BRPI0710223A2 - proteìnas de fusão de receptor de vegf e seu uso - Google Patents

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Chengdu Kanghong Biotechnologies Co Ltd
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Abstract

<B>PROTEìNAS DE FUSãO DE RECEPTOR DE VEGF E SEU USO<D>Proteína de fusão de receptor do fator de crescimento endotelial vascular (vegf) que compreendeo domínio 2 de ig da flt-1 e o domínio 3 de ig ou domínio 2 da flt-1 e os domínios 3 e 4 de ig da kdr, o gene que codifica a proteína de fusão, a composição farmacêutica contendo a proteína de fusão e o uso farmacêutico da proteina de fusão são fornecidos. A proteína de fusão pode ser usada para tratamento de distúrbios oculares que envolvem a angiogênese, como retinopatia diabética.

Description

PROTEÍNAS DE FUSÃO DE RECEPTOR DE VEGF E SEU USOCAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção relaciona-se com as proteínas de fusão de receptor deVEGF1 as composições farmacêuticas que compreendem as mesmas e aplicaçõesterapêuticas relacionadas para várias doenças oculares causadas por angiogênese.
BASE DA INVENÇÃO
Vasos retinais e vasos coroidais são os componentes essenciais da retina.Alterações anormais na estrutura da parede do vaso e na função dos vasossangüíneos causadas por traumas e doenças são os principais fatores que levam auma hipopsia e perda visual. Por exemplo, retinopatia diabética, que é causada peladiabetes mellitus que resulta em hiperplasia nos vasos retinais e destacamento daretina posteriormente, é o principal fator que leva à perda visual. Aneovascularização retinal pode também ocorrer durante a recuperação de umferimento ou cirurgia ocular. Esse tipo de hiperplasia nos vasos retinais é tambémum fator importante que leva a uma hipopsia ou perda visual (Natureza 438: 932-938, 2005).
A degeneração macular relacionada com a idade (DMRI) é uma doençacausada pelas células de degradação tecidual e proliferação vascular ocorrida naárea central da retina. Pode ser classificada na forma úmida (forma exsudativa) e naforma seca. A DMRI úmida é mais comumente causada pela neovascularizaçãocoroidal e é também o principal fator que leva à perda visual.
O fator de crescimento celular endotelial vascular (VEGF) é uma proteínaque especificamente media a angiogênese (Am. J. Pathol. 167: 1451-1459, 2005). OVEGF estimula a divisão e a proliferação das células endoteliais, induz o início daneovascularização e fornece oxigênio e nutrição às células teciduais. Muitos estudosmostraram que uma vez que células fotorreceptoras da retina começam a sedegenerar (atrofia isquêmica) devido à falta de nutrição, a concentração de VEGF naretina começa a aumentar para promover a neovascularização. Esse processo échamado de angiogênese. Nos olhos, o vaso sangüíneo recentemente gerado édiferente do vaso sangüíneo normal na morfologia, o lúmen do vaso é irregular e aparede do tubo é muitas vezes furada. Esse tipo de crescimento anormal dos vasossangüíneos altamente permeáveis ou furados muitas vezes resulta em cicatrizes naretina e, até mesmo, destacamento, que, por sua vez, afeta a visão.
Muitos estudos mostraram que os tecidos coroidais dos pacientes com DMRIúmida exibem altos níveis de expressões de VEGF (Invest. Opthal. Vis. Sci 37: 855-868, 1996; Microvascular Res. 64: 162-169, 2002). Considerando a correlação entreo nível de expressões de VEGF e a DMRI úmida, o VEGF pode ser usado como umindicador bioquímico no diagnóstico da DMRI (Br. J. Opthalmol. 88: 809-815, 2004).
Alguns inibidores do VEGF podem bloquear as interações entre o VEGF eos receptores do VEGF (flt-1, KDR, etc) na célula endotelial, e, dessa forma,bloqueiam a transdução de sinal mediada pelo VEGF e inibem a angiogênesecausada pelos altos níveis de expressão de VEGF, a fim de prevenir e interromper ahemorragia retinal. Esse tipo de inibidores do VEGF inclui Macugen (pegaptanibsódico), Lucentis, VEGF-Trap1 Avastin (bevacizumab), e AdPEDF etc.Particularmente, o Macugen e o Avastin foram aprovados pela US FDA e foramlançados no mercado.
RESUMO DA INVENÇÃO
Um aspecto da invenção é fornecer novas proteínas de fusão FP7 e FP8 queinibem o VEGF1 cujas seqüências de aminoácidos são mostradas como ID SEQ N9 2 e 4.
A FP7 consiste do 2- domínio do tipo Ig da FLT-1, e o 32 e o 4- domínios dotipo Ig da KDR. A FP8 consiste do 2° domínio do tipo Ig da FLT-1 e o 3S domínio dotipo Ig da KDR.
Outro aspecto da invenção é fornecer os genes que codificam as proteínas defusão FP7 e FP8 de receptor do VEGF1 cujas seqüências de DNA são mostradascomo ID SEQ N2 1 e 3.
Outro aspecto da invenção é fornecer vetores de expressão que contenhamos genes acima mencionados, que codificam as proteínas de fusão FP7 e FP8 dereceptor do VEGF. Os vetores de expressão poderiam ser quaisquer vetorescomuns no campo, como vetor plasmídico, fago, vírus etc.
Outro aspecto da invenção é fornecer um método para preparação deproteínas de fusão FP7 e FP8 que inibem o VEGF, que inclui amplificação genéticade Flt-1 e KDR, preparação dos fragmentos de Flt-1 e KDR através de digestão comenzima de restrição, ligação do 2- domínio do tipo Ig da Flt-1 e o 3S e 42 domínios dotipo Ig da KDR ou ligação do 2- domínio do tipo Ig da Flt-1 e o 32 domínio do tipo Igda KDR; construção de um vetor de expressão que compreende o produto deligação resultante; e a transfecção do vetor nas células hospedeiras para produzir asproteínas de fusão.
Outro aspecto da invenção é fornecer uma composição farmacêutica paratratamento de doenças oculares relacionadas com angiogênese, que contém umaquantidade farmaceuticamente eficaz de qualquer uma ou combinação de proteínasde fusão FP1, FP2, FP3, FP4, FP5, FP7, e FP8 de receptor do VEGF1 como FP7e/ou FP8, e opcionalmente um ou mais de transportadores farmaceuticamenteaceitáveis, particularmente um ou mais transportadores que são comumente usadospara terapias oftalmológicas.
