"APARELHOS PARA BARBEAMENTO OU DEPILAÇÃO
CAMPO TÉCNICO
Esta invenção refere-se a aparelhos parabarbeamento ou depilação e, mais especificamente, aaparelhos para barbeamento ou depilação a úmido que incluemuma funcionalidade alimentada por bateria.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Em muitos dispositivos pequenos alimentados porbaterias, estas podem ser trocadas pelo usuário, e sãoinseridas e removidas de um compartimento para bateriaatravés de uma abertura dotada de tampa.
Sob certas condições, pode ocorrer o acúmulo dehidrogênio na parte interna de eletrodomésticos alimentadospor bateria. 0 hidrogênio pode ser liberado pela bateria, oupode ser criado por eletrólise fora da bateria. A misturadeste hidrogênio com oxigênio do ambiente pode formar um gásexplosivo, que poderia potencialmente incendiar-se por umafaísca do motor ou da chave do dispositivo.
Esse problema foi abordado de diversas maneiras. Emeletrodomésticos e em dispositivos que não precisam ser àprova d'água, a carcaça dos ditos dispositivos freqüentementeconterá uma abertura através da qual os gases podem serventilados. Em alguns eletrodomésticos à prova d1água, aabertura pode ser coberta por uma membrana microporosa. Amembrana é permeável a gases, porém impermeável a água.SUMÁRIO
A presente invenção apresenta um esquema simples eeficiente para a ventilação do cabo de um aparelho parabarbeamento ou depilação com funcionalidade alimentada porbateria.
Em um aspecto, a invenção apresenta um cabo deaparelho para barbeamento ou depilação incluindo a carcaçaconstruída para conter uma bateria, uma abertura na ditacarcaça, uma membrana microporosa cobrindo a dita abertura evedada contra uma superfície da carcaça em redor da abertura,uma tampa disposta sobre a membrana e a abertura, e um espaçodisposto entre a tampa e a superfície da carcaça, estando odito espaço configurado de modo a permitir a saída de gáspela abertura, para escapar de sob a tampa.
Em outro aspecto, a invenção apresenta um cabo doaparelho para barbeamento ou depilação incluindo umacarcaça construída para conter uma bateria, estando a ditacarcaça configurada para ser empunhada por um usuáriodurante o barbeamento ou a depilação e para receber umacabeça de aparelho para barbeamento ou depilação, umaabertura na carcaça, e uma membrana microporosa cobrindo adita abertura e vedada contra uma superfície da carcaça emredor da abertura.
Algumas implementações podem incluir um ou mais dosrecursos apresentados a seguir. Em modalidades que incluemuma tampa, um espaço pode estar disposto entre a dita tampa ea carcaça, de diversas maneiras. Por exemplo, ou a tampa ou acarcaça pode incluir uma pluralidade de nervuras em suasuperfície interna, sendo que nervuras adjacentes definem umcanal de ventilação entre as mesmas. Alternativamente, ou atampa ou a carcaça pode incluir um sulco rebaixado definindoum canal de ventilação. 0 espaço pode incluir um único canalde ventilação, ou uma pluralidade de canais de ventilação,por exemplo pelo menos um canal de ventilação disposto emcada um dos dois lados da abertura.
A membrana microporosa pode compreenderpolitetrafluoroetileno. A membrana pode ter uma porosidadede pelo menos cerca de 12 L/h/cm2 a uma sobrepressão de10 kPa (100 mbar) . A membrana pode ter uma estanquidade àágua de pelo menos 70 kPa.
A carcaça pode conter componentes configurados demodo a conceder ao aparelho para barbeamento ou depilaçãouma funcionalidade alimentada por bateria. A carcaça podeincluir uma porção construída para receber um cartucho parabarbeamento ou depilação, a qual se estende a partir dacarcaça. A carcaça pode ainda incluir uma porção de pega euma tampa removível da bateria. A abertura pode estardisposta na porção de pega e/ou na tampa da bateria. Aporção de pega e a tampa da bateria, quando engatadas uma àoutra, de preferência formam uma unidade à prova d1 água quecontém todos os componentes do aparelho para barbeamento oudepilação que proporcionam a funcionalidade alimentada porbateria do mesmo.
Os detalhes das uma ou mais modalidades dainvenção são demonstrados nos desenhos em anexo e nadescrição abaixo. Outros recursos, objetivos e vantagens dainvenção ficarão evidentes a partir da descrição e dosdesenhos, bem como a partir das reivindicações.
DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma vista superior de um cabo paraaparelho para barbeamento ou depilação de acordo com umamodalidade.
As Figuras IA e IB são vistas em seçãotransversal do cabo para aparelho para barbeamento oudepilação da Figura 1.
A Figura 2 ê uma vista inferior do cabo paraaparelho para barbeamento ou depilação da Figura 1.
A Figura 3 é uma vista parcialmente explodida docabo para aparelho para barbeamento ou depilação da Figura 1;
A Figura 4 é uma vista em perspectiva do tubo decabeça do aparelho, explodida em relação ao tubo de pega doaparelho para barbeamento ou depilação.
A Figura 5 é uma vista lateral do tubo de pega.
A Figura 6 é uma vista explodida do tubo de pega,mostrando os componentes ali contidos.
As Figuras de 7 a 7C são vistas explodidasilustrando a montagem dos componentes contidos no tubo depega.
A Figura 8 é uma vista em perspectiva do tubo depega, com a janela do LED explodida em relação ao tubo ecom o botão atuador omitido. A Figura 8A é uma vista emperspectiva do tubo de pega, com a janela do LED soldada nolugar e com o botão atuador explodido em relação ao tubo.As Figuras de 8B a 8D são vistas ampliadas, em perspectiva,de uma porção do tubo de pega, mostrando etapas da montagemdo botão atuador no tubo.
A Figura 9 é uma vista em perspectiva de um conjunto de baioneta usado no aparelho para barbeamento oudepilação da Figura 1. A Figura 9A é uma vista em detalheampliada da área A da Figura 9. A Figura 9B é uma vista emdetalhe ampliada do conjunto de baioneta, com oscomponentes macho e fêmea engatados, e a baioneta e asmolas da bateria comprimidas.
A Figura 10 é uma vista lateral do conjunto debaioneta mostrado na Figura 9, rotacionado em 90 graus emrelação à posição do conjunto na Figura 9.
A Figura 11 é uma vista explodida da porçãoinferior do conjunto de baioneta e do compartimento dabateria que contém a porção inferior.
A Figura 12 é uma vista em seção transversal docompartimento da bateria.
A Figura 13 é uma vista explodida dos componentesde ventilação do compartimento da bateria.
Símbolos de referência similares nos diversosdesenhos indicam elementos similares.
A Figura 14A mostra um aparelho para barbeamentoou depilação com uma chave para controle de velocidade.
A Figura 14B mostra um aparelho para barbeamentoou depilação com uma chave para controle de velocidade e umamemória para o armazenamento das velocidades preferenciais.A Figura 14C mostra um aparelho para barbeamentoou depilação com uma fonte de alimentação indireta.
A Figura 14D mostra um conversor de tensão para afonte de alimentação indireta da Figura 14C.
A Figura 14E mostra a saída dos sinais pela lógicade controle e o oscilador, bem como seu efeito sobre atensão do capacitor.
A Figura 14D mostra um outro conversor de tensãopara a fonte de alimentação indireta da Figura 14C.
A Figura 14G mostra um circuito para fornecimentode energia a uma carga.
A Figura 15A mostra um indicador de vida útil dalâmina que conta o número de vezes que um motor foi acionadodesde a substituição da lâmina.
A Figura 15B mostra um indicador de vida útil dalâmina que acumula o tempo de operação do motor desde asubstituição da lâmina.
A Figura 15C mostra um indicador de vida útil dalâmina que conta o número de raspagens desde a troca dalâmina.
A Figura 15D mostra um indicador de vida útil dalâmina que acumula o tempo de raspagens desde asubstituição da lâmina.
A Figura 16A mostra uma trava mecânica.
A Figura 16B mostra um circuito de travamento emque um sinal de travamento desarma o aparelho parabarbeamento ou depilação.A Figura 17A mostra um circuito para medição deforça que detecta variações na corrente consumida pelo motor.
A Figura 17B mostra um circuito para medição deforça que detecta variações na velocidade do motor.
DESCRIÇÃO DETALHADAESTRUTURA GERAL DO APARELHO PARA BARBEAMENTO OU DEPILAÇÃO
Com referência à Figura 1, um cabo do aparelhopara barbeamento ou depilação 10 inclui uma cabeça doaparelho para barbeamento ou depilação 12, um tubo de pega14 e um compartimento da bateria 16. A cabeça do aparelhopara barbeamento ou depilação 12 inclui uma estrutura deconexão para a montagem de um cartucho substituível parabarbeamento ou depilação (não mostrado) no cabo 10, conformeé bem conhecido na técnica de aparelhos para barbeamento oudepilação. 0 tubo de pega 14 é construído para ser empunhadopor um usuário durante o barbeamento ou a depilação, e paraconter os componentes do aparelho para barbeamento oudepilação que proporcionam o recurso de funcionamento porbateria, por exemplo, uma placa de circuito impresso e ummotor configurados para causar vibração. 0 tubo de pega éuma unidade vedada à qual a cabeça 12 está conectada de modofixo, permitindo a fabricação modular e oferecendo outrasvantagens que serão discutidas abaixo. Com referência àFigura 3, o compartimento da bateria 16 está conectado demodo removível ao tubo de pega 14, de modo que o usuáriopossa remover o compartimento da bateria para trocar a bateria 18. A interface entre o compartimento da bateria e otubo de pega é vedada, por exemplo, por meio de um anel devedação 20, proporcionando um conjunto à prova d'água paraproteger a bateria e os componentes eletrônicos no interiordo aparelho para barbeamento ou depilação. 0 anel de vedação20 é geralmente montado no sulco 21 (Figura 5) no tubo depega 14, por exemplo mediante um encaixe por interferência.
