BRPI0706950A2 - sistema de tranporte e método para desviar objetos - Google Patents
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Abstract
SISTEMA DE TRANSPORTE E MéTODO PARA DESVIAR OBJETOS Em uma realização, um sistema de transporte inclui um condutor de correia que tem uma pluralidade de rolos do condutor de correia configurado para desviar objetos no condutor de correia e um mecanismo de propulsão que acopla os rolos do condutor de correia, em que o mecanismo de propulsão é configurado para direcionar os rolos do condutor de correia, sendo que o mecanismo de propulsão é ajustável de uma maneira tal que os rolos do condutor de correia possam ser seletivamente direcionados em uma primeira direção angular e em uma segunda direção angular oposta de modo que os objetos possam ser seletivamente desviados para um ou outro lado do condutor de correia a um ângulo de desvio desejado.
Description
SISTEMA DE TRANSPORTE E MÉTODO PARA DESVIAR OBJETOS
FUNDAMENTOS
É freqüentemente necessário desviar objetos de uracondutor de correia, por exemplo, para um outro condutor decorreia, para finalidades de direcionamento ou deposicionamento dos objetos para o processamento de um tipo oude outro.
Recentemente, foram desenvolvidos sistemas detransporte em que o condutor de correia compreende umapluralidade de rolos pequenos e angulares que se estendemalém das superfícies superior e inferior da correia. Com taissistemas, os objetos carregados pelo condutor de correia e,mais particularmente, pelos rolos contidos dentro da correia,podem ser desviados da correia pela rotação dos rolos. Osrolos do condutor de correia podem ser levados a girar aoutilizar vários métodos. Em tal método, os rolos sãodirecionados ao colocar seletivamente uma placa de atritosituada abaixo do condutor de correia e fora do acoplamentocom os rolos. Quando a placa acopla os rolos, os rolos sãolevados a girar em resposta às forças de atrito entre a placade atrito e os rolos. Em um outro método, os rolos de rotaçãolivre situados abaixo do condutor de correia são acopladosseletivamente com e desacoplados dos rolos do condutor decorreia, e a atrito entre os rolos acoplados causa a rotaçãode ambos, os conjuntos de rolos em direções opostas.
Embora os sistemas de transporte descritos acimaforneçam vantagens significativas com relação ao desvio deobjetos de um condutor de correia, ainda existem algumaslimitações em sua utilização. Por exemplo, uma vez que osângulos dos rolos do condutor de correia são fixos, o desviopode ser somente executado para um lado do condutor decorreia e a um ângulo de desvio fixo. Portanto, se fordesejável alterar a direção ou o ângulo de desvio, a linha docondutor deve ser fechada e o condutor de correia deve sersubstituído por um condutor de correia diferente que temrolos arranjados em uma orientação diferente.
Uma desvantagem adicional refere-se ao deslizamentodo rolo. Especificamente, quando uma placa de atrito écolocada em contato com os rolos, os rolos devem acelerar davelocidade angular zero até uma velocidade angular finalproporcional à velocidade em que o condutor de correia estápassando. Devido ao fato que os rolos não podeminstantaneamente acelerar até a velocidade angular final,ocorre o deslizamento do rolo, o que causa o desgaste dosrolos. O mesmo fenômeno pode ocorrer, embora em um graumenor, nas realizações que empregam rolos de rotação livrepara girar os rolos do condutor de correia. Especificamente,embora a rotação dos rolos de rotação livre reduza odeslizamento, o deslizamento ainda pode ocorrer durante operíodo imediatamente depois que ocorre o contato entre osrolos.
Além disso, quando a placa de atrito ou os rolos derotação livre são desacoplados dos rolos do condutor decorreia, os rolos do condutor de correia ficam livres paragirar, o que pode permitir que os objetos presentes nocondutor de correia se desloquem através da correia. Emboratal tração possa ser desejável em algumas situações, pode serindesejável nas situações em que se deseja controlar comprecisão a posição lateral de um objeto no condutor decorreia.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Os sistemas e os métodos descritos podem sercompreendidos com referência aos seguintes desenhos. Oscomponentes nos desenhos não estão necessariamente em escala.
A FIGURA 1 é uma vista superior em perspectiva deuma primeira realização de uma porção de um sistema detransporte.
A FIGURA 2A é uma vista superior em perspectiva deum módulo do rolo de propulsão utilizado no sistema detransporte da FIGURA 1.
A FIGURA 2B é uma vista inferior em perspectiva deum módulo do rolo de propulsão utilizado no sistema detransporte da FIGURA 1.
A FIGURA 3 é uma vista superior em perspectiva deuma porção adicional do sistema de transporte da FIGURA 1.
A FIGURA 4 é uma vista inferior em perspectiva deuma pluralidade de módulos do rolo de propulsão utilizados nosistema de transporte da FIGURA 1.
A FIGURA 5A é uma vista da porção do sistema detransporte mostrada na FIGURA 3, que ilustra a ação de desvioem uma primeira direção.
A FIGURA 5B é uma vista da porção do sistema detransporte mostrada na FIGURA 3, que ilustra a ação de desvioem uma segunda direção.
A FIGURA 6A é uma vista superior de um módulo dorolo de propulsão, que ilustra a rotação do módulo em umaprimeira direção angular.
