BRPI0615731A2 - disposição com um tacógrafo - Google Patents

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BRPI0615731A2
BRPI0615731A2 BRPI0615731-9A BRPI0615731A BRPI0615731A2 BR PI0615731 A2 BRPI0615731 A2 BR PI0615731A2 BR PI0615731 A BRPI0615731 A BR PI0615731A BR PI0615731 A2 BRPI0615731 A2 BR PI0615731A2
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data memory
tachograph
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BRPI0615731-9A
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Franz Kimmich
Andreas Lindinger
Horst Nother
Michael Salm
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Vdo Automotive Ag
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Abstract

DISPOSIçãO COM UM TACOGRAFO. A invenção refere-se a uma disposição (1) com um tacógrafo (DTCO)e com uma memória de dados (13, 14), especialmente com jma memória de dados (13, 14) de um cartão de dados (4, 5), sendo que o tacógrafo (DTCO) apresenta uma interface que serve para a troca de dados entre o tacógrafo (DTCO) e a memória de dados (13, 14), tacógrafo este (DT- CO) que apresenta módulos funcionais lógicos (FM) e no mínimo uma memória (DMEM). Além disso, também constitui objeto da invenção um processo para operar o tacógrafo (DTCO). Devido às altas exigências de segurança, a transmissão de dados entre a memória de dados (13,14) e o tacógrafo(DTCO) é bastante intensiva quanto ao tempo. Sobre isso, a invenção cria uma solução à medida em que ao início da transmissão de dados, em primeiro lugar uma imagem virtual (VI) da memória de dados (13, 14) é depositada na memória (DMEM) do tacógrafo (DTCO), e os acessos de gravação e de leitura seguintes dos módulos funcionais lógicos (FM) ocorrem primeiro em relação à imagem virtual (VI) na memória (DMEM), e regularmente ocorre um processo de gravação mediante acesso à memória de dados (13, 14) do cartão de dados (4, 5), e enquanto isso são igualadas as diferenças entre a imagem virtual (VI) e a memória de dados (13, 14).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSIÇÃOCOM UM TACÓGRAFO".
A invenção refere-se a uma disposição com um tacógrafo e comuma me^mória de dados, especialmente uma memória de dados.,de Um11 car-tão de dados, sendo que o tacógrafo apresenta uma interface que serve pa-ra a troca de dados entre o tacógrafo e a memória de dados, tacógrafo esteque apresenta módulos funcionais lógicos e no mínimo uma memória.
Segundo o Decreto da COMUNIDADE ECONÔMICA EURO-PÉIA n9 3821/85, futuramente os tacógrafos a ser empregados em veículosutilitários para registrar dados operacionais, não serão mais, como usual-mente, rotulados de modo análogo a um disco de diagrama de papel, massim a velocidade ao longo do tempo será armazenada digitalmente em umamemória de dados, isto é, uma memória de dados de um cartão de dados. ODecreto da COMUNIDADE ECONÔMICA EUROPÉIA contém indicaçõesabrangentes de como os dados a serem registrados , que entre outras coi-sas têm que satisfazer as exigências quanto a uma comprovação legal, de-vem ser armazenados e protegidos contra manipulação. Para satisfazer asexigências rigorosas desse Decreto, devem ser implementados mecanismosde segurança criptológicos muito dispendiosos e processos de autenticação.Cabe particular atenção, nesse caso, para se garantir a transmissão de da-dos entre a memória de dados do cartão de dados e o tacógrafo. O pedidode patente alemão aberto à inspeção pública DE 103 21 252 A1 já trata deum dispositivo de admissão de cartão de dados, descrevendo uma admissãode um cartão protegida contra manipulação em um tacógrafo descrito acima.Deve-se proteger contra manipulação espacialmente a transmissão de da-dos entre a memória de dados do cartão de dados e uma memória do tacó-grafo, pois nessa região de acordo com a experiência é que devem ser temi-das essas intervenções. Por esse motivo, tacógrafos e cartões de dados cor-respondentes são providos respectivamente de uma unidade de codificaçãocomo componente integrante, por meio da qual a transmissão de dados o-corre com segurança de modo criptológico exclusivamente por meio de umachave de ajuste. No entanto, essa segurança é extremamente complexa erequer muita paciência do usuário, pois os tempos de acesso se prolongamde modo quase insuportável devido à segurança da transmissão de dadosentre o tacógrafo e o cartão de dados. Segundo a ISSO 7816, além disso, oacesso de gravar-ler para a memória de dados do cartão de dados fica Iimi-tado a uma extensão de 256 byte, de tal modo que a comunicação atravésda conexão serial usada nesse ponto ocorre muito lentamente, segundo oDecreto da COMUNIDADE ECONÔMICA EUROPÉIA.
