BRPI0618222A2 - composições de isoflavona para reduzir o acúmulo de gordura corporal em animais machos, e métodos para seu uso - Google Patents

composições de isoflavona para reduzir o acúmulo de gordura corporal em animais machos, e métodos para seu uso Download PDF

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Abstract

<B>COMPOSIçõES DE ISOFLAVONA PARA REDUZIR O ACúMULO DE GORDURA CORPORAL EM ANIMAIS MACHOS, E MéTODOS PARA SEU USO<D>Composições comestíveis úteis para gerenciamento de peso em animais machos são descritas. As composições compreendem uma ou mais isoflavonas ou metabólitos de isoflavonas e são particularmente úteis para reduzir ou impedir o acúmulo de gordura corporal. Também são descritos métodos úteis para gerenciar peso em um animal utilizando composições que compreendem uma ou mais isofíavonas. As composições e métodos são particularmente úteis para a redução ou impedimento de acúmulo de gordura corporal durante períodos de excesso de ingestão calórica, e preferencialmente têm um efeito limitado em massa corporal magra.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMPOSI-ÇÕES DE ISOFLAVONA PARA REDUZIR O ACÚMULO DE GORDURACORPORAL EM ANIMAIS MACHOS, E MÉTODOS PARA SEU USO".
Referência Cruzada a Pedidos Relacionados
Este pedido reivindica prioridade ao Pedido de Patente Provisó-ria Norte-americana N° 60/732,737, intitulado "Compositions e Methods forReducing ou Preventing Accumulation of Body Fat", depositado em 2 de no-vembro de 2005.Campo da Invenção
A invenção refere-se à nutrição de animais de estimação e ou-tros animais de estimação. Em particular, a invenção fornece composições emétodos nos quais isoflavonas são usadas sozinhas ou na alimentação, su-plementos alimentares e seus similares, para controlar o acúmulo de gorduracorporal em sujeitos, especialmente sujeitos machos, que consomem umadieta normal ou um excesso calórico.
Antecedentes da Invenção
Várias publicações, incluindo patentes, pedidos publicados, arti-gos técnicos e artigos literários, são citadas por todo o relatório. Cada umadessas publicações é incorporada por referência aqui, em sua integridade.Citações completas para publicações não citadas completamente no relató-rio são apresentadas no fim do relatório.
O tecido adiposo é um deposito de energia útil, importante, porexemplo, para a sobrevivência de animais selvagens porque seu suprimentode alimento diário pode ser limitado ou incerto às vezes. Entretanto, a quan-tidade de tecido adiposo (gordura corporal) em animais selvagens é muitomenor do que a de animais domesticados. Como um resultado do acúmulode tecido adiposo em excesso, devido, por exemplo, ao sobreconsumo decalorias e/ou ausência de exercício, os mamíferos, tais como seres huma-nos, ou animais de estimação (por exemplo, cachorros e gatos), se tornamacima do peso ou obesos.
Os animais acumulam gordura comendo mais calorias do quesão exigidas para saídas de energia. Se a ingestão de energia (na forma decalorias) excede o gasto de energia, gordura corporal se acumula. A taxametabólica basal (BMR) é uma medida da energia gasta por um animal emum estado de repouso; BMR representa a energia exigida para executar so-mente funções corpóreas normais. Se a gordura for removida do corpo, me-nos calorias devem ser consumidas, ou mais calorias devem ser gastas. Ati-vidade física muda o gasto de energia. A inatividade física minimiza o gastode energia, e ainda pode contribuir para aumentar a ingestão de alimentos.Assim, diminuições prolongadas ou acentuadas na atividade física podemlevar à obesidade.
Foi estimado que nos Estados Unidos e Europa, 25-44% doscachorros e gatos domesticados são com sobrepeso ou obesos. (Hand, MSe outros (1989); e, Scarlett, JM e outros (1994)). Animais, tais como cachor-ros, que estão com sobrepeso ou obesos têm problemas de saúde, especi-almente na meia idade (por exemplo, cachorros que estão entre 6-8 anos deidade). Se esses problemas de saída relacionados ao peso permanecemnão corrigidos, os riscos aumentam para um animal desenvolver doençascrônicas tal como diabetes mellitus, câncer, hipertensão, doenças pulmona-res, cardiovasculares, ou de articulação degenerativas. Em adição, um ca-chorro com sobrepeso pode sofrer de problemas de pele, resistência reduzi-da a doenças infecciosas, e taxa aumentada de mortalidade.
O acúmulo excessivo de gordura corporal ocorre quando a sín-tese de gordura excede sua decomposição. É conhecido que a obesidadeestabelece aumento de estresse no corpo de um animal. Crê-se que o au-mento do estresse oxidativo seja pelo menos parcialmente responsável peloaumento do risco de doenças mencionadas acima associadas com a obesi-dade. As substâncias que inibem a síntese de gordura e/ou promovem a de-composição de gordura podem ser úteis para reduzir ou impedir o acúmuloexcessivo de gordura, ou obesidade em animais, onde antioxidantes podemser úteis para minimizar os danos oxidativos.
Em adição a sua função como um sítio de armazenamento paraexcesso de energia, o tecido adiposo é um órgão endócrino. O sistema en-dócrino controla uma variedade de funções no corpo de um animal atravésde hormônios e citoquinas. A homeostase de hormônios endócrinos, incluin-do hormônios sexuais, pode ser perturbada em indivíduos obesos.
Entre os hormônios sexuais, estrogênios e androgênios são ago-ra conhecidos por executar uma função muito importante em metabolismode energia, no metabolismo e desenvolvimento de tecido adiposo, e na ma-nutenção de composição corpórea normal. O estrogênio, em ambos animaismachos e fêmeas, executa uma função importante na regulação da função edesenvolvimento de adipócitos (Cooke, PS e outros (2004)). Assim, a meno-pausa em seres humanos e a esterilização/castração de animais são fatoresde risco para o desenvolvimento da obesidade. Aliás, níveis diminuídos deou estrogênio ou testosterona têm sido correlacionados com o aumento deacúmulo de gordura corporal. (Pergola, GD (2000); Cookem PS e outros(2004); e, Mohamed, MK e outros (2000)).
Os hormônios sexuais podem afetar o tecido adiposo de diferen-tes formas, por exemplo, afetando o número e o tamanho de adipócitos, Ii-pogênese, e lipólise, modulando o apetite ou gasto de energia, e seus simila-res. (Pergola GD 2000; Cooke PS e outros 2004; e Naaz, A e outros 2003).Quanto a isso, a terapia de substituição de hormônios e a suplementação de.dieta têm sido estudadas como um meio de reverter esses efeitos. (SayeghRe outros 1999; e, Bhathena SJ e outros 2002).
Procedimentos cirúrgicos, tais como castração, esterilização,ovariectomia, e seus similares, são freqüentemente executadas em animaispara controle de população. Entretanto, o ganho de peso é comumente ob-servado em animais que seguem esses procedimentos. (Harper EJ e outros,2001; e, Robertson ID, 2003). Crê-se que o ganho de peso é uma conse-qüência da perda da produção de hormônios sexuais pelos órgãos sexuais -seguindo a remoção dos órgãos sexuais que são níveis acentuadamentediminuídos de hormônios sexuais endógenos.
Com relação à suplementação de dieta, a evidência de monta-gem sugere que fitoestrogênios podem executar uma função em aperfeiçoaro metabolismo de lipídeos e diminuir a deposição de tecido adiposo. (Naaz Ae outros, 2003; Bhathena SJ e outros 2002; e Wagner JD e outros 2003).Fitoestrogênios são compostos que são produzidos por plantas e têm umaestrutura similar a estrogênios de mamíferos (Clarkson TB e outros, 2001).Eles são capazes de interagir com receptores de estrogênio em tecido adi-poso em muitas espécies de animais, incluindo seres humanos, ratos, ma-cacos e camundongos, (Naaz e outros, 2003; e, Linford NJ e outros, 2002).Os fitoestrogênios são subdivididos em três classificações principais, cou-mestanos, Iignanos e isoflavonas. As isoflavonas têm demonstrado efeitospositivos com relação à redução de deposição adiposa, redução de Iipopro-teínas séricas de baixa densidade de (LDLs), inibição de aterosclerose, eseus similares, em sujeitos aos quais eles são administrados. (Bhathena SJe outros, 2002; Naaz A e outros 2003; Wagner JD e outros 2003; KawakamiY e outros 2004; e, Fang YC e outros 2004).
Há assim uma necessidade na técnica que seria fornecer com-posições e métodos que facilitam preservar a massa corporal magra, en-quanto impedimento o acúmulo de gordura corporal em sujeitos que não es-tão em regime de dieta ou que estão consumindo mais do que suas exigên-cias calóricas mínimas.Sumário da Invenção
Em um de seus vários aspectos, a invenção fornece composi-ções comestíveis que compreendem uma ou mais isoflavonas ou um oumais metabóIitos dessas, em uma quantidade eficaz para reduzir acúmulode gordura em um mamífero macho. Preferencialmente, o mamífero temuma ingestão calórica diária média em excesso de sua exigência de energiadiária mínima. Em uma modalidade, o mamífero está em risco por ganharpeso e, em particular, acumulando excesso de gordura ou se tornando obeso.
Em várias modalidades, as isoflavonas incluem pelo menos umade daidzeína, 6-O-malonil daidzeína, 6-O-acetil daidzeína, genisteína, 6-0-malonil genisteína, 6-O-acetil genisteína, gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-O-acetil gliciteína, biochanina A, ou formononetina. As isoflavonas ou meta-bólitos dessas são de feijão de soja (Glycine max) em certas modalidades.Onde estão presentes, um ou mais metabólitos preferencialmente incluemequol.
