BRPI0708674A2 - disposição para a solicitação por pressão de sistema hidráulico - Google Patents

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Dominik Hans
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Luk Lamellen & Kupplungsbau
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Abstract

DISPOSIçãO PARA A SOLICITAçãO POR PRESSãO DE SISTEMA HIDRáULICO. A presente invenção refere-se a uma disposição para a solicitação por pressão de um sistema hidráulico, especialmente um sistema hidráulico para o acionamento de uma embreagem no veio de acionamento de um veículo automóvel, compreendendo um meio de acionamento (10), que está ligado mecanicamente com um cilindro-mestre hidráulico (2), sendo que o cilindro-mestre hidráulico (2) compreende pelo menos duas unidades de produção de pressão (3, 4), as quais são ligadas com a mesma saída hidráulica (19), da unidade de produção de pressão hidráulica (2).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSIÇÃOPARA A SOLICITAÇÃO POR PRESSÃO DE SISTEMA HIDRÁULICO".
A presente invenção refere-se a uma disposição para a solicita-ção por pressão de um sistema hidráulico, especialmente um sistema hi-dráulico para o acionamento de uma embreagem no veio de acionamento deum veículo automóvel, compreendendo um meio de acionamento, que estáligado mecanicamente com um cilindro-mestre hidráulico. A presente inven-ção refere-se, além disso, a um cilindro-mestre.
No caso de um acionamento hidráulico da embreagem em umveículo automóvel, o pedal da embreagem em geral se liga por meio de umahaste do êmbolo diretamente com o êmbolo do cilindro-mestre. Desta manei-ra, se obtém de acordo com o ângulo de rotação do pedal uma multiplicaçãoquase constante.
Na JP 60-56636, é conhecida uma multiplicação variável do pe-dal, na qual um cabo de controle chega a ser colocado sobre um apoio comdiâmetro variável. Neste caso é desvantajoso, por um lado, o grande ângulode rotação que o cabo de controle tem que executar, assim como a possibi-lidade limitada de variar a multiplicação, uma vez que o cabo de controlechega a ser colocado em princípio de maneira tangencial sobre o apoio.
Na DE 25 16 659, é conhecida uma multiplicação variável dopedal, na qual a multiplicação varia em dependência da força na haste doêmbolo. A dependência da força não é desejada na ocasião do acionamentode embreagens, uma vez que a força de desembreagem pode oscilar forte-mente em conseqüência de diversas circunstâncias como, por exemplo,temperatura e velocidade do acionamento. Isso teria como conseqüência,que também os pontos de embreagem mudam, que pelo motorista é sentidocomo perturbador.
A US 2,315,632 publica uma multiplicação variável do pedal, naqual um rolo fixado no pedal rola sobre uma disco de corrediça. No disco decorrediça está fixada a haste do êmbolo de um cilindro hidráulico. No casodesta disposição, é desvantajoso que a totalidade da força do pedal tem queser transmitida por meio de um único rolo. Disso resultam tensões altas norolo e na pista de corrediça. Além disso, este mecanismo está executadocomo componente individual e não está integrado no cilindro-mestre.
Na WO 87/03344, é conhecido um cilindro-mestre, que está in-tegrado em um pedal. Na ocasião do acionamento do pedal, um rolo queestá fixado na haste do êmbolo, rola neste caso sobre um disco de carnes.Neste caso, é desvantajoso que sobre a haste do êmbolo é executada umaforça oblíqua, que produz uma grande força de atrito na guia lateral.
É tarefa da presente invenção, indicar uma disposição para asolicitação por pressão de um sistema hidráulico, a qual forneça uma multi-plicação variável sob evitação das desvantagens do estado da técnica.