Novamente com referência à Figura. 1, o tubo de pega 14inclui um botão atuador 22 que pode ser pressionado pelousuário para acionar o recurso de funcionamento por bateriado aparelho para barbeamento ou depilação por meio de umachave eletrônica 2 9 (Figura 7A). 0 tubo de pega 14 inclui,também, uma janela transparente 24 para permitir que ousuário veja uma luz 31, uma tela ou outro indicador visual(Figura 7A), por exemplo um LED ou LCD, o qual forneça aousuário uma indicação visual sobre o estado da bateria e/ououtras informações. A luz 31 passa através de uma abertura45 (Figura 8) feita no tubo de pega 14 sob a janelatransparente. Esses e outros recursos do cabo do aparelhopara barbeamento ou depilação serão descritos com maisdetalhes, abaixo.
ESTRUTURA MODULAR DO TUBO DE EMPUNHADURA
Conforme discutido acima, o tubo de pega 14(mostrado com detalhes nas Figuras 4 e 5) é um conjuntomodular, ao qual a cabeça do aparelho para barbeamento oudepilação 12 está conectada de modo fixo. A modularidade dotubo de pega permite, vantajosamente, que um único tipo detubo de pega seja fabricado para uso com vários estilosdiferentes de cabeça do aparelho para barbeamento oudepilação. Isso, por sua vez, simplifica a fabricação de"famílias" de produtos com diferentes cabeças, mas com omesmo recurso de funcionamento por bateria. 0 tubo de pegaé à prova d'água, exceto pela abertura 25 na extremidade àqual o compartimento da bateria é encaixado e é, depreferência, uma peça única e unitária. Portanto, a únicavedação que é necessária para assegurar a estanquidadecontra a água do cabo do aparelho para barbeamento oudepilação 10 é a vedação entre o tubo de pega 14 e ocompartimento da bateria, proporcionada por um anel devedação 2 0 (Figura 3) . Essa configuração de vedação únicaminimiza o risco de que se infiltre água ou umidade no cabodo aparelho para barbeamento ou depilação, danificando oscomponentes eletrônicos.
Conforme mostrado na Figura 6, o tubo de pega 14 contém um subconjunto 26 (também mostrado na Figura 7C) queinclui um motor de vibração 28, uma placa de circuitoimpresso 30, uma chave eletrônica 29 e a luz 31 montados naplaca de circuito impresso, e o contato positivo 32 parafornecer energia da bateria aos componentes eletrônicos.Esses componentes são montados no interior de um suporte 34que inclui, também, hastes de presilha 36 da bateria e umaporção macho da baioneta 38, cujas funções serão discutidasnas seções Presilha da bateria e Conexão do compartimento dabateria, abaixo. A montagem de todos os componenteseletrônicos funcionais do aparelho para barbeamento oudepilação no suporte 34 permite que o recurso defuncionamento por bateria seja pré-testado, de modo que asfalhas possam ser detectadas cedo, minimizando o dispendiosodescarte de aparelhos para barbeamento ou depilaçãocompletos. 0 subconjunto 26 inclui, também, uma luva deisolamento 40 e fita adesiva 42, cuja função será discutidana seção Presilha da bateria, abaixo.
0 subconjunto 2 6 é montado conforme mostrado nasFiguras 7 a 7C. Primeiro, o contato positivo 32 é montadoem um suporte de PCI 44, o qual é, então, montado nosuporte 34 (Figura 7) . Em seguida, a placa de circuitoimpresso 3 0 é colocada no suporte de PCI 44 (Figura 7A) , eo motor de vibração 2 8 é montado no suporte 34 (Figura 7B),com os fios para contato 46 sendo soldados sobre a placa decircuito impresso para completar o subconjunto 26 (Figura7C). 0 subconjunto pode, então, ser testado antes damontagem no tubo de pega.
O subconjunto 2 6 é montado no tubo de pega 14 demodo a ficar permanentemente retido em seu interior. Porexemplo, o subconjunto 2 6 pode incluir protuberâncias oubraços que se engatam em reentrâncias correspondentes naparede interna do tubo de pega, em um encaixe porinterferência.
O tubo de pega 14 inclui, também, um botão atuador22. O botão atuador rígido é montado em um elemento derecepção 48 (Figura 8) que inclui a janela 24 discutidaacima. 0 elemento de recepção 4 8 inclui uma barra fixa emcantilever 50 que oferece suporte a um elemento atuador 52 .0 elemento atuador 52 transmite a força que é aplicada nobotão 22 a uma membrana resiliente subjacente 54 (Figura 8).A membrana 54 pode ser, por exemplo, um materialelastomérico que é moldado sobre o tubo de pega, para formarnão só a membrana como também a porção de pega elastomérica.A barra fixa em cantilever, agindo em conjunto com amembrana, proporciona uma força de restauração para retornaro botão 22 à suai posição normal, após o mesmo ter sidopressionado por um usuário. Quando o botão é pressionado, oelemento atuador 52 entra em contato com a chave eletrônicasubjacente 29, que ativa o circuito da PCI 30. A ativaçãopode ser por meio de ação liga/desliga do tipo "apertar esoltar", ou outro tipo desejado de ação, por exemplo,apertar para ligar/apertar para desligar. A chave eletrônica29 emite um cli que audível quando acionada, dando aousuário uma retroinformação de que o dispositivo foicorretamente ligado. A chave é, de preferência, configuradade modo a requerer uma força de acionamento relativamentealta aplicada sobre uma pequena distância (por exemplo, pelomenos 4 N aplicados sobre um deslocamento de cerca de0,25 mm). Essa disposição de chave, combinada ã geometriarebaixada e de baixo perfil do botão 22, tende a impedir queo aparelho para barbeamento ou depilação seja acidentalmenteligado durante o transporte, ou inadvertidamente desligadodurante o barbeamento ou a depilação. Além disso, aestrutura do conjunto de chave/membrana/elemento atuadorproporciona ao usuário uma boa retroinformação tátil. 0elemento atuador 52 mantém, também, o botão 22 em seu lugar,sendo que a abertura 55 no centro do elemento atuador 52recebe uma protuberância 56 existente no lado inferior dobotão 22 (Figura 8B).Adjacente ao botão 22 há a janela transparente 24,através da qual o usuário pode ver as indicações fornecidaspela luz subjacente, as quais são descritas com detalhes naseção Componentes eletrônicos, abaixo.
A montagem da janela 24 e do botão atuador notubo de pega 14 é ilustrada nas Figuras de 8 a 8D.
Primeiro, o elemento de recepção 48, no qual está a janela24, é montado de maneira vedante no tubo de pega 14, porexemplo mediante colagem, ou mediante soldagem ultra-sônicaou por calor (Figura 8), para formar a peça unitária àprova d'água discutida acima. Em seguida, o botão 22 édeslizado para seu lugar e delicadamente empurrado parabaixo (de preferência com menos que 10 N de força) e paradentro da abertura existente no elemento de recepção,fazendo com que a protuberância 56 se engate na abertura 55(Figuras de 8A a 8C).
CONEXÃO DO COMPARTIMENTO DA BATERIA
Conforme discutido acima, o compartimento dabateria 16 está conectado de maneira removível ao tubo depega 14, permitindo a remoção e a troca da bateria. As duaspartes do cabo são conectadas, sendo estabelecido contatoelétrico entre o terminal negativo da bateria e oscomponentes eletrônicos mediante uma conexão em baioneta. 0tubo de pega tem a porção macho da conexão em baioneta,enquanto o compartimento da bateria tem a porção fêmea. Aconexão em baioneta montada, com o tubo de pega e ocompartimento da bateria omitidos por uma questão declareza, é mostrada nas Figuras 9, 9A e 10.A porção macho da baioneta 38 do suporte 34,discutida acima, fornece a porção macho da conexão embaioneta. A porção macho da baioneta 3 8 tem um par deprotuberâncias 60. Essas protuberâncias são construídas demodo a serem recebidas e retidas nas correspondentes fendas62 em um componente fêmea da baioneta 64, que faz parte docompartimento da bateria. Cada fenda 62 inclui uma guia deentrada com paredes posicionadas em ângulo 66, 68 (Figura9A), para guiar cada protuberância para dentro da fendacorrespondente, conforme o compartimento da bateria érotacionado em relação ao tubo de pega. Há uma áreadetentora 65 (Figura 9A) na extremidade de cada fenda 62. 0engate da protuberâncias nas áreas detentoras 65 (Figura 9B)proporciona uma conexão mecânica segura por torção docompartimento da bateria ao tubo de pega.
Tanto o suporte 34 como o componente fêmea dabaioneta 64 são feitos de metal e, portanto, o engate dasprotuberâncias com as fendas proporciona também um contatoelétrico entre o suporte e o componente fêmea da baioneta. 0suporte está, por sua vez, em contato elétrico com ocircuito do dispositivo, e o terminal negativo da bateriaestá em contato com uma mola de bateria 70 (Figura 9A) queestá em comunicação elétrica com o componente fêmea dabaioneta, de modo que o contato dos elementos de mola e daspartes elétricas resulta, basicamente, em contato entre abateria e o circuito do dispositivo.
