BRPI0616059A2 - composições fungicidas, uso dos mesmos, método para controlar fungos fitopatogênicos e materiais industriais - Google Patents

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BRPI0616059A2
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Abstract

COMPOSIçõES FUNGICIDAS, USO DOS MESMOS, MéTODO PARA CONTROLAR FUNGOS FITOPATOGêNICOS E MATERIAIS INDUSTRIAIS. A invenção refere-se a uma composição capaz de controlar fungos fitopatogênicos em uma planta ou material de propagação destes, a referida composição compreendendo como ingredientes ativos uma mistura de: (A) Difenoconazol ou um sal ou complexo de metal deste; e (B) Clorota- lonila, em que o referido Difenoconazol ou o sal ou complexo de metal deste e a referida Clorotalonila estão presentes na referida composição em quantidades que produzem um efeito sinergístico. A composição da invenção é da mesma forma adequada para a proteção de materiais industriais.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMPOSI-ÇÕES FUNGICIDAS, USO DOS MESMOS, MÉTODO PARA CONTROLARFUNGOS FITOPATOGÊNICOS E MATERIAIS INDUSTRIAIS".
A presente invenção refere-se a novas composições fungicidascapazes de controlar fungos fitopatogênicos em plantas e a um método decontrole de tais fungos em plantas.
Difenoconazol (1 -[2-[2-cloro-4-(4-clorofenóxi)fenil]-4-metil-1,3-dioxolan-2- ilmetil]-1 H-1,2,4-triazol) é um fungicida que é eficaz contra diver-sas doenças causadas por Ascomycetes, Basidiomycetes e Deuteromyce-tes. Clorotalonil (2,4,5,6- tetracloro-1,3-benzenodicarbonitrila) é um fungicidaque é eficaz contra Ascomycetes e Deuteromycetes.
A tolerância da colheita e atividade contra fungos de planta fito-patogênicos de ambos os fungicidas não satisfazem sempre às necessida-des de prática agrícola em muitos incidentes e aspectos.
Além das necessidades acima mencionadas de prática agrícolapara tolerância da colheita aumentada e/ou atividade aumentada contra fun-gos de planta fitopatogênicos, a presente invenção procura fornecer umacomposição que não sofre das desvantagens da técnica anterior.
De acordo com a presente invenção é fornecida uma composi-ção capaz de controlar fungos fitopatogênicos em um material de planta oupropagação destes, a referida composição compreendendo como ingredien-tes ativos uma mistura de: (A) Difenoconazol ou um sal ou complexo de me-tal; e (B) Clorotalonil, onde o referido Difenoconazol ou o sal ou complexo demetal deste e o referido Clorotalonil estão presente na referida composiçãoem quantidades que produzem um efeito sinérgico.
Foi descoberto, surpreendentemente, que a mistura de um com-ponente (A) e componente (B) não apenas traz o realce do espectro de açãocom respeito ao fitopatogênio a ser controlado, porém obtém um efeito si-nérgico que estende a faixa de ação de componente (A) e componente (B)de duas maneiras. Em primeiro lugar, as faixas de aplicação de componente(A) e componente (B) são reduzidas embora a ação permaneça igualmenteboa. Em segundo lugar, a mistura de ingrediente ativo também obtém umalto grau de controle de fitopatogênio mesmo onde os dois componentesindividuais tornaram-se totalmente ineficazes em uma tal faixa de taxa deaplicação baixa. Isto permite, por um lado, um ampliamento substancial doespectro de fitopatogênios que pode ser controlado e, por outro lado, segu-rança aumentada no uso.
Entretanto, além da ação sinérgica real com respeito à atividadefungicida, as composições pesticidas de acordo com a invenção podem tam-bém ter outras propriedades vantajosas surpreendentes que podem tambémser descritas, em um sentido mais amplo, como atividade sinérgica. Exem-pios de tais propriedades vantajosas que podem ser mencionados são: umampliamento do espectro de atividade funcicida a outros fitopatogênios, porexemplo às linhagens resistentes; uma redução na taxa de aplicação dosingredientes ativos; degradabilidade mais vantajosa; comportamento toxico-lógico e/ou ecotoxicológico melhorado; ou características melhoradas dasplantas incluindo: emergência, produções de colheita, sistema de raiz maisdesenvolvido, aumento de cultivo, aumento em altura de planta, lâmina defolha maior, folhas basais menor mortas, lavouras mais fortes, cores da folhamais verde, menos fertilizantes necessário, menos sementes necessárias,lavouras mais produtivas, florescimento mais cedo, maturidade de grão maiscedo, menos verso da planta (acomodação), crescimento de broto aumenta-do, vigor de planta melhorado, e germinação antecipada.
Difenoconazol e Clorotalonil são descritos em "The PesticideManual" [The Pesticide Manual - A World Compendium; Décima terceira edi-ção; Editor: C. D. S. Tomlin; The British Crop Protection Council]. Difenoco-nazol é descrito aqui sob o número de entrada 247 e Clorotalonil é descritosob o número de entrada (142).
Difenoconazol pode existir em diferentes formas estereoisoméri-cas. A invenção abrange misturas compreendendo todas aquelas formasestereoisoméricas ou misturas daquelas formas estereoisoméricas em qual-quer relação.
Os sais mencionados de Difenoconazol podem ser ser prepara-dos reagindo-se a forma livre respectiva de Difenoconazol com ácidos.Dos ácidos que podem ser usados para a preparação de sais deDifenoconazol, o seguinte pode ser mencionado: ácidos halídricos, tais comoácido fluorídrico, ácido clorídrico, ácido bromídrico ou ácido iodídrico; ácidosulfúrico, ácido fosfórico, ácido nítrico, e ácidos orgânicos, tais como ácidoacético, ácido trifluoroacético, ácido tricloroacético, ácido propiônico, ácidoglicólico, ácido tiociânico, ácido lático, áciso succínico, ácido cítrico, ácidobenzóico, ácido cinâmico, ácido oxálico, ácido fórmico, ácido benzenossulfô-nico, ácido p-toluenossulfônico, ácido metanossulfônico, ácido salicílico, áci-do p-aminossalicílico, ácido 2-fenoxibenzóico, ácido 2-acetoxibenzóico e á-cido 1,2- naftaleno-dissulfônico.
