BRPI0618129A2 - derivados de pirazina como moduladores de canal de sódio para o tratamento de dor - Google Patents
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Abstract
<b>DERIVADOS DE PIRAZINA COMO MODULADORES DE CANAL DE SóDIO PARA O TRATAMENTO DE DOR<d> A presente invenção refere-se a compostos da fór- mula (I) e sais e solvatos farmaceuticamente aceitáveis destes, a processos para a preparação destes, intermediários usados na preparação destes, e composições contendo tais compostos e usos de tais compostos para o tratamento da dor.
Description
"DERIVADOS DE PIRAZINA COMO MODULADORES DE CANALDE SÓDIO PARA O TRATAMENTO DE DOR"
Esta invenção refere-se a derivados de pirazina.Mais particularmente, esta invenção refere-se a derivados deN-[6-amino-5-aril-pirazin-2-il]-carboxamida heteroaril-subs-tituidos e a processos para a preparação de intermediáriosusados na preparação de, composições contendo, e o uso de,tais derivados.
Os derivados de pirazina da presente invenção sãomoduladores de canal de sódio e têm várias aplicações tera-pêuticas, particularmente no tratamento de dor. Mais parti-cularmente, os derivados de pirazina da invenção são modula-dores de Navi,8· Derivados de pirazina preferidos da invençãomostram afinidade com o canal de Navi,8, que é maior que asua afinidade pelo canais de sódio sensíveis à tetrodotoxina(TTX-S). Derivados de pirazina mais preferidos da invençãomostram pelo menos uma seletividade de 2 vezes para o canalde NavI,8 em comparação com os canais de sódio sensíveis àtetrodotoxina, e, mais, preferivelmente uma seletividade de 8 vezes.
O canal de Navi,s é um canal de sódio dependente devoltagem que é expresso em nociceptores, os neurônios senso-riais responsáveis por transdução dos estímulos dolorosos. Ocanal de rato e o canal de humano foram cloandos em 1996 e1998, respectivamente (Nature 1996; 379: 257-262; Pain 1998(Novembro); 78 (2): 107-114) . 0 canal de Navi,s era previamenteconhecido como SNS (específico de neurônio sensorial) e PN3(tipo 3 de nervo periférico) . 0 canal de Navi,s é atípico emque ele mostra resistência aos efeitos bloqueadores da te-trodotoxina, toxina do peixe puffer e acredita-se que supor-te as correntes de sódio resistentes à tetrodotoxina (TTX-R)registradas a partir de neurônios de gânglio da raiz poste-rior. A molécula mais próxima com relação ao canal de Navii8é o canal de NavIj5, que é o canal de sódio cardíaco, com oqual ele compartilha aproximadamente 60% de homologia. O ca-nal de Navir8 é expresso mais altamente nas "pequenas célu-las" dos gânglios da raiz posterior (DRG). Acredita-se queessas sejam a célula C- e Α-delta, que são nociceptores po-limodais putativos, ou sensores de dor. Sob condições nor-mais, o canal de Navii8 não é expresso em nenhum lugar dife-rente das subpopulações de neurônios DRG. Acredita-se que oscanais de Navir8 contribuem para o processo de sensibilizaçãode DRG e também para a hiperexcitabilidade devido a lesão nonervo. Modulação inibidora dos canais de Navii8 tem como ob-jetivo reduzir a excitabilidade dos nociceptores, ao preve-nir que eles contribuam para o processo excitatório.
Estudos têm mostrado que o nocaute de Navii8 leva aum fenótipo de dor cega, na maior parte para desafios infla-matórios (A. N. Akopian et al., Nat. Neurosci. 1999/ 2; 541-548) e que a paralisia do canal de Navir8 reduz os comporta-mentos da dor, neste caso a dor neuropática (J. Lai et al.,Painr 2002(Janeiro); 95(1-2): 143-152). Coward et al. e Yi-angou et al., mostraram que Navi/8 parece ser expresso emcondições de dor (Pain. 2000(Março); 85(1-2): 41-50 e FEBSLett. 2000(11 de fevereiro); 467(2-3): 249-252).
O canal de Navir8 também tem mostrado que é expres-so em estruturas relacionadas à parte posterior e polpa dodente e há evidência de um papel em causalgia, condições in-flamatórias do intestino e esclerose múltipla (Bucknill etal., Spine. 2002(15 de janeiro); 27(2):135-140: Shembalkeret al., Eur J Pain. 2001; 5(3): 319-323: Laird et al., JNeurosci. 2002(1 de outubro); 22(19): 8352-8356: Black etal., Neuroreport. 1999(6 de abril); 10(5): 913-918 e Proc.Natl. Acad. Sei. USA 2000: 97: 11598-11602). '
Vários moduladores de canal de sódio são conheci-dos para uso como anticonvulsivos ou antidepressivos, taiscomo carbamazepina, amitriptilina, lamortigina e riluzol,todos os quais alvejam os canais de sódio sensíveis à tetra-dotoxina (TTX-S) no cérebro. Tais agentes de TTX-S acarretamefeitos colaterais limitativos de dose, incluindo tonteira,ataxia e sonolência, primariamente por causa da ação nos ca-nais TTX-S no cérebro.
WO-A-03/051366 discute inibidores de proteína ci-nase úteis para o tratamento de câncer. WO-A-03/45924 discu-te antagonistas de CRFi úteis para o tratamento de distúr-bios relacionados ao SNC. WO-A-98/38174 discute derivados depirazina, que são estabelecidos para agir como bloqueadoresde canal de sódio.
Um objetivo da invenção é proporcionar novos modu-ladores de canal de Navi,e que são bons candidatos a fárma-cos. Os compostos preferidos devem se ligar potentemente aocanal de Navi,8/ enquanto pouca afinidade é mostrada para ou-tros canais de sódio, particularmente os canais TTX-S, emostram atividade funcional como moduladores de canal deNavi,8- Eles devem ser bem absorvidos a partir do trato gas-trintestinal, ser metabolicamente estável e possuir proprie-dades farmacocinéticas favoráveis. Eles devem ser atóxicos edemonstrar poucos efeitos colaterais. Além disso, o candida-to ideal ao fármaco ideal existirá em uma forma física que éestável, não-higroscópica, e facilmente formulada. Os deri-vados de pirazina preferidos da presente invenção são sele-tivos para o canal de Navi#e com respeito aos canais de sódiosensíveis à tetradotoxina (TTX-S), conduzindo a aperfeiçoa-mentos no perfil de efeitos colaterais.
Os derivados de pirazina da presente invenção são,portanto, potencialmente úteis no tratamento de uma amplavariedade de distúrbios, particularmente, dor, dor aguda,dor crônica, dor neuropática, dor inflamatória, dor visce-ral, dor nociceptiva incluindo dor pós-operatória, e tiposde dores mistas envolvendo as vísceras, trato gastrintesti-nal, estruturas cranianas, sistema musculoesquelético, espi-nha, sistema urogenital, sistema cardiovascular e SNC, in-clusive dor de câncer, dor nas costas e dor orofacial.
Outras condições que podem ser tratadas com os de-rivados da presente invenção incluem esclerose múltipla,distúrbios neurodegenerativos, síndrome do intestino irritá-vel, osteoartrite, artrite reumatóide, distúrbios neuropato-lógicos, distúrbios funcionais do intestino, doenças infla-matórias do intestino, dor associada à dismenorréia, dorpélvica, cistite, pancreatite, enxaqueca, dores de cabeça emsalvas e por tensão, neuropatia diabética, dor neuropáticaperiférica, ciática, fibromialgia e causalgia.A invenção proporC1ona um derivado de pirazina dafórmula (I):
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ou um sal ou solvato farmaceuticamente aceitaveldeste;
em que R1 é um grupo heteroarila de 5 membros com-
preendendo ou (a) de 1 a 4 átomos de nitrogênio ou (b) umátomo de oxigênio ou de enxofre e O, 1 ou 2 átomos de nitro-gênio, opC1onalmente substituídos por um ou mais substituin-tes, cada um seleC1onado independentemente de alquila(C1- C4), alcóxi (C1-C4) , haloalquila (C1-C4) , alcóxi (C1-C4) alqui-Ia(C1-C4), aminoalquila (C1-C4) , amino, alquil (C1-C4) amino, di-(alquil (C1-C4) ) amino, alquil (C1-C4) aminoalquila (C1-C4) e di-(alquil (C1-C4) ) aminoalquila (C1-C4) ; com a condição que R1 nãoseja imidazolila, oxazolila ou 1,2,4-triazolila;
<formula>formula see original document page 6</formula>
em que indica o ponto de ligacao ao anel pirazina; e
cada R2 é independentemente seleC1onado de hidro-gênio, alquila (C1-C4) , alcóxi (C1-C4) , haloalquila (C1-C4) , ha-loalcóxi (C1-C4) , C1ano e halo.Nas definições acima, halo significa flúor, cloro,bromo ou iodo. Alquila, e grupos alcóxi, contendo o númerorequisito de átomos de carbono, podem ser não ramificados eramificados. Exemplos de alquila incluem metila, etila, n- propila, i-propila, n-butila, i-butila, s-butila e t-butila.Exemplos de alcóxi incluem metóxi, etóxi, n-propóxi, i-propóxi, n-butóxi, i-butóxi, s-butóxi e t-butóxi. Exemplosde haloalquila incluem trifluormetila.
Exemplos específicos de R1 incluem tienila, fura- nila, pirrolila, pirazolila, isoxazolila, isotiazolila,1, 2, 3-triazolila, oxadiazolila, tiadiazolila e tetrazolila(cada um opcionalmente substituído como especificado acima).
Exemplo específicos de R1 incluem tienila, furani-la, pirrolila, pirazolila, isoxazolila, tiazolila, isotiazo- lila, 1,2,3-triazolila, oxadiazolila, tiadiazolila e tetra-zolila (cada um opcionalmente substituída conforme especifi-cação acima).
Em um aspecto (A) preferido, a invenção proporcio-na um derivado de pirazina da fórmula (I), ou um sal ou sol- vato farmaceuticamente aceitável deste, em que Ar é
<formula>formula see original document page 7</formula>
e R1 e R2 são como definidos acima; mais prefe-rivelmente, Ar é 2-clorofenila, 2,3-diclo-rofenila, 2,5-diclorofenila, 2, 5-dicloro-3-metoxifenila, 2,3,5-triclorofenila,2-cloro-5-metoxifenila, 2,3-dicloro-5-meto-xifenila ou 2- cloro-5-cianofenila.
Em um aspecto (B) preferido, a invenção proporcio-na um derivado de pirazina da fórmula (I), ou um sal ou sol-vato farmaceuticamente aceitável deste, em que Ar é como de-finido acima, tanto no aspecto mais amplo ou em um aspectopreferido mediante (A) ; e R1 é pirazolila ou isoxazolila,cada um sendo opcionalmente substituída com alquila (C1-C4)ou alcóxi (C1-C4) alquila (C1-C4) ; mais preferivelmente R1 é pi-razolila ou isoxazolila, cada uma sendo substituída com um,dois ou três substituintes independentemente selecionados demetila, etila, e isopropila; grupos R1 preferidos individu-ais são 3-metilisoxazol-4-ila, 1-metil-1H-pirazol-5-ila, 5-isopropilisoxazol-4-ila, 5-metilisoxazol-4-ila ou 3-etil-5-metil-isoxazol-4-ila.
Em um aspecto (C) preferido, a invenção proporcio-na um derivado de pirazina da fórmula (I), ou um sal ou sol-vato farmaceuticamente aceitável deste, em que Ar e R1 sãocomo definidos acima, tanto nos aspectos mais amplos como emum aspecto preferido de acordo com (A) ou (B), e cada R2 é,independentemente, selecionado de hidrogênio, metóxi, etóxi,ciano, metila, etila, trifluormetila, trifluormetóxi, cloroe flúor; mais pref erivelmente, cada R2 é independentementeselecionado de hidrogênio, metóxi, ciano, trifluormetila,cloro e flúor.
Derivados de pirazina específicos de acordo com ainvenção são aqueles listados na seção de Exemplos e os saise solvatos farmaceuticamente aceitáveis destes. Derivados depirazina ainda mais preferidos, de acordo com a invenção,são aqueles compostos selecionados de:
N-[6-amino-5-(2,3-diclorofenil)pirazin-2-il]-3-metilisoxazol-4-carboxamida;
N- [6-amino-5- (2,5-diclorofenil) pirazin-2-il]-3-metilisoxazol-4-carboxamida;
N-[6-amino-5-(2,5-dicloro-3-metoxifenil)pirazin-2-il]-3-metilisoxazol-4-carboxamida;
N-[6-amino-5-(2,3-dicloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il]-l-metil-lH-pirazol-5-carboxamida;
N-[6-amino-5-(2-clorofenil)pirazin-2-il]-5-isopro-pilisoxazol-4-carboxamida;
N-[6-amino-5-(2-clorofenil)pirazin-2-il]-3-metili-soxazol-4-carboxamida;
N-[6-amino-5-(2,3,5-triclorofenil)pirazin-2-il]-5-metilisoxazol-4-carboxamida;
N-[6-amino-5-(2-cloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il]-3-metilisoxazol-4-carboxamida;
N-[6-amino-5-(2-cloro-5-cianofenil) pirazin-2-il] -1-metil-lH-pirazol-5-carboxamida;
N-[6-amino-5-(2-cloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il] -3-etil-5-metilisoxazol-4-carboxamida;
N-[6-amino-5-(2-cloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il] -1-metil-lH-pirazol-5-carboxamida;
N- [6-amino-5- (2,5-diclorofenil) pirazin-2-il]-1-metil-lH-pirazol-5-carboxamida; e
N-[6-amino-5-(2-cloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il] -5-isopropilisoxazol-4-carboxamida;
ou um sal ou solvato farmaceuticamente aceitável
destes.
Os compostos de fórmula (I), sendo moduladores decanal Navi,8/ são potencialmente úteis no tratamento de umagama de distúrbios. 0 tratamento de dor, particularmente dorcrônica, inflamatória, neuropática, nociceptiva e visceral,é um uso preferido.
Dor fisiológica é um mecanismo protetor importantedesenhado para avisar o perigo de estímulos potencialmentelesivos provenientes do ambiente externo. 0 sistema operaatravés de um conjunto específico de neurônios sensoriais eé ativado por estímulos nocivos via mecanismos de transduçãoperiféricos (para revisão vide Millan, 1999, Prog. Neurolbi-ol., 57, 1-164). Essas fibras sensoriais são conhecidas comonociceptores e são axons de diâmetro caracteristicamente pe-queno com velocidades de condução lentas. Nociceptores codi-ficam a intensidade, duração e qualidade do estímulo preju-dicial e em virtude de sua projeção topograficamente organi-zada para a medula espinal, a localização do estímulo. Osnociceptores são encontrados em fibras nervosas nocicepti-vas, das quais existem dois tipos conhecidos, fibras A-delta(mielinadas) e fibras C (não-mielinadas) . A atividade geradapor entrada de nociceptor é transferida, depois de um pro-cessamento complexo no corno dorsal, tanto diretamente, comovia núcleos de transmissão do tronco encefálico, para o tá-lamo ventrobasal e então para o córtex, onde a sensação dedor é gerada.
Dor pode ser geralmente classificada como aguda oucrônica. A dor aguda começa repentinamente e é de curta du-ração (usualmente duas semanas ou menos). Ela é usualmenteassociada a uma causa específica tal como uma lesão especí-fica, e é freqüentemente aguda e grave. Ela é o tipo de dorque pode ocorrer depois de lesões especificas resultantes decirurgia, trabalho dental, tensão ou torcedura. A dor agudaem geral não resulta em qualquer resposta psicológica per-sistente. Em contraste, a dor crônica é uma dor de longoprazo, persistindo tipicamente por mais que três meses e le-vando a significantes problemas psicológicos e emocionais.Exemplos comuns de dor crônica incluem dor neuropática (porexemplo, neuropatia diabética dolorosa, neuralgia pós-herpética), sindrome do túnel carpal, dor nas costas, dor decabeça, dor de câncer, dor de artrite e dor crônica pós-operatória .
Quando ocorre uma lesão substancial no tecido cor-póreo, via doença ou trauma, as características da ativaçãode nociceptor são alteradas e há uma sensibilização na peri-feria, localmente em torno da lesão e centralmente onde osnociceptores terminam. Esses efeitos levam uma sensação au-mentada de dor. Em dor aguda, esses mecanismos podem ser ú-teis em promover comportamentos protetores que podem permi-tir que ocorram de modo melhor os processos de reparo. A ex-pectativa normal seria que a sensibilidade voltasse para onormal, uma vez que a lesão foi curada. Contudo, em muitosestados de dor crônica, a hipersensibilidade dura para alémdo processo de cura e é freqüentemente devido à lesão nosistema nervoso. Essa lesão leva, freqüentemente, a anorma-lidades nas fibras nervosas sensoriais associadas à mal-adaptação e atividade aberrante (Woolf & Salter, 2000, Sci-ence, 288, 1765-1768) .Dor clinica está presente quando desconforto esensibilidade anormal se apresentam dentre os sintomas dopaciente. Pacientes tendem a ser bastante heterogêneos e po-dem apresentar vários sintomas de dor. Tais sintomas inclu-em: 1) dor espontânea que pode ser vaga, de queimação e a-flitiva; 2) respostas de dor exageradas aos estímulos noci-vos (hiperalgesia) ; e 3) dor produzida por estímulos normal-mente inócuos (alodinia - Meyer et al., 1994, Textbook ofPainr 13-44). Embora pacientes que sofrem de várias formasde dor aguda e crônica possam ter sintomas similares, os me-canismos subjacentes podem ser diferentes e podem, portanto,requerer estratégias de tratamento diferentes. Portanto, ador pode ser também dividida em vários diferentes subtiposde acordo com diferente patofisiologia, incluindo, dor noci-ceptiva, inflamatória e neuropática.