Conforme mostrado na Figura 12, a mola de bateria70 é montada em um suporte da mola 72, o qual está, por suavez, montado de maneira fixa à parede interna docompartimento da bateria 16. 0 componente fêmea da baioneta64 é livre para deslizar axialmente para a frente e paratrás dentro do compartimento da bateria 16. Em sua posiçãode repouso, o componente fêmea da baioneta fica inclinado emdireção â base do compartimento da bateria por meio de umamola da baioneta 74. A mola da baioneta 74 é, também,montada no suporte da mola 72 e, portanto, sua extremidadesuperior fica montada de maneira fixa em relação â paredeinterna do compartimento da bateria. Quando o compartimentoda bateria é torcido sobre o tubo de pega, o engate dasprotuberâncias presentes no componente macho da baioneta comas fendas posicionadas em ângulo presentes no componentefêmea da baioneta traz o dito componente fêmea da baionetapara a frente, comprimindo a mola da baioneta 74. A força deinclinação da mola da baioneta faz, então, com que ocomponente fêmea da baioneta puxe o componente macho dabaioneta e, assim, o tubo de pega em direção aocompartimento da bateria. Como resultado, qualquer lacunaentre as duas partes do cabo é fechada pela força da mola, eo anel de vedação é comprimido para resultar em um encaixevedante à prova d'água. Quando o engate está completo e asprotuberâncias 6 0 são recebidas dentro das correspondentesáreas detentoras em formato de V 65 das fendas do componentefêmea da baioneta 62 (Figura 9B) . Isso é percebido pelousuário sob a forma de um clique claro e audível, fornecendouma clara indicação de que o compartimento da bateria foicorretamente engatado. Esse clique é o resultado da ação damola da baioneta fazendo com que as protuberâncias deslizemrapidamente para dentro das áreas detentoras em formato de V 65.
Esse engate resiliente do compartimento da bateriaao tubo de pega compensa as linhas de junção não-linearentre o compartimento da bateria e o tubo de pega, bem comooutros problemas de geometria, como as tolerâncias. A forçaaplicada pela mola da baioneta proporciona, também, umcontato elétrico sólido e confiável entre os componentesmacho e fêmea da baioneta.
0 componente fêmea da baioneta acionado por molatambém limita a força agindo sobre os componentes macho efêmea da baioneta quando o compartimento da bateria éconectado e removido. Se depois de o tubo de pega e ocompartimento da bateria entrarem em contato um com o outro,o usuário continuar a girar o compartimento da bateria, ocomponente fêmea da baioneta pode mover-se ligeiramente paradiante dentro do compartimento da bateria, reduzindo a forçaaplicada pelas protuberâncias do componente macho dabaioneta. Portanto, a força é mantida relativamente constantee dentro de um intervalo predeterminado. Essa característicapode evitar danos às peças devido ao manuseio inadequado pelousuário, a peças grandes ou a tolerâncias de montagem.
Para realizar o engate resiliente acima descrito,é geralmente importante que a força da mola da baionetaseja maior que aquela da mola de bateria. Geralmente, asforças relativas preferenciais das duas molas podem sercalculadas conforme exposto a seguir:1. Projetar a mola de bateria de modo que a força decontato Fbatmin aplicada à mesma seja suficiente paraum comprimento mínimo da bateria.
2. Calcular a força da mola de bateria Fbatmax que seriarequerida para um comprimento máximo da bateria.
3. Calcular a força máxima Fpmax que seria requerida paraempurrar o compartimento da bateria contra o tubo depega para superar o atrito do anel de vedação.
4. Determinar a força mínima para fechamento Fclmin com aqual o compartimento da bateria precisaria serpressionado contra o tubo de pega na condição fechada.
5. Calcular a força aplicada pela mola da baioneta deacordo com Fbayonet = Fbatmax + Fpmax + Fclmin.
Como exemplo, em algumas implementações Fbatmax =4 N, Fpmax = 2 N e Fclmin = 2 N, portanto Fbayonet = 8 N.
PRESILHA DA BATERIA
Conforme discutido acima, o suporte 34 inclui umpar de hastes de presilha da bateria 3 6 (Figuras 6, 10) .Essas hastes agem como duas molas que exercem uma pequenaforça de aperto contra a bateria 18 (Figura 3). Essa força deaperto é suficientemente intensa para impedir que a bateriachacoalhe contra a parede interna do tubo de pega, ou contraoutras peças, reduzindo o ruído gerado pelo aparelho parabarbeamento ou depilação durante o uso. De preferência, aforça de aperto é, também, suficientemente intensa paraevitar que a bateria caia quando o compartimento da bateria éremovido e o tubo de pega é invertido. Por outro lado, aforça de aperto precisa ser fraca o suficiente para que ousuário possa facilmente remover e substituir a bateria. 0componente macho da baioneta 3 8 inclui áreas abertas 80(Figura 4) através das quais a bateria pode ser segurada pelousuário para remoção.
As dimensões das hastes de mola, bem como suaforça de mola, são geralmente ajustadas para permitir queas hastes de mola suportem o peso da bateria de tamanhomínimo discutida acima, de modo a impedir que a mesma caiaquando o aparelho para barbeamento ou depilação é mantidoem posição vertical, ao mesmo tempo em que permite, também,que a bateria de tamanho máximo seja facilmente removida dotubo de pega. Para satisfazer a essas restrições, emalgumas implementações é preferencial que, com umcoeficiente de atrito entre a bateria e a folha metálica decerca de 0,15 a 0,30, a força da mola para uma haste sejade cerca de 0,5 N quando é inserida uma bateria de tamanhomínimo (por exemplo, com um diâmetro de 9,5 mm) e de menosque cerca de 2,5 N quando é inserida uma bateria de tamanhomáximo (por exemplo, com um diâmetro de 10,5 mm). Em geral,as hastes de mola desempenharão as funções acima se, quandoo aparelho para barbeamento ou depilação é mantido com aabertura para a bateria apontada para baixo, a bateria detamanho mínimo não cairá, e a bateria de tamanho máximopoderá ser removida facilmente.
Com referência às Figuras 6 e 7C, uma fina luvade isolamento 40, por exemplo em folha plástica, amorteceainda mais o ruído da vibração e proporciona segurançacontra um curto-circuito caso a superfície da bateria sejadanificada. Conforme mostrado na Figura 7C, a luva 4 0 épresa com fita adesiva 42 às hastes de presilha da bateria,para manter a luva em seu lugar quando a bateria é removidae substituída. Um material adequado pra a luva deisolamento consiste em película tereftalato de polietileno(PET) com uma espessura de cerca de 0,06 mm.
VENTILAÇÃO PARA O COMPARTIMENTO PARA BATERIA
Sob certas condições, pode ocorrer o acúmulo dehidrogênio na parte interna de eletrodomésticos alimentadospor bateria. O hidrogênio pode ser liberado pela bateria, oupode ser criado por eletrólise fora da bateria. A misturadeste hidrogênio com oxigênio do ambiente pode formar um gásexplosivo, que poderia potencialmente incendiar-se por umafaísca do motor ou da chave do dispositivo. Portanto,qualquer quantidade de hidrogênio precisa ser ventilada docabo do aparelho para barbeamento ou depilação, ao mesmotempo em que se mantém a estanquidade à água.
Conforme mostrado na Figura 13, há um orifício derespiro 90 no compartimento da bateria 16. Uma membranamicroporosa 92 que seja permeável a gases porém impermeávela líquidos é soldada ao compartimento da bateria 16 paracobrir o orifício de respiro 90. Um material de membranaadequado é o politetrafluoroetileno (PTFE), disponívelcomercialmente junto à GORE. Uma membrana preferencial temuma espessura de cerca de 0,2 mm. É geralmente preferencialque a membrana tenha uma estanquidade à água de pelo menos70 kPa, e uma permeabilidade ao ar de pelo menos 12 L/h/cm2a 10 kPa (100 mbar) em sobrepressão.Uma vantagem da membrana microporosa é que a mesmairá ventilar o hidrogênio por difusão, devido à diferençanas pressões parciais de hidrogênio nos dois lados damembrana. Não é necessário qualquer aumento na pressão totaldentro do cabo do aparelho para barbeamento ou depilaçãopara que a ventilação ocorra.
É indesejável, de um ponto de vista estético, que ousuário veja o orifício de respiro e a membrana. Além disso,se a membrana estiver exposta há um risco de que seus porosvenham a entupir, e/ou que a membrana seja danificada ouremovida. Para proteger a membrana, uma tampa 94 é fixada aocompartimento da bateria sobre a área de membrana/respiro,por exemplo mediante colagem. Para que o gás possa escapar de sob a tampa 94, há uma área aberta entre a superfície internada tampa e a superfície externa 98 do compartimento dabateria 16. Na implementação mostrada nas Figuras, há umapluralidade de nervuras 96 sobre o compartimento da bateria,adjacente ao orifício de respiro 90, criando canais de arentre a tampa e o compartimento da bateria. No entanto, casose deseje, outras estruturas podem ser usadas para criar oespaço de respiro, por exemplo a tampa e/ou o tubo deempunhadura podem incluir um sulco rebaixado que define umúnico canal, e as nervuras podem ser omitidas.
A altura e a largura dos canais de ar sãoselecionadas para proporcionar um grau seguro deventilação. Em um exemplo (não mostrado), pode haver umcanal em cada lado do orifício de respiro, sendo que cadacanal tem uma altura de 0,15 mm e uma largura de 1,1 mm.A tampa 94 pode ser decorativa. Por exemplo, atampa pode exibir um logotipo ou outra decoração. A tampa94 pode, também, oferecer uma superfície de preensão tátil,ou outros recursos ergonômicos.COMPONENTES ELETRÔNICOSControle de velocidade variável
Um aparelho para barbeamento ou depilaçãomotorizado é freqüentemente usado para barbear ou depilartipos diferentes de pêlos em locais diferentes do corpo.Esses pêlos têm características marcadamente diferentes. Porexemplo, barbas tendem a ser mais espessas que os pêlos daspernas. Esses pêlos também se projetam a partir da pele emângulos diferentes. Por exemplo, pêlos curtos e espetadossão predominantemente ortogonais à pele, enquanto os pêlosdas pernas tendem a estar dispostos de maneira mais plana.