Complexos de metal consistem na molécula orgânica subjacentee de um sal de metal inorgânico ou orgânico, por exemplo, um haleto, nitra-to, sulfato, fosfato, acetato, trifluoroacetato, tricloroacetato, propionato, tarta-rato, sulfonato, salicilato, benzoato, etc., de um elemento de grupo principalII, tal como cálcio e magnésio, e de grupos principais Ill e IV, tal como alu-mínio, estanho ou chumbo, e de subgrupos I a VIII, tal como cromo, manga-nês, ferro, cobalto, níquel, cobre, zinco, etc. Preferência é dada aos elemen-tos de subgrupo do 49 período. Os metais podem ter quaisquer das diferen-tes valências em que eles ocorrem. Os complexos de metal podem ser mo-no- ou polinucleares, isto é, eles podem conter um ou mais componentes demolécula orgânica como ligandos.
Em uma modalidade da invenção, o componente (A) é Difeno-conazol na forma livre.
Em todo este documento a expressão "composição" significa asvárias misturas ou combinações de componente (A) e o componente (B), porexemplo em uma forma de "mistura-pronta" simples, em uma mistura de s-pray combinada composta de formulações separadas dos componentes deingrediente ativo único, tal como uma "mistura de tanque", e em um usocombinado dos ingredientes ativos simples quando aplicados de uma manei-ra seqüencial, isto é, um após o outro com um período razoavelmente curto,tal como algumas horas ou dias. A ordem de aplicação do componente (A) ecomponente (B) não é seqüencial para trabalhar a presente invenção.As composições de acordo com a invenção podem tambémcompreender pesticidas adicionais.
As composições de acordo com a invenção são eficazes contramicroorganismos nocivos, tais como microorganismos que causam doençasfitopatogênicas, em particular contra fungos fitopatogênicos e bactérias.
As composições de acordo com a invenção são eficazes especi-almente contra fungos fitopatogênicos que pertencem às seguintes doenças:Ascomycetes (por exemplo, Venturia, Podosphaera, Erysiphe, Monilinia, My-cosphaerella, Uncinula); Basidiomycetes (por exemplo, o gênero Hemileia,Rhizoctonia, Phakopsora, Puccinia, Ustilago, Tilletia); Fungos imperfeitos(também conhecidos como Deuteromicetos; por exemplo, Botrytis, Helmin-thosporium, Rhynchosporium, Fusarium, Septoria, Cercospora, Alternaria,Pyricularia e Pseudocercosporella); Oomycetes (por exemplo, Phytophthora,Peronospora, Pseudoperonospora, Albugo, Bremia, Pythium, Pseudoscle-rospora, Plasmopara).
Em toda esta especificação o termo "plantaVplantas" inclui plan-tas das seguintes espécies: videiras; cereais, tais como trigo, cevada, cen-teio ou aveia; beterraba, tal como beterraba açucareira ou beterraba de for-ragem; frutos, tais como romãs, frutos com caroço ou frutos macios, por e-xemplo, maçãs, pêras, ameixas, pêssegos, amêndoas, cerejas, morangos,framboesa ou amoras-pretas; plantas leguminosas, tais como feijões, lenti-lhas, ervilhas ou sojas; plantas oleosas, tal como colza, mostarda, papoula,azeitonas, girassóis, coco, plantas de óleo de rícino, grãos de cacau ou a-mendoins; plantas de pepino, tais como abóboras, pepinos ou melões; plan-tas de fibra, tal como algodão, linho, cânhamo ou juta; frutas cítricas, taiscomo laranjas, limões, toranja ou mandarinas; vegetais, tais como espinafre,alface, aspargo, repolhos, cenouras, cebolas, tomates, batatas, cucúrbitasou páprica; lauraceae, tais como abacates, canela ou cânfora; milho; tabaco;nozes; café; cana-de-açúcar; chá; videiras; lúpulos; durião; bananas; plantasde borracha natural; turfa ou ornamentais, tais como flores, arbustos, árvoresde folhas amplas ou sempre-verdes, por exemplo, coníferas.
Mais especificamente, "plantaVplantas" de particular interessecom relação à presente invenção são os cereais; soja; arroz; semente decolza oleosa; frutas de pomo; frutos com caroço; amendoins; café; chá; mo-rango; turfa; videiras e vegetais, tais como tomates, batatas, cucúrbitas ealface.
O termo "planta"/"plantas" também inclui plantas geneticamentemodificadas incluindo aquelas plantas que foram tornadas resistentes a her-bicidas, inseticidas, fungicidas ou foram modificadas de alguma outra manei-ra tal como para realçar a produção, tolerância à estiagem ou qualidade.Tais plantas geneticamente modificadas podem ter sido modificadas pormeio de técnicas de ácido nucléico recombinantes bem conhecidas pelapessoa versada na técnica.
O termo "material de propagação de planta" é entendido denotarpartes geradoras de uma planta, tais como sementes, que podem ser usa-das para a multiplicação da última, e material vegetativo, tal como mudas etubérculos, por exemplo, batatas. Nesse contexto, podem ser mencionados,por exemplo, sementes (no sentido estrito), raízes, frutos, tubérculos, plantasbulbosas, rizomas e partes de plantas. Plantas germinadas e plantas jovensque devem ser transplantadas após a germinação ou após a emergência dosolo, podem também ser mencionadas. Estas plantas jovens podem ser pro-tegidas antes do transplante por um tratamento total ou parcial por imersão.
Em uma modalidade particular "material de propagação de plan-ta" significa sementes.
As composições de acordo com a invenção são particularmenteeficazes contra mofos de pó; ferrugens; Espécie de manchas de folha; pra-gas e mofos das plantas precoces; especialmente contra Septoria, Puccinia,Erysiphe, Pyrenophora, Fusarium e/ou Tapesiaem cereais; Phakopsoraemsojas; Hemileia em café; Phragmidium em rosas; Aiternaha em batatas, to-mates e cucúrbitas; Scierotinia em turfa, vegetais, girassol e colza oleosa;produção negra, "red fire", mofo em pó, mofo cinza e doença de ramificaçãomorta em videira; Botrytis cinerea em frutos; Moniiinia spp. Em frutos.
