BRPI0618687A2 - máquina e método para montagem de produto farmacêutico e produto tipo farmacêutico - Google Patents

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BRPI0618687A2
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BRPI0618687-4A
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Thomas Bailey
Ronnie Benditt
Nigel Brewerton
Steven D Finkelmeier
Robert Glinecke
Luigi Martini
Paul Simmons
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Glaxo Group Ltd
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    • B65B1/04Methods of, or means for, filling the material into the containers or receptacles
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Abstract

MáQUINA E MéTODO PARA MONTAGEM DE PRODUTO FARMACêUTICO E PRODUTO TIPO FARMACêUTICO Um método e um aparelho para montar uma pluralidade de componentes sólidos formados independentemente são fornecidos, desse modo formando um único veículo de fornecimento para um produto farmacêutico ou tipo farmacêutico. Os componentes sólidos podem ser manipulados e abastecidos no aparelho via uma pluralidade de cartucheiras. Hastes propulsoras e seus similares podem ser usados para posicionar cada um dos componentes sólidos. Quando os componentes são conectados via um liquido ligante, um pulverizador é fornecido e pinos de compressão ou seus similares pressionam os componentas com o líquido ligante juntos para formar o produto final. Um rebite ou outra estrutura de conexão pode também ser usado e acionado através de furos em cada um dos componentes sólidos para formar o produto final.

Description

"MÁQUINA E MÉTODO PARA MONTAGEM DE PRODUTO FARMA- CÊUTICO E PRODUTO TIPO FARMACÊUTICO"
Referência Cruzada a Pedido Relacionado Este pedido reivindica a prioridade do Pedido Pro- visório Norte-Americano No. 60/738.283, depositado em 18 de Novembro de 2005.
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a uma máquina para montar produtos farmacêuticos e tipo farmacêuticos. Mais particularmente, a presente invenção refere-se a uma máquina que monta um produto farmacêutico ou tipo farmacêutico tendo uma pluralidade de componentes independentemente formados com um ou mais agentes ativos, e aos métodos de montagem.
Fundamentos da Invenção
O fornecimento- de agentes ativos ou medicamentos pode ser problemático por causa do desprazer de engolir ou, de outra forma, de tomar os medicamentos. Isso é particular- mente verdadeiro quando uma pluralidade de medicamentos deve ser tomada.
Métodos contemporâneos de fornecimento de agentes ativos incluem tabletes e cápsulas. A fabricação de tabletes pode incluir granulação a úmido ou compressão direta para adicionar o ingrediente ativo aos ingredientes do tablete. Depois de misturar para alcançar homogeneidade, os tabletes são formados na forma desejada.
A fabricação contemporânea de cápsulas inclui in- serir um agente ativo, tipicamente na forma de pó ou compri- mido, em uma cápsula, por exemplo, uma cápsula dura feita de gelatina ou amido, que é então selada, tal como através da aplicação de um revestimento externo, ou bandagem.
Essas estruturas ou veículos de fornecimento con- temporâneos sofrem da desvantagem de serem limitados ao uso de agentes ativos compatíveis. Esses veículos estão também limitados a uma taxa de liberação selecionada para o agente ou agentes ativos.
Conseqüentemente, há uma necessidade por um produ- to farmacêutico e um processo para montar um produto farma- cêutico que elimine essas desvantagens da estrutura ou veí- culo de fornecimento farmacêutico contemporâneo.
Sumário da Invenção
A presente descrição fornece dispositivos para montar produtos farmacêuticos.
A presente descrição também fornece máquinas e mé- todos de montagem de tais produtos que permitem o forneci- mento de uma pluralidade de agentes ativos.
A presente descrição adicionalmente fornece máqui- nas e métodos de montagem de tais produtos que permitem mai- or seletividade de taxas de liberação para múltiplos agentes ativos.
A presente descrição ainda adicionalmente fornece máquinas para montar tais produtos que são simples e fáceis de operar.
Essas e outras vantagens, benefícios e caracterís- ticas da presente descrição são fornecidos por uma máquina que conecta uma pluralidade de componentes em um único con- junto. A máquina aplica um líquido ligante ou agente de li- gação a um ou mais dos componentes, e forma um conjunto. 0 conjunto então pode ser liberado em um recipiente para o u- suário coletar. Um sistema de identificação pode determinar os componentes corretos a serem montados pelo sistema e con- figurar o número de conjuntos a serem feitos.
Em um outro aspecto, a máquina usa uma estrutura de conexão, tal como, por exemplo, um rebite, para conectar a pluralidade de componentes em um único veiculo de forneci- mento.
As vantagens, benefícios e características descri- tos acima da presente descrição serão apreciados e entendi- dos por aqueles versados na técnica a partir da seguinte descrição detalhada e desenhos.
Breve Descrição dos Desenhos
A Figura 1 é uma vista em perspectiva de topo frontal de uma primeira modalidade da máquina de montagem da presente descrição;
A Figura 2 é uma vista lateral que mostra um deta- lhe escondido da máquina de montagem mostrada na Figura 1;
A Figura 3 é uma vista frontal que mostra detalhe escondido da máquina de montagem mostrada na Figura 1;
A Figura 4 é uma vista de topo que mostra detalhe escondido da máquina de montagem mostrada na Figura 1;
A Figura 5 é uma vista transversal vertical como seria vista ao longo da linha I-I da máquina de montagem mostrada na Figura 1; A Figura 6 é uma vista de topo da máquina de mon- tagem mostrada na Figura 1, incluindo um mecanismo de bomba solenóide;
A Figura 7 é uma vista de topo de um primeiro carne usado na máquina de montagem da Figura 1;
A Figura 8 é uma vista traseira do conjunto pro- pulsor da máquina de montagem mostrada na Figura 1;
A Figura 9 é uma vista em perspectiva lateral tra- seira do conjunto propulsor da máquina de montagem mostrada na Figura 1;
A Figura 10 é uma vista lateral do conjunto pro- pulsor da máquina de montagem mostrada na Figura 1;
A Figura 11 é uma vista lateral do conjunto de co- nector da máquina de montagem mostrada na Figura 1;
A Figura 12 é uma vista traseira dos carnes girató- rios da máquina de montagem mostrada na Figura 1;
A Figura 13 é uma vista de topo de um segundo came usado na máquina de montagem mostrada na Figura 1;
A Figura 14 é uma vista de topo de um terceiro ca- me usado na máquina de montagem mostrada na Figura 1;
A Figura 15 é uma vista lateral da máquina de mon- tagem mostrada na Figura 1;
A Figura 16 é uma vista em perspectiva frontal da máquina de montagem mostrada na Figura 1, que é fechada em um alojamento;
A Figura 17 é uma vista frontal da área de disper- são da máquina de montagem mostrada na Figura 1; A Figura 18 é uma vista lateral direita da máquina de montagem mostrada na Figura 1, incluindo um leitor de có- digo de barras e uma antena RFID;
A Figura 19 é uma vista de topo das cartucheiras de tabletes que podem ser usadas na máquina de montagem da Figura 1;
A Figura 20 é uma vista lateral da máquina de mon- tagem da Figura 1, incluindo um módulo RFID e um módulo de interface;
A Figura 21 é uma representação esquemática do RFID, do leitor de código de barras, e de micro- controladores da presente descrição;
A Figura 22 é uma vista em perspectiva de topo frontal de uma segunda modalidade da máquina de montagem da presente descrição;
A Figura 23 é uma vista lateral mostrando detalhes escondidos da máquina de montagem mostrada na Figura 22;
A Figura 24 é uma vista frontal mostrando detalhes escondidos da máquina de montagem mostrada na Figura 22;
A Figura 25 é uma vista de topo mostrando detalhes escondidos da máquina de montagem mostrada na Figura 22;
A Figura 26 é uma vista transversal vertical, como seria vista ao longo da linha II-II, da máquina de montagem mostrada na Figura 22;
