BRPI0709372A2 - método de ruptura do desempenho reprodutio de pragas artrópodes adultas - Google Patents

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Abstract

<B>MéTODO DE RUPTURA DO DESEMPENHO REPRODUTIVO DE PRAGAS ARTRóPODES ADULTAS<D> A presente invenção se refere a um método de ruptura do desempenho reprodutivo de pragas artrópodes adultas que compreende o contato da praga artrópode adulta ou seu ambiente com quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida, seu N-óxido ou sal.

Description

"MÉTODO DE RUPTURA DO DESEMPENHO REPRODUTIVO DE PRAGAS
ARTRÓPODES ADULTAS"
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a método de ruptura do desempenho reprodutivo de pragas artrópodes que compreende o contato das pragas artrópodes ou seu ambiente com quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida, seu N-óxido ou seu sal.
Antecedentes da invenção
O controle de pragas artrópodes é extremamente importante para atingir alta eficiência de produção. O controle de pragas artrópodes em produtos florestais, safras de estufa, plantas ornamentais, safras de viveiro, produtos de fibra e alimentos armazenados, animais de criação, ambientes domésticos, gramados, produtos de madeira e saúde pública e animal também é importante. O dano por artrópodes a safras agronômicas em cultivo e armazenadas pode causar redução significativa da produtividade e, desta forma, resultar em aumento de custos para o consumidor.
Métodos de controle de artrópodes freqüentemente incluem a aplicação de artropodicida à praga ou seu ambiente em dosagem letal. Exposição repetida ao mesmo artropodicida pode resultar na seleção de indivíduos resistentes ao artropodicida e pode gerar o desenvolvimento de populações resistentes. A resistência a inseticidas químicos tais como organoclorados, organofosfatos, carbamatos, espinosinas e piretróides é conhecida.
Métodos de controle alternativos envolvem a redução do desempenho reprodutivo das pragas, tal como por meio do ruptura do acasalamento, em que feromônios sexuais de insetos são utilizados para substituir total ou parcialmente artropodicidas na proteção de safras agrícolas e florestais contra pragas artrópodes. Após a ruptura eficaz do acasalamento das pragas, embora a população das colônias da coorte tratada não possam serimediatamente reduzidas, infestações secundárias da prole da geração da coorte são significativamente reduzidas junto com danos potenciais à safra. Desvantagens do uso de feromônios de insetos incluem, entretanto, a instabilidade dos feromônios, bem como métodos de liberação e formulação complexos necessários para resultados ideais, o que freqüentemente resulta em eficácia mais baixa que a desejada.
Antranilamidas (vide a Patente Norte-Americana n° 6.747.047, Publicações PCT WO 2003/015518 e WO 2004/067528) e diamidas itálicas (vide a Patente Norte-Americana n° 6.603.044) são classes recentemente descobertas de artropodicidas de carboxamida que possuem atividade contra diversas pragas artrópodes com importância econômica. Essas publicações descrevem testes nos quais carboxamidas controlam artrópodes, causando mortalidade. Atingir nível econômico de controle de pragas por meio de mortalidade tipicamente requer a aplicação de concentração mortal para pelo menos 80% da praga alvo (ou seja, CLSo)·
Notadamente, descobriu-se agora um método de controle eficaz de populações de pragas artrópodes utilizando artropodicidas de carboxamida para atingir efeitos similares a feromônios, mas sem as suas desvantagens.
Descrição Resumida da Invenção
A presente invenção refere-se a método de ruptura dodesempenho reprodutor de pragas artrópodes adultas que compreende o contato da praga artrópode adulta ou seu ambiente com quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida, seu N-óxido ou sal; desde que a praga artrópode adulta seja diferente de Cydia pomonella ou Grapholita molesta.
A presente invenção também se refere a método em que o artropodicida carboxamida, seu N-óxido ou sal, é formulado como composição que compreende o artropodicida, seu N-óxido ou sal e pelo menos umcomponente adicional selecionado a partir do grupo que consiste de tensoativos e diluentes líquidos.
Descrição Detalhada da Invenção Da forma utilizada no presente, as expressões "compreende", "que compreende", "inclui", "que inclui", "tem", "que tem", "contém", "que contém" ou qualquer de suas variações destinam-se a cobrir inclusão não exclusiva. Composição, mistura, processo, método, artigo ou aparelho que compreende uma lista de elementos, por exemplo, não se iimiia necessariamente apenas àqueles elementos, mas pode incluir outros elementos não relacionados expressamente ou inerentes a essa composição, mistura, processo, método, artigo ou aparelho. Além disso, a menos que indicado expressamente em contrário, "ou" indica inclusivo e não exclusivo. Condição A ou B é satisfeita, por exemplo, por qualquer dos seguintes: A é verdadeiro (ou presente) e B é falso (ou ausente), A é falso (ou ausente) e B é verdadeiro (ou presente) ou ambos, AeB, são verdadeiros (ou presentes).
Além disso, os artigos indefinidos "um" e "uma" que precedem elemento ou componente de acordo com a presente invenção destinam-se a ser não restritivos com relação ao número de casos (ou seja, ocorrências) do elemento ou componente. "Um" ou "uma", portanto, deverá ser lido como incluindo um ou pelo menos um e a forma da palavra no singular do elemento ou componente também inclui o plural, a menos que o número se destine obviamente a ser singular.
A expressão "praga artrópode adulta" designa o estágio de crescimento adulto, que é o estágio reprodutor da praga artrópode. A maior parte dos artrópodes passa por diferentes etágios de crescimento e desenvolvimento, em alguns envolvem alteração abrupta e pronunciada das formas do corpo; o termo que descreve estas alterações à medida que os artrópodes amadurecem é conhecido como metamorfose. Foram descritosquatro tipos de metamorfose: anamorfose, ametabolose, metamorfose incompleta e metamorfose completa. Não importa qual tipo de metamorfose de espécie artrópode, "artrópode adulto" indica que o artrópode atingiu o estágio de crescimento adulto; ou seja, os seus órgãos sexuais estão completamente desenvolvidos, ele pode agora exibir acasalamento, oviposição e outras formas de comportamentos reprodutivos e pode reproduzir-se para produzir ninhada da geração subseqüente. Portanto, o método de acordo com a presente invenção refere-se ao contato de artrópodes no estágio de crescimento reprodutivo "adulto" dos artrópodes, ou seja, "artrópodes adultos", com quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida.
A expressão "praga artrópode" inclui insetos, ácaros e carrapatos que são pragas de produtos agronômicos em cultivo ou armazenados, produtos florestais, safras de estufa, plantas ornamentais, safras de viveiro, produtos de fibra ou alimentos armazenados, animais de criação, residências e outras construções ou prejudiciais à saúde pública e animal. No contexto do presente relatório descritivo, "controle de pragas artrópodes" indica a ruptura do desempenho reprodutivo das pragas adultas tratadas, incluindo dificuldades à copulação ou produção de menos ovos pela fêmea ou ninhada menos viável, de forma a reduzir infestações secundárias. A expressão "concentração subletal", "dose subletal" ou
"quantidade subletal" no contexto da presente invenção indica concentração, dose ou quantidade que causa mortalidade de cerca de 50% ou menos (<CL5o ou DL50); em outras palavras, pelo menos cerca de 50% da população estão vivos após o tratamento.
A ruptura do acasalamento é fenômeno ou efeito que resulta noimpedimento da capacidade de pragas macho e fêmea de atrair-se entre si para acasalamento, ou mesmo caso se localizem entre si eles não podem copular com sucesso. Isso resulta na total ausência de reprodução pela fêmeaou número reduzido de ovos ou nascidos vivos (de acordo com o modo de reprodução), ou redução da viabilidade de qualquer ninhada conforme manifestado pela sua sobrevivência, longevidade ou crescimento e desenvolvimento. Exemplos de produtos naturais que causam ruptura do comportamento de acasalamento dos insetos incluem feromônios sexuais e outros semioquímicos (referência geral para feromônios e semioquímicos é The BioPesticide Manual, Segunda Edição, L. G. Copping, Ed., British Crop Protection Council, Farnham, Surrey, Grã-Bretanha, 2001).
No contexto do presente relatório descritivo, o termo "fertilidade" indica a viabilidade e adequação da ninhada produzida por praga fêmea. Neste caso, ela é comumente medida por meio de parâmetros de desempenho da vida, tais como longevidade, tempo de desenvolvimento, peso do corpo e presença ou ausência de anormalidades morfológicas. Os efeitos de substância sobre parâmetros de fertilidade da praga geralmente são manifestados nos parâmetros de crescimento, desenvolvimento e desempenho da vida da ninhada dos adultos tratados.
O termo "fecundidade", da forma utilizada no presente relatório descritivo, designa a quantidade total de ovos ou ninhada viva produzida por fêmeas de artrópodes. Geralmente, ele define a quantidade da prole produzida pelas fêmeas de artrópodes.
A expressão "ruptura do desempenho reprodutivo" inclui ruptura do acasalamento, efeitos adversos sobre a fertilidade ou fecundidade, seja separadamente ou em combinação, ou qualquer de suas permutas. A expressão "quantidade que impede a reprodução", "dose que impede a reprodução" ou "concentração que impede a reprodução", por esta definição, indica quantidade, dose ou concentração que rompe o desempenho reprodutivo de pragas artrópodes tratadas e, desta forma, reduz a população da ninhada das pragas artrópodes tratadas.Como é bem conhecido na técnica, o termo "carboxamida" indica
porção que compreende um átomo de carbono, nitrogênio e oxigênio unidos na configuração exibida como Fórmula A. O átomo de carbono na Fórmula A é unido a átomo de carbono em radical ao qual é unida a porção carboxamida. O átomo de nitrogênio na Fórmula A é unido ao carbono carbonila da Fórmula A e também unido a dois outros átomos, dentre os quais pelo menos um átomo é selecionado a partir de átomo de hidrogênio ou átomo de carbono de outro radical ao qual é unida a porção carboxamida.
<formula>formula see original document page 7</formula>
Em uma realização, o artropodicida carboxamida do presentemétodo contém pelo menos duas porções carboxamida. Em outra realização, o artropodicida carboxamida contém pelo menos duas porções carboxamida unidas de forma vizinha a átomos de carbono (ou seja, em disposição orto) de anel carbocíclico ou heterocíclico. Em realização adicional, o anel carbocíclico ou heterocíclico do pelo menos um artropodicida carboxamida é aromático (ou seja, satisfaz a regra 4n+2 de Hückel para aromaticidade).
As realizaçõe ^^^ incluemRealização ^^^ Descrição Resumida daInvenção, em que o artr ^^^ selecionado a partir deantranilamidas da Fórmula
em que:
Xé N, CF1 CCI, CBr ou Cl;
R1 é CH3, Cl, Brou F;
R2 é H, F, Cl, Brou CN;
R3 é F, Cl, Br, haloalquila C1-C4 ou haloalcóxi C1-C4;R4a é Η, alquila C1-C4, ciclopropilmetila ou 1-ciclopropiletila;
R4b é H ou CH3;
R5 é H, F1 Cl ou Br; e
R6 é H, F1 Cl ou Br.
Realização 1A. Método de acordo com a Realização 1, em que Xé N; R1 é CH3; R2 é Cl ou CN; R3 é CI1 Br ou CF3; R4a é alquila C1-C4; R4b é H; R5 é Cl; e R6 é H.
Realização ÍB. Método de acordo com a Realização I1 em que X é N; R1 é CH3; R2 é Cl ou CN; R3 é Cl1 Br ou CF3; R4a é Me ou CH(CH3)2; R4b é 10 H; R5 é Cl; e R6 é H.