As composições de acordo com a invenção são particularmenteúteis para controlar as seguintes doenças de planta:Espécie Alternaha em frutas e vegetais,Espécie Ascochyta em colheitas de pulsação,Botrytis cinerea em morangos, tomates, girassol, colheitas depulso, vegetais e uvas,
Cercospora arachidicola em amendoim,
Cochliobolus sativus em cereais,
Espécie Colletotrichum species em colheitas de pulso,
Espécie Erysiphe em cereais,
Erysiphe ciehoraeearum e Sphaerotheca fuliginea em cucúrbitas,
Espécie Fusarium em cereais e milho,
Gaumannomyees graminis em cereais e gramas,
Espécie Helminthospohum em milho, arroz e batatas,
Hemileiavastatrixem café,
Espécie Microdoehium em trigo e centeio,
Espécie Phakopsora em soja,
Espécie Pueeinia em cereais, colheitas de folha ampla e plantas
perenes,
Espécie Pseudocercosporella em cereais,
Phragmidium mueronatum em rosas,
Espécie Podosphaera em frutos,
Espécie Pyrenophora em cevada,
Pyrieularia oryzae em arroz,
Ramularia eollo-eygni em cevada em cevada,
Espécie Rhizoetonia em algodão, soja, cereais, milho, batata,arroz e gramas,
Rhynchosporium seealis em cevada e arroz,
Espécie Selerotinia em gravas, alface, vegetais e colza oleosa,
Espécie Septoria em cereais, soja e vegetais,
Sphacelotheea reilliana em milho,
Espécie Tilletia em cereais,
Uneinula neeator, Guignardia bidwellii e Phomopsis vitieola em
videiras,Urocystis occulta em centeio,
Espécie Ustilago em cereais e milho,
Espécie Venturia em frutos,
Espécie Monilinia em frutos,
Mycosphaerella fijiensis on banana.
A quantidade de uma composição de acordo com a invenção aser aplicada, dependerá de vários fatores, tais como os compostos empre-gados; o objeto de tratamento, tal como, por exemplo, plantas, solo ou se-mentes; do tipo de tratamento, tal como, por exemplo, vaporização, polvi-lhamento ou adubo de semente; o propósito do tratamento, tal como, porexemplo, profilático ou terapêutico; o tipo de fungos a ser controlado ou otempo de aplicação.
A presente invenção também fornece uma composição comoacima descrito onde a relação de peso do referido Difenoconazol ou do sal oucomplexo de metal deste para o referido Clorotalonil é de 2000 :1 a 1 :1000.
Descobriu-se que o uso de componente (B), a saber Clorotalonil,em combinação com o componente (A), a saber Difenoconazol, surpreen-dentemente e substancialmente realça a eficácia do último contra fungos, evice-versa. Além disso, o método da invenção é eficaz contra um espectromais amplo de tais fungos que que podem ser combatidos com os ingredien-tes ativos deste método, quando usado sozinhos.
A relação de peso de componente (A) para o componente (B) édesse modo selecionada como para fornecer uma ativiade sinérgica. Emgeral, como acima mencionado, a relação de peso de componente (A) paracomponente (B) é de 2000 : 1 a 1 : 1000. Em uma modalidade particular arelação de peso de componente (A) para componente (B) é de 100 : 1 to 1 :100. Em uma oura modalidae a relação de peso de component (A) paracomponente (B) é de 20 : 1 a 1 : 50.
A atividade sinérgica das composições de acordo com a inven-ção é evidente a partir do fato de que, entre outras coisas, a atividade fungi-cida da composição de componente (A) e componente (B) é maior do que asoma das atividades fungicidas de componente (A) e componente (B).As composições de acordo com a invenção têm uma ação sis-têmica e podem ser usadas como fungicidas de tratamento folhear, de solo esemente.
Com as composições de acordo com a invenção é possível inibirou destruir os microorganismos fitopatogênicos que ocorrem em plantas ouem partes de plantas (frutos, florescências, folhas, caules, tubérculos, raí-zes), enquanto que ao mesmo tempo as partes de plantas que desenvol-vem-se posteriormente são também protegidas do ataque por microorganis-mos fitopatogênicos.
As composições de acordo com a invenção são de particularinteresse para controlar um maior número de fungos em várias plantas ousuas sementes, especialmente em colheitas de campo tais como batatas,tabaco e beterrabas açucareiras, e trigo, centeio, cevada, aveias, arroz, mi-lho, gramas, algodão, sojas, colza oleosa, colheitas de pulso, girassol, café,cana-de-açúcar, fruto e ornamentais em horticultura e viticultura, em vege-tais tais como pepinos, feijões e cucúrbitas.
As composições de acordo com a invenção são aplicadas portratamento dos fungos, das plantas ou do material de propagação destascom uma composição de acordo com a invenção.
As composições de acordo com a invenção podem ser aplicadasantes ou após a infecção das plantas ou o material de propagação destaspelos fungos.
Quando aplicado às plantas o componente (A) é aplicado emuma taxa de 5 a 2000 g a.i./ha, particularmente 10 a 1000 g a.i./ha, por e-xemplo, 50, 75, 100 ou 200 g a.i./ha, em associação com 1 to 5000 g a.i./ha,particularmente 2 a 2000 g a.i./ha, por exemplo, 100, 250, 500, 800, 1000,1500 g a.i./ha de componente (B).
Em prática agrícola as taxas de aplicação das composições deacordo com a invenção dependem do tipo de efeito desejado, e tipicamentefaixa de 20 a 4000 g de composição total por hectare.
Quando as composições de acordo com a invenção são usadaspara tratar semente, taxas de 0,001 a 50 g de componente (A) por kg desemente, particularmente de 0,01 a 10 g por kg de semente, e 0,001 a 50 gde componente (B), por kg de semente, particularmente de 0,01 a 10 g porkg de semente, são geralmente suficientes.
A composição da invenção pode ser empregada de qualquerforma convencional, por exemplo, na forma de uma embalagem dupla, umpó para tratamento de semente seca (DS), uma emulsão para tratamento desemente (ES), um concentrado fluível para tratamento de semente (FS),uma solução para tratamento de semente (LS), um pó dispersível em águapara tratamento de semente (WS), uma suspensão em cápsula para trata-mento de semente (CF), um gel para tratamento de semente (GF), um con-centrado de emulsão (EC), um concentrado de suspensão (SC), uma suspo-emulsão (SE), uma suspensão em cápsula (CS), um grânulo dispersível emágua (WG), um grânulo emulsificável (EG), uma emulsão, uma emulsão deágua em óleo (EO)i, óleo em água (EW), uma micro-emulsão (ME), umadispersão oleosa (OD), um fluível miscível em óleo (OF), um líquido miscívelem óleo (OL), um concentrado solúvel (SL), uma suspensão de volume ultra-baixa (SU), um líquido de volume ultrabaixo (UL), um concentrado técnico(TK), um concentrado dispersível (DC), um pó umectável (WP) ou qualquerformulação tecnicamente praticável em combinação com adjuvantes agrico-lamente aceitáveis.
Tais composições podem ser produzidas de maneira convencio-nal, por exemplo, misturando-se os ingredientes ativos com adjuvantes deformulação inertes apropriados (diluentes, solventes, cargas and opcional-mente outros ingredientes de formulação tais como tensoativos, biocidas,anti-congelamento, aderentes, espessantes e compostos que fornecem efei-tos auxiliares). Também formulações de liberação lenta convencionais po-dem ser empregados onde a eficácia de longa permanência é pretendida.
