BRPI0622155A2 - conjunto para controlar movimento de um carro de elevador - Google Patents

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BRPI0622155A2 BRPI0622155-6A BRPI0622155A BRPI0622155A2 BR PI0622155 A2 BRPI0622155 A2 BR PI0622155A2 BR PI0622155 A BRPI0622155 A BR PI0622155A BR PI0622155 A2 BRPI0622155 A2 BR PI0622155A2
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Abstract

CONJUNTO PARA CONTROLAR MOVIMENTO DE UM CARRO DE ELEVADOR Um conjunto (20) para controlar movimento de um carro deelevador (12), que inclui uma roldana (18), uma primeira massa (32a, 48a), uma segunda massa (32b, 48b), e um acoplador (54) que provê uma conexão não-elástica destacável entre as massas. A roldana (18) é configurada para girar em torno de um eixo geométrico de rotação (30) a uma velocidade relacionada com uma velocidade do carro de elevador (12). As primeira (32a, 48a) e segunda (32b, 48b) massas são fixadas na roldana (18) em primeiro e segundo pontos pivô (42a, 42b) radialmente espaçado a partir do eixo geométrico de rotação de roldana (30). O acoplador (54) que provê a conexão não-elástica destacável entre as primeira (32a, 48a) e segunda (32b, 48b) massas é configurado para prevenir movimento pivotante das massas em velocidades angulares de roldana menores que uma primeira velocidade e permitir movimento pivotante das massas em velocidades maiores que a primeira velocidade.

Description

"CONJUNTO PARA CONTROLAR MOVIMENTO DE UM CARRO DE ELEVADOR"
FUNDAMENTOS
A presente invenção refere-se a um dispositivo que controla velocidades de carro de elevador. Mais particularmente, a invenção refere-se a um regulador atuado centrifugamente.
Um desafio comum no projeto de elevadores é o estudo técnico de sistemas de segurança para prevenir ou reagir a anomalias de elevador. Um tal sistema de segurança é o regulador de velocidade. Os reguladores de velocidade de elevadores são projetados para prevenir que carros de elevador excedam um limite de velocidade ajustado. O regulador é um componente em um sistema de segurança automatizado, que é atuado quando o carro de elevador excede uma velocidade ajustada e ou sinaliza um sistema de controle para parar o carro ou diretamente engata equipamentos de segurança para parar o carro. Um regulador comumente conhecido é um regulador atuado centrifugamente.
Um projeto comum de reguladores centrífugos usado em sistemas de elevador emprega duas massas conectadas cinematicamente em uma configuração oposta por meio de ligações e fixadas por pinos na roldana de amarração que gira em torno de um eixo geométrico em comum. Essas partes interconectadas criam um mecanismo de rotação cuja velocidade angular é comum com a roldana. A velocidade angular das massas em rotação resulta em uma força centrífuga que atua para impulsionar as massas em afastamento a partir do eixo geométrico de rotação de roldana. Um enlace de cabo enrolado parcialmente em torno da roldana posicionada em uma extremidade do poço de elevador, conectada com o carro de elevador, e enrolado parcialmente em torno de uma roldana de tração na extremidade oposta do poço de elevador poço de elevador assegura que a velocidade de carro de elevador seja relacionada com a velocidade angular de roldana. Em outro projeto comumente conhecido, o regulador é montado no carro e se move com o carro. Esta implementação pode usar um cabo estático ancorado no topo e fiando do poço de elevador e enrolada parcialmente em torno da roldana de amarração e uma roldana intermediária adjacente.
Quando as massas de regulador pivotam em torno de seus locais fixados por pinos sobre a roldana, o momento de inércia das massas se altera como uma função da velocidade angular. O movimento radial para fora das massas é limitado por meio de um dispositivo que previne movimento de massa até uma velocidade ajudada do carro de elevador. O movimento das massas é tipicamente controlado pelo uso de uma mola conectada entre a roldana e uma das massas. A finalidade deste arranjo é criar uma força de mola proporcional à extensão da mola e sua constante de mola inerente, que resiste à força centrífuga gerada pela velocidade angular da roldana em rotação. A força de mola mantém uma posição relativa controlada entre as massas e a roldana. O controle da força de mola como uma função da força centrífuga juntamente com a geometria do mecanismo permite a atuação do regulador por meio do movimento para fora controlado do mecanismo na direção radial.