Realização 1C. Método de acordo com a Realização 1, em que o artropodicida carboxamida é selecionado a partir do grupo que consiste de:
N-[4-cloro-2-metil-6-[[(1 -metiletil)amino]carbonil]fenil]-1 -(3-cloro-2-piridinil)-3-(trifluorometil)-1H-pirazolo-5-carboxamida; 15 - A/-[4-cloro-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-1-(3-cloro-2-
piridinil)-3-(trifluorometil)-1H-pirazolo-5-carboxamida;
3-bromo-N-[4-cloro-2-metil-6-[[(1-metiletil)amino]carbonil]fenil]-1-(3-cloro-2-piridinil)-1H-pirazolo-5-carboxamida;
3-bromo-N-[4-cloro-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-1- (3-cloro-2-piridinil)-1H-pirazolo-5-carboxamida;
3-bromo-1 -(3-cloro-2-piridinil)- N-[4-ciano-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-1H-pirazolo-5-carboxamida;
1 -(3-cloro-2-piridinil)-A/-[4-ciano-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-3-(trifluorometil)-1H-pirazolo-5-carboxamida; - 3-bromo-1-(2-clorofenil)-N-[4-ciano-2-metil-6-[[(1-metiletil)amino]carbonil]fenil]-1H-pirazolo-5-carboxamida;
3-bromo-1 -(2-clorofenil)- H-[4-ciano-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-1 H-pirazolo-5-carboxamida;3-bromo-1 -(2-clorfenil)-N-[2,4<dicloro-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-1N-pirazolo-5-carboxamida;3-bromo- N-[4-cloro-2-[[(ciclopropilmetil)amino]carbonil]-6-metil-fenil]-1-(3-cloro-2-piridinil)-1H-pirazolo-5-carboxamida;
3-bromo-1 -(3-cloro-2-piridinil)- N-[4-ciano-2-[[(ciclopropilmetil)amino]carbonil]-6-metilfenil]-1H-pirazolo-5-carboxamida;
3-bromo- N-[4-cloro-2-[[(1 -ciclopropiletil)amino]carbonil]-6-metiÍ-fenÍÍ]-i-(3-cÍoro-2^iridinii)-1H-pirazoio-õ-carboxamiaa e
3-bromo-1 -n-nlnrn-?-niridinilV-A/-[4-ciano-2-[[(1 -
ciclopropiletil)amino]carboni o-5-carboxamida.
Realização 2 Invenção, em que o artro
diamidas ftálicas da Fórmula <formula>formula see original document page 9</formula>
em que:R11 é CH3, Cl1 Brou I;
R12 é CH3 ou Cl;
R13 é fluoroalquila C1-C3;
R14 é H ou CH3;
R15 é H ou CH3;
R16 é alquila C1-C2; e
η é O, 1 ou 2.
Realização 2B. Método de acordo com a Realização 2, em que R11 é Cl, Br ou I; R12 é CH3; R13 é CF3, CF2CF3 ou CF(CF3)2; R14 é H ou CH3; R15 é H ou CH3; R16 é CH3; e η é O, 1 ou 2.
Realização 2C. Método de acordo com a Realização 2, em que o artropodicida carboxamida é N2-[1,1-dimetil-2-(metilsulfonil)etil]-3-iodo-N*2-[1-[2-metil-4-[1,2,2,2-tetrafluoro-1 -(trifluorometil)etil]fenil]-1,2-benzenodicarboxamida.
Descrição Resumida da i selecionado a partir dasRealização 3. Método descrito na Descrição Resumida da Invenção em que a praga artrópode é espécie da ordem dos hemípteros.
Realização 3A. Método de acordo com a Realização 3, em que a praga artrópode é espécie de uma das famílias dos aleirodídeos, afidídeos e cicadelídeos.
Realização 3B. Método de acordo com a Realização 3, em que a praga artrópode é Bemisia argentifolii.
Realização 3C. Método de acordo com a Realização 3, ern que a praga artrópode é Myzus persicae.
Realização 3D. Método de acordo com a Realização 3, em que a praga artrópode é Nephotettix virescens.
Realização 4. Método descrito na Descrição Resumida da Invenção, em que a praga artrópode é espécie da ordem dos tisanópteros.
Realização 4A. Método de acordo com a Realização 4, em que a espécie é da família dos tripídeos.
Realização 4B. Método de acordo com a Realização 4, em que a praga artrópode é Frankliniella occidentalis.
Realização 5. Método descrito na Descrição Resumida da Invenção em que a praga artrópode é espécie da ordem dos coleópteros. Realização 5A. Método de acordo com a Realização 5, em que a
praga artrópode é espécie da família dos crisomelídeos.
Realização 5B. Método de acordo com a Realização 5, em que a praga artrópode é Leptinotarsa decemlineata.
Realização 5C. Método descrito na Descrição Resumida da
Invenção, em que a praga artrópode é diferente de Leptinotarsa decemlineata.
Realização 6. Método descrito na Descrição Resumida da Invenção, em que a praga artrópode é espécie da ordem dos lepidópteros.
Realização 6A. Método de acordo com a Realização 6, em que apraga artrópode é espécie em uma das famílias dos noctuídeos e plutelídeos.
Realização 6B. Método de acordo com a Realização 6, em que a praga artrópode é Spodoptera exigua.
Realização 6C. Método de acordo com a Realização 6, em que a praga artrópode é Plutella xylostella.
Realização 6D. Método de acordo com a Realização 6, em que a praga artrópode é Helicoverpa armigera.
Realização 6E. Método descrito na Descrição Resumida da Invenção, em que a praga artrópode é diferente de Plutella xylostella.
Realização 7. Método descrito na Descrição Resumida da
Invenção, em que a praga artrópode é espécie da ordem dos dípteros.
Realização 7A. Método de acordo com a Realização 7, em que a praga artrópode é espécie em uma das famílias dos tefritídeos e mosquídeos.
Realização 7B. Método de acordo com a Realização 7, em que a praga artrópode é Musca domestica.
Nas descrições acima, o termo "alquila", utilizado isoladamente ou em palavras compostas tais como "haloalquila" ou "fluoroalquila", inclui alquila de cadeia linear ou ramificado, tal como metila, etila, n-propila, /-propila ou os diferentes isômeros de butila. "Alcóxi" inclui, por exemplo, metóxi, etóxi, n- propilóxi, isopropilóxi e os diferentes isômeros de butóxi. O termo "halogênio", seja isoladamente ou em palavras compostas tais como "haloalquila", inclui flúor, cloro, bromo ou iodo. Além disso, quando utilizado em palavras compostas tais como "haloalquila", o mencionado alquila pode ser parcial ou totalmente substituído com átomos de halogênio que podem ser idênticos ou 25 diferentes. Exemplos de "haloalquila" incluem CF3, CH2CI, CH2CF3 e CCI2CF3. O termo "haloalcóxi" e similares são definidos de forma análoga ao termo "haloalquila". Exemplos de "haloalcóxi" incluem OCF3, OCH2CCI3, OCH2CH2CHF2 e OCH2CF3.A quantidade total de átomos de carbono em grupo substituinte é indicada pelo prefixo "Ci-Cj", em que i e j são números de 1 a 4. Alquila C1-C4l por exemplo, designa metila até butila, incluindo os diversos isômeros.
Os artropodicidas de carboxamida (tais como Fórmulas 1 ou 2) do método de acordo com a presente invenção podem existir na forma de um ou mais estereoisômeros. Os diversos estereoisômeros incluem enantiômeros, diaestereômeros, atropisômeros e isômeros geométricos. Os técnicos no assunto apreciarão que um estereoisômero pode ser mais ativo e/ou pode exibir efeitos benéficos quando enriquecido com relação ao(s) outro(s) estereoisômero(s) ou quando separado do(s) outro(s) estereoisômero(s). Além disso, os técnicos no assunto sabem como separar, enriquecer e/ou preparar seletivamente os mencionados estereoisômeros. Estes artropodicidas de carboxamida podem estar presentes na forma de mistura de estereoisômeros, estereoisômeros individuais ou em forma oticamente ativa.
Os artropodicidas de carboxamida (tais como a Fórmula 1) dométodo do presente podem também apresentar-se na forma de N-óxidos. Os técnicos no assunto apreciarão que nem todos os heterociclos que contêm nitrogênio podem formar N-óxidos, pois o nitrogênio requer par isolado disponível para oxidação no óxido; os técnicos no assunto reconhecerão os heterociclos que contêm nitrogênio que podem formar N-óx idos. Os técnicos no assunto também reconhecerão que aminas terciárias podem formar AN-óxidos. Os métodos sintéticos de preparação de N-óxidos de heterociclos e aminas terciárias são muito bem conhecidos dos técnicos no assunto, incluindo a oxidação de heterociclos e aminas terciárias com ácidos peróxi tais como ácido peracético e m-cloroperbenzóico (MCPBA), peróxido de hidrogênio, hidroperóxidos de alquila tais como hidroperóxido de f-butila, perborato de sódio e dioxiranos tais como dimetildioxirano. Estes métodos de preparação de N-óx idos foram extensamente descritos e analisados na literatura; vide, porexemplo: Τ. L. Gilchrist em Comprehensive Organic Synthesis, vol. 7, págs. 748-750, S. V. Ley (Ed.), Pergamon Press; M. Tisler e B. Stanovnik em Comprehensive Heterocyclic Chemistry, vol. 3, págs. 18-20, A. J. Boulton e A. McKiIIop, Eds., Pergamon Press; M. R. Grimmett e B. R. T. Keene em Advanees in Heterocyclic Chemistry, vol. 43, págs. 149-161, A. R. Katritzky (Ed.), Academic Press; M. Tisler e B. Stanovnik em Advanees in Heterocyclic Chemistry, vol. 9, págs. 285-291, A. R. Katritzky e A. J. Boulton, Eds., Aeademie Press; e G. W. H. Cheeseman e E. S. G. VVersiiuk em Advances in Heterocyclie Chemistry, vol. 22, págs. 390-392, A. R. Katritzky e A. J. Boulton, Eds., Aeademie Press.
Os artropodicidas de carboxamida (tais como Fórmulas 1 ou 2) do método do presente podem também apresentar-se na forma de sais. Esses sais incluem sais de adição de ácidos com ácidos orgânicos ou inorgânicos tais como ácido bromídrico, clorídrico, nítrico, fosfórico, sulfúrico, acético, butírico, fumárico, láctico, maleico, malônico, oxálico, propiônico, salicílico, tartárico, 4-toluenossulfônico ou valérico. Os sais podem também incluir os formados com bases orgânicas (tais como piridina ou trietilamina) ou bases inorgânicas (tais como hidretos, hidróxidos ou carbonatos de sódio, potássio, lítio, cálcio, magnésio ou bário) quando o artropodicida carboxamida contiver grupo ácido tal como ácido carboxílico ou fenol.
Formulação/utilidade:
Os artropodicidas de carboxamida dos métodos de acordo com a presente invenção serão geralmente utilizados como formulação ou composição com veículo apropriado para usos agronômicos ou não agronômicos que compreende pelo menos um componente selecionado a partir do grupo que consiste de diluente sólido, diluente líquido e tensoativo. Formulações apropriadas são descritas na Patente Norte-Americana n° 6.747.047, Publicações PCT WO 2003/015518, WO 2004/067528 e PatenteNorte-Americana n0 6.603.044.
As formulações conterão tipicamente quantidades eficazes de ingrediente ativo, diluente e tensoativo dentro das faixas aproximadas a seguir, que somam 100% em peso. A mencionada composição formulada pode ser diluída com água em seguida até as taxas de aplicação subletais e que impedem a reprodução desejadas. Exemplos de composições apropriadas que compreendem quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida inciuem composições líquidas que compreendem água, solvente orgânico ou óleo como diluente líquido.