A facilidade com que se pode raspar esses pêlosdepende, em parte, da freqüência em que o cartucho vibra.Como esses pêlos têm características diferentes, ocorre quediferentes freqüências de vibração podem ser ótimas paratipos diferentes de pêlos. É útil, portanto, oferecer ummodo pelo qual o usuário possa controlar essa freqüência devibração.
Conforme mostrado na Figura 14A, a freqüência devibração do cartucho para barbeamento ou depilação écontrolada por um modulador de largura de pulso 301, com umciclo de trabalho sob o controle da lógica de controle 105.Para uso na presente invenção, o termo "ciclo de trabalho"significa a razão entre a extensão temporal de um pulso eaquela da pausa entre pulsos. Um baixo ciclo de trabalho é,portanto, caracterizado por pulsos curtos com longasesperas entre pulsos, enquanto um alto ciclo de trabalho êcaracterizado por pulsos longos com esperas curtas entrepulsos. A variação do ciclo de trabalho causa variação navelocidade de um motor 3 06 que, por sua vez, controla afreqüência de vibração do cartucho para barbeamento oudepilação.
A lógica de controle 105 pode ser implementada emuma microcontroladora ou em outro sistema baseado emmicroprocessador. A lógica de controle pode, também, serimplementada em um circuito integrado para aplicaçãoespecífica (ASIC, ou "application-specific integratedcircuit"), ou sob a forma de um arranjo de portas programávelem campo (FPGA, ou "field-programmable gate array").
0 motor 306 pode ser qualquer dispositivoconsumidor de energia que cause o movimento do cartuchopara barbeamento ou depilação. Uma implementação de ummotor 306 inclui um estator e um rotor em miniatureacoplados ao cartucho para barbeamento ou depilação. Umaoutra implementação de um motor 3 06 inclui um dispositivopiezoelétrico acoplado ao cartucho para barbeamento oudepilação. Ou ainda, o motor 306 pode ser implementado soba forma de um dispositivo que está magneticamente acopladoao cartucho para barbeamento ou depilação, por meio de umcampo magnético oscilante.
Em aparelhos para barbeamento ou depilaçãodotados de controle de velocidade variável, a lógica decontrole 105 recebe um sinal de entrada para controle develocidade 3 02 a partir de uma chave para controle develocidade 3 04. Em resposta ao sinal para controle develocidade 3 02, a lógica de controle 105 faz com que omodulador de largura de pulso 3 01 varie seu ciclo detrabalho. Isso, por sua vez, faz com que a velocidade domotor varie. O modulador de largura de pulso 301 pode,portanto, ser visto como um controlador de velocidade.
A chave para controle de velocidade 3 04 pode serimplementada de diversas maneiras. Por exemplo, a chave paracontrole de velocidade pode mover-se continuamente. Nessecaso, o usuário pode selecionar dentre uma graduação develocidades. Ou a chave para controle de velocidade 3 04 podeter paradas distintas, de modo que o usuário possa selecionarde um conjunto de velocidades do motor predefinidas.
A chave para controle de velocidade 3 04 podeassumir diversas formas. Por exemplo, a chave 3 04 pode serum botão ou um elemento deslizante que se movecontinuamente ou entre graduações distintas. A chave 304pode, também, consistir em um conjunto de botões, cada umdesignado para uma velocidade diferente.
Ou então, a chave 3 04 pode consistir em um par debotões, com um botão estando designado para aumentar e ooutro para diminuir a velocidade. Ou então, a chave 3 04 podeconsistir em um único botão que é pressionado para circularentre velocidades, seja continuamente ou separadamente.
Um outro tipo de chave 3 04 consiste em um gatilhoacionado por mola. Esse tipo de chave permite que o usuáriovarie continuamente a freqüência de vibração durante obarbeamento ou depilação, da mesma forma que se pode variarcontinuamente a velocidade de uma motosserra ao se apertarum gatilho.
0 botão atuador 22 pode, também, servir como umachave para controle de velocidade 3 04 mediante a adequadaprogramação da lógica de controle 105. Por exemplo, pode-seprogramar a lógica de controle 105 para considerar um duploclique ou um pressionamento mais longo do botão atuador 22como um comando para variar a velocidade do motor.
Dentre as velocidades disponíveis há uma que éotimizada para a limpeza do aparelho para barbeamento oudepilação. Um exemplo dessa velocidade é a freqüência devibração mais alta possível, a qual é obtida fazendo-se comque a lógica de controle 105 acione um ciclo de trabalho tãoalto quanto possível. Alternativamente, a lógica de controle105 pode funcionar em um modo de limpeza no qual o motor 306faça uma varredura através de uma faixa de freqüências devibração. Isso permite que o motor 3 06 estimule diferentesfreqüências de ressonância mecânica associadas às lâminas,ao cartucho e a quaisquer partículas contaminantes, comofragmentos de barba raspada. 0 modo de limpeza pode serimplementado como uma varredura contínua ao longo de umafaixa de freqüências, ou como uma varredura em degraus, emque a lógica de controle 105 faz com que o motor 306 passegradualmente através de várias freqüências distintas, comuma pausa temporária em cada uma dessas freqüências.Em alguns casos, é útil permitir que o aparelhopara barbeamento ou depilação grave uma ou mais freqüênciasde vibração preferenciais. Isso é obtido, conforme mostradona Figura 14B, mediante o uso de uma memória em comunicaçãocom a lógi ca de controle 105. Para usar esse recurso ousuário seleciona uma velocidade e causa a transmissão de umsinal de memória, seja com um controle separado, sejamediante o pressionamento do botão atuador 22 de acordo comuma seqüência predefinida. O usuário pode, então, trazer devolta essa velocidade memorizada quando necessário, novamentemediante o uso de um controle separado, ou pressionando obotão atuador 22 de acordo com uma seqüência predefinida.
Conforme mostrado nas Figuras de 3A a 3B, oaparelho para barbeamento ou depilação apresenta um sistemade chaveamento indireto no qual o botão atuador 22 controlao motor 3 06 indiretamente, através da lógica de controle105 que opera o modulador de largura de pulso 301.Portanto, ao contrário do que ocorre em um sistema dechaveamento puramente mecânico, no qual o estado da chavediretamente armazena o estado do motor 306, o sistema dechaveamento indireto armazena o estado do motor 3 06 nalógica de controle 105.
Como o botão atuador 22 já não precisa armazenarmecanicamente o estado do motor 306, o sistema de chaveamentoindireto proporciona maior flexibilidade na escolha e noposicionamento do botão atuador 22. Por exemplo, um aparelhopara barbeamento ou depilação com um sistema de chaveamentoindireto, conforme apresentado na presente invenção, podeusar botões ergonômicos que combinam as vantagens de umaclara retroinformação tátil e de um curso mais curto. Essesbotões, com seu curso mais curto, também são mais fáceis devedar contra a intrusão de umidade.
Uma outra vantagem do sistema de chaveamentoindireto é que a lógica de controle 105 pode ser programadapara interpretar o padrão de acionamento e para inferir, combase naquele padrão, a intenção do usuário. Isso já foidiscutido acima em relação ao controle da velocidade do motor306. No entanto, a lógica de controle 105 pode, também, serprogramada para detectar e ignorar a operação anormal dobotão atuador 22. Portanto, uma pressão extraordinariamentelonga sobre o botão atuador 22, como aquela que pode ocorrerde maneira não-intencional durante o barbeamento ou adepilação, será ignorada. Esse recurso evita o incômodoassociado ao desligamento acidental do motor 306.
Controlador de tensão
A efetividade do aparelho para barbeamento oudepilação depende em parte da tensão fornecida por umabat eria 316. Em um aparelho para barbeamento ou depilação aúmido motorizado convencional, existe uma tensão ou faixade tensões ótima. Uma vez que a tensão da bateria estejafora da faixa de tensão ótima, a efetividade do aparelhopara barbeamento ou depilação é prejudicada.
Para resolver essa dificuldade, o aparelho parabarbeamento ou depilação apresenta uma fonte de alimentaçãoindireta, mostrada na Figura 14C, que separa a tensão dabateria 316 da tensão realmente vista pelo motor 306. Atensão realmente vista pelo motor 306 é controlada pelalógica de controle 105, que monitora a tensão da bateria e,em resposta a uma medição da mesma, controla diversosdispositivos que compensam as variações na tensão dabateria. Isso resulta em uma tensão essencialmenteconstante enviada ao motor 306.
0 método e o sistema aqui descritos para controleda tensão vista por um motor 306 são aplicáveis a qualquercarga consumidora de energia. Por essa razão, a Figura 14Crefere-se a uma carga genérica 306.
Em uma modalidade, o motor 3 06 é projetado parafuncionar a uma tensão operacional que é menor que a tensãonominal da bateria. Como resultado, quando uma nova bateria316 é inserida, a tensão da bateria é demasiadamente alta eprecisa ser reduzida. O grau de redução diminui conforme abateria 316 se desgasta até que, finalmente, nenhumaredução é necessária.
A redução de tensão é prontamente realizadamediante o uso de um monitor de tensão 312 em comunicaçãoelétrica com a bateria 316. O monitor de tensão 312 envia atensão medida da bateria para a lógica de controle 105. Emresposta, a lógica de controle 105 altera o ciclo de trabalhodo modulador de largura de pulso 3 01, para manter uma tensãoconstante para o motor 306. Por exemplo, se a tensão dabateria for medida a 1,5 volts, e o motor 306 for projetadopara funcionar a 1 volt, a lógica de controle 105 ajustará arazão do ciclo de trabalho para 75%. Isto resultará em umatensão de saída do modulador de largura de pulso 301 que é,em média, consistente com a tensão operacional do motor.
