BRPI0710525A2 - dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual e método - Google Patents
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Abstract
<B>DISPOSITIVO GERADOR DE FLUXO DE TRANSMISSAO DUAL E MéTODO<D>. Um dispositivo de geração de fluxo de transmissão dual inclui um pré-processador turbo q UE recebe um fluxo turbo, codifica o fluxo turbo para obter um fluxo turbo codificado, e expande o fluxo turbo codificado para obter um fluxo turbo expandido, e um enchedor de pacote turbo que recebe um fluxo normal e o fluxo turbo expandido, e gera um fluxo de transmissão dual ao encher o fluxo turbo codificado dentro de uma área especificada do fluxo normal.
Description
DISPOSITIVO GERADOR DE FLUXO DE TRANSMISSÃO DUAL E MÉTODOCAMPO TÉCNICO
Um aspecto da invenção relaciona-se genericamente a umdispositivo gerador de fluxo de transmissão dual e um método de gerar um fluxo de transmissão dual que inclui umfluxo normal e um fluxo turbo para a difusão digital. Maisparticularmente, um aspecto da invenção relaciona-se a umdispositivo gerador de fluxo de transmissão dual e a ummétodo de gerar um fluxo de transmissão dual que inclui um fluxo normal e um fluxo turbo processado robustamente paraaprimorar o desempenho de recepção em um sistema AdvancedTelevision Systems Committee (ATSC - Comitê de SistemasAvançados de Televisão) Vestigial Sideband (VSB - BandaLateral Vestigial) Digital Television (DTV - Televisão Digital) que é um tipo americano de sistema de difusãoterrestre digital.
HISTÓRICO DA TECNOLOGIA
O sistema ATSC VSB DTV que é um tipo americano desistema de difusão terrestre digital é um sistema de portadora única e fornece um sinal sincronizado de campopara cada unidade de 312 segmentos de dados. Assim, estesistema exibe fraco desempenho de recepção por um canalinferior, particularmente por um canal de desvanecimentoDoppler.
A Figura 1 é um diagrama de blocos de um exemplo de umtransmissor e um receptor de um sistema de difusãoterrestre digital do tipo americano que satisfaz a normaATSC Enhanced VSB (EVSB) DTV que foi proposta pela PhilipsElctronics. Este sistema gera e transmite um fluxo de transmissão dual ao acrescentar um fluxo robusto a um fluxonormal do sistema ATSC VSB DTV convencional. O fluxorobusto é um fluxo que foi submetido a um processo de dadosrobusto para fornecer desempenho de recepção melhoradocomparado a um fluxo normal por um canal inferior,particularmente por um canal de desvanecimento Doppler.
Como é mostrado na Figura 1, o transmissor de difusãodigital inclui um aleatorizador 110 que aleatoriza um fluxode transmissão dual, um codificador Reed-Solomon (RS) 120na forma de um codificador concatenado que acrescenta bytesde paridade ao fluxo de transmissão dual para corrigirerros que ocorrem devido às características de canaldurante a transmissão, um entrelaçador 130 que entrelaça osdados codificados por RS de acordo com um padrão deentrelaçamento especificado, e um codificador de treliça detaxa de 2/3 140 que mapeia os dados entrelaçados emsímbolos de dados de 8 níveis ao efetuar a codificação detreliça de taxa de 2/3 dos dados entrelaçados. O fluxo detransmissão dual recebido pelo aleatorizador 110 é um fluxode transmissão MPEG-2, e assim o transmissor de difusãodigital da Figura 1 efetua uma codificação de correção deerro do fluxo de transmissão MPEG-2. O transmissor dedifusão digital da Figura 1 é um sistema 8-VSB, pois ocodificador de treliça 140 mapeia os dados entrelaçados emsímbolos de dados de 8 níveis.