Percentual em peso Ingrediente ativo Diluente Tensoativo
Pós, pastilhas e grânulos dispersíveis em 0,001 - 90 0,001 - 0-15 água e hidrossolúveis 99,999
Suspensões, emulsões, soluções 1 -50 40-99 0-50(incluindo concentrados emulsionáveis)
Poeiras 1 - 70-99 0-5
Grânulos e pelotas 0,001 -99 5-99,999 0-15
Composições de alta resistência 90-99 0,001 - 10 0-2
Para informações adicionais referentes à técnica de formulação,vide T. S. Woods, The FormuIatorjS Toolbox - Product Forms for Modem Agriculture em Pesticide Chemistry and Bioscience, The Food-Environment Challenge, T. Brooks e T. R. Roberts1 eds., Anais do Nono Congresso Internacional de Química de Pesticidas, The Royal Society of Chemistry, 15 Cambridge, 1999, págs. 120-133. Vide também US 3.235.361, col. 6, linha 16 até col. 7, linha 19 e Exemplos 10 a 41; US 3.309.192, col. 5, linha 43 até col. 7, linha 62 e Exemplos 8, 12, 15, 39, 41, 52, 53, 58, 132, 138 a 140, 162 a 164, 166, 167 e 169 a 182; US 2.891.855, col. 3, linha 66 até col. 5, linha 17 e Exemplos 1 a 4; Klingman, Weed Control as a Science, John Wiley and Sons,Inc., Nova Iorque, 1961, págs. 81 a 96; Hance et al, IVeec/ Control Handbook, oitava edição, Blackwell Seientifie Publications, Oxford, 1989; e Developments in Formulation Technology, PJB Publications, Richmond, Reino Unido, 2000.
No método de acordo com a presente invenção, o artropodicida carboxamida é tipicamente colocado em contato com pragas artrópodes adultas ou seu ambiente na forma de composição que compreende, além do artropodicida carboxamida, pelo menos um componente adicional selecionado a partir do grupo que consiste de tensoativo e düuente líquido. Desta forma, a presente invenção também se refere a método em que composição que compreende quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida e pelo menos um componente adicional selecionado a partir do grupo que consiste de tensoativos e diluentes líquidos é colocado em contato com a praga artrópode adulta ou seu ambiente.
Os métodos de acordo com a presente invenção podem ser aplicados a plantas geneticamente transformadas para expressar proteínas tóxicas para pragas invertebradas (tais como delta-endotoxinas de Bacillus thuringiensis). O efeito da quantidade subletal que impede a reprodução aplicada de forma exógena de artropodicida carboxamida pode ser sinérgico com as proteínas de toxinas expressas no ruptura da reprodução. Em certos casos, combinações com outros artropodicidas que
possuem espectro de controle similar mas modo de ação diferente serão particularmente vantajosas para administração de resistência. Referências gerais para outros artropodicidas incluem The Pesticide Manual, 13a edição, C. D. S. Tomlin, Ed., British Crop Protection Council, Farnham, Surrey, Reino Unido, 2003, e The BioPesticide Manual, segunda edição, L. G. Copping, Ed., British Crop Protection Council, Farnham, Surrey, Reino Unido, 2001.
A reprodução de pragas artrópodes é interrompida em aplicações agronômicas e não agronômicas por meio da aplicação de composição quecompreende atropodicida de carboxamida em quantidade subletal que impede a reprodução ao ambiente das pragas, que inclui o local agronômico e/ou não agronômico de infestação, a área a ser protegida ou diretamente sobre as pragas a serem controladas. Aplicações agronômicas incluem a proteção de safra de campo contra a reprodução de pragas artrópodes, tipicamente por meio da aplicação de composição que compreende artropodicida carboxamida em quantidade subletal que impede a reprodução à semente da safra antes do piantio, à foinagem, hastes, flores e/ou frutos de plantas de safras, ou ao so!o ou outro meio de crescimento antes ou depois do plantio da safra. Aplicações não agronômicas referem-se ao combate a pragas artrópodes em áreas diferentes de campos de plantas de safra. Aplicações não agronômicas incluem a ruptura da reprodução de pragas artrópodes em grãos armazenados, cereais e outros alimentos, bem como em produtos têxteis tais como roupas e tapetes. Aplicações não agronômicas também incluem a ruptura da reprodução de pragas artrópodes em plantas ornamentais, florestas, orquídeas, em jardins, ao longo de rodovias e direitos de tráfego ferroviário e sobre grama como gramados, campos de golfe e pastos. Aplicações não agronômicas também incluem a ruptura da reprodução de pragas artrópodes em residências e outras construções que podem ser ocupadas por seres humanos e/ou animais de companhia, fazenda, criação, zoológico ou outros. Aplicações não agronômicas também incluem a ruptura da reprodução de pragas tais como cupins que podem danificar madeira ou outros materiais estruturais utilizados em construções. Aplicações não agronômicas também incluem a proteção de saúde humana e animal por meio da ruptura da reprodução de pragas que são 25 parasitas ou transmitem doenças infecciosas. Essas pragas incluem, por exemplo, chiques, carrapatos, mosquitos, moscas e pulgas.
A reprodução de pragas artrópodes é rompida e a proteção de safras agronômicas e outras e da saúde humana e animal é atingida por meioda aplicação de composição que compreende artropodicida carboxamida em quantidade subletal que impede a reprodução ao ambiente das pragas adultas, que inclui o local agronômico e/ou não agronômico de infesetação, a área a ser protegida ou diretamente sobre as pragas adultas. A presente invenção compreende, portanto, método de ruptura da reprodução de praga artrópode adulta em aplicações agronômicas e/ou não agronômicas, que compreende o contato da praga artrópode adulta ou seu ambiente com quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida, ou com composição que compreende quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida. Mais especificamente, a presente invenção compreende método de ruptura da reprodução de artrópodes habitantes do solo e das folhas e proteção de safras agronômicas e/ou não agronômicas, que compreende a aplicação de composição que compreende artropodicida carboxamida em quantidade subletal que impede a reprodução ao ambiente das pragas que inclui o local agronômico e/ou não agronômico de infestação, a área a ser protegida ou diretamente sobre as pragas adultas.
Uma realização de método de contato é por meio de pulverização da praga e/ou do ambiente da praga. Alternativamente, segundo o método de acordo com a presente invenção, o artropodicida carboxamida pode ser fornecido eficientemente por meio de absorção na planta por contato da planta com composição que compreende quantidade subletal de ruptura da reprodução de artropodicida carboxamida aplicado na forma de drenagem do solo de formulação líquida.
Merece observação método de controle de pragas artrópodes que compreende o contato do ambiente de solo da praga artrópode com quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida. Merece observação adicional método de acordo com a presente invenção que compreeende a aplicação tópica ao local de infestação. Outros métodos decontato incluem a aplicação de artropodicida carboxamida segundo os métodos de acordo com a presente invenção por meio de pulverização direta ou residual, pulverização aérea, géis, revestimentos de sementes, microencapsulações, absorção sistêmica, iscas, marcas das orelhas, misturas, nebulizantes, fumigantes, aerossóis, pós secos e muitos outros. O artropodicida carboxamida segundo os métodos de acordo com a presente invenção pode também ser impregnado em materiais para a fabricação de dispositivos de controle de artrópodes (tais como redes de insetos). Revestimentos de sementes podem ser aplicados a todos os tipos de 10 sementes, incluindo aquelas das quais germinarão plantas geneticamente transformadas para expressar características especializadas. Exemplos representativos incluem os que expressam proteínas tóxicas para pragas invertebradas, tais como toxina de Bacillus thuringiensis ou as que expressam resistência a herbicidas, tais como semente "Roundup Ready".
O artropodicida carboxamida segundo o método de acordo com apresente invenção pode ser aplicado em taxas menores ou iguais a CL50 sem outros adjuvantes, mas mais freqüentemente a aplicação será de formulação que compreende o artropodicida carboxamida em combinação com veículos, diluentes e tensoativos apropriados e possivelmente em combinação com alimento, dependendo do uso final contemplado. Um método de aplicação envolve a pulverização de dispersão aquosa de solução de óleo refinado de artropodicida carboxamida. Combinações com óleos de pulverização, concentrações de óleo de pulverização, adesivos espalhantes, adjuvantes, outros solventes e sinérgicos tais como butóxido de piperonila freqüentemente aumentam a eficácia. Para usos não agronômicos, essas pulverizações podem ser aplicadas a partir de recipientes de pulverização tais como latas, garrafas ou outros recipientes, seja por meio de bomba ou de sua liberação de recipiente pressurizado, tal como lata de pulverização de aerossolpressurizada. Essas composições de pulverização podem assumir várias formas, tais como pulverizações, nebulizações, espumas, fumaças ou neblinas. Essas composições de pulverização podem, portanto, compreender adicionalmente propelentes, agentes espumantes etc. conforme venha a ser o caso. Merece observação composição de pulverização que compreende quantidade subletal que rompe reprodução de artropodicida carboxamida ou composição que compreende quantidade subletal que rompe reprodução de artropodicida carboxamida de acordo com a presente invenção e veículo. Uma realização dessa composição de pulverização compreende quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida ou composição que compreende quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida de acordo com a presente invenção e propelente. Propelentes representativos incluem, mas sem limitar-se a metano, etano, propano, butano, isobutano, buteno, pentano, isopentano, neopentano, penteno, hidrofluorocarbonos, clorofluorocarbonos, dimetil éter e misturas dos acima. Merece observação composição de pulverização (e método que utiliza essa composição de pulverização liberada de recipiente de pulverização) utilizada para controlar pelo menos uma praga artrópode selecionada a partir do grupo que consiste de mosquitos, moscas pretas, moscas dos estábulos, moscas dos cervos, moscas dos cavalos, vespas, vespões, vespas americanas, carrapatos, aranhas, formigas, mosquitos e similares, incluindo individualmente ou em combinações.
O artropodicida carboxamida segundo o método de acordo com a presente invenção pode ser incorporado a composição de isca que é consumida por praga artrópode ou utilizada em dispositivo tal como armadilha, estação de isca e similares. Essa composição de isca pode apresentar-se na forma de grânulos que compreendem (a) ingredientes ativos, nomeadamente quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida, (b) um ou mais materiais alimentícios, opcionalmente (c) um atrativo e,opcionalmente, (d) um ou mais umectantes. Merecem observação grânulos ou composições de isca que compreendem cerca de 0,001 a 5% de ingredientes ativos, cerca de 40 a 99% de material alimentício e/ou atrativo, e, opcionalmente, cerca de 0,05 a 10% de umectantes, que são eficazes no controle de pragas invertebradas do solo em taxas de aplicação muito baixas, particularmente em doses de ingrediente ativo que são subletais e impedem a reprodução por meio de ingestão. Alguns materiais alimentícios podem funcionar como fonte de alimento e como atrativo. Os materiais alimentícios incluem carboidratos, proteínas e lipídios. Exemplos de materiais alimentícios são farinha vegetal, açúcar, amidos, gordura animal, óleo vegetal, extratos de levedura e sólidos de leite. Exemplos de atrativos são odorizantes e aromatizantes, tais como extratos de plantas ou de frutas, perfume ou outro componente animal ou vegetal, feromônios ou outros agentes conhecidos por atraírem pragas invertebradas alvo. Exemplos de umectantes, ou seja, agentes retentores de umidade, são glicóis e outros polióis, glicerina e sorbitol. Merece observação composição de isca (e método de uso dessa composição de isca) utilizada para controlar pelo menos uma praga artrópode selecionada a partir do grupo que consiste de formigas, cupins e baratas. Dispositivo de ruptura da reprodução de pragas artrópodes pode compreender a composição de isca do presente e abrigo adaptado para receber a composição de isca, em que o abrigo possui pelo menos uma abertura dimensionada para permitir que a praga artrópode passe através da abertura, de forma que a praga artrópode possa ganhar acesso à composição de isca a partir de local fora do abrigo e em que o abrigo é adicionalmente adaptado para colocação em local de atividade conhecida ou potencial para a praga artrópode.
