BRPI0708627A2 - sistema de testes de diagnóstico e respectivo método de codificação - Google Patents
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Abstract
Sistema de Testes de Diagnóstico e Respectivo Método de Codificação. Resumo. Um sistema de testes de diagnóstico pode incluir um medidor para realizar um teste de diagnóstico numa amostra aplicada a uma meio de teste, tendo o medidor um alojamento e uma interface para receber um sinal que representa informações de codificação e um recipiente configurado para conter meio de teste compatível com o medidor, tendo o recipiente um elemento de codificação associado a ele. Além disso, o sistema pode proporcionar um mecanismo para remover o medidor a partir de um recipiente de teste interconectado e religá-lo a um novo recipiente que usa métodos de codificação internos ao recipiente que pode calibrar novamente o medidor para o novo recipiente de tiras de teste. O sistema pode ainda proporcionar um dispositivo de amostragem, tal como uma lanceta, operavelmente conectada ao recipiente de tal maneira que um usuário pode usar o dispositivo de amostragem para obter uma amostra sem desconectar o dispositivo de amostragem do recipiente. Além disso, o sistema pode ainda proporcionar um recipiente capaz de ser enchido de novo de tiras de teste que inclui uma bolsa de lâminas de tiras de teste com uma pilula exsicante usada encher de novo o recipiente de tiras de teste, quando vazio.
Description
"Sistema de Testes de Diagnósticoe Respectivo Método de Codificação"
Relatório Descritivo
Este Pedido reivindica a prioridade do Pedido de Patente US11/373.284, depositado em 13 de março de 2006.
Campo Técnico
A presente invenção relaciona-se como campo de testes dediagnóstico e, mais particularmente, com sistemas de testes de diagnós-tico usando medidores eletrônicos.
Antecedentes
Os sistemas de testes de diagnóstico são comumenteusados para realizar vários tipos de testes de diagnóstico em diversostipos de amostras. O teste de diagnóstico pode ser um teste qualitativoou quantitativo para determinar a presença, a concentração ou aquantidade de um ou mais produtos para análise numa amostra. Oproduto para análise pode ser um produto para análise medicamentesignificativo - por exemplo, glicose, cetonas, colesterol, triglicerídeos,coriogonadotropina humana (HCG), hemoglobina AlC, frutosamina,carboidratos, marcadores de tumor, chumbo, drogas anti-epilepsia,bilirrubina, marcadores de função hepática, toxinas ou seus metabóli-tos, substâncias controladas, fatores de coagulação do sangue (PT,ATPP) etc. - contida numa amostra biológica - por exemplo, sangue,urina, tecido, saliva etc. Todavia, o teste de diagnóstico não é limitadoao campo médico. Além disso, os medidores de teste de diagnósticopodem ser usados para monitorar produtos para análise ou parâmetrosquímicos em amostras não médicas tais como água, terra, esgoto, areia,ar ou qualquer outra amostra apropriada.Esses sistemas de testes de diagnóstico podem incluir umameio de teste (por exemplo, uma tira, aba, disco de teste etc.), configu-rado para reagir à presença do produto para análise numa amostra, eum medidor eletrônico separado, configurado para interfacear com ameio de teste, a fim de conduzir o teste de diagnóstico e indicar osresultados do teste de diagnóstico para o usuário.
A fim de conduzir o teste de diagnóstico, um usuário deveobter, primeiro, uma meio de teste de amostra, por exemplo, uma tirade teste, a partir de um recipiente, então obter uma amostra usandoum dispositivo de amostragem (por exemplo, retirando sangue usandouma lanceta), e, então, aplicar a amostra na meio de teste (antes oudepois de inserir a meio de teste na interface do medidor). O medidor,então, realiza o teste de diagnóstico sobre a amostra e indica o resulta-do para o usuário, por exemplo, usando uma exibição numérica.
Os medidores de diagnóstico do estado da técnica são, àsvezes, volumosos, porque os alojamentos contêm a tela, circuitoseletrônicos e meio de teste. Além disso, o usuário de um sistema dediagnóstico de testes de sangue deve administrar e portar não só omedidor, mas também um recipiente de meio de teste e um dispositivode amostragem. Estes três componentes devem ser manipulados numacerta ordem e exigem uma quantidade substancial de atenção e mani-pulação para conduzir um teste bem sucedido. Não apenas as etapassão incômodas para alguns usuários, existe a possibilidade de que orecipiente de meio de teste, o dispositivo de amostragem e o medidorpossam ser separados um do outro, de forma que o usuário possaapurar estar sem um ou mais dos componentes necessários paraconduzir o teste de diagnóstico.
Como é sabido na técnica, a meio de teste a partir dediferente fabricantes ou mídia de diferentes lotes de produção poderesponder diferentemente à presença ou concentração do produto paraanálise na amostra. A fim de obter resultados mais precisos, o medidoreletrônico pode ser calibrado com respeito a uma dada tira de teste deuma marca ou lote de tiras de teste provendo-a de um ou mais parâme-tros de calibração específicos da marca ou do lote que correlacionam aresposta de sinal a partir de uma marca ou lote particular de meio deteste a uma referência padronizada. Por essa calibração, os resultadosreportados pelo medidor representam com mais precisão a quantidadede produto para análise numa amostra.
Antes de processar um teste de diagnóstico, o medidorprecisa ser corretamente calibrado. Ao usuário pode ser exigido queproveja o medidor com os parâmetros de calibração apropriados numaetapa de codificação separada. Por exemplo, o recipiente de meio deteste pode portar um número de código que é introduzido no medidor ea partir do qual o medidor pode acessar as informações de calibraçãoapropriadas armazenadas na memória do medidor. O número de códigopode ser introduzido manualmente (por exemplo, usando botões ououtros dispositivos de entrada do usuário no medidor) para prover osdados de calibração para o medidor. Alternativamente, os dados decalibração podem ser carregados, por exemplo, a partir de um sítio daweb do fabricante. Noutra abordagem, o recipiente do meio de testepode ser provido de um chip de código associado, por exemplo, umaROM, em que os dados de calibração ficam eletronicamente armazena-dos. O usuário pode prover os dados de calibração para o medidorinserindo o chip de código numa porta correspondente no medidor.
Estes métodos de codificação do estado da técnica podemser inconvenientes ou difíceis para o usuário. Por exemplo, usuários deidade avançada ou fracos podem ter dificuldade em carregar dados decalibração ou inserir chips de código, que devem ser fisicamente ali-nhados corretamente, a fim de efetivar uma conexão de dados com omedidor. Os chips de código podem ser extraviados ou perdidos,levando à incapacidade de usar a meio de teste correspondente ou usara meio de teste com um dispositivo de codificação não comparado.Além disso, os usuários podem esquecer-se de calibrar o medidor parausar com uma nova marca ou lote de meio de teste. Em conseqüência,o usuário pode introduzir parâmetros de calibração ou códigos incorre-tos ou o usuário pode usar meio de teste de uma marca ou lote com ummedidor calibrado para uso com meio de teste de uma marca ou lotediferente. Uma vez que um medidor esteja calibrado para um dado lotede meio de teste, o uso daquele medidor com meio de teste de outro lotepode levar a resultados errôneos que poderiam ter conseqüências sériaspara o usuário. Por exemplo, nos casos em que o teste é um autotestedo nível de glicose no sangue, um resultado errôneo poderia levar ousuário a agir ou deixar de agir, de uma maneira prejudicial à suasaúde.