No DE 195 33 515 A1 revela-se uma disposição de tacógrafo.Um cartão de motorista apresenta uma memória não-temporária que podeser sobrescrita, para o armazenamento de dados de controle. A disposiçãode tacógrafo apresenta um dispositivo para gravar dados de controle namemória do cartão de motorista e para a leitura dos dados de controle nestaarmazenados. São previstas uma memória temporária de dados de controlee um dispositivo de controle. O dispositivo de controle controla a operaçãoda disposição de tacógrafo de um modo tal que, ao se inserir o cartão demotorista no tacógrafo, os dados de controle armazenados no cartão de mo-torista são carregados para a memória temporária de dados de controle; du-rante a permanência do cartão de motorista no tacógrafo eles continuam aser gravados na memória temporária de dados de controle, e os dados decontrole que continuaram a ser gravados, ao ser retirado o cartão de moto-rista, são carregados para a sua memória de dados de controle. Dados decontrole são dados secundários que são obtidos por processamento ulteriorda dados primários referentes ao processo de rodagem, especialmente pormeio de somatório ao longo do tempo. Os dados secundários contêm infor-mações relevantes para o regime de tempo de trabalho.
No GB 2 271 180 A revela-se um tacógrafo eletrônico com umaunidade de detecção de posição de veículo. O tacógrafo possui uma unidadede computador central e memória, à qual a unidade de computador tem a-cesso direto. A unidade de computador aproveita também informações deum cartão de memória removível que é alocado a um motorista ou co-motorista. O cartão de memória envia informações tais como a identidade domotorista e parâmetros do motorista. As informações recebidas pelo cartãode memória são admitidas na memória do tacógrafo. A memória contém ain-da informações de saída da unidade de computador que são fornecidas aocartão de memória.
Partindo do estado da técnica, a invenção tem corino objetivoencurtar os tempos de acesso no trato com o tacógrafo sem perda cje segu-rança, especialmente no que se refere à comunicação entre o tacógrafo e ocartão de dados.
Para alcançar esse objetivo propõe-se que os módulos funcio-nais lógicos sejam configurados de tal modo que, ao início da transmissãode dados, em primeiro lugar uma imagem virtual da memória de dados sejadepositada na memória do tacógrafo; os acessos seguintes de gravação eleitura dos módulos funcionais lógicos ocorrem em primeiro lugar para a i-magem virtual na memória, e ocorre geralmente um processo de gravaçãomediante acesso à memória de dados do cartão de dados, e enquanto issosão igualadas as diferenças entre a imagem virtual e a memória de dados.Nesse caso, ó acesso regular de gravação e de leitura ocorre em intervalosde tempo periódicos e/ou quando deva ser igualado um determinado volumede dados entre a imagem virtual e a memória de dados devido a alteraçõesna imagem.