Existem várias limitações no uso de uma conexão por mola para controlar o movimento radial para fora das massas. Em primeiro lugar, a combinação de mola e inércia rotativa das massas resulta em uma freqüência natural de vibração, a qual poderia se sobrepor à freqüência natural do sistema de elevador. Freqüências naturais sobrepostas, combinadas com uma força de excitação, por exemplo, se alguém no carro de elevador pular, balançar, ou ritmicamente agitar o carro, podem causar uma resposta de vibração no regulador e assim falsamente fazer funcionar o regulador abaixo de uma velocidade ajustada do carro de elevador. Em segundo lugar, esta proposta de projeto requer acomodação das tolerâncias de fabricação da mola e de seus meios de fixação. Molas comerciais de baixo custo podem ter uma ampla faixa de tolerâncias de constante de mola, que requer ajuste de resistência de mola ou pré-tracionamento da mola para evitar distribuições na força de mola e, assim, no desempenho do regulador. Molas de metal, as quais são tipicamente usadas por causa da disponibilidade comercial e custo, têm outras limitações incluindo alterações em potencial de constante de mola depois de repetidas compressão/extensão e susceptibilidade à corrosão. Molas de polímero podem ser de produção cara, têm desempenho limitado devido às mais fracas propriedades de material, são menos comercialmente disponíveis, e podem ter tolerâncias mais altas.
A luz do procedente, a presente invenção tem como objetivo resolver um ou mais dos problemas acima mencionados que afetam os reguladores convencionais.
SUMÁRIO
A presente invenção inclui um conjunto para controlar movimento de um carro de elevador, que inclui uma roldana, primeira e segunda massas, e um acoplador que provê uma conexão não-elástica destacável entre as massas. A roldana é configurada para girar em torno de um eixo geométrico de rotação a uma velocidade relacionada com a velocidade do carro de elevador. As primeira e segunda massas são fixadas na roldana em primeiro e segundo pontos pivô radialmente espaçados a partir do eixo geométrico de rotação de roldana. O acoplador que provê a conexão não- elástica destacável entre as primeira e segunda massas é configurado para prevenir movimento pivotante das massas em velocidades angulares de roldana menores que uma primeira velocidade e permitir movimento pivotante das massas em velocidades maiores que a primeira velocidade.
Em uma forma de realização da presente invenção, a posição radial e movimento para fora das massas são controlados por um acoplador magnético entre duas massas. O acoplador magnético é configurado para empregar um ímã permanente fixado em uma primeira massa e alinhado oposto a um material magnético fixado em uma segunda massa. Este arranjo resulta em uma conexão magnética entre as massas, conexão esta que resiste à força centrífuga criada pela rotação da roldana. A conexão magnética pode ser superada em uma velocidade angular ajustada de roldana quando a força centrífuga sobre as massas excede a força criada pela conexão magnética.
A presente invenção elimina a sobreposição natural de freqüência em potencial entre o regulador e o sistema de elevador, porque o regulador é atuado usando uma conexão não-elástica destacável. Em uma forma de realização que emprega um acoplador magnético entre as primeira e segunda massas, uma separação rápida das massas pode ser possível, uma vez quando a força centrífuga é excedida, porque o campo magnético pode decair rapidamente com a distância a partir do ímã. A presente invenção também elimina problemas de produção associados com o ajuste de uma força de mola para calibrar uma velocidade de atuação para o regulador. Por exemplo, os materiais de ímã permanente usados no acoplador magnético têm tolerâncias mais baixas associadas com sua força em relação às tolerâncias de constante de mola e seus campos são conhecidos como sendo estáveis sobre longos períodos de tempo.
Deve ser entendido que tanto a descrição geral precedente quanto a seguinte descrição detalhada são apenas exemplificativas e explanatórias, e não sã restritivas da invenção como reivindicada
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Essas e outras características, aspectos, vantagens da presente invenção tornar-se-ão aparentes a partir da seguinte descrição, reivindicações anexas, e das formas de realização de exemplo acompanhantes mostradas nos desenhos, os quais são doravante brevemente descritos.
A figura 1 é uma vista em perspectiva de um sistema de elevador incluindo um regulador.
A figura 2 é uma vista parcial de uma forma de realização de um conjunto de regulador de acordo com a presente invenção, conjunto de regulador este que inclui um regulador com uma conexão não-elástica entre as massas.
A figura 3 é uma vista frontal do regulador mostrado na figura 2.
A figura 4 mostra o regulador das figuras 2 e 3 em um estado atuado.
A figura 5 é uma vista explodida de detalhe de uma forma de realização de um conector não-elástico entre as massas da forma de realização do regulador mostrado nas figuras 2-4.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Esforços foram feitos por todos os desenhos para o uso dos mesmos ou similares números de referência para os mesmos ou similares componentes.