A FIGURA 6B é uma vista superior de um módulo dorolo de propulsão, que ilustra a rotação do módulo em umasegunda direção angular.
A FIGURA 7 é uma vista de extremidade de uma porçãodo sistema de transporte da FIGURA 1, que ilustra uma funçãode frenagem provida pelos rolos de propulsão ajustáveisangularmente do sistema.
A FIGURA 8A é uma extremidade de uma porção dosistema de transporte da FIGURA 1, que ilustra o acoplamentodos rolos de propulsão ajustáveis angularmente e dos rolos depropulsão do condutor de correia.
A FIGURA 8B é uma extremidade de uma porção dosistema de transporte da FIGURA 1, que ilustra odesacoplamento dos rolos de propulsão ajustáveis angularmentee dos rolos de propulsão do condutor de correia.
A FIGURA 9 é uma vista superior em perspectiva deuma segunda realização de uma porção de um sistema detransporte.
As FIGURAS 10A-10C são vistas superiores do sistemade transporte da FIGURA 9, que ilustram o ajuste angular dosrolos de propulsão do sistema para ajustar o desvio doângulo.
As FIGURAS IlA e IlB são vistas em perspectiva deuma realização de um mecanismo que pode ser utilizado paraajustar a angulação dos rolos de propulsão do sistema de
transporte da FIGURA 9. A FIGURA 12 é uma vista detalhada de uma realização
das junções que suportam as extremidades dos rolos depropulsão no sistema de transporte da FIGURA 9.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Tal como descrito acima, os sistemas de transporteexistentes que incluem rolos do condutor de correia, emboraapresentem vantagens em relação aos sistemas precedentes,ainda têm limitações. Conforme descrito a seguir, no entanto,tais limitações podem ser superadas com um sistema detransporte que empregue um mecanismo de propulsão quecompreende rolos que podem ser ajustáveis angularmente derotação livre que controlam a rotação dos rolos contidosdentro de um condutor de correia. Em algumas realizações, umcondutor de correia compreende uma pluralidade de rolos derotação livre longitudinalmente orientados que são "direcionados" através do contato com os rolos que podem serajustáveis angularmente de rotação livre que são posicionadosabaixo do condutor de correia. Em tais sistemas, os objetospodem ser desviados a vários ângulos para um ou outro lado docondutor de correia através do mero acionamento dos rolos quepodem ser ajustáveis angularmente. Além disso, quando osrolos que podem ser ajustáveis angularmente são alinhados coma direção de curso da correia, os rolos do condutor decorreia podem ser freados de uma maneira tal que não irãogirar, desse modo reduzindo ou eliminando a tração do objeto.Além disso, devido ao fato que os rolos que podem serajustáveis angularmente podem ser gradualmente girados apartir da orientação de frenagem até um ângulo de desviodesejado, os rolos do condutor de correia podem sergradualmente acelerados, desse modo reduzindo ou eliminando odeslizamento.
Com referência às figuras, em que referênciasnuméricas similares indicam partes correspondentes em todasas diversas vistas, a FIGURA 1 ilustra uma realização de umaporção de um sistema de transporte 100 que pode ser ajustadopara desviar objetos em vários ângulos para um ou outro ladodo sistema. Tal como indicado na FIGURA 1, o sistema detransporte 100 compreende um condutor de correia 102 e umcampo 104 dos módulos do rolo de "movimentação" angularajustável 106. Na realização da FIGURA 1, o condutor decorreia 102 compreende uma estrutura do condutor de correia108 que é composta por uma pluralidade de seções modularestransversais do condutor de correia 110.
Dentro de cada condutor de correia, a seção 110 éuma pluralidade de elos alongadas do condutor de correia 112que se estendem na direção de curso da correia 114 e seconectam aos elos adjacentes do condutor de correia de seçõesadjacentes do condutor de correia. Por exemplo, cada elo docondutor de correia 112 compreende um elemento de metal ou deplástico que tem uma abertura 116 provida em cada uma de suasextremidades opostas que recebe uma haste ou um eixo (nãomostrado) que passa através das aberturas dos elos docondutor de correia das seções do condutor de correiaadjacente 110 para conectar as seções do condutor de correia.
Entre os elos do condutor de correia 112, sãointerpostos os rolos do condutor de correia de rotação livreque são orientados longitudinalmente alongados 118. Para asfinalidades desta descrição, o termo "rotação livre"significa que os rolos estão livres para girar em torno dosseus eixos de rotação em uma ou outra direção angular.Portanto, pode-se afirmar que os rolos 118 compreendem rolos"inativos" que giram livremente em uma ou outra direçãoangular quando direcionados por uma força apropriada. Narealização da FIGURA 1, os rolos 118 são posicionados de umamaneira tal que seus eixos de rotação fiquem paralelos àdireção do curso da correia 114. Tal como mostrado na FIGURA1, os rolos 118 podem ser alternadamente providos ao longo dalargura de cada seção do condutor de correia 110 com relaçãoaos elos do condutor de correia 112 de uma maneira tal que umrolo fique posicionado entre cada par de elos adjacentes docondutor de correia. Em tal arranjo, os rolos 118 das váriasseções do condutor de correia 110 podem ser arranjados nascolunas 120 que se estendem na direção de curso da correia114 e nas fileiras 121 que se estendem através da largura docondutor de correia 102. Observa-se que, embora os rolos 118tenham sido descritos e ilustrados como sendo alongados, osrolos não necessitam ser necessariamente alongados na direçãode seus eixos de rotação.
