BRPI0700247B1 - método para impregnação de cavacos em um sistema de digestão contínuo - Google Patents
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Abstract
método para impregnação de cavacos em um sistema de digestão contínuo. a presente invenção se refere a um método para impregnação de cavacos em um sistema de digestão contínuo, compreendendo pelo menos um vaso de impregnação (101) e um digestor (102). o sistema de digestão compreende também um trocador de calor (107), o qual é disposto entre uma primeira linha de retorno (106a/1065), com retirada de fluido de um separador de topo (105a/105b) e uma linha de licor negro (108), com retirada de licor negro do digestor (102). o trocador de calor (107) permite a transferência de calor entre as duas linhas. a invenção é caracterizada pelo fato de que a parte principal dos teores de fluido do vaso de impregnação (101) é constituída de umidade dos cavacos, condensado de vapor, licor branco adicionado e fluido retirado do separador de topo na primeira linha de retorno (106a/106b), pelo que o fluido de impregnação no vaso de impregnação, não contém qualquer substancial quantidade de licor negro proveniente do digestor. desse modo, é estabelecido um vaso de impregnação que é hidraulicamente isolado, no qual o fluxo de fluido e o estabelecimento de seu teor de álcali ocorre sem qualquer influência do fluxo de fluido no processamento do digestor.
Description
"MÉTODO PARA IMPREGNAÇÃO DE CAVACOS EM UM SISTEMA DE DIGESTÃO CONTÍNUO".
Campo Técnico A presente invenção se refere a um método para impregnação de cavacos em um sistema de digestão contínuo, de acordo com o exposto na introdução da reivindicação 1.
Estado da Técnica O processo de retirada do fluido de cozimento jã consumido ou parcialmente consumido na temperatura de cozimento, este fluido sendo conhecido como "licor negro", de diversas posições no digestor e tendo um certo nível de álcali residual, com o subsequente transporte desse fluido de cozimento consumido, do qual a pressão foi parcialmente ou inteiramente liberada a uma temperatura de aproximadamente 90-120°C para um vaso de impregnação para realização da impregnação, durante o cozimento contínuo de polpa química de celulose em um sistema de dois vasos, é jã conhecido. Este processo é conhecido como "impregnação do licor negro". O principal objetivo desse tipo de impregnação é obter uma satisfatória impregnação do licor negro alcalino, de modo a que os cavacos sejam totalmente neutralizados, proporcionando um pH alcalino. Um adicional objetivo é a possibilidade de conservar um maior grau de calor no fluido de cozimento retirado, a fim de aquecer os cavacos mais frios no vaso de impregnação. A conservação de uma parte do calor proveniente do licor negro quente, em associação com a impregnação do licor negro é também conhecida. Isto tradicionalmente ocorre mediante a remoção da pressão de vapor em ciclones de redução de pressão, em que esse vapor instantâneo é usado, entre outros fins, para o pretratamento dos cavacos ou para outros fins de aquecimento. A conservação da energia térmica do licor negro mediante a permissão ao licor negro de passar através de um trocador de calor, é também conhecida. 0 documento de patente SE 518.957 C2 revela um método de melhoria da economia de calor de um sistema de digestão continuo. Nesse caso, o licor negro quente é retirado do digestor e retornado à base do vaso de impregnação, com o objetivo de aumentar a temperatura dos cavacos na linha de alimentação, até a chegada ao digestor. Uma porção do fluido aquecido é retirada da linha de alimentação no separador de topo e depois é enviada para o vaso de impregnação, a fim de funcionar como um fluido de impregnação. O documento de patente SE 518.738 C2 revela um método e uma disposição para melhoria da impregnação de cavacos em um sistema de digestão continuo. Os cavacos que não foram previamente tratados com vapor são alimentados em um vaso de impregnação, no qual é estabelecido um nivel de fluido (LIQ_LEV), que se dispõe sob o mais alto nivel dos cavacos (CH_LEV).
