BRPI0706950B1 - sistema de tranporte e método para desviar objetos - Google Patents

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BRPI0706950B1
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rotation
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L FOURNEY Matthew
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Laitram Llc
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    • B65G47/34Devices for discharging articles or materials from conveyor 
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Abstract

sistema de transporte e método para desviar objetos em uma realização, um sistema de transporte inclui um condutor de correia que tem uma pluralidade de rolos do condutor de correia configurado para desviar objetos no condutor de correia e um mecanismo de propulsão que acopla os rolos do condutor de correia, em que o mecanismo de propulsão é configurado para direcionar os rolos do condutor de correia, sendo que o mecanismo de propulsão é ajustável de uma maneira tal que os rolos do condutor de correia possam ser seletivamente direcionados em uma primeira direção angular e em uma segunda direção angular oposta de modo que os objetos possam ser seletivamente desviados para um ou outro lado do condutor de correia a um ângulo de desvio desejado.

Description

(54) Título: SISTEMA DE TRANPORTE E MÉTODO PARA DESVIAR OBJETOS (73) Titular: LAITRAM L.L.C., Sociedade Norte Americana. Endereço: 220 Laitram Lane Harahan LA 70123, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA(US) (72) Inventor: MATTHEWL. FOURNEY.
Prazo de Validade: 10 (dez) anos contados a partir de 21/11/2018, observadas as condições legais
Expedida em: 21/11/2018
Assinado digitalmente por:
Alexandre Gomes Ciancio
Diretor Substituto de Patentes, Programas de Computador e Topografias de Circuitos Integrados
1/18
SISTEMA DE TRANSPORTE E MÉTODO PARA DESVIAR OBJETOS
FUNDAMENTOS
É frequentemente necessário desviar objetos de um condutor de correia, por exemplo, para um outro condutor de 5 correia, para finalidades de direcionamento ou de posicionamento dos objetos para o processamento de um tipo ou de outro.
Recentemente, foram desenvolvidos sistemas de transporte em que o condutor de correia compreende uma 10 pluralidade de rolos pequenos e angulares que se estendem além das superfícies superior e inferior da correia. Com tais sistemas, os objetos carregados pelo condutor de correia e, mais particularmente, pelos rolos contidos dentro da correia, podem ser desviados da correia pela rotação dos rolos. Os 15 rolos do condutor de correia podem ser levados a girar ao utilizar vários métodos. Em tal método, os rolos são direcionados ao colocar seletivamente uma placa de atrito situada abaixo do condutor de correia e fora do acoplamento com os rolos. Quando a placa acopla os rolos, os rolos são 20 levados a girar em resposta às forças de atrito entre a placa de atrito e os rolos. Em um outro método, os rolos de rotação livre situados abaixo do condutor de correia são acoplados seletivamente com e desacoplados dos rolos do condutor de correia, e a atrito entre os rolos acoplados causa a rotação 25 de ambos os conjuntos de rolos em direções opostas.
Embora os sistemas de transporte descritos acima forneçam vantagens significativas com relação ao desvio de objetos de um condutor de correia, ainda existem algumas limitações em sua utilização. Por exemplo, uma vez que os 30 ângulos dos rolos do condutor de correia são fixos, o desvio pode ser somente executado para um lado do condutor de correia e a um ângulo de desvio fixo. Portanto, se for desejável alterar a direção ou o ângulo de desvio, a linha do
2/18 condutor deve ser fechada e o condutor de correia deve ser substituído por um condutor de correia diferente que tem rolos arranjados em uma orientação diferente.
Uma desvantagem adicional refere-se ao deslizamento do rolo. Especificamente, quando uma placa de atrito é colocada em contato com os rolos, os rolos devem acelerar da velocidade angular zero até uma velocidade angular final proporcional à velocidade em que o condutor de correia está passando. Devido ao fato que os rolos não podem instantaneamente acelerar até a velocidade angular final, ocorre o deslizamento do rolo, o que causa o desgaste dos rolos. 0 mesmo fenômeno pode ocorrer, embora em um grau menor, nas realizações que empregam rolos de rotação livre para girar os rolos do condutor de correia. Especificamente, embora a rotação dos rolos de rotação livre reduza o deslizamento, o deslizamento ainda pode ocorrer durante o período imediatamente depois que ocorre o contato entre os rolos.
Além disso, quando a placa de atrito ou os rolos de 20 rotação livre são desacoplados dos rolos do condutor de correia, os rolos do condutor de correia ficam livres para girar, o que pode permitir que os objetos presentes no condutor de correia se desloquem através da correia. Embora
tal tração possa ser desejável em algumas situações, pode ser
25 indesej ável nas situações em que se deseja controlar com
precisão a posição lateral de um objeto no condutor de
correia.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Os sistemas e os métodos descritos podem ser
30 compreendidos com referência aos seguintes desenhos. Os
componentes nos desenhos não estão necessariamente em escala.