Dor nociceptiva é induzida por lesão tecidual oupor estímulos intensos com o potencial de causar lesão. Do-res aferentes são ativadas por transdução de estímulo pornociceptores no sítio da lesão e ativam neurônios na medulaespinal no nível de sua terminação. Essa é então transmitidapara os tratos espinais para o cérebro, onde a dor é perce-bida (Meyer et al., 1994, Texbook of Pain, 13-44). A ativa-ção dos nociceptores ativa dois tipos de dor de fibras ner-vosas aferentes. Fibras Α-delta mielinadas transmitem rapi-damente e são responsáveis pelas sensações de dores cortan-tes e aflitivas, enquanto as fibras C não-mielinadas trans-mitem em uma taxa mais lenta e conduzem uma dor vaga ou dorde enfermidade. Dor nociceptiva aguda de moderada para seve-ra é uma característica proeminente de dor proveniente dosistema nervoso central, trauma, tensões/torceduras, queima-ções, infarto do miocárdio e pancreatite aguda, dor pós-operatória (dor seguinte a qualquer tipo de procedimento ci-rúrgico), dor pós-traumática, cólica renal, dor de câncer edor nas costas. Dor de câncer pode ser dor crônica como dorrelacionada a tumor (por exemplo, dor óssea, dor de cabeça,dor facial ou dor visceral) ou dor associada a uma terapiade câncer (por exemplo, síndrome de pós-quimioterapia, sín-drome de dor crônica pós-cirúrgica ou síndrome de pós-radiação) . Dor de câncer pode também ocorrer em resposta àquimioterapia, imunoterapia, terapia hormonal ou radiotera-pia. Dor nas costas pode ser devida aos discos interverte-brais com hérnia e rompidos, ou anormalidades das articula-ções da faceta lombar, articulações sacroilíacas, músculosparaespinais ou dos ligamentos longitudinais posteriores. Ador nas costas pode se resolver naturalmente, mas em algunspacientes, se ela dura mais que 12 semanas, ela se torna umacondição crônica, que pode ser particularmente debilitante.
Dor neuropática é correntemente definida como doriniciada ou causada por uma lesão primária ou disfunção nosistema nervoso. Lesão nos nervos pode ser causada por trau-ma ou doença e assim o termo "dor neuropática" engloba mui-tos distúrbios com diversas etiologias. Essas incluem, massem limitação, neuropática periférica, neuropatia diabética,neuropatia pós-herpética, neuralgia do trigêmeo, dor nascostas, neuropatia de câncer, neuropatia de HIV, dor nosmembros fantasmas, síndrome do túnel de carpo, dor centralpós-acidente vascular cerebral e dor associada ao alcoolismocrônico, hipotireoidismo, uremia, esclerose múltipla, lesãona medula espinal, mal de Parkinson, epilepsia e deficiênciade vitamina C. A dor neuropática é patológica já que ela nãotem papel protetor. Ela está freqüentemente presente bem de-pois da causa original ter se dissipado, comumente durandoanos, diminuindo significantemente a qualidade de vida dopaciente (Woolf e Mannion, 1999, Lancetr 353, 1959-1964). Ossintomas da dor neuropática são de difícil tratamento, poiselas são freqüentemente heterogêneas mesmo entre pacientescom a mesma doença (Woolf & Decosterd, 1999, Pain Supp., 6,S141-S147; Woolf e Mannion, 1999, Lancetr 352, 1959-1964).Elas incluem dor espontânea, que pode ser contínua, e dorparoxística ou dor evocada anormal, tal como hiperalgesia(sensibilidade aumentada a um estímulo lesivo) e alodinia(sensibilidade a um estímulo inócuo).
O processo inflamatório é uma série complexa deeventos bioquímicos e celulares, ativados em resposta à le-são tecidual ou à presença de substâncias estranhas, que re-sulta em intumescimento e dor (Levine e Taiwo, 1994, Textbo-ok of Painr 45-56) . Dor de artrite é a dor inflamatória co-mum. Doença reumatóide é uma das condições inflamatóriascrônicas mais comuns em países desenvolvidos e artrite reu-matóide é uma causa comum de incapacidade. A etiologia exatada artrite reumatóide não é conhecida, mas hipóteses corren-tes sugerem que ambos os fatores genéticos e microbiológicospodem ser importantes (Grennan & Jayson, 1994, Textbook ofPainr 397-407) . Foi estimado que quase 16 milhões de ameri-canos têm osteartrite sintomática (AO) ou doença articulató-ria degenerativa, a maioria deles está acima de 60 anos deidade, e é esperado que aumente para 40 milhões na medida emque a população aumenta, gerando um problema de saúde públi-ca de alta magnitude (Houge & Mersfelder, 2002, Ann Pharma-cother., 36, 679-686; McCarthy et al., 1994, Textbook of Pa-in, 387-395) . A maioria dos pacientes com osteoartrite pro-cura assistência médica por causa da dor associada. Artritetem um impacto significante sobre a função psicossocial efísica e é conhecida como sendo a causa principal de incapa-cidade mais tarde na vida. Espondilite anquilosante é tambémuma doença reumática que causa artrite na espinha e nas ar-ticulações sacroiliacas. Ela varia de episódios intermiten-tes de dor nas costas que ocorrem durante a vida a uma doen-ça crônica que ataca a espinha, articulações periféricas eoutros organismos do corpo.
Um outro tipo de doença inflamatória é dor visce-ral que inclui dor associada à doença inflamatória do intes-tino (IBD). Dor visceral é uma dor associada à víscera, queengloba os órgãos da cavidade abdominal. Esses órgãos inclu-em os órgãos sexuais, baço e parte do sistema digestivo. Ador associada à víscera pode ser dividida em dor visceraldigestiva e dor visceral não-digestiva. Distúrbios gastrin-testinais (GI) comumente encontrados que causam dor incluemdistúrbio funcional do intestino (FBD) e doença inflamatóriado intestino (IBD). Esses distúrbios GI incluem uma amplagama de estados doentios que são correntemente somente mode-radamente controlados, inclusive, com respeito ao FBD, re-fluxo gastresofágico, dispepsia, sindrome de intestino irri-tável (IBS) e sindrome da dor funcional abdominal (FAPS), e,com respeito à IBD, doença de Crohn, ileite, e colite ulce-rativa, todos estes produzem dor visceral. Outros tipos dedor visceral incluem a dor associada à dismenorréia, cistitee pancreatite e dor pélvica.
Deve ser notado que alguns tipos de dor têm etio-logias múltiplas e assim podem ser classificados em mais queuma área, por exemplo, dor nas costas e dor de câncer apre-sentam ambos os componentes nociceptivos e neuropáticos.
Outros tipos de dor incluem:
• dor resultante de distúrbios musculoesqueléti-cos, incluindo mialgia, fibromialgia, espondilite, artropa-tias soro-negativas (não-reumatóides) , reumatismo não-articular, distrofinopatia, glicogenólise, poliomiosite epiomiosite;
• dor cardíaca e vascular, incluindo dor causadapor angina, infarto do miocárdio, estenose mitral, pericar-dite, fenômeno de Raynaud, esclerodoma e isquemia da muscu-latura esquelética;
• dor de cabeça, tal como enxaqueca (inclusive en-xaqueca com aura e enxaqueca sem aura) , dor de cabeça emsalvas, dor de cabeça misturada com dor de cabeça tipo ten-são e dor de cabeça associada a distúrbios vasculares; e
• dor orofacial, incluindo dor de dente, dor óti-ca, sindrome da boca em queimação e dor miofascial temporo-mandibular.
Espera-se também que os derivados de pirazina defórmula (I) sejam também úteis no tratamento de esclerosemúltipla.
A invenção refere-se também ao uso terapêutico dosderivados de pirazina de fórmula (I) como agentes para otratamento ou alivio dos sintomas de distúrbios neurodegene-rativos. Tais distúrbios neurodegenerativos incluem, por e-xemplo, mal de Alzheimer, doença de Huntington, mal de Par-kinson e Esclerose Lateral Amiotrófica. A presente invençãotambém engloba tratar distúrbios neurodegenerativos denomi-nados: acidente vascular cerebral, trauma craniano, e asfi-xia. Acidente vascular cerebral refere-se a uma doença vas-cular cerebral e pode ser também referida como acidente vas-cular cerebral (CVA) e inclui acidente vascular cerebraltromoembólico agudo. Tal acidente vascular cerebral incluitanto isquemia focai como global. Também, incluídos estão osataques isquêmicos cerebrais transitórios e outros problemasvasculares cerebrais acompanhados de isquemia cerebral. Es-ses distúrbios vasculares podem ocorrer em um paciente queesteja se submetendo a endarterectomia da carótida especifi-camente ou outros procedimentos cirúrgicos cerebrovascularesou vasculares em geral, ou procedimentos vasculares de diag-nóstico incluindo angiografia cerebral e similares. Outrosincidentes são trauma craniano, trauma na medula espinal, oulesão proveniente de anoxia, hipoxia, hipoglicemia, hipoten-são, bem como lesões similares vistas durante procedimentosde embolia, hiperfusão, e hipoxia. A presente invenção seriaútil em uma faixa de incidentes, por exemplo, durante cirur-gia de derivação cardíaca ("bypass"), em incidentes de he-morragia intracraniana, em asfixia perinatal, em parada car-díaca e estado epilético.
Um médico versado será capaz de determinar a situ-ação apropriada, na qual os pacientes são suscetíveis a ouestão em risco de, por exemplo, acidente vascular cerebral,bem como sofrendo de acidente vascular cerebral para admi-nistração pelos métodos da invenção.
Sais farmaceuticamente aceitáveis dos compostos defórmula (I) incluem os sais de adição de ácido e base destes.Sais de adição de ácido são formados de ácidos queformam sais atóxicos. Exemplos incluem sais de acetato, adi-pato, aspartato, benzoato, besilato, bicarbonato/carbonato,bissulfato/sulfato, borato, cansilato, citrao, ciclamato,edisilato, esilato, formiato, fumarato, gluceptato, glucona-to, glucuronato, hexafluorfosfato, hibenzato, cloridra-to/cloreto, bromidrato/brometo, iodidrato/iodeto, isetiona-to, lactato, malato, maleato, malonato, mesilato, metilsul-fato, naftilado, 2-napsilato, nicotinato, nitrato, orotato,oxalato, palmitato, pamoato, fosfato/hidrogeno-fosfato/ dii-drogeno-fosfato, piroglutamato, sacarato, estearato, succina-to, tanato, tartarato, tosilato, trifluoracetato e xinofoato.
Sais de base adequados são formados de bases queformam sais atóxicos. Exemplos incluem sais de zinco, argi-nina, benzatina, cálcio, colina, dietilamina, diolamina,glicina, lisina, magn'seio, meglumina, oleamina, potássio,sódio, trometamina e zinco.
Hemi-sais de ácidos e bases podem ser também for-mados, por exemplo, hemissulfato e sais de hemi-cálcio.Para uma revisão sobre sais adequados, vide Hand-book of Pharmaceutical Salts: Properties, Selection, and Usepor Stahl e Wermuth (Wiley-VCH, 2002).
Sais farmaceuticamente aceitáveis de compostos de fórmula (I) podem ser preparados por um ou mais dos três mé-todos :
(i) por reação do composto de fórmula (I) com oácido ou base desejada;
(ii) por remoção de um grupo protetor ácido- ou base-lábil de um precursor adequado do composto de fórmula
(I); ou
(iii)por conversão de um sal do composto de fórmu-la (I) em outro por reação com um ácido ou base apropriadaou por meio de uma coluna de troca iônica adequada.
Todas as três reações são tipicamente efetuadas em
solução. O sal resultante pode ser precipitado e ser coleta-do por filtração ou pode ser recuperado por evaporação dosolvente. O grau de ionização no sal resultante pode variarde completamente ionizado para quase não ionizado. Os compostos da invenção podem existir em um con-
tinuo de estados sólidos variando de integralmente amorfo aintegralmente cristalino. O termo "amorfo" refere-se a umestado onde o material carece de uma ordem de longa faixa nonivel molecular e, dependendo da temperatura, podem exibir as propriedades físicas de um sólido ou de um líquido. Tipi-camente, tais materiais não dão padrões de difração de raiosX distintivos e, embora exibam as propriedades de um sólido,são mais formalmente descritos como um líquido. Mediante a-quecimento, ocorre uma mudança de propriedades sólidas paralíquidas, que é caracterizada por uma troca de estado("transição vítrea") . 0 termo "cristalino" refere-se a umafase sólida na qual o material tem uma estrutura interna or-denada de forma regular no nivel molecular e dá um padrão dedifração de raios X distintivos com picos definidos. Taismateriais, quando aquecidos suficientemente, também exibirãoas propriedades de um liquido, mas a mudança de sólido paraliquido é caracterizada por uma mudança de fase, tipicamentede primeira ordem ("ponto de fusão").
Os compostos da invenção podem existir também emformas não-solvatadas e solvatadas. 0 termo "solvato" é usa-do aqui para descrever um complexo molecular que compreendeo composto da invenção e uma ou mais moléculas de solventefarmaceuticamente aceitáveis, por exemplo, etanol. 0 termo"hidrato" é empregado quando o dito solvente é água.
Um sistema de classificação correntemente aceitopara hidratos orgânicos é aquele que define os hidratos iso-lados de sitio, canal, ou coordenados de ion metálico - videPolymorphism in Pharmaceutical Solids por K. R. Morris (Ed.H. G. Brittain, Mareei Dekker, 1995). Hidratos isolados desítios são aqueles onde as moléculas de água são isoladas decontato direto uma coma a outra por intervenção de moléculasorgânicas. Em hidratos de canal, as moléculas de água ficamem canais de látice onde elas estão próximas das outras mo-léculas de água. Em hidratos coordenados de ion metálico, asmoléculas de água são ligadas ao ion metálico.
Quando o solvente ou água estão estreitamente li-gado, o complexo terá uma estequiometria bem definida, inde-pendente da umidade. Contudo, quando o solvente ou água estáfracamente ligada, como nos solvatos de canal e composto hi-groscópicos, o teor de água/solvente será dependente da umi-dade e das condições de secagem. Em tais casos, não-estequiometria será a norma.
Também incluídos no escopo da invenção estão com-plexos de multicomponentes (diferentes de sais e de solva-tos) , em que o fármaco e pelo menos um outro componente es-tão presentes em quantidades estequiométricas ou não-estequiométricas. Os complexos desse tipo incluem clatratos(complexos de inclusão de fármaco-hospedeiro) e co-cristais.
Os últimos são tipicamente definidos como complexos crista-linos de constituintes moleculares neutros, mas poderiam sertambém um complexo de uma molécula neutra com um sal. Os co-cristais podem ser preparados por cristalização em fusão,por recristalização de solventes, ou por trituração físicados componentes juntos - vide Chem Commun. 1Ί_, 1889-1896,por O. Almarssson e M. J. Zaworotko (2004) . Para uma revisãogeral sobre complexos de multicomponentes, vide Pharm Scif64(8), 1269-1288, por Haleblian (agosto de 1975).
Os compostos da invenção podem também existir emum estado mesomórfico (mesofase ou cristal líquido) quandosubmetidos às condições adequadas. 0 estado mesomórfico é umintermediário entre o estado cristalino verdadeiro e o esta-do líquido verdadeiro (tanto em fusão como em solução). Me-somorfismo surgindo em conseqüência de uma alteração da tem-peratura é descrito como "termotrópico" e quando resultanteda adição de um segundo componente, tal como água ou um ou-tro solvente, é descrito como "liotrópico". Os compostos quetêm o potencial para formar mesofases liotrópicas são des-critos como "anfifilicos" e consistem em moléculas que pos-suem um grupo superior iônico polar (tal como -COO-Na+, -COO-K+, ou -S03-Na+) ou não-iônico (tal como -N-N+(CH3)3). Paramais informações, vide Crystals and the Polarizing Microsco-pe por Ν. H. Hartshome e A. Stuart, 4a Edição (Edward Ar-nold, 1970).
Daqui por diante todas as referências aos compos-tos de fórmula (I) incluem referências a sais, solvatos,complexos de multicomponentes e cristais líquidos de saisdestes.
Os compostos da invenção incluem os compostos defórmula (I) como definidos acima, incluindo todos os poli-morfos e hábitos dos cristais destes, pró-fármacos e isôme-ros destes (incluindo isômeros ópticos, geométricos e tauto-méricos) como definidos abaixo e compostos de fórmula (I)isotopicamente marcados.
Como indicado, os assim chamados "pró-fármacos"dos compostos de fórmula (I) estão também dentro do escopoda invenção. Assim, certos derivados dos compostos de fórmu-
o
la (I), que podem ter, eles próprios, pouca ou nenhuma ati-vidade farmacológica podem, quando administrados em ou sobreo corpo, serem convertidos em compostos de fórmula (I) tendoa atividade desejada, por exemplo, por clivagem hidrolítica.Tais derivados são referidos como "pró-fármacos". Para maisinformação sobre o uso de pró-fármacos pode ser encontradaem Prodrugs as Novel Delivery Systems, Vol. 14, ACS Symposi-um Series (T., Higuchi e W. Stella) e Bioreversible Carriersin Drug Design, Pergamon Press, 1987 (Ed. Ε. B. Roche, Ame-rican Pharmaceutical Association).
Pró-fármacos, de acordo com a invenção, podem serproduzidos, por exemplo, por reposição de funcionalidadesapropriadas presentes nos compostos de fórmula (I) com cer-tas frações conhecidas por aqueles versados na técnica como"pró-frações" conforme descritas, por exemplo, em Design ofProdrugs por H. Bundgaard (Elsevier, 1985). ·
Alguns exemplos de pró-fármacos de acordo com ainvenção incluem onde o composto de fórmula (I) contém umfuncionalidade amino primária ou secundária (-NH2 ou -NHR,onde R Φ Η) , uma amida deste, por exemplo, um composto emque, conforme for o caso, um ou ambos hidrogênios da funcio-nalidade amino do composto de fórmula (I) é/são substituídospor alcanoila (C1-C10) .
Outros exemplos de grupos de substituição de acor-do com os exemplos acima e exemplos de outros tipos de pró-fármacos podem ser encontrados nas referências mencionadasacima.
Além disso, certos compostos de fórmula (I) podemeles mesmos agir como pró-fármacos de outros compostos defórmula (I).
Também incluídos no escopo da invenção estão meta-bólitos de compostos de fórmula (I), ou seja, compostos for-mados in vivo mediante administração do fármaco. Alguns e-xemplos de metabólitos de acordo com a invenção incluem(i) quando o composto de fórmula (I) contém umgrupo metila, um derivado de hidroximetila deste (-CH3 —> -CH2OH);
(ii) quando o composto de fórmula (I) contém umgrupo alcóxi, um derivado alcóxi deste (-OR —> -0H);
(iii)quando o composto de fórmula (I) contém umgrupo amino secundário, um derivado primário deste (-NHR1 —>-NH2);
(iv) quando o composto de fórmula (I) contém umafração fenila, um derivado de fenol deste (-Ph —> -PhOH).