A Figura 27 é uma vista em perspectiva de topo frontal de uma terceira modalidade da máquina de montagem da presente descrição; A Figura 28 é uma vista lateral mostrando detalhes escondidos da máquina de montagem mostrada na Figura 27;
A Figura 29 é uma vista frontal mostrando detalhes escondidos da máquina de montagem mostrada na Figura 27;
A Figura 30 é uma vista de topo mostrando detalhes escondidos da máquina de montagem mostrada na Figura 27;
A Figura 31 é uma vista transversal vertical como seria vista ao longo da linha III-III, da máquina de monta- gem mostrada na Figura 27;
A Figura 32 é uma vista da estrutura de conexão usada na máquina de montagem mostrada na Figura 27;
A Figura 33 é uma vista em perspectiva lateral frontal de uma quarta máquina de montagem da presente des- crição;
A Figura 34 é uma vista de topo da máquina de mon- tagem mostrada na Figura 33;
A Figura 35 é uma vista transversal vertical, como seria ao longo da linha Y-Y, da máquina de montagem mostrada na Figura 34;
A Figura 36 é uma vista transversal vertical, como seria vista ao longo da linha Z-Z da máquina de montagem mostrada na Figura 34;
A Figura 37 é uma vista transversal vertical como seria vista ao longo da linha X-X da máquina de montagem mostrada na Figura 34;
A Figura 38 é uma vista explodida da máquina de montagem mostrada na Figura 33; A Figura 39 é uma vista explodida de uma primeira modalidade exemplificada de um produto farmacêutico ou tipo farmacêutico ou conjunto que pode ser montado pela presente descrição;
A Figura 40 é uma vista de topo do conjunto mos- trado na Figura 39;
A Figura 41 é uma primeira vista transversal, como seria vista ao longo da linha A-A, do primeiro conjunto mos- trado na Figura 39;
A Figura 42 é uma segunda vista transversal como seria vista ao longo da linha B-B, do conjunto mostrado na Figura 39;
A Figura 43 é uma vista explodida de uma segunda modalidade exemplificada de um produto farmacêutico ou tipo farmacêutico ou conjunto que pode ser montado pela presente descrição;
A Figura 44 é uma vista de topo do conjunto mos- trado na Figura 43;
A Figura 45 é uma primeira vista transversal, como "seria vista ao longo da linha A-A, do. conjunto mostrado na Figura 43;
A Figura 46 é uma segunda vista transversal como seria vista ao longo da linha B-B, do conjunto mostrado na Figura 43; e
A Figura 47 é uma vista em perspectiva de uma ter- ceira modalidade exemplificada de um produto farmacêutico ou tipo farmacêutico ou conjunto que pode ser montado pela pre- sente descrição. Descrição Detalhada da Invenção
Com relação às figuras, e, em particular, às Figu- ras 1 até 5, uma primeira modalidade da máquina de montagem da presente descrição é mostrada, geralmente referida pelo número de referência 10. A máquina de montagem 10 preferen- cialmente tem cartucheira direita de componente ou de table- te 12, cartucheira esquerda de componente ou de tablete 14, e cartucheira intermediária de componente ou de tablete 16. As cartucheiras direita, esquerda e intermediária de tablete 12, 14, e 16 têm componentes do tablete com um ou mais des- tes tendo agentes ativos neles, e na modalidade mostrada, os tabletes são empilhados verticalmente. Os componentes do ta- blete podem ser carregados na cartucheira pelo usuário, ou podem ser pré-carregados pelo fabricante do componente. Na primeira modalidade, os componentes estão na forma de table- te circular; entretanto, a máquina de montagem da presente descrição pode ser adaptada para formar conjuntos de table- tes fora de qualquer número de formas de tabletes, incluin- do, mas não limitadas, às formas oval, eliptica, pílula ou outras. Além disso, as modalidades mostradas utilizam três cartucheiras de componentes para fazer conjuntos de tabletes tendo três componentes. A presente descrição, entretanto, observa o uso de três ou mais cartucheiras de componentes, desse modo produzindo conjuntos de tabletes tendo três ou mais componentes.
Dever-se-ia entender que o termo "tablete" não pretende ser limitante, e a presente descrição observa a má- quina 10 montando vários componentes com ou sem agentes ati- vos em um único veiculo de fornecimento. Os desenhos deta- lhados de vários produtos ou conjuntos farmacêuticos ou tipo farmacêuticos observados pela presente descrição são mostra- dos nas Figuras 39 até 47 e discutidos em mais detalhes a- baixo. Dever-se-ia também entender que os termos "produto farmacêutico", "produto tipo farmacêutico" e "agente ativo" também não pretendem ser limitantes, e a presente descrição observa a fabricação de vários conjuntos tendo um ou mais ingredientes, tal como, por exemplo, nutracêuticos, vitami- nas, minerais, produtos vegetarianos, nutrição personalizada esportiva, medicina personalizada, micro-ingredientes e/ou produtos nutricionais.
As cartucheiras de tabletes são localizadas pelo usuário no bloco de suporte de cartucheira 18, no topo da máquina de montagem 10. 0 bloco de suporte de cartucheira 18 mantém as cartucheiras de tabletes fixas enquanto a máquina está em uso. As cartucheiras 12, 14 e 16 têm um mecanismo de lingüeta (não mostrado) em uma parte inferior dessas, tal que elas somente liberam tabletes mediante engate com o pro- pulsor. reciproco 24 (mostrado na Fig. 4), de uma maneira que é discutida em mais detalhes abaixo. Tais mecanismos de lin- güeta são conhecidos na técnica. A máquina 10 utiliza a gra- vidade para abastecer os tabletes. Entretanto, a presente descrição observa outros métodos e estruturas para abastecer os tabletes a partir de uma ou mais das cartucheiras 12, 14, e 16 à máquina de montagem 10 (por exemplo, uma haste pro- pulsora ou seu similar). 0 movimento do propulsor reciproco 24 pode ser controlado por um carne excêntrico, como discuti- do mais detalhadamente abaixo.
Depois das cartucheiras de tabletes serem locali- zadas no bloco de suporte 18, o propulsor reciproco 24 se retrai a partir da extremidade frontal da unidade, liberando os tabletes das cartucheiras 12, 14 e 16. Uma vez que um ta- blete é ejetado de cada uma das cartucheiras, o bocal de pulverização 22 aplica um liquido ligante a ambas as late- rais do tablete ejetado a partir da cartuchèira intermediá- ria de tabletes 16. Na modalidade exemplificada, o liquido ligante usado é água. Entretanto, outros líquidos de ligação são observados pela presente descrição, incluindo, mas não limitados a, álcool, polietileno glicol, glicerina, políme- ros de óxido de polietileno, ta 1 como Sentry™ P0LI0X, fa- bricado pela Dow Chemical, metilcelulose, derivados de me- tilcelulose, tal como hidroxipropilmetilcelulose (hipromelo- se), hidroxietilcelulose, e etilcelulose, e mais especifica- mente, à série Methocel de revestimentos, e a série Ethocel de revestimentos, e outros líquidos de ligação comestíveis, ou quaisquer combinações ou misturas desses. Reconhece-se que o óxido de polietileno é uma resina solúvel em água que é listada no NF e como usada aqui está disponível em pesos moleculares variados, com combinações de pesos moleculares para um polímero sendo usado, tal como. 100K, 20ÕK, 300K, 400K, 900K e 2000K. Sentry™ POLYOX é uma resina solúvel em água que é listada no NF e tem pesos moleculares aproximados de 100K a 900K e de 1000K a 7000K. Os componentes de tablete podem ser também revestidos com uma camada de material pro- tetor, tal como Oprady®, fabricado pela Colorcon, Inc. da Pensilvânia, antes de ser carregado nas cartucheiras. A ca- mada protetora pode agir como um agente ligante entre os componentes do tablete quando liquido é aplicado ao tablete a partir do bocal de pulverização 22. Os componentes do ta- blete podem também ter pelo menos duas ou mais camadas, pre- ferencialmente duas camadas, de um material protetor aplica- do nestes antes de serem carregados nas cartucheiras, tal que uma primeira camada proteja o ingrediente ativo contido no componente do tablete, e a segunda camada externa aja co- mo um agente ligante quando em contato com um liquido.
