BRPI0620442A2 - uso de um poliéster biodegradável, formulação lìquida para preparação da semente, processos para preparar formulação para tratamento de sementes, e para tratar sementes, semente, e, processo para regular o crescimento de plantas e/ou para combater vegetação indesejada e/ou para combater infestação indesejada por insetos ou ácaros em plantas e/ou para combater fungos fitopatogênicos - Google Patents

uso de um poliéster biodegradável, formulação lìquida para preparação da semente, processos para preparar formulação para tratamento de sementes, e para tratar sementes, semente, e, processo para regular o crescimento de plantas e/ou para combater vegetação indesejada e/ou para combater infestação indesejada por insetos ou ácaros em plantas e/ou para combater fungos fitopatogênicos Download PDF

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Abstract

USO DE UM POLIéSTER BIODEGRADáVEL, FORMULAçãO LìQUIDA PARA PREPARAçãO DA SEMENTE, PROCESSOS PARA PREPARAR FORMULAçãO PARA TRATAMENTO DE SEMENTES, E PARA TRATAR SEMENTES, SEMENTE, E, PROCESSO PARA REGULAR O CRESCIMENTO DE PLANTAS E/OU PARA COMBATER VEGETAçãO INDESEJADA E/OU PARA COMBATER INFESTAçãO INDESEJADA POR INSETOS OU áCAROS EM PLANTAS E/OU PARA COMBATER FUNGOS FITOPATOGêNICOS. A presente invenção refere-se ao uso de poliésteres parcialmente aromáticos, biodegradáveis para o tratamento de sementes, a formulações para o tratamento de sementes que compreendem poliésteres aromáticos, biodegradáveis, a um processo para a preparação dos mesmos e ao uso dos mesmos para o tratamento de sementes.

Description

"USO DE UM POLffiSTER BIODEGRADÁVEL, FORMULAÇÃO LÍQUIDA PARA PREPARAÇÃO DA SEMENTE, PROCESSOS PARA PREPARAR FORMULAÇÃO PARA TRATAMENTO DE SEMENTES, E PARA TRATAR SEMENTES, SEMENTE, E, PROCESSO PARA REGULAR O CRESCIMENTO DE PLANTAS E/OU PARA COMBATER VEGETAÇÃO INDESEJADA E/OU PARA COMBATER INFESTAÇÃO INDESEJADA POR INSETOS OU ÁCAROS EM PLANTAS E/OU PARA COMBATER FUNGOS FITOPATOGÊNICOS"
A presente invenção refere-se ao uso de poliésteres parcialmente aromáticos, biodegradáveis para o tratamento de sementes, a formulações para o tratamento de sementes que compreendem poliésteres aromáticos, biodegradáveis, a um processo para a preparação dos mesmos e ao uso dos mesmos para o tratamento de sementes.
Fatores ambientais, tais como o vento, o sol, a chuva e também a água do solo, podem causar uma distribuição indesejada de agentes de proteção das plantações. Como uma conseqüência, a quantidade de composto ativo pode ser reduzida tal que não se possa evitar um ataque posterior ou organismos nocivos ou um crescimento posterior de plantas indesejadas.
As formulações que têm uma liberação controlada de substância ativa evitam este problema pela liberação de certas quantidades de composto ativo de uma maneira retardada durante um certo período de tempo.
Neste caso, é desejável se conseguir uma taxa de liberação que seja tão eficiente quanto possível.
Além disso, no caso de semente preparada, a abrasão pode resultar na formação de pós finos que compreendem pesticida. Isto é desvantajoso quando se manipula a semente.
Além disso, no caso de formulações costumeiras para o tratamento de sementes, há freqüentemente uma liberação demasiada rápida de composto ativo. Uma outra desvantagem de numerosas formulações descritas na técnica anterior é o fato de que os polímeros ali descritos não são completamente biodegradáveis.
Um outro problema com a preparação da semente é o fato de que o contato direto do composto ativo com a semente pode ter um efeito negativo sobre a taxa de germinação da semente.
Adicionalmente, quando se tratam as sementes, o crescimento das plantas pode ser afetado adversamente, dependendo do composto ativo.
Além disso, é vantajoso que a semente tem boa capacidade de escoamento (isto é, simples aplicação da semente).
Conseqüentemente, foi um objetivo da presente invenção fornecer uma formulação para preparação da semente em que a abrasão é tão baixa quanto possível,
isto é, há uma reduzida formação de pó fino da semente preparada e/ou
há um efeito positivo sobre a taxa de germinação da semente que pode ter sido afetada adversamente por utilização dos compostos ativos e/ou
há um efeito positivo sobre o crescimento de plantas provenientes de semente tratada que pode ter sido afetada adversamente pelo uso de compostos ativos
e/ou
há uma liberação controlada de composto ativo e/ou tem boa capacidade de escoamento.
Um outro problema pode ser biodegrabilidade insuficiente. Em geral, biodegrabilidade significa que os poliésteres são degradados durante um período de tempo apropriado e mensurável. A degradação pode ser hidrolítica e/ou oxidativa e pode ser causada predominantemente pela ação de microorganismos, tais como bactérias, leveduras, fungos e algas. A biodegrabilidade pode ser determinada, por exemplo, pela misturação de poliésteres com adubo e armazenagem dos mesmos durante um certo período de tempo. De acordo com ASTM D 5338, ASTM D 6400 e DIN V 54900, o ar isento de CO2 é, por exemplo, passado através de adubo maduro durante a compostagem e o adubo é sujeito a um programa de temperatura definida.
Neste caso, a degradabilidade biológica é definida pela razão da liberação líquida de CO2 da amostra (depois da dedução da liberação de CO2 pelo adubo sem a amostra) para a liberação máxima de CO2 da amostra (calculada partindo do teor de carbono da amostra). Os plásticos são completamente biodegradáveis (de acordo com DESi V 54 900, parte 2) quando, durante um período de teste de no máximo 180 dias, pelo menos 60 % do carbono orgânico do material foram convertidos em CO2. Em geral, os poliésteres biodegradáveis apresentam sinais acentuados de degradação tais como colonização por fungos, formação de rasgos e de orifícios, até mesmo depois de alguns dias de compostagem. Em contraste, os polímeros de crescimento da cadeia que têm uma cadeia principal C-C, tal como, por exemplo, de polietileno, são fracamente biodegradáveis, se forem.
De acordo com um entendimento científico atual (W. Tãnzer, Biologisch abbaubare Polímero [Biodegradable Polímeros], Deutscher Verlag fur Grundstoffindustrie, Stuttgart, Alemanha, 2000), a biodegrabilidade dos polímeros da etapa de crescimento, tais como, por exemplo, poliésteres, depende dos seguintes fatores:
- as ligações químicas (ésteres > éteres > amidas > uretanas)
- a massa molar (quanto menos a massa molar mais rápida a degradação)
- a morfologia (os polímeros amorfos são degradados mais rapidamente do que os polímeros cristalinos)
- a dureza e a temperatura de transição vítrea Tg (os polímeros moles são degradados mais rapidamente do que os polímeros duros) - a hidrofilicidade (os polímeros hidrofílicos são degradados mais rapidamente do que os polímeros hidrófobos)
Como estes fatores também têm um efeito sobre as propriedades do polímero (tal como, por exemplo, boa formação de filme) que são importantes para a aplicação nas formulações para o tratamento das sementes, também foi um objetivo da presente invenção fornecer formulações para semente que tenham uma biodegrabilidade que seja tão alta quanto possível, isto é, virtualmente completa.
Este objetivo foi alcançado pela utilização de um poliéster parcialmente aromático,biodegradável no tratamento das sementes.
A presente invenção também compreende o uso de um poliéster parcialmente aromático, biodegradável para a preparação das formulações para tratamento de sementes.
O termo preparação compreende todos os processos para o tratamento de semente conhecidos da pessoa perita na técnica (por exemplo preparação da semente, revestimento da semente e pelotização).
O termo "poliéster parcialmente aromático, biodegradável" significa que compreende todos os poliésteres parcialmente aromáticos que satisfaçam pelo menos a definição de biodegrabilidade fornecida em DIN V 54900, em particular os poliésteres compostáveis parcialmente aromáticos, isto é, poliésteres que, de acordo com DIN V 54900 são mais do que 60 % biodegradáveis.
O termo "poliéster parcialmente aromático, biodegradável", de acordo com a invenção, também deve ser entendido como significando derivados de poliéster, tais como poliéter ésteres, poliéster amidas ou poliéter éster amidas.
Os poliésteres parcialmente aromáticos, biodegradáveis adequados incluem poliésteres de cadeia reta cuja cadeia não foi estendida (WO 92/09654). E dada preferência a poliésteres de cadeia estendida e/ou ramificada, parcialmente aromáticos. Estes últimos são conhecidos pelos pedidos de patente WO 96/15173 até 15176, 21689 até 21692, 25446, 25448 ou pela WO 98/12242, que são expressamente incorporados neste caso para fins de referência. Também adequadas são as misturas de diferentes poliésteres parcialmente aromáticos, como são as mesclas de poliésteres parcialmente aromáticos com biopolímeros, tais como, por exemplo, amido ou com biopolímeros biodegradáveis modificados, tais como, por exemplo, amido modificado, ésteres de celulose (por exemplo, acetato de celulose, acetato butirato de celulose) ou polímeros sintéticos biodegradáveis, tal como polilactídeo (por exemplo como EcoPLA® (da Cargill)).
Os poliésteres parcialmente aromáticos preferidos incluem poliésteres, aqui a seguir também denominados poliésteres TA, constituídos partindo de:
A) um componente ácido de
al) 30 a 95% molar de pelo menos um ácido dicarboxílico cicloalifático ou de derivados formadores de éster do mesmo ou misturas dos mesmos
a2) 5 a 70 % molar de pelo menos um ácido dicarboxílico aromático ou de seu derivado formador de éster ou misturas dos mesmos e
a3) 0 a 5 % molar de um composto que contém um grupo sulfonato,
em que as percentagens molares de componentes al) a a3) somam até 100 % e
B) um componente diol de pelo menos um C2- a C12- alcanodiol ou um C5- a C10-ciclo alcanodiol ou misturas dos mesmos e, se desejado, adicionalmente um ou mais componentes selecionados entre
C) um componente selecionado entre
cl) um composto dihidróxi, contendo pelo menos uma função éter, de fórmula I
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em que η é 2, 3 ou 4 e m é um número inteiro de 2 a 250, c2) pelo menos um ácido hidroxicarboxílico de fórmula IIa ou
<formula>formula see original document page 7</formula>
em que ρ é um número inteiro delal500 eré um número inteiro de 1 a 4 e G é um radical selecionado do grupo que consiste de fenileno, -(CH2)q-, em que q é um número inteiro de 1 a 5, -C(R)H- e - C(R)HCH2, em que R é metila ou etila
c3) pelo menos um amino-C2- a C12-alcanol ou pelo menos um amino-C5- a C10-cicloalcanol ou misturas dos mesmos
c4) pelo menos um diamino-C1 a C8-alcano
c5) pelo menos uma 2, 2'-bisoxazolina de fórmula III
<formula>formula see original document page 7</formula>
em que R1 é uma ligação simples, um grupo (CH2)z-alquileno,
em que z = 2, 3 ou 4 ou um grupo fenileno
c6) pelo menos um ácido aminocarboxílico selecionado do grupo que consiste de aminoácidos naturais, poliamidas que têm um peso molecular de no máximo 18.000 g/mol, que podem ser obtidos por policondensação de um ácido dicarboxílico que tem 4 a 6 átomos de carbono e uma diamina que tem 4 a 10 átomos de carbono, compostos de fórmulas IVa e IVb <formula>formula see original document page 8</formula>
em que s é um número inteiro de 1 a 1500 e t é um número inteiro de 1 a 4 e T é um radical selecionado do grupo que consiste de fenileno, -(CH2)u-, em que u é um número inteiro de 1 a 12, -C(R2)H- e - C(R)HCH2, em que R2 é metila ou etila e polioxazolinas com a unidade de repetição V
<formula>formula see original document page 8</formula>
em que R3 é hidrogênio, C1-C6-alquila, C5-C8-cicloalquila, fenila que não é substituído ou é substituído até três vezes por grupos C1-C4- alquila ou é tetrahidrofurila,
ou misturas de cl) a c6)
e
D) um componente selecionado entre
dl) pelo menos um composto que tem pelo menos três grupos capazes de formar ésteres
d2) pelo menos um isocianato
d3) pelo menos um divinil éter ou misturas de dl) a d3).