Uma vantagem especial da invenção consiste na economia demuitos ciclos de transmissão de dados entre o tacógrafo e a memória dedados, respectivamente o cartão de dados. Já que os tacógrafos correspon-dentes geralmente apresentam dois dispositivos de admissão para dois car-tões de dados, então a economia desse esforço quase duplica em importân-cia. Já que, devido aos sinais de registro de alta freqüência geralmente con-trolados ininterruptamente, provenientes do sensor de velocidade, o tacógra-fo apresenta um grau
de exploração relativamente elevado da unidade central de computador noque se refere à sua unidade de computador durante a operação, então oalívio de acordo com a invenção representa uma grande vantagem. Umaigualação regular pode ocorrer relativamente raramente, como por exemplo,a intervalos de 12 horas respectivamente. No caso dedados é configurada convenientemente como memória circular e, desse mo-do, os registros mais antigos são sempre sobrescritos pelos mais novos. Le-vando-se isso em consideração, a imagem da memória circular pode serconfigurada vantajosamente como memória linear, com um endereço inicialpara o primeiro registro e um endereço final para o último registro, sendoque uma seqüência fixa de endereçamentos prevê após a chamadá do en-dereço final a chamada do endereço inicial de modo subseqüente. Nessecaso, é conveniente que a imagem virtual da memória de dados de fato re-produza a arquitetura da memória de dados, contudo os dados armazenadosna memória circular são reproduzidos apenas parcialmente na imagem. Umatransmissão completa de todo o conteúdo da memória de dados, por exem-plo, ao se inserir o cartão no tacógrafo, dura, em certas circunstâncias, umtempo inaceitavelmente longo, sendo que aos dados antigos neste caso nemsempre é dado um uso prático. Por isso é conveniente que a imagem virtual,após a geração inicial, inicialmente só reproduza os dados do último blocode registro da memória circular da memória de dados.
Para se evitar um esforço demasiado na transmissão de dados,é conveniente que à imagem virtual seja alocado ao menos um mostrador dealteração, ou seja, que na memória de dados do tacógrafo esteja registradoo local da imagem virtual da memória circular, no qual ocorreu a primeiraalteração desde a última igualação.
Um desdobramento vantajoso da invenção prevê que no caso deprocesso de gravação que se estenda do endereço final para o endereçoinicial da imagem, na imagem virtual ao menos um mostrador de altèraçõesindique o local antes do endereço final, no qual começaram as alteraçõesdepois da última igualação, e no mínimo um segundo mostrador de altera-ções marque o local onde foi continuado o processo de gravação depois doendereço final. Uma marcação desse tipo, para além do salto de endereçoda memória circular assegura uma igualação sem conflitos entre a memóriade dados e a memória do tacógrafo. A confiabilidade desse processo podeser ainda aumentada quando o mostrador de alterações abranger adicional-mente também informações sobre a quantidade dos bytes que foram arma-zenados desde a última igualação na memória circular, começando a partirdo local indicado.
Pode-se perder muito tempo se diferentes módulos funcionaislógicos executarem um acesso de gravação ou de leitura à imagem e se pa-ra isso forem predeterminados intervalos de tempo fixos. Tais procedimentostambém podem, de fato, ser executados sob controle ininterrupto, mas issodesestabiliza processos da unidade de computador central. Por isso, é parti-cularmente conveniente uma coordenação dos módulos funcionais lógicosque executam acessos de gravação ou de leitura à imagem por meio de umavariável de status central. Nesse caso, é conveniente que os módulos fun-cionais busquem regularmente a variável de status e, no caso de um deter-minado valor da variável de status que esteja alocado ao respectivo módulofuncional de busca, iniciem processos de gravação que apareçam. Com queum aviso de conclusão pode ser previsto que os módulos funcionais lógicos,que executam os acessos de gravação à região de memória da imagem,modifiquem a variável de status após a conclusão das tarefas surgidas. Umacoordenação sem conflitos desses acessos à memória de dados é entãoespecialmente assegurada quando os módulos funcionais lógicos abrange-rem um módulo de status de imagem que solicite regularmente a variável destatus e designe para esta um novo valor, quando anteriormente um outromódulo funcional tiver alterado o valor, valor novo este que se acha alocadoa um determinado módulo funcional para a distribuição do acesso de grava-ção.
Vantagens especiais de tempo de funcionamento são proporcio-nadas pela invenção, quando os módulos funcionais abrangerem uma uni-dade de codificação, por meio da qual são codificados elementos da trans-missão de dados entre o tacógrafo e a memória de dados. Para isso, a me-mória de dados também pode apresentar uma unidade de codificação.