Compostos de fórmula (I) contendo um ou mais áto-mos de carbono assimétricos podem existir como dois ou maisestereoisômeros. Se os isômeros estruturais são interconver-siveis via uma barreira de energia baixa, isomerismo tauto-mérico ("tautomerismo") pode ocorrer. Esse pode tomar a for-ma de o assim chamado tautomerismo de valência em compostosque contêm uma fração aromática. Segue que um único compostopode exibir mais que um tipo de isomerismo. Incluídos nosescopo da presente invenção estão todos os estereoisômeros eformas tautoméricas dos compostos de fórmula (I), inclusivecompostos que exibem mais que um tipo de isomerismo, e mis-turas de um ou mais destes. Também incluídos estão sais deadição de ácido ou base, em que o contraíon é opticamenteativo, por exemplo, d-lactato ou 1-lisina, ou racêmico, porexemplo, dl-tartarato e dl-arginina.
Técnicas convencionais para a preparação/ isola-mento de enantiômeros individuais incluem a síntese quiralde um precursor opticamente puro adequado ou resolução doracemato (ou o racemato de um sal ou derivado) usando, porexemplo, cromatografia liquida de alta pressão quiral (H-PLC) .
Alternativamente, o racemato (ou um precursor ra-cêmico) pode ser reagido com um composto opticamente ativo,por exemplo, um álcool, ou, no caso onde o composto de fór-mula (I) contém uma fração ácida ou básica, uma base ou áci-do tal como 1-feniletilamina ou ácido tartárico. A misturadiastereomérica resultante pode ser separada por cromatogra-fia e/ou cristalização fracionária e um ou ambos os diaste-reômeros são convertidos no(s) enantiômero(s) puro(s) pormeios bem conhecidos por uma pessoa versada na técnica.
Os compostos quirais da invenção (e precursoresquirais destes) podem ser obtidos na forma enantiomericamen-te enriquecida usando cromatografia, tipicamente HPLC, sobreuma resina assimétrica com uma fase móvel que consiste emhidrocarboneto, tipicamente heptano ou hexano, contendo de 0a 50% em volume de isopropanol, tipicamente de 2% a 20%, ede 0 a 5% em volume de uma alquilamina, tipicamente 0,1% dedietilamina. A concentração do eluato rende a mistura enri-quecida .
Quando qualquer racemato cristaliza, cristais dedois tipos diferentes são possíveis. 0 primeiro tipo é ocomposto racêmico (racemato verdadeiro) referido acima, emque uma forma homogênea de cristal é produzida contendo am-bos os enantiômeros em quantidades eqüimolares. 0 segundotipo é a mistura racêmica ou conglomerado, em que são produ-zidas duas formas de cristal em quantidades eqüimolares, emque cada uma compreende um único enantiômero.
Embora ambas as formas de cristal presentes em umamistura racêmica tenham propriedades físicas diferentes, e-las podem ter propriedades físicas diferentes em comparaçãocom o racemato verdadeiro. As misturas racêmicas podem serseparadas por técnicas convencionais conhecidas daquelesversados na técnica, vide, por exemplo, Stereochemistry of
Organic Compounds por E. L. Elile e S. H. Wilen (Wiley, 1994).
A presente invenção inclui todos os compostos far-maceuticamente aceitáveis, isotopicamente marcados, de fór-mula (I), em que um ou mais átomos são substituídos por áto-mos tendo o mesmo número atômico, mas uma massa atômica ounúmero de massa diferente da massa atômica ou do número demassa, que predomina por natureza.
Exemplos de isótopos adequados para inclusão noscompostos da invenção incluem isótopos de hidrogênio, taiscomo 2H e 3H, carbono, tais como 11C, 13C e 14C, cloro, talcomo 36Cl, flúor, tal como 18F, iodo, tais como 123I e 125I,nitrogênio, tais como 13N e 15N, oxigênio, tais como 15O, 17O,e 18O, fósforo, tal como 32P, e enxofre, tal como 35S.
Certos compostos de fórmula (I) marcados isotopi-camente, por exemplo, aqueles incorporando um isótopo radio-ativo, são úteis nos estudos de fármaco e/ou distribuiçãotecidual em substrato. Os isótopos radioativos trítio, i.e.,3H, e carbono 14, i.e., 14C, são particularmente úteis paraesta finalidade em vista de sua facilidade de incorporação emeios rápidos de detecção.
Substituição com isótopos mais pesados tal comodeutério, i.e. 2H, podem produzir certas vantagens terapêu-ticas resultantes de estabilidade metabólica mais alta, porexemplo, meia-vida aumentada in vivo ou exigências de dosa-gens reduzidas, e logo pode ser preferida em algumas cir-cunstâncias .
A substituição com isótopos emissores de pósi-trons, tais como 11C, 18F, 15O e 13N podem ser úteis em estu-dos de Topografia de Emissão de Pósitrons (PET) para exami-nar a ocupação do receptor de substrato.
Compostos de fórmula (I) marcados isotopicamentepodem ser geralmente preparados por técnicas convencionaisconhecidas daqueles versados na técnica ou por processos a-nálogos àqueles descritos nos Exemplos e Preparação acompa-nhantes usando um reagente isotopicamente marcado, apropria-do, em lugar do reagente não marcado empregado previamente.
Solvatos farmaceuticamente aceitáveis de acordocom a invenção incluem aqueles em que o solvente de crista-lização pode ser isotopicamente substituído, por exemplo,D2O, d6-acetona, d6-DMS0.
Também dentro do escopo da invenção estão novoscompostos intermediários, conforme definidos abaixo, todosos sais, solvatos e complexos destes e todos os solvatos ecomplexos de tais destes conforme definidos acima para oscompostos de fórmula (I). A invenção inclui todos os poli-morfos das espécies mencionadas acima e hábitos de cristaisdestes.
Os compostos de fórmula (I) devem ser avaliadosquanto às suas propriedades farmacêuticas, tais como solubi-lidade e estabilidade em solução (através de pH), permeabi-lidade, etc., de modo a selecionar a forma de dosagem maisapropriada e via de administração para o tratamento da indi-cação proposta.
Os compostos da invenção destinados a uso farma-cêutico podem ser administrados como produtos cristalinos ouamorfos. Eles podem ser obtidos, por exemplo, como tampõessólidos, pós, ou filmes, por métodos tais como precipitação,cristalização, Iiofilização, ou secagem por evaporação. Se-cagem por microonda ou freqüência de rádio pode ser usadapara esta finalidade.
Eles podem ser administrados sozinhos ou em combi-nação com um ou mais outros compostos da invenção ou em com-binação com um ou mais outros fármacos (ou como qualquercombinação destes). Geralmente, eles serão administrados co-mo uma formulação em associação a um ou mais excipientesfarmaceuticamente aceitáveis. O termo "excipiente" é usadoaqui para descrever qualquer ingrediente diferente de o(s)composto(s) da invenção. A escolha do excipiente será depen-dente, em grande extensão, de fatores tais como o modo par-ticular de administração, o efeito do excipiente na solubi-lidade e na estabilidade, e a natureza da forma de dosagem.
As composições farmacêuticas adequadas para a dis-tribuição de compostos da presente invenção e métodos paraseu tratamento tornar-se-ão prontamente aparentes para aque-les versados na técnica. Tais composições e métodos para suapreparação podem ser encontrados, por exemplo, em Reming-ton's Pharmaceutical Sciences, 19a Edição (Mack PublishingCompany, 1995).
Os compostos da invenção podem ser administradosoralmente. A administração oral pode incluir deglutição, demodo que o composto entra no trato gastrintestinal, e/ou ad-ministração bucal, lingual, sublingual, por meio de que ocomposto entra na corrente sangüínea diretamente da boca.
As formulações adequadas para administração oralincluem sistemas sólidos, semi-sólidos e líquidos, tais comocomprimidos; cápsulas moles ou duras contendo multi- ou na-nopartículas, líquidos, ou pós; pastilhas (incluindo preen-chidas com líquidos); gomas de mascar; géis; formas de dosa-gem de rápida dispersão; filmes; óvulos; pulverizadores; eemplastros bucais/mucoadesivos.
As formulações líquidas incluem suspensões, solu-ções, xaropes e elixires. Tais formulações podem ser empre-gadas como cargas em cápsulas moles ou duras (feitas, porexemplo, de gelatina ou de hidroxipropilmetilcelulose) ecompreendem tipicamente um veículo, por exemplo, água, eta-nol, polietileno glicol, propileno glicol, metilcelulose, ouum óleo adequado, e um ou mais agentes emulsificantes e/ouagentes de suspensão. As formulações líquidas podem ser tam-bém preparadas pela reconstituição de um sólido, por exem-plo, de um sache.
Os compostos da invenção podem ser também usadosem formas de dosagens de rápida dissolução e rápida desinte-gração, tais como aquelas descritas em Expert Opinion emTherapeutic Patents, 11(6), 981-986, por Liang e Chen(2001) .Para formas de dosagem em comprimidos, dependendoda dose, o fármaco pode constituir de 1% em peso a 80% empeso da forma de dosagem, mais tipicamente de 5% em peso a60% em peso da forma de dosagem. Além do fármaco, os compri-midos contêm, em geral, um desintegrador. Exemplos de desin-tegradores incluem glicolato de amida sódica, carboximetilcelulose sódica, carboximetil celulose cálcica, croscarmelo-se sódica, crospovidona, polivinilpirrolidona, metil celulo-se, celulose microcristalina, hidroxipropil celulose substi-tuida com alquila inferior, amido, amido pré-gelatinizado ealginato de sódio. Geralmente, o desintegrador compreenderáde 1% em peso a 25% em peso, preferivelmente de 5% em peso a20% em peso da forma de dosagem.
Ligantes são geralmente usados para conferir qua-lidades coesivas para a formulação de comprimido. Ligantesadequados incluem celulose microcristalina, gelatina, açúca-res, polietileno glicol, gomas naturais e sintéticas, poli-vinilpirrolidona, amido pré-gelatinizado, hidroxipropil ce-lulose e hidroxipropil metilcelulose. Os comprimidos podemtambém conter diluentes, tais como lactose (monoidrato, mo-noidrato secado por espargimento, anidro e similar), mani-tol, xilitol, dextrose, sacarose, sorbitol, celulose micro-cristalina, amido e diidrato de fosfato de cálcio dibásico.
Os comprimidos podem compreender, também, opcio-nalmente, agentes tensoativos, tais como lauril-sulfato desódio e polissorbato 80, e deslizantes tais como dióxido desilício e talco. Quando presentes, os agentes tensoativoscompreendem de 0,2% em peso a 5% em peso do comprimido, e osdeslizantes podem compreender de 0,2% em peso a 1% em pesodo comprimido.
Os comprimidos contêm também geralmente lubrifi-cantes tais como estearato de magnésio, estearato de cálcio, estearato de zinco, estearil fumarato de sódio, e misturasde estearato de magnésio com lauril-sulfato de sódio. Os lu-brificantes compreendem, em geral, de 0,25% em peso a 10% empeso, preferivelmente de 0,5% em peso a 3% em peso do com-primido .
Outros ingredientes possíveis incluem antioxidan-tes, corantes, agentes aromatizantes, conservantes e agentesmascaradores de sabor.
Comprimidos exemplares contêm até cerca de 80% dofármaco, de cerca de 10% em peso a cerca de 90% em peso de ligante, de cerca de 0% em peso a cerca de 85% em peso dediluente, de cerca de 2% em peso a cerca de 10% em peso dedesintegrador, e de cerca de 0,25% em peso a cerca de 10% empeso de lubrificante.
As misturas de comprimido podem ser prensadas di- retamente ou por laminador para formarem comprimidos. Ascombinações de comprimido ou porções de misturas podem seralternativamente granuladas via úmida, via seca, ou por fu-são, congeladas em fusão, ou extrudadas antes da formação docomprimido. A formulação final pode compreender uma ou mais camadas e podem ser revestidas ou não revestidas; ela podeser ainda encapsulada.
A formulação de comprimidos é discutida em Pharma-ceutical Dosage Forms: Tablets, Vol. 1, por H. Lieberaman eL. Lachman (Mareei Dekker, Nova Iorque, 1980).
Filmes orais consumíveis para uso humano ou vete-rinário são formas de dosagem de filmes delgados tipicamentesolúveis em água ou intumesciveis em água, que podem se dis-solver prontamente, ou mucoadesivos e compreendem, tipica-mente, um composto de fórmula (I) , um polímero formador defilme, um ligante, um solvente, um umectante, um plastifi-cante, um estabilizador ou emulsificante, um agente modifi-cador de viscosidade e um solvente. Alguns componentes daformulação podem realizar mais que uma função.
O composto de fórmula (I) pode ser solúvel ou in-solúvel em água. Um composto solúvel em água compreende, ti-picamente, 1% em peso a 80% em peso, mais tipicamente de 20%em peso a 50% em peso, dos solutos. Compostos menos solúveispodem compreender uma proporção maior da composição, tipica-mente até 88% em peso dos solutos. Alternativamente, o com-posto de fórmula (I) pode estar na forma de contas de multi-particulados.
O polímero formador de filme pode ser selecionadode polissacarídeos naturais, proteínas, ou hidrocolóidessintéticos e está tipicamente presente na faixa de 0,01 a99% em peso, mais tipicamente na faixa de 30 a 80% em peso.
Outros ingredientes possíveis incluem antioxidan-tes, corantes, aromatizantes e realçadores de sabor, conser-vantes, agentes estimulantes salivares, agentes de resfria-mento, co-solventes (inclusive óleos), emolientes, agentes,de avolumamento, agentes antiespumantes, tensoativos e agen-tes mascaradores de sabor.Os filmes de acordo com a invenção são tipicamentepreparados por secagem evaporativa de filmes aquosos delga-dos revestidos em suporte ou papel de forro destacável. Issopode ser efetuado em um forno ou túnel de secagem, tipica-mente revestidor-secador em combinação, ou por liofilizaçãoou aspiração com vácuo.
As formulações sólidas para administração oral po-dem ser formuladas para serem de liberação imediata e/ou mo-dificada. As formulações de liberação modificada incluem li-beração retardada, constante, pulsátil, controlada, alvejadae programada.
Formulações de liberação modificada adequadas paraos propósitos da invenção estão descritas na Patente US6.106.864. Detalhes de outras tecnologias de liberação ade-quadas, tais como dispersões de alta energia e partículasosmóticas e revestidas são encontradas em Pharmaceutical Te-chnology On-line, 25(2), 1-14, por Verma et al., (2002). 0uso de goma de mascar para obtenção de liberação controladaé descrita no WO 00/35298.
Os compostos da invenção podem ser também adminis-trados diretamente na corrente sangüínea, na musculatura, emum órgão interno. Meios adequados para administração paren-teral incluem intravenosa, intra-arterial, intraperitoneal,intratecal, intraventricular, intrauretal, intraesternal,intracraniano, intramuscular, intra-sinovial, e subcutânea.Dispositivos adequados para administração parenteral inclueminjetores de agulha (inclusive microagulha), injetores isen-tos de agulha e técnicas de infusão.Formulações parenterais são tipicamente soluçõesaquosas, que podem conter excipientes tais como sais, car-boidratos e agentes tampão (preferivelmente para um pH de 3a 9) , mas, para algumas aplicações, elas podem ser formula-das adequadamente como uma solução não estéril aquosa ou co-mo uma forma seca a ser usada em conjunção com um veiculoadequado, tal como água isenta de pirogênio estéril.
A preparação de formulações parenterais sob condi-ções estéreis, por exemplo, por Iiofilização, pode ser pron-tamente obtida usando técnicas farmacêuticas padrão bem co-nhecidas daqueles versados na técnica.
A solubilidade dos compostos de fórmula (I) usadosna preparação de soluções parenterais pode ser aumentada pe-lo uso de técnicas de formulação apropriadas, tais como aincorporação de agentes intensificadores de solubilidade.
As formulações para administração parenteral podemser formuladas para serem de liberação imediata e/ou modifi-cada. As formulações de liberação modificada incluem libera-ção retardada, constante, pulsátil, controlada, alvejada eprogramada. Assim, os compostos da invenção podem ser formu-lados como uma suspensão ou como um sólido, semi-sólido, ouliquido tixotrópico para administração como um reservatórioimplantado que proporciona liberação modificada do compostoativo. Exemplos de tais formulações incluem stents revesti-dos com fármaco e semi-sólidos e suspensões compreendendomicroesferas de poli(ácido dl-láctico-coglicólico) (PGLA)revestidas com fármaco.
Os compostos da invenção podem ser também adminis-trados topicamente, (intra)dermicamente, ou transdermicamen-te, à pele ou à mucosa. Formulações típicas para esse propó-sito incluem géis, hidrogéis, loções, soluções, cremes, un-güentos, pós de poeira, curativos, espumas, filmes, emplas-tros para a pele, hóstias, implantes, esponjas, fibras, ban-dagens e microemulsões. Lipossomos podem ser também usados.Veículos típicos incluem álcool, água, óleo mineral, vaseli-na líquida; vaselina branca, glicerina, polietileno glicol epropileno glicol. Intensificadores de penetração podem serincorporados - vide, por exemplo, J Pharm Sci, 88(10), 955-958, por Finnin e Morgan (outubro de 1999).
Outros meios de administração tópica incluem dis-tribuição por eletroporação, iontoforese, fonoforese, sono-forese e injeção de microagulha ou isenta de agulha (por e-xemplo, Powderject™ , Bioject™ , etc.)
As formulações para administração tópica podem serformuladas para serem de liberação imediata e/ou modificada.As formulações de liberação modificada incluem liberação re-tardada, constante, pulsátil, controlada, alvejada e progra-mada .
Os compostos da invenção podem ser também adminis-trados intranasalmente ou por inalação, tipicamente na formade um pó seco (tanto sozinho, como uma mistura, por exemplo,em uma combinação seca com lactose, ou como uma partícula decomponentes mistos, por exemplo, misturada com fosfolipí-dios, tal como fosfatidileolina) de um inalador de pó seco,como um pulverizador em aerosol de um recipiente pressuriza-do, bomba, pulverizador, atomizador (preferivelmente um ato-mizador usando eletroidrodinãmica para produzir uma névoafina), ou nebulizador, com ou sem o uso de um propelente a-dequado, tal como 1,1,1,2-tetrafluoretano ou 1,1,1,2,3,3,3-heptafluorpropano, ou como gotas nasais. Para uso intrana-sal, o pó pode compreender um agente bioadesivo, por exem-plo, quitosana ou ciclodextrina.
O recipiente pressurizado, bomba, pulverizador,atomizador, ou nebulizador contém uma solução ou suspensãodo(s) composto (s) da invenção, compreendendo, por exemplo,etanol, etanol aquoso, ou um agente alternativo adequado pa-ra dispersar, solubilizar, ou prolongar a liberação do ati-vo, propelente (s) como solvente e um tensoativo opcional,tal como trioleato de sorbitan, ácido oléico, ou um ácidooligoláctico.