O método de aplicar o liquido ligante ao tablete através do bocal de pulverização 22 na modalidade mostrada é aquele de uma bomba solenóide. Outros métodos de contato e não contato de aplicar liquido ligante ao tablete são obser- vados pela presente descrição, tal como um pino de molhadura que toca o liquido ligante no tablete, mergulhando, rolando, estampando usando um cabeçote de pulverização em aerossol, ou uma seringa.
Alternativamente, sensores, tal como sensores óp- ticos ou indutivos (não mostrados), podem ser localizados na extremidade de cada cartucheira 12, 14 e 16 para determinar que um tablete foi ejetado da cartucheira. 0 sinal desse sensor pode ser usado para ativar o propulsor reciproco 24, e as várias outras ações que a máquina faz depois que os ta- bletes caem, que são discutidas abaixo. Esses sensores podem também sinalizar um aviso quando um tablete não é ejetado apropriadamente a partir de uma ou mais das cartucheiras 12, 14 e 16.
Como mostrado na Fig. 16, uma válvula solenóide 50 é operacionalmente conectada a um recipiente portátil 51 que contém o liquido ligante. Na modalidade mostrada, a válvula solenóide 50 é conectada ao recipiente 51 via um tubo de plástico 52. Esse recipiente 51 pode ser removido e re- preenchido se necessário. Quando a válvula solenóide 50 atu- a, ela direciona liquido ligante do recipiente 51 em um par de saídas de liberação 53, onde é aplicado ao tablete inter- mediário através de bocais de pulverização 22 (que são mos- trados na Fig. 5). A ativação da válvula solenóide 50 pode ser também controlada por um carne excêntrico, como é discu- tido abaixo.
Depois do líquido ligante ser aplicado ao tablete intermediário, o propulsor recíproco 24 (mostrado na Figura 4) move o tablete intermediário em direção à frente da má- quina 10, onde ele é alinhado com os dois tabletes externos do conjunto. O propulsor recíproco 24 adicionalmente move os tabletes em direção a uma ranhura do suporte de canal 26 formada pelas extremidades superior e inferior do suporte 28 e 30. A forma da ranhura formada pelas extremidades superior e inferior do suporte 28 e 30 substancialmente obedece a forma dos tabletes (nesse caso, circular), assim impedindo qualquer movimento significativo dos tabletes nesse ponto. Adicionalmente, os tabletes são mantidos no local pelo pro- pulsor recíproco 24. A presente descrição também observa ou- tras estruturas e métodos para posicionar e reter os table- tes .
Com relação novamente à Figura 1, a máquina de montagem 10 também tem pinos de compressão direito e esquer- do 32 e 34. Quando os três tabletes (um de cada uma das car- tucheiras 12, 14 e 16) são empurrados na ranhura formada pe- las extremidades superior e inferior do suporte 28 e 30 como descrito acima, os pinos de compressão direito e esquerdo 32 e 34 atuam e pressionam os três tabletes de agente ativo em " um único conjunto. O movimento dos pinos de compressão 32 e 34 pode ser controlado por um conjunto de carnes excêntricos, como é discutido mais detalhadamente abaixo. O liquido Ii- gante aplicado a cada lateral do tablete intermediário, como descrito acima, assegura que quando os tabletes são submeti- dos à força dos pinos de compressão 32 e 34, eles aderirão um ao outro. Depois que uma quantidade selecionada de pres- são é aplicada aos tabletes por um período de tempo estabe- lecido, o conjunto de tabletes é movido pelos pinos de com- pressão 32 e 34 para uma lateral do suporte de canal 26 e liberado em um receptáculo que pode ser coletado por um usu^ ário, como é discutido mais detalhadamente abaixo. Sensores, não mostrados, podem ser opcionalmente localizados logo a- baixo onde o conjunto de tabletes é liberado para contar os conjunto caindo no receptáculo, e para assegurar que o con- junto foi liberado pelos pinos de compressão 32 e 34. O pro- pulsor recíproco 24 então se retrai, permitindo que o próxi- mo conjunto de tabletes seja liberado das cartucheiras 12, 14 e 16, e o ciclo inicia novamente como descrito acima. As partes móveis na máquina de montagem 10 são o- peracionalmente conectadas ao mecanismo de transmissão ge- ralmente referido pelo número de referência 40. A transmis- são 40 é operacionalmente conectada a uma fonte de aciona- mento, tal como, por exemplo, o motor elétrico 41. O motor 41 é conectado a uma fonte de alimentação, tal como, por e- xemplo, uma tomada elétrica ou uma bateria. A transmissão 40 pode compreender mecanismos de engrenagem, uma cremalheira e pinhão, acionamentos de correia, ou carnes excêntricos. O mo- tor 41 e a transmissão 40 fornecem movimento dos tabletes, bem como pressionam os tabletes, para formar o único veiculo de fornecimento. O tipo particular e o tamanho do motor 41 podem ser escolhidos para facilitar a montagem do produto. Alternativamente, a presente descrição observa a fonte de alimentação sendo manual, tal como, por exemplo, uma manive- Ia manual que é operacionalmente conectada à transmissão 4,0.
Na modalidade mostrada, o motor 41 é operacional- mente conectado a uma engrenagem de acionamento 42, a qual é operacionalmente conectada a uma engrenagem secundária 43, que é, por sua vez, operacionalmente conectada a um eixo principal 44. Assim, durante operação da máquina de montagem 10, o motor 41 rotaciona a engrenagem de acionamento 42, que rotacionar a engrenagem secundária 43, que, por sua vez, rotaciona o eixo principal 44. A maquina de montagem 10 adi- cionalmente compreende o primeiro carne 45, o segundo came 46, e o terceiro came 47, todos dos quais são operacional- mente conectados ao eixo principal 44. Como previamente dis- cutido, o primeiro, o segundo e o terceiro carnes 45, 46 e 47 podem ser operacionalmente conectados ao propulsor recíproco 24, e aos pinos de compressão 32 e 34, para efetuar os movi- mentos descritos acima.
O movimento do propulsor recíproco 24 é mecanica- mente acionado pelo came excêntrico 45. Com relação às Figs. 7 a 10, o propulsor recíproco 24 é operacionalmente conecta- do ao pino estático 55, um seguidor de came 56, e um trilho guia 57. Essas conexões são tais que quando o seguidor de came 56 segue ao longo da forma de gota do came excêntrico 45 e traduz esse movimento para o propulsor recíproco 24 a- través do braço estático 55, o propulsor recíproco 24 se mo- ve ao longo do trilho guia 57. À medida que o propulsor re- cíproco 24 se move de volta no trilho guia 57 em uma direção para longe das cartucheiras de tabletes, o came excêntrico 45 entra em contato com um primeiro comutador 58, que está em comunicação eletrônica com a válvula solenóide 50. Um si- nal a partir do primeiro comutador 58 ativa a válvula sole- nóide 50, que causa a liberação do líquido ligante no table- te intermediário da maneira descrita acima. O propulsor re- cíproco 24 é então recua à sua posição dianteira por uma mo- la 58 que está conectada a um poste de mola 59, que está disposto sob a válvula solenóide 50. O movimento de retorno do propulsor recíproco 24 é controlado pela curvatura do ca- me 4 5.