Uma aperfeiçoada disposição de impregnação dos cavacos é obtida através da adição de fluidos de impregnação (BL1/BL2/BL3) , na forma de fluidos de cozimento, que anteriormente apresentaram temperatura integral de cozimento, com o aumento da temperatura em diferentes posições (PI, P2, P3) e através do estabelecimento de uma zona (Zl) de fluxo em contracorrente, na parte mais alta do vaso de impregnação.
Desse modo, a necessidade de pretratamento com vapor pode ser consideravelmente reduzida, enquanto que, ao mesmo tempo, a quantidade de gases fracos expelida é reduzida ao mínimo. A maior parte dos compostos facilmente voláteis da madeira é aglutinada no fluido de impregnação retirado (REC). O documento de patente U.S. No. 5.679,217 revela um método de impregnação, no qual um fluido de transferência é retirado do separador de topo do digestor. Além disso, o licor negro é retirado do digestor através de um filtro ou coador de retirada (8). 0 fluido retirado do separador de topo e o licor negro são misturados em uma linha (11) e retornados ao vaso de impregnação. Uma porção da mistura na linha (11) é levada para o início do vaso de impregnação, a fim de ali funcionar como um fluido de impregnação. Uma segunda porção da mistura na linha (11) é aquecida e subsequentemente levada para a base do vaso de impregnação, a fim de preaquecer os cavacos e funcionar como um fluido de transferência. O objetivo desse método de impregnação é otimizar a proporção de fluido/madeira durante o processo de cozimento. O documento de patente SE No. 527.058 revela um método no qual os cavacos após a impregnação em um vaso de impregnação, são alimentados juntos com um fluido de circulação em uma linha de alimentação/ para um separador de topo, em um digestor subseqüente. Uma porção do fluido de circulação é retirada no separador de topo e retornada à base do vaso de impregnação, através de uma linha de retorno. O licor negro é retirado do digestor e passa para o vaso de impregnação através de uma linha de licor negro. XJm trocador de calor é disposto entre a linha de retorno e a linha de licor negro. O trocador de calor permite a transferência de calor entre as duas linhas, sem permitir a troca de fluidos. A temperatura do licor negro foi reduzida após a sua passagem, enquanto a temperatura da linha de retorno, ao mesmo tempo, foi aumentada. A impregnação com licor negro é obtida sob uma temperatura mais baixa de acordo com a presente invenção, enquanto que, ao mesmo tempo, os cavacos são aquecidos na base do vaso de impregnação, o que significa . que a necessidade de aquecimento com vapor no topo do digestor é significativamente reduzida. A característica de todas as tecnologias para impregnação acima descritas é que os fluídos de impregnação que são usados para a impregnação, são diretamente adaptados para adequação ao processo de digestão que é utilizado na instalação de digestão, uma vez que os fluidos de impregnação que são usados são total ou parcialmente constituídos do fluido de cozimento retirado de um digestor subseqüente.
Objetivos da Invenção Um primeiro objetivo da invenção é de obter um método para impregnação de cavacos em um sistema de digestão continuo, onde o método de impregnação pode ser simplesmente adaptado para diferentes tecnologias de cozimento, tais como, por exemplo, LO-Sólidos, MCC e EMCC, onde a impregnação pode ser realizada independentemente do processo de digestão utilizado.
Um segundo objetivo é obter um método de impregnação, no qual o fluido de impregnação não é constituído por um fluido de cozimento que tenha sido retirado de um digestor, mas que seja constituído apenas pelos fluxos do próprio vaso de impregnação, com a adição do licor branco.
Um terceiro objetivo da invenção é de obter uma impregnação que possa ser facilmente implementada em diferentes processos de cozimento, mediante uso de fluxos de fluidos que já estão presentes na instalação de digestão.
Um quarto objetivo é de evitar o uso do licor negro retirado do digestor como fluido de impregnação.
Um quinto objetivo é utilizar a energia térmica proveniente do licor negro, que deve ser enviada ao processo de recuperação, a fim de aquecer o fluido de impregnação.
Os objetivos acima descritos são alcançados, mediante a aplicação de um método de acordo com a parte que caracteriza a reivindicação 1.