A taxa de aplicação (tal como concentração) de artropodicida carboxamida necessária para ruptura eficaz da reprodução de pragas artrópodes adultas sem causar mais de cerca de 50% de mortalidade dapopulação de pragas adultas dependerá de fatores tais como a espécie de praga, seu tamanho, localização, época do ano, animal ou safra hospedeira, comportamento alimentar, umidade ambiente, temperatura, método de aplicação e similares. Sob circunstâncias normais, a CL8o, CL50 ou CL20 (concentração que causa 80, 50 ou 20% de mortalidade) de artropodicida carboxamida é determinada em primeiro lugar para espécie de praga específica utilizando as condições de aplicação selecionadas. Embora concentrações menores que CL20 possam, em algumas circunstâncias, romper significativamente o desempenho reprodutivo, são mais tipicamente utilizadas concentrações na faixa de CL20 a CL50- Caso concentrações na extremidade inferior desta faixa não sejam consideradas como fornecendo o nível desejado de ruptura da reprodução, podem ser utilizadas concentrações mais próximas ou iguais à CL50. A faixa de concentrações entre CL20 e CL50 é relativamente pequena e os técnicos no assunto podem facilmente determinar a quantidade subletal que fornece o nível desejado de controle de pragas artrópodes por meio de ruptura de desempenho reprodutivo.
Taxas de aplicação de quantidades subletais que impedem a reprodução de artropodicidas de carboxamida são tipicamente considerados dentro da faixa de cerca de 1 a cerca de 250 g por hectare para ecossistemas agronômicos, mas até 0,1 g por hectare podem ser necessários ou até 500 g/hectare podem ser exigidos. Para aplicações não agronômicas, as taxas de uso de quantidades subletais que impedem a reprodução de artropodicidas de carboxamida são tipicamente consideradas dentro da faixa de cerca de 1 a cerca de 50 mg/metro quadrado, mas até 0,1 mg/metro quadrado podem ser suficientes ou até 150 mg/metro quadrado podem ser necessários.
As pragas que são controladas efetivamente por meio dos métodos de acordo com a presente invenção incluem adultos da ordem dos lepidópteros, tais como lagartas dos cereais, gramiolas, larvas dasgeometrídeas e heliotinas da família dos noctuídeos (por exemplo, lagarta dos cereais do outono (Spodoptera fugiperda, J. E. Smith), lagarta da beterraba (Spodoptera exígua, Hübner), broca da haste do milho (Sesamia nonagrioides, Lefebvre), lagarta do sul (Spodoptera eridania, Cramer), larva do fumo, gafanhoto de enxames (Spodoptera Iitura1 Fabricius), lagarta do algodão (Spodoptera littoralis), lagarta de listras amarelas (Spodoptera ornithogalli, Guenée), lagarta negra dos cereais (Agrotis ipsilon, Hufnagel), gramiola do repolho (Trichoplusia ni, Hübner), larva dos botões de fumo (Heliothis virescens, Fabricius), lagarta espinhosa (Earias insularia, Boisduval), lagarta com manchas (Earias vittella, Fabricius), lagarta do algodão (Helicoverpa armigera, Hübner), lagarta das espigas de milo (Helicoverpa zea, Boddie), lagarta das folhas do algodão (Alabama argillacea, Hübner), gafanhoto dos grãos de veludo (Anticarsia gemmatalis, Hübner), lagarta verde das frutas (Lithophane antennata, Walker), lagarta do repolho (Barathra brassicae, Linnaeus), gramiola da soja (Pseudoplusia includens, Walker), broca rosa das hastes (Sesamia inferens, Walker)); brocas, besouros, vermes de teias, vermes das coníferas, vermes do repolho e insetos carniceiros da família dos piralídeos (por exemplo, broca do milho européia (Ostrinia nubilalis, Hübner), verme da laranja de umbigo (Amyelois transitella, Walker), verme de teias da raiz do milho (Crambus caliginosellus, Clemens), vermes das teias dos gramados (piralídeos: Crambinaé), tais como verme dos gramados (Herpetogramma licarsisalis, Walker), broca da haste da cana de açúcar (Chilo infuscatellus, Snellen), broca pequena do tomate (Neoleucinodes elegantalis, Guenée), desfolhador verde (Cnaphalocerus medinalis), desfolhador da uva (Desmia funeralis, Hübner), larva do melão (Diaphania nitidalis, Stoll), lagarta do centro do repolho (Helluala hydralis, Guenée), broca amarela das hastes (Scirpophaga ineertulas, Walker), broca dos brotos precoce (Seirpophaga infuscatellus, Snellen), broca branca das hastes (Scirpophaga innotata, Walker), broca dosbrotos superiores (Scirpophaga nivella, Fabricius), broca do arroz de cabeça escura (Chilo polychrysus, Meyrick), gafanhoto do cacho de repolho (Crocidolomia binotalis, English), broca das hastes do arroz (Chilo suppressalis, Walker), broca das hastes manchada (Chilo partellus, Swinhoe), broca da cana de açúcar (Eldana saccharina, Walker) e lagarta da grama azul (Crambus teterrellus, Zincken)); vermes das folhas, vermes dos botões, vermes das sementes e vermes das frutas da família dos tortricídeos (por exemplo, traça das uvas (Endopiza viteana, Clemens), traça das vinhas ou traça das uvas (Lobestia botrana, Denis & Schiffermüller), desfolhador das árvores frutíferas (Archips argyrospila, Walker), desfolhador europeu (Archips rosana, Linnaeus) e outras espécies de Arehips, traça das maçãs falsa dos cítricos (Cryptophlebia leueotreta, Meyrick), broca dos cítricos (Eedytolopha aurantiana, Lima), desfolhador de listras vermelhas (Argyrotaenia velutinana, Walker), desfolhador de listras oblíquas (Choristoneura rosaeeana, Harris), traça da maçã marrom clara (Epiphyas postvittana, Walker), traça das uvas européia (Eupoecilia ambiguella, Hübner), traça dos botões da maçã (Pandemis pyrusana, Kearfott), desfolhador onívoro (Platynota stultana, Walsingham), lagarta dos cítricos (Phyllocnistis eitrella, Stainton), borboleta branca grande (Pieris brassieae, Linnaeus), borboleta branca pequena (Pieris rapae, Linnaeus), desfolhador teniforme manchado (Lithocolletis blaneardella, Fabricius), desfolhador da maçã asiático (Lithocolletis ringoniella, Matsumura), desfolhador do arroz (Lerodea eufala, Edwards), desfolhador da maçã (Leueoptera seitella, Zeller) e desfolhador do arroz (Cnaphalocrosis medinalis, Guenee)); adultos da ordem dos blatódeos, incluindo baratas das famílias dos blatelídeos e dos blatídeos (por exemplo, barata oriental (Blatta orientalis, Linnaeus), barata asiática (Blatella asahinai, Mizukubo), barata alemã (Blatella germaniea, Linnaeus), barata de faixas marrons (Supella longipalpa, Fabricius), barata americana (Periplaneta americana, Linnaeus), barata marrom (Periplaneta brunnea,Burmeister), barata da Madeira (Leucophaea maderae, Fabricius)), barata marrom opaca (Periplaneta fuliginosa, Service), barata australiana (Periplaneta australasiae, Fabr.), barata lagosta (Nauphoeta cinerea, Olivier) e barata mole (Symploce pallens, Stephens)); adultos da ordem dos coleópteros, incluindo lagartas das famílias dos antribídeos, bruquídeos e curculionídeos (por exemplo, gorgulho do algodão (Anthonomus grandis, Boheman), gorgulho d'água do arroz (Lissorhoptrus oryzophilus, Kuschel), gorgulho dos cereais (Sitophilus granarius, Linnaeus), gorgulho do arroz (Sitophilus oryzae, Linnaeus)); gorgulho da grama azul anual (Listronotus maculicoiis, Dietz), gorgulho da grama azul (Sphenophorus parvuius, Gyllenhal), gorgulho caçador (Sphenophorus venatus vestitus), gorgulho de Denver (Sphenophorus cicatristriatus, Fahraeus)); besouros pulga, besouros dos pepinos, larvas das raízes, besouros das folhas, besouros das batatas e lagartas das folhas da família dos crisomelídeos (por exemplo, besouro da batata do Colorado (Leptinotarsa decemlineata, Say), larvas das raízes de milho do oeste (Diabrotica virgifera virgifera, LeConte), besouro das folhas do milho do sul (Myochrous denticollis, Say), besouro do feijão mexicano (Epilachna varivestis, Mulsant), besouro das folhas do feijão (Cerotoma trifurcata, Fõrst), besouro das folhas dos cereais (Oulema melanopus, Linnaeus), vermes das raízes dos gêneros Diabrotica e besouros pulga dos gêneros Psylliodes ou Phyllotreta)·, escaravelhos e outros besouros da família dos escaribeídeos (por exemplo, besouro japonês (Popillia japonica, Newman), besouro oriental (Anômala orientalis, Waterhouse), escaravelho mascarado do norte (Cyclocephala borealis, Arrow), escaravelho mascarado do sul (Cyeloeephala immaeulata, Olivier ou C. luria, Bland), besouro do esterco e lagarta branca (Aphodius spp), larva preta da grama azul (Ataenius spretulus, Haldeman), besouro verde de junho (Cotinis nitida, Linnaeus), besouro do jardim asiático (Maladera eastanea, Arrow), besouros de maio e junho (Phyllophaga spp) e escaravelho europeu(Rhizotrogus majalis, Razoumowsky)); besouros dos tapetes da família dos dermestídeos; larvas dos fios da família dos elaterídeos, tais como larvas dos fios dos gêneros Agriotes, Athous ou Limonius; besouros das cascas das árvores da família dos escolitídeos e besouros da farinha, da família dos tenebrionídeos. Adicionalmente, as pragas agronômicas e não agronômicas incluem: adultos da ordem dos dermápteros, incluindo lacraias da família dos forficulídeos (por exemplo, lacraias européias (Foríicula auricularia, Linnaeus), lacraias negras (Chelisoches morio, Fabricius)); adultos das ordens dos hemípteros e homópteros, tais como besouros das plantas da família dos mirídeos, cigarras da família dos cicadídeos, tais como cigarra sazonal (Magicidada septendeeim, Linnaeus); gafanhotos das folhas (por exemplo, Empoasca spp.) da família dos cicadelídeos (tais como gafanhotos das batatas (Empoasea fabae, Harris), gafanhotos de áster (Maerolestes quadrilineatus, Forbes), gafanhotos verdes (Nephotettix eintieeps, Uhler), gafanhotos do arroz (Nephotettix nigropietus, Stâl), gafanhotos verdes do arroz (Nephotettix vireseens, Distant), gafanhotos das maçãs brancas (Typhloeyba pomaria, McAtee) e gafanhotos das uvas (Erythroneura spp)); percevejos (tais como Cimex leetularius, Linnaeus) da família dos cimicídeos; gafanhotos das plantas das famílias dos fulgoroídeos e delfacídeos (tais como gafanhoto marrom pequeno (Laodelphax striatellus, Fallen), gafanhoto marrom (Nilaparvata lugens, Stâl), gafanhoto do milho (Peregrinus maidis, Ashmead), gafanhoto das costas brancas (Sogatella fureifera, Horvath) e delfacídeo do arroz (Sogatodes oryzieola, Muir)); gafanhotos das árvores da família dos membracídeos, psilídeos da família dos psilídeos (tais como psilídeo da pêra (Cacopsylla 25 pyrieola, Foerster), psilídeo dos cítricos asiático (Diaphorina eitri, Kuwayama), psilídeo da batata (Paratrioza eoekerelli, Sulc), psilídeo do pêssego (Trioza diospyri, Ashmead) e psilídeo da verruga da agreira (Paehypsylla eeltidismamma, Fletcher)); moscas brancas da família dos aleirodídeos (taiscomo mosca branca do fumo, mosca branca da batata doce (Bemisia tabaei, Gennadius), mosca branca das folhas de prata (Bemisia argentifolii, Bellows & Perring), mosca branca dos cítricos (Dialeurodes citri, Ashmead) e mosca branca da estufa (Trialeurodes vaporariorum, Westwood)); afídeos da família dos