BRPI0706713B1 - Unit cuvet capable of containing biological fluid to analyze fluid, automatic analyzer for in vitro analysis - Google Patents

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Immunodiagnostic Systems France
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Abstract

cuveta tjnitaria capaz de conter fluido biológico para analisar fluido, analisador automatico para analise in vitro a presente invenção refere-se ao fundo da cuveta (1) que compreende um canal aduror curvado colocado de modo a guiar o movimento de oscilação de uma esfera introduzida na cuveta. além disso, a cuveta compreende meios de anexação, em duas direções perpendiculares, a cuvetas unitérias adjacentes. as cuvetas podem, assim, ser armazenadas como placas (19) em um compartimento de alimentação (27) de um dispositivo analítico (22) . o dispositivo analítico compreende várias estações (29- 37) colocadas em torno do anel rotatório (25) . apenas quando se deseja determinar o tempo de coagulação do sangue contido na cuveta, uma esfera é introduzida na mesma, em uma haste de distribuição de esfera (36) . a cuveta equipada desta maneira é, então, levada para uma estação (37) onde o teste é realizado, o maior avanço da invenção é a polivalência da cuveta e do dispositivo analítico.

Description

CUVETA UNITÁRIA CAPAZ DE CONTER FLUIDO BIOLÓGICO PARA ANALISAR FLUIDO, ANALISADOR AUTOMÁTICO PARA ANÁLISE IN VITRO A presente invenção refere-se a uma cuveta unitária capaz de conter um fluido biológico, a fim de analisar- o fluido, e a um analisador automático compreendendo tais cuvetas para análise in vitro. 0 documento EP 0 325 874 ensina uma cuveta para determinar o tempo de coagulação do sangue. Para esta finalidade, a parte inferior da cuveta compreende um canal adutor curvado com uma concavidade direcionada ascendentemente, em que uma esfera ferromagnética é colocada e acionada em um movimento periódico sob o efeito de um campo magnético externo. Detectando as variações em amplitude e/ou a freqüência do movimento da esfera, é possivel medir o tempo de coagulação. Esta medição é realizada por meio de um densitômetro colocado de tal maneira que o feixe luminoso que produz é aproximadamente tangencial à esfera quando ele está no ponto mais baixo do canal adutor. As cuvetas podem ser usadas individualmente ou em blocos de diversas cuvetas.
Este tipo de cuveta, embora geralmente satisfatório, não obstante tem um número de inconvenientes.
Primeiramente, quando as cuvetas descritas no documento EP 0 325 874 são usadas individualmente, é difícil ou demorado armazená-las de uma maneira ordenada, que conserve o espaço, sem o qual é complicado ^separar as cuvetas gumás das outras por meio de um controlador. Inversamente> ■■ qüando diversas cuvetas são formadas como um único bloco, o armazenamento é mais fácil, mesmo que um volume maior seja exigido. Entretanto, segurar tal bloco pode provar ser inábil em determinadas aplicações e, em todo caso é difícil, se não impossível realizar testes diferentes nas cuvetas de um dado bloco, a menos que um analisador muito específico seja fornecido.
Além disso, estas cuvetas são destinadas unicamente a determinar o tempo de coagulação do sangue e, com esta finalidade, todas elas têm uma esfera. Naturalmente, é possível usar estas cuvetas para executar outras análises ou medidas no fluido biológico que elas contêm, mas isto envolve os seguintes inconvenientes: - o custo de uma cuveta é desnecessariamente aumentado por causa da presença desnecessária de uma esfera, por um lado, e dos meios fornecidos na cuveta para impedir que a esfera escape, pelo outro; - a presença de uma esfera pode provar ser problemática no caso de determinados testes (especialmente testes de imunologia usando partículas magnéticas); e no caso de medições fotométricas, é necessário aumentar o volume de reação de modo a cobrir a esfera com uma altura suficiente para realizar a medição ótica que escapa da esfera. 0 custo do teste é, portanto, aumentado devido às quantidades desnecessárias de reagentes. A presente invenção é direcionada a remediar os inconvenientes acima mencionados.
