BRPI0708690A2 - bocal de turbilhonamento - Google Patents

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BRPI0708690A2
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Moser Achim
Kadel Klaus
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Boehringer Ingelheim International Gmbh
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Abstract

BOCAL DE TURBILHONAMENTO. A presente invenção refere-se a um bocal de turbilhonamento tendo uma pluralidade de canais de entrada e um canal de saída que se estende transversalmente ao mesmo, um uso do bocal de turbilhonamento e métodos de produção de um bocal de turbilhonamento são propostos. Uma construção compacta, simples e uma fácil fabricação são possibilitadas em função do fato de que os canais de entrada se abrem diretamente e/ou tangencialmente para dentro de canal de saída. De maneira alternativa ou adicionalmente, a montante dos canais de entrada, é provida uma estrutura de filtro tendo seções transversais de fluxo menores que as dos canais interno. O bocal de turbilhonamento é usado, em particular, para a atomização de uma formulação medicamentosa líquida, O bocal de turbilhonamento é produzido a partir de dois componentes em forma de chapa, o canal de saída sendo primeiramente gravado à água forte como um furo cego em um componente e em seguida aberto por meio da moagem do componente. De maneira alternativa ou adicionalmente, o canal de saída é feito de um componente diferente dos canais de entrada.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "BOCAL DETURBILHONAMENTO".
A presente invenção refere-se a um bocal de turbilhonamento,particularmente para a liberação ou atomização de um líquido, de preferên-cia uma formulação medicamentosa ou outro fluido, de acordo com o pre-âmbulo da reivindicação 1 ou 12, um uso do bocal de turbilhonamento para aatomização de uma formulação medicamentosa líquida e a métodos de pro-dução de um bocal de turbilhonamento e atomizador dotado de um bocal deturbilhonamento.
Ao se atomizar uma formulação medicamentosa líquida, a inten-ção é converter de uma forma tão precisamente definida quanto possíveluma substância ativa em um aerossol para inalação. O aerossol deve sercaracterizado por um baixo valor médio de tamanho de gotícula, tendo, aomesmo tempo, uma estreita distribuição de tamanho de gotícula e baixo pul-so (baixa taxa de propagação).
O termo "formulação medicamentosa" de acordo com a presenteinvenção estende-se para além dos medicamentos de modo a incluir agen-tes terapêuticos ou similares, particularmente todo o tipo de agente para ina-lação ou outro uso. No entanto, a presente invenção não se limita à atomiza-ção de agentes para inalação, mas também pode ser usada em particularem agentes cosméticos, agentes para o corpo ou cuidados de beleza, agen-tes para uso doméstico, como, por exemplo, aromatizantes, polidores, simi-lar, agentes de limpeza ou agentes para outros fins, particularmente para aliberação de pequenas quantidades, embora a descrição que se segue sejabasicamente indicada para a atomização preferida de uma formulação medi-camentosa para inalação.
O termo "líquido" deve ser entendido em sentido amplo e inclui,em particular, dispersões, suspensões, as assim chamadas "susluções"(misturas de soluções e suspensões) ou similares. A presente invenção po-de também ser usada de modo geral para outros fluidos. No entanto, a des-crição que se segue trata basicamente da liberação de um líquido.
O termo "aerossol" significa, de acordo com a presente inven-ção, uma acumulação do tipo nuvem de uma pluralidade de gotas do líquidoatomizado com uma distribuição espacialmente ampla ou de preferênciasubstancialmente não direcionada de movimento ou de preferência com go-tas que se movem a baixas velocidades, mas pode ser também, por exem-pio, uma nuvem cônica de gotículas com um sentido primário corresponden-te à direção principal de saída ou à direção de saída de pulso.
As Patentes U.S. N2s 5 435 884 A, 5 951 882 A, e EP 0 970 751B1 tratam da fabricação de bocais para câmaras de turbilhão. Uma câmarade turbilhão plana, em forma de chave é gravada à água forte em uma peçade material ou componente em forma de chapa, juntamente com canais deentrada que se abrem tangencialmente para a câmara de turbilhão, a partirde um lado plano. Além disso, um canal de saída é gravado à água forte a-través da base fina da câmara de turbilhão no centro da mesma. Os canaisde entrada são conectados na extremidade de entrada a um canal de supri-mento anular também gravado à água forte no componente. O componentecom esta estrutura gravada à água forte é coberto por uma peça de entradae instalado em um veículo. Estes bocais de câmara de turbilhão não são i-deais para pressões mais elevadas ou para a liberação de pequenas quanti-dades ou para a produção de gotículas muito finas.
O objetivo da presente invenção é prover um bocal de turbilho-namento, um uso de um bocal de turbilhonamento e métodos de produçãode bocais de turbilhonamento e atomizadores, de modo a possibilitar umaconstrução simples de bocal e/ou facilitar a construção, e ainda permitir quequantidades muito pequenas de líquido sejam liberadas e/ou que uma ato-mização muito fina seja obtida, em particular.
Este objetivo é alcançado por meio de um bocal de turbilhona-mento de acordo com a reivindicação 1 ou 12, de um uso de acordo com areivindicação 18, de um método de acordo com a reivindicação 20 ou 22, ede um atomizador de acordo com a reivindicação 24. Outros aspectos vanta-josos são apresentados nas reivindicações dependentes.
De acordo com um primeiro aspecto da presente invenção, oscanais de entrada se abrem diretamente e/ou tangencialmente ou em umângulo entre o tangencial e o radial para o canal de saída. A câmara de tur-bilhão utilizada na técnica anterior não é necessária. Isto torna a construçãoparticularmente compacta e simples e ainda possibilita uma estrutura maisrobusta, a qual suportará pressões mais altas, em particular, uma vez quenão mais existe a necessidade de uma câmara de turbilhão com uma basetão fina de modo a garantir um comprimento curto do canal de saída. Emcontrapartida, é possível aumentar o reforço do material e o suporte em tor-no do canal de saída.
Ao se dispensar com uma câmara de turbilhão, o volume de Ii-quido a ser recebido pelo bocal é substancialmente reduzido. Isto é vantajo-so, por exemplo, ao se liberar formulações medicamentosas quando quanti-dades muito pequenas têm de ser medidas de uma forma muito precisa. A-lém disso, menores volumes possíveis em um bocal de turbilhonamento sãovantajosos, a fim de neutralizar o possível crescimento bacteriano na formu-lação medicamentosa dentro do bocal de turbilhonamento e/ou a contamina-ção do bocal de turbilhonamento por parte da precipitação de agentes sóli-dos.
