BRPI0709698A2 - combinaÇÕes de substÂncias ativas com propriedades inseticidas - Google Patents

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Ruediger Fischer
Robert Velten
Thomas Schenke
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Abstract

<B>COMBINAÇÕES DE SUBSTÂNCIAS ATIVAS COM PROPRIEDADES INSETICIDAS<D>A presente invenção refere-se a novas combinações de substâncias ativas, que consistem em pelo menos um composto conhecido da fórmula (1), na qual R tem os significados mencionados no relatório descritivo e pelo menos uma outra substância ativa conhecida das classes das amidas de ácido benzenodicarboxílico, das macrolidas, das diacil-hidrazinas, dos carboxilatos ou de uma outra classe e são muito bem adequadas para combater parasitas animais, tais como insetos e ácaros indesejados.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMBINA-
ÇÕES DE SUBSTÂNCIAS ATIVAS COM PROPRIEDADES INSETICIDAS".
A presente invenção refere-se a novas combinações de subs-tâncias ativas, que consistem em pelo menos um composto conhecido da fórmula (I) por um lado e em pelo menos uma outra substância ativa conhe-cida das classes das amidas de ácido benzenodicarboxílico, das macrolidas,das diacil-hidrazinas, dos carboxilatos ou de uma outra classe e são muitobem adequadas para combater parasitas animais, tais como insetos e áca-ros indesejados.
Já se sabe, que compostos da fórmula (I)na qual
R representa metila ou ciclopropila,apresentam efeito inseticida (compare a EP-A 0.539.588). Individualmente,nesse caso, trata-se de compostos da fórmula (Ia) e (Ib)
<formula>formula see original document page 2</formula>Além disso, já se sabe, que inúmeros heterociclos, compostosestanho-orgânicos, benzoiluréias e piretróides, possuem propriedades inse-ticidas e acaricidas (compare a WO 93-22.297, WO 93-10.083, DE-A2.641.343, EP-A-347.488, EP-A-210.487, US-A 3.264.177 e EP-A-234.045).Todavia, nem sempre o efeito dessas substâncias é satisfatório.
Foi verificado, então, que combinações de substâncias ativas depelo menos um composto da fórmula (I) e pelo menos uma das substânciasativas do grupo 2, selecionadas de
(A) amidas de ácido benzenodicarboxílico, preferível mente
(2-1) flubendiamidas (conhecidas da EP-A 1.006.107)
<formula>formula see original document page 3</formula>
e/ou
(B) macrolidas, preferivelmente
(2-2) spinosad (conhecido da EP-A 0.375.316)
<formula>formula see original document page 3</formula>
uma mistura de preferivelmente
85 % de spinosina A (R = H)
15 % de spinosina B (R = CH3)
e/ou
(2-3) spinetoram (ISO-proposed; XDE-175) (conhecido da WO 97/00265 A1,US 6001981 e PestManag. Sei. 57, 177-185, 2001)
<formula>formula see original document page 4</formula>
de uma mistura de dois compostos, sendo que como componente principal,R representa hidrogênio e C5 e C6 estão ligados uns aos outros através deuma ligação simples C-C e no componente secundário R representa metila eC5 e C6 estão ligados uns aos outros através de uma ligação dupla C=C.(2-4) Abamectin (conhecida da DE-A 27 17 040)e/ou
(2-5) benzoato de emamectina (conhecido da EP-A 0.089.202)e/ou
(C) diacil-hidrazinas, preferivelmente
(2-6) metoxifenozida (conhecido da EP-A 0.639.559)
e/ou
(2-7) tebufenozide (conhecido da EP-A 339.854)
e/ou
(2-8) cromafenozide (ANS-118) (conhecido da EP-A 0.496.342)e/ou
() carboxilatos, preferivelmente
(2-9) indoxacarb (conhecido da WO 92/11249)
<formula>formula see original document page 5</formula>
e/ou
(E) outras substâncias de ação inseticida ou acaricida, preferivelmente(2-10) fipronil (conhecido da EP-A 0.295.117)
<formula>formula see original document page 5</formula>
e/ou
(2-11) etiprol (conhecido da DE-A 196 53 417
<formula>formula see original document page 5</formula>
e/ou
(2-12) fIonicamid (conhecido da EP-A 0.580.374)<formula>formula see original document page 6</formula>
(2-16) rinaxipir (ISO-proposed; DPX-E2Y45) (3-bromo-N-{4-cloro-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil}-1-(3-cloropiridin-2-il)-1H-pirazol-5-carboxamida)(conhecida da WO 03/015519)tem eficácia sinergística e são adequadas para combater parasitas animais.
Surpreendentemente, o efeito inseticida da combinação de subs-tâncias ativas de acordo com a invenção, é essencialmente maior do que asoma dos efeitos das substâncias ativas individuais. Há um verdadeiro efeitosinergístico não previsível e não apenas uma complementação de efeito.
As combinações de substâncias ativas de acordo com a inven-ção, contêm, além de pelo menos uma substância ativa da fórmula (I), pelomenos uma das substâncias ativas (2-1) a (2-16) enumeradas acima.
Preferivelmente, as combinações de substâncias ativas de acor-do com a invenção, contêm uma das substâncias ativas (Ia) ou (Ib) e umadas substâncias ativas (2-1) a (2-16) enumeradas individualmente acima.
Individualmente, foram encontradas as combinações enumera-das na tabela 1, em que cada combinação por si representa uma forma deconcretização preferida de acordo com a invenção.
Tabela 1
<table> table see orginal document page 7</column></row><table><table>table see original document page 8</column></row><table>
O efeito sinergístico é particularmente pronunciado, quando assubstâncias ativas nas combinações de substâncias ativas de acordo com ainvenção, estão presentes em determinadas proporções de peso. Contudo,as proporções de peso das substâncias ativas nas combinações de substân-cias ativas podem variar em uma escala relativamente ampla. Em geral, ascombinações de acordo com a invenção, contêm uma substância ativa dafórmula (I) e uma das substâncias ativas (2-1) até (2-16) nas seguintes pro-porções de mistura preferidas e particularmente preferidas:
proporção de mistura preferida: 125:1 a 1:125
proporção de mistura particularmente preferida: 25:1 a 1:25
As proporções de mistura baseiam-se nas proporções de peso.
A proporção deve ser entendida como sendo a substância ativa da fórmula(I): substância ativa (2-1) a (2-16).
As combinações de substâncias ativas de acordo com a inven-ção, com boa tolerância pelas plantas, toxicidade favorável para animais desangue quente e boa tolerância pelo meio ambiente, são adequadas paraproteger plantas e órgãos de plantas, para aumentar o rendimento da colhei-ta, melhorar a qualidade do material colhido e para combater parasitas ani-mais, especialmente insetos, tetrânicos, helmintos, nematódios e moluscos,que existem na lavoura, na horticultura, na pecuária, em florestas, em jardinse equipamentos de lazer, na proteção de alimentos armazenados e de mate-rial, bem como no setor higiênico. Elas podem ser preferivelmente aplicadascomo preparados para proteger plantas. Elas são eficazes contra espéciesnormalmente sensíveis e resistentes, bem como contra todos ou alguns es-tágios de desenvolvimento. Nas pragas citadas acima incluem-se:
da ordem dos Anoplura (Phthiraptera), por exemplo, Damaliniaspp., Haematopinus spp., Linognathus spp., Pediculus spp., Trichodectes spp.
Da classe dos Arachnida, por exemplo, Aearus siro, Aceria shel-doni, Aculops spp., Aculus spp., Amblyomma spp., Argas spp., Boophilusspp., Brevipalpus spp., Bryobia praetiosa, Chorioptes spp., Dermanyssusgallinae, Eotetranychus spp., Epitrimerus pyri, Eutetranychus spp., Eriophyesspp., Hemitarsonemus spp., Hyalomma spp., Ixodes spp., Latrodeetus mac-tans, Metatetranychus spp., Oligonychus spp., Ornithodoros spp., Panony-chus spp., Phyllocoptruta oleivora, Polyphagotarsonemus latus, Psoroptesspp., Rhipicephalus spp., Rhizoglyphus spp., Sarcoptes spp., Scorpio mau-rus, Stenotarsonemus spp., Tarsonemus spp., Tetranyehus spp., VasatesIyeope rsici.