O componente ácido A dos poliésteres parcialmente aromáticos preferidos compreende desde 30 até 70, em particular desde 40 até 60, % molar de al desde 30 até 70, em particular desde 40 até 60, % molar de a2.
Os ácidos alifáticos ou ciclo alifáticos adequados e os derivados correspondentes al são os compostos a seguir.
Os ácidos dicarboxílicos alifáticos que são adequados de acordo com a invenção geralmente têm 2 a 10 átomos de carbono, de preferência 4 a 6 átomos de carbono. Eles podem ser de cadeia reta ou então ramificados. Os ácidos dicarboxílicos cicloalifáticos que podem ser usados no contexto da presente invenção são geralmente aqueles que têm 7 a 10 átomos de carbono e em particular aqueles que têm 8 átomos de carbono. No entanto, em princípio, também é possível usar ácidos dicarboxílicos que tenham um número de átomos de carbono relativamente grande, por exemplo até 30 átomos de carbono.
Exemplos que podem ser mencionados são: ácido malônico, ácido succínico, ácido glutárico, ácido 2-metilglutárico, ácido 3- glutárico, ácido adípico, ácido pimélico, ácido azeláico, ácido sebácico, ácido fumárico, ácido 2, 2-dimetilglutárico, ácido subérico, ácido 1, 3-ciclopentano dicarboxílico, ácido 1, 4-ciclohexano dicarboxílico, ácido 1, 3-ciclohexano dicarboxílico, ácido diglicólico, ácido itacônico, ácido maléico e ácido 2, 5- norbornano dicarboxílico.
Os derivados formadores de éster dos ácidos dicarboxílicos alifáticos ou ciclo alifáticos mencionados acima, que podem também ser usados, são em particular os di-Cr a -C6-alquil ésteres, tais como dimetil, dietil, di-n-propil, diisopropil, di-n-butil, diisobutil, di-t-butil, di-n- pentil, diisopentil ou di-n-hexil ésteres.Também é possível usar anidridos dos ácido dicarboxílicos.
Especial preferência é dada ao uso de ácido adípico ou de ácido sebácico, de seus derivados formadores de éster ou de misturas dos mesmos. O ácido adípico ou os seus derivados formadores de éster, tais como seus ésteres de alquila ou misturas dos mesmos, são empregados com especial preferência.
Os ácidos dicarboxílicos aromáticos a2 adequados são, em geral, aqueles que têm 8 a 12 átomos de carbono e de preferência aqueles que têm 8 átomos de carbono. Ácido tereftálico, ácido isoftálico, ácido 2, 6- naftóico e o ácido 1, 5—naftóico e os derivados formadores de éster dos mesmos podem ser mencionados para fins de exemplo. Especial menção pode ser feita aos di-C1-C6-alquil ésteres, por exemplo dimetil, dietil, di-n-propil, diisopropil, di-n-butil, diisobutil, di-t-butil, di-n-pentil, diisopentil ou di-n- hexil ésteres. Os anidridos dos ácidos dicarboxílicos a2 são os derivados formadores de éster similarmente adequados.
No entanto, em princípio, também é possível usar ácidos dicarboxílicos aromáticos a2 que tenham um número de átomos de carbono relativamente pequeno, por exemplo, até 20 átomos de carbono.
Os ácidos dicarboxílicos aromáticos ou os seus derivados formadores de éster a2 podem ser empregados individualmente ou como uma mistura de dois ou mais componentes. Especial preferência é dada ao uso de ácido tereftálico ou de seus derivados formadores de éster, tal como tereftalato de dimetila.
O composto que contém grupo sulfonato usado é habitualmente um sal de metal alcalino ou de metal alcalino-terroso de um ácido dicarboxílico que contém grupo sulfonato ou de seus derivados formadores de éster, de preferência sais de metal alcalino de ácido 5- sulfoisoftálico ou misturas dos mesmos, particularmente de preferência o sal de sódio.
Em uma modalidade preferida, o componente ácido A compreende desde 40 até 60 % molar de al, desde 40 até 60 % molar de a2 e desde 0 até 2 % molar de a3. Em uma outra modalidade preferida, o componente ácido A compreende desde 40 até 59,9 % molar de al, desde 40 até 59,9 % molar de a2 e desde 0,1 até 1 % molar de a3, em particular desde 40 até 59,8 % molar de al, desde 40 até 59,8 % molar de a2 e desde 0,2 até 0,5 % molar de a3.
Os dióis B são geralmente escolhidos do grupo que consiste de alcanodióis ramificados e de cadeia reta que têm 2 a 12 átomos de carbono, de preferência 4 a 6 átomos de carbono e cicloalcanodióis que têm 5 a 10 átomos de carbono.
Exemplos de alcanodióis adequados são etileno glicol, 1, 2- propanodiol, 1, 3-propanodiol, 1, 2-butanodiol, 1, 4-butanodiol, 1, 5- pentanodiol, 2, 4-dimetil-2-etilhexano-l, 3-diol, 2, 2-dimetil-l, 3-propanodiol, 2-etil-2-butil-l, 3-propanodiol, 2-etil-2-iso butil-1, 3-propanodiol, 2, 2, 4- trimetil-1, 6-hexanodiol, em particular etileno glicol, 1, 3-propanodiol, 1, 4- butanodiol e 2, 2-dimetil-l, 3-propanodiol (neopentil glicol); ciclopentanodiol, 1, 4-ciclohexanodiol, 1, 2-ciclohexanodimetanol, 1, 3- ciclohexanodimetanol, 1, 4-ciclohexanodimetanol ou 2, 2, 4, 4-tetrametil-l, 3- ciclobutanodiol. Também é possível usar use misturas de diferentes alcanodióis.
Dependendo se for desejado um excesso de grupos terminais ácido ou OH, cada componente A ou componente B pode ser usado em excesso. Em uma modalidade preferida, a razão molar dos componentes A a B usados está na faixa de desde 0,4:1 até 1,5:1, na faixa de desde 0,6:1 até 1.1:1.
Além dos componentes A e B, os poliésteres TA podem compreender outros componentes.
Os compostos dihidróxi cl usados são de preferência dietileno glicol, trietileno glicol, polietileno glicol, polipropileno glicol e politetrahidrofurano (poli-THF), particularmente de preferência dietileno glicol, trietileno glicol e polietileno glicol, em que também misturas dos mesmos ou compostos que tenham diferentes variáveis η (ver a fórmula I), por exemplo polietileno glicol, que contém unidades de propileno (n = 3), que podem ser obtidos, por exemplo, por polimerização de acordo com métodos por si conhecidos de óxido de etileno inicialmente e então com óxido de propileno, particularmente de preferência um polímero baseado em polietileno glicol, que tem variáveis diferentes n, predominantemente unidades formadas partindo de óxido de etileno. O peso molecular (Mn) do polietileno glicol é geralmente escolhido na faixa de desde 250 até 8000, de preferência desde 600 até 3000, g/mol.
Em uma das modalidades preferidas, é possível usar, por exemplo, desde 15 até 98, de preferência desde 60 até 99.5, % molar dos dióis B e desde 0,2 até 85, de preferência desde 0,5 até 30, % molar dos compostos dihidróxi cl, baseado na quantidade molar de B e cl, para preparar os poliésteres TA.
Em uma modalidade preferida, o ácido hidroxicarboxílicos c2) usado é: ácido glicólico, ácidos D-, L-, D, L-láctico, ácido 6- hidroxihexanóico, derivados cíclicos dos mesmos, tais como glicolídeo (1,4- dioxana-2, 5-diona), D-, L-dilactídeo (3, 6-dimetil-l, 4-dioxanas-2, 5-diona), ácido p-hidroxibenzóico e seus oligômeros e polímeros, tais como ácido 3- polihidroxibutírico, ácido polihidroxivalérico, polilactídeo (que pode ser obtido, por exemplo, como EcoPLA® (da Cargill)) e também uma mistura de ácido 3-polihidroxibutírico e ácido polihidroxivalérico (este último pode ser obtido por Zeneca sob o nome Biopol®); particularmente preferível para a preparação de poliésteres TA são os de baixo peso molecular e derivados cíclicos dos mesmos.
Os ácidos hidroxicarboxílicos podem ser empregados, por exemplo, em quantidades de desde 0,01 até 50, de preferência de desde 0,1 até 40, % em peso, baseado na quantidade de A e B.
De preferência usados como amino-C2-C12-alcanol ou amino- C5-C10-cicloalcanol (componente c3), que também significa que inclui o 4- aminometilciclohexanometanol, são os amino-C2-C6-alcanóis, tais como 2- aminoetanol, 3-aminopropanol, 4-aminobutanol, 5-aminopentanol, 6- aminohexanol e também amino-C5-C6-cicloalcanóis, tais como aminociclopentanol e aminociclohexanol ou misturas dos mesmos.
De preferência usados como diamino-C1-C8-alcano (componente c4) são os diamino-C4-C6-alcanos tais como 1, 4- diaminobutano, 1, 5-diaminopentano e 1, 6-diaminohexano (hexametilenodiamina, "HMD").
Em uma modalidade preferida, desde 0,5 até 99,5 % molar, de preferência desde 0,5 até 50 % molar, de c3, baseado na quantidade molar de B e desde 0 até 50, de preferência desde 0 até 35, % molar de c4, baseado na quantidade molar de B, podem ser usados para a preparação dos poliésteres TA.
As 2, 2'-bisoxazolinas c5 de fórmula III podem ser geralmente obtidas pelo processo da Angew. Chem. Int. Edit., Vol. 11 (1972), pp. 287- 288. As bisoxazolinas particularmente preferidas são aquelas em que R1 é uma ligação simples, um grupo (CH2)z-alquileno em que ζ = 2, 3 ou 4, tais como metileno, etano—1, 2-diila, propano-1, 3-diila, propano-l,2-diila ou um grupo fenileno. 2, 2'-Bis (2-oxazolina), bis (2-oxazolinil) metano, 1, 2- bis (2-oxazolinil) etano, 1, 3-bis (2-oxazolinil) propano ou 1, 4-bis (2- oxazolinil) butano, em particular 1, 4-bis (2-oxazolinil) benzeno, 1, 2-bis (2- oxazolinil) benzeno ou 1, 3-bis (2-oxazolinil) benzeno, podem ser mencionados como bisoxazolinas como particularmente preferidas.
Para a preparação dos poliésteres TA, é possível usar, por exemplo, desde 70 até 98 % molar de B, até 30 % molar de c3 e desde 0,5 até 30 % molar d c4 e desde 0,5 até 30 % molar de c5, em cada caso baseado na soma das quantidades molares dos componentes B, c3, c4 e c5. De acordo com uma outra modalidade preferida, é possível usar desde 0,1 até 5, de preferência desde 0,2 até 4, % em peso de c5, baseado no peso total de A e B.