A FIGURA 1 é uma vista superior em perspectiva de uma primeira realização de uma porção de um sistema de
3/18 transporte .
A FIGURA 2A é uma vista superior em perspectiva de um módulo do rolo de propulsão utilizado no sistema de transporte da FIGURA 1.
A FIGURA 2B é uma vista inferior em perspectiva de um módulo do rolo de propulsão utilizado no sistema de transporte da FIGURA 1.
A FIGURA 3 é uma vista superior em perspectiva de uma porção adicional do sistema de transporte da FIGURA 1.
A FIGURA 4 é uma vista inferior em perspectiva de uma pluralidade de módulos do rolo de propulsão utilizados no sistema de transporte da FIGURA 1.
A FIGURA 5A é uma vista da porção do sistema de transporte mostrada na FIGURA 3, que ilustra a ação de desvio 15 em uma primeira direção.
A FIGURA 5B é uma vista da porção do sistema de transporte mostrada na FIGURA 3, que ilustra a ação de desvio em uma segunda direção.
A FIGURA 6A é uma vista superior de um módulo do
0 rolo de propulsão, que ilustra a rotação do módulo em uma primeira direção angular.
A FIGURA 6B é uma vista superior de um módulo do rolo de propulsão, que ilustra a rotação do módulo em uma segunda direção angular.
A FIGURA 7 é uma vista de extremidade de uma porção do sistema de transporte da FIGURA 1, que ilustra uma função de frenagem provida pelos rolos de propulsão ajustáveis angularmente do sistema.
A FIGURA 8A é uma extremidade de uma porção do sistema de transporte da FIGURA 1, que ilustra o acoplamento dos rolos de propulsão ajustáveis angularmente e dos rolos de propulsão do condutor de correia.
A FIGURA 8B é uma extremidade de uma porção do
4/18 sistema de transporte da FIGURA 1, que ilustra o desacoplamento dos rolos de propulsão ajustáveis angularmente e dos rolos de propulsão do condutor de correia.
A FIGURA 9 é uma vista superior em perspectiva de uma segunda realização de uma porção de um sistema de transporte.
As FIGURAS 10A-10C são vistas superiores do sistema de transporte da FIGURA 9, que ilustram o ajuste angular dos rolos de propulsão do sistema para ajustar o desvio do 10 ângulo.
As FIGURAS 11A e 11B são vistas em perspectiva de uma realização de um mecanismo que pode ser utilizado para ajustar a angulação dos rolos de propulsão do sistema de transporte da FIGURA 9.
A FIGURA 12 é uma vista detalhada de uma realização das junções que suportam as extremidades dos rolos de propulsão no sistema de transporte da FIGURA 9.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Tal como descrito acima, os sistemas de transporte existentes que incluem rolos do condutor de correia, embora apresentem vantagens em relação aos sistemas precedentes, ainda têm limitações. Conforme descrito a seguir, no entanto, tais limitações podem ser superadas com um sistema de transporte que empregue um mecanismo de propulsão que compreende rolos que podem ser ajustáveis angularmente de rotação livre que controlam a rotação dos rolos contidos dentro de um condutor de correia. Em algumas realizações, um condutor de correia compreende uma pluralidade de rolos de rotação livre longitudinalmente orientados que são direcionados através do contato com os rolos que podem ser ajustáveis angularmente de rotação livre que são posicionados abaixo do condutor de correia. Em tais sistemas, os objetos podem ser desviados a vários ângulos para um ou outro lado do
5/18 condutor de correia através do mero acionamento dos rolos que podem ser ajustáveis angularmente. Além disso, quando os rolos que podem ser ajustáveis angularmente são alinhados com a direção de curso da correia, os rolos do condutor de correia podem ser freados de uma maneira tal que não irão girar, desse modo reduzindo ou eliminando a tração do objeto. Além disso, devido ao fato que os rolos que podem ser ajustáveis angularmente podem ser gradualmente girados a partir da orientação de frenagem até um ângulo de desvio desejado, os rolos do condutor de correia podem ser gradualmente acelerados, desse modo reduzindo ou eliminando o deslizamento.
Com referência às figuras, em que referências numéricas similares indicam partes correspondentes em todas as diversas vistas, a FIGURA 1 ilustra uma realização de uma porção de um sistema de transporte 100 que pode ser ajustado para desviar objetos em vários ângulos para um ou outro lado do sistema. Tal como indicado na FIGURA 1, o sistema de transporte 100 compreende um condutor de correia 102 e um campo 104 dos módulos do rolo de movimentação angular ajustável 106.