Da classe dos Bivalva, por exemplo, Dreissena spp.
Da ordem dos Chilopoda, por exemplo, Geophilus spp., Scutige-ra spp.
Da ordem dos Coleoptera, por exemplo, Acanthoscelides obtec-tus, Adoretus spp., Agelastiea alni, Agriotes spp., Amphimallon solstitialis,Anobium punctatum, Anoplophora spp., Anthonomus spp., Anthrenus spp., Apogonia spp., Atomaria spp., Attagenus spp., Bruehidius obtectus, Bruehusspp., Ceuthorhynehus spp., Cleonus mendicus, Conoderus spp., Cosmopoli-tes spp., Costelytra zealandica, Cureulio spp., Cryptorhynehus lapathi, Der-mestes spp., Diabrotiea spp., Epilaehna spp., Faustinus cubae, Gibbium ps-ylloides, Heteronyehus arator, Hylamorpha elegans, Hylotrupes bajulus, Hy- pera postiça, Hypothenemus spp., Lachnosterna consanguinea, Leptinotarsadecemlineata, Lissorhoptrus oryzophilus, Lixus spp., Lyetus spp., Meligethesaeneus, Melolontha melolontha, Migdolus spp., Monoehamus spp., Naupac-tus xanthographus, Niptus hololeucus, Oryetes rhinoceros, Oryzaephilus su-rinamensis, Otiorrhynchus sulcatus, Oxycetonia jucunda, Phaedon cochlea-riae, Phyllophaga spp., Popillia japonica, Premnotrypes spp., Psylliodes c-hrysocephala, Ptinus spp., Rhizobius ventralis, Rhizopertha dominica, Sito-philus spp., Sphenophorus spp., Sternechus spp., Symphyletes spp., Tene-brio molitor, Tribolium spp., Trogoderma spp., Tyehius spp., Xylotreehusspp., Zabrus spp.
Da ordem dos Dermaptera, por exemplo, Forfieula auricularia.
Da ordem dos Diplopoda, por exemplo, Blaniulus guttulatus.
Da ordem dos Diptera, por exemplo, Aedes spp., Anophelesspp., Bibio hortulanus, Calliphora erythrocephala, Ceratitis capitata, Chry-somyia spp., Coehliomyia spp., Cordylobia anthropophaga, Culex spp., Cute-rebra spp., Daeus oleae, Dermatobia hominis, Drosophila spp., Fannia spp.,Gastrophilus spp., Hylemyia spp., Hyppobosca spp., Hypoderma spp., Liri-omyza spp., Lueilia spp., Musea spp., Nezara spp., Oestrus spp., Oseinellafrit, Pegomyia hyoscyami, Phorbia spp., Stomoxys spp., Tabanus spp., Tan-nia spp., Tipula paludosa, Wohlfahrtia spp.
Da classe dos Gastropoda, por exemplo, Arion spp., Biomphala-ria spp., Bulinus spp., Deroceras spp., Galba spp., Lymnaea spp., Oncome-lania spp., Sueeinea spp.
Da classe dos helmintos, por exemplo, Aneylostoma duodenale,Aneylostoma ceylanicum, Acylostoma braziliensis, Ancylostoma spp., Asearislubricoides, Asearis spp., Brugia malayi, Brugia timori, Bunostomum spp.,Chabertia spp., Clonorchis spp., Cooperia spp., Dicrocoelium spp, Dictyocau-lus filaria, Diphyllobothrium latum, Dracunculus medinensis, Echinococcusgranulosus, Echinococcus multilocularis, Enterobius vermicularis, Faeiolaspp., Haemonehus spp., Heterakis spp., Hymenolepis nana, Hyostrongulusspp., Loa Loa, Nematodirus spp., Oesophagostomum spp., Opisthorehisspp., Onchoeerca volvulus, Ostertagia spp., Paragonimus spp., Schistoso-men spp., Strongyloides fuelleborni, Strongyloides stercoralis, Stronyloidesspp., Taenia saginata, Taenia solium, Trichinella spiralis, Trichinella nativa,Trichinella britovi, Triehinella nelsoni, Trichinella pseudopsiralis, Trichostron-gulus spp., Trichuris trichuria, Wuehereria bancrofti.
Além disso, é possível combater protozoários, tais como Eimeria.
Da ordem dos Heteroptera, por exemplo, Anasa tristis, Antesti-opsis spp., Blissus spp., Calocoris spp., Campylomma livida, Caveleriusspp., Cimex spp., Creontiades dilutus, Dasynus piperis, Dichelops furcatus,Diconocoris hewetti, Dysdercus spp., Euschistus spp., Eurygaster spp., Heli-opeltis spp., Horeias nobilellus, Leptocorisa spp., Leptoglossus phyllopus,Lygus spp., Macropes excavatus, Miridae, Nezara spp., Oebalus spp., Pen-tomidae, Piesma quadrata, Piezodorus spp., Psallus seriatus, Pseudacystapersea, Rhodnius spp., Sahlbergella singularis, Scotinophora spp., Stephani-tis nashi, Tibraca spp., Triatoma spp.
Da ordem dos Homoptera, por exemplo, Acyrthosipon spp., Ae-neolamia spp., Agonoscena spp., Aleurodes spp., Aleurolobus barodensis,Aleurothrixus spp., Amrasea spp., Anuraphis cardui, Aonidiella spp., Apha-nostigma piri, Aphis spp., Arboridia apicalis, Aspidiella spp., Aspidiotus spp.,Atanus spp., Aulacorthum solani, Bemisia spp., Brachycaudus heliehrysii,Brachycolus spp., Brevieoryne brassicae, Calligypona marginata, Carneoce-phala fulgida, Ceratovaeuna lanigera, Cercopidae, Ceroplastes spp., Chae-tosiphon fragaefolii, Chionaspis tegalensis, Chlorita onukii, Chromaphis ju-glandicola, Chrysomphalus ficus, Cieadulina mbila, Coccomytilus halli, Coc-eus spp., Cryptomyzus ribis, Dalbulus spp., Dialeurodes spp., Diaphorinaspp., Diaspis spp., Doralis spp., Drosieha spp., Dysaphis spp., Dysmicoccusspp., Empoasea spp., Eriosoma spp., Erythroneura spp., Euseelis bilobatus,Geococcus coffeae, Homalodisea coagulata, Hyalopterus arundinis, Ieeryaspp., Idioeerus spp., Idioscopus spp., Laodelphax striatellus, Leeanium spp.,Lepidosaphes spp., Lipaphis erysimi, Maerosiphum spp., Mahanarva fimbrio-lata, Melanaphis sacchari, MeteaIfieIIa spp., Metopolophium dirhodum, Mo-nellia costalis, Monelliopsis pecanis, Myzus spp., Nasonovia ribisnigri, Ne-photettix spp., Nilaparvata lugens, Oneometopia spp., Orthezia praelonga,Parabemisia myricae, Paratrioza spp., Parlatoria spp., Pemphigus spp., Pe-regrinus maidis, Phenacoccus spp., Phloeomyzus passerinii, Phorodon hu-muli, Phylloxera spp., Pinnaspis aspidistrae, Planococcus spp., Protopulvina-ria pyriformis, Pseudaulacaspis pentagona, Pseudococcus spp., Psylla spp.,Pteromalus spp., Pyrilla spp., Quadraspidiotus spp., Quesada gigas, Rastro-coccus spp., Rhopalosiphum spp., Saissetia spp., Scaphoides titanus, Schi-zaphis graminum, Selenaspidus articulatus, Sogata spp., Sogatella furcifera,Sogatodes spp., Stictocephala festina, Tenalaphara malayensis, Tinocalliscaryaefoliae, Tomaspis spp., Toxoptera spp., Trialeurodes vaporariorum,Trioza spp., Typhlocyba spp., Unaspis spp., Viteus vitifolii.