Os ácidos aminocarboxílicos naturais podem ser usados como componente c6. Estes incluem valina, leucina, isoleucina, treonina, metionina, fenilalanina, triptófano, lisina, alanina, arginina, ácido aspártico, cisteína, ácido glutâmico, glicina, histidina, prolina, serina, tirosina, asparagina ou glutamina. Os ácidos aminocarboxílicos preferidos de fórmulas gerais Iva e IVb são aqueles em que s é um número inteiro de 1 a 1000 e t é um número inteiro de 1 a 4, de preferência de 1 ou 2 e T é selecionado do grupo que consiste de fenileno e -(CH2)u-, em que u é 1, 5 ou 12.
Além disso, c6 também pode ser uma polioxazolina de fórmula V. No entanto, c6 também pode ser uma mistura de diferentes ácidos aminocarboxílicos e/ou polioxazolinas.
Em uma modalidade preferida, c6 pode ser usado em quantidades de desde 0,01 até 50, de preferência de desde 0,1 até 40, % em peso, baseado na quantidade total dos componentes AeB.
Outros componentes que podem ser opcionalmente usados para preparar os poliésteres TA incluem compostos dl que contenham pelo menos três grupos capazes de formar ésteres.
Os compostos dl de preferência contêm três a dez grupos funcionais capazes de formar ligações éster. Os compostos dl particularmente preferidos têm três a seis grupos funcionais deste tipo em uma molécula, em particular, três a seis grupos hidroxila e/ou carboxila. Os seguintes podem ser mencionados, para fins de exemplo:
ácido tartárico, ácido cítrico, ácido málico; trimetilolpropano, trimetiloletano; pentaeritritol; poliéter trióis; gliceróis; ácido trimésico; ácido trimelítico, anidrido trimelítico; ácido piromelítico, dianidrido
piromelítico e ácido hidroxiisoftálico. Os compostos dl são geralmente empregados em quantidades de desde 0,01 até 15, de preferência desde 0,05 até 10, particularmente de preferência desde 0,1 até 4, % molar, baseado no componente A.
E usado um isocianato ou uma mistura de isocianatos diferentes como componente d2. É possível usar diisocianatos aromáticos ou alifáticos. No entanto, também é possível usar isocianatos mais altamente funcionalizados. No contexto da presente invenção, deve ser entendido um diisocianato aromático d2, como significando especialmente 2, 4-diisocianato de toluileno, 2, 6-diisocianato de toluileno, 2, T- diisocianato de difenilametano, diisocianato de 2, 4'-difenilametano, diisocianato de 4, 4'- difenilametano, 1, 5-diisocianato de naftaleno ou diisocianato de xilileno. Entre estes, diisocianato de 2, 2'-, 2, 4'- e 4, 4'-difenilametano são particularmente preferidos componente d2. Em geral, estes últimos diisocianatos são usados como uma mistura.
Um isocianato d2 tricíclico adequado é, por exemplo, o tri (4- isocianofenil) metano. Os diisocianatos policíclicos aromáticos são obtidos, por exemplo, durante a preparação de diisocianatos mono- ou bicíclicos.
O componente d2 também pode compreender quantidades mínimas, por exemplo até 5 % em peso, baseado no peso total do componente d2, de grupos uretiona, por exemplo, para recobrir os grupos isocianato.
No contexto da presente invenção, um diisocianato d2 alifático deve ser entendido como significando em particular diisocianatos de alquileno de cadeia reta ou ramificada ou diisocianatos de cicloalquileno que tenham 2 a 20 átomos de carbono, de preferência 3 a 12 átomos de carbono, por exemplo, diisocianato de 1, 6-hexametileno, diisocianato de isoforona ou metileno-bis (4-isocianatociclohexano). Os diisocianatos alifáticos d2 particularmente preferidos são o diisocianato de 1, 6-hexametileno e o diisocianato de isoforona.
Os isocianuratos preferidos incluem isocianuratos alifáticos derivados de diisocianatos de alquileno ou de diisocianatos de cicloalquileno que têm 2 a 20 átomos de carbono, de preferência 3 a 12 átomos de carbono, por exemplo, diisocianato de isoforona ou metileno bis (4-isocyanato ciclohexano). Neste caso, os diisocianatos de alquileno podem ser de cadeia reta ou ramificada. Especial preferência é dada aos isocianuratos baseados em diisocianato de n-hexametileno, por exemplo, trímeros cíclicos, pentâmeros ou oligômeros superiores de diisocianatos de n-hexametileno.
Em geral, o componente d2 é empregado em quantidades de desde 0,01 até 5, de preferência de desde 0,05 até 4, % molar, particularmente de preferência desde 0,1 até 4 % molar, baseado na soma das quantidades molares de A e B.
Em geral, todos divinil éteres costumeiros e comercialmente disponíveis podem ser usados como divinil éteres d3. É dada preferência à utilização do 1, 4-butanodiol divinil éter, 1, 6-hexanodiol divinil éter ou 1,4- ciclohexanodimetanol divinil éter ou misturas dos mesmos.
Os divinil éteres são de preferência empregados em quantidades de desde 0,01 até 5, em particular de desde 0,2 até 4, % em peso, baseado no peso total de A e B. Exemplos de poliésteres TA preferidos são baseados nos componentes a seguir
A,B, dl A, B, d2 A, B, dl, d2 A, B, d3 A, B, cl A,B,cl,d3 A, B, c3, c4 A, B, c3, c4, c5 A, B, dl, c3, c5 A, B, c3, d3 A, B, c3, dl A, B, cl,c3,d3 A, B, c2
Entre estes, os poliésteres TA baseados em A, B, dl ou A, B, d2 ou em A, B, dl, d2 são particularmente preferidos. Em uma outra modalidade preferida, os poliésteres parcialmente aromáticos são baseados em A, B, c3, c4, c5 ou A, B, dl, c3, c5.
A preparação dos poliésteres TA é por si conhecida, por exemplo, pela WO 96/15173 e WO 04/67632 ou pode ser realizada por métodos por si conhecidos.
Os poliésteres TA preferidos são caracterizados por um peso molecular (Mn) na faixa de desde 1000 até 100 000, em particular na faixa de desde 9000 até 75 000, g/mol, de preferência na faixa de desde 10 000 até 50 000 g/mole por um ponto de fusão na faixa de desde 60 até 170, de preferência na faixa de desde 80 até 150,°C.
Os poliésteres alifáticos e parcialmente aromáticos mencionados, de preferência poliésteres TA, podem ter grupos terminais hidroxila e/ou carboxila em qualquer proporção. Os poliésteres alifáticos e parcialmente aromáticos mencionados podem também ser modificados nos grupos terminais. Desse modo, por exemplo, os grupos terminais OH podem ser modificados com ácido por reação com ácido itálico, ftálico, ácido trimelítico, anidrido trimelítico, ácido piromelítico ou anidrido piromelítico.
Preferência muito especial é dada aos poliésteres TA ala2B de acordo com as definições acima em que o ácido adípico é usado como componente al, o ácido tereftálico é usado como componente a2 e o 1, 4- butanodiol é usado como componente B (adipato tereftalatos de polibutileno,comercialmente disponível, por exemplo, como Ecoflex® (BASF)).
Em uma modalidade da presente invenção, também é possível usar misturas de poliésteres TA com biopolímeros, tais como, por exemplo, amido ou com biopolímeros biodegradáveis modificados, tais como, por exemplo amido modificado, ésteres de celulose (por exemplo, acetato de celulose, acetato butirato de celulose) ou polímeros sintéticos biodegradáveis, tal como polilactídeo (que possa ser obtido, por exemplo, como EcoPLA® (da Cargill)).
Aqui a seguir, o termo "biodegradáveis, poliéster parcialmente aromático, de preferência poliéster TA e também misturas de poliésteres TA com biopolímeros, tal como, por exemplo, amido ou com biopolímeros biodegradáveis modificados, tais como, por exemplo, amido modificado, ésteres de celulose (por exemplo, acetato de celulose, acetato butirato de celulose) ou polímeros sintéticos biodegradáveis, tal como polilactídeo (que possa ser obtido, por exemplo, como EcoPLA® (da Cargill))" é substituído pelo termo "poliéster de acordo com a invenção". De preferência, o termo "poliéster de acordo com a invenção" descreve poliésteres TA, misturas de poliésteres TA com ácido poliláctico, particularmente de preferência poliésteres TA, em que as preferências relacionadas na definição do poliéster TA se aplicam ao poliéster TA.
De acordo com a invenção, o poliéster de acordo com a invenção pode ser empregado na forma de uma dispersão, de preferência de uma dispersão aquosa.
As dispersões de poliéster de acordo com a invenção podem opcionalmente compreender um ou mais colóides protetores e/ou um ou mais emulsificantes para estabilização. Os emulsificantes adequados e colóides protetores estão relacionados a seguir.
Os processos para preparar dispersões aquosas de polímero são descritos, por exemplo, em D. Distler "Wássrige Polymerdispersãoen" ["Aqueous polymer dispersões"], Wiley-VCH, Weinheim 1999. Em princípio, as dispersões aquosas de polímero podem ser obtidas diretamente por polimerização em emulsão. No entanto, também é possível dissolver quaisquer polímeros solúveis em solventes, para emulsificar as soluções em água e então remover o solvente para obter dispersões aquosas. Estas são denominadas dispersões secundárias pois o polímero é preparado de antemão, em uma etapa separada. Tais processos são conhecidos da pessoa perita na técnica. Desse modo, por exemplo, os processos para preparar dispersões aquosas de poliésteres correspondentes de acordo com a invenção são conhecidos pela WO 98/12245.
Em uma modalidade preferida, o processo para a preparação da dispersão secundária de poliésteres de acordo com a invenção compreende
(a) dissolver o poliéster em um solvente orgânico e
(b) por a solução resultante de (a) em contato com água e
(c) remover o solvente orgânico depois da misturação.
A misturação descrita na etapa (b) pode ser realizada em batelada ou, de preferência, continuamente. Para se obter os menores tamanhos de partícula ou de gotícula durante a misturação, é recomendada uma alta entrada de energia mecânica durante a misturação. Tal entrada de energia pode ser conseguida, por exemplo, por vigorosa agitação ou misturação em uma aparelhagem adequada. Em uma modalidade preferida do processo mencionado acima, a misturação descrita na etapa (b) é realizada por injeção das soluções apropriadas em uma câmara de misturação. Uma tal operação de misturação é conhecida da pessoa perita na técnica e descrita, por exemplo, na WO 00/33820.
Em uma modalidade preferida do processo mencionado acima, na etapa (b) é usada uma solução aquosa de um ou mais colóides protetores e/ou um ou mais emulsificantes em vez de água.
etapa (b) do processo mencionado acima. E dada preferência à utilização de água.
Os solventes orgânicos adequados são tanto solventes miscíveis com água como solventes imiscíveis com água. O termo "solvente orgânico imiscível com água" descreve solventes orgânicos que têm uma solubilidade em água menor do que 10 %, em uma modalidade preferida menor do que 5 %. O ponto de ebulição sob condições normais (1 bar de pressão, 20°C) é de preferência 0-100°C.
