BRPI0710327A2 - produção de pacotes encapados e seus componentes - Google Patents

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BRPI0710327A2
BRPI0710327A2 BRPI0710327-1A BRPI0710327A BRPI0710327A2 BR PI0710327 A2 BRPI0710327 A2 BR PI0710327A2 BR PI0710327 A BRPI0710327 A BR PI0710327A BR PI0710327 A2 BRPI0710327 A2 BR PI0710327A2
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strip
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strips
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BRPI0710327-1A
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Michael Timothy Wood
David James Adrian Howson
Ian Dunckley
Cyrelle Fuellemann
Alfred Wipe
Daniel Kummer
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Duff Design Ltd
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Abstract

PRODUçãO DE PACOTES ENCAPADOS E SEUS COMPONENTES Métodos são revelados para fazer um pacote encapado ou um componente para encapar um pacote, e máquinas para executar os métodos. Um método compreende a alimentação de primeira e segunda faixa flexível na direção de alimentação, uma faixa sendo alimentada de cada lado do substrato, de tal forma que as faixas estejam em uma disposição mútua face a face, adiante e atrás do substrato com respeito à direção de alimentação; juntar as faixas face a face em uma primeira junção adiante do substrato e em uma segunda junção atrás do substrato, as junções limitando porções de faixa, que juntas envolvem o substrato entre as junções; e separar as porções de faixa juntadas do restante das faixas, de tal forma que as porções de faixa juntadas definam em conjunto uma capa que envolve o substrato, para ser deslizada ao redor do substrato em uso do pacote.

Description

PRODUÇÃO DE PACOTES ENCAPADOS E SEUS COMPONENTES
Esta invenção se refere à produção de pacotes encapados e de componentespara encapar tais pacotes, particularmente os pacotes exemplificados pela patente doRequerente, como, por exemplo, a EP 1140639.
Pacotes exemplificados pela EP 1140639 são caracterizados por uma capa que seestende ao redor de uma estrutura de suporte, tal como um divisor planar, para deslizar aoredor da estrutura em uso. O divisor é normalmente suportado no interior de uma capa quedefine o tamanho global e a forma do pacote; o divisor e a capa podem ser painéisintegrantes de uma peça virgem única dobrada. Abas são presas à capa, de cada ladodo divisor, aê tal forma que, ao se mover uma aba para fora do pacote, desliza-se a capaca redor do divisor. Esse movimento da capa por sua vez movimenta a outra aba para forado pacote na direção oposta. Reciprocamente, o movimento de uma aba de volta para ointerior do pacote, através da capa, também traz de volta a outra aba para o interior dopacote. A capa, portanto atua como uma correia impelidora que conjuga movimentosopostos das abas, para dentro e para fora do pacote.
Uma ou ambas as abas podem se constituir em tabuleiros ou outras estruturas, taiscomo embalagens de bolhas, adaptadas para suportar, e opcionalmente para mostrar oconteúdo do pacote. É também possível que uma das abas simplesmente mostreinformações tais como apresentação do fabricante ou instruções para uso do conteúdodo pacote. Por exemplo, uma aba pode suportar um folheto de instruções que pode sedesdobrar quando a aba é puxada para fora do pacote para impulsionar o movimento daoutra aba, d qual por meio desse movimento carrega o conteúdo do pacote para fora dopacote na direção oposta.
O conteúdo da EP 1140639 está incorporado nessa especificação por referência.A presente invenção está focalizada nos desafios de produzir pacotes encapadosou caixas de papelão em ritmo de alta produção. Neste contexto, "alta produção" implicataxas de produção acima de 100 pacotes por minuto, em uma linha de produção únicaou em uma máquina de pista única ou cabeça única, embora a invenção não estejalimitada por nenhuma taxa de produção.
Por exemplo, os princípios da invenção podem ser aplicados a uma máquina queproduza a uma taxa abaixo de 100 pacotes por minuto; reciprocamente, a invenção podefuncionar a taxas de produção tão altas quanto 150 a 200 pacotes por minuto, pormáquina.
Essas velocidades são dadas simplesmente para substanciar a descrição e nãolimitam a invenção. Assim, a invenção não exclui máquinas ou processos que podematingir taxas de produção maiores do que 250 pacotes por minuto, por máquina. Porexemplo, a invenção inclui máquinas que possam ter mais do que uma pista e mais do queuma cabeça de conformar a capa: tal processo em paralelo multiplica a velocidade damáquina.
Máquinas capazes de produzir em alta velocidade são vantajosas para acomodaraplicações de alto volume como o empacotamento de produtos farmacêuticos.Aplicações em produtos farmacêuticos serão usadas para exemplificar a invenção nessaespecificação, com embalagens em plástico de bolhas para pastilhas ou cápsulas,servindo para uma ou ambas as abas do pacote. Entretanto, a invenção não está limitadaa pacotes para uma aplicação em particular. Nem tampouco a invenção está limitada àprodução de pacotes completos: aspectos da invenção dizem respeito à produção decomponentes de pacotes encapados que podem ser feitos no pacote, ou incorporadosneles em operações de manufatura subseqüentes. Essas operações subseqüentes podemser realizadas em um local diferente de manufatura, seguindo-se o transporte doscomponentes encapados de uma localidade para a outra.
Na produção em massa aparecem obstáculos difíceis como colocar a capa ououtra estrutura de suporte, enquanto se mantém justo o ajuste deslizante que é essencialpara o deslizamento suave da capa quando o pacote está em uso. Para a localizaçãolateral, a capa normalmente corre dentro dos limites dos recortes nas bordas da peçavirgem, que definem uma porção do pescoço relativamente estreita da peça virgem.Tendo em mente a necessidade de um ajuste deslizante justo da capa ao redor da peçavirgem, deve-se considerar que a largura total da peça virgem até os lados da porção dopescoço é maior do que o comprimento da parte achatada da capa; conseqüentementenão é possível simplesmente deslizar uma capa sobre uma peça virgem lisa.
Em um processo existente de manufatura, uma capa contínua e integral éproduzida cortando-se ortogonalmente ao longo de um filme de plástico cujas laterais sãoparalelas. O tubo pode ser extrudado nessa forma ou, de uma forma mais prática, soldadolongitudinalmente a partir de uma folha. A capa é então mantida em forma de um arco euma peça virgem alongada e plana de papelão é dobrada, no limite da sua flexibilidade,ao redor do seu eixo central longitudinal para reduzir sua largura, e depois disso a peçavirgem é inserida na capa em forma de arco, enquanto que a peça virgem é mantidanaquela ligeira forma curva. Quando liberada, a peça virgem retoma sua forma plana e,portanto, sua largura total, para ocupar a capa em um ajuste deslizante justo, para que acapa tenha um deslizar suave ao redor da peça virgem.
Enquanto este processo existente de manufatura trabalha razoavelmente bempara produzir partidas de pacotes encapados, ele não se presta para uma produçãomecanizada e é normalmente executado manualmente. Isso restringe as taxas deprodução, acarreta altos custos de mão de obra (ou altos custos de transporte da e para afonte de mão de obra barata) e introduz desafios para o controle de qualidade.
É contra esse histórico que a presente invenção foi idealizada.
Por um aspecto, a invenção reside em um método de fabricar um pacoteencapado ou componentes encapados para um pacote. Este método compreende aalimentação de uma primeira e segunda faixa flexível em uma direção de alimentação,sendo cada faixa alimentada de cada lado de um substrato, de tal forma que as faixasestejam em uma disposição mútua face a face, adiante e atrás do substrato com respeitoà direção de alimentação. As faixas são tiras apropriadamente idênticas de materialplástico soldável com calor, e o substrato é apropriadamente um painel plano tal comoum pedaço de papelão que possa ser dobrado para fazer o pacote encapado, incluindouma luva ao redor da capa e as abas fixadas na capa.
O método então compreende a junção face a face das faixas, sendo umaprimeira junção adiante do substrato e uma segunda junção atrás do substrato, sendo queas junções ligam porções de faixa que juntas envolvem o substrato entre as junções. Ajunção pode ser feita por meio de solda. Uma vez juntadas, as porções juntadas das faixassão separadas do restante das faixas, de tal forma que as porções de faixa juntadasdefinem uma capa que envolve o substrato, para ser deslizada ao redor do substratoquando o pacote estiver em uso.
Preferencialmente as faixas correm paralelamente uma à outra na direção daalimentação, onde o substrato encontra-se entre as faixas, e as faixas são tiras alimentadasa partir de bobinas.
Para a localização lateral, as faixas são vantajosamente alinhadas com umaporção estreita do pescoço do substrato de tal forma que a capa envolve o substrato naporção do pescoço.
A capa desliza adequadamente em uso, ao redor do bordo dianteiro do substratona porção do pescoço e do bordo traseiro do substrato na porção do pescoço paralelaao bordo dianteiro, sendo os bordos ortogonais à direção de alimentação das faixas.
Elegantemente, as porções de faixa podem ser separadas da faixa ao longo deuma junção, preferivelmente logo após se fazer a junção. Por exemplo, onde as junçõessão feitas por meio de solda, as porções de faixa podem ser separadas da faixa por fusãoatravés da faixa, após a solda.
Para permitir que a junção seja feita tão perto quanto possível de um bordo dapeça virgem, o método da invenção contempla o pressionamento das faixas entre si,antes da junção. Por exemplo, uma barra compressora pode ser avançada para pressionaras faixas entre si, e então a cabeça de solda pode ser avançada para entrar em contatocom as faixas pressionadas entre si, para soldar as faixas entre si.
Para minimizar o desperdício e garantir um ajuste deslizante justo da capa aoredor do substrato, é preferível que um movimento longitudinal relativo ocorra entre osubstrato e as faixas, de tal forma que o substrato se mova para perto da primeira junção,após a primeira junção ter sido feita. Esse movimento longitudinal relativo termina quando osubstrato encosta-se à primeira junção.
O movimento longitudinal relativo pode se obtido de várias maneiras. Porexemplo, o substrato pode se mover mais rapidamente na direção da alimentação do queas faixas.
Para essa finalidade, o substrato pode ser conduzido por um meio transportadorprimário e as faixas podem ser conduzidas por um meio transportador secundário semovendo a uma velocidade menor do que o meio transportador primário. Onde osubstrato se adianta, o meio transportador primário adequadamente suporta umaextremidade do substrato e o meio transportador secundário adequadamente suporta aoutra extremidade do substrato.
É preferível que a segunda junção seja feita após a primeira junção, caso em queo movimento relativo entre o substrato e a primeira junção vantajosamente ocorra depoisque a primeira junção seja feita e antes que a segunda junção seja feita. Por exemplo, asegunda junção pode ser feita quando o substrato encosta-se à primeira junção,imediatamente atrás do substrato.
