BRPI0621598A2 - painel de piso, sistema de pavimentação, método para instalar sistema de pavimentação, estrutura de montagem por encaixe de painel de piso e método para montar um primeiro painel de piso e um segundo painel de piso - Google Patents

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Abstract

PAINEL DE PISO, SISTEMA DE PAVIMENTAçãO, MéTODO PARA INSTALAR SISTEMA DE PAVIMENTAçãO, ESTRUTURA DE MONTAGEM POR ENCAIXE DE PAINEL DE PISO E MéTODO PARA MONTAR UM PRIMEIRO PAINEL DE PISO E UM SEGUNDO PAINEL DE PISO. A presente invenção refere-se a um painel de piso que compreende uma face de extremidade de protuberância (100, 500, 800) que tem uma protuberância (106, 506, 806) e uma face de extremidade de rebaixo (200, 600, 900) que tem um rebaixo (206, 606, 906). Os pedis da protuberância e do rebaixo são permitidos serem instalados no seguinte modo: colocar a protuberância próxima do rebaixo de um painel de piso (10) já instalado, e então aplicar uma pressão para introduzir a protuberância dentro do rebaixo. Um sistema de pavimentação permite a utilização do dito método para instalar mais do que um painel de piso (10). De acordo com a solução da presente invenção, a instalação e a pavimentação dos painéis de piso é muito simples e os painéis de piso instalados não separam-se facilmente.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PAINEL DE PISO, SISTEMA DE PAVIMENTAÇÃO, MÉTODO PARA INSTALAR SIS- TEMA DE PAVIMENTAÇÃO, ESTRUTURA DE MONTAGEM POR ENCAI- XE DE PAINEL DE PISO E MÉTODO PARA MONTAR UM PRIMEIRO PAI- NEL DE PISO E UM SEGUNDO PAINEL DE PISO".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um painel de piso, a um sistema de pavimentação formado por múltiplos painéis de piso e a um método para assentar os painéis de piso.
Antecedentes da Técnica
A madeira de lei tem sido utilizada como uma cobertura de piso por centenas de anos. Tanto o piso de madeira de lei quanto a pavimentação de laminado compósito de madeira são acoplados pela utilização de uma estrutura de "macho e fêmea" tradicional. Na estrutura de "macho e fêmea" tradicional, a língua é facilmente unida à ranhura correspondente movendo horizontalmente a língua no mesmo plano que o piso na direção da ranhura. Apesar deste método de instalação ser relativamente simples, torna a junta de língua e ranhura susceptível à separação por interferência de uma força externa ou fatores dependentes de temperatura. As pessoas não gostam da separação de painéis de piso porque pode tornar os painéis de piso já insta- lados desmontados e isto leva a uma aparência desagradável.
Para resolver a separação desta estrutura de "macho e fêmea", a "macho e fêmea" é projetada não somente para ser transversalmente aco- plada mas também travar os painéis de piso na direção horizontal. No entan- to, o projeto que supera a separação pode causar dificuldades na instalação. Sumário da Invenção
Um objetivo da presente invenção é prover uma nova estrutura de "macho e fêmea", a qual não somente assegura uma conexão transversal e um travamento horizontal entre uma protuberância e um rebaixo mas tam- bém é instalada muito facilmente mesmo em um canto de parede, sem de- sacoplamento.
Quanto ao painel de piso, um painel de piso compreende: uma superfície superior; uma superfície de contato de piso; uma superfície lateral ("uma face de extremidade de rebaixo") que tem um rebaixo, em que a su- perfície lateral compreende um lábio superior adjacente à superfície superior, um lábio inferior e um rebaixo que inclui uma primeira superfície de contato de rebaixo superior, uma segunda superfície de contato de rebaixo inferior e uma superfície de guia de rebaixo; e uma superfície lateral ("uma face de extremidade de protuberância") que tem uma protuberância, a protuberância da superfície lateral incluindo uma primeira superfície de contato de protube- rância superior, uma segunda superfície de contato de protuberância inferior e uma superfície de guia de protuberância. Quando a protuberância de um painel de piso é colocada dentro do rebaixo de outro painel de piso idêntico e uma pressão em uma direção substancialmente ortogonal à superfície su- perior é aplicada no mesmo, a pressão coloca a superfície de guia de protu- berância em contato com a superfície de guia de rebaixo e introduz a protu- berância no rebaixo. Após a face de extremidade de protuberância de um painel de piso ser unida à face de extremidade de rebaixo de outro painel de piso idêntico, a primeira superfície de contato superior da protuberância é acoplada à primeira superfície de contato superior do rebaixo de modo a im- pedir o desacoplamento dos painéis de piso em uma direção ortogonal à su- perfície superior; a segunda superfície de contato inferior da protuberância é acoplada com a segunda superfície de contato inferior do rebaixo de modo a evitar o desacoplamento dos painéis de piso em uma direção ortogonal à face de extremidade de protuberância.
O painel de piso pode ser feito de um material composto de ma- deira tal como uma placa de fibra de densidade média (MDF) ou uma placa de fibra de densidade alta (HDF), ou madeira natural ou material de bambu, ou outro material com certa elasticidade.
Quando a face de extremidade de protuberância de um painel de piso é unida à face de extremidade de rebaixo de outro painel de piso idênti- co, uma cavidade é formada entre a protuberância e o lábio inferior do rebai- xo. A segunda superfície de contato de protuberância inferior e a segunda superfície de contato de rebaixo inferior podem estar a um ângulo de 90 graus em relação à superfície superior.
O painel de piso tem uma espessura entre aproximadamente 0,5 cm e 1,5 cm. A protuberância estende-se substancialmente ao longo do comprimento inteiro da face de extremidade de protuberância. O rebaixo es- tende-se substancialmente ao longo do comprimento inteiro da face de ex- tremidade de rebaixo. O painel de piso pode ter uma face de extremidade de protuberância ("segunda face de extremidade de protuberância") e outra fa- ce de extremidade de rebaixo ("segunda face de extremidade de rebaixo"). Um entalhe posterior pode ser provido na superfície inferior da protuberân- cia.
Outra solução da presente invenção é que um painel de piso compreende: uma superfície superior; uma superfície de contato de piso; uma superfície lateral ("uma face de extremidade de rebaixo") que tem um rebaixo, em que a superfície lateral compreende um lábio superior adjacente à superfície superior, um lábio inferior e um rebaixo que inclui uma primeira superfície de contato de rebaixo superior, uma segunda superfície de contato de rebaixo inferior e uma superfície de guia de rebaixo; uma superfície late- ral ("uma face de extremidade de protuberância") que tem uma protuberân- cia, a protuberância da superfície lateral incluindo uma primeira superfície de contato de protuberância superior, uma segunda superfície de contato de protuberância inferior e uma superfície de guia de protuberância, em que uma segunda superfície de lábio superior de rebaixo está provida em uma extremidade externa da primeira superfície de contato de rebaixo superior e unida à segunda superfície de contato de rebaixo superior, em que a primei- ra superfície de lábio superior de rebaixo é substancialmente paralela à se- gunda superfície de lábio superior de rebaixo; a primeira superfície de conta- to de rebaixo superior é substancialmente paralela à segunda superfície de contato de rebaixo superior.
Para o dito painel de piso, uma segunda superfície lateral supe- rior de protuberância está provida em uma extremidade externa da primeira superfície de contato de protuberância superior e unida à segunda superfície de contato de protuberância superior, em que a primeira superfície lateral superior de protuberância é substancialmente paralela à segunda superfície lateral superior de protuberância, e a primeira superfície de contato de pro- tuberância superior é substancialmente paralela à segunda superfície de contato de protuberância superior.
A presente invenção ainda provê um painel de piso, que com- preende: uma superfície superior; uma superfície de contato de piso; uma superfície lateral ("uma face de extremidade de rebaixo") que tem um rebai- xo, em que a superfície lateral compreende um lábio superior adjacente à superfície superior, um lábio inferior e um rebaixo que inclui uma primeira superfície de contato de rebaixo superior, uma segunda superfície de contato de rebaixo inferior e uma superfície de guia de rebaixo; e uma superfície la- teral ("uma face de extremidade de protuberância") que tem uma porção de protuberância, a protuberância da superfície lateral incluindo uma primeira superfície de contato de protuberância superior, uma segunda superfície de contato de protuberância inferior e uma superfície de guia de protuberância, em que um entalhe posterior está provido na superfície inferior da protube- rância.
Quanto ao sistema de pavimentação, um sistema de pavimenta- ção compreende um primeiro painel de piso e um segundo painel de piso, o primeiro painel de piso compreendendo: uma superfície superior; uma super- fície de contato de piso; uma face de extremidade de rebaixo que inclui (1) um lábio superior adjacente à superfície superior, (2) um lábio inferior e (3) um rebaixo que inclui uma primeira superfície de contato superior, uma se- gunda superfície de contato inferior e uma superfície de guia; o segundo painel de piso incluindo: uma superfície superior; uma superfície de contato de piso; uma face de extremidade de protuberância, a protuberância da face de extremidade de protuberância incluindo uma primeira superfície de conta- to superior, uma segunda superfície de contato inferior e uma superfície de guia. Quando a protuberância de um painel de piso é colocada dentro do rebaixo de outro painel de piso idêntico e uma pressão é aplicada no mesmo em uma direção substancialmente ortogonal à superfície superior, a pressão coloca a superfície de guia de protuberância em contato com a superfície de guia de rebaixo e introduz a protuberância no rebaixo. Após a face de extre- midade de protuberância de um painel de piso ser unida à face de extremi- dade de rebaixo de outro painel de piso idêntico, a primeira superfície de contato de protuberância superior é acoplada à primeira superfície de conta- to de rebaixo superior de modo a impedir o desacoplamento dos painéis de piso em uma direção ortogonal à superfície superior; a segunda superfície de contato de protuberância inferior é acoplada à segunda superfície de con- tato de rebaixo inferior de modo a evitar o desacoplamento dos painéis de piso em uma direção ortogonal à face de extremidade de protuberância.
