BRPI0619409B1 - Dispositivo de união de duas placas - Google Patents

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BRPI0619409-5A
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Giraud Sylvain
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A. Raymond Et Cie
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Abstract

dispositivo de união de duas placas. a presente invenção refere-se a um dispositivo de união de uma primeira placa (p1) e de uma segunda placa (p2) superposta, que compreende um corpo alongado (10) munido de um pé (11) e de uma cabeça (12) que compreende meios de retenção (29) da segunda placa (p2), cada placa (p1, p2) possuindo um orifício atravessado axialmente pelo corpo alongado (10), corpo esse que é equipado com meios de travamento (11a, 11b, 12a, 12b) acionados em rotação. o dispositivo de união compreende: meios de encaixe por pressão (22, 27) do pé (11) na primeira placa (p1),-e meios de aperto (33, 34) que aproximam automaticamente as primeira e segunda placas (p1, p2) por ocasião do travamento da união por rotação do corpo alongado (10).

Description

(54) Título: DISPOSITIVO DE UNIÃO DE DUAS PLACAS (51) Int.CI.: F16B 21/02; F16B 5/10 (52) CPC: F16B 21/02,F16B 5/10 (30) Prioridade Unionista: 05/12/2005 FR 05 12302 (73) Titular(es): A. RAYMOND ET CIE (72) Inventor(es): SYLVAIN GIRAUD
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para DISPOSITIVO DE UNIÃO DE DUAS PLACAS.
Domínio Técnico da Invenção
A presente invenção refere-se a um dispositivo de união de uma 5 primeira placa e de uma segunda placa superposta, que compreende um corpo alongado munido de um pé e de uma cabeça que compreende meios de retenção da segunda placa, cada placa possuindo um orifício atravessado axialmente pelo corpo alongado, corpo esse que é equipado com meios de travamento acionados em rotação.
Estado da Técnica
Em numerosos domínios, notadamente o automobilístico, é neM cessário unir duas peças entre si em uma zona na qual duas placas respectivamente solidárias de uma das duas peças, são superpostas. Geralmente, as placas compreendem orifícios transpassantes destinados a ser alinhados por ocasião da união. Um dispositivo de união é em seguida adaptado nos orifícios para assegurar a união das duas placas. Tais dispositivos de união devem ser projetados para favorecer uma montagem rápida e fácil, com freqüência de modo cego, no seio de estruturas mecânicas pouco acessíveis, e para garantir uma retenção confiável das placas.
Dispositivos da arte anterior já são suscetíveis de preencher essas funções, por exemplo um sistema parafuso/porca. Mas esse tipo de dispositivo de união permanece difícil de empregar pois é necessário, por ocasião da montagem, manter as duas placas uma contra a outra, ao mesmo tempo em que se insere o parafuso e em que se atarraxa a porca até o aper25 to. A complexidade mecânica grande torna difícil a execução desse dispositivo no seio de uma linha de produção automatizada.
O documento FR-2851802 descreve, no que lhe diz respeito, um dispositivo de união com uma cabeça e um corpo, a cabeça tendo um batente transversal próprio para se apoiar sobre a segunda placa, e o corpo tendo uma primeira travessa e uma segunda travessa coaxiais e dispostas no prolongamento uma da outra. A primeira travessa, adjacente à cabeça, apresenta um diâmetro superior ao diâmetro da segunda travessa, cada uma das
Ρ travessas sendo munida de pelo menos uma espiga. Depois de inserção do corpo na segunda placa, e depois na primeira placa, as placas sendo mantidas de acordo com uma distância determinada, o operador realiza uma rotação do corpo de um quarto de volta. A primeira placa é então bloqueada entre as espigas das primeira e segunda travessas e a segunda placa entre a cabeça e a espiga da primeira travessa. O princípio das espigas fixadas nas travessas permite o travamento do dispositivo de união na primeira peça e na segunda peça, simultaneamente, por uma simples rotação do corpo.
