BRPI0618954A2 - concentrados de suspensão aquosos - Google Patents

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BRPI0618954A2
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BR
Brazil
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suspension concentrate
component
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active substances
surfactants
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Application number
BRPI0618954-7A
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Inventor
Gerhard Frisch
Ulrike Ebersold
Roland Deckwer
Janine Rude
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Bayer Cropscience Ag
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    • A01AGRICULTURE; FORESTRY; ANIMAL HUSBANDRY; HUNTING; TRAPPING; FISHING
    • A01NPRESERVATION OF BODIES OF HUMANS OR ANIMALS OR PLANTS OR PARTS THEREOF; BIOCIDES, e.g. AS DISINFECTANTS, AS PESTICIDES OR AS HERBICIDES; PEST REPELLANTS OR ATTRACTANTS; PLANT GROWTH REGULATORS
    • A01N43/00Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing heterocyclic compounds
    • A01N43/72Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing heterocyclic compounds having rings with nitrogen atoms and oxygen or sulfur atoms as ring hetero atoms
    • A01N43/82Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing heterocyclic compounds having rings with nitrogen atoms and oxygen or sulfur atoms as ring hetero atoms five-membered rings with three ring hetero atoms

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Abstract

CONCENTRADOS DE SUSPENSãO AQUOSOS A presente invenção refere-se a concentrados de suspensão aquosos, que contêm (1) uma ou mais substâncias ativas do grupo dos oxadiazóis, (2) um ou mais tensoativos na base de éteres fenólicos substituidos, salmos, (3) um ou mais espessantes na base de silicato de alumínio, e (4) opcionalmente, outros adjuvantes de formulação, bem como (5), opcionalmente, outros tensoativos, diferentes do componente (2). Desse modo, são possibilitados, além da inibição do crescimento de cristais, entre outros, também agentes herbicidas aquosos, altamente concentrados, com boa ditribuição de substâncias ativas.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "CONCEN- TRADOS DE SUSPENSÃO AQUOSOS".
DESCRIÇÃO
A presente invenção refere-se à área técnica das formulações de substâncias ativas.
Substâncias ativas podem, em princípio, ser formuladas de mui- tas maneiras diferentes, sendo que as propriedades das substâncias ativas e as maneiras de formulação podem apresentar problemas no que refere-se à produção, estabilidade, aplicabilidade e eficiência das formulações. Além disso, determinadas formulações são mais vantajosas do que outras por ra- zões econômicas e ecológicas.
Formulações na base de água têm, em geral, a vantagem de que elas necessitam de uma parte menor ou nenhuma parte de solventes orgânicos.
Por outro lado existe, em geral, uma demanda por formulações altamente concentradas de substâncias ativas, porque a concentração mais alta tem muitas vantagens; por exemplo, com formulações altamente con- centradas é necessário um dispêndio menor de embalagem do que com formulações de baixa concentração. Correspondentemente, são reduzidos os dispêndios com produção, transporte e armazenamento; também é sim- plificada, por exemplo, a preparação das caldas de pulverização usadas na agricultura, pelas quantidades menores, por exemplo, de defensivos, que precisam ser manuseadas, tal como, por exemplo, no processo de carga e mistura.
Concentrados de suspensão aquosos, de alta concentração, são conhecidos, tal como, por exemplo, de enxofre (EP-A 0220655) e meta- mitrona (EP-A 0620971), que têm como base misturas de produtos de con- densação de formaldeído, de preferência, sulfonatos de lignina e reticulado- res.
No caso das substâncias ativas do grupo dos oxadiazóis, trata- se de herbicidas de alta eficiência, com efeito contra plantas daninhas em culturas de plantas. No entanto, esse grupo de substâncias ativas reage de modo problemático no tipo de formulação do concentrado de suspensão de concentração mais alta na base de água, no que refere-se ao comportamen- to de dissolução. Em concentrados de suspensão comuns, um limite crítico é ultrapassado muito rapidamente, a partir de cujo valor deve-se contar com um crescimento de cristais, que, depois, por sedimentação dos cristais for- mados, leva a uma formulação instável. Além disso, os cristais formados pelo crescimento na formulação podem levar ao entupimentos dos filtros e dos bocais durante a aplicação, com a conseqüência de uma aplicação irre- gular ou até mesmo impedir totalmente a aplicação, com o que ocorrem per- das de eficiência parciais até totais.
A presente invenção tinha, portanto, por base a tarefa de pôr à disposição uma formulação do tipo de um concentrado de suspensão aquo- so, de alta concentração, que supere as desvantagens descritas, particular- mente, a formação do crescimento de cristais, com o objetivo de uma melhor distribuição, como base para uma aplicação e efeito ótimos.
Surpreendentemente, foi descoberto, agora, que essa tarefa é solucionada pelos concentrados de suspensão aquosos da presente inven- ção.
É objeto da invenção um concentrado de suspensão aquoso, que contém
(1) uma ou mais substâncias ativas do grupo dos oxadiazóis,
(2) um ou mais tensoativos, na base de éteres fenólicos substi- tuídos, não salinos,
(3) um ou mais espessantes, na base de silicato de alumínio.