Com relação à Figs. 11 até 14, os pinos de com- pressão 32 e 34 são controlados pelos carnes excêntricos 46 e 47, respectivamente. O pino de compressão 32 é conectado a um braço estático 60, que é operacionalmente conectado a um seguidor de carne 61. 0 braço estático 60 é também conectado a um trilho guia 62, que assegura que o braço estático 61 e, portanto, o pino de compressão 32, se movem em uma direção horizontal. O pino de compressão 34 (não mostrado nas Figs.
11 a 14) é similarmente conectado ao braço estático 63, que é operacionalmente conectado ao seguidor de carne 64. 0 braço estático 63 é também conectado ao trilho guia 62 (não mos- trado nos desenhos), assim assegurando movimento horizontal do pino de compressão 34.
À medida que o tablete está sendo montado, ambos os pinos estão na posição de inicio/neutra em qualquer late- ral da área onde os componentes do tablete são comprimidos. Com relação especificamente às Figs. 13 e 14, o carne 46 tem primeira zona 68, segunda zona 69, e terceira zona 70. 0 ca- me 47 tem primeira zona 71, segunda zona 72, e terceira zona 73. Quando o seguidor de carne 61 passa através da primeira zona 68 do carne 46, o conjunto de tablete está sendo compri- mido. Ao mesmo tempo, o seguidor de carne 64 está passando através da primeira zona 71 do carne 47. Nesse ponto, os pi- nos de compressão 32 e 34 são posicionados tal que eles a- plicam pressão ao conjunto de tablete, e os cames 46 e 47 pausam por um tempo suficiente a permitir aderência apropri- ada no conjunto de tablete, como é discutido mais detalhada- mente abaixo. Quando o carne 46 reinicia sua rotação, o se- guidor de came 61 entra na segunda zona 69 do carne 46. Isso leva o pino de compressão 32 a mover o conjunto de tablete na direção do pino de compressão 34. Ao mesmo tempo, o se- guidor de came 64 entra na segunda zona 72 do came 47, o que leva o pino de compressão 34 a recuar em uma direção para longe do pino de compressão 32, e de volta a sua própria po- sição de inicio. À medida que o carne 46 continua a rotacio- nar, o seguidor de carne 61 entra na terceira zona 70 do carne 46, que move o pino de compressão 32 de volta para sua posi- ção original. O seguidor de carne 64 entra na terceira zona 73 do carne 47, que mantém o pino de compressão 34 em sua po- sição original, causando a liberação do conjunto de tablete. A mola 65 recua no braço estático 60, e a mola 66 recua no braço estático 66, assegurando que os pinos 32 e 34 são re- tornados a suas posições originais, respectivamente.
Com relação à Fig. 15, a máquina de montagem 10 tem comutador de retardo 75. Este está em comunicação ele- trônica com o motor 41 da máquina de montagem 10, tal que quando o carne 45 engata no comutador de retardo 75, as ope- rações da máquina de montagem são temporariamente pausadas tal que o conjunto de tablete possa ser comprimido pelos pi- nos de compressão 32 e 34. O retardo deveria ser longo o su- ficiente para assegurar aderência apropriada entre os compo- nentes de tablete do conjunto. Na modalidade mostrada, o re- tardo é de aproximadamente 2 segundos.
Como é mostrado nas Figs. 16 até 18, a máquina de montagem 10 pode ser envolvida em um alojamento 90 que es- conde todos os componentes internos da máquina. 0 alojamento 90 pode ter uma interface 92, uma área de liberação 94, e uma janela de código de barras 96 disposta nessa. Uma garra- fa pode ser localizada na área de liberação 94 tal que os conjuntos de tabletes caiam na extremidade aberta da garra- fa. Com a interface 92, que compreende uma pluralidade de controles de tela sensíveis ao toque, o usuário pode ligar e desligar a máquina, configurar o número de conjunto a serem completados pela máquina, e confirmar que as cartucheiras de tabletes corretas foram localizadas na máquina de montagem 10, como será discutido mais detalhadamente abaixo. A inter- face 92 pode ser qualquer um dos vários dispositivos PDA portáteis comercialmente disponíveis adaptados para se ajus- tarem dentro da máquina de montagem 10, por exemplo, PDA A- cer n50 Premium.
A máquina de montagem 10 pode também ter um leitor de código de barras 98, que é disposto no alojamento 90. A- través da janela de código de barras 96, o leitor de código de' barras 90 pode ler um código de barras fora da garrafa localizada na área de liberação 94, e relatar a informação obtida a partir do código de barras à interface 92, discuti- da em detalhes abaixo. O leitor de código de barras 98 pode ser, por exemplo, um Data Logic Touch 65 Pro com um invólu- cro que se modificou para se ajustar dentro do alojamento 90da máquina de montagem. Em adição, a presente descrição observa o uso de outros métodos e dispositivos para coletar dados contidos na garrafa, tal como com códigos de barra bi- dimensionais, etiquetas RFID, ou texto que é disposto na garrafa, e com os dispositivos apropriados para ler tal in- formação.
Com relação às Figs. 18 até 20, a máquina de mon- tagem 10 pode ter um sistema de identificação por radiofre- qüência (RFID) que assegura que as cartucheiras de tablete corretas foram localizadas na máquina. Tais sistemas RFID são bem conhecidos na técnica. Na presente descrição, cada uma das cartucheiras de tabletes direita, esquerda, e inter- mediária 12, 14 e 16 pode ter uma etiqueta RFID 17 disposta nela. As etiquetas RFID 17 contêm informação sobre os table- tes contidos em cada cartucheira, tal como o nome do fárma- co, a intensidade, a vida útil, a posição exigida no bloco de suporte 18, os dados de lote, rastreabilidade, e qualquer outra informação relevante. Quando as cartucheiras direita, esquerda e intermediária 12, 14 e 16 são localizadas no blo- co de suporte 18, uma antena de leitor RFID 80 que está mon- tada no bloco de suporte 18 e lâmina superior 20 pode ler as etiquetas 17, e transmitir os dados contidos nas etiquetas 17 a um módulo RFID 82. O módulo RFID 82 pode ser montado à lâmina base 22. Os dados obtidos a partir das etiquetas RFID 17 podem ser então recolocados na interface 92, através do módulo de interface 84.
Com relação à Fig. 21, um diagrama esquemático do código de barras e de sistemas RFID descritos acima é mos- trado. 0 leitor de código de barras 98 obtém a informação de prescrição da etiqueta na garrafa localizada na máquina de montagem 10, e a conduz à interface 92 através de uma porta serial RS-232. A informação contida no código de barras pode ser mostrada na interface 92, onde o usuário pode confirmar que a informação exibida está correta e combina com a pres- crição. Uma vez que isso tenha sido confirmado, o usuário pode então inserir as cartucheiras de tablete 12, 14 e 16 na máquina de montagem 10. Como anteriormente discutido, a antena RFID 80 lê os dados a partir das etiquetas RFID 17, e os recoloca no módulo RFID 82, que então comunica com a interface 92 atra- vés do módulo de interface 84. A comunicação entre a inter- face 92 e o módulo de interface 84 pode ser, por exemplo, através de uma conexão serial RS-232. Um programa de softwa- re embutido na interface 92 compara os dados recebidos das etiquetas RFID 17 com a informação recebida a partir do lei- tor de código de barras 98 para ter certeza de que há uma combinação. Se o usuário tenta colocar cartucheiras de ta- blete incorretas na máquina 10, o software alertará o usuá- rio para esse erro e não permitirá que a montagem dos table- tes comece.
A interface 92 pode se comunicar com um micro- controlador 86, que, por sua vez, se comunica com uma placa de controlador 88. A placa do controlador 88 se comunica com os componentes mecânicos da máquina de montagem 10, tal co- mo, o motor, os eixos de came, o propulsor reciproco, e a bomba solenóide. 0 usuário da máquina de montagem 10 pode assim manipular a operação da máquina através do software embutido no painel 92.