Em várias modalidades, a composição comestível é um alimentode animal de estimação, um alimento humano, ou um suplemento alimentar,por exemplo, a ser obtida diretamente, ou a ser adicionada a um alimentohumano, alimento de animal doméstico, ou a ser adicionada ao alimento a-nimal. Mamíferos preferenciais incluem seres humanos e animais de estima-ção, tal como cachorros ou gatos, ou outros animais comumente mantidoscomo companhias.
Em um outro aspecto fornecido aqui, o animal de estimação foialterado com relação a seus órgãos sexuais, por exemplo, castrados; temníveis reduzidos de testosterona devido a causas naturais tal como defeitoanatômico, bioquímico ou anormalidade genética, ou doença, na pós-andropausa; tem concentrações de estradiol de circulação reduzidas relati-vas a um animal saudável de controle não obeso da mesma espécie ou ra-ça; tem habilidade reduzida para converter testosterona em estradiol em re-lação a um animal de controle saudável não obeso da mesma espécie ouraça; ou tem atividade de aromatase reduzida em relação a um animal decontrole saudável não obeso da mesma espécie ou raça.
Em um outro aspecto da invenção, as composições comestíveistêm um efeito Iimitante na massa corporal magra.
Em ainda um outro aspecto da invenção, a composição comestí-vel é fornecida a um animal de estimação que é castrado depois de desma-mar, mas antes da maturidade sexual, onde a composição comestível é ali-mentada ao animal de estimação antes dele alcançar um peso corpóreo a-dulto normal onde o ganho de peso líquido é essencial à saúde ou cresci-mento do animal de estimação. Em tais modalidades, não é possível sim-plesmente suprimir ganho de peso, ao invés, o excesso de acúmulo de gor-dura deve especificamente ser reduzido ou impedido, enquanto o corpo ma-gro deve ser permitido a aumentar.
Em um outro de seus vários aspectos, métodos são fornecidospara reduzir acúmulo de gordura em um mamífero macho consumindo calo-rias em excesso de sua exigência diária mínima, os métodos compreendemfornecer ao mamífero em uma base regular uma composição comestívelcompreendendo uma ou mais isoflavonas ou metabólitos dessas em umaquantidade eficaz para reduzir acúmulo de gordura no mamífero, onde omamífero tem uma ingestão calórica diária média em excesso de sua exi-gência de energia diária mínima. Assim, em uma modalidade preferencial, osmétodos podem ser métodos cosméticos.
Como acima, a composição comestível preferencialmente com-preende uma ou mais das isoflavonas daidzeína, 6-0-malonil daidzeína, 6-O-acetil daidzeína, genisteína, 6-O-malonil genisteína, 6-O-acetil genisteína,gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-O-acetil gliciteína, biochanina A, ou for-mononetina.
Em uma modalidade dos métodos fornecidos, a composiçãocomestível é um alimento de animal de estimação, um alimento humano, ouum suplemento alimentar a ser tomado diretamente, ou para ser adicionadoa um alimento humano, alimento de animal de estimação, ou a um alimentoanimal.
Preferencialmente, o mamífero é um humano ou um animal deestimação, por exemplo, um cachorro ou um gato.
Em um outro aspecto da invenção, os métodos compreendemum animal de estimação que foi cirurgicamente - ou quimicamente - alterado,por exemplo, castrado; ou tem testosterona redüzida circulando como umresultado de causas naturais, tal como anomalia anatômica, ou um defeitobioquímico ou genético, ou uma doença, é pós-andropausa; tem concentra-ções de estradiol circulando reduzidas em relação a um animal de controlesaudável não obeso da mesma espécie ou raça; tem capacidade reduzidapara converter testosterona em estradiol em relação a um animal de controlesaudável não obeso da mesma espécie ou raça; ou tem atividade de aroma-tase reduzida em relação a um animal de controle saudável não obeso damesma espécie ou raça.
Em um outro aspecto da invenção, métodos são empregadosonde a composição tem um efeito Iimitante na massa corporal magra.
Em um aspecto da invenção, preferencialmente, o animal de es-timação é castrado depois de desmamar, mas antes de alcançar maturidadesexual, e a composição comestível é fornecida ao animal de estimação an-tes dele alcançar um peso corpóreo adulto normal onde o ganho de pesolíquido é essencial à saúde ou ao crescimento do animal de estimação.
Essas e outras características e vantagens fornecidas aqui serãoadicionalmente descritas por referência às figuras, descrição detalhada, eaos exemplos que seguem.
Breve Descrição dos Desenhos
A Figura 1 mostra mudanças no peso corpóreo total sobre linhade base durante um regime de gerenciamento de peso de 12 meses em ca-chorros. Todos os cachorros foram alimentados 25% mais do que sua exi-gência de energia de manutenção. Os cachorros foram alimentados comuma dieta de controle de 20% de proteína e 18% de gordura, uma dieta con-tendo isoflavona ("dieta de isoflavona" = dieta de controle suplementada com10% de SGM (farinha de gérmen de soja)), ou uma "dieta de coquetel" (dietade controle suplementada com 10% de SGM, 100 ppm de L-carnitina, e1,5% de CLA (ácido linoléico conjugado)). Os cachorros alimentados comdieta de controle ganharam significativamente mais peso do que aquelesalimentados com a dieta de isoflavona (p = 0,043 em nove meses, e ρ =0,041 em doze meses).
A Figura 2 mostra mudanças no peso corpóreo magro sobre li-nha de base durante o regime de gerenciamento de peso de 12 meses noscachorros alimentados ou com a dieta de controle, com a dieta de isoflavo-na, ou com a dieta de coquetel. Todos os cachorros foram alimentados com25% de excesso sobre sua exigência de energia de manutenção (isto é,125% de MER). Não houve significativa diferença na massa corporal magraentre os três grupos de cachorros pelos 12 meses de estudo de alimentação,indicando que o ganho de peso significativamente mais alto nos cachorrosde controle foi devido ao acúmulo de gordura corporal mais alto.
A Figura 3 mostra mudanças na quantidade de gordura corporalsobre a linha de base durante o regime de gerenciamento de peso de 12meses nos cachorros alimentados ou com a dieta de controle, com a dietade isoflavona ou com a dieta de coquetel. Como acima, todos os cachorrosforam alimentados 25% mais do que sua exigência de energia de manuten-ção. Os cachorros alimentados com a dieta de isoflavona ganharam signifi-cativamente menos gordura corporal em relação a ambos os cachorros ali-mentados com a dieta de controle e aos com alimentados com a dieta decoquete, à medida que medidos em 3, 6, 9 e 12 meses (p < 0,05).
A Figura 4 mostra mudanças na porcentagem de gordura corpo-ral sobre a linha de base durante o regime de gerenciamento de peso de 12meses nos cachorros alimentados ou com a dieta de controle, com a dietade isoflavonas, ou com a dieta de coquetel. Todos os cachorros foram ali-mentados com calorias em excesso, por exemplo, 125% de sua exigência deenergia de manutenção. Os cachorros alimentados com a dieta de isoflavo-na ganharam menos gordura corporal em relação a ambos os cachorros ali-mentados com dieta de controle e os alimentados com a dieta de coquetel, àmedida que medido em 3, 6, 9 e 12 meses (p < 0,05, entre grupos de dietade controle e de dieta de isoflavona).
A Figura 5 mostra as mudanças no peso corpóreo total sobrelinha de base em cadelas esterilizadas durante o regime de gerenciamentode peso de 12 meses. As cadelas esterilizadas foram alimentadas ou com adieta de controle, com a dieta de isoflavonas, ou com a dieta de coquetel.Todos os cachorros foram alimentados 125% de sua exigência de energiade manutenção.
A Figura 6 mostra as mudanças no peso corpóreo total sobrelinha de base em cachorros machos castrados durante o regime de gerenci-amento de peso de 12 meses. Os cachorros machos castrados foram ali-mentados ou com a dieta de controle, com a dieta de isoflavonas, ou com adieta de coquetel. Cachorros alimentados com a dieta de isoflavonas ganha-ram significativamente menos peso corpóreo total em relação aos cachorrosalimentados com a dieta de controle, à medida que em 3, 6, 9 e 12 meses (p< 0,05). Todos os cachorros foram alimentados com calorias em excesso,por exemplo, 125% de sua exigência de energia de manutenção.
A Figura 7 mostra mudanças na quantidade de gordura corporalsobre linha de base em cadelas esterilizadas durante o regime de gerencia-mento de peso de 12 meses ou na dieta de controle, na dieta de isoflavonas,ou na dieta de coquetel. Todos os cachorros foram alimentados 25% maisde sua exigência de energia de manutenção.
A Figura 8 mostra as mudanças na quantidade de gordura cor-poral sobre linha de base em cachorros machos castrados durante o regimede gerenciamento de peso de 12 meses ou na dieta de controle, na dieta deisoflavonas, ou na dieta de coquetel como descrito acima. Cachorros alimen-tados com a dieta de isoflavonas ganharam significativamente menos peso corpóreo total em relação aos cachorros alimentados com a dieta de controleou com a dieta de coquetel, à medida que medidos em 3, 6, 9 e 12 meses (p< 0,05). Aqui também, os cachorros foram alimentados 125% de sua exigên-cia de energia de manutenção.
A Figura 9 mostra mudanças na porcentagem de gordura corpo- ral sobre linha de base em cadelas esterilizadas durante o regime de geren-ciamento de peso de 12 meses ou na dieta de controle, na dieta de isoflavo-nas, ou na dieta de coquetel como descrito acima. Os cachorros foram ali-mentados 25% mais do que sua exigência de energia de manutenção.