Da ordem dos Hymenoptera, por exemplo, Diprion spp., Hoplo-campa spp., Lasius spp., Monomorium pharaonis, Vespa spp.
Da orde dos Isopoda, por exemplo, Armadillidium vulgare, Onis-eus asellus, Porcellio scaber.
Da ordem dos Isoptera, por exemplo, Reticulitermes spp., Odon-totermes spp.
Da ordem dos Lepidoptera, por exemplo, Acronicta major, Aedialeucomelas, Agrotis spp., Alabama argillacea, Anticarsia spp., Barathra bras-sicae, Bucculatrix thurberiella, Bupalus piniarius, Cacoeeia podana, Capuareticulana, Carpoeapsa pomonella, Cheimatobia brumata, Chilo spp., Choris-toneura fumiferana, Clysia ambiguella, Cnaphalocerus spp., Earias insulana, Ephestia kuehniella, Euproetis chrysorrhoea, Euxoa spp., Feltia spp., Galleriamellonella, Helieoverpa spp., Heliothis spp., Hofmannophila pseudospretella,Homona magnanima, Hyponomeuta padella, Laphygma spp., Lithocolletisblancardella, Lithophane antennata, Loxagrotis albicosta, Lymantria spp.,Malaeosoma neustria, Mamestra brassicae, Moeis repanda, Mythimna sepa- rata, Oria spp., Oulema oryzae, Panolis flammea, Peetinophora gossypiella,Phyllocnistis citrella, Pieris spp., Plutella xylostella, Prodenia spp., Pseudale-tia spp., Pseudoplusia includens, Pyrausta nubilalis, Spodoptera spp., Ther-mesia gemmatalis, Tinea pellionella, Tineola bisselliella, Tortrix viridana, Tri-choplusia spp.
Da ordem dos Orthoptera, por exemplo, Aeheta domesticus,Blatta orientalis, Blattella germanica, Gryllotalpa spp., Leueophaea maderae,Loeusta spp., Melanoplus spp., Periplaneta americana, Schistocerea grega-ria.
Da ordem dos Siphonaptera, por exemplo, Ceratophyllus sp., Xenopsylla cheopis.
Da ordem dos Symphyla, por exemplo, Seutigerella immaculata.
Da ordem dos Thysanoptera, por exemplo, Baliothrips biformis,Enneothrips flavens, Frankliniella spp., Heliothrips spp., Hercinothrips femo-ralis, Kakothrips spp., Rhipiphorothrips cruentatus, Seirtothrips spp., Taeniot-hrips eardamoni, Thrips spp.
Da ordem dos Thysanura, por exemplo, Lepisma saccharina.
Os nematódios fitoparasitários incluem, por exemplo, Anguinaspp., Aphelenchoides spp., Belonoaimus spp., Bursaphelenchus spp., Dit-ylenchus dipsaci, Globodera spp., Heliocotylenchus spp., Heterodera spp., Longidorus spp., Meloidogyne spp., Pratylenchus spp., Radopholus similis,Rotylenchus spp., Trichodorus spp., Tylenchorhynchus spp., Tylenchulusspp., Tylenchulus semipenetrans, Xiphinema spp.As combinações de substâncias ativas de acordo com a inven-ção, eventualmente em determinadas concentrações ou quantidades de a-plicação, podem ser usadas também como herbicidas, protetores, regulado-res de crescimento ou agentes para melhorar as propriedades da planta oucomo microbicidas, por exemplo, como fungicidas, antimicóticos, bacterici-das, viricidas (inclusive agentes contra viróides) ou como agentes contraMLO (mycoplasma-like-organism) e RLO (Rickettsia-like-organism). Eventu-almente, elas podem ser aplicadas também como produtos intermediários oupré-produtos para a síntese de outras substâncias ativas.
De acordo com a invenção, todas as plantas e partes das plan-tas podem ser tratadas. Neste caso, entendem-se por plantas, todas as plan-tas e populações de plantas, como plantas selvagens ou plantas cultivadasdesejáveis e indesejáveis (inclusive plantas cultivadas de origem natural).Plantas cultivadas podem ser plantas, obtidas por métodos de cultivo e oti-mização convencionais ou por métodos biotecnológicos e genéticos ou com-binações destes métodos, inclusive das plantas transgênicas e inclusive dasespécies de plantas protegíveis ou não protegíveis por leis de proteção deespécie. Por partes de plantas devem ser entendidas todas as partes aérease subterrâneas e órgãos das plantas, tais como broto, folha, flor e raiz, sen-do enumerados por exemplo, folhas, espinhos, caules, troncos, flores, corpodo fruto, frutos e sementes, bem como raízes, tubérculos e rizomas. Naspartes das plantas incluem-se também material de colheita bem como mate-rial de crescimento vegetativo e generativo, por exemplo, estacas, tubércu-los, rizomas, tanchões e semente.
O tratamento das plantas e partes das plantas com as combina-ções de substâncias ativas de acordo com a invenção, é efetuado direta-mente ou pela ação sobre seu meio, espaço vital ou depósito conforme osmétodos de tratamento usuais, por exemplo, por imersão, pulverização, eva-poração, nebulização, espalhamento, revestimento, injeção e no caso domaterial de crescimento, especialmente no caso das sementes, além disso,através do revestimento de uma ou mais camadas.
As combinações de substâncias ativas de acordo com a inven-ção, são especialmente adequadas para o tratamento de semente. Preferi-velmente, neste caso, as combinações acima de acordo com a invenção,são mencionadas como sendo preferidas ou particularmente preferidas.
Dessa maneira, uma grande parte do dano nas plantas cultivadas provocadopor parasitas, já ocorre devido a infestação da semente durante o armaze-namento e após a introdução da semente na terra, bem como durante e i-mediatamente após a germinação das plantas. Essa fase é particularmentecrítica, pois as raízes e rebentos das plantas em crescimento são particular-mente sensíveis e já um pequeno dano pode levar à morte de toda a planta.
Conseqüentemente, há um interesse especialmente grande em proteger asemente e a planta em germinação através do uso de agentes adequados.
O combate de parasitas através do tratamento da semente deplantas é conhecido há muito tempo e é objeto de constantes aperfeiçoa-mentos. Contudo, no tratamento da semente resultam uma série de proble-mas, que nem sempre podem ser solucionados satisfatoriamente. Dessamaneira, é desejável, desenvolver processos para proteger a semente e aplanta em germinação, que tornem desnecessária a aplicação adicional depreparados para proteger plantas após a semeação ou após a emergênciadas plantas. Além disso, é desejável, otimizar a quantidade da substânciaativa aplicada de maneira tal, que a semente e a planta em germinação se-jam protegidas o melhor possível contra a infestação por parasitas, sem,contudo, danificar a própria planta através da substância ativa aplicada. Demodo especial, os processos para o tratamento de semente também deveri-am incluir as propriedades inseticidas intrínsecas das plantas transgênicas,para obter uma ótima proteção da semente e também da planta em germi-nação com um consumo mínimo de preparados para proteger plantas.
Portanto, a presente invenção refere-se especialmente tambéma um processo para a proteção da semente e plantas em germinação contraa infestação por parasitas, em que a semente é tratada com uma combina-ção de substâncias ativas de acordo com a invenção. O processo para pro-teger a semente e plantas em germinação contra a infestação de parasitasde acordo com a invenção, compreende um processo, no qual a semente étratada ao mesmo tempo com uma substância ativa da fórmula I e com umadas substâncias ativas (2-1) a (2-16). Esta compreende também um proces-so, no qual a semente é tratada em diferentes períodos com uma substânciaativa da fórmula I e com uma das substâncias ativas (2-1) a (2-16). Do mes-mo modo, a invenção refere-se ao uso das combinações de substâncias ati-vas de acordo com a invenção, para o tratamento de semente para protegera semente e a planta originada da mesma contra parasitas. Além disso, ainvenção refere-se à semente, que foi tratada com uma combinação desubstâncias ativas de acordo com a invenção, para protegê-la contra parasi-tas. A invenção refere-se também à semente, que foi tratada ao mesmotempo com uma substância ativa da fórmula I e com uma das substânciasativas (2-1) a (2-16). Além disso, a invenção refere-se à semente, que foitratada em diferentes períodos ,com uma substância ativa da fórmula I e comuma das substâncias ativas (2-1) a (2-16). No caso da semente, que foi tra-tada em diferentes períodos com uma substância ativa da fórmula I e comuma das substâncias ativas (2-1) a (2-16), as substâncias ativas individuaisdo agente de acordo com a invenção, podem estar contidas em camadasdistintas sobre a semente. Neste caso, as camadas, que contêm uma subs-tância ativa da fórmula I e uma das substâncias ativas (2-1) a (2-16), podemestar eventualmente separadas por uma camada intermediária. A invençãorefere-se também à semente, na qual uma substância ativa da fórmula I euma das substâncias ativas (2-1) a (2-16) são aplicadas como componentede um invólucro ou como outra camada ou outras camadas adicionalmente aum invólucro.