Em um processo de montagem típico, a interface 92 enviaria um sinal de pulso de repetição ao micro-controlador 86. A interface 92 então verifica se a máquina de montagem 10 está "pronta", isto é, de todos os componentes da máquina de montagem 10 são parados em uma posição de parada prefe- rencial. A interface 92 pode então avisar ao usuário para inserir uma garrafa com um código de barras disposto nesta que contém toda a informação de prescrição relevante. A in- terface 92 pode então enviar um caractere ao leitor de códi- go de barras 98, que diz ao leitor para iniciar a leitura. Quando o leitor 98 lê com sucesso um código e conduz essa informação à interface 92, esta deve enviar um outro carac- tere ao leitor 98 para parar de ler. Os parâmetros de comu- nicação ótimos entre a interface 92 e o leitor de código de barras 98 podem depender da máquina particular. A interface 92 usa a seqüência de dados obtida da partir do leitor de código de barras 98, e uma tabela de pesquisa embutida no software, para determinar as combinações de fármaco e inten- sidade que o' usuário deve selecionar, e o número de conjun- tos de tabletes a serem processados.
A interface 92 pode então avisar o usuário para as três cartucheiras de tablete 12, 14 e 16 a serem carregadas, e pode se comunicar com o microprocessador 86 quantos con- juntos de tabletes deveriam ser processados. A interface 92 pode então interrogar o módulo de interface 84 para determi- nar se as cartucheiras de tablete corretas foram inseridas na máquina de montagem 10. Avisos visuais e de áudio podem ser exibidos se uma cartucheira de tablete incorreta é de- tectada. A interface 92 assim somente permitirá que o usuá- rio inicie a máquina de montagem 10 quando os dados RFID es- perados são comunicados à interface 92.
A interface 92 pode então enviar uma seqüência a- propriada ao micro-controlador 86 para iniciar o processa- mento de conjuntos de tabletes. 0 microprocessador 8 6 pode manter uma contagem de quantos conjuntos de tabletes foram completados, e relatar os dados de volta à interface 92, on- de eles podem ser exibidos ao usuário. No término do ciclo de montagem, a interface 92 pode exibir uma mensagem apro- priada ao usuário indicando isto.
Com relação às Figuras 22 até 26, uma segunda mo- dalidade da presente modalidade é mostrada, e referida pelo número de referência 110. A máquina de montagem 110 funciona de uma maneira similar à máquina de montagem 10, com as di- ferenças discutidas abaixo. A máquina de montagem 110 é pro- jetada para montar os conjuntos finais de produtos em forma oval ao invés de tabletes circulares da máquina de montagem 10.
A máquina de montagem 110 tem cartucheiras direi- ta, esquerda, e intermediária 112, 114 e 116, respectivamen- te. Como com a modalidade acima, os componentes podem ser carregados nas cartucheiras pelo usuário, ou podem ser pré- carregados pelo fabricante do componente. O usuário insere essas cartucheiras 112, 114 e 116, cheias com pílulas ovais, no bloco de suporte de cartucheira 118. Como com a primeira modalidade discutida acima, o bloco de suporte 118 mantém as cartucheiras de pílulas ovais fixas enquanto a máquina está em uso. As cartucheiras 112, 114 e 116 têm travas liberá- veis, como discutido acima, tal que as pílulas ovais não li- berarão até que elas engatem no propulsor recíproco 124.
O líquido ligante é aplicado à pílula intermediá- ria da mesma maneira descrita acima com relação à máquina de montagem 10, e o propulsor recíproco 124 move as pílulas em direção à frente da máquina. O suporte de canal 126 rodeia o trilho propulsor 120 e mantém as pílulas liberadas- no local tal que não haja movimento substancial depois que elas são ejetadas das cartucheiras 112, 114, e 116. O propulsor recí- proco 124 move as pílulas em direção a uma ranhura no supor- te de canal 126 formado pelas extremidades de suporte supe- rior e inferior 128 e 130. A forma da ranhura formada pelas extremidades de suporte superior e inferior 128 e 130 subs- tancialmente obedece à forma das pílulas (nesse caso, elíp- tica), assim impedindo qualquer movimento significativo das pílulas nesse ponto. Adicionalmente, as pílulas são mantidas no local pelo propulsor recíproco 124.
Com relação novamente à Figura 22, a máquina de montagem 110 também tem pinos de compressão direito e es- querdo 132 e 134, respectivamente. Os conjuntos de tabletes da máquina de montagem 110 são formados de uma maneira simi- lar aos conjuntos de tabletes do conjunto de tabletes da má- quina de montagem 10, com a exceção de que os pinos de com- pressão 132 e 134, e o suporte de canal 126 são projetados para substancialmente obedecer à forma das pílulas usadas na máquina 110.
Com relação às Figuras 27 até 32, uma terceira mo- dalidade da máquina de montagem da presente descrição é mos- trada, referida pelo número de referência 210. A modalidade mostrada pela máquina de montagem 210 é projetada para araar- rar a pluralidade de tabletes de componente juntos com uma estrutura de conexão tal como, por exemplo, um rebite. A má- quina de1 montagem 210 opera de um modo similar das máquinas de montagem das modalidades anteriores, com as exceções dis- cutidas abaixo.
Com relação em particular à Figura 27, uma máquina de montagem 210 tem cartucheiras de tablete direta, esquerda e intermediária 212, 214 e 216, respectivamente. Como com as modalidades acima, os . componentes podem ser carregados na cartucheira pelo usuário, ou podem ser pré-carregados pelo fabricante do componente. A máquina de montagem 210 também tem cartucheiras de rebites 217, que é carregada com os re- bites 2100 (Fig. 32) que fornecerão uma conexão mecânica da pluralidade de componentes para o conjunto de tablete final. O usuário insere essas cartucheiras 112, 114 e 116 no bloco de suporte de cartucheira 218. Como com a primeira modalida- de discutida acima, o bloco de suporte 218 mantém as cartu- cheiras fixas enquanto a máquina está em uso. As cartuchei- ras de tabletes 212, 214 e 216 têm travas liberáveis tal que os tabletes contidos nestas não liberarão até que elas sejam engatadas pelo propulsor reciproco 224. A máquina de monta- gem 210 também tem acionador de rebite 232, suporte de fixa- ção de tablete 228, extremidade de bloco inferior 230, e ba- se de acionador 234, todos os quais serão discutidos mais detalhadamente abaixo.
O propulsor reciproco 224 (mostrado na Figura 28) move os tabletes em direção à frente da máquina. Com relação especificamente à Figura 22, o bloco propulsor 220 tem enta- lhe 229 e extremidade de bloco inferior 230. 0 entalhe 229 é formado no bloco propulsor 220 próximo à extremidade de blo- co inferior 230, e é formado com uma forma que substancial- mente obedece à forma dos tabletes. Quando o propulsor recí- proco 224 move os tabletes liberados para frente, eles se acomodam no entalhe 229 e são mantidos fixadamente no local pelo suporte de fixação de tablete 228. O acionador de rebi- te 232 então atua, empurrando o rebite 2100 (Figura 32) da cartucheira de rebite 217 através dos furos pré-existentes no meio dos tabletes, que são mantidos pelo suporte de fixa- ção 228.
Como é mostrado na Figura 32, uma extremidade do rebite 2100 tem uma borda arredondada 2105, para facilitar a inserção nos tabletes, enquanto a extremidade oposta 2110 está aberta para receber o acionador de rebite 232. O diâme- tro do rebite 2100 é similar ou levemente maior do que dos furos nos tabletes, tal que quando montados, o atrito causa- do pelo ajuste entre o rebite 2100 e os tabletes é suficien- te para manter os tabletes juntos em um conjunto. (Um exem- plo dessa modalidade é também mostrado na Figura 47). Depois que o rebite 2100 é inserido nos tabletes, o conjunto de ta- blete é empurrado pela base do acionador 234 à lateral es- querda do bloco propulsor 220 e liberado em um receptáculo (não mostrado) que pode ser coletado por um usuário.