A Figura 10 mostra mudanças na porcentagem de gordura cor- poral sobre linha de base em cadelas esterilizadas durante o regime de ge-renciamento de peso de 12 meses recebendo ou a dieta de controle, a dietade isoflavonas, ou a dieta de coquetel. Cachorros alimentados com a dietade isoflavonas ganharam significativamente menos gordura corporal em re-lação a ambos os cachorros alimentados com a dieta de controle e cachor- ros alimentados com a dieta de coquetel, à medida que medido em 3, 6, 9 e12 meses (p < 0,05). Todos os cachorros foram alimentados 25% acima desua exigência de energia de manutenção.Descrição Detalhada de Modalidades Ilustrativas
Vários termos relacionados aos métodos e outros aspectos dapresente invenção são usados por todo o relatório e reivindicações. A taistermos são dados seus significados normais na técnica a menos que de ou-tra forma indicado. Outros termos especificamente definidos são construídosde uma maneira consistente com a definição fornecida aqui. Para os propó-sitos de escrever uma especificação clara e concisa, vários exemplos e mo-dalidades foram descritos aqui e será apreciado que as características des-ses exemplos e modalidades podem ser combinadas de várias formas ouseparadas sem abandonar a invenção.
Definições:
As seguintes abreviações podem ser usadas na especificação eexemplos: CLA, ácido linoléico conjugado; BCS1 escore de condição corpo-ral; BMR, taxa metabólica basal; MER1 exigência de energia de manutenção;DEXA, absortiometria de raios X de dupla energia; BW1 peso corporal; SGM,farinha de gérmen de soja.
"Quantidade eficaz" refere-se a uma quantidade de um compos-to, material, composição, forma comestível, e/ou de dosagem como descritaaqui que pode ser eficaz para alcançar um resultado biológico particular.Tais resultados podem incluir, mas não estão limitados, à redução e/ou im-pedimento de obesidade, redução ou impedimento de acúmulo de gorduracorporal, e gerenciamento de peso em um animal. Tal atividade eficaz podeser alcançada, por exemplo, causando ou permitindo a ingestão de compo-sições da presente invenção. Entende-se que a ingestão aqui abrange co-mer ou beber de qualquer forma, e os termos composição, comestível, e a-Limento ou alimentar abrangem alimento sólido, alimento líquido ou bebida, equalquer outra forma consumível tal como géis, pastas, emulsões, Iambide-las, doces, mastigáveis, tabletes, pílulas, ou seus similares.
No contexto desta especificação, o termo "aproximadamente" éinterpretado para significar opcionalmente mais ou menos 20%, mais prefe-rencialmente opcionalmente mais ou menos 10%, ainda mais preferencial-mente opcionalmente mais ou menos 5%, ainda mais preferencialmente op-cionalmente mais ou menos 2%, mais preferencialmente opcionalmentemais ou menos 1%.
"Compreende..." é interpretado para significar "inclui, entre ou-tras coisas..." e não pretende significar "consiste de somente...".
A presente invenção refere-se a qualquer animal, preferencial-mente um macho e mais preferencialmente a um mamífero macho, e aindamais preferencialmente, animais de estimação machos e seres humanos.Um "animal de estimação" é qualquer animal domesticado, e inclui, sem limi-tação, gatos, cachorros, coelhos, porquinhos-da-índia, furões, hamsters,camundongos, gerbils, cavalos, vacas, bodes, ovelhas, burros, porcos eseus similares. Os seres-humanos, os cachorros e os gatos são presente-mente preferenciais, e ambos cachorros e cadelas são exemplificados aquinos exemplos de trabalho.
Animais "machos" incluem animais machos inalterados e altera-dos de qualquer idade. De particular interesse para uso aqui são os "mamí-feros machos" de qualquer idade que tenham sido alterados, por exemplo,cirurgicamente ou quimicamente, com relação a seus órgãos sexuais ou suacapacidade de produzir hormônios machos. Também úteis aqui são os ani-mais machos que como um resultado de uma ocorrência natural ou uma a-nomalia ou defeito anatômico, bioquímico, enzimático ou genético, ou doen-ça, tenham órgãos sexuais alterados ou capacidade alterada de produzirhormônios machos. Preferencialmente, os mamíferos têm uma capacidadediminuída de produzir hormônios androgênicos. Como um exemplo, algunsanimais machos têm testes anatomicamente defeituosos, ausentes, ou hor-mônios machos alterados, e podem ser reprodutivamente "incapazes". Tam-bém abrangido no significado de "animal macho" ou "mamífero macho" co-mo usado aqui são animais ou mamíferos machos que por razões anatômi-cas, bioquímicas, enzimáticas ou genéticas, tal como defeito ou anormalida-de, ou como um resultado de cirurgia ou tratamento químico, ou acidente oudoença, têm capacidade reduzida para converter testosterona em estradiol.Outros animais "machos" incluem aqueles que têm quantidades alteradas oureduzidas da atividade da enzima aromatase responsável por converter tes-tosterona em estradiol no animal macho normal da mesma espécie ou raça.Em várias modalidades preferenciais, os animais "machos" da invenção sãocastrados; ou pós-andropausa; ou têm concentrações reduzidas de estradiolcirculando em relação a um animal de controle saudável não obeso da mes-ma espécie ou raça; ou têm capacidade reduzida em converter testosteronaem estradiol em relação a um animal de controle saudável não obeso damesma espécie ou raça; ou têm atividade de aromatase reduzida em relaçãoa um animal de controle saudável não obeso da mesma espécie ou raça, ouuma combinação dos anteriores. É algumas vezes útil comparar um "macho"a um animal de idade equivalente da mesma espécie ou raça. Em outroscasos, pode ser preferencial comparar, por exemplo, um animal jovem cas-trado a um adulto saudável, ou um animal de idade ou mais velho a um adul-to mais jovem saudável. Tais comparações, onde úteis, são observadas a-qui.
"Obesidade" refere-se a um aumento do peso corporal além dalimitação de esqueleto e exigências físicas, como um resultado de um acú-mulo excessivo de gordura no corpo. Como usado aqui, "acúmulo de gordu-ra" abrange qualquer meio biológico de deposição de lipídeo que pode alte-rar a composição corporal de um modo mensurável pelo tempo. Mais prefe-rencialmente, o acúmulo de gordura refere-se ao depósito de excesso degordura subcutânea e gordura intramuscular, e não, por exemplo, à altera-ção de gordura interna, tal como a gordura que rodeia os órgãos vitais. Umaredução de acúmulo de gordura é preferencialmente mensurável por umadeterminação macroscópica de composição corporal bruta, por exemplo,uma determinação de gordura corporal pode ser determinada por uma varie-dade de meios conhecidos^por aqueles versados na técnica tal como, masnão limitados, a calibres de pele, impedância elétrica, ou operações de pe-sagem subaquática em animais vivos. A medição física de gordura corporale de massa corporal magra é possível em animais pós-morte por uma varie-dade de meios que são impedidos para animais vivos. A massa corporalmagra em animais vivos pode ser calculada por meios conhecidos por aque-les versados na técnica que freqüentemente envolvem simples cálculos ba-seados em medições de gordura corporal, tal como determinação por dife-rença.
"Sobrepeso" refere-se ao peso mais do que é normal ou neces-sário, especialmente tendo mais peso corporal do que é considerado normalou saudável para a idade ou estrutura de um. O sobrepeso ou obesidadepode algumas vezes ser referido aqui como um "escore" numérico, usando osistema de escore de condicionamento corporal no qual um BCS (escore decondição corporal) de 1-3 indica muito magro ou com subpeso, BCS de 4-5indica condição ou peso ideal, e BCS de 6-9 indica sobrepeso a obeso.
Como usado aqui. o termo "alimento de animal de estimação" ou"composição de alimento de animal de estimação" significa uma composiçãoque é pretendida para a ingestão por um animal, e preferencialmente poranimais de estimação. Um "alimento de animal de estimação completo e nu-tricionalmente balanceado" é o que contém todos os nutrientes conhecidosexigidos em quantidades e proporções apropriadas baseado em recomen-dações de autoridades reconhecidas no campo da nutrição de animais deestimação, e é, portanto, capaz de servir como uma única fonte de ingestãode dieta para manter vida ou promover produção, sem a adição de fontesnutricionais suplementares. As composições de alimento de animal de esti-mação nutricionalmente balanceadas são amplamente conhecidas e usadasna técnica.
Como usado aqui, um "suplemento dietético" ou "suplementoalimentar" é um produto que pretende ser ingerido em adição à dieta normalde um animal, ou adicionado a um alimento ou alimentado, ou adicionado aum fluido pretendido para consumo pelo animal.
Como usado aqui, um "produto alimentar formulado para con-sumo humano" é qualquer composição pretendida para ingestão por um serhumano.
Um "programa de controle de peso" refere-se a um regime proje-tado para impedir e/ou reduzir obesidade em um animal. Tal regime podeincluir, sem limitação, o uso de um alimento de animal de estimação particu-lar, uma composição de alimento de animal de estimação, suplemento dieté-tico, ou produto alimentar formulado para consumo humano, sozinho ou emqualquer combinação adequada.
O "gerenciamento de peso" refere-se à promoção de manuten-ção de peso saudável em um animal (incluindo um ser humano), se ou não oanimal está em um programa de controle de peso formalizado. O termo a-brange a redução ou impedimento de acúmulo de gordura corporal e/ou apreservação de massa corporal magra quando o animal está consumindouma dieta normal ou um excesso calórico. O gerenciamento de peso podetambém envolver permitir adequado ganho de peso. Por exemplo, é comumque animais muito jovens sejam castrados ou esterilizados como parte demedições de controle de população. O gerenciamento de peso apropriadopara tais jovens animais pode procurar evitar acúmulo de gordura desneces-sário ou indesejável enquanto permitindo ou habilitando ganho de peso ade-quado (por exemplo, massa corporal magra) para saúde sadia do animaljovem e maturação apropriada na fase adulta. Reduzir o acúmulo de gordu-ra, e assim uma etapa significante no gerenciamento de peso, pode ser exe-cutado por, entre outras coisas, melhorar o catabolismo de tecido adiposo ougordura, uma oxidação melhorada de ácido gorduroso, e/ou diminuir anabo-lismo de tecido adiposo ou gordura. Aumentar a massa corporal magra podetambém aumentar a exigência calórica para manutenção básica e assim le-var a uma diminuição em acúmulo de gordura ou até uma perda bruta degordura.