Para esta finalidade, e de acordo com um primeiro aspecto, a invenção refere-se a uma cuveta unitária capaz de conter um fluido biológico para analisar o fluido, compreendendo, substancialmente em sua parte inferior, meios para definir um canal aclutor curvado, a concavidade do qual é ascendentemente direcionada, o canal adutor tendo seu ponto inferior aproximadamente em seu centro e sendo projetado para guiar o. movimento de oscilação de uma esfera introdúzida na cuveta, caracterizada pelo fato de que inclui :meios de anexação para anexar-se, em uma primeira direção a pelo menos uma outra cuveta unitária e meios de anexação para anexar-se, em uma segunda direção, aproximadamente perpendicular à primeira, pelo menos uma outra cuveta unitária.
Diversas cuvetas de acordo com a invenção podem, portanto, ser montadas juntas de modo a formar bandejas que são muito fáceis de armazenar, em um espaço confinado. Além disso, é muito fácil destacar uma cuveta unitária de tal bandeja, mesmo automaticamente, fazendo desse modo este tipo da cuveta particular fácil de usar em um analisador automático para a análise in vitro.
Além disso, estas cuvetas são cuvetas de multifinalidade. Isto é devido ao fato de elas incluírem um canal adutor para medir o tempo de coagulação do sangue detectando os movimentos de uma esfera. Entretanto, a presença de uma esfera é opcional, e a cuveta pode ser usada para qualquer tipo de teste, sem o impedimento devido à esfera ou à forma particular da parte inferior da cuveta. A presença de um ponto mais baixo na parte inferior da cuveta, formado pelo canal adutor, tem em adição a vantagem de permitir que os líquidos sejam puxados para dentro com um volume inoperante muito pequeno e de facilitar lavar as partículas magnéticas. A invenção, portanto, fornece uma cuveta que é particularmente útil quando ela é usada em um analisador automático para análise in vitro, uma vez que cuvetas de um e do mesmo tipo, armazenada em forma de bandeja em um único compartimento significa que os vários testes podem ser realizados dependendo das exigências (bioquímica, imunoquímica, coagulação).
De acordo com uma modalidade possível, os meios de anexação da cuveta ao longo da primeira direção compreendem pelo rnenos uma aba direcionada descendentemente fornecida em uma das bordas da parte superior da cuveta. Além disso, um entalhe pode ser fornecido na borda da parte superior da cuveta no lado oposto da borda tendo a aba, ■ a aba de uma cuveta sendo destinada a cooperar com o entalhe de uma cuveta adjacente ao longo da primeira direção.
Os meios de anexação da cuveta ao longo da segunda direção compreendem, por exemplo, duas saliências, uma das quais forma um gancho aberto ascendentemente e a outra forma um gancho aberto descendentemente, o gancho ascendente aberto de uma das saliências de uma cuveta sendo capaz de acoplar-se com o gancho aberto descendentemente da saliência de uma cuveta adjacente, as saliências sendo fornecidas na base da cuveta ao longo de duas bordas opostas ortogonais à borda superior da cuveta tendo aba.
De acordo com um segundo aspecto, a invenção refere-se a um analisador automático para análise in vitro, compreendendo: - um compartimento de alimentação em que um arranjo de cuvetas unitárias como descritas previamente é armazenado; - um rotor de eixo geométrico aproximadamente vertical, associado com meios de acionamento rotatórios e tendo um anel dentado horizontal definindo cavidades que são abertas radialmente ao exterior e capaz de receber as cuvetas unitárias, em particular do compartimento da alimentação; - um dispositivo para introduzir fluido biológico a ser analisado pelo menos em uma cuveta; - estações colocadas em torno do anel, para realizar medições e/ou análises no fluido contido em uma cuveta, pelo menos uma das estações tendo meios para carregar/descarregr as cuvetas para realizar uma medição e/ou uma análise na estação, longe do anel; e - um controlador, controlado por software incorporado para gerenciar as seqüências do processo desejado para cada cuveta.