Particularmente formulations a serem aplicadas em formas de vaporização,tais como concentrados dispersíveis em água (por exemplo, EC, SC, DC,OD, SE, EW, EO e os similares), pós umectáveis e grânulos, podem contertensoativos tais como agentes umectantes e dispersantes e outros compos-tos que fornecem efeitos auxiliares, por exemplo, o produto de condensaçãode formaldeído com sulfonato de naftaleno, um alquilarilsulfonato, um solfo-nato de lignina, um sulfonato de alquila graxa, e alquilfenol etoxilado e umálcool graxo etoxilado.
Uma formulação de adubo de semente é aplicada de uma ma-neira conhecida por si só às sementes empregando as composições de a-cordo com a invenção e um diluente em forma de formulação de adubo desemente adequada, por exemplo, como uma suspensão aquosa em umaforma de pó seco tendo boa aderência às sementes. Tais formulações deadubo de semente são conhecidas na técnica. As formulações de adubo desemente podem conter os ingredientes ativos simples ou a combinação deingredientes ativos em forma encapsulada, por exemplo, como cápsulas oumicrocápsulas de liberação lenta.
Em geral, as formulações incluem de 0,01 a 90% em peso deagente ativo, de 0 a 20% de tensoativo agricolamente aceitável e 10 a99,99% de inertes e adjuvante(s) de formulação sólida ou líquida, o agenteativo consistindo em pelo menos componente (A) juntamente com o compo-nente (B), e opcionalmente outros agentes ativos, particularmente microbio-cidas ou conservantes ou os similares. As formas concentradas de composi-ções geralmente contêm entre cerca de 2 e 80%, preferivelmente entre cer-ca de 5 e 70% em peso de agente ativo. As formas de aplicação de formula-ção podem, por exemplo, conter de 0,01 a 20% em peso, preferivelmente de0,01 a 5% em peso de agente ativo. Visto que produtos comerciais preferi-velmente serão formulados como concentrados, o usuário final normalmenteempregará formulações diluídas.
Em um outro aspecto da invenção é fornecido um método decontrolar fungos fitopatogênicos em uma planta ou propagation material des-tes, que compreende aplicar à referida planta ou material de propagaçãodestes uma composição como acima descrito. O método de aplicação, tal comovaporização, atomização, polvilhamento, dispersão, revestimento ou derrama-mento pode ser escolhido de acordo com as circunstâncias prevalecentes.
Em uma modalidade particular da invenção a referida planta éuma planta de cereal.Em ainda um outro aspecto da invenção é fornecido o uso deuma composição como acima descrito na prevenção e/ou tratamento decrescimento e/ou infestação de fungos fitopatogênicos em uma planta.
Em ainda um outro aspecto da invenção é fornecido o use deuma composição como acima descrito para a proteção de materiais industri-ais. Em uma modalidade particular o referido material industrial é seleciona-do do grupo que consiste em: madeira; plástico; composto de mateira e plás-tico; tinta; papel; e folhas de fibra.
Material industrial significa aqueles materiais usados para cons-trução construção e os similares. Em particular, material industrial inclui ma-deira estrutural, portas, armários, unidades de armazenamento, tapetes, par-ticularmente tapetes de fibra natural tal como lã e de hesse, tintas, plásticos,madeira (incluindo madeira construída) e composto de madeira e plástico.
Além disso, material industrial inclui adesivos, selantes, materiais de união ematerial de articulação e isolamento. Em uma modalidade particular "materi-al industrial" significa madeira estrutural. Em uma outra modalidade "materialindustrial" significa madeira construída. Em uma outra modalidade "materialindustrial" significa plástico.
Plásticos incluem polímeros e copolímeros plásticos, incluindo:acrilonitrila butadieno estireno, borracha de butila, epóxis, fluoropolímeros,isopreno, náilons, polietileno, poliuretano, polipropileno, cloreto de polivinila,poliestireno, policarbonato, polivinilideno fluoreto, poliacrilato, metacrilato depolimetila, poliuretano, polibutileno, tereftalato de polibutileno, sulfona polié-ter, polifenilenóxido, éter de polifenileno, sulfeto de polifenileno, poliftatami-da, polissulfeno, poliéster, silicona, borracha de estireno butadieno e combi-nações de polímeros. Em uma outra modalidade "material industrial" signifi-ca cloreto de polivinila (PVC). Em uma outra modalidade "material industrial"significa poliuretano (PU). Em uma outra modalidade "material industrial"significa tinta. Em uma outra modalidade "material industrial" significa com-posto de madeira e plástico (WPC). Composto de madeira e plástico é ummaterial que é bem conhecido na técnica. Uma revisão de WPCs pode serencontrada na seguinte publicação - Craig demons - Forrest Products Jour-nal. Junho de 2002 Vol 52. N°. 6. pp 10-18.
"Madeira" deve ser entendido como significando madeira e pro-dutos de madeiras, por exemplo: produtos de madeira derivados, tábuas,compensado, papelão, flocos de madeira, vigas laminadas, filamento de ma-deira orientado, madeira dura, e madeira em partículas, madeira tropical,madeira estrutural, vigas de madeira, dormentes de ferrovias, componentesde pontes, píeres, veículos feitos de madeira, caixas, paletas, recipientes,postes de telégrafo, tapumes de madeira, revestimento de madeira, janelase portas feitas de madeira, compensado, papelão, marcenaria, ou produtosde madeira que são usados, bastante geralmente, para construção de casasou covés, em construção de marcenaria ou produtos de madeira que sãogeralmente usados em construção de casa incluindo madeira construída,construção e carpintaria.
"Material industrial" também inclui sistemas lubrificantes de res-friamento e resfriamento e aquecimento, sistemas de ventilação e condicio-namento de ar e partes de usinas de produção, por exemplo, circuitos deágua de resfriamento.
Os métodos da invenção podem ser usados na prevenção e/outratamento do crescimento/infestação por/de um fungo como descrito dentrodesta especificação. O fungo pode ser conrolado tratando-se o fungo ou omaterial industrial com uma composição de acordo com a invenção de umamaneira conveniente. Exemplos de meios nos quais o fungo ou material in-dustrial pode ser tratado com um fungicida de acordo com a invenção são:incluindo o referido fungicida no próprio material industrial, absorvendo, im-pregnando, tratando (em pressão justa ou sistemas a vácuo) o referido ma-terial com o referido fungicida, mergulhando ou embebendo o material indus-trial, ou revestindo o material industrial, por exemplo, por aplicação de reves-timento por encortinamento, cilindro, escova, spray, atomização, polvilha-mento, dispersão ou derramamento.