Uma solução possível para os problemas acima menciona-is dos de codificação é assegurar que todas as mídias comercializadas secomportam da mesma maneira. Esta abordagem é chamada de "codifi-cação universal". Os esquemas de codificação universal usam lotes detiras que são controlados e classificados segundo critérios de aceitaçãoestreita, isto é, todas as tiras são conformadas a um conjunto único deparâmetros de calibração, eliminando, deste modo, as necessidades deconjuntos múltiplos de parâmetros a ser armazenados no medidor 130.A codificação universal economiza o custo de substituir o medidor 130permitindo que seja usado com muitos recipientes de tiras de testediferentes 110. A partir de uma perspectiva de produção, a mídiauniversalmente codificada 120 precisa ser firmemente controlada de talmaneira que lotes de tiras fabricadas que tenham o mesmo comporta-mento e, conseqüentemente, o mesmo código, a fim de ajustar os dadosde calibração fixa do medidor. Este método não é dependente datécnica e ajuda a impedir erros devidos a lotes de tiras misturadas.Além disso, a codificação universal sempre tem o código correto de talmodo que não existe desencontro entre o medidor 130 e o código do lotede tira. Todavia, os limites estreitos impostos por este método não seconformam bem aos processos de produção de ampla escala, queincluem variações inerentes. É quase impossível usar técnicas deprodução de saída elevada, orientadas para lotes de maneira a assegu-rar que a meio de teste exiba comportamento perfeitamente consistente,deste modo, o esquema da codificação universal resulta invariavelmenteem lotes de mídia não conformados. Esta mídia não será utilizável,acrescendo aos custos e rejeitos indesejáveis.
Em conseqüência, existe uma necessidade de sistemas detestes de diagnóstico que sejam convenientes para portar e que minimi-zem a chance de que um usuário use um medidor de diagnóstico commeio de teste a partir de uma marca ou lote para a qual o medidor nãofoi calibrado.
Sumário de uma Modalidade Ilustrativa
As modalidades ilustrativas aqui descritas satisfazem estase outras necessidades proporcionando um sistema de testes de diagnós-tico que incluem um medidor para realizar um teste de diagnósticonuma amostra aplicada a uma meio de teste, o medidor um alojamentoe uma interface para receber um sinal que representa informações decodificação e um recipiente configurado para conter meio de testecompatível com o medidor, tendo o recipiente um elemento de codifica-ção associado a ele, em que transferir o medidor a partir de um recipi-ente de teste associado para um novo recipiente inclui usar um dentrevários métodos de codificação que transferem informações de código delote específico do novo recipiente de mídia para o medidor.
De acordo com as modalidades ilustrativas, um medidorpode incluir uma parte de fechamento para fechar seletivamente aabertura do recipiente. Além disso, um dispositivo de amostragem, talcomo uma lanceta, pode ser operavelmente conectado ao recipiente deTAM maneira que um usuário possa usar o dispositivo de amostragempara obter uma amostra sem desconectar o dispositivo de amostragemdo recipiente.
As modalidades ilustrativas aqui descritas proporcionamainda um método de codificação interno ao recipiente que permite queuma gama maior de números de código seja codificada devido ao grandeespaço disponível na parte superior, na parte inferior e nos lados dorecipiente. Este método não é dependente da técnica do usuário e éamplamente transparente para o usuário, eliminando erros de codifica-ção comuns associados ao esquecimento de mudar um chip de códigoou tecnologias de entrada manuais.
As modalidades ilustrativas proporcionam ainda um aloja-mento de medidor com um receptáculo que pode receber um recipientede tiras de teste. Além disso, o alojamento de medidor pode tambémreceber dispositivos, tais como players de mídia, rádios terrestres ou desatélite, relógios de alarme de viagem, alarmes de testes, gravadores devoz de memorandos, PDAs, telefones celulares ou outra funcionalidadede adição, de tal forma que um código, semelhante a um colocado norecipiente da tira de teste, possa ser lido, para que o dispositivo sejausado em conjunto com o medidor.
As modalidades ilustrativas da presente invenção tambémpodem proporcionar um recipiente capaz de ser ressuprido de tiras deteste com um medidor integrado. Uma bolsa de lâminas separadas detiras de teste e, opcionalmente, exsicadores, pode ser colocada norecipiente como um reíll. Este sistema integrado é vantajoso na medidaem que tanto o medidor como o recipiente podem sempre ser reusados,permitindo marketing e embalagem mais eficientes e também maiorvariedade em formas e projetos do recipiente.
Aspectos e vantagens adicionais da invenção serão descritosem parte na descrição que se segue e em parte será óbvios a partir dadescrição ou podem ser aprendidos pela prática da invenção. Asvantagens da invenção serão percebidas e atingidas por meio doselementos e combinações particularmente assinalados nas Reivindica-ções anexas.
Deve ficar entendido que tanto a descrição geral precedentecomo a descrição detalhada seguinte são apenas exemplificativas eexplicativas e não são restritivas da invenção, conforme reivindicada.
Breve Descrição dos Desenhos
Os desenhos anexos, que são incorporados e constituemuma parte deste Relatório Descritivo, ilustram várias modalidades dainvenção e, em conjunto com a descrição, servem para explicar osprincípios da invenção.
A Figura 1 é uma vista em perspectiva de uma primeiramodalidade de um sistema integrado consistente com a presenteinvenção.
A Figura 2 é uma vista em perspectiva de uma segundamodalidade de um sistema integrado consistente com a presenteinvenção.
A Figura 3 é uma vista em perspectiva de uma terceiramodalidade de um sistema integrado consistente com a presenteinvenção.
A Figura 4 é uma vista em seção reta de uma quartamodalidade de um sistema integrado consistente com a presenteinvenção.
A Figura 5 é uma vista em perspectiva de uma quintamodalidade de um sistema integrado consistente com a presenteinvenção.
A Figura 6 é uma vista em perspectiva de uma sextamodalidade de um sistema integrado consistente com a presenteinvenção.
A Figura 7 é uma vista em perspectiva de um alojamento demedidor que compreendendo um prendedor configurado para receberum ou mais dispositivos usados para testes de diagnóstico.
A Figura 8 é uma vista em perspectiva de um recipientecom um diodo emissor de luz localizado no recipiente.
A Figura 9 é uma vista em perspectiva de um recipientecom um diodo emissor de luz localizado no medidor.
A Figura 10 é uma vista em perspectiva de um recipientecom um diodo emissor de luz posicionado adicionalmente para iluminaruma parte de exterior do recipiente.
A Figura 11 é uma vista em perspectiva de um prendedorna forma de um clipe colocou em torno de um recipiente.
A Figura 12 é uma vista em perspectiva de um prendedorna forma de orifícios usado para conter um recipiente e um dispositivode lancetar.
A Figura 13 é uma vista em seção reta de uma sétimamodalidade de um sistema integrado consistente com a presenteinvenção.
A Figura 14 é uma vista em perspectiva de um padrão decodificação condutivo ligado a um recipiente de tiras de teste com ummedidor removível.A Figura 15 é uma vista em perspectiva de um padrão decodificação condutivo ligado a um recipiente de tiras de teste inseridonum receptáculo de medidor.
A Figura 16 é uma vista em perspectiva de um substratocom vários blocos de contato codificados.
A Figura 17 é uma vista em perspectiva de uma interfacede código analógico com um alarme de gatilho de nível negativo.
A Figura 18 é uma vista em perspectiva de uma interfacede código analógico com um alarme de gatilho de nível positivo.
A Figura 19 é uma vista em perspectiva de uma interfacede medidor de bloco de contato de código digital.
A Figura 20 é uma vista da parte superior e inferior de umchip de memória num quadro de circuito impresso com blocos decontato.
A Figura 21 é uma vista em perspectiva de um chip dememória em um quadro de circuito impresso com blocos de contato eum medidor removível ligado a uma parte inferior de um recipiente detiras de teste.
A Figura 22 é uma vista em perspectiva de um chip dememória num quadro de circuito impresso com blocos de contato e ummedidor removível ligado a uma parte superior de um recipiente de tirade teste.