Este problema é solucionado por meio de uma disposição para asolicitação por pressão de um sistema hidráulico, especialmente um sistemahidráulico para o acionamento de uma embreagem em um veio de aciona-mento de um veículo automóvel, compreendendo um meio de acionamento,que está ligado mecanicamente com um cilindro-mestre hidráulico, sendoque o cilindro-mestre hidráulico compreende pelo menos duas unidades deprodução de pressão, as quais são ligadas com a mesma saída hidráulica daunidade de produção de pressão hidráulica. Na ocasião de um acionamentodo cilindro-mestre hidráulico é produzida uma pressão hidráulica e, respecti-vãmente, um fluido hidráulico é prensado do cilindro-mestre para um sistemahidráulico subseqüente, no qual em regra está disposto um cilindro recebe-dor. De preferência, está previsto que as unidades de produção de pressãosejam um primeiro cilindro hidráulico com um primeiro êmbolo do cilindro-mestre, e um segundo cilindro hidráulico com um segundo êmbolo do cilin-dro-mestre. O primeiro cilindro hidráulico assim como o segundo cilindro hi-dráulico atuam neste caso de preferência sobre um espaço de pressão co-mum. O primeiro êmbolo do cilindro-mestre está ligado de preferência, pormeio de um meio de transmissão com o meio de acionamento. O meio detransmissão é, de preferência, uma biela, a qual está ligada de maneira arti-culada com o meio de acionamento e/ou com o primeiro êmbolo do cilindro-mestre. O segundo êmbolo do cilindro-mestre está acoplado, de preferência,por meio de uma disposição de engrenagem com o meio de acionamento. Adisposição de engrenagem compreende, de preferência, um mecanismo debiela, o qual compreende, de preferência, uma alavanca, que está dispostacom uma articulação rotativa entre o segundo êmbolo do cilindro-mestre eum ponto de acoplamento articulado do meio de acionamento. O ponto deacoplamento articulado é, de preferência, um rolo firmemente alocado aomeio de fixação. A alavanca apresenta, de preferência, em seu lado viradopara o ponto de acoplamento articulado, uma corrediça. O rolo do ponto deacoplamento articulado passa na ocasião de uma deflexão do meio de acio-namento sobre a corrediça e gira desta maneira a alavanca. A corrediça estádisposta de preferência em um módulo de corrediça, o qual está firmementeligado com a alavanca. A alavanca e o módulo de corrediça são fabricadosseparadamente um do outro, e em seguida são ligados um com o outro, porexemplo, soldados ou aparafusados um com o outro. A alavanca apresenta,de preferência, uma curvatura em S, a qual possibilita dispor o pónto de ro-tação da alavanca em um flange, ligado diretamente com a caixa do cilindro-mestre.
O problema inicialmente mencionado, também é solucionado pormeio de um cilindro-mestre, compreendendo um primeiro êmbolo do cilindro-mestre e um segundo êmbolo do cilindro-mestre, os quais atuam sobre umespaço de pressão comum. Neste caso, está, de preferência, previsto que oprimeiro êmbolo do cilindro-mestre e o segundo êmbolo do cilindro-mestresão dispostos aproximadamente de maneira retangulares um em relação aooutro.
Em seguida, exemplos de execução da invenção serão explica-dos através dos desenhos anexos. Neste caso, mostram:
Figura 1 um exemplo de execução de uma disposição do cilindro-mestree do pedal, em uma primeira posição do pedal;
Figura 2 uma disposição do cilindro-mestre e do pedal, de acordo com afigura 1, em uma segunda posição do pedal;
Figura 3 decursos da força do pedal em relação ao curso do pedal; e
Figura 4 um outro exemplo de execução de um cilindro-mestre, de acordocom a invenção, com alavanca.Primeiramente, se faz referência à figura 1. Esta mostra umadisposição do cilindro-mestre e do pedal 1, com um cilindro-mestre hidráulico2. O cilindro-mestre hidráulico 2 compreende um primeiro cilindro-mestre 3,assim como um segundo cilindro-mestre 4, os quais são dispostos de manei-ra aproximadamente retangular um em relação ao outro. O primeiro cilindrohidráulico 3 e o segundo cilindro hidráulico 4 exercem interação sobre umespaço de pressão comum 5. O primeiro cilindro hidráulico 3 compreendeum primeiro êmbolo do cilindro-mestre 6, o qual no lado do fundo do êmboloestá ligado com uma articulação 7, e uma transmissão mecânica 8 configu-rada como biela por meio de uma fixação do pedal 9, com um pedal 10, co-mo meio de acionamento. O pedal está apoiado de maneira giratória em vol-ta de um ponto de rotação do pedal 17, fixado na carroceria. A fixação dopedal 9 pode ser executada, por exemplo, em forma de uma cabeça esféri-ca, assim que a transmissão mecânica 8, esteja ligada com o pedal 10 demaneira giratória em volta da fixação do pedal 9, como ponto de rotação. Oprimeiro cilindro hidráulico 3 está disposto de maneira aproximadamente re-tangular em relação ao pedal 10, o segundo cilindro hidráulico 4 se estendede maneira aproximadamente retangular em relação ao primeiro cilindro hi-dráulico 3, em um plano desenvolvido pelo primeiro cilindro-mestre 3, e opedal.
