BRPI0707048A2 - método para temperar o coque metalúrgico produzido em um forno de coqueificação, método de produção de coque de carvão, carro quente para um forno de coque, empurrador estacionário para empurrar uma chapa substancialmente unitária de coque para fora de um carro quente em um carro de têmpera e carro de têmpera multifuncional - Google Patents
método para temperar o coque metalúrgico produzido em um forno de coqueificação, método de produção de coque de carvão, carro quente para um forno de coque, empurrador estacionário para empurrar uma chapa substancialmente unitária de coque para fora de um carro quente em um carro de têmpera e carro de têmpera multifuncional Download PDFInfo
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Abstract
MéTODO PARA TEMPERAR O COQUE METALúRGICO PRODUZIDO EM UM FORNO DE COQUEIFICAçãO, METODO DE PRODUçãO DE COQUE DE CARVãO, CARRO QUENTE PARA UM FORNO DE COQUE, EMPURRADOR ESTACIONáRIO PARA EMPURRAR UMA CHAPA SUBSTANCIALMENTE UNITáRIA DE COQUE PARA FORA DE UM CARRO QUENTE EM UM CARRO DE TêMPERA E CARRO DE TêMPERA MULTIFUNCIONAL. Trata-se de um método e um aparelho para temperar o coque metalúrgico produzido em um forno de coqueificação. O método inclui empurrar uma chapa unitária do coque quente em uma superfície de recepção substancialmente planar de um carro quente. O carro quente que contém o coque é transportado então para uma estação do carro de têmpera. A chapa unitária de coque quente é empurrada para uma superfície de recepção substancialmente planar de um carro de têmpera na estação de carro de têmpera. A têmpera da chapa de coque quente é executado no carro de têmpera com uma quantidade predeterminada de água. Após a têmpera, o coque temperado é despejado em uma almofada de recepção para a coleta do mesmo.
Description
MÉTODO PARA TEMPERAR O COQUE METALÚRGICO PRODUZIDOEM UM FORNO DE COQUE IFI CAÇÃO, MÉTODO DE PRODUÇÃO DE COQUE DECARVÃO, CARRO QUENTE PARA UM FORNO DE COQUE, EMPURRADORESTACIONÁRIO PARA EMPURRAR UMA CHAPA SUBSTANCIALMENTEUNITÁRIA DE COQUE PARA FORA DE UM CARRO QUENTE EM UM CARRO DETEMPERA E CARRO DE TEMPERA MULTIFUNCIONAL
CAMPO DA INVENÇÃO
A invenção refere-se a um método e a um aparelhopara a produção de coque de carvão, e particularmente a ummétodo e aparelho aperfeiçoados para temperar o coqueenquanto são reduzidos os problemas de formação de poeiraassociados com um processo de produção de coque.
ANTECEDENTES E DESCRIÇÃO RESUMIDA DA INVENÇÃO
O coque é uma fonte de combustível sólido e umafonte de carbono utilizada para fundir e reduzir o minério deferro na produção do aço. Durante um processo de fabricaçãode aço, minério de ferro, coque, ar aquecido e calcário ououtros fundentes são alimentados em um alto-forno. O araquecido causa a combustão do coque que fornece o calor e umafonte de carbono para reduzir os óxidos de ferro em ferro. Ocalcário ou outros fundentes podem ser adicionados parareagir com e remover as impurezas ácidas, denominadasescória, do ferro derretido. As impurezas de calcário flutuamsobre o ferro derretido e são eliminadas como espuma.
Em um processo, conhecido como o "Processo deCoqueificação de Thompson", o coque utilizado para o refinode minérios de metal é produzido pela alimentação descontínuade carvão pulverizado em um forno que é lacrado e aquecidoaté temperaturas muito altas por 24 a 48 horas sob condiçõesatmosféricas rigidamente controladas. Os fornos decoqueificação têm sido utilizados por muitos anos paraconverter o carvão em coque metalúrgico. Durante o processode coqueificação, o carvão finamente esmagado é aquecido sobcondições controladas de temperatura para desvolatilizar ocarvão e formar uma massa fundida que tem uma porosidade euma resistência predeterminadas. Devido ao fato que aprodução de coque é um processo descontínuo, múltiplos fornosde coque são operados simultaneamente, indicado daqui pordiante como "uma bateria de fornos de coque".
No final do ciclo de coqueif icação, o coqueresultante é removido do forno e temperado com água. O coquetemperado pode ser selecionado e carregado em vagõesferroviários ou caminhões para ser transportado ou utilizadoposteriormente ou ser movido diretamente para um forno deredução de ferro.
As partículas de carvão ou uma mistura departículas de carvão são carregadas em fornos quentes em umaprogramação predeterminada, e o carvão é aquecido por umperíodo de tempo predeterminado nos fornos a fim de removeros componentes voláteis do coque resultante. O processo decoqueificação é altamente dependente do desenho do forno, dotipo de carvão e da temperatura de conversão utilizada. Osfornos podem ser ajustados durante o processo decoqueif icação de modo que cada carga de carvão sejacoqueifiçada aproximadamente na mesma quantidade de tempo.
Uma vez que o carvão esteja coqueifiçado, o coque éempurrado do forno de coque para um carro quente em que ocoque é quebrado e temperado com água para resfriar o coqueabaixo de sua temperatura de ignição. A operação de têmperadeve ser controlada cuidadosamente de modo que o coque nãoabsorva demasiada umidade. Uma vez que ele é temperado, ocoque é selecionado e carregado em vagões ferroviários oucaminhões para o transporte.
Um dos problemas associados com o processo deprodução de coque consiste em problemas de formação de poeiraassociados com a têmpera do coque enquanto ele é descarregadodos fornos de coque. Durante a descarga do coque dos fornosde coque, uma chapa de coque quebra e cai sobre um carroquente. Quando o coque cai no carro quente, uma quantidadesignificativa de poeira de coque é criada. Sistemas de coletade poeira elaborados foram planejados para capturar aspartículas de poeira geradas quando o coque é introduzido noscarros quentes. A fim de reduzir os problemas de formação depoeira associados com a coqueificação de carvão sem tempos deciclo de forno de coque significativamente crescentes,métodos aperfeiçoados para a têmpera do coque se fazemnecessários.
De acordo com a necessidade acima, a invençãoapresenta um método e um aparelho para a produção de coque decarvão. O método inclui a impulsão de uma chapa unitária decoque quente para uma superfície de recepção substancialmenteplanar de um carro quente. O carro quente que contém o coqueé transportado então a uma estação de carro de têmpera. Achapa unitária de coque quente é empurrada para umasuperfície de recepção substancialmente planar de um carro detêmpera na estação de carro de têmpera. A têmpera da chapa decoque quente é executado no carro de têmpera com umaquantidade predeterminada de água. Após a têmpera, o coquetemperado é despejado em uma almofada de recepção para sercoletado.
