BRPI0618742A2 - estrutura óptica, material em folha, documento de segurança e/ou de valor e dispositivo de acondicionamento - Google Patents

estrutura óptica, material em folha, documento de segurança e/ou de valor e dispositivo de acondicionamento Download PDF

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micro
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Abstract

ESTRUTURA óPTICA, MATERIAL EM FOLHA, DOCUMENTO DE SEGURANçA E/OU DE VALOR E DISPOSITIVO DE ACONDICIONAMENTO. A presente invenção se refere a uma estrutura óptica, notadamente para um documento de segurança e/ou de valor, que compreende: uma primeira e uma segunda faces exteriores opostas, pelo menos uma primeira interface que compreende uma primeira rede de micro-relevos e que é disposta de maneira a que, quando se atravessa essa primeira interface no sentido da primeira face exterior para a segunda face exterior, passa-se de um primeiro meio que tem um primeiro índice de refração para um segundo meio que tem um segundo índice de refração superior ao primeiro, pelo menos uma segunda interface que compreende uma segunda rede de micro-relevos e que é disposta de maneira a que, quando se atravessa essa segunda interface no sentido da primeira face exterior para a segunda face exterior, passa-se de um terceiro meio que tem um terceiro índice de refração para um quarto meio que tem um quarto índice de refração inferior ao terceiro, cada interface tendo pelo menos uma porção deslocada em relação à outra interface quando a estrutura é observada de acordo com uma direção substancialmente perpendicular a pelo menos uma das faces exteriores.

Description

"ESTRUTURA ÓPTICA, MATERIAL EM FOLHA, DOCUMENTO DE SEGURANÇA E/OU DE VALOR E DISPOSITIVO DE ACONDICIONAMENTO"
A presente invenção se refere a uma estrutura óptica, notadamente para um documento de segurança e/ou de valor.
É conhecido pelo pedido internacional WO 03/082598 um documento com, em uma face, um dispositivo de segurança que compreende duas estruturas superpostas, cada uma delas podendo gerar uma imagem holográfica. De acordo com o ângulo de observação, a imagem holográfica de uma ou outra das estruturas aparece.
A patente US 5 301 981 descreve uma fita que compreende em uma primeira face micro-relevos que formam uma rede lenticular. A fita apresenta, em uma segunda face oposta à primeira, uma sucessão de tiras pretas paralelas dispostas de maneira a que, quando a fita é observada de acordo com uma direção perpendicular a seu plano, os feixes luminosos sejam dirigidos pelos micro-relevos para as tiras pretas. Isso dá uma imagem preta que forma uma tela para mascarar informações que figuram em um documento sobre o qual a fita é aposta.
E conhecida pelo pedido internacional WO 02/03104 uma estrutura óptica capaz de criar uma primeira imagem, por exemplo holográfica, em reflexão e uma segunda imagem em transmissão.
E conhecido ainda pelo pedido internacional WO 03/055692 um documento no qual é aplicada uma estrutura de relevos prismáticos que é totalmente refletora sob um certo ângulo de observação de maneira a mascarar informações que figuram no documento, e transparente sob um outro ângulo de observação de maneira a tornar aparentes essas informações.
A invenção visa propor uma estrutura óptica, notadamente para um documento de segurança e/ou de valor, que permite criar novos efeitos ópticos tendo em vista notadamente reforçar a segurança do documento contra uma eventual tentativa de contrafação.
A invenção tem assim como objeto, de acordo com um de seus aspectos, uma estrutura óptica, notadamente para um documento de segurança e/ou de valor, que compreende:
- uma primeira e uma segunda faces exteriores opostas,
- pelo menos uma primeira interface que compreende uma primeira rede de micro-relevos e que é disposta de maneira a que, quando se atravessa essa primeira interface no sentido da primeira face exterior para a segunda face exterior, passa-se de um primeiro meio que tem um primeiro índice de refração para um segundo meio que tem um segundo índice de refração superior ao primeiro,
- pelo menos uma segunda interface que compreende uma segunda rede de micro-relevos e que é disposta de maneira a que, quando se atravessa essa segunda interface no sentido da primeira face exterior para a segunda face exterior, passa-se de um terceiro meio que tem um terceiro índice de refração para um quarto meio que tem um quarto índice de refração inferior ao terceiro,
cada interface tendo pelo menos uma porção deslocada em relação à outra interface quando a estrutura é observada de acordo com uma direção substancialmente perpendicular a pelo menos uma das faces exteriores.
As interfaces podem por exemplo gerar efeitos ópticos, eventualmente variáveis de acordo com o ângulo de observação, que são diferentes de uma interface para a outra.
A invenção permite assim criar, em luz visível e/ou infravermelha e/ou ultravioleta, novos efeitos visuais a fim por exemplo de melhorar a estética de um documento e/ou a segurança desse último contra uma tentativa de contrafação.
As interfaces podem, se for o caso, ser inteiramente deslocadas uma em relação à outra, quer dizer sem porções que se sobrepõem.
Quando pelo menos uma das interfaces apresenta um contorno que define um motivo, em positivo ou em negativo, esse motivo pode apresentar um aspecto visual diferente do aspecto visual de uma zona que o circunda.