Uma cavidade é formada entre a protuberância e o lábio inferior de rebaixo. A segunda superfície de contato de protuberância inferior e a se- gunda superfície de contato de rebaixo inferior podem estar a um ângulo de 90 graus em relação à superfície superior.
Como um método para pavimentar um sistema de pavimenta- ção, um método para assentar um sistema de pavimentação compreende a etapa de posicionar um primeiro painel de piso que tem as características acima apresentadas e um segundo painel de piso que tem as características acima apresentadas. Colocar o primeiro painel de piso com a sua superfície de contato de piso sobre a superfície de piso ou um material de revestimen- to; colocar o segundo painel de piso com a sua protuberância disposta sòbre o lábio inferior de rebaixo do primeiro painel de piso; aplicar uma pressão na superfície superior em uma direção ortogonal à superfície superior para tra- zer a superfície de guia de protuberância em contato com a superfície de guia de rebaixo e introduzir a protuberância no rebaixo.
Breve Descrição dos Desenhos
Todas as características de presente invenção serão descritas em detalhes em virtude das modalidades seguintes ilustradas pelos dese- nhos acompanhantes:
a figura 1 é uma vista em perspectiva de um painel de piso que inclui uma face de extremidade de protuberância e uma face de extremidade de rebaixo;
a figura 2A é uma vista em corte transversal lateral da face de extremidade de protuberância do painel de piso da figura 1;
a figura 2B é uma vista em corte transversal lateral da face de extremidade de rebaixo do rebaixo de piso da figura 1;
a figura 3 é uma vista em corte transversal lateral na qual a face de extremidade de protuberância da figura 2A está sendo parcialmente aco- plada à face de extremidade de rebaixo da figura 2B;
a figura 4 é outra vista em corte transversal lateral na qual a face de extremidade de protuberância da figura 2A está sendo parcialmente aco- plada à face de extremidade de rebaixo da figura 2B;
a figura 5 é uma vista em corte transversal lateral na qual a face de extremidade de protuberância da figura 2A já está sendo instalada dentro da face de extremidade de rebaixo da figura 2B;
a figura 6 é uma vista em corte transversal lateral de uma se- gunda modalidade na qual a face de extremidade de protuberância está ins- talada dentro da face de extremidade de rebaixo;
a figura 7 é uma vista em corte transversal lateral da segunda modalidade, que mostra o estado de instalação inicial da face de extremida- de de protuberância e da face de extremidade de rebaixo;
a figura 8 é uma segunda vista em corte transversal lateral da segunda modalidade como mostrado na figura 7, que mostra que a face de extremidade de protuberância já está parcialmente instalada dentro da face de extremidade de rebaixo;
a figura 9 é uma terceira vista em corte transversal lateral da se- gunda modalidade como mostrado na figura 7, que mostra que a face de extremidade de protuberância já está parcialmente instalada dentro da face de extremidade de rebaixo;
a figura 10 é uma quarta vista em corte transversal lateral da segunda modalidade como mostrado na figura 7, que mostra que a protube- rância já está parcialmente instalada dentro do rebaixo.
a figura 11 é uma vista em perspectiva parcial do sistema de pa- vimentação;
a figura 12 é uma vista de topo do sistema de pavimentação co- mo mostrado na figura 11; e
a figuras 13-26 mostram mais vistas em corte transversal lateral das modalidades referentes à união da face de extremidade protuberância com a face de extremidade rebaixo.
Modos para Executar a Invenção
Como mostrado na figura 1, um painel de piso 10 geralmente tem uma superfície superior 20 e uma superfície de contato de piso 30 as quais são usualmente planos de preferência paralelos um ao outro. Quando o painel de piso está instalado, a superfície de contato de piso 30 do painel de piso contacta um piso 40 ou um material de revestimento, em que o ma- terial de revestimento pode ser, por exemplo, um filme de piso de espuma 50 o qual é seletivamente instalado entre o piso 40 e o painel de piso 10. No término da instalação do painel de piso 10, a superfície superior 20 é visível. A superfície superior 20 pode compreender uma decoração 60 a qual é uma granulação de madeira simulada ou qualquer outro padrão decorativo. Por exemplo, a decoração 60 pode apresentar uma superfície de pedra. A deco- ração 60 pode compreender uma decoração laminada e pode ser preparada por qualquer método conhecido, por exemplo, laminando uma imagem de granulação de madeira entre o painel de piso e o revestimento plástico. A decoração 60 pode também ser uma certa quantidade de outro material co- mo um material de madeira ou de bambu, por exemplo, a decoração 60 po- de ser um folheado fino de madeira.
O material bruto do painel de piso 10 pode ser qualquer material adequado tal como uma madeira, um material composto baseado em madei- ra, um polímero, ou outros materiais que tem uma certa elasticidade. Se o painel de piso utilizar um material composto baseado em madeira, o material composto baseado em madeira pode compreender uma placa de fibra de média densidade (MDF) ou uma placa de fibra de alta densidade (HDF). A superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30 do painel de piso 10 podem ser processadas para serem de qualquer tamanho e forma, por exemplo, o painel de piso pode ser de uma forma retangular com uma largu- ra de 0,2 m e um comprimento de um 1,2 m. A espessura entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30 do painel de piso 10 pode ser qualquer espessura adequada entre aproximadamente 5,0 mm e 15,0 mm.
Como mostrado na figura 1, o painel de piso 10 compreende uma face de extremidade de protuberância 100 e uma face de extremidade de rebaixo 200. Em uma modalidade recomendada, a face de extremidade de protuberância 100 e a face de extremidade de rebaixo 200 são dois lados opostos do painel de piso 10. Como mostrado na figura 1 quando o painel de piso 10 compreende duas faces de extremidade de protuberância 100, 100' e duas faces de extremidade de rebaixo 200, 200', as faces de extremidade de rebaixo 200, 200' são também geralmente dois lados adjacentes. Uma pluralidade de painéis de piso 10 é instalada junta para formar um sistema de pavimentação pela conexão da face de extremidade de protuberância 100 ou 100' de cada painel de piso na face de extremidade de rebaixo 200 ou 200' de pelo menos outro painel de piso.
Apesar do painel de piso 10 geralmente ter duas faces de ex- tremidade de protuberância 100, 100' e duas faces de extremidade de rebai- xo 200, 200' respectivamente opostas a estas, este pode somente compre- ender uma face de extremidade de protuberância 100 e uma face de extre- midade de rebaixo 200. Outra modalidade da presente invenção pode so- mente ter uma face de extremidade de protuberância 100 ou uma face de extremidade de rebaixo 200 ao invés de simultaneamente ter ambas destas. Tal painel de piso está, por exemplo, adaptado para ser assentado no pé de uma parede ou em um canto formado por duas paredes adjacentes. Outras modalidades da presente invenção poderiam compreender mais do que uma face de extremidade de protuberância 100, mas somente compreender uma face de extremidade de rebaixo 200; ou poderiam compreender mais do que uma face de extremidade de rebaixo 200, mas somente compreende uma face de extremidade de protuberância 100.
A figura 2A mostra uma vista em corte transversal da face de extremidade de protuberância 100 do painel de piso 10 feita ao longo da li- nha IIA-IIA. Nesta modalidade, a espessura T1 entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30 do painel de piso 10 está dentro de uma faixa de 5,0 mm a 15,0 mm, de preferência 8,2 mm ou 12,3 mm. Como mos- trado na figura 2A, a face de extremidade de protuberância 100 está caracte- rizada por uma linha de contorno entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30. A linha de contorno 105 da face de extremidade de protuberância tem pláno(s), superfície(s) curva(s) e características técnicas entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30 em se- qüência.
Como mostrado na figura 2A, uma superfície lateral superior 110 da protuberância. é substancialmente ortogonal à superfície superior 20 e adjacente a esta. Nesta modalidade, a superfície do lado superior de protu- berância 110 pode ser um plano que estende-se na faixa de aproximada- mente 2,0 mm a 3,0 mm, de preferência 2,3 mm da superfície superior 20. Adjacente à superfície lateral superior de protuberância 110 está uma primei- ra superfície de contato de protuberância superior 120, a qual estende-se entre aproximadamente 0,5 mm e 1,0 mm, de preferência aproximadamente 0,65 mm da superfície lateral superior 110. Um ângulo entre a superfície la- teral superior de protuberância 110 e a primeira superfície de contato de pro- tuberância superior 120 é θι, o qual está na faixa de 90 graus a 135 graus, de preferência aproximadamente 110 graus. A primeira superfície de coritato de protuberância superior 120 de preferência termina em um chanfro 121.
Adjacente à primeira superfície de contato de protuberância su- perior 120 está uma superfície do lado de protuberância 130, a qual estende- se da primeira superfície de contato de protuberância superior 120 na dire- ção da superfície de contato de piso 30 e termina em um chanfro 131 e está adjacente a uma próxima característica técnica, por exemplo, um entalhe posterior 140 ou uma superfície inferior de protuberância 150 sobre a linha de contorno 105. Durante a instalação, o interior do entalhe posterior pode gerar uma certa elasticidade e força de tração, o que por um lado reduz drasticamente a desvantagem de dobramento para baixo de um lábio inferior do rebaixo, e por outro lado a força de tração pode assegurar um bom conta- to das porções de contato da protuberância e do rebaixo quando instalado no lugar. Enquanto isto, como o entalhe posterior está provido substancial- mente em uma direção vertical ao piso ou em uma direção ligeiramente des- viada, este não pode aparentemente reduzir a resistência da protuberância.