Uma outra realização da invenção apresenta ummétodo de produção de coque de carvão. O método inclui aqueima de um leito de carvão em um forno de coqueificação porum período de tempo e sob condições de atmosfera de reduçãopara formar um leito unitário de coque. Uma porta de produtode uma extremidade do produto de um primeiro forno decoqueificação e um carro quente são posicionados adjacentes àextremidade de produto do primeiro forno de coqueificação. Oleito unitário de coque quente é empurrado para umasuperfície de recepção substancialmente planar do carroquente. O carro quente que contém o leito unitário de coquequente é movido para uma estação de carro de têmpera. A portade produto é reinstalada na extremidade de produto doprimeiro forno de coqueificação. Na estação de carro detêmpera, o leito unitário de coque quente é empurrado parauma superfície de recepção substancialmente planar de umcarro de têmpera. O leito unitário de coque quente étemperado no carro de têmpera com uma quantidade de águasuficiente para fraturar substancialmente todo o leitounitário de coque quente e esfriar o coque quente até umatemperatura predeterminada. O coque temperado e esfriado édespejado em uma almofada de recepção de coque.
Ainda uma outra realização da invenção apresenta umcarro quente para um forno de coque. O carro quente tem umacaixa quente parcialmente encerrada que tem uma superfície derecepção de chapa de coque substancialmente planar. Ummecanismo de elevação e de translação é provido no carroquente para elevar a caixa quente e mover a caixa quente paraque se aproxime e se afaste do forno de coque.
Ainda uma outra realização apresenta um empurradorestacionário para empurrar uma chapa de coquesubstancialmente unitária para fora de um carro quente paraum carro de têmpera. O empurrador inclui uma cabeça de pistãorefrigerada à água, um primeiro braço unido à cabeça depistão, e um segundo braço conectado articuladamente aoprimeiro braço. Um mecanismo de impulsão de engrenagem provêum dispositivo para mover o primeiro e o segundo braços. Umsistema de aspersão de refrigeração para refrigerar o carroquente é fixado de maneira móvel adjacente à cabeça depistão. Um trilho guia é provido para guiar o movimento,guiando do segundo braço de uma posição substancialmentevertical a uma posição substancialmente horizontal.Uma outra realização apresenta um carro de têmperamultifuncional que tem um.leito de recepção inclinável quetem uma parede de extremidade substancialmente fixa, umaparede lateral substancialmente fixa, uma parede lateralmóvel e uma parede de extremidade móvel. Um mecanismo deinclinação é provido para inclinar o leito de recepção em umaprimeira direção para temperar o coque e em uma segundadireção para descarregar o coque temperado em uma doca derecepção de coque.
O método e o aparelho descritos acima propiciamvantagens singulares para operações de coqueificação.Particularmente, a impulsão rente do coque em um carro quentereduz significativamente uma quantidade de poeira de coquegerada durante uma operação de descarga do forno de coque.Consequentemente, o equipamento de coleta de poeira paracoletar a poeira de coque durante a operação de descarga decoque pode ser substancialmente menor e pode propiciareficiências mais elevadas da coleta de poeira. Uma outravantagem das realizações apresentadas é que um teor deumidade consistentemente baixo do coque pode ser conseguido.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Outras vantagens da invenção tornar-se-ão aparentespela referência à descrição detalhada de realizaçõespreferidas quando levadas em consideração conjuntamente comos desenhos, que não estão em escala, nos quais os caracteresde referência idênticos designam elementos idênticos ousimilares por todos os vários desenhos tal como segue:
a FIGURA 1 é uma vista de planta total, não emescala, de uma bateria de fornos de coque, estação detêmpera, e equipamento associado mostrando um carro quente emuma primeira posição para receber o coque de um forno decoque;
a FIGURA 2 é uma vista elevacional, não em escala,de uma vista de extremidade de um carro quente para receberuma chapa de coque de um forno de coque;
a FIGURA 3 é uma vista de extremidade da descargade coque, não em escala, de uma parte da bateria de fornos decoque 10;
a FIGURA 4 é uma vista lateral elevacional, não emescala, de um carro quente em uma posição abaixada de acordocom uma realização da invenção;
a FIGURA 5 é uma vista lateral elevacional, não emescala, de um carro quente em uma posição levantada de acordocom uma realização da invenção;
a FIGURA 6 é uma vista lateral elevacional, não emescala, de um carro quente em uma primeira posiçãotranslacional para o movimento rumo a um forno de coque;
a FIGURA 7 é uma vista lateral elevacional, não emescala, de um carro quente em uma segunda posiçãotranslacional adjacente ao forno de coque;
a FIGURA 8 é uma vista lateral em elevação, não emescala, de um dispositivo de vedação de lintel unido a umcarro quente;
a FIGURA 9 é uma vista esquemática de umdispositivo varredor de soleira de forno unido a um carroquente;
as FIGURAS 10 e 11 são vistas lateraiselevacionais, não em escala, de um mecanismo levantador paraum carro quente;
as FIGURAS 12 e 13 são vistas lateraiselevacionais, não em escala, de rolos acionadores para ummecanismo levantador para um carro quente;
a FIGURA 14 é uma vista de planta superior, não emescala, do mecanismo levantador e dos rolos acionadores dasFIGURAS 10-13;
a FIGURA 15 é uma vista elevacional, não em escala,de um sistema de coleta de poeira unido a um carro quente deacordo com uma realização da invenção;
as FIGURAS 16 e 17 são vistas de planta superiores,não em escala, do sistema de coleta de poeira da FIGURA 15quando uma caixa quente em um carro quente se encontra naprimeira e na segunda posições;
a FIGURA 18 é uma vista de planta total, não emescala, de uma bateria de fornos de coque, estação detêmpera, e equipamento associado mostrando um carro quente emuma segunda posição para descarregar o coque em um carro detêmpera;
a FIGURA 19 é uma vista elevacional lateral, não emescala, de um empurrador estacionário para empurrar uma chapade coque de um carro quente para um carro têmpera;
a FIGURA 20 é uma vista em detalhes, não em escala,de um guia e um rolo para uma segunda seção de braço deextensão de um empurrador;
a FIGURA 21 é uma vista de planta superior, não emescala, do empurrador estacionário da FIGURA 19;
a FIGURA 22 é uma vista detalhada, não em escala,de um mecanismo de engrenagem para estender um braçoestacionário do empurrador;