O motivo pode compreender por exemplo um caractere alfanumérico, um símbolo, um logotipo ou um desenho.
Em um exemplo de execução da invenção, pelo menos uma das redes de micro-relevos se sobrepõe pelo menos parcialmente, notadamente exatamente, a uma zona substancialmente lisa, desprovida de micro-relevo, de uma das faces exteriores.
Pelo menos uma das interfaces pode ser formada por exemplo em uma das faces exteriores da estrutura.
Pelo menos um dos primeiro e quarto meios pode ser formado pelo ar ambiente.
Os segundo e terceiro meios podem ser formados por exemplo por um mesmo material e ter o mesmo índice de refração, notadamente um material que tem um índice de refração superior a 1, notadamente 1,5, por exemplo 2.
Em variante, os segundo e terceiro meios podem ser formados por materiais diferentes e/ou que têm índices de refração diferentes.
O primeiro meio pode ser formado por exemplo por um primeiro material no qual é realizada a primeira rede de micro-relevos e o segundo meio por um segundo material colocado, notadamente por colocação sob vácuo, sobre o primeiro material.
O segundo material pode recobrir parcialmente ou inteiramente o primeiro material e formar, se for desejado, pelo menos um motivo. O segundo material pode formar, se for o caso, uma proteção exterior da estrutura óptica e apresentar um índice de refração por exemplo superior a 1,8.
O segundo material pode ser obtido por exemplo por vaporização, por exemplo de sulfeto de zinco que tem um índice de refração de cerca de 2,3.
De preferência, a diferença entre o segundo índice de refração e o primeiro índice de refração é superior a 0,1, de preferência ainda a 0,15, de preferência a 0,2 ou 0,3 ou 0,4. De preferência, essa diferença está compreendida entre 0,4 e 0,6.
De preferência, a diferença entre o terceiro índice de refração e o quarto índice de refração é superior a 0,1, de preferência ainda a 0,15, de preferência a 0,2 ou 0,3 ou 0,4. De preferência, essa diferença está compreendida entre 0,4 e 0,6.
Em um exemplo de execução da invenção, pelo menos uma das interfaces é disposta de maneira a que, para pelo menos uma primeira faixa de ângulos de observação, uma porção da estrutura perpendicular a essa interface apareça substancialmente transparente quando a estrutura é observada a partir de uma das primeira e segunda faces exteriores, notadamente em luz visível e/ou infravermelha e/ou ultravioleta.
Pelo menos uma das interfaces pode ser disposta de maneira a que, para pelo menos uma segunda faixa de ângulos de observação, uma porção da estrutura perpendicular a essa interface apareça substancialmente refletora quando a estrutura é observada a partir de uma face exterior, notadamente em luz visível e/ou infravermelha e/ou ultravioleta.
Vantajosamente, pelo menos uma das interfaces é disposta de maneira a que, para uma primeira faixa de ângulos de observação, uma porção da estrutura perpendicular a essa interface apareça substancialmente transparente quando a estrutura é observada a partir de uma face exterior predeterminada e, para uma segunda faixa de ângulos de observação, essa porção da estrutura apareça substancialmente refletora quando a estrutura é observada a partir da dita face exterior.
Assim, quando a ou as interfaces apresentam um contorno que define um motivo, esse último pode aparecer, em luz visível, com um aspecto refletor ou transparente de acordo com o ângulo de observação da estrutura.
A invenção pode, se for o caso, permitir, fazendo para isso variar o ângulo de observação, que o motivo seja percebido sucessivamente em positivo, com um aspecto refletor e circundado por uma zona transparente e, em negativo, com um aspecto transparente, circundado por uma zona refletora.
Em um exemplo de execução da invenção, pelo menos um dos micro-relevos apresenta substancialmente uma forma em prisma triangular.
A rede de micro-relevos pode ser disposta por exemplo de maneira a restituir um aspecto metalizado, notadamente refletor, quando a estrutura óptica é observada de acordo com uma faixa de ângulos predeterminada.
A ou as redes de micro-relevo podem por exemplo ser análogas àquela presente no filme comercializado pela sociedade 3M sob a denominação Scotch™ Optical Lighting Film.
Em um outro exemplo de execução, pelo menos um dos micro- relevos compreende pelo menos uma superfície curva, côncava ou convexa, cada superfície curva podendo criar um efeito de lente.
A superfície curva pode por exemplo ser uma superfície semicilíndrica ou em calota esférica, notadamente semi-esférica, essa lista não sendo limitativa.
De preferência, os micro-relevos apresentam uma espessura superior aos comprimentos de onda da luz visível, eventualmente da radiação próxima infravermelha ou ultravioleta.
Os micro-relevos podem apresentar uma espessura por exemplo superior a 1 μm. A espessura dos micro-relevos é de preferência inferior a 10 mm, notadamente a 1 mm.
Em um exemplo de execução da invenção, pelo menos uma parte dos micro-relevos se estende de acordo com uma direção longitudinal, os micro-relevos sendo substancialmente paralelos uns aos outros.
Os micro-relevos respectivamente das primeira e segunda redes podem ser idênticos e, em variante, por exemplo tendo formas e/ou dimensões diferentes.
Os micro-relevos das primeira e segunda redes podem ser realizados em um suporte comum, em uma mesma face desse suporte ou em duas faces opostas desse último.