Como mostrado na figura 2A, o entalhe posterior 140 compreen- de três superfícies de entalhe posterior: uma primeira superfície de entalhe posterior 140a, uma segunda superfície de entalhe posterior 140b e uma terceira superfície de entalhe posterior 140c. A primeira superfície de entalhe posterior 140a estende-se de uma extremidade do chanfro 131 e tem um comprimento entre aproximadamente 2,5 mm e aproximadamente 3,5 mm, de preferência aproximadamente 3,0 mm. A primeira superfície de entalhe posterior 140a pode ser paralela à terceira superfície de entalhe posterior 140c ou pode ser inclinada. A segunda superfície de entalhe posterior 140b tem um comprimento entre aproximadamente 1,0 mm e aproximadamente 2,0 mm, de preferência aproximadamente 1,5 mm. O entalhe posterior 140 tem uma superfície de transição 141b formada pela segunda superfície de entalhe posterior 140b e a terceira superfície de entalhe posterior 140c, a superfície de transição sendo ou em ângulo agudo ou chanfrada.
Uma superfície inferior 150 da protuberância é adjacente à ter- ceira superfície de entalhe posterior 140c e substancialmente paralela à su- perfície superior 20 e/ou a superfície de contato de piso 30. Uma superfície de transição em ângulo agudo ou chanfrada 151 pode estar provida entre a superfície inferior de protuberância 150 e outras características técnicas. A característica técnica adjacente que está sobre a linha de protuberância 105 pode referir a uma superfície de guia de protuberância 160. O ângulo entre a superfície de guia de protuberância 160 e a superfície inferior de protuberân- cia 150 é Θ4, o qual está entre 190 graus e 270 graus, de preferência 240 graus.
Adjacente a uma extremidade da superfície de guia de protube- rância 160 está uma segunda superfície de contato de protuberância 170 relativamente baixa, o comprimento da qual está entre 0,1 mm e 1,0 mm, de preferência aproximadamente 0,3 mm. A segunda superfície de contato de protuberância inferior 170 é substancialmente ortogonal à superfície superior 20 e à superfície de contato de piso 30, o que torna a conexão horizontal entre os painéis de piso instalados muito confiável e não sujeita a desaco- plamento. Adjacente a uma extremidade da segunda superfície de contato de protuberância inferior 170 está uma superfície de limite de protuberância 180 a qual é substancialmente paralela à superfície de guia de protuberância 160.
A superfície de limite de protuberância 180 termina em uma pri- meira superfície de transição de protuberância 190 a qual é substancialmen- te paralela à superfície superior 20 e/ou a superfície de contato de piso 30. A primeira superfície de transição 190 termina em uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 191. Uma segunda superfície de transição de protuberância 192 estende-se da primeira superfície de transição de protu- berância 190 para a superfície de contato de piso 30, e é substancialmente ortogonal à superfície superior 20 e/ou a superfície de contato de piso 30. Um chanfro 193 está de preferência provido entre a segunda superfície de transição de protuberância 192 e a superfície de contato de piso 30.
Portanto, a protuberância 106 é definida pela linha de contorno 105 entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30 e co- meça da superfície lateral superior de protuberância 110 ortogonal à superfí- cie superior 20.
A figura 2B mostra uma vista em corte transversal da face de extremidade de rebaixo 200 do painel de piso 10 feita ao longo da linha IIB- IIB. Similarmente, a espessura do painel de piso 10 é também T1. Como mostrado na figura 2B, a face de extremidade de rebaixo 200 está caracteri- zada por uma linha de contorno entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30. A linha de contorno 205 do rebaixo tem plano(s), su- perfície(s) curva(s) e características técnicas entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30 em seqüência. A linha de contorno 205 está formada e dimensionada para de preferência coincidir com a linha de contorno 105 da protuberância.
Como mostrado na figura 2B, uma superfície de lábio superior de rebaixo 210 é substancialmente ortogonal à superfície superior 20 e adja- cente a esta. Nesta modalidade, a superfície de lábio superior de rebaixo 210 pode ser, por exemplo, um plano que estende-se da superfície superior 20 aproximadamente 2,0 mm a 3,0 mm, de preferência 2,3 mm. Adjacente à superfície de lábio superior de rebaixo 210 está uma primeira superfície de contato de rebaixo superior 220, a qual estende-se da superfície de lábio superior de rebaixo 210 aproximadamente 0,5 mm a 2,0 mm, de preferência aproximadamente 1,3 mm. Um ângulo entre a superfície de lábio superior de rebaixo 210 e a primeira superfície de contato de rebaixo superior 220 é 06, o qual está na faixa de 210 graus a 270 graus, de preferência aproximadamen- te 250 graus. A primeira superfície de contato de rebaixo superior 220 termi- na em uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 221.
Adjacente à primeira superfície de contato de rebaixo superior 220 está uma superfície lateral de rebaixo 230 a qual começa da primeira superfície de contato de rebaixo superior 220 e estende-se na direção da superfície de contato de piso 30 e termina, por exemplo, em um chanfro 231 e está adjacente à próxima característica técnica sobre a linha de contorno de rebaixo 205, por exemplo, uma superfície inferior do rebaixo.
Como mostrado na figura 2B, a superfície inferior de rebaixo 250 pode ser substancialmente paralela à superfície superior 20 e/ou a superfície de contato de piso 30. O comprimento da superfície inferior de rebaixo 250 pode ser, por exemplo, de 4,0 mm a 8,0 mm, de preferência aproximada- mente 6,0 mm. Pode existir uma superfície de transição chanfrada 251 entre a superfície inferior de rebaixo 250 e outra característica técnica. A caracte- rística técnica adjacente sobre a linha de contorno de rebaixo 205 pode refe- rir a uma superfície de limite 260. Um ângulo entre a superfície de limite de rebaixo 260 e a superfície inferior de rebaixo 250 é 0g, o qual está na faixa de 100 graus a 150 graus, de preferência aproximadamente 120 graus.
Adjacente a uma extremidade da superfície de limite de rebaixo 260 está uma segunda superfície de rebaixo inferior 270 que um comprimen- to entre 0,1 mm e 1,0 mm, de preferência aproximadamente 0,3 mm. A se- gunda superfície de rebaixo inferior 270 é substancialmente ortogonal à su- perfície superior 20 e/ou a superfície de contato de piso 30. Adjacente a uma extremidade da segunda superfície de rebaixo inferior 270 pode estar uma superfície de guia de rebaixo 280 a qual é geralmente paralela à superfície de limite de rebaixo 260. A superfície de guia de rebaixo 280 pode compre- ender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 281.
Adjacente a uma extremidade da superfície de guia de rebaixo 280 está uma primeira superfície de transição 290 do rebaixo. A primeira su- perfície de transição de rebaixo 290 pode estar substancialmente paralela à superfície superior 20 e/ou a superfície de contato de piso 30, e termina em uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 291. Uma se- gunda superfície de transição de rebaixo 292 estende-se da primeira super- fície de transição de rebaixo 290 para a superfície de contato de piso 30, e é substancialmente ortogonal à superfície superior 20 e/ou à superfície de con- tato de piso 30. Um chanfro 293 está de preferência provido entre a segunda superfície de transição de rebaixo 292 e a superfície de contato de piso 30.
Portanto, um rebaixo 206 é definido pela linha de contorno de rebaixo 205 entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30. Este pode começar com a superfície de lábio superior de rebaixo 210 substancialmente ortogonal à superfície superior 20 é tangencial à superfície de transição 221. A linha de contorno de rebaixo 205 mostrada: na figura 2B coincide com a linha de contorno de protuberância 105.
Como acima descrito, o painel de piso 10 mostrado na figura 2A e na figura 2B tem, por exemplo, uma espessura de 8,2 mm. O painel de piso 10 pode ter qualquer outra espessura desejada, por exemplo, 12,3 mm. Os tamanhos apresentados nos parágrafos acima podem ser portanto ajus- tados.
As linhas de contorno dos painéis de piso 10 podem ser forma- das por um processo de fresagem conhecido. Uma máquina de fresa pode compreender um cortador de fresagem para formar as características técni- cas da protuberância e do rebaixo. Por exemplo, uma porção de um painel de piso 10 não processado que tem bordas quadrilaterais é removida pelo cortador de fresagem para produzir um contorno desejado. Para produzir um contorno desejado, o cortador de fresagem precisa ser utilizado múltiplas vezes. Se o painel de piso 10 for retangular, duas bordas opostas podem ser simultaneamente processadas.
Referindo-se à figura 3, a face de extremidade de protuberância 100 do primeiro painel de piso 10 e a face de extremidade de rebaixo 200 de um painel de piso adjacente estão em um estado para serem instaladas. Em um exemplo de instalação preferido, a superfície de contado de piso 30 do primeiro painel de piso 10 que inclui a face de extremidade de rebaixo 200 está colocada sobre o piso ou de preferência sobre um material de revesti- mento sobre o piso. O painel de piso 10 que inclui a face de extremidade de protuberância 100 está colocado ao lado da face de extremidade de rebaixo 200 em um modo que a superfície de transição 121 fique em contato com parte da superfície de lábio superior de rebaixo 210 e enquanto isto parte da superfície de guia 160 da protuberância é colocada sobre pelo menos parte da superfície de guia 280 do rebaixo. Como mostrado na figura 3, os dois painéis de piso 10 estão substancialmente paralelos um ao outro.
A figura 4 mostra uma força 300 em uma direção, por exemplo, substancialmente ortogonal à superfície de piso. A força é aplicada sobre a superfície superior 20 do painel de piso 10 que inclui a face de extremidade de protuberância 100. A força 300 pode ser aplicada manualmente ou com uma ferramenta. A força 300 é tal que parte da superfície lateral 130 da pro- tuberância é pressionada contra a superfície de lábio superior de rebaixo 210 e parte da superfície de guia de protuberância 160 é pressionada contra a superfície de guia 280 do rebaixo. A superfície de guia 280 do rebaixo é forçada para o interior do painel de piso 10 que inclui a face de extremidade de rebaixo 200 e forçada para baixo na direção da superfície de contato de piso 30.