A Figura 23 é uma vista em perspectiva de um chip dememória num quadro de circuito impresso com blocos de contatofixados numa parte inferior de um recipiente de tira de teste inseridonum receptáculo de medidor.A Figura 24 é uma vista em perspectiva de uma etiqueta deidentificação de freqüência de rádio na proximidade íntima de ummedidor removível e ligada a uma parte superior de um recipiente detiras de teste.
A Figura 25 é uma vista em perspectiva de uma etiqueta deidentificação de freqüência de rádio na proximidade íntima de ummedidor removível e ligada a uma parte inferior de um recipiente detiras de teste.
A Figura 26 é uma vista em perspectiva de uma etiqueta deidentificação de freqüência de rádio na proximidade íntima de ummedidor e ligada a uma parte inferior de um recipiente de tiras de testeinserido num receptáculo de medidor.
A Figura 27 é uma vista em perspectiva de uma bolsa delâmina com uma pílula exsicante usada para encher de novo umrecipiente de tiras de teste de refil.
Descrição das Modalidades
Será feito, agora, referência em detalhe às modalidadesexemplificativas da invenção, cujos exemplos são ilustrados nos dese-nhos anexos. Sempre que possível, serão usados os mesmos númerosde referência através dos desenhos para referência às mesmas partesou semelhantes.
I-O Sistema Integrado
A Figura 1 é um sistema integrado 100 para conduzir umteste de diagnóstico de acordo com uma modalidade exemplificativa dapresente invenção. O sistema exemplificativo integrado 100 inclui umrecipiente 110 para conter meios de teste, tais como tiras de teste 120,e um medidor 130, para realizar um teste de diagnóstico usando astiras de teste 120 contidas no recipiente 110.
Numa modalidade ilustrativa, o teste de diagnóstico é adeterminação da quantidade de glicose numa amostra de sangueintegral aplicada a uma câmara de amostra 121 de tiras de teste 120,conforme representado na Figura 3. Para o teste de glicose do sangue,o medidor 130 pode empregar qualquer dentre uma variedade detécnicas. De modo ilustrativo, o teste de diagnóstico emprega umatécnica eletroquímica (por exemplo, coulometria, amperometria, poten-ciometria etc.). Sistemas eletroquímicos exemplificativos são descritosnas Patentes US do estado da técnica 6.743.635, depositada em 1 dejunho de 2004, e 6.946.299, depositada em 20 de setembro de 2005,ambas intituladas "System and Method for Blood Glucose Testing" eambas com uma cessionária em comum com o presente Pedido, que sãoaqui incorporadas por referência na sua totalidade. Alternativamente, omedidor 130 pode empregar uma técnica fotométrica (por exemplo,reflexão, transmissão, difusão, absorção, fluorescência, eletroquimiolu-miniscência etc.) para determinar a quantidade de glicose na amostra.Os sistemas fotométricos exemplificativos são descritos nas Patentes US6.201.607; 6.284.550; e 6.541.266, cada uma comumente cedida com opresente Pedido, que são aqui incorporadas por referência na suatotalidade. Todavia, as técnicas eletroquímicas são atualmente preferi-das porque, entre outras razões, exigem uma amostra de sangue menor(na ordem de 1 μL ou menos) do que as técnicas fotométricas (na ordemde 1 μL ou maior). Além disso, a instrumentação para as técnicaseletroquímicas exige tipicamente menos energia e pode ser tipicamentetornada mais compacta do que a instrumentação para as técnicasfotométricas.
O sistema integrado 100 será ilustrado com referência a umteste de diagnóstico para determinar a concentração de glicose nosangue usando uma técnica eletroquímica, com o entendimento de queos princípios da presente invenção são igualmente aplicáveis a outrotipos de testes e técnicas de diagnóstico, tais como aqueles menciona-dos acima. Além disso, embora a presente invenção tenha sido ilustra-da como utilizando meio de teste na forma de tiras de teste 120, asmodalidades exempliílcativas da presente invenção não ficam limitadasa um tipo particular de mídia e aquelas pessoas de capacidade natécnica reconhecerão que os princípios da presente invenção sãoigualmente aplicáveis a sistemas de testes de diagnóstico que empre-gam meios de teste em outras formas, por exemplo, abas, discos etc.
O medidor 130 pode ser contido dentro de um alojamento131. O alojamento de medidor 131 é ligado ou inclui de outra formauma parte de fechamento 140 (parte inferior do medidor 130 na Figura1) que se liga ao recipiente 110, a fim de fechar seletivamente umaabertura 111 do recipiente. Como seria evidente para uma pessoa decapacidade ordinária na técnica e como aqui discutido, ligado pode serusado para significar afiliado a, associado a, anexado a, conectado a,acoplado a, preso com, fixado a, firmado com etc. Alternativamente,conforme ilustrado na Figura 4, uma parte inferior do recipiente 110pode ser ligado a um alojamento de medidor 131 por meio de um clipede retenção, rosca de aparafusar, dente de encaixe ou outros métodosde retenção (não mostrados) ou pode ser inserido no receptáculo 145 doalojamento de medidor 131 numa posição localizada por chave, em queo medidor 130 é chaveado de modo a alinhar-se com o recipiente 110 detal forma que o recipiente possa ser lido com precisão (Figuras 5 e 6).Uma pessoa de capacidade ordinária na técnica entenderá que o aloja-mento de medidor 131 com o receptáculo 145 pode receber adicional-mente dispositivos codificados tal como players de mídia, rádios terres-tres ou de satélite, relógios de alarme de viagem, alarmes de testes,PDAs, telefones celulares, registradores de voz de memorandos ou outrafuncionalidade de complementação, tal como um código, semelhanteàquele colocado no recipiente 110, pode ser lido para que o dispositivoseja usado em conjunto com o medidor 130.Numa modalidade ilustrativa, o alojamento de medidor 131pode incluir um ou mais botões 132 implementados por uma função decontrole de usuário para ligar o medidor 130 ou ejetar o recipiente 110depois do uso. Como ilustrado na Figura 5, o botão 132 pode serconfortavelmente premido com o dedo polegar ou indicador direitos, aomesmo tempo em que o sistema integrado 100 é seguro na mão direita,com a tela 133 numa posição vertical. Todavia, o botão 132 pode ficarposicionado noutro lugar no medidor 130. Por exemplo, o botão 132pode ser colocado num lado da mão direita do alojamento do medidor131, a fim de ficar mais conveniente para usuários canhotos (Figura 27)ou numa parte superior do medidor 130.
O alojamento do medidor 131 pode adicionalmente incluirum prendedor 144 que é configurado para receber um ou mais recipien-tes 110, conforme ilustrado na Figura 7. O prendedor 144 é configura-do para ficar armazenado sob o fechamento 140, quando não estiver emuso, e é deslizavelmente móvel (como ilustrado pela seta de posição)para uma posição lateral do recipiente 110, a fim de receber e segurarrecipientes adicionais 110. Numa modalidade ilustrativa, o alojamentode medidor 131 tem um lado (por exemplo, a parte inferior do alojamen-to de medidor 131 na Figura 1) que é formada de maneira a ajustar-seao fechamento 140 e é fixada no fechamento 140, por exemplo, por umaamarração mecânica (clipes etc.), ligação, cola, solda etc. Alternativa-mente, a parte de fechamento 140 pode ser formado de modo integralcom o alojamento de medidor 131. O medidor 130 e o fechamento 140em conjunto formam, deste modo, uma cobertura ou tampa no recipien-te 110.