Além disso, o concentrado d suspensão aquoso de acordo com a invenção, opcionalmente, ainda pode conter como outros componentes:
(4) outros adjuvantes de formulação, e
(5) outros tensoativos, diferentes do componente (2).
Pelo termo "concentrados de suspensão aquosos" são entendi- dos concentrados de suspensão na base de água. A parte de água nos con- centrados de suspensão de acordo com a invenção pode perfazer, em geral, 25-98% em peso, de preferência, 35-85% em peso; nesse caso, a indicação "% em peso" (por cento em peso) refere-se aqui, e em toda a descrição, quando não definida de outro modo, ao peso relativo do respectivo compo- nente, com relação ao peso total da formulação.
No caso das substâncias ativas (componente 1), trata-se de substâncias ativas do grupo dos oxadiazóis. O "Pesticide Manual" (PM), 13a. edição, The British Crop Protection Council (2003), cita como representante do grupo dos oxadiazóis, por exemplo:
<formula>formula see original document page 4</formula>
oxadiargil (PM, p. 725-726, fórmula I),
nome químico: 5-terc-butil-3-[2,4-dicloro-5-(prop-2-nilóxi)-fenil]- 1,3,4-oxadiazol-2(3H)-ona.
<formula>formula see original document page 4</formula>
oxadiazona (PM, p. 727-728, fórmula II),
nome químico: 5-terc-butil-3-(2,4-dicloro-5-isopropoxifenil)-1,3,4- oxadiazol-2(3H)ona.
Como substâncias ativas do grupo dos oxadiazóis são de inte- resse, de preferência, oxadiargil e oxadiazona.
A parte de substâncias ativas (componente 1) nos concentrados de suspensão de acordo com a invenção perfaz 5-60% em peso, de prefe- rência, 10-50% em peso, de modo particularmente preferido, 14-48% em peso.
Em uma modalidade especial da invenção, as substâncias ati- vas (componente 1) apresentam-se com um teor mínimo de 300 g/l, de pre- ferência, 350-820 g/l, na formulação total.
No caso dos tensoativos (componente 2), na base de éteres fenólicos substituídos, não salinos, trata-se, por exemplo de fenóis não ionó- genos (não tônicos), mono-, di- e, de preferência, trissubstituídos, que po- dem estar alcoxilados, por exemplo, etoxilados e/ou propoxilados e/ou buto- xilados. Nesse caso, o número das unidades de alquilenóxi pode situar-se no âmbito entre 1 e 100, de preferência, 3-60, de modo particularmente pre- ferido, 5-25. Substituintes no anel de fenol dos derivados de fenol são, de preferência, radicais de estirila ou isoalquila. Com "radical de estirila" é de- signado, nesse caso, o radical que é formado por substituição aromática com estireno no fenol, isto é, um "radical de 1-fenil-etila". Exemplos são fenil- (C1-C4)-alquil-éter ou fenóis (poli)alcoxilados [= fenol-(poli)alquilenglicoléter], por exemplo, com 1 a 50 unidades de alquilenóxi na parte de (po- li)alquilenóxi, sendo que a parte de alquileno apresenta, de preferência, em cada caso, 2 a 4 átomos de C, de preferência, fenol, reagido com 3 a 10 mois de oxido de alquileno, (poli)alquilfenóis ou (poli)alquilfenolalxilatos (= polialquilfenol-(poli)alqueilenglicoléter), por exemplo, com 1 a 12 átomos de C por radical de alquila e 1 a 150 unidades de alquilenóxi na parte de polial- quilenóxi, de preferência, tri-n-butilfenol ou triisobutilfenol, reagido com 1 a 50 mois de óxido de etileno, poliarilfenóis ou poliarilfenolalcoxilatos (= polia- rilfenol-(poli)alquilenglicoléter), por exemplo, triestirilfenolpolialquilenglicolé- ter, com 1 a 150 unidades de alquilenóxi na parte de polialquilenóxi, de pre- ferência, triestirilfenol, reagido com 1 a 50 mois de óxido de etileno (=triestirilfenol com 1 a 50 EO = unidades de etilenóxi).
Os tensoativos não iônicos citados, também podem estar modi- ficados com grupos funcionais, por exemplo, estar fosfatados ou sulfatados, mas precisam, então, ser usados como componente (2) em sua forma de ácido e não na forma de sal neutralizada. Também são de interesse tensoa- tivos não iônicos, fosfatados ou sulfatados, nos quais os grupos ácido fosfó- rico ou sulfato estão totalmente esterificados.
São preferidos tri-[(C1-C4)-alquil]-fenol-alcoxilatos, com 1 a 30 EO ou triestirilfenol-alcoxilatos, com 10 a 30 EO. Também são apropriados, de preferência, tensoativos fosfatos de modo correspondente na forma não salina (ácida).