A figura 1 mostra o sistema de elevador 10, que inclui carro de elevador 12, trilhos de guia 14, e conjunto de regulador 16. O conjunto de regulador 16 inclui roldana de amarração 18, regulador 20, enlace de cabo 22, e roldana de tração 24. O carro de elevador 12 desloca-se sobre ou é deslizavelmente conectado com os trilhos de guia 14 e se desloca dentro de um poço de elevador (não mostrado). A roldana de amarração 18 e regulador 20 são montados, nesta forma de realização, em uma extremidade superior do poço de elevador. O enlace de cabo 22 é enrolado parcialmente em torno da roldana de amarração 18 e parcialmente em torno da roldana de tração 24 (posicionada, nesta forma de realização, na extremidade de base do poço de elevador). O enlace de cabo 22 é também conectado com o carro de elevador 12, assegurando que a velocidade angular da roldana de amarração 18 seja relacionada com a velocidade do carro de elevador 12.
No sistema de elevador 10 como mostrado, o conjunto de regulador 16 atua para prevenir que o carro de elevador 12 exceda uma velocidade ajustada quando ele se desloca dentro do poço de elevador. Embora o conjunto de regulador 16 mostrado na figura 1 seja montado em uma extremidade superior do poço de elevador, o conjunto de regulador 16 pode, alternativamente, ser montado no carro de elevador 12 ou se mover com o mesmo. Uma tal forma de realização alternativa pode requerer um cabo estático ancorado no topo e base do poço de elevador e enrolado parcialmente em torno da roldana de amarração 18 e uma roldana intermediária adjacente.
A figura 2 mostra uma vista parcial do conjunto de regulador 16, o qual inclui roldana de amarração 18, regulador 20, carcaça 26, e sensor 28 que inclui a chave 29. O regulador 20 é fixado na roldana de amarração 18, que é rotativamente montado na carcaça 26. O regulador 20 e roldana de amarração 18 giram em torno de um eixo geométrico em comum 30 (mostrado nas figuras 3 e 4). Também fixado na carcaça 26 está o sensor 28. Pessoas que têm conhecimento comum na técnica compreenderão que o sensor 28 pode ser uma variedade de dispositivos que sinalizam uma alteração em estado, incluindo uma chave elétrica mecanicamente ativada 29, tal como aquela mostrada na figura 2. O regulador 20 gira com roldana de amarração 18 dentro da carcaça 26, enquanto o sensor 28 permanece fixo na carcaça 26. Sob as condições descritas abaixo, uma função do regulador 20, quando atuado, é engatar o sensor 28, que, por sua vez, comunica sinais de controle de elevador para um sistema de controle (não mostrado) que desacelera ou pára o carro de elevador 12 por meio da abertura de uma série de relês em um circuito de segurança, iniciando assim uma descida do freio e desarmando a capacidade do acionamento de prover energia para o motor.
As figuras 3 e 4 mostram a vista frontal do regulador 20. A figura 3 mostra o regulador 20 antes de ele ter sido atuado, enquanto a figura 4 mostra o regulador 20 depois de ele ter sido atuado. O regulador 20 inclui primeira massa 32a, segunda massa 32b, o primeiro suporte de massa 34a, o segundo suporte de massa 34b, e ligações 36a e 36b. A primeira massa 32a é fixada no primeiro suporte de massa 34a. A segunda massa 32b é fixada no segundo suporte de massa 34b. O primeiro suporte de massa 34a é pivotadamente fixado na roldana de amarração 18 no ponto pivô 38a. O segundo suporte de massa 34b é pivotadamente fixado na roldana de amarração 18 no ponto pivô 38b. Primeiro e segundo suportes de massa 34a e 34b são pivotadamente fixados um no outro por meio de ligações 36a e 36b. A ligação 36a é pivotadamente fixada no primeiro suporte de massa 34a no ponto pivô 40a e no segundo suporte de massa 34b no ponto pivô 42b. A ligação 36b é pivotadamente fixada no primeiro suporte de massa 34a no ponto pivô 42a e no segundo suporte de massa 34b no ponto pivô 40b.