A fim de atomizar uma formulação medicamentosa líquida, aformulação medicamentosa passa pelo bocal de turbilhonamento propostosob alta pressão, de modo que a formulação medicamentosa seja atomizadaem aerossol ou em uma fina névoa de borrifação, mais particularmente ime-diatamente ao sair do canal de saída. A nuvem resultante é liberada em umformato substancialmente cônico, em particular.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção, e quepode ser implementado separadamente, o bocal pulverizador compreende, amontante dos canais de entrada, uma estrutura de filtro com seções trans-versais de passagem menores que as dos canais de entrada. Isto, mais umavez, possibilita uma construção muito pequena e, em particular, microfina dobocal de turbilhonamento e permite uma atomização muito fina, mesmo compequenas quantidades de líquido, uma vez que quaisquer partículas conti-das no líquido, que devem ser atomizadas e que de outra forma provavel-mente entupiriam os canais de entrada ou até mesmo o canal de saída, po-dem ser filtradas. Por conseguinte, obtém-se uma alta confiabilidade opera-cional, mesmo com um bocal de turbilhonamento de dimensões muito pe-quenas.
Um primeiro método proposto de produção de um bocal de turbi-Ihonamento é caracterizado pelo fato de que pelo menos um canal de entra-da é formado sobre um lado plano de um primeiro componente em forma dechapa, e um canal de saída é formado, estendendo-se para dentro do com-ponente, sendo inicialmente fechado em uma extremidade. Em seguida, oprimeiro componente é conectado a um segundo componente, de preferên-cia também, em forma de chapa, de modo que o segundo componente cubrapelo menos parcialmente o lado plano da primeira seção de canal que con-tém o canal de entrada. Somente quando as duas peças de material sãoligadas entre si, o primeiro componente é usinado, particularmente moídosobre o lado plano remoto do segundo componente, por meio do que abrin-do o canal de saída neste lado. O segundo componente estabiliza o primeirocomponente durante a usinagem e após. Isto oferece uma maneira simplesde se produzir estruturas relativamente finas ou pequenas, particularmenteum canal de saída curto, com alta estabilidade, e ainda assim se produzir umbocal de turbilhonamento resistente a altas pressões de fluido ou a outras trações.
Um segundo método proposto de produção de um bocal de tur-bilhonamento é caracterizado pelo fato de que pelo menos um canal de en-trada é formado em um primeiro componente, de preferência, em forma dechapa a partir de um lado plano, no sentido de que o canal de saída é pelomenos parcialmente formado em um segundo componente, de preferênciaem forma de chapa, partindo de um lado plano e, em particular, estendendo-se no sentido transversal do mesmo, e as duas peças de material são liga-das entre si, de modo que o segundo componente cubra pelo menos parci-almente o lado plano do primeiro componente, compreendendo o canal deentrada. Isto oferece uma maneira simples de se produzir estruturas aindamais finas. A produção do pelo menos um canal de entrada e do canal desaída independentemente um do outro torna possível se otimizar os proces-sos de fabricação envolvidos.
De acordo com um outro aspecto preferido, o canal de saída éfeito, particularmente, por meio de maquinagem química, sobre um lado a-penas do segundo componente, enquanto aberto, antes das peças de mate-rial serem ligadas entre si. Em seguida, as duas peças de material são jun-tadas entre si pela primeira vez, de modo que a abertura do canal de saídafaceie o primeiro componente. Somente quando o segundo componente éusinado, particularmente moído, sobre o lado plano remoto do componente,por meio do que abrindo o canal de saída neste lado. O primeiro componen-te pode, por conseguinte, estabilizar o segundo componente mesmo durantea usinagem ou após.
Outros aspectos, recursos, propriedades e vantagens da presen-te invenção tornar-se-ão aparentes a partir das reivindicações da descrição aseguir das modalidades preferidas com referência aos desenhos. Em termosespecíficos:
A Figura 1 é uma vista esquemática de um bocal de turbilhona-mento proposto de acordo com uma primeira modalidade;
A Figura 2 é uma seção esquemática através do bocal de turbi-Ihonamento de acordo com a Figura 1;
A Figura 3 é uma seção esquemática através de um bocal deturbilhonamento proposto correspondente à Figura 2, em uma segunda mo-dalidade;
A Figura 4 é uma vista esquemática de uma disposição de bocalde turbilhonamento proposto, correspondente à Figura 1, de acordo comuma terceira modalidade;
A Figura 5 é uma seção esquemática através de um atomizadorem um estado não tensionado com o bocal de turbilhonamento proposto; e
A Figura 6 é uma seção esquemática através do atomizador emum estado tensionado, girado a 90° em comparação com o da Figura 5.
Nas figuras, os mesmos numerais de referência foram usadospara peças idênticas ou similares, mesmo que a descrição correspondentepossa ser omitida.A Figura 1 é uma vista esquemática de um bocal de turbilhona-mento proposto 1 de acordo com uma primeira modalidade, sem uma tampa.O bocal de turbilhonamento 1 possui pelo menos um canal de entrada 2, depreferência vários ou, em particular, de dois a doze canais de entrada 2. Namodalidade mostrada, quatro canais de entrada 2 são providos.
O bocal de turbilhonamento 1 tem ainda um canal de saída 3que, no desenho mostrado, na Figura 1, se estende transversalmente - istoé, pelo menos em um ângulo e especialmente perpendicular - ao plano dodesenho. Os canais de entrada 2 estendem-se no plano do desenho da mo·dalidade mostrada, desta maneira, em um plano comum, em particular. Porconseguinte, o canal de saída 3 se estende transversalmente (em um ânguloou inclinação), especialmente perpendicular, aos canais de entrada 2 ou viceversa. Os canais de entrada 2 podem também se estender sobre uma super-fície diferente, por exemplo, uma superfície de cone.
Propõe-se que os canais de entrada 2, de preferência se abramdiretamente, no sentido radial e/ou tangencialmente para o canal de saída 3,mas os canais de entrada 2 podem também se abrir para o canal de saída 3em um ângulo entre o tangencial e o radial, de preferência mais tangencial,particularmente de preferência em uma faixa angular de 25°, partindo a partirdo tangencial. Sendo assim, em particular, nenhuma câmara de turbilhão(adicional) é provida, conforme convencional na técnica anterior. Isto permiteque a estrutura do bocal de turbilhonamento 1 se mantenha simples, com-pacta e particularmente robusta, conforme ficará aparente a partir da descri-ção a seguir. O bocal de turbilhonamento 1 pode ainda ter outras estruturasa montante dos canais de entrada 2; estes, portanto, não precisam formaruma entrada externa para o bocal de turbilhonamento 1, sendo simplesmen-te linhas de suprimento para o canal de saída 3.