Os solventes a seguir podem ser mencionados para fins de exemplo, porém não para fins de limitação: ciclohexano, ciclopentano, pentano, hexano, heptano, 2-metilpentano, 3-metilpentano, 2-metilhexano, 3- metilhexano, 2-metilbutano, 2, 3-dimetil butano, metilciclopentano, metilciclohexano, 2, 3-dimetilpentano, 2, 4-dimetil pentano, benzeno, 1- penteno, 2-penteno, 1-hexeno, 1-hepteno, ciclohexeno, 1-butanol, etil vinil éter, propil éter, isopropil éter, butil vinil éter, butil etil éter, 1, 2-epoxibutano, furano, tetrahidropirano, 1-butanal, 2-metilpropanal, 2-pentanona, 3- pentanona, ciclohexanona, fluorobenzeno, hexafluorobenzeno, formiato de etila, formiato de propila, formiato de isopropila, acetato de etila, acetato de vinila, acetato de isopropila, propionato de etila, acrilato de metila, acrilato de etila, metacrilato de metila, cloroetano, 1-cloropropano, 2-cloropropano, 1- clorobutano, 2-clorobutano, l-cloro-2-metilpropano, 2-cloro-2-metilpropano, l-cloro-3-metilbutano, 3-cloropropeno, diclorometano, triclorometano, tetracloreto de carbono, 1, 1-dicloroetano, 1, 2-dicloroetano, 1, 2- dicloropropano, 1, 1, 1-tricloro etano, 1, 1-dicloroetileno, 1, 2-dicloroetileno, tricloroetileno, bromometano, 1-bromopropano, 2-bromopropano, 1- bromobutano, 2-bromobutano, 2-bromo-2-metilpropano, bromometileno, iodometano, iodoetano, 2-iodo propano, triclorofluorometano, diclorofluorometano, dibromofiuorometano, bromoclorometano, bromoclorofluorometano, 1, 1, 2-tricloro-l, 2, 2-trifluoroetano, 1, 1, 2, 2- tetraclorodifluoroetano, 1, 2-dibromotetrafluoroetano, 1, 2-dibromo-l,l-di fluoro etano, 1, l-dicloro-2, 2-difluoroetileno, propionitrila, acrilonitrila, met acrilonitrila, trietilamina, dissulfeto de carbono, 1-butanotiol, sulfeto de metila, sulfeto de etila e tetrametilsilano. O termo "solvente orgânico miscível em água" descreve solventes orgânicos miscíveis em água que são voláteis e termicamente estáveis e contenham somente carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio e enxofre. Convenientemente, sob condições normais (1 bar de pressão, 20°C), eles são miscíveis até pelo menos 10 % em peso com água e têm um ponto de ebulição abaixo de 200°C, de preferência abaixo de 100°C e/ou têm menos do que 10 átomos de carbono.
E dada preferência a álcoois, ésteres, cetonas, éteres e acetais apropriados. É feito uso em particular de etanol, n-propanol, isopropanol, acetato de butila, acetato de etila, tetrahidrofurano, acetona, 1, 2-propanodiol 1-n-propil éter ou 1, 2-butanodiol 1-metil éter. Preferência muito especial é dada a etanol, isopropanol, tetrahidrofurano e acetona.
Quando forem usados solventes miscíveis em água, a misturação com a fase aquosa na etapa (b) reduz a qualidade do solvente, resultando na precipitação das partículas de poliéster.
Se forem usados solventes imiscíveis em água, tais como, por exemplo, cloreto de metileno, ciclohexano ou acetato de etila, a misturação na etapa (b) fornece uma emulsão da qual são precipitadas as partículas de poliéster durante a evaporação subseqüente do solvente ou por super saturação da solução.
A remoção do solvente na etapa c) do processo mencionado acima pode ser realizada por processos conhecidos de uma pessoa perita na técnica, tal como, por exemplo, destilação, se apropriado, sob pressão reduzida.
As dispersões aquosas, obtidas pelo processo mencionado acima, de um poliéster de acordo com a invenção têm um teor de sólidos de 1 - 70 %, de preferência de 10 - 30 %. Os tamanhos médios da partícula, que podem ser determinados por difusão quase-elática da luz, das partículas de poliéster de acordo com a invenção nas dispersões aquosas obtidas pelo processo mencionado acima são 10 nm - 5000 nm, de preferência 50 nm - 500 nm.
A presente invenção também reivindica dispersões aquosas de um poliéster de acordo com a invenção, que podem ser preparadas pelo processo mencionado acima.
Além disso, a presente invenção compreende a as formulações para o tratamento de sementes que compreendem
(1) um poliéster de acordo com a invenção,
(2) pelo menos um composto ativo em química agrícola para o tratamento de sementes, em que o composto ativo está presente em partículas sólidas de um tamanho entre 0,1 μιη e 10 μηι e
(3) um solvente.
Neste caso, o termo "composto ativo em química agrícola" (2) refere-se a pelo menos um composto ativo selecionado no grupo dos inseticidas, fungicidas, herbicidas e/ou agentes de segurança, reguladores do crescimento (ver Pesticida Manual, 13a Ed. (2003)) dos que são usados.
Possíveis compostos ativos são apresentados na lista de inseticidas a seguir, porém não fica entendido que esta lista seja completa:
organo (tio) fosfatos, tais como acefate, azamethiphos, azinphos-metila, chlorpirifos, chlorpiriphos-metila, chlorfenvinphos, diazinon, dichlorphos, dicrotophos, dimethoate, disulfoton, ethion, fenitrothion, fenthion, isoxathion, malathion, methamidophos, methidathion, metila-parathion, mevinphos, monocrotophos, oxydemeton-metila, paraoxon, parathion, phenthoate, phosalone, phosmet, phosphamidon, phorate, phoxim, pirimiphos-metila, profenofos, prothiofos, sulprophos, triazophos, trichlorfon; carbamatos, tais como alanycarb, benfuracarb, bendiocarb, carbaryl, carbosulfan, fenoxycarb, furathiocarb, indoxacarb, methiocarb, methomyl, oxamyl, pirimicarb, propoxur, thiodicarb, triazamate; piretróides tais como allethrin, bifenthrin, cyfluthrin, cyphenothrin, cypermethrin and the alpha-, beta-, theta- and zeta-isomers, deltamethrin, esfenvalerate, ethofenprox, fenpropathrin, fenvalerate, cyhalothrin, lambda-cyhalothrin, imiprothrin, permethrin, prallethrin, pirethrin I, pirethrin II, silafluofen, tau-fluvalinate, tefluthrin, tetramethrin, tralomethrin, transfluthrin, zeta-cypermethrin;
reguladores de crescimento de artrópodes, tais como a) inibidores de síntese de quitina; por exemplo, benzoiluréias, tais como clorofluazuron, cyromacin, diflubenzuron, flucicloxuron, flufenoxuron, hexaflumuron, lufenuron, novaluron, teflubenzuron, triflumuron; buprofezin, diofenolan, hexythiazox, etoxazole, clofentazine; b) antagonistas para ecdysone, tais como halofenozide, methoxyfenozide, tebufenozide; c) juvenóides, tais como piriproxyfen, methopreno, fenoxycarb; d) inibidores de biossíntese de lipídeos, tal como spirodiclofen;
neonicotinóides, tais como flonicamid, clothianidin, dinotefuran, imidacloprid, thiamethoxam, nitenpiram, nithiazina, acetamiprid, thiacloprid;
inseticidas pirazol, tais como acetoprole, ethiprole, fipronil, tebufenpirad, tolfenpirad and vaniliprole; além disso abamectin, acequinocyl, amitraz, azadirachtin, bifenazate, cartap, chlorfenapir, chlordimeform, cyromazina, diafenthiuron, diofenolan, emamectin, endosulfan, fenazaquin, formetanate, formetanato cloridreto, hidrametilanon, indoxacarb, piperonil butóxido, piridaben, pymetrozina, spinosad, thiamethoxam, thiocyclam, piridalyl, piridalyl, flonicamid, fluacypirim, milbemectin, spiromesifen, flupirazofos, NC 512, tolfenpirad, flubendiamida, bistrifluron, benclothiaz, pirafluprole, piriprole, amidoflumet, flufenerim, cyflumetofen, acequinocyl, lepimectin, profluthrin, dimefluthrin, metaflumizona, N-R'-2, 2-dihalo-l-R"- ciclopropanocarboxamida-2-(2,6-dicloro-a, a, a, a-trifluoro-p-tolil) hidrazona ou N-R'-2,2-di (R'") propionamida-2-(2, 6-dicloro-a, a, a„a- trifluoro-p-tolil) hidrazona, em que R' é metila ou etila, halo é cloro ou bromo, R" é hidrogênio ou metila e R'" é metila ou etila, diésteres carboxílicos de fórmula a seguir
3-(2,5-dimetilfenila)-8-metóxi-2-oxo-l-aza-espiro [4.5] dec-3- en-4-ill éster etil éster do ácido carbônico
Aminoisotiazol de fórmula
em que
R = -CH2OCH3 ou H e
R = -CF2CF2CF3;
Antranilamidas de fórmula
N-(4-cloro-2-isopropilcarbamoil-6-metilfenil)-5-bromo-2-(3- cloropiridin-2-il)-2H-pirazol-3-carboxamida
A lista de fungicidas a seguir apresenta composto ativos possíveis, porém não se entende que sejam limitados a estes:
1. Etrobilurinas, tais como azoxystrobin, dimoxystrobin, enastrostrobin, fluoxastrobin, kresoxim-metila, metomino-strobin, picoxystrobin, piraclostrobin, trifloxystrobin, orysastrobin, (2-cloro-5-[l-(3-metilabenziloxiimino) etil] benzil) carbamato de metila, (2-cloro-5-[l-(6-metilapiridin-2-ilmetoxiimino)- etil] benzi) carbamato de metila, 2-(orto-(2, 5-dimetilfeniloximetileno) fenil)- 3-metoxiacrilato de metila.
2. Carboxamidas, tais como carboxanilidas: benalaxyl, benodanil, boscalid, carboxin, mepronil, fenfuram, fenhex amid, flutolanil, furametpir, metalaxyl, ofurace, oxadixyl, oxycarboxin, penthiopirad, thi fluzamida, tiadinil, N-(4'- bromobifenila-2-il)-4-difluorometila-2-metiltiazol-5-carboxamida, N-(4'- trifluorometilbifenil-2-il)-4-difluorometil-2-metiltiazol-5-carboxamida, N-(4'- cloro-3 '-fluorobifenila-2-il)-4-difluorometil-2-metiltiazol-5-carboxamida, N- (3', 4'-di cloro-4-fluorobifenil-2-il)-3-difluorometil-l-metilpira zol-4- carboxamida, N-(2-cianofenil)-3, 4-dicloroisotiazol-5-carboxamida;
morfolidas de ácido carboxílico: dimethomorph, flumorph;
benzamidas: flumetover, fluopicolide (picobenzamid), zoxamida;
outras carboxamidas: carpropamid, diclocymet, mandipropamid, N-(2-(4-[3-(4-cloro fenila) prop-2-inilóxi]-3-metoxifenil) etil)-2-metanossulfonilamino-3-metil butiramida, N-(2-(4-[3-(4-clorofenil) prop-2-inilóx]-3-metoxifenil) etil)-2-etanossulfonilamino-3-metilbutiramida;
3. Azóis, tais como
triazóis: biterta nol, bromuconazole, cyproconazole, difenoconazole, diniconazole, nilconazole, epoxiconazole, fenbuconazole, flusilazole, e, flutriafol, hexaconazole, imibenconazole, ipconazole, metconazole, myclobufluquinconazoltanil, penconazole, propiconazole, prothioconazole, simeconazole, tebuconazole, tetraconazole, triadimenol, triadimefon, triticonazole;
imidazóis: cyazofamid, imazalil, pefurazoate, prochloraz, triflumizole;
benzimidazóis: benomil, carbendazim, fuberidazole, thiabendazole;
outros: ethaboxam, etridiazol, himexazol;
4. Compostos heterociclila nitrogendos, tais como piridinas: fluazinam, pirifenox, 3-[5-(4-clorofenila)-2,3- dimetilaisoxazolidin-3 -il] -piridina;
pirimidinas: bupirimate, cyprodinil, ferimzone, fenarimol, mepanipirim, nuarimol, pirimethanil;
piperazinas: triforine; pirróis: fludioxonil, fenpiclonil;
morfolinas: aldimorph, dodemorph, fenpropimorph, tridemorph;
dicarboximidas: iprodione, procymidone, vinclozolin; others: acibenzolar-S-metila, anilazina, captan, captafol, dazomet, diclomezina, fenoxanil, folpet, fenpropidin, famoxadone, fenamidone, octhilinone, probenazole, proquinazid, piroquilon, quinoxyfen, tricyclazole, 5-cloro-7-(4-metilpiperidin-1-il)-6-(2, 4, 6-trifluorofenil)-[1, 2, - 4] tri azolo [1, 5-a] piri midina, 2-butóxi-6-iodo-3-propil cromen-4-ona, N, N- dimetil-3-(3-bromo-6-fluoro-2-metilindol-l-sulfonil)-[1, 2, 4] triazol-l-sul fonamida;
5. Carbamatos e ditiocarbamatos, tais como ditiocarbamatos: ferbam, mancozeb, manob, metiram, metam, propineb, thiram, zineb, ziram;
carbamatos: diethofencarb, flubenthiavalicarb, iprovalicarb, propamocarb,
3-(4-clorofenila)-3-(2-isopropoxicarbonilamino-3- metilbutirilamino) propionato de metila, N-(l-(l-(4-cianofenil) etanossulfonil) but-2-il) carbamato de4-fluoro fenila;
6. Outros fungicidas, tais como guanidinas: dodina, iminoctadina, guazatine; antibióticos: kasugamicina, polioxinas, estreptomicina, validamicina A;
compostos organometálicos: sais de fentina;
compostos heterociclila que contêm enxofre: isoprothiolano, dithianon;
compostos organofosforados: edifenphos, fosetyl, fosetyl- alumínio, iprobenfos, pirazophos, tolclofos-metila, ácido fosforoso e sais dos mesmos;
compostos organoclorados: thiophanate-metila, clorothalonil, dichlofluanid, tolylfluanid, flusulfamida, phthalide, hexaclorobenzeno, pencycuron, quintozene;
derivados de nitrofenila: binapacryl, dinocap, dinobuton;
compostos inorgânicos ativos: mistura de Bordeaux, acetato de cobre, hidróxidoi de cobre, oxicloreto de cobre, sulfato básico de cobre, enxofre;
outros: espiroxamina, ciflufenamid, cimoxanil, metrafenona.