Uma das vantagens da presente invenção, é que com base naspropriedades sistêmicas particulares das combinações de substâncias ativasde acordo com a invenção, o tratamento da semente com essas combina-ções de substâncias ativas não protege apenas a própria semente contra osparasitas, mas sim, também as plantas nascidas da mesma após a emer-gência. Dessa maneira, o tratamento direto da cultura no momento da se-meação ou pouco depois pode tornar-se desnecessário.
Uma outra vantagem consiste no aumento sinergístico da eficá-cia inseticida das combinações de substâncias ativas de acordo com a in-venção, em relação à substância ativa inseticida individual, que supera aeficácia a ser esperada das duas substâncias ativas aplicadas individual-mente. Vantajoso também é o aumento sinergístico da eficácia fungicida dascombinações de substâncias ativas de acordo com a invenção em relação àsubstância ativa fungicida individual, que supera a eficácia a ser esperadada substância ativa aplicada individualmente. Com isso, é possibilitada umaotimização da quantidade de substâncias ativas aplicadas.
Do mesmo modo, considera-se como vantajoso, que as combi-nações de substâncias ativas de acordo com a invenção, podem ser aplica-das especialmente também na semente transgênica, em que as plantasnascidas dessa semente estão aptas para a expressão uma proteína voltadacontra parasitas. Através do tratamento dessa semente com as combinaçõesde substâncias ativas de acordo com a invenção, determinados parasitas jápodem ser controlados pela expressão, por exemplo, da proteína inseticida eadicionalmente, ser preservados contra danos através das combinações desubstâncias ativas de acordo com a invenção.
As combinações de substâncias ativas de acordo com a inven-ção, são adequadas para proteger semente de qualquer espécie de planta,tal como citado acima, que é usada na lavoura, na estufa, em florestas ou nahorticultura. Nesse caso, trata-se especialmente de semente de milho, a-mendoim, canola, colza, papoula, soja, algodão, nabo (por exemplo, beter-raba sacarina e beterraba), arroz, painço, trigo, cevada, aveia, centeio, gi-rassol, tabaco, batatas ou hortaliças (por exemplo, tomates, plantas de cou-ve). Do mesmo modo, as combinações de substâncias ativas de acordo coma invenção, são adequadas para o tratamento da semente de plantas frutífe-ras e hortaliças, tal como já citado acima. O tratamento da semente de mi-lho, soja, algodão, trigo e canola ou colza assume um significado particular.
Tal como já citado acima, o tratamento de semente transgênicacom uma combinação de substâncias ativas de acordo com a invenção, as-sume um significado particular. Nesse caso, trata-se da semente de plantas,que geralmente contêm pelo menos um gene heterólogo, que regula a ex-pressão de um polipeptídio com propriedades especialmente inseticidas. Osgenes heterólogos na semente transgênica podem ser provenientes, nessecaso, de microorganismos, tais como Bacillus, Rhizobium, Pseudomonas,Serratia, Trichoderma, Clavibacter, Glomus ou Gliocladium. A presente in- venção é particularmente adequada para o tratamento de semente transgê-nica, que contém pelo menos um gene heterólogo, que se origina de Bacillussp. e cujo produto genético mostra eficácia contra Ostrinia nubilalis e/ou bro-ca de raízes de milho. Nesse caso, trata-se de modo particularmente preferi-do, de um gene heterólogo, que se origina de Bacillus thuringiensis.
No âmbito da presente invenção, a combinação de substânciasativas de acordo com a invenção, é aplicada na semente individualmente ouem uma formulação adequada. Preferivelmente, a semente é tratada em umestado, no qual é tão estável, que não ocorrem danos no tratamento. Emgeral, o tratamento da semente pode ser efetuado em qualquer momentoentre a colheita e a semeação. Normalmente, utiliza-se semente, que foi se-parada da planta e libertada de tubérculos, cascas, caules, invólucros, lã oupolpa de frutos.
Em geral, deve-se observar no tratamento da semente, para quea quantidade da combinação de substâncias ativas de acordo com a inven-ção e/ou outras substâncias aditivas aplicadas na semente seja selecionadade maneira tal, que a germinação da semente não seja prejudicada ou aplanta nascida da mesma não seja danificada. Isso deve ser observado prin-cipalmente em substâncias ativas, que podem mostrar efeitos fitotóxicos emdeterminadas quantidades de aplicação.
As combinações de substâncias ativas podem ser convertidaspara as formulações usuais, tais como soluções, emulsões, pós de pulveri-zação, suspensões à base de água e óleo, pós, pós de espalhamento, pas-tas, pós solúveis, granulados solúveis, granulados de espalhamento, con-centrados de suspensão-emulsão, substâncias naturais impregnadas desubstância ativa, substâncias sintéticas impregnadas de substância ativa,adubos, bem como encapsulamentos finíssimos em substâncias polímeras.
Essas formulações são preparadas de maneira conhecida, porexemplo, misturando as substâncias ativas com diluentes, isto é, solventeslíquidos e/ou veículos sólidos, eventualmente com o uso de agentes tenso-ativos, isto é, emulsificantes e/ou agentes de dispersão e/ou agentes produ-tores de espuma. A preparação das formulações é efetuada ou em instala-ções adequadas ou também antes ou durante a aplicação.
Como coadjuvantes podem ser usadas aquelas substâncias, quesão adequadas, para conferir propriedades particulares à própria composi-ção e/ou às preparações derivadas das mesmas (por exemplo, caldos depulverização, desinfecção de semente), tais como determinadas proprieda-des técnicas e/ou também propriedades biológicas particulares. Como coad-juvantes típicos tomam-se em consideração: diluentes, solventes e veículos.
Como diluentes prestam-se, por exemplo, água, líquidos quími-cos orgânicos polares e apolares, por exemplo, das classes dos hidrocarbo-netos aromáticos e não aromáticos (tais como parafinas, alquilbenzenos,alquilnaftalenos, clorobenzenos), dos álcoois e polióis (que também podemser eventualmente substituídos, eterificados e/ou esterificados), das cetonas(tais como acetona, ciclohexanona), ésteres (também lipídios e óleos) e (po-li-)éteres, das aminas simples e substituídas, amidas, Iactamas (tais como N-alquilpirrolidonas) e lactonas, das sulfonas e sulfóxidos (tal como dimetilsul-fóxido).
No caso de usar água como diluente, por exemplo, solventesorgânicos também podem ser usados como solventes auxiliares. Como sol-ventes líquidos tomam-se essencialmente em consideração: compostos a-romáticos, tais como xileno, tolueno ou alquilnaftalenos, compostos aromáti-cos clorados e hidrocarbonetos alifáticos clorados, tais como clorobenzenos,cloroetilenos ou cloreto de metileno, hidrocarbonetos alifáticos, tais comociclohexano ou parafinas, por exemplo, frações de petróleo, óleos minerais evegetais, álcoois, tais como butanol ou glicol, bem como seus éteres e éste-res, cetonas, tais como acetona, metiletilcetona, metilisobutilcetona ou ciclo-hexanona, solventes fortemente polares, tal como dimetilsulfóxido, bem como água.