O fechamento 140 pode ser configurado para se ligar norecipiente de vários modos. Na posição fechada (ver Figuras 3 e 4), ofechamento 140 fecha suficientemente a abertura 111 de maneira aimpedir a perda ou remoção das meios de teste do recipiente 110. Emconseqüência, o fechamento 140 é configurado para se ligar ao recipien-te 110 para impedir que as tiras de teste 120 passem através da abertu-ra de passagem 111, quando o fechamento 140 estiver na posiçãofechada. O recipiente 110 e o fechamento 140 podem também serconfigurados de maneira a impedir a infiltração de luz, líquido, vapore/ou ar no recipiente 110, a fim de impedir a contaminação ou degra-dação das meios de teste. Nos casos em que a meio de teste é configu-rada de tal forma que seja tóxica ou possa apresentar perigo de sufo-camento, o fechamento 140 pode ser opcionalmente configurado pararesistente a crianças, com a finalidade de impedir que crianças abram orecipiente IlOe acessem a meio de teste. Por exemplo, o fechamento140 e o recipiente 110 podem ser configurados de uma maneira seme-lhante a recipientes bem conhecidos resistentes a crianças para produ-tos farmacêuticos ou substâncias químicas domésticas.
O fechamento 140 pode ser configurado como uma cobertu-ra de torção, por exemplo, proporcionando rosqueamentos de interblo-queio (não mostrados) sobre o fechamento 140 e o recipiente 110.Alternativamente, o fechamento 140 pode ser configurado para deslizarpor sobre a abertura, por exemplo, dentro de ranhuras (não mostradas)ao lado da abertura. Como alternativa adicional, o fechamento 140pode ser provido de uma captura (não mostrada), tal como lingüeta, quese liga ao recipiente 110 (ou vice-versa). A captura pode ser liberadapor um botão. Todavia, numa modalidade ilustrativa, o fechamento140 é configurado para formar uma vedação de pressão ajustada aorecipiente de maneira a lacrar a abertura contra a infiltração de luz,líquido e vapor. Por exemplo, na Figura 1, o fechamento 140 é configu-rado com um recesso (não mostrado) para ajustar por pressão aoexterior da abertura 111, de forma que a beira da abertura 111 seadapte dentro da parte de fechàmento 140. Alternativamente, o fecha-mento 140 pode ser configurado com uma projeção 241 conformadapara se ligar à parte interna da abertura 111, segundo mostrado naFigura 2. Todavia, ficará entendido que a presente invenção não élimitada a nenhuma configuração particular do recipiente e do fecha-mento e que podem ser empregadas outras configurações consistentescom os princípios da presente invenção.
Para facilidade de fabrico, a abertura 111 pode ser feita damesma forma que o recipiente 110. Por exemplo, o alojamento 131 domedidor 130 também terá uma forma exterior semelhante àquela dorecipiente 110 de maneira que o sistema integrado 100 possa ser maisconfortavelmente seguro e levado, por exemplo, no bolso do usuário.Todavia, ficará entendido que o recipiente 110, o medidor 130 e aabertura 111 não precisam ser do mesmo formato exterior e o recipiente110 e o medidor 130 podem ser configurados em formatos diferentessem sair do âmbito da presente invenção.
De modo ilustrativo, o recipiente 110 é geralmente umcilindro circular reto e a abertura 111 tem uma forma circular, como mostrado nas Figuras 1 e 2. Uma forma circular é uma configuraçãopossível para a abertura, porque permite que seja formada uma vedaçãouniformemente estanque com um ajuste de pressão entre a parte defechamento 140 e o recipiente 110. Como mostrado nas Figuras 1-4, omedidor 130 pode também ser geralmente circular e cilíndrico e teruma largura semelhante à largura do recipiente, de forma que o sistemaintegrado 100 tenha uma forma global geralmente circular-cilíndricaque é confortável para segurar e portar, por exemplo, no bolso dousuário. Todavia, o recipiente 110, o medidor 130 e a abertura 111podem ser feitos de qualquer dentre várias outras formas. Por exemplo,o recipiente pode ser formado como um cilindro reto oval, elíptico ouretangular, a fim de melhor se ajustar ao bolso da camisa do usuário.As formas personalizadas são também possíveis e o recipiente pode sercustomizado com desenhos gráficos que apelam para os usuáriosindividuais ou os logotipos corporativos de sócios da marca etc.
Como ilustrado na Figura 2, o recipiente 110 e o fechamen-to 140 podem também ser providos de flanges correspondentes 112 e242, respectivamente, que se ajustam à face um contra o outro, quandoa parte de fechamento estiver na posição fechada, para ainda impedir ainfiltração de líquido e vapor. O fechamento 140 também é provido demodo ilustrativo de uma protrusão 143 que se estende para além dolado do recipiente 110 para ajudar suficientemente o usuário na aber-tura e no fechamento do recipiente 110, por exemplo, empurrando paracima com o dedo polegar contra a protrusão 143. A protrusão 143 podeser uma extensão do flange 242. Alternativamente, a protrusão 143pode ser formada diretamente sobre o alojamento de medidor 131, comomostrado na Figura 3.
Segundo exibido na Figura 1, o recipiente 110 pode seraberto completamente removendo o medidor 130 e a parte de fechamen-to 140 a partir do recipiente 110. Alternativamente, o medidor 130e/ou o fechamento 140 podem ser conectados ao recipiente 110, a fimde impedir que o medidor 130 fique separado do recipiente 110 (Figura2). O Recipiente 110 e o medidor 130 podem ser conectados, porexemplo, por uma dobradiça, uma correia ou outro conector flexível, talcomo uma faixa ou cabo de plástico flexível etc. (não mostrados). Numamodalidade ilustrativa da Figura 2, uma dobradiça 251 conecta orecipiente 110 e o alojamento do medidor 131 e/ou fechamento 140. Adobradiça 251 é posicionada de tal maneira que a projeção 241 seadapta dentro da abertura 111 na posição fechada. O conector (porexemplo, a dobradiça 251) pode ter uma extremidade conectada aorecipiente 110 e a outra extremidade conectada ao fechamento 140e/ou ao alojamento do medidor 131. Por exemplo, o recipiente 110 e ofechamento 140 podem ser integralmente conectados por uma dobradi-ça, como é sabido na técnica. Alternativamente, uma extremidade doconector (por exemplo, a dobradiça 251) pode ser conectada a um anel252, que é dimensionado de forma a ajustar por sobre o recipiente 110.O anel 252 pode ser configurado para livremente e por fricção ligar-seao recipiente 110. Como outra alternativa, o anel 252 pode ser ligadoao recipiente 110, por exemplo, por soldadura, cola etc. Além disso, orecipiente 110 pode incluir um diodo emissor de luz (LED) 253 queautomatica ou seletivamente ilumina o conteúdo do recipiente 110,quando for aberto. O LED 253 pode posicionar-se no recipiente 110, noalojamento do medidor 131 ou adicionalmente posicionado de forma ailuminar uma parte exterior do recipiente 110, como ilustrado nasFiguras 8-10.
Numa modalidade exemplificativa, o recipiente 110 e ofechamento 140 são formados de polipropileno usando um processo demoldagem por injeção. Todavia, processos podem ser usados outrosmateriais sem sair do âmbito da presente invenção.
O sistema integrado 100 pode ainda incluir um dispositivode amostragem que o usuário pode usar para obter uma amostra parateste. O dispositivo de amostragem pode ser adaptado para obter umaamostra biológica. Por exemplo, o dispositivo de amostragem podeincluir um dispositivo de lancetar que o usuário pode usar para retirarsangue, por exemplo, para um teste de diagnóstico do nível de glicoseno sangue.
Um sistema exemplificativo integrado que incorpora umdispositivo de lancetar 360 é mostrado na Figura 3. O dispositivo delancetar exemplificativo 360 inclui um corpo traseiro 312, uma cobertu-ra de dedo 314, um bico exterior 318, um bico interior 322 e um gatilho324. O dispositivo de lancetar exemplificativo 360 inclui ainda umafonte interna (não mostrada) que é usada para propelir a lanceta 320para além da superfície de contato 321 e através da pele até umaprofundidade selecionada pelo usuário.