Como a força 300 é constantemente aplicada ao painel de piso 10, a superfície de guia de 160 da protuberância desliza para dentro e para baixo ao longo da superfície de guia de 280 do rebaixo, e parte da superfície lateral 130 da protuberância desliza afastando da superfície superior 20 ao longo da superfície de lábio superior 210 do rebaixo, de tal modo que a pro- tuberância 106 seja inserida no rebaixo 206 na forma de uma cunha. Duran- te este processo, parte do rebaixo entre a superfície inferior 250 do rebaixo e a superfície de contato de piso 40 desvia para fora e a abertura do rebaixo 206 é expandida. Se a protuberância tiver um entalhe posterior 140 na mesma, a inserção da protuberância 106 como uma cunha no rebaixo 206 faz com que o entalhe posterior 140 deforme para reduzir o tamanho da pro- tuberância durante a instalação. A face de extremidade de protuberância 100 deforma ou a face de extremidade de rebaixo 200 desvia para fora a uma extensão suficiente para fazer com que a protuberância 106 passe através da superfície de guia 280 do rebaixo para dentro do rebaixo 206 e suficiente para fazer com que a superfície lateral 130 da protuberância passe ao longo da superfície de lábio superior 210 do rebaixo para dentro do rebaixo 206. Até o momento, dois painéis de piso 10 adjacentes estão unidos acoplando estavelmente a protuberância 106 com o rebaixo 206.
A figura 5 mostra que a protuberância 106 sobre a face de ex- tremidade de protuberância 100 do primeiro painel de piso 10 já está instala- da dentro do rebaixo 206 sobre a face de extremidade de rebaixo 200 de outro painel de piso 10. Quando do término da conexão, a superfície lateral superior 110 da protuberância encontra-se ajustadamente com a superfície de lábio superior 210 do rebaixo de modo que não exista substancialmente nenhuma folga entre as superfícies superiores dos dois painéis de piso. No término da conexão, a primeira superfície de contato superior 120 da protu- berância coincide com a primeira superfície de contato superior 220 do re- baixo para impedir o desacoplamento dos painéis de piso 10 em uma dire- ção ortogonal à superfície superior 20. No término da conexão, a conexão pode impedir que o painel de piso que tem a face de extremidade de protu- berância 100 deforme em uma direção afastando do piso 40. Como mostra- do na figura 5, uma segunda superfície de contato inferior 170 da protube- rância coincide com a segunda superfície de contato inferior 270 do rebaixo para impedir que os painéis de piso 10 desacoplem em uma direção subs- tancialmente ortogonal à face de extremidade de protuberância 100. No tér- mino da conexão, o painel de piso 10 que tem a face de extremidade de pro- tuberância 100 é impedido de desacoplar do painel de piso 10 que tem a face de extremidade de rebaixo 200. Este desacoplamento poderia fazer com que uma folga ocorresse entre as superfícies superiores 20 dos painéis de piso 10.
A superfície de contato de protuberância inferior 170 e a superfí- cie de contato de rebaixo inferior 270 podem ser perpendiculares ao plano da superfície superior 20 e da superfície de contato de piso 30. A protube- rância 106 e o rebaixo 206 podem ser fresados de modo que o lábio inferior de rebaixo 212 não seja defletido e o dente traseiro 140 não seja deformado quando os painéis estão acoplados em posição instalada como mostrado na Figura 5. Quando a face de extremidade de protuberância 100 está acoplada com a face de extremidade de rebaixo 200, uma folga 400 pode ser formada entre a periferia de protuberância 105 e a periferia de rebaixo 205. Deve também ser notado que as dimensões específicas da face de extremidade de protuberância 100 e da face de extremidade de rebaixo 200, que incluem a protuberância 106 e o rebaixo 206 podem variar com base em fatores tais como o material e a espessura dos painéis de piso 10.
A Figura 6 apresenta uma segunda modalidade preferida de uma face de extremidade de protuberância e uma face de extremidade de rebaixo 600 acopladas. Aqui, o painel de piso 10 tem uma espessura T3 entre a su- perfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30. Como mostrado na Figura 6, a face de extremidade de protuberância 500 está caracterizada por uma periferia 505 formada entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30. A face de extremidade de rebaixo 600 está caracterizada por uma periferia 605 formada entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30. A curva ou periferia de protuberância 505 e a periferia de rebaixo 605 podem incluir uma seqüência de planos, superfícies curvas e características formadas entre a superfície superior 20 e a superfície de con- tato de piso 30. Porções adjacentes e opostas na face de extremidade de protuberância 500 e na face de extremidade de rebaixo 600 são respectiva- mente denominadas uma superfície de ancoragem de protuberância e uma superfície de ancoragem de rebaixo nas reivindicações. Na modalidade mos- trada na Figura 6, a superfície de ancoragem de protuberância compreende as superfícies 510, 520, 522, 524 e 530, e a superfície de ancoragem de re- baixo compreende as superfícies 610, 620, 622, 624 e 630.
A superfície de lábio superior de protuberância 510 e a superfície de lábio superior de rebaixo 610 estão mostradas adjacentes à superfície superior 20 e podem estar dispostas a um ângulo 0n, o qual pode ser de 0 graus e 3 graus, de preferência aproximadamente 1 grau. Nesta modalidade, a superfície lateral superior 510 da protuberância e a superfície de lábio su- perior 610 do rebaixo podem ser respectivamente um plano, que estende-se da superfície superior 20 a uma distância de aproximadamente 1,0 mm a 3,0 mm, de preferência aproximadamente 2,0 mm. A superfície de lábio superior 610 do rebaixo de preferência termina em uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 611.
Adjacente à superfície lateral superior de protuberância 510 está uma primeira superfície de contato de protuberância superior 520. Como mostrado na figura 6, uma primeira superfície de contato superior 620 do rebaixo está, por exemplo, adjacente à superfície de lábio superior 610 do rebaixo. Em um estado instalado, a primeira superfície de contato superior 620 do rebaixo está adjacente a e geralmente coplanar com à primeira su- perfície de contato de protuberância superior 520.
A primeira superfície de contato de protuberância superior 520 estende-se da superfície lateral superior de protuberância 510 por uma dis- tância de aproximadamente 0,1 mm a 1,0 mm, de preferência aproximada- mente 0,5 mm. A primeira superfície de contato de protuberância superior 520 pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 505 da protuberância. Esta característica técnica adicional pode ser uma segunda superfície lateral superior 522 da protuberância. A segunda superfície lateral superior de protuberância 522 pode ser ortogonal à superfí- cie superior 20 e/ou à superfície de contato de piso 30. Como mostrado na figura 6, a primeira superfície de contato superior 620 do rebaixo está proxi- mamente adjacente a uma segunda superfície de lábio superior de rebaixo 622. Em um estado instalado, a segunda superfície de lábio superior 622 do rebaixo é, por exemplo, paralela a e em contato com a segunda superfície lateral superior 522 da protuberância. A segunda superfície lateral superior 522 da protuberância e a segunda superfície de lábio superior 622 do rebai- xo podem estender entre 0,1 mm e 1,0 mm, de preferência 0,5 mm. A se- gunda superfície de lábio superior 622 do rebaixo pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 623.
Adjacente à segunda superfície lateral superior 522 da protube- rância está uma segunda superfície de contato superior 524 da protuberân- cia. A superfície de contato de protuberância superior 524 é geralmente pa- ralela à primeira superfície de contato superior 520 da protuberância e pode estender da superfície lateral superior 510 da protuberância aproximada- mente 0,5 mm a 1,5 mm, de preferência aproximadamente 1,2 mm. A se- gunda superfície de contato de protuberância superior 524 pode compreen- der uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 525. Como mostrado na figura 6, uma segunda superfície de contato superior 624 do rebaixo pode estar, por exemplo, adjacente à segunda superfície lateral su- perior 622 do rebaixo. Em um estado instalado, a segunda superfície de con- tato superior 624 do rebaixo está adjacente a e geralmente coplanar à se- gunda superfície de contato superior 524 da protuberância.
Adjacente à segunda superfície de contato superior 524 da pro- tuberância está uma superfície lateral 530 da protuberância. No estado bem instalado como mostrado na figura 6, ao longo da linha de contorno 505 da protuberância e a linha de contorno 605 do rebaixo, nenhum ponto de conta- to está de preferência provido no segmento deste ponto até o ponto de con- tato entre uma terceira superfície de contato inferior 570 da protuberância e uma terceira superfície de contato inferior 670 do rebaixo.
No segmento da primeira superfície de contato superior 520 da protuberância, a segunda superfície lateral superior 522 da protuberância até a segunda superfície de contato superior 524 da protuberância, a linha de contorno de protuberância 506 forma substancialmente uma forma escalo- nada, o que facilita grandemente a instalação.
Ao longo da linha de contorno 505 da protuberância, a superfície lateral 530 da protuberância começa com a segunda superfície de contato superior 524 da protuberância. A superfície lateral de protuberância 530 po- de compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 531 e uma segunda porção plana 532. A segunda porção horizontal 532 da superfície lateral de protuberância 530 pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 533.
Proximamente adjacente à superfície lateral 530 da protuberân- cia está um entalhe posterior 540. O entalhe posterior 540 pode compreen- der três superfícies de entalhe posterior: uma primeira superfície de entalhe posterior 540a, uma segunda superfície de entalhe posterior 540b e uma terceira superfície de entalhe posterior 540c. A primeira superfície de entalhe posterior 540a pode começar com um chanfro 533 e pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 541a.
A segunda superfície de entalhe posterior 540b proximamente adjacente à primeira superfície de entalhe posterior 540a pode estender a- proximadamente 0,5 mm a 1,5 mm de preferência aproximadamente 1,0 mm. A segunda superfície de entalhe posterior 540b pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 541b. A terceira super- fície de entalhe posterior 540c proximamente adjacente à segunda superfície de entalhe posterior 540b pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 541c.
Proximamente adjacente à superfície de transição chanfrada 541c, uma superfície inferior 550 da protuberância, por exemplo, estende-se em uma direção geralmente paralela à superfície superior 20 e/ou à superfí- cie de contato de piso 30. A superfície inferior de protuberância 550 pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 551 a qual está proximamente adjacente a uma superfície de guia 560 da protu- berância sobre a linha de contorno 505 da protuberância. O ângulo formado entre a superfície de guia de protuberância 560 e a superfície inferior de pro- tuberância 550 é θ 18 o qual está entre 90 graus e 150 graus, de preferência 120 graus.