O espaço de pressão 5 está ligado com um espaço de compen-sação 33, por exemplo, por meio de um furo ou ranhura de suspiro em prin-cípio conhecido, mas aqui não representado, disposto no primeiro êmbolo 6,qual espaço de compensação está ligado através de uma tubulação decompensação 18, com um reservatório de compensação não representado.O espaço de pressão 5 está ligado com uma saída hidráulica 19, a qual for-ma uma ligação hidráulica por meio de uma tubulação de pressão não re-presentada para um cilindro recebedor hidráulico não representado de umsistema hidráulico, por exemplo, para o acionamento de uma embreagem noveio de acionamento de um veículo automóvel.
O segundo cilindro hidráulico 4 compreende um segundo êmbolodo cilindro-mestre 11, que também é denominado como êmbolo adicional. Osegundo êmbolo do cilindro-mestre 11 atua sobre o mesmo espaço de pres-são 5, como o primeiro êmbolo do cilindro-mestre 6. O segundo êmbolo docilindro-mestre 11 é acionado por uma alavanca 12, que está apoiada demaneira giratória em um ponto de rotação da alavanca 13, o qual pode serdisposto, por exemplo, de maneira fixa na carroceria ou diretamente no cilin-dro-mestre, por exemplo, por meio de uma recepção prevista neste. A ala-vanca 12 compreende um rebaixo 22 em forma de concha, o qual circundaum carne de acionamento 15, do segundo êmbolo do cilindro-mestre 11, econfigura desta maneira uma articulação esférica para a transmissão de umaforça de pressão entre a alavanca 12, e o segundo êmbolo do cilindro-mestre 11. Na ocasião de uma rotação da alavanca 12, é movimentado des-ta maneira o segundo êmbolo do cilindro-mestre 11. No lado da alavanca 12,afastado do rebaixo 14 em forma de concha, está disposta uma corrediça15, que exerce interação com um rolo 16, do pedal 10.
A alavanca 12 forma com sua corrediça 15, em interação com orolo 16, uma disposição de engrenagem, que transmite o curso do pedalcom multiplicação variável para o segundo êmbolo do cilindro-mestre 11. Nopresente caso, a disposição de engrenagem é uma engrenagem de bielaplana.
Na ocasião de uma rotação do pedal 10, em volta do ponto derotação do pedal 17, a fixação do pedal 9 é deslocada em uma trajetória decírculo em volta do ponto de rotação do pedal 17, assim, por meio da trans-missão mecânica 8, é deslocado o primeiro cilindro-mestre 6. Por exemplo,caso o pedal é deslocado em uma superfície do pedal 20, em direção deuma seta 21, por exemplo, mediante um acionamento de pé de um motoristade um veículo, então o primeiro êmbolo do cilindro-mestre 6 é deslocado emdireção do espaço de pressão 5. Ao mesmo tempo, o rolo 16, se movimentatambém em uma trajetória de círculo em volta do ponto de rotação do pedal17. Em um exemplo de execução mostrado, a alavanca 12, está fixada fir-memente na carroceria no ponto de rotação da alavanca 13, por conseguintena ocasião de uma rotação do pedal 10, o rolo 16 é empurrado sobre a cor-rediça 15. Desta maneira, a alavanca 12 executa um movimento giratório emvolta do ponto de rotação da alavanca 13, e aperta sobre o segundo êmbolodo cilindro-mestre 11.
Neste caso, através da forma da corrediça 15, pode ser realiza-da quase qualquer relação de multiplicação entre um curso de acionamentoχ com qualquer nível zero x=0, como desenhado na figura 1, do pedal 10, eum curso y do segundo êmbolo do cilindro-mestre 11.0 curso do primeiroêmbolo do cilindro-mestre 6 é determinado em essência pela distância dafixação do pedal 9, em relação ao ponto de rotação do pedal 17, assim comoda relação de ângulo entre as retas através do ponto de rotação do pedal 17e da fixação do pedal 9, assim como de uma segunda reta através da fixa-ção do pedal 9 e da articulação 7. Por meio de proporções de grandeza a-dequadas do primeiro êmbolo do cilindro-mestre 6, e do segundo êmbolo docilindro-mestre 11, e por meio de uma configuração adequada da corrediça15, pode ser variado o volume de fluido hidráulico deslocado do espaço depressão 5, quando de um acionamento do pedal 10, e pode ser moduladoatravés do curso de acionamento x, do pedal 10.