Exemplos de tensoativos do componente (2) são Soprophor® 3D33 (= triestiril-fenol, etoxilado com 16 EO e fosfatado), Soprophor® BSU (= triestirilfenol, etoxilado com 16 EO), Soprophor® CY/8 (Rhodia) (= triestiril- fenol, etoxilado com 20 EO) e Hoe® S3474 (= trietirilfenol, etoxilado com 20 EO) e na forma dos produtos Sapogenato® T (Clariant), por exemplo, Sapo- genat® T1OO (= triisobutilfenol, etoxilado com 10 EO).
Exemplos de tensoativos não iônicos também são fenol, reagido com 4 a 10 mois de óxido de etileno, obtenível comercialmente, por exem- plo, na forma dos produtos Agrisol® (Akcros), nonilfenol, reagido com 40 a 50 mois de óxido de etileno, obtenível comercialmente, por exemplo, na for- ma dos produtos Arkopal® (Clariant).
Exemplos de tensoativos não salinos são os ésteres de ácido fosfórico ácidos, com triestirilfenol, reagido com 1 a 50 mois, tal como So- prophor® 3D33 ou Soprophor® 4D-384 (Rhodia) ou dodecilbenzenossulfo- nato ácido (linear), obtenível comercialmente, por exemplo, na forma dos produtos Marlon® (Hüls).
Também são preferidas para o componente (2) misturas de vá- rios tensoativos do grupo dos tensoativos não salinos.
São preferidas, nesse caso, misturas de um ou mais dos ten- soativos não salinos citados; também são preferidas misturas de um ou mais dos tensoativos não iônicos citados e um ou mais dos tensoativos salinos (ácidos) fosfatados.
A parte de tensoativos nos concentrados de suspensão de a- cordo com a invenção perfaz, em geral, 0,1-20% em peso, de preferência, 0,5-10% em peso, de modo particularmente preferido, 1-7% em peso.
Como espessante (componente 3) na base de silicato de alumí- nio, são de interesse, por exemplo, aqueles tais como hectoritas, montomirri- lonitas, saponitas, caolinitas, bentonitas, atapulguitas etc.
Exemplos desses espessantes são os Attagels® de Engelhardt Corp., por exemplo, Attagel 50, um hidrossilicato de magnésio-alumínio (ata- pulguita) ou a série das Bentones® de Elementis, tal como Bentone EW, um hidrossilicato de magnésio-alumínio (bentonita).
A parte de espessantes na base de silicato de alumínio nos concentrados de suspensão de acordo com a invenção perfaz 0,01-5% em peso, de preferência, 0,1-3,5% em peso.
Os espessantes de acordo com o componente (3) também po- dem ser usados misturados com espessantes de outro tipo, por exemplo, com espessantes orgânicos, tais como agar-agar, carragena, tragacanta, goma arábica, alginatos, pectinas, polióis, farinha de guar, farinha de semen- te de alfarroba, amido, dextrinas, éteres de celulose, tais como carboximetil- celulose e hidroxietilcelulose, compostos poliacrílicos e polimetacrílicos, po- límeros vinílicos, poliéteres ou poliamidas.
Exemplos de espessantes preferidos, que podem ser usados em combinação com o componente (3), são xantanas (heteropolissacarí- dios), tais como os produtos Rhodopol® da Rhodia, por exemplo, Rhodopol 23 (uma xantana).
Além disso, podem ser adicionadas a essas formulações ainda outros adjuvantes de formulação, tais como antiespumantes, agentes de pro- teção contra geada, conservantes, corantes ou fertilizantes, bem como ten- soativos diferentes do componente (2).
A parte desses adjuvantes de formulação nos concentrados de suspensão de acordo com a invenção perfaz, de preferência, 0,1-22%, es- pecialmente, 0,5-18% em peso, de modo particularmente preferido, 1-15% em peso.
Como antiespumantes são de interesse compostos inibidores de espuma, tais como antiespumantes na base de silicone, por exemplo, de Wacker, Rhodia, Dow Corning, e na base de acetileno, tais como, por exem- pio, aqueles de Aiproducts. Um antiespumante apropriado é, por exemplo, Rhodosil® 481 (dpolidimetilsiloxano e silício) da Rhodia.
Como agentes de proteção contra geada são de interesse, por exemplo, glicol, propilenoglicol, glicerina, bem como uréia.
Como conservantes são de interesse compostos biocidas usu- ais, por exemplo, Acticide® MBS (mistura de 1,2-benzoisotiazol-3(2H)-ona e 2-metil-2H-isotiazol-3-ona, biocida) da empresa Thor.
Exemplos de outros tensoativos diferentes do componente (2) são apresentados abaixo, sendo que EO significa unidades de oxido de eti- Ieno1 PO, unidade de oxido de propileno e BO, unidades de oxido de butile- no:
1) C10-C24-alcoóis, que podem estar alcoxilados, por exemplo, com 1 -60 unidades de oxido de alquileno, de preferência, 1 -60 EO e/ou 1 -30
PO e/ou 1-15 BO, em qualquer seqüência. Os grupos hidróxi terminais des- ses compostos podem estar fechados nos grupos terminais através de um radical de alquila, cicloalquila ou acila, com 1-24 átomos de carbono. Exem- plos desses compostos são:
Produtos Genapol® C,L,0,T,UD,UDD,X, de Clariant, produtos Plurafac® e Lutensol® A, AT, ON,TO, de BASF, produtos Marlipal®24 e 013, de Condea1 produtos Dehypon® de Henkel1 produtos Ethylan® de Ak- zo-Nobel, tal como Ethylan CD 120.