Na forma de realização mostrada nas figuras 3 e 4, o primeiro suporte de massa 34a inclui extremidade proximal 44a, extremidade distai 46a, e borda externa arqueada 48a. Integral com extremidade proximal de primeiro suporte de massa 44a está o braço proximal 50al e integral com a extremidade distai de primeiro suporte de massa 46a está o braço distai 52a. O segundo suporte de massa 34b inclui extremidade proximal 44b, extremidade distai 46b, e borda externa arqueada 48b. Integral com segundo suporte de massa extremidade proximal 44b é braço proximal 50b, e integral com segundo suporte de massa extremidade distai 46b é braço distai 52b. A primeira massa 32a pode ser idêntica à segunda massa 32b, o primeiro suporte de massa 34a pode ser idêntico ao segundo suporte de massa 34b, e a ligação 36a pode ser idêntica à ligação 36b. Os custos de fabricação do regulador 20 podem ser reduzidos nesta forma de realização, pois o número total de partes únicas é reduzido por meio das massas de repetição 32a, 32b, suportes 34a, 34b, e ligações 36a, 36b, respectivamente, em configuração oposta em torno do eixo geométrico de rotação 30. Esta forma de realização também pode simplificar a manutenção do regulador 20 por fazer as massas 32a e 32b, suportes 34a e 34b, e ligações 36a e 36b, intercambiáveis, respectivamente.
As massas interconectadas 32a, 32b, suportes 34a, 34b, e ligações 36a, 36b criam um mecanismo de rotação cuja velocidade angular é comum com a velocidade angular da roldana de amarração 18. A velocidade angular de rotação das primeira e segunda massas 32a e 32b cria uma força centrífuga que atua para pivotar as primeira e segunda massas 32a e 32b em afastamento ao eixo geométrico de rotação 30 em torno de seus respectivos pontos pivô 38a, 38b sobre a roldana de amarração 18. Na forma de realização mostrada nas figuras 3 e 4, os pontos pivô 40a, 42a sobre o primeiro suporte de massa 34a são equidistantes a partir do ponto pivô 38a ao longo de uma primeira linha através de 40a, 38a, 42a. Os pontos pivô 40b, 42b sobre o segundo suporte de massa 34b são equidistantes a partir do ponto pivô 38b ao longo de uma segunda linha através de 40b, 38b, 42b. As primeira e segunda linhas são paralelas uma à outra e simétricas em torno do eixo geométrico de rotação 30. O mecanismo de rotação incluindo as massas 32a, 32b, suportes 34a, 34b, e ligações 36a, 36b é um paralelogramo definido pelos pontos pivô 40a, 42a, 40b, e 42b que podem se inclinar em torno de uma linha através dos pontos pivô 38a e 38b como uma função da velocidade de rotação da roldana de amarração 18. O acoplamento das massas 32a, 32b, suportes 34a, 34b, e ligações 36a, 36b na configuração de paralelogramo permite a rotação para fora controlada dos suportes de massa 34a, 34b, enquanto a simultânea limitação de sua rotação total como uma função da geometria do paralelogramo definido pelos pontos pivô 40a, 42a, 40b, e 42b.
Massas 32a, 32b, suportes 34a, 34b, e ligações 36a, 36b podem ser construídos usando técnicas de fabricação bem conhecidas para aqueles comumente especializados na técnica. Por exemplo, as massas 32a, 32b podem ser construídas a partir de uma variedade de metais fundidos ou materiais de folha estampados. A título de um outro exemplo, os suportes de massa 34a, 34b e ligações 36a, 36b podem ser construídos a partir de chapa de metal, plástico, ou uma combinação de metal e plástico e fabricados por estampagem, fundição, ou moldagem por injeção. O regulador 20 também inclui um conector não-elástico destacável 54 entre os suportes de massa 34a e 34b. A figura 5 mostra uma vista explodida de detalhe de uma forma de realização do conector não- elástico 54. Na forma de realização mostrada nas figuras 3-5, conector não- elástico destacável 54 é um acoplador magnético, que inclui primeiro elemento 56a, o segundo elemento 56b, primeira e segunda placas de retenção 58a, 58b, e primeiro e segundo fixadores de placa de retenção 60a, 60b. O primeiro elemento 56a é um ímã permanente suportado pelo braço proximal de primeiro suporte de massa 50a. O segundo elemento 56b é um material ferromagnético suportado pelo braço distai de segundo suporte de massa 52b. O primeiro elemento 56a é retido no braço proximal de primeiro suporte de massa 50a pela primeira placa de retenção 58a e primeiro fixador de placa de retenção 60a. O segundo elemento 56b é retido no braço distai de segundo suporte de massa 52b por meio da segunda placa de retenção 58b e segundo fixador de placa de retenção 60b. Em outras formas de realização, os fixadores 60a, 60b e as placas de retenção 58a, 58b poderiam ser integralmente formados em unidades de junta que, por exemplo, encaixam nos associados braço proximal ou braço distai 50a, 50b, 52a, 52b.