Um aspecto adicional da invenção é fornecer o uso de proteínas de fusão queinibem o VEGF no tratamento de doenças oculares relacionadas com angiogênese;onde as proteínas de fusão acima mencionadas são as proteínas de fusão dereceptor recombinantes que podem se ligar ao VEGF, mais especificamente, asreferidas proteínas de fusão são qualquer uma ou combinação selecionada do grupoque consiste de FP1, FP2, FP3, FP4, FP5, FP6, descrito no pedido de patentechinês N- 200510073595.4 "Anti-angiogenesis fusion proteins and applicationsthereof' [Proteínas de fusão antiangiogênese e suas aplicações] e FP7 e FP8descritas no presente documento. Entre elas, as seqüências de aminoácido dasproteínas de fusão FP1, FP2, FP3, FP4, FP5, FP6 foram divulgadas no pedido depatente N2 200510073595.4 acima mencionado (o referido pedido é incorporado nopresente pedido por referência em sua totalidade). A FP1 consiste do 2- domínio dotipo Ig da FLT-1, o 32 domínio do tipo Ig da KDR e a imunoglobulina humana Fc; aFP2 consiste do 1fi domínio do tipo Ig da KDR1 o 2° domínio do tipo Ig da FLT-1, o 3adomínio do tipo Ig da KDR e a imunoglobulina humana Fe; A FP3 consiste do 2-domínio do tipo Ig da FLT-1, o 3- e 4° domínios do tipo Ig da KDR e aimunoglobulina humana Fe; A FP4 consiste do 2- domínio do tipo Ig da FLT-1, o 3-domínio do tipo Ig da KDR, o A- domínio do tipo Ig da FLT-1 e a imunoglobulinahumana Fe; A FP5 consiste do 2- domínio do tipo Ig da FLT-1, o 3s-52 domínios dotipo Ig da KDR e a imunoglobulina humana Fe; A FP6 consiste do 2- domínio do tipoIg da FLT-1, o 3S domínio do tipo Ig da KDR, o 4--5° domínios do tipo Ig da FLT-1 ea imunoglobulina humana Fe. As seqüências de aminoácido das proteínas de fusãoFP7 e FP8 são mostradas como ID SEQ N2 2 e 4 na Lista de Seqüência. Asdoenças oculares relacionadas com a angiogênese acima mencionadas incluem,entre outras, DMRI, retinopatia diabética, edema macular cistóide, edema maculardiabético, oclusão vascular retinal, falha de terapia relacionada com a angiogênese,como coagulação a laser e transplante retinal cirúrgico.
Outro aspecto da invenção é fornecer um método de tratamento quecompreende a administração de uma quantidade farmaceuticamente eficaz de FP3,FP7 e/ou FP8 ao paciente com necessidade destas.
Outro aspecto da invenção é fornecer um método de tratamento de umadoença ocular relacionada com angiogênese através da administração de qualqueruma ou combinação selecionada do grupo consistindo de proteínas de fusão FP1,FP2, FP3, FP4, FP5, FP6, FP7 e FP8 de receptor do VEGF a um paciente que sofreda referida doença; onde a referida doença ocular inclui, entre outras, DMRI,retinopatia diabética, edema macular cistóide, edema macular diabético, oclusãovascular retinal, falha dé terapia relacionada com a angiogênese, como coagulaçãoa laser e transplante retinal cirúrgico.
As proteínas de fusão podem ser usadas em uma forma pura, ou como seussolvatos, ou sais, ou solvatos dos sais. As proteínas de fusão descritas na presenteinvenção incluem todas essas formas.
As proteínas de fusão FP1, FP2, FP3, FP4, FP5 e FP6 de receptor do VEGFdescritas na presente invenção foram descritas no pedido de patente N-CN200510073595.4, e podem ser preparadas de acordo com o método estabelecidono pedido ou outros métodos semelhantes. A FP7 e a FP8 são compostos novos, apreparação deles pode ser realizada pelo método semelhante àquele descrito nopedido de patente N- CN200510073595.4, e foi descrito em detalhes no Exemplo aseguir da presente invenção.
A proteína recombinante da presente invenção obtida pela técnica derecombinação genética pode ser purificada em grau farmacêutico e, então,misturada com transportadores farmacêuticos convencionais aceitáveis e/ou outrosadjuvantes dependendo das exigências da formulação desejada e preparadaconforme formulações farmacêuticas desejadas de acordo com metodologias deformulação comuns. Essas formulações podem ser usadas para administraçãointravenosa, administração intravítrea, administração intraperitoneal, administraçãosubcutânea, administração ocular tópica, como colírios; entre outras, as preferidassão formulação de solução ou formulação Iiofilizada que podem ser hidratadas nasolução antes do uso.
Nas formulações descritas na presente invenção, a concentração dasproteínas de fusão estão entre 0,01mg/mL e 1000mg/mL; a dosagem específicadepende da forma da formulação, das necessidades clínicas, etc. Uma diretriz geralsugere administrar 0,1mg- 3000mg, preferivelmente 1mg-2000mg cada tratamento,uma vez por dia, ou 2 dias, ou 3 dias, ou 4 dias, ou 5 dias, ou 6 dias, ou umasemana, ou 2 semanas, ou 3 semanas ou um mês, ou diversas vezes por dia, porexemplo, 2-3 vezes por dia.
Os transportadores farmacêuticos aceitáveis acima mencionados podem serqualquer transportador adequado na forma das formulações descritas na presenteinvenção, preferivelmente um ou mais dos seguintes: fosfato de sódio, succinato desódio, histidina, manitol, trehalose desidratada, polissorbato 20, cloreto de sódio,sacarose, tromeramol, celulose, celulose modificada ou lactose. As formulaçõesacima mencionadas podem conter tampões de formulação de pH, como fosfato,citrato, acetato, succinato, tromeramol (Tris), histidina ou qualquer combinaçãodestes, com concentrações de 0 - 100mM, por exemplo, 1 - 100mM, e pH variandode 3 - 9; e podem também conter osmoreguladores, como cloreto de sódio(concentração variando de 0 a 200mM, por exemplo 1 - 100mM), dextrose(concentração variando de 0% a 50%, por exemplo, 1 -30%); e podem conterestabilizador, como aminoácidos, glicerol, ciclodextrina, sacarose, trehalosedesidratada com concentrações de 0% - 40%, preferivelmente 1 - 30%; e podemconter conservantes, como timerosal, bissulfito de sódio, álcool benzílico, etc. Emformulações liofilizadas, excipientes, como manitol, podem ser incluídos comconcentrações de 0% a 40%, preferivelmente 0,1% a 10%; considerando-se que emformulações de solução, surfactantes, como polissorbato 20 ou 80, SDS podem serincluídos com concentração de 0% a 2%, preferivelmente 0,01% a 1%. Asformulações descritas na presente invenção podem também conter conservantes,estabilizadores, solventes, co-solventes. Os solventes preferidos são água parainjeção, solventes orgânicos, como etanol, glicerol ou outras soluções isosmóticas.
A presente invenção descobriu de forma surpreendente que as proteínas defusão aqui mencionadas foram eficazes no tratamento de várias doenças ocularesrelacionadas com a angiogênese, como DMRI, retinopatia diabética, edema macularcistóide, edema macular diabético, oclusão vascular retinal, falha de terapiarelacionada com a angiogênese, como coagulação a laser e transplante retinalcirúrgico, além de grande estabilidade, segurança, ausência de efeito colateral eeficácia. Experimentos demonstraram os benefícios da presente invenção, comdetalhes mostrados nos Exemplos a seguir.
BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS
Figura 1: Desenhos esquemáticos das 8 proteínas de fusão descritas napresente invenção;
Figura 2: Comparação das afinidades de ligação do VEGF das proteínas defusão;
Figura 3: Efeitos das proteínas de fusão na angiogênese retinal causada poratrofia isquêmica;Figura 4: Efeito das proteínas de fusão na neovascularização coroidal.
MELHOR MODO DE REALIZAÇÃO DA INVENÇÃO
Os exemplos a seguir ainda elucidam a presente invenção, mas elesnão devem ser construídos para limitar o escopo de proteção da invenção.
Exemplo 1: Construção da FP7
A proteína de fusão FP7 foi construída a partir dos fragmentosgenéticos de cDNA da Flt-1 e KDR, obtidos através da amplificação com o mRNAextraído das células HUVEC1 como gabarito e os seguintes iniciadores:
FLT-1 D2(F): 5'-cctttcgtagagatgtacagtga-3'
FLT-1 D2(R): 5'-tatgattgtattggtttgtccat-3'
KDR D3(F): 5'-gatgtggttctgagtccgtctca-3'
KDR D3-4(R): 5'-cggtgggacatacacaaccaga-3'
Condições específicas são 30 ciclos de amplificação por PCR dedesnaturação a 95°C durante 30 min, anelamento a 56°C durante 45 seg, extensãoa 72°C durante 2 min, para obter os produtos de PCR dos domínios do tipo Ig da Flt-1 e da KDR. Os produtos de PCR foram clonados no plasmídio PCR2.1 com o kit declonagem TA, seguido pela transformação em E.coli, retirando as colônias brancas ecolocando em cultura no meio de LB durante a noite. Os plasmídios foram extraídoscom o kit de purificação plasmídica Qiagen, e, então, submetidos à digestãoenzimática de restrição e confirmação de seqüência. Os cDNAs do fragmento de Flt-1, do fragmento de KDR e da região de articulação de IgG foram ligados emconjunto por PCR de Fusão. Os locais de EcoRI foram introduzidos nos iniciadoresterminais. Os produtos de PCR foram purificados com o kit Qiagen após a digestãocom enzima de restrição com EcoRI1 e, então, foram clonadas no plasmídiopcDNA3.1. Os plasmídios recombinantes foram usados para transformar E. coli,seguido pela retirada das colônias positivas e da cultura no meio de LB durante anoite. Os plasmídios foram extraídos com o kit Qiagen e submetidos à digestão comenzima de restrição e confirmação de seqüência. Os plasmídios confirmados foramusados para transfectar as células de CHO, para obter as linhagens celulares paraproduzir estavelmente a proteína de fusão FP7. A seqüência de aminoácido de FP7é mostrada como ID SEQ N2 3, e a seqüência de DNA de FP7 é mostrada como IDSEQ N- 1. Parte da região de articulação foi retida no terminal C da proteína defusão.
Exemplo 2: Construção da FP8
A proteína de fusão FP8 foi amplificada por PCR com a FP7 comogabarito e iniciadores flt-1 D2(F): 5'-cctttcgtagagatgtacagtga-3' e KDR D3-hing(R). Aseqüência do DNA deste último era 5'-aggtgctgggcacagtgggcatgtgtgagttttgtctttttcatggaccctgacaaatg-3'. Contém aseqüência complementar do 32 domínio do tipo Ig da KDR e seqüência parcial daarticulação Fc da IgG humana. As condições da amplificação por PCR e daclonagem genética foram as mesmas que do Exemplo 1. No final, os plasmídiosPcDNA3.1 com a FP8 clonada foram usados para transfectar as células de CHO, elinhagens celulares estáveis foram obtidas para produzir proteína. A seqüência deaminoácido da FP8 é mostrada como ID SEQ N2 4, e sua seqüência de DNA émostrada como ID SEQ N- 2.
Exemplo 3: Experimentos de afinidade de ligação das proteínas de fusão aoVEGF
A presente invenção determinou a afinidade ao VEGF de váriasproteínas de fusão através da medição da quantidade de VEGF. No experimento,quantidade conhecida de VEGF (10 PM) foi adicionada a um tubo de teste, e, então,neste tubo, o mesmo volume de várias proteínas de fusão diluídas a diferentes graus(conforme mostrado na Figura 2) foram adicionados e, mediante mistura, incubadosa 37°C durante 1 hora. Após 1 hora, quantidade do VEGF livre no tubo foideterminada usando um kit de ensaio de VEGF (sistemas R&D). Os resultados doensaio após análise são mostrados na Figura 2, que demonstrou que FP1, FP3, FP7e FP8 podem se ligar eficazmente ao VEGF com afinidade conhecida como IC50 de11,2PM, 4,3PM, 4,1 PM e 11,2PM, respectivamente. Esse experimento provou que aFP3 e a FP7 têm afinidade in vitro semelhante ao VEGF, considerando-se que aFP8 e a FP1 são semelhantes, mas com afinidade inferior às duas anteriores. Asafinidades ao VEGF da FP1-FP6 já foram descritas no Exemplo 3 do pedido depatente chinês CN200510073595.4.
Este experimento demonstrou ainda que a seqüência de aminoácido do4° domínio do tipo Ig da KDR pode aumentar a capacidade de ligação ao VEGF dasproteínas de fusão.
Exemplo 4: Resultados do experimento das proteínas de fusão que bloqueiamangiogênese, causadas pela atrofia isqüêmica retinalCamundongos com 7 dias de vida foram colocados em uma incubadoracom pressão parcial de oxigênio alta (75% ± 2%), temperatura controlada em23±2°C, e sob luz solar. Após diversos dias, nenhuma neovascularização ocorreu nocentro da retina; após mais 5 dias, os camundongos jovens retornaram para umaincubadora com pressão parcial de oxigênio normal. Devido à condição de hipoxiana retina dos camundongos causada pela pressão parcial de oxigênio relativamenteinferior, o crescimento da angiogênese foi induzido, semelhante àquela naretinopatia diabética e em outra degeneração retinal, causada por atrofia isquêmica.
Usando os modelos, 3 proteínas de fusão (FP1, FP3 e FP7) foramavaliadas por seus efeitos inibidores na angiogênese, relacionados com atrofiaisquêmica retinal.
Após 5 dias em uma incubadora com pressão parcial de oxigênio alta,camundongos jovens retornaram para uma incubadora de pressão parcial deoxigênio normal. Camundongosjovens foram divididos em 5 grupos com 10 cada, e,então, após 1 dia, receberam de forma intraperitoneal 30mg/kg das proteínas defusão, uma injeção por dois dias e 4 injeções no total. Os camundongos no grupo decontrole foram injetados com a mesma quantidade de proteínas Fc. Apóstratamento, 6 camundongos de cada grupo foram submetidos à injeção cardíaca deFAM fluorescente. Após 10 minutos, retinas dos camundongos jovens foramcolhidas para análise do crescimento da angiogênese. Sob microscópio defluorescência, as retinas foram niveladas e observadas com relação à angiogênesee vazamento de fluorescência. Para os outros 4 camundongos de cada grupo, osolhos foram colhidos e embebidos em parafina, e, então, fatiados e tingidos comH&E. Sob o microscópio, diversos núcleos de célula endotelial vascular foramcontados para analisar o efeito das proteínas de fusão na angiogênese (InvestigativeOphthalomogy Visual Science 43, 1994-2000, 2002). Os resultados são mostradosna Figura 3. As retinas dos camundongos jovens recebendo a injeção de proteínasFc mostraram diversas lesões. Muitos vasos vasculares irregulares podem serobservados nas membranas coróides. As retinas dos camundongos jovensrecebendo a injeção das proteínas de fusão não exibiram angiogênese (conformemostrado na Figura 3). Entre elas, a FP3 é a mais eficaz e a FP1 e a FP7 tambémforam eficazes, na qual a ausência da região Fc provavelmente afetou asestabiiidades in vivo destas.