Na produção em massa considera-se que uma variedade de substrato seráalimentada sucessivamente entre as faixas, e que as faixas serão juntadas em intervalosentre a sucessiva variedade de substrato. Elegantemente a invenção permite que asegunda junção atrás de um substrato também sirva como a primeira junção adiante dosubstrato seguinte.
Uma vez formada, a capa é preferivelmente avançada ao redor do substratopara mover as junções para envolver os bordos dianteiro traseiro do substrato. Issoposiciona as junções para a fixação das abas sobre as junções, o que reforça as junções eevita que as junções e os bordos do substrato se enrosquem. Tal enroscamento casoocorra, pode interromper o deslizamento suave da capa ao redor do substrato, e podepropiciar um risco de quebra. Por exemplo, a capa pode ser avançada por um movimentorelativo entre o substrato e o meio condutor da capa em contato com a capa. O meiocondutor da capa pode ser o meio transportador secundário. O meio condutor da capapode ser o meio transportador secundário. Alternativamente, o meio condutor da capapode compreender rolos compressores que giram em sentidos contrários nos lados opostosda capa.
Onde a capa é virada ao redor do substrato, na extensão em que uma solda ououtra junção esteja ligeiramente envolvendo um dos bordos do substrato, uma aba podeentão ser grudada à capa usando-se um adesivo aplicado sobre, ou em ambos os ladosda solda. A aplicação de adesivo sobre, ou em ambos os lados da solda tem duasvantagens: primeiro, reforça a solda; e segundo, garante que a solda não possa se moveraté o ponto de enroscar em um bordo do substrato quando o pacote for usado.
A providência de se avançar a capa ao redor do substrato pode ser adotadaindependentemente do primeiro aspecto da invenção, pois os componentes parcialmenteproduzidos de acordo com o primeiro aspecto podem ser levados para um local separadopara processamento posterior. Da mesma forma, sob outro aspecto, a invenção reside emum método de fazer um pacote encapado, sendo que o método compreende:providenciar um substrato circundado por uma capa, sendo tal capa definida por porçõesde faixa juntadas entre si em pelo menos uma junção envolvendo o lado externo de umbordo do substrato; e avançando a capa ao redor do substrato para mover a junção paraenvolver o dito bordo do substrato.
Os métodos da invenção compreendem, além disso, a aplicação de ao menosuma aba à capa, por exemplo, por meio de um acessório adesivo aplicado na capa. Parareforço, o adesivo é adequadamente aplicado para cobrir ou se estender sobre umajunção da capa. O adesivo pode ser aplicado à aba antes da aplicação da aba e doadesivo à capa. Alternativamente, o adesivo pode ser aplicado à capa antes daaplicação da aba ao adesivo na capa.
Em outro aspecto dentro do conceito inventivo, a invenção se estende a umamáquina para fazer um pacote encapado ou um componente para encapar um pacote,sendo que a máquina compreende: alimentadores de faixas para alimentar a primeira esegunda faixas flexíveis na direção da alimentação, sendo uma faixa alimentada de cadalado do substrato, de tal forma que as faixas estejam em uma disposição mútua face aface, adiante e atrás do substrato com respeito à direção de alimentação; um elementode junção para juntar as faixas face a face em uma primeira junção adiante do substrato eem uma segunda junção atrás do substrato, as junções ligando as porções de faixa quejuntas envolvem o substrato entre as juntas; e um separador de faixa para separar asporções juntadas de faixa do restante das faixas, de tal forma que as porções juntadas defaixa definam juntas uma capa que envolve o substrato, para ser deslizada ao redor dosubstrato em uso do pacote.Para produção contínua, o elemento de junção de faixa e/ou o separador defaixa preferivelmente se move com as faixas durante a junção e a separação. Porexemplo, o elemento de junção de faixa e/ou o separador de faixa preferivelmente semove com movimento rotativo, embora o movimento em caixa também seja possível.
Uma cabeça de solda e corte pode servir de ambas as formas, como elementode junção de faixa e como separador de faixa. Em geral, o elemento de junção de faixa eo separador de faixa podem ser o mesmo componente.
Conforme mencionado acima, a máquina pode compreender, além disso, umcompressor de faixa tal como uma barra compressora associada com o elemento dejunção de faixa para pressionar as faixas entre si antes da junção. Esse compressor de faixaé preferivelmente móvel em relação ao elemento de junção de faixa, mas também émóvel com o elemento de junção de faixa com respeito às faixas. Onde o separador defaixa for separado do elemento de junção de faixa, um compressor de faixa pode serassociado com o separador de faixa.
A máquina inclui preferencialmente uma estação aplicadora de aba paraaplicação de ao menos uma aba à capa. Pode haver uma primeira e segunda estaçãopara aplicação de abas, sendo uma estação a jusante da outra com relação à direçãodo fluxo através da máquina.
Meios para dobramento são preferivelmente incluídos na máquina para dobrar osubstrato. Os meios de dobramento podem compreender ao menos uma barra guia dedobramento, mais preferivelmente, uma diversidade de barras guias de dobramentoarranjadas de forma a executar sucessivas operações de dobramento no substrato,conforme o substrato se mova através da máquina. O referido meio para dobramentopode ser disposto em ambos os locais, a montante e a jusante de uma estação deaplicação de aba, de tal forma que o dobramento aconteça antes e depois daaplicação de uma aba à capa.
O segundo aspecto da invenção envolvendo o avanço da capa ao redor dosubstrato pode também ser expresso como uma máquina para fazer um pacoteencapado, sendo que a máquina compreende: meios para receber um substratoenvolvido por uma capa, a capa sendo definida por porções de faixa juntadas entre si emao menos uma junção envolvendo um bordo do substrato; meios para suportar o substratoenquanto possibilita que a capa deslize ao redor do substrato; e meios para conduzir acapa ao redor do substrato suportado, para mover a junção para envolver o dito bordo dosubstrato. Conforme mencionado anteriormente, o meio condutor compreendeadequadamente um transportador ou rolos de compressão para avançar a capa ao redordo substrato.Para que a invenção possa ser prontamente entendida, será agora feitareferência, por meio de exemplo, aos desenhos que acompanham, nos quais:
A Figura 1 é um fluxograma dos principais passos do processo envolvidos nafabricação de um pacote encapado de acordo com essa invenção;
A Figura 2 é uma vista esquemática em planta de uma máquina linear defabricação de pacote, ilustrando os passos do processo da Figura 1, no contexto doprocessamento pelo qual passam sucessivas peças virgens fluindo através da máquina;
A Figura 3 é uma vista lateral esquemática da criação de uma capa ao redor deuma peça virgem para produzir um componente encapado, mostrando como a capa écompletada por solda e corte, através de duas faixas de material plástico sobrepostas,adjacentes ao bordo dianteiro da peça virgem;
As Figuras 4(a) e 4(b) são vistas esquemáticas em planta mostrando os sucessivospassos de manufatura, a Figura 4(a) correspondendo à Figura 3 e a Figura 4(b) mostrandoo próximo passo de manufatura, qual seja o de mover a próxima peça virgem para seencostar à solda feita nas Figuras 3 e 4(a);
A Figura 5 é uma vista lateral esquemática correspondente à Figura 3, masmostrando uma variante, que tem uma cabeça de bordo duplo para solda e corte, que éatualmente não preferida;
As Figuras 6(a) e 6(b) são vistas esquemáticas em planta correspondentes àsFiguras 4(a) e 4(b), mas mostrando como a ferramenta de corte de dupla cabeça daFigura 5 gera desperdício de filme de material plástico;
As Figuras 7(a) e 7(b) são vistas laterais esquemáticas mostrando como a capapode ser avançada ao redor da peça virgem para reposicionar as soldas;
As Figuras 8(a) e 8(b) são vistas laterais esquemáticas mostrando uma soluçãoalternativa àquela das Figuras 7(a) e 7(b);
A Figura 9 é uma vista esquemática de uma seção lateral mostrando a aplicaçãode uma faixa de adesivo sobre uma solda da capa;
A Figura 10 é uma vista esquemática de uma seção lateral mostrando a fixaçãode uma primeira aba na faixa de adesivo aplicada na capa na Figura 9;
A Figura 11 é uma vista esquemática de uma seção lateral mostrando a peçavirgem dobrada sobre a primeira aba para inverter a capa e expor a outra solda da capa;
A Figura 12 é uma vista esquemática de uma seção lateral mostrando aaplicação de uma faixa de adesivo sobre a solda exposta na Figura 11;
A Figura 13 é uma vista esquemática de uma seção lateral mostrando a fixaçãoda segunda aba à faixa de adesivo aplicada à capa na Figura 12;A Figura 14 é uma vista esquemática de uma seção lateral correspondente àRgura 13, mas mostrando um painel de peça virgem dobrado sobre a segunda aba paracompletar a capa do pacote;
A Figura 15 é uma vista esquemática de uma seção lateral, em escala reduzida dopacote completo da Figura 14, mostrando o pacote invertido e a primeira e segunda abasse estendendo da capa em uso;
As Figuras 16(a), 16(b) e 16(c) são vistas laterais esquemáticas de um arranjoprático de uma cabeça de solda e corte, incluindo uma barra dinâmica de compressão;
A Figura 17 é uma vista esquemática em planta de uma máquina rotativa paraexecutar os passos da Figura 1;
A Figura 18 é uma vista lateral de uma configuração prática de uma máquinapara fazer um pacote de acordo com a invenção;
A Figura 19 é uma vista em planta da máquina da Figura 18.
A Figura 20 é um detalhe ampliado de uma vista em perspectiva de uma estaçãode suprimento que supre faixas e peças virgens na extremidade inicial da máquina das
Figuras 18 e 19, e uma estação de inserção de dobras da máquina, a jusante da estaçãode suprimento;
A Figura 21 é um detalhe ampliado de uma vista lateral de um mecanismo dealimentação de faixa da estação de suprimento da Figura 20;
A Figura 22 é um detalhe ampliado de uma vista lateral de uma estação deinserção de dobras mostrada na Figura 20, a jusante da estação de suprimento;
A Figura 23 é uma vista em perspectiva da estação de inserção de dobrascorrespondente à Figura 22;
A Figura 24 é um detalhe em perspectiva mais ampliado da estação de inserçãode dobras mostrada nas Figuras 21 e 23; e
A Figura 25 um detalhe em perspectiva ampliado dos rolos contra-rotativos damáquina das Figuras 18 e 19, para avançar as capas ao redor das peças virgensassociadas.
