadorepetidamente em uma ação de açoitamento compreendem fazercom que pelo menos um do fluido pressurizado e pelo menosum elemento flexível desprendam as partículas discretasaderidas à superfície na região.
10. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que asetapas de guiar o fluido pressurizado através da passagem efazer com que o pelo menos um elemento flexível sejadeslocado repetidamente em uma ação de açoitamentocompreende fazer com que o fluido seja aderido à superfíciena região.
11. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 9, caracterizado por compreenderadicionalmente a etapa de determinar um estado dasuperfície na região mediante análise de pelo menos um de:i) a região da superfície na qual as partículas discretasforam desprendidas; ii) a quantidade de partículasdiscretas desprendidas na região da superfície; e iii) anatureza das partículas discretas desprendidas na região dasuperfície.
12. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que aetapa de reposicionar o equipamento compreende reposicionaro equipamento de uma maneira aleatoriamente selecionada.
13. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que aetapa de manipular a haste alongada compreende manipular ahaste alongada a partir de dentro do porão de carga.
14. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que aetapa de manipular a haste alongada compreende manipular ahaste alongada com a região proximal abaixo da primeiraregião distai.
15. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que aetapa de manipular a haste alongada compreende manipular ahaste alongada com a região proximal acima da primeiraregião distai.
16. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que aetapa de manipular a haste alongada compreende manipular ahaste alongada com um usuário da mesma em pé em uma escadadentro de um porão de carga.
17. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que aetapa de manipular a haste alongada compreende manipular ahaste alongada com um usuário da mesma em pé em umdispositivo de elevador dentro do porão de carga.
18. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que aetapa de manipular a haste alongada compreende manipular ahaste alongada com um usuário da mesma sendo sustentadosobre um andaime.
19. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que ofluido pressurizado é um gás.
20. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que ofluido pressurizado é um líquido.
21. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que aetapa de prover um equipamento compreende prover umequipamento com uma haste alongada que tem uma extremidadelivre distante da região proximal e a haste alongada tem umformato não-reto entre a região proximal e a extremidadelivre.
22. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que aspartículas discretas desprendidas compreendem pelo menos umde: a) matéria gerada em razão de ferrugem, corrosão,reação química ou por impacto; b) tinta; e c) materialfluxível residual que foi armazenado no espaço.
23. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que ahaste alongada tem uma extensão inclinada ou curvaadjacente à extremidade livre.
24. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que aetapa de prover um equipamento compreender prover umequipamento tendo uma superfície de guia e a etapa demanipular a haste alongada compreende apoiar a superfíciede guia contra a superfície confinando o espaço.
25. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 24, caracterizado pelo fato de que aetapa de reposicionar o equipamento compreende mover asuperfície de guia de forma direcionada contra a superfícieconfinando o espaço.
26. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 24, caracterizado pelo fato de que aetapa de prover um equipamento compreende prover umequipamento tendo uma superfície de guia compreendendo umasuperfície em uma roda que é rolada contra a superfícieconfinando o espaço.
27. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que aetapa de guiar um fluido pressurizado através da passagemcompreende guiar um fluido pressurizado a partir de umafonte até a região distai da haste alongada e através dapassagem.
28. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 27, caracterizado pelo fato de que aetapa de guiar um fluido pressurizado a partir de uma fonteaté a região distai da passagem compreende guiar um fluidopressurizado a partir de uma fonte através da hastealongada.
29. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que aetapa de prover um equipamento compreende prover umequipamento tendo primeiro e segundo elementos flexíveisespaçados na haste alongada na primeira região distai.
30. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato decompreender ainda a etapa de prover uma cortina e fazer comque a cortina direcione o movimento no sentido para baixoda matéria separada a partir da superfície confinando oespaço.
31. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 3, caracterizado por compreender aindaa etapa de restringir a ação de açoitamento aleatório dopelo menos um elemento flexível.
32. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado por compreender aindaas etapas de prover um conjunto de proteção e controlar omovimento do fluido propelido através do conjunto deproteção.
33. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado por compreender aindaa etapa de separar a matéria aderida à superfície com ummecanismo em adição ao pelo menos um elemento flexível.