No entanto, testamos os efeitos antiangiogênese dessas proteínas defusão administradas de forma intravítrea. Nos mesmos modelos de animal, um diaapós o retorno à incubadora de pressão parcial de oxigênio normal, cada olho foisubmetido à injeção intravítrea de O^g da proteína de fusão, apenas umtratamento por animal. 7 dias após o tratamento, as retinas dos animais foramcoletadas e tratadas conforme descrito acima. Os efeitos dessas proteínas de fusãona angiogênese são mostrados na Figura 3. Os resultados mostraram que essasproteínas de fusão exibiram inibição significativa à angiogênese após administraçãointravítrea. A injeção intravítrea mostrou melhor eficácia do que a injeçãointraperitoneal. No entanto, observamos nesses experimentos que a FP7 foisemelhante à FP3, e ambas foram melhores do que a FP1. Neste experimento, aFP7 não precisa entrar na circulação sangüínea devido à administração intravítrea,portanto, sua baixa estabilidade na circulação não afetou sua eficácia.
Exemplo 5: Efeitos das proteínas de fusão na neovascularizacão coroidalinduzida por laser
De acordo com a literatura publicada (American Journal Pathology 153,1641-1646, 1998), estabelecemos em ratos um modelo de DMRI porneovascularização induzida por laser nos olhos. Aproximadamente 150 ratos foramdivididos em 4 grupos, entre eles, 10 ratos no grupo de controle receberam injeçãosubcutânea de proteínas Fc (20 mg/kg), considerando-se que 10 ratos em cadagrupo de teste receberam injeções subcutâneas de 20 mg/kg de FP1, FP3 e FP7 em5 vezes no total, no dia anterior e 3, 6, 9 e 12 dias após o tratamento a laser. No 152dia após o tratamento a laser, os ratos receberam 50mg de fluorescência marcadacom dextran. Após os olhos terem sido colhidos sob tratamento com anestesia, ascoróides foram imediatamente separadas e niveladas ou congeladas para seremfatiadas e, então, embebidas com cera, a fim de analisar as lesões deneovascularização coroidal (CNV). Conforme mostrado na Figura 4, os resultadosmostraram que as áreas de CNV foram menores nos ratos recebendo o tratamentocom proteína de fusão do que naqueles do grupo de controle, entre os quais aeficácia da FP3 foi melhor do que aquela da FP1 ou FP7. Os efeitos inibidores naCNV da FP7 e FP1 foram semelhantes.
Exemplo 6: Aplicação das proteínas de fusão no tratamento de doençasocularesEssas proteínas de fusão podem ser administradas por formulaçõesadequadas, como injeções intravítreas ou intravenosas para tratar várias doençasoculares relacionadas com a angiogênese, incluindo DMRI, retiopatia diabética,edema macular diabética e oclusão da veia retinal. No entanto, essas proteínas defusão podem ser aplicadas através da combinação com outras terapias, comofotossensibilizadores ou terapia a laser (fotocoagulação) para reduzir o risco da falhade terapia causada por angiogênese. Essas proteínas de fusão podem também sercombinadas com cirurgia, por exemplo, após transplante de retina, a cirurgia poderiafalhar devido à angiogênese. Se receber o tratamento dessas proteínas de fusão nomomento da cirurgia, o paciente poderia melhorar a taxa de sucesso do transplantede retina. Os pacientes com DMRI poderiam estabelecer avaliações basais deacuidade visual após exames oculares de rotina, e, então, receber essas proteínasde fusão (por exemplo, FP3 ou FP7) por injeção intravítrea. Após o tratamento, ospacientes receberiam observações e exames em um hospital para registrar osefeitos dessas proteínas de fusão na DMRI. Tipicamente, os exames ocorreram umavez no 1-, 2S, 62, 14-, 30-, e 90s dias após o tratamento, respectivamente. Noentanto, os pacientes poderiam receber múltiplos tratamentos de cada injeção acada 2 a 8 semanas. Cada dosagem de injeção poderia variar de 1(^g a 5mg porolho.
A partir dos voluntários clínicos dos pacientes com DMRI, retinopatiadiabética, edema macular diabético, as proteínas de fusão FP3, FP7 foramcomparadas com os experimentos de controle.(I) DMRI
1. Eficácia da proteína de fusão FP3
O grupo de controle recebeu terapia com fotocoagulação, considerando-seque o grupo de teste recebeu FP3.
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Os critérios de avaliação foram de acordo com os padrões de avaliação deeficácia nas "Diretrizes de pesquisa clínica do tratamento da DMRI através dosmedicamentos chineses tradicionais e novos medicamentos", emitidas peloMinistério da Saúde Chinês.
1) Eficácia Significativa: (i) melhora significativa do sintoma demetamorfopsia etc; (ii) a visão central é melhorada em, no mínimo, 4 linhas; (iii)encolhimento pequeno ou desbaste óbvio do escotoma no campo visualcentral; (iv) absorção óbvia da exsudação e hemorragia maculares,desaparecimento ou encolhimento óbvio de destacamentos de célulaneuroepitelial e epitelial de pigmento; (v) sem progresso ou diminuição daangiogênese da retina avaliada pela angiografia por fluorescência; reduçãosubstancial do vazamento de fluorescência; melhora pequena da sensibilidadede contraste.17/26
A eficácia significativa é classificada se atender a 4 das condições acima,
2) Eficácia: (i) melhora de sintoma de metamorfopsia etc; (ii) a visãocentral é melhorada em, no mínimo, 2 linhas; (iii) desbaste do escotoma centralno campo visual central; (iv) absorção parcial da exsudação e hemorragiamaculares, algum encolhimento dos destacamentos da célula neuroepitelial eepitelial de pigmento; (v) vazamento de fluoresceína diminuído na angiografiada retina; melhoras pequenas da sensibilidade de contraste.
A eficácia é classificada se atender a 2-3 das condições acima.
3) Ineficácia: não atendimento dos critérios de eficácia.
Os resultados mostraram que a proteína de fusão FP3 exibiu eficáciasignificativa no tratamento da DMRI.
2. Eficácia da FP7
O grupo de controle recebeu terapia com fotocoagulação; considerando-se
que o grupo de teste recebeu a FP7.
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Os critérios de avaliação foram os mesmos dos acima mencionados.Os resultados mostraram que a eficácia da proteína de fusão FP7 notratamento da DMRI não é pior nem melhor do que a terapia comfotocoagulação.