Referindo-nos primeiramente às Figuras 1 e 2, os passos do processo da Figura 1estão espelhados pelas ilustrações das Figuras 2, começando pela introdução das peçasvirgens de papelão 10 no topo de cada figura, até a produção de pacotes encapadosacabados 12, na parte inferior de cada figura.
Para inteireza, esta especificação descreverá todos os passos do processoenvolvidos na produção de um pacote 12 em um processo contínuo em uma únicaunidade fabril, como sumarizado nas Figuras 1 e 2. Entretanto, enfatiza-se que a invençãonão requer necessariamente que todos esse passos sejam executados, seja na ordemmostrada, e em verdade, em alguns casos, nenhum deles. Nem tampouco a invençãoexclui outros passos do processo, que foram omitidos das Figuras 1 e 2 por brevidade eclareza: tais operações podem incluir impressão ou personalização do pacote 12, ouinserção de um Iivrete de instruções no pacote 12. A configuração mostrada nas Figuras 18a 25 indica uma maneira de inserir o Iivrete de instrução em um pacote.
Imagina-se em particular que o processo sumarizado nas Figuras 1 e 2 pode serinterrompido de tal forma que algumas operações sejam executadas em outra hora ou emuma fábrica diferente, após uma estocagem ou transporte de peças parcialmenteprocessadas. Em particular, após uma capa 20 ter sido aplicada a uma peça virgem 10para fazer um componente encapado, o restante da peça virgem 10 é dobrado e coladopara criar um pacote encapado 12 incluindo aquele componente encapado. Entretanto,essas operações subseqüentes de dobragem e colagem não são essenciais à invençãonum sentido mais amplo.
Resumidamente, conforme mostrado na Figura 1, o processo e a máquina 14 queserão descritos a seguir utilizam peças virgens 10 e então introduz faixas de película 34, 36,uma de cada lado da peça virgem 10, para imprensar a peça virgem 10 entre as faixas 34,36. O aprovisionamento e a disposição relativa das faixas 34, 36 e a peça virgem 10 serãodescritos em mais detalhes com referência às Figuras 2 e 3. As faixas 34, 36 são entãosoldadas juntas e cortadas para criar uma capa 20 ao redor da peça virgem 10, a capa 20incluindo uma solda imediatamente adiante da peça virgem 10, isto é a jusante da peçavirgem 10, e uma solda imediatamente atrás da peça virgem 10, isto é, a montante dapeça virgem 10. Isto será descrito em detalhe com referência às Figuras 4(a) e 4(b).
Uma vez que a segunda solda e o corte tenham sido feitos para completar acapa 20, a capa 20 é avançada ao redor da peça virgem 10 para reposicionar as sodasenvolvendo os bordos dianteiro e traseiro da peça virgem 10. Referência será feita àsFiguras 7(a), 7(b), 8(a) e 8(b) a esse respeito. Isso permite que uma primeira aba, como porexemplo, uma embalagem de bolhas seja aplicada a uma solda da capa 20, conformemostrado na Figura 10, depois do que a peça virgem 10 é dobrada ao redor da primeiraaba para inverter a capa 20, conforme mostrado na Figura 11. Isto apresenta a segundasolda da capa 20, sobre a qual uma segunda aba, tal como outra embalagem de bolhaspode ser aplicada a essa outra solda, conforme mostrado na Figura 13.
Quando a segunda aba tiver sido posta em posição, dobras finais são feitasconforme mostrado na Figura 14 para completar o pacote 12, no qual a peça virgem 10define uma capa ao redor das abas e também define um divisor que suporta a capa 20para conduzir o movimento relativo oposto da aba em uso.Agora com referência específica à Figura 2, uma máquina 14 configurando ainvenção, processa as peças virgens de papelão 10 que são geralmente oblongas comexceção dos recortes opostos de 16 pol. (40,6 cm) nos lados longos do oblongo, defasadosnas proximidades de uma extremidade da peça virgem 10. Conforme dado conhecimentona introdução, tais recortes 16 já são conhecidos: eles definem uma porção de pescoçorelativamente estreita 18 da peça virgem 10 ao redor do qual a capa 20 corre. Recortes 16não são essenciais a presente invenção, mas eles são preferidos, pois como resultado daporção de pescoço 18 obtém-se uma localização lateral desejada para a capa 20 emuso.
As peças virgens 10 mostradas na Figura 2 têm cada uma duas faces maiores 22,24, uma da parte superior 22 sendo visível nesta figura e uma na parte inferior 25 estandoescondida sob as peças virgens 10. As peças virgens têm também, cada uma, um bordodianteiro 26 e um bordo traseiro 28 paralelo ao bordo dianteiro 26. Os termos 'bordodianteiro' e 'bordo traseiro' têm relação com a direção do fluxo das sucessivas peçasvirgens 10 através da máquina 14, direção essa que é do topo para a parte inferior naFigura 2 e da esquerda para a direita nas figuras seguintes. Nessa configuração, cada umdos bordos dianteiro e traseiro 26, 28 inclui a base dos respectivos recortes 16.
Uma sucessão de peças virgens 10 é apresentada à máquina 14, as peças virgenssendo mutuamente espaçadas na orientação transversal de tal forma que seus lados maislongos, incluindo os recortes 16 são ortogonais à direção do fluxo. As peças virgens podemser supridas a partir de cartuchos intercambiáveis a montante da máquina da Figura 2, naqual as peças virgens 10 são empilhadas para serem alimentadas dos cartuchos, uma auma, a intervalos regulares na orientação desejada. As peças virgens 10 passampreferencialmente através da máquina 14 em um plano geralmente horizontal com a facemais baixa 24 de cada peça virgem 10 virada verticalmente para baixo, embora essaorientação não seja essencial.
As peças virgens 10 são levadas através da máquina 14 por um transportadorprimário horizontal 30, que prende a largura total da porção maior de cada peça virgem10 oposta à porção de pescoço deslocada 18. Um transportador a vácuo é preferível,embora outros meios de transportador conhecidos dos expertos na arte não estejamexcluídos da invenção.
Em uma vista esquemática bastante simplificada da Figura 2, as peças virgens 10são mostradas como sendo levadas através de toda a máquina 14 por um únicotransportador primário contínuo. Enquanto a melhor prática em automação sugere quepeças virgens 10 não devem ser liberadas enquanto estiverem sob controle, é evidentepara aqueles expertos na arte, que as peças virgens 10 podem passar de um meiotransportador para outro conforme elas sejam processadas de acordo com o processo queserá descrito adiante. Na verdade, conforme mencionado acima, o processo resumido nasFiguras 1 e 2 pode ser interrompido, para se completado após um intervalo durante o qualas peças virgens parcialmente processadas 10 são estocadas ou transportadas.
É também possível que se providencie meios locais em qualquer estágio, taiscomo meios de fixação ou rolos compressores em oposição ao transportador primário 30durante as etapas de dobramento. Essas etapas de dobramento poderiam de outra formacausar o deslizamento das peças virgens 10 em relação ao transportador 30, pois aoperação do transportador de correia a vácuo é relativamente fraca em cisalhamentosob as cargas de momento impostas pelo dobramento. Considerando que o provimentode meios suplementares de operação, tais como rolos compressores, seja rotina aosexpertos na arte, tais meios foram omitidos da maior parte dos desenhos para maiorclareza. Entretanto a configuração mostrada nas Figuras 18 a 25 contém meiossuplementares de operação, os quais estão visíveis na vista em planta da máquinamostrada na Figura 19.
Um transportador secundário a vácuo 32 corre em paralelo e espaçado dotransportador primário 30, correndo sob as porções de pescoço 18 da peças virgens, cujasmaiores porções são suportadas e presas pelo transportador primário 30. O transportadorsecundário 32 define uma superfície de condução no mesmo plano geralmente horizontalque o do transportador primário 30, de tal forma que cada peça virgem 10 seja suportadano mesmo plano geralmente horizontal conforme ela seja conduzida através da máquina14.
Com referência agora também à Figura 3, duas faixas idênticas 34, 36 de filmeplástico flexível são puxadas das respectivas bobinas 38, 40 e alimentadas na estação desolda e corte 42, na máquina 14. Especificamente, uma faixa superior 34 é alimentadaparalelamente à direção do fluxo, em um plano geralmente horizontal acima das facessuperiores 22 das peças virgens 10, e em alinhamento com as porções de pescoço 18 daspeças virgens 10. Uma faixa inferior 36 é alimentada em um plano paralelo sob as facesinferiores 24 das peças virgens 10 entre as peças virgens IOeo transportador secundário 32.O transportador secundário 32, portanto, segura a faixa inferior 36. A faixa inferior estátambém alinhada com a porção de pescoço 18 das peças virgens 10 e assim está emalinhamento com a faixa superior 34, com as porções de pescoço 18 das peças virgens 10ensanduichadas entre as faixas 34, 36. Assim, somente a faixa superior 34 está visível na vistasuperior em planta da Figura 2, como a faixa inferior 36 está completamente escondidaembaixo.Νa prática, α tensão é mantida nas faixas por meios de tensionamento amontante da estação de solda e corte da estação 42. O meio de tensionamento foiomitido da Figura 3 dos desenhos para maior clareza, mas um exemplo está mostrado naconfiguração das Figuras 18 a 25, particularmente nas Figuras 20 e 21. Os meios detensionamento podem frear as bobinas conforme elas giram ou preferivelmente, as faixas34, 36 são passadas em forma de zigzag através de tensionadores antes que as faixas 34,36 entrem na estação de solda e corte 42. Tais tensionadores preferivelmente tambémdefinem uma reserva de material de faixa por meio da qual os carretéis 38, 40 podem sersubstituídos sem preferivelmente interromper a operação contínua da máquina 14. "Flysplicing" de material em faixas é possível, embora com alguma rejeição de alguns pacotes12 durante o processo de troca.
A Figura 3 mostra uma cabeça retrátil de solda e corte 44 na estação de solda ecorte 42. A cabeça 44 quando em uso movimenta-se para cima e para baixo, nessaconfiguração com um movimento em caixa conforme mostrado, para se adequar a ummovimento contínuo em vez de intermitente das peças virgens 10 através da máquina 14.Em seu curso para baixo, a cabeça 44 desce sobre a fita superior 34 imediatamente atrásou a montante do bordo dianteiro da porção do pescoço 18 de uma peça virgem 10, epressiona a fita superior 34 para contato com a fita inferior 36. A Figura 3 mostra a fitainferior também elevada contra a fita superior 34; isto pode ser realizado por uma cunhamóvel (não mostrada nessa figura) oposta à cabeça 44, embora isso não seja essencial.