Adjacente a uma extremidade da superfície de guia 560 da pro- tuberância está uma terceira superfície de contato inferior 570 da protube- rância, a terceira superfície de contato 570 tendo um comprimento entre 0,1 mm e 1,0 mm, de preferência aproximadamente 0,3 mm. A terceira superfí- cie de contato 570 é substancialmente ortogonal à superfície superior 20 e à superfície de contato de piso 30. Uma superfície de limite 580 da protube- rância está adjacente a uma extremidade da terceira superfície de contato 570 da protuberância e geralmente paralela à superfície de guia 560 da pro- tuberância.
A superfície de limite 580 da protuberância termina em uma pri- meira superfície de transição 590 da protuberância. A primeira superfície de transição 590 da protuberância pode ser geralmente paralela à-superfície superior 20 e/ou a superfície de contato de piso 30 e termina em uma super- fície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 591. Uma segunda superfí- cie de transição 592 da protuberância estende-se da primeira superfície de transição 590 da protuberância até a superfície de contato de piso 30 e é substancialmente ortogonal à superfície superior 20 e/ou à superfície de con- tato de piso 30.
Portanto, a protuberância 506 está definida pela linha de contor- no 505 da protuberância localizada entre a superfície superior 20 e a super- fície de contato de piso 30 e pode começar com a superfície lateral superior 510 da protuberância ortogonal à superfície superior 20. Como acima discu- tido, em um estado completamente unido, a segunda superfície de contato superior 624 do rebaixo é mais longa do que a segunda superfície de conta- to superior 524 da protuberância. Adjacente à segunda superfície de contato superior 624 do rebaixo está uma superfície lateral de rebaixo 630 a qual pode compreender uma primeira porção plana 632. Adjacente à primeira porção plana 632 está uma segunda porção plana 634 a qual forma um ân- gulo Θ21 com a primeira porção plana 632, em que Θ21 está entre 90 graus e 160 graus, de preferência 140 graus. A superfície lateral de rebaixo 630 pode ainda compreender uma superfície curva contínua 636 a qual está proxima- mente adjacente a uma extremidade da segunda porção plana 634. Se de- sejado, a superfície curva contínua 636 pode compreender uma pluralidade de planos e de superfícies curvas. Como mostrado na figura 6, proximamente adjacente à superfí- cie lateral de rebaixo 630 está uma superfície inferior de rebaixo 650 a qual pode ser substancialmente paralela à superfície superior 20 e/ou à superfície de contato de piso 30. Pode existir uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 651 entre a superfície inferior de rebaixo 650 e uma próxima característica técnica sobre a linha de contorno de rebaixo 605. A próxima característica técnica aqui pode ser uma superfície de limite de re- baixo 660.
O ângulo entre a superfície de limite de rebaixo 660 e a superfí- cie inferior de rebaixo 650 é Θ22 o qual está entre 90 graus e 150 graus, de preferência 120 graus. Adjacente a uma extremidade da superfície de limite de rebaixo 660 está uma terceira superfície de contato de rebaixo inferior 670 a qual tem um comprimento entre 0,1 mm e 1,0 mm, de preferência a- proximadamente 0,3 mm e é substancialmente ortogonal à superfície superi- or 20 e/ou à superfície de contato de piso 30. Adjacente à uma extremidade da terceira superfície de contato de rebaixo inferior 670 está uma superfície de guia de rebaixo 680 a qual pode ser geralmente paralela à superfície de limite de rebaixo 660. A superfície de guia de rebaixo 680 pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 681.
Adjacente a uma extremidade da superfície de guia de rebaixo 680 está uma primeira superfície de transição de rebaixo 690 a qual pode ser geralmente paralela à superfície superior 20 e/ou à superfície de contato de piso 30 e termina em uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 691. Uma segunda superfície de transição de rebaixo 692 esten- de-se da primeira superfície de transição de rebaixo 690 até a superfície dé contato de piso 30 e pode ser substancialmente ortogonal à superfície supe- rior 20 e/ou à superfície de contato de piso 30.
Portanto, um rebaixo 606 está definido por uma linha de contor- no de rebaixo 605 entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30 e pode estender até uma superfície vertical a qual é tangencial à su- perfície lateral de rebaixo 630 e substancialmente ortogonal à superfície su- perior 20 e/ou à superfície de contato de piso 30. As características técnicas sobre a linha de contorno de rebaixo 605 podem coincidir com as caracterís- ticas técnicas da linha de contorno de protuberância 505.
As figuras 7-9 mostram as etapas de instalação da face de ex- tremidade de protuberância 500 e da face de extremidade de rebaixo 600 como mostrado na figura 6. Como mostrado na figura 7, um ponto de junção 700 entre a superfície superior 20 sobre a face de extremidade de protube- rância e a superfície lateral superior 510 da protuberância pode servir como um eixo de rotação para o painel de piso 10 que inclui a face de extremidade de protuberância 500, cujo eixo de rotação está próximo de um ponto de junção entre a superfície superior 20 sobre a face de extremidade de rebaixo 600 e a superfície de lábio superior de rebaixo 610. A superfície inferior de protuberância 550 encontra-se com um ponto de junção entre a superfície de guia de rebaixo 680 e a primeira superfície de transição de rebaixo 690. Co- mo mostrado na figura 7, se o ponto de junção 700 for considerado como um eixo para instalar a face de extremidade de protuberância 500 dentro da face de extremidade de rebaixo 600 em um modo de rotação, parte da face de extremidade de rebaixo 600 precisa sofrer um grande deslocamento de a- proximadamente 6,3 mm.
Na figura 8, um ponto de junção 702 entre a segunda superfície de contato de protuberância superior 524 e a superfície lateral de protube- rância 530 da face de extremidade de protuberância 500 é escolhido como um segundo eixo de rotação e permitido encontrar-se com um ponto de jun- ção entre a segunda superfície de contato de rebaixo superior 620 e a se- gunda superfície de lábio superior de rebaixo 622 da face de extremidade de rebaixo 600. Como mostrado na figura 8, se a face de extremidade de protu- berância 500 for instalada dentro da face de extremidade de rebaixo 600 em um modo de rotação quando o ponto de junção 702 é considerado como um eixo, parte da face de extremidade de rebaixo 600 sofre um deslocamento relativamente pequeno de aproximadamente 2,0 mm. Como mostrado na figura 9, uma superfície de contato com um comprimento de L14 está forma- da entre a superfície de guia de protuberância 560 e a superfície de guia de rebaixo 680 quando o ponto de junção 702 é considerado como um eixo de rotação. Como mostrado na figura 9, a face de extremidade de protuberância 500 é geralmente paralela à face de extremidade de rebaixo 600. Partindo desta posição, a face de extremidade de protuberância 500 é instalada den- tro da face de extremidade de rebaixo 600 pela aplicação de uma força so- bre a superfície superior 20 do painel de piso 10 que contém a face de ex- tremidade de protuberância 500, e a protuberância 506 é conduzida para dentro do rebaixo 606 no modo descrito nas figura 3-5.
A figura 10 mostra uma terceira modalidade preferida na qual uma face de extremidade de protuberância 800 já está instalada dentro de uma face de extremidade de rebaixo 900. Um painel de piso 10 tem aqui um comprimento de T4. Como mostrado na figura 10, a face de extremidade de protuberância 800 está caracterizada por uma linha de contorno 805 entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30. A face de extre- midade de rebaixo 900 está caracterizada por uma linha de contorno 905 entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30. A linha de contorno de protuberância 805 e a linha de contorno de rebaixo 905 respec- tivamente compreendem em ordem um plano, uma superfície plana e carac- terísticas técnicas entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30.
Uma superfície lateral superior de protuberância 810 e uma su- perfície de lábio superior de rebaixo 910 estão proximamente adjacentes à superfície superior 20 e entre cada uma formam um ângulo de θ24 o qual po- de ser de 0 graus e 3 graus, de preferência aproximadamente 1 grau. Nesta modalidade, a superfície lateral superior de protuberância 810 e a superfície de lábio superior de rebaixo 910 podem ser respectivamente um plano, que estende-se da superfície superior 20 uma distância de aproximadamente 1,0 mm a 3,0 mm, de preferência aproximadamente 1,5 mm. A superfície de lá- bio superior de rebaixo 910 de preferência termina em uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 911.
Adjacente à superfície lateral superior de protuberância 810 está uma primeira superfície de contato de protuberância superior 820. Como mostrado na figura 10, uma primeira superfície de contato de rebaixo superi- or 920 está, por exemplo, adjacente à superfície de lábio superior de rebaixo 910. Em um estado instalado, a primeira superfície de contato de rebaixo superior 920 está adjacente a e geralmente coplanar com a primeira superfí- cie de contato de protuberância superior 820.
A primeira superfície de contato de protuberância superior 820 estende-se da superfície lateral superior de protuberância 810 uma distância de aproximadamente 0,1 mm a 1,0 mm, de preferência aproximadamente 0,5 mm. A primeira superfície de contato de protuberância superior 820 pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 821 a qual está proximamente adjacente a outra característica técnica sobre a linha de contorno de protuberância 805. A dita outra característica técnica pode ser uma segunda superfície lateral superior de protuberância 822. A segunda superfície lateral superior de protuberância 822 pode ser ortogonal à superfície superior 20 e/ou à superfície de contato de piso 30. Como mos- trado na figura 10, a primeira superfície de contato de rebaixo superior 920 está proximamente adjacente a uma segunda superfície de lábio superior de rebaixo 922. Em um estado instalado, a segunda superfície de lábio superior de rebaixo 922 está, por exemplo, paralela a e em contato com a segunda superfície lateral superior de protuberância 822. A segunda superfície lateral superior de protuberância 822 e a superfície de lado superior do segundo rebaixo 922 podem estender entre 0,1 mm e 1,0 mm, de preferência 0,5 mm. A segunda superfície de lábio superior de rebaixo 922 pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 923.