Se o composto ativo usado for um herbicida, também é possível usar a semente de plantas transgênicas ou de plantas obtidos por métodos habituais de reprodução.
Desse modo, é possível usar a semente que seja tolerante aos herbicidas, por exemplo, plantas que sejam resistentes às sulfoniluréias, imidazolinonas ou glufosinat ou glifosato (ver, por exemplo, EP-A-0242236, EP-A-242246) (WO 92/00377) (EP-A-0257993, Pat. U.S. N0. 5.013.659).
Em uma modalidade preferida, o composto ativo em química agrícola é selecionado no grupo dos fungicidas e/ou dos inseticidas.
Os fungicidas preferidos são estrobilurinas, de preferência kresoxim-metila, piraclostrobin, oryzastrobincarboxanilidas, de preferência boscalid e azóis, de preferência epoxiconazol, protioconazol, tebuconazol e triticonazol, fluquinconazol e também e spiroxamina
Especial preferência é dada a triticonazol e fluquinconazol.
Preferência muito especial é dada ao triticonazol.
Os inseticidas preferidos são inseticidas pirazol, de preferência fipronil, piretróides, de preferência alfa-cypermethrin, neonicotióides, tais como flonicamid, clothianidin, dinotefuran, imidacloprid, thiamethoxam, nitenpiram, nithiazina, acetamiprid e thiacloprid; o neonicotinóide preferido é o imidacloprid. Um inseticida particularmente preferido é o fipronil.
As formulações para o tratamento de sementes de acordo com a invenção compreendem 1 - 30 % em peso, de preferência 5 - 20 % em peso de poliéster e 1 - 60 % em peso, de preferência 1 - 30 % em peso, de composto ativo em química agrícola.
Para o tratamento de sementes, as formulações correspondentes que têm uma alta concentração de composto ativo também podem ser diluídas por um fator de 2 a 10.
Além disso, as formulações para o tratamento de sementes de acordo com a invenção podem compreender outros auxiliares de formulação.
Estes auxiliares podem habitualmente estar presentes nas formulações para o tratamento de sementes de acordo com a invenção em uma quantidade de desde 0,1 até 40 % em peso, de preferência desde 5 até 20 % em peso.
O restante até 100 % é completado usando-se um solvente.
O termo auxiliares de formulação descreve tenso ativos (tais como agentes umectantes, emulsificantes, agentes de pegajosidade ou dispersantes ou colóides protetores), antiespumantes, espessantes, agentes anticongelamento, adesivos e também bactericidas.
Os tenso ativos que podem estar presentes nas formulações para o tratamento de sementes de acordo com a invenção são todos tenso ativos costumeiros para formular os compostos ativos em química agrícola, isto é, no presente caso, todos os polímeros solúveis em água que tenham caráter anfifílico conhecidos da pessoa perita na técnica, tais como, por exemplo, proteínas, proteínas desnaturadas, polissacarídeos, modificados hidrofobicamente e polímeros sintéticos, de preferência, álcool polivinílico, policarboxilatos, polialcoxilatos, polivinilamina, polietilenoimina, polivinilpirrolidona e copolímeros dos mesmos. Estes compostos são particularmente adequados como colóides protetores.
Exemplos de outros tenso ativos que podem estar presentes nas formulações de acordo com a invenção são dispersantes / agentes umectantes não iônicos, aniônicos e/ou catiônicos costumeiros, tais como sais de metal alcalino, de metal alcalino-terroso e de amônio de ácido lignossulfônico, de ácido naftalenossulfônico, de ácido fenolsulfônico, de ácido dibutilnaftalenossulfônico, alquilarilsulfonatos, alquilfenil éter sulfonatos, alquil sulfatos, alquilsulfonatos, sulfatos de álcool graxo, ácidos graxos e éteres de glicol de álcool graxo sulfatados, além disso, condensados de naftaleno sulfonatado e derivados de naftaleno com formaldeído, condensados de naftaleno e de ácido naftalenossulfônico com fenol e formaldeído, polioxietileno octilfenol éter, isooctil fenol etoxilado, octil fenol, nonil fenol, alquil fenol poliglicol éteres, tributil fenil poliglicol éter, triestearilfenil poliglicol éter, alquilaril poliéter álcoois, condensados de álcool e de álcool e de álcool graxo / óxido de etileno, óleo de mamona etoxilado, alquil éteres de polioxietileno, polioxi propileno etoxilado, lauril álcool poliglicol éter acetal, ésteres de sacarose, ésteres de sorbitol, soluções de rejeito de lignossulfito e metilcelulose.
A importância e o uso apropriado das composições mencionadas acima depende da natureza do composto ativo.
Os espessantes que podem estar presentes nas formulações de acordo com a invenção são todos espessantes costumeiros para a formulação de compostos ativos em química agrícola. Exemplos de espessantes (isto é, compostos que conferem à formulação propriedades pseudo plásticas de escoamento, isto é, alta viscosidade em repouso e baixa viscosidade no estado agitado) são, por exemplo, polissacarídeos e minerais de folha orgânica, tais como goma de xantano (Kelzan® da Kelco), Rhodopol® 23 (Rhone Poulenc) ou Veegum® (da R.T. Vanderbilt) ou Attaclay® (da Engelhardt).
Os antiespumantes que podem estar presentes nas formulações de acordo com a invenção são todos antiespumantes costumeiros para a formulação de compostos ativos em química agrícola. Exemplos de antiespumantes são emulsões de silicone (tais como, por exemplo, Silikon® SRE, da Wacker ou Rhodorsil® da Rhodia), álcoois de cadeia longa, ácidos graxos, compostos organoflúor e misturas dos mesmos.
E possível adicionar bactericidas para estabilizar a formulação aquosa de fungicida. Os bactericidas que podem estar presentes nas formulações de acordo com a invenção são todos bactericidas costumeiros para a formulação de compostos ativos em química agrícola, tais como, por exemplo, bactericidas baseados em diclorofeno e álcool benzílico hemiformal. Exemplos de bactericidas são Proxel® da ICI ou Acticida® RS da Thor Chemie e Kathon® MK da Rohm & Haas.
Agentes anticongelantes que podem estar presentes nas formulações de acordo com a invenção são todos agentes anticongelantes costumeiros para a formulação de compostos ativos em química agrícola. Os agentes anticongelantes adequados são, por exemplo, etileno glicol, propileno glicol ou glicerol, de preferência, propileno glicol e glicerol.
Os solventes adequados são água e misturas de água com auxiliares miscíveis em água, tais como glicóis e glicerol. O solvente preferido é a água.
Os adesivos que podem estar presentes nas formulações de acordo com a invenção são todos aglutinantes costumeiramente usados em tratamentos de sementes. Polivinilpirrolidona, acetato de polivinila e álcool polivinílico e Tylose podem ser mencionados como preferência. Além disso, opcionalmente também é possível adicionar colorantes às formulações para o tratamento de sementes de acordo com a invenção. Adequados são todos os colorantes costumeiros para tais finalidades. Neste caso, é possível usar tanto pigmentos fracamente solúveis em água como corantes solúveis em água. Os corantes conhecidos sob os nomes Rhodamin B, C.I. Pigmento Vermelho 112 e C.I. Solvente Vermelho 1 podem ser mencionados como exemplos e também Pigmento Azul 15:4, Pigmento Azul 15:3, Pigmento Azul 15:2, Pigmento Azul 15:1, Pigmento Azul 80, Pigmento Amarelo 1, Pigmento Amarelo 13, Pigmento Vermelho 112, Pigmento Vermelho 48:2, Pigmento Vermelho 48:1, Pigmento Vermelho 57:1, Pigmento Vermelho 53:1, Pigmento Alaranjado 43, Pigmento Alaranjado 34, Pigmento Alaranjado 5, Pigmento Verde 36, Pigmento Verde 7, Pigmento Branco 6, Pigment Marrom 25, Violeta Básico 10, Violeta Básico 49, Vermelho Acido 51, Vermelho Acido 52, Vermelho Acido 14, Azul Acido 9, Amarelo Acido 23, Vermelho Básico 10, Vermelho Básico 108.
As formulações de acordo com a invenção podem ser preparadas por métodos conhecidos da pessoa perita na técnica (cf. US 3.060.084, EP-A 707 445 (para concentrados líquidos), Browning, "Agglomeration", Chemical Engineering, Dec. 4, 1967, 147-48, Perry's Chemical Engineer's Handbook, 4a Ed., McGraw-Hill, Nova York, 1963, pp. 8-57 e ff. WO 91/13546, US 4.172.714, US 4.144.050, US 3.920.442, US 5.180.587, US 5.232.701, US 5.208.030, GB 2.095.558, US 3.299.566, Klingman, Weed Control as a Science, John Wiley and Sons, Inc., Nova York, 1961, Hance e outros, Weed Control Handbook, 8a Ed., Blackwell Scientific Publications, Oxford, 1989 e Mollet, H., Grubemann, A., Formulação technology, Wiley VCH Verlag GmbH, Weinheim (República Federal da Alemanha), 2001).
Neste caso, é possível preparar a formulação para a preparação da semente por misturação de uma suspensão de um composto ativo em química agrícola adequado para o tratamento da semente, em que o composto ativo está presente em partículas sólidas de um tamanho entre 0,1 μm e 10 μm, com uma dispersão aquosa de um poliéster biodegradável.
Neste caso, a suspensão de composto ativo pode ser preparada, por exemplo, por moagem do (s) composto (s) ativo (s) correspondente (s) com adição de tenso ativos (dispersantes e agentes umectantes) e, se apropriado, outros auxiliares e água ou um solvente orgânico em um moinho de bolas agitado para fornecer uma fina suspensão de composto ativo.
Neste caso, a suspensão de composto ativo também pode ser uma formulação em suspensão comercialmente disponível de um (ou mais) compostos ativos em química agrícola (por exemplo, SC, OD, FS), em que o composto ativo deve ter os tamanhos de partícula fornecidos acima.