A cabeça 44 tem um bordo de solda reto aquecido 46 que está em posiçãoortogonal com relação à direção do fluxo através da máquina 14 e em paralelo aosplanos das faixas 34, 36 conforme elas passam através da estação de solda e corte 42. Atítulo de exemplo, o bordo de solda 46 da cabeça 44 tem uma face de 0,5 mm de largura:essa dimensão não é crítica, mas preferida atualmente. É também preferível, mas nãoessencial, que o bordo de solda 46 da cabeça 44 seja de aço inoxidável. O bordo 46 podeser revestido com TEFLON ® (PTFE - Politetraflúoretileno) para resistir ao acúmulo de resíduosde solda. Uma ampla gama de alternativas ao PTFE será de conhecimento do leitorexperiente.
Quando o bordo de solda aquecido 46 da cabeça 44 pressiona a faixa superior 34em contato com a fita inferior 36, a faixa superior 34 é primeiramente soldada à faixainferior 36 naquele local, e então o bordo de solda 46 corta através das faixas soldadasentre si 34, 36, que se separam com a tensão sobre elas 34, 36. Isso deixa uma soldaprotuberante para fora 48 entre as faixas unidas 34, 36, paralela ao bordo dianteiro dapeça virgem 10: isso pode ser visto a partir da solda precedente a jusante da cabeça 44, àdireita na Figura 3. A solda e o corte da faixas 34, 36 dessa maneira completa uma capa 20ao redor da peça virgem 10 e livra a peça virgem das faixas 34, 36, que permanecemligadas às bobinas 38, 40. A solda 48 também se torna a primeira solda que irá definir umacapa 20 ao redor da peça virgem subseqüente 10, a qual não está mostrada na Figura 3,mas está mostrada nas Figuras 4(a) e 4(b) a serem descritas abaixo.
Detalhes de uma cabeça de solda e corte serão descritos mais adiante emrelação às Figuras 16(a), 16(b) e 16(c) dos desenhos, e particularmente na configuraçãoprática mostrada nas Figuras 18 a 25.
Com referência agora às Figuras 4(a) e 4(b), note-se que essas mostram umrefinamento vantajoso de configurações preferidas da invenção, no qual o movimentorelativo acontece entre peças virgens 10 e as faixas circundantes 34, 36, entre uma solda48 e a próxima. Conforme será explicado, esse movimento relativo tem dois objetivosprincipais, dos quais o primeiro sendo o de garantir que a capa 20 esteja em um ajustedeslizante justo ao redor da porção de pescoço 18 da peça virgem IOeo segundo sendoo de reduzir o número de soldas 48 e o de evitar desperdício do material de faixa.
A Figura 4(a) mostra a mesma situação da Figura 3, exceto pela presença de umasegunda, sucessiva peça virgem 10b. Aqui, uma capa 20 ao redor de uma primeira peçavirgem 10a é completada pela solda e corte através das faixas sobrepostas 34, 36, aolongo de uma linha de corte situada imediatamente atrás ou a montante do bordodianteiro da porção de pescoço 18 daquela peça virgem 10a. Pode ser notado que háuma distância grande entre aquela linha de corte 50 e o bordo dianteiro da porção depescoço 18 da segunda peça virgem 10b. Essa separação é em grande parte devida àcombinação com a profundidade do recorte oposto 16 que define a porção de pescoço18 das peças virgens 10a, 10b.
A Figura 4(b) mostra o próximo passo, no qual a segunda peça virgem 10b foiavançada em relação às faixas 34, 36 conforme as peças virgens 10 e as faixas 34, 36avançam juntas através da máquina 14, de tal forma que o bordo dianteiro da porção depescoço 18 da segunda peça virgem 10b fique adjacente a, e preferivelmente se encosteà solda 48 feita na Figura 4(a). Uma capa 20 pode então ser completada ao redor dasegunda peça virgem 10b por meio de solda e corte ao longo da linha de corte 50 comona Figura 4(a).
O movimento relativo entre as peças virgens 10 e as faixas 34, 36 pode ser obtidoao se fazer correr o transportador primário 30 ligeiramente mais rápido do que otransportador secundário 32, as peças virgens 10 se movendo à velocidade dotransportador primário 30 e as faixas 34, 36 se movendo à velocidade do transportadorsecundário 32. Tal arranjo é preferível na máquina 14 da Figura 2 que se baseia emprodução contínua, embora outras máquinas possam obter o necessário movimentorelativo de diferentes maneiras. A diferença de velocidade entre o transportador primário30 e o transportador secundário 32 pode ser variada em pulsos, com a diferença develocidade sendo aumentada até um máximo depois de cada solda, de uma maneirasincronizada com a chegada das peças virgens 10 na estação de solda e corte 42.
O movimento relativo entre as peças virgens 10 e as faixas 34, 36 entre uma solda48 e a outra, garante que as soldas 48 estão tão próximas quanto possível do bordodianteiro e traseiro 26, 28 da peça virgem 10 de forma que a capa resultante 20 esteja emajuste deslizante justo ao redor da porção de pescoço 18 da peça virgem 10. Um benefícioadicional é o de reduzir o número de soldas e especialmente o de evitar o desperdício dematerial da faixa. A esse respeito, os recortes 16 que definem a porção de pescoço dapeça virgem 10 apresentam um desafio porque sem movimento relativo entre as peçasvirgens 10 e as faixas 34, 36, uma solda, que completa uma capa 20, não pode tambémservir como a primeira solda da capa seguinte 20: em vez disso, seriam necessárias duassoldas, e o material da faixa entre essas soldas seria desperdiçado. Enquanto o desperdícioestá sendo evitado por razões econômicas e ambientais, o principal problema é comomanusear o material descartado em um processo automático. Se tiver que dar conta domaterial descartado, a máquina se tornaria inevitavelmente mais complexa econseqüentemente mais cara, e potencialmente menos confiável.
Para ilustrar o problema do desperdício, as Figuras 5, 6(a) e 6(b) quecorrespondem às Figuras 3, 4(a) e 4(b) mostram uma configuração alternativa semmovimento relativo entre as peças virgens 10 e as faixas 34, 36 de uma solda à próxima.Nessa configuração uma cabeça de solda e corte 44a tem dois bordos paralelos 46a, 46bseparados por um espaço ligeiramente menor do que o distanciamento entre o bordodianteiro 28 da primeira peça virgem 10a e o bordo dianteiro 26 da segunda peça virgem10b. Duas soldas e dois cortes podem ser feitos simultaneamente pela cabeça de corte44a ao longo de duas linhas de corte paralelas 50a, 50b, uma 50b completando uma capa20 ao redor da primeira peça virgem 10a e outra 50a, sendo a primeira solda 48 de umacapa 20 ao redor da segunda peça virgem 10b. Entretanto, o resultado é uma peça dematerial de faixa desperdiçada, entre as peças virgens 10a, 10b, a qual deve ser removida,manuseada e descartada.
Retornando à configuração da invenção mostrada na Figura 2, quando umacapa 20 foi completada ao redor da porção de pescoço 18 de uma peça virgem 10 poruma segunda solda 48 conforme descrito acima, a peça virgem 10 pode então continuarna máquina 14 para processamento posterior ou pode ser removida da máquina 14 paraestocagem ou para transporte até que o processamento posterior aconteça. Quando eonde aquele processamento posterior aconteça, o próximo passo do processamento évirar a capa 20 ao redor da peça virgem 10 até o ponto em que as soldas 48 fiquemligeiramente envolvendo os bordos dianteiro e traseiro 26, 28 da peça virgem 10. As abas,como por exemplo, embalagens de bolhas, podem então ser fixadas à capa 20 usando-seadesivo aplicado sobre as soldas 48, as quais reforçam as solda 48 e evitam que as soldas48 se prendam no bordos dianteiro e traseiro 26, 28 da peça virgem 10 quando o pacote12 é usado.
Em um processo automatizado, é necessário determinar a localização das soldas48 com relação aos bordos dianteiro e traseiro 26, 28. É, portanto desejável que as soldas48 não se movimentem até que sejam deliberadamente impelidas a fazer isso,especialmente quando as peças virgens 10 são removidas da máquina 14 para estocagemou transporte, o que pode causar o deslizamento da capa 20 ao redor da peça virgem 10.A esse respeito, a posição inicial das soldas 48, envolvendo os bordos dianteiro e traseiro 26,28, ajuda a prender a capa 20 contra o movimento angular ao redor da porção depescoço 18 da peça virgem 10, apresentando resistência a qual precisa ser sobrepujadaantes que a capa 20 possa deslizar livremente. Assim, durante a estocagem e transporte, assoldas 48 não estão propensas a escorregar das suas posições envolventes, especialmentequando as peças virgens 10 estão empilhadas para ensanduichar as capas associadas 20entre as peças virgens da pilha do estoque.
Se as posições das soldas 48 escorregarem das suas posições envolventes iniciais,não só a posição das soldas 48 não seria conhecida, mas também, ao longo do tempo, omaterial da capa provavelmente se acomodaria e se enrugaria onde ele forma umadobra aguda ao redor dos bordos dianteiro e traseiro 26, 28 da peça virgem 10. Talacomodação poderia também interromper o deslizamento suave da capa 20 ao redor dapeça virgem 10.
Para os propósitos dessa descrição, assume-se que as peças virgens 10 continuamna máquina 14 de tal forma que a capa 20 possa ser virada ao redor da peça virgem 10.Faz-se, portanto referência às Figuras 7(a) e 7(b), as quais mostram o que acontece ajusante da estação de solda e corte 42. A Figura 7(a) mostra uma peça virgem 10envolvida por uma capa completa 20, a capa 20 tendo soldas 48 inicialmente envolvendoos bordos externo e interno 26, 28 da peça virgem 10. A capa 20 permanece em contatocom o transportador secundário 32 enquanto que a peça virgem 10 permanececonduzida pelo transportador primário 30, o qual se move ligeiramente mais rápido do queo transportador secundário 32, conforme mencionado anteriormente. Em conseqüência acapa tende a virar ao redor da peça virgem 10. Uma vez que a resistência causada pelainteração entre as soldas 48 e os bordos dianteiro e traseiro 26, 28 tiver sido superada, acapa 20 é conduzida ao redor da peça virgem 10, no sentido horário na vista da Figura7(b), na extensão em que as soldas 48 permaneçam envolvendo ligeiramente na parteinterna os bordos dianteiro e traseiro 26, 28, conforme mostrado. A capa 20 pode então serdesligada do transportador secundário 32, por exemplo, pela liberação local do vácuoaplicado pelo transportador secundário 32 ou pela chegada ao final do transportadorsecundário 32.