Adjacente à segunda superfície lateral superior de protuberância 822 está uma segunda superfície de contato de protuberância superior 824. A segunda superfície de contato de protuberância superior 824 é geralmente paralela à primeira superfície de contato de protuberância superior 820 e pode estender da superfície lateral superior de protuberância 810 aproxima- damente 0,5 mm a 1,5 mm, de preferência aproximadamente 1,2 mm. A se- gunda superfície de contato de protuberância superior 824 pode compreen- der uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 825. Como mostrado na figura 10, uma segunda superfície de contato de rebaixo supe- rior 924 pode estar, por exemplo, adjacente à segunda superfície de lábio superior de rebaixo 922. Em um estado instalado, a segunda superfície de contato de rebaixo superior 924 está adjacente a e geralmente coplanar com a segunda superfície de contato de protuberância superior 824.
Adjacente à segunda superfície de contato de protuberância su- perior 824 está uma superfície lateral de protuberância 830. No estado bem instalado como mostrado na figura 10, ao longo da linha de contorno de pro- tuberância 805 e da linha de contorno de rebaixo 905, nenhum ponto de con- tato está de preferência provido no segmento deste ponto até o ponto de contato entre uma terceira superfície de contato de protuberância inferior 870 e uma terceira superfície de contato de rebaixo inferior 970.
Ao longo da linha de contorno de protuberância 805, a superfície lateral de protuberância 830 começa com a segunda superfície de contato de protuberância superior 824. A superfície lateral de protuberância 830 po- de compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 831 e uma segunda porção plana 832. A segunda porção horizontal 832 da superfície lateral de protuberância 830 pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 833.
Proximamente adjacente à superfície lateral de protuberância 830 está um entalhe posterior 840. O entalhe posterior 840 pode compreen- der três superfícies de entalhe posterior: uma primeira superfície de entalhe posterior 840a, uma segunda superfície de entalhe posterior 840b e uma terceira superfície de entalhe posterior 840c. A primeira superfície de entalhe posterior 840a pode começar com um chanfro 833 e pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 841a.
A segunda superfície de entalhe posterior 840b proximamente adjacente à primeira superfície de entalhe posterior 840a pode estender a- proximadamente 0,5 mm a 1,5 mm de preferência aproximadamente 1,0 mm. A segunda superfície de entalhe posterior 840b pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 841 b. A terceira super- fície de entalhe posterior 840c proximamente adjacente à segunda superfície de entalhe posterior 840b pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 841c.
Proximamente adjacente à superfície de transição chanfrada 1 841c, uma superfície inferior de protuberância 850, por exemplo, estende-se em uma direção geralmente paralela à superfície superior 20 e/ou à superfí- cie de contato de piso 30. A superfície inferior de protuberância 850 pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 851 a qual está proximamente adjacente a uma superfície de guia de protube- rância 860 sobre a linha de contorno de protuberância 805. O ângulo forma- do entre a superfície de guia de protuberância 860 e a superfície inferior de protuberância 850 é Θ31 o qual está entre 90 graus e 150 graus, de preferên- cia 120 graus.
Adjacente a uma extremidade da superfície de guia de protube- rância 860 está uma terceira superfície de contato inferior de protuberância 870, a terceira superfície de contato de protuberância 870 tendo um compri- mento entre 0,1 mm e 1,0 mm, de preferência aproximadamente 0,3 mm. A terceira superfície de contato de protuberância 870 é substancialmente orto- gonal à superfície superior 20 e à superfície de contato de piso 30. Uma su- perfície de limite de protuberância 880 está adjacente a uma extremidade da terceira superfície de contato de protuberância 870 e geralmente paralela à superfície de guia de protuberância 860.
A superfície de limite de protuberância 880 termina em uma pri- meira superfície de transição de protuberância 890. A primeira superfície de transição de protuberância 890 pode ser geralmente paralela à superfície superior 20 e/ou a superfície de contato de piso 30 e termina em uma super- fície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 891. Uma segunda superfí- cie de transição de protuberância 892 estende-se da primeira superfície de transição de protuberância 890 até a superfície de contato de piso 30 e é substancialmente ortogonal à superfície superior 20 e/ou à superfície de con- tato de piso 30.
Portanto, a protuberância 806 está definida pela linha de contor- no de protuberância 805 localizada entre a superfície superior 20 e a super- fície de contato de piso 30 e pode começar com a superfície lateral superior de protuberância 810 ortogonal à superfície superior 20.
Como acima discutido, em um estado completamente unido, a segunda superfície de contato de rebaixo superior 924 é mais longa do que a segunda superfície de contato de protuberância superior 824. Adjacente à segunda superfície de contato de rebaixo superior 924 está uma superfície lateral de rebaixo 930 a qual pode compreender uma primeira porção plana 932. Adjacente à primeira porção plana 932 está uma segunda porção plana 934 a qual forma um ângulo Θ34 com a primeira porção plana 932, em que Θ34 está entre 90 graus e 160 graus, de preferência 140 graus. A superfície lateral de rebaixo 930 pode ainda compreender uma superfície curva contí- nua 936 a qual está proximamente adjacente a uma extremidade da segun- da porção plana 934. Se desejado, a superfície curva contínua 936 pode compreender uma pluralidade de planos e de superfícies curvas.
Como mostrado na figura 10, proximamente adjacente à superfí- cie lateral de rebaixo 930 está uma superfície inferior de rebaixo 950 a qual pode ser substancialmente paralela à superfície superior 20 e/ou à superfície de contato de piso 30. Pode existir uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 951 entre a superfície inferior de rebaixo 950 e uma próxima característica técnica sobre a linha de contorno de rebaixo 905. A próxima característica técnica aqui pode ser uma superfície de limite dé re- baixo 960.
O ângulo entre a superfície de limite de rebaixo 960 e a superfí- cie inferior de rebaixo 950 é Θ35 o qual está entre 90 graus e 150 graus, de preferência 120 graus.
Adjacente a uma extremidade da superfície de limite de rebaixo 960 está uma terceira superfície de contato de rebaixo inferior 970 a qual tem um comprimento entre 0,1 mm e 1,0 mm, de preferência aproximada- mente 0,3 mm e é substancialmente ortogonal à superfície superior 20 e/ou à superfície de contato de piso 30. Adjacente à uma extremidade da terceira superfície de contato de rebaixo inferior 970 está uma superfície de guia de rebaixo 980 a qual pode ser geralmente paralela à superfície de limite de rebaixo 960. A superfície de guia de rebaixo 980 pode compreender uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 981.
Adjacente a uma extremidade da superfície de guia de rebaixo 980 está uma primeira superfície de transição de rebaixo 990 a qual pode ser geralmente paralela à superfície superior 20 e/ou à superfície de contato de piso 30 e termina em uma superfície de transição de ângulo agudo ou chanfrada 991. Uma segunda superfície de transição de rebaixo 992 esten- de-se da primeira superfície de rebaixo 990 até a superfície de contato de piso 30 e pode ser substancialmente ortogonal à superfície superior 20 e/ou à superfície de contato de piso 30.
Portanto, um rebaixo 906 está definido por uma linha de contor- no de rebaixo 905 entre a superfície superior 20 e a superfície de contato de piso 30 e pode estender até uma superfície vertical a qual é tangencial à su- perfície lateral de rebaixo 930 e substancialmente ortogonal à superfície su- perior 20 e/ou à superfície de contato de piso 30. As características técnicas sobre a linha de contorno de rebaixo 905 podem coincidir com as caracterís- ticas técnicas sobre a linha de contorno de protuberância 805.
A figura 11 mostra o processo de instalação de três painéis de piso completamente idênticos 10a, 10b e 10c. O painel de piso 10a e o pai- nel de piso 10b são instalados pelo método acima descrito. O painel de piso 10c é instalado colocando as suas duas faces de extremidade de protube- rância dentro das faces de extremidade de rebaixo correspondentes dos ou- tros dois painéis de piso. Uma força é aplicada nas faces de extremidade de protuberância do painel de piso 10c de modo que o painel de piso 10c é pressionado para dentro das faces de extremidade de rebaixo corresponden- tes. O sistema de pavimentação 500 cobre uma certa área de piso deste modo.
Afigura 12 mostra que o sistema de pavimentação 500 instalado cobre toda uma área de piso retangular. A superfície superior 20 de cada painel de piso pode ser vista desta figura. Para cobrir precisamente uma á- rea de piso de um certo tamanho ou forma, alguns painéis de piso 10 preci- sam ser cortados antes da instalação.
As figuras 13-26 mostram outras modalidades da presente in- venção com diferentes tamanhos e perfis de linha. Por exemplo, a figura 13 mostra uma modalidade seletiva na qual uma protuberância 106 não tem um entalhe posterior.
Apesar da presente invenção ser acima descrita em diferentes modalidades, as características técnicas aqui devem ser compreendidas como sendo individualmente utilizadas ou utilizadas em combinação. Com isto, a presente invenção não está limitada às modalidades especiais prefe- ridas acima descritas.
Mais ainda, é apreciado que aqueles que tem experiência e são versados no campo técnico da presente invenção são prováveis notar algu- mas variações e modificações dentro do espírito e do escopo da presente invenção. Por exemplo, as dimensões especiais da face de extremidade de protuberância e da face de extremidade de rebaixo podem obviamente variar com o material ou a espessura do painel de piso. Portanto, todas as modifi- cações concebidas por uma pessoa versada na técnica pela compreensão das características técnicas descritas no presente pedido dentro do espírito e do escopo da presente invenção todas devem cair dentro do escopo de proteção da presente invenção. O escopo de proteção da presente invenção portanto está definido pelas reivindicações anexas.