Ainda que esse dispositivo conhecido da arte anterior assegure a união e o escoramento das placas, ele é difícil de empregar pelo número de operações simultâneas. Ele necessita que as duas placas sejam mantidas uma contra a outra ou espaçadas de acordo com uma distância determinada, e que simultaneamente o dispositivo seja inserido e girado. Ora, as operações de alinhamento dos orifícios, de retenção das placas, de inserção e de rotação do dispositivo são operações delicadas e penosas de agrupar para um só operador, o que tem como conseqüência direta abaixar os ritmos de união.
Além disso, com o dispositivo precedente, cada uma das placas é mantida em uma de suas faces por uma superfície ou um batente transversal, e na outra de suas faces pelas espigas dispostas respectivamente nas primeira e segunda travessas. Cada placa sendo mantida entre elementos axialmente fixos do dispositivo de união, as placas são simplesmente travadas, mas a retenção das placas não é confiável, o que apresenta o risco de gerar desagrados estéticos ou mecânicos como vibrações.
Objeto da Invenção
A invenção tem como objetivo corrigir esses inconvenientes, propondo para isso um dispositivo de união de duas placas que tenha uma montagem fácil e que garanta uma retenção confiável das placas.
De acordo com a invenção, esse objetivo é atingido pelo fato de que o dispositivo de união compreende:
- meios de encaixe por pressão do pé na primeira placa, e
- meios de aperto que aproximam automaticamente as primeira e segunda placas por ocasião do travamento da união por rotação do corpo alongado.
A presença combinada dos meios de encaixe por pressão da primeira placa e dos meios de retenção da segunda placa permite assegurar uma pré-união das placas entre si para que o operador possa, em um segundo tempo, livremente travar a união por rotação do corpo alongado sem ter que segurar as duas placas.
Compreende-se bem que esse tipo de dispositivo de união permite portanto uma simplificação da operação de montagem pois ele permite separar a operação em duas etapas distintas: a pré-união das placas entre si, e o travamento propriamente dito. Essa diferenciação permite tornar cada 1,1 etapa muito simples graças a meios facilmente empregados.
Em certas variantes preferidas, a disposição dos meios de encaixe por pressão permite a pré-união da primeira placa antes da pré-união 15 da segunda placa. Essa característica permite ainda uma simplificação da operação de montagem separando-se a etapa de pré-união das placas entre si em duas subetapas sucessivas: a pré-união da primeira placa graças aos meios de encaixe por pressão que evitam qualquer risco de perda do dispositivo de união, e depois a pré-união da segunda placa graças aos meios de retenção.
Por outro lado, tais meios de aperto permitem que o dispositivo de união retenha de maneira confiável as placas de acordo com um posicionamento relativo predeterminado com uma colocação sob tensão permanente e elevada. Qualquer risco de folga na união depois de travamento é por25 tanto suprimido.
Descrição Sumária dos Desenhos
Outras vantagens e características se destacarão mais claramente da descrição que vai se seguir de modos especiais de realização da invenção dados a título de exemplos não limitativos e representados nos desenhos anexos, nos quais:
- a figura 1 é uma vista em perspectiva de um exemplo de dispositivo de união de acordo com a invenção,
Figure BRPI0619409B1_D0001
- a figura 2 é uma vista de frente do dispositivo de união da figura 1,
- a figura 3 é uma vista de frente do dispositivo da figura 1 depois de pré-união com uma primeira placa.
- a figura 4 é uma vista de frente do dispositivo da figura 3 depois da pré-união com uma segunda placa,
- a figura 5 é uma vista de lado do dispositivo da figura 4 depois do travamento da união,
- a figura 6 é uma vista em corte transversal do dispositivo da figura 5, de acordo com o plano de corte VI-VI’.