Assim, na configuração preferida da invenção mostrada nas Figuras 3, 4(a), 4(b),7(a) e 7(b), as velocidades diferenciais dos transportadores 30, 32 garantem um ajustedeslizante justo da capa 20 ao redor da peça virgem 10, evitam desperdício do materialda faixa plástica, e otimizam as posições das soldas 48 para processamento posterior.
As Figuras 8(a) e 8(b) mostram outra maneira de avançar a capa 20 ao redor dapeça virgem 10 para reposicionar as soldas 48, neste caso através de rolos contra-rotativos52, que concatenam a capa 20 acima e abaixo da peça virgem 10, e indexam a posiçãoangular da capa 20 na medida necessária. A configuração mostrada nas Figuras 18 a 25usa rolos similares, os quais são particularmente ilustrados na Figura 25.
A Figura 9 mostra uma fita adesiva 54 aplicada à capa 20 sobre uma das soldas48. A fita 54 é um rótulo de dupla face com adesivo sénsível à pressão, para controledimensional preciso e para facilidade de manuseio: os rótulos podem ser fornecidos emuma fita de transferência. Uma aba 56, tal como uma embalagem de bolhas, pode entãoser aplicada à fita de adesivo 54, conforme mostrado na Figura 10. É também possível, epode ser preferível, aplicar o adesivo 54 na aba 56, e para a aba 56, com o adesivoaplicado 54, ser pressionada sobre a capa 20 de tal forma que o adesivo se sobreponha àsolda 48.
O adesivo pode ser alternativamente aplicado na forma de gel ou na forma semi-sólida, por exemplo, pela aplicação de uma linha de adesivo fundido a quente ou na25 forma de um arranjo de pontos do tal adesivo. A configuração mostrada nas Figuras 18 acontempla tal solução, por exemplo, com linhas paralelas de pontos de adesivoaplicadas em cada solda 48, com ao menos uma linha de pontos sendo disposta de cadalado da solda 48. Dessa maneira, uma aba fixada na capa 20, se sobrepõe e reforça asolda 48. Adesivos selantes a quente e cianoacrilato são alternativas possíveis.
A embalagem de bolhas 56 constituindo a aba na Figura 10 compreende filas debolhas 58 contendo cápsulas ou tabletes de remédios ou vitaminas (não mostrado), sendoque esse conteúdo foi introduzido por pressão através de uma base coberta com um filmede embalagem de bolha 56, do modo bem conhecido. A embalagem de bolhas 56também tem formações endurecedoras 58b ao longo do seu bordo alinhado com a fita deadesivo. As formações endurecedoras 58b ajudam a evitar que a embalagem de bolhas56 amoleça quando deslizada para fora do pacote 12, e podem ser formadas a vácuocom as bolhas 58. As formações endurecedoras 58b também servem como um separadorpor meio do qual uma segunda embalagem de bolha 70, servindo como uma segundaaba, pode ser aplicada à capa 20 na mesma orientação da primeira embalagem debolha 56. Isto será explicado abaixo com maiores detalhes com referência à Figura 13.Entretanto, a segunda aba pode ser alternativamente aplicada em uma orientaçãooposta àquela da primeira aba.
Voltando a nos referir às Figuras 1 e 2, o próximo processo depois da aplicação daprimeira embalagem de bolha 56, é dobrar ao redor dessa embalagem de bolha 56 parainverter a capa. A dobragem é conseguida através de uma sucessão de barras guiasestáticas de dobramento 60, 62, 64, 66, que agem sobre as peças virgens que passam 10,conforme elas fluem através da máquina 14, cada guia sendo localizada sucessivamentepara a parte interna, para efetuar outra dobra. Em essência, as barras guias dedobramento 60, 62, 64, 66, são rampas, preferivelmente de aço endurecido para resistir àabrasividade das peças virgens de papelão 10.
A Figura 2 mostra um conjunto simplificado de barras guias de dobramento 60, 62,64, 66 para se obter quatro dobras: mais dobras podem ser necessárias na prática. Cadapeça virgem 10 é preferivelmente pré-vincada ou sulcada para facilitar o dobramento, esobre-dobramento ou rolos compressores podem ser empregados para se criar cantosvivos dobrados. As barras guias de dobramento 60, 62, 64, 66 podem ser lateralmentemóveis para reconfigurar a máquina 14 para peças virgens de diferentes tamanhos.
A primeira barra guia de dobramento 60 levanta uma parte do bordo 68 da peçavirgem 10, ao lado da primeira embalagem de bolhas 56. Essa parte do bordo 68 seconverterá em um lado do pacote 12. A segunda barra guia de dobramento 62 entãolevanta a porção de pescoço 18 da peça virgem 10 junto com a primeira embalagem debolhas 56, fixada na capa 20 naquele local, dobrando a peça virgem 10 sobre a primeiraembalagem de bolhas 56 de tal forma que a primeira embalagem de bolhas 56 sejainvertida e repouse sobre o painel adjacente de peça virgem 10, conforme mostrado na
Figura 11.
Invertendo-se a primeira embalagem de bolhas 56 conforme mostrado na Figura11, também se inverte a capa 20 e se expõe a segunda solda 48 da capa 20. Uma fita 54de adesivo sensível à pressão é aplicada sobre a solda 48, conforme mostrado na Figura12, e então uma segunda aba na forma de uma segunda embalagem de bolhas 70 éfixada ao adesivo 54 conforme mostrado na Figure 13. Para economia de escala, asegunda embalagem de bolhas 70 é preferivelmente idêntica à primeira embalagem debolhas 56. Conforme mencionado acima em relação à Figura 10, as formaçõesendurecedoras 58b da segunda embalagem de bolhas 70 também servem comoespaçador, através do qual a segunda embalagem de bolhas 70 pode ser aplicada àcapa 20 na mesma orientação que a primeira embalagem de bolhas 56, com oespaçador resguardando a profundidade das bolhas 58. Esse arranjo é preferido, porquequando o pacote 12 é aberto conforme mostrado na Figura 15, ambas as embalagens debolhas 56, 70 são também expostas na mesma orientação. Entretanto é também possívelcriar o espaçador de outras maneiras, por exemplo, com uma faixa revestida de espumanos lados opostos, com adesivo sensível à pressão.
O pacote 12 está completo na Figura 14, onde outro painel de peça virgem 10está dobrado sobre a segunda embalagem de bolhas 70 e colado ao restante da peçavirgem dobrada 10 para criar uma capa 72. O pacote 12 está então pronto para uso,conforme mostrado na Figura 15 na qual o pacote 12 foi invertido, e uma das embalagensde bolhas 56 foi extraída da capa 72, conduzindo a outra embalagem de bolhas 70 parafora da capa 72 na direção oposta por efeito da capa 20, conectando as embalagens debolhas 56, 70.
As Figuras 16(a), 16(b) e 16(c) mostram detalhes de uma possível cabeça de soldae corte 44. Em um teste de prova do conceito, descobriu-se que simplesmentepressionando um único bordo de solda aquecido contra as faixas alinhadas 34, 36 podem-se produzir resultados não confiáveis. Isto é devido em grande parte à dificuldade de sepressionar entre si as faixas 34, 36 muito próximo do bordo traseiro 28 de uma peça virgem10. A configuração mostrada nas Figuras 16(a), 16(b) e 16(c), portanto emprega uma barracompressora dinâmica 74 que está em balanço, fixada à cabeça 44 para se mover emmovimento relativo vertical com relação à cabeça 44. A barra compressora 74 é mantidainclinada para baixo com relação à cabeça 44 por uma mola 76, ao redor de uma haste78 que suporta a barra compressora 74 em seu movimento vertical de deslizamento comrelação à cabeça 44.
Quando a cabeça 44, inicialmente mostrada na Figura 16(a), se move para baixodurante um curso para baixo, a barra compressora 74 se move adiante do bordo aquecido46 da cabeça 44 para prender as faixas alinhadas 34, 36 contra um bordo do bloco 80 soba faixa inferior 36, oposta à cabeça 44. Essa situação é mostrada na Figura 16(b). Omovimento continuado para baixo da cabeça 44 comprime a mola 76 entre a barracompressora 74 e a cabeça 44, permitindo que o bordo aquecido 46 entre em contatocom as faixas 34, 36, para solda e corte conforme mostrado na Figura 16(c).
Deverá ser notado que o bordo aquecido 46 é recebido em uma canaleta 82 dobloco 80 e que o contato entre a cabeça 44 e o bloco 80 não é necessário para soldar oucortar através das faixas 34, 36, que estão suportadas acima do bloco 82 por meio das suastensões. Deverá também ser notado que o bordo aquecido 46 está apoiado entre a barracompressora 74 e o bordo traseiro 28 da peça virgem 10, de tal forma que a solda 48 podeser feita tão próxima quanto possível da peça virgem 10.
Conforme mostra a Figura 16(c), a cabeça 44 com sua barra compressora 74associada se movem em um movimento de caixa para se ajustar à produção contínua namáquina 14. O bloco 80 deve reciprocar horizontalmente para permanecer emalinhamento com o bordo aquecido 46 da cabeça 44 durante o curso de solda e corte.
Referindo-nos em seguida à Figura 17 dos desenhos, verifica-se que a invençãopode ser configurada em uma máquina rotativa 84, bem como em uma máquina linear 14,ilustrada na Figura 2. Máquinas rotativas tendem a ser mais rápidas do que máquinaslineares, mas elas são menos flexíveis, pois são mais difíceis para se ajustar a diferentespacotes.
O fluxo é anti-horário na Figura 17. A primeira operação é a introdução da faixainferior 36. Movimentando-se no sentido anti-horário a partir daí, segue-se a introdução daspeças virgens 10, e em seguida a introdução da faixa superior 34, seguida pela solda ecorte para forma as capas 20. Os pacotes 12 são então montados com a aplicação dasfitas adesivas de rótulos 54, a partir da fita de transferência 86, aplicando-se primeiro opacote de embalagem de bolhas 56 a um lado das capas 20, aplicando-se em seguida afita adesiva de rótulos 54, aplicando-se a segunda embalagem de bolhas 70 ao outro ladodas capas 20, e finalmente retirando-se os pacotes 12. Os passos de dobragemacontecem durante as operações de montagem, mas foram omitidos da Figura 17 porbrevidade.
Referindo-nos finalmente às Figuras 18 a 25 dos desenhos, vemos que essesdesenhos mostram uma configuração prática de uma máquina para fazer um pacote deacordo com a invenção. Onde apropriado, numerais iguais são usados para peças iguais.
