BRPI0615399B1 - Seringa - Google Patents

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BRPI0615399B1
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Frezza Pierre
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Laboratoire Aguettant
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Abstract

seringa e conjunto a presente invenção refere-se a urna seringa (1) compreendendo um corpo incluindo uma parede lateral cilindrica (3) tendo uma extremidade a montante aberta com um aro anular interno (9) e uma extremidade a jusante fechada por uma parede transversal suprida com um orifício, um eixo (10) equipado com um êmbolo (li) tendo pelo menos duas bordas seladoras anulares (12, 13, 14) entre as quais é definida pelo menos uma câmara anular (16, 17) . o eixo, que pode deslizar dentro do corpo, define uma câmara interna dentro do corpo projetada para ser pelo menos parcialmente cheia com um conteúdo (18) . passagens de distribuição (21) supridas dentro do corpo são configuradas para comunicar a dita câmara anular do êmbolo com a parte externa do corpo ou com a câmara interna do corpo, quando o êmbolo está se encostando ao aro anular.

Description

(54) Título: SERINGA (51) Int.CI.: A61M 5/178; A61M 5/28; A61L 2/07; A61L 2/20 (30) Prioridade Unionista: 02/09/2005 FR 0509011 (73) Titular(es): LABORATOIRE AGUETTANT (72) Inventor(es): PIERRE FREZZA
1/11
SERINGA
A presente invenção refere-se a uma seringa, e em particular uma seringa projetada para ser preenchida e depois esterilizada por autoclave a vapor, assim como a um conjunto compreendendo uma embalagem e tal seringa incluída nesta embalagem.
Uma seringa “preenchida” é um produto pronto para usar não reutilizável. Este tipo de seringa é cheio com o líquido desejado e esterilizado industrialmente pelo laboratório farmacêutico. A esterilidade do conjunto recipiente/conteúdos é alcançada pelo enchimento sob condições assépticas das seringas cujos componentes foram pré-esterilizados, ou pela esterilização a vapor do conjunto recipiente/conteúdos no final. A presente invenção é relacionada com o ultimo método de esterilização somente.
Uma seringa preenchida da técnica anterior é mostrada em corte transversal longitudinal na figura 1.
A seringa 100 compreende um corpo cilíndrico 101 cuja extremidade a jusante é fechada por uma parede 102 contendo um acesso do tipo “Luer” ou “Luer Lock” 103 que por sua vez é selado por uma tampa removível 104. A extremidade a montante do corpo 101 é aberta para permitir a inserção forçada da haste 105, formando um êmbolo, ajustado com um pistão 106 formando um selo, o último geralmente compreendendo três bordas seladoras 107 definindo duas câmaras anulares seladas 108,109.
O conjunto haste 105/pistão 106 pode se infiltrar deslizando apertadamente dentro do corpo 101 quando empurrado por um enfermeiro, por exemplo, fazendo o líquido 110 contido dentro do corpo 101 sair em direção ao paciente por meio do acesso 103.
Por último, a extremidade a montante do corpo 101 compreende um friso anular 111 projetado para atuar como uma parada final para o conjunto haste 105/pistão 106 e evitar que ele escape do corpo 101.
O processo industrial de enchimento e esterilização da
Petição 870170066501, de 06/09/2017, pág. 12/16 δ
2/11 seringa 100 é como se segue: após colocar a tampa 104, encher, inserir o pistão 106 e inserir e aparafusar a haste 105 no pistão 106, a seringa 100 é encerrada em uma embalagem (pacote ampola) compreendendo uma parte plástica termoformada fechada por um selo de papel destacável. Este papel possui a propriedade de ser permeável ao vapor de água, mas amplamente intransitável a microorganismos.
Para a esterilização a vapor fazer face aos requerimentos reguladores (esterilidade garantida mesmo no caso de contaminação inicial pesada), ela deve ser efetuada a uma temperatura de pelo menos 121°C por pelo menos 15 minutos no chamado calor úmido, o que significa que todas as partes necessitando de esterilização devem estar em contato com o vapor, quer o vapor chegue da câmara de autoclave após passar através do selo de papel da embalagem, quer ele seja dos conteúdos vaporizados da seringa.