2) Derivados aniônicos dos produtos descritos sob 1), na forma de carboxilatos de éter, sulfonatos, sulfatos e fosfatos e seus sais inorgâni- cos (por exemplo, álcalis e álcalis-terrosos) e orgânicos (por exemplo, na base de amina ou alcanolamina), tais como produtos Genapol®LRD, San- dopan®, produtos Hostaphat/Hordaphos® de Clariant.
Copolímeros que consistem em unidades de EO, PO e/ou BO, tais como, por exemplo, copolímeros de bloco, tais como os produtos Pluro- nic® da BASF e os produtos Synperonic® de Uniquema, com um peso mo- lecular de 400 a 108.
Produtos de adição de óxido de alquileno de C1-C9-álcoois, tais como Atlox®5000 de Uniquema ou Hoe®-S3510 de Clariant.
3) Alcoxilatos de ácido graxo e triglicérides, tais como os produ- tos Serdox® NOG de Condea, ou óleos vegetais alcoxilados, tais como óleo de soja, óleo de colza, óleo de germe de trigo, óleo de girassol, óleo de ca- roço de algodão, óleo de linho, óleo de coco, óleo de palma, óleo de carda, óleo de nozes verdadeiras, óleo de amendoim, óleo de oliva ou óleo de ríci- no, particularmente, óleo de colza, sendo que entre os óleos vegetais tam- bém são entendidos os produtos de transesterificação dos mesmos, por e- xemplo, ésteres alquílicos, tais como ésteres metílicos de óleo de colza ou ésteres etílicos de óleo de colza, por exemplo, os produtos Emulsogen® de Clariant, sais de ácidos carboxílicos e ácidos policarboxílicos alifáticos, ci- cloalifáticos e olefínicos, bem como alfa-sulfoésteres de ácido graxo, tais como obtreníveis de Henkel.
4) Alcoxilatos de amida de ácido graxo, tais como os produtos Comperlan® de Henkel ou os produtos Amam® de Rhodia.
Produtos de adição de oxido de alquileno de alquindióis, tais como os produtos Surfynol® de Air Products. Derivados de açúcar, tal como açúcar de amino e amido de Clariant, glicitóis de Clariant, Alquilpoliglicosí- dios na forma dos produtos APG® de Henkel ou tal como ésteres sorbitâni- cos, na forma dos produtos Span® ou Tween® de Uniquema ou éster ou éter de ciclodextrina de Wacker.
5) Derivados de celulose e algina, pectina e guar, com atividade de superfície, tais como os produtos Tylose® de Clariant, os produtos Manu- tex® de Kelco e derivados de guar de Cesalpina.
Produtos de adição de oxido de alquileno, na base de poliol, tais como produtos Polyglykol® de Clariant. Poliglicérides com atividade de su- perfície e derivados dos mesmos de Clariant.
6) Sulfossuccinatos, sulfonatos de alcano, sulfonatos de parafi- na e olefina, tais como reticuladores IS®m Hoe®S1728, Hostaprer Gistao- yr®OS, Hostapur®SAS de Clariant, Triton®GR7ME e GR5 de Union Carbi- de, produtos Empimin® de Albright e Wilson, Marlon®-PS65 de Condea.
7) Sulfossuccinamatos, tais como os produtos Aerosol® de Cy- tec ou os produtos Empimin® de Albright e Wilson.
8) Produtos de adição de oxido de alquileno de aminas graxas, compostos de amônio quaternários, com 8 a 22 átomos de carbono (C8-C22), tais como os produtos Genamin® C,L,0,T de Clariant.
9. Compostos híbridos, de atividade de superfície, tais como tauridas, betaínas e sulfobetaínas, na forma de produtos Tegotain® de Goldschmidt, produtos Hostapon®T e Arkopon®T de Clariant.
10. Compostos com atividade de superfície na base de silicone ou silano, tais como os produtos Tegopren® de Goldschmidt e os produtos SE® de Wacker, bem como os produtos Bevaloid®, Rhodorsil® e Silcolap- se® de Rhodia (Dow Corning, Reliance, GE, Bayer).
11. Compostos perfluorados ou polifluorados, com atividade de superfície, tais como produtos Fluowet® de Clariant, produtos Bayowet® de Bayer, os produtos Zonyl® de DuPont e produtos desse tipo de Daikin e A- sahi Glass.
12. Sulfonamidas com atividade de superfície de contato, por exemplo, de Bayer.
13. Derivados poliacrílicos e polimetacrílicos com atividade de superfície de contato, tais como os produtos Sokalan® da BASF.
14. Poliamidas com atividade de superfície, tal como gelatina modificada ou ácido poliasparagínico derivado de Bayer e derivados do mesmo.