afídeos (tais como afídeo da ervilha (Acyrthisiphon pisum, Harris), afídeo do feijão fradinho (Aphis craccivora, Koch), afídeo do feijão preto (Aphis fabae, Scopoli), afídeo do algodão, afídeo do melão (Aphis gossypii, Glover), afídeo da maçã (Aphis pomi, De Geer), afídeo verde dos cítricos (Aphis spiraecola, Patch), afídeo da dedaleira (Aulacorthum solani, Kaltenbach), afídeo do morango (Chaetosiphon fragaefolii, Cockerell), afídeo do trigo russo (Diuraphis noxia, Kurdjumov/Mordvilko), afídeo da maçã rosada (Dysaphis plantaginea, Paaserini), afídeo da maçã Ianoso (Eriosoma lanigerum, Hausmann), afídeo farináceo da ameixa (Hyalopterus pruni, Geoffroy), afídeo do nabo (Lipaphis erysimi, Kaltenbach), afídeo dos cereais (Metopolophium dirrhodum, Walker), 15 afídeo da batata (Macrosipum euphorbiae, Thomas), afídeo da batata e do pêssego, afídeo verde do pêssego (Myzus persicae, Sulzer), afídeo da alface (Nasonovia ribisnigri, Mosley), afídeos das raízes e afídeos das galhas (Pemphigus spp), afídeo das folhas do milho (Rhopalosiphum maidis, Fitch), afídeo da aveia (Rhopalosiphum padi, Linnaeus), besouro verde (Schizaphis graminum, Rondani), afídeo dos grãos inglês (Sitobion avenae, Fabricius), afídeo manchado da alfafa (Therioaphis maculata, Buckton), afídeo preto dos cítricos (Toxotera aurantii, Boyer de Fonscolombe), afídeo marrom dos cítricos (Toxoptera citricida, Kirkaldy) e afídeo das cucurbitáceas (Aphis frangulae, Kalgentach)); filoxeras da família dos filoxerídeos, tais como filoxera da noz 25 pecã (Phylloxera devastatrix, Pergande); besouros das farinhas da família dos pseudococcídeos (tais como besouro das fainhas dos cítricos (Planococcus citri, Risso), besouro das farinhas de cauda longa (Pseudoeoeeus longispinus, Targioni-Tozzetti) e outros complexos de besouros das farinhas (outrosPseudococcus spp)\ mede-palmos das famílias dos coccídeos, diaspidídeos e margarodídeos (tais como mede-palmos mole marrom (Coccus hesperídum, Linnaeus), mede-palmos verde (Coeeus virídis, Green), mede-palmos das almofadas de algodão (Ieerya purehasi, Maskell) e mede-palmos de São José (Quadraspidiotus pernieiosus, Comstock)); besouros da saliva da família dos cercopídeos; besouros das sementes da família dos ligeídeos (tais como percevejo do sul (Blissus insularís, Barber), besouro grande das asclepiadáceas (Oncopeltus faseiatus, Dallas) e besouro Rutherglen (Nysius vinitor, Bergroth)); besouros das plantas da família dos mirídeos (tais como besouro do tomate (Cyrtopeltis modesta, Distant), percevejo das plantas (Lygus lineolaris, Palisot de Beauvois), e pulga saltadora do algodão (Pseudatomoscelis seriatus, Reuter)); besouros de mau cheiro da família dos pentatomídeos (tais como besouro de mau cheiro verde (Aerosternum hilare, Say), besouro de mau cheiro marrom (Euehistus servus, Say), besouro de mau cheiro verde do sul (Nezara viridula, Linnaeus), besouro de mau cheiro do arroz (Oebalus pugnax, Fabricius) e besouro de mau cheiro de uma mancha (Euehistus variolarius, Palisot de Beauvois)); besouros da abóbora da família dos coreídeos (tais como besouro da abóbora (Anasa tristis, De Geer) e besouro da semente de pinheiro (Leptoglossus eoreulus, Say)); besouros de renda da família dos tingídeos, tais como besouro de renda do algodão (Corythueha gossypii, Fabricius); e besouros vermelhos e besouros do algodão da família dos pirrocorídeos, tais como besouro do algodão (Dysdereus suturellus, Herrich-Schãffer). Também são incluídos adultos da ordem dos ácaros (ácaros), tais como ácaros aranha e ácaros vermelhos da família dos tetraniquídeos (por exemplo, ácaro vermelho europeu (Panonyehus ulmi, Koch), ácaro aranha de duas manchas (Tetranyehus urtieae, Koch), ácaro de McDanieI (Tetranyehus medanieli, McGregor)), ácaros chatos da família dos tenuipalpídeos (por exemplo, ácaro chato dos cítricos (Brevipalpus lewisi,McGregor)), ferrugem e ácaros dos botões da família dos eriofídeos, outros ácaros que se alimentam de folhas e ácaros importantes em saúde humana e animal, ou seja, ácaros da poeira da família dos epidermoptídeos, ácaros de folículos da família dos demodicídeos, ácaros dos cereais da família dos glicifagídeos, carrapatos da ordem dos ixodídeos (por exemplo, carrapato dos cervos (Ixodes scapularís, Say), carrapato de paralisia australiano (Ixodes holocyclus, Neumann), carrapato dos cães americano (Dermacentor variabilis, Say), carrapato estrela solitário (Amblyomma americanum, Linnaeus) e ácaros da crosta e de coceira das famílias dos psoroptídeos, piemotídeos e sarcoptídeos; adultos da ordem dos ortópteros, incluindo gafanhotos, Iocustas e grilos (por exemplo, gafanhotos migratórios (por exemplo, Melanoplus sanguinipes, Fabricius, M. differentialis, Thomas), gafanhotos americanos (por exemplo, Schistocerca americana, Drury), gafanhoto do deserto (Schistocerea gregaria, Forskal), gafanhoto migratório (Loeusta migratória, Linnaeus), gafanhoto dos arbustos (Zonoeerus spp), grilo doméstico (Aeheta domestieus, Linnaeus), grilos-toupeira (tais como grilo toupeira fulvo (Seapteríseus vicinus, Scudder) e grilo toupeira do sul (Seapteríseus borellii, Giglio-Tos)); adultos da ordem dos dípteros, incluindo lagartas, mosquitos-pólvora, moscas das frutas (tefritídeos), moscas das fritas (por exemplo, Oseinella frit, Linnaeus), larvas de moscas do solo, moscas domésticas (por exemplo, Musea domestica, Linnaeus), moscas domésticas menores (por exemplo, Fannia eanicularis, Linnaeus, F. femoralis, Stein), moscas dos estábulos (por exemplo, Stomoxys calcitrans, Linnaeus), moscas do rosto, moscas do chifre, moscas varejeiras (por exemplo, Chrysomya spp, Phormia spp) e outras pragas moscóides, moscas dos cavalos (por exemplo, Tabanus spp), moscas do berne (por exemplo, Gastrophilus spp, Oestrus spp), lagartas do gado (por exemplo, Hypoderma spp), moscas dos cervos (por exemplo, Chrysops spp), piolhos (por exemplo, Melophagus ovinus, Linnaeus) e outros braquíceros, mosquitos (porexemplo, Aedes spp, Anopheles spp, Culex spp), moscas negras (por exemplo, Prosimulium spp, Simulium spp), mosquitos-pólvora, moscas da areia, moscas do cogumelo e outros nematóceros; adultos da ordem dos tisanópteros, incluindo tripés da cebola (Thrips tabaci, Lindeman), tripés do melão (Thrips palmi, Karny), tripés das flores do oeste (Frankliriiella occidentalis, Pergande), tripés das flores do feijão (Megalurothrips usitatus, Bagnall), tripés dos cítricos (Scirthothrips citri, Moulton), tripés da soja (Sericothrips variabilis, Beach), tripés do arroz oriental (Stenchaetothrips biformis, Bagnall) e outros tripés que se alimentam de folhas; insetos pragas da ordem dos himenópteros, incluindo formigas (por exemplo, formiga carpinteira vermelha (Camponotus ferrugineus, Fabricius), formiga carpinteira preta (Camponotus pennsylvanicus, De Geer), formiga faraó (Monomorium pharaonis, Linnaeus), formiga-brasa pequena (Wasmannia auropunctata, Roger), formiga-brasa (Solenopsis geminata, Fabricius), formiga-brasa importada vermelha (Solenopsis invicta, Buren), formiga argentina (Iridomyrmex humilis, Mayr), formiga louca (Paratrechina Iongicornis, Latreille), formiga dos pavimentos (Tetramorium caespitum, Linnaeus), formiga dos campos de milho (Lasius alienus, Fórster), formiga doméstica odorífera (Tapinoma sessile, Say), abelhas (incluindo abelhas carpinteiras), vespões, vespas americanas, vespas e moscas de serra (,Neodiprion spp; Cephus spp); insetos pragas da família dos formicídeos, incluindo a formiga carpinteira da Flórida (Camponotus floridanus, Buckley), formiga carpinteira vermelha (Camponotus ferrugineus, Fabricius), formiga carpinteira preta (Camponotus pennsylvanicus, De Geer), formiga dos pés brancos (Technomyrmex albipes fr. Smith), formigas cabeçudas (Pheidole sp), formiga fantasma (Tapinoma melanocephalum, Fabricius), formiga Faraó (Monomorium pharaonis, Linnaeus), formiga-brasa pequena (Wasmannia auropunctata, Roger), formiga-brasa (Solenopsis geminata, Fabricius), formiga-brasa importada vermelha (Solenopsis invicta, Buren), formiga argentina(Iridomyrmex humilis, Mayr), formiga louca (Paratrechina longicomis, Latreille), formiga dos piavimentos (Tetramorium caespitum, Linnaeus), formiga dos campos de milho (Lasius alienus, Fõrster) e formiga doméstica odorífera (Tapinoma sessile, Say). Outros himenópteros incluem abelhas (incluindo abelhas carpinteiras), vespões, vespas americanas, vespas e moscas de serra (Neodiprion spp; Cephus spp); insetos pragas da ordem dos isópteros, incluindo cupins das famílias dos termicídeos (tais como Macrotermes sp, Odontotermes obesus, Rambur), calortermicídeos (tais como Cryptotermes sp) e rinotermicídeos (tais como Reticuiitermes sp, Coptotermes sp, Heterotermes tenuis, Hagen), o cupim subterrâneo oriental (Reticuiitermes fiavipes, Kollar), cupim subterrâneo ocidental (Reticuiitermes hesperus, Banks), cupim subterrâneo de Taiwan (Coptotermes formosanus, Shiraki), cupim da madeira seca do oeste da índia (Ineisitermes immigrans, Snyder), cupim do pó (Cryptotermes brevis, Walker), cupim de madeira seca (Ineisitermes snyderi, Light), cupim subterrâneo do sudeste (Retieulitermes virginieus, Banks), cupim de madeira seca do oeste (Ineisitermes minor, Hagen), cupins das árvores, tais como Nasutitermes sp e outros cupins de importância econômica; insetos pragas da ordem dos tisanúreos, tais como traça dos livros (Lepisma saeeharina, Linnaeus) e tesourinhas (Thermobia domestica, Packard); insetos pragas da ordem dos malófagos, incluindo piolho humano (Pedieulus humanus eapitis, De Geer), piolho do corpo (Pedieulus humanus, Linnaeus), piolho das galinhas (Menaeanthus stramineus, Nitszch), piolho dos cães (Trichodeetes canis, De Geer), piolho da penugem (Goniocotes gallinae, De Geer), piolho dos carneiros (Bovicola ovis, Schrank), piolho bovino de nariz curto (Haemotopinus eurysternus, Nitzsch), piolho bovino de nariz longo (Linognathus vituli, Linnaeus) e outros piolhos parasíticos sugadores e mordedores que atacam o homem e os animais; insetos pragas da ordem dos sifonópteros, incluindo a pulga dos ratos oriental (Xenopsylla eheopis, Rothschild), pulga dos gatos(Ctenocephalides felis, Bouche), pulga dos cães (Ctenocephalides canis, Curtis), pulga das aves (Ceratophyllus gallinae, Schrank), pulga das galinhas (Echidnophaga gallinacea, Westwood), pulga humana (Pulex irritans, Linnaeus) e outras pulgas que afligem os mamíferos e as aves. Pragas artrópodes 5 adicionais cobertas incluem: aranhas da ordem das aranhas, tais como a aranha reclusa marrom (Loxosceles reclusa, Gertsch e Mulaik) e a aranha viúva negra (Latmdectus mactans, Fabricius) e centopéias da ordem dos escutigeromorfos, tais como a centopéia doméstica (Scutigera coleoptrata, Linnaeus). Os técnicos no assunto apreciarão que nem todas as pragas podem ser 10 controladas com eficácia igual pelos métodos de acordo com a presente invenção.