Antes do uso em uma formulação de pó seco ou emsuspensão, o produto de fármaco é micronizado para um tama-nho adequado para inalação (tipicamente menos que 5 micra) .Isso pode ser obtido por qualquer método de trituração apro-priado, tal como moagem de jato em espiral, moagem de jatoem leito fluido, processamento de fluido supercritico paraformar nanoparticulas, homogeneização em alta pressão, ousecagem por pulverização.
As cápsulas (feitas, por exemplo, de gelatina ouhidroxipropilmetilcelulose) , blisteres e cartuchos para usoem um inalador ou insuflador podem ser formulados para con-ter uma mistura em pó do composto da invenção, uma base depó adequada tal como lactose ou amido e um modificador dedesempenho tal como 1-leucina, manitol, ou estearato de mag-nésio. A lactose pode ser anidra ou na forma do monoidrato,preferivelmente o último. Outros excipientes adequados in-cluem dextrana, glicose, maltose, sorbitol, xilitol, fruto-se, sacarose e trealose.
Uma formulação de solução adequada para uso em umatomizador que emprega eletroidrodinâmica para produzir anévoa fina pode conter de 1 μg a 20 mg do composto da inven-ção por atuação, e o volume de atuação pode variar de 1 μL a100 μL. Uma formulação típica compreende pode compreender umcomposto de fórmula (I) , propileno glicol, água estéril, e-tanol e cloreto de sódio. Solventes alternativos, que podemser usados no lugar de propileno glicol, incluem glicerol epolietileno glicol.
Aromatizantes adequados, tais como mentol e levo-mentol, ou adoçantes, tal como sacarina ou sacarina sódica,podem ser adicionados àquelas formulações da invenção desti-nadas à administração por inalação/intranasal.
Formulações para administração por inalação/ in-tranasal podem ser formuladas para serem de liberação imedi-ata e/ou modificada usando, por exemplo, PLGA. As formula-ções de liberação modificada incluem liberação retardada,constante, pulsátil, controlada, alvejada e programada.
No caso de inaladores de pó seco e aerosóis, a u-nidade de dosagem é determinada por meio de uma válvula quedistribui uma quantidade medida. As unidades de acordo com ainvenção são tipicamente arranjadas para administrar uma do-se medida ou "sopro". A dose diária total pode ser adminis-trada em uma dose única ou, mais usualmente, como doses di-vididas ao longo do dia.
Os compostos da invenção podem ser administradosvia retal ou via vaginal, por exemplo, na forma de um supo-sitório, pessário, ou enema. Manteiga de cacau é uma basepara supositório tradicional, mas várias alternativas podemser usadas conforme apropriadas.
As formulações para administração retal/vaginalpodem ser formuladas para liberação imediata e/ou modifica-da. As formulações de liberação modificada incluem liberaçãoretardada, constante, pulsátil, controlada, alvejada e pro-gramada .
Os compostos da invenção podem ser também adminis-trados diretamente ao olho ou ao ouvido, tipicamente na for-ma de gotas de uma suspensão ou solução micronizada em solu-ção salina estéril, de pH ajustado, isotônica. Outras formu-lações adequadas para administração ocular e aural incluemungüentos, géis, implantes biodegradáveis (por exemplo, es-ponjas com gel absorvivel, colágeno) e não-biodegradáveis(por exemplo, silicone), hóstias, lentes e sistemas particu-lados ou vesiculares, tais como niossomos ou lipossomos. Umpolímero tal como poli(ácido acrílico) reticulado, po-li (álcool vinílico), ácido hialurônico, um polímero celuló-sico, por exemplo, hidroxipropilmetilcelulose, hidroxietil-celulose, ou metil celulose, ou um polímero heteropolissaca-rídeo, por exemplo, goma de gelano, pode ser incorporadojuntamente com um conservante, tal como cloreto de benzalcô-nio. Tais formulações podem ser também distribuídas por io-noforese.Formulações para administração ocular/aural podemser formuladas para liberação imediata e/ou modificada. For-mulações de liberação modificada incluem liberação retarda-da, constante, pulsátil, controlada, alvejada, ou programada.
Os compostos da invenção podem ser combinados comentidades macromoleculares solúveis, tais como ciclodextrinae derivados adequados destes ou polímeros contendo polieti-Ieno glicol, de modo a aumentar a sua solubilidade, taxa dedissolução, mascaramento de sabor, biodisponibilidade e/ouestabilidade para uso em qualquer um dos modos de adminis-tração mencionados acima.
Foi verificado que complexos de fármaco-ciclodextrina, por exemplo, são geralmente úteis para a mai-or parte de formas de dosagens e vias de administração. Am-bos os complexos de inclusão e não-inclusão podem ser usa-dos. Como alternativa para direta complexação com o fármaco,a ciclodextrina pode ser usada como um aditivo auxiliar,i.e., como um veículo, diluente, ou solubilizante. Mais co-mumente usados para esses propósitos são alfa-, beta- e ga-ma-ciclodextrinas, cujos exemplos podem ser encontrados nosPedidos de Patente Internacional WO 91/11172, WO 94/02518 eWO 98/55148.
Para administração a pacientes humanos, a dose di-ária total dos compostos da invenção está tipicamente nafaixa de 0,1 mg a 1.000 mg, dependendo, naturalmente, do mo-do de administração. A dose diária total pode ser adminis-trada em doses únicas ou divididas, e podem, a critério domédico, se enquadrar fora dessa faixa típica dada aqui.Essas dosagens são baseadas em um paciente humanomédio tendo um peso de cerca de 60 kg a 70 kg. O médico éprontamente capaz de determinar doses para pacientes cujopeso fique fora dessa faixa, tal como crianças e idosos.
Para evitar dúvidas, as referências aqui a "trata-mento" incluem referências a tratamento curativo, paliativoe profilático.
Um modulador de canal de Navi,s pode ser utilmentecombinado com um outro composto farmacologicamente ativo, oucom dois ou mais outros compostos farmacologicamente ativos,particularmente no tratamento da dor. Por exemplo, um modu-lador de canal de Navi,e» particularmente um composto de fór-mula (I), ou um sal ou solvato farmaceuticamente aceitáveldeste, conforme definido acima, pode ser administrado simul-tânea, seqüencial ou separadamente em combinação com um oumais agentes selecionados de:
• um analgésico opióide, por exemplo, morfina, he-roina, hidromorfona, levorfanol, levalorfano, metadona, me-peridina, fentanila, cocaína, codeína, diidrocodeína, oxico-dona, hidrocodona, propoxifeno, nalmefeno, nalorfina, nalo-xona, nalfrexoma, buprenorfina, butorfanol, nalbufina oupentazocina;
• um fármaco antiinflamatório não-estereoidal(NSAID), por exemplo, aspirina, diclofenaco, diflusinal, e-todolaco, fembufeno, fenoprofeno, flufenisal, flurbiprofeno,ibuprofeno, indometacina, cetoprofeno, cetorolaco, ácido me-clofenâmico, ácido mefenâmico, meloxicame, nabumetona, na-proxeno, nimesulida, nitroflurbiprofeno, olsalazina, oxapro-zina, fenilbutazona, piroxicame, sulfasalazina, sulindaco,tolmetina ou zomepiraco;
• um sedativo de barbiturato, por exemplo, amobar-bital, aprobarbital, butabarbital, butabital, mefobarbital,metarbital, metoexital, pentobarbital, fenobarbital, seco-barbital, talbutal, teamital ou tiopental;
• uma benzodiazepina tendo ação sedativa, por e-xemplo, clordiazepóxido, clorazepato, diazepam, flurazepam,lorazepam, oxazepam ou triazolam;
• um antagonista H1 tendo ação sedativa, por exem-plo, difenidramina, pirilamina, prometazina, clorfeniraminaou clorciclizina;
• um sedativo tal como glutetimida, meprobamato,metaqualona ou dicloralfenazona;
• relaxante para a musculatura esquelética, porexemplo, baclofeno, carisoprodol, clorzoxazona, ciclobenza-prina, metocarbamol ou orfrenadina;
• um antagonista receptor de NMDA, por exemplo,dextrometorfano ((+)-3-hidróxi-N-metilmorfinano) ou seu me-tabólito dextrorfano ((+)-3-hidróxi-N-metilmorfinano), ceta-mina, memantina, pirroquinolina quinina, ácido cis-4-(fosfonometil)-2-piperidinacarboxilico, budipina, EN-3231(MorphiDex®, uma formulação em combinação de morfina e dex-trometorfano), topiramato, meramexano ou perzinfotel icluin-do um antagonsita NR2B, por exemplo, ifemprodil, traxoprodilou (-)-(R)-6-{2-[4-(3-fluorfenil)-4-hidróxi-1-piperidinil]-1-hidroxietila-3,4-2(1H)-quinolinona;
• um alfa-adrenérgico, por exemplo, tansulosina,clonidina, guanfacina, dexmetatomidina, modafinil, ou 4-amino-6,7-dimetóxi-2- (5-metano-sulfanamido -1,2,3,4- tetra-idroisoquinol-2-il)-5-(2-piridil)quinazolina;
• um antidepressivo tricíclico, por exemplo, desi-pramina, imipramina, amitriptilina ou nortriptilina;
• um anticonvulsivo, por exemplo, carbamazepina,lamotrigina, topiramato ou valproato;
• um antagonista de taquicinina (NK), particular-mente um antagonista de NK-3, NK-2 ou NK-1, por exemplo,(aR, 9R)-7-[3,5-bis(trifluometil)benzil]-8,9,10,11-tetraidro-9-metil-5- (4-metilfenil) -7H-[1,4] diazocino [2,1-g] [1,7] -naftiridina -6-13-diona (TAK-637), 5-[[(2R,3S)-2-[(IR)-1-[3, 5-bis (trifluormetil)fenil]etóxi-3- (4-fluorfenil)-4-morfolinil] -metil] -1,2-diidro-3H-l,2,4-triazol-3-ona (MK-869) , aprepi-tante, lanepitante, dapitante ou 3-[[2-metóxi-5-(triflúor-metóxi)fenil]-metilamino]-2-fenilpiperidina (2S,3S);
• um antagonista muscarinico, por exemplo, oxibu-tinina, toiterodina, propiverina, cloreto de tróspio, dari-fenacina, solfenacina, temiverina e ipratrópio;
• um inibidor seletivo de C0X-2, por exemplo, ce-lecoxibe, rofecoxibe, parecoxibe, valdecoxibe, deracoxibe,etoricoxibe, ou lumiracoxibe;
• um analgésico de alcatrão de hulha, em particu-lar paracetamol;
• um neuroléptico tal como droperidol, clorproma-zina, haloperidol, perfenazina, cloridazina, tioridazina,mesoridazina, trifluorperazina, flufenazina, clozapina,clanzapina, risperidona, ziprazidona, quetiapina, sertindol,aripiprazol, sonepiprazol, bionanserina, iloperidona, peros-pirona, racloprida, zotepina, bifeprunox, asenapina, luraso-pina, amisulprida, balaperidona, palindora, eplivanserina,osanetanto, rimonabanto, meclinertanto, Miraxion® ou sarizofano;
• agonista de receptor de vanilóide (por exemplo,resinferatoxina) ou antagonista (por exemplo, capsazepina);
• um beta-adrenérgico tal como propanolol;
• um anestésico local tal como mexiletina;
· um corticosteróide tal como dexametasona;
• um agonista ou antagonista de receptor de 5HT,particularmente agonista de 5-HTib/id tal como eletriptano,sumatriptano, naratriptano, zolmitriptano ou rizatriptano;
• um antagonista de receptor de 5-HT2a tal comoR (+)-alfa- (2 , 3-dimetóxi-fenil) -1-[2-(4-fluorfeniletil) }-A-piperidinametanol (MDL-100907);
• um analgésico (nicotinico) colinérgico, tal comoisproniclina (TC-1734), {E}-N-metil-4-(3-piridinil)-3-buten-1-amina (RJR-2403), (R)-5-(2-azetidinilmetóxi)-2-cloropiridina(ABT-594) ou nicotina;
• Tramadol®;
• um inibidor de PDEV , tais como 5-[2-etóxi-5-(4-metil-l-piperazinil-sulfonil) fenil] -l-metil-3-n-propil-l, 6-diidro-7H-pirazol [4,3-d] pirimidin-7-ona (sildenafil), (6R,12aR) -2,3, 6, 7,12,12a-hexaidro-2-metil-6- (3, 4-metilenodioxifenil) -pirazino[2', 1';6,1]-pirido [3,4-b]-indol-1,4-diona (IC-351 outadalafil), 2-[2-etóxi-5-(4-etil-piperazin-l-il-l-sulfonil) -fenil ]-5-metil-7-propil-3H-imidazo [5,1-f] [1,2,4]triazin-4-ona (vardenafil), 5-(5-acetil-2-butóxi-3-piridinil) -3-etil-2-(l-etil-3-azetidinil)-2,6-diidro-7H-pirazol[4, 3-] pirimi-din-7-ona, 5-(5-acetil-2-propóxi-3-piridinil)-3-etil-2-(1-isopropil-3-azetidinil)-2,6-diidro-7H-pirazol[4, 3-d] pirimi-din-7-ona, 5-[2-etóxi-5-(4-etilpiperazin-l-ilsulfonil) piri-din-3-il]-3-etil-2-[2-metoxietil]-2,6-diidro-7H-pirazol[4,3-d]pirimidin-7-ona, 4-[(3-cloro-4-metoxibenzil) amino]-2-[(2S)-
2-(hidroximetil)pirrolidin-l-il]-N-(pirimidin-2-ilmetil) pi-rimidina-5-carboxamida, 3-(l-metil-7-oxo-3-propil-6,7-diidro-lH-pirazol[4, 3-d]pirimidin-5-il)-N-[2-(l-metilpirrolidin-2-il) etil]-4- propoxibenzenossulfonamida;
• um ligante alfa-2-delta tais como gabapentina,pregabalina, 3-metilgabapentina, ácido (Ια,3α,5a) (3-amino-metil-biciclo [3.2.0] hept-3-il)-acético, ácido (3S,5R)-3-aminometil-5-metil-heptanóico, ácido (3S,5R)-3-amino-5-metil-heptanóico, (3S, 5R)-3-amino-5-metil-octanóico, (2S,4S)-4-(3-clorofenóxi)prolina, (2S,4S)-4-(3-fluorbenzil)-prolina, áci-do [(IR,5R,6S)-6- (aminometil)biciclo[3.2.0]hept-6-il] acé-tico, 3-(1-aminometil-cicloexilmetil)-4H-[1,2,4]oxadiazol-5-ona, C-[1-(lH-tetrazol-5-ilmetil) -cicloeptil] -metilamina,ácido (3S, 4S)-l-aminometil-3,4-dimetil-ciclopentil)-acético,ácido (3S,5R)-3-aminometil-5-metil-octanóico, ácido (3S,5R)-
3- amino-5- metil-nonanóico, ácido (3S,5R) -3-amino-5-metil-octanóico, ácido (3R,4R,5R)-3-amino-4,5-dimetil-heptanóico eácido (3R,4R,5R)-3-amino-4,5-dimetil-octanóico;
• um canabinóide;
• antagonista de receptor de glutamato metabotró-pico subtipo 1 (mGluRl);• inibidor de recaptação de serotonina, tais comosertralina, metabólito de sertralina demetilsertralina, flu-oxetina, norfluoxetina (metabólito de desmetil fluoxetina) ,fluvoxamina, paroxetina, citalopram, metabólito de citalo-
pram desmetil citalopram, escitalopram, d,1-fenfluramina,fernoxetina, ifoxetina, cianodotiepina, litoxetina, dapoxe-tina, nefazodona, cericlamina e trazodona;
• um inibidor de receptor de recaptação de nora-drenalina (norepinefrina), tais como maprotilina, lofeprami-na, mirtazepina, oxaprotilina, fezolamina, tomoxetina, mian-serina, bupropriona, metabólito de bupropriona hidroxibupro-priona, nomifensina e viloxazina (Vivalan®) , especialmenteum inibidor de recaptação de noradrenalina seletivo tal comoreboxetina, em particular (S,S-reboxetina);
· um inibidor de recaptação duplo de serotnina-noradrenalina, tais como venlafaxina, metabólito de venlafa-xina O-desmetilvenlafaxina, clomipramina, metabólito de clo-mipramina desmetil clomipramina, dufoxetina, milnaciprano eimipramina;
· um inibidor induzivel de óxido nitrico sintetase(iNOS) tais como S-[2-[(1-iminoetil)amino]etil]-L- homocis-teina, S-[2-[(1-iminoetil)-amino]etil]-4,4-dioxo-L-cisteína,S-[2-[(1-iminoetil)amino]etil]-2-metil-L-cisteína, ácido (2S,5Z)-2-amino -2-metil-7- [(1-iminoetil) amino] -5-heptenóico, 2-[[(IR,3S) -3-amino- 4-hidróxi-l- (5-tiazolil) -butil]tio]-5-cloro-3-piridinacarbonitrila; 2- [ [ (IR,3S)-3-amino-4-hidróxi-1-(5-tiazolil) butil] tio]-4- clorobenzonitrila, (2S,4R)-2-amino-4- [ [2-cloro-5- (trif luormetil) fenil] tio] -5-tiazolbutanol,2-[[(IR,3S)-3-amino-4-hidróxi-l- (5-tiazolil) butil] tio]-6-(trifluormetil)-3-piridinacarbonitrila, 2- [[(IR,3S)-3-amino-4-hidróxi-l-(5-tiazolil)butil] tio] -5-ciorobenzonitrila, N-[4-[2-(3-clorobenzilamino)etil]fenil]tiofeno-2-carboxamidina,ou dissulfeto de guanidinoetila;
• um inibidor de acetilcolinasterase, tal como do-nepezila;
• um antagonista de prostaglandina E2 subtipo 4(EP4 ) tal como N-[({2-[4-(2-etil-4,6-dimetil-lH-imidazo[4,5-c] piridin-l-il) fenil] etil }amino) -carbonil] -4-metilbenzenessul-fonamida ou ácido 4-[(IS)-1- ({ [5-cloro-2-(3-fluorfenóxi) pi-ridin-3-il]carbonil}amino)etil]benzóico;
• um antagonista de leucotrieno B4 tal como ácido1-(3-bifenil-4-ilmetil-4-hidróxi-croman-7-il)- ciclopentano-carboxilico (CP-105696), ácido 5-[2-(2-carboxietil)-3-[6-(4-metoxifenil)-5E-hexenil]oxifenóxi]-valérico (ONO-4057) ouDPC-11870,
• um inibidor de 5-lipoxigenase, tal como zileuto-na, 6-[(3-flúor-5-[4-metóxi-3,4,5,6-tetraiidro-2H-piran-4-il]) fenóxi-metil]-l-metil-2-quinolona (ZD-2138), ou 2,3,5-trimetil-6-(3- piridilmetil),1,4-benzoquinona (CV-6504);
• um bloqueador de canal de sódio, tal como Iido-caína;
• um antagonista de 5-HT3, tal como ondansetrona;
e os sais e solvatos farmaceuticamente adequadosdestes.