Na realização da FIGURA 1, o condutor de correia 102 compreende uma estrutura do condutor de correia
108 que é composta por uma pluralidade de seções modulares transversais do condutor de correia 110.
Dentro de cada condutor de correia, a seção 110 é uma pluralidade de elos alongadas do condutor de correia 112 que se estendem na direção de curso da correia 114 e se conectam aos elos adjacentes do condutor de correia de seções adjacentes do condutor de correia. Por exemplo, cada elo do condutor de correia 112 compreende um elemento de metal ou de plástico que tem uma abertura 116 provida em cada uma de suas extremidades opostas que recebe uma haste ou um eixo (não mostrado) que passa através das aberturas dos elos do
6/18 condutor de correia das seções do condutor de correia adjacente 110 para conectar as seções do condutor de correia.
Entre os elos do condutor de correia 112, são interpostos os rolos do condutor de correia de rotação livre 5 que são orientados longitudinalmente alongados 118. Para as finalidades desta descrição, o termo rotação livre significa que os rolos estão livres para girar em torno dos seus eixos de rotação em uma ou outra direção angular. Portanto, pode-se afirmar que os rolos 118 compreendem rolos 10 inativos que giram livremente em uma ou outra direção angular quando direcionados por uma força apropriada. Na realização da FIGURA 1, os rolos 118 são posicionados de uma maneira tal que seus eixos de rotação fiquem paralelos à direção do curso da correia 114. Tal como mostrado na FIGURA 15 1, os rolos 118 podem ser alternadamente providos ao longo da largura de cada seção do condutor de correia 110 com relação aos elos do condutor de correia 112 de uma maneira tal que um rolo fique posicionado entre cada par de elos adjacentes do condutor de correia. Em tal arranjo, os rolos 118 das várias 20 seções do condutor de correia 110 podem ser arranjados nas colunas 120 que se estendem na direção de curso da correia 114 e nas fileiras 121 que se estendem através da largura do condutor de correia 102. Observa-se que, embora os rolos 118 tenham sido descritos e ilustrados como sendo alongados, os 25 rolos não necessitam ser necessariamente alongados na direção de seus eixos de rotação.
Os rolos do condutor de correia 118 são feitos de metal e/ou de plástico e são providos com um revestimento ou camada externa de atrito elevada de borracha ou de plástico 30 que impede o resvalamento quando os rolos dos módulos do rolo 106 são colocados em contato com os rolos do condutor de correia. Cada rolo 118 pode se conectar em cada uma de suas extremidades à estrutura do condutor de correia 108 e/ou às
7/18 hastes ou aos eixos que conectam as várias seções do condutor de correia 110. Tal como indicado na FIGURA 7, as dimensões dos rolos 118 são calculadas para que se estendam além das superfícies superior e inferior da estrutura do condutor de 5 correia 108 (e dos elos da correia 112) de uma maneira tal que ambas possam desviar os objetos colocados no condutor de correia 102 e possam ser direcionadas para baixo pelos módulos do rolo de propulsão 106.
Com referência adicional à FIGURA 1, o campo 104 dos módulos do rolo de propulsão angular ajustável 106 compreende as uma pluralidade de fileiras 122 e de colunas 124 dos módulos do rolo de propulsão. Os módulos do rolo de propulsão 106 são posicionados de uma maneira tal que suas colunas 124 se alinham com as colunas 12 0 dos rolos do condutor de correia 118 e suas fileiras 122, pelo menos intermitentemente durante a operação do sistema de transporte, se alinhando com as fileiras 121 dos rolos do condutor de correia. Na primeira realização mostrada na FIGURA 1, os módulos do rolo de propulsão 106 compreendem (na dimensão de seus eixos de rotação) rodízios relativamente curtos (vide as FIGURAS 2A e 2B) que são posicionados suficientemente próximos entre si de uma maneira tal que pelo menos um rolo de propulsão fique alinhado com qualquer rolo do condutor de correia 118 durante a operação. Certamente, na realização da FIGURA 1, os módulos do rolo de propulsão 106 são posicionados suficientemente próximos de uma maneira tal que pelo menos dois rolos de propulsão fiquem posicionados adjacentes a qualquer rolo do condutor de correia 118, durante a operação de transporte.
0 Com referência às FIGURAS 2A e 2B, que ilustram vistas em perspectiva de um único módulo do rolo de propulsão 106, cada módulo do rolo de propulsão inclui um rolo de propulsão de rotação livre 125 que fica livre para girar em
8/18 uma ou outra direção angular em relação ao seu eixo de rotação. Conseqüentemente, embora designados como rolos de propulsão, os próprios rolos de propulsão 125 não são direcionados por um dispositivo mecânico, tal como um motor 5 ou algo similar. Por exemplo, cada rolo de propulsão 125 é feito de metal e/ou de plástico e, tal como os rolos do condutor de correia 118, tem um revestimento ou camada externa de atrito elevada de borracha ou de plástico.