Entretanto, as câmaras anulares 108, 109 formadas entre as bordas 107 do pistão 106 são lacradas e não são, portanto, acessíveis ao vapor. A esterilização será consequentemente pelo calor seco. Como resultado, para esterilizar estas câmaras anulares, o período de esterilização deve ser mais longo do que no de calor úmido (aproximadamente 60 minutos em vez de 15 minutos). Este ciclo de esterilização prolongado causa três problemas principais:
- o custo de produção é muito mais alto;
- existe aumento de falha do material do corpo da seringa, aumentando o risco de distribuição de produtos com falhas (aditivos plásticos ou componentes do vidro tal como alumínio) no líquido 110;
- é impossível esterilizar certos princípios ativos a
121 °C por 60 minutos porque eles sofreriam falhas inaceitáveis.
É um objetivo da presente invenção superar os problemas acima por meios simples sem aumentar demasiadamente o custo da seringa.
Para este fim, e de acordo com um primeiro aspecto, a
3/11 invenção se refere a uma seringa compreendendo:
- um corpo compreendendo uma parede lateral geralmente cilíndrica tendo uma extremidade a montante aberta nas proximidades da qual um friso anular interno é formado, e uma extremidade a jusante fechada por uma parede transversal contendo um orifício;
- uma haste com um pistão em uma extremidade formando um selo e possuindo pelo menos duas bordas seladoras anulares entre as quais pelo menos uma câmara anular é definida, a dita haste sendo projetada para ser inserida dentro e deslizar ao longo do interior do corpo.
Uma câmara interna projetada para ser pelo menos parcialmente enchida com conteúdos é então definida entre o pistão e a parede transversal do corpo.
De acordo com uma definição geral da invenção, a seringa também compreende meios de comunicação formados no corpo da seringa e projetados para colocar a dita câmara ou câmaras do pistão em comunicação com o exterior do corpo ou com a câmara interna do corpo, quando o pistão está dentro do corpo e em contato com o friso anular.
Na prática, na posição de armazenagem (em outras palavras quando a seringa está preenchida e está na temperatura de armazenagem), os meios de comunicação estão situados a montante do pistão e não existe risco para a integridade dos conteúdos da câmara interna do corpo da seringa.
Durante a esterilização, o pistão está em contato com o friso por causa da pressão dentro do corpo devido aos conteúdos da seringa entrando na fase de vapor. Os meios de comunicação permitem que o vapor tenha acesso as câmaras anulares do pistão, entrando da parte externa do corpo (isto é, da câmara da autoclave na qual a esterilização está sendo realizada) ou da parte interna do próprio corpo, em outras palavras dos conteúdos que entraram na fase de vapor. É claro que, uma câmara não pode estar em comunicação ao mesmo tempo com a parte externa do corpo e com a câmara interna se a /(0
4/11 integridade da câmara interna não vai ser colocada em risco.
A invenção, portanto, possibilita a esterilização pelo calor úmido entre as bordas do pistão da seringa, e como resultado reduz enormemente a quantidade de calor necessária para a esterilização.
Vantajosamente, os meios de comunicação também são projetados para colocar pelo menos uma região da face externa de pelo menos uma borda seladora em comunicação com a parte externa do corpo ou com a câmara interna do corpo, quando o pistão está em contato com o friso anular, enquanto pelo menos uma outra borda seladora continua, quando o pistão está nesta posição, a lacrar a câmara interna do corpo.
A expressão integridade da câmara interna aqui significa que nenhum produto entrou na dita câmara interna e nenhum dos conteúdos vazou do corpo da seringa (os conteúdos podem, entretanto, alcançar as câmaras anulares do pistão).
Do começo ao fim da descrição, os termos a montante e a jusante serão usados em referência à direção do fluxo dos conteúdos em seu caminho para fora da seringa, quando a seringa está em uso.
Em uma primeira modalidade, os meios de comunicação compreendem pelo menos um entalhe formado aproximadamente axialmente na parede lateral do corpo cilíndrico, em sua face interna, calha que conduz para fora do corpo na extremidade a montante do corpo e se estende até uma extremidade situada a jusante, quando o pistão está em contato com o friso anular interno, a montante da borda seladora a jusante e a jusante daquela borda seladora que está situada imediatamente a montante da borda seladora a jusante, a profundidade radial do entalhe sendo grande o suficiente para quebrar localmente o selo entre a face externa pelo menos da borda seladora a montante e a face interna da parede lateral do corpo.