O bocal de turbilhonamento 1 serve para liberar e, em particular,atomizar um fluido, como, por exemplo, um líquido (não-mostrado), particu-larmente uma formulação medicamentosa similar. Com a estrutura ou dispo-sição mostrada na Figura 1 adequadamente coberta, o líquido é de prefe-rência suprido exclusivamente através dos canais de entrada 2 para o canalde saída, de modo que um turbilhão ou turbulência se forme diretamente nocanal de saída 3. O líquido é de preferência expelido somente pelo canal desaída 3 - em particular sem nenhuma linha subseqüente, canal, similar - e éatomizado neste momento ou imediatamente em seguida em um aerossol(não-mostrado) ou em finas gotículas ou partículas.
As entradas dos canais de entrada 2 se encontram, de preferên-cia, em um espaçamento de preferivelmente 50 a 300 μm, especialmente de90 a 120 pm, a partir do eixo geométrico central M do canal de saída 3. Emparticular, as entradas são uniformemente dispostas em um círculo em tornodo canal de saída 3 ou de seu eixo geométrico central M.
Os canais de entrada 2 se estendem para o canal de saída 3 em uma confi-guração essencialmente radial ou curvada, de preferência com uma curvatu-ra constante ou que aumenta continuamente na direção do canal de saída 3,e/ou com uma seção transversal de canal decrescente. A direção da curva-tura dos canais de entrada 2 corresponde à direção do turbilhonamento dobocal de turbilhonamento 1 ou do líquido (não-mostrado) no canal de saída 3.
De maneira particularmente preferida, os canais de entrada 2são curvados pelo menos substancialmente de acordo com a fórmula a se-guir, o que dá o formato das paredes laterais dos canais de entrada 2 emcoordenadas polares (r = raio, W = ângulo):
<formula>formula see original document page 8</formula>
na qual, Ra é o raio de saída e Re é o raio de entrada do canal de entrada 2em questão e Wa e We são os ângulos correspondentes.
Os canais de entrada 2 são de preferência mais estreitos na di-reção do canal de saída 3, em particular em pelo menos um fator 2 com ba-se na área em seção transversal através da qual o fluido pode escoar.
Os canais de entrada 2 são de preferência formados como de-pressões, particularmente entre o meio de guia, as paredes de divisão, asseções elevadas 4 similar. Na modalidade mostrada, os canais de entrada 2ou as seções elevadas 4 que formam ou definem os mesmos são pelo me-nos de um formato substancialmente crescente ou em forma de meia lua.
A profundidade dos canais de entrada 2 é de preferência de 5 a35 pm em cada caso. As saídas dos canais de entrada 2 de preferênciapossuem, cada qual, uma largura de 2 a 30 pm, particularmente de 10 a 20pm.
As saídas dos canais de entrada 2 têm, de preferência, cadaqual, um espaçamento a partir do eixo geométrico central M do canal de saí-da 3 que corresponde de 1,1 a 1,5 vezes o diâmetro do canal de saída 3e/ou pelo menos 1 pm. Pode ser inferido, a partir das seções esquemáticasmostradas nas Figuras 2 e 3, que o canal de saída 3 pode ser ligeiramenteaumentado em seção transversal ou diâmetro em sua região de entrada,radialmente ligada ou formada pelas saídas dos canais de entrada 2, ou nasregiões de extremidade das seções elevadas 4. Este aumento é basicamen-te causado por uma técnica de fabricação e é de preferência pequeno o sufi-ciente para não ser hidraulicamente importante. Este possível desvio radialé, portanto, insignificante, e os canais de entrada 2 ainda se abrem direta-mente para o canal de saída 3. O aumento do diâmetro é de preferência, nomáximo, de 30 pm, particularmente de apenas 10 pm ou menos. A transiçãoa partir do aumento para o restante do canal de saída 3 pode ser escalonadaou possivelmente cônica.
O canal de saída 3 é de preferência pelo menos substancialmen-te cilíndrico. Isto é verdadeiro, em particular, com relação também à regiãode entrada acima mencionada. O canal de saída 3 de preferência possuipelo menos uma seção transversal substancialmente constante. Todo o (le-ve) aumento na região de entrada, neste sentido, não é considerado essen-cial. No entanto, é igualmente possível que o canal de saída 3 tenha umaleve conicidade por todo o seu comprimento e/ou na região de entrada ou naregião de saída, causada particularmente pelo método de fabricação.
O diâmetro do canal de saída 3 é de preferência de 5 a 100 pm,em particular de 25 a 45 pm. O comprimento do canal de saída 3 é de prefe-rência de 10 a 100 pm, particularmente de 25 a 45 pm, e/ou de preferênciacorresponde a 0,5 a 2 vezes o diâmetro do canal de saída 3.
O bocal de turbilhonamento 1 compreende, de preferência, amontante dos canais de entrada 2, uma estrutura de filtro que, na modalida-de mostrada, é formada por meio das seções elevadas 5 e, em particular,compreende seções transversais de passagem menores que a dos canaisde entrada 2. A estrutura de filtro mostrada não em escala na Figura 1 impe-de a entrada de partículas nos canais de entrada 2, o que poderia entupir oscanais de entrada 2 e/ou o canal de saída 3. Tais partículas são filtradas pe-la estrutura de filtro, em função das seções transversais de passagem meno-res. A estrutura de filtro pode também ser formada independentemente daconstrução preferida do bocal de turbilhonamento 1 conforme descrito acimaem outros bocais de turbilhonamento.
Com relação à estrutura de filtro, deve-se destacar que a mesmapossui uma pluralidade de canais de fluxo paralelos à seção transversal me-nor e, portanto, de preferência são providas substancialmente mais passa-gens de fluxo do canais de entrada 2, com o resultado de a resistência defluxo da estrutura de filtro se tornar preferivelmente menor que a resistênciade fluxo dos canais de entrada paralelos 2. Isto também garante uma opera-ção satisfatória, mesmo quando as passagens de fluxo individuais da estru-tura de filtro se encontram entupidas por partículas, por exemplo.
Os canais de entrada 2 são fixados em sua extremidade de en-trada a um canal de suprimento comum 6 que serve para distribuir e suprir olíquido a ser atomizado. Na modalidade mostrada, o canal de suprimento 6 éde preferência anular (de acordo com a Figura 1) e envolve perifericamenteos canais de entrada 2. Em particular, o canal de suprimento 6 é dispostoradialmente entre a estrutura de filtro ou as seções elevadas 5, por um lado,e os canais de entrada 2 ou as seções elevadas 4, por outro. O canal de su-primento 6 garante que todos os canais de entrada 2 sejam adequadamentesupridos com um líquido a ser atomizado, por exemplo, mesmo que o líquidoseja suprido apenas de um lado, conforme mostrado na Figura 1, ou quandoa estrutura de filtro se encontra parcialmente entupida.