Descrição de Modos Especiais de Realização
O exemplo de dispositivo de união visível sozinho nas figuras 1 e 2 compreende um corpo alongado 10 munido de um pé 11 e de uma cabeça
12. A cabeça 12 é destinada à manipulação do dispositivo de fixação e apresenta uma seção oblonga com uma primeira e uma segunda extremidades exteriores, respeetivamente referenciadas 12a e 12b. Do mesmo modo, o pé 11 tem uma seção oblonga com uma primeira extremidade exterior 11a e uma segunda extremidade exterior 11b. O pé 11 e a cabeça 12 são dispostos coaxialmente, seu eixo comum D definindo a direção axiai na qual o dispositivo de união se estende.
Meios de manipulação também são previstos na cabeça 12, com uma lingueta 13 de preensão, pois o dispositivo de fixação é previsto, no exemplo, para ser manipulado com a mão. A lingueta 13 apresenta com essa finalidade duas faces laterais 14, 15 que convergem uma na direção da outra de modo a ser pega de maneira ótima entre o polegar e o indicador do usuário.
As extremidades exteriores 12a, 12b compreendem cada uma delas uma porção biselada, respeetivamente 16 e 17, que convergem uma na direção da outra. Um rasgo central 18, e um rasgo lateral 19 em cada extremidade exterior 12a, 12b, são dispostos na cabeça 12 para ganho de matéria.
A junção 20 entre o pé 11 e a cabeça 12 compreende um disco transversal 21 do qual o perímetro é munido de um colar 22 saliente. O colar é formado por uma parede troncônica 23 que delimita um círculo de menor diâmetro e um círculo de maior diâmetro, o círculo de menor diâmetro sendo ligado à borda do disco transversal 21 e o círculo de maior diâmetro sendo posicionado em torno da extremidade proximal do pé 11. Entende-se por extremidade proximal do pé 11 a extremidade ligada à junção 20. A outra extremidade do pé 11 é chamada de extremidade distai. Como o ilustra a figura 2, o colar 22 forma assim uma superfície troncônica que se alarga a partir do disco 21 na direção do pé 11.
Por outro lado, o colar 22 é constituído por um material elástico que torna possível sua deformação quando um esforço que tende a aproximar o círculo de maior diâmetro na direção do plano do disco transversal 21, ,J lhe é aplicado.
As faces laterais 24, 25 da porção central do pé 11 compreendem cada uma delas uma fresta 26 para a soltura de uma aleta de retenção
27 obtida em um material elasticamente deformável, e conectada ao pé 11 na aresta inferior da fresta 26 correspondente. As aletas de retenção 27 são portanto móveis na direção transversal, quer dizer na direção do eixo D. Cada aleta de retenção 27 é saliente da face lateral 24, 25 correspondente, com uma porção inclinada 27a e uma porção transversal 27b. A porção incli20 nada 27a se estende na direção da extremidade distai do pé 11 se aproximando do eixo D. A porção transversal 27b se estende paralelamente ao plano do disco transversal 21 com um desvio axial e1, em repouso, em relação ao círculo de maior diâmetro do colar 22.
A cabeça 12 compreende duas espigas 29 transversais. No exemplo, as espigas 29 são salientes das faces laterais da cabeça 12 com uma porção inclinada 29a e uma porção transversal 29b. A porção inclinada 29a se estende na direção da lingueta 13 da cabeça 12 se aproximando do eixo D. A porção transversal 29b se estende paralelamente ao plano do disco transversal 21. Cada espiga 29 se estende na embocadura de um rasgo
30 feito nas faces laterais da cabeça 12, parcialmente nas faces laterais 14, da lingüeta 13. Cada espiga 29 é ligada à cabeça 12 por uma zona de junção Z deformável elasticamente prevista ao longo da aresta superior da
Figure BRPI0619409B1_D0002
embocadura do rasgo 30, quer dizer a aresta a partir da qual se estende a porção inclinada 29a. As espigas 29 são portanto móveis na direção transversal para virem se inserir no alojamento 30 correspondente.