Na maioria dos casos, o ciclo de trabalho é umafunção não-linear da tensão da bateria. Nesse caso, alógica de controle 105 é configurada para fazer o cálculousando a função não-linear, ou para usar uma tabela deconsulta para determinar o ciclo de trabalho correto.Alternativamente, a lógica de controle 105 pode obter umamediç ao de tensão da saída do modulador de largura de pulso301, e usar essa medição para fornecer controle deretroinformação da tensão de saída.
Em outra modalidade, o motor 3 06 é projetado parafuncionar a uma tensão operacional que é maior que a tensãonominal da bateria. Nesse caso, a tensão da bateria éaumentada em degraus à medida que a bateria 316 se desgasta.Essa segunda modalidade apresenta um monitor de tensão 312conforme descrito acima, junto com um conversor de tensão 314que é controlado pela lógica de controle 105. Um conversor detensão 314 adequado é descrito com detalhes, abaixo.
Uma terceira modalidade combina ambas asmodalidades anteriormente mencionadas em um dispositivo.Nesse caso, a lógica de controle 105 começa reduzindo atensão de saída quando a tensão medida da bateria excede atensão operacional do motor. Então, quando a tensão medidada bateria cai abaixo da tensão operacional do motor, alógica de controle 105 fixa o ciclo de trabalho e começa acontrolar o conversor de tensão 312.Em um aparelho para barbeamento ou depilaçãomotorizado convencional, a velocidade do motor gradualmentediminui conforme a bateria 316 se desgasta. Essa diminuiçãogradual oferece ao usuário um aviso antecipado para trocada bateria 316. No entanto, em um aparelho para barbeamentoou depilação motorizado e com uma fonte de alimentaçãoindireta, não há esse tipo de advertência. Uma vez que atensão da bateria caia abaixo de algum limite inferior, avelocidade do motor diminui abruptamente, talvez mesmo nomeio de uma operação de barbeamento ou depilação.
Para evitar essa inconveniência, a lógica decontrole 105, com base na informação fornecida pelo monitorde tensão 312, fornece um sinal de bateria baixa a umindicador de bateria baixa 414. 0 indicador de bateriabaixa 414 pode ser um dispositivo de saída de estado único,como um LED, que se acende quando a tensão cai abaixo de umlimite ou, ao contrário, que permanece aceso quando atensão está acima de um limite e se apaga quando a tensãocai abaixo desse limite. Ou então, o indicador de bateriabaixa 414 pode ser um dispositivo de estados múltiplos,como uma tela de cristal líquido, que fornece uma exibiçãográfica ou numérica indicativa do estado da bateria 316.
0 monitor de tensão 312, em conjunto com a lógicade controle 105, também pode ser usado para desabilitar aoperação do aparelho para barbeamento ou depilaçãocompletamente quando a tensão da bateria cai abaixo de umlimite de descarga profunda. Essa característica reduz aprobabilidade de danos ao aparelho para barbeamento oudepilação causados por um vazamento que poderia resultar dadescarga profunda da bateria 316.
Um conversor de tensão 312 adequado, mostrado naFigura 14D, apresenta uma chave Sl que controla um oscilador.Essa chave está acoplada ao botão atuador 22. Um usuário quepressione o botão atuador 22 liga, assim, o oscilador. Asaída do oscilador está conectada à porta de um transistorTI, que funciona com uma chave sob o controle do oscilador.Uma bateria 316 fornece uma tensão da bateria VBat-
Quando o transistor Tl está no estado condutivo,uma corrente flui a partir da bateria 316 e através de umindutor LI, armazenando energia no dito indutor LI. Quandoo transistor está no estado não-condutivo, a correntecontinuará a fluir através do indutor LI, só que desta vezatravés do diodo Dl. Isso resulta na transferência de cargaatravés do diodo Dl e para o capacitor Cl. 0 uso de umdiodo Dl evita que o capacitor Cl se descarregue para oterra através do transistor Tl. 0 oscilador, portanto,controla a tensão através do capacitor Cl mediante apermissão, seletiva de acúmulo da carga no capacitor Cl,elevando assim a sua tensão.
No circuito mostrado na Figura 14D, o osciladorcausa a existência de uma corrente variável com o tempo noindutor LI. Como resultado, o oscilador induz uma tensãoatravés do indutor LI. Essa tensão induzida é, então,adicionada à tensão da bateria, estando a soma resultantedisponível através do capacitor Cl. Isso resulta em umatensão de saída, no capacitor Cl, que é maior que a tensãofornecida pela bateria por si só.
A tensão do capacitor, que é essencialmente atensão de saída do conversor de tensão 312, está conectadatanto à lógica de controle 105 como ao modulador de largurade pulso 301 que aciona o motor 306. Quando a tensão docapacitor atinge um determinado limite, a lógica de controle105 envia um sinal de controle "osc_ctr" ao oscilador. Alógica de controle 105 usa o sinal de controle do osciladorpara seletivamente ligar e desligar o oscilador, regulandoassim a tensão do capacitor em resposta à retroinformação daprópria tensão do capacitor. O ponto de ajuste desse sistemapara controle de retroinformação, isto ê, a tensão atravésdo capacitor Cl, é ajustada para ser a tensão operacionalconstante vista pelo motor 306.
Um resistor Rl disposto entre o oscilador e oterra funciona como parte de um circuito de desacoplamentopara transferir o controle do oscilador, seletivamente, dachave Sl à lógica de controle 105. Antes da inicialização dalógica de controle, a porta que transporta o sinal decontrole do oscilador (a "porta de controle do oscilador") éajustada para ser uma porta de entrada de alta impedância.Como resultado, é a chave Sl que controla a operação do oscilador. 0 resistor RI, nesse caso, impede a ocorrência umcurto-circuito da porta de controle do oscilador para oterra. Em seguida à inicialização, a porta de controle dooscilador se torna uma porta de saída de baixa impedância.Eventualmente, o usuário completará o barbeamentoou depilação, caso no qual o mesmo pode querer desligar omotor 306. Com a lógica de controle 105 agora controlando ooscilador, não haveria modo de desligar o aparelho parabarbeamento ou depilação sem remover a bateria 316. Paraevitar essa dificuldade, é útil determinar periodicamente oestado da chave externa SI. Isso é obtido mediante aconfiguração da lógica de controle 105 para que faça,periodicamente, com que a porta de controle do oscilador setorne uma porta de entrada de alta impedância, de modo quese possa obter uma amostra da tensão através do resistor RI.
Em determinados tipos de chaves, o estado damesmas indica a intenção do usuário. Por exemplo, uma chaveS1 na posição fechada indica que o usuário deseja ligar omotor 306, e uma chave S1 em uma posição aberta indica queo usuário deseja desligar o motor 306. Se a tensão assimamostrada indicar que o usuário abriu a chave S1 então,quando a porta de controle do oscilador voltar a se tornaruma porta de saída de baixa impedância, a lógica decontrole 105 fará com que o sinal de controle do osciladordesligue o oscilador, desligando assim também o motor 306.Ao fazê-lo, a lógica de controle 105 também desliga suaprópria fonte de alimentação.
Em outros tipos de chaves, o fechamento da chaveS1 indica somente que o usuário deseja alterar o estado domotor de ligado para desligado, ou vice-versa. Em algumasmodalidades que usam essas chaves, a tensão através doresistor Rl se altera apenas brevemente quando o usuárioaciona a dita chave SI. Como resultado, a lógica de controle105 faz com que seja colhida uma amostra da tensão atravésdo resistor Rl com freqüência suficiente para assegurar acaptura do acionamento transitório da chave Sl pelo usuário.
A Figura 14E mostra a interação entre o sinal decontrole do oscilador, a saída do oscilador e a tensão docapacitor. Quando a tensão do capacitor cai abaixo de umlimite inferior, o sinal de controle do oscilador é ligado,ligando assim o oscilador. Isso faz com que uma carga maiorse acumule no capacitor Cl o que, por sua vez, eleva atensão do capacitor. Uma vez que a tensão do capacitoratinge um limite superior, o sinal de controle do osciladoré desligado, desligando assim o oscilador. Na ausência demais carga se acumulando no capacitor Cl a partir dabateria 316, a carga acumulada começa a ser drenada e atensão do capacitor começa a diminuir. Isso ocorre até queseja novamente atingido o limite inferior, ponto no qual serepete o ciclo anteriormente mencionado.
Uma outra modalidade de um conversor de tensão312, mostrada na Figura 14F, é idêntica àquela descrita emrelação à Figura 14D, exceto pelo fato de que o diodo Dl ésubstituído por um transistor adicional T2 com uma portacontrolada por um circuito RC (R2 e C2) . Nesta modalidade,quando o oscilador está inativo, a tensão entre o emissor ea base (VBE2) do transistor adicional T2 é zero. Comoresultado, a passagem de corrente através do transistoradicional T2 é desligada. Isto significa que nenhuma cargaestá sendo fornecida ao capacitor Cl para substituir acarga que está sendo drenada do mesmo. Quando o osciladorestá ativo, e a freqüência do oscilador é maior que afreqüência de interrupção do circuito RC, então a tensãoentre o emissor e a base VBE2 será de aproximadamente metadeda tensão da bateria VBAt· Como resultado, o transistoradicional T2 funciona como um diodo para passar a correnteao capacitor Cl, ao mesmo tempo em que impede o mesmo de sedescarregar para o terra.
Uma outra característica notável do circuito naFigura 14F é que o modulador de largura de pulso 301 recebetensão diretamente da bateria 316. Como resultado, a tensãode saída do modulador de largura de pulso 301 não pode sermaior que a tensão da bateria. Portanto, na Figura 14F omotor 306 é alimentado por uma diminuição na tensão,enquanto a tensão aumentada, que é a tensão através docapacitor Cl, é usada para alimentar a lógica de controle105. No entanto, o circuito mostrado na Figura 14F pode,também, apresentar um modulador de largura de pulso 316 quetoma sua entrada da tensão através do capacitor Cl,conforme mostrado na Figura 14D.