Os rolos do condutor de correia 118 são feitos demetal e/ou de plástico e são providos com um revestimento oucamada externa de atrito elevada de borracha ou de plásticoque impede o resvalamento quando os rolos dos módulos do rolo106 são colocados em contato com os rolos do condutor decorreia. Cada rolo 118 pode se conectar em cada uma de suasextremidades à estrutura do condutor de correia 108 e/ou àshastes ou aos eixos que conectam as várias seções do condutorde correia 110. Tal como indicado na FIGURA 7, as dimensõesdos rolos 118 são calculadas para que se estendam além dassuperfícies superior e inferior da estrutura do condutor decorreia 108 (e dos elos da correia 112) de uma maneira talque ambas possam desviar os objetos colocados no condutor decorreia 102 e possam ser direcionadas para baixo pelosmódulos do rolo de propulsão 106.
Com referência adicional à FIGURA 1, o campo 104dos módulos do rolo de propulsão angular ajustável 106compreende as uma pluralidade de fileiras 122 e de colunas124 dos módulos do rolo de propulsão. Os módulos do rolo depropulsão 106 são posicionados de uma maneira tal que suascolunas 124 se alinham com as colunas 120 dos rolos docondutor de correia 118 e suas fileiras 122, pelo menosintermitentemente durante a operação do sistema detransporte, se alinhando com as fileiras 121 dos rolos docondutor de correia. Na primeira realização mostrada naFIGURA 1, os módulos do rolo de propulsão 106 compreendem (nadimensão de seus eixos de rotação) rodízios relativamentecurtos (vide as FIGURAS 2A e 2B) que são posicionadossuficientemente próximos entre si de uma maneira tal que pelomenos um rolo de propulsão fique alinhado com qualquer rolodo condutor de correia 118 durante a operação. Certamente, narealização da FIGURA 1, os módulos do rolo de propulsão 106são posicionados suficientemente próximos de uma maneira talque pelo menos dois rolos de propulsão fiquem posicionadosadjacentes a qualquer rolo do condutor de correia 118,durante a operação de transporte.
Com referência às FIGURAS 2A e 2B, que ilustramvistas em perspectiva de um único módulo do rolo de propulsão106, cada módulo do rolo de propulsão inclui um rolo depropulsão de rotação livre 125 que fica livre para girar emuma ou outra direção angular em relação ao seu eixo derotação. Conseqüentemente, embora designados como rolos de"propulsão", os próprios rolos de propulsão 125 não sãodirecionados por um dispositivo mecânico, tal como um motorou algo similar. Por exemplo, cada rolo de propulsão 125 éfeito de metal e/ou de plástico e, tal como os rolos docondutor de correia 118, tem um revestimento ou camadaexterna de atrito elevada de borracha ou de plástico.
Tal como mostrado nas FIGURAS 2A e 2B, o rolo depropulsão 125 é suportado dentro de uma estrutura 126 quecompreende elementos de suporte verticais opostos 128. ntreos elementos de suporte 128 e através de uma abertura centralprovida no rolo de propulsão 125 (não mostrado) estende-se umeixo 13 0 em torno do qual o rolo de propulsão pode girar(isto é, o eixo de rotação) . Além dos elementos de suporte128, a estrutura 126 compreende o primeiro e o segundo braçosde controle 131 e 13 2 que, tal como descrito abaixo, podemser utilizados para girar o módulo do rolo de propulsão 106em torno de um eixo vertical central 134 para ajustar oângulo do rolo 125 em relação à direção do curso da correia114 (FIGURA 1) . Tal como indicado nas FIGURAS 2A e 2B, cadabraço de controle 131, 132 compreende uma abertura 133 quepermite a conexão giratória a um elemento apropriado que éutilizado para ajustar a orientação angular do módulo do rolode propulsão 106.
Conforme melhor mostrado na FIGURA 2B, a estrutura126 inclui adicionalmente uma base 135 e um mecanismo derotação 13 7 que suporta a base. Na realização da FIGURA 2B, omecanismo de rotação 137 compreende as porções superior einferior 13 9 e 141 que podem girar em direções opostas uma emrelação à outra e desse modo permitir a rotação do módulo dorolo de propulsão 106. Elementos de redução de atritoapropriados, tais como rolamentos, podem ser providos entreas porções 139 e 141 para facilitar tal rotação.
A FIGURA 3 ilustra uma porção adicional do sistemade transporte 100. Mais particularmente, a FIGURA 3 ilustra ainteração entre os rolos de propulsão 125 e os rolos docondutor de correia 118. Pode ser observado que a estruturado condutor de correia 108 não é mostrada na figura parafinalidades de clareza na descrição de outros componentes do
sistema de transporte 100.