Em uma segunda modalidade, os meios de comunicação compreendem pelo menos um orifício formado na parede lateral do corpo e projetado para colocar a câmara anular ou câmaras do pistão em comunicação com o exterior do corpo quando o
5/11 pistão está em contato com o friso anular, a margem a jusante do dito orifício sendo situada, quando o pistão está em contato com o friso anular interno, a montante da borda seladora a jusante e a jusante daquela borda seladora que está situada imediatamente a montante da borda seladora a jusante.
Em uma terceira modalidade, os meios de comunicação compreendem pelo menos uma ranhura formada na parede lateral do corpo cilíndrico, em sua face interna, a dita ranhura se estendendo entre:
- uma extremidade situada a montante, quando o pistão está em contato com o friso anular interno, a jusante da borda seladora a montante e a montante daquela borda seladora que está situada imediatamente a jusante da borda seladora a montante;
- e uma extremidade situada a jusante, quando o pistão está em contato com o friso anular interno, a jusante da borda seladora a jusante;
O comprimento axial da ranhura sendo menor do que o 20 comprimento axial total do pistão, e a profundidade radial da ranhura sendo grande o suficiente para quebrar localmente o selo entre a face externa pelo menos da borda seladora a jusante e a face interna da parede lateral do corpo.
A ranhura pode, por exemplo, ser anular, do mesmo eixo 25 que a parede lateral cilíndrica do corpo.
Em uma modalidade possível, o pistão possui três bordas seladoras anulares definindo duas câmaras anulares separadas, os meios de comunicação sendo projetados para colocar cada câmara anular em comunicação com o exterior do corpo ou com a câmara interna do corpo quando o pistão está dentro do corpo e em contato com o friso anular.
Por último, de acordo com um segundo aspecto, a invenção se refere a um conjunto compreendendo por um lado uma embalagem essencialmente a prova de bactérias, da qual pelo menos uma parte é permeável ao vapor de água, e por outro lado uma seringa como foi descrita acima, a dita seringa /72
6/11 sendo encerrada na dita embalagem e sua câmara interna pelo menos parcialmente cheia com conteúdos.
Agora segue uma descrição de um número de modalidades possíveis da invenção, como exemplos não restritivos, em relação às figuras associadas:
A figura 1 é uma seção longitudinal através de uma seringa da técnica anterior;
As figuras 2 e 3 são vistas parciais em seção longitudinal de uma seringa preenchida em uma primeira modalidade da invenção, durante a armazenagem e durante a esterilização, respectivamente;
As figuras 4 e 5 são vistas similares às figuras 2 e 3 , mostrando uma segunda modalidade; e
As figuras 6 e 7 são vistas similares às figuras 2 e 3, mostrando uma terceira modalidade, na qual o corpo da seringa é mostrado na sua totalidade.
Uma seringa 1 compreende em primeiro lugar um corpo 2 compreendendo uma parede lateral geralmente cilíndrica 3 de eixo 4. a parede lateral 3 tem uma extremidade a montante que é aberta e uma extremidade a jusante que é fechada por uma parede transversal 5 contendo um orifício 6 e prolongada por um bocal cônico do tipo Luer ou Luer-lock.
Em sua extremidade a montante, o corpo tem ambos um colar 8 para um enfermeiro pressioná-lo contra com os dedos, e um friso anular interno 9.
A seringa 1 também compreende uma haste 10 formando um êmbolo, na extremidade a jusante da qual está um pistão 11. O pistão 11 possui três bordas seladoras anulares, a saber, uma borda a montante 12, uma borda intermediária 13 e uma borda a jusante 14, pro j etadas para estar em contato com a face interna 15 da parede lateral 3 do corpo 2. Uma câmara anular é definida entre cada duas bordas sucessivas. Na modalidade ilustrada, o pistão 11, portanto, tem duas câmaras anulares 16,17.
A seringa 1 (corpo e haste) aqui é feita de plástico, mas poderia ser de vidro.
7/11 /3 llr
A haste 10 é projetada para ser inserida dentro do corpo 2 e deslizar ao longo do interior apertadamente quando empurrada por um usuário. O pistão 11 e o interior do corpo 2 são geralmente revestidos com silicone para que o pistão deslize facilmente.