15. Compostos polivinílicos tensoativos, tal como polivinilpirroli- dona modificada, tais como os produtos Luviskol® de BASF e os produtos Agrimer® de ISP ou os acetatos polivinílicos derivados, tais como os produ- tos Mowilith® de Clariant ou os -butiratos, tais como os produtos Lutonal® da BASF, os produtos Vinnapas® e Pioloform® de Wacker ou álcoois polivi- nílicos modificados, tais como os produtos Mowiol® de Clariant.
16. Polímeros com atividade de superfície, na base de anidrido de ácido maléico e/ou produtos de reação de anidrido de ácido maléico, bem como anidrido de ácido maléico e/ou produtos de reação de copolímeros que contêm anidrido de ácido maléico, tais como os produtos Agrimer®-VEMA de ISP.
17. Derivados de ceras de montana, polietileno e polipropileno, com atividade de superfície, tais como as ceras Hoechst® ou os produtos Licowet® de Clariant.
18. Fosfonatos e fosfinatos com atividade de superfície, tal co- mo Fluowet®-PL de Clariant.
19. Tensoativos poli- ou per-halogenados, tal como, por exem- plo, Emulsogen®-1577 de Clariant.
20. Compostos aniônicos, que representam formalmente os produtos de reação dos fenóis do componente (2), citados acima, com ácido sulfúrico ou ácido fosfórico e estão neutralizados com bases apropriadas (sais), por exemplo, dos ésteres de ácido fosfórico ácidos, neutralizados com NaOH, do fenol triplamente etoxilado, o éster de ácido fosfórico ácido, neu- tralizado com NaOH, de um nonilfenol realido com 9 mois de óxido de etile- no, e o éster de ácido fosfórico, neutralizado com trietanolamina, do produto de reação de 20 mois de óxido de etileno e 1 mol de triestirilfenol.
21. Benzenossulfonatos, tais como alquil- ou arilbenzenossulfo- natos, por exemplo, (poli)alquil- e (poli)arilbenzenossulfonato, neutralizado com bases apropriadas, por exemplo, com 1a 12 átomos de C por radical de alquila ou com até 3 unidades de estireno no radical de poliarila, de prefe- rência, dodecilbenzenossulfoantos (lineares) e, de preferência, os sais de sódio dos mesmos ou os sais solúveis em ó|eo dos mesmos, tal como, por exemplo, o sal de cálcio ou o sal de amônio isopropílico do ácido dedecil- benzenossulfônico.
Nas unidades de alquilenóxi, são preferidas unidades de 1,2- etilenóxi, 1,2-propilenóxi, 1,2-butilenóxi e 2,3-butilenóxi, particularmente, uni- dades de 1,2-etilenóxi.
Exemplos de tensoativos do grupo dos tensoativos em base não aromática são os tensoativos dos grupos 1) a 19) citados acima, de prefe- rência, dos grupos 1), 2), 6) e 8).
Exemplos de tensoativos do grupo dos tensoativos na base de arômatos são os tensoativos dos grupos 20) e 21) citados acima, de prefe- rência, o éster de ácido fosfórico, neutralizado com triestirilfenol, reagido com 1 a 50 mois de óxido de etileno, por exemplo, da série Soprophor® (Rhodia), tal como SoprophortDFL.
A produção dos concentrados de suspensão de acordo com a invenção dá-se de modo conhecido (vide Winnacker-Küchler, "Chemische Technologie", Volume 7,C., Hanser Verlag, Munique, A-. edição 1986), por exemplo, por moagem a úmido dos componentes, que pode dar-se em moi- nhos apropriados, por exemplo, em moinhos perlados (tais como, por exem- plo, moinhos perlados descontínuos, por exemplo, da empresa Drais, ou mo- inhos perlados contínuos, por exemplo, da empresa Bachofen), ou moinhos coloidais (tais como, por exemplo, moinhos coloidais dentados, por exemplo, da empresa Probst + Claasen).
Em uma modalidade preferida da invenção, a trituração é reali- zada até que 50% das partículas da formulação apresentem um tamanho de menos que ou igual 84μm (d50 ≤ 4 fim).
De preferência, as substâncias ativas (componente 1) na formu- lação apresentam, nesse caso, um tamanho de partícula de d50 menor que ou igual a 4μm, particularmente, 60%, ou de modo especialmente preferido, 80% das partículas de substância ativa, apresentam um tamanho de partícu- la no âmbito de 1 a 4 μm.
Em uma modalidade especialmente preferida da invenção, as substâncias ativas (componente 1) apresentam no concentrado de suspen- são de acordo com a invenção um teor mínimo de 350 g de substância ati- va/l, de preferência, 440-820 g de substância ativa/l, na formulação total, e, adicionalmente, depois da trituração até 50% das partículas de toda a formu- lação, de preferência, 50% das partículas das substâncias ativas (compo- nente 1) apresentam um tamanho menor que ou igual 8 4um (d50 ≤4 μm), particularmente, 60%, de modo especialmente preferido, 80% das respecti- vas partículas apresentam um tamanho de 1 a 4 μm.