a FIGURA 23 é uma vista detalhada, não em escala,de rolos guias para um braço de empurrador do empurradorestacionário da FIGURA 19;
as FIGURAS 24-25 são vistas detalhadas, não emescala, de conexões de pivô entre a primeira a segunda seçõesde braço do empurrador estacionário da FIGURA 19;
as FIGURAS 26-31 são ilustrações esquemáticas daoperação do empurrador estacionário da FIGURA 19;
a FIGURA 32 é uma vista de planta total, não emescala, de uma bateria de fornos de coque, estação detêmpera, e equipamento associado mostrando uma chapa do coqueno carro de têmpera;
a FIGURA 33 é uma vista elevacional lateral, não emescala, de um carro de têmpera de acordo com uma realizaçãoda invenção;
a FIGURA 34 é uma vista de planta superior, não emescala, do carro de têmpera da FIGURA 33;
as FIGURAS 35-36 são vistas elevacionais deextremidade, não em escala, do carro de têmpera da FIGURA 33ilustrando detalhes de um mecanismo de inclinação;
as FIGURAS 37-38 são vistas elevacionais laterais,não em escala, do carro de têmpera da FIGURA 33 em umaprimeira posição em relação a um carro quente;
a FIGURA 3 9 é uma vista esquemática de uma etapa deimpulsão de uma chapa de coque para o carro de têmpera;
a FIGURA 4 0 é uma vista elevacional lateral, não emescala, do carro de têmpera da FIGURA 33 após o movimentopara uma posição de têmpera; e
as FIGURAS 41-42 são ilustrações esquemáticas de umprocesso para têmpera e descarga de uma chapa de coque em umadoca de recepção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DE REALIZAÇÕES EXEMPLIFICADORAS
Com referência à FIGURA 1, é ilustrada uma vistaesquemática de planta de uma bateria de fornos de coque 10 edo equipamento associado para remover e temperar o coqueproduzido na bateria de fornos de coque 10 de acordo com umarealização exemplificadora da invenção. A bateria de fornosde coque 10 típica contém uma pluralidade de fornos de coque12 lado a lado. Cada um dos fornos de coque 12 tem umaextremidade de entrada de carvão 14 e uma extremidade desaída de coque 16 oposta à extremidade de entrada 14.
Um ciclo de coqueificação de carvão típico podevariar de 24 a 4 8 horas ou mais, dependendo do lado da cargade carvão para o forno de coque 12. No final do ciclo decoqueificação, o coque é retirado do forno 12 com um pistãode descarga 18 posicionado adjacente à extremidade de entrada14 do forno 12. O pistão de descarga 18 pode incluir umdispositivo para remover uma porta do forno da extremidade deentrada 14 antes de empurrar o coque para fora do forno 12.
Um dispositivo removedor de porta de saída separado20 é posicionado adjacente à extremidade de saída 16 do forno12 para remover uma porta da saída do forno 12. Após terremovido a porta da saída, o dispositivo removedor de porta20 é movido se afastando da extremidade de saída 16 do forno12 ao longo dos trilhos de remoção de porta 22.
Um carro quente de empurrar rente 24 é posicionadoadjacente à extremidade de saída 16 do forno 12 para a coletado coque quente empurrado do forno pelo pistão de descarga18. Uma descrição detalhada do carro quente de empurrar rente24, incluindo mecanismos para posicionar o carro quente deempurrar rente 24 adjacentes à extremidade de saída 16 doforno 12, é descrita mais detalhadamente a seguir. Duranteuma operação de empurrar coque quente, o coque é retirado doforno 12 como uma chapa substancialmente unitária 26 que écarregada no carro quente de empurrar rente 24.
Uma vez que o coque quente é carregado no carroquente de empurrar rente 24, o carro 24 é transportado nostrilhos 28 para uma área de carro de têmpera 30. Na área decarro de têmpera 30, a chapa de coque quente 26 no carroquente de empurrar rente 24 é empurrada por um empurradorestacionário 32 para um carro de têmpera 34. O carro detêmpera 34 é posicionado em uma estação de têmpera 3 6 na qualo coque quente é temperado com água suficiente para resfriaro coque até uma temperatura de coqueificação. O coquetemperado é despejado então em uma doca de recepção 3 8 paramais resfriamento e transporte para uma área de armazenagemde coque.Em baterias de fornos de coque convencionais, ocoque quente é temperado tipicamente em um carro quente.Consequentemente, pode haver uma necessidade de um carroquente para cada bateria de coque. No entanto, nasrealizações exemplificadoras aqui descritas, um único carroquente 24 pode ser utilizado para múltiplas baterias de coque10, uma vez que o coque é temperado em um carro de têmpera 34separado. Assim que o coque quente é empurrado do carroquente de empurrar rente 24 para o carro de têmpera 34, ocarro quente de empurrar rente 24 pode ser reposicionadoadjacente à extremidade de saída 16 de um outro forno 12 paraa coleta de coque desse forno 12.
Tal como indicado acima, a bateria de fornos decoque 10 inclui o dispositivo removedor de porta de saída 20.O dispositivo removedor de porta de saída 20 é projetado parafornecer uma máquina direta ao pessoal operacional. Odispositivo removedor de porta 20 inclui mecanismos paraatravessar o dispositivo 20 ao longo da bateria de fornos nostrilhos 22, posicionar o dispositivo 20 na extremidade desaída 16 do forno 12 a ser descarregado, e remover a porta 40desse forno 12. O dispositivo removedor de porta 20 então semove afastando-se do forno 12 ao longo dos trilhos 22,carregando a porta 40 do forno para prover espaço para que ocarro quente de empurrar rente 24 para seja posicionadoadjacente à extremidade de saída 16 do forno 12 do qual aporta 40 foi removida.
O dispositivo removedor de porta de saída 20 podeser operado manualmente, e desse modo pode ser equipado comuma cabina ou abrigo de um operador que contém todos osdispositivos de controle e gabinetes do centro de controle domotor, bem como uma parada de emergência. Tipicamente, todasas operações executadas pelo dispositivo removedor de porta20 são acionadas hidraulicamente. Por exemplo, os cilindroshidráulicos também são utilizados para destravar as travasgiratórias 42 na porta 40 do forno e acoplar e retrair aporta 40 do forno 12. Antes de remover a porta 40, umdispositivo focalizador a laser pode ser utilizado pelooperador para posicionar com precisão o dispositivo 20adjacente à extremidade de saída 16 de coque do forno 12.Bloqueadores mecânicos também podem ser utilizados paraassegurar que o dispositivo removedor de porta de saída 20fique na posição correta para destravar e remover a porta 40do forno 12. Um motor diesel pode ser utilizado para mover odispositivo removedor de porta de saída ao longo dos trilhos22 .