"Tecido adiposo" refere-se ao tecido conjuntivo compreendendocélulas de gordura (também referido como adipócitos) e suas fibras reticula-res circundantes e rede reticular. O tecido adiposo está geralmente onde ocorpo deposita e armazena excesso de gordura. Ele abrange, sem limitação,tecidos adiposos branco, marrom e amarelo.
O "catabolismo" refere-se à degradação metabólica de molécu-las complexas em moléculas mais simples. Com relação ao catabolismo detecido adiposo, o termo abrange a degradação metabólica de armazenado-res de gordura em energia e/ou a redução no número ou tamanho de adipó-citos.
O "anabolismo" refere-se aos processos metabólicos nos quaissubstâncias simples são sintetizadas nos materiais complexos. Com relaçãoao anabolismo de tecido adiposo, o termo abrange a formação de triglicerí-deos, gênese de adipócitos, a geração da rede reticular adiposa, e seus si-milares.Como usado aqui, "isoflavonas" refere-se a 3-fenilcromonas,formas isoméricas de flavonas nas quais o grupo benzeno é anexado à posi-ção 3 do anel benzopirano ao invés da posição 2, e seus respectivos meta-bólitos. Sempre que o termo "isoflavonas" for usado aqui, pretende-se a -branger derivados e metabólitos de isoflavonas, com exemplos particularesde derivados de isoflavonas como descrito aqui. As isoflavonas podem serencontradas em um número de fontes, incluindo, mas não limitado à soja.Exemplos não Iimitantes de isoflavonas incluem daidzeína, 6-O-malonil daid-zeína, 6-O-acetil daidzeína, genisteína, 6-O-malonil genisteína, 6-O-acetilgenisteína, gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-O-acetil gliciteína, biochaninaA, ou formononetina, ou quaisquer metabólitos de isoflavonas. As isoflavo-nas e certos benefícios à saúde derivados de seu uso foram descritos naliteratura científica (ver, por exemplo, Setchell KDR, Adlercreutz H. Lignanose fitoestrogênios de mamíferos. Estudos Recentes em sua formação, meta-bolismo e função biológica na saúde è doença. Em: Rowland IA, ed. TheRole of Gut Microflora in Toxicity and Câncer. Nova Yorque: Academic Press1988: 315-345). Por exemplo, descobriu-se que a soja reduz o risco de do-ença cardiovascular; reduz o risco de câncer no seio e na próstata; aliviafluxos de calor associados com deficiência de estrogênio na menopausa;retarda a osteoporose em mulheres na pós-menopausa; reduz a quantidadetotal de colesterol, colesterol LDL, e triglicerídeos nó plasma; preserva asfunções cognitivas em mulheres na pós-menopausa; melhora os sintomasde hipertensão e promove a perda de peso.
A "carnitina" refere-se a um derivado trimetil amônio (betaína) deácido y-amino-p-hidroxibutírico, formado de N8,N8,N8-IrimetiIIisina e de γ-butirobetaína. L-carnitina é um veículo acila com relação à membrana mito-condrial; ela assim estimula a oxidação de ácido gorduroso. É algumas ve-zes referida como Vitamina Bt ou Vitamina B7 (Fritz IB e outros, 1963).
"Linoléico conjugado" ou "CLA" é um termo coletivo usado paradesignar uma mistura de isômeros posicionais e geométricos do ácido lino-léico de ácido gorduroso essencial (n-6) (Chin SF e outros, 1992).
"Castrado" refere-se ao animal com ausência de órgãos reprodu-tivos ou tendo órgãos reprodutivos imperfeitamente desenvolvidos ou nãofuncionais, se tal condição ocorrer congenitamente, por processos de de-senvolvimento natural, ou através de cirurgia de intervenção.
"Castrar" refere-se à remoção dos testículos de um animal ma-cho.
"Esterilizar" refere-se à remoção dos ovários de um animai fê-mea.
Descrição
Foi determinado, de acordo com a presente invenção, que iso-fIavonas e vários metabólitos das mesmas são eficazes para a prevenção ouredução de acúmulo de gordura corporal durante períodos de excesso caló-rico, ou seja, quando um indivíduo está consumindo, rotineiramente, maisalimento do que o necessário para alcançar os requisitos mínimos de ener-gia. Este efeito é particularmente pronunciado em machos. Acredita-se que aeficácia das isoflavonas no que diz respeito a esse aspecto de manutençãode peso até o presente momento não tenha sido abordado.
Analogamente, um aspecto da invenção visa composições com-preendendo uma ou mais inoflavonas ou metabólitos da mesma, em umaquantidade eficaz para a manutenção do peso em animais e, mais preferen-cialmente em uma quantidade eficaz para reduzir ou prevenir o acúmulo degordura especificamente. Em algumas modalidades, o animal é um ser hu-mano. Em algumas modalidades, o animal está na pós-menopausa (defici-ência de estrogênio), ou pós-andropausa (deficiência de estrogênio e andro-gênio), ou castrados (deficiência de androgênio e estrogênio). Em uma mo·dalidade preferida, o animal é macho, preferencialmente um mamífero.
Assim, em um aspecto, a invenção fornece composições comes-tíveis compreendendo uma ou mais isoflavonas ou metabólitos dessas, emuma quantidade eficaz para reduzir o acúmulo de gordura em um mamíferomacho, onde o mamífero tem uma ingestão calórica diária média em exces-so de sua exigência de energia diária mínima. Em uma modalidade, as iso-flavonas incluem pelo menos um de daidzeína, 6-O-malonil daidzeína, 6-0-acetil daidzeína, genisteína, 6-O-malonil genisteína, 6-O-acetil genisteína,gliciteína, 6-0-malonil gliciteína, 6-0-acetil gliciteína, biochanina A, ou for-mononetina. Preferencialmente, as isoflavonas ou metabólitos dessas sãode feijão de soja. Em uma modalidade, os metabólitos no comestível incluemequol.
A composição comestível em várias modalidades é um alimentode animal de estimação, um alimento humano, ou um suplemento alimentara ser tomado diretamente ou adicionado a um alimento humano, alimento deanimal de estimação, ou alimento animal.
Em várias modalidades, o mamífero é um ser humano ou umanimal de estimação, por exemplo, um cachorro ou um gato. Em outras mo-dalidades, o animal de estimação foi castrado; está na pós-andropausa; temconcentrações de estradiol circulando reduzidas em relação a um animal decontrole saudável não obeso da mesma espécie ou raça; tem capacidadereduzida de converter testosterona em estradiol em relação a um animal decontrole saudável não obeso da mesma espécie ou raça; ou tem atividadede aromatase reduzida em relação a um animal de controle saudável nãoobeso da mesma espécie ou raça. Em outras modalidades, os níveis de tes-tosterona do animal são deficientes por razão relacionada às anomalias ge-néticas ou bioquímicas, ou devido à idade ou estado de saúde (por exemplo,uma doença) do animal.
As composições comestíveis preferencialmente têm um efeitolimitante na massa corporal magra.
Em um outro aspecto da invenção, a composição comestível éusada onde o animal de estimação é castrado depois de desmamar, masantes de alcançar maturidade sexual. A composição comestível é alimentadaao animal de estimação antes que o animal alcance um peso corporal nor-mal adulto onde o ganho de peso bruto é essencial à saúde ou crescimentodo animal de estimação. Essas são freqüentemente as exigências de ani-mais que cirurgicamente foram alterados em uma idade jovem - um proce-dimento que é freqüentemente parte de um esforço de controle de popula-ção.
As isoflavonas e metabólitos dessas podem estar presentes nacomposição como um ingrediente ou aditivo. Em uma modalidade preferen-cial, as isoflavonas são isoflavonas de soja. Em uma modalidade mais prefe-rencial, as isoflavonas são daidzeína, 6-O-malonil daidzeína, 6-O-acetil daid-zeína, genisteína, 6-O-malonil genisteína, 6-O-acetil genisteína, gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-O-acetil gliciteína, biochanina A, ou formononetina, oumetabólitos dessas. Em uma modalidade preferencial, o metabólito de iso-flavonas é dihidrodaidzeína ou equol. Em uma modalidade preferencial, ascomposições da invenção são composições alimentares para seres huma-nos ou animais de estimação, tal como cachorros e gatos. Em certas moda-lidades, os alimentos são alimentos de animais de estimação. Esses incluemalimentos pretendidos para fornecer exigências de dieta necessárias, bemcomo doces (por exemplo, biscoitos), mastigáveis, ou outros suplementosdietéticos. Opcionalmente, as composições de alimento de animal de esti-mação podem ser uma composição seca (por exemplo, alimento de animalmoído grosseiramente), composição semi-úmida, composição molhada, ouqualquer mistura desses. Em uma outra modalidade preferencial, a compo-sição compreende um suplemento dietético, tal como um molho de carne,água de beber, bebidas, iogurte, pó, grânulos, pasta, suspensão, mastigável,pedaço, doce, tira-gosto, comprimido, pílula, cápsula, tablete, ou qualqueroutra forma de administração. Em uma modalidade detalhada, o suplemento"dietético pode compreender uma alta concentração de isoflavonas ou meta-bólitos dessas, tal que o suplemento pode ser administrado ao animal empequenas quantidades, ou na alternativa, pode ser diluído antes de ser ad-ministrado a um animal. O suplemento dietético pode exigir ser misturadocom água antes de administrar ao animal.