A invenção refere-se, ainda, a agentes, obteníveis do concen- trado de suspensão de acordo com a invenção, por diluição com líquidos, de preferência, água.
Pode ser vantajoso adicionar aos agentes obtidos desse modo outras substâncias ativas, de preferência, substâncias ativas agroquímicas (por exemplo, como componentes de mistura no tanque, na forma de formu- lações correspondentes) e/ou adjuvantes e aditivos usuais para aplicação, por exemplo, óleos auto-emulsificantes, tais como óleos vegetais ou óleos de parafina, e/ou fertilizantes. Também são, portanto, objeto da presente invenção os agentes, de preferência, herbicidas, na base dos concentrados de suspensão de acordo com a invenção.
Nesse caso, o termo "substâncias ativas agroquímicas" com- preende todas as substâncias que são usadas nos setores da agricultura, paisagismo, silvicultura e criação de animais, bem como no setor doméstico e na economia de mantimentos. A essas substâncias ativas agroquímicas pertencem, por exemplo, herbicidas, inseticidas, acaricida, rodenticidas, fun- gicidas, bactericidas, nematicidas, algicidas, molusquicidas, viricidas, antído- tos, substâncias ativas indutoras de resistência a danos em plantas, subs- tâncias ativas eficientes como repelentes e substâncias ativas eficientes co- mo reguladores de crescimento, substâncias ativas com e de organismos biológicos, bem como fertilizantes. São particularmente preferidos substân- cias ativas com eficiência herbicida, inseticida, acaricida, fungicida, bacteri- cida, viricida e reguladora de crescimento ou como antídotos, são especial- mente preferidos herbicidas, inseticidas, fungicidas e antídotos, dos mes- mos, por sua vez, de preferência, substâncias ativas herbicidas.
Uma modalidade especial da invenção refere-se ao uso dos a- gentes obteníveis dos concentrados de suspensão de acordo com a inven- ção, para controle de crescimento de plantas indesejável, a seguir, designa- do como "agente herbicida".
Os agentes herbicidas apresentam uma excelente eficácia her- bicida contra um amplo espectro de plantas daninhas mono- e dicotiledô- neas economicamente importantes. Também ervas daninhas perenes, difí- ceis de ser controladas, que brotam de rizomas, cepas ou outros órgãos permanentes, são bem abrangidas. Nesse caso, os agentes herbicidas po- dem ser aplicados, por exemplo, no processo de pré-semeadura, pré- emergência ou pós-emergência. Em detalhe, são citados alguns represen- tantes da flora de ervas daninhas mono- e dicotiledôneas, que podem ser controladas pelos agentes herbicidas, sem que pela citação deva dar-se uma limitação a determinadas variedades.
Por parte das variedades de ervas daninhas monocotiledôneas, são bem abrangidas, por exemplo, Apera spica venti, Avena spp., Alopecu- rus spp., Brachiaria spp., Digitaria spp., Lolium spp., Echonochloa spp., Pa- nicum spp., Phalaris spp., Poá spp., Setaria spp., bem como Bromus spp., tal como Bromus catharticus, Bromus secalinus, Bromus erectus, Bromus tectorum e Bromus japonicus e variedades de Cypera do grupo das anuais e por parte das espécies permanentes, Agropyron, Cynodon, Imperata, bem como Sorghum e também variedades de Cyperus permanentes.
Nas variedades de ervas daninhas dicotiledônias, o espectro de ação estende-se a variedades, tais como, por exemplo, Abutilon spp., Ama- ranthus spp., Chenopodium spp., Chrysanthemum spp., Galium spp., tal co- mo Galium aparine, Ipomoea spp., Kochia spp., Lamium spp., Matricaria spp., Pharbitis spp., Polygonum spp., Sida spp., Sinapis spp., Solanum spp., Stellaria spp., Verônica spp. e Viola spp., Xanthium spp., por parte das anu- ais, bem como Convulvulos, Cirsium, Rumex e Artemísia, no caso das ervas daninhas permanentes.
Plantas daninhas, que ocorrem sob as condições de cultura es- pecíficas no arroz, tais como, por exemplo, Echinochloa, Sagittaria, Alisma, Eleocharis, Scirpus e Cyperus, também são controladas de modo excepcio- nal pelos agentes herbicidas.
Se os agentes herbicidas forem aplicados sobre a superfície do solo, antes da germinação, então a emergência das mudas de ervas dani- nhas é totalmente impedida ou as ervas daninhas crescem até o estágio de folhas de germinação, mas depois cessam seu crescimento e, finalmente, morrem completamente, depois de decorridas três a quatro semanas.
Na aplicação dos agentes herbicidas sobre as partes verdes das plantas, no processo de pós-emergência, depois do tratamento também dá- se muito rapidamente uma parada de crescimento e as plantas de ervas da- ninhas permanecem no estágio de crescimento existente no momento da aplicação, de modo que, dessa maneira, uma concorrência de ervas dani- nhas, nociva para as plantas de cultura, é eliminada de modo muito precoce e eficaz.