Tal como mostrado nas FIGURAS 2A e 2B, o rolo de 10 propulsão 125 é suportado dentro de uma estrutura 126 que compreende elementos de suporte verticais opostos 128. ntre os elementos de suporte 128 e através de uma abertura central provida no rolo de propulsão 125 (não mostrado) estende-se um eixo 13 0 em torno do qual o rolo de propulsão pode girar 15 (isto é, o eixo de rotação) . Além dos elementos de suporte 128, a estrutura 126 compreende o primeiro e o segundo braços de controle 131 e 132 que, tal como descrito abaixo, podem ser utilizados para girar o módulo do rolo de propulsão 106 em torno de um eixo vertical central 134 para ajustar o 20 ângulo do rolo 125 em relação à direção do curso da correia 114 (FIGURA 1) . Tal como indicado nas FIGURAS 2A e 2B, cada braço de controle 131, 132 compreende uma abertura 133 que permite a conexão giratória a um elemento apropriado que é utilizado para ajustar a orientação angular do módulo do rolo 25 de propulsão 106.
Conforme melhor mostrado na FIGURA 2B, a estrutura 126 inclui adicionalmente uma base 135 e um mecanismo de rotação 137 que suporta a base. Na realização da FIGURA 2B, o mecanismo de rotação 137 compreende as porções superior e 30 inferior 139 e 141 que podem girar em direções opostas uma em relação à outra e desse modo permitir a rotação do módulo do rolo de propulsão 106. Elementos de redução de atrito apropriados, tais como rolamentos, podem ser providos entre
9/18 as porções 139 e 141 para facilitar tal rotação.
A FIGURA 3 ilustra uma porção adicional do sistema de transporte 100. Mais particularmente, a FIGURA 3 ilustra a interação entre os rolos de propulsão 125 e os rolos do 5 condutor de correia 118. Pode ser observado que a estrutura do condutor de correia 108 não é mostrada na figura para finalidades de clareza na descrição de outros componentes do sistema de transporte 100.
Tal como indicado na FIGURA 3, os rolos de 10 propulsão 125 são posicionados para que entrem em contato com os rolos do condutor de correia 118 de uma maneira tal que o movimento do condutor de correia 120 na direção de curso da correia 114 cause a rotação dos rolos de propulsão e dos rolos do condutor de correia devido às forças de atrito entre 15 eles. Na orientação mostrada na FIGURA 3, os rolos de propulsão 125 giram em uma direção a jusante indicada pela seta 136. Em conseqüência dessa rotação, os rolos do condutor de correia 118 são levados a girar ou são direcionados em torno de seus eixos 13 8 (isto é, os eixos de rotação) na 20 direção indicada pela seta 140. Conseqüentemente, na FIGURA 3, os rolos do condutor de correia 118 giram no sentido antihorário (quando o condutor de correia 102 é visto a partir de sua extremidade olhando a montante) e devem desviar, portanto, os objetos suportados pelos rolos do condutor de 25 correia à esquerda na orientação da figura. Conforme adicionalmente mostrado na FIGURA 3, cada rolo do condutor de correia 118 é direcionado da maneira acima por múltiplos rolos de propulsão 125.
Tal como descrito acima, os módulos do rolo de 30 propulsão 106, e, portanto, os rolos de propulsão 125, podem ser girados em torno de seus eixos verticais centrais 134 (FIGURAS 2A e 2B) para ajustar a sua angulação relativa à direção do curso da correia. Os rolos de propulsão 125 podem
10/18 ser acionados independentemente ou ser acionados sincronizados em grupos. A FIGURA 4 ilustra um mecanismo para permitir o último esquema de acionamento (condutor de correia 102, não mostrado) . Tal como indicado na FIGURA 4, uma 5 pluralidade de fileiras 142 e de colunas 144 dos módulos do rolo de propulsão 106 é provida, as quais têm a configuração geral descrita com relação à FIGURA 2. Conforme indicado adicionalmente na FIGURA 4, as fileiras 142 dos módulos do rolo de propulsão 106 são ligadas junto com os elementos de 10 ligação 146 que controlam a orientação angular dos rolos 125.