A produção preferida do bocal de turbilhonamento proposto 1acima descrito será a seguir explicada em mais detalhe. Contudo, os méto-dos de fabricação descritos podem também ser teoricamente usados comoutros bocais de turbilhonamento, possivelmente mesmo aqueles providoscom uma câmara de turbilhão.
Os canais de entrada 2 e o canal de saída 3 - de preferênciaainda o canal de suprimento comum 6 e/ou a estrutura de filtro - são de pre-ferência formados em um corpo de bocal 7 de uma só peça ou de múltiplospeças. Os dois métodos e modalidades propostos são descritos de uma for-ma mais pormenorizada a seguir.
O corpo de bocal 7 é feito em duas peças na primeira modalida-de. O mesmo compreende um primeiro componente de preferência em for-ma de chapa 8 e um segundo componente de preferência também em formade chapa 9.
A Figura 1 mostra apenas o primeiro componente 8, isto é, obocal de turbilhonamento 1 sem o segundo componente 9 que forma umatampa. A Figura 2 mostra, em uma seção esquemática, sobre a linha Il-Il daFigura 1, o bocal de turbilhonamento 1 com os dois componentes 8 e 9 emum estado ainda não completamente acabado.
Na primeira modalidade, antes de mais nada, todas as estrutu-ras desejadas são formadas pelo menos parcialmente e, em particular, pelomenos de uma forma substancialmente completa no primeiro componente 8,começando a partir de um lado plano, particularmente por meio de maquina-gem química, conforme descrito na técnica anterior acima mencionada. Emparticular, pelo menos um canal de entrada 2 e de preferência todos os ca-nais de entrada 2 e o canal de saída 3 são embutidos no primeiro compo-nente 8, começando a partir do lado plano, e mais particularmente, são for-mados como depressões por meio de maquinagem química. Os canais deentrada 2 se estendem, em particular, paralelamente ao lado plano. O canalde saída 3 se estende, em particular, em ângulos retos para o lado plano e éinicialmente embutido ou formado apenas como um recesso fechado emuma extremidade (furo cego).
Além disso, todas as demais estruturas desejadas similar podemser simultaneamente formadas no primeiro componente 8, especialmente ocanal de suprimento comum 6, a estrutura de filtro e/ou outras linhas de ali-mentação similar.
O primeiro componente 8 de preferência consiste em silício oude algum outro material adequado.
Em seguida, o primeiro componente 8 é ligado ao segundo com-ponente 9, de modo que o segundo componente 9 cubra pelo menos parci-almente o lado plano do primeiro componente 8 compreendendo o canal deentrada 2 ou os canais de entrada 2, de modo a formar as estruturas ocasvedadas desejadas do bocal de turbilhonamento 1.
Os componentes 8 e 9 são juntados entre si, em particular, pormeio da assim chamada ligação ou soldagem. No entanto, teoricamentequalquer outro método adequado de fixação ou construção intercalada épossível.
Em uma modalidade alternativa particularmente preferida, umelemento de chapa (não-mostrado), particularmente um wafer de silício éutilizado, a partir do qual uma pluralidade de primeiros componentes 8 é uti-lizada para uma pluralidade de bocais de turbilhonamento 1. Antes de seremseparados em componentes individuais 8 ou em bocais de turbilhonamento1, de preferência as estruturas, especialmente as depressões ou os reces-sos, são inicialmente produzidas a partir de um lado plano do elemento dechapa para a pluralidade de primeiros componentes 8 ou bocais de turbilho-namento 1. Isto é feito, em particular, por meio de um tratamento ou maqui-nagem química das estruturas finas, conforme convencional na fabricaçãode semicondutores, e, consequentemente, faz-se referência aqui a este res-peito à técnica anterior relativa aa maquinagem química do silício ou similar.
Particularmente de preferência, o segundo componente 9, assimcomo o primeiro componente 8, é feito de um elemento de chapa partido ouseparado em uma pluralidade de segundos componentes 9. A fim de produ-zir o primeiro componente 8, é particularmente preferível se usar um waferde silício como o elemento de chapa, conforme acima explicado. O elementode chapa usado para produzir o segundo componente 9 pode também serum wafer de silício ou algum outro tipo de wafer, uma folha de vidro similar.
Quando é usado um elemento de chapa para se produzir tanto oprimeiro componente 8 como o segundo componente 9, é particularmentepreferível se juntar os elementos de chapa entre si antes de serem partidosnos componentes individuais 8 e 9. Isto torna a montagem e o posiciona-mento substancialmente mais fáceis.
A fim de ajudar no posicionamento dos elementos de chapa umcom relação ao outro, é particularmente preferível se usar elementos dechapa do mesmo tamanho e formato. Quando, por exemplo, um wafer desilício em forma de disco é usado para formar os primeiros componentes 8,recomenda-se se usar um elemento de chapa em forma de disco do mesmotamanho, por exemplo, feito de vidro, para formar os segundos componentes9. Obviamente, outras formas de chapa podem ser usadas e juntadas entresi, como, por exemplo, elementos de chapa retangulares. Contudo, os discoscirculares são particularmente recomendados, uma vez que os wafers desilício ou de outros materiais são obteníveis de uma forma particularmentemais econômica. Deve-se notar que os elementos de chapa juntados entre sipodem, se necessário, ser de diferentes formas ou tamanhos.
Depois de os dois componentes 8 e 9 ou os elementos de chapaque formam os mesmos serem juntados entre si, ou antes ou após a sepa-ração ou partição dos elementos de chapa nos componentes individuais 8 e9 ou nos bocais de turbilhonamento 1, o primeiro componente 8 ou o ele-mento de chapa correspondente é usinado, particularmente moído sobre olado plano remoto do segundo componente 9 ou de seu elemento de chapa.Desta maneira, a espessura do primeiro componente 8 é substancialmentereduzida. Em um wafer de silício convencional, a espessura inicial D1 é ge-ralmente de cerca de 600 a 700 μιτι. Esta espessura D1 é substancialmentereduzida, por exemplo, a uma espessura D2 de cerca de 150 μιτι ou menos.Isto resulta na abertura dos elementos de saída 3, que estavam inicialmentefechados sobre um lado, do lado de usinagem. O comprimento dos canaisde saída 3 é assim determinado pela espessura D2 à qual o primeiro com-ponente 8 ou o elemento de chapa que forma os componentes 8 é usinado.O método de fabricação acima descrito facilita a produção doprimeiro componente 8 de uma maneira muito fina e, ao mesmo tempo, aobtenção de uma estabilidade e resistência muito aitas para o bocal de turbi-Ihonamento 1, particularmente com relação a altas pressões de fluido, umavez que o segundo componente 9 forma um todo unificado com o primeirocomponente 8 e garante a estabilidade ou estabilização necessárias do pri-meiro componente 8, mesmo quando o mesmo é muito fino.