As Figuras 18 e 19 mostram que a máquina 88 compreende, seguindo a ordem demontante a jusante, o seguinte:
1. Uma estação de alimentação 90 para fornecer faixas 34, 36 e peçasvirgens 10;
2. Uma estação de inserção de dobras 92 na qual as faixas 34, 36 sãotrazidas juntas ao redor das peças virgens 10, são juntadas e cortadas para formar umacapa 20 ao redor de cada peça virgem 10;
3. Uma estação de refugo 94 para produtos imperfeitos rejeitados naestação de inserção de dobras 92;
4. Uma estação de dobra preliminar 96 na qual dobras iniciais ou vincossão feitos em cada peça virgem 10;5. Uma estação para avanço de capas 98, para avançar cada capa 20ao redor da sua peça virgem associada 10, para trazer as soldas 48 para envolver osbordos dianteiro e traseiro da peça virgem 10;
6. Uma estação para inserção do Iivrete 100 para aplicar um Iivrete à capa20 ao redor de cada peça virgem 10;
7. Uma estação de refugo 102 para produtos imperfeitos rejeitados naestação de inserção de Iivretes 100;
8. Uma estação secundária de dobramento 104, na qual dobrasposteriores são feitas em cada peça virgem;
9. Uma primeira estação de aplicação de aba 106, para aplicar umaprimeira embalagem de bolhas 56, um puxador ou outra aba à capa 20 ao redor de cadapeça virgem 10;
10. Uma estação de refugo 108 para produtos imperfeitos rejeitados naprimeira estação de aplicação de aba 106;
11. Uma segunda estação de aplicação de aba 110, para aplicar umaSegunda embalagem de bolhas 70, um puxador ou outra aba à capa 20 ao redor dacada peça virgem 10;
12. Uma estação de refugo 112 para produtos imperfeitos rejeitados nasegunda estação de aplicação de aba 110;
13. Uma estação de acabamento 114 para acabar o pacote, por exemplo,fazendo dobras finais e aplicando indicativo do lote ao pacote; e
14. Uma estação de refugo 116 para produtos imperfeitos rejeitados naestação de acabamento 114;
A estação de alimentação 90 mostrada nas Rguras 20 e 21 está a montante dofim da máquina 88 mostrada nas Figuras 18 e 19. Na estação de alimentação 90, faixas 34,36 e peças virgens 10 são fornecidas a partir dos respectivos estoques e as faixas 34, 36convergem ao redor das peças virgens 10 no espaço intermediário.
As peças virgens 10 são supridas a partir de cartuchos (não mostrados), contendopilhas de peças virgens. Um alimentador por atrito, por exemplo, semelhante ao fornecidopela "RonTech AG" (marca registrada), puxa as peças virgens 10 dos cartuchos e asapresenta à máquina 88, sendo as peças virgens espaçadas entre si numa orientaçãotransversal. Um transportador horizontal primário 30 pega a porção maior de largura totalde cada peça virgem 10. Como dito anteriormente, um transportador a vácuo é preferível;a força de retenção do vácuo pode ser suplementada por dedos (não mostrados) que seelevam da correia do transportador 30, que abraça cada peça virgem 10.A intervalos, um meio de posicionamento suplementar 118 coopera com otransportador primário 30 para evitar escorregamento das peças virgens 10 com relação àcorreia do transportador 30, durante operações tais como dobramento e colocação dasembalagens de bolhas 56, 70. O meio de posicionamento suplementar 118 - nesseexemplo, correias suplementares opostas ao transportador primário 30 - são visíveis na vistaem planta da máquina mostrada na Figura 19.
Para melhor entendimento com relação à vista lateral da Figura 18 e as vistas dedetalhes das Figuras 20 e 21, duas faixas idênticas 34, 36 de filme de plástico flexível sãopuxadas a partir dos respectivos carretéis 38, 40 sendo alimentadas na estação de inserçãode dobras 92 da máquina 88. Uma faixa 34 é alimentada acima das peças virgens 10 queentram e a outra faixa 36 é alimentada abaixo, ambas em alinhamento com a porção depescoço 18 das peças virgens 10.
A tensão é mantida nas faixas 34, 36 pelos respectivos tensionadores 120 amontante da estação de inserção de dobras 92. Cada tensionador 120 passa a respectivafaixa 34, 36 em forma de zig zag através de um conjunto de rolos 122, antes que as faixas34, 36 entrem na estação de inserção de dobras 92. Na Figura 20, a faixa superior 34 émostrada enfiada através dos rolos 122 do tensionador superior 120, mas a faixa inferior 36visível na Figura 18 foi omitida. A comparação entre o tensionador superior e inferior mostraem cada caso, dois dos rolos 122 de cada conjunto montados em um braço giratório 124para o movimento vertical relativo aos outros rolos 122 do conjunto, os quais estão fixados àestrutura 126 da máquina 88. Movimento relativo controlado entre os rolos 122 transmitetensão controlada às faixas 34, 36.
Imediatamente a jusante dos tensionadores 120, transportadores secundáriosopostos com correias a vácuo 32 puxam as faixas 34, 36 dos tensionadores 120 para dentroda estação de inserção de dobras 92. As velocidades relativas dos transportadores primárioe secundário 30, 32, são variadas dinamicamente para avançar cada peça virgem 10contra a solda no bordo dianteiro da peça virgem conforme explicado previamente. Istopode ser realizado acelerando-se momentaneamente o transportador primário 30 oudesacelerando-se momentaneamente os transportadores secundários 32.
Prosseguindo agora para as Figuras 22 a 24, vemos que essas mostram que aestação de inserção de dobras 92 da configuração mostrada nas Figuras 18 a 25 segueuma proposta diferente com relação ao projeto da cabeça de solda e corte. Nessaconfiguração, lâminas aquecidas opostas 128 são montadas em tambores contra-rotativosresfriados 130 entre os quais as peças virgens 10 e as faixas 34, 36 são alimentadas. Ostambores 130 são montados para rotação ao redor de eixos horizontais paralelos emsuportes 132 fixados na estrutura 126 da máquina 88 e são resfriados de maneiraconvencional por um refrigerante que entra nos tambores através das respectivas tomadas200.
Nesse exemplo, cada tambor 130 contém duas lâminas 128, separadas em 180°. Arotação dos tambores 130 está sincronizada com a velocidade das peças virgens 10 queentram no sistema e as faixas 34, 36, de tal forma que as lâminas vincam as faixas 34, 36,entre cada peça virgem 10. A rotação dos tambores 130 é também mutuamentesincronizada de tal forma que as lâminas 128 dos tambores opostos vêm juntas em parespara vincar, soldar e cortar através das faixas alinhadas 34, 36 de cima e de baixosimultaneamente. Para permitir que as lâminas 128 apliquem pressão de baixo para cimanas faixas 34,36 por um tempo suficiente para efetuar a solda e o corte sem interrupção dofluxo de peças virgens 10 através da máquina 88, as lâminas 128 são montadas comflexibilidade nos tambores. Isto permite movimento radial para dentro das lâminas 128 comrelação aos tambores 130 de tal forma que as lâminas opostas 128 de cada par seencontrem em cada rotação dos tambores 130. Assim, as lâminas 128 de cada par podemaplicar pressão para dentro nas faixas 34, 36 por períodos mais longos do que oinstantâneo, o que de outra forma seria possível. O resfriamento dos tambores garante quenão haja fusões ou deformações indesejáveis das faixas 34, 36 entre as soldas formadas porlâminas opostas 128.
A Figura 24 mostra como o transportador secundário perfurado 32 alimenta asfaixas 34, 36 entre placas de guia opostas 134 imediatamente a montante de onde aslâminas 128 dos tambores 130 se juntam. Conforme o bordo dianteiro de cada peçavirgem 10 é pressionado contra a solda adjacente, antes que a próxima solda seja feitaatrás da peça virgem 10, para criar uma capa 20, a tensão é mantida nas faixas 34, 36 atéo ponto em que a capa 20 de cada peça virgem 10 seja criada.
Na estação de refugos 94 para rejeitar produtos imperfeitos da estação deinserção de dobras 92, sensores óticos (não mostrados) determinam se a capa 20 foiformada corretamente ao redor de cada peça virgem 10. Se uma capa não se formoucorretamente, a peça virgem 10 é rejeitada na estação de refugo 94. Adicionalmente, amáquina 88 pode ser programada para parar se um número de conjunto de capasconsecutivas 20 não tenha se formado corretamente, de sorte que uma análise de falhastenha que ser feita. Sistemas semelhantes de sensores óticos são usados para equipar asestações remanescentes de refugos 102, 108, 112, 116 da máquina 88.
Se uma capa 20 se formou corretamente, a peça virgem 10 é transportada pelotransportador primário 30 através da estação preliminar de dobramento 96 na qual dobrasiniciais ou vincos são feitos em cada peça virgem 10. A partir daí, a peça virgem 10 passaatravés da estação de avanço de capa 98 na qual rolos contra-rotativos 52, mostrados naFigura 25 avançam a capa 20 ao redor da peça virgem 10, para trazer as soldas paraenvolver os bordos dianteiro e traseiro da peça virgem 10. Os rolos 52 são acionados pelosrespectivos servos de tal forma que suas velocidades de rotação possam serindividualmente ajustadas para avançar as capas conforme desejado.
Na configuração mostrada nas Figuras 18 a 25, não há provisão para se aplicar olivrete e duas abas, tais como pacotes de embalagens de bolhas 56, 70 à capa 20 decada peça virgem 10.
Enfatiza-se aqui que um Iivrete é opcional e que uma ou ambas as embalagensde bolhas 56, 70 podem ser substituídas por um puxador ou outra aba.
O livrete é aplicado primeiro na estação de aplicação de livrete 100. A operaçãoda estação de aplicação de livrete 100 é similar àquela da primeira e segunda estação deaplicação de aba 106, 110. A seguinte descrição será, portanto suficiente para cadaestação 100, 106, 110. Em cada estação, cola fundida a quente é aplicada em pontos àcapa 20 de cada peça virgem através de um dispositivo aplicador de cola, conformefornecido, por exemplo, por Robatech AG. Livretes ou abas são então aplicados à cola sobpressão para baixo, mantida por um tempo suficiente para que se forme um vínculosuficiente antes que as peças virgens sejam liberadas para continuação do processo.
Conforme mais bem mostrado na vista em planta da máquina 88 na Figura 19, oslivretes e as abas são alimentados transversalmente pelo respectivo transportador dealimentação 136, disposto ortogonalmente em relação ao transportador primário 30.Estoques intermediários 138 são mostrados nas extremidades a montante do transportadorde alimentação 136 associado com a primeira e segunda estação de aplicação de aba106, 110. Livretes e abas são espaçados ao longo do respectivo transportador dealimentação 136 para chegar em sincronia com o fluxo de peças virgens 10 queultrapassaram os bordos a jusante dos transportadores de suprimento 136.