O conector 54 provê uma conexão magnética entre suportes de massa 34a e 34b, a qual resiste à força centrífuga criada por meio da rotação da roldana 18. Quando a roldana 18 gira a velocidades angulares dentro de uma faixa definida, os suportes de massa 34a, 34b permanecem magneticamente conectados, e o regulador 20 gira com a roldana 18 sem engatar o sensor 28. O regulador 20 é atuado quando a conexão magnética provida pelo conector 54 é superada em uma velocidade angular ajustada da roldana 18, pois a força centrífuga sobre as massas 32a, 32b excede a força criada pela conexão magnética.
A resistência da força magnética criada pelo conector 54 é inerente às propriedades do material de ímã permanente do primeiro elemento 56a e é afetada pelo material e geometria do segundo elemento 56b. Por exemplo, materiais à base de ferro, formados em geometrias específicas, podem ser usados para o segundo elemento 56b para concentrar ou restringir a força magnética do conector 54. Desta maneira, a seleção de material e configuração geométrica do segundo elemento 56b minimizam o tamanho do ímã permanente necessário para o primeiro elemento 56a e, por conseguinte, minimizam o custo do primeiro elemento 56a. Adicionalmente, o fluxo magnético ou força atrativa do conector 54 pode ser aumentado por meio da adição de material ferromagnético (tipicamente aço) atrás e/ou em torno do primeiro elemento 56a. Para otimizar o conector 54, o percurso de fluxo magnético inteiro pode ser analisado e otimizado para minimizar a quantidade de material de ímã permanente requerido para o primeiro elemento 56a. Por exemplo, uma pequena peça de aço poderia ser adicionada atrás do ímã.
Formas de realização que empregam um conector magnético podem incluir uma extensa variedade de ímãs permanentes, limitada somente por uma combinação de capacidade de força e tamanho requeridos e custo. Por exemplo, o primeiro elemento 56a pode ser um ímã permanente de Ferrita, Alnico, Neodimio-Ferro-Boro ou Cobalto "Samarian". Da mesma maneira, uma variedade de aços baratos, tal como 1015, pode ser usada para o segundo elemento 56b, pois suas propriedades magnéticas são, todas, aproximadamente as mesmas. Alternativamente, o segundo elemento 56b pode ser construído de ligas de aço inoxidável magnéticas, tal como 410, 416, ou 430, que oferecem alguma resistência à corrosão.
A figura 4 mostra a vista frontal do regulador 20 depois dele ter sido atuado como um resultado da força centrífuga criada pela velocidade angular da roldana 18 tendo superado a conexão não-elástica destacável do conector 56 entre primeiro e segundo suportes de massa 34a e 34b. Suportes de massa 34a, 34b, e suas respectivas massas 32a e 32b, pivotam em afastamento ao eixo geométrico de rotação 30 em torno de pontos pivô 38a e 38b. Como mostrado na figura 4, a borda externa arqueada 48a do suporte de massa 34a engata no sensor 28 por meio da amarração da chave 29. O sinal resultante a partir do sensor 28 causa com que um sistema de controle (não mostrado) desacelere ou pare o carro de elevador 12. A figura 4 mostra uma rotação exagerada dos suportes de massa 34a, 34b para finalidades de clareza. Na forma de realização mostrada na figura 4, o primeiro e segundo suportes de massa 34a, 34b seriam geralmente somente separados por poucos milímetros quando o regulador 20 é atuado.
Depois da atuação, para facilitar o retorno das massas e suportes de massa para sua posição não atuada, (isto é, a posição mostrada na figura 3), um membro de solicitação (não mostrado) pode ser provido. Por exemplo, a mola poderia se estender entre as projeções fixadas nos ou integrais com o primeiro e segundo elementos do conector 56 mostrado nas figuras 3-5. Exemplos de tais projeções (e orifícios nas mesmas) são mostrados na figura 3 em lados opostos das designações "52a" e "52b". As projeções e orifícios são também mostrados na figura 5. Idealmente, o membro de solicitação permitirá que o conector não-elástico seja reunido e auto-alinhado quando a roldana é acionada na direção oposta, por exemplo, para liberar o equipamento de segurança ativado. A força exercida pelo membro de solicitação deve ser muito pequena de modo que ela essencialmente não tenha nenhum efeito sobre a força necessária para atuar o regulador, mas suficientemente grande para facilitar o retorno do regulador para o estado não-atuado mostrado na figura 3 quando a roldana é acionada na direção oposta.
Conjuntos de regulador geralmente executam duas funções.