Breve Descrição da Invenção Os objetivos descritos acima são alcançados quando não se utiliza nenhum licor negro retirado do digestor como fluido de impregnação no vaso de impregnação. Ao invés disso, é usado como fluido de impregnação o fluido retirado de um separador de topo. 0 fluido retirado do separador de topo é constituído por um fluido que está presente na linha de alimentação, entre a saída do vaso de impregnação e o separador de topo. Antes, o fluido de impregnação (o fluido retirado do separador de topo) é levado para o vaso de impregnação, onde o fluido é aquecido pela passagem através de um trocador de calor, onde o licor negro quente permite a transferência de calor para o fluido de impregnação. 0 licor negro quente é depois enviado para o processo de recuperação, apôs o teor de calor do licor negro quente ter sido usado para aquecer o fluido na linha de retorno do separador de topo.
Através do uso de somente fluxos de fluido do próprio vaso de impregnação, juntamente com a adição do licor branco que é usado para impregnação, se torna bastante fácil a aplicação do método de impregnação em diferentes processos de digestão, tais como, por exemplo, LO-Sólidos, MCC e EMCC.
Descrição dos Desenhos A figura 1 mostra uma primeira e segunda modalidades preferidas, de acordo com a presente invenção. A figura 2 mostra uma terceira modalidade alternativa, de acordo com a invenção, onde uma porção do fluido retirado do separador de topo é levada para a base do vaso de impregnação. A figura 3 mostra uma quarta e quinta modalidades alternativas, de acordo com a invenção, onde o sistema de digestão compreende um segundo vaso de impregnação. A figura 4 mostra uma sexta modalidade alternativa, de acordo com a invenção, onde o sistema de digestão compreende um segundo vaso de impregnação.
Descrição Detalhada da Invenção O conceito de "fluxo de transferência" será usado na descrição seguinte. O termo fluxo de transferência é aqui usado para indicar o fluxo de fluidos que está compreendido pelo vaso de impregnação (101), linha de alimentação (103), separador de topo (105a/105b), primeira linha de retorno (106a/106b) e segunda linha de retorno (116) .
Além disso, será usado o conceito de "cavacos nâo-impregnados". Este termo é usado para indicar os cavacos que não foram previamente tratados com vapor ou impregnados, de tal modo que o fluido de impregnação tenha penetrado no lúmen da fibra. Por outro lado, os cavacos podem ter sido pulverizados com produtos químicos, os quais permanecem na superfície dos cavacos. A figura 1 mostra uma primeira modalidade preferida de um método, de acordo com a invenção, para impregnação de cavacos em um sistema de digestão continuo. O sistema de digestão compreende pelo menos um vaso de impregnação (101), ao qual os cavacos não-impregnados são alimentados. Os cavacos são previamente aquecidos no vaso de impregnação (101) e, assim, formados em um tipo de lama, usando o fluido de impregnação durante um tempo de retenção de pelo menos 10 minutos no dito fluido de impregnação. A pressão no topo do vaso de impregnação se dispõe entre a pressão atmosférica e um excesso de pressão de 0,5 bar. A temperatura de impregnação no vaso de impregnação se dispõe num intervalo entre 100-140°C. Quando a impregnação se completa, os cavacos impregnados são descarregados do vaso de impregnação, através de uma saida disposta na base do vaso de impregnação.
Os cavacos impregnados provenientes do vaso de impregnação (101) são posteriormente alimentados a uma linha de alimentação (103) para chegar a um separador de topo (105a), disposto no topo de um vaso subseqüente (102) . A quantidade de fluido que acompanha cada tonelada de madeira se dispõe no intervalo de 7-25 mJ e este fluido acompanha a mistura de cavacos na linha de alimentação (103) até o separador de topo (105a). A mistura de cavacos na linha de alimentação (103) deve ser colocada sob pressão em uma disposição de elevação de pressão (não mostrada nos desenhos) , a fim de que a mesma alcance o topo do separador de topo (105a/105b). Essa disposição pode consistir, por exemplo, de uma a diversas bombas, torneiras de alta pressão ou meios equivalentes.