A composição pode ser refrigerada ou congelada. As isoflavonasou metabólitos dessas podem ser pré-misturadas com os outros componen-tes da composição para fornecer as quantidades benéficas necessárias, po-dem ser revestidas em uma composição de alimento de animal de estima-ção, ou podem ser adicionadas à composição anterior para oferecê-la aoanimal, por exemplo, usando um pó pulverizado ou uma mistura.
As composições da invenção compreendem isoflavonas ou me-tabólitos dessas em uma quantidade efetiva para gerenciamento de peso emum animal ao qual a composição foi administrada. Para alimentos de ani-mais de estimação, a quantidade de isoflavonas ou metabólitos dessas co-mo uma porcentagem da composição está na faixa de aproximadamente10% a aproximadamente 30% em certas modalidades, até 50% em outrasmodalidades, e aproximadamente 10,0% em modalidades específicas, dacomposição em uma base de matéria seca, embora uma porcentagem maiorpossa ser fornecida. Em várias modalidades, a quantidade é aproximada-mente 1,0%, 1,5%, 2,0%, 2,5%, 3,0%, 3,5%, 4,0%, 4,5%, 5,0%, 5,5%, 6,0%,6,5%, 7,0%, 7,5%, 8,0%, 8,5%, 9,0%, 9,5%, 10,0%, 10,5%, 11,0%, 11,5%,12,0%, 12,5%, 13,0%, 13,5%, 14,0%, 14,5%, 15,0%, 15,5%, 16,0%, 16,5%,17,0%, 17,5%, 18,0%, 18,5%, 19,0%, 19,5%, 20,0%, 20,5%, 21,0%, 21,5%,22,0%, 22,5%, 23,0%, 23,5%, 24,0%, 24,5%, 25,0%, 25,5%, 26,0%, 26,5%,27,0%, 27,5%, 28,0%, 28,5%, 29,0%, 29,5%, 30%, ou mais da composiçãoem uma base de matéria seca. Os suplementos dietéticos podem ser formu-lados para conter várias concentrações mais altas de isoflavonas ou metabó-litos dessas, para serem receptivos para administração a um animal na for-ma de um comprimido, cápsula, líquido concentrado, ou outra forma de do-sagem similar, ou para ser diluído antes das administrações, tal como pordiluição em água, borrifo ou pulverização em um alimento de animal de es-timação, e outros modos similares de administração.
As fontes de cada uma das isoflavonas ou metabólitos dessaspodem ser qualquer fonte adequada, sintética ou natural. As fontes prefe-renciais de isoflavonas incluem qualquer planta contendo isoflavonas, mate-rial de planta, ou extrato de planta, tal como, mas não limitado a, legumes,cravos da índia, e raiz de kudzu. Fontes Ieguminosas preferenciais de isofla-vonas incluem grão de ervilha, lentilhas, soja, ou qualquer outro tipo de fei-jões ou ervilhas que contêm isoflavonas. A farinha de feijão de soja, a fari-nha de gérmen de soja, e seus similares podem ser também usados. Fontesde cravo da índia preferenciais de isoflavonas incluem cravo da índia verme-lho ou subterrâneo. Alternativamente, as isoflavonas ou metabólitos dessaspodem ser sintetizadas novamente de acordo com quaisquer meios adequa-dos na técnica.
As composições da invenção podem opcionalmente compreen-der substâncias suplementares tais como minerais, vitaminas, sais, condi-mentos, colorantes, e conservantes. Exemplos não Iimitantes de mineraissuplementares incluem cálcio, fósforo, potássio, sódio, ferro, cloreto, boro,cobre, zinco, manganésio, iodo, selênio, e seus similares. Exemplos não Ii-mitantes de vitaminas suplementares incluem vitamina A, várias vitaminas B,vitamina C, vitamina D, vitamina E, e vitamina K. Suplementos dietéticos a-dicionais podem também ser incluídos, por exemplo, niacina, ácido pantotê-nico, inulina, ácido fólico, biotina, aminoácidos, e seus similares.
As composições da invenção podem opcionalmente compreen-der uma ou mais substâncias suplementares que promovem ou sustentamgerenciamento de peso geral, ou ajudam na redução ou impedimento deacúmulo de gordura. Tais substâncias incluem, sem limitação, quitosana,cromo, picolinato, psílio, glucomannan, goma guar, hidróxi-metilbutirato, pi-ruvato, e extratos de Ephedra sinica, Garcinia cambogia, Ilex paraguariensis,PauIIinia cupana, e Pausinystalia yohimbe.
Em várias modalidades, composições de alimento de animal deestimação ou composições de doce de animal de estimação da invençãopodem compreender, em uma base de matéria seca, de aproximadamente15% a aproximadamente 50% de proteína cruá7'do peso da composição. Omaterial de proteína crua pode compreender proteínas vegetais tal comofeijão de soja, semente de algodão, e amendoim, ou proteínas animais talcomo caseína, albumina, e proteína de carne. Exemplos não limitantes deproteína de carne úteis aqui incluem porco, carneiro, eqüino, aves, peixe, emisturas dessas.
As composições podem adicionalmente compreender, em umabase de matéria seca, de aproximadamente 5% a aproximadamente 40% degordura, do peso da composição. As composições podem adicionalmentecompreender uma fonte de carboidrato. As composições podem compreen-der, em uma base de matéria seca, de aproximadamente 15% a aproxima-damente 60% de carboidrato, do peso da composição. Exemplos não Iimi-tantes de tais carboidratos incluem grãos ou cereais, tal como arroz, milho,sorgo, alfafa, cevada, feijões de soja, canola, aveia, trigo, e misturas desses.As composições podem também opcionalmente compreender outros materi-ais tal como soro de leite seco e outros produtos secundários laticínios.
As composições podem também compreender pelo menos umafonte de fibras. Uma variedade de fibras solúveis ou insolúveis pode ser utili-zada, como será conhecido por aqueles versados na técnica. A fonte de fi-bras pode ser polpa de beterraba (do açúcar de beterraba), goma arábica,goma tahla, psílio, farelo de arroz, goma de feijão de alfarroba, polpa cítrica,pectina, frutooligossacarídeo adicional à curta corrente oligofrutose, manano-ligofrutose, fibra de soja, arabinogalactana, galactooligossacarídeo, arabino-xilana, ou misturas desses. Alternativamente, a fonte de fibras pode ser umafibra fermentável. A fibra fermentável foi descrita para fornecer um benefícioao sistema imune de um animal de estimação. Esta e outras composiçõesconhecidas por aqueles versados na técnica que fornece uma composiçãoprebiótica para melhorar o crescimento de microorganismos probióticos nointestino podem ser também incorporadas na composição para ajudar noaperfeiçoamento do benefício fornecido pela presente invenção ao sistemaimune de um animal. Adicionalmente, microorganismos probióticos, tal comoLactobacillus ou espécie Bifidobacterium, por exemplo, podem ser adiciona-dos à composição. " "
Em uma modalidade, a composição é um alimento de animal deestimação completo e nutricionalmente balanceado. Nesse contexto, o ali-mento de animal de estimação pode ser um alimento molhado, um alimentoseco, ou um alimento de conteúdo de umidade intermediário, como será re-conhecido por aqueles versados na técnica de formulação e fabricação dealimento de animal de estimação. O "alimento molhado" descreve alimentode animal de estimação que é tipicamente vendido em latas ou sacolas demetal, e tem um conteúdo de umidade tipicamente na faixa de aproximada-mente 70% a aproximadamente 90%. O "alimento seco" descreve o alimentode animal de estimação que é de uma composição similar ao alimento mo-lhado, mas contém conteúdo de umidade limitado, tipicamente na faixa deaproximadamente 5% a aproximadamente 15%, e, portanto, é apresentado,por exemplo, como pequenos alimentos moídos grosseiramente tipo biscoi-to. As composições e suplementos dietéticos podem ser especialmente for-mulados para animais adultos, ou para animais mais velhos ou jovens, porexemplo, uma formulação "filhote", formulação "gatinhos", ou uma formula-ção "sênior". Em geral, as formulações especializadas compreenderão ener-gia e exigências nutricionais apropriadas para animais em diferentes está-gios de desenvolvimento ou idade.
Certos aspectos da invenção são preferencialmente usados emcombinação com um alimento completo e balanceado (por exemplo, comodescrito no Conselho de Pesquisa Nacional, 1985, Exigências Nutricionaispara Cachorros, National Academy Press, Washington D.C., ou Associaçãode Oficiais de Controle de Alimentação Americana, Publicação Oficial 1996).Ou seja, as composições compreendendo isoflavonas ou metabólitos dessasde acordo com certos aspectos desta invenção são preferencialmente usa-das com um alimento comercial de alta qualidade. Como usado aqui, "ali-mento comercial de alta-qualidade" refere-se a uma dieta fabricada paraproduzir a digestibilidade dos nutrientes chave de 80% ou mais, como apre-sentado aqui, por exemplo, as recomendações do Conselho de PesquisaNacional acima para cachorros, ou nas diretrizes apresentadas pela Associ-ação de Oficiais de Controle de Alimentação Americana. Altos padrões denutrientes similares seriam usados para outros animais.
O profissional versado na técnica entenderá como determinar aquantidade apropriada de isoflavonas ou metabólitos dessas a ser adiciona-da a uma dada composição. Tais fatores que podem ser levados em containcluem o tipo de composição (por exemplo, composição de alimento de a-nimal de estimação versus suplemento dietético), o consumo médio de tiposespecíficos de composições por diferentes animais, e as condições de fabri-cação sob as quais a composição é preparada. Preferencialmente, as con-centrações de isoflavonas ou metabólitos dessas a serem adicionadas àcomposição são calculadas com base nas exigências de energia e nutrientesdo animal. De acordo com certos aspectos da invenção, as isoflavonas oumetabólitos dessas podem ser adicionadas a qualquer hora durante a fabri-cação e/ou processamento da composição. Isso inclui, sem limitação, comoparte da formulação da composição de alimento de animal de estimação ousuplemento dietético, ou como um revestimento aplicado à composição dealimento de animal de estimação ou suplemento dietético.