Com referência agora às FIGURAS 2-17, váriosaspectos do carro quente de empurrar rente 24 serãoilustrados e descritos. O carro quente de empurrar rente 24 éum dispositivo singular que permite a coleta de uma chapasubstancialmente unitária 26 de coque quente dos fornos decoque 12 e o transporte da chapa de coque quente 26 para aárea de carro de têmpera 30 remota. Tal como com odispositivo removedor de porta de saída 20, o carro quente deempurrar rente 24 é projetado para atravessar paralelo àbateria de fornos de coque 10 ao longo dos trilhos 28 entreos fornos 12 e a área de carro de têmpera 30. O carro quente24 também contém uma caixa quente 44, uma elevação de caixaquente e um mecanismo de translação 46, um sistema de coletade poeira de caixa quente 4 8 (FIGURAS 14-16), um mecanismovarredor de saia de forno 50 (FIGURA 9) e um dispositivo devedação de lintel 52 (FIGURA 8) . Cada um destes mecanismosserá descrito mais detalhadamente a seguir.
Depois que o dispositivo removedor de porta desaída 20 tiver removido a porta de saída de coque 4 0 de umforno 12, o dispositivo removedor de porta de saída 20 émovido de modo que o carro quente de empurrar rente 24 possaser posicionado alinhado com o forno 12 para receber o coqueque está sendo retirado do forno 12 tal como mostrado naFIGURA 1. Um dispositivo focalizador a laser pode ser providopara ajudar um operador a alinhar visualmente o carro quentede empurrar rente 24 para a interface apropriada com o forno12. Uma vez que o carro quente 24 tenha sido focadocorretamente, um ou mais bloqueadores mecânicos são ativadospara assegurar que o carro quente 24 fique na posiçãoapropriada para receber a chapa de coque 26.
Com referência agora à FIGURA 3, uma parte dabateria de fornos de coque 10 vista da extremidade de saídade coque 16 dos fornos 12 é ilustrada. Conforme seráapreciado, cada um dos fornos 12 pode estar em alturasligeiramente diferentes acima de uma elevação do solo 54conforme indicado pela linha de referência 56.
Consequentemente, o carro quente de empurrar rente 24 deveser ajustado ã altura de cada forno 12 durante a operação deempurrar o coque a fim de empurrar uma chapa substancialmenteunitária 26 de coque quente para o carro quente 24.
Conforme mostrado em FIGURA 1, o dispositivoremovedor de porta de saída 20 se move paralelo à bateria defornos de coque 10 entre a bateria de fornos de coque 10 e ocarro quente 24. Consequentemente, um mecanismo é provido nocarro quente 24 para posicionar a caixa quente 44 adjacente àextremidade de saída 16 do forno 12 e para prover umatransição relativamente suave para a chapa quente 26 de coquese mover do piso 58 do forno à caixa quente 44.
Com referência outra vez à FIGURA 2, uma vistaelevacional de extremidade do carro quente de empurrar rente24 é ilustrada. O carro quente 24 inclui a caixa quente 44disposta de maneira móvel no mecanismo de elevação e tradução46. A caixa quente 44 é um invólucro substancialmenteretangular que tem uma parte de piso 60, paredes laterais 62unidas à parte de piso 60 e uma tampa 64 unida às paredeslaterais 62. Cada extremidade da caixa quente 44 é abertapara receber uma chapa de coque quente 26 e empurrar a chapade coque quente 26 para o carro de têmpera 34.
O sistema de coleta de poeira 4 8 é provido emcomunicação de fluxo com a caixa quente 44 através de um dutode coleta 66 para coletar toda a poeira ou fumaça que possater evoluído do coque durante as operações de empurrar ocoque. Um abrigo de operador 68 é provido no carro quente deempurrar rente 24 para um operador controlar o posicionamentoe o uso do carro quente 24 e a operação do sistema de coletade poeira 48. Todos os componentes acima do carro quente 24são montados em uma armação 7 0 que contém as rodas 72 para omovimento do carro quente nos trilhos 28.
A FIGURA 4 ilustra uma primeira posição elevacionalda caixa quente 44 em relação à armação 70. A primeiraposição elevacional é utilizada para mover o carro quente 24ao longo dos trilhos 28. Na primeira posição elevacional, acaixa quente 44 está bastante adjacente à armação 70. Com oposicionamento do carro quente 24 adjacente a um forno 12, acaixa quente 44 é levantada para uma segunda posiçãoelevacional tal como mostrado na FIGURA 5. Na segunda posiçãoelevacional, a caixa quente 44 encontra-se substancialmentena mesma altura que o piso 58 do forno.
Uma vez que a caixa quente 44 é uma elevaçãoapropriada, ilustrada na FIGURA 6, para a transferência dachapa substancialmente unitária 26 de coque do forno 12, ooperador atravessa a caixa quente 44 para a frente até umaextremidade 74 da caixa quente 44 ficar bastante adjacente aoforno 12, tal como mostrado na FIGURA 7, para formar umasuperfície substancialmente contínua para empurrar o coque doforno para a caixa quente 44. Uma seção de transição 76 podeser unida articuladamente adjacente à extremidade 74 da caixaquente 44 para impedir que a caixa quente 44 danifique o piso58 do forno com o acoplamento da caixa quente 44 com o forno12.
O dispositivo de vedação de lintel 52 é mostradomais detalhadamente na FIGURA 8 e acopla um feixe de lintel78 do forno 12 quando a extremidade 74 da caixa quente 44 seencontra bastante adjacente ao forno 12. O dispositivo devedação de lintel 52 provê a vedação entre a caixa quente 44e o forno 12 a fim de reduzir uma quantidade de poeira quepossa escapar da extremidade aberta 16 do forno 12. Odispositivo de vedação de lintel 52 inclui um membro flexíveldo tipo escova de fios 80 unido de maneira fixa a um braço deextensão 82 na tampa 64 da caixa quente 44 para o contato devedação com um feixe de lintel 78 do forno 12 enquanto acaixa quente 44 é atravessada rumo ao forno 12.
Uma vez que a chapa de coque 26 tenha sidoempurrada para a caixa quente 26 pelo pistão de descarga decoque 18, o operador retrai a caixa quente 44 afastando amesma do forno 12 e abaixa a caixa quente 44 até a primeiraposição elevacional ilustrada na FIGURA 4.
A fim de impedir a acumulação da poeira de coque emuma soleira 84 do forno unida a cada forno 12 depois de tersido removida a porta de saída 40 do forno ou depois de tersido empurrada a chapa de coque 26 para o carro quente 24, omecanismo varredor de saia de forno 50, conforme mostrado naFIGURA 9, pode ser provido na seção de transição 76. Em umarealização, o mecanismo varredor 50 pode incluir um bocal deaspersão de jato de gás 86 e uma fonte de gás comprimido 88em comunicação de fluxo de fluido com o bocal de aspersão 86.O bocal de aspersão 86 pode ser ativado pelo operador quandoa porta 40 do forno é removida para obter uma soleirarelativamente livre de coque 84 para acoplar com a seção detransição 76 da caixa quente 44 e/ou depois do coque serempurrado para o carro quente 24 antes de substituir a portade saída 40 do forno.