Na extremidade a jusante de cada transportador de alimentação 136, umcarrossel apanhador e posicionador 140 apanha cada livrete ou aba no seu respectivotransportador de alimentação 136, reorienta o livrete ou aba para se adequar à peçavirgem 10, coloca o livrete ou aba sobre os pontos de cola associados com cada peçavirgem 10 e pressiona para baixo o livrete ou aba pelo tempo necessário sem interromper ofluxo de peças virgens 10. Para fazer isso o carrossel apanhador e posicionador 140 segue oprincípio geral revelado na Patente Americana US Patent No. 6578614 to Loewenthal,Assignee Sigpack Systems AG.
Cada carrossel apanhador e posicionador 140 compreende a uma correia 142que suporta carregadores 144 espaçados de forma a corresponder à modulação existenteentre as peças virgens no transportador primário 30. A correia 142 gira no sentido anti-horário ao redor de rolos no eixo vertical, em um caminho triangular em uma vista emplanta. O caminho triangular compreende: uma seção apanhadora 146 que se estendesobre e paralelamente ao transportador de alimentação associado 136; uma seçãoposicionadora 148 ortogonal à seção apanhadora 146, e se estendendo sobre eparalelamente ao transportador primário 30; e uma seção de retorno 150 na hipotenusa docaminho triangular. Os carregadores 144 são montados para movimento vertical comrelação à correia 142.
Na seção apanhadora cada carregador 144 é impulsionado para baixo comrelação à correia 142 para apanhar o respectivo livrete ou aba. O carregador 144 é entãoelevado para elevar o Iivrete ou aba ao transportador de alimentação 136. Conforme acorreia 142 gira o canto entre as seções apanhadora e posicionadora mutuamenteortogonais 146, 148, o carregador 144 gira em 90° para reorientar o Iivrete ou aba paracasar com a orientação das peças virgens 10. Na extremidade a montante da seçãoposicionadora 148, o carregador 144 é novamente impulsionado para baixo com relaçãoà correia 142 para pressionar o Iivrete ou aba contra os pontos de cola que estãoaguardando, e para manter essa pressão para baixo pelo comprimento da seçãoposicionadora 148. Na extremidade a jusante da seção posicionadora 148, o carregador144 é levantado para se afastar do Iivrete ou aba. O carregador 144 então retorna aolongo da seção de returno 150 para iniciar novamente na seção apanhadora 146.
Superfícies com ressaltos (eixo de carnes - não mostrado) podem ser usadas paraimpulsionar os movimentos para cima e para baixo dos carregadores 144 com relação àcorreia 142 nas seções apanhadora e posicionadora 146, 148 do caminho.
As peças virgens são adequadamente de papelão, embora outros materiais, taiscomo plásticos são possíveis. A invenção foi testada no estágio de prova de conceito compeças virgens de papelão de 0,38 mm de espessura e com uma densidade deaproximadamente 290 g/m2. Uma pilha de 1500 das tais peças virgens teria 570 mm dealtura e permitiria cinco minutos de tempo de máquina em operação a 300 pacotes porminuto - uma produção relativamente mais rápida do que se podia esperar de umamáquina da invenção, de linha simples, cabeça única.
Os filmes de plástico usados nas faixas são idealmente os filmes de polipropilenocomo os vendidos sob a marca registrada Treofan GND. Alternativamente, filme depolietileno pode ser usado, embora esse seja mais inclinado a se esticar. O teste da provade conceito foi feito com filme Treofan GND 30 pm de espessura, com uma tensão de 38gramas e com uma temperatura de solda e corte da ferramenta de 250 ± 5 Celsius e umaborda de solda de aço inoxidável com uma face de 0,5 mm, isso para realizar a solda ecorte em 0,15 segundos. O filme Treofan GND de 25 pm de espessura também foi testadocom sucesso. Nesses testes, α largura das faixas foi de 46 mm e o comprimento de corteentre soldas sucessivas foi de 88 mm.
Bobinas de Treofan GND de 30 μm de espessura estão disponíveis com umcomprimento de 1175 metros. A 300 embalagens por minuto, o tempo entre trocas debobinas seria de aproximadamente 45 minutos. Bobinas maiores de Treofan GND estãodisponíveis, permitindo correspondentemente tempos maiores entre trocas de bobinas.
Muitas variações são possíveis sem se desviar do conceito inventivo. Por exemplo,a maneira pela qual a peça virgem é dobrada na descrição seguinte é meramenteilustrativa e pode ser rapidamente variada na prática: meios de dobragem outros que nãoas barras guias de dobramento são conhecidos aos que estão familiarizados com campode embalagens. Ambos, as peças virgens e o filme podem de diferentes materiais ou dediferentes espessuras ou composições.
O bordo de solda da cabeça de solda e corte pode ser substituído por um arameaquecido, que pode ser de aço inoxidável revestido de PTFE. A vantagem do arame é queele pode ser avançado para apresentar uma superfície nova de solda de tempos emtempos. O arame pode ser recirculado depois de passar através de um raspador pararemover quaisquer resíduos de solda que possam ter aderido ao arame.
É possível para o bordo de solda da cabeça simplesmente soldar as faixas, masnão cortá-las, de tal forma que as faixas podem ser subseqüentemente cortadas ouquebradas ao longo da solda. Outras variantes são possíveis nas quais a junção das faixasé realizada a laser, por adesivo, por ultra-som ou por fusão sob pressão. Da mesma forma, ocorte pode ser realizado por outros meios que não um bordo aquecido, como porexemplo, uma lâmina afiada ou laser.
Enquanto a cabeça é mostrada com uma barra compressora nas Figuras 16(a) a16(c), é possível se usar mais do que uma barra compressora, por exemplo, uma barracompressora de cada lado da cabeça.
O uso de embalagem de bolhas como abas é meramente uma opção ilustrativa.Pode haver somente uma embalagem de bolhas, com a outra aba simplesmente sendouma aba puxadora que impulsiona a embalagem de bolha para fora da capa na direçãooposta. Essa aba puxadora pode, todavia conter material de marketing ou informação doproduto, e pode compreender ou consistir de um panfleto dobrado que pode ser fixado,de uma maneira geral, da mesma maneira que uma segunda embalagem de bolhasdescrita acima.
É possível aplicar-se mais do que uma capa a uma peça virgem única ou outrosubstrato. É também possível dobrar-se a peça virgem para produzir uma caixa e fixar aaba posteriormente à capa através das extremidades abertas da capa da caixa.Em vista dessas e outras variantes da invenção, deve-se fazer referência àsreivindicações anexas em lugar da descrição precedente específica para determinar oescopo da invenção.

Claims (70)

1. Um método de fazer um pacote encapado ou um componente para pacoteencapado, caracterizado por compreender as etapas de:(i) alimentar primeira e segunda faixa flexível em uma direção de alimentação, uma faixasendo alimentada de cada lado de um substrato de tal forma que as faixas estejam emuma disposição mútua de face a face adiante e atrás do substrato com respeito ã direçãode alimentação;(ii) juntar as faixas face a face em uma primeira junção adiante do substrato e em umasegunda junção atrás do substrato, as junções unindo porções das faixas que juntasenvolvem o substrato entre as junções; e(iii) separar as porções de faixas juntadas do restante das faixas de tal forma que asporções de faixas juntadas definem uma capa que envolve o substrato, para ser deslizadoao redor do substrato do pacote em uso;
2. O método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por as faixascorrerem em paralelo entre si na direção da alimentação, onde o substrato está entre asfaixas.
3. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado pelo substrato ser um painel piano.
4. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado pelo fato da capa poder deslizar em uso ao redor de um bordo dianteiro dosubstrato e de um bordo traseiro do substrato paralelo ao bordo dianteiro, sendo os bordosortogonais à direção de alimentação das faixas.
5. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado pelo fato das faixas estarem alinhadas com uma porção de pescoço dosubstrato, de tal forma que a capa envolve o substrato na porção de pescoço.
6. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado pelo fato do substrato ser uma peça virgem de papelão.
7. O método, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato dos painéisde peça virgens de papelão serem subseqüentemente dobrados ao redor da capa.
8. O método, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato dos painéisdefinirem uma capa do pacote.
9. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado pelo fato das porções de faixa serem separadas da faixa ao longo de umajunção.
10. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado pelo fato das junções serem feitas por solda.
11. O método, de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato dasporções de faixa serem separadas da faixa por fusão através da faixa após a solda.
12. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado por compreender a compressão das faixas entre si antes da junção.
13. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado pelo fato do movimento longitudinal relativo ser causado entre o substrato eas faixas de tal forma que o substrato se mova para se aproximar da primeira junçãodepois que a primeira junção tenha sido feita.
14. O método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato domovimento longitudinal relativo entre o substrato e as faixas terminar quando o substratoencosta-se à primeira junção.
15. O método, de acordo com a reivindicação 13 ou 14, caracterizado pelo fato dosubstrato se mover mais rapidamente na direção da alimentação do que as faixas.
16. O método, de acordo com a reivindicação 15, caracterizado pelo fato dodiferencial de velocidade entre o substrato e as faixas ser variada durante o ciclo deformação da capa.
17. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado pelo fato do substrato ser conduzido por um meio transportador primário eas faixas serem conduzidas por um meio secundário de transportador movendo-se a umavelocidade mais baixa do que o meio transportador primário.
18. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado pelo fato da segunda junção ser feita após a primeira junção.
19. O método, de acordo com a reivindicação 18 e quando condicionado aquaisquer das reivindicações 13 a 17, caracterizado por o movimento relativo entre osubstrato e a primeira junção acontecer após a primeira junção ter sido feita e antes que asegunda junção seja feita.
20. O método, de acordo com a reivindicação 19 e quando condicionado àreivindicação 14, caracterizado pela segunda junção ser feita quando o substrato estiverencostado à primeira junção.
21. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado pela segunda junção ser feita imediatamente atrás do substrato.
22. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado pelo fato de uma variedade de substratos ser alimentada sucessivamenteentre as faixas, e as faixas são juntadas com espaçamento entre sucessivos substratos davariedade.
23. O método, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado pelo fato dasegunda junção atrás de um substrato ser também a primeira junção adiante do substratoseguinte.
24. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizada pelo fato da capa ser avançada ao redor do substrato para movimentar asjunções para envolver bordos dianteiro e traseiro do substrato.
25. O método, de acordo com a reivindicação 24, caracterizado pelo fato da capaser avançada por um movimento relativo entre o substrato e o meio de conduzir a capaem contato com a capa.
26. O método, de acordo com a reivindicação 25 e quando condicionado deacordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato do meio de conduzir a capa ser omeio transportador secundário.