Com relação às Figs. 33 até 38, e em particular, à Fig. 38, uma quarta modalidade da máquina de montagem da presente descrição é mostrada, e geralmente referida pelo número de referência 300. No início do processo, um usuário pode preencher o banho líquido 316 via uma cavidade de libe- ração na tampa 317. O banho é localizado no suporte de banho 315 no trilho giratório 309 abrindo o segmento superior ar- ticulado 347 na tampa superior articulada 34 6. Como com as modalidades descritas acima, o liquido ligante usado pode ser qualquer liquido ligante comestível capaz de fornecer uma forte ligação entre os tabletes. Os tabletes podem tam- bém ser revestidos com um revestimento antes de serem carre- gados nas cartucheiras, que funcionará como um agente ligan- te quando em contato com líquido.
Duas cartucheiras de tablete frontais 343 e uma cartucheira de tablete traseira 344 são carregadas na máqui- na inserindo-as nas cavidades relevantes na cobertura supe- rior 346 e são suportadas pelas cavidades no trilho de ta- blete 308. Nessa modalidade, os tabletes são empilhados ho- rizontalmente. Uma ponta de pipeta 331 é ajustada ao encaixe de pipeta 330. A garrafa de pílulas 357 é inserida embaixo da calha 345 na protusão no invólucro 348.
Uma vez que a máquina de montagem 300 está conec- tada a uma fonte de alimentação, a máquina pode ser operada por botões no PCB de controle 350, que são protegidos pela tampa de controle 349. 0 PCB de controle 350 tem três comu- tadores de membrana - "On", "Off", e "Reset", e uma tela que seqüencialmente exibe o número de conjuntos de tabletes com- pletados. Um total de 30 revoluções é completado atualmente, a menos que o ciclo seja interrompido pelo usuário. A máqui- na de montagem 300 pode ser configurada para ciclo para com- pletar qualquer número de conjuntos de tabletes.
Mediante a operação da máquina de montagem 300, o trilho giratório 309 gira o contador no sentido horário, e o conjunto de pistão 320, que é conectado ao trilho 309, desce verticalmente para acomodar o primeiro elemento de tablete. A posição vertical do conjunto de pistão 320 é determinada pelo perfil do trilho de carne 304, ao qual ele é operacio- nalmente engatado. Na modalidade mostrada, o conjunto de pistão 320 é engatado ao trilho de carne 304 através do con- junto de cavilha de rolete de trilho 322, o qual engata o trilho de carne 304 através de uma ranhura no interior do trilho de carne 304. Mediante o alcance da posição da primei- ra cartucheira de tablete 343, uma posição elevada do poste giratório 313, que é operacionalmente conectado ao conjunto de pistão 320, se localiza em uma ranhura no interior do trilho de tablete 308 e viaja através de uma fenda na base da primeira cartucheira de tablete 343. O trilho de tablete 308 é estacionário, e mantém as cartucheiras de tablete 343 e 344 no local. A parte elevada do poste giratório 313 em- purra o tablete inferior através de uma abertura lateral da cartucheira de tablete 343 e o tablete é coletado no conjun- to de pistão 320.
A máquina de montagem 300 também tem uma ponta de pipeta 331 e uma haste de elevação de pipeta 332, que são operacionalmente conectadas ao trilho giratório 309, e um trilho de carne de pipeta 303, que é disposto embaixo do tri- lho de carne 304. Essa conexão entre a haste de elevação de pipeta 332, o trilho giratório 309, e um trilho de carne de pipeta 303 é tal que a haste de elevação de pipeta 332 é disposta em m furo no trilho giratório 309, e entra em con- tato com o trilho de carne de pipeta 303. Assim, à medida que o trilho giratório 309 rotaciona, a ponta de pipeta 331 é abaixada pelo descimento da haste de elevação de pipeta 332, que segue o perfil do trilho de came de pipeta 303. Uma alí- quota de líquido ligante é coletada por sucção na ponta da pipeta via a abertura na tampa 317. A sucção é criada na ponta da pipeta 331 por compressão do tubo flexível 353, que é conectada ao suporte de pipeta 328 e ao adaptador 329. O adaptador 329 é conectado ao encaixe 362 e encaixe de pipeta
330, que são, por sua vez, conectados à ponta da pipeta 331. O tubo flexível 353 é comprimido por engate com o trilho de estreitamento de entrada 324, que é estacionário, e conecta- do à espinha central 301 da maneira descrita abaixo. O tri- lho de estreitamento de entrada 324 pode ter uma protusão disposta neste tal que o tubo flexível 353 seja comprimido contra essa protusão mediante engate com a protusão. Esse desloca ar no tubo flexível 353. A compressão é liberada en- quanto a ponta da pipeta 331 é imersa no banho líquido 316, criando uma sucção que direciona fluido na ponta da pipeta
331. A haste de elevação de pipeta 332, novamente seguindo o perfil do trilho de came de pipeta 303, então sobe, elevando o suporte de pipeta 328. O trilho de estreitamento de exaus- tão 325 é também estacionário, e também conectado à espinha central 301 da maneira descrita abaixo. 0 trilho de estrei- tamento de exaustão 325 pode ter uma pluralidade de profu- sões dispostas mais adiante ao longo do caminho rotacional do trilho giratório.do que as profusões do trilho de entrada 324. Uma primeira protusão no trilho de estreitamento de e- xaustão 325 causa a rotação do suporte de pipeta 328, tal que a ponta da pipeta 331 é localizada acima do centro do elemento de tablete coletado. A haste de elevação de pipeta 332 então desce, seguindo o perfil do trilho de carne de pi- peta 303, e a segunda protusão no trilho de estreitamento de exaustão 325 comprime o tubo flexível 353, levando uma gotí- cuia a ser liberada na superfície superior do tablete cole- tado .
O trilho giratório 309 continua a viajar para po- sicionar o conjunto de pistão 320 abaixo da segunda cartu- cheira 344. O conjunto de pistão 320 é abaixado pelo eixo de carne 304, e o segundo elemento de tablete é coletado a par- tir da segunda cartucheira 344 e localizado no topo do pri- meiro elemento, da mesma maneira descrita acima. Uma outra alíquota de líquido ligante é então coletada e liberada no centro da superfície superior do segundo elemento, também da mesma maneira descrita acima. A rotação adicional do trilho 309 permite a coleta do elemento de tablete final e locali- zação no topo do segundo elemento.
A máquina de montagem 300 também tem carne propul- sor 326, que é estacionário e conectado à espinha central da maneira descrita abaixo. Uma lâmina propulsora 314, que é conectada ao trilho giratório 309, é movida radialmente para fora pelo carne propulsor 326, tal que o ressalto da lâmina propulsora 314 está acima do tablete montado. 0 tablete é então comprimido contra a lateral de baixo da lâmina propul- sora 314 elevando o conjunto de pistão 320 e o conjunto de tablete disposto neste. A pressão deveria ser tal que uma boa ligação entre os tabletes é assegurada. O trilho giratório 309 é então rotacionado até que o poste giratório 313 está adjacente ao teto da calha 345. O conjunto de pistão 320 desce para aliviar a compressão, e o conjunto de tablete é ejetado no recipiente de pilulas 357 por movimento radial externo adicional da lâmina propulsora 314.