Mais particularmente, os braços de controle 132 dos módulos do rolo de propulsão 106 são conectados de modo giratório a um elemento de ligação 14 6, que pode assumir a forma de uma haste ou de um eixo. Por exemplo, essa conexão é feita com 15 pinos (não mostrados) que se estendem através das aberturas
133 (FIGURAS 2A e 2B) providas nos braços de controle 132 dos módulos do rolo de propulsão 106 e nas aberturas alinhadas (não mostradas) do elemento de ligação 146. Quando a posição de cada módulo do rolo de propulsão 106 é fixada em relação a 20 seu eixo vertical central 134, por exemplo, devido à fixação da porção inferior 141 do mecanismo de rotação 137 (FIGURAS 2A e 2B), o deslocamento transversal dos elementos de ligação 146 nas direções indicadas pela seta 148 faz com que os rolos 125 girem em torno dos eixos verticais centrais, ajustando 25 desse modo a sua orientação angular.
Os elementos de ligação 146 podem ser deslocados por meio de qualquer dispositivo apropriado. Nas realizações em que múltiplos elementos de ligação 14 6 devem ser deslocados simultaneamente e, portanto, múltiplas fileiras 30 dos rolos 125 devem ser giradas simultaneamente, os elementos de ligação podem ser conectados a um único elemento de acionamento 150 que fica posicionado adjacente a um ou outro lado do sistema de transporte 100 e é conectado de modo
11/18 giratório aos braços de controle 131 de uma coluna adjacente 144 dos módulos do rolo de propulsão 106. Em tal caso, o deslocamento longitudinal do elemento de acionamento 150 nas direções indicadas pela seta 151 irá causar a rotação da coluna adjacente 144 dos módulos do rolo de propulsão 106 que, portanto, faz com que os elementos de ligação 146 sejam translacionados lateralmente, o que, por sua vez, faz com que os módulos do rolo de propulsão restantes girem.
As FIGURAS 5A e 5B ilustram o efeito do ajuste angular dos módulos do rolo de propulsão 106. Pode ser observado que a estrutura do condutor de correia 108 não é mostrada nas FIGURAS 5A e 5B para finalidades de clareza na descrição de outros componentes do sistema de transporte 100. Começando com a FIGURA 5A, os módulos do rolo de propulsão 106 foram girados em um sentido anti-horário (quando o condutor de correia 102 é visto de cima) para causar a rotação no sentido anti-horário (quando o condutor de correia é visto a partir de sua extremidade a montante) dos rolos do condutor de correia 118, tal como indicado pela seta 152. Tal rotação dos rolos do condutor de correia 118 causa a ação de desvio em uma direção à esquerda na orientação da FIGURA 5A, para deslocar um objeto, 0, na direção da seta 154. Na FIGURA 5B, no entanto, os módulos do rolo de propulsão 106 foram girados em um sentido horário (quando o condutor de correia 102 é visto de cima) para fazer com que os rolos do condutor de correia 118 girem em um sentido horário (quando o condutor de correia 102 é visto a partir de sua extremidade a montante) indicada pela seta 155 para causar a ação de desvio em uma direção à direita e para deslocar o objeto, 0, na direção da seta 156.
As FIGURAS 6A e 6B ilustram a variabilidade de desvio de ângulos possíveis com os módulos do rolo de propulsão 106. Tal como indicado na FIGURA 6A, cada módulo do
12/18 rolo de propulsão 106 pode ser considerado potencialmente a partir de uma orientação de 0 grau, em que o eixo de rotação do rolo 125 é perpendicular à direção do curso do condutor de correia, para algum ângulo negativo representado por a. Tal como indicado na FIGURA 6B, o módulo do rolo de propulsão 106 também pode ser considerado a partir da orientação de 0 grau até algum ângulo positivo representado por β. Em algumas realizações, α e β podem compreender qualquer ângulo de 0 a graus, igualando desse modo a 180 graus de variabilidade angular. Embora tal ampla faixa de variabilidade angular seja possível, a velocidade do condutor de correia e as limitações dos materiais utilizados para os rolos de propulsão 125 e para os rolos do condutor de correia 118 podem limitar a faixa de orientações angulares em que o deslizamento do rolo pode ser evitado. No entanto, faixas angulares de pelo menos aproximadamente -70 graus a 70 graus podem ser atingidas a velocidades do condutor de correia de pelo menos 100 pés/minuto utilizando as superfícies de atrito elevado conhecidas. Pode ser observado que o deslocamento angular dos rolos de propulsão 125 corresponde diretamente ao ângulo de desvio resultante. Por exemplo, quando os rolos de propulsão
125 são orientados a 35 graus no sentido horário da orientação de 0 grau, tal como mostrado na FIGURA 6A, resulta um ângulo de desvio de 35 graus na direção à direita.
Quando os rolos de propulsão 125 são posicionados na orientação de 0 grau mostrada na FIGURA 7, em que os eixos de rotação dos rolos de propulsão são perpendiculares ao curso da correia da direção e a direção da rotação angular dos rolos de propulsão está alinhada com a direção de curso da correia, os rolos do condutor de correia 118 são impedidos substancialmente de girar e são, portanto freados.