A figura 1 mostra a disposição do cilindro-mestre e do pedal emuma primeira posição do pedal 10, a figura 2, mostra em comparação comesta um pedal 10, acionado por um curso x1. Como pode ser observado, orolo 10, movimenta-se ao longo da corrediça 16, e deflexiona neste caso aalavanca 12. Desta maneira, o segundo êmbolo do cilindro-mestre 11 écomprimido. A figura 3 mostra um exemplo de uma força do pedal sobre ocurso do pedal. As indicações de grandeza da força do pedal em N e, res-pectivamente, do curso do pedal em mm devem ser entendidas aqui somen-te para a elucidação da relação entre o decurso da força do pedal de acordocom a invenção e o decurso da força do pedal de acordo com o estado datécnica. Na figura 3, a força do pedal está posta em Newton sobre o cursodo pedal em mm. Neste caso, se parte do fato que o cilindro-mestre hidráuli-co 2 está ligado com uma embreagem de veículo por meio de um cilindrorecebedor não representado. A embreagem de veículo produz, por meio docilindro recebedor uma força contrária dependente do curso de acionamento.Nisso, o decurso da força depende também da embreagem utilizada. Na fi-gura 3, está representado um decurso da força A, de acordo com o estadoda técnica, assim como um decurso da força B, com uma disposição de pe-dal e de cilindro-mestre 1 de acordo com a invenção. Como se pode obser-var no decurso de curva, o decurso da força do pedal A, de acordo com oestado da técnica, apresenta um máximo acentuado. Este pode ser mudado,por meio da disposição de pedal e de cilindro-mestre 1 de acordo com a in-venção, para um decurso mais plano de acordo com a curva B. No caso dautilização de uma disposição de pedal e de cilindro-mestre 1 de acordo coma invenção, em um sistema hidráulico para o acionamento de uma embrea-gem de veículo, por conseguinte pode ser abaixada essencialmente a forçamáxima, esta fica no decurso da força do pedal de acordo com a curva A,em torno de aproximadamente 80 mm de curso do pedal. Enquanto no de-curso da força do pedal de acordo com o estado da técnica ocorrem aproxi-madamente 130 N de força do pedal, então no caso da disposição de pedale de cilindro-mestre 1 de acordo com a invenção, só são mais aproximada-mente 100 N.
A figura 4 mostra um outro exemplo de execução de um cilindro-mestre 2 de acordo com a invenção, com um primeiro cilindro-mestre 3, eum segundo cilindro-mestre 4, os quais, de acordo com o exemplo de exe-cução da figura 1, são dispostos de maneira aproximadamente retangularum em relação ao outro. Nas figuras 1, 2 e 4, partes iguais são denominadasde maneira igual. O primeiro cilindro-mestre 3 e o segundo cilindro-mestre 4atuam sobre o espaço de pressão comum 5. O primeiro êmbolo do cilindro-mestre 6 é vedado por meio de uma vedação primária 23, e uma vedaçãosecundária 24, contra um espaço de compensação ligado com a tubulaçãode compensação 18 e, respectivamente, contra o ambiente. No caso de umacionamento do primeiro êmbolo do cilindro-mestre 6, a vedação primária 23veda o espaço de pressão comum 5, contra o espaço de compensação, queestá ligado com a tubulação de compensação 18. Em uma chamada posiçãode suspiro, esta é a posição totalmente aliviada, na qual, por conseguinte, oprimeiro êmbolo do cilindro-mestre 6, se encontra em uma posição final pu-xada para fora tanto quanto possível do espaço de pressão 5, são liberadoso furo de suspiro, a ranhura de suspiro ou semelhante, os quais estabelecemuma ligação entre o espaço de pressão comum 5, e o espaço de compensa-ção 33, ligado com a tubulação de compensação 18. Neste caso, a vedaçãosecundária 24, garante uma vedação do espaço de compensação 33 e doespaço de pressão 5, respectivamente, em relação ao ambiente. A vedaçãosecundária 