Tais combinações oferecem vantagens significantes,incluindo atividade sinergistica, em terapia.Visto que pode ser desejável administrar uma com-binação de compostos ativos, por exemplo, com a finalidadede tratar uma doença ou condição particular, está dentro doescopo da presente invenção que duas ou mais composições te-rapêuticas, em que pelo menos um das quais contém um compos-to de acordo com a presente invenção, podem ser conveniente-mente combinadas na forma de um kit adequado para co-administração das composições.
Assim, o kit da invenção compreende duas ou maiscomposições farmacêuticas, em que pelo menos uma das quaiscontém um composto de fórmula (I) de acordo com a invenção,e meios para reter as ditas composições separadamente, taiscomo um recipiente, uma garrafa com divisões, ou um pacotede folha com divisões. Um exemplo de tal kit é a familiarembalagem em blister para embalar comprimidos, cápsulas esimilares.
O kit da invenção é particularmente adequado paraadministrar formas de dosagens diferentes, por exemplo, o-rais e parenterais, para administrar as composições separa-das em diferentes intervalos de dosagem, ou para titular ascomposições separadas uma contra a outra. Para auxiliar nacomplacência, o kit compreende tipicamente instruções paraadministração e pode ser provido de um assim-chamado auxili-ar de memória.
Todos os compostos de pirazina da fórmula (I) po-dem ser preparados pelos procedimentos descritos nos métodosgerais apresentados abaixo ou por modificações rotineirasdestes. A presente invenção engloba também qualquer um oumais destes processos para preparação dos derivados de pira-zina de fórmula (I), além de quaisquer novos intermediáriosusados neles.
Nos seguintes métodos gerais, Ar e R1 são como an-teriormente definidos com respeito a um derivado de pirazinada fórmula (I) a menos que de outro modo indicado. Quando asrazões de solventes são dadas, as razões estão em volume.
De acordo com um primeiro processo, os compostosde fórmula (I) podem ser preparados de compostos de fórmula(V), como ilustrado pelo Esquema 1.
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Esquema 1
M é um metal opcionalmente substituído ou grupo deboro para reações de acoplamento cruzado, tal como trialqui-lestanano, diidroxiborano ou halozinco.
X é um grupo adequado para reações de acoplamentocruzado, tipicamente Cl, Br ou I.
Y é um grupo dé saída adequado, tipicamente Cl.
• Os compostos de fórmula (II) estão ou comercial-mente disponíveis, no caso do derivado de cloro, ou são co-nhecidos da literatura (J. Med. Chem. 1967, 10(1), 66-75).
Os compostos de fórmula (III) podem ser preparadosa partir dos compostos de fórmula (II) pela etapa de proces-so (i), uma reação de acoplamento cruzado, com ArM, em pre-sença de um sistema de catalisador adequado (por exemplo,paládio ou níquel), e base. Tipicamente, as condições de Su-zuki são usadas, compreendendo 1,2,3-equivalentes de ácidoborônico e 0,01-0,25 equivalente de um catalisador de palá-dio com ligantes com base em fosfina em um solvente orgâni-co, em uma temperatura de 50°C a 100°C. Condições preferidascompreendem 2 equivalentes de ácido borônico, 1 equivalentede Cs2CO3 e 0,1 equivalente de Pd(PPh3)4 em 2:1 de 1,4-dioxano/água, a 80°C.
Os compostos de fórmula (IV) podem ser preparados decompostos de fórmula (III) de acordo com a etapa de processo(II), um acoplamento de amida usando um cloreto de ácido ouum ácido carboxílico ativado por um agente adequado, opcio-nalmente em presença de um catalisador, em um solvente ade-quado. As condições típicas compreendem cloreto de ácido e umaamina de fórmula (III), com um excesso de uma base orgânicaadequada, tal como Et3N, lutidina ou piridina, em um solven-te adequado, em uma temperatura de a temperatura ambienteaté 80°C. As condições preferidas compreendem 1,5 equivalen-tes de cloreto de ácido em piridina a 60°C, ou com 1,5 equi-valentes de lutidina em acetonitrila à temperatura ambiente.
Os compostos de fórmula (V) podem ser preparadosde compostos de fórmula (IV) de acordo com a etapa de pro-cesso (III), uma reação de hidrólise de éster sob condiçõesácidas, ou básicas. As condições típicas são mediadas porbase, usando uma base de metal alcalino tal como LiOH, NaOH,KOH ou K2CO3, em presença de água e um solvente adequado, auma temperatura de a temperatura ambiente até 100°C. As con-dições preferidas compreendem 3 equivalentes de LiOH-H2O em3:1 de CH3OH/H20, a 75°C.
Os compostos de fórmula (I) podem ser preparados apartir de compostos de fórmula (V) por descarboxilação sobcondições básicas ou ácidas que requerem uma temperatura de50°C a 150°C (etapa de processo (IV)). Condições típicascompreendem excesso de ácido aquoso em um solvente orgânicoadequado, em uma temperatura de 50°C a 100°C. Preferivelmen-te, a etapa de descarboxilação é efetuada sob refluxo em 2:1de HCl IN aquoso/1,4-dioxano.
De acordo com um segundo processo, os compostos defórmula (I) podem ser preparados a partir de compostos defórmula (VII), conforme ilustrado pelo Esquema 2.
<formula>formula see original document page 50</formula>
Esquema 2
em que Μ, X e Y são como definidos para o Esquema 1.Os compostos de fórmula (III) podem ser preparadosde compostos de fórmula (II) de acordo com a etapa de pro-cesso (i) conforme descrita acima para o Esquema 1.
Os compostos de fórmula (VI) podem ser preparadosde compostos de fórmula (III) por hidrólise de éster de a-cordo com a etapa de processo (iii) conforme descrito acimapara o Esquema 1.
Os compostos de fórmula (VII) podem ser preparadosde compostos de fórmula (VI) por descarboxilação de acordocom a etapa de processo (iv) conforme descrita acima para oEsquema 1.
Os compostos de fórmula (i) podem ser preparados apartir de compostos de fórmula (VIII) por uma reação de aco-plamento com amida de acordo com a etapa de processo (II)conforme descrita acima para o Esquema 1.
Os compostos de fórmula (VII) podem ser tambémpreparados de acordo com um terceiro processo conforme des-crito no WO-A-98/3817 (Esquema 3).
<formula>formula see original document page 51</formula>
Esquema 3
Os compostos de fórmula (IX) podem ser preparados,de acordo com a etapa de processo (ν) , por reação de compos-tos de fórmula (VIII) ou um sal destes, por exemplo, aminoa-cetamidina, com compostos de fórmula ArCHO, em presença deuma fonte de cianeto, por exemplo, cianeto de potássio.Os compostos de fórmula (VII) podem ser preparadospor ciclização e oxidação de um composto de fórmula (IX) empresença de hidróxido de litio em um solvente alcoólico ade-quado, tal como metanol, com a reação aberta para o ar paraoxidação.
De acordo com um quarto processo, os compostos defórmula (I) podem ser preparados de compostos de fórmula(XII), conforme ilustrado pelo Esquema 4.
<formula>formula see original document page 52</formula>
Esquema 4
Μ, X e Y são conforme definidos para o Esquema 1.
Os compostos de fórmula (X) podem ser preparadosde compostos de fórmula (II) por hidrólise de acordo com aetapa de processo (iii) conforme descrita acima para o Es-quema 1.
Os compostos de fórmula (XI) podem ser preparadosde compostos de fórmula (X) por descarboxilação de acordocom a etapa de processo (iv) conforme descrita acima para oEsquema 1.
Os compostos de fórmula (XII) podem ser preparadosde compostos de fórmula (XI) por reação de acoplamento comamida de acordo com a etapa de processo (ii) conforme des-crita acima para o Esquema 1.
Os compostos de fórmula (I) podem ser preparadosdos compostos de fórmula (XII) por reação de acoplamentocruzado de acordo com a etapa de processo (i) conforme des-crita acima para o Esquema 1.
Os compostos de fórmula (XI) podem ser preparadosde compostos de fórmula (XII, conforme ilustrado pelo Esque-ma 5.
<formula>formula see original document page 53</formula>
Esquema 5
em que X é um átomo de halogênio.
2,6-Diaminopirazina pode ser preparada conformedescrição em J. Chem. Soe. Perkin Trans. 1: Organic and Bio-organic Chemistry (1972-1999) 1973, 6, 606.
Os compostos de fórmula (XI) podem ser preparadospor reação de halogenação eletrofilica de acordo com a etapade reação (vii). Condições típicas compreendem a reação de2, 6-diaminopirazina com um halogênio, opcionalmente em pre-sença de um catalisador, por exemplo, iodo e acetato de pra-ta ou bromo em um solvente adequado. As condições preferidascompreendem bromo em ácido acético, à temperatura ambiente.
Alternativamente, os compostos de fórmula (XII)podem ser preparados a partir de compostos de fórmula (XIV),conforme ilustrados pelo Esquema 6.
<formula>formula see original document page 54</formula>
Esquema 6
em que Y é conforme definido para o Esquema 1; e
X é um átomo de halogênio.
Os compostos de fórmula (XIV) podem ser preparadosa partir de compostos de fórmula (XII) por uma reação de a-coplamento com amida, de acordo com a etapa de processo (χ-i), conforme descrita para o Esquema 1.
Os compostos de fórmula (XIII) podem ser prepara-dos a partir dos compostos de fórmula (XIV) por uma reaçãode halogenação eletrofilica de acordo com a etapa de proces-so (vii) conforme descrita para o esquema 5.
Com referência aos métodos gerais acima, seráprontamente entendido por aqueles versados na técnica quequando grupos protetores estão presentes, estes serão em ge-ral intercambiáveis com outros grupos protetores de naturezasimilar, por exemplo, quando uma amina é descrita como es-tando protegida com um grupo t-butoxicarbonila, este podeser prontamente trocado por qualquer grupo protetor de aminaadequado. Grupos protetores adequados estão descritos em"Protective Groups in Organic Synthesis" por T. Green e P.Wuts (3a Edição, 1999, John Wiley and Sons).
A presente invenção refere-se também a novos com-postos intermediários conforme definidos acima, todos ossais, solvatos e complexos destes e todos os solvatos e com-plexos de sais destes conforme definidos acima para deriva-dos de pirazina de fórmula (I) . A invenção inclui todos ospolimorfos das espécies mencionadas acima e hábitos doscristais destes.
Quando os derivados de pirazina de fórmula (I) deacordo com a invenção são preparados, fica a critério daque-le versado na técnica selecionar rotineiramente a forma doscompostos intermediários que proporcione a melhor combinaçãode características para este propósito. Tais característicasincluem ponto de fusão, solubilidade, processabilidade erendimento da forma intermediária e a facilidade resultantecom a qual o produto pode ser purificado ou isolado.
A invenção é ilustrada pelos seguintes Exemplosrepresentativos.
Os espectros de ressonância magnética nuclear 1H(RMN) foram em todos os casos consistentes com as estruturaspropostas. Os deslocamentos químicos característicos (δ) sãodados em partes por milhão, em baixo campo, de tetrametilsi-lano usando abreviaturas convencionais para designação dospicos principais: por exemplo, s singleto; d, dubleto; t,tripleto; q, quarteto; m, multipleto; br, amplo. Os espetrosde massa (MS) foram registrando usando ou uma ionização deeletrospray (ESI) ou ionização química sob pressão atmosfé-rica (APCI). As seguintes abreviaturas foram usadas parasolventes comuns: CDCl3, deuteroclorofórmio; D6-DMSO, deute-rossulfóxido de metila; CD3OD, deuterometanol; THF, tetrai-drofurano; LCMS indica cromatografia liquida-espectrometriade massa (Rt = tempo de retenção) . Onde são dadas as razõesde solventes, as razões estão em volume.
Certos compostos dos Exemplos e Preparações forampurificados usando Cromatografia Liquida de Alto Desempenho,Preparativa, Automatizada (HPLC). As condições de HPLC defase reversa eram dos sistemas FractionLynx. As amostras fo-ram submetidas dissolvidas em 1 mL de DMSO. Dependendo danatureza dos compostos e dos resultados de uma pré-análise,a purificação foi realizada sob condições ácidas ou básicas,à temperatura ambiente. Corridas ácidas foram realizadas emuma coluna C18 OBD (19 χ 50 mm, 5 μm) Sunfire Prep, as cor-ridas básicas foram efetuadas em uma coluna C18 MS (19 χ 50mm, 5 μm) Xterra Prep, ambas da Waters. Foi usada uma vazãode 18 mL/min com a fase móvel: água + 0,1% de modificador(v/v) e B: acetonitrila + 0,1% de modificador (v/v). Para ascorridas ácidas, o modificador era ácido fórmico, para acorrida básica o modificador era dietilamina. Uma bomba LCbinária Waters 2525 forneceu uma fase móvel com uma composi-ção de 5% de B por 1 minuto, então, correu de 5% a 98% de Bpor 6 minutos, seguido por uma retenção de 2 minutos em 98%de Β. A detecção foi realizada usando um detector de absor-bância de comprimento de onda dual Waters 24 87 ajustado em225 nm, seguido, em série, por um detector Polymer Labs PL-ELS 2100 e um espectrômetro de massa de 4 vias Waters ZQ2000, em paralelo. O PL 2100 ELSD foi ajustado para 30°C comuma vazão de nitrogênio de 1,6 L/min. O MS Waters ZQ foisintonizado com os seguintes parâmetros:Voltagem de Cone ES+: 30 ν Capilar: 3,20 kv
Voltagem de Cone ES-: -30v Capilar:-3,00 kv
Gás de dessolvatação: 600 L/h
Temperatura da Fonte: 120°C
Faixa de varredura 150-900 Da.
A coleta de fração era disparada por ambas a MS eELSD.
A análise de controle foi realizada usando um mé-todo de LCMS ortogonal.
As corridas ácidas foram efetuadas em Sunfire C18(4,6 χ 50 mm, 5 μm) , as corridas básicas foram efetuadas emXterra C18 (4,6 χ 50 mm, 5 μm) , ambas da Waters. Uma vazãode 1,5 mL/min foi usada com a fase móvel A: água + 0,1% emodificador (v/v) e B: acetonitrila + 0,1% de modificador(v/v). Para corridas ácidas, o modificador era ácido fórmi-co, para a corrida básica, o modificador era dietilamina.
Uma bomba LP binária Waters 1525 foi operada em um gradientede eluição de 5% a 95% de B por 3 minutos, seguido por re-tenção de 1 minuto em 95% de Β. A detecção foi efetuada u-sando um detector Waters MUX UV 2488 ajustado em 225 nm, se-guido em série por um detector Polymer Labs PL-ELS 2100 e umespectrômetro de Massa MUX de 4 vias ZQ 2000, em paralelo. 0PL 2100 ELSD foi ajustado em 30°C com vazão de nitrogênio de1,6 L/minuto. O Waters ZQ MS foi sintonizado com os seguin-tes parâmetros:
Voltagem de Cone ES+: 25 ν Capilar: 3,30 kv
Voltagem de Cone ES-: -30v Capilar:-2,50 kv
Gás de dessolvatação: 800 L/hTemperatura da Fonte: 150°CFaixa de varredura 160-900 Da.
Exemplo 1
<formula>formula see original document page 58</formula>
Método A
N-(6-Amino-5-cloropirazin-2-il)-1-metil-lH-pirazol-N-[-Amino-5-(2,3,5-triclorofenil) pirazin-2-il]-1- metil-lH- pirazol-5- carboxamida (também conhecida como [6-amino-5-(2,3,5-triclorofenil)-pirazin-2-il] -amida do ácido2-metil-2H-pirazol-3-carboxílico)
5-carboxamida (Preparação 2, 0,05 g, 0, 198 mmol) foi combi-nada com ácido 2,3,5-triclorobenzenoborônico (0,062 g, 0,28mmol), carbonato de césio (0,045 g, 0,14 mmol) e paládio te-traquistrifenilfosfina (0,016 g, 0,014 mmol) e suspensos emuma mistura de 1,4-dioxano (5 mL) e água (1 mL) . A reaçãofoi aquecida a 75°C, por 5 horas e mais alíquotas de carbo-nato de césio (0,04 g) e de paládio tetraquistrifenilfosfina(0,01 g) foram adicionadas. Depois de mais 1 hora a 75°C, areação foi deixada resfriar para a temperatura ambiente eentão concentrada a vácuo. 0 resíduo foi particionado entreágua e acetato de etila e a camada orgânica secada (MgSO4) eevaporada. O resíduo foi purificado por cromatografia em co-luna de sílica-gel, eluindo com acetato de etila:heptano1:1, para render o produto como um sólido não totalmentebranco (30 mg).
RMN 1H (de-DMSO) : 4,09 (s, 3H) , 6,13 (br s, 2H) , 7,25 (d, Η) ,7,50-7,51 (m, 2H), 7,90 (d, 1H), 8,55 (s, 1H), 10,60 (br s,1H) ,
MS m/z 397 [MH]+
Exemplo 2
N-[6-Amino-5-cloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il]-1-metil-lH-pirazol-5-carboxamida
<formula>formula see original document page 59</formula>
Método B
Cloreto de oxalila (11,3 g, 89,5 mmols) foi adi-cionado a uma lama de ácido l-metil-lH-pirazol-5-carboxíIico(7,5 g, 59,5 mmols) em diclorometano (100 mL). Uma gota dedimetilformamida foi adicionada e a reação foi deixada emagitação, à temperatura ambiente, por 7 horas. Outros 7 mLde cloreto de oxalila foram adicionados, seguidos por 1 gotade dimetilformamida, e a reação foi deixada sob agitação, àtemperatura ambiente, durante a noite. A reação foi concen-trada sob vácuo e submetida à azeotropia com diclorometano.O resíduo foi dissolvido em CH3CN (20 mL) e adicionado a umasolução da 3-(2-cloro-5-metóxi-fenil)-pirazina-2,6-diamina(Preparação 6, 9,0 g, 35,9 mmols) e lutidina (5,2 mL, 46,7mmols) em CH3CN (100 mL). A reação foi agitada à temperaturaambiente, por 4 horas, antes da concentração sob vácuo. 0resíduo foi absorvido em 200 mL de acetato de etila e lavadocom 100 mL de água. A camada orgânica foi coletada e lavadade novo com 50 mL de água e 50 mL de salmoura, antes da se-cagem sobre MgSO4 e concentrada sob vácuo para produzir umagoma pegajosa. O resíduo foi purificado por cromatografia emcoluna de sílica-gel, eluindo com acetato de etila:heptanode 2:1, para produzir o produto como um sólido branco.