Merece observação o método de acordo com a presente invenção para o controle de moscas domésticas (Musca domestica). Merece observação o método de acordo com a presente invenção para o controle de afídeo do pêssego verde (Myzus persicae). Merece observação o método de acordo com a presente invenção para o controle de gafanhoto verde do arroz (Nephotettix virescens). Merece observação o método de acordo com a presente invenção para o controle de tripé das folhas do oeste (Frankliniella occidentalis). Merece observação o método de acordo com a presente invenção para o controle de besouro da batata do Colorado (Leptinotarsa decemlineata). Merece observação o método de acordo com a presente invenção para o controle de lagarta da beterraba (Spodoptera exigua). Merece observação o método de acordo com a presente invenção para o controle de traça diamante (Plutella xylostella). Merece obervação o método de acordo com a presente invenção para o controle de lagarta do algodão (Helicoverpa armigera). Mercê observação o método de acordo com a presente invenção para o controle de mosca branca das folhas de prata (Bemisia argentifolii).
Os TESTES a seguir demonstram os efeitos de ruptura do desempenho reprodutivo sobre pragas específicas (incluindo a fertilidade e/oufecundidade) utilizando o método de acordo com a presente invenção. A ruptura do desempenho reprodutivo gerada pelos métodos não se limita, entretanto a estas espécies.
Tabela de Compostos 1
<table>table see original document page 32</column></row><table>Comp. n°
N 2-EI1I -dimetil-2-(metilsulfonil)etil]-3-iodo-A/1-[2-metil-4-[1,1,2,2-tetrafluoro-1 -(trifluorometil)etil]fenil]-1,2-benzenodicarboxamida
Métodos de preparação dos compostos relacionados na Tabela de Compostos 1 são descritos na Patente Norte-Americana n° 6.747.047, Publicações PCT WO 2003/015518, WO 2004/067528 e Patente Norte-Americana n° 6.603.044.
Exemplos Biológicos da Presente Invenção
Procedimento geral de determinação da "concentração ou dose subletal" As doses ou concentrações subletais utilizadas nos diversos testes para a espécie de praga específica e populações testadas no contexto da presente invenção foram estimadas a partir de testes para 10 encontrar doses de múltiplas taxas para determinar as taxas de controle e as taxas de quebra de atividade. Compostos de teste em concentrações que resultam em 80% ou mais de mortalidade (ou seja, CL8o) foram consideradas exibindo controle de nível econômico, enquanto foram selecionadas concentrações subletais em que o desempenho do composto 15 resultou em mortalidade de 50% ou menos (ou seja, ^ CL50). Dependendo da espécie de praga alvo, portanto, CL50 ou concentração apropriada entre CL50 e CL2O foi selecionada como dose subletal. Os procedimentos específicos utilizados para selecionar as doses correspondentes encontram-se descritos em cada Teste.
Teste a
Para avaliar a mosca doméstica, Musca domestica (L.), cada unidade de teste consistiu de um par de fêmeas e machos adultos virgens de moscas domésticas com idade similar (cerca de um dia). Para obter as moscas adultas utilizadas no estudo, pupas com aproximadamente a mesma idade 25 (cerca de um dia) foram separadas por sexo e colocadas em recipientesseparados até que emergissem os adultos.
A dose subletal CL2O de Composto 2 sobre a mosca doméstica foi estimada como sendo de 2 ppm utilizando extrapolação de análise probit com base nas curvas preliminares de reação à dosagem obtidas em concentrações 5 de 50, 100, 500 e 1000 ppm. Dois tratamentos consistiram de Composto 2 a 2 ppm e controle sem composto de teste. Cada tratamento continha dez réplicas.
Após a emergência, as moscas domésticas adultas foram colocadas em gaiola com tela e receberam pulverização de soluções de teste utilizando pulverizador de correia. Soluções de teste foram aplicadas utilizando pulverizador de correia impusionado a ar comprimido (móvel) equipado com bocal de pulverização com ventilador plano Tee Jet 8001E. Os bocais foram posicionados a cerca de 20 cm acima da unidade de teste e calibrados a 276 kPa para fornecer volumes equivalentes a 500 l/ha. As moscas domésticas tratadas foram transferidas individualmente em seguida para recipiente limpo elaborado com copo plástico transparente coberto com pano e que contém batoque de chumaço de algodão embebido em solução de sacarose a 10% como fonte de alimento.
Um dia após o tratamento, um macho tratado e uma fêmea tratada foram colocados juntos e a cópula foi permitida em gaiola feita de copo de plástico transparente de 300 ml coberto com pano com tela e que contém fonte de alimento para adultos e substrato para oviposição. O substrato consistiu de batoque de chumaço de algodão previamente embebido em solução de carbonato de amônio a 5%.
Observações da quantidade de ovos postos por fêmea adulta foram realizadas diariamente por sete dias. Os chumaços de algodão que continham ovos foram removidos diariamente, contados e mantidos em seguida em câmara de crescimento a 26 0C, umidade relativa de 75% e dezesseis horas de luz por dia para permitir a eclosão dos ovos e emergênciade recém nascidos. Para medir os efeitos sobre a fertilidade, a quantidade de recém nascidos produzida por fêmea foi totalizada no oitavo dia após o tratamento.
Os resultados encontram-se relacionados na Tabela A. Os dados indicados que o Composto 2 a 2 ppm prejudicou a fecundidade (conforme representado pelo número médio de ovos por fêmea) das moscas.
Tabela A
Efeito Sobre o Desempenho de Reprodução de Moscas Domésticas Adultas Mediante Tratamento com Composto de Teste sob Concentração Subletal
<table>table see original document page 35</column></row><table>
Teste B
Para avaliação dos efeitos sobre o desempenho reprodutivo de afídeo do pêssego verde (Myzus persicae, Sulzer), cada unidade de teste consistiu de uma planta de rabanete cultivada em vaso quadrado de 6 cm χ 6 cm com população misturada (ninfas e adultos) de afídeos do pêssego verde de cultivo criado em laboratório. Cada planta foi infestada com cerca de cem afídeos. Soluções de teste foram preparadas e pulverizadas sobre as plantas de teste (duas plantas por tratamento) conforme descrito para o Teste A. Tratamentos incluíram Composto 1 a 100 e 500 ppm, Composto 2 a 4 e 6 ppm e controle sem composto de teste. Afídeos foram mantidos sobre as plantas tratadas por 24 horas e, em seguida, apenas afídeos adultos que permaneceram sobre a planta tratada foram transferidos para plantas de rabanete sem tratamento cultivadas isoladamente em vasos quadrados de 6 cm χ 6 cm. Uma unidade de teste ou uma réplica consistiu de um único afídeo adulto sobreplanta de rabanete em vaso. A quantidade de ninfas em cada réplica foi contada em seis e quatro dias após o tratamento. Na concentração mais alta de cada composto de teste, utilizou-se total de 45 réplicas e, sob a concentração mais baixa de cada composto de teste, utilizou-se total de 5 trinta réplicas. Além disso, antes da transferência dos afídeos isoladamente para as plantas de rabanete não tratadas um dia após o tratamento (1 DAT), foi contada a quantidade total de afídeos vivos e os restantes sobre a planta tratada.
Os resultados encontram-se relacionados na Tabela B. Realizouse transformação de raiz quadrada sobre a quantidade de ninfas produzidas por afídeo adulto (fêmea) e os dados foram analisados utilizando análise de variação (ANOVA) e testes de Menor Diferença Significativa (LSD) de Fisher para separação de meios. Para cada período de avaliação, meios em cada coluna com a mesma letra não são significativamente diferentes (teste LSD de Fisher1 P= 0,05).
Segundo os dados exibidos na Tabela B, um dia após o tratamento (pouco antes da transferência), a quantidade de afídeos vivos foi de mais de 80% para todos os tratamentos; plantas tratadas com Composto 2, entretanto, continham 28 a 48% de afídeos vivos que não permaneceram sobre a planta. Muitos destes afídeos estavam moribundos. Em comparação com o controle não tratado, o tratamento de Composto 2 a 6 ppm resultou em significativamente menos ninfas por adulto transferido em quatro e seis dias após o tratamento e tratamento com 4 ppm de Composto 2 resultou em significativamente menos ninfas em quatro dias após o tratamento (Tabela B). Os dados indicaram que o uso do método de exposição e concentrações testadas, tratamento de concentrações subletais do Composto 2 reduziu a fecundidade de afídeo do pêssego verde.Tabela B
Quantidade de Ninfas Produzidas por Afídeo do Pêssego Verde Após 24 Horas de Exposição a Vários Tratamentos
<table>table see original document page 37</column></row><table>
Percentual de todos os afídeos que estavam vivos 24 horasapós o tratmento de compostos de teste, pouco antes da transferência de afídeos para unidades de teste que contêm plantas de rabanete não tratadas.
2 Percentual de todos os afídeos que se encontravam sobre a planta tratada. São excluídos desta categoria afídeos que se encontravam sobre o solo.
3 Número de réplicas utilizáveis - exclui réplicas que contêm
um adulto morto a partir de cálculos e análises de dados. TESTE B: teste ANOVA de uma via (4 DAT: F = 6,07; df = 5, 141; P < 0,0001) (6 DAT: F = 7,7; df = 5, 134; P < 0,0001).
* O número de ninfas transferidas por adulto é relatado com média ± desvio padrão; atribuiu-se letra ao número médio de acordo com ostestes de Diferença Mínima Significativa (LSD) de Fisher. Números com a mesma letra não são significativamente diferentes (teste LSD de Fisher1 P = 0,05).
Teste C
Para avaliar os efeitos de desempenho reprodutivo sobre gafanhoto verde do arroz (Nephotettix virescens, Distant), cada unidade de teste consiste de uma muda de arroz com uma semana de idade em recipiente e um gafanhoto verde adulto recém emergido. São utilizados no mínimo 160 fêmeas de insetos adultos e 160 insetos adultos machos.
Cada lote de quarenta adultos recém emergidos do mesmo sexo é colocado no interior de gaiola com tela. Adultos engaiolados são submetidos em seguida a tratamentos com compostos de teste sob concentrações subletais selecionadas utilizando pulverizador costal de CO2. Os insetos tratados são transferidos em seguida para recipiente não tratado contendo planta de arroz com quarenta dias de idade. Dois dias após o tratamento, o número de insetos adultos vivos é registrado e um macho tratado e uma fêmea tratada de inseto são colocados juntos em gaiola de copulação contendo muda de arroz com uma semana de idade.