Além disso, o fato de, preferivelmente, não haver nenhuma câ-mara de turbilhão entre os canais de entrada 2 e o canal de saída 3 tambémcontribui para a alta estabilidade ou capacidade de suporte de carga do pri-meiro componente 8, mesmo quando o mesmo tem uma espessura muitobaixa D2. Em contrapartida, as seções elevadas 4 ou outras malhas similarque delimitam ou definem os canais de entrada 2 podem se estender dire-tamente para o canal de saída 3, que tem um diâmetro substancialmentemenor que o de uma câmara de turbilhão normal. Por conseguinte, a seçãodo primeiro componente 8 não suportada nesta região é essencialmente re-duzida ao diâmetro do canal de saída 3.
Os elementos de chapa juntados entre si são finalmente partidosnos componentes preferivelmente retangulares ou quadrados ou opcional-mente redondos 8 e 9, respectivamente, isto é, nos bocais de turbilhonamen-to acabados, particularmente por meio de serragem ou outra usinagem.
Uma segunda modalidade do bocal de turbilhonamento proposto1 e uma segunda modalidade do método de produção preferido serão des-critas a seguir com referência à Figura 3. A Figura 3 mostra, em uma seçãosobre a linha III-IV da Figura 1, correspondente à Figura 2, o bocal de turbi-lhonamento 1 de acordo com uma segunda modalidade. Apenas as maioresdiferenças entre a segunda modalidade e a primeira modalidade serão des-critas. Com relação aos demais aspectos, as observações acima continuama se aplicar em conformidade ou de maneira suplementar.
Na segunda modalidade, o canal de saída 3 é formado pelo me-nos parcialmente, particularmente pelo menos essencialmente, no segundocomponente 9. O restante da estrutura do bocal de turbilhonamento 1, espe-cialmente pelo menos um canal de entrada 2, é formada no primeiro compo-nente 8. Consequentemente, é possível se produzir o canal de saída 3 deuma forma pelo menos muito independente da fabricação da estrutura res-tante do bocal de turbilhonamento 1, particularmente a região de entrada dobocal de turbilhonamento 1.
Na segunda modalidade, antes de os dois componentes 8 e 9serem juntados entre si, o canal de saída 3 é pelo menos parcialmente em-butido no segundo componente 9, começando a partir de um lado plano eestendendo-se especialmente em ângulos retos até o lado plano na formade um recesso, de preferência por meio de maquinagem química. No entan-to, é também teoricamente possível formar ou rebaixar o canal de saída 3somente depois de os dois componentes 8 e 9 terem se juntado um ao outro.
De uma maneira particularmente preferível, o canal de saída 3 éembutido inicialmente apenas sobre um lado, particularmente por meio demaquinagem química, no segundo componente 9 enquanto aberto, antes deos dois componentes 8 e 9 serem juntados um ao outro, isto é, como umfuro cego, de acordo com a primeira modalidade, porém, neste caso, no se-gundo componente 9 e não no primeiro componente 8.
Opcionalmente, as superfícies podem em seguida ser moídas,polidas ou de outra forma afinadas, por exemplo, por meio de maquinagemquímica rotativo. Em seguida, os dois componentes 8 e 9 são juntados umao outro. De preferência, mais uma vez, isto é feito ao se juntar os elemen-tos de chapa entre si, cada um dos quais formando uma pluralidade de com-ponente 8 ou 9.
Finalmente, o segundo componente 9 do elemento de chapa queforma o segundo componente 9 é afinado em seguida, particularmente moí-do, sobre o lado plano remoto do primeiro componente 8. Isto faz com que ocanal de saída 3 ou os canais de saída 3 sejam abertos a partir do lado usi-nado. A usinagem e/ou abertura podem, no entanto, ser feitas também antesde os componentes serem juntados um ao outro.
O afinamento do segundo componente 9 ou do elemento dechapa correspondente é de preferência feito de modo a se obter uma espes-sura D2, conforme explicado na primeira modalidade, com o resultado deque as observações anteriormente feitas aqui se aplicam.
Na segunda modalidade, é também de preferência usado silíciopara o segundo componente 9. Em particular, um wafer de silício similar éusado como um elemento de chapa para a formação do segundo componen-te 9.
Os métodos de fabricação propostos e descritos não se limitamà fabricação do bocal de turbilhonamento 1 proposto ou mostrado, podendotambém ser usados de modo geral para outros bocais de turbilhonamento 1,como também para os bocais de câmara de turbilhão, isto é, para os bocaisde turbilhonamento com câmaras de turbilhão.
Durante a fabricação, a maquinagem química é de preferênciausada para trabalhar sobre o material, especialmente para afinar o mesmo. Desta maneira, podem ser obtidas estruturas muito finas e muito precisas,particularmente recessos, canais similar, mais preferivelmente na faixa de 50μιη, particularmente 30 pm ou menor. No entanto, além deste, ou de manei-ra alternativa, outros métodos de usinagem e/ou conformação de material,tais como tratamento a laser, tratamento mecânico, fundição e/ou estampa-gem podem também ser usados.
De preferência, o bocal de turbilhonamento 1 é pelo menossubstancialmente plano e/ou em forma de chapa. A direção principal do fluxoou a direção de suprimento principal do líquido (não-mostrado) corre essen-cialmente na direção principal da extensão, correspondendo, em particular,aos planos dos componentes 8, 9 ou às superfícies juntadas entre si doscomponentes 8, 9 ou ao plano paralelo aos mesmos. O canal de saída 3 depreferência se estende transversalmente, em especial perpendicularmente,ao plano principal de extensão ou ao plano da chapa do pulverizador 1, paraa direção de influxo principal do líquido e/ou para a extensão principal daestrutura de filtro. A direção principal de extensão do canal de saída 3 e adireção principal de liberação do bocal de turbilhonamento 1 de preferênciase estendem no sentido do eixo geométrico central M.Os canais de entrada 2, o canal de suprimento 6, a estrutura defiltro e/ou outras regiões de influxo para o líquido formado no bocal de turbi-Ihonamento 1 são de preferência pelo menos substancialmente dispostosem um plano comum, e mais preferivelmente são formados sobre apenasum lado, em particular, começando a partir de um lado plano ou superfíciedo componente 8.