Conseqüentemente, o movimento lateral indesejado dos objetos
13/18 no condutor de correia pode ser impedido, caso desejado, ao controlar os módulos do rolo de propulsão 106, para serem colocados na orientação de 0 grau. Observa-se adicionalmente que, quando a orientação angular dos rolos de propulsão 125 é 5 ajustada a partir da orientação de 0 grau como uma posição inicial, os rolos do condutor de correia 118 podem ser , gradualmente acelerados em uma direção ou outra, desse modo diminuindo ou impedindo o deslizamento do rolo que pode ocorrer quando uma placa de atrito ou rolos angulares se 10 acoplam repentinamente aos rolos do condutor de correia. A aceleração gradual dos rolos do condutor de correia 125 também permite que objetos relativamente instáveis sejam desviados sem tombar. Por exemplo, se um objeto a ser desviado for relativamente alto e tiver uma base relativamente pequena, o objeto pode ser gradualmente acelerado para um lado ou outro do condutor de correia 102 ao aumentar lentamente a angulação dos rolos de propulsão da orientação de 0 grau.
Além de serem ajustáveis angularmente, os módulos * 20 do rolo de propulsão 106 podem, opcionalmente, ser verticalmente acionados para acoplar ou desacoplar os rolos de propulsão 125 com os rolos do condutor de correia 118. Tal funcionalidade é descrita nas FIGURAS 8A e 8B. Em particular, a FIGURA 8A ilustra os rolos de propulsão 125 em acoplamento 25 com os rolos do condutor de correia 118, sendo que a FIGURA 8B ilustra os rolos de propulsão desacoplados dos rolos do condutor de correia. Tal acoplamento e tal desacoplamento seletivos podem ser providos com um mecanismo apropriado (não mostrado) que eleva os rolos de propulsão 125 em contato com 3 0 os rolos do condutor de correia 118 e abaixa os rolos de propulsão fora do contato com os rolos do condutor de correia.
A partir do que foi mencionado acima, pode ser
14/18 apreciado que diversas vantagens podem ser obtidas através da utilização dos sistemas de transporte que compreendem os rolos que podem ser ajustáveis angularmente que direcionam os rolos contidos em um condutor de correia. Por exemplo, os objetos podem ser desviados para um ou outro lado do sistema de transporte a vários ângulos. Além disso, os rolos do condutor de correia podem ser freados para controlar a tração do objeto através do condutor de correia. Além disso, os rolos do condutor de correia podem ser acelerados até alguma velocidade angular desejada virtualmente sem nenhum deslizamento.
Observa-se que outras vantagens também podem ser obtidas com tais sistemas de transporte. Por exemplo, grupos distintos de rolos de propulsão podem ser operados em zonas diferentes do sistema de transporte, não somente ao longo da direção de curso do condutor de correia, mas também ao longo da largura do condutor de correia através da provisão de mecanismos de controle distintos (por exemplo, elementos de ligação). Nesses casos, as posições dos objetos no condutor de correia podem ser controladas com grande precisão ao controlar individualmente os rolos de propulsão das diferentes zonas. De fato, quando um sistema de detecção e de controle inteligente é provido, como um sistema com base na geração de imagens, objetos individuais podem ser identificados e precisamente movidos ao longo e/ou através da correia, para permitir, por exemplo, a ordenação e/ou alinhamento desejado dos objetos em correias transportadoras adicionais, nas quais os objetos devem ser colocados.
Com referência à FIGURA 9, é ilustrada uma segunda realização de uma porção de um sistema de transporte 200. Tal como indicado nessa figura, o sistema de transporte 200 é similar em diversas maneiras ao sistema de transporte 100 mostrado na FIGURA 1. Portanto, o sistema de transporte 200
15/18 compreende geralmente um condutor de correia 202 que inclui uma pluralidade de rolos do condutor de correia de rotação livre longitudinalmente orientados 204. O condutor de correia 202 trafega em uma direção de curso da correia identificada pela seta 206. Além disso, o sistema 200 compreende uma pluralidade de rolos de propulsão de rotação livre ajustáveis angularmente 208. No sistema 200, no entanto, os rolos de propulsão 208 são rolos alongados ou longitudinais, em vez de rodízios. Na realização mostrada na FIGURA 9, os rolos de propulsão 206 são mais longos do que a largura do condutor de correia 202.