Em referência as figuras seguintes, o dispositivo de união precedente é destinado a unir rigidamente uma primeira placa P1 e uma segunda placa P2 da maneira indicada mais adiante. As placas P1 e P2 são geralmente solidárias, cada uma delas, de uma peça respectiva, as ditas peças (não representadas) sendo destinadas a ser unidas entre si em uma zona na qual as placas P1 e P2 se sobrepõem.
A primeira placa P1, cuja espessura e2 é lígeiramente superior ao desvio axial e1, compreende um orifício 28 transpassante (figura 6) que tem uma forma oblonga que corresponde à seção do pé 11, com dimensões ligeiramente superiores para determinar uma folga de montagem. Essa configuração do orifício 28 permite introduzir o pé 11 no orifício 28 a partir de sua extremidade distai na direção da extremidade proximal. O pé 11 compreende um chanfro 31 em sua extremidade distai para facilitar a entrada do pé 11 no orifício 28. Durante o deslizamento do pé 11 na placa P1, as aletas de retenção se dobram para a direção transversal enquanto que o contorno do orifício desliza ao longo das porções inclinadas 27a, até que uma das faces da placa P1 entre em contato com o colar 22 que constitui um batente axial. Como o desvio axial e1 é inferior à espessura e2 da placa P1, as porções transversais 27b das aletas de retenção 27 se estendem então na espessura e2 da placa P1. Por um aumento do esforço de inserção de acordo com a direção axial, o pé 11 progride enquanto que o colar 22 se deforma ligeiramente, até permitir o retorno elástico das aletas de retenção 27. As porções transversais 27b estão então em contato com a outra face da placa P1. Como o ilustra em especial a figura 3, o colar 22 e as aletas de retenção 27 constituem portanto meios de encaixe por pressão do pé 11 na primeira placa P1 para sua préunião. A ligeira deformação do colar 22 garante uma retenção firme e temporária do dispositivo de união na primeira placa P1 graças a um leve esforço de aperto da placa P1. Essa pré-união da placa P1 no dispositivo de união constitui uma primeira subetapa da etapa de pré-união das placas P1 e P2 entre si.
Todos os dispositivos de união necessários para a união final poderão ser instalados na primeira placa P1 antes da união da segunda placa P2, sem correr o risco de perda graças aos meios de encaixe pr pressão. Essa característica é muito interessante para as montagens nas zonas pouco acessíveis.
Em referência à figura 4, em uma segunda subetapa da etapa de pré-união das placas P1 e P2 entre si, a cabeça 12 é introduzida em um orifício 32 transpassante disposto na placa P2. O orifício 32 apresenta uma forma oblonga que corresponde à seção da cabeça 12, com dimensões ligeiramente superiores para determinar uma folga de montagem. As porções biseladas 16, 17 da cabeça 12 facilitam sua entrada no orifício 32 quando a placa geral de entrada e de inserção do corpo alongado 10 na placa P2 não 1,1 está alinhada com o eixo D. Por ocasião do deslizamento da cabeça 12 na placa P2, as espigas 29 vêm se alojar progressivamente em seu alojamento 30 pivotando para isso ao nível da zona de junção Z enquanto que o contor15 no do orifício 32 desliza ao longo das porções inclinadas 29a. Quando as espigas 29 são liberadas do orifício 32, essas últimas voltam para sua configuração natural por retorno elástico. As porções transversais 29b constituem então meios de retenção da placa P2, que é mantida axialmente contra as espigas 29. A subetapa precedentemente descrita constitui a pré-união da placa P2 no dispositivo de união.
A combinação da subetapa de pré-união da placa P1 e da subetapa de pré-união da placa P2 constitui a etapa na qual as placas P1 e P2 são pré-unidas entre si. É evidente que a pré-união da segunda placa P2 graças aos meios de retenção pode ser realizada antes da pré-união da pri25 meira placa P1 graças aos meios de encaixe por pressão, sem sair do âmbito da invenção.