Teoricamente, uma pluralidade de canais de saída 3 ou aindauma pluralidade de bocais de turbilhonamento 1 pode ser formada sobre umcomponente 8, 9. As estruturas, em seguida, são adaptadas em conformida-de. A Figura 4 mostra, em uma vista correspondente à Figura 1, uma dispo-sição de bocal de turbilhonamento de acordo com uma terceira modalidade,tendo diversos, neste caso três, bocais de turbilhonamento 1 e uma estruturade filtro comum 5 sobre um componente 8 e/ou 9. As observações e explica-ções acima se aplicam em conformidade ou de uma maneira suplementar.
As características ou aspectos individuais das várias modalida-des e das reivindicações podem também se combinar entre si, conforme de-sejado.
O bocal de turbilhonamento proposto 1 é mais preferivelmenteusado para se atomizar uma formulação medicamentosa líquida, a formula-ção medicamentosa passando pelo bocal de turbilhonamento 1 sob altapressão, de modo que a formulação medicamentosa que emerge do canalde saída 3 seja atomizada em um aerossol (não-mostrado), mais particular-mente tendo partículas ou gotículas com um diâmetro médio inferior a 10pm, de preferência de 1 a 7 pm, em particular aproximadamente a 5 pm oumenor.
De preferência, o bocal de turbilhonamento 1 proposto é usadoem um atomizador 10 descrito a seguir. Especificamente, o bocal de turbi-lhonamento 1 serve para se obter uma atomização muito boa e fina, e aindaum volume de fluxo relativamente grande e/ou a uma pressão relativamentebaixa.
As Figuras 5 e 6 mostram uma vista diagramática do atomizador10 em um estado não tensionado (Figura 5) e em um estado tensionado (Fi-gura 6). O atomizador 10 é feito, em particular, como um inalador portátil e,de preferência, opera sem gás propelente.
O bocal de turbilhonamento 1 é de preferência instalado no ato-mizador 10, particularmente um suporte 11. Desta forma, se obtém uma dis-posição de bocal 22.
O atomizador 10 é usado para se atomizar um fluido 12, particu-larmente um medicamento altamente eficaz, uma formulação medicamento-sa similar. Quando o fluido 2, de preferência um líquido, especialmente ummedicamento, é atomizado, um aerossol 24 é formado, que pode ser respi-rado ou inalado por um usuário (não-mostrado). Normalmente, a inalaçãoocorre pelo menos uma vez ao dia, mais particularmente diversas vezes aodia, de preferência a intervalos prescritos, dependendo da condição do paci-ente.
O atomizador conhecido 10 possui um recipiente inserível e depreferência substituível 13 que contém o fluido 12. O recipiente 13, destemodo, constitui um reservatório para o fluido 2 a ser atomizado. De prefe-rência, o recipiente 13 contém uma quantidade suficiente de fluido 12 ousubstância ativa a fim de poder prover unidades de até 300 doses, por e-xemplo, de até 300 sprays (jatos) ou aplicações.
O recipiente 13 é substancialmente cilíndrico ou do tipo cartuchoe pode ser inserido no atomizador 10 a partir de baixo, depois de o atomiza-dor ser aberto, podendo, opcionalmente, ser substituído. O recipiente é deuma construção rígida, o fluido 12 ficando de preferência preso em uma câ-mara de fluido 14 no recipiente 13, que consiste em uma bolsa deformável.
O atomizador 10 compreende ainda um dispositivo de transpor-te, de preferência um gerador de pressão 15 para o transporte e atomizaçãodo fluido 12, particularmente em uma dosagem medida predeterminada, op-cionalmente ajustável.
O atomizador 10 ou gerador de pressão 15 tem um dispositivode contenção 16 para o recipiente 13, uma mola de propulsão associada 17,mostrada apenas em parte, tendo um elemento de trava 18 que pode sermanualmente operado de modo a se abrir, um tubo de transporte 19 de pre-ferência na forma de um capilar de parede espessa com uma válvula opcio-nal, particularmente uma válvula de retenção 20, uma câmara de pressão 21e a disposição de bocal 22 na região de uma peça de boca 23. O recipiente13 é fixado no atomizador 10 por meio do dispositivo de contenção 16, maisparticularmente por meio de encaixe, de tal modo que o tubo de transporte19 fique imerso no recipiente 13. O dispositivo de contenção 16 pode serconstruído de modo que o recipiente 13 possa ser liberado e substituído.
Durante o tensionamento axial da mola de propulsão 17, o dis-positivo de contenção 16 se movimenta para baixo nos desenhos juntamentecom o recipiente 13 e o tubo de transporte 19, e o fluido 12 é aspirado parafora do recipiente 13 através da válvula de retenção 20 para cima novamen-te por meio da liberação da mola de propulsão 17 que atua agora como umêmbolo de pressão ou pistão. Esta pressão força o fluido 12 para fora atra-vés do bocal 22, quando o mesmo é atomizado em um aerossol 24, confor-me mostrado na Figura 10.
Um usuário ou paciente (não-mostrado) pode inalar o aerossol24 enquanto um suprimento de ar pode, de preferência, ser aspirado paradentro da peça de boca 23 através de pelo menos uma abertura de entradade ar 25.
O atomizador 10 possui uma peça de alojamento superior 26 euma peça interna 27 rotativa com relação à mesma (Figura 6), tendo umapeça superior 27a e uma peça inferior 27b (Figura 5), enquanto um peça dealojamento 28 que é, em particular, manualmente operada é fixada de formaliberável, de preferência empurrada, sobre a peça interna 27, preferivelmen-te por meio de um elemento de fixação 29. Para a inserção e/ou troca dorecipiente 13, a peça de alojamento 28 pode ser destacada do atomizador 10.
A peça de alojamento 28 pode ser girada com relação à peça dealojamento superior 26, carregando com a mesma a peça inferior 27b dapeça interna 27 que fica mais abaixo no desenho. Como um resultado, a mo-la de propulsão 17 é tensionada na direção axial por meio de uma engrena-gem (não mostrada) que atua sobre o dispositivo de contenção 16. Duranteo tensionamento, o recipiente 13 se movimenta axialmente para baixo atéque o recipiente 13 assuma uma posição de extremidade, conforme mostra-da na Figura 12. Neste estado, a mola de propulsão 17 fica sob tensão.Quando o tensionamento é executado pela primeira vez, uma mola de atua-ção axial 30 disposta na peça de alojamento 28 vem a se sobrepor sobre abase do recipiente e por meio de um elemento de perfuração 31 perfura orecipiente 13 ou uma vedação no fundo quando o elemento de perfuraçãoentra em contato pela primeira vez com o mesmo, para ventilação. Durante oprocesso de atomização, o recipiente 13 se movimenta novamente para asua posição original mostrada na Figura 5 por meio da mola de propulsão17, enquanto o tubo de transporte 19 se movimenta para a câmara de pres-são 21. O recipiente 13 e o elemento de transporte ou tubo de transporte 19,deste modo, realiza um movimento de elevação durante o processo de ten-sionamento ou para o arrasto ascendente do fluido ou durante o processo deatomização.