Claims (31)

1. Painel de piso, compreende: (1) uma superfície superior; (2) uma superfície de contato de piso; (3) pelo menos uma face de extremidade de rebaixo que inclui: - um lábio superior adjacente à superfície superior; - um lábio inferior; e - um rebaixo que inclui pelo menos uma superfície de contato de rebaixo superior, pelo menos uma superfície de contato de rebaixo inferior e uma superfície de guia de rebaixo; (4) pelo menos uma face de extremidade de protuberância opos- ta à face de extremidade de rebaixo, a face de extremidade de protuberância compreendendo: - uma superfície lateral superior de protuberância adjacente à superfície superior; e - uma protuberância que compreende pelo menos uma primeira superfície de contato de protuberância superior, pelo menos uma segunda superfície de contato de protuberância inferior e uma superfície de guia de protuberância, caracterizado pelo fato de que a superfície de extremidade de protuberância e a superfície de extremidade de rebaixo de um painel i- dêntico estão configuradas e dimensionadas para serem acopladas pelo po- sicionamento da protuberância sobre o lábio de rebaixo inferior e aplicando uma força de compressão na direção substancialmente perpendicular ao plano da superfície superior o que faz com que a superfície de guia de pro- tuberância contacte a superfície de guia de rebaixo e translade a protube- rância para dentro do rebaixo; e em que, quando a superfície de extremidade de protuberância e a superfície de extremidade de rebaixo de um painel idêntico estão acopla- das, a superfície de contato de protuberância superior acopla a superfície de contato de rebaixo superior para impedir o desacoplamento do painel em uma direção perpendicular ao plano da superfície superior, e a superfície de contato de protuberância inferior acopla a superfície de contato de rebaixo inferior para impedir o desacoplamento do painel em uma direção perpendi- cular à superfície de extremidade de protuberância.
2. Painel de piso, de acordo com a reivindicação 1, caracteriza- do pelo fato de que a protuberância estende-se substancialmente ao longo do comprimento inteiro da face de extremidade de protuberância.
3. Painel de piso, de acordo com a reivindicação 1, caracteriza- do pelo fato de que o rebaixo estende-se substancialmente ao longo do comprimento inteiro da face de extremidade de rebaixo.
4. Painel de piso, de acordo com a reivindicação 1, caracteriza- do pelo fato de que para o dito painel de piso, uma segunda superfície de lábio superior de rebaixo está provida em uma extremidade externa da pri- meira superfície de contato de rebaixo superior e unida na segunda superfí- cie de contato de rebaixo superior, em que a primeira superfície de lábio su- perior de rebaixo é paralela à segunda superfície de lábio superior de rebai- xo, a primeira superfície de contato de rebaixo superior é paralela à segunda superfície de contato de rebaixo superior, e para o dito painel de piso, uma segunda superfície lateral superi- or de protuberância está provida em uma extremidade externa da primeira superfície de contato de protuberância superior e unida na segunda superfí- cie de contato de protuberância superior, em que a primeira superfície lateral superior de protuberância é paralela à segunda superfície lateral superior de protuberância, e a primeira superfície de contato de protuberância superior é paralela à segunda superfície de contato de protuberância superior.
5. Painel de piso, de acordo com a reivindicação 1, caracteriza- do pelo fato de que o dito painel de piso tem um dente traseiro na superfí- cie inferior de sua protuberância para introduzir elasticidade à dita protube- rância.
6. Painel de piso, caracterizado por compreender: (1) uma superfície superior; (2) uma superfície de contato de piso; (3) pelo menos uma face de extremidade de rebaixo que inclui: - um lábio superior adjacente à superfície superior; - um lábio inferior; e - um rebaixo que inclui pelo menos uma superfície de contato de rebaixo superior, e pelo menos uma superfície de contato de rebaixo inferior e uma superfície de guia de rebaixo; (4) pelo menos uma face de extremidade de protuberância opos- ta à face de extremidade de rebaixo, a face de extremidade de protuberância compreendendo: - uma superfície lateral superior de protuberância adjacente à superfície superior; e - uma protuberância que compreende pelo menos uma primeira superfície de contato de protuberância superior, pelo menos uma segunda superfície de contato de protuberância inferior e uma superfície de guia de protuberância, em que a superfície de extremidade de protuberância e uma superfície de extremidade de rebaixo de um painel idêntico estão configura- das e dimensionadas para serem acopladas pelo posicionamento da protu- berância sobre o lábio de rebaixo inferior e aplicando uma força de compres- são na direção substancialmente perpendicular ao plano da superfície supe- rior o que faz com que a superfície de guia de protuberância contacte a su- perfície de guia de rebaixo e translade a protuberância para dentro do rebai- xo; e em que, quando a superfície de extremidade de protuberância e a superfície de extremidade de rebaixo de um painel idêntico estão acopla- das, a superfície de contato de protuberância superior acopla a superfície de contato de rebaixo superior para impedir o desacoplamento do painel em uma direção perpendicular ao plano da superfície superior, e a superfície de contato de protuberância inferior acopla a superfície de contato de rebaixo inferior para impedir o desacoplamento do painel em uma direção perpendi- cular à superfície de extremidade de protuberância, para o dito painel de piso, uma segunda superfície de lábio supe- rior de rebaixo está provida em uma extremidade externa da primeira super- fície de contato de rebaixo superior e unida na segunda superfície de contato de rebaixo superior, em que a primeira superfície de lábio superior de rebai- xo é paralela à segunda superfície de lábio superior de rebaixo; a primeira superfície de contato de rebaixo superior é paralela à segunda superfície de contato de rebaixo superior, para o dito painel de piso, uma segunda superfície lateral superi- or de protuberância está provida em uma extremidade externa da primeira superfície de contato de protuberância superior e unida na segunda superfí- cie de contato de protuberância superior, em que a primeira superfície lateral superior de protuberância é paralela à segunda superfície lateral superior de protuberância, e a primeira superfície de contato de protuberância superior é paralela à segunda superfície de contato de protuberância superior.
7. Painel de piso, caracterizado por compreender: (1) uma superfície superior; (2) uma superfície de contato de piso; (3) pelo menos uma face de extremidade de rebaixo que inclui: - um lábio superior adjacente à superfície superior; - um lábio inferior; e - um rebaixo que inclui pelo menos uma superfície de contato de rebaixo superior e pelo menos uma superfície de contato de rebaixo inferior e uma superfície de guia de rebaixo; (4) pelo menos uma face de extremidade de protuberância opos- ta à face de extremidade de rebaixo, a face de extremidade de protuberância compreendendo: - uma superfície lateral superior de protuberância adjacente à superfície superior; e - uma protuberância que compreende pelo menos uma primeira superfície de contato de protuberância superior, pelo menos uma segunda superfície de contato de protuberância inferior e uma superfície de guia de protuberância, em que a superfície de extremidade de protuberância e a su- perfície de extremidade de rebaixo de um painel idêntico estão configuradas e dimensionadas para serem acopladas pelo posicionamento da protuberân- cia sobre o lábio de rebaixo inferior e aplicando uma força de compressão na direção substancialmente perpendicular ao plano da superfície superior o que faz com que a superfície de guia de protuberância contacte a superfície de guia de rebaixo e translade a protuberância para dentro do rebaixo; e em que, quando a superfície de extremidade de protuberância e a superfície de extremidade de rebaixo de um painel idêntico estão acopla- das, a superfície de contato de protuberância superior acopla a superfície de contato de rebaixo superior para impedir o desacoplamento do painel em uma direção perpendicular ao plano da superfície superior, e a superfície de contato de protuberância inferior acopla a superfície de contato de rebaixo inferior para impedir o desacoplamento do painel em uma direção perpendi- cular à superfície de extremidade de protuberância, o dito painel de piso tem um dente traseiro na superfície inferior de sua protuberância para introduzir elasticidade à dita protuberância.
8. Sistema de pavimentação, caracterizado por compreender: um primeiro painel de piso e um segundo painel de piso.em que o primeiro painel de piso compreende: (1) uma superfície superior; (2) uma superfície de contato de piso; (3) pelo menos uma face de extremidade de rebaixo que inclui: - um lábio superior adjacente à superfície superior; - um lábio inferior; e - um rebaixo que inclui uma superfície de contato superior e uma superfície de contato inferior e uma superfície de guia de rebaixo; em que o segundo painel de piso compreende: (1) uma superfície superior; (2) uma superfície de contato de piso; (3) pelo menos uma face de extremidade de protuberância que inclui: - uma superfície lateral superior de protuberância adjacente à superfície superior; e - uma protuberância que compreende uma primeira superfície de contato de protuberância superior, uma segunda superfície de contato de protuberância inferior e uma superfície de guia de protuberância, em que a superfície de extremidade de protuberância e a superfície de extremidade de rebaixo de um painel idêntico estão configuradas e dimensionadas para se- rem acopladas pelo posicionamento da protuberância sobre o lábio de rebai- xo inferior e aplicando uma força de compressão na direção substancialmen- te perpendicular ao plano da superfície superior o que faz com que a super- fície de guia de protuberância contacte a superfície de guia de rebaixo e translade a protuberância para dentro do rebaixo; e em que, quando a superfície de extremidade de protuberância e a superfície de extremidade de rebaixo de um painel idêntico estão acopla- das, a superfície de contato de protuberância superior acopla a superfície de contato de rebaixo superior para impedir o desacoplamento do painel em uma direção perpendicular ao plano da superfície superior, e a superfície de contato de protuberância inferior acopla a superfície de contato de rebaixo inferior para impedir o desacoplamento do painel em uma direção perpendi- cular à superfície de extremidade de protuberância.
9. Sistema de pavimentação, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que quando a superfície de extremidade de pro- tuberância e a superfície de extremidade de rebaixo de um painel idêntico são acopladas, uma folga é formada entre a protuberância e o lábio de re- baixo inferior.
10. Sistema de pavimentação, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que a superfície de contato de protuberância inferior e a superfície de contato de rebaixo inferior estão inclinadas a um ângulo de 90 graus em relação à superfície superior.