Como mostrado na Figura 3, o dispositivo de lancetarexemplificativo 360 é conectado ao recipiente 110. O dispositivo delancetar 360 pode estar permanentemente conectado ao recipiente, porexemplo, formando, entre outros, o corpo traseiro 312, a cobertura dededo 314, o bico exterior 318 ou bico interior 322 integralmente com orecipiente 110 ou por ligação de um destes componentes para o recipi-ente 110, por exemplo, por uma ligação mecânica (clipes, suportes,abas, fendas), ligação, cola e soldadura. Como seria evidente para umapessoa de capacidade ordinária na técnica, podem ser usados outrosexpedientes conhecidos. Alternativamente, dispositivo de lancetar 360pode ser conectado de modo liberável ao recipiente 110 proporcionando conectores correspondentes liberáveis sobre o dispositivo de lancetar360 e o recipiente 110. Por exemplo, o dispositivo de lancetar 360 podeser provido de uma ou mais fendas, orifícios, cavidades, anexos ouclipes que se ligam a estruturas correspondentes sobre o recipiente 110ou vice-versa. Como ilustrado na Figura 11, um clipe prendedor 608pode ser estirado sobre o recipiente 110 para um ajuste aconchegado.O clipe prendedor 608 inclui um clipe que pode prender de modoliberável o dispositivo de lancetar 360 no lugar. De modo semelhante, aFigura 12 materializa os orifícios do prendedor 610 projetado para seligar o recipiente 110 e o dispositivo de lancetar 360 em conjunto numanexo. Uma pessoa de capacidade ordinária na técnica entenderá quepodem ser usados outros tipos de prendedores para receber um oumais dispositivos usados para testes de diagnóstico, tais como suportes,imãs, fechaduras de baioneta, fendas, abas, gancho e prendedores dealças etc. Como alternativa adicional, o dispositivo de lancetar 360pode ser conectado ao alojamento 131 do medidor 130 ou à parte defechamento 140. Por exemplo, apenas um dentre o corpo traseiro 312,a cobertura de dedo 314, o bico exterior 318 ou o bico interior 322 éconectado ao recipiente 110, de forma que o dispositivo de lancetar 360pode ser ajustado e usado sem desconectá-lo do recipiente 110.
A fim de puxar uma amostra usando o dispositivo delancetar exemplificativo 360, o usuário pode primeiro selecionar umaprofundidade desejada de penetração da lanceta 320 rodando o bicoexterior 318 de forma que o indicador da profundidade desejada 326 nobico exterior 318 fique alinhado com a seta 328 no bico interior 322. Aseguir, o usuário carrega a mola interna puxando o bico interior 322 emafastamento do corpo traseiro 312 e coloca a superfície de contato 321contra a superfície a ser lancetada. O usuário pode, então, acionar ogatilho 324 para liberar a mola interna, que propele a lanceta 320 paraalém da superfície de contato 321 até à profundidade indicada e, destemodo, para dentro da pele. Uma amostra de sangue pode, então, seraplicada na câmara de amostra 121 da tira de teste 120.
Detalhes adicionais exemplificativos do dispositivo delancetar 360 são mostrados no Pedido de Patente 10/757.776, intitula-do uLancing Devicedepositado em 15 de janeiro de 2004, comumente-cedido com o presente Pedido, que é aqui incorporado por referência nasua totalidade. Todavia, a presente invenção não fica limitada a ne-nhum dispositivo de amostragem particular e uma pessoa de capacida-de na técnica reconhecerá que outros dispositivos de amostragempodem ser incorporados de uma maneira semelhante ao dispositivo delancetar exemplifícativo acima descrito.
2 - Impedimento do Uso de Tiras de Teste Incorretas
O medidor 130 pode ser calibrado para uso com um lote demeios de teste de uma marca ou fabricante particular customizando oteste de diagnóstico realizado pelo medidor 130 com respeito à marcaou lote particular usando um ou mais parâmetros de calibração. Estesparâmetros de calibração podem incluir correções ambientais (porexemplo, correções de temperatura), correções do período de contagemde tempo (por exemplo, com respeito ao tempo de incubação), correçõesde voltagem (por exemplo, para uso em testes eletroquímicos), variaçõesde cor (por exemplo, para uso em testes fotométricos) etc., que customi-za a função de testes de diagnóstico de um controlador (não mostrado)para a marca ou lote particulares dos meios de teste. Ver, por exemplo,as Patentes US 6.743.635 e 6.946.299, aqui incorporadas por referênciaacima.
Numa modalidade ilustrativa da presente invenção, osistema integrado 100 inclui um ou mais recipientes 110 ou reservató-rios 510 de tiras de teste 120 embaladas em conjunto com um medidor130 (Figura 13). As tiras de teste 120 no pacote são do mesmo lote deprodução ou têm, de outra forma, a mesma reação característica para aglicose de sangue de maneira que o medidor 130 pode ser calibrado uma vez e, depois disso, usado com qualquer das tiras de teste 120 nopacote sem recalibração. O reservatório 510 pode ter um formatointerior semelhante àquele dos meios de teste, a fim de manter oalinhamento do empilhamento. Por exemplo, para as tiras de teste 120representadas na Figura 1, o interior do reservatório 510 pode sergeralmente retangular em seção reta.
A mola 516 empurra a pilha de tiras de teste contra a partesuperior 518 do reservatório 510, onde a tira de teste superior 125 éoperavelmente posicionada com respeito ao mecanismo de distribuiçãode tira 460. O mecanismo de distribuição 460, em conjunto com odetector 412, dispensa a tira de teste superior 125 na pilha usandouma ação linear e/ou rotacional mecânica. A ação mecânica pode serexecutada manualmente (por exemplo, pelo usuário puxando um slideou girando uma roda) ou por um motor (por exemplo, um motor escalo-nador) acionado por uma função de controle do usuário. A tira de testesuperior 125 é deslizada a partir da pilha e através da fenda 520. Ameio de teste usada com esta modalidade pode ser modificada poraplicação de uma camada ou filme de não fricção, tal como PTFE, paraum ou ambos os lados, a fim de assegurar a ejeção suave.
A função de testes de diagnóstico do medidor empacotado130 pode ser pré-calibrada pelo fabricante ou distribuidor, por exemplo,proporcionando instruções e/ou dados customizados para a meio deteste associada. Alternativamente, o medidor 130 pode ser calibrado nonível do usuário exigindo que o usuário calibre o medidor com respeitoa uma marca ou lote particular de meios de teste antes de usar omedidor para conduzir testes de diagnóstico. Por exemplo, o usuáriopode utilizar o controle de usuário ou funções de entrada/saída paraentrar ou baixar dados de calibração ou um código a partir do qual umcontrolador (não mostrado) pode derivar dados de calibração. Noutraabordagem, cada recipiente de meios de teste 110 (ou um grupo emba-lado em conjunto de recipientes a partir do mesmo lote) pode serprovido de um dispositivo de armazenamento de dados que armazenaeletronicamente os dados de calibração. Ver, por exemplo, as PatentesUS 6.743.635 e 6.946.299, aqui incorporadas por referência acima.
No evento de que as tiras de teste 120 no pacote não sejamdo mesmo lote produção ou não tenham do mesmo modo a mesmareação característica para a glicose do sangue, os usuários podemesquecer-se de calibrar o medidor 130 para uso com uma nova marcaou lote de meios de teste. Em conseqüência, a presente invençãopermite que o medidor 130 seja removido do recipiente da tira de teste110 e transferido para outro recipiente usando várias técnicas decodificação diferentes que impedem os resultados errôneos que poderi-am ter conseqüências sérias para o usuário, se o medidor 130 estivesseincorretamente calibrado. Visto que o medidor está corretamenteassociado a um recipiente de codificação para tiras de um lote combi-nado, o usuário não precisa tomar nenhuma ação adicional paraprogramar o medidor. Uma pessoa tendo capacidade ordinária natécnica entenderá que podem ser usadas diferentes técnicas de codifi-cação e elementos de codificação para prover uma variedade de testesde diagnóstico, com cada teste de diagnóstico testando um produtopara análise distinto numa amostra.