As FIGURAS 10A-10C ilustram o ajuste angular dos rolos de propulsão 208 em relação ao condutor de correia 202. Em particular, supondo uma direção de curso do condutor de correia indicado pela seta 206, a FIGURA 10A ilustra uma angulação dos rolos de propulsão 208 que resulta no desvio dos objetos para a esquerda. A FIGURA 10B ilustra a orientação de frenagem dos rolos de propulsão e a FIGURA 10C ilustra uma angulação dos rolos de propulsão que resulta no desvio dos objetos para a direita.
Tal como com o sistema de transporte 100, os rolos de propulsão 208 podem ser ajustados angularmente utilizando uma variedade de mecanismos de ajuste. As FIGURAS 11A e 11B ilustram tal mecanismo (condutor de correia não mostrado para finalidades de clareza). Tal como mostrado nessas figuras, os rolos de propulsão 208 podem ser suportados de modo giratório por uma estrutura retangular 210 que compreende múltiplos elementos de estrutura 212 que são conectados de modo giratório nas junções de rotação 214 localizadas nos cantos da estrutura. Por exemplo, cada junção de rotação 214 é formada pelas folhas dos elementos de estrutura 212 que são intercalados entre si e são fixados uns aos outros com um pino ou um eixo (não mostrado) . Com tal configuração, a
16/18 orientação da estrutura 210 pode ser alterada da orientação ortogonal mostrada na FIGURA 11A, em que os elementos de estrutura 212 formam ângulos de aproximadamente 90 graus em cada um dos cantos da estrutura, a uma outra orientação em que dois ângulos agudos e dois ângulos obtusos são formados nos cantos da estrutura, tal como mostrado na FIGURA 11B, colocando desse modo a estrutura em um formato paralelogramo.
da correia, conforme indicado na
FIGURA 10B. Portanto, a da FIGURA frenagem. Em outras no entanto, tal como indicado na
FIGURA
11B, os rolos de propulsão 208 são orientados de uma maneira tal que fiquem posicionados em um correia, provendo desse modo a função de desvio.
Cada rolo de é suportado em ambas as extremidades por uma junção que permite a mudança na orientação bem como a rotação livre.
Com referência à vista detalhada da FIGURA 12, cada rolo de exemplo, ser suportado por um eixo 215 que tem os conectores de olhai 216 configurados para receber um pino 218 que se estende através de um suporte de estrutura 220 que é montado a um elemento de estrutura 212.
Ainda com referência às FIGURAS
11A e
11B, a estrutura 210 pode ser manipulada da maneira descrita acima ao utilizar, por exemplo, um acionador 222.
mostrada nas FIGURAS 11Ά e 11B, o acionador 222 compreende um pode ser prolongado, por exemplo, hidráulica ou pneumática.
O corpo de modo giratório aos elementos de estrutura
212 adjacentes com os
17/18 suportes de montagem 228. Com tal arranjo, a retração do braço de pistão 226 no corpo de pistão 224 resulta no ajuste angular dos rolos de propulsão 208 em uma primeira direção angular, sendo que a extensão do braço do pistão do corpo do pistão resulta no ajuste angular dos rolos de propulsão em uma segunda direção oposta à direção angular. Tal manipulação fica evidente a partir das FIGURAS 11A e 11B. Em particular, a FIGURA 11A ilustra uma primeira extensão da extensão do braço de pistão 226 a partir do corpo de pistão 224 e uma primeira orientação dos rolos de propulsão 208, sendo que a FIGURA 11B ilustra uma segunda extensão (maior) da extensão do braço de pistão a partir do corpo de pistão e uma segunda orientação dos rolos de propulsão. Através da extensão e retração apropriadas do braço de pistão 226, a orientação dos rolos de propulsão 208 pode ser controlada com precisão e o desvio de objetos pode ser conseguido para um ou outro lado do condutor de correia 202 a vários ângulos de desvio, tal como ilustrado nas FIGURAS 10A-10C.
Embora realizações particulares tenham sido descritas em detalhes na descrição e nos desenhos antecedentes para finalidades de exemplo, deve ser compreendido pelos elementos versados na técnica que variações e modificações dos mesmos podem ser feitas sem que se desvie do âmbito da descrição. Em tal variação, os eixos dos rolos do condutor de correia podem servir como elementos de tensão do condutor de correia. Em tal caso, a estrutura do condutor de correia e seus elos podem ser omitidos para permitir uma densidade mais elevada do rolo. Além disso, tal arranjo pode reduzir a possibilidade de os artigos serem puxados para baixo no condutor de correia quando os rolos da correia estão girando porque as superfícies dos rolos adjacentes se movem em direções opostas e a força descendente de um rolo em rotação pode ser anulada pela força ascendente
18/18 do rolo em rotação adjacente.