A Figura 14G mostra um circuito para acionamento deum conversor de tensão 312 do tipo mostrado na Figura 14F emmaiores detalhes. 0 oscilador é mostrado com mais detalhes,como o são as conexões associadas à lógica de controle 105.No entanto, o circuito mostrado na Figura 14G é, de outromodo, essencialmente idêntico àquele descrito em relação àFigura 14D, modificado conforme mostrado na Figura 14F.Conforme descrito na presente invenção, um sistemapara controle de tensão fornece uma tensão operacionalconstante a um motor 306. No entanto, um aparelho parabarbeamento ou depilação motorizado pode incluir outrascargas além daquela do motor. Qualquer uma dessas cargas, outodas elas, podem da mesma forma se beneficiar de uma tensãooperacional constante como aquela fornecida pelo sistemapara controle de tensão apresentado na presente invenção.
Uma carga que pode se beneficiar de uma tensãooperacional constante é a própria lógica de controle 105. Oscircuitos lógicos 105 disponíveis comercialmente são,tipicamente, projetados para funcionar a uma tensão que émais alta que os 1,5 volts disponíveis em uma bateriaconvencional. Conseqüentemente, um sistema para controle detensão que forneça um aumento na tensão à lógica de controleé útil para evitar a necessidade por baterias adicionais.Detecção da vida útil do cartucho
À medida que cortam centenas de fios de barbadiariamente, as lâminas de um cartucho para barbeamento oudepilação vão se tornando inevitavelmente menos afiadas.Essa menor afiação é difícil de detectar por meio deinspeção visual. Via de regra, lâminas cegas só sãodetectadas quando já é tarde demais. Em demasiados casos,quando um usuário se dá conta de que a lâmina está cegademais para ser usada, o mesmo já deu início ao que seráuma experiência de barbeamento ou depilação desagradável.
Essa última operação de barbeamento ou depilaçãocom uma lâmina cega está entre os aspectos maisdesagradáveis do uso de um aparelho para barbeamento oudepilação. No entanto, considerando-se a despesarepresentada por cartuchos para barbeamento ou depilação, amaioria dos usuários compreensivelmente reluta emsubstituir prematuramente o cartucho.
Para auxiliar o usuário a determinar guando é horade substituir um cartucho, o aparelho para barbeamento oudepilação inclui um indicador de vida útil da lâmina 100,mostrado na Figura 15A, com um contador 102 que mantém umacontagem indicativa do grau em que as lâminas já foramusadas.
O contador está em comunicação tanto com o botãoatuador 22 presente no cabo 10, como com um detector decartucho 104 montado na extremidade distai da cabeça doaparelho para barbeamento ou depilação 12. Um contadoradequado 102 pode ser implementado na lógica de controle 105.
Um detector de cartucho 104 pode ser implementadode diversas maneiras. Por exemplo, um detector de cartucho104 pode incluir um contato configurado para acionar umcontato correspondente no cartucho.
Os cartuchos para barbeamento ou depilação podemincluir uma, duas, ou mais de duas lâminas. Ao longo de todaesta descrição, é feita referência a uma única lâmina. Deve-se compreender, no entanto, que essa lâmina pode serqualquer lâmina no cartucho, e que todas as lâminas estãosujeitas a desgaste.
Durante o funcionamento, quando o usuário troca ocartucho, o detector de cartucho 104 envia um sinal dereinicialização ao contador 102. Alternativamente, um sinalde reinicialização pode ser gerado manualmente, por exemploquando o usuário pressiona um botão de reinicialização, ouquando o usuário pressiona o botão atuador de acordo com umpadrão predeterminado. Esse sinal de reinicialização fazcom que o contador 102 reinicialize sua contagem.
A capacidade de detectar o cartucho pode serusada para outras aplicações além da reinicialização dacontagem. Por exemplo, o detector de cartucho 104 pode serusado para determinar se o cartucho correto está sendousado, ou se um cartucho foi incorretamente inserido.Quando conectado à lógica de controle 105, o detector decartucho 104 pode fazer com que o motor fique desabilitadoaté que a condição seja corrigida.
Quando o usuário executa a operação debarbeamento ou depilação, o contador 102 altera o estado dacontagem para refletir o desgaste adicional sobre a lâmina.Há diversas maneiras pelas quais o contador 102 podealterar o estado da contagem.
Na implementação mostrada na Figura 15A, ocontador 102 altera a contagem mediante o incremento damesma a cada vez que o motor é ligado. Para usuários cujotempo de barbeamento ou depilação varia pouco de umaoperação para outra, isso oferece uma base razoavelmenteacurada para se estimar o uso da lâmina.
Em alguns casos, o número de vezes que o motorfoi ligado pode estimar erradamente a vida útil restante de uma lâmina. Esses erros aparecem, por exemplo, quando umapessoa "toma emprestado" o aparelho para barbeamento oudepilação de outra para depilar as pernas. Isso resulta nobarbeamento ou depilação de uma área considerável com umaúnica ativação do motor.
A dificuldade anteriormente mencionada é superadaem uma implementação alternativa, mostrada na Figura 15B, naqual o botão atuador 22 e o contador 102 estão emcomunicação com um temporizador 106. Nesse caso, o botãoatuador 22 envia sinais tanto à lógica de controle 105 comoao temporizador 106. Como resultado, o contador 102 mantémuma contagem indicativa do tempo acumulado de operação domotor, desde a última substituição de cartucho.
O tempo acumulado de operação do motor fornece umindicador otimizado do desgaste da lâmina. No entanto, viade regra, a lâmina não está em contato com a pele o tempotodo durante o qual o motor está em funcionamento. Portanto,uma estimativa baseada no tempo de operação do motor nãopode senão superestimar o desgaste da lâmina. Além do mais,a chave do motor pode ser inadvertidamente ligada, porexemplo quando o aparelho para barbeamento ou depilaçãosofre colisões com outros objetos no meio de uma bagagem.Sob aquelas circunstâncias, não só a bateria será drenada,como o contador 102 indicará uma lâmina desgastada, embora alâmina ainda não tenha cortado um pêlo sequer.
Uma outra implementação, mostrada na Figura 15C,inclui um contador 102 em comunicação com um detector deraspagens 108. Nesse caso, o botão atuador 22 sinalizatanto o detector de raspagens 108 como a lógica de controle105. Desse modo, ligar o motor também liga o detector deraspagens 108.
O detector de raspagens 108 detecta o contato entrea lâmina e a pele, e envia um sinal ao contador 102 aodetectar esse contato. Dessa maneira, o detector de raspagens108 fornece ao contador 102 uma indicação de que a lâminaestá realmente em uso. Na implementação da Figura 15C, ocontador 102 mantém uma contagem indicativa do númeroacumulado de raspagens sofridas pela lâmina desde a últimavez em que o cartucho foi trocado. Como resultado, o contador102 ignora intervalos de tempo durante os quais o motor estáem funcionamento, mas a lâmina não está realmente em uso.
Diversas implementações estão disponíveis para odetector de raspagens 108. Algumas implementações sebaseiam na alteração entre as propriedades elétricas napele, ou próximo à mesma, e as propriedades elétricas noespaço livre. Por exemplo, o detector de raspagens 108 podedetectar o contato com a pele mediante a medição de umaalteração de resistência, indutância ou capacitânciaassociada ao contato com a pele. Outras implementações sebaseiam na diferença entre a assinatura acústica de umalâmina vibrando sobre a pele e aquela de uma lâminavibrando no espaço livre. Nessas implementações, o detectorde raspagens 108 pode incluir um microfone conectado a umdispositivo para processamento de sinais configurado demodo a distinguir entre as duas assinaturas. Ainda outrasimplementações têm por base alterações nas característicasoperacionais do motor quando a lâmina toca a pele. Porexemplo, devido ao aumento de carga associado ao contatocom a pele, o consutno de corrente pelo motor pode aumentar,e a velocidade do motor pode diminuir. Essas implementaçõesincluem amperimetros ou outros dispositivos indicadores decorrente, e/ou sensores de velocidade.
Uma estimativa que tenha por base o número deraspagens pode, todavia, ser inacurada porque nem todas asraspagens têm o mesmo comprimento. Por exemplo, uma raspagemao longo de uma perna pode desgastar mais a lâmina do que asvárias raspagens necessárias para remover um bigode. 0detector de raspagens 108, no entanto, não tem como saber adiferença entre raspagens de diferentes comprimentos.
Uma outra implementação, mostrada na Figura 15D,inclui tanto um detector de raspagens 10 8 em comunicação como botão atuador 22 como um temporizador 106. O temporizador106 está em comunicação com o contador 102. Novamente, obotão atuador sinaliza tanto o detector de raspagens 108como a lógica de controle 105. 0 detector de raspagens 108interrompe e reinicia o temporizador 106 em resposta àdetecção do inicio e do final de uma raspagem,respectivamente. Essa implementação é idêntica àquela naFigura 15C, exceto pelo fato de que o contador 102 agoramantém uma contagem indicativa do tempo acumulado durante oqual o cartucho esteve em contato com a pele (chamado de"tempo de raspagem") desde a última substituição de cartucho.
Um detector de raspagens 108 em conjunto com umtemporizador 106, conforme descrito em relação à Figura 15D,tem outras aplicações além de fornecer informaçõesindicativas do desgaste da lâmina. Por exemplo, a ausênciade uma raspagem durante um período extenso de funcionamentodo motor pode indicar que o motor foi inadvertidamenteligado, ou deixado ligado. Isso pode ocorrer quando oaparelho para barbeamento ou depilação sofre colisões comoutros objetos no meio de uma bagagem. Ou ainda, podeocorrer porque o usuário distraidamente se esqueceu dedesligar o motor após o barbeamento ou a depilação.