Em uma segunda etapa, o usuário deve imprimir uma rotação de um quarto de volta ao corpo alongado 10 segurando para isso a lingüeta 13 entre o polegar e o indicador. Essa etapa pode portanto ser realizada de modo cego. Uma vez que o um quarto de volta de travamento foi efetuado, o dispositivo de união está no lugar nas placas P1 e P2 como representado na figura 5. As extremidades exteriores 11a, 11b do pé 11 constituem batentes
Figure BRPI0619409B1_D0003
axiais para a primeira placa P1 de um lado e de outro de seu orifício 28, e as extremidades exteriores 12a, 12b da cabeça 12 constituem batentes axiais para a segunda placa P2 de um lado e de outro de seu orifício 32, de acordo com uma direção oposta. A união está então travada.
Antes do travamento e depois da pré-união das placas P1 e P2, a retenção das placas P1 e P2 entre si não é confiável pois a colocação sob tensão é pequena, e mesmo nula. De fato, uma colocação sob grande tensão das placas P1 e P2 entre si depois da pré-união das mesmas aumentaria o esforço necessário a ser desenvolvido pelo usuário, com freqüência manualmente, para a inserção da cabeça 12 na placa P2. A montagem seria então muito difícil, e mesmo impossível.
Assim, de acordo com a invenção, o dispositivo de união compreende meios de aperto que aproximam automaticamente a placa P1 e a placa P2 por ocasião do travamento da união, os ditos meios de aperto sendo obtidos graças as características seguintes tomadas sozinhas ou em combinação:
- uma rampa superior 33 é disposta em cada extremidade exterior 12a, 12b da cabeça 12 para vir se apoiar no contorno do orifício 32 da segunda placa P2 durante o travamento,
- uma rampa inferior 34 é disposta em cada extremidade exterior 11a, 11b do pé 11 para vir se apoiar no contorno do orifício 28 da primeira placa P1 durante o travamento.
Assim, durante o travamento, a primeira placa P1 se aproxima da cabeça 12 e a segunda placa P2 se aproxima do pé. Em seu movimento, a primeira placa P1 obriga o maior círculo do colar 22 a se aproximar do disco transversal 21 em relação a sua posição depois da pré-união do pé 11 na primeira placa P1.
As rampas superiores 33 e inferiores 34 são prolongadas cada uma delas por uma porção plana, respectivamente 35 e 36, que se estende paralelamente ao disco transversal 21 e que é destinada a entrar em contato respectivamente com a placa P2 e com a placa P1 depois do travamento. A presença das porções planas 35 e 36 permite evitar a presença de um torque de retorno que seria aplicado no corpo alongado depois de travamen-
Figure BRPI0619409B1_D0004
to, para uma melhor estabilidade da união no tempo.
A distância entre as duas placas P1 e P2 depois de travamento é portanto determinada pela distância que separa axialmente as porções planas 35 e 36. Geralmente, a união depois de travamento compreende meios de escoramento (não representados) deslocados do dispositivo de união. Esses meios de escoramento são obtidos por exemplo por peças intercaladas entre as placas P1 e P2 ou pela forma das próprias placas P1 e P2. Os meios de aperto precedentemente descritos permitem uma colocação sob tensão das placas P1 e P2 contra os meios de escoramento, para uma melhor rigidez da união e uma confiabilidade da retenção. A colocação sob tensão é por um lado permanente enquanto o dispositivo de união está travado, e por outro lado elevada graças a uma facilidade de execução (simultaneamente ao próprio travamento).
Em referência à figura 6, a porção do corpo alongado 10 que liga o pé 11 e o disco transversal 21 que sustenta o colar 22 compreende uma seção que tem dois quartos de círculo C1 e C2, simétricos em relação ao eixo D do corpo alongado 10, e conectados por dois ângulos retos A1 e A2. Os dois quartos de círculo C1 e C2 pertencem a seu círculo de construção P, cujo diâmetro é apenas inferior ao comprimento do orifício 28 da primeira placa P1.