Tal como indicado na FIGURA 3, os rolos depropulsão 125 são posicionados para que entrem em contato comos rolos do condutor de correia 118 de uma maneira tal que omovimento do condutor de correia 120 na direção de curso dacorreia 114 cause a rotação dos rolos de propulsão e dosrolos do condutor de correia devido às forças de atrito entreeles. Na orientação mostrada na FIGURA 3, os rolos depropulsão 125 giram em uma direção a jusante indicada pelaseta 136. Em conseqüência dessa rotação, os rolos do condutorde correia 118 são levados a girar ou são "direcionados" emtorno de seus eixos 138 (isto é, os eixos de rotação) nadireção indicada pela seta 140. Conseqüentemente, na FIGURA3, os rolos do condutor de correia 118 giram no sentido anti-horário (quando o condutor de correia 102 é visto a partir desua extremidade olhando a montante) e devem desviar,portanto, os objetos suportados pelos rolos do condutor decorreia à esquerda na orientação da figura. Conformeadicionalmente mostrado na FIGURA 3, cada rolo do condutor decorreia 118 é direcionado da maneira acima por múltiplos
rolos de propulsão 125.
Tal como descrito acima, os módulos do rolo depropulsão 106, e, portanto, os rolos de propulsão 125, podemser girados em torno de seus eixos verticais centrais 134(FIGURAS 2A e 2B) para ajustar a sua angulação relativa àdireção do curso da correia. Os rolos de propulsão 125 podemser acionados independentemente ou ser acionadossincronizados era grupos. A FIGURA 4 ilustra um mecanismo parapermitir o último esquema de acionamento (condutor de correia102, não mostrado). Tal como indicado na FIGURA 4, umapluralidade de fileiras 142 e de colunas 144 dos módulos dorolo de propulsão 106 é provida, as quais têm a configuraçãogeral descrita com relação à FIGURA 2. Conforme indicadoadicionalmente na FIGURA 4, as fileiras 142 dos módulos dorolo de propulsão 106 são ligadas junto com os elementos deligação 146 que controlam a orientação angular dos rolos 125.
Mais particularmente, os braços de controle 132 dos módulosdo rolo de propulsão 106 são conectados de modo giratório aum elemento de ligação 146, que pode assumir a forma de umahaste ou de um eixo. Por exemplo, essa conexão é feita compinos (não mostrados) que se estendem através das aberturas133 (FIGURAS 2A e 2B) providas nos braços de controle 132 dosmódulos do rolo de propulsão 106 e nas aberturas alinhadas(não mostradas) do elemento de ligação 146. Quando a posiçãode cada módulo do rolo de propulsão 106 é fixada em relação aseu eixo vertical central 134, por exemplo, devido à fixaçãoda porção inferior 141 do mecanismo de rotação 137 (FIGURAS2A e 2B), o deslocamento transversal dos elementos de ligação146 nas direções indicadas pela seta 14 8 faz com que os rolos125 girem em torno dos eixos verticais centrais, ajustandodesse modo a sua orientação angular.
Os elementos de ligação 146 podem ser deslocadospor meio de qualquer dispositivo apropriado. Nas realizaçõesem que múltiplos elementos de ligação 146 devem serdeslocados simultaneamente e, portanto, múltiplas fileirasdos rolos 125 devem ser giradas simultaneamente, os elementosde ligação podem ser conectados a um único elemento deacionamento 150 que fica posicionado adjacente a um ou outrolado do sistema de transporte 100 e é conectado de modogiratório aos braços de controle 131 de uma coluna adjacente144 dos módulos do rolo de propulsão 106. Em tal caso, odeslocamento longitudinal do elemento de acionamento 150 nasdireções indicadas pela seta 151 irá causar a rotação dacoluna adjacente 144 dos módulos do rolo de propulsão 106que, portanto, faz com que os elementos de ligação 14 6 sejamtranslacionados lateralmente, o que, por sua vez, faz com queos módulos do rolo de propulsão restantes girem.
As FIGURAS 5A e 5B ilustram o efeito do ajusteangular dos módulos do rolo de propulsão 106. Pode serobservado que a estrutura do condutor de correia 108 não émostrada nas FIGURAS 5A e 5B para finalidades de clareza nadescrição de outros componentes do sistema de transporte 100.Começando com a FIGURA 5A, os módulos do rolo de propulsão106 foram girados em um sentido anti-horário (quando ocondutor de correia 102 é visto de cima) para causar arotação no sentido anti-horário (quando o condutor de correiaé visto a partir de sua extremidade a montante) dos rolos docondutor de correia 118, tal como indicado pela seta 152. Talrotação dos rolos do condutor de correia 118 causa a ação dedesvio em uma direção à esquerda na orientação da FIGURA 5A,para deslocar um objeto, 0, na direção da seta 154. Na FIGURA5B, no entanto, os módulos do rolo de propulsão 106 foramgirados em um sentido horário (quando o condutor de correia102 é visto de cima) para fazer com que os rolos do condutorde correia 118 girem em um sentido horário (quando o condutorde correia 102 é visto a partir de sua extremidade amontante) indicada pela seta 155 para causar a ação de desvioem uma direção à direita e para deslocar o objeto, 0, nadireção da seta 156.