Graças a este analisador automático e às cuvetas usadas, que podem servir para vários tipos de teste usando tecnologias diferentes de medição, é possível realizar estes vários testes e controlá-los de uma maneira melhorada comparada com a técnica anterior. Isto é devido aos processos que envolvem medições longas (imunologia) ou aqueles que exigem observação continua do fenômeno (coagulação) a ser medido poderem ser realizados longe do anel, nas estações correspondentes, e conseqüentemente não constituem gargalos no caso de testes de processo rápido (bioquímica). As cuvetas podem ser armazenadas em forma de bandeja no compartimento de alimentação, enquanto ainda são facilmente destacáveis umas das outras, por demanda. 0 analisador automático de acordo com a invenção é de multifinalidade, mas simples e econômico para fabricar e manter. Além disso, seus custos de operação são substancialmente mais baixos do que aqueles dos controladores da técnica anterior. Isto significa que o número de máquinas por laboratório pode ser reduzido, ajudando, assim, a reduzir a despesa da saúde pública.
Vantajosamente, o dispositivo inclui uma estação para entregar esferas ferromagnéticas, que é colocado perto do anel de modo a ser capaz de introduzir uma esfera em uma cuveta colocada em uma cavidade, e uma estação para determinar o tempo exigido para o estado físico do fluido biológico contido na cuveta a ser modificado fazendo com que a esfera sofra um movimento de oscilação no canal adutor fornecido na cuveta.
Assim, é possível colocar uma das cuvetas, tomada do arranjo de cuvetas unitárias idênticas e de multifinalidade armazenadas no compartimento de alimentação, através do anel dentado, em oposição à estação de entrega de esfera, onde ela recebe uma esfera. A cuveta assim fornecida é direcionada, então, para a estação para determinar o tempo exigido para o estado físico do fluido biológico contido na cuveta ser modificado, por exemplo, a estação para determinar o tempo de coagulação do sangue. Portanto, uma esfera é introduzida na cuveta de acordo com as exigências dos testes a serem realizados, e não sistematicamente, isto sendo vantajoso especialmente em termos de custo. ·.. . . o Uma modalidade possível da invenção será descrita agora/ ; pelo exemplo não limitante, em referência às figuras em anexo, em que: - Figura 1 é uma vista em perspectiva de uma cuveta de acordo com a invenção; - Figura 2 é uma vista secional longitudinal da cuveta; - Figura 3 é uma vista em seção transversal da cuveta; - Figura 4 é uma vista em perspectiva de três cuvetas j untas; - Figura 5 é uma vista em perspectiva de uma pilha de bandejas de cuvetas e do sistema cinemático para destacar as cuvetas umas das outras; - Figura 6 é uma vista em perspectiva esquemática do analisador automático para análise ín vitro, mostrando o anel dentado e as várias estações colocadas em torno deste anel; - Figura 7 é uma vista em perspectiva de uma cuveta acoplada em uma cavidade do anel; e - Figura 8 é uma vista em perspectiva do compartimento de alimentação da cuveta.
Como ilustrado na figura 1, uma cuveta 1 tem uma parte mais inferior 2 em forma aproximadamente de paralelepipedo, tendo faces grandes 3, faces pequenas 4 e um fundo 5. A parte inferior 2 tem um comprimento de aproximadamente 8 mm e uma largura de aproximadamente 4 mm. Isto torna possível obter uma mistura de reação com um volume minimo de 200 μΐ, limitando, desse modo, o consumo de reagentes, enquanto ainda mantém os trajetos óticos suficientes para as medições (coagulação) espectrofotométricas e turbidimétricas. A parte inferior 2 da cuveta 1 é estendida por uma parte superior em forma de funil 6 que alarga-se no lado oposto do fundo 5, sob a forma de um cone truncado ou de uma pirâmide truncada, e formando uma abertura superior 7. Isto torna possível aumentar o volume de elevação ou o volume da reação, para criar uma abertura larga e para tornar mais fácil enxaguar as nanopartícuias para testes de imunologia. Uma cuveta 1 que tem uma altura de .-'aproximadamente 22 mm pode '■ conter até 650 μΐ. A direção transversal Dl é definida como a direção ortogonal às faces grandes 3 e a direção longitudinal D2 como a direção ortogonal às faces pequenas 4. O plano médio longitudinal e o plano médio transversal da cuveta 1 são também definidos como PI e P2 respectivamente (ver figuras 2 e 3) . A cuveta será descrita em uma posição em que o fundo 5 é aproximadamente horizontal e situada abaixo da abertura 7. 0 fundo 5 da cuveta 1 tem um ponto baixo situado na interseção dos planos PI e P2, permitindo, desse modo, que quase o líquido inteiro contido na cuveta 1 seja removido por sucção, deixando um volume muito pequeno permanecendo na cuveta. Na modalidade exemplar, o fundo 5 da cuveta 1 é uma porção de um cilindro cujo eixo geométrico está aproximadamente paralelo a Dl.