Em primeiro lugar, o conjunto de regulador reage a uma velocidade de carro de elevador ajustada por meio da sinalização de um sistema de controle (por exemplo, através do sensor 28) para desacelerar ou parar o carro de elevador por meio de eletricamente remover energia da máquina e descida do freio de máquina. Se o carro continuar a se mover a velocidades maiores que a velocidade ajustada, então o conjunto de regulador atua diretamente por exercer uma força sobre um suporte de liberação que exerce uma força sobre os equipamentos de segurança para desacelerar ou parar o carro. Embora não tenha sido especificamente mostrado ou descrito, aqueles comumente especializados na técnica entenderão que um conjunto de regulador pode incluir dois reguladores de acordo com a presente invenção montados na roldana de amarração 18 para controlar o movimento do carro de elevador 12 no poço de elevador. Em uma forma de realização que emprega dois reguladores, um segundo regulador, idêntico ao regulador 20, poderia ser usado. O segundo regulador poderia ser fixado na roldana 18 na face oposta ao regulador 20, por exemplo. Um primeiro regulador 20 poderia ser atuado quando carro de elevador 12 excede uma primeira velocidade, e o segundo regulador poderia ser atuado quando carro de elevador 12 excede uma segunda velocidade. Nesta forma de realização, o primeiro regulador engata o sensor 28 para sinalizar um sistema de controle para desacelerar ou parar o carro de elevador 12 e o segundo regulador exerce uma força sobre um suporte de liberação que, por sua vez, exerce uma força sobre equipamentos de segurança para desacelerar ou parar o carro de elevador 12.
A presente invenção elimina as limitações dos reguladores centrifugamente atuados da técnica anterior. A eliminação do uso de uma mola para conectar os suportes de massa de em rotação elimina os problemas de produção associados com o ajuste da força de mola para atingir uma velocidade de atuação calibrada para o regulador. Tipicamente, este ajuste é requerido para superar tolerâncias comerciais da constante de mola e a sensibilidade da força de mola para o comprimento da mola, que é acionada por meio de tolerâncias associadas com o conjunto de conector e suas partes.
A eliminação da mola elimina a sobreposição em potencial de freqüências naturais do regulador com o sistema de elevador. Exigências de código da indústria podem ditar a relação mínima de diâmetro de roldana-para-diâmetro de cabo (D/d), efetivamente restringindo assim o tamanho do conjunto de regulador em uma dimensão e da velocidade angular da roldana. Além disto, é geralmente indesejável montar o regulador em um membro de rotação separado acionado pela roldana a fim de aumentar a velocidade angular do regulador em relação à roldana. Uma restrição criada por algumas exigências de código e a indesejabilidade de montar o regulador em um membro de rotação separado, acoplado com operação de elevador a baixa velocidade resulta em freqüências naturais de regulador controladas por mola, comuns com os sistemas de elevador. A presente invenção soluciona esta sobreposição de freqüência natural, porque ela emprega um conector não- elástico.
Na forma de realização que usa um acoplador magnético para o detector não-elástico, uma rápida separação dos suportes de massa é possível, uma vez que a força centrífuga é excedida porque o campo magnético decai rapidamente com a distância a partir do ímã. A rápida separação e suportes de massa também minimizam o tempo que o atuador leva, uma vez atuado, para engatar o sensor e parar o carro de elevador. Além disto, a rápida separação do conector de ímã evita o tempo associado com o estiramento das mols convencionais. E comum criar reguladores que variam somente por meio da correlação de operação com particulares velocidades de carro de elevador. O uso de um acoplador magnético facilita o método de projeto por permitir uma simples substituição de qualquer do ímã ou das massas para atingir a força magnética requerida para uma particular velocidade de carro de elevador. Os materiais de ímã permanente usados no acoplador magnético podem ter baixas tolerâncias associadas com sua força em relação às tolerâncias de constante de mola comercial e suas características magnéticas são conhecidas como sendo estáveis sobre mais logos períodos de tempo que as propriedades mecânicas das molas. Os custos comerciais de materiais de ímãs permanentes do tamanho necessário para criar as forças necessárias pela presente invenção são razoáveis em relação aos custos de molas comparáveis. Finalmente, os materiais de ímã permanente consistentes com o uso nas formas de realização da presente invenção são comuns e rotineiramente produzidos com técnicas convencionais.
A discussão acima mencionada é destinada a ser meramente ilustrativa da presente invenção e não deve ser entendida como limitativa das reivindicações anexas a qualquer forma de realização particular ou grupo de formas de realização. Assim, embora a presente invenção tenha sido descrita em detalhe particular com referência a formas de realização específicas de exemplo, deve ser também apreciado que inúmeras modificações e alterações podem ser feitas à mesma sem fugir do escopo mais amplo e pretendido da invenção como exposta nas reivindicações que seguem.