O trilho de carne 304 é estacionário, e conectado a uma espinha central 301. A espinha central 301 é, por sua vez, conectada a uma lâmina base 337. O trilho de carne de pipeta 303, também estacionário, é conectado à espinha cen- tral 301. O trilho de estreitamento de entrada 324, o trilho de estreitamento de exaustão 325, e o carne de propulsor 326 são todos conectados a um pino de cavilha 360 que é conecta- do à espinha central 301. A engrenagem 310, que é disposta acima do trilho de carne da pipeta 303, é operacionalmente conectada a um conjunto de motor 305. Na modalidade mostra- da, essa conexão é com uma engrenagem de acionamento 306. O trilho giratório 309 é também operacionalmente conectado à engrenagem 310, tal como com mancais, para efetuar os movi- mentos do trilho giratório descrito acima. O conjunto de mo- tor 305 pode ser operacionalmente conectado a uma fonte de alimentação, tal como uma fonte de energia elétrica ou uma bateria.
A presente descrição também observa o uso de um sistema RFID e leitor de código de barras com a máquina de montagem 300, similar àquele das modalidades anteriores das máquinas de montagem descritas acima. O sistema de código de barras leria um código de barras da garrafa 357 e relataria informação de prescrição a um processador central. O proces- sador então atualizaria a informação do conjunto de tablete a partir de uma base de dados central. Os leitores RFID po- deriam ser empregados para ler etiquetas RFID localizadas nas cartucheiras de tabletes 343 e 344, assim assegurando que as corretas cartucheiras foram inseridas pelo usuário e impedindo a operação da máquina de montagem quando as cartu- cheiras incorretas são usadas.
Em adição, em todas as modalidades descritas acima das máquinas de montagem, a presente descrição observa o uso de sensores para detectar que um conjunto de tablete foi formado. Esses sensores podem ser localizados nas máquinas de montagem próximo onde o conjunto de tablete completo é ejetado da máquina. Os sensores poderiam usar ou cálculos dimensionais ou de. massa para determinar que o conjunto de tablete está completo. Por exemplo, para medir a massa do conjunto de tablete, uma célula de carga poderia ser usada. Como as massas envolvidas na medição dos conjuntos seriam pequenas, um extensiômetro seria preferencial. Extensiôme- tros semicondutores, calibradores de lâmina, ou dispositivos piezelétricos podem ser usados como o elemento sensor. O ca- librador usado para determinar a massa do tablete via ou ci- salhamento, compressão, ou forças de tensão.
A medição do conjunto de tablete completo pode também ser executada com tecnologia'de elemento sensor físi- ca, acústica, ou óptica. Os dispositivos de medição baseados em luz podem.empregar sensores de presença fotoelétricos ba- seados em transmitância ou refletância para detectar a pre- sença do elemento mais acima do conjunto de tablete. Esses sensores ópticos podem usar, por exemplo, tecnologias a la- ser, LED, infravermelha e de fibra óptica. Alternativamente, dispositivos de acoplamento carregados (CCDs) podem ser em- pregados para comparar dados de imagem adquiridos com limi- tes aceitáveis. Dispositivos acústicos, principalmente ul- tra-som, podem medir o tempo de vôo de som refletido para determinar um conjunto de tablete feito corretamente. 0 sen- soriamento físico pode ser executado usando um elemento sen- sor descartável ou uma sonda sensível ao toque posicionada para fazer contato com o elemento de tablete mais acima.
Com relação às Figuras 39 até 42, um primeiro e- xemplo de um produto ou conjunto de tablete que pode ser montado pelas modalidades exemplificadas aqui é mostrado, e referido pelo número de referência 400. O conjunto de table- te 400 tem o componente de topo 420, componente inferior 430, e componente intermediário 440, que podem todos ter di- ferentes agentes ativos e podem ter diferentes taxas de li- beração. O componente de topo 420 pode ter uma borda superi- or convexa 435, para igualmente facilitar a montagem e ade- rência entre os dois componentes.
Com relação às Figuras 43 até 46, um segundo exem- plo de um produto ou conjunto de tablete que pode ser monta- do pelas modalidades exemplificadas descritas aqui é mostra- do, e referido pelo número de referência 500. O conjunto de tablete 500 tem o componente de topo 520, o componente infe- rior 530 e o componente intermediário 540, que podem ter to- dos diferentes agentes ativos e podem ter diferentes taxas de liberação. 0 componente de topo 520 pode ter uma borda inferior curvada 525, e o componente intermediário 540 pode ter uma borda superior curvada 545, para facilitar a monta- gem e aderência entre os dois componentes. O componente in- termediário 540 pode ter também uma borda curvada inferior 547, e o componente inferior 530 pode ter uma borda superior curvada 535, para igualmente facilitar a montagem e aderên- cia entre os dois componentes.
Com relação à Figura 47, um terceiro exemplo dos conjuntos de tabletes que podem ser montados pelas modalida- des exemplificadas descritas aqui (especificamente a máquina de montagem 210) é mostrado, e referido pelo número de refe- rência 600. O conjunto de tablete 600 tem o componente supe- rior 620, componente inferior 630, e componente intermediá- rio 640 que podem todos ter diferentes agentes ativos e po- dem ter diferentes taxas de liberação. Os três componentes são mantidos juntos com rebite 650 (similar ao rebite 2100 descrito acima), que é inserido nos furos através do centro de cada componente. O rebite 650 tem uma extremidade frontal arredondada para facilitar a inserção, e o diâmetro é leve- mente maior do que aquele dos furos através dos componentes do tablete, tal que o encaixe de atrito mantém o conjunto junto.
Os exemplos acima do produto ou conjuntos de ta- bletes desejam ser ilustrativos de muitos tipos de conjuntos de tabletes que a máquina de montagem da presente descrição pode montar. Em adição àquelas mostradas nas Figuras 39 até 47, as máquinas de montagem da presente descrição podem ser adaptadas para formar uma variedade de diferentes tipos de conjuntos feitos a partir de uma variedade de formas e tama- nhos de tabletes. Dever-se-ia entender que características de uma das modalidades exemplificadas podem ser usadas com características das outras modalidades exemplifiçadas.
Este pedido refere-se aos seguintes pedidos co- pendentes, as descrições dos quais são aqui incorporadas em sua integridade: Pedido Provisório Norte-Americano No. 60/629876, depositado em 19 de Novembro de 2004 e Pedido Provisório Norte-Americano No. 60/631923, depositado em 30 de Novembro de 2004. Este pedido refere-se também à Publica- ção do Pedido de Patente Norte-Americana No. 2006/0141001, intitulado "PRODUTO FARMACÊUTICO", depositado em 18 de No- vembro de 2005, e que reivindica prioridade para o Pedido Provisório Norte-Americano No. Serial 60/661.552, depositado em 14 de Março de 2005, e Pedido Provisório Norte-Americano No. Serial 60/629.828, depositado em 19 de Novembro de 2004, as descrições das quais são todas aqui incorporadas por re- ferência.
As máquinas de montagem da presente descrição sen- do assim descritas com particular referência às formas pre- ferenciais dessas, estará obvio que várias mudanças e modi- ficações podem ser feitas nestas sem abandonar o espírito e escopo da presente descrição como definido aqui.
A descrição acima descreve completamente a máquina de montagem da presente descrição incluindo as modalidades preferenciais dessa. Modificações e aperfeiçoamentos das mo- dalidades especificamente descritas aqui estão dentro do es- copo das seguintes reivindicações. Sem elaboração adicional, crê-se que um versado na área pode, usando a descrição ante- rior, utiliza a presente descrição em sua extensão mais com- pleta. Portanto, os exemplos aqui são construídos como mera- mente ilustrativos e não uma limitação do escopo da presente descrição de qualquer forma. As modalidades da descrição na qual uma propriedade exclusiva ou privilégio é reivindicado são definidas como segue.