A estrutura óptica pode compreender por exemplo um suporte com em uma face pelo menos uma rede de micro-relevos, a rede de micro- relevos sendo recoberta parcialmente por uma camada de revestimento que tem um índice de refração maior do que aquele do suporte de maneira a que a primeira interface seja formada entre o suporte e o ar ambiente e a segunda interface entre o suporte e a camada de revestimento, as primeira e segunda interfaces sendo notadamente adjacentes. A camada de revestimento pode compreender por exemplo sulfeto de zinco.
A estrutura óptica de acordo com a invenção pode assim ser realizada de maneira relativamente fácil devido ao fato de que um único conjunto de micro-relevos pode servir para formar as duas interfaces.
Em um outro exemplo de execução da invenção, as primeira e segunda redes de micro-relevos podem ser realizadas em suportes distintos.
A estrutura pode compreender, se for desejado, pelo menos um material eletricamente condutor.
A autenticação e/ou a identificação da estrutura pode assim ser baseada em uma medição da condutividade elétrica dessa última, além de sua observação visual. Em um exemplo de execução da invenção, a estrutura compreende pelo menos um suporte no qual é realizada pelo menos uma parte dos micro-relevos, o suporte sendo notadamente realizado em um material polimérico substancialmente transparente, tal como o poliéster ou o PMMA (polimetacrilato de metila).
O suporte pode compreender uma camada eletricamente condutora, por exemplo à base de um polímero condutor tal como o politiofeno ou seus derivados ou à base de um compósito de óxido de índio estanho.
A estrutura pode ser desprovida de metal, notadamente de uma camada metalizada.
Em um exemplo de execução da invenção, a estrutura óptica pode apresentar uma forma em tira com uma largura compreendida notadamente entre 1,5 mm e 100 mm, notadamente entre 2 mm e 45 mm.
A estrutura pode apresentar, em variante, substancialmente uma forma escolhida entre: uma forma poligonal, por exemplo retangular ou quadrada, uma forma oval, uma forma circular, essa lista não sendo limitativa.
Se for o caso, a estrutura pode ser disposta para poder ser transferida pelo menos parcialmente para uma face de um documento, a estrutura podendo compreender pelo menos uma camada de adesivo.
A estrutura pode compreender, além da rede de micro-relevos, pelo menos um elemento de autenticação e/ou de identificação escolhido entre pelo menos um dos elementos seguintes: um elemento de colocação em evidência de uma falsificação, notadamente visível e/ou detectável com o auxílio de um dispositivo específico de detecção, um elemento de efeito óptico variável, interferencial e/ou difrativo, iridescente ou de cristais líquidos, um revestimento magnético, marcadores detectáveis por fluorescência X, biomarcadores, um verniz ou uma tinta, marcadores luminescentes, fluorescentes ou fosforescentes, compostos fotocromáticos, termocromáticos, eletroluminescentes e/ou piezocromáticos e/ou que mudam de cor em contato com um ou com vários produtos predeterminados.
A estrutura pode compreender, se for o caso, pelo menos um material fluorescente sob radiação infravermelha e/ou ultravioleta, colocado por exemplo sob a forma de uma camada, notadamente sobre uma das faces da estrutura.
A invenção pode também permitir observar, em luz visível, sob excitações em radiação infravermelha e/ou ultravioleta, uma camada fluorescente subjacente, através da porção da estrutura que aparece transparente para a primeira faixa de ângulos de observação.
Para a segunda faixa de ângulos de observação, a porção precitada da estrutura sendo refletora, não permite a observação da fluorescência da camada subjacente.
A invenção tem ainda como objeto, de acordo com um outro de seus aspectos, independentemente ou em combinação com o que precede, uma estrutura óptica que compreende pelo menos uma rede de micro-relevos disposta de maneira a que, para uma primeira faixa de ângulos de observação, a porção da estrutura coberta pela rede apareça substancialmente refletora quando ela é observada a partir de uma face predeterminada e, para uma segunda faixa de ângulos de observação, essa porção apareça substancialmente transparente quando a estrutura é observada a partir da dita face.
Em um exemplo de execução da invenção, a estrutura é disposta de maneira a que, quando ela é observada sob um ângulo e a partir de uma face predeterminados, a estrutura apresente ao mesmo tempo pelo menos uma zona substancialmente transparente e pelo menos uma zona substancialmente refletora.
A invenção tem ainda como objeto, de acordo com um outro de seus aspectos, um material em folha que compreende uma estrutura óptica tal como definida acima.
A expressão "material em folha" pode designar na descrição e nas reivindicações uma folha fibrosa à base de fibras celulósicas e/ou sintéticas, que apresenta uma estrutura monocamada ou multicamada, compósita ou não. Um material em folha pode por exemplo apresentar uma espessura relativamente pequena, notadamente inferior ou igual a 3 mm, por exemplo igual a cerca de 100 μηι, e ser flexível. Em um exemplo de execução da invenção, o material em folha pode ser acondicionado em bobina, notadamente antes de ser recortado no formato desejado. A expressão "material em folha" pode também designar um filme flexível ou rígido, de estrutura monolítica ou multicamada.
A estrutura óptica compreende vantajosamente pelo menos uma porção aparente em uma face do material em folha.