Os detalhes das partes do mecanismo de elevação etranslação 4 6 para elevar e transladar a caixa quente 38 sãofornecidos nas FIGURAS 10-14. As FIGURAS 10 e 11 ilustram umaparte do mecanismo de elevação e translação 46 que contém osrolos de pivô 90 e um rolo acionador 92. Cada rolo de pivô 90é unido à armação 70 em torno de um pino de pivô 94 e cadarolo 90 é ligado de maneira articulada a um braço acionador96 para girar os rolos de pivô 90 de uma primeira posiçãoilustrada na FIGURA 10 a uma segunda posição ilustrada naFIGURA 11. O braço acionador 96 é conectado em pivô em umaextremidade distai 98 ao rolo acionador 92 de modo que omovimento do rolo acionador 92 cause o movimento dos rolos depivô 90. Um mecanismo acionador 100 é unido à armação 70 e aorolo acionador 92 para causar o movimento do rolo acionador92 dos rolos de pivô 90 a fim de levantar e baixar a caixaquente 44. O mecanismo acionador 100 pode ser selecionado deuma ampla variedade de mecanismos tais como engrenagens sem-fim, impulsores de corrente, cilindros hidráulicos, e outrosainda. Um mecanismo acionador 100 de cilindro hidráulico éparticularmente apropriado para ser utilizado no mecanismo deelevação e translação 46 aqui descrito.
Tal como indicado acima, devido às disparidades daaltura do forno, o mecanismo de elevação e translação 46 podeser utilizado para prover a caixa quente 44 em uma elevaçãodesejada para empurrar a chapa substancialmente unitária 26de coque para o carro quente 24. As variações na altura doforno variam tipicamente de aproximadamente uma aaproximadamente cinco polegadas. Consequentemente, omecanismo de elevação e translação 46 devem ser capaz demover a caixa quente 44 para cima ou para baixo de umapolegada a cinco polegadas e prender a caixa quente 44 em umaelevação desejada entre uma polegada e cinco polegadas. Deveser apreciado que as elevações da altura que podem sernecessárias para uma bateria de fornos particular podemvariar mais de aproximadamente uma a aproximadamente cincopolegadas.
Com referência outra vez às FIGURAS 6 e 7, uma vezque a caixa quente 44 se encontre na elevação desejada, umacionador de translação 102 unido à armação 70 e à caixaquente 44 pode ser utilizado para transladar a caixa quente44 de uma posição retraída, mostrada na FIGURA 6, a umaposição de impulsão do coque, mostrada na FIGURA 7. Naposição retraída, há um espaço entre o forno 12 e a caixaquente 44 suficiente para o movimento do dispositivoremovedor de porta de saída 20 entre eles. No entanto, naposição de impulsão do coque ilustrada na FIGURA 7, aextremidade 74 da caixa quente fica bastante adjacente aoforno 12 e a seção de transição 76 está apoiada na soleira 84do forno. Depois que o coque é carregado no carro quente 24,a caixa quente 44 é retraída do forno 12 e abaixada até aprimeira posição elevacional para o transporte à área detêmpera 30. 0 dispositivo removedor de porta de saída 20 podeentão ser movido de volta à posição adjacente ao forno 12para substituir a porta de saída 4 0 no forno 12.
A fim de que a caixa quente 44 a ser movida entre aposição de impulsão do coque e a posição retraída, cada umdos rolos de pivô 90 e do rolo acionador 92 contém as rodas104 e 106, respectivamente, que permitem um movimentotranslacional da caixa quente 44 em relação à armação 70. Asrodas 104 e 106 acoplam um lado inferior 108 da caixa quente44 ou os trilhos unidos ao lado inferior 108 da caixa quentepara o movimento de rolamento sobre os mesmos. No caso dostrilhos unidos ao lado inferior 108 da caixa quente 44, asrodas 104 e 106 podem incluir os ressaltos 110 (FIGURA 14)que acoplam as bordas dos trilhos para prover o movimento dacaixa quente 44 substancialmente ao longo de um único eixogeométrico de movimento.
Um outro aspecto singular do carro quente 24 é osistema de coleta de poeira integral 48 ilustrado maisdetalhadamente nas FIGURAS 15-17. O sistema de coleta depoeira 48 inclui um ventilador 112 para prover um fluxo dear, fumaça e poeira da caixa quente 44 através de um multi-clone de coleta de poeira 114. Capturadores de chama podemser utilizados em um duto deslizante inclinado 118 (FIGURA 2)que conecta o duto de coleta 66 ao multi-clone 114 no caso departícula de poeira incandescentes serem arrastadas nacorrente de ar que flui para uma coleta de poeira. Outrossistemas de coleta de poeira 48 apropriados que podem serutilizados podem ser selecionados de câmaras de sacos defiltragem, multi-clones, removedores de umidade,precipitadores eletrostáticos, e outros ainda.
O sistema de coleta de poeira 4 8 é unido de maneirafixa à armação 70 adjacente a um lado da caixa quente 44.
Consequentemente, enquanto a caixa quente 44 se movelongitudinalmente da posição retraída (FIGURA 6) à posição deimpulsão do coque na FIGURA 7, um fluxo contínuo de ar,fumaça e poeira deve ser mantido entre o duto de coleta 66 eo multi-clone 114.
A fim de manter uma vedação entre o multi-clone 114e o duto de coleta 66 na caixa quente 44, o duto de conexãodeslizante inclinado 118 é disposto para deslizarlongitudinalmente e uma placa defletora 120 que é unida demaneira fixa ao duto 66 que sai da caixa quente 44. O dutodeslizante inclinado 118 inclui uma parte fixa 122 e umaparcela móvel 124 que é unida à parcela fixa 122 e impelidase afastando do multi-clone 114 para a placa defletora 120para o movimento deslizante longitudinalmente ao longo daplaca defletora 120. Dispositivos impulsores, tais como asmolas 126 (FIGURA 2), impelem a parte móvel 124 do duto 118de encontro à placa defletora 120 para manter uma vedação degás entre o duto deslizante 118 e a placa defletora 120.