Como veículos sólidos tomam-se em consideração:por exemplo, sais de amônio e pós de pedras naturais, tais como caulim,aluminas, talco, giz, quartzo, atapulgita, montmorilonita ou terra de infusóriose pós de pedras sintéticas, tais como ácido silícico altamente disperso, óxidode alumínio e silicatos, como veículos sólidos para granulados tomam-se emconsideração: por exemplo, pós de pedras naturais quebradas e fraciona-das, tais como calcita, mármore, pedra-pomes, sepiolita, dolomita, bem co-mo granulados sintéticos de farinhas inorgânicas e orgânicas, bem comogranulados de material orgânico, tal como papel, serragem, cascas de coco,espigas de milho e caules de tabaco; como emulsificantes e/ou agentes pro- dutores de espuma, tomam-se em consideração: por exemplo, emulsifican-tes não ionogêneos e aniônicos, tais como éster de ácido polioxietileno-graxo, éter de álcool polioxietileno-graxo, por exemplo, éter alquilaril-poliglicólico, sulfonatos de alquila, sulfatos de alquila, sulfonatos de arila,bem como hidrolisados de albumina; como agentes de dispersão tomam-se em consideração substâncias não iônicas e/ou iônicas, por exemplo, dasclasses dos éteres de álcool-POE e/ou POP, ésteres de ácidos e/ou POP-POE, éteres alquil-arílicos e/ou POP-POE, produtos de adição de lipídiose/ou POP-POE, derivados POE e/ou POP-poliol, produtos de adição dePOE- e/ou POP-sorbitano ou açúcar, sulfatos de alquila ou arila, sulfonatos e fosfatos ou os produtos de adição de PO-éteres correspondentes. Oligopoli-meros ou polímeros adequados são, além disso, por exemplo, partindo demonômeros vinílicos, de ácido acrílico, de EO e/ou PO individuais ou emcombinação com, por exemplo, (poli-) álcoois ou (poli-)aminas. Além disso,podem se usados a Iignina e seus derivados de ácido sulfônico, celulosessimples e modificadas, ácidos sulfônicos aromáticos e/ou alifáticos, bem co-mo seus produtos de adição com formaldeído.
Nas formulações podem ser usados adesivos, tais como carbo-ximetilcelulose, polímeros naturais e sintéticos, pulverizados, granulados ouna forma de látex, tais como goma arábica, álcool polivinílico, acetato de po- livinila, bem como fosfolipídios naturais, tais como cefalinas e Iecitinas e fos-folipídios sintéticos.
É possível usar corantes, tais como pigmentos inorgânicos, porexemplo, óxido de ferro, oxido de titânio, azul de ferrociano e corantes orgâ-nicos, tais como corantes de alizarina, azocorantes e corantes de ftalociani-na de metal e traços de substâncias nutritivas, tais como sais de ferro, man-ganês, boro, cobre, cobalto, molibdênio e zinco.
Outros aditivos podem ser perfumes, óleos minerais ou vegetaiseventualmente modificados, ceras e nutrientes (também oligonutrientes), taiscomo sais de ferro, manganês, boro, cobre, cobalto, molibdênio e zinco.
Além disso, podem estar contidos estabilizadores, tais como es-tabilizadores de baixa temperatura, conservantes, agentes de proteção con-tra oxidação, agentes de proteção solar ou outros agentes químicos e/oufísicos aperfeiçoadores de estabilidade.
Em geral, as formulações contêm entre 0,01 e 98 % em peso, desubstância ativa, preferivelmente entre 0,5 e 90 %.
As combinações de substâncias ativas de acordo com a inven-ção, podem estar presentes em formulações disponíveis no comércio, bemcomo nas formas de aplicação preparadas a partir dessas formulações emmistura com outras substâncias ativas, tais como inseticidas, engodos, este-rilizantes, bactericidas, acaricidas, nematicidas, fungicidas, substâncias re-guladoras do crescimento ou herbicidas. Nos inseticidas incluem-se, por e-xemplo, ésteres de ácido fosfórico, carbamatos, ésteres de ácido carboxílico,hidrocarbonetos clorados, feniluréias, substâncias produzidas através demicroorganismos e outros.
É possível, também, uma mistura com outras substâncias ativasconhecidas, tais como herbicidas ou com adubos e reguladores de cresci-mento.
Quando usadas como inseticidas, as combinações de substân-cias ativas de acordo com a invenção, podem estar presentes, além disso,em suas formulações usuais no comércio, bem como nas formas de aplica-ção preparadas a partir dessas formulações em mistura com sinergistas.Sinergistas são compostos, através dos quais o efeito das substâncias ativasaumenta, sem que o próprio sinergista acrescentado precise ser ativamenteeficaz.O teor da substância ativa das formas de aplicação preparadas apartir das formulações usuais no comércio pode variar em amplos limites. Aconcentração da substância ativa das formas de aplicação pode encontrar-se de 0,00000001 até 95 % em peso, de substância ativa, preferivelmenteentre 0,00001 e 1 % em peso.
A aplicação ocorre de maneira usual adaptada a uma das for-mas de aplicação.
Tal como já foi citado acima, de acordo com a invenção, é pos-sível tratar todas as plantas e suas partes. Em uma forma de concretizaçãopreferida, tipos de plantas e espécies de plantas selvagens ou aquelas obti-das por métodos de cultivo biológicos convencionais, tais como cruzamentoou fusão de protoplastos, bem como suas partes, são tratados. Em uma ou-tra forma de concretização preferida, plantas transgênicas e espécies deplantas, que foram obtidas por métodos de engenharia genética, eventual-mente em combinação com métodos convencionais (Genetically ModifiedOrganisms) e suas partes, são tratadas. Os termos "partes" ou "partes deplantas" ou "partes das plantas" foram explicados acima.
De modo particularmente preferido, plantas das espécies deplantas em cada caso são usuais no comércio ou que estão em uso são tra-tadas de acordo com a invenção. Por espécies de plantas entendem-seplantas com novas propriedades ("traits"), que foram cultivadas tanto atravésde cultivo convencional, através de metagênese ou por técnicas de DNA re-combinantes. Essas podem ser espécies, biótipos e genótipos.
Dependendo dos tipos de plantas ou das espécies de plantas,seu local e condições de crescimento (solos, clima, período de vegetação,nutrição) podem ocorrer também efeitos superaditivos ("sinergísticos") atra-vés do tratamento de acordo com a invenção. Dessa maneira, por exemplo,são possíveis quantidades de aplicação reduzidas e/ou aumentos do espec-tro de ação e/ou um reforço do efeito das substâncias e composições aplicá-veis de acordo com a invenção, melhor crescimento das plantas, alta tole-rância contra altas ou baixas temperaturas, alta tolerância contra seca oucontra teor de sal na água ou no solo, alto poder de florescência, colheitafacilitada, aceleração do amadurecimento, maior rendimento da colheita,maior qualidade e/ou maior valor nutritivo dos produtos colhidos, maior ca-pacidade de armazenagem e/ou capacidade de beneficiamento dos produtoscolhidos, que ultrapassam os efeitos a serem propriamente esperados.