RMN ^1H (d6-DMS0) : 3,8 (3H, s) , 4,1 (3H, s) , 5,85(2H, br s), 6,95 (1H, m) , 7,05 (1H, m) , 7,25 (1H, m) , 7,45(1H, m), 7,5 (1H, m), 8,55 (1H, s) .
LCMS Rt=3,35min.
MS m/z 359 [MH]^+
Exemplo 3
N-[6-Amino-5-(7-cloro-2,3-diidro-1,4-benzodioxin-5-il)pirazin-2-il]-1-metil-1H-pirazol-5-carboxamida
<formula>formula see original document page 60</formula>
Método C
Cloreto de oxalila (36 μL, 0,41 mmol) foi adicio-nado a uma lama de ácido 1-metil-1H-pirazol-5-carboxílico(40 mg, 0,32 mmol) em diclorometano (2 mL) . Uma gota de di-metilformamida foi adicionada e a reação deixada sob agita-ção na temperatura ambiente por 3 horas antes da concentra-ção sob vácuo e azeotropia com diclorometano. 0 cloreto deácido resultante foi dissolvido em 1 mL de piridina anidra eadicionado a uma solução de 3- (7-cloro-2,3-diidro-benzo[1,4] dioxin-5-il)-pirazina-2,6-diamina (Preparação de 13,50mg, 0,18 mmol) em 2 mL de piridina anidra. A reação foi a-quecida para 60°C durante a noite antes da concentração sobvácuo e partição entre 5 mL de diclorometano e 5 mL de água.As camadas foram separadas usando-se um cartucho de separa-ção de fase e a camada orgânica coletada e concentrada a vá-cuo. O resíduo foi dissolvido em 1 mL de sulfóxido de dime-tila e purificado usando HPLC preparativa.
LCMS Rt = 3,14 minutos
MZ m/z 388 [MH]+Os seguintes exemplos da formula geral:
<formula>formula see original document page 62</formula>
<table>table see original document page 62</column></row><table><table>table see original document page 63</column></row><table><table>table see original document page 64</column></row><table><table>table see original document page 65</column></row><table><table>table see original document page 66</column></row><table>Exemplo 12
N-[6-amino-5-(2,3-dicloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il]-1-metil-1H-pirazol-5-carboxamida
<formula>formula see original document page 67</formula>
N-(6-Amino-5-cloropirazin-2-il)-1-netil-1H-pirazol-5-carboxamida (Preparação 2, 01 g, 0,396 mmol) foi combinadacom 2-(2, 3-dicloro-5-metóxi-fenil-4, 4,5, 5-tetrametil- [1,3,2]dioxaborolano (Preparação 18), (0,156 g, 0,515 mmol), carbo-nato de césio (0,129 g, 0,396 mmol) e paládio tetraquistri-fenilfosfina (0,046 g, 0,04 mmol) e suspensos em uma misturade 1,4-dioxano (1 mL) e água (0,5 mL) . A reação foi aquecidaa 80°C, por 5 horas. A reação foi deixada resfriar para atemperatura ambiente e então concentrada sob vácuo. O resí-duo foi particionado entre solução aquosa de carbonato desódio (20 mL) e acetato de etila (20mL) e a camada orgânicasecada (Na2SO4) e concentrada sob vácuo. O resíduo foi puri-ficado por cromatografia em coluna de gel, eluindo com ace-tato de etila:heptano em de 2:3 a 1:1, para render o produtocomo um sólido quase branco (72 mg).
MS m/z 393 [MH]+
RMN 1H (CDCl3): 3,80 (s, 3H) , 4,23 (s, 3H) , 4,43(br, s, 2H) , 6,70 (s, 1H), 6,90 (d, 1H), 7,10 (s, 1H) , 7,50(d, 1H), 8,05 (br s, 1H), 9,05 (s, 1H).Os seguintes exemplos da formula geral:
<formula>formula see original document page 68</formula>
foram preparados pelo metodosanalogos aos Metodos A e B, conforme descritosacima para os Exemplos 1 e 2. A menos que de outro modo indicado, os detalhes de prepa-racao sao como descritos para o metodo referido.
<table>table see original document page 68</column></row><table><table>table see original document page 69</column></row><table><table>table see original document page 70</column></row><table>
Os seguintes exemplos da formula geral:
<formula>formula see original document page 70</formula>
foram preparados pelo metodos analogos aos Metodos A e C, conforme descritos
acima para os Exemplo 1 e 3. A menos que de outro modo indicado, os detalhes de prepa-racao sao como descritos para o metodo referido .<table>table see original document page 71</column></row><table><table>table see original document page 72</column></row><table><table>table see original document page 73</column></row><table><table>table see original document page 74</column></row><table>
Os senguintes exemplos da formula gerla:
<formula>formula see original document page 74</formula><table>table see original document page 75</column></row><table><table>table see original document page 76</column></row><table><formula>formula see original document page 77</formula><table>table see original document page 78</column></row><table><table>table see original document page 79</column></row><table><table>table see original document page 80</column></row><table><table>table see original document page 81</column></row><table><formula>formula see original document page 82</formula>
<table>table see original document page 82</column></row><table><table>table see original document page 83</column></row><table><table>table see original document page 84</column></row><table>Os seguintes exemplos da formula geral:
<formula>formula see original document page 85</formula>
foram preparados pelo metodos analogos aos Metodos B e C, conforme descritosacima para os Exemplos 2 e 3, usando 3- (1-naftil)pirazina-2,-diamina (Preparacao 8). Amenos que de outro modo indicado, os detalhes de preparacao sao como descritos para ometodo referido.<table>table see original document page 86</column></row><table><table>table see original document page 87</column></row><table>
<formula>formula see original document page 87</formula><table>table see original document page 88</column></row><table>Exemplo 49
N-[6-Amino-5-(2,5-dicloro-3-metoxifenil)pirazin-2-il]-3-metilisoxazol-4-carboxamida
<formula>formula see original document page 89</formula>
Cloreto de oxalila (515 uL, 5,90 mmols) foi adi-cionado a uma lama de ácido 3-metil-4-isoxazolcarboxílico(500 mg, 3,93 mmols) em diclorometano (10 mL). Uma gota dedimetilformamida foi adicionada e a reação foi deixada sobagitação à temperatura ambiente por 3 horas antes da concen-tração sob vácuo e azeotropia com diclorometano. O resíduofoi dissolvido em CH3CN (3,93 mL) para render uma soluçãoIM. A solução IM do cloreto de ácido resultante (0, 526 mL,0,526 mmol) foi adicionada a uma solução de 3-(2,5-dicloro-3-metoxifenil)pirazina-2,6-diamina (Preparação 9, 0,15 g,0,526 mmol) e lutidina (89 μL, 0,787 mmol) em CH3CN (10 mL).
A reação foi agitada à temperatura ambiente por 4 dias antesda concentração sob vácuo. O resíduo foi absorvido em 10 mLde diclorometano, lavado com 5 mL de água, e as duas camadasforam separadas usando um cartucho de separação de fase. Acamada orgânica foi concentrada sob vácuo para render um só-lido cremoso. O resíduo foi purificado por cromatografia emcoluna de sílica-gel, eluindo com acetato de etila:heptano,para render 62 mg do produto do título como um sólido/espumabranca.
MS m/z 394 [ΜΗ]+
RMN 1H (d6-DMSO) : 2,4 (s, 3H) , 3,9 (s, 3H) , 6,0 (brs, 2H) , 7,0 (m, 1H) , 7,3 (m, 1H) , 8,6 (s, 1H) , 9,6 (s, 1H) ,10, 65 (br s, 1H) .
LCMS Rt= 2,85 minOs seguintes exemplos da formula geral:
<formula>formula see original document page 91</formula>
foram preparados pelo metodos analogos aos Metodos A e B, conforme descritosacima para os Exemplos 1 e 2. A menos que de outro modo indicado,paracao sao como descritos para o metodo referido.
<table>table see original document page 91</column></row><table><table>table see original document page 92</column></row><table><table>table see original document page 93</column></row><table><table>table see original document page 94</column></row><table><table>table see original document page 95</column></row><table><table>table see original document page 96</column></row><table>Exemplo 61
N- [6-amino-5-(2,3,5-triclorofenil) pirazin-2-il]isoxazol-3-carboxamida
<formula>formula see original document page 97</formula>
N- [6-amino-5- (2,3,5-triclorofenil) pirazin-2-il]isoxazol-3-carboxamida foi preparada por um método análogoao Método B, conforme descrito acima para o Exemplo 2, usan-do ácido 3-isoxazolcarboxílico e 3-(2,3,5-triclorofenil) pi-razina-2,6-diamina (Preparação 12).
LCMS Rt = 4,07 minutos
MS m/z 386 [MH}+
Exemplo 62
N-[6-amino-5-(2,5-diclorofenil)pirazazin-2-il]-IH-pirazol-5-carboxamida
<formula>formula see original document page 97</formula>
Cloreto de oxalila (0,17 mL, 1,9 mmol) foi adicio-nado a uma lama de ácido 2-(2-trimetilsilanilmetóxi-etil)-2H-pirazol-3-carboxílico) (Heterocycles (1992) 34 303-314),(428 mg, 1,76 nvmol) em diclorometano (15 mL) , 1 gota de di-metilformamida foi adicionada e a reação agitada, à tempera-tura ambiente, sob N2, por 1 hora ante da concentração sobvácuo e azeotropia com diclorometano. O cloreto de ácido re-sultante foi dissolvido em 5 mL de acetonitrila e adicionadoa uma solução de 3-(2,5-dicloro-fenil)pirazina-2,6-diamina(Preparação 11, 300 mg, 1,18 mmol) em acetonitrila (15 mL) e2,6-lutidina (0,21 mL, 1,8 mmol). A reação foi agitada àtemperatura ambiente sob N2 por 72 horas antes da concentra-ção sob vácuo, então efetuada a partição entre 50 mL de ace-tato de etila e 50 mL de água. A camada orgânica foi secadasobre MgSO4 è concentrada sob vácuo para dar um óleo marromque foi purificado por cromatografia em coluna (acetato deetila, heptano, 1:2) para dar 52 mg do composto do titulo.
RMN 1H (CD3OD) 0,00 (s, 9H) , 1,90 (t, 2H) , 3,65 (t,2H) 5,55 (s, 2H) , 6,95 (s, 1H), 7, 45-7, 55 (m, 3H) , 7,90 (s,1H), 8,80 (s, 1H).
A uma suspensão do produto de acilação (10 mg,0,21 mmol) acima em tetraidrofurano (3 mL) foi adicionadofluoreto de tetrabutilamônio (0,022 mL, 0,0212 mmol, solven-te 1,0 M em tetraidrofurano) e a reação aquecida para 65°C,por 2 horas. A mistura reacional foi concentrada sob vácuo eo resíduo particionado entre 5 mL de acetato de etila e 5 mLde água. O produto orgânico foi secado sobre MgSO4 e concen-trado a vácuo. 0 resíduo resultante foi dissolvido em 1 mLde sulfóxido de dimetila e purificado por HPLC preparativa.
LCMS Rt = 2,04 minutosMS m/z 349 [ΜΗ]
As seguintes Preparações ilustram a preparação decertos intermediários usados para preparar o Exemplo acima.
Preparação 1
3-Cloro-pirazina-2,6-diamina
<formula>formula see original document page 99</formula>
Hidróxido de litio (12,4 g, 0,30 mol) foi adicio-nado a uma suspensão agitada de éster metilico do ácido 3,6-diamino-6-cloro-pirazina-2-carboxílico (20 g, 99 mmols) emmetanol (300 mL) e água (120 mL) e a reação aquecida a 90°C,por 1,5 h antes de ser deixada resfriar para a temperaturaambiente. A reação foi concentrada sob vácuo para produziruma lama amarela e esta foi suspensa em 1,4-dioxano (350 mL)e foi adicionada solução aquosa 2M de HCl (200 mL). A mistu-ra foi aquecida a 100°C, por 2 horas e então deixada resfri-ar antes da remoção do 1,4-dioxano, sob vácuo. A solução a-quosa resultante foi levada para pH 8 usando carbonato desódio (aquoso, saturado) e extraída em acetato de etila (3 χ300 mL). As camadas orgânicas foram lavadas com salmoura(300 mL) , secadas (nNa2S04) e concentrada sob vácuo paraproduzir um sólido amarelo (11,7 g, 82%).
RMN 1H (d6-DMS0) : 5,95 (br s, 2H) , 6,02 (brs, 2H) ,6,82 (s, 1H).
MS m/z 147 [MH]+
Preparação 2N-(6-Amino-5-cloropirazin-2-il)-1-metil-lH-pirazol-5-carboxamida
<formula>formula see original document page 100</formula>
Cloreto de oxalila (0,288 mL, 3,32 mmols) foi adi-cionado a uma suspensão de ácido l-metil-lH-pirazol-5-carboxilico (0,279 g, 2,21 mmols) em diclorometano (5 mL)seguido por 1 gota de dimetilformamida. A mistura foi agita-da à temperatura ambiente, por 4 horas, antes da concentra-ção sob vácuo e azeotropia com diclorometano. O resíduo foiabsorvido em piridina (1 mL) e adicionado a uma solução de3-cloro-pirazina-2,6-diamina (Preparação 1) (0,16 g, 1,11mmol) e a mistura aquecida a 60°C, por 3 horas, antes deresfriar para a temperatura ambiente e concentrar a vácuo. Oresíduo foi purificado por cromatografia em coluna de síli-ca-gel, eluindo com acetato de etila:heptano 1:1, para ren-der o produto como um sólido pálido (100 mg)
RMN 1H (d6-DMSO) : 4,05 (s, 3H) , 6,60 (br s, 2H) ,7,20 (d, 1H) , 7,50 (d, 1H), 8,30 (s, 1 Η), 10,60 (br s, 1H) .
MS m/z 255 [MH]+
Preparação 3
N- (6-Amino-5-cloropirazin-2-il)-3-metilisoxazol-4-carboxamida<formula>formula see original document page 101</formula>
Cloreto de oxalila (0,06 mL, 0,69 mmol) foi adi-cionado a uma solução de ácido 3-metil-isoxazol-4-carboxílico(0,06 g, 0,48 mmols) seguido por 1 gota de dimetilformamida.A mistura foi agitada à temperatura ambiente, por 4 horas,antes da concentração sob vácuo e azeotropia com diclorome-tano. O resíduo foi absorvido em piridina (1 mL) e adiciona-do a uma solução de 3-cloro-pirazina-2,6-diamina (Preparação1) (0,035 g, 0,24 mmol) em piridina anidra (3 mL) e a mistu-ra aquecida para 50°C, por 3 horas, antes do resfriamento econcentração à secura sob vácuo. 0 resíduo foi purificadopor cromatografia em coluna de sílica-gel, eluindo com ace-tato de etila:heptano 1:1, para render o produto como um só-lido branco (30 mg).
RMN 1H (de-DMSO) : 2,40 (s, 3H) , 6,60 (br, s, 2H) ,8, 35 (s, 1H), 9,60 (s, 1H), 10,65 (br a, 1H) .
LCMS Rt= 2,35 min
MS m/z 254 [MH]+
Preparação 4
N-(6-Amino-5-cloropirazin-2-il)-5-metilisoxazol-4-carboxamida<formula>formula see original document page 102</formula>
Cloreto de oxalila (0,8 mL, 10,3 mmols) foi adi-cionado a uma solução de ácido 5-metil-isoxazol-4-carboxílico(1 g, 6,9 mmols) em diclorometano seguido por 1 gota de di-metilformamida. A mistura foi agitada à temperatura ambien-te, por 5 horas, antes da concentração sob vácuo e azeotro-pia com diclorometano. O resíduo foi absorvido em piridina(3 mL) e adicionado a uma solução de 3-cloro-pirazina-2,6-diamina (Preparação 1) (0,65 g, 4,6 mmols) em piridina ani-dra (30 mL) e a mistura aquecida para 50°C, por 3 horas, an-tes do resfriamento e concentração à secura sob vácuo. O re-síduo foi purificado por cromatografia em coluna de sílica-gel, eluindo com acetato de etila:heptano 1:1, para render oproduto como um sólido branco (360 mg).
RMN 1H (d6-DMSO) : 2,51 (s, 3H) , 6,71 (br, s, 2H)8, 35 (s, 1H), 9,12 (s, 1H), 10,63 (br, s, 1H).
MS m/z 254 [MH]
Preparação 5
Éster metílico do ácido 3,5-diamino-6-(2-cloro-5-metóxi-fenil)-pirazina-2-carboxílico
<formula>formula see original document page 102</formula>Método D
A uma suspensão de éster metílico do ácido 3,5-
diamino-6-cloro-pirazina-2-carboxílico (10,9 g, 53,7 mmols)em 220 mL de 1,4-dioxano e água (40 mL) foram adicionadosácido 2-cloro-5-metoxibenzeno borônico (20 g, 107 mmols) ,carbonato de césio (17,5 g, 53,7 mmols) e paládio tetra-quis (trifenilfosfina) (620 mg, 0,54 mmol) . A reação foi a-quecida em um banho de óleo a 70-75°C, por 2 horas. A reaçãofoi então resfriada e vertida em 500 mL de água. A lama re-sultante foi agitada por 10 minutos antes da filtração sobvácuo. O sólido bege coletado foi então transformado em lamaem 100 mL de metanol, agitada por 15 minutos, então filtra-da, lavagem do torta de filtro com metanol e secagem sob vá-cuo para produzir 17,4 g do produto do titulo.