Numa modalidade ilustrativa, são impedidos erros decodificação comuns associados ao uso de um chip de código ou códigode botão antigo pelo método de codificação interna do recipiente. Astécnicas de codificação de recipiente permitem um alcance maior denúmeros de código a ser codificados devido ao grande espaço disponí-veis na parte superior, na parte inferior e nas partes laterais do recipi-ente 110. O medidor 130 é chaveado de forma a alinhar-se com orecipiente 110 de tal modo que se alinha com a colocação de código afim de que o recipiente 110 seja lido com precisão. O recipiente tam-bém pode ser lido antes da inserção no medidor. Este método não édependente de técnica ou evidente para o usuário, eliminando erros decodificação comuns associados ao esquecimento de mudar o chip decódigo ou o código de botão em tecnologias mais antigas. As tiras nãotêm probabilidade de serem misturadas entre diversos recipientesdevido à associação do código de lote de tira de recipiente. O medidorpode ser programado para não realizar um teste, a menos que umcódigo seja antecipadamente corretamente acessado pelo medidor.
Conforme ilustrado nas Figuras 14 e 15, o método decodificação interna do recipiente inclui um padrão de codificaçãoeletricamente condutor colocado num substrato 147 e diretamenteimpresso no recipiente de tiras de teste 110 ou fixado no recipiente 110com uma etiqueta adesiva, de tal modo que o medidor 130 faz contatocom o padrão de codificação, quando fixado. O medidor 130, então, lêas propriedades elétricas selecionadas, por exemplo, os valores deresistência, do padrão de codificação. Os valores elétricos são associa-dos a um grupo de código adequado armazenado no medidor 130 paraesse lote de tiras de teste particular. Quando o padrão de codificaçãocolocado no substrato 147 é substituído por um novo padrão de codifi-cação, o usuário precisa apenas prender o recipiente no medidor paracalibrar novamente o medidor com os novos valores de codificação,segundo descrito no método acima.
O sistema integrado 100 é projetado de tal modo que orecipiente 110 pode ser usado com um medidor removível 130 ou orecipiente 110 pode ser inserido no receptáculo 145 do alojamento domedidor 131 numa posição de localização chaveada, como descritoacima nas Figuras 5 e 6. O método de codificação interna de recipiente é vantajoso na medida em que pode ser aplicado ao recipiente de teste110 depois que a produção embalou completamente as tiras de teste120 nos recipientes 110. Uma pessoa tendo capacidade ordinária natécnica entenderá que outras informações também podem ser codifica-das sobre o recipiente 110, tais como o tipo de produto, o tipo de teste etc.
As informações que são armazenadas no recipiente 110podem ser tão complexas quanto um conjunto inteiro de parâmetrospara calibração de lote ou tão simples quanto um índice de código delote que é correlacionado com uma calibração de lote pré-programadano medidor 130. Como ilustrado na Figura 16, um substrato 147 incluium padrão de codificação com dezesseis blocos de contato 149 ou bitsde codificação, dando a possibilidade de selecionar 2 χ IO16 (65535)números de codificação ou dezesseis bits de informações. O condutorde código pode ser exposto ou removido a partir do substrato 147 ouum padrão de isolamento elétrico impresso pode cobrir o substratocondutor para produzir codificação aberta, fechada ou resistiva.Quando é usado um bloco de contato 149 como um bit de codificaçãocomum, apenas 2 χ 1015 (32768) códigos são gerados, mas apenas umcontato por bloco de contato 149 é exigido, portanto, mais informaçõespodem ser armazenadas. Todavia, visto que os blocos individuais 149sem um bit de codificação comum exigem dois contatos para compor obit de codificação, um número reduzido de códigos está disponível.Como uma pessoa tendo capacidade ordinária na técnica entenderá,quanto mais códigos puderem ser gerados e selecionados, maior aflexibilidade na configuração do sistema. O esquema de codificaçãopode ser semelhante àquele descrito para codificação sobre tiras noPedido de Patente US copendente 11/181.778, depositado em 15 dejulho de 2005 e comumente cedido com o presente Pedido, cujosconteúdos são aqui incorporados por referência.
A interface para os blocos de contato codificados 149 podeser resistiva e ler num estilo analógico ou digital e ler como fechamentosde comutador ligados ou desligados. Com codificação sobre recipienteresistiva analógica, quando o recipiente 110 entrar em contato com omedidor 130, o medidor 130 lê os padrões de valor da resistência paraselecionar o grupo de código adequado no medidor 130 para aquele lotede tiras de teste particular. O método analógico exige que uma gradua-ção resistiva pré-fixada (R, 2R, 4R, 8R), como ilustrado nas Figuras 17 e18, seja interconectada ao bloco de contato 149 de tal modo que aspermutações de tinta impressa não condutora possam ser correlaciona-das com informações de código de lote distinto usando uma queda devoltagem, resistência ou medição de corrente. Os resistores tambémpodem ser impressos em diferentes valores e ler numa disposiçãosemelhante. O método analógico também pode ser simultaneamenteusado como a característica de autoligado, na medida em que cadacódigo tem pelo menos um bloco de contato 149 isento de tinta nãocondutora, que pode fazer que uma conexão de baixa impedânciaacorde o medidor 130. As Figuras 17 e 18 ilustram uma interface decódigo analógico com um alarme de gatilho de nível negativo e positivo,respectivamente. A voltagem, a resistência ou o nível de correnteanalógica podem também ser usados para identificar o tipo de teste,simular um teste, verificar as tiras de teste 120 ou confirmar os testesde produção que estão sendo empregados.
Com codificação interna do recipiente do comutador condu-tor digital, é codificado um número codificado binário usando as condu-tas padronizadas como comutadores para abrir ou fechar um comuta-dor de modo a representar um valor 1 ou 0 no código de lote. De modosemelhante à codificação resistiva analógica, na codificação condutivadigital, o padrão de codificação pode ser pré-impresso e ligado aorecipiente 110 ou impresso diretamente sobre o recipiente 110. Comomostrado na Figura 19, uma interface de medidor de bloco de contatode código inclui um microcontrolador e uma extremidade frontal analó-gica com os interruptores (Int) e um convertedor A/D, uma pluralidadede resistores (R) e uma interface de conector de tira com uma pluralida-de de comutadores (SI, S2, S3, S4 e S5). Quando o recipiente 110 écolocado em contato com o medidor 130, o medidor 130 é ligado via apluralidade de interruptores, tendo pelo menos um comutador decontato fechado.
O método digital exige que cada bloco de contato 149 sejalido como entradas individuais, diferentemente da entrada única exigidapelo método analógico. Para que o método digital seja simultaneamenteusado como uma característica de autoligado, as entradas precisam sercabeadas em conjunto ou conectadas aos interruptores do microcontro-lador. Cada código deve ter pelo menos um bloco de contato 149 isentode tinta não condutiva de tal modo que possa ser feita uma conexão debaixa impedância para acordar o microcontrolador. Alternativamente,um bloco de contato 149 pode ser dedicado apenas a acordar o medidor130 e indicar se a tira de teste 120 ou a impressão de código está naposição correta.