Cada tratamento contém de dez a vinte réplicas, em que uma réplica consiste de um par de insetos adultos virgens. Cada par de insetos é movido diariamente para nova xícara que contém uma muda de arroz com uma semana de idade nova. Avaliações diárias são realizadas em até quatorze ou 21 dias. O período de avaliação é o período em que os gafanhotos verdes adultos fêmeas produzem ativamente ovos viáveis. Os ovos são colocados em gaiola contendo mudas de arroz com uma semana de idade para avaliação do efeito de fertilidade.
São registrados diariamente dados que incluem: (i) número de insetos adultos vivos; (ii) número de ovos produzidos por fêmea de inseto adulto; (iii) número de ovos eclodidos por fêmea; e (iv) número de ninfas quesobreviveram ao segundo estágio de desenvolvimento.
Os dados indicam que, utilizando o método de exposição e concentrações de composto de teste, o tratamento com concentrações subletais de composto de teste reduz a fecundidade e a fertilidade de gafanhoto verde do arroz.
Teste D
Para avaliar os efeitos de desempenho reprodutivo sobre tripés das flores do oeste (Frankliniella occidentalis, Pergande), cada unidade de teste compreendeu uma planta de feijão em vaso pequeno com tampa plástica cilíndrica.
Estudo anterior com o Composto 2 sobre tripés adultos demonstrou que taxas de aplicação de 10 ppm resultaram em menos de 50% de mortalidade de adultos. Desta forma, a concentração subletal de Composto 2 foi selecionada como sendo de 10 ppm nos tratamentos de teste. Foram 15 preparadas soluções de teste por meio de diluição com água até a concentração selecionada. Tratamentos incluíram o Composto 2 a 10 ppm, bem como controle sem composto de teste.
As plantas de teste foram pulverizadas com as soluções de teste utilizando pulverizador de correia equipado com bocal 8001E e calibrado para fornecer pulverizações a 468 l/ha sob pressão de pulverização de 207 kPa e velocidade de correia de 0,74 m/seg. O bocal de pulverização foi colocado a 19 cm acima de cada unidade de planta em vaso. Após a pulverização, as plantas foram mantidas para secar em área bem ventilada por cerca de duas horas. Cada unidade de teste contendo uma planta tratada foi infestada em seguida com cerca de vinte tripés adultos. Após 24 horas de exposição às plantas tratadas, um grupo de cinco tripés adultos vivos foi transferido para unidade de teste nova contendo planta de feijão não tratada. As unidades de teste foram armazenadas por 48 horas em câmara de crescimento que recebeu dezesseishoras de luz por dia de 24 horas, 70% de umidade relativa e temperatura de 23 °C durante o dia e 25°C à noite, para permitir a oviposição (postura de ovos). Cada unidade com cinco tripés adultos foi considerada réplica e utilizou-se total de oito réplicas por tratamento.
Após 48 horas, os tripés adultos foram removidos das plantas. Quatro dias após a remoção dos tripés adultos, foi contada a quantidade de ninfas por planta. Os resultados encontram-se relacionados na Tabela D. Os dados foram analisados utilizando testes LSD de Fisher para separação de meios. Os números médios seguidos pela letra diferente são significativamente diferentes (teste LSD de Fisher, P = 0,05). Estes resultados indicam que as colônias de teste de tripés das flores do oeste adultos que foram expostos a concentração (10 ppm) de Composto 2 e sobreviveram produziram em seguida ninhada de ninfas significativamente menor contra a população não tratada (Tabela D), de forma a indicar que o seu desempenho reprodutivo foi prejudicado.
Tabela D
Número Médio de Ninfas de Tripés das Flores do Oeste Sobre Grãos que Foram Tratados com Compostos de Teste Contra Plantas Não Tratadas
<table>table see original document page 40</column></row><table>
a N indica número de réplicas.
* Número de ninfas por planta é relatda com média ± desvios padrão; atribuiu-se letra ao número médio de acordo com os testes de Diferença Mínima Significativa (LSD) de Fisher. Números com letra diferente são significativamente diferentes (teste LSD de Fisher, P = 0,05).
Teste E
Para avaliação dos efeitos de desempenho reprodutivo sobrebesouro da batata do Colorado (Leptinotarsa decemlineata, Say), colônia de besouros da batata foi cultivada no laboratório sobre plantas de batata. As pupas receberam material de solo para facilitar a pupação. Após a emergência do solo, os besouros adultos foram separados em gaiolas diferentes para evitar contato inicial entre os machos e as fêmeas de besouro. Imediatamente em seguida, foi determinado o sexo de cada besouro adulto, cada inseto individual foi colocado em placa Petri e recebeu pedaços de folhas de batata extirpadas, antes de ser colocado em unidade de teste que contém planta inteira para tratamento com solução de composto de teste. Cada tratamento consistiu de vinte besouros adultos com a mesma idade (dez machos e dez fêmeas) e um par que consiste de macho e fêmea foi considerado réplica; havia, portanto, dez réplicas por tratamento.
Soluções de teste foram preparadas por meio de diluição do composto de teste com acetona para gerar as concentrações subletais 15 selecionadas. Tratamentos incluíram Composto 1 a 6,25 e 25 ppm, bem como controle sem composto de teste.
Planta de batata com quinze dias de idade e duas a três folhas em vaso de turfa redondo foi infestada com dez pares de besouros adultos e a solução de teste foi aplicada sob pressão de pulverização de 310 kPa utilizando pulverizador de túnel de crescimento em movimento equipado com um bocal Teejet, modelo 8003-EVS, e calibrado sob velocidade de 1 m/s e 345 kPa para fornecer cerca de 280 l/ha. Um pedaço de papel filtro foi enrolado em volta da planta, cobriu o solo e o bocal de pulverização foi colocado a 40 cm acima da unidade de planta em vaso, de forma que a superfície superior das 25 folhas fosse a única parte da planta em contato com a mistura de pulverização.
Após 24 horas, um macho tratado e uma fêmea tratada foram transferidos para recipiente coberto que contém planta de batata para permitir a ocorrência do acasalamento. As unidades de teste foram mantidas em câmarade crescimento que recebeu dezesseis horas de luz por dia, umidade relativa de 70% e 20 °C. Foram realizadas observações diárias para registrar dados de oviposição. Os ovos depositdos pelas fêmeas foram recolhidos diariamente e contados por vinte dias. Os ovos recolhidos foram colocados em seguida em 5 placa Petri forrada com papel filtro umedecido para evitar desidratação e mantidos em incubadora a 20-24 0C com dezesseis horas de luz por dia, umidade relativa de 70%. A quantidade de ovos eclodidos e a quantidade de larvas viáveis que se desenvolveram até o estágio de pupa também foram registradas. O estudo foi suspenso depois que os ovos não eclodidos restantes 10 sucumbiram a infecções fúngicas e alta umidade.
Os resultados encontram-se relacionados na Tabela E. Os dados para besouros da batata do Colorado adultos tratados com Composto 1 a 6,25 e 25 ppm não foram significativamente diferentes do controle. Desta forma, tratamento com estas quantidades subletais baixas de Composto 1 não 15 apresentou efeitos aparentes sobre a fecundidade e a fertilidade de besouros da batata do Colorado adultos. Isso indica que a prática do método do presente utilizando Composto 1 sob as condições descritas sobre besouros da batata do Colorado requer concentrações subletais que impedem a reprodução mais próximas da CL5o.
Tabela e
Efeitos de Tratamentos Subletais Sobre Besouros da Batata do
<table>table see original document page 42</column></row><table>Teste F
Para avaliar os efeitos do desempenho reprodutivo sobre lagartas da beterraba (Spodoptera exigua), cada unidade de teste consistiu de um par de traças adultas (macho e fêmea) de Spodoptera exigua. Para obter as traças adultas, pupas com aproximadamente a mesma idade (± 1 dia) tiveram o sexo determinado e foram colocadas em recipientes individuais até a emergência dos adultos. Após a emergência, os insetos de teste foram colocados em gaiola com tela.
Concentrações subletais de Composto 1 sobre lagarta da beterraba foram definidas com base em estudo preliminar utilizando taxas de 12,5, 25, 50 e 100 ppm. Os tratamentos consistiram de soluções de teste que continham Composto 1 a 12,5, 20 e 31 ppm, que corresponderam ao CL2o, CL50 e CL8O (conforme estimado a partir da curva de reação à dosagem) e controle sem composto de teste.
Os adultos engaiolados receberam pulverização de soluções de
teste dos tratamentos designados utilizando pulverizador de correia impulsionado a ar comprimido (móvel) calibrado a 0,7 m/seg (para fornecer taxa de fluxo de cerca de 5,5 ml/seg) a 207 kPa, utilizando bocal de pulverização de ventilador plano Tee Jet 8001E posicionado a 18 cm acima das 20 unidades de teste. Cada tratamento continha doze réplicas (ou seja, doze fêmeas adultas e doze machos adultos foram utilizados por tratamento).
Um dia após o tratamento, macho e fêmea tratados (um de cada) foram colocados em gaiola feita de copo plástico transparente de 300 ml coberto com pano com tela e mantidos para copulação. Batoque/chumaço de 25 algodão embebido com solução de sacarose a 10% foi fornecido em cada gaiola como fonte de alimento.
O número de ovos depositados e o número de ovos eclodidos foram contados em três, quatro, cinco e seis dias após o tratamento (DAT), oque representou o período típico em que as traças fêmeas produzem ativamente ovos viáveis. O par de traças foi transferido para nova gaiola após cada avaliação. Para avaliar a quantidade de ovos eclodidos, as gaiolas de copulação contendo ovos foram guardadas e mantidas em câmara de crescimento a 27°C umidade relativa de 50% e dezesseis horas de luz por dia.
Os resultados são relacionados nas Tabelas F1 e F2. Os dados brutos foram analisados utilizando testes LSD de Fisher para separação de meios. Os números de ovos seguidos pela mesma letra não são significativamente diferentes (teste LSD de Fisher1 P = 0,05). O percentual de redução foi derivado dividindo-se a quantidade de ovos de cada tratamento pela quantidade de ovos do controle, subtraindo-se o quociente de 1 e multiplicando-se em seguida por 100%. Os resultados indicaram reduções significativas do número de ovos (fecundidade) e número de recém nascidos (fertilidade) de lagarta da beterraba tratada com Composto 1 em todas as taxas testadas e todos os dias de observação. Portanto, tratamentos de Composto 1 em concentrações subletais que impedem a reprodução afetaram significativamente a fecundidade (Tabela F1) e a fertilidade (Tabela F2) de lagarta da beterraba em comparação com o tratamento controle.
Tabela F1
Número de Ovos ε Percentual de Redução da Oviposição de Lagarta da Beterraba Tratada em Comparação com Controle
<table>table see original document page 44</column></row><table><table>table see original document page 45</column></row><table>
* O número de ovos é relatado com letra de acordo com os testes de Diferença Mínima Significativa (LSD) de Fisher.
Números com a mesma letra não são significativamente diferentes (teste LSD de Fisher1 P = 0,05).
Tabela F2
Número de Total de Recém Nascidos (de Eclosão de Ovos Bem Sucedida) ε Percentual de Eclosão de Ovos
<table>table see original document page 45</column></row><table>
O número de recém nascidos é relatado com letra deacordo com os testes de Diferença Mínima Significativa (LSD) de Fisher. Números com a mesma letra não são significativamente diferentes (teste LSD de Fisher, P = 0,05).
Teste G
Para avaliação dos efeitos de desempenho reprodutivo sobre traça diamante (Plutella xylostella), utilizou-se mínimo de 120 larvas de traça diamante de cada sexo. Indivíduos machos e fêmeas de larvas em estágio posterior foram separados e engaiolados em recipientes individuais contendo couve chinesa. Machos de traças diamante foram identificados por ponto branco sobre o abdômen no estágio final de larva. Quando as pupas emergiram, cada pupa foi engaiolada separadamente até que emergisse naforma de adulto.