Em ainda um outro aspecto da invenção é fornecido materiaisindustriais compreendendo uma composição como acima descrito. Em umamodalidade particular, os referidos materiais industriais são selecionados dogrupo consistindo em: madeira; plástico; compósito de madeira e plástico;tinta; papel; e folhas de fibra.
A invenção será agora descrita também com referência aos se-guintes exemplos não-limitantes:
Em todos os exemplos o termo "ingrediente ativo" denota umamistura de Difenoconazol (componente A) e Clorotalonil (componente B) emuma proporção de mistura específica.Exemplos de Formulação
Pós umectáveis a) b) c)
ingrediente ativo [A): B) = 1 :3(a), 1 :2(b), 1 :1 (c)] 25% 50% 75%
lignossulfonato de sódio 5% 5%
lauril sulfato de sódio 3% - 5%
diisobutilnaftalenossulfonato de sódio - 6% 10%
éter fenol de polietileno glicol - 2%
(7-8 mois de óxido de etileno)
ácido silícico altamente disperso 5% 10% 10%
Caulim 62% 27%
O ingrediente ativo é cuidadosamente misturado com os adju-vantes e a mistura é cuidadosamente moída em um moinho adequado, for-necendo pós umectáveis que podem ser diluídos com água para fornecersuspensões da concentração desejada.Pós para tratamento de semente a secoIngrediente ativo [A): B) = 1 :3(a), 1 :2(b), 1 :1 (c)]Óleo mineral leve
Ácido silícido altamente dispersoCaulim
Talco 20
O ingrediente ativo é cuidadosamente misturado com os adju-vantes e a mistura é cuidadosamente moída em um moinho adequado, for-necendo pós que podem ser usados diretamente para tratamento da semen-te.
a) b) c)25% 50% 75%5% 5% 5%5% 5% -65% 40% _Concentrado emulsificável
<table>table see original document page 15</column></row><table>
As emulsões de qualquer diluição requerida, que pode ser usadaem proteção de planta, podem ser obtidas deste concentrado por diluiçãocom água.
Polvilhos
<table>table see original document page 15</column></row><table>
Polvilhos prontos para o uso são obtidos misturando-se o ingre-diente ativo com o veículo e moendo-se a mistura em um moinho adequado.
Tais pós podem também ser usados para secar adubos para semente.
Grânulos extrusores
<table>table see original document page 15</column></row><table>
O Ingrediente ativo é misturado e moído com os adjuvantes, e amistura é umidecida com água. A mistura é extrusada e em seguida secadaem uma corrente de ar.
Grânulos revestidos
<table>table see original document page 15</column></row><table>
O ingrediente ativo finamente moído é uniformemente aplicado,em um misturador, ao caulim umedecido com polietileno glicol. Grânulos re-
vestidos não moeirento são obtidos desta maneira.Concentrado de suspensão
<table>table see original document page 16</column></row><table>
O ingrediente ativo finamente moído é intimamente misturadocom os adjuvantes, fornecendo um concentrado de suspensão do qual sus-pensões de qualquer diluição desejada pode ser obtido por diluição com á-gua. Usando tais diluições, plantas vivas bem como material de propagaçãode planta podem ser tratadas e protegidas contra infestação por microorga-nismos, por vaporização, despejamento ou imersão.
Concentrado fluível para tratamento de semente
<table>table see original document page 16</column></row><table>
O ingrediente ativo finamente moído é intimamente misturadocom os adjuvantes, fornecendo um concentrado de suspensão do qual sus-pensões de qualquer diluição desejada pode ser obtido por diluição com á-gua. Usando tais diluições, plantas vivas bem como material de propagaçãode planta podem ser tratados e protegidos contra infestação por microorga-nismos, por vaporização, despejamento ou imersão.Suspensão de Cápsula de Liberação Lenta
28 partes de uma combinação de ciprodinil e um composto decomponente B), ou de cada destes compostos separadamente, são mistura-dos com 2 partes de um solvente aromático e 7 partes de mistura de diisoci-anato de tolueno/polimetileneo-polifenilisocianato (8:1). Esta mistura é emul-sificada em uma mistura de 1,2 parte de polivinilálcool, 0,05 parte de um de-sespumante e 51,6 partes de água até o tamanho de partícula desejado serobtido. A esta emulsão uma mistura de 2,8 partes de 1 ,6-diaminoexano em5,3 partes de água é adicionada. A mistura é agitada até a reação de polime-rização ser completada.
A suspensão de cápsula obtida é estabilizada adicionando-se0,25 parte de um espessante e 3 partes de um agente de dispersão. A for-mulação de suspensão em cápsula contém 28% dos ingredientes ativos. Odiâmetro de cápsula médio é de 8-15 mícrons.
A formulação resultante é aplicada às sementes como uma sus-pensão aquosa em um aparelho adequado para aquele propósito.Exemplos Biológicos
Um efeito sinérgico existe se a ação de uma combinação de in-grediente ativo é maior do que a soma das ações dos componentes indivi-duais.
A ação a ser esperada E para uma determinada combinação deingrediente ativo obedece à assim chamada fórmula COLBY e pode ser cal-culada como segue (COLBY, S. R. "Calculating synergistic and antagonisticresponses of herbicide combination". Weeds, Vol. 15, páginas 20-22; 1967):ppm = miligramas de ingrediente ativo (= a.i.) por litro de misturade spray
X = % de ação por ingrediente ativo A) usando ρ ppm de ingre-diente ativo
Y = % de ação por ingrediente ativo B) using q ppm de ingredi-ente ativo.
De acordo COLBY, a ação esperada (aditiva) de ingredientesativos A)+B) usandop+q ppm de ingrediente ativo é
<formula>formula see original document page 18</formula>
Se a ação realmente observada (O) for maior do que a ação es-perada (E), então a ação da combinação é superaditiva, isto é, existe umefeito sinérgico. Em termos matemáticos o fator de sinergismo SF corres- ponde a O/E. Na prática agrícola um SF de >1,2 indica significante melhorasobre a adição puramente complementar de atividades (atividade esperada),enquanto que um SF de < 0,9 na rotina de aplicação prática sinaliza umaperda de atividade comparada à atividade esperada.