A estrutura óptica pode ser parcialmente embutida na massa do material em folha, esse último compreendendo notadamente pelo menos uma janela que deixa livre a estrutura óptica.
Quando a estrutura óptica apresenta uma forma em tira, essa última pode se estender de uma primeira borda do material em folha até uma segunda borda, oposta à primeira.
Em variante, a estrutura óptica é disposta em uma face do material em folha, sendo por exemplo coada sobre essa face.
Em um exemplo de execução da invenção, o material em folha compreende pelo menos um elemento de informação tal como um caractere alfanumérico, um símbolo, um logotipo ou um desenho, a estrutura óptica sendo disposta de maneira a poder mascarar substancialmente o elemento de informação quando essa estrutura é observada de acordo com uma primeira faixa de ângulos e apresenta um aspecto refletor.
O material em folha pode compreender pelo menos uma camada fibrosa ou, em variante, uma matéria plástica. De acordo com o caso, pelo menos uma das primeira e segunda faces exteriores da estrutura óptica pode estar em contato com o ar ambiente ou com a matéria fibrosa do material em folha.
A invenção tem ainda como objeto, de acordo com um outro de seus aspectos, um documento de segurança e/ou de valor que compreende um material em folha tal como definido acima.
P documento pode constituir um dos elementos seguintes: uma cédula de dinheiro, um documento de identidade, uma folha ou uma capa de passaporte, um visto, um cupom, um documento de valor que não seja uma cédula de dinheiro, por exemplo um cheque ou um cartão de crédito, uma etiqueta de proteção e/ou de autenticação, uma etiqueta de assinalamento.
A invenção também tem como objeto, de acordo com um outro de seus aspectos, um dispositivo de acondicionamento, notadamente uma embalagem, que compreende um material em folha tal como definido acima.
A invenção tem ainda como objeto, de acordo com um outro de seus aspectos, um processo de autenticação e/ou de identificação de um artigo, notadamente um documento, que compreende uma estrutura óptica tal como definida acima, o processo compreendendo as etapas seguintes:
- observar os efeitos visuais, notadamente um aspecto transparente e/ou refletor, da estrutura óptica, notadamente sob pelo menos dois ângulos diferentes,
- concluir no que diz respeito à autenticidade e/ou à identidade do artigo pelo menos graças a essa observação.
Quando a estrutura óptica compreende pelo menos um material eletricamente condutor, notadamente não metálico, por exemplo um polímero condutor, o processo pode compreender as seguintes etapas:
- medir a condutividade elétrica da estrutura,
- concluir no que diz respeito à autenticidade e/ou à identidade do artigo pelo menos traças a essa medição. A invenção poderá ser melhor compreendida com a leitura da descrição detalhada que vai se seguir, de exemplos de execução não limitativos da invenção, e com o exame do desenho anexo, no qual:
- as figuras 1 e 2 representam, esquematicamente e parcialmente, uma estrutura óptica de acordo com a invenção, observada
respectivamente de acordo com dois ângulos diferentes,
- a figura 3 ilustra, esquematicamente e parcialmente, uma rede de micro-relevos da estrutura óptica das figuras 1 e 2,
- a figura 4 ilustra muito esquematicamente o trajeto dos feixes luminosos na estrutura da figura 3,
- a figura 5 representa, esquematicamente e parcialmente, em corte, a estrutura óptica da figura 1,
- as figuras 6 e 7 representam, esquematicamente e parcialmente, dois documentos de acordo com exemplos da invenção,
- a figura 8 representa, esquematicamente e parcialmente, em perspectiva, uma embalagem de acordo com a invenção, e
- as figuras 9 a 16 representam, esquematicamente e parcialmente, em corte, diferentes exemplos de estruturas ópticas de acordo com a invenção.
no desenho, com uma preocupação de clareza, as proporções relativas dos diferentes elementos representados nem sempre foram respeitadas, as vistas sendo esquemáticas.
Foi representada nas figuras 1, 2 e 5 uma estrutura óptica 1 de acordo com um exemplo de execução da invenção, que apresenta uma primeira e segunda faces exteriores opostas 2 e 3.
A estrutura óptica 1 compreende em cada uma das faces 2 e 3 pelo menos uma rede de micro-relevos 5 que se estende em uma porção 4 somente da face 2 ou 3 correspondente, como ilustrado na figura 5.
A estrutura 1 apresenta uma primeira interface 11, respectivamente uma segunda interface 12, formada pela ou pelas rede s 5 de micro-relevos da primeira face 2, respectivamente da segunda face 3, como ilustrado na figura 5.
Cada rede 5 compreende no exemplo considerado micro- relevos 6 representados na figura 3, em forma de prisma triangular que apresenta cada um deles dimensões, em seção transversal, superiores aos comprimentos de onda da luz visível, e eventualmente da radiação próxima infravermelha. Essas dimensões, notadamente a espessura e dos micro- relevos, podem por exemplo ser superiores a 1 μm, notadamente a 1,2 μm.
Por exemplo, a distância d entre os cumes dos dois prismas adjacentes pode estar compreendida entre 100 μπι e 900 μm, sendo por exemplo próxima de 350 μm.
A espessura e de um prisma pode estar compreendida por exemplo entre 50 μm e 300 μm, sendo por exemplo próxima de 170 μm.