Os cavacos são cozidos no digestor a uma predeterminada temperatura de cozimento, que se dispõe no intervalo de 130-180°C, preferivelmente, dentro do intervalo de 140-160°C. Os cavacos cozidos (a polpa) são descarregados do digestor, após o cozimento ter se completado, através de uma saída na base do digestor.
Uma porção do fluido é retirada do separador de topo (105a) na linha de alimentação (103) e levada para o vaso de impregnação (101) em uma primeira linha de retorno (106a), a fim de funcionar como fluido de impregnação no vaso de impregnação (101) . A quantidade de fluido que é levada do separador de topo (105a) numa primeira linha de retorno (106a) após desidratação é de 5-23 ird/ton de madeira. Menos de 3,5 m3 de fluido por tonelada de madeira acompanha os cavacos dentro do digestor, após a mistura de cavacos ter sido desidratada no separador de topo (105a).
Mais de 75% da quantidade total de fluido que é adicionada ao vaso de impregnação é constituída de fluido retirado na primeira linha de retorno (106a).
Uma retirada de licor negro quente para uma linha de licor negro (108) é feita a partir de um filtro ou coador de retirada (104), no digestor (102). 0 licor negro que é retirado para a linha de licor negro (108) mantém substancialmente a temperatura de cozimento e substancialmente a pressão total de cozimento e apresenta um teor de ãlcali que se dispõe abaixo de 10 g/L. O licor negro na linha de licor nego (108) é posteríormente levado para o processo de recuperação (REC).
Um primeiro trocador de calor (107) é disposto entre a primeira linha de retorno (106a) e a linha de licor negro (108). O primeiro trocador de calor (107) permite a transferência de calor entre as duas linhas, de modo que o fluido na primeira linha de retorno (106a) é aquecido. Nenhuma troca de fluidos ocorre entre os fluidos nas duas linhas, no primeiro trocador de calor (107) .
Mais de 50% da quantidade total de licor branco que é adicionada ao processo de digestão é adicionada ao fluxo de transferência. A quantidade de licor branco que é adicionada ao fluxo de transferência totaliza pelo menos lm3 por tonelada de madeira. É preferível que essa adição de licor branco seja feita na primeira linha de retorno (106a/106b) ou que pelo menos 30% da adição total de licor branco seja adicionada na primeira linha de retorno.
Outros fluidos podem ser adicionados ao fluxo de transferência, além da adição do licor branco. Tais fluidos podem incluir, por exemplo, o licor negro ou licor de lavagem, estes sendo limitados em certo grau, funcionando apenas como fluidos adicionais, a fim de estabelecer uma proporção suficientemente alta de fluido/madeira no fluxo de transferência. Esses fluidos, conhecidos como "fluidos de maquiagem" ou "fluidos adicionais", não são pretendidos de funcionar como fluidos de impregnação. Menos de 0, 5 m7ton de madeira, que se adiciona no fluxo de transferência, é constituída por outros fluidos diferentes da adição de licor branco. A principal parte dos teores de fluido do vaso de impregnação (101) é constituída de umidade de cavacos, condensado de vapor, licor branco adicionado e fluido retirado do separador de topo na primeira linha de retorno (106a), pelo que o fluido de impregnação no vaso de impregnação, não contém qualquer substancial quantidade de licor negro proveniente do digestor. Desse modo, é estabelecido um vaso de impregnação que é hidraulicamente isolado, no qual o fluxo de fluido e o estabelecimento de seu teor de álcali ocorre sem qualquer influência do fluxo de fluido no processamento do digestor.
Uma porção de fluido pode ser retirada do vaso de impregnação (101) através de ura filtro ou coador (114) e depois enviada para o processo de recuperação (REC) através de uma linha de recuperação (115).