A porção do corpo alongado 10 que liga o pé 11 e o disco transversal 21 apresenta portanto duas porções de batente S11 e S12 que formam entre si o ângulo reto A1, e duas superfície de batente S21 e S22 que formam entre si o ângulo reto A2. As superfícies de batente S11 e S21 entram conjuntamente em contato com as paredes do orifício 28 para se oporem à rotação do corpo alongado
10 em uma primeira posição (representada na figura 6), assim como as superfícies de batente S12 e S22 em uma segunda posição (não representada). O trajeto angular permitido do corpo alongado 10 entre as primeira e segunda posição é de um quarto de volta. No exemplo, depois da etapa de pré-união das placas P1 e P2 entre si, as superfícies de batente S12 e S22 estão apoia30 das contra as paredes do orifício 28 par impedir a rotação anti-horária do corpo alongado 10. A rotação horária do corpo alongado 10 é em contrapartida permitida, com uma guia graças aos um quarto de círculo C1 e C2, até uma
Ι8 colocação em contato das superfícies de batente S11 e S21. Nessa posição, a união está travada e a rotação horária é então impedida. Em contrapartida, a rotação anti-horária se encontra permitida para permitir o destravamento do dispositivo de união. Essa característica do corpo alongado 10 é destinada a facilitar ao operador as operações de travamento e de destravamento.
No exemplo, o começo da rampa inferior 34 é deslocado axialmente em relação à porção transversal 27b da aleta de retenção 27. Uma fração da porção do corpo alongado 10 alojada na espessura e2 da placa P1, depois de pré-união nessa última, possui a seção do pé 11, a fim de impedir qualquer rotação intempestiva do corpo alongado 10, exceto com uma passagem à força. O valor do torque a transmitir efetivamente para a lingüeta 13, por ocasião do travamento, para permitir a rotação do corpo alongado 10, é inferior à dita passagem à força, por causa do esforço de pressão simultâneo exercido pelo usuário sobre a cabeça 12 que tende a aproximar a primeira placa P1 do começo da rampa inferior 34.
No modo de realização das figuras 1 a 6, e de maneira não limitativa, entalhes 37 são feitos na junção 20 entre a cabeça 12 e o pé 11, para a soltura de duas abas 38 que se estendem paralelamente à cabeça 12. As abas 38 são obtidas em um material elasticamente deformável, e conectadas à junção 20 em uma aresta dos entalhes 37 paralela ao eixo D. As abas 38, dispostas simetricamente em relação ao eixo D, são portanto móveis na direção transversal para virem se alojar nos entalhes 37. Como o ilustra a figura 4, as abas 38 se estendem tangencialmente as paredes opostas do orifício 32 da segunda placa P2 depois da pré-união das placas P1 e P2. Durante o travamento, as abas 38 são arqueadas transversalmente pelas paredes do orifício 32 para permitir a rotação do corpo alongado 10. Uma vez que a rotação terminou, as abas 38 retomam sua posição inicial sob o efeito do retorno elástico da matéria. As abas 38 estão então perpendiculares às paredes do orifício 32, apoiadas contra as ditas paredes ao nível de suas extremidades. As abas 38 se opõem assim a qualquer possibilidade de rotação do corpo alongado 10 no sentido do destravamento.