Devido à marcação especial, de acordo com a invenção, dosdados a serem igualados da imagem virtual, a invenção proporciona outrasvantagens no caso de uma pane da alimentação de voltagem elétrica. Nessecaso, a disposição pode prever que, após a escolha da alimentação de vol-tagem, antes de cada acesso à memória de dados em primeiro lugar sejamcomparados dados de identificação da memória de dados com aqueles daimagem virtual da memória de dados. Essa configuração é conveniente, por-tanto, porque no caso de uma queda da voltagem de alimentação uma tenta-tiva de manipulação pode prever possivelmente uma substituição da memó-ria de dados. A vantagem da invenção, nesse ponto, consiste principalmenteno fato de que já se acha presente a imagem virtual ,da memória de dadosincluindo os dados de identificação e, conseqüentemente, só é preciso ocor-rer uma comparação. Se ocorrer uma queda de voltagem diretamente antesda entrada em uma transmissão de dados ou diretamente depois da conclu-são de uma tal transmissão de dados, então só será preciso autenticar amemória de dados após o retorno da voltagem. Uma queda de voltagem du-rante um processo de leitura a partir da memória de dados, segundo um a-perfeiçoamento vantajoso da invenção, tem o efeito conveniente de que osmódulos funcionais permanecem no estado atual até o retorno da voltageme, em seguida, a partir desse estado continuam o processo de leitura, depoisque inicialmente tenham sido comparados entre si os dados de identificação,de preferência reciprocamente.
Desde que não tenha sido mencionado expressamente, as ca-racterísticas funcionais referem-se sempre a uma configuração da disposi-ção segundo a qual a função reivindicada pode ser executada por meio dadisposição de acordo com a invenção. Além da disposição de acordo com ainvenção, também constitui objeto da invenção um processo de acordo coma invenção para operar uma disposição de acordo com no mínimouma oucom uma combinação das reivindicações. Nesse caso, especialmente ascaracterísticas reivindicadas da invenção são objeto de um processo de a-cordo com a invenção mesmo na falta de uma referência expressa corres-pondente.
A seguir, a invenção será agravação detalhadamente com baseem um exemplo de execução especial sem efeito de limitação, para facilitaro entendimento. Mostra-se:
Figura 1: uma exposição esquemática de uma disposição deacordo com a invenção;
Figura 2: uma exposição esquemática da evolução dos proces-sos básicos durante a operação de uma disposição de acordo com a invenção;
Figura 3: uma exposição esquemática da conversão de umamemória circular de uma imagem virtual de acordo com a invenção;
Figura 4: uma exposição esquemática da cooperação de módu-los funcionais lógicos com a memória, coordenada por meio de uma variávelde status de acordo com a invenção.
A figura 1 mostra uma disposição 1 de acordo com a invenção,com um tacógrafo DTCO, o qual se encontra em conexão com um sensor Sque emite um sinal de velocidade n, e apresenta um encaixe de cartão dedados 3, no qual podem ser inseridos cartões de dados 4, 5. O tacógrafoDTCO apresenta diferentes módulos funcionais lógicos FM, os quais, entreoutras coisas, abrangem uma unidade de processamento central CPU, ummódulo de administração de interface IF, um módulo de codificação KRY,uma memória MEM e um controlador de impressora PRN. Além disso, o ta-cógrafo DTCO apresenta ainda uma unidade mostradora 6, diferentes ele-mentos de manobra 7, uma alimentação de voltagem U e um módulo de im-pressão 8. Os módulos funcionais individuais FM encontram-se em conexãode transmissão de sinais entre si. Os cartões de dados 4, 5 apresentam res-pectivamente uma interface 11, 12 que pode entrar em conexão de trans-missão de dados com um interface, não mostrada em detalhe, do tacógrafoDTCO. Por meio dessas interfaces 11, 12, os cartões de dados 4, 5 podemcomunicar ao tacógrafo 2 informações depositadas em uma memória de da-dos 13, 14 dos cartões de dados 4, 5, sendo que módulos de codificaçãoKRY tanto dos cartões de dados 4, 5 quanto do tacógrafo DTCO cuidam pa-ra que haja uma comunicação protegida criptologicamente.