Um canal adutor curvado 8, cuja concavidade é ascendentemente direcionada, é fornecido substancialmente na parte inferior da cuveta 1. 0 canal adutor 8 tem a forma de uma porção de um cilindro, com um raio entre 8 e 10 mm, o eixo geométrico do cilindro aqui sendo aproximadamente paralelo a Dl e estando contido no plano P2. 0 canal adutor 8 é portanto alongado na direção longitudinal da parte inferior 2 da cuveta 1 e tem seu ponto mais baixo aproximadamente em seu centro. 0 canal adutor 8 é definido por dois trilhos laterais 9, 10 fornecidos na parte inferior da cuveta 1, perto do fundo 5. Estes dois trilhos 9, 10 tornam possível guiar o movimento de oscilação de uma esfera 11 introduzida na cuveta 1. As dimensões da esfera 11 são adaptadas de modo que descanse nos trilhos 9, 10, mas não no fundo 5 para limitar fricção. A esfera 11 tem, por exemplo, um diâmetro entre 1 e 2,5 mm. A cuveta 1 e os trilhos 9, 10 são feitos como uma peça por moldagem de um plástico transparente compatível com as várias reações para analisar o fluido biológico que a cuveta pode conter. Um material apropriado é polipropileno, mas qualquer outro plástico que tenha propriedades 1 de transparência suficientes para a medição da densidade ótica e que não tenha uma afinidade demasiada grande com proteínas pode ser apropriado.
Em sua parte superior 6, a cuveta 1 tem uma aba flexível direcionada descendentemente 12 projetando-se de uma de suas bordas superiores longitudinais 13. Na borda longitudinal superior oposta 14,a cuveta 1 tem um entalhe 15 com dimensões adaptadas àquelas da aba 12. A aba 12 de uma cuveta 1 é ) destinada a tampar o entalhe 15 de uma cuveta adjacente 1 (na direção Dl) de modo a unir duas cuvetas 1 segundo as indicações de figura 4.
Além disso, a cuveta 1 tem uma base 16 na parte inferior, em que é fornecida, ao longo de duas bordas opostas paralelas à direção Dl, uma primeira saliência 17 formando um gancho ascendentemente aberto e uma segunda saliência 18 formando um gancho descendentemente aberto. O gancho ascendentemente aberto da primeira saliência 17 é projetado para acoplar-se com o gancho descendentemente aberto da segunda saliência 18 de uma cuveta adjacente 1 (ao longo da direção D2), a fim anexar duas cuvetas 1 como mostrado na figura 4.
Graças aos meios de anexação nas duas direções Dl e D2, é possivel anexar as cuvetas 1 a uma outra, manual ou automaticamente, de modo a formar as bandejas ' 19, como ilustrado na figura 5. Além disso, as saliências 17, 18 tornam possivel ter dimensões totais das cuvetas 1 que são as mesmas em suas partes superiores 6 e em suas partes inferiores 2 de tal maneira que, quando montadas juntas, as cuvetas 1 constituem uma bandeja lisa. Isto torna possivel ordenar as cuvetas 1 para armazená-las de uma maneira simples e compacta, enquanto ainda permite que uma cuveta 1 seja destacada facilmente da bandeja 19. A figura 5 mostra bandejas 19 superpostas às cuvetas 1 sob a forma de uma pilha 20. A bandeja inferior pode ser liberada simplesmente deslo.cando-a verticalmente,.; em relação às outras bandejas da pilha. É, então, possivel desacoplar uma fileira 21 pelo deslocamento vertical das cuvetas nesta fileira 21 em relação às outras cuvetas na mesma bandeja. Finalmente, uma cuveta 1 pode ser separada das outras cuvetas na mesma fileira 21 por um deslocamento transversal.