As FIGURAS 6A e 6B ilustram a variabilidade dedesvio de ângulos possíveis com os módulos do rolo depropulsão 106. Tal como indicado na FIGURA 6A, cada módulo dorolo de propulsão 106 pode ser considerado potencialmente apartir de uma orientação de 0 grau, em que o eixo de rotaçãodo rolo 125 é perpendicular à direção do curso do condutor decorreia, para algum ângulo negativo representado por a. Talcomo indicado na FIGURA 6B, o módulo do rolo de propulsão 106também pode ser considerado a partir da orientação de 0 grauaté algum ângulo positivo representado por β. Em algumasrealizações, α e β podem compreender qualquer ângulo de 0 a90 graus, igualando desse modo a 180 graus de variabilidadeangular. Embora tal ampla faixa de variabilidade angular sejapossível, a velocidade do condutor de correia e as limitaçõesdos materiais utilizados para os rolos de propulsão 125 epara os rolos do condutor de correia 118 podem limitar afaixa de orientações angulares em que o deslizamento do rolo
pode ser evitado. No entanto, faixas angulares de pelo menosaproximadamente -70 graus a 70 graus podem ser atingidas avelocidades do condutor de correia de pelo menos 100pés/minuto utilizando as superfícies de atrito elevadoconhecidas. Pode ser observado que o deslocamento angular dos
rolos de propulsão 125 corresponde diretamente ao ângulo de
desvio resultante. Por exemplo, quando os rolos de propulsão125 são orientados a 3 5 graus no sentido horário daorientação de 0 grau, tal como mostrado na FIGURA 6A, resultaum ângulo de desvio de 35 graus na direção ã direita.
Quando os rolos de propulsão 125 são posicionados
na orientação de 0 grau mostrada na FIGURA 7, em que os eixosde rotação dos rolos de propulsão são perpendiculares aocurso da correia da direção e a direção da rotação angulardos rolos de propulsão está alinhada com a direção de curso
da correia, os rolos do condutor de correia 118 são impedidos
substancialmente de girar e são, portanto "freados".Conseqüentemente, o movimento lateral indesejado dos objetosno condutor de correia pode ser impedido, caso desejado, aocontrolar os módulos do rolo de propulsão 106, para seremcolocados na orientação de 0 grau. Observa-se adicionalmenteque, quando a orientação angular dos rolos de propulsão 125 éajustada a partir da orientação de 0 grau como uma posiçãoinicial, os rolos do condutor de correia 118 podem sergradualmente acelerados em uma direção ou outra, desse mododiminuindo ou impedindo o deslizamento do rolo que podeocorrer quando uma placa de atrito ou rolos angulares seacoplam repentinamente aos rolos do condutor de correia. Aaceleração gradual dos rolos do condutor de correia 125também permite que objetos relativamente instáveis sejamdesviados sem tombar. Por exemplo, se um objeto a serdesviado for relativamente alto e tiver uma baserelativamente pequena, o objeto pode ser gradualmenteacelerado para um lado ou outro do condutor de correia 102 aoaumentar lentamente a angulação dos rolos de propulsão daorientação de 0 grau.
Além de serem ajustáveis angularmente, os módulosdo rolo de propulsão 106 podem, opcionalmente, serverticalmente acionados para acoplar ou desacoplar os rolosde propulsão 125 com os rolos do condutor de correia 118. Talfuncionalidade é descrita nas FIGURAS 8A e 8B. Em particular,a FIGURA 8A ilustra os rolos de propulsão 125 em acoplamentocom os rolos do condutor de correia 118, sendo que a FIGURA8B ilustra os rolos de propulsão desacoplados dos rolos docondutor de correia. Tal acoplamento e tal desacoplamentoseletivos podem ser providos com um mecanismo apropriado (nãomostrado) que eleva os rolos de propulsão 125 em contato comos rolos do condutor de correia 118 e abaixa os rolos depropulsão fora do contato com os rolos do condutor decorreia.
A partir do que foi mencionado acima, pode serapreciado que diversas vantagens podem ser obtidas através dautilização dos sistemas de transporte que compreendem osrolos que podem ser ajustáveis angularmente que direcionam osrolos contidos em um condutor de correia. Por exemplo, osobjetos podem ser desviados para um ou outro lado do sistemade transporte a vários ângulos. Além disso, os rolos docondutor de correia podem ser freados para controlar a traçãodo objeto através do condutor de correia. Além disso, osrolos do condutor de correia podem ser acelerados até algumavelocidade angular desejada virtualmente sem nenhumdeslizamento.
Observa-se que outras vantagens também podem serobtidas com tais sistemas de transporte. Por exemplo, gruposdistintos de rolos de propulsão podem ser operados em zonasdiferentes do sistema de transporte, não somente ao longo dadireção de curso do condutor de correia, mas também ao longoda largura do condutor de correia através da provisão demecanismos de controle distintos (por exemplo, elementos deligação). Nesses casos, as posições dos objetos no condutorde correia podem ser controladas com grande precisão aocontrolar individualmente os rolos de propulsão dasdiferentes zonas. De fato, quando um sistema de detecção e decontrole "inteligente" é provido, como um sistema com base nageração de imagens, objetos individuais podem seridentificados e precisamente movidos ao longo e/ou através dacorreia, para permitir, por exemplo, a ordenação e/oualinhamento desejado dos objetos em correias transportadorasadicionais, nas quais os objetos devem ser colocados.