As plantas ou espécies de plantas transgênicas (obtidas atravésde engenharia genética) que devem ser preferivelmente tratadas de acordocom a invenção, incluem todas as plantas, que em virtude da modificaçãogenética, receberam material genético, que confere propriedades ("traits")valiosas particularmente vantajosas a essas plantas. Exemplos de tais pro-priedades são melhor crescimento da planta, alta tolerância contra altas oubaixas temperaturas, alta tolerância contra seca ou contra teor de sal na á-gua ou solo, alto poder de florescência, colheita facilitada, aceleração doamadurecimento, maior rendimentos da colheita, maior qualidade e/ou maiorvalor nutritivo dos produtos colhidos, maior capacidade de armazenageme/ou capacidade de beneficiamento dos produtos colhidos. Outros exemplose particularmente destacados de tais propriedades são uma alta defesa dasplantas contra parasitas animais e microbianos, tais como contra insetos,ácaros, fungos fitopatogênicos, bactérias e/ou virus, bem como uma alta to-lerância das plantas contra determinadas substâncias ativas herbicidas. Co-mo exemplos de plantas transgênicas mencionam-se as plantas cultivadasimportantes, tais como cereais (trigo, arroz), milho, soja, batata, beterrabassacarinas, tomates, ervilhas e outras espécies de hortaliças, algodão, taba-co, colza, bem como plantas frutíferas (com os frutos maçã, pêra, frutos cítri-cos e uvas), destacando-se particularmente o milho, soja, batata, algodão,tabaco e colza. Como propriedades ("traits") destacam-se particularmente aalta defesa das plantas contra insetos, tetrânicos, nematódios e caracóisdevido as toxinas formadas nas plantas, especialmente aquelas, que sãoproduzidas nas plantas pelo material genético de Bacillus Thuringiensis (porexemplo, pelos genes CrylA(a), CrylA(b), CrylA(c), CrylIA, CrylllA, CrylllB2,Cry9c, Cry2Ab, Cry3Bb and CrylF, bem como suas combinações) (a seguir,"plantas BT"). Como propriedades ("traits") destacam-se também particular-mente a alta defesa das plantas contra fungos, bactérias e virus através daresistência sistêmica adquirida (SAR), sistemina, fitoalexina, elicitores, bemcom genes de resistência e proteínas e toxinas exprimidas de maneira cor-respondente. Como propriedades ("traits") destacam-se, além disso, particu-larmente a alta tolerância das plantas contra determinadas substâncias ati-vas herbicidas, por exemplo, imidazolinonas, sulfoniluréias, glifosato ou fos-finotricina (por exemplo, gene "PAT"). Os genes que conferem as proprieda-des desejadas em questão, também podem ocorrer em combinações unscom os outros nas plantas transgênicas. Como exemplos de "plantas Bt",sejam mencionadas espécies de milho, espécies de algodão, espécies de soja e espécies de batata, que são vendidas sob os nomes comerciais Yl-ELD GARD® (por exemplo, milho, algodão, soja), KnockOut® (por exemplo,milho), StarLink® (por exemplo, milho), Bollgard® (algodão), Nucoton® (al-godão) e NewLeaf® (batata). Como exemplos de plantas tolerantes aos her-bicidas mencionam-se espécies de milho, espécies de algodão e espéciesde soja, que são vendidas sob os nomes comerciais Roundup Ready® (tole-rância contra glifosato, por exemplo, milho, algodão, soja), Liberty Link® (to-lerância contra fosfinotricina, por exemplo, colza), IMI® (tolerância contraimidazolinonas) e STS® (tolerância contra sulfoniluréias, por exemplo, mi-lho). Como plantas resistentes aos herbicidas (cultivadas convencionalmente para tolerância aos herbicidas) sejam mencionadas também as espéciesvendidas sob o nome Clearfield® (por exemplo, milho). Naturalmente, estasinformações valem também para as espécies de plantas a serem desenvol-vidas no futuro ou que chegarão futuramente no mercado com estas propri-edades genéticas ou a serem futuramente desenvolvidas ("traits").
As plantas listadas podem ser tratadas de maneira particular-mente vantajosa com as combinações de substâncias ativas de acordo coma invenção. As escalas preferidas indicadas acima para as combinações desubstâncias ativas, valem também para o tratamento dessas plantas. Desta-que particular é dado ao tratamento de plantas com as combinações de substâncias ativas especialmente listadas no presente texto.
As combinações de substâncias ativas de acordo com a inven-ção, não agem somente contra parasitas de plantas, higiene e alimentos ar-mazenados, mas sim, também no setor de medicina veterinária contra para-sitas animais (ecto- e endoparasitas), tais como carrapatos de couraça, car-rapatos do couro, sarnas, ácaros corredores, moscas (picadoras e Iambedo-ras), larvas de moscas parasitárias, piolhos, lêndeas, lêndeas de penas epulgas. Nos parasitas incluem-se:
da ordem Anoplurida, por exemplo, Haematopinus spp., Linog-nathus spp., Pediculus spp., Phtirus spp., Solenopotes spp..
Da ordem Mallophagida e das subordens Amblycerina bem co-mo Ischnocerina, por exemplo, Trimenopon spp., Menopon spp., Trinotonspp., Bovicola spp., Werneckiella spp., Lepikentron spp., Damalina spp., Tri-chodectes spp., Felicola spp..
Da ordem Diptera e das subordens Nematocerina bem comoBrachycerina, por exemplo, Aedes spp., Anopheles spp., Culex spp., Simuli-um spp., Eusimulium spp., Phlebotomus spp., Lutzomyia spp., Culicoidesspp., Chrysops spp., Hybomitra spp., Atylotus spp., Tabanus spp., Haemato-pota spp., Philipomyia spp., Braula spp., Musca spp., Hydrotaea spp., Sto-moxys spp., Haematobia spp., Morellia spp., Fannia spp., Glossina spp., Cal-liphora spp., Lucilia spp., Chrysomyia spp., Wohlfahrtia spp., Sareophagaspp., Oestrus spp., Hypoderma spp., Gasterophilus spp., Hippobosca spp.,Lipoptena spp., Melophagus spp..
Da ordem Siphonapterida, por exemplo, Pulex spp., Ctenoce-phalides spp., Xenopsylla spp., Ceratophyllus spp..
Da ordem Heteropterida, por exemplo, Cimex spp., Triatomaspp., Rhodnius spp., Panstrongylus spp..
Da ordem Blattarida, por exemplo, Blatta orientalis, Periplanetaamericana, Blattela germanica, Supella spp..
Da subclasse Acari (Acarina) e das ordens dos Meta- bem comoMesostigmata, por exemplo, Argas spp., Ornithodorus spp., Otobius spp.,Ixodes spp., Amblyomma spp., Boophilus spp., Dermacentor spp., Haemo-physalis spp., Hyalomma spp., Rhipicephalus spp., Dermanyssus spp., Rail-lietia spp., Pneumonyssus spp., Sternostoma spp., Varroa spp..
Da ordem Actinedida (Prostigmata) e Acaridida (Astigmata) porexemplo, Acarapis spp., Cheyletiella spp., Ornithocheyletia spp., Myobiaspp., Psorergates spp., Demodex spp., Trombieula spp., Listrophorus spp.,Aearus spp., Tyrophagus spp., Caloglyphus spp., Hypodeetes spp., Pteroli-chus spp., Psoroptes spp., Chorioptes spp., Otodeetes spp., Sareoptes spp.,Notoedres spp., Knemidoeoptes spp., Cytodites spp., Laminosioptes spp..
As combinações de substâncias ativas de acordo com a inven-ção, também são adequadas para o combate de artrópodes, que atacamanimais domésticos agrícolas, tais como, por exemplo, bovinos, carneiros,cabras, cavalos, porcos, burros, camelos, búfalos, coelhos, galinhas, perus, patos, gansos, abelhas, outros animais domésticos, tais como cães, gatos,pássaros de gaiolas, peixes de aquários, bem como as chamadas cobaias,tais como, por exemplo, hamster, porquinhos-da-índia, ratos e camundon-gos. Através do combate destes artrópodes devem ser diminuídos óbitos ereduções de rendimento (no caso da carne, leite, lã, peles, ovos, mel e ou- tros), de maneira que através do emprego das substâncias ativas de acordocom a invenção, seja possível uma manutenção animal mais econômica emais simples.
A aplicação das combinações de substâncias ativas de acordocom a invenção, no setor veterinário e na pecuária é efetuada de maneira conhecida através de administração entérica na forma, por exemplo, decomprimidos, cápsulas, bebidas, drenos, granulados, pastas, bolos, do pro-cesso feed-through, de supositórios, através de administração parenteral, talcomo por exemplo, por injeções (intramuscular, subcutânea, intravenosa,intraperitonial e outros), implantes, através da aplicação nasal, através da aplicação dérmica na forma, por exemplo, da imersão ou banho (mergulho),pulverização (spray), infusão (pour-on e spot-on), da lavagem, do polvilha-mento bem como com auxílio de artigos moldados contendo substância ati-va, tais como coleira, marcas nas orelhas, marcas nas caudas, faixas articu-lares, cabrestos, dispositivos de marcação e outros.