Um analisador automático 22 para análise in vitro ilustrado nas figuras 6 a 8 será descrito agora. O analisador 22 compreende uma primeira parte de armazenamento/amostragem (não mostrada), para armazenar e tirar espécimes de um liquido biológico, e uma segunda parte de medição/análise ilustrada na figura 6. Um dispositivo para amostrar e medir com pipeta os espécimes e os reagentes é usado para depositar estes nas cuvetas 1 colocada na segunda parte do analisador 22, com a finalidade de conduzir vários testes. 0 analisador 22 inclui um rotor 23 montado de modo a girar sobre seu eixo geométrico vertical 24 e acionado por um motor (não mostrado). Preso ao rotor 23, está um anel dentado 25 definindo cavidades 26 que abrem radialmente para fora, em que as cuvetas 1 são destinadas a ser introduzidas. Com esta finalidade, e como ilustrado na figura 7, a largura de uma cavidade 26 do anel dentado 25 é aproximadamente igual à largura da cuveta 1 em sua parte superior com a aba 12. Conseqüentemente, quando a cuveta 1 é acoplada em uma cavidade 26, a aba 12 é aplicada contra à parede da cavidade 26 e imobiliza a cuveta 1 por um efeito de mola de tal maneira que a cuveta não pode se mover enquanto o rotor 23 girar, assim tornando possível fazer medições óticas estáveis. A aba tem, portanto duas funções, a saber, unir duas cuvetas adjacentes 1 e manter uma cuveta 1 no lugar em uma cavidade 26.
Arranjadas em torno do anel 25 estão as estações radialmente orientadas para realizar várias medições, testes ou análises no fluido biológico contido nas cuvetas 1, e -cambém um compartimento de alimentação 27.
Como ilustrado na figura 8, o compartimento de alimentação 27 compreende uma pilha 20 de bandejas 19 de cuvetas unitárias 1 montada graças aos meios de anexação. Uma cuveta 1 pode ser liberada de acordo com o sistema cinemático descrito em referência à figura 5: a placa inferior 19 cai em uma sustentação, é empurrada então para a esquerda (na figura 8) até que uma fileira 21 possa ser deslocada descendente e destacada do descanso da bandeja 19. Em seguida, a fileira 21 é empurrada em direção ao anel 25, depois do qual a primeira cuveta 1 é desacoplada transversalmente da outra por um empurrador, que as traz na linha com um segundo empurrador 28 transversal ao primeiro empurrador, permitindo que a cuveta 1 seja introduzida em uma cavidade 6 do anel 25.
Como um exemplo não limitanie, as estações dispostas em torno do anel 25 podem ser: - uma estação 29 para a medição fotométrica; uma estação 30 para nanoparticulas magnéticas transplantadas por avidin ou transplantadas por streptavidin para reações de imunocaptura; - uma estação 31 para sedimentação magnética e para lavagem; - uma estação 32 para desenvolvimento luminescente e leitura; - uma estação 33 compreendendo quatro subestações de aliquota ou diluição; - uma estação 34 para remover cuvetas; gastas para um recipiente de descarga, a estação 34 aqui sendo colocada de tal maneira que as cuvetas a serem removidas passam via a estação 33 após serem extraídas do anel 25; uma estação 35 para reagentes auxiliares ou para partículas magnéticas; para o desenvolvimento da luminância; ou para a descontaminação e a dessorção de proteínas nos tubos do sistema de amostragem; uma estação 36 para entregar as esferas ferromagnéticas 11; - uma estação 37 para determinar o tempo exigido para o estado físico do fluido biológico contido^ na cuveta 1 a ser modificado, empregando um movimento de oscilação da esfera 11 no canal adutor 8 fornecido na cuveta 1; e um poço para lavagem e/ou descontaminação de amostragem e entrega de agulhas (não mostrado). O anel 25 se move acima de um elemento toroidal 38 que tem uma seção transversal em forma de U ascendentemente aberto (ver figura 8). O volume regulado por temperatura, por exemplo, um regulado a 37°C, é definido assim entre o anel 25 e o elemento toroidal 38, cujo volume as cuvetas 1 podem se mover sob a ação do anel 25. O elemento toroidal 38 tem um número de aberturas fornecidas pelo menos em sua parede externa e dispostas de frente para as estações que exigem a introdução e/ou extração das cuvetas 1. Um atuador linear, tal como um cilindro de atuação, montado no elemento toroidal 33 ou na sustentação para a estação em questão, permite que uma cuveta 1 seja movida entre o anel 25 e a estação em questão. A operação do analisador 22 é como segue.