(s, 3H), 6,4 (br s, 2H), 6,9 (d, 1H), 7,0 (dd, 1H) , 7,05 (brs, 2H), 7,4 (d, 2H).RMN 1H (de-DMSO) : RMN (DMSO) : 3,65 (s, 3H) , 3,75
LCMS Rt= 3,7 4
MS m/z309 [MH]
Preparação 63-(2-Cloro-5-metóxi-fenil)-pirazina-2,6-diamina
<formula>formula see original document page 103</formula>
Método E
A uma suspensão de éster metilico do ácido 3,5-diamino-6- (2-cloro-5-metóxi-fenil) -pirazina -2-carboxíIico(Preparação 5, 16,5 g, 53,4 mmols) em 255 mL de metanol e 76mL de água foi adicionado LiOH (6,7 g, 160 mmols), e a rea-ção foi agitada a 90°C, por 2 horas. A reação foi concentra-da sob vácuo à secura. 0 residuo foi transformado em lama em380 mL de 1,4-dioxano, e 230 mL de HCl 2N foram adicionados.A reação foi aquecida para 100°C, por 1 hora, antes do res-friamento para a temperatura ambiente e concentração sob vá-cuo. O residuo foi basificado com 880 de NH3 e extraído em 2χ 300 mL de acetato de etila. As camadas orgânicas foramcombinadas, secadas com MgSO4 e concentradas sob vácuo. 0resíduo sólido foi triturado com éter dietílico e filtradopara render 10 g de um sólido, cor de couro.
RMN 1H (de-DMSO) : 3,25 (3H, s), 52 (br, s, 2H) , 5,9{br, s, 2H) , 6,8 (d, 1,H), 6,9 (dd, 1H) , 7,15 (s, 1H) , 7,4(d, 1H).
LCMS Rt= 2,92 min
MS m/z 251 [MH]+
Preparação 7
3-[2,3-Diclorofenil)-pirazina-2,6-diamina
<formula>formula see original document page 104</formula>
Método F
Cianeto de potássio (500 mg, 7,7 mmols) e dibromi-drato de 2-aminoacetamidina (1,77 g, 7,5 mmols) foram agita-dos em metanol (15 mL) , à temperatura ambiente por 1 hora.2,3-Diclorobenzaldeido (1,34 g, 7,68 mmols) foi adicionado ea suspensão agitada à temperatura ambiente, durante a noite.Monoidrato de hidróxido de litio (1,0 g, 23,8 mmols) foi a-dicionado e a mistura foi agitada, enquanto aberta para aatmosfera, à temperatura ambiente por 24 horas. A misturareacional foi particionada entre acetato de etila (80 mL) eágua (50 mL) . A solução de acetato de etila foi lavada comágua (30 mL) , então secada sobre sulfato de sódio anidro eevaporada sob vácuo para dar uma goma marrom claro. Essa foipurificada usando cromatografia em coluna de silica-gel, e-luindo com acetato de etila, para render 370 mg do produtodo titulo como uma goma marrom.
RMN 1H (CDCl3): 4,26 (br s, 2H) 4,43 (br s, 2H) ,7,26 (d, 1H), 7,31 (m, 1H), 7,46 (s, 1H), (7,50 (d, 1H).
MS m/z 257 [MH]+<table>table see original document page 106</column></row><table><table>table see original document page 107</column></row><table><table>table see original document page 108</column></row><table>Preparação 143-(2, 3-Dicloro-6-metoxifenil)pirazina-2,6-diamina
<formula>formula see original document page 109</formula>
3-(2,3-Dicloro-6-metoxifenil)pirazina-2,6-diaminafoi preparada por um método análogo ao Método F conformedescrito acima para a Preparação 7 e usando 2,3-dicloro-6-metoxibenzaldeido (Preparação 27). A reação foi agitada porhoras com LiOH/ar.
RMN 1H (CDCl3): 3,76 (s, 3H), 4,12 (br s, 2H), 4,35(br s, 2H), 6,66 (d, 1H), 7,47 (d, 1H), 7,52(s, 1H) .
MS m/z 287 [MH]+
Preparação 153- (2-Cloro-S-Inetoxifenil) pirazina-2, 6-diamina
<formula>formula see original document page 109</formula>
3-(2-loro-6-metoxifenil) pirazina-2,6-diamina foipreparada por um método análogo ao Método F conforme descri-to acima para a Preparação 7 e usando 2-cloro-3-metoxiben-zaldeido.RMN 1H (CD3OD): 3,9 (3Η, s), 6,95 (1Η, m) , 7,15(1Η, m), 7,2 {1Η, s), 7,35 (1Η, m).
MS m/z 251 [MH]+
Preparação 16
I-Bromo-3-cloro-5-metoxibenzeno
<formula>formula see original document page 110</formula>
A uma solução de l-bromo-3-cloro-5-fluorbenzeno(25 g, 0,12 mol) em metanol (800 mL) foi adicionado metóxidode sódio (64 g, 1,18 mol). A reação foi aquecida para reflu-xo, por 9 dias. A reação foi então concentrada sob vácuo pa-ra um quinto do volume (150 mL) , resfriada e água (1.000 mL)adicionada. A mistura foi extraída com éter dietílico (3x150 mL) . A camada orgânica foi lavada com salmoura (2x 100mL) , secada (NaaSO4) e evaporada para produzir o composto dotítulo (24,6 g).
RMN 1H (CDCl3): 3,80 (s, 3H) , 6,84 (s, 1H) , 6,96(s, 1H), 7,10 (s, 1H).
GC-MS m/z 222 [MH]+, Rt= 3,86 min
Preparação 17
l-Bromo-2,3-dicloro-5-metoxibenzeno
<formula>formula see original document page 110</formula>
1-Bromo -3-cloro-5- metoxibenzeno (Preparação 16,
6,0 g, 27 mmols) e ácido tricloroisocianúrico (2,3 g, 9,9mmols) foram agitados em dimetilformamida (100 mL) a 50°C,por 3 horas. n-Heptano foi adicionado e a mistura filtradapara remover impurezas insolúveis, eluindo com n-heptano:acetato de etila 9:1, para render o produto do titu-lo como um sólido branco (5,0 g).
RMN 1H (CDC13) : 3,80 (s, 3H) , 7,00 (s, 1H) , 7,20(s, 1H).
GC-MS m/z 256 [MH]+, Rt= 4,60 min
Preparação 18
2-(2,3-Dicloro-5-metóxi-fenil-4,4,5,6-tetrametil-[1,3,2]dioxaborolano
1-Bromo -2,3-dicloro -5-metoxibenzeno (Preparação17, 1,3 g, 5,1 mmols), bis(pinacolato)diboro (l,4g, 5,6mmols), acetato de potássio (1,5 g, 15 mmols) e 1,1'-[bis(difenilfosfino)ferroceno]dicloropaládio (II) (0,37 g,0,51 mmol) foram combinados e agitados em sulfóxido de dime-tila (10 mL) por 5 horas a 83°C, em um vaso vedado. A mistu-ra foi então vertida sobre gelo e extraída com éter dietíli-co. A camada orgânica foi secada e evaporada. 0 resíduo foiagitado em n-heptano, filtrado e evaporado. Essa reação foirealizada três vezes e o material bruto combinado para puri-ficação com cromatografia em coluna de sílica-gel, eluindocom n-heptano:acetato de etila 9:1, para render o produtocomo um óleo amarelo (3,1 g).
RMN 1H (CDCl3): 1,40 (s, 12H) , 3,80 (s, 3H) , 7,08(s, 1H), 7,10 (s, 1H).
GC-MS m/z 304 [MH)+, R= 5,78 min
Preparacao 19
1-Bromo-2,5-dicloro-3-metoxibenzeno
<formula>formula see original document page 112</formula>
1-Bromo-2,5-dicloro-3-fluorbenzeno (40 g, 0,16 mol)e metóxido de sódio (44,3 g, 0,82 mL) foram agitados em me-tanol (500 mL) na temperatura de refluxo, por 16 horas. Areação foi resfriada para a temperatura ambiente, então fi-nalizada com água (50 mL). A mistura foi extraída com éterdietílico (3 x 300 mL), secada (Na2SO4) e evaporada pararender o produto como um sólido branco (40 g) .
RMN 1H (CDCl3): 3,90 (s, 3H) , 8,86 (d, 1H) , 7,26(d, 1H).
MS m/z 256 [MH]+
GC-MS m/z 256 [MH]+, Rt= 4,56 min
Exemplo 20
2-(2, 5-Dicloro-3-metóxi-fenil)-4,4,5,5-tetrametil-1[1, 3, 2]dioxaborolano
<formula>formula see original document page 112</formula>l-Bromo-2,5-dicloro-3-metoxibenzeno (Preparação 19,10 g, 39 mmols), bis(pinacolato)diboro (10,9 g, 43 mmols) ,acetato de potássio (11,5 g, 117 mmols) e 1,1'-[bis (dife-nilfosfino)ferroceno] dicloropaládio (II) (2,8 g, 4,0 mmols)foram combinados e agitados em sulfóxido de dimetila (100mL). O frasco de reação foi purgado com nitrogênio, por 5minutos, antes do aquecimento a 80°C, por 16 horas. A mistu-ra foi resfriada e o sulfóxido de dimetila removido sob vá-cuo. O resíduo foi particionado entre água (500 mL) e diclo-rometano (3x 200 mL). A camada orgânica foi lavada com sal-moura (300 mL) , secada (Na2SO4) e evaporada para render umóleo preto. 0 resíduo foi dissolvido em éter dietílico (200mL) e filtração em um tampão de sílica para render um óleoverde. Esse foi purificado usando cromatografia em coluna desílica-gel, eluindo com heptano:éter dietílico, para forne-cer 5,6 g do produto do título como um sólido branco.
RMN 1H (CDCl3): 1,40 (s, 12H) , 3,89 (s, 1H) , 6,98(s, 1H), 7,20 (s, 11H).
GC-MS m/z 304 [MH]+, Rt= 5,75 min
Preparação 213-Bromo-5-cloro-benzeno-l,2-diol
<formula>formula see original document page 113</formula>
A uma suspensão agitada de 3-bromo-5-cloro-2-hidroxibenzaldeído (49,5 g, 0,21 mol) em NaOH 0,5N aquoso(500 mL, 0,25 mol) a 40°C foi adicionado, gota-a-gota, peró-xido de hidrogênio (21,4 g de um solução aquosa a 35%, 0,22mol) durante 15 minutos e a mistura resultante foi agitadapor 16 horas. A mistura foi resfriada para a temperatura am-biente, diluída com NaOH IN aquoso (200 mL) e lavada com é-ter dietílico (3x 300 mL). A camada aquosa foi acidificadacom HCl concentrado para pH 2 e extraída com Et2O (3x 200mL). Os extratos orgânicos foram combinados, lavados comsalmoura, secados (Na2SO4), filtrados e concentrados sob vá-cuo para produzir o produto desejado como um sólido verme-lho/marrom (46,0 g, 99%).
RMN 1H (CDC13) : 5,40 (s, 1H), 5,55 (br s, 1H),6,88 (d, 1H), 7,05 (d, 1H).
MS m/z 224 [MH]+
p.f. 71-73°C
Preparação 22
5-Bromo-7-cloro-2,3-diidro-benzo [1,4] dioxina
<formula>formula see original document page 114</formula>
A uma solução de 1,2-dibromoetano (1,44 mL, 16mmols) e brometo de tetrabutilamônio (96 mg, 2,5% molar) emágua (8 mL) em refluxo, sob nitrogênio, foi adicionada umamistura de 3-bromo-5-cloro-benzeno-l,2-diol (Preparação 21,2,68g, 12 mmols) e NaOH (1,06 g, 26,2 mmols) em água (10 mL)durante 4 horas, e a mistura resultante agitada durante anoite. A mistura reacional foi resfriada para a temperaturaambiente e diluída com água (100 mL). A mistura foi extraídacom Et2O (3x 100 mL), e os extratos orgânicos combinados fo-ram concentrados sob vácuo. Purificação por cromatografia"flash" (pentano:diclorometano (9:1) produziu o produto de-sejado como um óleo amarelo (1,78 g, 60%), que cristalizouem repouso para um sólido amarelo.
RMN 1H (CDCl3): 4,7 (t, 2H) , 4,35 (t, 2H) , 6,86 (d,1H), 7,10 (d, 1H).
p.f. 56.5-58.0°CPreparação 23
Ácido (7-cloro-2,3-diidro -1,4-benzodioxi η-5-il)borônico
<formula>formula see original document page 115</formula>
A uma solução agitada de 5-bromo-7-cloro-2,3-diidro-benzo[1,4]dioxina (Preparação 22, 1,5 g, 6 mmols) emEt2=O seco (45 mL) sob nitrogênio a -70°C foi adicionado n-butil litio (2,63 mL de uma solução 2,5M em hexano, 6,6mmols) e a mistura resultante agitada por 1 hora. Borato detrimetila (0,92 mL, 8 mmols) foi então adicionado e a mistu-ra agitada à temperatura ambiente, durante a noite. NH4Claquoso, saturado, foi adicionado (60 mL) e a camada aquosaextraída com Et2O (3x 100 mL) . Os extratos orgânicos combi-nados foram concentrados sob vácuo. O resíduo foi absorvidoem NaOH IM aquoso e lavado com Et2O (100 mL) . A camada aquo-sa foi então acidifiçada com HCl 2N aquoso (pH 2) e extraídacom éter dietílico (3x 100 mL) . Os extratos orgânicos foramcombinados, secados (Na2SO4) , filtrados e concentrados sobvácuo para render o produto desejado como um sólido branco(1,12 g, 87%).
RMN 1H (CDCl3): 4,30 (t, 2H) , 4,37 (t, 2H) , 5,62(2H, s), 6,99 (d, 1H), 7,37 (d, 1H).
ρ,f, 125-127 °C
Preparação 24
2-Bromo-4,6-diclorofenol
<formula>formula see original document page 116</formula>
A uma solução de 2,4-diclorofenol (4g, 24,5 mmols)e acetato de sódio (2 g, 24,5 mmols) em ácido acético (40mL) foi adicionado bromo (1,3 mL, 24,5 mmols) e a reação a-gitada, à temperatura ambiente, por 14 horas. A reação foivertida em 600 mL de gelo e filtrada. 0 produto foi extraídoem diclorometano (200 mL) , secado sobre sulfato de sódio econcentrado sob vácuo para fornecer 5,5 g do produto do tí-tulo como um sólido amarelo.
RMN 1H (CDCl3): 5,02 (1H, s), 7,32 (11H, d), 7,42(1H,d).
Preparação 25
1-Bromo-3,5-dicloro-2-metoxibenzeno
<formula>formula see original document page 116</formula>
2-Bromo-4,6-diclorofenil (Preparação 24, 4,6 g, 19mmols), carbonato de potássio (4,5 g, 32,3 mmols) e iodetode mtila (1,8 mL, 20,5 mmols) foram combinados em 46 mL deacetona e aquecidos para refluxo, por 18 horas. A reação foiresfriada para 0°C, HCl IN (aquoso) foi adicionado para darpH 3, e a reação foi extraída em 50 mL de acetato de etila.A camada orgânica foi lavada com salmoura (2x 20L), secadasobre sulfato de sódio e concentrada sob vácuo para render ocomposto do título como um sólido marrom (5,5 g) .
RMN 1H (CDCl3): 3,88 (3H, s), 7,35 (1H, m) , 7,47(1H, m) .
Preparação 26
2-(3, 5-Dicloro-2-metóxi-fenil)-4,4,5,5-tetrametil-[1,3,2]-dioxaborolano
<formula>formula see original document page 117</formula>
l-Bromo-3,5-dicloro-2-metoxibenzeno (Preparação 25,4,4 g, 17,5 mmols) em 95 mL de éter dietílico foi resfriadopara -78°C, sob nitrogênio. tBuLi (10 mL, 16 mmols) foi adi-cionado gota-a-gota e a reação agitada por 15 minutos. 2-Metóxi-4,4,5,5-tetrametil-l,3,2-dioxaborolano (4,58 g, 29mmols) foi adicionado e a reação agitada a -78°C, por 1 ho-ra, antes de verter a reação em cloreto de amônio gelado (a-quoso) . 0 produto foi extraído com éter dietílico (3x 30mL) , as camadas orgânicas combinadas foram lavadas com água(50 mL) e salmoura (2x 25 mL) , secadas sobre sulfato de só-dio, e concentradas para produzir um óleo amarelo. Esse foipurificado usando cromatografia em coluna de silica-gel(heptano:acetato de etila 9:1) para fornecer um óleo amarelo, 4,5 g.
RHN 1H (CDCl3): 1,36 (12H, s), 3,04 (3H, s) , 7,45(1H, d) , 7,55 (1H, d) .
Preparação 27
2,3-Dicloro-6-metoxibenzaldeído
<formula>formula see original document page 118</formula>
3,4-Dicloroanisol (12,5 g, 70,6 mmols) foi dissol-vido em tetraidrofurano (130 mL) e resfriado para -76°C. n-Butil litio (31 mL de 2,5 molar em hexanos, 77,7 mmols) foiadicionado, gota-a-gota, mantendo a temperatura abaixo de -70°C. A solução foi agitada a -70°C, por 30 minutos, entãodimetilformamida (60,0 mL, 77,7 mmols) foi adicionada gota-a-gota. A mistura foi deixada aquecer para a temperatura am-biente e foi então vertida sobre gelo (500 mL) e extraídacom éter dietílico. Os extratos de éter foram lavados comsalmoura, então secados sobre Na2S04 anidro, filtrado, e osolvente removido sob vácuo para dar o produto bruto. Essematerial foi agitado e aquecido para temperatura logo abaixode refluxo em hexano (100 mL) e diclorometano (5 mL) , entãoresfriado, e o sólido filtrado para dar o composto do títulocomo um pó quase branco (10,0 g).
RMN 1H (CDCl3): 3,92 (s, 3H) , 6,89 (d, 1H) , 7,58 d,1Η), 10,46 (s, 1Η)
MS m/z 206 [ΜΗ]-.
Análise CHN: Calculado, C, 46, 86%, Η, 2,95%; En-contrado, C, 47,01%, H, 3,01%.