Exemplo B-1: Ação contra Botrvtis cinerea em videiras
a) Ensaio de crescimento fúngico
Conidia do fungo de armazenagem criogênica foram diretamentemisturados no caldo nutriente (caldo de dextrose de batata PDB). Após colo-car uma solução (DMSO) dos compostos de teste em uma placa de microti-tulação (formato de 96 cavidades) o caldo nutriente contendo os esporosfúngicos foi adicionado. As placas de teste foram incubadas a 24°C e a inibi-ção de crescimento foi determinada fotometricamente após 48 a 72 horas. Asinterações fungiciddas nas combinações são calculadas de acordo com o mé-todo COLBY.
b) Tratamento Protetor
Mudas de videira com 5 semanas de idade cv. Gutedel são tra-tadas com o composto de teste formulado (0,02% de ingrediente ativo) emuma câmara de spray. Dois dias após a aplicação, as plantas de videira sãoinoculadas por vaporização de uma suspensão de esporo (1x106 de coní-dia/ml) sobre as plantas de teste. Após um período de incubação de 4 dias a21°C e 95% de umidade relativa em uma estufa a incidência de doença éavaliada. As interações fungicidas nas combinações são calculadas de acor-do com o método COLBY.
Exemplo B-2: Ação contra Septoria tritici em trigo
a) Ensaio de crescimento fúngico
Conídios do fungo a partir de armazenamento criogênico foramdiretamente misturados em caldo de nutriente (PDB caldo de dextrose debatata). Depois de colocar uma solução (DMSO) dos compostos de teste emuma placa de microtitulação (formato de 96 cavidades) o caldo de nutrienteque contém os esporos fúngicos foi adicionado. As placas de teste foramincubadas a 24°C e a inibição de crescimento foi determinada fotometrica-mente depois de depois de 72 horas. As interações fungicidas nas combina-ções são calculadas de acordo com o método COLBY.b) Tratamento Protetor
Plantas de trigo com 2 semanas de idade cv. Riband são trata-das com o composto de teste formulado (0,2% de ingrediente ativo) em umacâmara de spray. Um dia depois da aplicação, plantas de trigo são inocula-das pulverizando-se uma suspensão de esporo (10x105 de conídios/ml) nasplantas de teste. Depois de um período de incubação de 1 dia a 23°C e 95%de umidade relativa, as plantas são mantidas durante 16 dias a 23°C e 60%de umidade relativa em uma estufa. A incidência da doença é avaliada 18dias depois da inoculação. As interações fungicidas nas combinações sãocalculadas de acordo com o método COLBY.
Exemplo B-3: Ação contra Pvricularia oryzae no arroz
a) Ensaio de crescimento fúnqico
Conídios do fungo de armazenamento criogênico foram direta-mente misturados em caldo de nutriente (PDB caldo de dextrose de batata).Depois de colocar uma solução (DMSO) dos compostos de teste em umaplaca de microtitulação (formato de 96 cavidades) o caldo nutriente que con-tém os esporos fúngicos foi adicionado. As placas de teste foram incubadasa 24°C e a inibição de crescimento foi determinada fotometricamente depoisde 72 horas. As interações de fungicida nas combinações são calculadas deacordo com o método COLBY.
b) Tratamento Protetor
Segmentos de folha de arroz são colocados em ágar em placasde múltiplas cavidades (formato de 24 cavidades) e pulverizados com solu-ções de teste. Depois de secar, os discos de folha são inoculados com umasuspensão de esporo do fungo. Depois da incubação apropriada, a atividadede um composto é avaliada 96 horas depois da inoculação como atividadefungicida preventiva. As interações de fungicida nas combinações são calcu-ladas de acordo com o método COLBY.
Exemplo B-4: Ação contra Alternaria solani (pragas precoces das plantas)
a) Ensaio de crescimento fúnqico
Conídios - colhidos de uma colônia recentemente cultivada - dofungo foram diretamente misturados em caldo de nutriente (PDB caldo dedextrose de batata). Depois de colocar uma solução (DMSO) dos compostosde teste em uma placa de microtitulação (formato de 96 cavidades) o caldonutriente que contém os esporos fúngicos foi adicionado. As placas de testeforam incubadas a 24°C e a inibição de crescimento foi determinada fotome-tricamente depois de 48 horas. As interações de fungicida nas combinaçõessão calculadas de acordo com o método COLBY.
b) Tratamento Protetor
Plantas de tomate com 4 semanas idade cv. Roter Gnom sãotratadas com o compostos de teste formulado (0,02% de ingrediente ativo)em uma câmara de spray. Dois dias depois da aplicação, as plantas de to-mate são inoculadas pulverizando-se uma suspensão de esporo (2x105 deconídios/ml) nas plantas de teste. Depois de um período de incubação de 3dias a 20°C e 95% de umidade relativa em uma câmara de crescimento aincidência da doença é avaliada. As interações de fungicida nas combina-ções são calculadas de acordo com o método COLBY.
Exemplo B-5: Ação contra Pvrenophora teres (Pústula líquida)
a) Ensaio de crescimento fúnqico
Conídios do fungo de armazenamento criogênico foram direta-mente misturados em caldo de nutriente (PDB caldo de dextrose de batata).Depois de colocar uma solução (DMSO) dos compostos de teste em umaplaca de microtitulação (formato de 96 cavidades) o caldo nutriente que con-tém os esporos fúngicos foi adicionado. As placas de teste foram incubadasa 24°C e a inibição de crescimento foi determinada fotometricamente depoisde 48 horas. As interações de fungicida nas combinações são calculadas deacordo com o método COLBY.b) Tratamento Protetor
Segmentos de folha de cevada são coloca*cas de múltiplas cavidades (formato de 24 cavidades)soluções de teste. Depois de secar, os discos de folhauma suspensão de esporo do fungo. Depois da incubaçvidade de um composto é avaliada 96 horas depois davidade fungicida preventiva. As interações de fungicicsão calculadas de acordo com o método COLBY.
Exemplo B-6: Ação contra Venturia inaegualis em maçã
a) Ensaio de crescimento fúnaico
Conídios do fungo de armazenamento cricmente misturados em caldo nutriente (PDB caldo deDepois de colocar uma solução (DMSO) dos compostplaca de microtitulação (formato de 96 cavidades) o cal<tém os esporos fúngicos foi adicionado. As placas de tea 24°C e a inibição de crescimento foi determinada fotode 144 horas. As interações de fungicida nas combinade acordo com o método COLBY.
b) Tratamento Protetor
Mudas de maça com 4 semanas de idade <tadas com o composto de teste formulado (0,02% de iuma câmara de spray. Um dia depois da aplicação, asinoculadas pulverizando-se uma suspensão de espcdios/ml) nas plantas de teste. Depois de um período dea 21°C e 95% de umidade relativa, as plantas são coloi
Exemplo B-7: Ação contra Pvthium ultimum (Esvaziamento) - ensaio decrescimento fúngico
Fragmentos miceliais do fungo, preparados de uma cultura líqui-da fresca, foram diretamente misturados em caldo nutriente (PDB caldo dedextrose de batata). Depois de colocar uma solução (DMSO) dos compostosde teste em uma placa de microtitulação (formato de 96 cavidades) o caldonutriente que contém os esporos fúngicos foi adicionado. As placas de testeforam incubadas a 24°C e a inibição de crescimento foi determinada fotome-tricamente depois de 48 horas. As interações de fungicida nas combinaçõessão calculadas de acordo com o método COLBY.