(II) Retinopatia diabética
O grupo de controle recebeu fotocoagulação a laser de retina; considerando-se que o grupo de teste recebeu a FP3.
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<table>table see original document page 19</column></row><table>
Os critérios de avaliação foram de acordo com os padrões de avaliação deeficác;a de retinopatia diabética nas "Diretrizes de pesquisa clínica dosmedicamentos chineses tradicionais e novos medicamentos". Estas incluem 4níveis de eficácias: SE (Eficácia Significativa), E (Eficácia), IE (Ineficácia), e W(Piora).
1. Eficácia Significativa (SE):
1) A acuidade visual é melhorada em, no mínimo 4 linhas, ou melhor ou igual a1,0.2) Mostrada no exame de fundo ocular, a quantidade de diminuições domicroaneurisma retinal de (+++) para (++), ou de (++) para (+), oudesaparecimentos de (+); diminuições de hemorragia retinal de (+++) para (+), oudesaparecimentos de (++); diminuições de exsudação de (+++) para (++), ou de(++) para (+), ou desaparecimentos de (+). No mínimo, dois de microaneurisma,hemorragia e exsudação deverão ser atender às exigências mencionadas acima.
3) Mostrado por angiografia com fluoresceína de Fundo Ocular, o tempo decirculação médio diminui significativamente, o edema macular é aliviadosignificativamente, a área de não-perfusão capilar retinal diminui, o vazamento dovaso sangüíneo é reduzido obviamente. No mínimo, dois dos critérios acimadeverão ser atendidos, cada um com um nível de melhora de, no mínimo, 20%.
2. Eficácia (E):
1) A acuidade visual é melhorada em, no mínimo, 2 linhas.
2) Mostrada no exame de fundo ocular, a quantidade de diminuições domicroaneurisma retinal de (+++) para (++), ou de (++) para (+), oudesaparecimentos de (+); diminuições de hemorragia retinal de (+++) para (+),ou desaparecimentos de (++); diminuições de exsudação de (+++) para (++),ou de (++) para (+), ou desaparecimentos de (+). No mínimo, um demicroaneurisma, hemorragia e exsudação deverão ser atender às exigênciasmencionadas.
3) Mostrado por angiografia com fluoresceína de fundo ocular, o tempo decirculação médio diminui significativamente, o edema macular é aliviadosignificativamente, a área de não-perfusão capilar retinal diminui, o vazamentodo vaso sangüíneo é reduzido obviamente. No mínimo, dois dos critérios acimadeverão ser atendidos, cada um com um nível de melhora de, no mínimo, 10%.
3. Ineficácia (IE): não atende às exigências mostradas acima.
4. Piora (W):
1) A acuidade visual sofre perda de 2 linhas ou mais.
2) A fotografia colorida do fundo ocular mostra alterações proliferativas, comoangiogênese.
3) Mostrado pela angiografia com fluoresceína de fundo ocular, a área de não-perfusão capilar retinal diminui, o edema macular piora e o vazamento dovaso sangüíneo aumenta.Observação:
1) Os exames de acuidade visual foram realizados usando o quadro visualpadrão (escala de 1). Quando menos de 0,1, cada 0,02 conta como uma linha.
2) Alterações no fundo ocular foram avaliadas de acordo com oftalmoscópio oufotografias coloridas e aneurisma foi classificado pelos negativos naangiografia com fluoresceína de fundo ocular.
3) (+) designa não muitos ou microaneurismas contáveis, hemorragia ouexsudação; (++) designa muitos ou dificilmente contáveis aneurismas,hemorragia ou exsudação; (+++) designa muitos aneurismas não contáveis,hemorragia e exsudação significativas e fundidas em conjunto.
4) Ao avaliar a eficácia, no mínimo duas de acuidade visual, alterações nofundo ocular e angiografia com fluoresceína têm de ser levadas emconsideração.
Os resultados mostraram que a proteína de fusão FP3 teve eficáciasemelhante àquela da fotocoagulação a laser no tratamento de retinopatiadiabética.
(III) Edema macular diabético
O grupo de controle recebeu fotocoagulação a laser; considerando-se que ogrupo de amostra recebeu a FP3.
Comparação de Eficácia <table>table see original document page 22</column></row><table>
Os critérios de avaliação de eficácia foram de acordo com a "ClinicaiResearch of Argon Laser Coagulation for Diabetic Retinopathy" [Pesquisa Clínicade Coagulação a Laser de Argônio de Retinopatia Diabética] realizada por RenLianer (Journal of Ophthalmology, 1998, 7 (2): 86-88).
Os critérios de avaliação da acuidade visual foram de acordo com o quadrovisual padrão. A Eficácia Significativa (SE) foi classificada se a acuidade visualtiver melhorado, no mínimo, 2 linhas após o tratamento; a ineficácia (IE) foiclassificada se a acuidade visual tiver deteriorado, no mínimo, 2 linhas; nenhumaalteração na acuidade visual (E) foi classificada de outra forma. Se menos de 0,1antes do tratamento, alteração de ^±0,02 foi avaliada como melhora ou deterioração da acuidade visual, de outra forma, é considerada como semalteração.
Os graus de redução do edema macular foram avaliados de acordo com aangiografia com fluoresceína de fundo ocular antes ou após a fotocoagulação alaser. A eficácia (E) foi avaliada se não tiver havido exsudação na área macular oua exsudação tiver reduzido, no mínimo, um quarto da área; A Ineficácia (IE) foiclassificada se a exsudação não tivesse reduzido significativamente ou mesmoaumentado.
Os resultados mostraram que as administração intravítreas das proteínas defusão de receptor do VEGF foram mais eficazes do que a fotocoagulação a lasertanto no período de tempo curto (3 meses) quanto no período de temporelativamente longo (6 meses) após o tratamento nos pacientes de edemamacular.(IV) Oclusão da veia retinal
O grupo de controle recebeu fotocoagulação a laser; considerando-se que ogrupo de tese recebeu a FP3.
<table>table see original document page 24</column></row><table>
A eficácia foi avaliada de acordo com a uEvaIuation of the retinal veintherapy" [Avaliação da terapia da veia retinal] realizada por Zhang Huirong (JournalofBeijing Medicai College, 1982, 14: 118).
Exemplo 7: Preparação da proteína de fusão FP3 na formulação Iiofilizadaoftálmica
Primeiro preparou-se o tampão de formulação (incluindo 10mmol/L dehistidina, 9% de trehalose desidratada, e 0,05% de polissorbato 20, pH6,0), então,descongelou-se a substância medicamentosa adequada da FP3, esta foi diluídacom tampão de formulação a uma concentração de proteína exigida (10mg/mL), e,dessa forma, obteve-se a composição farmacêutica. Após filtração deesterilização, a quantidade exigida da composição farmacêutica foi distribuída emfrascos estéreis (especificação: 0,5mL/2mL) por pipetadores ou distribuidores, e osfrascos receberam tampas de borracha butílica estéreis (enrijecimento parcial). Osfrascos foram colocados em um Iiofilizador e, então, foram Iiofilizadosestabelecendo os procedimentos de liofilização adequados (incluindo parâmetrosde pré-refrigeração, congelamento, bomba a vácuo, tempo, temperatura, grau dovácuo etc.). Após a conclusão da liofilização, as tampas foram completamenteapertadas, os frascos foram, então, retirados do Iiofilizador e selados com tampasde alumínio. Após a rotulagem, os frascos podem ser colocados em caixas depapel e armazenados em temperatura adequada.