24 está disposta em uma parte anterior caliciforme 25, de umsuporte do êmbolo 26. O suporte do êmbolo compreende uma ranhura ane-lar 27, na qual está disposto um anel de vedação 28, para a vedação emrelação à caixa do cilindro-mestre 29. O suporte do êmbolo 26 pode ser uni-do por prensagem ou por colagem com a caixa do cilindro-mestre 29, ou po-de ser fixado por meio de uma ligação de baioneta. O suporte do êmbolo 26,é coberto em direção do pedal 10, por meio de uma tampa 30. Em sentidoaxial, em direção do espaço de pressão 5, o suporte do êmbolo 26 força umelemento espaçador 31, que está configurado em essência em forma de a-nel, sobre a vedação primária 23. Desta maneira, a vedação primária 23 éforçada para dentro de uma sede da vedação 32, a qual em essência é umfuro escalonado com um diâmetro maior que o diâmetro do espaço de pres-são 5. O furo do elemento espaçador 31 e do suporte do êmbolo 26, respec-tivamente, na caixa do cilindro 29, apresenta um diâmetro um pouco maiorque o furo para a vedação primária 23. Entre o elemento espaçador 31, e oprimeiro êmbolo do cilindro-mestre 6, assim como limitado em direção axialpela vedação primária 23 e a vedação secundária 24, é envolvido o espaçode compensação 33.
O segundo êmbolo do cilindro-mestre (êmbolo adicional) 11 a-presenta um corpo de base 34 em forma de cilindro, que tem uma sede mó-vel (sede com folga) com um furo que forma o segundo cilindro-mestre 4.Em direção ao espaço de pressão 5, o corpo de base em forma de cilindro34 apresenta uma parte anterior 35 com seção transversal em forma de T, aqual suporta um anel de vedação 36. O anel de vedação 36 está ligado porfecho pela forma com o segundo cilindro-mestre 11, por meio da parte ante-rior 35 em forma de T, e veda o espaço de pressão 5, em relação ao ambi-ente. No caso do anel de vedação 36, pode tratar-se, por exemplo, de umanel de borracha ou de um anel de aço revestido de borracha ou semelhan-te. No lado afastado do espaço de pressão 5, do cilindro-mestre 11, e comisso no lado virado para a alavanca 12, está disposto um carne de aciona-mento 14, o qual se aciona por meio do rebaixo 22 em forma de concha, daalavanca 12. A alavanca 12 apresenta uma curvatura em S 37, no lado vira-do para o pedal 10, do ponto de rotação da alavanca 13. Por meio da curva-tura em S 37, a qual está inclinada em essência em relação a um plano nafigura 4, formado pela transmissão mecânica 8, aumenta-se a distância, en-tre uma recepção da corrediça 38, e da transmissão mecânica 8, assim queo ponto de rotação da alavanca 13, desta maneira pode ser movido paramais perto da caixa do cilindro-mestre 29. O ponto de rotação da alavanca13 está apoiado, por exemplo, como eixo ou semelhante em um flange 39,da caixa do cilindro-mestre 29. A corrediça 15 está disposta em um móduloindividual 40, separado da alavanca 12. O módulo da corrediça 40 se ligacom a alavanca 12 por fecho pela matéria, por fecho pela forma ou seme-lhante, por conseguinte, por exemplo, aparafusado, soldado, ou semelhante.O módulo da corrediça 40 é fabricado separadamente da alavanca 12, umavez que desta maneira por troca do módulo da corrediça 40, podem ser rea-lizadas diversas exigências à característica hidráulica do cilindro-mestre paradiversas utilizações. Enquanto, por conseguinte, outras partes da represen-tação da figura 4 permanecem iguais, então por uma simples troca do módu-lo da corrediça 40, e de uma outra corrediça 15 introduzida neste, por con-seguinte, de uma outra forma da superfície, realiza-se uma outra caracterís-tica hidráulica, isto é a relação entre o curso do pedal X de acordo com asfigura 1 e 2, e a pressão assim como a corrente volumétrica que podem sermedidas na saída hidráulica 19.