Deste modo, uma câmara interna é definida dentro do corpo 2, entre a parede transversal 5 e o pistão 11. A câmara interna é cheia com conteúdos 18 que podem ser uma solução medicinal, um solvente, etc. Existe também geralmente uma bolha de gás 19 (ar ou nitrogênio, por exemplo, dependendo do caso) deixada dentro desta câmara interna.
Por último, a seringa 1 compreende uma tampa removível 20 para fechar o orifício 6 formado na parede transversal 5 do corpo 2.
A seringa 1, pré-cheia e equipada com a haste 10 e tampa 20 é colocada em uma embalagem do tipo descrito anteriormente. O conjunto é então colocado em uma autoclave para esterilização a vapor da seringa 1.
De acordo com a invenção, meios de comunicação são formados no corpo 2 da seringa 1 para permitir que o vapor esterilize as câmaras anulares 16, 17 do pistão 11.
Em uma primeira modalidade, mostrada nas figuras 2 e 3, os meios de comunicação consistem em pelo menos um entalhe 21 formado essencialmente axialmente na parede lateral 3 do corpo 2, da face interna 15. O entalhe 21 preferivelmente conduz para fora do corpo 2 na extremidade a montante do corpo, interrompendo o friso 9, localmente. Em uma variação, o entalhe ou calhas 21 não precisa conduzir o corpo, mas poderiam ter uma extremidade a montante situada próximo à face a jusante 22 do friso 9.
entalhe 21, ou cada entalhe 21 tem as seguintes características:
- a distância axial d entre a face a jusante 22 do friso e a extremidade a jusante do entalhe 21 é tal que:
d>hi2 + hie + hi3 e d<H - hi4 onde:
8/11
- H é o comprimento axial total do pistão 11,
- hi2z hi3 e hi4 são os comprimentos axiais das bordas seladoras a montante 12, intermediária 13 e a jusante 14, respectivamente, do pistão 11,
- hig é o comprimento axial da câmara anular a montante 16 do pistão 11;
- a profundidade radial p do entalhe 21 é grande o suficiente para quebrar localmente o selo entre a face externa das bordas seladoras a montante 12 e intermediária 13 eJa face interna 15 da parede lateral 3 do corpo 2.
A figura 2 mostra a seringa 1 na posição de armazenagem {seringa 1 em temperatura ambiente, por exemplo nesta embalagem). A capacidade do corpo 2 é adaptada para acomodar o volume desejado dos conteúdos 18 de modo que, nesta posição, o pistão 11 esteja situado a jusante do entalhe 21. Deste modo os conteúdos 18 (na fase liquida) da seringa 1 são isolados pelas três bordas 12, 13, 14 do pistão 11. As câmaras 16 e 17 são lacradas e o entalhe 21 não tem nenhuma função.
No começo do ciclo da esterilização, a seringa 1 em sua embalagem é colocada na câmara de autoclave, em temperatura ambiente, e a pressão de autoclave é estabelecida. Os conteúdos 18 da seringa estão na fase líquida, então não há pressão no pistão 11 para empurrá-lo para fora do corpo 2 da seringa 1. De qualquer modo, a pressão na câmara de autoclave atua na haste 10 e tende a empurrar o pistão 11 para dentro do corpo 2 da seringa 1. o pistão 11 está, portanto, sempre em uma posição de modo a isolar os conteúdos 18.
A temperatura na câmara de autoclave aumenta gradualmente até 121°C, com uma pressão absoluta de aproximadamente 2 bar. Os conteúdos 18 da seringa 1 agora se vaporizam, gerando deste modo pressão dentro do corpo 2. Esta pressão é proporcional à temperatura do vapor, e também varia como uma função da quantidade de gás (a bolha 19) no corpo 2 da seringa 1.
Quando a pressão no corpo 2 da seringa 1 está gerando
9/11 uma força maior do que aquela exercida pela pressão de autoclave na haste 10, adicionada a força necessária para fazer o pistão 11 deslizar, o pistão retrocede até entrar em contato com o friso 9 (figura 3) . O vapor 23 presente na câmara de autoclave entrará agora no entalhe 21. Dadas as relações dimensionais mencionadas acima, o vapor 23 também passa para dentro das câmaras anulares 16, 17, deste modo esterilizando estas câmaras com o chamado calor úmido. Nesta posição, os conteúdos 18 da seringa 1 são lacrados pela borda a montante 14 do pistão 11, porque o entalhe 21 tem comprimento suficiente para possibilitar que as duas câmaras 16, 17 se comuniquem com a parte externa do corpo 2, e seja suficientemente curta para que não haja risco de contaminação da câmara interna.