A descrição e desenhos devem ser correspondentemente considerados em uma maneira ilustrativa e não são destinados para limitar o escopo das reivindicações anexas. A luz da exposição precedente da presente invenção, uma pessoa versada na técnica apreciaria que podem existir outras formas de realização e modificações dentro do escopo e espírito da presente invenção. Por conseguinte, todas as modificações que podem ser atingidas por uma pessoa versada na técnica a partir da presente exposição dentro do escopo da presente invenção devem ser incluídas como outras formas de realização da presente invenção. O escopo da presente invenção deve ser definido como exposto nas seguintes reivindicações.

Claims (25)

1. Conjunto para controlar movimento de um carro de elevador, caracterizado pelo fato de que compreende: uma roldana que é configurada para girar em torno de um eixo geométrico de rotação de roldana a uma velocidade relacionada com uma velocidade do carro de elevador; uma primeira massa fixada na roldana em um primeiro ponto pivô de massa radialmente espaçado a partir do eixo geométrico de rotação de roldana; uma segunda massa fixada na roldana em um segundo ponto pivô de massa radialmente espaçado a partir do eixo geométrico de rotação de roldana; e uma conexão não-elástica destacável entre as primeira e segunda massas que é configurada para prevenir movimento pivotante das primeira e segunda massas em velocidades angulares de roldana menores que uma primeira velocidade e permitir movimento pivotante das primeira e segunda massas em velocidades maiores que ou iguais à primeira velocidade.
2. Conjunto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as primeira e segunda massas têm formatos substancialmente idênticos.
3. Conjunto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as primeira e segunda massas têm bordas externas arqueadas.
4. Conjunto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a primeira massa compreende: um primeiro membro de massa; e um primeiro suporte de membro de massa fixado ao primeiro membro de massa.
5. Conjunto de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que a segunda massa compreende: um segundo membro de massa; e um segundo suporte de membro de massa fixado ao segundo membro de massa.
6. Conjunto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a conexão não-elástica destacável compreende: um acoplador magnético tendo um primeiro elemento suportado pela primeira massa e um segundo elemento suportado pela segunda massa.
7. Conjunto de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que o primeiro elemento inclui um ímã permanente e o segundo elemento inclui um material magnético.
8. Conjunto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que ainda compreende: um sensor que é configurado para comunicar sinais de controle de carro de elevador na detecção de movimento pivotante das primeira e segunda massas.
9. Conjunto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os pontos pivô de massa são posicionados ao longo de um diâmetro de roldana comum a distâncias radiais substancialmente iguais a partir do eixo geométrico de rotação de roldana.
10. Conjunto de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que ainda compreende: uma primeira ligação fixada na primeira massa em um primeiro ponto pivô de ligação e na segunda massa em um segundo ponto pivô de ligação; e uma segunda ligação fixada na primeira massa em um terceiro ponto pivô de ligação e na segunda massa em um quarto ponto pivô de ligação.
11. Conjunto de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que os primeiro e terceiro pontos pivô de ligação sobre a primeira massa são substancialmente equidistantes a partir do segundo ponto pivô de massa ao longo de uma primeira linha, em que os segundo e quarto pontos pivô de ligação sobre a segunda massa são substancialmente equidistantes a partir do segundo ponto pivô de massa ao longo de uma segunda linha, e em que as primeira e segunda linhas são substancialmente paralelas uma à outra e substancialmente simétricas em torno do eixo geométrico de rotação de roldana.
12. Conjunto de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que ainda compreende um membro de solicitação conectado entre as primeira e segunda massas, em que uma força exercida pelo membro de solicitação é configurada para substancialmente reconectar a conexão não-elástica destacável depois de a primeira velocidade ter sido atingida ou ultrapassada e para não aumentar a primeira velocidade em e além da qual movimento pivotante das primeira e segunda massas é configurado para ser permitido.
13. Conjunto de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que o membro de solicitação ainda compreende uma ou mais molas.
14. Conjunto para controlar movimento de um carro de elevador, caracterizado pelo fato de que compreende: uma roldana que é configurada para girar em torno de um eixo geométrico de rotação de roldana a uma velocidade relacionada com uma velocidade do carro de elevador; uma primeira massa fixada na roldana em um primeiro ponto pivô de massa, a primeira massa incluindo um braço proximal e um braço distai; uma segunda massa fixada na roldana em um segundo ponto pivô de massa, a segunda massa incluindo um braço proximal e um braço distai; e uma conexão magnética entre o braço proximal da primeira massa e o braço distai da segunda massa que é configurada para prevenir movimento pivotante das primeira e segunda massas em velocidades angulares de roldana menores que uma primeira velocidade e permitir movimento pivotante das primeira e segunda massas em velocidades maiores que ou iguais à primeira velocidade.