Exemplo 8: Preparação da proteína de fusão FP3 em solução para aplicaçãoocular
Primeiro, preparou-se o tampão de formulação (incluindo 5mmol/L defosfato dissódico, 5mmol/L de ácido cítrico, 100mmol/L de cloreto de sódio, 20%de sacarose, e 0,1% de polissorbato 20, pH6,0), então, descongelou-se asubstância medicamentosa adequada de FP3 e foi diluída com o tampão deformulação à concentração de proteína exigida (10mg/mL), e, dessa forma,obteve-se a composição farmacêutica. Após a filtração de esterilização, aquantidade exigida da composição farmacêutica foi distribuída nos frascos estéreis(5mL/20mL) por pipetadores ou distribuidores. Os frascos receberam as tampas deborracha butílica estéreis firmemente, foram selados com tampas de alumínio,rotulados e armazenados em caixas de papel em temperatura adequada.Exemplo 9: Preparação da proteína de fusão FP3 em solução para aplicaçãoocular
Primeiro, preparou-se o tampão de formulação (incluindo 10mmol/L desuccinato de sódio, 9% de trehalose desidratada, e 0,05% de polissorbato 20, pH6,0), então, descongelou-se a substância medicamentosa adequada de FP3 e foidiluída com o tampão de formulação à concentração de proteína exigida(10mg/mL), e, dessa forma, obteve-se a composição farmacêutica. Após a filtraçãode esterilização, a quantidade exigida (£200 μΙ_) da composição farmacêutica foidistribuída nos frascos estéreis (0,5mL) por pipetadores. Os frascos receberam astampas de borracha butílica estéreis firmemente, foram selados com tampas dealumínio, rotulados. A composição farmacêutica também foi introduzida nasseringas (1mL, com pistão de borracha cinza e agulha de 27 gauge) na quantidadeexigida (<100μΙ_), tampas de borracha foram aplicadas aos pistões e coberturas deborracha cinza e revestimentos de plástico duro foram, por sua vez, aplicados àsagulhas. Então, as seringas foram seladas com bolsas de alumínio (além disso,um êmbolo de plástico rosqueado e uma articulação de aba branca foramanexados em uma bolsa de alumínio separada). Elas foram armazenadas emcaixas de papel em temperatura adequada.
Exemplo 10: Preparação da proteína de fusão FP1 na formulação ocular
Diferente de usar a proteína de fusão FP1 para substituir a proteína defusão FP3, todos os materiais e métodos são os mesmos que no Exemplo 9.
Exemplo 11: Preparação da proteína de fusão FP2 na formulação ocular
Diferente de usar a proteína de fusão FP2 para substituir a proteína defusão FP3, todos os materiais e métodos são os mesmos que no Exemplo 9.
Exemplo 12: Preparação da proteína de fusão FP4 na formulação ocular
Diferente de usar a proteína de fusão FP4 para substituir a proteína defusão FP3, todos os materiais e métodos são os mesmos que no Exemplo 9.
Exemplo 13: Preparação da proteína de fusão FP5 na formulação ocular
Diferente de usar a proteína de fusão FP5 para substituir a proteína defusão FP3, todos os materiais e métodos são os mesmos que no Exemplo 9.
Exemplo 14: Preparação da proteína de fusão FP6 na formulação ocular
Diferente de usar a proteína de fusão FP7 para substituir a proteína defusão FP3, todos os materiais e métodos são os mesmos que no Exemplo 9.
Exemplo 15: Preparação da proteína de fusão FP7 na formulação ocular
Diferente de usar a proteína de fusão FP7 para substituir a proteína defusão FP3, todos os materiais e métodos são os mesmos que no Exemplo 9.3Listagem de SeqüênciasTITULAR: CHENGDU KANGHONG BIOTECHNOLOGIES CO., LTD.ENDEREÇO: No.36 Shuxi Road Jinniu District Chengdu City, Sichuan Province 610036,China
PRIORIDADE: 200610066257.2 de 31-03-2006 CHINA
TÍTULO DA INVENÇÃO: PROTEÍNAS DE FUSÃO DE RECEPTOR DE VEGF1 SUASCOMPOSIÇÕES FARMACÊUTICAS E APLICAÇÕES TERAPÊUTICAS PARA ASDOENÇAS OCULARES
NÚMERO DE SEQÜÊNCIA CONSTANTE NO PEDIDO: 4NÚMERO IDENTIFICADOR DA SEQÜÊNCIA: 1TAMANHO: 924TIPO: DNA
NOME: Seqüência Artificial
ggt aga cct ttc gta gag atg tac agt gaa ate ccc gaa att ata cac 48Gly Arg Pro Phe Val Glu Met Tyr Ser Glu Ile Pro Glu Ile Ile His1 5 10 15
atg act gaa gga agg gag ctc gtc att ccc tgc cgg gtt acg tca cct 96Met Thr Glu Gly Arg Glu Leu Val Ile Pro Cys Arg Val Thr Ser Pro20 25 30
aac ate act gtt act tta aaa aag ttt cca ctt gac act ttg ate cct 144Asn Ile Thr Val Thr Leu Lys Lys Phe Pro Leu Asp Thr Leu Ile Pro
35 40 45
gat gga aaa cgc ata ate tgg gac agt aga aag ggc ttc ate ata tca 192Asp Gly Lys Arg Ile Ile Trp Asp Ser Arg Lys Gly Phe Ile Ile Ser50 55 60aat gca acg tac aaa gaa ata ggg ctt ctg acc tgt gaa gca aca gtc 240Asn Ala Thr Tyr Lys Glu Ile Gly Leu Leu Thr Cys Glu Ala Thr Val65 70 75 80
aat ggg cat ttg tat aag aca aac tat ctc aca cat cga caa acc aat 288Asn Gly His Leu Tyr Lys Thr Asn Tyr Leu Thr His Arg Gln Thr Asn85 90 95
aca ate ata gat gtg gtt ctg agt ccg tet cat gga att gaa cta tet 336Thr Ile Ile Asp Val Val Leu Ser Pro Ser His Gly Ile Glu Leu Ser100 105 110