Claramente, as dimensões do corpo 2 da seringa 1 e o volume dos conteúdos 18 são escolhidos de modo que, durante a esterilização, o pistão 11 faça contato firme com o friso 9, e seja , portanto, posicionado corretamente em relação o entalhe 21. Além do mais, a não compressibilidade próxima do pistão 11 assegura que os conteúdos 18 permaneçam lacrados porque a borda a montante 14 fica a uma distância do entalhe 21.
No final do ciclo de esterilização (na fase de resfriamento), a pressão no corpo 2 da seringa 1 cairá gradualmente e os conteúdos 18 da seringa 1 retornarão ao estado líquido. Quando a pressão na câmara de autoclave gera uma força maior do que aquela gerada pelos conteúdos da seringa 1 adicionada a aquela necessária para fazer o pistão 11 deslizar, o último se moverá de volta ao longo do corpo 2 da seringa 1 para a sua posição inicial (figura 2).
Em uma segunda modalidade, mostrada nas figuras 4 e 5, os meios de comunicação consistem em pelo menos um orifício formado na parede lateral 3 do corpo 2. O orifício 24, que é preferencialmente circular e radial, tem uma margem a montante 25 e uma margem a jusante 26: elas estão situadas em distâncias d25 e d2e, respectivamente, da face a jusante 22 do
10/11 friso 9, de modo que:
Mais un d25 > hi2 e d25 < hi2 + hi6 d2g > hx2 + hig + hi3 e d2e < H — hi4.
ia vez as dimensões do corpo 2 são adaptadas ao
volume dos conteúdos 18 de modo que, na posição de
armazenagem (figura 4), o pistão 11 está a uma distância do
orifício 24, de modo que o selo da câmara interna não é afetado pelo orifício 24. Entretanto, o orifício 24 é projetado para colocar as duas câmaras anulares 16, 17 em comunicação com a parte externa do corpo 2, para permitir que o vapor 23 entre durante a esterilização (figura 5), quando o pistão 11 está em contato com o friso 9.
Finalmente, em uma terceira modalidade, os meios de comunicação são uma ranhura anular 27 formada na parede lateral 3 do corpo 2 da face interna 15. Esta ranhura 27 tem uma extremidade a montante 28 e uma extremidade a jusante 29, e tem as seguintes características:
- a distância axial d28 entre a face a jusante 22 do friso 9 e a extremidade a montante 28 da ranhura 27 é tal que:
d2s > hi2 e d28 < hi2 + hX6;
- a distância axial d2g entre a face a jusante 22 do friso 9 e a extremidade a jusante 29 da ranhura 27 é tal que: d29 > H;
a profundidade radial p' da ranhura 27 é suficientemente grande para quebrar localmente o selo entre a face externa das bordas seladoras intermediária 13 e a jusante 14 e da face interna 15 da parede lateral 3 do corpo 2; e
- o comprimento axial da ranhura (d29 - d28) é menor do que o comprimento axial total H do pistão 11.
Esta última característica assegura que a câmara interna seja lacrada da parte externa do corpo 2 da seringa 1 qualquer que seja a posição do pistão 11 no corpo 2, entre a posição de armazenagem e a posição de contato com o friso 9.
Em uma variação a ranhura 27 pode ocupar somente uma
11/11 fração do perímetro do corpo 2.
Como nas modalidades descritas acima, o corpo 2 é projetado baseado no volume dos conteúdos 18 de modo que o pistão 11 esteja situado a uma distância da ranhura 27 quando na posição de armazenagem (figura 6): a integridade da câmara interna não é , portanto, afetada pela ranhura 27.
Durante a esterilização (figura 7), o pistão 11 é empurrado contra o friso 9, e a ranhura 27 portanto coloca o interior do corpo 2 em comunicação com as câmaras anulares 16, 17. Nesta modalidade, o vapor com o qual as câmaras anulares 16, 17 do pistão 11 são esterilizadas é formado pelos conteúdos 18, na fase de gás, do corpo 2 da seringa 1, em vez de pelo vapor da câmara de autoclave. Uma das vantagens desta modalidade é que ela possibilita que a borda a jusante 14 do pistão 11 seja esterilizada.