Preparação 281-(2-Metoximetil)-1H-pirazol-3-carboxilato de me-tila e 1-(2-metoxietila)-1H-pirazol-5-carboxilato de etila
<formula>formula see original document page 119</formula>
Cloridrato de 2-metoxietilhidrazina (Ref.: J. Med.Chem. (1967) 11(1) 79-83) (1, 07 g, 8,5 mmols) e 4-dimeti-lamino-2-oxo-but-3-enoato de etila (1,5 g, 8,5 mmols) foramdissolvidos em etanol (10 mL) e aquecidos a 60°C, por 70 ho-ras. O solvente foi evaporado sob vácuo e o resíduo foi par-ticionado entre acetato de etila (80 mL) e solução diluídade carbonato de sódio (40 mL) . A camada orgânica foi secadasobre Na2S04 anidro e o solvente removido sob vácuo para daruma goma marrom. Esse material foi cromatografado em sílica-gel (30 g) usando 40% a 20% de heptano em acetato de etila.O produto da corrida superior foi coletado para dar ésteretílico do ácido 2-(2-metoxietil)-2H-pirazol-3-carboxílicocomo 750 mg de um óleo amarelo móvel. O produto de corridainferior foi coletado para dar éster etílico do ácido l-(2-metoxietil)-1H-pirazol-3-carboxílico como 360 mg de um óleoamarelo.Dados para o ácido 1-(2-metoxietil)-lH-pirazol-5-carboxilico:
RMN 1H (CDCl3): 1,37 (t, 3H) , 3,32 (s, 3H) , 3,77(t, 2H) , 4,34 (q, 2H) , 4,77 (t, 2H) , 6,84 (s, 1H) , 7,50 (s,1H) .
MS m/z 199 [MH]+
As estruturas foram confirmada por técnicas de RMNgHMBC (Correlação de Ligação Múltipla Heteronuclear) e gHSQC(Coerência de Quantum Único Homonuclear).
Dados para o ácido 1-(metoxietil)-lH-pirazol-3-carboxilico:
RMN 1H (CDCl3): 1,32 (t, 3H) , 3,25 (s, 3H) , 3,68(t, 2H), 4,29 (t, 2H), 4,33 (q, 2H), 6,72 (s, 1H), 7,44 (s,1H) .
MS m/z 199 [MH]+
Exemplo 29
Ácido 1-(2-metoxietil)-lH-pirazol-5-carboxilico
1-(2-Metoxietil)-lH-pirazol-5-carboxilato de etila(Preparação 28, 710 mg, 3,6 mmols) foi dissolvido em etanol(10 mL) , uma solução de hidróxido de sódio (160 mg, 4,0mmols) em água (5 mL) foi adicionada e a solução foi agita-da, à temperatura ambiente, por 2 horas. O etanol foi remo-vido sob vácuo e o resíduo foi acidificado com HCl 2M (apro-ximadamente 2 mL) e extraído com diclorometano (40 mL) . Ascamadas orgânicas foram secadas sobre Na2S04, filtrada e odiclorometano removido sob vácuo para dar 590 mg de uma es-puma amarela pálida.
RMN 1H (CDC13): 3,26 (s, 3H) , 3,75 (t, 2H) , 4,73(t, 2H), 6,91 (d, 1 H), 7,51 (d, 1H).MS m/z 171[ΜΗ]+
Preparação 30
Ácido 1-(2-metoxietil)-lH-pirazol-3-carboxílico
<formula>formula see original document page 121</formula>
1-(2-Metoxietil)-lH-pirazol-3-carboxilato de etila(Preparação 28, 360 mg, 1,8 mmols) foi dissolvido em etanol(6 mL) , uma solução de hidróxido de sódio (90 mg, 2,3 mmols)em água (3 mL) foi adicionada e a solução foi agitada, àtemperatura ambiente, por 3 horas. 0 etanol foi removido sobvácuo e o resíduo foi acidificado com HCl IM (aproximadamen-te 1,5 mL) , a solução aquosa foi evaporada à secura sob vá-cuo e o resíduo foi extraído com uma mistura de diclorometa-no (15 mL) e 3 gotas de metanol. A mistura foi filtrada pararemover os produtos inorgânicos e o solvente removido sobvácuo para dar 310 mg de um óleo amarelo, que cristalizou emrepouso.
RMN 1H (CDCl3): 3,33 (s, 3H) , 3,78 (t, 2H) , 4,40(t, 2H), 6,86 (d, 1H), 7,54(d, 1H).MS m/z 171 [MH]+A capacidade dos derivados de pirazina da fórmula(I) de inibir o canal de Navi,s pode ser medido usando o en-saio descrito abaixo.
Ensaio VIPR para compostos de Navl.8
Essa seleção é usada para determinar os efeitosdos compostos sobre os canais de sódio resistentes à tetro-dotoxina em linhagem celular que expressa Navl.8 humana(HEK293), utilizando a tecnologia de Leitora de
Voltagem/ Sonda Iônica Fluorescente (VIPR). Esseexperimento é baseado em FRET (Transferência de Energia deRessonância de Fluorescência) e usa duas moléculas fluores-centes. A primeira molécula, Oxonol (DISBAC2(3), é um ionaltamente fluorescente, negativamente carregado, hidrofóbi-co, que "percebe" o potencial elétrico de transmembrana. Emresposta às alterações no potencial da membrana, ela poderapidamente se redistribuir entre dois sítios de ligação noslados opostos da membrana plasmática. A redistribuição de-pendente de voltagem é transduzida em uma leitura fluores-cente radiométrica via uma segunda molécula fluorescente(Cumarina (CC2-DMPE) que se liga especificamente a uma faceda membrana plasmática e funciona como um par de FRET para oion de sensibilização de voltagem. Para fazer com que esseensaio funcione, os canais têm que ser mantidos farmacologi-camente no estado aberto. Isto é conseguido por tratamentodas células ou com deltametrina (para Navi,e) ou com veratri-dina (para o ensaio SHSY-5Y para canais de TTX-S).
Manutenção da Célula:
Células humanas Navl.8 são crescidas em frascosΤ225, em uma incubadora umidifiçada com 5% de CO2 a cerca de70% de confluência. A composição dos meios consiste emDMEMF-12, 10% de FCS e 300 μς/ηΛ de Geneticina. Elas são di-vididas usando fluido de dissociação celular de 1:5 a 1:20,dependendo das necessidades da programação, e crescidas por3 a 4 dias antes da próxima divisão.
Protocolo:
Dia Um:
Plaquear células HEK-Navl. 8 (100 μL por poço) emplacas revestidas com poli-D-lisina antes da experimentaçãocomo a seguir: - 24 horas @ 3,5 χ IO4 células (3,5 χ IO5 cé-lulas/mL) ou usando a tecnologia de Select.
Dia Dois: Ensaio VIPR:
1. Equilibra os tampões para a temperatura ambien-te por 2 horas ou a 37°C, por 30 minutos, antes da experi-mentação .
2. Preparar o corante de cumarina (vide abaixo) earmazenar no escuro. Revestir com o lavador de placa comtampão isento de Na+ e lavar as células duas vezes. Nota:Plaquear depósitos de lavagem de ~30μL, por poço. Adicionar100 μL de solução de cumarina (CC2-DMPE) (vide abaixo) àscélulas e incubar por 45 minutes, à temperatura ambiente,evitando luz clara.
3. Preparar o corante de oxonol (DISBAC2 (3) (vide
abaixo):
4. Aspirar a solução de cumarina das células porlavagem em tampão isento de Na+.
5. Adicionar 30 μL do composto então adicionar 30μL de solução Oxonol às células e incubar por 45 minutos àtemperatura ambiente no escuro (volume total do poço -90μL) .
6. Uma vez que a incubação se complete, as célulasestão prontas para serem ensaiadas usando o VIPR para poten-cial da membrana de reposição de sódio.
Os dados foram analisados e reportados como razõesnormalizadas de intensidades medidas nos canais em 460 nm eem 580 nm. 0 processo de calcular essas razões foi realizadocomo a seguir. Uma placa adicional continha solução de con-trole com as mesmas concentrações de DisBAC2(3) conforme u-sadas nas placas de célula, contudo, nenhuma célula foi in-cubada na placa secundária. Os valores de intensidade em ca-da comprimento de onda foram proporcionados em média para ospontos 5-7 da amostra (inicial) e 44-49 (final) . Essas mé-dias foram subtraídas dos valores de intensidade proporcio-nados em média pelos mesmos períodos de tempo, em todos ospoços de ensaio. A razão inicial obtida das amostras 3-8(Ri) e a razão final obtidas das amostras 45-50 (Rf) são de-finidas como:
Ri= (intensidade de 460 nm. amostras 3-5 - secundária de 460 nm. amostras 3-5)
(Intensidade 580 nm, amostras 3-5 - secundária de 580 nm, amostras 3-5Rf = (intensidade de 460 nm. amostras 25-30 - secundária de 460 nm. amostras 25-30)(Intensidade 580 nm, amostras 25-30 - secundária de 580 nm, amostras 25-30
Os dados finais são normalizados para a razão departida de cada poço e reportados como Rf/Ri. Essa análise érealizada usando um programa específico computadorizado de-senhado para os dados gerados por VIPR.Os valores de razão Rf/Ri são plotados usando Ex-cel Labstats (curva fit) ou analisados via ECADA para deter-minar um valor de IC50 para cada composto.
Tampão Add Back de Na+ pH 7,4 (ajuste com NaOH 5M)10 χ de estoque
<table>table see original document page 125</column></row><table>
Tampão isento de Na+ pH 7,4 (ajuste com KOH 5M) -IOX estoque)
<table>table see original document page 125</column></row><table>
IX de Tampão isento de Na+: -400 mL IOX + 3.600 mLde dH20
2X de Tampão isento de Na+: -10 mL IOx + 400 mL dedH20IX de Tampão Addback: 50 mL de IOX Na+ Addback +450 mL de dH20
<table>table see original document page 126</column></row><table>
Oxonol (DISBAC2O)): Para 2 placas:
48 μL de Oxonol (5mM) + 120 μL de Tartrazina Vór-tice
8,0 mL de 2X de Tampão isento de Na+ Vórtice
1,6 μL de De] .tameterina (5 mM) Vórtice <table>table see original document page 126</column></row><table>
Ensaio de TTX-S
O ensaio de TTX-S é realizado na linhagem de célu-la SHSY-5Y, que expressa constitutivamente vários canais desódio dependentes de voltagem sensíveis à tetrodotoxina, in-clusive Nav1,2, Nav1,3 e Nav1,7· 0 procedimento detalhado acimapara o ensaio de Nav1,8 foi seguido, exceto que veratridinafoi usada no lugar de deltametrina no ensaio como um abridordos canais de sódio, em uma concentração de ensaio final de50μΜ.
Os compostos dos Exemplos foram testados no ensaiodescrito acima, usando um procedimento de dissolução automa-tizada para obter uma solução dos compostos de teste.
<table>table see original document page 127</column></row><table><table>table see original document page 128</column></row><table>
Quando os experimentos em réplica foram conduzidosresultando em conjuntos múltiplos de dados para um compostode teste, os dados apresentados representam o valor médio detodos os experimentos em réplica.
Certos compostos cós Exemplos foram também testa-dos no ensaio descrito acima, em que um procedimento de dis-solução manual foi seguido para obter uma solução dos com-postos de teste. Os dados assim obtidos são apresentados a-baixo:
<table>table see original document page 129</column></row><table>
Quando os experimentos em réplica foram conduzidosresultando em conjuntos múltiplos de dados para um compostode teste, os dados representam o valor médio de todos os ex-perimentos em réplica.
Claims (18)
1. Composto, CARACTERIZADO pelo fato de ser defórmula (I):<formula>formula see original document page 130</formula>ou um sal ou solvato farmaceuticamente aceitáveldeste;em que R1 é um grupo heteroarila de 5 membros com-preendendo ou (a) de 1 a 4 átomos de nitrogênio ou (b) umátomo de oxigênio ou de enxofre e 0, 1 ou 2 átomos de nitro-gênio, opcionalmente substituídos por um ou mais substituin-tes, cada um selecionado independentemente de alquila (C1-C4) ,alcóxi (C1-C4) , haloalquila (C1-C4) , alcóxi (C1-C4) alquila (C1-C4) ,aminoalquila (C1-C4) , amino, alquil (C1-C4) amino, di-(alquil (C1-C4) ) amino, alquil (C1-C4) aminoalquila (C1-C4) e di-(alquil (C1-C4) ) aminoalquila (C1-C4) ; com a condição que R1 nãoé imidazolila, oxazolila ou 1,2,4-triazolila;Ar é<formula>formula see original document page 131</formula>e —» indica o ponto de ligação ao anel pirazina; ecada R2 é independentemente selecionado de hidro-gênio, alquila (C1-C4) , alcóxi (C1-C4) , haloalquila (C1-C4) , ha-loalcóxi (C1-C4) , ciano e halo.
2. Composto de fórmula (I), ou um sal ou solvatofarmaceuticamente aceitável deste, de acordo com a reivindi-cação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que Ar é<formula>formula see original document page 131</formula>
3. Composto de fórmula (I), ou um sal ou solvatofarmaceuticamente aceitável deste, de acordo com a reivindi-cação 1 ou 2, CARACTERIZADO pelo fato de que cada R2 é inde-pendentemente selecionado de hidrogênio, metóxi, etóxi, cia-no, metila, etila, trifluormetila, trifluormetóxi, cloro eflúor.
4. Composto de fórmula (I), ou um sal ou solvatofarmaceuticamente aceitável deste, de acordo com qualqueruma das reivindicações 1 a 3, CARACTERIZADO pelo fato de quecada R2 é independentemente selecionado de hidrogênio, metó-xi, ciano, trifluormetila, cloro e flúor.
5. Composto de fórmula (I), ou um sal ou solvatofarmaceuticamente aceitável deste, de acordo com qualqueruma das reivindicações 1 a 4, CARACTERIZADO pelo fato de queAr é 2-clorofenila, 2, 3-diclorofenila, 2,5-diclorofenila,- 2 , 5-dicloro-3-metoxifenila, 2,3,5-triclorofenila, 2-cloro-5-metoxifenila, 2,3-dicloro-5-metoxifenila ou 2-cloro-5-cianofenila.
6. Composto de fórmula (I), ou um sal ou solvatofarmaceuticamente aceitável deste, de acordo com qualqueruma das reivindicações 1 a 5, CARACTERIZADO pelo fato de queR1 é pirazolila ou isoxazolila, cada um sendo opcionalmentesubstituído com alquila (C1-C4) ou alcóxi (C1-C4) alquila (C1-C4) .
7. Composto de fórmula (I), ou um sal ou solvatofarmaceuticamente aceitável deste, de acordo com qualqueruma das reivindicações 1 a 6, CARACTERIZADO pelo fato de queR1 é pirazolila ou isoxazolila, cada um sendo substituídocom um, dois ou três substituintes independentemente sele-cionados de metila, etila, e isopropila.
8. Composto de fórmula (I), ou um sal ou solvatofarmaceuticamente aceitável deste, de acordo com qualqueruma das reivindicações 1 a 7, CARACTERIZADO pelo fato de queR1 é 3-metilisoxazol-4-ila, 1-metil-1H-pirazol-5-ila, 5-isopropilisoxazol-4-ila, 5-metilisoxazol ou 3-etil-5-metil-isoxazol-4-ila.
9. Composto de fórmula (I), ou um sal ou solvatofarmaceuticamente aceitável deste, de acordo com qualqueruma das reivindicações 1 a 8, CARACTERIZADO pelo fato de serselecionado de:N-[6-amino-5-(2,3-diclorofenil)pirazin-2-il] -3-metilisoxazol-4-carboxamida;N-[6-amino-5-(2,5-diclorofenil)pirazin-2-il] -3-metilisoxazol-4-carboxamida;N-[6-amino-5-(2,5-dicloro-3-metoxifenil)pirazin-2-il]-3-metilisoxazol-4-carboxamida;N-[6-amino-5-(2,3-dicloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il]-l-metil-lH-pirazol-5-carboxamida;N-[6-amino-5-(2-clorofenil)pirazin-2-il]-5-isopropilisoxazol-4-carboxamida;N-[6-amino-5-(2-clorofenil)pirazin-2-il] - 3-metilisoxazol-4-carboxamida;N-[6-amino-5-(2,3,5-triclorofenil)pirazin-2-il]-5-metilisoxazol-4-carboxamida;N-[6-amino-5-(2-cloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il] --3-metilisoxazol-4-carboxamida;N-[6-amino-5-(2-cloro-5-cianofenil)pirazin-2-il]--1-metil-lH-pirazol-5-carboxamida;N-[6-amino-5-(2-cloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il]--3-etil-5-metilisoxazol-4-carboxamida;N-[6-amino-5-(2-cloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il]--1-metil-lH-pirazol-5-carboxamida;N-[6-amino-5-(2,5-diclorofenil)pirazin^2-il] -1-metil-lH-pirazol-5-carboxamida; eN-[6-amino-5-(2-cloro-5-metoxifenil)pirazin-2-il]--5-isopropilisoxazol-4-carboxamida;ou um sal ou solvato farmaceuticamente aceitáveldestes.
10. Composição farmacêutica, CARACTERIZADA pelofato de que inclui um composto da fórmula (I) ou um sal ousolvato farmaceuticamente aceitável deste, conforme definidoem qualquer uma das reivindicações 1 a 9, juntamente com umou mais excipientes farmaceuticamente aceitáveis.
11. Composto da fórmula (I), ou um sal ou solvatofarmaceuticamente aceitável deste, conforme definido emqualquer uma das reivindicações 1 a 9, CARACTERIZADO pelofato de ser para uso como um medicamento.
12. Uso de um composto da fórmula (I), ou um salou solvato farmaceuticamente aceitável deste, conforme defi-nido em qualquer uma das reivindicações 1 a 9, CARACTERIZADOpelo fato de ser na fabricação de um medicamento para o tra-tamento de uma doença ou condição para a qual um moduladorde canal de Navi.s é indicado.
13. Uso, de acordo com a reivindicação 12,CARACTERIZADO pelo fato de que a doença ou condição é dor.
14. Método para tratar uma doença ou condição paraa qual um modulador de canal de Navii8 é indicado em um mamí-fero, inclusive um humano, CARACTERIZADO pelo fato de inclu-ir administrar a um mamífero que requer tal tratamento umaquantidade eficaz de um composto da fórmula (I), ou um sal,solvato ou composição farmaceuticamente aceitável deste,conforme definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 9 e-10, respectivamente.
15. Método, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de que a doença ou condição é dor.
16. Composto da fórmula (I), ou um sal ou solvatofarmaceuticamente aceitável deste, conforme definido emqualquer uma das reivindicações 1 a 9, CARACTERIZADO pelofato de ser para uso no tratamento de uma doença ou condiçãopara a qual um modulador de canal de Navi.s é indicado.
17. Composto da fórmula (I), ou um sal ou solvatofarmaceuticamente aceitável deste, conforme definido emqualquer uma das reivindicações 1 a 9, CARACTERIZADO pelofato de ser para uso no tratamento de dor.
18. Combinação, CARACTERIZADA pelo fato de ser deum composto da fórmula (I), ou um sal ou solvato farmaceuti-camente aceitável deste, conforme definido em qualquer umadas reivindicações 1 a 9, e um outro agente farmacologica-mente ativo.
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