Também, é mostrada na figura 1 uma segunda modalidade preferida, cuja modalidade é uma adição à primeira modalidade. Uma quantidade parcial de fluido na primeira linha de retorno (106) é levada, após sua passagem através de um primeiro trocador de calor (107), para uma segunda linha de retorno (116), na qual o fluido é levado para a base do vaso de impregnação (101) , a fim de, neste local, preaquecer e diluir os cavacos, antes destes serem levados para fora do vaso de impregnação.
Esta segunda modalidade, de outra forma, é idêntica à primeira modalidade. A figura 2 mostra uma terceira modalidade preferida, na qual um segundo trocador de calor (117) é incluído, a fim de aquecer os fluidos que foram retirados do separador de topo (105a) e que são levados para o vaso de impregnação (101). O licor negro retirado, nesse caso, é levado em uma linha de licor negro (108) para um segundo trocador de calor (117) e, em seguida, para o primeiro trocador de calor (107), antes do licor negro ser enviado para o processo de recuperação (REC).
De maneira equivalente a das modalidades anteriormente mostradas, o fluido que foi retirado é levado na primeira linha de retorno (106a) para a seção superior do vaso de impregnação, após passagem pelo primeiro trocador de calor (107a), onde o fluido é aquecido, após transferir calor do licor negro na linha de licor negro (108) .
Uma quantidade parcial do fluido de transferência é levada na primeira linha de retorno (106), após sua passagem através do primeiro trocador de calor (107), para uma segunda linha de retorno (116), na qual o fluido passa pelo segundo trocador de calor (117) e é aquecido pela transferência de calor do licor negro na linha de licor negro (108). Após ser aquecido no segundo trocador de calor (117), a porção parcial do fluido de circulação é levada na segunda linha de retorno (116) para a dianteira da base do vaso de impregnação (101) , a fim de, neste local, preaquecer os cavacos, antes dos mesmos serem descarregados na linha de alimentação (103) . A terceira modalidade, de outra forma, é idêntica à primeira modalidade mostrada acima.
Uma quarta e quinta modalidades preferidas são mostradas na figura 3, onde as modalidades da figura 1 foram adaptadas para incluir um segundo vaso de impregnação (201) , Os cavacos impregnados são descarregados do vaso de impregnação (101) na quarta modalidade e passam em uma linha de alimentação (103) para chegar a um separador de topo (105b) , disposto no topo de um segundo vaso de impregnação pressurizado (201), onde os cavacos são posteriormente impregnados. O nivel de pressão do segundo vaso de impregnação se encontra com um excesso de pressão de pelo menos 5 bar no topo do vaso (201) . Os cavacos são alimentados, após a impregnação no vaso de impregnação ter sido completada, em uma linha de cavacos (203) para chegar a um separador de topo (202), disposto no topo de um digestor subseqüente (102) . O fluido é retirado do separador de topo do digestor (202) e é levado para a base do segundo vaso de impregnação (201), a fim de facilitar a salda dos cavacos da linha de cavacos (203).
Uma porção do fluido é retirada do separador de topo (105b), na linha de alimentação (103) , depois levada para o vaso de impregnação (101) numa primeira linha de retorno (106b) , a fim de funcionar como um fluido de impregnação no vaso de impregnação (101) .
Um primeiro trocador de calor (107) é disposto entre a primeira linha de retorno (106b) e a linha de licor negro (108). 0 primeiro trocador de calor (107) permite a transferência de calor entre as duas linhas, de modo que o fluido na primeira linha de retorno (106b) é aquecido. Nenhuma troca de fluidos ocorre entre os fluidos nas duas linhas, no primeiro trocador de calor (107). A quarta modalidade descrita na figura 3, concorda, de outra forma, com a primeira modalidade anteríormente descrita na figura 1.
Uma quinta modalidade preferida é também mostrada na figura 3, cuja modalidade é uma adição à quarta modalidade. Uma porção de fluido é levada, após sua passagem através do primeiro trocador de calor (107), na primeira linha de retorno (106), para uma segunda linha de retorno (116), na qual o fluido é levado para a base do vaso de impregnação (101), a fim de preaquecer e diluir os cavacos, antes que os mesmos sejam levados para fora do vaso de impregnação.