Estudos de laboratório anteriores indicaram que Compostos 1 e 2 a 10 ppm resultaram em mortalidade de cerca de 20% da traça diamante (CL20); portanto, 10 ppm foram selecionados como concentração subletal para os Compostos 1 e 2 neste teste. Além disso, incluiu-se controle sem composto de teste.
Grupos de quarenta traças recém emergidas (menos de 24 horas) do mesmo sexo foram colocados no interior de gaiola com tela. As traças adultas engaioladas receberam em seguida pulverização com a solução de teste, utilizando pulverizador costal de CO2 a 500 l/ha. Para o tratamento controle, os adultos receberam pulverização com água sob volume de pulverização similar. Os grupos de indivíduos tratados foram transferidos em seguida para recipiente limpo com fonte de alimento para adultos (ou seja, chumaço de algodão embebido em solução de sacarose a 10%). Foram utilizados recipientes separados para diferentes grupos de insetos tratados. Um dia após o tratamento, as quantidades de adultos vivos, moribundos e mortos foram contadas. Um macho tratado vivo e uma fêmea tratada viva foram colocados juntos em gaiola de copulação, que foi copo plástico transparente de 300 ml coberto com tela de nylon que recebeu fonte de alimentação para adulto de solução de sacarose a 10%.
Cada par de adultos virgens era réplica e cada tratamento consistiu de dez a vinte ráplicas. Todos os dias, cada par de traças era movido para nova xícara que recebia alimentação de solução de sacarose a 10%.
A quantidade de ovos depositados por traça fêmea foi contada diariamente durante os dois dias em que as traças fêmeas produziram ativamente ovos viáveis. Os resultados, relacionados na Tabela G, indicam que nenhuma informação comparativa significativa pode ser inferida, pois mesmo o Controle forneceu muito poucos ovos por traça fêmea; isso indica problema dereprodução sistêmica de causas desconhecidas. Caso o controle houvesse funcionado, entretanto, esperamos ver os efeitos sobre o desempenho reprodutivo de traça diamante.
Tabela G
Efeito Sobre o Número de Ovos (Fecundidade) de Traça Diamante Adulta
<table>table see original document page 47</column></row><table>
Teste H
Para avaliar os efeitos sobre o desempenho reprodutivo de lagarta do algodão (Helicoverpa armigera, Hübner), cada unidade de teste consistiu de um par de traças Helicoverpa armigera adultas (macho e fêmea). Para obter as traças adultas, machos e fêmeas de pupas com aproximadamente a mesma idade (± 1 dia) foram colocados em recipientes separados até a emergência dos adultos. Após a emergência, traças adultas com aproximadamente a mesma idade (± 1 dia) foram selecionadas para testes. Dez traças adultas do mesmo sexo foram colocadas em gaiola contendo planta de algodão em vaso em recipiente de 2,5 cm2 coberto com manga de material de poliéster fino. Em seguida, as gaiolas foram pulverizadas sobre o topo com tratamentos designados dos compostos de teste utilizando pulverizador de CO2 equipado com bocal de ventilador plano, calibrado para fornecer cerca de 200 ml (500 l/ha) de pulverização sob pressão de pulverização de 207 kPa. O bocal de pulverização foi colocado a 60 cm acima do topo das gaiolas.
Taxas subletais de Composto 1 sobre lagarta do algodão foram estimadas com base em curva de reação à dosagem preliminar utilizando taxasde 10, 25, 50, 80 e 100 ppm. CL2O e CL50 foram determinados como sendo de 18 ppm e 33 ppm, respectivamente. Três tratamentos consistiram de soluções de teste contendo Composto 1 a 10, 20 e 30 ppm, bem como controle que recebeu pulverização de água sem composto de teste.
As traças adultas tratadas foram transferidas individualmente pararecipiente limpo feito de copo plástico transparente coberto com pano e que recebeu chumaço de algodão embebido em solução de sacarose a 10% como fonte de alimento para adulto. Cada tratamento utilizou dez fêmeas adultas e dez machos adultos (ou seja, dez réplicas por tratamento). Um dia após o tratamento, um par de adultos tratados (macho e fêmea) foi colocado junto em gaiola feita com copo plástico transparente de 300 ml com cobertura de pano em tela e que contém fonte de alimento para adultos, permitindo-se a copulação das traças. Cada par de traças foi transferida diariamente para novo copo. O número de ovos depositados foi contado diariamente por cerca de dez dias (que é o período durante o qual as fêmeas das traças tipicamente produzem ovos viáveis) e totalizado. Para avaliar a viabilidade dos ovos, as gaiolas de copulação contendo ovos foram armazenadas em câmara de crescimento a 24-27 °C com quatorze horas de luz por dia e umidade relativa de 70%. O número de ovos eclodidos foi contado diariamente por dez dias após o tratamento (DAT) e totalizado em seguida conforme relacionado na Tabela H.
Tabela H
Número Total de Ovos Depositados ε Número de Ovos Eclodidos com Sucesso
<table>table see original document page 48</column></row><table>Os dados indicam que, embora tratamentos de Composto 1 em concentrações subletais que impedem a reprodução não tenham reduzido consistentemente o número de ovos depositados sob as condições deste teste, estas concentrações reduziram substancialmente de forma progressiva o número de ovos eclodidos de lagarta do algodão em comparação com controles.

Claims (27)

1. MÉTODO DE RUPTURA DO DESEMPENHOREPRODUTIVO DE PRAGAS ARTRÓPODES ADULTAS, que compreende o contato da praga artrópode adulta ou seu ambiente com quantidade subletal que impede a reprodução de artropodicida carboxamida, seu A/-óxido ou sal; desde que a praga artrópode adulta seja diferente de Cydia pomonella ou Grapholita molesta.
2. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, em que oartropodicida carboxamida é selecionado a partir de antranilamidas da Fórmula <formula>formula see original document page 50</formula>em que:1, seus /V-óxidos ou sais:Xé N, CF, CCI, CBrou Cl;R1 é CH3, Cl, Brou F; R2 éH, F, Cl, Brou CN;R3 é F, Cl, Br, haloalquila C1-C4 ou haloalcóxi C1-C4; R4a é H, alquila C1-C4, ciclopropilmetila ou 1-ciclopropiletila; R4b é H ou CH3; R5 é H, F, Cl ou Br; e R6 é H, F, Cl ou Br.
3. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 2, em que X é N; R1 é CH3; R2 é Cl ou CN; R3 é Cl, Br ou CF3; R4a é alquila C1-C4; R4b é H; R5 é Cl; e R6 é H.
4. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 3, em que X é N;R1 é CH3; R2 é Cl ou CN; R3 é Cl, Br ou CF3; R4a é Me ou CH(CH3)2; R4b é H; R5 é Cl; e R6 é H.
5. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, em que oartropodicida carboxamida é selecionado a partir de diamidas itálicas da Fórmula 2 e seus sais:em que:R11 é CH3, Cl, Brou I;R12 é CH3 ou Cl;R13 é fluoroalquila C1-C3;R14 é H ou CH3;R15 é H ou CH3;R16 é alquila C1-C2; eη é O, 1 ou 2.
6. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 5, em que R11 éCl, Br ou I; R12 é CH3; R13 é CF3, CF2CF3 ou CF(CF3)2; R14 é H ou CH3; R15 é H ou CH3; R16 é CH3; e η é O, 1 ou 2.
7. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, em que o artropodicida carboxamida é selecionado a partir de:N-[4-cloro-2-metil-6-[[(1 -metiletil)amino]carbonil]fenil]-1 -(3-cloro-2-piridinil)-3-(trifluorometil)-1H-pirazolo-5-carboxamida;N-[4-cloro-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-1-(3-cloro-2-piridinil)-3-(trifluorometil)-1H-pirazolo-5-carboxamida;- 3-bromo-N-[4-cloro-2-metil-6-[[(1-metiletil)amino]carbonil]fenil]-1-(3-cloro-2-piridinil)-1H-pirazolo-5-carboxamida^- 3-bromo-N-[4-cloro-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-1 -(3-cioro-2-piridinil)-1H-pirazolo-5-carboxamida;- 3-bromo-1 -(3-cloro-2-piridinil)-N-[4-ciano-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-1H-pirazolo-5-carboxamida;- 1 -(3-cloro-2-piridinil)-N-[4-ciano-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-3-(trifluorometil)-1H-pirazolo-5-carboxamida; - 3-bromo-1-(2-clorofenil)-N-[4-ciano-2-metil-6-[[(1-metiletil)amino]carbonil]fenil]-1H-pirazolo-5-carboxamida;- 3-bromo-1 -(2-clorofenil)-N-[4-ciano-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-1H-pirazolo-5-carboxamida;- 3-bromo-1 - (2-clorofenil)-N-[2,4-dicloro-6-[(metilamino)carbonil]fenil]-1H-pirazolo-5-carboxamida;- 3-bromo-N-[4-cloro-2-[[(ciclopropilmetil)amino]carbonil]-6-metil-fenil]-1-(3-cloro-2-piridinil)-1H-pirazolo-5-carboxamida;- 3-bromo-1 -(3-cloro-2-piridinil)-N-[4-ciano-2-[[(ciclopropilmetil)amino]carbonil]-6-metilfenil]-1H-pirazolo-5-caboxamida;- 3-bromo-N-[4-cloro-2-[[(1-ciclopropiletil)amino]carbonil]-6-metil-fenil]-1-(3-cloro-2-piridinil)-1H-pirazolo-5-carboxamida;- 3-bromo-1 -(3-cloro-2-piridinil)-N-[4-ciano-2-[[(1 -ciclopropiletil)amino]carbonil]-6-metilfenil]-1H-pirazolo-5-carboxamida; eN2-[ 1,1 -dimetil-2-(metilsulfonil)etil]-3-iodo-N-[2-metil-4-25 [1,2,2,2-tetrafluoro-1-(trifluorometil)etil]fenil]-1,2-benzenodicarboxamida.
8. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, em que a praga artrópode é espécie da ordem dos hemípteros.
9. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 8, em que apraga artrópode é pelo menos uma das espécies de uma das famílias dosaleirodídeos, afidídeos e cicadelídeos.
10. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 9, em que a praga artrópode é Bemisia argentifolii.
11. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 9, em que apraga artrópode é Myzus persicae.
12. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 9, em que a praga artrópode é Nephotettix virescens.
13. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1 , em que a 10 praga artrópode é espécie da ordem dos tisanópteros.
14. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 13, em que a espécie é da família dos tripídeos.
15. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 13, em que a praga artrópode é Frankliniella occidentalis.
16. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, em que apraga artrópode é espécie da ordem dos coleópteros.
17. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 16, em que a praga artrópode é espécie da família dos crisomelídeos.
18. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 16, em que a 20 praga artrópode é Leptinotarsa decemlineata.
19. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, em que a praga artrópode é espécie da ordem dos lepidópteros.
20. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 19, em que a praga artrópode é espécie de uma das famílias dos noctuídeos e plutelídeos.
21. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 19, em que apraga artrópode é Spodoptera exígua.
22. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 19, em que a praga artrópode é Plutella xylostella.
23. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 19, em que a praga artrópode é Helicoverpa armigera.
24. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, em que a praga artrópode é espécie da ordem dos dípteros.
25. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 24, em que apraga artrópode é espécie de uma das famílias dos tefritídeos e mosquídeos.
26. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 24, em que a praga artrópode é Musca domestica.
27. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, em que o 10 artropodicida carboxamida, seu N-óxido ou seu sal é formulado comocomposição que compreende o artropodicida, seu N-óxido ou seu sal e pelo menos um componente adicional selecionado a partir do grupo que consiste de tensoativos e diluentes líquidos.
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