Para a aplicação no gado, aves, animais domésticos e outros, ascombinações de substâncias ativas podem ser empregadas como formula-ções (por exemplo, pós, emulsões, agentes escoáveis), que contêm as subs-tâncias ativas em uma quantidade de 1 até 80 %, em peso, diretamente ouapós diluição de 100 até 10.000 vezes ou elas podem ser aplicadas comobanho químico.
Além disso, foi verificado que as combinações de substânciasativas de acordo com a invenção, mostram um alto efeito inseticida contrainsetos, que destroem materiais técnicos.
Por exemplo e preferivelmente - sem contudo, limitar - sejammencionados os insetos abaixo:
besouros tais como
Hylotrupes bajulus, Chlorophorus pilosis, Anobium punctatum,Xestobium rufovillosum, Ptilinus pecticornis, Dendrobium pertinex, Ernobiusmollis, Priobium carpini, Lyctus brunneus, Lyctus africanus, Lyctus planicol-lis, Lyctus linearis, Lyctus pubescens, Trogoxylon aequale, Minthes rugicollis,Xyleborus spec., Tryptodendron spec., Apate monachus, Bostrychus capu-cins, Heterobostrychus brunneus, Sinoxylon spec., Dinoderus minutus.
Himenópteros, tais como
Sirex juvencus, Uroeerus gigas, Urocerus gigas taignus, Uroce-
rus augur.
Térmites tais como
Kalotermes flavicollis, Cryptotermes brevis, Heterotermes indico-la, Reticulitermes flavipes, Reticulitermes santonensis, Reticulitermes Iucifu-gus, Mastotermes darwiniensis, Zootermopsis nevadensis, Coptotermes for-mosanus.
Traças tal como Lepisma saccharina.
Por materiais técnicos no presente contexto, entendem-se osmateriais não viventes, tais como preferivelmente, materiais plásticos, adesi-vos, colas, papéis e papelões, couro, madeira, produtos de beneficiamentoda madeira e produtos para pintura.
Os agentes prontos para o uso podem conter eventualmenteainda outros inseticidas e eventualmente ainda um ou mais fungicidas.
Com respeito aos possíveis participantes de mistura adicionais,seja feita referência aos inseticidas e fungicidas mencionados acima.Ao mesmo tempo, as combinações de substâncias ativas de a -cordo com a invenção, podem ser usadas para a proteção contra incrusta-ções de objetos, especialmente de corpos de navios, peneiras, redes, edifí-cios, ancoradouros e sinaleiras, os quais entram em contato com água domar ou água salobre.
Além disso, as combinações de substâncias ativas de acordocom a invenção, podem ser usadas individualmente ou em combinaçõescom outras substâncias ativas como agentes antifouling.
As combinações de substâncias ativas também são adequadaspara combater parasitas animais na proteção doméstica, higiênica e de ali-mentos armazenados, especialmente de insetos, tetrânicos e ácaros, queocorrem em ambientes fechados, tais como, por exemplo, residências, pá-tios de fábricas, escritórios, cabinas de automóveis e outros. Elas podem serusadas individualmente ou em combinação com outras substâncias ativas ecoadjuvantes em produtos inseticidas domésticos para combater esses pa-rasitas. Elas são eficazes contra espécies sensíveis e resistentes, bem comocontra todos os estágios de desenvolvimento. Nesses parasitas incluem-se:
Da ordem dos Acarina, por exemplo, Argas persicus, Argas, re-flexus, Bryobia spp., Dermanyssus gallinae, Glyciphagus domesticus, Orni-thodorus moubat, Rhipicephalus sanguineus, Trombicula alfreddugesi, Neu-trombicula autumnalis, Dermatophagoides pteronissimus, Dermatophagoidesforinae.
Da ordem Araneae, por exemplo, Aviculariidae, Araneidae.
Da ordem dos Opiliones, por exemplo, Pseudoscorpiones cheli-fer, Pseudoscorpiones cheiridium, Opiliones phalangium.
Da ordem dos Isopoda, por exemplo, Oniscus asellus, Porcellioscaber.
Da ordem dos Diplopoda, por exemplo, Blaniulus guttulatus,Polydesmus spp..
Da ordem dos Chilopoda, por exemplo, Geophilus spp..
Da ordem dos Zygentoma, por exemplo, Ctenolepisma spp., Le-pisma saccharina, Lepismodes inquilinus.Da ordem dos Blattaria, por exemplo, Blatta orientalis, Blattellagermanica, Blattella asahinai, Leucophaea maderae, Panchlora spp., Parco-blatta spp., Periplaneta australasiae, Periplaneta americana, Periplanetabrunnea, Periplaneta fuliginosa, Supella longipalpa.
Da ordem Saltatoria, por exemplo, Acheta domesticus.
Da ordem Dermaptera, por exemplo, Forficula auricularia.
Da ordem Isoptera, por exemplo, Kalotermes spp., Reticuliter-mes spp.
Da ordem Psocoptera, por exemplo, Lepinatus spp., Liposcelisspp.
Da ordem Coleoptera, por exemplo, Anthrenus spp., Attagenusspp., Dermestes spp., Latheticus oryzae, Necrobia spp., Ptinus spp., Rhizo-pertha dominica, Sitophilus granarius, Sitophilus oryzae, Sitophilus zeamais,Stegobium paniceum.
Da ordem Diptera, por exemplo, Aedes aegypti, Aedes albopic-tus, Aedes taeniorhynchus, Anopheles spp., Calliphora erythrocephala, C-hrysozona pluvialis, Culex quinquefasciatus, Culex pipiens, Culex tarsalis,Drosophila spp., Fannia canicularis, Musca domestica, Phlebotomus spp.,Sarcophaga carnaria, Simulium spp., Stomoxys calcitrans, Tipula paludosa.
Da ordem Lepidoptera, por exemplo, Achroia grisella, Galleriamellonella, Plodia interpunctella, Tinea cloacella, Tinea pellionella, Tineolabisselliella.
Da ordem Siphonaptera, por exemplo, Ctenocephalides canis,Ctenocephalides felis, Pulex irritans, Tunga penetrans, Xenopsylla cheopis.
Da ordem Hymenoptera, por exemplo, Camponotus herculea-nus, Lasius fuliginosus, Lasius niger, Lasius umbratus, Monomorium pharao-nis, Paravespula spp., Tetramorium caespitum.
Da ordem Anoplura, por exemplo, Pediculus humanus capitis,Pediculus humanus corporis, Phthirus púbis.
Da ordem Heteroptera, por exemplo, Cimex hemipterus, Cimexlectularius, Rhodnius prolixus, Triatoma infestans.
A aplicação no âmbito dos inseticidas domésticos é efetuadaisoladamente ou em combinação com outras substâncias ativas adequadastais como ésteres de ácido fosfórico, carbamatos, piretróides, neonicotinói-des, reguladores do crescimento ou substâncias ativas de outras classes deinseticidas conhecidos.
A aplicação é efetuada em aerossóis, agentes de atomizaçãosem pressão, por exemplo, sprays bombeadores e pulverizadores, nebuliza-dores automáticos, nebulizadores, espumas, géis, produtos evaporadorescom plaquetas evaporadoras de celulose ou material plástico, evaporadoreslíquidos, evaporadores de géis e de membranas, evaporadores acionadoscom hélices, sistemas de evaporação sem energia ou passivos, papéis paratraças, saquinhos para traças e géis para traças, como granulados ou pós,em engodos de espalhar ou estações de engodo.
O bom efeito inseticida das combinações de substâncias ativasde acordo com a invenção, é verificado nos seguintes exemplos. Enquantoas substâncias ativas individuais apresentam fraquezas no efeito, as combi-nações mostram um efeito, que excede uma simples soma de efeitos.
Um efeito sinergístico nos inseticidas está sempre presente,quando o efeito das combinações de substâncias ativas é maior do que asoma dos efeitos das substâncias ativas aplicadas individualmente.