A figura 2 mostra a evolução esquemática da geração de umaimagem virtual Vl em uma memória DMEM do tacógrafo DTCO com base namemória de dados 13 do cartão de dados 4. Na figura 2, os números de re-ferência dos elementos que correspondem àqueles da memória de dadosefetiva 13 são providos de um pequeno traço. Em uma primeira etapa (1), otacógrafo DTCO e a memória de dados 13 do cartão de dados 4 entram emconexão de transmissão de dados entre si e automaticamente .é iniciado umprocessç de autenticação (Auth.) entre esses dois participantes.,da corrçuni-cação. Depois de bem-sucedida a autenticação (Auth.), o tacógrafo gerauma imagem virtual Vl em sua memória DMEM da memória de dados 13 docartão de dados 4. Nesse caso, toda a estrutura da memória de dados é co-piada na imagem virtual VI. Isso compreende uma primeira parte de memó-ria 16, 16" de qualidade usual e uma segunda parte de memória 17, 17' queé configurada como memória circular RNG, RNG1. Depois da geração daimagem virtual Vl na memória da DMEM do tacógrafo DTCO1 ocorre, na eta-pa (3), essencialmente a operação de detecção do tacógrafo 2, e enquantoisso o sinal de velocidade η é registrado na imagem virtual VI. De modo nãomostrado, a cada 12 horas ocorre uma igualação da imagem virtual Vl com amemória de dados 13 do cartão de dados 4. Nessa igualação, no essencial osregistros da memória circular RNG são igualados entre si. Conforme é mostra-do na etapa (4), se ocorrer uma solicitação de retirada (EJECT) ao tacógrafodigital DTCO1 então em primeiro lugar a imagem virtual Vl será igualada com amemória de dados 13 e, em seguida, os cartões de dados 4 serão ejetados.
Na figura 3 é mostrada a igualação da imagem virtual Vl1 espe-cialmente da memória circular RNG11 com a memória de dados 13, respecti-vamente da memória circular RNG. Nesse caso, é decisiva a estrutura damemória circular RNG da imagem virtual VI, a qual apresenta uma estruturalinear propriamente, sendo que uma seqüência predeterminada de endere-çamentos SEQADR permite que a um endereçamento do último lugar dememória Xst dessa memória linear ocorra o endereçamento de um primeirolugar de memória 1st. Na memória circular RNG do cartão de dados, issocorresponde aos lugares de memória Istrng, respectivamente Xstrng.
A memória circular RNG' do tacógrafo DTCO, respectivamenteda memória DMEM apresenta mostrador de alterações p1, p2, por meio dosquais são marcadas as alterações surgidas após a última igualação da ima-gem virtual com a memória de dados 13. Nesse caso, o início do registroalterado é fixado por meio do mostrador assinalado por p1, sendo que a si-tuação exposta na figura 3 mostra um registro que é assinalado por d head eact., que se estende pelo endereço final Xst e pelo endereço inicial 1st daimagem^virtual VI, e, além do primeiro mostrador de alterações p1, mais umsegundo mostrador de alterações p2 marca o local onde foi continuado oprocesso de gravação depois do endereço final Xst, ou seja, no endereçoinicial 1st. O registro é constituído por um Header e pelos tipos de aciona-mento do motorista do veículo armazenados act. Aos mostradores de altera-ções p1, p2 são anexadas ainda respectivamente informações em n1, n2sobre a quantidade dos bytes que estão armazenados desde a última igua-lação na memória circular, começando a partir do local indicado. Nesse sen-tido, por meio do mostrador de alterações são mostrados respectivamente oponto de início dos dados a serem igualados e a extensão.
Na figura 4 é exposta esquematicamente a coordenação dosmódulos funcionais FM durante a gravação sobre a imagem virtual Vl pormeio de um status de dados de cartão CDS. Diferentes módulos funcionaisFM, como por exemplo a unidade de computador central CPU, uma proteçãoativa de hardware AH, uma administração de interface IF, um módulo de im-pressão PRN ou um sensor Sem escreve de modo amplamente autônomona memória DMEM, respectivamente em sua imagem virtual VI. Para quenesse caso não ocorram conflitos, é prevista uma variável de status centralCDS, que é ocupada com um valor alternadamente pelos módulos funcio-nais FM e por um módulo de status de imagem CDSA. Nesse caso, o módu-lo de status de imagem CDSA ocupa a variável de status CDS respectiva-mente com um valor que se acha alocado a um módulo funcional FM. Osmódulos funcionais FM buscam regularmente o valor da variável de statusCDS e iniciam processos de gravação respectivos para a imagem VI, quan-do o valor corresponder àquele que está alocado ao correspondente módulofuncional. Após a conclusão da operação de gravação, o módulo funcionalocupa a variável de status CDS com um novo valor que indica ao módulo destatus de imagem a conclusão da operação de gravação, de tal modo que àvariável de status CDS possa ser atribuído um novo valor.