27. O método, de acordo com a reivindicação 25, caracterizado pelo fato do meiotransportador da capa compreender rolos de compressão.
28. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes,caracterizado por compreender, além disso, a aplicação de ao menos uma aba ou insertoà capa.
29. O método, de acordo com a reivindicação 28, caracterizado pela aba ou insertoser fixado por adesivo à capa e no qual o adesivo é aplicado para se sobrepor ouestender-se sobre a junção da capa.
30. O método, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato da abaou inserto ser pressionado contra a capa por um período para se formar a ligação.
31. Uma máquina para fazer pacote encapado ou componente para encapar parauma embalagem, caracterizada por compreender:(i) alimentadores de faixa para alimentar a primeira e segunda faixas flexíveis na direçãode alimentação, uma faixa sendo alimentada de cada lado de um substrato, de talmaneira que as faixas estejam em uma disposição mútua de face a face, adiante e atrásdo substrato com respeito à direção de alimentação;(ii) um elemento de junção de faixas para juntar as faixas face a face, em uma primeirajunção adiante do substrato e em uma segunda junção atrás do substrato, as junçõesligando porções de faixa que juntas envolvem o substrato entre as junções; e(iii) um separador de faixa para separar as porções de faixa juntadas do restante das faixasde tal maneira que as porções de faixas juntadas definem uma capa que envolve osubstrato, para deslizar ao redor do substrato em uso da embalagem.
32. A máquina, de acordo com a reivindicação 30, caracterizada pelo elemento dejunção das faixas e o separador de faixa ser o mesmo componente.
33. A máquina, de acordo a reivindicação 31 ou 32, caracterizada pelo fato doelemento de junção da faixa compreender lâminas aquecidas opostas para vincar asfaixas face a face.
34. A máquina, de acordo com a reivindicação 33, caracterizada pelo fato daslâminas serem conduzidas pelos respectivos tambores, um de cada lado do substrato e dasfaixas.
35. A máquina, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 31 a 34,caracterizada por compreender um compressor de faixa associado com o elemento dejunção de faixa para pressionar as faixas entre si antes da junção.
36. A máquina, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 31 a 35,caracterizada pelo substrato e as faixas serem conduzidas pelos respectivos condutores, oscondutores sendo arranjados para apresentar movimento relativo entre o substrato e asfaixas, de tal forma que o substrato se move para próximo da primeira junção depois que aprimeira junção tenha sido feita.
37. A máquina, de acordo com a reivindicação 36, caracterizada pelo fato de quequando em uso, o condutor do substrato se move mais rapidamente na direção dealimentação do que o condutor da faixa.
38. O método, de acordo com a reivindicação 36 ou 37, caracterizado pelodiferencial de velocidade entre o substrato e as faixas ser variado durante o ciclo deformação da capa.
39. A máquina, de acordo com a reivindicação 37, caracterizada pelo fato docondutor do substrato ser um transportador primário e o condutor da faixa ser umtransportador secundário se movendo a uma velocidade menor do que o transportadorprimário.
40. A máquina, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 37 a 39,caracterizada pelo fato do condutor da faixa continua conectado à faixa após a capaestar formada, de tal forma que possa avançar a capa ao redor do substrato.
41. A máquina, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 37 a 40,caracterizada por compreender rolos de compressão para avançar a capa ao redor dosubstrato.
42. A máquina, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 31 a 41,caracterizada por compreender uma estação de aplicação para aplicar ao menos umaaba ou inserto à capa.
43. A máquina, de acordo com a reivindicação 42, caracterizada pelo fato daestação de aplicação ser fixa a aba ou inserto à capa com adesivo.
44. A máquina, de acordo com reivindicação 42 ou 43, caracterizada pelo fato daestação de aplicação ser adaptada para pressionar a aba ou inserto contra a capa porum período de formação da ligação.
45. A máquina, de acordo com a reivindicação 44, caracterizada pelo fato daestação de aplicação compreender um carregador móvel na direção de alimentaçãopara manter a aba ou inserto contra a capa conforme a capa e o substrato se movem emdireção da alimentação.
46. A máquina, de acordo com a reivindicação 45, caracterizada pelo fato docarregador ser também móvel transversalmente à direção da alimentação, em direção epara longe da capa e do substrato.
47. A máquina, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 31 a 46,caracterizado por compreender meios de dobrar o substrato.
48. Um método de fazer um pacote encapado, caracterizado por compreender asetapas de:(i) providenciar um substrato envolvido por uma capa, a capa sendo definida por porçõesde faixa unidas uma à outra em ao menos uma junção envolvendo uma borda dosubstrato; e(ii) avançar a capa ao redor do substrato para mover a junção em direção à dita bordado substrato.
49. O método, de acordo com a reivindicação 48, caracterizado pelo fato da capaser definida por porções de faixa juntadas entre si, em uma primeira e segunda junçõesmutuamente opostas em relação ao substrato, envolvendo os bordos mutuamente opostosdo substrato, e a capa é avançada para mover as junções para envolver as ditas bordasdo substrato.
50. O método, de acordo com a reivindicação 49, caracterizado pelo fato da capaser avançada por um movimento relativo entre o substrato e o meio condutor da capa emcontato com a capa.
51. O método, de acordo com a reivindicação 49 ou 50, caracterizado porcompreender a aplicação de ao menos uma aba à capa no qual a aba é fixada à capano local de uma junção por adesivo que se estende ao longo ou sobre a junção.
52. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 48 a 51,caracterizado por compreender o dobramento do substrato ao redor da capa.
53. A máquina para fazer um pacote encapado, caracterizada por compreender:(i) meios para receber um substrato envolvido por uma capa, a capa sendo definida porporções de faixa juntadas uma à outra em ao menos uma junta envolvendo uma borda dosubstrato;(ii) meios para suportar o substrato enquanto possibilita a capa de deslizar ao redor dosubstrato; e(iii) meios de condução para avançar a capa ao redor do substrato suportado, paramover a junção de modo a envolver o dito bordo do substrato.
54. A máquina, de acordo com a reivindicação 53, caracterizada pelo fato da capaser definida por porções de faixa juntadas entre si em uma primeira e segunda junçãomutuamente opostas em relação ao substrato, envolvendo bordos mutuamente opostosdo substrato, e meios de acionamento que avançam a capa para mover as junções paraenvolver os ditos bordos do substrato.
55. A máquina, de acordo com a reivindicação 53 ou 54, caracterizada pelo fato domeio de condução compreender um transportador.
56. A máquina, de acordo com a reivindicação 53 ou 54, caracterizada pelo fato domeio de condução compreender rolos de compressão para avançar a capa ao redor dosubstrato
57. A máquina, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 53 a 56,caracterizada por compreender uma estação de aplicação de aba para aplicar aomenos uma aba à capa.
58. A máquina, de acordo com a reivindicação 57, caracterizada por ser arranjadapara fixar adesivamente a aba à capa no local de uma junção.
59. A máquina, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 53 a 58,caracterizada por compreender meios de dobramento para dobrar o substrato.
60. Um método de fazer um pacote encapado ou um componente de pacoteencapado para uma embalagem, caracterizado por compreender as etapas de:(i) alimentar um substrato entre porções flexíveis de faixa com o substrato se encostando aum limite das porções de faixa adiante do substrato na direção de alimentação; e(ii) juntar as porções de faixa em uma junção atrás do substrato, pela qual as porções defaixa formam uma capa que envolve o substrato.
61. O método da Reivindicação 60, caracterizado por compreender as etapas de:(i) alimentar a primeira e segunda faixa flexível na direção de alimentação, uma faixasendo alimentada de cada lado do substrato, de tal forma que as faixas estejam emdisposição mútua de face a face adiante e atrás do substrato com respeito à direção dealimentação;(ii) juntar as faixas face a face para definir o limite adiante do substrato e a junção atrás dosubstrato, o limite e a junção limitando as porções de faixa que juntas formam a capa queenvolve o substrato; e(iii) separar as porções de faixa do restante das faixas na junção atrás do substrato, deforma que a capa pode ser deslizada ao redor do substrato em uso do pacote.
62. O método, de acordo com a reivindicação 60 ou 61, caracterizado pelo fato domovimento longitudinal relativo acontecer entre o substrato e as porções de faixa de talmaneira que o substrato avança com respeito às porções de faixa antes que a junção sejafeita atrás do substrato.
63. O método, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 60 a 62,caracterizado por uma diversidade de substratos serem alimentada sucessivamente, e asditas junções serem feitas em intervalos entre sucessivos substratos da diversidade.
64. O método, de acordo com a reivindicação 63, caracterizado pelo fato dajunção atrás de um substrato ser também o limite adiante do substrato subseqüente.
65. O método, de acordo com a reivindicação 63, caracterizado pelo fato dasporções de faixa serem porções da mesma faixa.
66. Uma máquina para fazer um pacote encapado ou componente de pacoteencapado para um pacote encapado, caracterizada por compreender:(i) um alimentador de substrato para alimentar um substrato entre porções flexíveis de faixaem uma direção de alimentação; e(ii) um elemento de junção para juntar as porções de faixa em uma junção atrás dosubstrato, por meio do qual as porções de faixa formam uma capa que envolve osubstrato.
67. A máquina, de acordo com a reivindicação 66, caracterizada por compreender:(i) alimentadores de faixa para alimentar primeira e segunda faixa flexível na direção dealimentação, uma faixa sendo alimentada de cada lado do substrato, de tal forma que asfaixas estejam em disposição mutuamente face a face adiante e atrás do substrato comrespeito à direção de alimentação, nos quais o elemento de junção de faixa é adaptadopara juntar as faixas face a face em um limite adiante do substrato e uma junção atrás dosubstrato, o limite e a junção limitando as porções de faixa; e(ii) um separador de faixa para separar as porções de faixa juntadas do restante das faixas,de tal forma que as porções de faixa juntadas entre si definem uma capa que envolve osubstrato, para ser deslizada ao redor do substrato em uso do pacote.
68. A máquinq, de acordo com a reivindicação 67, caracterizada pelo elemento dejunção de faixa e o separador de faixa ser o mesmo componente.
69. A máquina, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 66 a 68,caracterizada pelo substrato e pelas faixas serem conduzidos pelos respectivos condutores,os condutores sendo arranjados para produzir movimento longitudinal relativo entre osubstrato e as porções de faixa, de tal forma que o substrato avança com respeito àsporções de faixa antes que a junção seja feita atrás do substrato.
70. Um pacote encapado ou um componente de pacote encapado para talpacote, caracterizado por ser feito pelo método ou pela máquina de quaisquer dasreivindicações precedentes.
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