Uma sexta modalidade preferida da invenção é mostrada na figura A, onde a terceira modalidade preferida da figura 2 foi adaptada para incluir um segundo vaso de impregnação (201). Os cavacos impregnados são levados para fora do vaso de impregnação (101) e passam em uma linha de alimentação (103) para chegar a um separador de topo (105b), disposto no topo de um segundo vaso de impregnação pressurizado (201), onde os cavacos são posteriormente impregnados. O nível de pressão do segundo vaso de impregnação se apresenta com um excesso de pressão de pelo menos 5 bar no topo do vaso (201). Os cavacos são alimentados, após a impregnação no vaso de impregnação ter sido completada, em uma linha de cavacos (203), para chegar a um separador de topo (202), disposto no topo de digestores subsequentes (102). O fluido é retirado do separador de topo do digestor (202) e levado para a base do segundo vaso de impregnação (201)/ a fim de, neste local, facilitar a saida dos cavacos para a linha de cavacos (203) .
Uma porção de fluido é retirada do separador de topo (105b), na linha de alimentação (103) e levada para o vaso de impregnação (101) numa primeira linha de retorno (106b) , a fim de funcionar como fluido de impregnação no vaso de impregnação (101).
Um primeiro trocador de calor (107) é disposto entre a primeira linha de retorno (106b) e a linha de licor negro (108). 0 primeiro trocador de calor (107) permite a transferência de calor entre as duas linhas, de modo que o fluido na primeira linha de retorno (106b) seja aquecido. Nenhuma troca de fluidos ocorre entre os fluidos nas duas linhas, no primeiro trocador de calor (107) . A sexta modalidade descrita na figura 4 concorda, de outra forma, com a terceira modalidade anteriormente descrita na figura 2. O método de impregnação, de acordo com a invenção, obtém as seguintes vantagens, com relação ao estado da técnica: - o procedimento de impregnação pode ser adaptado de forma simples para diferentes tecnologias de cozimento, por exemplo, LO-Sólidos, MCC e EMCC, uma vez que a impregnação pode ser realizada independentemente do processo de digestão utilizado; a principal parte dos teores de fluidos do vaso de impregnação (101) é constituída de umidade dos cavacos, condensado de vapor, licor branco adicionado e fluido retirado do separador de topo na primeira linha de retorno (106a/106b), pelo que o fluido de impregnação no vaso de impregnação, não contém qualquer substancial quantidade de licor negro proveniente do digestor. Desse modo, é estabelecido um vaso de impregnação que é hidraulicamente isolado, no qual o fluxo de fluido e o estabelecimento de seu teor de álcali ocorre sem qualquer influência do fluxo de fluido no processamento do digestor. A invenção não está limitada ao que foi descrito acima e diversas alternativas são possíveis dentro do escopo das reivindicações anexas. É possível, por exemplo, se dispor mais de um trocador de calor na linha de retorno (106a/106b), entre o separador de topo (105a/105b} e o vaso de impregnação (101).