Claims (20)

1. Disposição (1) com um tacógrafo (DTCO) e com uma memó-ria de dados (13, 14), especialmente com uma memória de dados (13, 14)de um cartão de dados (4, 5), sendo que o tacógrafo (DTCO) apresenta umainterface que serve para a troca de dados entre o tacógrafo (DTCO) e amemória de dados (13, 14), tacógrafo este (DTCO) que apresenta módulosfuncionais lógicos (FM) e no mínimo uma memória (DMEM), e os módulosfuncionais lógicos (FM) são configurados de tal modo que ao início datransmissão de dados em primeiro lugar uma imagem virtual (VI) da memó-O ria de dados (13, 14) seja depositada na memória (DMEM) do tacógrafo(DTCO); em seguida, ocorrem acessos de gravação e de leitura dos módu-los funcionais lógicos (FM) inicialmente à imagem virtual (VI) na memória(DMEM), e regularmente ocorre um processo de gravação mediante acessoà memória de dados (13, 14) dos cartões de dados (4, 5), e enquanto issosão igualadas as diferenças entre a imagem virtual (VI) e a memória de da-dos (13, 14), caracterizada pelo fato de que o acesso regular de gravação ede leitura ocorre em intervalos de tempo periódicos e/ou quando um deter-minado volume de dados entre a imagem virtual (VI) e a memória de dados(13, 14) deva ser igualado devido a alterações na imagem.
2. Disposição (1) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadapelo fato de que o acesso regular de gravação e de leitura ocorre a cada 12horas.
3. Disposição (1) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadapelo fato de que antes da separação da memória de dados (13, 14) do tacó-grafo (DTCO) ocorre uma igualação da imagem virtual (VI) com a memóriade dados (13, 14).
4. Disposição (1) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadapelo fato de que a transmissão de dados entre a memória de dados (13, 14)e o tacógrafo (DTCO) ocorre de modo codificado.
5. Disposição (1) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadapelo fato de que a memória de dados (13, 14) apresenta uma memória circu-lar (RNG).
6. Disposição (1) de acordo com a reivindicação 5, caracterizadapelo fato de que a imagem (VI) da memória circular (RNG') é configuradacomo memória linear (DMEM)1 com um endereço inicial (1st) para o primeiroregistro e um endereço final (xst) para o último registro, sendo que Urnaj se-qüência de endereçamentos fixada (ADRSEQ) prevê, depois da solicitaçãodo endereço final (xst), em seguida a solicitação do endereço inicial (1 st).
7. Disposição (1) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadapelo fato de que a imagem virtual (VI) da memória de dados (13, 14) copia aarquitetura da memória de dados (13, 14) e os dados armazenados na me·mória circular (RNG) só são reproduzidos parcialmente na imagem (VI).
8. Disposição (1) de acordo com uma das reivindicações de 5 a-7, caracterizada pelo fato de que a imagem virtual (VI), depois da geraçãoinicial, inicialmente copia somente os dados do último bloco de registro damemória circular (RNG) da memória de dados (13, 14).
9. Disposição (1) de acordo com uma das reivindicações de 5 a-7, caracterizada pelo fato de que à imagem virtual (VI) acha-se alocado nomínimo um mostrador de alterações (p1, p2); precisamente na memória dedados (13, 14) do tacógrafo (DTCO) acha-se armazenado o local da imagemvirtual (VI) da memória circular (RNG) no qual ocorreu a primeira alteraçãodesde a última igualação.
10. Disposição (1) de acordo com a reivindicação 9, caracteriza-da pelo fato de que ao ocorrer um processo de gravação na imagem virtual(VI) que se estenda do endereço final (xst) para o endereço inicial (1 st) daimagem virtual (VI), no mínimo um primeiro mostrador de alterações (p1)marca o local antes do endereço final (xst) no qual começaram as alteraçõesdepois da última igualação, e no mínimo um segundo mostrador de altera-ções (p2) marca o local onde foi continuado o processo de gravação depoisdo endereço final (xst).