15. Conjunto de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que as primeira e segunda massas têm formatos substancialmente idênticos.
16. Conjunto de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que as primeira e segunda massas têm bordas externas arqueadas.
17. Conjunto de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que a primeira massa compreende: um primeiro membro de massa; e um primeiro suporte de membro de massa incluindo o braço proximal e o braço distai, e em que o primeiro membro de massa é fixado no primeiro suporte de membro de massa.
18. Conjunto de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de que a segunda massa compreende: um segundo membro de massa; e um segundo suporte de membro de massa incluindo o braço proximal e o braço distai, e em que o segundo membro de massa é fixado no segundo suporte de membro de massa.
19. Conjunto de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que ainda compreende: um sensor que é configurado para comunicar sinais de controle de carro de elevador na detecção de movimento pivotante das primeira e segunda massas.
20. Conjunto de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que os pontos pivô de massa são posicionados ao longo de um diâmetro de roldana comum a distâncias radiais substancialmente iguais a partir do eixo geométrico de rotação de roldana.
21. Conjunto de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que compreende: uma primeira ligação fixada na primeira massa em um primeiro ponto pivô de ligação e na segunda massa em um segundo ponto pivô de ligação; e uma segunda ligação fixada na primeira massa em um terceiro ponto pivô de ligação e na segunda massa em um quarto ponto pivô de ligação.
22. Conjunto de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato de que os primeiro e terceiro pontos pivô de ligação sobre a primeira massa são substancialmente equidistantes a partir do primeiro ponto pivô de massa ao longo de uma primeira linha, em que os segundo e quarto pontos pivô de ligação sobre a segunda massa são substancialmente equidistantes a partir do segundo ponto pivô de massa ao longo de uma segunda linha, e em que as primeira e segunda linhas são substancialmente paralelas uma à outra e substancialmente simétricas em torno do eixo geométrico de rotação de roldana.
23. Conjunto de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que ainda compreende um membro de solicitação conectado entre o braço proximal da primeira massa e o braço distai da segunda massa, em que uma força exercida pelo membro de solicitação é configurada para substancialmente reconectar a conexão magnética depois de a primeira velocidade ter sido atingida ou ultrapassada e para não aumentar a primeira velocidade em e além da qual movimento pivotante das primeira e segunda massa é configurado para ser permitido.
24. Conjunto de acordo com a reivindicação 23, caracterizado pelo fato de que o membro de solicitação ainda compreende uma ou mais molas.
25. Conjunto para controlar movimento de um carro de elevador, caracterizado pelo fato de que compreende: uma roldana que é configurada para girar em torno de um eixo geométrico de rotação de roldana a uma velocidade relacionada com uma velocidade do carro de elevador; uma primeira massa fixada em uma primeira face da roldana em um primeiro ponto pivô de massa radialmente espaçado a partir do eixo geométrico de rotação de roldana; uma segunda massa fixada na primeira face da roldana em um segundo ponto pivô de massa radialmente espaçado a partir do eixo geométrico de rotação de roldana, em que os primeiro e segundo pontos pivô de massas são posicionados ao longo de um diâmetro de roldana comum a distâncias radiais substancialmente iguais a partir do eixo geométrico de rotação de roldana; uma primeira conexão não-elástica destacável entre as primeira e segunda massas que é configurada para prevenir movimento pivotante das primeira e segunda massas em velocidades angulares de roldana menores que uma primeira velocidade e permitir movimento pivotante das primeira e segunda massas em velocidades maiores que ou iguais à primeira velocidade; uma terceira massa fixada na segunda face da roldana em um terceiro segundo ponto pivô de massa radialmente espaçado a partir do eixo geométrico de rotação de roldana; uma quarta massa fixada na segunda face da roldana em um quarto ponto pivô de massa radialmente espaçado a partir do eixo geométrico de rotação de roldana, em que o terceiro e quarto pontos pivô de massa são posicionados ao longo de um diâmetro de roldana comum a distâncias radiais substancialmente iguais a partir do eixo geométrico de rotação de roldana; e uma segunda conexão não-elástica destacável entre as terceira e quarta massas que é configurada para prevenir movimento pivotante das terceira e quarta massas em velocidades angulares de roldana menores que uma segunda velocidade e permitir movimento pivotante das terceira e quarta massas em velocidades maiores que a segunda velocidade.
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