Os agentes herbicidas distinguem-se por um efeito herbicida de rápido início e longa duração. A resistência à chuva das substâncias ativas nos agentes herbicidas é, em geral, favorável. Como vantagem especial, tem grande importância o fato de que as dosagens usadas e eficazes nos agen- tes herbicidas dos compostos herbicidas podem ser ajustadas de tal modo pequeno, que seu efeito no solo é otimamente baixo. Desse modo, não ape- nas o uso dos mesmos é possível em culturas sensíveis, mas contamina- ções de águas subterrâneas são praticamente impedidas. Pela combinação de substâncias ativas de acordo com a invenção é possibilitada uma redu- ção considerável da quantidade de aplicação necessária das substâncias ativas.
As propriedades e vantagens citadas são de utilidade no contro- le de ervas daninhas prático, para manter culturas agrícolas livres de plantas concorrentes indesejáveis e, desse modo garantir e/ou aumentar qualitati- vãmente e quantitativamente o rendimento. O padrão técnico é nitidamente superado por esses novos agentes herbicidas no que refere-se às proprie- dades descritas.
Embora os agentes herbicidas apresentem uma excelente ativi- dade herbicida em relação a ervas daninhas mono- e dicotiledôneas, plantas de cultura de culturas economicamente importantes, por exemplo, culturas dicotiledôneas, tais como soja, algodão, colza, beterrabas de açúcar, ou cul- turas de gramíneas, tal como trigo, cevada, centeio, aveia, painço, arroz ou milho, ou, de preferência, culturas de grandes plantações, não são danifica- das ou apenas de modo insignificante. Por essas razões, os presentes agen- tes herbicidas são muito bem apropriadas para o controle seletivo de cres- cimento de plantas indesejável em plantações agrícolas de utilidade econô- mica ou em culturas de plantas ornamentais.
Além disso, os agentes herbicidas correspondentes apresentam excelentes propriedades reguladoras de crescimento em plantas de cultura. Eles intervém de modo regulador no metabolismo próprio das plantas e, desse modo, podem ser usados para influenciar de modo controlado os in- gredientes das plantas e para facilitar a colheita, tal como, por exemplo, pro- vocando a dessecação e inibição do crescimento. Além disso, eles também são apropriados para o controle geral e inibição de crescimento vegetativo indesejável, sem, nesse caso, matar as plantas. Uma inibição do crescimen- to vegetativo desempenha um papel importante em muitas culturas mono- e dicotiledôneas, uma vez que, desse modo, o armazenamento pode ser redu- zido ou totalmente evitado.
Devido às suas propriedades herbicidas e reguladoras do cres- cimento das plantas, os agentes herbicidas também podem ser usados para controle de plantas daninhas em culturas de plantas conhecidas e modifica- das geneticamente, ainda a ser desenvolvidas. As plantas transgênicas dis- tinguem-se, em geral, por propriedades particularmente vantajosas, por e- xemplo, por resistências em relação a determinados pesticidas, sobretudo, determinados herbicidas, resistências em relação a doenças de plantas ou causadores de doenças de plantas, tais como determinados insetos ou mi- croorganismos, tais como fungos, bactérias ou vírus. Outras propriedades especiais referem-se, por exemplo, ao material de colheita, no que refere-se a quantidade, qualidade, aptidão para armazenamento, composição e ingre- dientes especiais. Desse modo, são conhecidas plantas transgênicas com teor de amido mais alto ou qualidade modificada do amido, ou aquelas com outra composição de ácido graxo do material de colheita.
É preferida á aplicação dos agentes herbicidas em culturas transgênicas economicamente importantes, de plantas de utilidade econômi- ca e plantas ornamentais, por exemplo, de culturas de gramíneas, tais como trigo, cevada, centeio, aveia, painço, arroz e milho, ou também culturas de beterraba de açúcar, algodão, soja, colza, batata, tomate, ervilha e outras variedades de legumes. De preferência, os agentes herbicidas podem ser usados em culturas de plantas economicamente úteis, que são resistentes em relação aos efeitos fitotóxicos dos herbicidas ou tenham sido tornadas resistentes por tecnologia genética.
Na aplicação dos agentes herbicidas em culturas transgênicas, freqüentemente ocorrem, além dos efeitos a serem observados em outras culturas em relação a plantas daninhas, efeitos, que são específicos para a aplicação na respectiva cultura transgênica, por exemplo, um espectro de ervas daninhas modificado ou especialmente ampliado, que pode ser contro- lado, quantidades de aplicação modificadas, que podem ser usadas para a aplicação, de preferência, boa aptidão para combinação com as outras subs- tâncias ativas herbicidas, em relação às quais a cultura transgênica é resis- tente, bem como influência sobre crescimento e rendimento das plantas de cultura transgênicas.