As composições podem ser feitas de acordo com qualquer mé-todo adequado na técnica, tal como, por exemplo, aquele descrito em Wal-tham Book of Dog and Cat Nutrition, Ed. ATB Edney, Capítulo por A. Rain-bird, intitulado "A Balanced Diet" nas páginas 57 a 74, Pergamon Press Ox-ford.
Métodos:
Um outro aspecto da invenção caracteriza métodos para geren-ciamento de peso, particularmente a redução ou impedimento de acúmulode gordura, em um animal, compreendendo administrar ao animal uma com-posição compreendendo uma ou mais isoflavonas ou metabólitos dessas emuma quantidade efetiva para gerenciamento de peso no animal.
Assim, em um de seus aspectos, a invenção fornece métodospara reduzir acúmulo de gordura em um mamífero macho consumindo calo-rias em excesso de sua exigência diária mínima. Os métodos compreendemfornecer ao mamífero em uma base regular uma composição comestívelcompreendendo uma ou mais isoflavonas ou metabólitos dessas em uma"quantidade efetiva para reduzir acúmulo de gordura no mamífero, onde omamífero tem uma ingestão calórica diária média em excesso de sua exi-gência de energia diária mínima.
Em uma modalidade, os métodos compreendem composiçãocomestível tendo uma ou mais das isoflavonas daidzeína, 6-0-malonil daid-zeína, 6-0-acetil daidzeína, genisteína, 6-0-malonil genisteína, 6-0-acetilgenisteína, gliciteína, 6-0-malonil gliciteína, 6-0-acetil gliciteína, biochaninaA, ou formononetina. Preferencialmente, as isoflavonas ou metabólitos des-sas são de feijão de soja.
Em uma modalidade, um ou mais metabólitos incluem equol.
Preferencialmente, a composição comestível é um alimento deanimal de estimação, ou um suplemento alimentar ou dietético a ser tomadodiretamente ou adicionado a um alimento humano, alimento de animal deestimação ou ao alimento animal. Em modalidades presentemente preferen-ciais, o mamífero é um humano ou um animal de estimação, por exemplo,um cachorro ou um gato.
Em um outro aspecto dos métodos fornecidos aqui, o animal deestimação foi castrado; está na pós-andropausa; tem concentrações de es-tradiol circulando reduzidas em relação a um animal de controle saudávelnão obeso da mesma espécie ou raça; tem capacidade reduzida de conver-ter testosterona em estradiol em relação a um animal de controle saudávelnão obeso da mesma espécie ou raça; ou tem atividade de aromatase redu-zida em relação a um animal de controle saudável não obeso da mesma es-pécie ou raça.
Preferencialmente como usado no método fornecido aqui, ascomposições têm um efeito Iimitante na massa corporal magra.
Em um outro aspecto da invenção, o animal de estimação é cas-trado depois de desmamar, mas antes de alcançar maturidade sexual. Acomposição comestível é fornecida ao animal de estimação antes do animalalcançar um peso corporal adulto normal onde o ganho de peso bruto é es-sencial à saúde ou crescimento do animal de estimação.
Em uma modalidade dos métodos, a composição é fornecidaadministrando ao animal em uma base diária, ou mais freqüentemente doque a base diária. Em uma outra modalidade, a administração é menos doque diária, por exemplo, uma, duas, três ou quatro vezes por semana, ou acada segundo ou terceiro ou até quarto dia. Preferencialmente, a composi-ção é administrada ao animal como parte de um regime dietético. Em certasmodalidades, por exemplo, para propósitos de pesquisa ou para aplicaçõescomerciais, a quantidade da composição realmente consumida é monitora-da.
Em uma outra modalidade, o mamífero macho recebendo o co-mestível está além do ponto médio da expectativa de vida para sua espécieou raça. Em uma outra, o mamífero é um cachorrinho ou gatinho castrado,preferencialmente pós-desmamar por pelo menos várias semanas.
Em uma modalidade, o estradiol circulando do animal é menosdo que aproximadamente 80% de um animal de controle saudável não obe-so da mesma espécie ou raça. Em outras, o estradiol circulando do animal émenos do que aproximadamente 70, 60, ou até 50% de um animal de con-trole saudável não obeso da mesma espécie ou raça. Em ainda outras, eie émenos do que aproximadamente 40, 30, ou 20% de um animal de controlesaudável não obeso da mesma espécie ou raça. Em ainda outras modalida-des, o estradiol circulando do animal é menos do que aproximadamente 15,10, ou 5% de um animal de controle saudável não obeso da mesma espécieou raça. Em uma modalidade, há menos do que 5, 4, 3, 2 ou 1% daquele doanimal de controle.
Em uma modalidade, a composição é uma composição de ali-mento de animal de estimação ou um suplemento dietético, como exemplifi-cado aqui. Em uma modalidade adicionalmente detalhada, as isoflavònassão daidzeína, 6-O-malonil daidzeína, 6-O-acetil daidzeína, genisteína, 6-0-malonil genisteína, 6-O-acetil genisteína, gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-O-acetil gliciteína, biochanina A, ou formononetina, ou metabólitos dessas.Em uma outra modalidade detalhada, o metabólito de isoflavonas é dihidro-daidzeína ou equol. Em certas modalidades, o animal é um animal de esti-mação tal como um cachorro ou gato. Em uma modalidade, o animal é umcachorro. Em uma outra modalidade, o animal é um humano. Em certas mo-dalidades, o animal está na pós-menopausa (deficiente em estrogênio) oupós-andropausa (deficiente em estrogênio e androgênio). Em modalidadespreferenciais, o animal é macho.
As composições podem ser administradas ao animal por qual-quer uma de uma variedade de vias alternativas de administração. Tais viasincluem, sem limitação, oral, intranasal, intravenosa, intramuscular, intragás-trica, transpilórica, subcutânea, retal, e seus similares. Preferencialmente, ascomposições são administradas oralmente. Como usado aqui, o termo "ad-ministração oral" ou "administrar oralmente" significa que o animal ingere ouum ser humano é direcionado a alimentar, ou alimenta, o animal com umaou mais das composições inventivas descritas aqui.
Quando o humano é direcionado a alimentar a composição, taldireção pode ser aquela que instrui e/ou informa ao humano que o uso dacomposição pode fornecer e/ou fornecerá o beneficio relacionado, por e-xemplo, a melhora da função cognitiva no animal. Tal direção pode ser dire-ção oral (por exemplo, através de instrução oral a partir de, por exemplo, ummédico, veterinário, ou outro profissional de saúde), ou meios de rádio outelevisão (isto é, propaganda), ou direção escrita (por exemplo, através dedireção escrita a partir de, por exemplo, um médico, veterinário ou outro pro-fissional de saúde (por exemplo, prescrições)), organização ou profissionalde vendas (por exemplo, através de, por exemplo, revistas de marketing,panfletos, ou outra parafernália instrutiva), mídia escrita (por exemplo, inter-net, correio eletrônico, ou outro meio relacionado a computador), e/ou emba-lagem associada com a composição (por exemplo, uma etiqueta presenteem um recipiente contendo a composição).
A administração pode ser feita com base à medida que necessá-ria ou à medida que desejada, por exemplo, uma vez por mês, uma vez porsemana, diariamente, ou mais do que uma vez diariamente. Similarmente, aadministração pode ser a cada outro dia, semana, ou mês, a cada terceirodia, semana ou mês, a cada quarto dia, semana ou mês, e seus similares. Aadministração pode sé'r múltiplas vezes por dia. Quando utilizada como umsuplemento para exigências dietéticas normais, a composição pode ser ad-ministrada diretamente ao animal ou, de outra forma, contatada com a ali-mentação diária ou misturada a ela. Quando utilizada como alimentação diá-ria, a administração será bem conhecida àqueles versados na técnica.
A administração pode também ser executada como parte de umregime de dieta no animal. Por exemplo, um regime de dieta pode compre-ender causar a ingestão regular pelo animal de uma composição compreen-dendo uma ou mais isoflavonas ou metabólitos dessas, em uma quantidadeeficaz para gerenciamento de peso no animal. A ingestão regular pode seruma vez ao dia, ou duas, três, quatro, ou mais vezes ao dia, ou em uma ba-se diária. O objetivo da ingestão regular é fornecer ao animal a dose diáriapreferencial de isoflavonas ou metabólitos dessas, como exemplificado aqui.
A dose diária preferencial para isoflavonas e/ou metabólitos des-sas está na faixa de aproximadamente 5 mg/dia a aproximadamente 5000mg/dia por animal. Preferencialmente, a dose diária de isoflavonas e/ou me-tabóütos dessas está na faixa de aproximadamente 30 mg/dia a aproxima-damente 500 mg/dia por animal, e mais preferencialmente, de aproximada-mente 80 mg/dia a aproximadamente 300 mg/dia por animal. A dose diáriade isoflavonas ou metabólitos dessas pode ser medida em termos de gra-mas de isoflavonas ou metabólitos dessas por kg de peso corporal (BW) doanimal. A dose diária de isoflavonas ou metabólitos dessas pode estar nafaixa de aproximadamente 0,001 g/kg a aproximadamente 50 g/kg BW doanimal, embora doses maiores ou menores possam ser fornecidas. Prefe-rencialmente, a dose diária de isoflavonas ou metabólitos dessas é de apro-ximadamente 0,001 g/kg a aproximadamente 25 g/kg BW do animal. Maispreferencialmente, a dose diária de isoflavonas ou metabólitos dessas é deaproximadamente 0,001 g/kg a aproximadamente 10 g/kg BW do animal.Mais preferencialmente, a dose diária de isoflavonas ou metabólitos dessasé de aproximadamente 0,001 g/kg a aproximadamente 5 g/kg BW do animal.Mais preferencialmente, a dose diária de isoflavonas ou metabólitos dessasé de aproximadamente 0,001 g/kg a aproximadamente 1 g/kg BW do animal.Mafs'preferencialmente, a dose diária das isoflavonas ou metabólitos dessasé de aproximadamente 0,001 g/kg a aproximadamente 0,15 g/kg BW do animal.