34. Método de tratar uma superfície confinando umespaço dentro de um porão de carga em uma embarcaçãoflutuante no qual um fornecimento a granel de materialfluxível pode ser armazenado e transportado em uma extensãode agua navegável, o método caracterizado por compreenderas etapas de:prover um equipamento compreendendo:i) uma haste alongada com uma extensão etendo uma região proximal e uma primeira região distaiespaçada da região proximal; eii) pelo menos um elemento flexível na hastealongada na primeira região distai e tendo uma passagem;manipular a haste alongada a partir da regiãoproximal com a região distai acima da região proximal paradesse modo seletivamente colocar o pelo menos um elementoflexível ou: i) contra; ou ii) próximo a uma região dasuperfície que deve ser tratada;guiar um fluido pressurizado através da passagem;efazer com que o pelo menos um elemento flexívelseja deslocado repetidamente em uma ação de açoitamento emrelação à haste alongada com a haste alongada em umaposição estacionária para pelo menos um de: i) se deslocaradjacente à região da superfície e desse modo fazer com queo fluido pressurizado seja propelido na região dasuperfície; ii) se deslocar contra a região da superfíciepara desse modo repetidamente atingir com impacto asuperfície na região; iii) fazer com que outro elementorepetidamente atinja com impacto a superfície na região; eiv) fazer com que uma força seja aplicada a outro elementoque está contra a superfície na região para desse modoseparar a matéria aderida à superfície.
35. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que aetapa de manipular a haste alongada compreende segurar aregião proximal da haste alongada com pelo menos uma dasmãos de um usuário e manipular a haste alongada medianteação de exercer uma força através da pelo menos uma dasmãos na região proximal da haste alongada.
36. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que aetapa de manipular a haste alongada compreende segurar aregião proximal da haste alongada com pelo menos uma dasmãos de um usuário e manipular a haste alongada medianteação de exercer uma força através da pelo menos uma dasmãos na região proximal da haste alongada.
37. Método de tratar uma superfície, de acordocom a reivindicação 34, caracterizado pelo fato de que aetapa de manipular a haste alongada compreende segurar aregião proximal da haste alongada com pelo menos uma dasmãos de um usuário e manipular a haste alongada medianteação de exercer uma força através da pelo menos uma dasmãos na região proximal da haste alongada.
38. Método de tratar uma superfície confinando umespaço dentro de um porão de carga em uma embarcaçãoflutuante no qual um fornecimento a granel de materialflexível pode ser armazenado e transportado em uma extensãode água navegável, o método caracterizado por compreenderas etapas de:prover um equipamento compreendendo:i) uma haste alongada com uma extensão etendo uma região proximal e uma primeira região distaiespaçada da região proximal; eii) pelo menos um elemento flexível na hastealongada na primeira região distai e tendo uma passagem;manipular a haste alongada a partir da regiãoproximal para desse modo colocar seletivamente o pelo menosum elemento flexível ou: i) contra; ou ii) próximo a umaregião da superfície que deve ser tratada;guiar um fluido pressurizado através da passagem;efazer com que o pelo menos um elemento flexívelseja deslocado repetidamente em uma ação de açoitamento emrelação à haste alongada com a haste alongada em umaposição estacionária para pelo menos um de: i) se deslocaradjacente à região da superfície e desse modo fazer com queo fluido pressurizado seja propelido na região dasuperfície; ii) se deslocar contra a região da superfíciepara desse modo repetidamente atingir com impacto asuperfície na região; iii) fazer com que outro elementorepetidamente atinja com impacto a superfície na região; eiv) fazer com que uma força seja aplicada a outro elementoque está contra a superfície na região para desse modoseparar a matéria aderida à superfície,em que a etapa de manipular a haste alongadacompreende segurar a região proximal da haste alongada compelo menos uma das mãos de um usuário de modo que a pelomenos uma das mãos sustenta pelo menos uma parte de um pesodo equipamento e manipular a haste alongada mediante açãode exercer uma força com pelo menos uma das mãos sobre aregião proximal da haste alongada.
BRPI0615293-7A 2005-08-29 2006-07-12 método para tratar uma superfìcie confinando um espaço dentro de um porão de carga em uma embarcação flutuante BRPI0615293A2 (pt)

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