gtt gga gaa aag ctt gtc tta aat tgt aca gca aga act gaa cta aat 384Val Gly Glu Lys Leu Val Leu Asn Cys Thr Ala Arg Thr Glu Leu Asn
115 120 125
gtg ggg att gac ttc aac tgg gaa tac cct tet tcg aag cat cag cat 432Val Gly Ile Asp Phe Asn Trp Glu Tyr Pro Ser Ser Lys His Gln His130 135 140
aag aaa ctt gta aac cga gac cta aaa acc cag tet ggg agt gag atg 480Lys Lys Leu Val Asn Arg Asp Leu Lys Thr Gln Ser Gly Ser Glu Met145 150 155 160
aag aaa ttt ttg age acc tta act ata gat ggt gta acc cgg agt gac 528Lys Lys Phe Leu Ser Thr Leu Thr Ile Asp Gly Val Thr Arg Ser Asp
165 170 175
caa gga ttg tac acc tgt gca gca tcc agt ggg ctg atg acc aag aag 576Gln Gly Leu Tyr Thr Cys Ala Ala Ser Ser Gly Leu Met Thr Lys Lys180 185 190aac age aca ttt gtc agg gtc cat gaa aaa cct ttt gtt gct ttt gga 624Asn Ser Thr Phe Val Arg Val His Glu Lys Pro Phe Val Ala Phe Gly195 200 205
agt ggc atg gaa tet ctg gtg gaa gcc acg gtg ggg gag cgt gtc aga 672Ser Gly Met Glu Ser Leu Val Glu Ala Thr Val Gly Glu Arg Val Arg210 215 220
ate cct gcg aag tac ctt ggt tac cca ccc cca gaa ata aaa tgg tat 720Ile Pro Ala Lys Tyr Leu Gly Tyr Pro Pro Pro Glu Ile Lys Trp Tyr225 230 235 240
aaa aat gga ata ccc ctt gag tcc aat cac aca att aaa gcg ggg cat 768Lys Asn Gly Ile Pro Leu Glu Ser Asn His Thr Ile Lys Ala Gly His245 250 255
gta ctg acg att atg gaa gtg agt gaa aga gac aca gga aat tac act 816Val Leu Thr Ile Met Glu Val Ser Glu Arg Asp Thr Gly Asn Tyr Thr 260 265 270
gtc ate ctt acc aat ccc att tca aag gag aag cag age cat gtg gtc 864Val Ile Leu ThrAsn Pro Ile Ser Lys Glu Lys Gln Ser His Val Val275 280 285
tet ctg gtt gtg tat gtc cca ccg gac aaa act cac aca tgc cca ctg 912Ser Leu Val Val Tyr Val Pro Pro Asp Lys Thr His Thr Cys Pro Leu290 295 300
tgc cca gea cct 924Cys Pro Ala Pro
NÚMERO IDENTIFICADOR DA SEQÜÊNCIA: 2TAMANHO: 308
TIPO: PRT
NOME: Seqüência artificial
Gly Arg Pro Phe Val Glu Met Tyr Ser Glu Ile Pro Glu Ile Ile His1 5 10 15
Met Thr Glu Gly Arg Glu Leu Val Ile Pro Cys Arg Val Thr Ser Pro
20 25 30
Asn Ile ThrVaI Thr Leu Lys Lys Phe Pro Leu Asp Thr Leu Ile Pro 35 40 45
Asp Gly Lys Arg Ile Ile Trp Asp SerArg Lys Gly Phe Ile Ile Ser
50 55 60
Asn Ala Thr Tyr Lys Glu Ile Gly Leu Leu Thr Cys Glu Ala Thr Val65 70 75 80
Asn Gly His Leu Tyr Lys Thr Asn Tyr Leu Thr His Arg Gln Thr Asn85 90 95
Thr Ile Ile Asp Val Val Leu Ser Pro Ser His Gly Ile Glu Leu Ser
100 105 110
Val Gly Glu Lys Leu Val Leu Asn Cys Thr Ala Arg Thr Glu Leu Asn 115 120 125
Val Gly Ile Asp Phe Asn Trp Glu Tyr Pro Ser Ser Lys His Gln His
130 135 140
Lys Lys Leu Val Asn Arg Asp Leu Lys Thr Gln Ser Gly Ser Glu Met145 150 155 160
Lys Lys Phe Leu Ser Thr Leu Thr Ile Asp Gly Val Thr Arg Ser Asp165 170 175
Gln Gly Leu Tyr Thr Cys Ala Ala Ser Ser Gly Leu Met Thr Lys Lys
180 185 190
Asn Ser Thr Phe Val Arg Val His Glu Lys Pro Phe Val Ala Phe Gly 195 200 205
Ser Gly Met Glu Ser Leu Val Glu Ala Thr Val Gly Glu Arg Val Arg
210 215 220
Ile Pro Ala Lys Tyr Leu Gly Tyr Pro Pro Pro Glu Ile Lys Trp Tyr225 230 235 240
Lys Asn Gly Ile Pro Leu Glu Ser Asn His Thr Ile Lys Ala Gly His245 250 255
Val Leu Thr Ile Met Glu Val Ser Glu Arg Asp Thr Gly Asn Tyr Thr
260 265 270
Val Ile Leu ThrAsn Pro Ile Ser Lys Glu Lys Gln Ser His Val Val 275 280 285
Ser Leu Val Val Tyr Val Pro Pro Asp Lys Thr His Thr Cys Pro Leu
290 295 300
Cys Pro Ala Pro305
NÚMERO IDENTIFICADOR DA SEQÜÊNCIA: 3
TAMANHO: 642
TIPO: DNA
NOME: Seqüência Artificial
ggt aga cct ttc gta gag atg tac agt gaa ate ccc gaa att ata cac 48Gly Arg Pro Phe Val Glu Met Tyr Ser Glu Ile Pro Glu Ile Ile His1 5 10 15
atg act gaa gga agg gag ctc gtc att ccc tgc cgg gtt acg tca cct 96Met Thr Glu Gly Arg Glu Leu Val Ile Pro Cys Arg Val Thr Ser Pro5 20 25 30
aac ate act gtt act tta aaa aag ttt cca ctt gac act ttg ate cct 144Asn Ile Thr Val Thr Leu Lys Lys Phe Pro Leu Asp Thr Leu Ile Pro
35 40 45
gat gga aaa cgc ata ate tgg gac agt aga aag ggc ttc ate ata tca 19210 Asp Gly Lys Arg Ile Ile Trp Asp Ser Arg Lys Gly Phe Ile Ile Ser50 55 60
aat gea acg tac aaa gaa ata ggg ctt ctg acc tgt gaa gea aca gtc 240Asn Ala Thr Tyr Lys Glu Ile Gly Leu Leu Thr Cys Glu Ala Thr Val65 70 75 80
15 aat ggg cat ttg tat aag aca aac tat etc aca cat cga caa acc aat 288Asn Gly His Leu Tyr Lys Thr Asn Tyr Leu Thr His Arg Gln ThrAsn
85 90 95
aca ate ata gat gtg gtt ctg agt ccg tet cat gga att gaa cta tet 336Thr Ile Ile Asp Val Val Leu Ser Pro Ser His Gly Ile Glu Leu Ser20 100 105 110
gtt gga gaa aag ctt gtc tta aat tgt aca gea aga act gaa cta aat 384Val Gly Glu Lys Leu Val Leu Asn Cys Thr Ala Arg Thr Glu Leu Asn
115 120 125
gtg ggg att gac ttc aac tgg gaa tac cct tet tcg aag cat cag cat 43225 Val Gly Ile Asp Phe Asn Trp Glu Tyr Pro Ser Ser Lys His Gln His130 135 140
aag aaa ctt gta aac cga gac cta aaa acc cag tct ggg agt gag atg 480
Lys Lys Leu Val Asn Arg Asp Leu Lys Thr Gln Ser Gly Ser Glu Met
145 150 155 160
aag aaa ttt ttg age acc tta act ata gat ggt gta acc cgg agt gac 528