Alternativamente, a suspensão de composto ativo também pode ser preparada partindo de uma formulação sólida (que pode ser comercialmente disponível) de um composto ativo por dispersão em um solvente, de preferência água (por exemplo de uma formulação em pó (por exemplo, WP, SP, SS, WS) ou de uma formulação granulada (por exemplo, WG, SG)), em que, se necessário, os tamanhos de partícula apropriados podem ser obtidos por pulverização (por exemplo, por moagem). A preparação de formulações granuladas é conhecida da pessoa perita na técnica e pode ser realizada por métodos conhecidos (cf. US 3.060.084, Browning, "Agglomeration", Chemical Engineering, Dec. 4, 1967, 147-48, Perry's Chemical Engineer's Handbook, 4a Ed., McGraw-Hill, Nova York, 1963, pp. 8-57 e ff. WO 91/13546, US 4.172.714, US 4.144.050, US 3.920.442, US 5.180.587, US 5.232.701, US 5.208.030, GB 2.095.558, US 3.299.566, Klingman, Weed Control as a Science, John Wiley and Sons, Inc., Nova York, 1961, Hance e outros, Weed Control Handbook, 8th Ed., Blackwell Scientific Publications, Oxford, 1989 e Mollet, H., Grubemann, A., Formulation technology, Wiley VCH Verlag GmbH, Weinheim (República Federal da Alemanha), 2001).
Se necessário, adesivos e pigmentos podem opcionalmente ser adicionados a estas formulações em suspensão.
A presente invenção, além disso, compreende um processo para tratamento de sementes, cujo processo está baseado na utilização e um poliéster de acordo com a invenção.
Em uma modalidade da presente invenção, o processo para tratamento de sementes compreende
(a) tratamento de sementes com uma formulação para preparação da semente de acordo com a invenção e
(b) se apropriado, secagem da semente obtida na etapa (a).
Neste caso, a formulação para a preparação da semente de acordo com a invenção pode - se desejado - ser diluída com um solvente, de preferência, água, antes da aplicação á semente.
Em uma outra modalidade da presente invenção, o processo para a preparação da semente compreende tratar a semente com uma dispersão de um poliéster parcialmente aromático de acordo com a invenção.
A semente pré-tratada desta maneira pode ser tratada com uma formulação em suspensão para química agrícola que compreende pelo menos um composto ativo em química agrícola adequado para o tratamento da semente, em que o composto ativo está presente em partículas sólidas que tenham um tamanho entre 0,1 μm e 10 um.
Estas formulações agroquímicas são formulações em suspensão de um (ou mais) compostos ativos em química agrícola (por exemplo SC, OD, FS), em que o composto ativo deve ter os tamanhos de partícula fornecidos acima. A preparação de formulações em suspensão é conhecida da pessoa perita na técnica e está descrita também acima. Alternativamente, a suspensão de composto ativo também pode ser preparada partindo de uma formulação sólida (que também pode ser comercialmente disponível) de um composto ativo por dispersão em um a solvente, de preferência, água (ver acima).
O termo semente compreende sementes de todos os tipos, tais como, por exemplo, grãos, sementes, frutos, tubérculos, mudas e formas similares. Neste caso, o termo semente de preferência descreve grãos e sementes.
A semente adequada é semente de cereais, plantações de raízes, plantações oleaginosas, especiarias, plantas ornamentais, por exemplo, sementes de trigo durum e de outros, cevada, aveia, centeio, milho (milho para forragem e milho verde), soja, safras oleaginosas, crucíferas, algodão, girassol, bananas, arroz, canola, nabo, beterraba-de-açúcar, beterraba forrageira, berinjela, batata, gramíneas, gramados, relava, capim forrageiro, tomates, alho-poró, abóbora d'água, abóbora moranga, repolho, alface crocante, pimentão, pepino, melões, espécies de Brassica, feijão, ervilha, alho, cebola, cenoura, cana-de-açúcar, tabaco, uvas, petúnias, gerânio / pelargônio, violets, não-me-toques. Neste caso, o termo semente de preferência descreve cereal e soja.
As formulações para o tratamento de sementes de acordo com a invenção podem ser usadas para o tratamento de sementes de plantas obtidas por métodos de reprodução costumeiros e para o tratamento de sementes de plantas transgênicas.
Como já mencionado, é possível usar sementes tolerantes a herbicidas, por exemplo, plantas resistentes a sulfoniluréias, imidazolinonas ou glufosinato ou glifosato (ver, por exemplo, EP-A-0242236, EP-A-242246) (WO 92/00377) (EP-A-0257993, Pat. U.S. N°. 5.013.659) ou sementes de plantas transgênicas, por exemplo, algodão, que produzem toxina do Bacillus thuringiensis (toxinas Bt) e que são, desse modo, resistentes a certos organismos prejudiciais (EP-A-0142924, EP-A-0193259).
Além disso, também é possível usar sementes de plantas que, comparadas a plantas costumeiras, tenham propriedades modificada. Exemplos destas são síntese de amido modificado (por exemplo, WO 92/11376, WO 92/14827, WO 91/19806) ou composições de ácido graxo (WO 91/13972).
O que se reivindica no contexto da presente invenção inclui semente tratada com um poliéster de acordo com a invenção.
Também é reivindicada a semente tratada com um poliéster de acordo com a invenção que, em uma segunda etapa, foi tratada como descrito acima com uma formulação em suspensão costumeira.
Também é reivindicada a semente tratada com uma formulação para preparação da semente de acordo com a invenção.
As taxas de aplicação estão geralmente entre 0,1 g - 10 kg de composto ativo por 100 kg de semente, de preferência desde 1 g até 5 kg, particularmente de preferência desde 1 g - 2,5 kg. Para semente específica, tal como alface, as taxas de aplicação também pode ser mais altas. Para soja, são usadas taxas de aplicação de 0,1 - 10 kg.
O tratamento da semente pode ser realizado por borrifação da semente com a formulação ou por misturação da semente com a formulação, se apropriado, seguida por secagem da semente, antes da semadura e antes da germinação, de acordo com os métodos conhecidos da pessoa perita na técnica.
A presente invenção, além disso, compreende um processo para regular o crescimento das plantas e/ou para o controle de vegetação indesejada e/ou para o controle de infestação indesejada por insetos ou ácaros em plantas e/ou para o controle de fungos fitopatogênicos, que compreende tratar a semente de plantas úteis com uma formulação para a preparação da semente de acordo com a invenção. De preferência, a invenção compreende métodos para o controle de infestação indesejada por insetos ou ácaros em plantas e/ou para o controle de fungos fitopatogênicos, que compreende tratar a semente de plantas úteis com uma formulação para a preparação da semente de acordo com a invenção.
Controle de vegetação indesejada significa o controle / a destruição de plantas que crescem em locais nos quais elas são indesejadas, por exemplo, de
Plantas dicotiledôneas das espécies: Sinapis, Lepidium, Galium, Stellaria, Matricaria, Anthemis, Galinsoga, Chenopodium, Urtica, Senecio, Amaranthus, Portulaca, Xanthium, Convolvulus, Ipomoea, Polygonum, Sesbania, Ambrosia, Cirsium, Carduus, Sonchus, Solanum, Rorippa, Rotala, Lindernia, Lamium, Verônica, Abutilon, Emex, Datura, Viola, Galeopsis, Papaver, Centaurea, Trifolium, Ranunculus, Taraxacum.
Plantas monocotiledôneas das espécies: Echinochloa, Setaria, Panicum, Digitaria, Phleum, Poa, Festuca, Eleusina, Brachiaria, Lolium, Bromus, Avena, Cyperus, Sorghum, Agropiron, Cynodon, Monochoria, Fimbristyslis, Sagittaria, Eleocharis, Scirpus, Paspalum, Ischaemum, Sphenoclea, Dactyloctenium, Agrostis, Alopecurus, Apera.
O termo insetos ou ácaros indesejados descreve os gêneros a seguir, porém não está limitado aos mesmos:
Diplopoda ou Myriapoda, tais como, por exemplo, espécies de Blaniulus,
Formigas (Hymenoptera) tais como, por exemplo, Atta capiguara, Atta cephalotes, Atta laevigata, Atta robusta, Atta sexdens, Atta texana, Monomorium pharaonis, Solenopsis geminata, Solenopsis invicta, espécies de Pogonomyrmex e Pheidole megacephala,
Besouros (Coleoptera), tais como, por exemplo, Agrilus sinuatus, Agriotes lineatus, Agriotes obscuras e outras espécies de Agriotes, Amphimallus solstitialis, Anisandrus díspar, Anthonomus grandis, Anthonomus pomorum, Aracanthus morei, Atomaria linearis, espécies de Blapstinus, Blastophagus piniperda, Blitophaga undata, Bothynoderes punciventris, Bruchus rufimanus, Bruchus pisorum, Bruehus lentis, Byctiseus betulae, Cassida nebulosa, Cerotoma trifureata, Ceuthorrhynehus assimilis, Ceuthorrhynchus napi, Chaetoenema tibialis, Conoderus vespertinus e outras espécies de Conoderus, Conorhynchus mendicus, Crioceris asparagi, Cylindrocopturus adspersus, Diabrotica (Iongieornis) barberi, Diabrotica semi-punctata, Diabrotiea speciosa, Diabrotiea undecimpunctata, Diabrotiea virgifera e outras espécies de Diabrotica, espécies de Eleodes, Epilachna varivestis, Epitrix hirtipennis, Eutinobothrus brasiliensis, Hylobius abietis, Hypera brunneipennis, Hypera postiça, Ips typographus, Lema bilineata, Lema melanopus, Leptinotarsa decemlineata, Limonius californicus e outras espécies de Limonius, Lissorhoptrus oryzophilus, Listronotus bonariensis, Melanotus communis e outras espécies de Melanotus, Meligethes aeneus, Melolontha hippocastani, Melolontha melolontha, Oulema oryzae, Ortiorrhynchus sulcatus, Oryzophagus oryzae, Otiorrhynchus ovatus, Oulema oryzae, Phaedon cochleariae, Phyllotreta chrysocephala, Phyllophaga cuyabana e outras espécies de Phyllophaga, Phyllopertha horticola, Phyllotreta nemorum, Phyllotreta striolata, e outras espécies de Phyllotreta, Popillia japonica, Promecops carinicollis, Premnotrypes voraz, espécies de Psylliodes, Sitona lineatus, Sitophilus granaria, Sternechus pinguis, Sternechus subsignatus, e Tanymechus palliatus e outras espécies de Tanymechus,
Moscas (Diptera) tais como, por exemplo, Agromyza oryzea, Chrysomya bezziana, Chrysomya hominivorax, Chrysomya macellaria, Contarinia sorghicola, Cordylobia anthropophaga, Dacus cucurbitae, Dacus oleae, Dasineura brassicae, Delia antique, Delia coarctata, Delia platura, Delia radicum, Fannia canicularis, Gasterophilus intestinalis, Geomyza Tripunctata, Glossina morsitans, Haematobia irritans, Haplodiplosis equestris, Hypoderma lineata, Liriomyza sativae, Liriomyza trifolii, Lucilia caprina, Lucilia cuprina, Lueilia sericata, Lyeoria pectoralis, Mayetiola destructor, Museina stabulans, Oestrus ovis, Opomyza florum, Oseinella frit, Pegomya hysoeyami, Phorbia antiqua, Phorbia brassicae, Phorbia coarctata, Progonya leyoscianii, Psila rosae, Rhagoletis cerasi, Rhagoletis pomonella, Tabanus bovinus, Tetanops myopaeformis, Tipula oleracea e Tipula paludosa,