Com referência à FIGURA 9, é ilustrada uma segundarealização de uma porção de um sistema de transporte 200. Talcomo indicado nessa figura, o sistema de transporte 200 ésimilar em diversas maneiras ao sistema de transporte 100mostrado na FIGURA 1. Portanto, o sistema de transporte 200compreende geralmente um condutor de correia 202 que incluiuma pluralidade de rolos do condutor de correia de rotaçãolivre longitudinalmente orientados 204. O condutor de correia202 trafega em uma direção de curso da correia identificadapela seta 206. Além disso, o sistema 200 compreende umapluralidade de rolos de propulsão de rotação livre ajustáveisangularmente 208. No sistema 200, no entanto, os rolos depropulsão 208 são rolos alongados ou "longitudinais", em vezde rodízios. Na realização mostrada na FIGURA 9, os rolos depropulsão 206 são mais longos do que a largura do condutor decorreia 202.
As FIGURAS 10A-10C ilustram o ajuste angular dosrolos de propulsão 208 em relação ao condutor de correia 202.Em particular, supondo uma direção de curso do condutor decorreia indicado pela seta 206, a FIGURA 10A ilustra umaangulação dos rolos de propulsão 2 08 que resulta no desviodos objetos para a esquerda. A FIGURA 10B ilustra aorientação de "frenagem" dos rolos de propulsão e a FIGURA10C ilustra uma angulação dos rolos de propulsão que resultano desvio dos objetos para a direita.
Tal como com o sistema de transporte 100, os rolosde propulsão 2 08 podem ser ajustados angularmente utilizandouma variedade de mecanismos de ajuste. As FIGURAS IlA e IlBilustram tal mecanismo (condutor de correia não mostrado parafinalidades de clareza). Tal como mostrado nessas figuras, osrolos de propulsão 2 08 podem ser suportados de modo giratóriopor uma estrutura retangular 210 que compreende múltiploselementos de estrutura 212 que são conectados de modogiratório nas junções de rotação 214 localizadas nos cantosda estrutura. Por exemplo, cada junção de rotação 214 éformada pelas folhas dos elementos de estrutura 212 que sãointercalados entre si e são fixados uns aos outros com umpino ou um eixo (não mostrado) . Com tal configuração, aorientação da estrutura 210 pode ser alterada da orientaçãoortogonal mostrada na FIGURA 11A, em que os elementos deestrutura 212 formam ângulos de aproximadamente 90 graus emcada um dos cantos da estrutura, a uma outra orientação emque dois ângulos agudos e dois ângulos obtusos são formadosnos cantos da estrutura, tal como mostrado na FIGURA 11B,colocando desse modo a estrutura em um formato paralelogramo.Na orientação ortogonal da FIGURA 11A, os rolos de propulsão208 são alinhados para que fiquem perpendiculares à direçãoda correia, conforme indicado na FIGURA IOB. Portanto, aorientação ortogonal da FIGURA IlA é a orientação defrenagem. Em outras orientações, no entanto, tal comoindicado na FIGURA IlB, os rolos de propulsão 2 08 sãoorientados de uma maneira tal que fiquem posicionados em umângulo relativo à direção do curso da correia, provendo dessemodo a função de desvio.
Cada rolo de propulsão 2 08 é suportado em ambas asextremidades por uma junção que permite a mudança naorientação bem como a rotação livre. Com referência à vistadetalhada da FIGURA 12, cada rolo de propulsão 2 08 pode, porexemplo, ser suportado por um eixo 215 que tem os conectoresde "olhai" 216 configurados para receber um pino 218 que seestende através de um suporte de estrutura 220 que é montadoa um elemento de estrutura 212.
Ainda com referência às FIGURAS IlA e 11B, aestrutura 210 pode ser manipulada da maneira descrita acimaao utilizar, por exemplo, um acionador 222. Na realizaçãomostrada nas FIGURAS IlA e IlB, o acionador 222 compreende umelemento de pistão que tem um corpo de pistão 224 a partir doqual um braço de pistão 226 pode ser prolongado, por exemplo,sob a influência da pressão hidráulica ou pneumática. O corpode pistão 224 e o braço de pistão 226 são conectados de modogiratório aos elementos de estrutura 212 adjacentes com ossuportes de montagem 228. Com tal arranjo, a retração dobraço de pistão 226 no corpo de pistão 224 resulta no ajusteangular dos rolos de propulsão 2 08 em uma primeira direçãoangular, sendo que a extensão do braço do pistão do corpo dopistão resulta no ajuste angular dos rolos de propulsão emuma segunda direção oposta à direção angular. Tal manipulaçãofica evidente a partir das FIGURAS IlA e IlB. Em particular,a FIGURA IlA ilustra uma primeira extensão da extensão dobraço de pistão 226 a partir do corpo de pistão 224 e umaprimeira orientação dos rolos de propulsão 2 08, sendo que aFIGURA IlB ilustra uma segunda extensão (maior) da extensãodo braço de pistão a partir do corpo de pistão e uma segundaorientação dos rolos de propulsão. Através da extensão eretração apropriadas do braço de pistão 226, a orientação dosrolos de propulsão 208 pode ser controlada com precisão e odesvio de objetos pode ser conseguido para um ou outro ladodo condutor de correia 202 a vários ângulos de desvio, talcomo ilustrado nas FIGURAS 10A-10C.