A espessura máxima E da estrutura óptica 1 pode estar compreendida entre 100 μm e 900 μm, sendo por exemplo próxima de 500 μm.
Como ilustrado na figura 3, o ângulo a entre uma normal local X à estrutura óptica 1 e uma face de micro-relevo 6 pode estar compreendido entre 30° e 60°, sendo por exemplo próximo de 45°.
As dimensões e os ângulos dos micro-relevos 6 são vantajosamente escolhidos em função do índice de refração do ou dos materiais utilizados na estrutura 1.
Os micro-relevos 6 formam estrias paralelas no exemplo considerado.
A rede de micro-relevos 5 pode por exemplo ser análoga àquela presente no filme comercializado pela sociedade americana 3M sob a denominação Scotch™ Optical Lighting Film.
A estrutura 1 é de preferência flexível, podendo por exemplo ser dobrável.
Os micro-relevos 6 são realizados em um material 15 que tem um índice de retração superior ao índice de refração do ar, esse material podendo ser por exemplo um polímero transparente tal como o poliéster ou o PMMA.
Os micro-relevos 6 podem ser obtidos por exemplo por gravura, mecânica ou química.
Em variante, os micro-relevos 6 podem ser obtidos por impressão de uma tinta ou por impressão em relevo.
Quando se atravessa a primeira interface 11 no sentido da primeira face 2 para a segunda face 3, passa-se de um primeiro meio de índice de refração ni (formado pelo ar ambiente) para um segundo meio (formado pelo material 15) de índice de refração n2 maior do que ηχ.
Quando se atravessa a segunda interface 12 no sentido da primeira face 2 para a segunda face 3, passa-se de um terceiro meio de índice n3 (formado pelo material 15, com n3 = n2) para um quarto meio (formado pelo ar ambiente) de índice de refração n4 menor. Tem-se portanto n4 = n1.
Cada rede de micro-relevos 5 na face 2, respectivamente na face 3, se sobrepõe exatamente a uma zona substancialmente lisa 8 da outra face.
Como ilustrado na figura 4, um feixe luminoso A que penetra na estrutura óptica 1, ao nível de uma porção 4 da segunda face 3 que tem uma rede de micro-relevos 5, com um ângulo compreendido no intervalo [a1; a2] em relação à normal X, é refletido pela face oposta 2, de modo que a porção da estrutura 1 perpendicularmente à rede 5 apareça com um aspecto refletor.
Um feixe luminoso B que penetra na estrutura óptica, ao nível da porção 4, com um ângulo compreendido no intervalo ]a0; a2] em relação à normal X, sai pela face 2 oposta de modo que a porção da estrutura 1 perpendicularmente à rede 5 apareça com um aspecto transparente.
Os ângulos ao, ai e a2 podem por exemplo ser substancialmente iguais a respectivamente 0o, 45° e 90°.
Um feixe luminoso C que penetra na estrutura óptica 1, ao nível de uma zona 8 substancialmente lisa da primeira face 2, com um ângulo compreendido no intervalo [a3; a4] em relação à normal X, é refletido pela rede de micro-relevos 5 na face oposta 3 de modo que a porção da estrutura perpendicularmente à rede 5 apareça com um aspecto substancialmente refletor.
Um feixe luminoso D que penetra na estrutura óptica 1 pela zona 8 com um ângulo compreendido no intervalo [a4; a5] em relação à normal X, sai pela face oposta 3 de modo que a porção da estrutura 1 perpendicularmente à rede 5 apareça com um aspecto substancialmente transparente.
Os ângulos a3, a4 e a5 podem por exemplo ser substancialmente iguais a respectivamente 0o, 45° e 90°.
A ou as redes de micro-relevos 5 podem definir, em positivo ou em negativo, pelo menos um motivo 10 formado por exemplo por um texto, um símbolo, um logotipo e/ou um desenho.
Quando a estrutura óptica 1 é observada a partir da face 2 de acordo com uma primeira faixa de ângulos, que corresponde por exemplo ao intervalo [a4; a5], o motivo 10 pode aparecer de maneira substancialmente transparente circundado por uma zona substancialmente refletora, como ilustrado na figura 1.
Quando a estrutura 1 é observada a partir da face 2 de acordo com uma segunda faixa de ângulos, que corresponde por exemplo ao intervalo [a3; a3], o motivo 10 pode aparecer com um aspecto substancialmente refletor circundado por uma zona substancialmente transparente, como ilustrado na figura 2. A estrutura 1 pode compreender, se for o caso, uma sucessão de motivos 10 que se repetem de maneira regular de acordo com uma direção.
A rede de micro-relevos 5 pode ser disposta de maneira a restituir um aspecto metálico refletor em função do ângulo de observação.
O material 15 no qual são formadas as redes de micro-relevos 5 pode ser à base de um polímero transparente.
A autenticação e/ou a identificação com o auxílio da estrutura 1 pode assim compreender, se for o caso, as seguintes etapas:
- medir a condutividade elétrica da estrutura 1, concluir no que diz respeito à autenticidade e/ou à identidade da estrutura 1 pelo menos graças a essa medição.
A estrutura 1 pode apresentar uma forma em tira com uma largura compreendida notadamente entre 1,5 mm e 100 mm.