Claims (22)

1. Aparelho para montar um comprimido tendo pelo menos três componentes sólidos independentemente formados, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: pelo menos três cartucheiras de componente, cada uma mantendo uma pluralidade dos ditos componentes sólidos; um conjunto de propulsor em comunicação com as di- tas pelo menos três cartucheiras de componente para posicio- nar os componentes sólidos que são liberados a partir de pe- lo menos as três ditas cartucheiras de componentes; e um conjunto de conector em comunicação com o con- junto propulsor para conectar os componentes sólidos a par- tir de pelo menos cada uma das ditas três cartucheiras de componentes juntas para formar o comprimido.
2. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o conjunto de conector com- preende: um pulverizador que aplica um liquido ligante a pelo menos um dos componentes sólidos que são liberados a partir de cada uma das ditas cartucheiras de componentes e um ou mais pinos de compressão para pressionar os componen- tes sólidos juntos.
3. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o conjunto de conector com- preende: um dosador de rebite e um acionador de rebite em comunicação com o dito dosador de rebite, onde o dito acio- nador de rebite posiciona um rebite em um furo em cada um dos componentes sólidos que são liberados de cada uma das ditas cartucheiras de componentes para fornecer uma conexão mecânica para os componentes sólidos.
4. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o conjunto de propulsor com- preende um propulsor reciproco que retrai e libera componen- tes a partir das ditas cartucheiras de componente.
5. Aparelho, de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito pulverizador compreen- de uma bomba solenóide que é operacionalmente conectada a um fornecimento do dito liquido ligante, onde a dita bomba so- lenóide é ativável para direcionar liquido ligante a partir do dito fornecimento de liquido ligante, e para passá-lo a um dosador para aplicação a pelo menos um componente sólido.
6. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito conjunto de conector compreende: um braço de confinamento para receber e confinar os componentes sólidos em uma orientação alinhada, e pelo menos dois pinos de compressão opostos, cada um deles para aplicar pressão a uma extremidade oposta dos componentes sólidos alinhados.
7. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de que compreende: um microprocessador; pelo menos um dispositivo de coleta de dados; e uma interface, onde o dito microprocessador e o dito dispositivo de coleta de dados estão em comunicação e- letrônica com a dita interface.
8. Aparelho, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito dispositivo de coleta de dados compreende um sistema de identificação por radio- freqüência (RFID) e um leitor de código de barras, onde o dito sistema RFID e o dito sistema leitor de código de bar- ras estão cada um independentemente em comunicação eletrôni- ca com a dita interface.
9. Aparelho, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que as ditas cartucheiras de com- ponentes têm etiquetas RFID dispostas nelas, as ditas eti- quetas contêm informação sobre os componentes sólidos dis- postos nas ditas cartucheiras de componentes, onde o dito sistema RFID compreende uma antena, um módulo, e uma inter- face, os quais estão todos em comunicação eletrônica uns com os outros, e com a dita interface, e onde a dita antena lê a dita informação a partir das ditas etiquetas RFID e a comu- nica à dita interface, sendo que o dito leitor de código de barras está em comunicação eletrônica com a dita interface, e onde o dito leitor de código de barras lê um código de barras a partir de um dispositivo de coleta na frente do di- to aparelho para coletar o dito comprimido, e comunica o di- to código de barras à dita interface.
10. Aparelho, de acordo com a reivindicação 9, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita interface compreende um programa de software embutido nesta, onde o dito programa de software compara a informação comunicada a partir do dito leitor de código de barras e do dito sistema RFID, para as- segurar que as ditas cartucheiras de componentes são corre- tas para localização no dito aparelho.
11. Aparelho para montar um comprimido tendo pelo menos três componentes de comprimido sólidos independente- mente formados, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: pelo menos três cartucheiras de componentes, cada uma mantendo uma pluralidade dos ditos componentes sólidos; um conjunto de trilho em comunicação com as ditas pelo menos três cartucheiras de componentes para posicionar a pluralidade de ditos componentes sólidos que são liberados a partir de pelo menos as ditas três cartucheiras de compo- nentes; e um conjunto de conector em comunicação com o con- junto de trilho para conectar um da pluralidade de ditos componentes sólidos juntos de cada uma de pelo menos três cartucheiras de componentes.
12. Aparelho, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de que compreende um conjunto de pipeta que aplica um liquido ligante a pelo me- nos um da pluralidade dos ditos componentes sólidos, sendo que o dito conjunto de trilho adicionalmente compreende um trilho de carne de pipeta que é operacionalmente conectado ao dito trilho de pipeta, tal que mediante rotação do dito tri- lho giratório, o dito trilho de came de pipeta alternativa- mente abaixe e eleve o dito conjunto de pipeta.
13. Aparelho, de acordo com a reivindicação 12, CARACTERIZADO pelo fato de que o conjunto de trilho compre- ende um trilho giratório, um poste giratório, e um conjunto de pistão, todos operacionalmente conectados uns aos outros, tal que mediante rotação do dito trilho giratório, o dito poste giratório remove um da pluralidade dos ditos componen- tes de uma das ditas cartucheiras de componentes, um da plu- ralidade dos ditos componentes sólidos desse modo sendo dis- posto no dito conjunto de pistão, sendo que o dito conjunto de trilho adicionalmente compreende um trilho de carne que é operacionalmente conectado ao dito conjunto de pistão, tal que mediante rotação do dito trilho giratório, o dito trilho de carne alternativamente abaixe e eleve o dito conjunto de pistão.
14. Aparelho, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito conjunto de conector compreende uma lâmina de propulsor que está operacionalmente conectada ao dito trilho de carne e ao dito conjunto de pis- tão, tal que o produto farmacêutico é comprimido sob a dita lâmina de propulsor pelo dito conjunto de pistão depois que a pluralidade dos ditos componentes sólidos foi coletada a partir das ditas cartucheiras de componentes.
15. Método de montar um produto farmacêutico tendo pelo menos três componentes sólidos independentemente forma- dos, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: fornecer um separado dos ditos pelo menos três componentes sólidos em uma separada de pelo menos três car- tucheiras de componentes; liberar os ditos pelo menos três componentes sóli- dos a partir das ditas pelo menos três cartucheiras de com- ponentes; posicionar os ditos pelo menos três componentes sólidos que são liberados a partir das ditas pelo menos três cartucheiras de componentes; e conectar juntos os ditos pelo menos três componen- tes sólidos.
16. Método, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de que compreende a- plicar um liquido ligante a pelo menos um dos ditos compo- nentes sólidos e pressionar os ditos componentes sólidos juntos.
17. Método, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de que compreende a- cionar um rebite através de um furo em cada um dos componen- tes sólidos para fornecer uma conexão mecânica para os ditos componentes sólidos.
18. Método, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito posicionamento dos di- tos componentes sólidos é efetuado por um propulsor recipro- co que remove os ditos componentes sólidos das ditas cartu- cheiras, e alinha os ditos componentes em um braço de confi- namento.
19. Método, de acordo com a reivindicação 18, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de conectar juntos os ditos componentes sólidos adicionalmente compreende compri- mir as extremidades opostas dos ditos componentes sólidos alinhados com os pinos de compressão.
20. Método, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de que compreende co- letar dados de componente a partir das ditas cartucheiras de componentes e coletar dados de um recipiente que é empregado para coletar os comprimidos montados.
21. Método, de acordo com a reivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que os ditos dados de componente são comunicados através de uma etiqueta RFID disposta nas ditas cartucheiras de componentes, e onde a etiqueta RFID contém informação sobre os ditos componentes sólidos dispos- tos nas ditas cartucheiras de componentes, e sendo que os ditos dados coletados a partir do dito recipiente são comu- nicados através de um código de barras disposto no dito re- cipiente, onde o dito código de barras contém informação re- lacionada aos comprimidos montados.
22. Método, de acordo com a reivindicação 20, CARACTERIZADO adicionalmente pelo fato de que compreende comparar os ditos dados coletados a partir das ditas cartu- cheiras de componentes e os ditos dados coletados a partir do dito recipiente.
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