Um operador indica, em um sistema de controle de computador conectado ao analisador 22, as medições e testes a serem realizados em um espécime fluido biológico tomado. O software embutido é usado para gerenciar os movimentos de um controlador automático com a finalidade de realizar diversas análises seqüencialmente, mas em paralelo. O operador tem carregado de antemão os reagentes, identificando-os, por exemplo, usando um leitor de código de barras. 0 compartimento de alimentação 27 introduz o número exigido de cuvetas vazias 1 nas cavidades 2 6 do anel 25. As cuvetas 1, em que o fluido biológico e os reagentes apropriados possíveis foram introduzidos, são trazidas, por rotação do anel 25, em oposição às estações que correspondem aos testes ou às medições a serem realizados. Dependendo das circunstâncias, a cuveta 1 é descarregada na estação de modo que a análise ocorra (e pode permanecer lá pelo tempo necessário sem parar o movimento do anel 25, que simultaneamente transfere para ou mandém' em posição outras· ■ cuvetas à outras estações de medição/análise), ou a análise é realizada enquanto a cuveta 1 é ainda colocada em uma cavidade 26. Assim, as análises que exigem um tempo relativamente longo podem ser realizadas paralelamente, em uma estação precisa, visto que outras análises instantâneas são realizadas em outras estações. Uma vez que a análise foi terminada, as cuvetas 1, são substituídas se necessário no anel 25, que as traz à estação de remoção 34. 0 anel 25 é, portanto, um dispositivo para não somente mover as cuvetas 1, mas também realizar testes bioquímicos geralmente rápidos. 0 anel 25 tem um suficiente número de cavidades 26 capazes de gerenciar, simultaneamente, todas as transferências da cuveta e incubações de reação para todas as disciplinas de modo a obter as taxas de processamento desejadas do espécime.
Com relação à determinação do tempo exigido para o estado físico do fluido biológico contido na cuveta 1 ser modificado, em particular o tempo de coagulação do sangue, o procedimento é como segue.
Quando tal determinação tem que ser executada, e somente neste caso, o anel 25 primeiramente traz uma cuveta 1 para a estação 36 para entregar esferas ferromagnéticas 11. Uma esfera 11 é introduzida então na cuveta 1, que é movida então para a estação 37 onde a medição é realizada. A estação 37 inclui meios 39 para excitar a esfera 11 com pulsos magnéticos e para detectar amplitudes da oscilação da esfera 11. Assim, a esfera 11 é feita para submeter-se, de uma maneira conhecida, a um movimento periódico ao longo do canal adutor 8 sob o efeito de um campo magnético externo, em uma freqüência próxima da freqüência natural da esfera (em torno de 2,5 a 5 Hz) . 0 sistema comporta-se como um microviscosímetro. Quando a viscosidade do meio não está mudando, a amplitude da esfera 11 é constante. Quando a viscosidade aumenta, devido ao fato de a freqüência de excitação ser próxima à freqüência natural, a amplitude muito rapidamente diminui e permite detecção precisa, medindo; a. amplitude da esfera, o início de reações de coagulação ou- a presença de coágulos muito frouxos. Em particular, este sistema torna possível medir níveis de fibrinogênio muito pequenos, muito precisamente.
Assim, a invenção faz um aperfeiçoamento principal à técnica anterior fornecendo uma cuveta unitária e um analisador que são de multif inalidade, são de projeto e implementação simples e permitem que os custos de operação sejam reduzidos. A invenção não está limitada à modalidade exemplar descrita acima, mas ao contrário envolve todas as modalidades alternativas da mesma. Em particular, deve ser notado que a aba e o entalhe poderíam ser colocados em bordas transversais da cuveta e as saliências em bordas longitudinais da cuveta.
REIVINDICAÇÕES

Claims (11)

1. Cuveta unitária capaz de conter fluido biológico para analisar fluido, compreendendo, substancialmente em seu fundo (5), meios definindo um canal adutor curvado (8), cuja concavidade é direcionada ascendentemente, o canal adutor tendo seu ponto mais baixo aproximadamente em seu centro e sendo projetado para guiar o movimento de oscilação de uma esfera (11) introduzida na cuveta (1), caracterizada pelo fato de que inclui meios de anexação (12, 15) para unir-se, em uma primeira direção (Dl) a pelo menos uma outra cuveta unitária (1) e meios de anexação (17, 18) para unir-se, em uma segunda direção (D2), aproximadamente perpendicular a primeira, a pelo menos uma outra cuveta unitária (1).