RE IVINDICAÇÕE S
Claims (10)
1. Método para impregnação de cavacos em um sistema de digestão contínuo, em que o sistema de digestão compreende: - pelo menos, um vaso de impregnação (101), para o qual cavacos não-impregnados são alimentados, em que os cavacos são previamente aquecidos e formados em uma lama usando o fluido de impregnação, durante um tempo de retenção de pelo menos 10 minutos, e em que a pressão no topo do vaso de impregnação se dispõe entre a pressão atmosférica e um excesso de pressão de 0,5 bar; um digestor (102), ao qual os cavacos que foram impregnados no vaso de impregnação (101) são alimentados; - uma linha de alimentação (103), na qual os cavacos são alimentados provenientes do vaso de impregnação (101) para um separador de topo (105a/105b) , disposto no topo do subseqüente vaso; - uma linha de licor negro (108), na qual o licor negro quente é retirado do digestor (102) através de um filtro ou coador (104) e, em seguida, enviado para o processo de recuperação (REC); - uma primeira linha de retorno (106a/106b), na qual o fluido que foi retirado do separador de topo (105a/105b) é levado para o vaso de impregnação (101); - um trocador de calor (107), disposto entre a primeira linha de retorno (106a/106b) e a linha de retorno (108) , onde o trocador de calor (107) permite a transferência de calor entre as duas linhas, de tal modo que o fluido na primeira linha de retorno (106a/106b) é aquecido; - um fluxo de transferência que é compreendido pelo vaso de impregnação (101), linha de alimentação (103), separador de topo (105a/105b)e primeira linha de retorno (106a/106b), caracterizado pelo fato de que: menos de 3,5 mJ de fluido por tonelada de madeira acompanha os cavacos dentro do digestor, após a mistura de cavacos ter sido desidratada no separador de topo (105a/105b); - 7-25 nr1 de fluido por tonelada de madeira acompanham a mistura de cavacos dentro da linha de alimentação (103), até chegar ao separador de topo (105a/105b); - 5-23 m3 de fluido por tonelada de madeira são levados em uma primeira linha de retorno (106a/106b), após desidratação, proveniente do separador de topo (105a/105b); - mais de 75% do fluido total que é adicionado ao vaso de impregnação é constituído pelo fluido retirado na primeira linha de retorno (106a/106b); - menos de 0,5 m3 de fluido por tonelada de madeira que são adicionados no fluxo de transferência se constituem de outros fluidos diferentes daqueles de adição do licor branco; a principal parte dos teores de fluido do vaso de impregnação (101) é constituída de umidade de cavacos, condensado de vapor, licor branco adicionado e fluido retirado do separador de topo na primeira linha de retorno (106a/106b) , pelo que o fluido de impregnação no vaso de impregnação, não contém qualquer substancial quantidade de licor negro proveniente do digestor, desse modo estabelecendo um vaso de impregnação que é hidraulicamente isolado, no qual o fluxo de fluido e o estabelecimento de seu teor de álcali ocorre sem qualquer influência do fluxo de fluido no processamento do digestor.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que uma porção do fluido é retirada do vaso de impregnação {101), através de um filtro ou coador (114) e enviada ao processo de recuperação (REC).
3. Método, de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que uma porção do fluido na primeira linha de retorno (106a/106b) é enviada após sua passagem através do trocador de calor (107), para a base do vaso de impregnação (101), numa segunda linha de retorno (116).
4. Método, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que uma porção de fluido na segunda linha de retorno (116) é posteriormente aquecida pela passagem através de um segundo trocador de calor (117), antes do fluido de circulação ser enviado para a base do vaso de impregnação (101).
5. Método, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que o licor negro é levado para o segundo trocador de calor (117), através de uma linha de licor negro (108), e em que o trocador de calor permite a transferência de calor do licor negro na linha de licor negro (108), para o fluido na segunda linha de retorno (116).
6. Método, de acordo com quaisquer das reivindicações 1-5, caracterizado pelo fato de que o separador de topo (105a) é disposto no topo do digestor (102) .
7* Método, de acordo com quaisquer das reivindicações 1-5, caracterizado pelo fato de que o separador de topo (105b) é disposto no topo de um segundo vaso de impregnação (201), onde os cavacos são posteriormente impregnados e onde os cavacos impregnados são subsequentemente alimentados a uma linha de cavacos (203) , para chegar a um separador de topo (202) , disposto no topo de um subsequente digestor (102) .
8. Método, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a retirada do fluido ocorre a partir do separador de topo (105a), no digestor (102) e, em que, este fluido retirado é levado em uma linha de fluido (205) para a base do segundo vaso de impregnação (201).
9. Método, de acordo com as reivindicações 7-8, caracterizado pelo fato de qüe o segundo vaso de impregnação é colocado sob um excesso de pressão de pelo menos 5 bar.
10. Método, de acordo com quaisquer das reivindicações 1-8, caracterizado pelo fato de que mais de 30% da adição total de licor branco é feita na primeira linha de retorno.
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