11. Sistema de pavimentação, de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 a 10, caracterizado pelo fato de que para o dito primeiro painel de piso, uma segunda superfície de lábio superior de rebaixo está provida em uma extremidade externa da primeira superfície de contato de rebaixo superior e unida na segunda superfície de contato de rebaixo supe- rior, em que a primeira superfície de lábio superior de rebaixo é paralela à segunda superfície de lábio superior de rebaixo; a primeira superfície de contato de rebaixo superior é paralela à segunda superfície de contato de rebaixo superior, e para o dito segundo painel de piso, uma segunda superfície late- ral superior de protuberância está provida em uma extremidade externa da primeira superfície de contato de protuberância superior e unida na segunda superfície de contato de protuberância superior, em que a primeira superfície lateral superior de protuberância é paralela à segunda superfície lateral su- perior de protuberância, e a primeira superfície de contato de protuberância superior é paralela à segunda superfície de contato de protuberância superi- or.
12. Método para instalar um sistema de pavimentação, de acor- do com qualquer uma das reivindicações 8 a 11, o método caracterizado por compreender as etapas de: (1) posicionar o primeiro painel de piso com a sua superfície de contato de piso estando sobre a superfície de piso ou um material de reves- timento a ser coberto; (2) posicionar o segundo painel de piso; (3) posicionar a protuberância do segundo painel de piso sobre o lábio inferior de rebaixo do primeiro painel de piso; e (4) aplicar uma força de compressão na direção substanciálmen- te perpendicular ao plano da superfície de exibição decorativa o que faz com que a superfície de guia de protuberância contacte a superfície de guia de rebaixo e translade a protuberância para dentro do rebaixo.
13. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso para montar um primeiro painel de piso e um segundo painel de piso os quais são adjacentes um ao outro, a estrutura de montagem por encaixe de painel de piso compreendendo: uma face de extremidade de protuberância formada sobre o pri- meiro painel de piso e que define uma protuberância; e uma face de extremidade de rebaixo formada sobre o segundo painel de piso e que define um rebaixo para acomodar pelo menos parte da protuberância; em que a protuberância e o rebaixo estão configurados para permitir que a dita pelo menos parte da protuberância seja pressionada para dentro do rebaixo em uma direção vertical (300) durante a montagem, por meio disto montando o primeiro painel de piso junto com o segundo painel de piso, a direção vertical sendo substancialmente perpendicular a um plano onde o primeiro e o segundo painéis de piso apoiam; caracterizada pelo fato de que um dente traseiro (140; 540; 840) está formado sobre a protuberância e formado e dimensionado de mo- do a introduzir elasticidade na protuberância.
14. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pelo fato de que o dente está formado e dimensionado de modo a introduzir elasticidade na protuberância pelo menos em uma direção horizontal.
15. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 13 ou 14, caracterizada pelo fato de que o dente está formado e dimensionado para permitir que a protuberância seja deformada durante o pressionamento da protuberância para dentro do rebai- xo.
16. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 15, caracterizada pelo fato de que o dente está formado e dimensionado para permitir que a protuberância mantenha a sua forma deformada ou pelo menos parcialmente restaure a sua forma original após a protuberância ser pressionada para dentro do rebaixo.
17. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pelo fato de que o dito dente estende-se através de toda a protuberância e define uma direção de exten- são.
18. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 13 ou 17, caracterizada pelo fato de que em um plano (o plano sobre o qual a Figura 2A se encontra) perpendicular à dita direção de extensão do dito dente, o dito dente tem uma abertura em uma porção inferior da protuberância e estende-se para cima ou obliquamente para cima da abertura para o interior da protuberância.
19. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 18, caracterizada pelo fato de que em um pla- no (o plano sobre o qual a Figura 2A se encontra) perpendicular à dita dire- ção de extensão do dito dente, o dito dente traseiro (540, 840) tem uma di- mensão transversal substancialmente constante na direção de extensão da dita abertura para o interior da protuberância.
20. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 18, caracterizada pelo fato de que em um pla- no (o plano sobre o qual a Figura 2A se encontra) perpendicular à dita dire- ção de extensão do dito dente, as dimensões transversais do dito dente tra- seiro (140) é afinada da sua abertura na direção de extensão da dita abertu- ra para o interior da protuberância.
21. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 18, caracterizada pelo fato de que em um pla- no (o plano sobre o qual a Figura 2A se encontra) perpendicular à dita dire- ção de extensão do dito dente, o dito dente é um dente alongado o qual es- tende-se a uma profundidade da dita abertura para o interior da dita protube- rância, a profundidade sendo maior do que a sua dimensão transversal.
22. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso para montar um primeiro painel de piso e um segundo painel de piso os quais são adjacentes um ao outro, a estrutura de montagem por encaixe de painel de piso caracterizada por compreender: uma face de extremidade de protuberância (500) formada sobre o primeiro painel de piso e que define uma protuberância; e uma face de extremidade de rebaixo (600) formada sobre o segundo painel de piso e que define um rebaixo para acomodar pelo menos parte da protuberância; em que a protuberância e o rebaixo estão configurados para permitir que a dita pelo menos parte da protuberância seja pressionada para dentro do rebaixo em uma direção vertical durante a montagem, por meio disto montando o primeiro painel de piso junto com o segundo painel de piso, a direção vertical sendo substancialmente perpendicular a um plano onde o primeiro e o segundo painéis de piso apoiam; em que a dita face de extremidade de protuberância (500) com- preende uma superfície de ancoragem de protuberância (510, 520, 522, 524 e 530), a dita face de extremidade de rebaixo (600) compreende uma super- fície de ancoragem de rebaixo (610, 620, 622, 624 e 630), e em que no tér- mino da montagem, a dita superfície de ancoragem de protuberância contac- ta pelo menos parcialmente a dita superfície de ancoragem de rebaixo; em que um degrau superior (520, 522) e um degrau inferior (524, 530) são formados na superfície de ancoragem de protuberância, o degrau inferior estendendo-se além do degrau superior em uma direção horizontal; uma ranhura superior (620, 622) e uma ranhura inferior (624, 630) estão formadas na superfície de ancoragem de rebaixo, a ranhura superior esten- dendo-se além da ranhura inferior em uma direção horizontal; em um estado montado (o estado mostrado na Figura 6) após o término da montagem, o degrau superior e o degrau inferior são respectivamente recebidos dentro da ranhura superior e da ranhura inferior.
23. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 22, caracterizada pelo fato de que a dita ra- nhura superior está configurada para acomodar o dito degrau inferior durante a montagem.
24. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 22 ou 23, caracterizada pelo fato de que uma superfície superior (520) do dito degrau superior é substancialmente paralela a uma superfície superior (620) da dita ranhura superior.
25. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 24, caracterizada pelo fato de que superfície superior (520) do dito degrau superior e a dita superfície superior (620) da dita ranhura superior estão a um ângulo (Θ12) em relação a um plano hori- zontal.
26. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 22 ou 23, caracterizada pelo fato de que uma superfície lateral (522) do dito degrau superior é substancialmente paralela a uma superfície lateral (622) da dita ranhura superior.
27. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 22 ou 23, caracterizada pelo fato de que uma superfície superior (524) do dito degrau inferior é substancialmente paralela a uma superfície superior (624) da dita ranhura inferior.
28. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 27, caracterizada pelo fato de que superfície superior (524) do dito degrau inferior e a superfície superior (624) da dita ranhura inferior estão a um ângulo (Θ13) em relação a um plano horizontal.
29. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 22 ou 23, caracterizada pelo fato de que a es- trutura de montagem por encaixe de painel de piso está configurada para permitir que o primeiro e o segundo painéis de piso sejam posicionados em um estado posicionado (o estado mostrado na Figura 8 e na Figura 9) duran- te a montagem, e no estado posicionado o degrau superior do dito primeiro painel de piso está localizado fora da ranhura superior e da ranhura inferior do dito segundo painel de piso, e o degrau inferior do dito primeiro painel de piso está localizado na ranhura superior do dito segundo painel de piso e contacta a ranhura superior; e a dita estrutura de montagem por encaixe de painel de piso está configurada para permitir que o primeiro e o segundo painéis de piso mo- vam-se do estado posicionado para o estado montado durante a montagem.
30. Estrutura de montagem por encaixe de painel de piso, de acordo com a reivindicação 29, caracterizada pelo fato de que no estado posicionado a estrutura de montagem por encaixe de painel de piso está configurada para permitir que o primeiro e o segundo painéis de piso sejam posicionados em uma primeira posição (a posição mostrada na Figura 8) e uma segunda posição (a posição mostrada na Figura 9) em que na primeira posição o primeiro painel de piso está inclinado em relação ao segundo pai- nel de piso, e na segunda posição o primeiro painel de piso está substanci- almente paralelo ao dito segundo painel de piso; em que o dito primeiro painel de piso é girado ao redor de uma porção de contato do degrau inferior do primeiro painel de piso e a ranhura superior do segundo painel de piso como um eixo de modo que os ditos pri- meiro e segundo painéis de piso entrem da primeira posição para a segunda posição.
31. Método para montar um primeiro painel de piso e um segun- do painel de piso os quais são adjacentes um ao outro, o primeiro e o se- gundo painéis de piso compreendendo a estrutura de montagem por encaixe de painel de piso conforme definida nas reivindicações 20 a 23, o método caracterizado por compreendendo as etapas de: posicionar o degrau inferior do dito primeiro painel de piso dentro da ranhura superior do dito segundo painel de piso e contactar o degrau infe- rior com a ranhura superior, em que o primeiro painel de piso está inclinado em relação ao segundo painel de piso; girar o primeiro painel de piso ao redor da porção de contato do degrau inferior do primeiro painel de piso e a ranhura superior do segundo painel de piso como um eixo de modo que o dito primeiro painel de piso é substancialmente paralelo ao segundo painel de piso; aplicar uma força no primeiro painel de piso em uma direção ver- tical para permitir que o primeiro painel de piso e o segundo painel de piso entrem em um estado montado, em que no estado montado o degrau supe- rior e o degrau inferior do primeiro painel de piso são respectivamente aco- modados dentro da ranhura superior e da ranhura inferior do segundo painel de piso, e a protuberância do primeiro painel de piso é acomodada dentro do rebaixo do segundo painel de piso.
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