Nas modalidades das Figuras de IA a ID, o contador102 está em comunicação com um indicador de substituição110. Quando a contagem atinge um estado indicativo de umalâmina desgastada, o contador 102 envia um sinal desubstituição ao indicador de substituição 110. Em resposta,o indicador de substituição 110 fornece ao usuário umaindicação visual, auditiva ou tátil de que a lâmina estádesgastada. Exemplos de indicações são fornecidos por umLED, uma campainha, ou um comando que varie a velocidade domotor ou, de outro modo, introduza uma irregularidade, comouma falha, no funcionamento do motor.
0 contador 102 inclui uma saída opcional de vidaútil restante, a qual fornece um sinal de vida útilrestante indicativo de uma estimativa sobre a vida útilrestante da lâmina. A estimativa sobre a vida útil restanteé obtida mediante a comparação entre a contagem e a vidaútil esperada. 0 sinal de vida útil restante é fornecida aum indicador de vida útil restante 112. Um indicador de vida útil restante 112 adequado é uma tela de baixo consumode energia mostrando o número esperado de operações debarbeamento ou depilação antes que o sinal de lâminadesgastada ative o indicador de desgaste. Alternativamente,a estimativa de vida útil restante pode ser mostradagraficamente, por exemplo fazendo piscar uma luz com umafreqüência indicativa de uma estimativa de vida útilrestante, ou iluminando seletivamente vários LEDs, deacordo com um padrão predefinido.
Trava para viagem
Em alguns casos, é possível ligar inadvertidamenteo motor de um aparelho para barbeamento ou depilação a úmidomotorizado. Isso pode ocorrer, por exemplo, durante viagens,quando outros itens em um kit de objetos pessoais se movem epressionam o botão atuador 22. Caso isso ocorra, o motorconsumirá energia da bateria até que esta se esgote.
Para evitar dificuldades, o aparelho parabarbeamento ou depilação pode incluir uma trava. Uma travadesse tipo é uma trava mecânica 2 00 no próprio botãoatuador 22. Um exemplo de uma trava mecânica 200 é umatampa deslizante, conforme mostrado na Figura 16A, quecubra o botão atuador 22 quando o aparelho para barbeamentoou depilação é guardado. Outros exemplos de travasmecânicas estão associados a um suporte para o aparelhopara barbeamento ou depilação, em vez de ao próprioaparelho. Por exemplo, a chave pode ser configurada de modoa cobrir o botão atuador 22 quando o aparelho parabarbeamento ou depilaçao estiver acondicionado no suporte.
Outras travas são de implementação eletrônica. Umexemplo de trava eletrônica é um circuito de travamento202, conforme mostrado na Figura 16B, que recebe um sinalde chaveamento 204 do botão atuador 22 (identificado como"1/0" na Figura) e um sinal de preparação 206 de um circuitode preparação 208 (identificado como "fonte do sinal depreparação" na Figura). O circuito de travamento 2 02 dasaída a um sinal de controle do motor 210 para a lógica decontrole 105, em resposta aos estados do sinal dechaveamento 204 e do sinal de preparação 206.
Diz-se que o circuito de preparação 2 08 arma edesarma o circuito de travamento 2 02 mediante o uso dosinal de preparação 206. Para uso na presente invenção, ocircuito de travamento 2 02 é considerado armado quando oato de pressionar o botão atuador 22 faz iniciar e parar omotor. O circuito de travamento 2 02 é considerado desarmadoquando o ato de pressionar o botão atuador 22 não faziniciar nem parar o motor.
Os circuitos de preparação 208 e os circuitos detravamento 202 tipicamente incluem os circuitos lógicosdigitais que alteram o estado de suas respectivas saídas,em resposta a alterações de estado em suas respectivasentradas. Como tais, estes são convenientementeimplementados na lógica de controle 105. No entanto, emboraos elementos lógicos digitais ofereçam um modo convenientepara construir esses circuitos, nada impede o uso decomponentes analógicos ou mecânicos para desempenharfunções similares. Exemplos de circuitos de preparação 2 08,ou de porções dos mesmos, são descritos a seguir.Um exemplo de um circuito de preparação 208 incluiuma chave de preparação. Nessa implementação, o usuário operaa chave de preparação para alterar o estado do sinal depreparação 206.
0 usuário pressiona, então, o botão atuador22 para ligar o motor. Após o barbeamento ou a depilação, ousuário novamente pressiona o botão atuador 22, desta vezpara desligar o motor. O usuário então aciona a chave depreparação para desarmar o circuito de travamento 2 02.
Alternativamente, o circuito de preparação 208pode ser configurado de modo a desarmar automaticamente ocircuito de travamento, ao detectar que o motor foidesligado. Nesse caso, o circuito de preparação 208 irá,geralmente, incluir uma entrada para receber um sinalindicando que o motor foi desligado.
Para uso na presente invenção, o termo "chave"inclui botões, alavancas, elementos deslizantes, saliências ecombinações dos mesmos, destinados a causar uma mudança noestado de um sinal lógico. As chaves não precisam seracionadas por meio de contato físico mas podem, em vez disso,ser ativadas por energia radiante transportada, por exemplo,óptica ou acusticamente. Uma chave pode ser diretamenteoperável pelo usuário. Um exemplo desse tipo de chave é obotão atuador 22. Alternativamente, a chave pode ser operadapor uma alteração na disposição do aparelho para barbeamentoou depilação, por exemplo ao se colocar o dito aparelho emseu suporte, ou ao remover e instalar um cartucho.
Conforme sugerido pela Figura 16B, o circuito detravamento 2 02 pode ser visto de maneira abstrata como umaporta "AND". Embora o circuito de travamento possa serimplementado como uma porta "AND", qualquer circuito lógicodigital com uma tabela verdade adequada pode ser usado paradesempenhar a função de preparação do circuito detravamento 202. Por exemplo, o circuito de travamento 202pode ser implementado colocando-se uma chave de preparaçãoem série com o botão atuador 22.
Em uma outra implementação, o circuito depreparação 208 inclui um temporizador. A saída dotemporizador faz com que o circuito de preparação 208inicialmente prepare o circuito de travamento 202. Aoocorrer o lapso de um intervalo de barbeamento ou depilaçãopredeterminado, o temporizador faz com que o circuito depreparação 208 desarme o circuito de travamento 202,desligando assim o motor. O comprimento do intervalo debarbeamento ou depilação corresponde ao tempo debarbeamento ou depilação típico. Um comprimento adequadositua-se entre cerca de cinco e sete minutos.
Nessa implementação, ao se pressionar o botãoatuador 22, o motor funcionará ou até que o botão atuador 22seja pressionado novamente, ou até que ocorra um lapso nointervalo de barbeamento ou depilação. Caso o usuário levemais tempo do que o intervalo previsto para barbear-se oudepilar-se, o motor se desligará e, nesse caso, o usuárioprecisará pressionar o botão atuador 22 novamente paratornar a ligar o motor e completar a operação de barbeamentoou depilação. Para evitar isso, o circuito de preparação 2 08pode ser dotado de um Ioop de feedback adapt ativo queestende o intervalo padrão de barbeamento ou depilação emresposta a "extensões" solicitadas pelo usuário.
Quando o circuito de preparação 208 inclui umtemporizador, uma entrada de reinicialização notemporizador está conectada à saída do circuito detravamento 202 ou ao botão atuador 22. Isso permite que otemporizador se reinicialize em resposta a uma alteração noestado do sinal de chaveamento 204. Em particular, otemporizador se reinicializa sempre que o sinal dechaveamento 204 desligar o motor. Isso pode ocorrer ouquando o usuário pressiona o botão atuador 22 antes dolapso do intervalo de barbeamento ou depilação, ou quandoocorre o lapso do intervalo de barbeamento ou depilação.
Em uma outra implementação, o circuito depreparação 208 inclui um decodificador tendo uma entradaconectada ou ao botão atuador 22 ou a um botão separado deentrada do decodificador. Nesse caso, o estado do sinal depreparação 206, que depende da saída do decodificador, écontrolada manualmente pelo usuário, seja pressionando obotão atuador 22 de acordo com um padrão predefinido ou, naimplementação alternativa, mediante a operação do botão deentrada do decodificador.
Por exemplo, no caso em que o decodificadorrecebe um sinal do botão atuador 22, o decodificador podeser programado para responder a um pressionamento estendidodo botão atuador 22, ou a um rápido duplo clique do mesmo,causando uma alteração no estado do sinal de preparação206. Alternativamente, no caso de o decodificador aceitarentrada de uma chave de entrada do decodificador separada,o usuário só precisa operar a chave de entrada dodecodif icador. Não é preciso que o usuário se lembre comotravar e destravar o motor com o botão atuador 22.
Nessas implementações que dependem do usuáriopara alterar o estado do sinal de preparação 206, é útilfornecer um indicador, como um LED, que ofereça ao usuáriouma retroinformação sobre o estado do sinal de preparação206 ter sido alterado com sucesso.
Em outras implementações, o circuito depreparação 208 depende da disposição do aparelho parabarbeamento ou depilação para determinar se o mesmo precisadesarmar o circuito de travamento 202. Por exemplo, ocircuito de preparação 208 pode incluir uma chave decontato que detecta a instalação e a remoção de um cartuchopara barbeamento ou depilação. Quando o cartucho éremovido, o circuito de preparação 208 desarma o circuitode travamento 202. Alternativamente, o circuito depreparação 2 08 pode incluir uma chave de contato quedetecta se o aparelho para barbeamento ou depilação está ounão acondicionado em seu suporte. Nesse caso, quando ocircuito de preparação 208 detecta que o aparelho parabarbeamento ou depilação foi acondicionado em seu suporte,desarma o circuito de travamento 202.