Foi representado na figura 6 um documento de segurança e/ou de valor 20 constituído por uma cédula de dinheiro, esse documento compreendendo um material em folha 21 formado por uma camada fibrosa na qual é parcialmente embutida a estrutura óptica 1.
A estrutura 1 se estende de uma primeira borda 23 do material em folha 21 até uma segunda borda 24 oposta à primeira.
O material em folha 21 pode compreender uma ou várias janelas 22 que deixam livre a estrutura óptica 1.
A ou as janelas podem ser realizadas por exemplo com o auxílio de relevos presentes em um cilindro de tecido rotativo de uma máquina de papel que serve para fabricar o material em folha, como está descrito por exemplo nos pedidos de patente EP 0 860 298 e EP 0 625 431.
Foi representada na figura 7 uma estrutura óptica 1 que apresenta uma forma por exemplo substancialmente retangular, essa estrutura 1 sendo aposta em uma face do material em folha 21, sem ser embutida na massa desse material 21, sendo por exemplo colada em cima dele com o auxílio de uma camada de adesivo, eventualmente sob temperatura e pressão.
A estrutura óptica 1 pode ser disposta para mascarar pelo menos um elemento de informação 25 presente no material em folha 21 quando a estrutura 1 aparece com um aspecto refletor. O elemento de informação 25 se torna visível através de uma porção 26 da estrutura 1 quando essa última é observada de acordo com um ângulo de observação adequado.
O elemento de informação 25 pode ser por exemplo impresso em uma face do material em folha 21.
O documento 20 pode constituir, em variante, um dos seguintes elementos: um documento de identidade, uma folha ou uma capa de passaporte, um visto, um cupom, um documento de valor que não seja uma cédula de dinheiro, por exemplo um cheque ou um cartão de crédito, uma etiqueta de proteção e/ou de autenticação, uma etiqueta de assinalamento.
Foi representado na figura 8 um dispositivo de acondicionamento 30 tal como uma embalagem, por exemplo uma caixa, com uma estrutura óptica 1 aposta em uma face 31 da caixa 30.
A estrutura óptica 1 pode compreender, além da ou das redes de micro-relevos 5, pelo menos um elemento de autenticação e/ou de identificação escolhido entre pelo menos um dos elementos seguintes: um elemento de colocação em evidência de uma falsificação, notadamente visível e/ou detectável com o auxílio de um dispositivo específico de detecção, um elemento de efeito óptico variável, interferencial e/ou difrativo, iridescente ou de cristais líquidos, um revestimento magnético, marcadores detectáveis por fluorescência X, biomarcadores, um verniz ou uma tinta, marcadores luminescentes, fluorescentes ou fosforescentes, compostos fotocromáticos, termocromáticos, eletroluminescentes e/ou piezocromáticos e/ou que mudam de cor em contato com um ou com vários produtos predeterminados.
A estrutura óptica 1 pode compreender um suporte monolítico 29 à base do material 15, nas faces 2 e 3 do qual são formadas as redes de micro-relevos 5, como ilustrado na figura 5.
Em variante, como ilustrado na figura 9, a estrutura óptica 1 pode compreender um suporte monolítico 30 tal como um filme, que apresenta uma primeira face 21 inteiramente lisa e, em uma segunda face 32 oposta à primeira 31, porções 4 cobertas por uma ou várias redes 45 de micro- relevos separados por zonas 8 substancialmente lisas.
A estrutura 1 compreende por outro lado pelo menos um elemento 33 de superfície menor do que o suporte 30 e fixado, por exemplo por colagem, na face 31 desse suporte 30, elemento 33 esse que compreende em uma face uma rede de micro-relevos 5 que recobre exatamente uma zona substancialmente lisa 8 da face 32 do suporte 30.
A face exterior 2 da estrutura 1 é formada ao mesmo tempo pela face 31 do suporte 30 e pela rede 5 de micro-relevos do elemento 33.
Os micro-relevos 5 podem por exemplo estar presentes inicialmente em toda a face 32 do suporte 30 e alguns desses micro-relevos são submetidos a um tratamento para ser suprimidos, por exemplo por ataque químico ou por ação mecânica, a fim de criar as zonas substancialmente lisas 8.
No exemplo ilustrado na figura 10, a estrutura óptica 1 é formada por uma pluralidade de elementos 33 dispostos de um lado e de outro de um suporte intermediário 35 formado por exemplo por um filme transparente, de maneira a que uma rede de micro-relevos 5 de um elemento 33 em uma face do suporte 35 seja disposta perpendicularmente a uma zona 36 desprovida de elemento 33 da outra face do suporte.
Em variante, como ilustrado na figura 11, os elementos 33 podem ser dispostos em um mesmo lado do suporte 35 formado por exemplo por um filme adesivo transparente. Pelo menos um dos elementos 33 pode provir por exemplo do corte de um suporte monolítico 30 com micro-relevos, elo menos um dos elementos 33 sendo revirado e recolocado no espaço deixado pelo corte.
No exemplo ilustrado na figura 12, a estrutura óptica 1 compreende dois suportes 30 com micro-relevos, fixados em duas faces opostas de um suporte intermediário 35.