Também é um objeto da presente invenção, portanto, um pro- cesso para controle de crescimento de plantas indesejável, de preferência, em culturas de plantas, tais como cereais (por exemplo, trigo, cevada, cen- teio, aveia, arroz, milho, painço), beterraba de açúcar, cana de açúcar, colza, algodão e soja, de modo particularmente preferido, em culturas monocotile- dôneas, tais como cereais, por exemplo, trigo, cevada, centeio, aveia, cru- zamentos dos mesmos, tal como triticale, arroz, milho e painço, que está caracterizado pelo fato de que os agentes herbicidas de acordo com a in- venção são aplicados sobre as plantas daninhas, partes de plantas, semen- tes de plantas ou sobre a área sobre a qual as plantas crescem, por exem- plo, a área de cultivo.
Também é um objeto da invenção um processo para controle de crescimento de plantas indesejável em culturas de grandes plantações, que está caracterizado pelo fato de que os agentes herbicidas de acordo com a invenção são aplicados sobre as plantas daninhas, partes de plantas, se- mentes de plantas ou sobre a área sobre a qual crescem as plantas, por e- xemplo, a área de cultivo.
As culturas de plantas também podem estar modificadas por tecnologia genética ou ser obtidas por seleção de mutações e são, de prefe- rência, tolerantes em relação aos inibidores de sintase de acetolactato (ALS) (vide, por exemplo, EP-A-0257993, US-A-5013699) ou herbicidas de glifosa- to (v. WO 92/00377) ou herbicidas de glufosinato (ν. EP-A-0242236, EP-A- 242246).
Com os concentrados de suspensão de acordo com a invenção, em geral, pode ser obtido um melhor efeito biológico, a uma quantidade de aplicação igual.
Além disso, a formulação altamente concentrada de substâncias ativas nos concentrados de suspensão de acordo com a invenção possibilita as vantagens associadas a isso, tal como, por exemplo, um dispêndio menor de embalagem, com o que a complexidade para produção, transporte e ar- mazenamento é simplificado e a preparação das caldas de pulverização, usadas na agricultura, pode ser manuseada de modo melhor pelas quanti- dades menores, tal como, por exemplo, no procedimento de envasamento e mistura.
Os concentrados de suspensão de acordo com a invenção, sur- preendentemente, apresentam, adicionalmente, propriedades de dispersão e estabilização excepcionais, depois da diluição adicional com líquidos, de pre- ferência, água.
Além disso, os concentrados de suspensão de acordo com a invenção produzem formulações estáveis no armazenamento (por longo tempo) e perfeitas em tecnologia de aplicação. EXEMPLOS
1. PRODUÇÃO:
Água é carregada em um recipiente e bombeada em circulação através de um moinho coloidal. São adicionados espessantes (por exemplo, Attagel®, Betnone®, Rhodopol®) e, opcionalmente, adjuvantes de formula- ção, tais como, por exemplo, conservantes (por exemplo, Acticide®), segui- dos dos tensoativos (por exemplo, Soprophor®). Como último componente,, é adicionada substância ativa. Depois, a siura total é transferida através do moinho coloidal para um outro recipiente. Essa mistura é depois moída por trituração a úmido por meio de moinhos perlados.
2. COMPOSIÇÕES:
<table>table see original document page 18</column></row><table> <table>table see original document page 19</column></row><table>
Todos os dados em % em peso
Os concentrados de suspensão de acordo com a invenção, re- lacionados na Tabela I, apresentam as propriedades desejadas.

Claims (11)

1. Concentrado de suspensão aquoso, que contém (1) uma ou mais substâncias ativas do grupo dos oxadiazóis, (2) um ou mais tensoativos na base de éteres fenólicos substitu- idos, salinos, (3) um ou mais espessantes na base de silicato de alumínio.
2. Concentrado de suspensão de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que ele contém, adicionalmente, outros adjuvan- tes de formulação (componente 4).
3. Concentrado de suspensão de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que ele contém, adicionalmente, tensoativos diferentes de componente (2) (componente 5).
4. Concentrado de suspensão de acordo com uma ou mais das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que ele contém oxadiargila como substância ativa (componente 1).
5. Concentrado de suspensão de acordo com uma ou mais das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que ele contém oxadiazona como substância ativa (componente 1).
6. Concentrado de suspensão de acordo com uma ou mais das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que ele contém as substân- cias ativas (componente 1) com um teor mínimo de 300 g de substância ati- va/l na formulação total.
7. Concentrado de suspensão de acordo com uma ou mais das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que 50% das partículas da formulação apresentam um tamanho de menor que ou igual a 4 μιτι.
8. Processo para produção de um concentrado de suspensão como definido em uma ou mais das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que os componentes são moídos a úmido.
9. Agente obtenível de um concentrado de suspensão como de- finido em uma ou mais da reivindicação 1 a 7 por diluição com líquidos.
10. Uso de um concentrado de suspensão como definidoe m uma ou mais das reivindicações 1 -7 ou um agente de acordo com a reivindi- cação 9, para controle de crescimento de plantas indesejável.
11. Processo para controle de crescimento de plantas indesejá- vel, caracterizado pelo fato de que um concentrado de suspensão como de- finido em uma ou mais das reivindicações 1-7 ou um agente de acordo com a reivindicação 9 é aplicado sobre as plantas daninhas, partes de plantas, sementes de plantas ou sobre a área sobre a qual as plantas crescem.
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