Exemplo B-8: Ação contra Leptosphaeria nodorum (púltula de qluma) - en-saio de crescimento fúnqico
Conídios do fungo de armazenamento criogênico foram direta-mente misturados em caldo nutriente (PDB caldo de dextrose de batata).Depois de colocar uma solução (DMSO) dos compostos de teste em umaplaca de microtitulação (formato de 96 cavidades) o caldo nutriente que con-tém os esporos fúngicos foi adicionado. As placas de teste foram incubadasa 24°C e a inibição de crescimento foi determinada fotometricamente depoisde 48 horas. As interações de fungicida nas combinações são calculadas deacordo com o método COLBY.
Exemplo B-9: Ação contra Pseudocercosporella herpotrichoides var. acufor-mis (evespot!cereais) - ensaio de crescimento fúnqico
Conídios do fungo de armazenamento criogênico foram direta-mente misturados em caldo nutriente (PDB caldo de dextrose de batata).Depois de colocar uma solução (DMSO) dos compostos de teste em umaplaca de microtitulação (formato de 96 cavidades) o caldo nutriente que con-tém os esporos fúngicos foi adicionado. As placas de teste foram incubadasa 24°C e a inibição de crescimento foi determinada fotometricamente depoisde 72 horas. As interações de fungicida nas combinações são calculadas deacordo com o método COLBY.
Exemplo B-10: Ação contra Ustilaao mavdis (fuligem de milho) - ensaio decrescimento fúnqico
Conídios do fungo de armazenamento criogênico foram direta-mente misturados em caldo nutriente (PDB caldo de dextrose de batata).Depois de colocar uma solução (DMSO) dos compostos de teste em umaplaca de microtitulação (formato de 96 cavidades) o caldo nutriente que con-tém os esporos fúngicos foi adicionado. As placas de teste foram incubadasa 24°C e a inibição de crescimento foi determinada fotometricamente depoisde 48 horas. As interações de fungicida nas combinações são calculadas deacordo com o método COLBY.
Exemplo B-11: Ação contra Phvtophthora infestans (praga tardia da plantas)em tomate - tratamento protetor
Discos de folha de tomate são colocados em ágar de água emplacas de múltiplas cavidades (formato de 24 cavidades) e pulverizados comsoluções de teste. Depois de secar, os discos de folha são inoculados comuma suspensão de esporo do fungo. Depois da incubação apropriada, a ati-vidade de um composto é avaliada 96 horas depois da inoculação como ati-vidade fungicida preventiva. As interações de fungicida nas combinaçõessão calculadas de acordo com o método COLBY.
Exemplo B-12: Ação contra Plasmopara viticola (mofo felpudo) em videirasde uva - tratamento protetor
Discos de folha de videira de uva são colocados em ágar emplacas de múltiplas cavidades (formato de 24 cavidades) e pulverizados comsoluções de teste. Depois de secar, os discos de folha são inoculados comuma suspensão de esporo do fungo. Depois da incubação apropriada, a ati-vidade de um composto é avaliada 7 dias depois da inoculação como ativi-dade fungicida preventiva. As interações de fungicida nas combinações sãocalculadas de acordo com o método COLBY.
Exemplo B-13: Ação contra Botrvtis cinerea (Mofo cinza) em feijões - trata-mento protetor
Discos de folha de feijão são colocados em ágar em placas demúltiplas cavidades (formato de 24 cavidades) e pulverizados com soluçõesde teste. Depois de secar, os discos de folha são inoculados com uma sus-pensão de esporo do fungo. Depois da incubação apropriada, a atividade deum composto é avaliada 96 horas depois da inoculação como atividade fun-gicida preventiva. As interações de fungicida nas combinações são calcula-das de acordo com o método COLBY.Exemplo B-14: Ação contra Ervsiphe araminis f.sp. hordei (Mofo pulverulentode cevada) em cevada - tratamento protetor
Segmentos de folha de cevada são colocados em ágar em pla-cas de múltiplas cavidades (formato de 24 cavidades) e pulverizados comsoluções de teste. Depois de secar, os discos de folha são inoculados comuma suspensão de esporo do fungo. Depois da incubação apropriada, a ati-vidade de um composto é avaliada 96 horas depois da inoculação como ati-vidade fungicida preventiva. As interações de fungicida nas combinaçõessão calculadas de acordo com o método COLBY.
Exemplo B-15: Ação contra Ervsiphe araminis f.sp. tritici (Mofo pulverulentodo trigo) em cevada - tratamento protetor
Segmentos de folha de cevada são colocados em ágar em pla-cas de múltiplas cavidades (formato de 24 cavidades) e pulverizados comsoluções de teste. Depois de secar, os discos de folha são inoculados comuma suspensão de esporo do fungo. Depois da incubação apropriada, a ati-vidade de um composto é avaliada 96 horas depois da inoculação como ati-vidade fungicida preventiva. As interações fungicidas nas combinações sãocalculadas de acordo com método COLBY.
Exemplo B-16: Ação contra Puccinia recôndita (Ferrugem marrom) em trigo
a) Tratamento protetor de segmentos de folha
Segmentos de folha de trigo são colocados em ágar em placasde múltiplas cavidades (formato de 24 cavidades) e pulverizados com solu-ções de teste. Depois de secar, os discos de folha são inoculados com umasuspensão de esporo do fungo. Depois da incubação apropriada, a atividadede um composto é avaliada 9 dias depois da inoculação como atividade fun-gicida preventiva. As interações fungicidas nas combinações são calculadasde acordo com método COLBY.
b) Tratamento protetor de plantas
Plantas de trigo com 1 semana de idade cv. Arina são tratadascom o composto de teste formulado (0,02% de ingrediente ativo) em umacâmara de spray. Um dia depois da aplicação, as plantas de trigo são inocu-ladas pulverizando-se uma suspensão de esporo (1 χ 105 de ureídoespo-ros/ml) nas plantas de teste. Depois de um período de incubação de 2 dias a20°C e 95% de umidade relativa, as plantas são mantidas em uma estufadurante 8 dias a 20°C e 60% de umidade relativa. A incidência da doença éavaliada 10 dias depois da inoculação. As interações fungicidas nas combi-nações são calculadas de acordo com método COLBY.