1/4

Claims (9)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. um SISTEMA DE TRANSPORTE condutor de correia (100), que compreende uma (102) que tem pluralidade de rolos do condutor de correia (118) em que os rolos do condutor de correia têm eixos de rotação que são alinhados com uma direção de curso (114) do condutor de correia de uma maneira tal que os rolos do condutor de
    correia possam desviar objetos em uma ou outra direção transversal através do condutor de correia; e um mecanismo de propulsão (106) que acopla os rolos do condutor de correia (118), sendo que o mecanismo de propulsão é configurado para direcionar os rolos do condutor de correia, em que o mecanismo de propulsão é ajustável de uma maneira tal que os rolos do condutor de correia possam ser seletivamente direcionados em uma primeira direção angular e em uma segunda direção angular oposta de modo que os objetos possam ser seletivamente desviados para um ou outro lado do condutor de correia a um ângulo de desvio desejado, caracterizado pelo mecanismo de propulsão compreender uma pluralidade de rolos de propulsão de rotação livre ajustáveis angularmente (125) que acoplam os rolos do condutor de correia e rotacionam nos eixos de rotação, sendo que tal acoplamento faz com que os rolos do condutor de correia girem quando os eixos de rotação dos rolos de propulsão não são perpendiculares a uma direção de curso da correia.
  2. 2. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelos rolos do condutor de correia (118) serem alongados em uma direção de seus eixos de rotação.
  3. 3. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelos rolos de propulsão ajustáveis angularmente (125) poderem ser ajustados a partir de uma orientação em que os eixos de rotação dos rolos de propulsão
    Petição 870180126900, de 05/09/2018, pág. 5/9
    2/4 são perpendiculares a direção de curso da correia para orientações em que seus eixos de rotação não são perpendiculares a direção de curso da correia.
  4. 4.
    SISTEMA, de acordo com a reivindicação
    3, caracterizado pelo ângulo de desvio poder se estender de aproximadamente -90 graus aproximadamente graus em relação à direção do curso da correia, em que seus eixos de rotação não são perpendiculares a direção de curso da correia.
  5. 5.
    SISTEMA, de acordo com a reivindicação
    1, caracterizado pelos rolos de propulsão ajustáveis angularmente (125) poderem ser seletivamente acoplados e desacoplados dos rolos do condutor de correia (113) .
    SISTEMA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelos rolos de propulsão ajustáveis angularmente (125) compreenderem rodízios relativamente curtos.
    SISTEMA, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por pelo menos dois rolos de propulsão ajustáveis angularmente (125) serem posicionados adjacentes a um rolo do condutor de correia durante a operação de transporte.
    SISTEMA, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelos rolos de propulsão ajustáveis angularmente (125) serem alinhados em fileiras transversais à direção do curso da correia e as colunas serem alinhadas com a direção de curso da correia.
    9.
    SISTEMA, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por pelo menos alguns dos rolos de propulsão ajustáveis angularmente (125) serem independentemente acionáveis de uma maneira tal que uma orientação angular de pelo menos alguns dos rolos de propulsão possa ser controlada independentemente.
    Petição 870180126900, de 05/09/2018, pág. 6/9
    3/4
  6. 10. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por pelo menos alguns dos rolos de propulsão ajustáveis angularmente (125) serem acionáveis juntos em grupos de uma maneira tal que uma orientação angular de pelo menos alguns dos rolos de propulsão possa ser controlada em sincronia.
  7. 11. SISTEMA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelos rolos de propulsão ajustáveis angularmente (125) serem alongados em uma direção de seus eixos de rotação e serem suportados por uma estrutura (126), sendo que uma orientação da estrutura é ajustável e em que, quando a orientação da estrutura é ajustada, as orientações dos rolos de propulsão são ajustadas em sincronia.
  8. 12. MÉTODO PARA DESVIAR OBJETOS, o método compreendendo:
    o suporte dos objetos em um condutor de correia (102) que inclui uma pluralidade de rolos de rotação livre do condutor de correia (118), o método caracterizado por compreender;
    o acoplamento dos rolos do condutor de correia (119) com rolos de propulsão ajustáveis angularmente de rotação livre (125) que giram um eixo de rotação;
    fazendo com que os rolos do condutor de correia girem quando os eixos de rotação dos rolos de propulsão não são perpendiculares a uma direção de curso da correia; e o ajuste de uma orientação angular dos rolos de propulsão em relação a uma direção de curso da correia para ajustar um ângulo de desvio do condutor de correia.
  9. 13. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado por compreender adicionalmente o ajuste da orientação angular dos rolos de propulsão de uma maneira tal que seus eixos de rotação sejam perpendiculares a direção de curso do condutor de correia para frear os rolos do condutor
    Petição 870180126900, de 05/09/2018, pág. 7/9
    4/4 de correia.
    Petição 870180126900, de 05/09/2018, pág. 8/9
    106
    1/12
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