Lys Lys Phe Leu Ser Thr Leu Thr Ile Asp Gly Val Thr Arg Ser Asp
165 170 175
caa gga ttg tac acc tgt gea gea tcc agt ggg ctg atg acc aag aag 576
Gln Gly Leu Tyr Thr Cys Ala Ala Ser Ser Gly Leu Met Thr Lys Lys
180 185 190
aac age aca ttt gtc agg gtc cat gaa aaa gac aaa act cac aca tgc 624
Asn Ser Thr Phe Val Arg Val His Glu Lys Asp Lys Thr His Thr Cys
195 200 205
cca ctg tgc cca gea cct 642
Pro Leu Cys Pro Ala Pro
210
NÚMERO IDENTIFICADOR DA SEQÜÊNCIA: 4
TAMANHO:214
TIPO: PRT
NOME: Seqüência artificial
Gly Arg Pro Phe Val Glu Met Tyr Ser Glu Ile Pro Glu Ile Ile His15 10 15
Met Thr Glu Gly Arg Glu Leu Val Ile Pro Cys Arg Val Thr Ser Pro20 25 30Asn Ile ThrVaI Thr Leu Lys Lys Phe Pro Leu Asp Thr Leu Ile Pro
35 40 45
Asp Gly Lys Arg Ile Ile Trp Asp SerArg Lys Gly Phe Ile Ile Ser50 55 60
5 Asn Ala Thr Tyr Lys Glu Ile Gly Leu Leu Thr Cys Glu Ala Thr Val65 70 75 80
Asn Gly His Leu Tyr Lys Thr Asn Tyr Leu Thr His Arg Gln Thr Asn
85 90 95
Thr Ile Ile Asp Val Val Leu Ser Pro Ser His Gly Ile Glu Leu Ser10 100 105 110
Val Gly Glu Lys Leu Val Leu Asn Cys Thr Ala Arg Thr Glu Leu Asn
115 120 125
Val Gly Ile Asp Phe Asn Trp Glu Tyr Pro Ser Ser Lys His Gln His130 135 140
15 Lys Lys Leu Val Asn Arg Asp Leu Lys Thr Gln Ser Gly Ser Glu Met145 150 155 160
Lys Lys Phe Leu Ser Thr Leu Thr Ile Asp Gly Val Thr Arg Ser Asp
165 170 175
Gln Gly Leu Tyr Thr Cys Ala Ala Ser Ser Gly Leu Met Thr Lys Lys20 180 185 190
Asn Ser Thr Phe Val Arg Val His Glu Lys Asp Lys Thr His Thr Cys
195 200 205
Pro Leu Cys Pro Ala Pro
210

Claims (10)

1. "PROTEÍNA DE FUSÃO DE RECEPTOR DO VEGF SELECIONADA DE FP7 EFP8", caracterizado por ter as seqüências de aminoácido conforme mostradasem ID SEQ N— 2 e 4, respectivamente.
2. "GENES QUE CODIFICAM AS PROTEÍNAS DE FUSÃO FP7 E FP8 DERECEPTOR DO VEGF", caracterizado por terem as seqüências de DNAconforme mostradas em ID SEQ N— 1 e 3.
3. "VETOR DE EXPRESSÃO", caracterizado por compreender o gene quecodifica as proteínas de fusão FP7 e/ou FP8 de receptor do VEGF daReivindicação 2.
4. "MÉTODO DE PREPARO DAS PROTEÍNAS FP7 E FP8 DE RECEPTOR DOVEGF" da reivindicação 1, caracterizado por compreender os procedimentosconforme seguem: amplificação dos genes da Flt-1 e da KDR, obtenção dosfragmentos da Flt-1 e da KDR por digestão com enzima de restrição dos genesresultantes, ligação do 2- domínio do tipo Ig da FLT-1 e o 32 e 4- domínios dotipo Ig da KDR, ou ligação do 2° domínio do tipo Ig da FLT-1 e o 32 domínio dotipo Ig da KDR; construção de um vetor de expressão do gene fundido; etransformação do vetor nas células hospedeiras para produzir proteínas defusão.
5. "COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA USADA PARA TRATAR DOENÇASOCULARES PELA ANGIOGÊNESE ANORMAL", caracterizado pelacomposição farmacêutica compreender uma ou ambas das proteínas de fusãoFP7 e FP8 de receptor do VEGF em uma quantidade farmaceuticamente eficaze opcionalmente um ou mais transportadores farmaceuticamente aceitáveis.
6. "COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA USADA PARA TRATAR DOENÇASOCULARES PELA ANGIOGÊNESE ANORMAL, conforme reivindicado nareivindicação 5", caracterizado pelos transportadores farmaceuticamenteaceitáveis serem qualquer um ou uma combinação de água, manitol, glicerol,etanol, polissorbato e glicose.
7. "USO DE PROTEÍNA DE FUSÃO DE RECEPTOR DO VEGF NAPREPARAÇÃO DE UM MEDICAMENTO PARA TRATAMENTO DE DOENÇASOCULARES RELACIONADAS COM A ANGIOGÊNESE", caracterizado pelaproteína de fusão ser selecionada de uma ou uma combinação de FP1, FP2,FP3, FP4, FP5, FP6, FP7 e FP8.
8. "USO DE PROTEÍNA DE FUSÃO DE RECEPTOR DO VEGF NAPREPARAÇÃO DE UM MEDICAMENTO PARA TRATAMENTO DE DOENÇASOCULARES RELACIONADAS COM A ANGIOGÊNESE, conforme reivindicadona Reivindicação 7, caracterizado pelas doenças oculares relacionadas com aangiogênese serem DMRI, retinopatia diabética, edema macular cistóide, edemamacular diabético, oclusão vascular retinal, falha de terapia relacionada com aangiogênese, como coagulação a laser e transplante retinal cirúrgico.
9. "MÉTODO PARA TRATAMENTO DE DOENÇA OCULAR RELACIONADACOM A ANGIOGÊNESE", caracterizado pela administração de uma ou de umacombinação selecionada do grupo consistindo das proteínas de fusão FP1, FP2,FP3, FP4, FP5, FP6, FP7 e FP8 de receptor do VEGF1 como FP3, FP7 e/ou FP8a um paciente que sofre da referida doença.
10. "MÉTODO PARA TRATAMENTO DE DOENÇA OCULAR RELACIONADACOM A ANGIOGÊNESE", conforme reivindicado na Reivindicação 9,caracterizado pela doença ocular relacionada com à angiogênese serselecionada do grupo consistindo de DMRI1 retinopatia diabética, edema macularcistóide, edema macular diabético, oclusão vascular retinal, falha de terapiarelacionada com a angiogênese, como coagulação a laser e transplante retinalcirúrgico.
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