Exemplo B-17: Ação contra Seotoria nodorum em trigo
a) Tratamento protetor de segmentos de folha
Segmentos de folha de trigo são colocados em ágar em placasde múltiplas cavidades (formato de 24 cavidades) e pulverizados com solu-ções de teste. Depois de secar, os discos de folha são inoculados com umasuspensão de esporo do fungo. Depois da incubação apropriada, a atividadede um composto é avaliada 96 horas depois da inoculação como atividadefungicida preventiva. As interações fungicidas nas combinações são calcula-das de acordo com método COLBY.
b) Tratamento Protetor de plantas
Plantas de trigo com 1 semana de idade cv. Arina são tratadascom o composto de teste formulado (0,02% de ingrediente ativo) em umacâmara de spray. Um dia depois da aplicação, as plantas de trigo são inocu-ladas pulverizando-se uma suspensão de esporo (5 χ 105 conídios/ml) nasplantas de teste. Depois de um período de incubação de 1 dia a 20°C e 95%de umidade relativa as plantas são mantidas durante 10 dias a 20°C e 60%de umidade relativa em uma estufa. A incidência da doença é avaliada 11dias depois da inoculação. As interações fungicidas nas combinações sãocalculadas de acordo com método COLBY.
Exemplo B-18: Ação contra Podosohaera Ieucotricha (Mofo pulverulento) emmaçã - tratamento protetor
Mudas de maçã com 5 semanas de idade cv. Mclntosh são tra-tadas com o composto de teste formulado (0,02% de ingrediente ativo) emuma câmara de spray. Um dia depois da aplicação plantas de maçã são ino-culadas agitando-se plantas infectadas com mofo pulverulento de maçã aci-ma das plantas de teste. Depois de um período de incubação de 12 dias a22°C e 60% de umidade relativa sob um regime claro de 14/10 horas (cia-ro/escuro) a incidência da doença é avaliada. As interações fungicidas nascombinações são calculadas de acordo com método COLBY.Exemplo B-19: Ação contra Ervsiphe araminis (Mofo pulverulento) em ceva-da - tratamento protetor
Plantas de cevada com 1 semana de idade cv. Regina são trata-das com o composto de teste formulado (0,02% de ingrediente ativo) emcâmaras de spray. Um dia depois da aplicação, as plantas de cevada sãoinoculadas agitando-se plantas infectadas por mofo pulverulento acima dasplantas de teste. Depois de um período de incubação de 6 dias a 20°C/18°C(dia/noite) e 60% de umidade relativa em uma estufa, a incidência da doençaé avaliada. As interações fungicidas nas combinações são calculadas deacordo com método COLBY.
Exemplo B-20: Ação contra Botrvtis cinerea em tomates - tratamento protetorPlantas de tomate com 4 semanas de idade cv. Roter Gnom sãotratadas com o composto de teste formulado (0,02% de ingrediente ativo) emuma câmara de spray. Dois dias depois da aplicação, as plantas de tomatesão inoculadas pulverizando-se uma suspensão de esporo (1 χ "IO5 coní-dios/ml) nas plantas de teste. Depois de um período de incubação de 4 diasa 20°C e 95% de umidade relativa em uma câmara de crescimento, a inci-dência da doença é avaliada. As interações fungicidas nas combinações sãocalculadas de acordo com método COLBY.
Exemplo B-21: Ação contra Helminthosporium teres (Pústula líquida) em ce-vada - tratamento protetor
Plantas de cevada com 1 semana de idade cv. Regina são trata-das com o composto de teste formulado (0,02% de ingrediente ativo) emuma câmara de spray. Dois dias depois da aplicação, as plantas de cevadasão inoculadas pulverizando-se uma suspensão de esporo (3 χ 104 coní-dios/ml) nas plantas de teste. Depois de um período de incubação de 4 diasa 20°C e 95% de umidade relativa em uma estufa, a incidência da doença éavaliada. As interações fungicidas nas combinações são calculadas de acor-do com método COLBY.
Exemplo B-22: Ação contra Uncinula necator (Mofo pulverulento) em uvas -tratamento protetor
Mudas de uva com 5 semanas de idade cv. Gutedel são tratadascom o composto de teste formulado (0,02% de ingrediente ativo) em umacâmara de spray. Um dia depois da aplicação, as plantas de uva são inocu-ladas agitando-se plantas infectadas com mofo pulverulento de uva acimadas plantas de teste. Depois de um período de incubação de 7 dias a 26°C e60% de umidade relativa sob um regime claro de 14/10 horas (claro/escuro)a incidência da doença é avaliada. As interações fungicidas nas combina-ções são calculadas de acordo com método COLBY.

Claims (10)

1. Composição capaz de controlar fungos fitopatogênicos emuma planta ou material de propagação dos mesmos, caracterizada pelo fatode que compreende como ingredientes ativos uma mistura de:(A) Difenoconazol ou um sal ou complexo de metal deste; e(B) Clorotalonila, em que o referido Difenoconazol ou o sal oucomplexo de metal deste a referida Clorotalonila está presente na referidacomposição em quantidades que produzem um efeito sinergístico.
2. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizadapelo fato de que a relação em peso do referido Difenoconazol ou o sal oucomplexo de metal deste para a referida Clorotalonila é de 2000:1 a 1:1000.
3. Método para controlar fungos fitopatogênicos em uma plantaou material de propagação dos mesmos, caracterizado pelo fato de quecompreende aplicar na referida planta ou referido material de propagaçãodeste, uma composição como definida na reivindicação 1 ou 2.
4. Método de acordo com reivindicação 3, caracterizado pelofato de que a referida planta é uma planta de cereal.
5. Uso de uma composição como definida na reivindicação 1 ou-2, caracterizado pelo fato de que é na prevenção e/ou tratamento de cresci-mento e/ou infestação de fungos fitopatogênicos em uma planta.
6. Uso de uma composição como definida na reivindicação 1 ou-2, caracterizado pelo fato de que é para a proteção de materiais industriais.
7. Uso de acordo com reivindicação 6, caracterizado pelo fato deque os referidos materiais industriais são selecionados do grupo que consis-te em: madeira; plástico; composto de madeira e plástico; pintura; papel; efolhas de fibra.
8. Materiais industriais, caracterizados pelo fato de que compre-endem uma composição como definida na reivindicação 1 ou 2.
9. Materiais industriais de acordo com a reivindicação 8, caracte-rizados pelo fato de que são selecionados do grupo que consiste em: madei-ra; plástico; composto de madeira e plástico; pintura; papel; e folhas de fibra.
10. Materiais industriais de acordo com a reivindicação 9, carac-terizados pelo fato de que os referidos materiais compreendem madeira.
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