No exemplo ilustrado na figura 13, a estrutura óptica 1 é recoberta em cada uma de suas duas faces opostas 2 e 3 por uma camada de um revestimento 37 tal como um verniz transparente. O conjunto 39 assim formado apresenta faces exteriores substancialmente lisas.
As camadas 37 nas faces 2 e 3 podem ter índices de refração idênticos ou não.
Foi representada na figura 14 uma estrutura óptica 40 que compreende um suporte 41 realizado à base de um material polimérico transparente, associado eventualmente a um polímero eletricamente condutor, e que apresenta faces opostas 42 e 43.
No exemplo ilustrado, a face 42 do suporte 41 é inteiramente recoberta por uma rede de micro-relevos 5.
A face 43 é inteiramente lisa, desprovida de micro-relevos.
A estrutura óptica 40 compreende por outro lado uma camada de revestimento 45 que recobre a rede de micro-relevos 5, em uma porção da face 42.
A camada de revestimento 45 pode ser colocada por exemplo pr colocação sob vácuo, notadamente por vaporização, de um material que tem um índice de refração superior ao índice de refração do material do suporte 41.
A camada de revestimento 45 contém por exemplo sulfeto de zinco que tem um índice de refração de cerca de 2,3, o suporte 41 sendo realizado por exemplo à base de um polímero que tem um índice de refração de cerca de 1,5. A estrutura 40 apresenta assim duas interfaces formadas pelos micro-relevos 5. Uma das interfaces separa o material 15 do ar ambiente, e a outra das interfaces separa o material 15 do material da camada de revestimento 45, o que permite produzir efeitos ópticos diferentes de acordo com o ângulo de observação.
A camada de revestimento 45 pode apresentar uma espessura superior à espessura da rede de micro-relevos 5, como ilustrado na figura 14.
Em variante, a camada de revestimento 45 pode apresentar uma espessura máxima substancialmente igual à espessura das redes de micro-relevos 5, como ilustrado na figura 15.
Se for desejado, a camada 45 pode formar um motivo.
Naturalmente, a invenção não está limitada aos exemplos de execução que acabam de ser descritos.
Por exemplo, os micro-relevos podem apresentar uma forma diferente da forma prismática.
Foi ilustrada na figura 16 uma estrutura óptica 50 que apresenta, em cada uma das faces opostas 51 e 52, pelo menos uma rede de micro-relevos 53, cada micro-relevo tendo substancialmente uma forma de meio cilindro.
Cada rede de micro-relevos 53 se estende em frente a uma porção substancialmente lisa 54 da face oposta.
Os micro-relevos 53 formam lentes que produzem efeitos ópticos diferentes de acordo com que o feixe luminoso atravessa primeiro a rede de micro-relevos 53 ou a zona substancialmente lisa 54, como pode ser constatado a partir dos trajetos dos feixes luminosos F e G na figura 16.
As características dos diferentes modos de realização descritos podem ser combinadas entre si no centro de variantes não ilustradas.
A expressão "que compreende um" deve ser compreendida como sendo sinônimo de "que compreende pelo menos um" exceto se o contrário estiver especificado.

Claims (36)

1. Estrutura óptica, notadamente para um documento de segurança e/ou de valor, caracterizada pelo fato de que ela compreende: - uma primeira e uma segunda faces exteriores opostas, - pelo menos uma primeira interface que compreende uma primeira rede de micro-relevos e que é disposta de maneira a que, quando se atravessa essa primeira interface no sentido da primeira face exterior para a segunda face exterior, passa-se de um primeiro meio que tem um primeiro índice de refração para um segundo meio que tem um segundo índice de refração superior ao primeiro, - pelo menos uma segunda interface que compreende uma segunda rede de micro-relevos e que é disposta de maneira a que, quando se atravessa essa segunda interface no sentido da primeira face exterior para a segunda face exterior, passa-se de um terceiro meio que tem um terceiro índice de refração para um quarto meio que tem um quarto índice de refração inferior ao terceiro, cada interface tendo pelo menos uma porção deslocada em relação à outra interface quando a estrutura é observada de acordo com uma direção substancialmente perpendicular a pelo menos uma das faces exteriores.
2. Estrutura de acordo com a reivindicação precedente, caracterizada pelo fato de que as interfaces são inteiramente deslocadas uma em relação à outra quando a estrutura é observada de acordo com a dita direção substancialmente perpendicular a pelo menos uma das faces exteriores.
3. Estrutura de acordo com uma das duas reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que pelo menos uma das interfaces apresenta um contorno que define um motivo tal como um caractere alfanumérico, um símbolo, um logotipo ou um desenho.
4. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que pelo menos uma das redes de micro-relevos se sobrepõe pelo menos parcialmente, notadamente exatamente, a uma zona substancialmente lisa de uma das faces exteriores.
5. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que pelo menos uma das interfaces é formada em pelo menos uma das faces exteriores da estrutura.
6. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que pelo menos um dos primeiro e quarto meios é formado pelo ar ambiente.
7. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que os segundo e terceiro meios são formados por um mesmo material.
8. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 6, caracterizada pelo fato de que os segundo e terceiro meios são formados por materiais diferentes e/ou que têm índices de refração diferentes.
9. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que o primeiro meio é formado por um primeiro material no qual é realizada a primeira rede de micro-relevos e o segundo meio por um segundo material colocado, notadamente por colocação sob vácuo, sobre o primeiro material.
10. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que pelo menos uma das interfaces é disposta de maneira a que, para pelo menos uma primeira faixa de ângulos de observação, uma porção da estrutura perpendicular a essa interface apareça substancialmente transparente quando a estrutura é observada a partir de uma das primeira e segunda faces exteriores.
11. Estrutura de acordo com a reivindicação precedente, caracterizada pelo fato de que a dita face é disposta para ser transparente à luz visível e/ou infravermelha e/ou ultravioleta para a primeira faixa de ângulos de observação.
12. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que pelo menos uma das interfaces é disposta de maneira a que, para pelo menos uma segunda faixa de ângulos de observação, uma porção da estrutura perpendicular a essa interface apareça substancialmente refletora quando a estrutura é observada a partir de uma face exterior.
13. Estrutura de acordo com a reivindicação precedente, caracterizada pelo fato de que a dita face é disposta para refletir a luz visível e/ou infravermelha e/ou ultravioleta para a segunda faixa de ângulos de observação.
14. Estrutura de acordo com as reivindicações 10 a 13, caracterizada pelo fato de que pelo menos uma das interfaces é disposta de maneira a que, para uma primeira faixa de ângulos de observação, uma porção da estrutura perpendicular a essa interface apareça substancialmente transparente quando a estrutura é observada a partir de uma face exterior predeterminada e, para uma segunda faixa de ângulos de observação, essa porção da estrutura apareça substancialmente refletora quando a estrutura é observada a partir da dita face exterior.
15. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que pelo menos um dos micro-relevos apresenta substancialmente uma forma em prisma triangular.
16. Estrutura de acordo com a reivindicação precedente, caracterizada pelo fato de que a rede de micro-relevos é disposta de maneira a restituir um aspecto metalizado, notadamente refletor, quando a estrutura óptica é observada de acordo com uma faixa de ângulos predeterminada.
17. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que pelo menos um dos micro-relevos compreende pelo menos uma superfície curva, côncava ou convexa.
18. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que os micro-relevos apresentam uma espessura superior aos comprimentos de onda da luz visível, notadamente da radiação próxima infravermelha, notadamente superior a 1 μm.
19. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que pelo menos uma parte dos micro- relevos se estende de acordo com uma direção longitudinal, os micro-relevos sendo substancialmente paralelos uns aos outros.
20. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que os micro-relevos respectivamente das primeira e segunda redes são idênticos.
21. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que os micro-relevos das primeira e segunda redes são realizados em um suporte comum.
22. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que ela compreende um suporte com em uma face pelo menos uma rede de micro-relevos, a rede de micro-relevos sendo recoberta parcialmente por uma camada de revestimento que tem um índice de refração maior do que aquele do suporte de maneira a que a primeira interface seja formada entre o suporte e o ar ambiente e a segunda interface entre o suporte e a camada de revestimento, as primeira e segunda interfaces sendo notadamente adjacentes.
23. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações la 20, caracterizada pelo fato de que as primeira e segunda redes de micro- relevos são realizadas em suportes distintos.
24. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que ela compreende pelo menos um material eletricamente condutor.
25. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que ela compreende pelo menos um suporte no qual é realizada pelo menos uma parte dos micro-relevos, o suporte sendo realizado substancialmente transparente, notadamente um polímero.
26. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que ela compreende pelo menos um material fluorescente sob radiação infravermelha e/ou ultravioleta.
27. Estrutura de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que a diferença entre o segundo índice de refração e o primeiro índice de refração e/ou entre o terceiro índice de refração e o quarto índice de refração é superior a 0,1.
28. Estrutura de acordo com a reivindicação precedente, caracterizada pelo fato de que a dita diferença é superior a 0,2
29. Estrutura de acordo com as reivindicações 27 ou 28, caracterizada pelo fato de que a dita diferença está compreendida entre 0,4 e 0,6.
30. Material em folha caracterizado pelo fato de que ele compreende uma estrutura óptica de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes.
31. Material de acordo com a reivindicação precedente, caracterizado pelo fato de que a estrutura óptica é pelo menos parcialmente embutida na massa do material em folha.
32. Material de acordo com a reivindicação precedente, caracterizado pelo fato de que ele compreende pelo menos uma janela que deixa livre a estrutura óptica.
33. Material de acordo com uma qualquer das reivindicações 30 a 32, caracterizado pelo fato de que ele compreende pelo menos um elemento de informação, a estrutura óptica sendo disposta de maneira a poder mascarar substancialmente o elemento de informação quando a estrutura óptica é observada de acordo com uma primeira faixa de ângulos e apresenta um aspecto refletor.
34. Material em folha de acordo com uma qualquer das reivindicações 30 a 33, caracterizado pelo fato de que ele compreende uma base de fibras celulósicas ou sintéticas.
35. Documento de segurança e/ou de valor caracterizado pelo fato de que ele compreende um material em folha tal como definido em uma qualquer das reivindicações 30 a 34.
36. Dispositivo de acondicionamento, notadamente uma embalagem, caracterizado pelo fato de que ele compreende um material em folha definido em uma qualquer das reivindicações 30 a 34.
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