Conforme acima descrito, a tinta não condutora com níveisde alta e baixa impedância produz um código binário, produzindo umíndice de código baseado no número de blocos de contato 149 imple-mentados, em que o número de códigos é N = 2P e P é o número debloco de contato 149. Quando o método digital de codificação internade recipiente é integrado com a característica de autoligado, o númerode códigos que podem ser gerados é reduzido para N = 2P1. À medidaque uma tira de teste 120 é inserida no medidor 130, é fechado umcomutador de contato e o medidor 130 acorda puxando o interruptor domicrocontrolador alto ou baixo. O medidor 130, então, verifica avoltagem de saída (Vout) para determinar o tipo de teste e ler os bits decódigo para determinar o valor de código. Um número de código oucondição de código é exibido na tela de cristal líquido (LCD) 133 domedidor 130 durante um momento antes do medidor voltar a dormir. Ovalor do código selecionado pelo medidor 130 é associado a um conjun-to armazenado de coeficientes na memória do medidor para uso naconfiguração de teste. Este código também pode ser associado a outrostipos de informações de parâmetro de tira, isto é, a integridade docódigo, o tipo de medidor, a posição correta de alinhamento do recipien-te da tira de teste 110 com o medidor 130, os testes de controle dequalidade do medidor de produção (QC) etc. Os testes do medidor deprodução QC podem ser identificado por inserção de um resistor fixoadicional no circuito de código, em vez da resistência normal do condu-tor de código, para identificar um teste especial. Além disso, a queda devoltagem através da pluralidade de resistores (R) pode ser usada paraverificar se a resistência de contato é válida ou pode ser usada numarepresentação de codificação resistiva. Por exemplo, depois do recipien-te 110 ser colocado em contato com o medidor 130, o medidor 130 lê aresistência de contato a partir dos blocos de contato resistivos 149 como conversor de A/D para codificar as informações de código do lote detiras.
Alternativamente ou além disso, o método de codificaçãointerna do recipiente inclui um chip de memória codificado 151 embuti-do ou ligado ao recipiente das tiras de teste 110. O chip codificado podeser uma memória programável apenas de leitura eletricamente apagável(EEPROM). A inclusão do chip de memória 151 no recipiente 110permite armazenar a maior quantidade de informações possível relacio-nadas com os parâmetros de codificação do lote de tiras. O chip dememória 151 pode ser montado num quadro de circuito impresso (PCB)153, que é fixado na parte superior, na parte inferior ou nas parteslaterais do recipiente de tiras de teste 110. Os dados são, então, lidos etransferidos para a memória do medidor (não mostrado) depois do PCB153 ser inserido ou ligado no medidor 130, de tal forma que os contatosmecânicos de conexão 155 sobre o medidor 130 fazem contato com oPCB 153 e o chip de EEPROM 151. Os chips de memória codificados151 são financeiramente vantajosos na medida em que o componentede medidor mais caro 130 pode ser reusado muitas vezes, ao mesmotempo em que o chip de memória codificado menos caro 151 pode serdescartado com o recipiente de tira de teste usado 110 depois do uso.Além disso, as tiras de teste 120 não serão misturadas no meio dediferentes recipientes devido à associação do código de lote de tiras derecipiente. O chip de memória de EEPROM embutido 151 também podeser desativado, quando um número prefixado de testes for completado.Uma pessoa de capacidade ordinária na técnica entenderá que muitosoutros parâmetros armazenados podem desativar o chip de memória151, isto é, parâmetros de testes de tira específicos, fabrico, tipo deteste etc.
Como ilustrado nas Figuras 20-23, o chip de memória 151 émontado sobre o PCB 153 com blocos de contato 149 para transferir ouarmazenar informações de códigos de lote sobre cada recipiente de tirasde teste 110. O medidor removível 130 e o PCB 153 com as informa-ções de codificação podem ser ligados nas partes superior ou inferior dorecipiente 110 (Figuras 20-22). Alternativamente, o PCB 153 pode serfixado numa parte inferior do recipiente 110, que é, então, inserido noreceptáculo 145 do alojamento de medidor 131 numa posição delocalização chaveada, como descrito acima nas Figuras 5 e 6 e mostradona Figura 23.
Noutra modalidade ilustrativa, o método de codificaçãointerno ao recipiente pode incluir um dispositivo de freqüência de rádio(RF) 157, tal como um código de etiqueta de identificação de RF (etique-ta ID RF) ou outro dispositivo próximo de comunicação de campo (NFC),que contém informações de calibração de lote. O dispositivo de RF 157pode ser embutido no recipiente de tiras de teste 110 propriamente ouser aplicado como uma etiqueta de RF na parte superior, inferior oupartes laterais do recipiente 110. Como ilustrado nas Figuras 24-26, aetiqueta ID RF 157 é mostrada em proximidade íntima, aproximada-mente de 0 a 1 mm, a partir do medidor 130 para codificação do medi-dor 130 com informações específicas do lote. O medidor removível 130e a etiqueta ID RF 157 com as informações de codificação podem serligados na parte superior ou partes inferiores do recipiente 110 (Figuras24 e 25). Alternativamente, a etiqueta ID RF 157 pode ser ligada àparte inferior do recipiente 110, que é então inserido no receptáculo 145do alojamento do medidor 131 numa posição de localização chaveada,como descrito acima nas Figuras 5 e 6 e mostrado na Figura 26.
Durante a produção do dispositivo de RF 157, as informa-ções de calibração de lote são programadas sem fios no dispositivo.
Quando o recipiente sem fio 110 é colocado na proximidade íntima paraleitura, escrita ou antena de energização no medidor 130, isto é, apro-ximadamente de 0 a 1 mm de distância, o dispositivo de RF 157 permiteque o medidor 130 leia as informações de lote a partir do recipiente 110sem fios, eliminando a necessidade de que o usuário codifique o medi-dor 130. É importante que o dispositivo de RF 157 fique na proximida-de íntima do medidor 130 para reduzir a quantidade de energia neces-sária para energizar o dispositivo de memória de etiqueta ID RF 157.
Em conseqüência, a exigência de energia reduzida permite o uso depequenas baterias e pequenos dispositivos portáteis de medição aciona-dos por pilhas, tornando mais confortável para o usuário levar o siste-ma integrado em seu bolso.
Quando se usa a etiqueta ID RF 157 para codificar omedidor 130 com informações de lote específico, essas informaçõespodem ser transferidas diretamente para a memória do medidor (nãomostrado), de forma que a etiqueta de RF 157 é lida apenas uma vez nainserção ou ligação, auto-codificando, deste modo, o medidor para ouso. Este método não é dependente de técnica nem evidente para ousuário, eliminando erros de codificação comuns associados ao esque-cimento de mudar o chip de código ou código de botão em tecnologiasmais antigas. As tiras não podem ser misturadas entre recipientesdiferentes devido à associação do código do lote de tiras do recipiente.Além disso, a etiqueta de RF 157 pode ser rapidamente programadadepois que são conhecidas as informações de fabrico. A etiqueta de RF157 pode também ser desativada, quando um número pré-fixado detestes for completado. Uma pessoa de capacidade ordinária na técnicaentenderá que muitos outros parâmetros armazenados podem desativara etiqueta de RF 157, isto é, parâmetros específicos de teste de tiras,fabrico, tipo de teste etc.
Embora os métodos de codificação interna de recipientesdescrito acima sejam projetados para impedir erros de calibração demedidor, o sistema de testes de diagnóstico integrado 100 empregaproteções adicionais para minimizar a chance de que um usuário useerradamente o medidor 130 com meios de teste a partir de uma marcaou lote para o qual o medidor 130 não foi calibrado. Por exemplo, osistema de diagnóstico integrado 100 pode incluir uma ou mais medi-das preventivas que podem desativar uma ou mais funções do medidorna ocorrência de certos eventos de ativação. Por exemplo, a medidapreventivo pode tornar o medidor 130 completamente inoperante depoisque o medidor 130 foi usado durante certo período de tempo ou quanti-dade de testes ou com certa quantidade de meios de teste. O medidor130 pode, então, ser simplesmente descartado ou retornado ao fabri-cante para nova fabricação. Alternativamente, a medida preventivapode tornar apenas a função de testes de diagnóstico de um controlador(não mostrado) inoperante ou simplesmente impedir que o medidorexiba o resultado de um teste de diagnóstico. O usuário pode, então,reter o medidor 130, a fim de usar as suas funções restantes. Umapessoa de capacidade ordinária na técnica entenderá que muitas outrasproteções podem ser empregadas para minimizar e impedir erros decalibração de medidor.