No caso em que o circuito de preparação 2 08responde à presença de um cartucho, um usuário impede que omotor se ligue acidentalmente removendo o cartucho do cabo.Para fazer funcionar normalmente o aparelho parabarbeamento ou depilação, o usuário reinstala o cartucho nocabo.
No caso em que o circuito de preparação 208responde à presença de um suporte, o usuário impede que omotor se ligue acidentalmente acondicionando o cartucho emseu suporte. Para fazer funcionar normalmente o aparelho parabarbeamento ou depilação, o usuário o remove de seu suporte,que é algo que precisaria ser feito, de qualquer modo.
Embora a modalidade aqui descrita controle aoperação de um motor, os métodos e dispositivos apresentadospodem ser usados para impedir a drenagem da bateria porconsumo inadvertido de energia por qualquer carga.
Medição da força de barbeamento ou depilação
Durante uma operação de barbeamento ou depilação, ousuário aplica uma força que pressiona a lâmina contra apele. A magnitude dessa força de barbeamento ou depilaçãoafeta a qualidade do resultado. Uma força de barbeamento oudepilação que seja demasiadamente baixa pode ser insuficientepara forçar os pêlos em uma posição de corte ótima. Uma queseja demasiadamente alta pode resultar em excessiva abrasãoda pele. Devido aos contornos variáveis da face, é difícilpara o usuário manter até mesmo uma força de barbeamentoconstante, e muito menos uma força de barbeamento ótima.
Essa dificuldade é superada em navalhas queincluem circuitos para medição de força 400, conformemostrado nas Figuras 4A e 4B. Os circuitos para medição deforça 400 ilustrados exploram o fato de que, em um aparelhopara barbeamento ou depilação motorizado, a força debarbeamento ou depilação comanda, em parte, a carga aplicadaao motor 306 que aciona as lâminas. As característicasoperacionais desse motor 306 se alteram, desse modo, emresposta à força de barbeamento ou depilação.
0 circuito para medição de força 400, mostrado naFigura 17A, explora a alteração na corrente consumida pelomotor 306 em resposta a diferentes cargas. Conforme aumentaa força de barbeamento ou depilação, o motor 3 06 consomemais corrente em resposta. A implementação na Figura 17A,portanto, apresenta um sensor de corrente 4 02, que detectaa intensidade da corrente consumida pelo motor 306. 0sensor de corrente fornece um sinal de força 408 à lógicade controle 105.
0 circuito para medição de força mostrado naFigura 17B explora as alterações na velocidade do motor 3 06que resultam de diferentes cargas sobre o mesmo. Conforme aforça de barbeamento ou depilação aumenta, a velocidade domotor diminui. A implementação mostrada na Figura 17B,portanto, apresenta um sensor de velocidade 410 paradetecção da velocidade do motor. Esse sensor de velocidadefornece um sinal de força 408 à lógica de controle 105.
A lógica de controle 105 recebe o sinal de força408 e o compara a um sinal de força nominal, indicativo dequal seria o sinal de força sob uma carga conhecida.Tipicamente, a carga conhecida é selecionada paracorresponder a um aparelho para barbeamento ou depilaçãovibrando no espaço livre, sem contato com qualquersuperfície. Alternativamente, a lógica de controle 105compara o sinal de força 408 com um par de sinais de forçanominais correspondentes a um aparelho para barbeamento oudepilação vibrando com duas cargas conhecidas,correspondentes a uma força mínima e a uma força máxima debarbeamento ou depilação.
A lógica de controle 105 determina, então, se aforça de barbeamento ou depilação aplicada está fora dafaixa definida pelos limites superior e inferior da forçade barbeamento ou depilação. Se a força de barbeamento oudepilação aplicada estiver fora da faixa, a lógica decontrole 105 envia um sinal de correção 412 a um indicador 414.
0 indicador 414 transforma, então, o sinal de correção412 em um sinal observável que pode ser observado pelousuário, por ser visível ou audível, ou por proporcionaralgum estímulo tátil.
Para um sinal acústico observável, o indicador414 pode ser um alto-falante que proporciona ao usuário umsinal audível. Para um sinal opticamente observável, oindicador 414 pode ser um LED que proporciona ao usuário umsinal visível. Para um sinal tátil observável, o própriomotor 306 é usado como um indicador 414. Ao detectar umaforça de barbeamento ou depilação incorreta, a lógica decontrole 105 envia um sinal de correção 412 ao motor 306,para introduzir uma perturbação em sua operação normal. Porexemplo, a lógica de controle 105 pode enviar um sinal decorreção 412 que faça com que o motor 306 falhe.
Em todos os casos anteriormente mencionados, osinal para uma força de barbeamento ou depilação insuficientepode diferir daquele para uma força de barbeamento oudepilação excessiva, de modo que o usuário saiba comocorrigir a força de barbeamento ou depilação aplicada.
Foram descritas várias modalidades da invenção.Todavia, deve-se compreender que várias modificações podemser feitas sem se afastar do espírito e do escopo dainvenção.
Por exemplo, embora os aparelhos para barbeamentoou depilação acima descritos incluam um motor de vibração eofereçam uma funcionalidade de vibração, outros tipos defuncionalidade alimentada a bateria podem ser oferecidos,como aquecimento.
Além disso, embora na modalidade acima descrita umelemento de recepção contendo uma janela seja soldado em umaabertura no tubo de pega, caso se deseje a janela pode sermoldada no dito tubo de pega, por exemplo mediante amodelagem de uma membrana transparente no mesmo.
Em algumas implementações, podem ser usados outrostipos de conexão para o compartimento da bateria. Porexemplo, as porções macho e fêmea do compartimento dabateria e do tubo de pega podem ser invertidas, de modo queo compartimento da bateria tenha a porção macho e o tubo depega tenha a porção fêmea. Como outro exemplo, ocompartimento da bateria pode ser montado no tubo de pegamediante o uso de uma abordagem descrita no documento co-pendente com n° serial U.S. 11/115.885, depositado em 27 deabril de 2005, cuja descrição completa está aquiincorporada, a título de referência. Outras técnicas demontagem podem ser usadas em algumas implementações, porexemplo, sistemas de trava que são liberados por um botão deempurrar ou outro tipo de atuador.
Adicionalmente, em algumas implementações oaparelho para barbeamento ou depilação pode serdescartável, caso no qual o compartimento da bateria podeestar permanentemente soldado ao tubo de pega, já que não énecessário ou desejável que o consumidor tenha acesso àbateria.
Em implementações descartáveis, a unidade delâmina também está montada de maneira fixa à cabeça doaparelho para barbeamento ou depilação, em vez de serfornecida sob a forma de um cartucho removível.
Outras técnicas de ventilação também podem serusadas, por exemplo sistemas de ventilação que empregamelementos de válvula vedante em vez de uma membranamicroporosa. Esses sistemas de ventilação são descritos, porexemplo, no documento com n° serial U.S. 11/115.931,depositado em 27 de abril de 2005, cuja descrição completaestá aqui incorporada, a título de referência.
Algumas implementações incluem alguns dosrecursos acima descritos, porém não incluem alguns ou todosdentre os componentes eletrônicos aqui discutidos. Porexemplo, em alguns casos a chave eletrônica pode sersubstituído por uma chave mecânica, e a placa de circuitoimpresso pode ser omitida.
Conseqüentemente, outras modalidades estão noescopo das reivindicações apresentadas a seguir.Foram descritas várias modalidades da invenção.Todavia, deve-se compreender que várias modificações podemser feitas sem se afastar do espírito e do escopo dainvenção.
Por exemplo, embora os aparelhos para barbeamentoou depilação acima descritos incluam um motor de vibração eofereçam uma funcionalidade de vibração, outros tipos defuncionalidade alimentada a bateria podem ser oferecidos,como aquecimento.
Além disso, embora na modalidade acima descrita umelemento de recepção contendo uma janela seja soldado em umaabertura no tubo de pega, caso se deseje a janela pode sermoldada no dito tubo de pega, por exemplo mediante amodelagem de uma membrana transparente no mesmo.
Em algumas implementações, podem ser usados outrostipos de conexão para o compartimento da bateria. Porexemplo, as porções macho e fêmea do compartimento dabateria e do tubo de pega podem ser invertidas, de modo queo compartimento da bateria tenha a porção macho e o tubo depega tenha a porção fêmea. Como outro exemplo, ocompartimento da bateria pode ser montado no tubo de pegamediante o uso de uma abordagem descrita no documento co-pendente com n° serial U.S. 11/115.885, depositado em 27 deabril de 2005, cuja descrição completa está aquiincorporada, a título de referência. Outras técnicas demontagem podem ser usadas em algumas implementações, porexemplo, sistemas de trava que são liberados por um botão deempurrar ou outro tipo de atuador.Adicionalmente, em algumas implementações oaparelho para barbeamento ou depilação pode serdescartável, caso no qual o compartimento da bateria podeestar permanentemente soldado ao tubo de pega, já que não énecessário ou desejável que o consumidor tenha acesso àbateria. Em implementações descartáveis, a unidade delâmina também está montada de maneira fixa à cabeça doaparelho para barbeamento ou depilação, em vez de serfornecida sob a forma de um cartucho removível.
Outras técnicas de ventilação também podem serusadas, por exemplo sistemas de ventilação que empregamelementos de válvula vedante em vez de uma membranamicroporosa. Esses sistemas de ventilação são descritos,por exemplo, no documento com n° serial U.S. 11/115.931,depositado em 27 de abril de 2005, cuja descrição completaestá aqui incorporada, a título de referência.
Algumas implementações incluem alguns dosrecursos acima descritos, porém não incluem alguns ou todosdentre os componentes eletrônicos aqui discutidos. Porexemplo, em alguns casos a chave eletrônica pode sersubstituído por uma chave mecânica, e a placa de circuitoimpresso pode ser omitida.
Conseqüentemente, outras modalidades estão noescopo das reivindicações apresentadas a seguir.