O efeito esperado para uma combinação dada de duas substân-cias ativas pode ser calculado de acordo com S.R. Colby, Weeds 15 (1967),20-22 tal como segue:
Se
X representa o grau de mortalidade, expresso em % do controlenão tratado, ao aplicar a substância ativa A em uma quantidade de aplicaçãode m g/ha ou em uma concentração de m ppm,
Y representa o grau de mortalidade, expresso em % do controlenão tratado, ao aplicar a substância ativa A em uma quantidade de aplicaçãode η g/ha ou em uma concentração de η ppm e
E representa o grau de mortalidade, expresso em % do controlenão tratado, ao aplicar as substâncias ativas A e B em quantidades de apli-cação de m e η g/ha ou em uma concentração de m e η ppm,então
E=X+Y-X.Y 100
Se o verdadeiro grau de mortalidade é maior do que o calculado,então a combinação é superaditiva em sua mortalidade, isto é, há um efeitosinergístico. Nesse caso, o verdadeiro grau de mortalidade observado deveser maior do que o valor para o grau de mortalidade esperado (E) calculadoda fórmula mencionada acima.
Exemplo A
Teste com Aphys gossypii
Solvente: 7 partes em peso, de dimetilformamida
Emulsificante: 2 partes em peso, de éter alquilarilpoliglicólico
Para produzir um preparado conveniente da substância ativa,mistura-se 1 parte em peso, da substância ativa com as quantidades de sol-vente e emulsificante indicadas e dilui-se o concentrado com água contendoemulsificante para a concentração desejada.
Folha de algodão (Gossypium hirsutum), que estão fortementeinfestadas pelo pulgão do algodão (Aphis gossypii), são tratadas através deimersão na preparação da substância ativa da concentração desejada.
Após o tempo desejado, a mortalidade é determinada em %.
Neste caso, 100 % significam, que todos os pulgões foram mortos; 0 % sig-nifica, que os pulgões não foram mortos. Os valores de mortalidade determi-nados são calculados de acordo com a fórmula de Colby (vide folha 1).
Neste teste, por exemplo, as seguintes combinações de subs-tâncias ativas de acordo com o presente pedido, mostram uma eficácia si-nergisticamente reforçada em comparação com as substâncias ativas apli-cadas individualmente:Tabela A, página 1
Insetos nocivos às plantas
Teste com Aphis gossypii
<table>table see original document page 32</column></row><table>
* ene. = efeito encontrado
** calc. = efeito calculado de acordo com a fórmula de ColbyTabela A, página 2
Insetos nocivos às plantas
Tese com Aphis gossypii
<table>table see original document page 33</column></row><table>
* ene. = efeito encontrado
** calc. = efeito calculado de acordo com a fórmula de Colby
Exemplo B
Teste com Myzus persicae
Solvente: 7 partes em peso, de dimetilformamida
Emulsificante: 2 partes em peso, de éter alquilarilpoliglicólico
Para produzir um preparado conveniente da substância ativa,mistura-se 1 parte em peso, da substância ativa com as quantidades de sol-vente e emulsificante indicadas e dilui-se o concentrado com água contendoemulsificante para a concentração desejada.
Folhas de couve (Brassica oleracea), que estão fortemente in-testadas pelo pulgão verde do pessegueiro (Myzus persicae), são tratadasatravés de imersão na preparação da substância ativa da concentração de-sejada.
Após o tempo desejado, a mortalidade é determinada em %.
Neste caso, 100 % significam, que todos os pulgões foram mortos; 0 % sig-nifica, que os pulgões não foram mortos. Os valores de mortalidade determi-nados são calculados de acordo com a fórmula de Colby (vide folha 1).
Neste teste, por exemplo, as seguintes combinações de subs-tâncias ativas de acordo com o presente pedido, mostram uma eficácia si- nergisticamente reforçada em comparação com as substâncias ativas apli-cadas individualmente:
Tabela B, página 1
Insetos nocivos às plantas
Teste com Myzus persicae
<table>table see original document page 34</column></row><table><table>table see original document page 35</column></row><table>
Tabela Β, página 2
Insetos nocivos às plantas
Teste com Myzus persicae
<table>table see original document page 35</column></row><table>
* ene. = efeito encontrado
** calc. = efeito calculado de acordo com a fórmula de Colby
Tabela B, página 3
Insetos nocivos às plantas
Teste com Myzus persicae
<table>table see original document page 35</column></row><table><table>table see original document page 36</column></row><table> * ene. = efeito encontrado
** calc. = efeito calculado de acordo com a fórmula de Colby

Claims (12)

1. Combinações de substâncias ativas contendo pelo menos umcomposto da fórmula (I)<formula>formula see original document page 37</formula>na qualR representa metila ou ciclopropilae pelo menos uma das substâncias ativas, selecionadas de(A) amidas de di benzenodicarboxílico(2-1) flubendiamidas(B) macrolidas, preferivelmente(2-2) spinosaduma mistura de preferivelmente-85 % de spinosina A (R = H)-15 % de spinosina B (R = CH3)e/ou(2-3) spinetoram (ISO-proposed; XDE-175) (conhecido da WO 97/00265 A1,US 6001981 e PestManag. Sei. 57, 177-185, 2001)<formula>formula see original document page 38</formula>de uma mistura de dois compostos, sendo que como componente principal,R representa hidrogênio e C5 e C6 estão ligados uns aos outros através deuma ligação simples C-C e no componente secundário R representa metila eC5 e C6 estão ligados uns aos outros através de uma ligação dupla C=C.(2-4) Abamectin (conhecida da DE-A 27 17 040)e/ou(2-5) benzoato de emamectina (conhecido da EP-A 0.089.202)e/ou(C) diacil-hidrazinas, preferivelmente(2-6) metoxifenozida<formula>formula see original document page 38</formula>e/ou(2-7) tebufenozidae/ou(2-8) cromafenozida (ANS-118)<formula>formula see original document page 39</formula>e/ou(E) outras substâncias de ação inseticida ou acaricida(2-10) fipronil<formula>formula see original document page 39</formula>e/ou<formula>formula see original document page 39</formula><formula>formula see original document page 40</formula>(2-16) rinaxipir (3-bromo-N-{4-cloro-2-metil-6-[(metilamino)carbonil]fenil}-1·(3-cloropiridin-2-il)-1H-pirazol-5-carboxamida)<formula>formula see original document page 41</formula>
2. Uso de combinações de substâncias ativas, tal como definidasna reivindicação 1, para combater parasitas animais.
3. Processo para combater parasitas animais, caracterizado pelofato de que combinações de substâncias ativas, tais como definidas na rei-vindicação 1, são deixadas agir sobre parasitas animais e/ou seu habitate/ou semente.
4. Processo de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelofato de se deixar agir uma substância ativa da fórmula I e uma das substân-cias ativas (2-1) a (2-16) ao mesmo tempo na semente.
5. Processo de acordo com a reivindicação 3. caracterizado pelofato de se deixar agir uma substância ativa da fórmula I e uma das substân-cias ativas (2-1) a (2-16) em períodos diferentes na semente.
6. Processo para a produção de composições inseticidas e aca-ricidas, caracterizado pelo fato de que combinações de substâncias ativas,tais como definidas na reivindicação 1, são misturadas com diluentes e/ousubstâncias tenso-ativas.
7. Uso de uma combinação de substâncias ativas de acordo coma reivindicação 1, para o tratamento de semente.
8. Uso de combinações de substâncias ativas de acordo com areivindicação 1, para o tratamento de plantas transgênicas.
9. Uso de combinações de substâncias ativas de acordo com areivindicação 1, para o tratamento de semente de plantas transgênicas.
10. Semente, a qual foi tratada com uma combinação de subs-tâncias ativas de acordo com a reivindicação 1.
11. Semente de acordo com a reivindicação 10, a qual foi tratadaao mesmo tempo com uma substância ativa da fórmula I e com uma dassubstâncias ativas (2-1) a (2-16).
12. Semente de acordo com a reivindicação 10, a qual foi tratadaem períodos diferentes com uma substância ativa da fórmula I e com umadas substâncias ativas (2-1) a (2-16).
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