Enquanto a caixa quente 44 se move da primeiraposição ilustrada na FIGURA 16 para a segunda posiçãoilustrada na FIGURA 17, o duto deslizante 118 desliza aolongo da placa defletora 12 0 para manter uma conexão de fluxode fluido contínuo entre o duto 66 e o multi-clone 114. Umavez que o duto deslizante 118 é substancialmente mais largodo que o duto 66, a placa defletora 120 é eficaz para vedaruma primeira parte 128 do duto 118 quando a caixa quente 44estiver na primeira posição e uma segunda parte 120 do duto118 quando a caixa quente 44 estiver na segunda posição.
Durante o posicionamento da caixa quente 44 parareceber a chapa de coque 26, o sistema de coleta de poeira 48é operado para coletar quaisquer fumaças, poeira, etc.,gerados quando a caixa quente 44 se encontra adjacente aoforno 12. 0 sistema de coleta de poeira 48 pode continuar aoperar até que a chapa de coque 26 seja empurrada do carroquente 24 para o carro de têmpera 34.
Uma vez que a chapa de coque tenha sido empurradapara o carro quente 24, a porta de saída 4 0 do forno 12 éreinstalada no lado de saída 26 do forno 12 pelo dispositivoremovedor de porta de saída 20 e o carro quente 24 étransportado nos trilhos 28 para a área de têmpera 3 0 talcomo mostrado esquematicamente na FIGURA 18. Na área de carrode têmpera 30, a chapa de coque quente 26 é empurrada aoutilizar o empurrador estacionário 32 para o carro de têmpera 34.
Os detalhes do empurrador estacionário 3 2 sãofornecidos nas FIGURAS 19-28. 0 empurrador 32 inclui umacabeça de pistão refrigerada a fluido 132 unida a um braço deextensão acionado por engrenagem 134 que tem uma primeiraseção de braço 136 e uma segunda seção de braço 138. Um bocalde aspersão de fluido de refrigeração 140 é provido adjacenteà cabeça de pistão refrigerada a fluido 132. Um trilho guia142 guia o movimento da segunda seção de braço 138 de umaprimeira posição ilustrada na FIGURA 19 para uma segundaposição ilustrada na FIGURA 28.
Um mecanismo de impulsão de engrenagem 144 provê omovimento do braço de extensão 134 entre a primeira posição ea segunda posição. O mecanismo de impulsão de engrenagem 144é unido operativãmente a uma armação de pistão 146 e pode serum motor elétrico ou preferivelmente um mecanismo de impulsãode engrenagem hidráulica 144 (FIGURA 19) . Um membro guia 148é unido de maneira rotativa à segunda seção de braço 138(FIGURA 20) para guiar a segunda seção de braço 138 ao longodo trilho guia 142 enquanto o mecanismo de impulsão deengrenagem 144 é operado para mover o braço de extensão 134.Conforme mostrado na FIGURA 22, o mecanismo de impulsão deengrenagem 144 contém uma engrenagem 150 que acopla os dentes152 da engrenagem dispostos em uma borda inferior 154 dobraço de extensão 134. Os rolos guias 156 e 158 (FIGURAS 22-23) são providos em lados opostos do braço de extensão 134para manter o braço de extensão 134 em contato de acoplamentocom a engrenagem 150.
A fim de que a segunda seção de braço 13 6 acople naengrenagem 150, a segunda seção de braço 138 é conectadaarticuladamente à primeira seção de braço 136 tal como por umpino de pivô 160 conforme mostrado nas FIGURAS 24 e 25. Arotação da segunda seção de braço 13 6 da primeira posição àsegunda posição permite que a segunda seção de braço 138acople a engrenagem 150 enquanto o braço de extensão 134 seestende para o carro quente 24 para empurrar a chapa de coque26 para o carro de têmpera 34.O movimento de extensão e de retração da cabeça depistão refrigerada a fluido 132 é ilustrado nas FIGURAS 26-30. Na FIGURA 26, a cabeça de pistão 132 se encontra em umaprimeira posição adjacente a uma chapa de coque 26 no carroquente 24. Com a ativação do mecanismo de impulsão deengrenagem 144, a cabeça de pistão 132 acopla a chapa decoque 26 para mover a chapa 26 do carro quente 24 ao carro detêmpera 34. Na FIGURA 27, somente a primeira seção de braço136 do empurrador 32 está em acoplamento operativo com omecanismo de impulsão de engrenagem 13 6 quando a cabeça depistão 132 empurra a chapa de coque 26. Na FIGURA 28, asegunda seção de braço 13 8 encontra-se em acoplamentooperativo com o mecanismo de impulsão de engrenagem 144 demodo que a cabeça de pistão 132 fica estendida completamenteatravés do carro quente 24 e a chapa de coque 26 seja movidapara o carro de têmpera 34.
Nas FIGURAS 29 e 30, a cabeça de pistão 132 se moveda posição totalmente estendida na FIGURA 28 para uma posiçãoretraída tal como mostrado na FIGURA 30. Durante o movimentoda cabeça de pistão 132 em ambas as direções, o bocal deaspersão de refrigeração 14 0 é ativado para prover umaaspersão de fluido de refrigeração 162 tal como mostrado maisdetalhadamente na FIGURA 31 para refrigerar o carro quente 24e para impedir a falha prematura do carro quente 24 apósmúltiplos ciclos de empurrar. Um fluido de refrigeração, talcomo a água, é fornecido por uma fonte de fluido derefrigeração 165 conectada operativamente ao bocal deaspersão de refrigeração 14 0. Deve ser apreciado que a cabeçade pistão refrigerada a fluido 132 pode ser refrigerada aoutilizar a água ou um outro fluido de refrigeração da mesmafonte de fluido 165 ou de uma fonte de fluido de refrigeraçãoseparada. No entanto, o fluido de refrigeração 162 para obocal de aspersão de refrigeração 14 0 é desejavelmente a águaque, em contato com a superfície quente do carro quente, éconvertida em vapor. Provisões são feitas para operar oempurrador 32 ao empurrador 132 adjacente ou remotamente, talcomo por exemplo, por um operador no abrigo de operador 68 docarro quente 24. Uma vez que a chapa de coque 26 tenha sidoempurrada para o carro de têmpera 24 tal como mostrado naFIGURA 32, o carro quente 24 pode retornar a um outro forno12 adjacente para receber uma outra chapa de coque 26.
Com referência às FIGURAS 33-42, detalhes do carrode têmpera 34 são ilustrados. O carro de têmpera 34 é umdispositivo alongado, aberto, alto e multifuncional que éutilizado para obter o produto de coque que tem um teor deumidade predeterminado. O carro de têmpera 24 tem umaextremidade de entrada 164 de chapa de coque que inclui umaporta 166 do retentor de coque que pode ser abaixada paramover a chapa de coque 26 para o carro de têmpera 34 elevantada para reter a chapa de coque 26 durante as operaçõesde têmpera.