Deste modo, pela adição de meios de comunicação de vapor situado a montante do pistão quando a seringa está na posição de armazenagem e envolvendo as câmaras anulares do pistão durante a esterilização, a invenção possibilita que o vapor entre as bordas do pistão enquanto mantém o isolamento dos conteúdos da seringa do vapor presente na câmara de autoclave.
Não é necessário mencionar que a invenção não está limitada às modalidades descritas acima como exemplos, mas pelo contrário ela abrange todas as variações. Em particular, os meios de comunicação poderíam tomar a forma de uma combinação adequada das três modalidades individuais que foram descritas.
1/2

Claims (5)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Seringa (1), compreendendo:
    - um corpo (2) compreendendo uma parede lateral geralmente cilíndrica (3) tendo uma extremidade a montante
    5 aberta nas proximidades da qual um friso anular interno (9) é formado, e uma extremidade a jusante fechada por uma parede transversal (5) contendo um orifício (6);
    - uma haste (10) formando um êmbolo, com um pistão (11) em uma extremidade formando um selo possuindo pelo menos duas
    10 bordas seladoras anulares (12, 13, 14) entre as quais pelo menos uma câmara anular (16, 17) é definida, a dita haste (10) sendo inserida dentro e sendo deslizável ao longo da parte interna do corpo (2);
    - uma câmara interna sendo definida entre o pistão (11)
    15 e a parede transversal (5) do corpo (2), a câmara interna sendo projetada para ser pelo menos parcialmente cheia com conteúdos (18);
    a seringa (1) caracterizada pelo fato de que também compreende meios de comunicação (21, 24, 27) formados no
    20 corpo (2) da seringa (1) e conecta fluidamente pelo menos uma câmara anular (16, 17) do pistão (11) com a parte externa do corpo (2) ou com a câmara interna do corpo (2), quando o pistão (11) está em contato com o friso anular (9).
  2. 2. Seringa, de acordo com a reivindicação 1,
    25 caracterizada pelo fato de que os meios de comunicação compreendem pelo menos um entalhe (21), formado essencialmente axialmente na parede lateral cilíndrica (
  3. 3) do corpo (2), em sua face interna (15), em que pelo menos um entalhe (21) leva para fora do corpo (2) na extremidade a
    30 montante do corpo (2) e se estende até uma extremidade situada a jusante, quando o pistão (11) está em contato com o friso anular interno (9), a montante da borda seladora a
    jusante (14) e a jusante daquela borda seladora (13) que está situada imediatamente a montante da borda seladora a jusante 35 (14). 3. Seringa, de acordo com a reivindicação 1,
    Petição 870170066501, de 06/09/2017, pág. 13/16
    2/2 caracterizada pelo fato de que os meios de comunicação compreendem pelo menos um orifício (24) formado na parede lateral (3) do corpo (2), a margem a jusante (26) do dito orifício (24) estando situada, quando o pistão (11) está em
    5 contato com o friso anular interno (9), a montante da borda seladora a jusante (14) e a jusante daquela borda seladora (13), que está situada imediatamente a montante da borda seladora a jusante (14).
  4. 4. Seringa, de acordo com a reivindicação 1,
    10 caracterizada pelo fato de que os meios de comunicação compreendem pelo menos uma ranhura (27) formada na parede lateral cilíndrica (3) do corpo (2), em sua face interna (15), pelo menos uma ranhura (27) se estendendo entre:
    - uma extremidade situada a montante, quando o pistão
    15 (11) está em contato com o friso anular interno (9), a jusante da borda seladora a montante (12) e a montante daquela borda seladora (13) que está situada imediatamente a jusante da borda seladora a montante (12);
    - e uma extremidade situada a jusante, quando o pistão
    20 (11) está em contato com o friso anular interno (9), a jusante da borda seladora a jusante (13);
    o comprimento axial de pelo menos uma ranhura (27) sendo menor do que o comprimento axial total do pistão (11).
  5. 5. Seringa, de acordo com a reivindicação 4, 25 caracterizada pelo fato de que pelo menos uma ranhura (27) é anular e tem o mesmo eixo (4) que a parede lateral cilíndrica (3) do corpo (2).
    Petição 870170066501, de 06/09/2017, pág. 14/16
    2/
    1/3 >*
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