Heterópteros (Heteroptera), tais como, por exemplo, Acrosternum hilare, Blissus leucopterus, Cicadellidae tais como, por exemplo Empoasca fabae, Chrysomelidae, Cyrtopeltis notatus, Delpahcidae, Dysdercus cingulatus, Dysdercus intermedius, Eurygaster integriceps, Euschistus impictiventris, Leptoglossus phyllopus, Lygus lineolaris, Lygus pratensis, Nephotettix species, Nezara viridula, Pentatomidae, Piesma quadrata, Solubea insularis e Thyanta perditor,
AfIdeos e outros homópteros (Homoptera), por exemplo, Acyrthosiphon onobrychis, Adelges laricis, Aphidula nasturtii, Aphis fabae, Aphis forbesi, Aphis glycinas, Aphis gossypii, Aphis grossulariae, Aphis pomi, Aphis schneideri, Aphis spiraecola, Aphis sambuci, Acyrthosiphon pisum, Aulacorthum solani, Brachycaudus cardui, Brachyeaudus helichrysi, Brachyeaudus persicae, Brachyeaudus prunicola, Brevieoryne brassicae, Capitophorus horni, Cerosipha gossypii, Chaetosiphon fragaefolii, Cryptomyzus ribis, Dreyfusia nordmannianae, Dreyfusia piceae, Dysaphis radicola, Dysaulacorthum pseudosolani, Dysaphis plantaginea, Dysaphis piri, Empoasea fabae, Hyalopterus pruni, Hyperomyzus lactucae, Maerosiphum avenae, Macrosiphum euphorbiae, Maerosiphon rosae, Megoura viciae, Melanaphis pirarius, Metopolophium dirhodum, Myzodes (Myzus) persicae, Myzus ascalonicus, Myzus cerasi, Myzus varians, Nasonovia ribis-nigri, Nilaparvata lugens, Pemphigus bursarius, Pemphigus populivenae e outras espécies de Pemphigus, Perkinsiella saccharicida, Phorodon humuli, Psyllidae, tais como, por exemplo Psylla mali, Psylla piri e outras espécies de Psylla, Rhopalomyzus ascalonicus, Rhopalosiphum maidis, Rhopalosiphum padi, Rhopalosiphum insertum, Sappaphis mala, Sappaphis mali, Schizaphis graminum, Schizoneura lanuginosa, Sitobion avenae, Trialeurodes vaporariorum, Toxoptera aurantiiand e Viteus vitifolii;
Lepidópteros, por exemplo, Agrotis ypsilon, Agrotis segetum e outras espécies de Agrotis, Alabama argillacea, Anticarsia gemmatalis, Argyresthia conjugella, Autographa gamma, Bupalus piniarius, Cacoecia murinana, Capua reticulana, Cheimatobia brumata, Chilo suppresalis e outras espécies de Chilo,Choristoneura fumiferana, Choristoneura occidantalis, Cirphis unipuncta, Cnaphlocrocis medinalis, Cydia pomonella, Dendrolimus pini, Diaphania nitidalis, Diatraea grandiosella, Earias insulana, Elasmopalpus lignosellus, Eupoecilia ambiguella, Euxoa species, Evetria bouliana, Feltia subterranoa, Galleria mellonella, Grapholitha funebrana, Grapholitha molesta, Heliothis armigera, Heliothis virescens, Heliothis zea, Hellula undalis, Hibernia defoliaria, Hyphantria cunea, Hyponomeuta malinellus, Keiferia lycopersicella, Lambdina fiscellaria, Laphygma exigua, Lerodea eufala, Leucoptera coffeella, Leucoptera scitella, Lithocolletis blancardella, Lobesia botrana, Loxostege sticticalis, Lymantria dispar, Lymantria monacha, Lyonetia clerkella, Malaeosoma neustria, Mamestra brassicae, Momphidae, Orgyia pseudotsugata, Ostrinia nubilalis, Panolis flammea, Peetinophora gossypiella, Peridroma saucia, Phalera bucephala, Phthorimaea operculella, Phyllocnistis citrella, Pieris brassicae, Plathypena scabra, Plutella xylostella, Pseudoplusia includens, Rhyacionia frustrana, Scrobipalpula absoluta,Sesamia nonagrioides e outras espécies de Sesamia, Sitotroga cerealella, Sparganothis pilleriana, Spodoptera frugiperda, Spodoptera littoralis, Spodoptera litura, Thaumatopoea pityocampa, Tortrix viridana, Trichoplusia ni e Zeiraphera canadensis,
Ortópteros, tais como, por exemplo, Acrididae, Acheta domestica, Blatta orientalis, Blattella germanica, Forficula auricularia, Gryllotalpa gryllotalpa, Locusta migratória, Melanoplus bivittatus, Melanoplus femur-rubrum, Melanoplus mexieanus, Melanoplus sanguinipes, Melanoplus spretus, Nomadacris septemfaseiata, Periplanota americana, Schistocerca americana, Schistocerca peregrina, Stauronotus maroccanus e Tachycinas asynamorus; Cupins (Isoptera), tais como, por exemplo, Calotermes flavicollis, espécies de Coptotermes, Dalbulus maidis, Leucotermes flavipes, Macrotermes gilvus, Reticulitermes lucifugus e Termes natalensis;
Tripse (Thysanoptera), tais como, por exemplo, Frankliniella fusca, Frankliniella occidantalis, Frankliniella tritici e outras espécies de Frankliniella, Scirtothrips citri, Thrips oryzae, Thrips palmi, Thrips simplex e Thrips tabaci,
Aracnídeos, tais como, por exemplo, Acarina, por exemplo das famílias Argasidae, Ixodidae and Sarcoptidae, tais como, por exemplo, Amblyomma americanum, Amblyomma variegatum, Argas persicus, Boophilus annulatus, Boophilus decoloratus, Boophilus microplus, Dermacentor silvarum, Hyalomma truncatum, Ixodes ricinus, Ixodes rubicundus, Ornithodorus moubata, Otobius megnini, Dermanyssus gallinae, Psoroptes ovis, Rhipicephalus appendiculatus, Rhipicephalus evertsi, Sarcoptes scabiei, and Eriophyidae species, tais como, por exemplo, Aculus schlechtendali, Phyllocoptrata oleivora e Eriophyes sheldoni; espécies de Tarsonemidae, tais como, por exemplo, Phytonemus pallidus e Polyphagotarsonemus latus; espécies de Tenuipalpidae, tais como, por exemplo, Brevipalpus phoenicis; espécies de Tetranychidae, tais como, por exemplo, Tetranychus cinnabarinus, Tetranychus kanzawai, Tetranychus pacificus, Tetranychus telarius e Tetranychus urticae, Panonychus ulmi, Panonychus citrie Oligonychus pratensis;
Nematódios, em particular nematódios que infestam plantas, tais como, por exemplo, nematódios do nó da raiz, Meloidogyne hapla, Meloidogyne incógnita, Meloidogyne javanica e outras espécies; Nematódios formadores de cisto, Globodera rostochiensis e outras species de globodera; Heterodera avenae, Heterodera glycinas, Heterodera schachtii, Heterodera trifolii e outras species de heterodera; nematódios de ferida da semente, espécies de anguina; nematódios do caule e das folhas; nematódios do espinho, Belonolaimus longicaudatus e outras espécies de belonolaimus; nematódios do pinheiro, Bursaphelenchus xylophilus e outras espécies de bursaphelenchus; nematódios do anel, espécies de criconema, espécies de criconemella, espécies de criconemoides, espécies de mesocriconema; nematódios do caule e do bulbo, Ditylenchus destructor, Ditylenchus dipsaci e outras espécies de ditylenchus; nematódios furadores, espécies de dolichodorus; nematódios de espiral, Heliocotylenchus multicinctus e outras espécies de helicotylenchus; nematódios de bainha ou de forma de bainha, espécies de hemicycliophora e espécies de hemicriconemoides; espécies de hirshmanniella; nematódios de lanceta, espécies de hoploaimus; nematódios do falso nó de raiz, espécies de nacobbus; nematódios de agulha, Longidorus elongatus e outras espécies de longidorus; nematódios de lesão, Pratylenchus neglectus, Pratylenchus penetrans, Pratylenchus curvitatus, Pratylenchus goodeyi e outras espécies de Pratylenchus; nematódios de escavação, Radopholus similis e outras espécies de radopholus; nematódios reniformes, Rotylenchus robustus e outras espécies de rotylenchus; espécies de Scutellonema; nematódios de raiz curta e grossa, Trichodorus primitivus e outras espécies de trichodorus, espécies de paratrichodorus; nematódios que provocam atrofia, Tylenchorhynchus claytoni, tylenchorhynchus dubius e outras espécies de e outras espécies de tylenchorhynchus; nematódios de citrus, espécies de tylenchulus; nematódios de lança, espécies de xiphinema e outras espécies de nematódio parasitas de plantas. O termo fungos fitopatogênicos descreve as espécies a seguir, mas não está limitado às mesmas:
O termo fungos fitopatogênicos descreve as espécies a seguir, mas não está limitado às mesmas: Alternaria spp. em arroz em arroz, vegetais, soja, canola, beterraba-de-açúcar e frutos. Aphanomyces spp. em beterraba- de-açúcar e vegetais, Bipolaris e Drechslera spp. em milho, cereal, arroz e gramado ornamental, Blumeria graminis (míldio em pó) em cereal, Botrytis cinerea (bolor cinzento) em morango, vegetais, flores ornamentais, videiras, Bremia lactucae em alface, Cercospora spp. em milho, soja e beterraba-de- açúcar, Cochliobolus spp. em milho, cereal, arroz (por exemplo, Cochliobolus sativus em cereal, Cochliobolus miyabeanus em arroz), Colletotrichum spp. em soja e algodão, Drechslera spp. em cereal e milho, Exserohilum spp. em milho, Erysiphe cichoracearum e Sphaerotheca fuliginea em pepinos, Erysiphe necator em videiras, Fusarium e Verticillium spp. em várias plantas, Gaeumannomyces graminis em cereal, Gibberella spp. em cereal e arroz (por exemplo, Gibberella fujikuroi em arroz, Gibberella zeae em cereal), Grainstaining complex em arroz, Microdochium nivale em cereal, Mycosphaerella spp. em cereal, bananas e amendoim, Phakopsora pachyrhizi e Phakopsora meibomiae em soja, Phomopsis spp. em soja e girassol, Phytophthora infestans em batatas e tomates, Plasmopara viticola em videiras, Podosphaera leucotricha em maçãs, Pseudocercosporella herpotrichoides em trigo e cevada, Pseudoperonospora spp. em lúpulo e pepino, Puccinia spp. em cereal e milho, Pirenophora spp. em cereal, Piricularia oryzae em arroz, Cochliobolus miyabeanus e Corticium sasakii (Rhizoctonia solani), Fusarium semitectum (e/ou moniliforme), Cercospora oryzae, Sarocladium oryzae, S attenuatum, Entyloma oryzae, Gibberella fujikuroi (bakanae), Grainstaining complex (váriois patógenos), Bipolaris spp., Drechslera spp. e Pythium e Rhizoctonia spp. em arroz, milho, algodão, girassol, canola, vegetais, gramado ornamental, nozes e outras plantas, Rhizoctonia solani on potatoes, Sclerotinia spp. on oilseed rape species (canola) e girassol, Septoria tritici e Stagonospora nodorum em trigo, Uncinula neeator em videiras, Sphacelotheea reiliana em milho, Thievaliopsis spp. em soja e algodão, Tilletia spp. em cereais, Ustilago spp. em cereal, milho, cana de açúcar e Venturia spp. (scab) em maçãs e peras.
Exemplos:
Exemplo 1: Preparação de uma dispersão aquosa de um Poliéster TA
9,0 g de adipato tereftalato de polibutileno (Ecoflex®, BASF AG) foram dissolvidos à temperatura ambiente em 1000 g de tetrahidrofurano (fase solvente).
Em um recipiente separado, 3,3 g de caseinato de Na e 2,0 g de alquilfenol éter sulfato de Na (Lutensit Α-ES®, BASF AG) foram dissolvidos em 10 litros de água deionizada (fase aquosa).