Claims (4)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Dispositivo de união de uma primeira placa (P1) e de uma segunda placa (P2) superposta, que compreende um corpo alongado (10) munido de um pé (11) e de uma cabeça (12) que compreende meios de reten5 ção (29) da segunda placa (P2), o corpo alongado (10) sendo destinado a atravessar axialmente um orifício (28, 32) previsto em cada placa (PI, P2), e sendo equipado com meios de travamento (11a, 11b, 12a, 12b) acionados em rotação, com meios de encaixe por pressão (22, 27) do pé (11) na primeira placa (P1), e com meios de aperto (33, 34) que aproximam automati10 camente as primeira e segunda placas (PI, P2) por ocasião do travamento da união por rotação do corpo alongado (10) caracterizado pelo fato de que:
    - os meios de encaixe por pressão (22, 27) compreendem um batente axial (22) solidário do corpo alongado (10) e pelo menos uma aleta de retenção (27) elasticamente deformável na direção transversal, o batente
    15 axial (22) e a aleta de retenção (27) sendo destinados a respectivamente se apoiar nas faces opostas da primeira placa (P1), e
    - os meios de retenção (29) da segunda placa (P2) compreendem pelo menos uma espiga (29) ligada à cabeça (12) por uma zona de junção (Z) deformável elasticamente.
    20 2. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o batente axial (22) é um colar (22) saliente na periferia do corpo alongado (10) e elasticamente deformável na direção axial.
    3. Dispositivo de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 e 2, caracterizado pelo fato de que os meios de travamento (11a, 11b, 12a,
    25 12b) compreendem:
    - um pé (11) de seção oblonga que corresponde ao orifício (28) da primeira placa (P1),
    - uma cabeça (12) de seção oblonga que corresponde ao orifício (32) da segunda placa (P2).
    30 4. Dispositivo de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que os meios de aperto (33, 34) compreendem uma rampa superior (33) disposta em pelo menos uma extremidade exterior (12a, 12b) da cabeça (12) e que se apóia na segunda placa (P2) durante o travamento.
    5. Dispositivo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que a rampa superior (33) é prolongada por uma porção plana (35) destinada a entrar em contato com a segunda placa (P2) depois de tra5 vamento.
    6. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 5, caracterizado pelo fato de que os meios de aperto (33, 34) compreendem uma rampa inferior (34) disposta em pelo menos uma extremidade exterior (11a, 11b) do pé (11) e que se apóia na primeira placa (P1) durante o
    10 travamento.
    7. Dispositivo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado 1,1 pelo fato de que a rampa inferior (34) é prolongada por uma porção plana (36) destinada a entrar em contato com a primeira placa (P1) depois de travamento.
    15 8. Dispositivo de acordo com uma das reivindicações 6 ou 7, caracterizado pelo fato de que o começo da rampa inferior (34) é deslocado axialmente em relação à aleta de retenção (27) dos meios de encaixe por pressão (22, 27).
    9. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1
    20 a 8, caracterizado pelo fato de que a porção do corpo alongado (10) que liga o pé (11) e o batente axial (22) dos meios de encaixe por pressão (22, 27) compreende uma seção que tem dois quartos de círculo (C1, C2) simétricos em relação ao eixo (D) do corpo alongado (10) e conectados por dois ângulos retos (Α1, A2).
    25 10. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações
    3 a 9, caracterizado pelo fato de que as extremidades exteriores (12a, 12b) da cabeça (12) compreendem porções biseladas (16,17) e convergentes.
    11. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que o desvio axial (e1) que separa,
    30 em repouso, o batente axial (22) e a aleta de retenção (27) dos meios de encaixe por pressão (22, 27) é ligeiramente inferior à espessura (e2) da primeira placa (P1).
    12. Dispositivo de acordo com uma qualquer das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que a cabeça (12) e o pé (11) são ligados por uma junção (20) que compreende pelo menos uma aba (38) obtida em um material elasticamente deformável, móvel na direção transversal,
    5 e adaptada para se estender tangencialmente ao orifício (32) da segunda placa (P2) antes do travamento, para se arquear durante o travamento a fim de permitir a rotação do corpo alongado (10), e para se opor à rotação do corpo alongado (10) no sentido do destravamento.
    1/4
    FIG 1 ^3
  2. 2/4
    FIG 3
  3. 3/4
    FIG 4
    FIG 5
  4. 4/4
    S12
    FIG 6
BRPI0619409-5A 2005-12-05 2006-11-08 Dispositivo de união de duas placas BRPI0619409B1 (pt)

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