De acordo com os métodos da invenção, a administração dasisoflavonas ou metabólitos dessas, incluindo a administração como parte deum regime de dieta, pode ultrapassar um período de tempo na faixa do partoaté a vida adulta do animal.
Os seguintes exemplos são fornecidos para descrever a inven-ção mais detalhadamente. Eles pretendem ilustrar, não limitar, a invenção.
Exemplo 1
Efeito de Isoflavonas de Soia Dietéticas em Gordura corporal em Cachorros NormaisCachorros e Dietas:
Quarenta e dois Labradores Retrievers normais não obesos(Machos: < 17,5% de Gordura corporal; Fêmeas: < 20% de Gordura corpo-ral) foram usados no estudo. Os cachorros foram distribuídos em três gru-pos: o grupo 1 consistia de 13 Labradores Retrievers, que foram alimentadosna dieta de controle compreendendo 29% de proteína e 18% de gordura. Ogrupo 2 consistia em 14 Labradores Retrievers, que foram alimentados coma dieta de controle suplementada com 10% de farinha de gérmen de soja(SGM). O grupo 3 consistia de 15 Labradores Retrievers, que foram alimen-tados com a dieta de controle suplementada com 10% de SGM, 100 ppm deL-carnitina, e 1,5% de CLA. A SGM contém as seguintes isoflavonas de soja:17% de genisteína, 52% de daidzeína, e 31% de gliciteína.
A todos os cachorros foi dada uma determinação MER pré-estudo. Antes do estudo, e a cada três meses depois do estudo ter começa-do, as seguintes medições foram feitas para cada animal: peso corporal, es-core de condição corporal (BCS)1 DEXA, Ieptina no sangue, perfil de tiróide,teste de tolerância à glicose intravenosa, e determinação de concentraçõesno plasma sangüíneo de isoflavonas e metabólitos de isoflavonas.
Cada grupo de cachorros foi alimentado 125% de seu MER ba-sal. A duração do estudo foi de doze meses.Resultados do Gerenciamento de Peso Geral:
Os resultados são mostrados nas Figuras 1 -4. O ganho de pesoem cachorros normais foi significativamente menor no grupo de isoflavonasdo que no grupo de controle depois de 9 meses (p = 0,043, grupo de contro-le χ grupos de isoflavonas), e 12 meses (p = 0,041, grupo de controle χgrupos de isoflavonas) de alimentação. Por todos os 12 meses de estudo, oganho de peso médio nos cachorros de controle foi duas vezes dos cachor-ros alimentados com isoflavonas (Figura 1).
Não houve diferença nas mudanças de massa corporal magraentre os três grupos de cachorros pelos 12 meses de estudo de alimentação,indicando que o ganho de peso significativamente maior dos cachorros decontrole foi devido ao maior acúmulo de gordura corporal em cachorros nor-mais (Figura 2).
Ambos os grupos de controle e de coquetel ganharam significa-tivamente mais gordura corporal do que o grupo de isoflavonas. Os cachor-ros de controle tiveram 5, 3, e 2,7 vezes mais ganho de gordura corporalmédia do que os cachorros alimentados com isoflavona depois de 6 meses(p = 0,013, grupo de controle χ grupos de isoflavonas), 9 meses (p = 0,007,grupo de controle χ grupos de isoflavonas) e 12 meses (p = 0,006, grupo decontrole χ grupos de isoflavonas) de alimentação, respectivamente. Os ca-chorros alimentados com coquetel tiveram 4,4, 2,8 e 2,2 vezes mais ganhode gordura corporal média do que os cachorros alimentados com isoflavonadepois de 6 meses (p = 0,05, grupo de Coquetel χ grupos de Isoflavonas), 9meses (p = 0,014, grupo de Coquetel χ grupos de Isoflavonas), e 12 meses(p = 0,041, grupo de Coquetel χ grupos de Isoflavonas) de alimentação, res-pectivamente (Figura 3).
O grupo de controle teve aumento de 5, 2,8 e 2,5 na porcenta-gem de gordura corporal do que os cachorros alimentados com isoflavonadepois de 6 meses (p = 0,011, grupo de controle χ grupos de isoflavonas), 9meses (p = 0,009, grupo de controle χ grupos de isoflavonas) e 12 meses (p= 0,008, grupo de controle χ grupos de isoflavonas) de alimentação, respec-tivamente. Os cachorros alimentados com coquetel tiveram 3,9, 2,6, e 1,9vezes mais ganho de gordura corporal média do que os cachorros alimenta-dos com isoflavona depois de 6 meses (p = 0,006, grupo de Coquetel χ gru-pos de Isoflavonas), 9 meses (p = 0,02, grupo de Coquetel χ grupos de Iso-flavonas) e 12 meses (p = 0,098, grupo de Coquetel χ grupos de Isoflavo-nas) de alimentação, respectivamente (Figura 4).
Resultados de Gerenciamento de Peso Específicos do Sexo:
Os resultados são mostrados nas Figuras 5-10. O ganho de pe-so em cadelas esterilizadas foi menor no grupo de isoflavonas do que nogrupo de controle depois de 6, 9 e 12 meses de alimentação. Por todo o es-tudo de 12 meses, o ganho de peso médio nas cadelas esterilizadas alimen-tadas com controle foi de 140% do ganho de peso dos cachorros alimenta-dos com isoflavonas (Figura 5). Similarmente, o ganho de peso em cachor-ros machos castrados foi significativamente menor no grupo de isoflavonasdo que no grupo de controle depois de 6, 9 e 12 meses de alimentação (ovalor ρ foi significativo em 12 meses). Por todo o estudo de 12 meses, o ga-nho de peso médio nos cachorros macho castrados alimentado com controlefoi 428% daquele dos cachorros alimentados com isoflavona (Figura 6).
Mudanças na quantidade de gordura corporal foram tambémmonitoradas para cadelas esterilizadas e cachorros machos castrados. Paraambos as cadelas esterilizadas e os cachorros machos castrados, os gruposalimentados com controle e com coquetel ganharam mais gordura corporaldo que o grupo de isoflavonas, especialmente em cachorros machos. Entreas cadelas esterilizadas, as alimentadas com a dieta de controle tiveram 2,4,1,9 e 1,6 vezes mais ganho de gordura corporal média do que as alimenta-das com isoflavona depois de 6, 9 e 12 meses de alimentação, respectiva-mente. As cadelas alimentadas com coquetel tiveram 1,4, 1,5 e 1,0 vezesmais ganho de gordura corporal média do que as alimentados com isoflavo-na depois de 6, 9 e 12 meses de alimentação, respectivamente (Figura 7).
Entre os cachorros machos castrados, os alimentados com adieta de controle tiveram 3,6, 8,9 e 8,7 mais ganho de gordura corporal mé-dia do que os alimentados com isoflavona depois de 6, 9 e 12 meses de ali-mentação, respectivamente. Os cachorros alimentados com coquetel tiveram3,5, 8,7 e 8,1 vezes mais ganho "de gordura corporal média do que as ali-mentados com isoflavona depois de 6, 9 e 12 meses de alimentação, res-pectivamente (Figura 8).
Com relação à porcentagem de gordura corporal, cadelas esteri-Iizadas alimentadas com a dieta de controle demonstraram 1,7, 1,5 e 1,4vezes a porcentagem de gordura corporal das alimentadas com isoflavonadepois de 6, 9 e 12 meses de alimentação, respectivamente. As cadelas es-terilizadas alimentadas com a dieta de coquetel demonstraram 1,4, 1,5 e 1,1vezes a porcentagem de gordura corporal das alimentadas com isoflavonadepois de 6, 9 e 12 meses de alimentação, respectivamente (Figura 9).
Os cachorros machos castrados alimentados com a dieta decontrole demonstraram 10,7, 11,3 e 11,2 vezes a porcentagem de gorduracorporal das alimentadas com isoflavona depois de 6, 9 e 12 meses de ali-mentação, respectivamente. Os cachorros machos castrados alimentadoscom a dieta de coquetel demonstraram 6,0, 8,7 e 8,1 vezes a porcentagemde gordura corporal das alimentadas com isoflavona depois de 6, 9 e 12 me-ses de alimentação, respectivamente (Figura 10).
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A presente invenção não está limitada às modalidades descritase exemplificadas acima, mas é capaz de variação e modificação no escopodas reivindicações em anexo.

Claims (48)

1. Composição comestível compreendendo uma ou mais isofla-vonas ou metabólitos dessas, em uma quantidade eficaz para reduzir acú-mulo de gordura em um mamífero macho, onde o mamífero tem uma inges-tão caiórica diária média em excesso de sua exigência de energia diária mí-nima, em que, no período de seis meses seguinte, o ganho de gordura cor-poral médio do mamífero macho é de pelo menos 3.6 vezes menor que oganho daquele mamífero macho alimentado com uma composição comestí-vel controle.
2. Composição, de acordo com a reivindicação 1, onde as isofla-vonas incluem pelo menos uma de daidzeína, 6-0-malonil daidzeína, 6-0-acetil daidzeína, genisteína, 6-0-malonil genisteína, 6-O-acetil genisteína,gliciteína, 6-0-malonil gliciteína, 6-O-acetil gliciteína, biochanina A, ou for-mononetina.