LISTAGEM DE NÚMERO DE REFERÊNCIAS
1 Disposição de pedal e de cilindro-mestre
2 Cilindro-mestre
3 Primeiro cilindro hidráulico
4 Segundo cilindro hidráulico
5 Espaço de pressão6 Primeiro êmbolo do cilindro-mestre 7 Articulação 8 Transmissão mecânica 9 Fixação do pedal da transmissão mecânica 10 Pedal 11 Segundo êmbolo do cilindro-mestre (êmbolo adicional) 12 Alavanca 13 Ponto de rotação da alavanca 14 Came de acionamento 15 Corrediça 16 Rolo 17 Ponto de rotação do pedal 18 Tubulação de compensação 19 Saída hidráulica 20 Superfície dó pedal 21 Seta direcional 22 Rebaixo em forma de concha 23 Vedação primária 24 Vedação secundária 25 Parte anterior caliciforme 26 Suporte do êmbolo 27 Ranhura anelar 28 Anel de vedação 29 Caixa do cilindro-mestre 30 Tampa 31 Elemento espaçador 32 Sede da vedação 33 Espaço de compensação 34 Corpo de base cilíndrico 35 Parte anterior 36 Anel de vedação 37 Curvatura em S38 Recepção da corrediça
39 Flange
40 Módulo da corrediça

Claims (13)

1. Disposição para a solicitação por pressão de um sistema hi-dráulico, especialmente um sistema hidráulico para o acionamento de umaembreagem no veio de acionamento de um veículo automóvel, compreen-dendo um meio de acionamento (10), que está ligado mecanicamente comum cilindro-mestre hidráulico (2), caracterizado pelo fato, de o cilindro-mestre hidráulico (2) compreender pelo menos duas unidades de produçãode pressão (3, 4), as quais são ligadas com a mesma saída hidráulica (19),da unidade de produção de pressão hidráulica (2).
2. Disposição de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de as unidades de produção de pressão (3, 4), serem um primeirocilindro hidráulico (3), com um primeiro êmbolo do cilindro-mestre (6), e umsegundo cilindro hidráulico (4), com um segundo êmbolo do cilindro-mestre(11).
3. Disposição de acordo com a reivindicação 2, caracterizadopelo fato de o primeiro cilindro hidráulico (3) e o segundo cilindro hidráulico(4) atuarem sobre um espaço de pressão comum (5).
4. Disposição de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de o primeiro êmbolo do cilindro-mestre (6) estar Ii-gado por meio de um meio de transmissão (8), com o meio de acionamento(10).
5. Disposição de acordo com a reivindicação 4, caracterizadopelo fato de o meio de transmissão (8) ser uma biela, a qual está ligada demaneira articulada com o meio de acionamento (10) e/ou com o primeiroêmbolo do cilindro-mestre (6).
6. Disposição de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de o segundo êmbolo do cilindro-mestre (11) estaracoplado por meio de uma disposição de engrenagem (12, 13, 14, 15, 16),com o meio de acionamento (10).
7. Disposição de acordo com a reivindicação 6, caracterizadopelo fato de a disposição de engrenagem (12, 13, 14, 15, 16) compreenderuma alavanca (12), que está disposta com uma articulação rotativa (13), en-tre o segundo êmbolo do cilindro-mestre e um ponto de acoplamento articu-lado (16), do meio de acionamento.
8. Disposição de acordo com a reivindicação 7, caracterizadopelo fato de o ponto de acoplamento articulado (16) ser um rolo firmementealocado ao meio de fixação (10).
9. Disposição de acordo com a reivindicação 8, caracterizadopelo fato de a alavanca (12) apresentar em seu lado virado para o ponto deacoplamento articulado (16), uma corrediça (15).
10. Disposição de acordo com a reivindicação 9, caracterizadopelo fato de a corrediça (15) ser disposta em um módulo da corrediça (40), oqual esta ligado de maneira firme com a alavanca (12).
11. Disposição de acordo com uma das reivindicações 7 a 10,caracterizado pelo fato de a alavanca (12) apresentar uma curvatura em S(37).
12. Cilindro-mestre (2) compreendendo um primeiro cilindro hi-dráulico (3), e um segundo cilindro hidráulico (4), os quais atuam sobre umespaço de pressão comum (5).
13. Cilindro-mestre de acordo com a reivindicação 10, caracteri-zado pelo fato de o primeiro cilindro hidráulico (3) e o segundo cilindro hi-dráulico (4) estarem dispostos aproximadamente de maneira retangular umem relação ao outro.
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