Embora realizações particulares tenham sidodescritas em detalhes na descrição e nos desenhosantecedentes para finalidades de exemplo, deve sercompreendido pelos elementos versados na técnica quevariações e modificações dos mesmos podem ser feitas sem quese desvie do âmbito da descrição. Em tal variação, os eixos
dos rolos do condutor de correia podem servir como elementos
de tensão do condutor de correia. Em tal caso, a estrutura docondutor de correia e seus elos podem ser omitidos parapermitir uma densidade mais elevada do rolo. Além disso, talarranjo pode reduzir a possibilidade de os artigos serem
puxados para baixo no condutor de correia quando os rolos da
correia estão girando porque as superfícies dos rolosadjacentes se movem em direções opostas e a força descendentede um rolo em rotação pode ser anulada pela força ascendentedo rolo em rotação adjacente.
Claims (30)
1. ISTEMA DE TRANSPORTE, caracterizado pelo fatode compreender:um condutor de correia que tem uma pluralidade derolos do condutor de correia configurados para desviarobjetos no condutor de correia; eum mecanismo de propulsão que acopla os rolos docondutor de correia, sendo que o mecanismo de propulsão éconfigurado para direcionar os rolos do condutor de correia,em que o mecanismo de propulsão é ajustável de uma maneiratal que os rolos do condutor de correia possam serseletivamente direcionados em uma primeira direção angular eem uma segunda direção angular oposta de modo que os objetospossam ser seletivamente desviados para um ou outro lado docondutor de correia a um ângulo de desvio desejado.
2. ISTEMA, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que os rolos do condutor decorreia têm eixos de rotação que são alinhados com umadireção de curso do condutor de correia de uma maneira talque os rolos do condutor de correia possam desviar objetos emuma ou outra direção transversal através do condutor decorreia.
3. ISTEMA, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que os rolos do condutor decorreia são alongados em uma direção de seus eixos derotação.
4. ISTEMA, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o mecanismo de propulsãocompreende uma pluralidade de rolos de propulsão de rotaçãolivre ajustáveis angularmente que acoplam os rolos docondutor de correia, sendo que tal acoplamento faz com que osrolos do condutor de correia girem quando uma direção darotação dos rolos de propulsão não é alinhada com uma direçãode curso da correia.
5. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 4,caracterizado pelo fato de que os rolos de propulsãoajustáveis angularmente podem ser ajustados a partir de uma orientação em que giram em uma direção em linha com a direçãode curso da correia para orientações em que giram nasdireções que formam um ângulo com a direção de curso dacorreia.
6. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 5,caracterizado pelo fato de que quanto maior o ângulo entre adireção da rotação do rolo de propulsão e a direção de cursoda correia, maior o ângulo de desvio em que os objetos sãodesviados pelo condutor de correia.
7. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 5,caracterizado pelo fato de que o ângulo de desvio pode seestender de aproximadamente -90 graus a aproximadamente 90graus em relação à direção do curso da correia.
8. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 5,caracterizado pelo fato de que o ângulo de desvio pode seestender de pelo menos aproximadamente -70 graus a pelo menosaproximadamente 70 graus em relação à direção do curso dacorreia.
9. SISTEMA DE TRANSPORTE, caracterizado pelo fatode compreender: um condutor de correia que tem uma pluralidade derolos de rotação livre do condutor de correia configuradospara desviar objetos através do condutor de correia, sendoque os rolos do condutor de correia têm os eixos de rotaçãoque são alinhados com uma direção de curso da correia de uma maneira tal que os rolos do condutor de correia possamdesviar objetos em uma ou outra direção transversal atravésdo condutor de correia; euma pluralidade de rolos de propulsão de rotaçãolivre ajustáveis angularmente que acoplam os rolos docondutor de correia, sendo que tal acoplamento faz com que osrolos do condutor de correia girem quando .uma direção darotação dos rolos de propulsão não é alinhada com a direçãode curso da correia, em que a orientação angular dos rolos depropulsão pode ser ajustada em relação à direção do curso dacorreia para mudar uma direção de desvio e um ângulo dedesvio do condutor de correia.
10. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 9,caracterizado pelo fato de que os rolos do condutor decorreia são alongados em uma direção de seus eixos derotação.
11. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 9,caracterizado pelo fato de que os rolos de propulsãoajustáveis angularmente podem ser ajustados a partir de umaorientação em que giram em uma direção em linha com a direçãode curso da correia para orientações em que giram nasdireções que formam um ângulo com a direção de curso dacorreia, sendo que o ângulo é equivalente em magnitude aoângulo de desvio.
12. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 11,caracterizado pelo fato de que o ângulo de desvio pode seestender de aproximadamente -90 graus a aproximadamente 90graus em relação à direção do curso da correia.
13. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 11,caracterizado pelo fato de que o ângulo de desvio pode seestender de pelo menos aproximadamente -70 graus a pelo menosaproximadamente 7 0 graus em relação à direção do curso dacorreia.
14. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 9,caracterizado pelo fato de que os rolos de propulsãoajustáveis angularmente podem ser seletivamente acoplados edesacoplados dos rolos do condutor de correia.
15. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 9,caracterizado pelo fato de que os rolos de propulsãoajustáveis angularmente compreendem rodízios relativamentecurtos.
16. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de que pelo menos dois rolos depropulsão ajustáveis angularmente são posicionados adjacentesa um rolo do condutor de correia durante a operação detransporte.
17. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de que os rolos de propulsãoajustáveis angularmente são alinhados em fileirastransversais à direção do curso da correia e as colunas sãoalinhadas com a direção de curso da correia.
18. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de que pelo menos alguns dos rolos depropulsão ajustáveis angularmente são independentementeacionáveis de uma maneira tal que uma orientação angular depelo menos alguns dos rolos de propulsão possa ser controladaindependentemente.
19. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de que pelo menos alguns dos rolos depropulsão ajustáveis angularmente são acionáveis juntos emgrupos de uma maneira tal que uma orientação angular de pelomenos alguns dos rolos de propulsão possa ser controlada emsincronia.
20. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 9,caracterizado pelo fato de que os rolos de propulsãoajustáveis angularmente são alongados em uma direção de seuseixos de rotação.
21. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 20,caracterizado pelo fato de que os rolos de propulsãoajustáveis angularmente são suportados por uma estrutura,sendo que uma orientação da estrutura é ajustável e em que,quando a orientação da estrutura é ajustada, as orientaçõesdos rolos de propulsão são ajustadas em sincronia.
22. SISTEMA DE TRANSPORTE, caracterizado pelo fatode compreender:um condutor de correia que tem uma estrutura e umapluralidade de rolos do condutor de correia de rotação livresuportados pela estrutura, sendo que os rolos do condutor decorreia se estendem acima e abaixo das superfícies superior einferior da estrutura e são configurados para desviar objetosatravés do condutor de correia, em que os rolos do condutorde correia têm os eixos de rotação que são alinhados com umadireção de curso da correia de uma maneira tal que os rolosdo condutor de correia possam desviar objetos em uma ou outradireção transversal através do condutor de correia, sendo queos rolos do condutor de correia são alongados ao longo deseus eixos de rotação; euma pluralidade de rolos de propulsão de rotaçãolivre ajustáveis angularmente que podem ser seletivamenteacoplados e desacoplados dos rolos do condutor de correia apartir de uma posição abaixo do condutor de correia, sendoque. as orientações angulares dos rolos de propulsão sãoajustáveis em relação à direção do curso da correia de umamaneira tal que os rolos de propulsão possam serseletivamente posicionados a partir de uma orientação em que,através do acoplamento com os rolos do condutor de correia,os rolos de propulsão giram na direção de curso da correiapara orientações em que os rolos de propulsão giram nasdireções, com exceção da direção de curso da correia;em que a rotação do rolo de propulsão na direção decurso da correia freia os rolos do condutor de correia demodo que não girem e movimentem o rolo de propulsão nasdireções com exceção da direção de curso da correia quemovimenta os rolos do condutor de correia devido às forças deatrito entre os rolos de propulsão e os rolos do condutor decorreia;em que as orientações angulares dos rolos depropulsão podem ser ajustadas de uma maneira tal que os rolosde propulsão giram nas direções que formam substancialmentequalquer ângulo de pelo menos aproximadamente -70 graus apelo menos aproximadamente 70 graus em relação à direção docurso da correia.
23. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 22,caracterizado pelo fato de que os rolos de propulsãoajustáveis angularmente compreendem rodízios relativamentecurtos que são alinhados em fileiras transversais à direçãodo curso da correia e as colunas são alinhadas com a direçãode curso da correia.
24. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 23,caracterizado pelo fato de que pelo menos dois rolos depropulsão ajustáveis angularmente são posicionados adjacentesa um rolo do condutor de correia durante a operação detransporte.
25. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 23,caracterizado pelo fato de que pelo menos alguns dos rolos depropulsão ajustáveis angularmente são independentementeacionáveis de uma maneira tal que uma orientação angular depelo menos alguns dos rolos de propulsão pode ser controladaindependentemente.
26. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 22,caracterizado pelo fato de que os rolos de propulsãoajustáveis angularmente são alongados em uma direção de seuseixos de rotação e são pelo menos tão longos quanto a largurado condutor de correia.
27. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 26,caracterizado pelo fato de que os rolos de propulsãoajustáveis angularmente são suportados por uma estrutura,sendo que uma orientação da estrutura é ajustável com umacionador e em que, quando a orientação da estrutura éajustada, as orientações dos rolos de propulsão são ajustadasem sincronia.
28. MÉTODO PARA DESVIAR OBJETOS, em que o método écaracterizado pelo fato de compreender:o suporte dos objetos em um condutor de correia queinclui uma pluralidade de rolos de rotação livre do condutorde correia;o acoplamento dos rolos do condutor de correia comrolos de propulsão ajustáveis angularmente de rotação livre;eo ajuste de uma orientação angular dos rolos depropulsão em relação a uma direção de curso da correia paraajustar um ângulo de desvio do condutor de correia.
29. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 28,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente oajuste da orientação angular dos rolos de propulsão de umamaneira tal que uma direção da rotação dos rolos de propulsãofique em linha com a direção de curso do condutor de correiapara frear os rolos do condutor de correia.
30. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 29,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente oajuste da orientação angular dos rolos de propulsão daorientação, em que a direção da rotação do rolo de propulsãofica em linha com a direção de curso do condutor de correia auma orientação em que a direção de rotação do rolo depropulsão forma um ângulo com a direção de curso da correiapara fazer com que os rolos do condutor de correia aceleremda velocidade angular zero a uma velocidade angular final.
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