Deve-se mencionar, em geral, que, no atomizador proposto 10, orecipiente 13 pode, de preferência, ser inserido no atomizador 10, isto é, po-de ser instalado no mesmo. Consequentemente, o recipiente 13 é preferi-velmente um componente separado. No entanto, teoricamente, o recipiente13 ou câmara de fluido 14 pode também ser formada diretamente pelo ato-mizador 10 ou por parte do atomizador 10 ou de alguma maneira integradano atomizador 10 ou pode ser conectável ao mesmo.
Em contrapartida, com o equipamento independente similar, oatomizador proposto 10 é de preferência construído de modo a ser portátile/ou manualmente operado e, em particular, é um dispositivo móvel portátil.
É particularmente preferível que a atomização ocorra em cadaatuação por um período de cerca de 1 a 2 haustos respiratórios. No entanto,teoricamente, é também possível que a atomização seja mais demorada oucontínua.
De maneira particularmente preferível, o atomizador 10 é cons-truído como um inalador, especialmente para um tratamento de aerossolmedicinal. De maneira alternativa, contudo, o atomizador 10 pode tambémser concebido para outros fins, podendo, preferivelmente, ser usado paraatomizar um líquido cosmético ou, particularmente, um atomizador de per-fume. O recipiente 13, por conseguinte, contém, por exemplo, uma formula-ção medicamentosa ou um líquido cosmético, como, por exemplo, perfumesimilar.
Por outro lado, a solução proposta pode ser usada não apenasno atomizador 10 especificamente descrito no presente documento, mastambém em outros atomizadores ou inaladores, por exemplo, em inaladoresde pó ou nos assim chamados inaladores de dosagem medida.
A atomização do fluido 12 pelo bocal de turbilhonamento 1 é depreferência feita a uma pressão de cerca de 0,1 a 35 MPa, em particular decerca de 0,5 a 20 MPa, e/ou com um volume de fluxo de cerca de 1 a 300μΙ/seg., em particular de cerca de 5 a 50 μΙ/seg.
LISTA DE NUMERAIS DE REFERÊNCIA
1 - bocal de turbilhonamento 2 - canal de entrada 3- canal de saída 4- seção elevada 5 - seção elevada 6- canal de suprimento 7- corpo de bocal 8- componente 9- componente 10 - atomizador 11 - suporte 12 - fluido 13 - recipiente 14 - câmara de fluido 15 - gerador de pressão 16 - dispositivo de contenção 17 - mola de propulsão 18 - elemento de trava19 - tubo de transporte
20 - válvula de retenção
21 - câmara de pressão
22 - disposição de bocal
23 - peça de boca
24 - aerossol
25 - abertura de entrada de ar
26 - peça de alojamento superior
27 - peça interna
27a - peça superior da peça 27
27b - peça inferior da peça 27
28 - peça de alojamento
29 - elemento de fixação
30 - mola de atuação axial
31 - elemento de perfuração
M - eixo geométrico central

Claims (26)

1. Bocal de turbilhonamento (1) para a liberação e particularmen-te para a atomização de uma formulação medicamentosa, um agente cos-mético, um agente para o corpo ou cuidados de beleza, um agente de limpe-za ou agente doméstico na forma de um fluido (12), tendo canais de entrada(2) e um canal de saída (3), os canais de entrada (2) estendendo-se no sen-tido transversal, especialmente no sentido perpendicular, para o canal desaída (3), o bocal de turbilhonamento sendo caracterizado pelo fato de queos canais de entrada (2) se abrem para o canal de saída (3) diretamente, nosentido radial e/ou no sentido tangencial.
2. Bocal de turbilhonamento, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que os canais de entrada (2) se abrem para o ca-nal de saída (3) pelo menos em um sentido substancialmente tangencial ouem um ângulo entre o tangencial e o radial.
3. Bocal de turbilhonamento, de acordo com a reivindicação 1 ou2, caracterizado pelo fato de que dois a doze, particularmente quatro canaisde entrada (2) se abrem para o canal de saída (3) e/ou os canais de entrada(2) se estendem em um plano comum.
4. Bocal de turbilhonamento, de acordo com uma das reivindica-ções precedentes, caracterizado pelo fato de que as entradas dos canais deentrada (2) se encontram em um espaçamento de 50 a 300 pm, particular-mente de 80 a 120 pm, a partir do eixo geométrico central (M) do canal desaída (3).
5. Bocal de turbilhonamento, de acordo com uma das reivindica-ções precedentes, caracterizado pelo fato de que os canais de entrada (2)são curvados na direção da turbulência, particularmente com uma curvaturaconstante ou que aumenta continuamente na direção do canal de saída (3).
6. Bocal de turbilhonamento, de acordo com uma das reivindica-ções precedentes, caracterizado pelo fato de que os canais de entrada (2)se afunilam na direção do canal de saída (3), particularmente por pelo me-nos um fator 2, com base na área em seção transversal.
7. Bocal de turbilhonamento, de acordo com uma das reivindica-ções precedentes, caracterizado pelo fato de os canais de entrada (2) têmuma profundidade de 5 a 35 μm.
8. Bocal de turbilhonamento, de acordo com uma das reivindica-ções precedentes, caracterizado pelo fato de que as saídas dos canais deentrada (2) possuem uma largura de 2 a 30 μm, particularmente de 10 a 20 μm.
9. Bocal de turbilhonamento, de acordo com uma das reivindica-ções precedentes, caracterizado pelo fato de que as saídas dos canais deentrada (2) têm, cada qual, um espaçamento a partir do eixo geométricocentral (M) do canal de saída (3) que corresponde de 1,1 a 1,5 vezes o diâ-metro do canal de saída (3).
10. Bocal de turbilhonamento, de acordo com uma das reivindi-cações precedentes, caracterizado pelo fato de que o canal de saída (3) épelo menos substancialmente cilíndrico em construção, e/ou pelo fato de queo canal de saída (3) possui pelo menos uma seção transversal substancial-mente constante.