Para precipitar o adipato tereftalato de polibutileno, a fase solvente, a uma vazão da bomba de 3,19 kg/h e uma temperatura de 95,9°C e a fase aquosa, a uma vazão da bomba de 29,9 kg/h e à temperatura ambiente, foram misturados continuamente em uma câmara de misturação a uma pressão do sistema de aproximadamente 24 bar.
O tetrahidrofurano e parte da água foram então removidos em um evaporador giratório a uma temperatura de 65°C e a uma pressão de 200 mbar. A dispersão obtida desta maneira tinha um teor de sólidos de 17,9 % e um tamanho de partícula de 117 nm.
Exemplo 2: Preparação de uma dispersão aquosa de um Poliéster TA
17,5 g de adipato tereftalato de polibutileno (Ecoflex®, BASF AG) foram dissolvidos à temperatura ambiente em 250 g de cloreto de metileno (fase solvente). Em um recipiente separado, 2 g de éster de sacarose (Ryoto® S-1670S) foram dissolvidos a 70°C em 350 g de água deionizada (fase aquosa). Usando uma aparelhagem para dispersão (Ultra-Turrax®), a fase de solvente foi então agitada e adicionada à fase aquosa. Foram então adicionados 100 ml de isopropanol. Com resfriamento, a mistura foi então emulsificada com a aparelhagem para dispersão (Ultra-Turrax®) durante 10 minutos. A emulsão bruta obtida desta maneira tinha um teor de sólidos de 2,8 % e, a um pH de 7,5, um tamanho da gotícula de 466 nm.
Em três passagens, esta emulsão bruta foi homogeneizada ainda mais em um homogeneizador de alta pressão a uma pressão de 700 bar. O tamanho da gotícula era então de 339 nm. 2 g de dodecil sulfato de Na foram então dissolvidos em 150 g de água deionizada e adicionados à emulsão. A emulsão foi então tratada três vezes mais no homogeneizador a alta pressão, sob as mesmas condições como acima. Desta maneira, o tamanho da gotícula foi reduzido até 116 nm.
O cloreto de metileno e água suficiente foram então removidos em um evaporador giratório, até que o teor de sólidos da dispersão fosse de 29,3 %. Por difusão dinâmica da luz, o tamanho da particular foi determinado como sendo 108 nm e a viscosidade da dispersão foi determinada como sendo 6 mPas a uma taxa de cisalhamento de 50 s"1.
Exemplo 3: Tratamento da semente que usa uma formulação comercialmente disponível para tratamento de sementes
O produto para tratamento de sementes usado foi Premis 025 FS® da BASF, uma formulação comercialmente disponível do agente de proteção de safras triticonazol.
Para o tratamento, a aparelhagem para tratamento (MiniRotostat da Satec) foi carregada com 2 kg de sementes de soja não tratada. O prato e a mesa giratória foram postos para funcionar e 10 ml de Premis 025 FS® foram então adicionados à mesa giratória. Depois da adição, a mistura foi misturada durante mais uns 20 segundos e a semente tratada foi então removida e seca ao ar. Exemplo 4: Tratamento de sementes com uma formulação para preparação de sementes de acordo com a invenção que compreende uma dispersão aquosa de um Poliéster TA
Para produzir a formulação para a preparação da semente de acordo com a invenção, a dispersão aquosa obtida de acordo com o Exemplo 2 foi misturada com a mesma quantidade de Premis 025 FS® da BASF.
Para o tratamento, a aparelhagem para tratamento (MiniRotostat da Satec) foi carregada com 2 kg de sementes de soja não tratada. O prato e a mesa giratória foram postos para funcionar e 20 ml da mistura resultante foram então adicionados à mesa giratória. Depois da adição, a mistura foi misturada durante mais uns 20 segundos e a semente tratada foi então removida e seca ao ar.
Exemplo 5: Exame do comportamento de pulverização
A semente tratada obtida de acordo com o Exemplo 3 e o Exemplo 4 foi usada para realizar um teste de pulverização. Para esta finalidade, 250 g de sementes foram pesadas em um frasco de vidro de 500 ml e este frasco foi girado em um laminador vertical a 60 rpm durante 10 minutos. Depois deste tratamento, foi encontrada uma fração de pó fino de 1,0 mg de pó fino por 100 kg de sementes de soja para a semente preparada de acordo com o Exemplo 3. Um menor fração de pó fino de 0,4 mg por 100 kg de sementes de soja foi encontrada para a semente preparada de acordo com o Exemplo 4 e baseada na formulação para a preparação da semente de acordo com a invenção.
Exemplo 6: Exame do efeito sobre a taxa de germinação
Para examinar o efeito do tratamento sobre a taxa de germinação dos grãos de soja tratados, a taxa de germinação dos grãos de soja não tratados foi comparada à taxa de germinação dos grãos de soja tratados.
Foram comparadas as taxas de germinação das amostras de semente a seguir: Semente de soja não tratada
Semente de soja tratada com a dispersão aquosa preparada de acordo com o Exemplo 2 (taxa de aplicação: 50 g por 100 kg de sementes)
Semente de soja tratada com a formulação para preparação da semente REAL 200 FS comercialmente disponível (BASF) (taxa de aplicação: 12,5 g por 100 kg de sementes).
(Procedimento de acordo com a invenção) semente de soja tratada com a dispersão aquosa de Ecoflex® preparada de acordo com o Exemplo 2 (taxa de aplicação: 50 g por 100 kg de sementes) e então tratada com a formulação REAL 200 FS comercialmente disponível (BASF) (taxa de aplicação: 12,5 g por 100 kg de sementes).
No caso de semente de soja (b) tratada com a dispersão aquosa de
Ecoflex®, foi descoberto que a taxa de germinação é similar àquela da semente não tratada. Em contraste, quando o tratamento foi realizado usando a formulação comercial para a preparação da semente (c), foi observada uma taxa de germinação consideravelmente mais lenta. Uma taxa de germinação consideravelmente melhorada foi observada se havia um tratamento adicional de acordo com a invenção com a dispersão aquosa de Ecoflex® (d).
Exemplo 7: Exame do efeito sobre a economia de plantas de soja
Para examinar o efeito do tratamento sobre a economia, as alturas de crescimento das plantas de soja provenientes de sementes tratadas foram comparadas às alturas de crescimento das plantas de soja provenientes de sementes não tratadas.
A economia de plantas de soja provenientes das seguintes sementes de soja foi comparada:
Semente de soja não tratada Semente de soja tratada com a dispersão aquosa preparada de acordo com o Exemplo 2 (taxa de aplicação: 50 g por 100 kg de sementes)
Semente de soja tratada com a formulação para preparação da semente REAL 200 FS comercialmente disponível (BASF) (taxa de aplicação: 25 g por 100 kg de sementes, composto ativo triticonazol).
(Procedimento de acordo com a invenção) semente de soja tratada com a dispersão aquosa de Ecoflex® preparada de acordo com o Exemplo 2 (taxa de aplicação: 50 g por 100 kg de sementes) e então tratada com a formulação para preparação da semente REAL 200 FS comercialmente disponível (BASF) (taxa de aplicação: 25 g por 100 kg de sementes).
Foi descoberto que a economia das plantas de soja não foi afetada de qualquer maneira significativa por tratamento da semente com dispersão aquosa de Ecoflex®. No entanto, quando a semente foi tratada com uma formulação comercial para preparação da semente (g), foi observado um crescimento de planta consideravelmente mais lento para plantas com 20 - 29 dias de idade. Este efeito é consideravelmente menos acentuado quando a semente for adicionalmente tratada com a dispersão aquosa de Ecoflex® dispersão (h) (de acordo com a invenção). No entanto, para plantas com mais idade (60 dias de idade), foi observado um crescimento melhorado das plantas provenientes de sementes tratadas. Esta melhoria foi particularmente acentuada para as plantas provenientes das sementes tratadas com Ecoflex®.
Exemplo 8: Ação fungicida
Quando foram examinadas as plantas de soja provenientes de sementes tratadas e não tratadas e infectadas com ferrugem de soja (Phakopsora pachirisi), foi descoberto que a infecção com ferrugem de soja foi reduzida consideravelmente por tratamento da semente. Foi observada uma infecção reduzida quando a semente foi adicionalmente tratada de acordo com a invenção com dispersão aquosa de Ecoflex® (taxa de aplicação: 12,5 g por 100 kg de sementes), a baixas taxas de aplicação do composto ativo. A taxas de aplicação mais altas, foi descoberto que a ação fungicida não é afetada adversamente pela formulação de acordo com a invenção.

Claims (12)

1. Uso de um poliéster biodegradável, caracterizado pelo fato de ser para preparação de semente, em que o poliéster é parcialmente aromático construído de: A) um componente ácido de a1) 30 a 95 % molar de pelo menos um ácido dicarboxílico cicloalifático ou de derivados formadores de éster do mesmo ou misturas dos mesmos a2) 5 a 70 % molar de pelo menos um ácido dicarboxílico aromático ou de seu derivado formador de éster ou misturas dos mesmos, em que as percentagens molares de componentes al) a a2) somam até 100 % e B) um componente diol de pelo menos um C2- a C12- alcanodiol ou um C5- a C10-ciclo alcanodiol ou misturas dos mesmos.
2. Formulação líquida para preparação da semente, caracterizada pelo fato de que compreende (1) um poliéster parcialmente aromático biodegradável como definido na reivindicação 1; (2) pelo menos um composto ativo em química agrícola adequado para tratamento de sementes, em que o composto ativo está presente em partículas sólidas que têm um tamanho entre 0,1 μm e 10 μm (3) um solvente.
3. Formulação para preparação da semente de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que a formulação compreende, como um outro componente, o ácido poliláctico.
4. Formulação para preparação da semente de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 3, caracterizada pelo fato de que o composto ativo em química agrícola é selecionado do grupo que consiste de herbicidas e/ou protetores, füngicidas e inseticidas.
5. Processo para preparar formulação para tratamento de sementes como definida em qualquer uma das reivindicações 2 a 4, caracterizado pelo fato de que compreende misturar uma suspensão de um composto ativo em química agrícola adequado para tratamento de sementes, em que o composto ativo está presente em partículas sólidas que têm um tamanho entre 0,1 μm e 10 μm, com uma dispersão de um poliéster parcialmente aromático biodegradável como definido na reivindicação 1.
6. Processo para tratar sementes, caracterizado pelo fato de que compreende (a) tratamento da semente com uma formulação como definida em qualquer uma das reivindicações 2 a 4 e (b) se apropriado, secagem da semente obtida na etapa (a).
7. Processo para tratar sementes, caracterizado pelo fato de que compreende o tratamento da semente com uma dispersão de um poliéster parcialmente aromático biodegradável como definido na reivindicação 1.
8. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 6 ou 7, caracterizado pelo fato de que a semente tratada é, em uma segunda etapa, tratada com uma formulação de suspensão agroquímica costumeira que compreende pelo menos um composto ativo em química agrícola adequado para tratamento de sementes, em que o composto ativo está presente em partículas sólidas que têm um tamanho entre 0,1 μιη e 10 μιη.
9. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 5 a 8, caracterizado pelo fato de que a semente é soja.
10. Semente, caracterizada pelo fato de que é tratada com uma dispersão de um poliéster parcialmente aromático biodegradável como definido na reivindicação 1.
11. Semente, caracterizada pelo fato de que é tratada com uma formulação de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 4.
12. Processo para regular o crescimento de plantas e/ou para combater vegetação indesejada e/ou para combater infestação indesejada por insetos ou ácaros em plantas e/ou para combater fungos fitopatogênicos, caracterizado pelo fato de que compreende tratar a semente de plantas úteis com uma formulação como definida em qualquer uma das reivindicações 2 a - 4 ou utilizando a semente como definida na reivindicação 10 ou 11.
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