2. Cuveta, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que os meios de anexação da cuveta (1) ao longo da primeira direção (Dl) compreendem pelo menos uma aba direcionada descendentemente (12) fornecida em uma (13) das bordas da parte superior da cuveta (1).
3. Cuveta, de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que a cuveta (1) tem um entalhe (15) fornecido na borda (14) da parte superior da cuveta no lado oposto da borda (13) tendo a aba (12), a aba (12) de uma cuveta (1) sendo destinada a cooperar com o entalhe (15) de uma cuveta adjacente ao longo da primeira direção (Dl).
4. Cuveta, de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 e 3," caracterizada pelo fato de que os meios de anexação da cuveta (1) ao longo da segunda direção compreendem duas saliências, uma (17) das quais forma um gancho ascendentemente aberto e a outra (18) forma um gancho descendentemente aberto, o gancho ascendentemente aberto de uma (17) das saliências de uma cuveta (1) sendo capaz de acoplar-se com o gancho descendentemente aberto da saliência (18) de uma cuveta adjacente (1), as saliências (17, 18) sendo fornecidas na base (16) da cuveta (1) ao longo de duas bordas opostas ortogonais à borda superior (13) da cuveta (1) tendo a aba (12).
5. Cuveta, de acordo com uma das reivindicações 1 a 4, caracterizada pelo fato de que a cuveta (1) e os meios que definem um canal adutor (8) são feitos como uma única peça moldando um plástico transparente compatível com as várias reações para analisar o fluido biológico que a cuveta (1) pode conter.
6. Cuveta, de acordo com uma das reivindicações 1 a 5, caracterizada pelo fato de que compreende uma parte inferior (2) de forma aproximadamente de paralelepípedo alongada na direção do canal adutor (8), a parte inferior sendo estendida por uma parte superior em forma de funil (6) que alarga-se no lado oposto do fundo (5).
7. Cuveta, de acordo com uma das reivindicações 1 a 6, caracterizada pelo fato de que o canal adutor (8) toma a forma de uma porção de um cilindro tendo um raio entre 8 e 10 mm, para uma esfera (11) tendo um diâmetro entre 1 e 2,5 mm.
8. Cuveta, de acord.o com uma das reivindicações 1 a 7, caracterizada pelo fato de que os meios que definem um canal adutor (8) compreende dois trilhos laterais (9, 10) fornecidos na parte inferior da cuveta (1).
9. Analisador automático para análise in vitro, caracterizado pelo fato de que compreende: - um compartimento de alimentação (27) em que um arranjo de cuvetas unitárias (1) de acordo com uma das reivindicações precedentes é armazenado; um rotor (23) de eixo geométrico aproximadamente vertical (24), associado aos meios de acionamento rotatórios e tendo um anel dentado horizontal (25) que define cavidades (26) que estão abertas radialmente ao exterior e capazes de receber as cuvetas unitárias (1), em particular do compartimento de alimentação (27); - um dispositivo para introduzir fluido biológico a ser analisado pelo menos em uma cuveta (1); - estações (29-37) colocadas em torno do anel (25), para realizar medidas e/ou análises no fluido contido em uma cuveta (1), pelo menos uma das estações tendo meios para caxrpregar/descarregar as cuvetas (1) para realizar uma medição e/0-u uma análise na estação, longe do anel; e - um controlador, controlado por software incorporado para gerenciar as seqüências do processo desejado para cada cuveta (1) .
10. Analisador, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que a largura de uma cavidade (26) do anel dentado (25) é aproximadamente igual à largura da cuveta (1) em sua parte superior com a aba (12).
11. Analisador, de acordo com a reivindicação 9 ou 10, caracterizado pelo fato de que inclui uma estação (36) para entregar esferas ferromagnéticas (11), que é colocada perto do anel (25) de modo a ser capaz de introduzir uma esfera em uma cuveta (1) colocada em uma cavidade (26), e uma estação (37) para determinar o tempo exigido para o estado físico do fluido biológico contido na cuveta (1) ser modificado fazendo a esfera (11) sofrer um movimento de oscilação no canal adutor (8) fornecido na cuveta (1).
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