Tal como mostrado na vista de planta na FIGURA 34,o carro de têmpera 34 tem uma seção de leito alongada 168para receber a chapa de coque 26, uma parede de extremidadeoposta fixa 170, uma parede lateral fixa 172, e uma paredelateral móvel 173. Conforme descrito mais detalhadamente aseguir, a parede lateral fixa 172 possui portas de drenagemde fluido 174 para que o fluido de têmpera flua através dasmesmas.
O carro de têmpera 24 também inclui um mecanismo deinclinação 176 ilustrado nas FIGURAS 35 e 36 para inclinar ocarro de têmpera 24 em uma primeira direção para temperar achapa de coque 26 e em uma segunda direção para descarregar ocoque temperado na doca de recepção 38. 0 mecanismo deinclinação 176 é unido em uma primeira extremidade 178 a umaarmação 180 do carro de têmpera e em uma segunda extremidade182 à seção de leito alongado 168. A seção de leito alongado168 é unida articuladamente à armação 180 em um braço de pivô184.
Tal como com o carro quente 24, o carro de têmpera34 pode ser posicionado na área de têmpera 34 pelo movimentoao longo dos trilhos 186 na área de têmpera 30 adjacente àdoca de recepção 38. Antes de mover a chapa de coque 26 docarro quente 24 para o carro de têmpera 34, a porta 166 doretentor do coque é abaixada de uma primeira posiçãoilustrada na FIGURA 37 para uma segunda posição ilustrada naFIGURA 38 por um mecanismo acionador de porta 188. Uma vezque a porta 166 do retentor tenha sido abaixada para asegunda posição, o carro de têmpera pode ser movido adjacenteao carro quente para receber a chapa de coque 26 do carroquente 24 tal como descrito acima e ilustrado na FIGURA 39.
Um dispositivo posicionador mecânico 190 pode serprovido no carro de têmpera 34 para assegurar que o carro detêmpera 34 esteja em uma posição apropriada adjacente aocarro quente 24 para receber a chapa de coque 26. Deve serapreciado que o mecanismo de translação e elevação de carroquente 46 pode ser utilizado para prover todas as diferençaselevacionais entre a seção 168 do leito do carro de têmpera eo piso 60 do carro quente.
Durante o movimento da chapa de coque 26 para ocarro de têmpera 34, um dispositivo separador 192 da chapa decoque (FIGURA 34) unido à seção de leito alongado 168adjacente à extremidade de entrada 164 do carro de têmpera 34é eficaz para dividir a chapa de coque 26 em pelo menos duasseções para o movimento do fluido de têmpera através da chapade coque 26. O dispositivo divisor 192 é uma estrutura de açoem forma de cunha de aproximadamente cinco a aproximadamentequinze polegadas de comprimento, desejavelmente deaproximadamente dez polegadas, que se estende para cima daseção de leito 168 de aproximadamente cinco a aproximadamentequinze polegadas, tipicamente aproximadamente dez polegadas.
Quando a chapa de coque 26 se move para o carro de têmpera34, o dispositivo divisor 192 causa a fratura da chapa decoque 26 que se estende através de uma espessura da chapa 26,abrindo fissuras que permitem que o fluido de têmpera sejacanalizado de uma parte superior da chapa 26 a uma parteinferior da chapa 26 para um têmpera mais eficaz da chapa 26.
Na FIGURA 40, o mecanismo acionador de porta 188 éativado outra vez para fechar a porta 166 e o carro detêmpera 34 é então movido se afastando do carro quente parauma posição de têmpera. Conforme mostrado na FIGURA 41,quando o carro de têmpera 34 tiver sido posicionado adjacenteà doca de recepção 38, o mecanismo de inclinação 176 éativado para inclinar o carro de têmpera 34 deaproximadamente cinco a aproximadamente quinze graus,tipicamente aproximadamente dez graus, de uma posiçãohorizontal para o fluxo de têmpera do fluido de têmpera 194através, em torno e sob a chapa 26. Durante a etapa detêmpera, o excesso de fluido flui através das portas dedrenagem 174 na parede lateral 172 e para um poço de coletade fluido de têmpera oposto à doca de recepção 38.
Consequentemente, substancialmente nenhum fluido de têmperapode respingar na doca de recepção 38. O fluxo de fluido detêmpera 194 para a chapa de coque 26 pode ser controladoautomática ou manualmente por um operador da sala de controlee/ou um operador da área de têmpera.
Uma quantidade típica de fluido de têmperaapropriado para temperar a chapa de coque 26 pode variar deaproximadamente 1,5 a aproximadamente 2,5 partes em peso deágua por parte em peso de coque. A etapa de têmpera étipicamente executada o mais rápido possível e pode variar deaproximadamente 1,5 a aproximadamente 2,5 minutos no totalpara prover o coque com um teor de umidade de menos deaproximadamente 3,0 por cento, tipicamente de aproximadamente1,5 a aproximadamente 3,0 por cento em peso.
Conforme mostrado na FIGURA 41, o fluido de têmpera194 pode ser fornecido por um único sistema de têmpera ou porum sistema dual de resfriamento indicado pelas setas 194A e194B. No sistema dual de têmpera, de aproximadamente 50 aaproximadamente 75 por cento de fluido de têmpera sãoprovidos no sistema indicado pelas setas 194A para obter umaquantidade apropriada de fluido de têmpera que pode fluir soba chapa de coque 26 tal como mostrado pelas setas 200.
Consequentemente, a parte restante da têmpera, deaproximadamente 25 a aproximadamente 50 por cento em peso, édirigida para o lado superior 202 da chapa de coque 26.
Com a conclusão do ciclo de têmpera, o mecanismo deinclinação 176 é acionado outra vez para fazer com que ocarro de têmpera 34 incline em uma direção oposta deaproximadamente vinte e cinco a aproximadamente trinta ecinco graus em relação a uma posição horizontal para adescarga do coque temperado 196 na doca de recepção. Antes dedescarregar o coque temperado 196, um acionador 198 unido àparede lateral móvel 173 é ativado para abaixar a paredelateral móvel 173 para o fluxo de coque temperado 196 docarro de têmpera 34 na doca de recepção 38. Com a descarga docoque temperado 196 do carro de têmpera 34, o mecanismoacionador 176 pode então ser acionado para retornar o carrode têmpera 34 à posição de recepção de chapa de coque, e oacionador 198 pode ser acionado para levantar a parede móvel 173.
Na descrição acima, o aparelho inteiro, comexceção de correias transportadoras, componentes elétricos eoutros ainda, pode ser feito de aço vazado ou forjado.
Consequentemente, a construção robusta do aparelho é possívele propicia um aparelho de duração relativamente longa que éapropriado para o ambiente do forno de coque.