11. Disposição (1) de acordo com a reivindicação 9 ou 10, carac-terizada pelo fato de que o mostrador de alterações (p1) abrange adicional-mente também informações sobre a quantidade (n1, n2) dos bytes que fo-ram armazenados desde a última igualação na memória circular (RNG') co-meçando a partir do local indicado.
12. Disposição (1) de acordo com uma das reivindicações ante-riores, caracterizada pelo fato de que alguns dos módulos funcionais lógicos(FM) exeputam acessos de gravação ou de leitura à imagem (VJ) e, ne,ssecaso, são coordenados por meio de uma variável de status central (CDS).
13. Disposição (1) de acordo com uma das reivindicações ante-riores, caracterizada pelo fato de que alguns dos módulos funcionais lógicos(FM) executam acessos de gravação às regiões de memória da imagem (VI)e, nesse caso, são coordenados por meio de uma variável de status central,sendo que os módulos funcionais (FM) buscam regularmente a variável destatus (CDS), e, no caso de um determinado valor da variável de status(CDS) que esteja alocada ao respectivo módulo funcional (FM) que está fa-zendo a busca, iniciam processos de gravação surgidos.
14. Disposição (1) de acordo com a reivindicação anterior, carac-terizada pelo fato de que os módulos funcionais lógicos (FM), que executamos acessos de gravação a uma região de memória da imagem (VI), depoisdos respectivos acessos de gravação modificam a variável de status (CDS).
15. Disposição (1) de acordo com a reivindicação anterior, carac-terizada pelo fato de que os módulos funcionais lógicos (FM) abrangem ummódulo de status de imagem (CDSA), o qual busca regularmente a variávelde status (CDS) e atribui a esta um novo valor, quando anteriormente umoutro módulo funcional (FM) tiver modificado o valor, valor novo este que seacha alocado a um determinado módulo funcional (FM) para a distribuiçãodo acesso de gravação.
16. Disposição (1) de acordo com uma das reivindicações ante-riores, caracterizada pelo fato de que a disposição (1) abrange uma alimen-tação de voltagem elétrica (U) e está configurada de tal modo que depois daqueda desta, antes de cada outro acesso à memória de dados (13, 14), emprimeiro lugar ocorre uma comparação de dados de identificação da memó-ria de dados (13, 14) com aqueles da imagem virtual da memória de dados(13, 14).
17. Disposição (1) de acordo com a reivindicação anterior, carac-terizada pelo fato de que ela é configurada de tal modo que, no caso de umaqueda de voltagem, diretamente antes da entrada em um processo de leituraou de gravação da, respectivamente para, a memória de dados (13, 14), a-pós o retorno da voltagem inicialmente ocorre uma comparação de dados deidentificação da memória de dados (13, 14) com aqueles da imagem virtualda memória de dados (13, 14), e em seguida o processo de leitura, respecti-vamente de gravação, é iniciado.
18. Disposição (1) de acordo com a reivindicação anterior, carac-terizada pelo fato de que, no caso de uma queda de voltagem durante umprocesso de leitura da memória de dados (13, 14), os módulos funcionais(FM) permanecem no estado atual até o retorno da voltagem e, em seguida,continuam o processo de leitura a partir desse estado depois que inicialmen-te tenham sido comparados dados de identificação da memória de dados(13, 14) com aqueles da imagem virtual (VI) da memória de dados (13, 14).
19. Disposição (1) de acordo com uma das reivindicações ante-riores, caracterizada pelo fato de que, no caso de uma queda de voltagem,diretamente depois da conclusão de um processo de leitura ou de gravaçãoda, respectivamente para, a memória de dados (13, 14), depois do retornoda voltagem inicialmente ocorre uma comparação de dados de identificaçãoda memória de dados (13, 14) com aqueles da imagem virtual da memóriade dados (13,14).
20. Processo para operar uma disposição (1) como definida emuma das reivindicações anteriores.
BRPI0615731-9A 2005-09-12 2006-08-30 disposição com um tacógrafo BRPI0615731A2 (pt)

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