3. Composição, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, onde asisoflavonas ou metabólitos dessas são de soja.
4. Composição, de acordo com qualquer reivindicação anterior,onde um ou mais metabólitos incluem equol.
5. Composição comestível, de acordo com qualquer reivindica-ção anterior, onde esta é um alimento de animal de estimação, um alimentohumano, ou um suplemento alimentar a ser tomado diretamente ou adicio-nado a um alimento humano, alimento de animal de estimação ou à alimen-tação animal.
6. Composição, de acordo com qualquer reivindicação anterior,onde o mamífero é um ser humano ou um animal de estimação.
7. Composição, de acordo com a reivindicação 6, onde o animalde estimação é um cachorro ou um gato.
8. Composição, de acordo com a reivindicação 6 ou 7, onde oanimal de estimação foi castrado; está na pós-andropausa; tem concentra-ções de estradiol circulando reduzidas em relação a um animal controle sau-dável, não obeso, da mesma espécie ou raça; tem capacidade reduzida deconverter testosterona em estradiol em relação a um animal controle saudá-vel, não obeso, da mesma espécie ou raça; ou tem atividade de aromatasereduzida em relação a um animal controle saudável, não obeso, da mesmaespécie ou raça.
9. Composição comestível, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 6 a 8, onde o animal de estimação é castrado depois de des-mamar, mas antes de alcançar a maturidade sexual, e onde a composiçãocomestível é alimentada ao animal de estimação antes dele alcançar umpeso corporal adulto normal onde o ganho de peso bruto é essencial à saú-de ou crescimento do animal de estimação.
10. Composição, de acordo com qualquer reivindicação anterior,tem um efeito Iimitante na massa corporal magra.
11. Método para reduzir acúmulo de gordura em um mamíferomacho consumindo calorias em excesso de sua exigência diária mínima,compreendendo fornecer ao mamífero regularmente uma composição co- mestível compreendendo uma ou mais isoflavonas ou metabólitos dessasem uma quantidade eficaz para reduzir acúmulo de gordura no mamífero,onde este tem uma ingestão calórica diária média em excesso de sua exi-gência de energia diária mínima, em que, no período de seis meses seguin-te, o ganho de gordura corporal médio do mamífero macho é de pelo menos -3.6 vezes menor que o ganho daquele mamífero macho alimentado comuma composição comestível controle.
12. Método, de acordo com a reivindicação 11, onde a composi-ção comestível compreende uma ou mais das isoflavonas daidzeína, 6-0-malonil daidzeína, 6-O-acetil daidzeína, genisteína, 6-O-malonil genisteína,-6-O-acetil genisteína, gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-O-acetil gliciteína,biochanina A, ou formononetina.
13. Método, de acordo com a reivindicação 10 ou 11, onde asisoflavonas ou metabólitos dessas são de soja.
14. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 11 a 13, onde um ou mais metabólitos incluem equol.
15. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 11a 14, onde a composição comestível é um alimento de animal de estimação,um alimento humano, ou um suplemento alimentar a ser tomado diretamenteou adicionado a um alimento humano, alimento de animal de estimação ou àalimentação animal.
16. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 11a 15, onde o mamífero é um ser humano ou um animai de estimação.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16, onde o animal deestimação é um cachorro ou um gato.
18. Método, de acordo com a reivindicação 16 ou 17, onde o a-nimal de estimação foi castrado; está na pós-andropausa; tem concentra-ções de estradiol circulando reduzidas em relação a um animal controle sau-dável, não obeso, da mesma espécie ou raça; tem capacidade reduzida deconverter testosterona em estradiol em relação a um animal controle saudá-vel, não obeso, da mesma espécie ou raça; ou tem atividade de aromatasereduzida em relação a um animal controle saudável, não obeso, da mesmaespécie ou raça.
19. Método, de acordo com a reivindicação 18, onde o estradiolcirculando do animal é menos do que aproximadamente 80% de um animalcontrole saudável, não obeso, da mesma espécie ou raça.
20. Método, de acordo com a reivindicação 18 ou 19, onde o es-tradiol circulando do animal é menos do que aproximadamente 50% de umanimal controle saudável, não obeso, da mesma espécie ou raça.
21. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 18a 20, onde o estradiol circulando do animal é menos do que aproximada-mente 20% de um animal controle saudável, não obeso, da mesma espécieou raça.
22. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 18a 21, onde o estradiol circulando do animal é menos do que aproximada-mente 10% de um animal controle saudável, não obeso, da mesma espécieou raça.
23. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 16a 22, onde o animal de estimação é castrado depois de desmamar, mas an-tes de alcançar a maturidade sexual, e onde a composição comestível é for-necida ao animal de estimação antes dele alcançar um peso corporal adultonormal onde o ganho de peso bruto é essencial à saúde ou crescimento doanimal de estimação.
24. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 11a 23, onde a composição tem um efeito Iimitante na massa corporal magra.
25. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 11a 24, onde a composição é fornecida administrando-a ao animal em umabase diária.
26. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 11a 25, onde a composição é administrada ao animal como parte de um regi-me dietético.
27. Método, de acordo com a reivindicação 26, onde a quantida-de da composição realmente consumida é monitorada.
28. Método, de acordo com a reivindicação 26 ou 27, onde omamífero é um mamífero macho além do ponto médio da expectativa devida para sua espécie ou raça.
29. Método, de acordo com a reivindicação 26 ou 27, onde omamífero é um filhote de cachorro ou de gato castrado.
30. Uso de uma composição comestível compreendendo uma oumais isoflavonas ou metabólitos dessas na fabricação de um medicamentoou alimento funcional para reduzir acúmulo de gordura em um mamífero ma-cho consumindo calorias em excesso de sua exigência diária mínima, emque, no período de seis meses seguinte, o ganho de gordura corporal médiodo mamífero macho é de pelo menos 3.6 vezes menor que o ganho daquelemamífero macho alimentado com uma composição comestível controle.
31. Uso, de acordo com a reivindicação 30, onde a composiçãocomestível compreende uma ou mais das isoflavonas daidzeína, 6-O-malonildaidzeína, 6-O-acetil daidzeína, genisteína, 6-O-malonil genisteína, 6-0-acetil genisteína, gliciteína, 6-O-malonil gliciteína, 6-O-acetil gliciteína, bio-chanina A, ou formononetina.
32. Uso, de acordo com a reivindicação 30 ou 31, onde as iso-flavonas ou metabólitos dessas são de feijão de soja.
33. Uso, de acordo com qualquer uma das reivindicações 30 a-32, onde um ou mais metabólitos incluem equol.
34. Uso, de acordo com qualquer uma das reivindicações 30 a-33, onde o alimento funcional é um alimento de animal de estimação, umalimento humano, ou um suplemento alimentar a ser tomado diretamente ouadicionado a um alimento humano, alimento de animal de estimação ou àalimentação animal.
35. Uso, de acordo com qualquer uma das reivindicações 30 a-34, onde o mamífero é um ser humano ou um animal de estimação.
36. Uso, de acordo com a reivindicação 35, onde o animal deestimação é um cachorro ou um gato.
37. Uso, de acordo com a reivindicação 35 ou 36, onde o animalde estimação foi castrado; está na pós-andropausa; tem concentrações deestradiol circulando reduzidas em relação a um animal controle saudável,não obeso, da mesma espécie ou raça; tem capacidade reduzida de conver-ter testosterona em estradiol em relação a um animal controle saudável, nãoobeso, da mesma espécie ou raça; ou tem atividade de aromatase reduzidaem relação a um animal de controle saudável, não obeso, da mesma espé-cie ou raça.
38. Uso, de acordo com a reivindicação 37, onde o estradiol cir-culando do animal é menos do que aproximadamente 80% de um animalcontrole saudável, não obeso, da mesma espécie ou raça.
39. Uso, de acordo com a reivindicação 37 ou 38, onde o estra-diol circulando do animal é menos do que aproximadamente 50% de um a-nimal controle saudável, não obeso, da mesma espécie ou raça.
40. Uso, de acordo com qualquer uma das reivindicações 37 a-39, onde o estradiol circulando do animal é menos do que aproximadamente-20% de um animal controle saudável, não obeso, da mesma espécie ou ra-ça.
41. Uso, de acordo com qualquer uma das reivindicações 37 a-40, onde o estradiol circulando do animal é menos do que aproximadamente-10% de um animal controle saudável, não obeso, da mesma espécie ou ra-ça.
42. Uso, de acordo com qualquer uma das reivindicações 37 a-41, onde o animal de estimação é castrado depois de desmamar, mas antesde alcançar a maturidade sexual, e onde a composição comestível é forneci-da ao animal de estimação antes dele alcançar um peso corporal adultonormal onde o ganho de peso bruto é essencial à saúde ou crescimento doanimal de estimação.
43. Uso, de acordo com qualquer uma das reivindicações 30 a-42, onde a composição tem um efeito Iimitante na massa corporal magra.
44. Uso, de acordo com qualquer uma das reivindicações 30 a-43, onde a composição é fornecida administrando-a ao animal em uma basediária.
45. Uso, de acordo com qualquer uma das reivindicações 30 a-44, onde a composição é administrada ao animal como parte de um regimedietético.
46. Uso, de acordo com a reivindicação 45, onde a quantidadeda composição realmente consumida é monitorada.
47. Uso, de acordo com a reivindicação 45 ou 46, onde o mamí-fero é um mamífero macho além do ponto médio da expectativa de vida parasua espécie ou raça.
48. Uso, de acordo com a reivindicação 45 ou 46, onde o mamí-fero é um filhote de cachorro ou gato castrado.
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