Tendo sido descritos vários aspectos e realizaçõesda invenção e diversas vantagens dos mesmos, deve serreconhecido por um técnico no assunto que a invenção ésuscetível a várias modificações, substituições e revisõesdentro do caráter e do âmbito das reivindicações anexas.
Claims (24)
1. MÉTODO PARA TEMPERAR O COQUE METALÚRGICOPRODUZIDO EM UM FORNO DE COQUE IFI CAÇÃO, em que o método écaracterizado pelo fato de compreender as etapas de: impulsão de uma chapa unitária de coque quente emuma superfície de recepção substancialmente planar de umcarro quente;transporte do carro quente para uma estação decarro têmpera; impulsão da chapa unitária de coque quente para umasuperfície de recepção substancialmente planar de um carro detêmpera;têmpera da chapa de coque quente no carro detêmpera com uma quantidade predeterminada de água; despejamento do coque temperado em uma almofada derecepção para a coleta do mesmo.
2. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o carro quente contém umatampa e um sistema de coleta de poeira, e compreendeadicionalmente a coleta da poeira gerada durante a etapa deimpulsão da chapa unitária de coque quente na superfície docarro quente.
3. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o coque é temperado em umaestação de têmpera.
4. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 3,caracterizado pelo fato de que a almofada de recepção para ocoque temperado é adjacente à estação de têmpera.
5. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente adivisão da chapa de coque à medida que a chapa de coque éempurrada para o carro de têmpera.
6. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a etapa de têmpera é executadasob condições suficientes para fraturar substancialmente achapa unitária de coque inteira.
7. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente adivisão longitudinal da chapa unitária de coque quenteenquanto a chapa unitária é empurrada para o carro detêmpera.
8. MÉTODO DE PRODUÇÃO DE COQUE DE CARVÃO, em que ométodo é caracterizado pelo fato de compreender as etapas de:queima de um leito de carvão em um forno decoqueificação por um período de tempo e sob condições deatmosfera de redução para formar um leito unitário de coque;remoção de uma porta de produto de uma extremidadede produto de um primeiro forno de coqueificação;posicionamento de um carro quente adjacente àextremidade de produto do primeiro forno de coqueificação;impulsão do leito unitário de coque quente para umasuperfície de recepção substancialmente planar do carroquente;transporte do carro quente que contém o leitounitário de coque quente para uma estação de carro detêmpera;reinstalação da porta de produto na extremidade deproduto do primeiro forno de coqueificação;impulsão do leito unitário de coque quente para umasuperfície de recepção substancialmente planar de um carro detêmpera;têmpera do leito unitário de coque quente no carrode têmpera com uma quantidade de água suficiente parafraturar substancialmente todo o leito unitário de coquequente e resfriar o coque quente até uma temperaturapredeterminada; edespejamento do coque temperado e esfriado em umaalmofada de recepção de coque.
9. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que o carro quente contém umatampa e um sistema de coleta de poeira, e compreendeadicionalmente a coleta da poeira gerada durante a etapa deimpulsão do leito unitário de coque quente para a superfíciedo carro quente.
10. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que a almofada de recepção para ocoque temperado é adjacente à estação de têmpera.
11. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que o carro de têmpera tem umaprimeira posição inclinada para temperar o coque e umasegunda posição inclinada para despejar o coque temperado, ecompreende adicionalmente a drenagem do excesso de água doleito unitário de coque quente durante a etapa de têmperamediante a inclinação do carro de têmpera para a primeiraposição inclinada.
12. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 11,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente odespejamento do coque temperado e esfriado na almofada derecepção de coque mediante inclinação do carro de têmperapara a segunda posição inclinada.
13. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 12,caracterizado pelo fato de que a segunda posição inclinada éna direção de um lado oposto do carro de têmpera da primeiraposição inclinada.
14. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente oposicionamento do carro quente adjacente a uma extremidade deproduto de um segundo forno de coque depois de ter empurradoo leito de coque quente para a superfície de recepção docarro de têmpera.
15. CARRO QUENTE PARA UM FORNO DE COQUE, em que ocarro quente é caracterizado pelo fato de compreenderuma caixa quente parcialmente encerrada que tem umasuperfície de recepção de chapa de coque substancialmente; eum mecanismo de elevação e translação para elevar acaixa quente e mover a caixa quente para se aproximar e seafastar do forno de coque.
16. CARRO QUENTE, de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente umsistema de coleta de poeira unido integralmente ao carroquente.
17. CARRO QUENTE, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado pelo fato de que o sistema de coleta de poeiracompreende adicionalmente um duto de entrada inclinadoligeiramente móvel adjacente a uma placa de tapagem unida aum duto de saída do carro quente.
18. CARRO QUENTE, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado pelo fato de que o carro quente é posicionávelde maneira móvel em trilhos entre uma extremidade de descargade coque do forno de coque e uma estação de têmpera de coque.
19. EMPURRADOR ESTACIONÁRIO PARA EMPURRAR UMACHAPA SUBSTANCIALMENTE UNITÁRIA DE COQUE PARA FORA DE UMCARRO QUENTE EM UM CARRO DE TÊMPERA, em que o empurrador écaracterizado pelo fato de compreender:uma cabeça de pistão refrigerada a água, umprimeiro braço unido à cabeça de pistão, e um segundo braçoconectado articuladamente ao primeiro braço;um mecanismo de impulsão de engrenagem para mover oprimeiro e o segundo braços;um sistema de aspersão de refrigeração pararefrigerar o carro quente unido de maneira móvel adjacente àcabeça de pistão; eum trilho guia para guiar o movimento do segundobraço de uma posição substancialmente vertical a uma posiçãosubstancialmente horizontal.
20. CARRO DE TEMPERA MULTIFUNCIONAL, caracterizadopelo fato de compreender:um leito de recepção inclinável que tem uma paredede extremidade substancialmente fixa, uma parede lateralsubstancialmente fixa, uma parede lateral móvel e uma paredede extremidade móvel; eum mecanismo de inclinação para inclinar o leito derecepção em uma primeira direção para temperar o coque e emuma segunda direção para descarregar o coque temperado em umadoca de recepção de coque.
21. CARRO DE TEMPERA, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente umdivisor da chapa do coque unido ao leito de recepçãoadjacente a uma primeira extremidade do carro de têmpera.
22. CARRO DE TÊMPERA, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que o leito de recepção éinclinável na primeira direção a um ângulo que varia deaproximadamente 5 a aproximadamente 15 graus.
23. CARRO DE TÊMPERA, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que o leito de recepção éinclinável na segunda direção a um ângulo que varia deaproximadamente 25 a aproximadamente 3 5 graus.
24. CARRO DE TÊMPERA, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que o carro é posicionável demaneira móvel nos trilhos adjacentes à doca de recepção.
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