11. Bocal de turbilhonamento, de acordo com uma das reivindi-cações precedentes, caracterizado pelo fato de que o diâmetro do canal desaída (3) é de 5 a 100 μm, particularmente de 25 a 45 μm, e/ou pelo fato deque o comprimento do canal de saída (3) é de 10 a 100 pm, particularmentede 25 a 45 um, e/ou corresponde a 0,5 a 2 vezes o diâmetro do canal desaída (3).
12. Bocal de turbilhonamento (1) para a atomização de um fluido(12), particularmente uma formulação medicamentosa, com canais de entra-da (2) e um canal de saída (3), os canais de entrada (2) estendendo-se nosentido transversal, especialmente no sentido perpendicular, para o canal desaída (3), particularmente de acordo com uma das reivindicações preceden-tes, o bocal de turbilhonamento (1) sendo caracterizado pelo fato de com-preender, a montante dos canais de entrada (2), uma estrutura de filtro commenores seções transversais de passagem do que os canais de entrada (2).
13. Bocal de turbilhonamento, de acordo com uma das reivindi-cações precedentes, caracterizado pelo fato de que os canais de entrada (2)são fixados em sua extremidade de entrada a um canal de suprimento depreferência anular, comum (6), e, em particular, são envolvidos pelo mesmo.
14. Bocal de turbilhonamento, de acordo com as reivindicações 12 e 13, caracterizado pelo fato de que o canal de suprimento (6) é dispostoentre a estrutura de filtro e os canais de entrada (2).
15. Bocal de turbilhonamento, de acordo com as reivindicações 12 a 14, caracterizado pelo fato de que tanto os canais de entrada (2) comoa estrutura de filtro e/ou canal de suprimento (6) se localizam em um planocomum.
16. Bocal de turbilhonamento, de acordo com uma das reivindi-cações precedentes, caracterizado pelo fato de que o bocal de turbilhona-mento (1) é pelo menos substancialmente plano ou de uma construção emforma de chapa, enquanto, em particular, o canal de liberação (3) se estendetransversalmente, de preferência perpendicularmente, ao plano principal deextensão do bocal de turbilhonamento (1), e/ou o fluido (12) pode ser supridoao canal de saída (3) exclusivamente através dos canais de entrada (2).
17. Bocal de turbilhonamento, de acordo com uma das reivindi-cações precedentes, caracterizado pelo fato de que os canais de entrada (2)e o canal de saída (3) - de preferência também o canal de suprimento co-mum (6) e/ou a estrutura de filtro — são formados em um corpo de bocal (7)de uma só peça ou de múltiplas peças, particularmente por meio de maqui-nagem química, fundição, estampagem, processamento a laser, e/ou pro-cessamento mecânico.
18. Uso de um bocal de turbilhonamento (1), como definido emuma das reivindicações precedentes para a atomização de uma formulaçãomedicamentosa líquida, a formulação medicamentosa passando pelo bocalde turbilhonamento (1) sob alta pressão, de modo que a formulação medi-camentosa que emerge do canal de saída (3) seja atomizada em um aeros-sol.
19. Uso, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelofato de que a formulação medicamentosa é pelo menos basicamente atomi-zada em partículas ou gotículas destinadas aos pulmões, particularmentecom um diâmetro médio inferior a 10 μιη, de preferência de 1 a 7 μηι, emparticular aproximadamente a 5 μιτι ou menor.
20. Método de produção de um bocal de turbilhonamento (1)tendo pelo menos um canal de entrada (2) e um canal de saída (3) que seestende no sentido transversal, especialmente no sentido perpendicular aomesmo, em que o pelo menos um canal de entrada (2) é embutido em umprimeiro componente em forma de chapa (8), começando a partir de um ladoplano e estendendo-se em particular paralelo ao lado plano, e o canal desaída (3) é em pelo menos uma parte embutida, começando a partir do ladoplano e estendendo-se em particular transversalmente com relação ao ladoplano,em que o primeiro componente (8) e o segundo componente (9)são combinados juntos - antes e, ou, depois do embutimento do canal desaída (3) no segundo componente (9) - de modo que o segundo componente(9) pelo menos cubra o lado plano do primeiro componente (8) provido como canal de entrada (2).
21. Método de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pe-lo fato de que o canal de saída (3) é, inicialmente embutido somente en-quanto é aberto em uma extremidade no segundo componente (9) - particu-larmente por maquinagem química - antes de dois componentes (8,9) seremcombinados junto, com isso, os dois componentes (8,9) então são combina-dos junto de forma que a abertura do canal de saída (3) direciona-se ao pri-meiro componente (8), e depois dos dois componentes (8,9) terem sidocombinados junto, o segundo componente é soldado, particularmente bematerrado, no lado liso da superfície distante do primeiro componente (8), como resultado do canal de saída (3) estar aberto neste lado.
22. Método de produção de um bocal de turbilhonamento (1)tendo pelo menos um canla de entrda (2) e um canal de saída (3) que seestende no sentido transversal, especialmente no sentido perpendicular aomesmo, em que o pelo menos um canal de entrada (2) é rebaixado em umprimeiro componente em forma de chapa (8), começando a partir de um ladoplano e estendendo-se em particular paralelo ao lado plano, e o canal desaída (3) é rebaixado, começando a partir do lado plano e estendendo-se emparticular transversalmente com relação ao lado plano, como uma depressãofechada em um lado, o primeiro componente (8) sendo, em seguida, juntadoa um segundo componente (9) de preferência em forma de chapa (9), de talmodo que o segundo componente (9) pelo menos parcialmente cubra o ladoplano do primeiro componente (8) provido com o canal de entrada (2), e de-pois de os dois componentes (8,9) serem juntados entre si, o primeiro com-ponente (8) é usinado, particularmente moído sobre o lado plano remoto dosegundo componente (9), deste modo abrindo o canal de saída (3) nestelado.
23. Método, de acordo com uma das reivindicações 20 a 22, ca-racterizado pelo fato de que uma pluralidade de canais de entrada (2) seabre diretamente e/ou tangencialmente para o canal de saída (3) e, destamaneira, forma uma região de entrada do canal de saída (3), a região deentrada sendo formada particularmente no primeiro componente (8).
24. Atomizador (10) para a atomização de um fluido (12), parti-cularmente uma formulação medicamentosa, tendo um bocal de turbilhona-mento (1) como definido em uma das reivindicações 1 a 17.
25. Atomizador, de acordo com a reivindicação 24, caracterizadopelo fato de que o atomizador (10) é portátil e/ou concebido para ser manu-almente operado.
26. Atomizador, de acordo com a reivindicação 24 ou 25, carac-terizado pelo fato de que o atomizador (10) compreende um reservatório,particularmente um recipiente (13), que contém o fluido (12).
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