3 - Recipiente de Tiras de Teste Ressuprível
Como ilustrado na Figura 27, o sistema de testes de diag-nóstico exemplificativo integrado 100 inclui um recipiente 110 paraconter meios de teste, tais como tiras de teste 120, e um medidor 130,para realizar um teste de diagnóstico usando as tiras de teste 120contidas no recipiente 110. O sistema integrado 100 pode incluir aindauma bolsa de lâminas de tiras de teste 159 com uma pílula exsicante161 que pode ser usada para ressuprir o recipiente de tiras de teste110, reduzindo, deste modo, o custo de substituir o recipiente 110 como medidor ligado 130. O usuário pode simplesmente comprar umabolsa de lâminas de tiras de teste 159 com uma pílula exsicante 161para ressuprir o recipiente 110, quando vazio. Este método de refilpode ser usado com qualquer método de codificação interna de recipien-te descrito acima, incluindo o uso com o bloco de contato codificado147, os chips de memória codificados 151 e dispositivos de etiqueta RFID 157.
Outras modalidades da invenção serão evidentes paraaquelas pessoas qualificadas na técnica a partir da consideração doRelatório Descritivo e da prática da invenção aqui descrita. Pretende-seque o Relatório Descritivo e os exemplos sejam considerados comoapenas exemplificativos, com um âmbito e espírito verdadeiros dainvenção sendo indicados pelas Reivindicações seguintes.
Claims (44)
1. - Sistema de Testes de Diagnóstico, caracterizado por que compreende:um medidor para realizar um teste de diagnóstico numaamostra aplicada nos meio de teste, tendo o medidor um alojamento euma interface para receber um sinal que representa informações decodificação;um recipiente configurado para conter meio de teste compa-tível com o medidor, tendo o recipiente um elemento de codificaçãoassociado a ele; eum padrão de codificação provido sobre o elemento decodificação configurado para apresentar informações de codificação viainterface;em que o medidor e o recipiente são configurados paraformar uma unidade integral.
2. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que o alojamento de medidor é configurado parafechar uma abertura do recipiente.
3. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindicação 1,caracterizado por que o padrão de codificação é dimensionado paraajustar-se sobre uma parte superior, inferior ou lateral do recipiente.
4. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que o padrão de codificação é formado no recipien-te.
5. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindicação-4, caracterizado por que é formada uma característica de chaveamentono alojamento do medidor para alinhar o medidor com o padrão decodificação.
6. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindicação-1, caracterizado por que o elemento de codificação é um bloco decontato ligado ao recipiente.
7. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindicação-6, caracterizado por que o bloco de contato é ligado a uma partesuperior, inferior ou lateral do recipiente.
8. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindicação-6, caracterizado por que o bloco de contato compreende uma interfaceanalógica.
9. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindicação-6, caracterizado por que o bloco de contato compreende uma interfacedigital.
10. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 1, caracterizado por que o elemento de codificação é um chip dememória.
11. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 10, caracterizado por que o chip de memória é um chip de memó-ria programável somente de leitura eletricamente apagável.
12. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 10, caracterizado por que o elemento de codificação compreendeainda um quadro de circuito.
13. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 12, caracterizado por que o quadro de circuito é ligado a uma partesuperior, inferior ou lateral do recipiente.
14. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 10, caracterizado por que o chip de memória é configurado paraser desativado depois que o medidor realiza um número predeterminadode testes de diagnóstico.
15. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 1, caracterizado por que o elemento de codificação é um ao dispo-sitivo de comunicação de campo próximo.
16. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 15, caracterizado por que o dispositivo de comunicação de campopróximo é um dispositivo de freqüência de rádio.
17. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 16, caracterizado por que o dispositivo de freqüência de rádio éligado a uma parte superior, inferior ou lateral do recipiente.
18. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 16, caracterizado por que a interface é sem fio.
19. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 16, caracterizado por que o dispositivo de freqüência de rádio éconfigurado para ser desativado depois que o medidor realizar umnúmero predeterminado de testes de diagnóstico.
20. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 1, caracterizado por que o recipiente compreende ainda uma telaconfigurada para exibir resultados de um teste de diagnóstico.
21. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 1, caracterizado por que o medidor é configurado para se fixarnuma parte lateral do recipiente.
22. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 1, caracterizado por que compreende ainda um dispositivo deamostragem integrada, que forma um dispositivo de diagnóstico com-posto.
23. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 22, caracterizado por que o dispositivo de amostragem é umalanceta.
24. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 22, caracterizado por que o medidor e o dispositivo de amostragemsão configurados para serem dispositivos separáveis.
25. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 22, caracterizado por que o medidor e o dispositivo de amostragemsão conectados por um membro de clipe.
26. - Sistema de Testes de Diagnóstico, de acordo com a Reivindica-ção 22, caracterizado por que o medidor e o dispositivo de amostragemsão conectados por um membro de fixação que tem pelo menos umorifício.
27. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico,caracterizado por que o método compreende:prover um padrão de codificação num substrato;prender o substrato num recipiente configurado para contermeio de teste compatível com um medidor para realizar um teste dediagnóstico sobre uma amostra aplicada a um meio de teste; ecolocar o recipiente na proximidade do medidor paracalibrar o medidor.
28. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 27, caracterizado por que a etapa deprender o substrato no recipiente compreende prender o substrato auma parte superior, inferior ou lateral do recipiente.
29. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 27, caracterizado por que a etapa decolocar o recipiente em contato com o medidor compreende colocar orecipiente dentro de um receptáculo no medidor.
30. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 29, caracterizado por que é formada umacaracterística de chaveamento no medidor para alinhar o medidor como padrão de codificação.
31. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 27, caracterizado por que a etapa decolocar o recipiente na proximidade do medidor compreende colocar osubstrato na proximidade de uma parte de interface do medidor.
32. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 27, caracterizado por que o substratocompreende um bloco de contato.
33. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 32, caracterizado por que a etapa deprender o substrato no recipiente compreende prender o bloco decontato numa parte superior, inferior ou lateral do recipiente.
34. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 32, caracterizado por que a etapa decolocar o recipiente na proximidade do medidor compreende colocar obloco de contato em contato com conectores no medidor.
35. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 27, caracterizado por que o substratocompreende um chip de memória.
36. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 35, caracterizado por que o chip dememória compreende um chip de memória programável somente deleitura eletricamente apagável.
37. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 35, caracterizado por que o chip dememória é montado num quadro de circuito.
38. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 37, caracterizado por que a etapa deprender o substrato no recipiente compreende prender o quadro decircuito numa parte superior, inferior ou lateral do recipiente.
39. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 37, caracterizado por que a etapa decolocar o recipiente na proximidade do medidor compreende colocar orecipiente com o quadro de circuito ligado em contato com conectoresno medidor.
40. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 35, caracterizado por que compreende aetapa de desabilitar o chip de memória depois do medidor realizar umnúmero predeterminado de testes de diagnóstico.
41. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 27, caracterizado por que o substratocompreende um dispositivo de comunicação de campo próximo.
42. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 41, caracterizado por que o dispositivo decomunicação de campo próximo é um dispositivo de freqüência derádio.
43. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 41, caracterizado por que compreendeainda a etapa de desativar o dispositivo de freqüência de rádio depois domedidor realizar um número predeterminado de testes de diagnóstico.
44. - Método de Codificação de Sistema de Testes de Diagnóstico, deacordo com a Reivindicação 27, caracterizado por que compreendeainda a etapa de substituir o padrão de codificação no substrato por umnovo padrão de codificação; e calibrar novamente o medidor com o novopadrão de codificação.
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