O transmissor de difusão digital ainda inclui ummultiplexador (MUX) 150 que multiplexa um sinal desincronização de campo e um sinal de sincronização desegmento com os símbolos de dados do codificador de treliça140 para obter um quadro de dados ATSC VSB DTV tendo aconfiguração mostrada na Figura 2, e um modulador VSB 160que insere um piloto dentro dos símbolos de dados que forammultiplexados com o sinal de sincronização de campo e osinal de sincronização de segmento ao acrescentar um valorDC especificado aos símbolos de dados, efetuar a modulaçãoVSB dos símbolos de dados ao formatar por pulso os símbolosde dados [0002] e obter um sinal modulado VSB e fazer aconversão ascendente do sinal modulado VSB em um sinal debanda de canal RF que é então transmitido por um canal.
Assim, no transmissor de difusão digital da Figura 1,o multiplexador (não mostrado) multiplexa o fluxo normal eo fluxo robusto para obter um fluxo de transmissão dual aser transmitido por um canal, e emite o fluxo detransmissão dual para o aleatorizador 110. Os dados deentrada são aleatorizados pelo aleatorizador 110, os dadosaleatorizados são codificados externos pelo codificador RS120 que serve como o codificador externo, e os dadoscodificados externos são entrelaçados pelo entrelaçador 130de acordo com um padrão de entrelaçamento especificado. Osdados entrelaçados são codificados interior em unidades de12 símbolos e mapeados em símbolos de dados de 8 níveispelo codificador de treliça 140. Um sinal de sincronizaçãode campo e um sinal de sincronização de segmento sãomultiplexados com os símbolos de dados do codificador detreliça 140 pelo multiplexador 150. Um piloto é inseridonos símbolos de dados que foram multiplexados com o sinalde sincronização de campo e o sinal de sincronização desegmento pelo modulador VSB 160, os símbolos de dados co opiloto inserido são modulados VSB pelo modulador VSB 16 0para obter um sinal modulado VSB, e o sinal modulado VSBrecebe conversão ascendente para um canal de sinal RF que éentão transmitido pelo canal.
O receptor de difusão digital da Figura 1 inclui umsintonizador (não mostrado) que faz a conversão descendentedo sinal de banda de canal RF recebida através do canalpara um sinal de banda base, um demodulador VSB 210efetuando uma detecção de sincronização e demodulação nosinal de banda base, um equalizador 22 0 compensa o sinaldemodulado pelas distorções de canal como a multivia, umdecodificador Viterbi 230 corrige os erros no sinalequalizado para obter símbolos de dados e decodificar ossímbolos de dados para obter dados decodificados, umdesentrelaçador 24 0 desentrelaça os dados decodificados deacordo com o padrão de entrelaçamento especificadoutilizado pelo entrelaçador 130 do transmissor de difusãodigital, o decodif icador RS 250 corrige erros nos dadosdesentrelaçados, e um desaleatorizador 260 desaleatoriza osdados corrigidos de erros do decodif icador RS 250 e emiteum fluxo de transmissão dual MPEG-2.
Assim, o receptor de difusão digital da Figura 1recupera o sinal original entrado para o aleatorizador 110do transmissor de difusão digital da Figura 1 ao inverteras operações efetuadas pelo transmissor de difusão digitalda Figura 1 ao fazer a conversão descendente do sinal RF[0002] para o sinal de banda base, demodular e equalizar osinal de banda base, e efetuar uma operação dedecodificação de canal no sinal de banda base.
A Figura 2 mostra um quadro de dados ATSC VSB DTVtendo o sinal de sincronização de campo e o sinal desincronização de segmento que é utilizado no sistema dedifusão terrestre digital do tipo americano. Como émostrado na Figura 2, um quadro consiste de dois campos, eum campo consiste de um segmento de sincronização de campocomo o primeiro segmento, e 312 segmentos de dados. Noquadro de dados ATSC VSB DTV, um segmento de dadoscorresponde a um pacote MPEG-2, e consiste de um sinal desincronização de segmento de 4 símbolos e 828 símbolos dedados.
O sinal de sincronização de segmento q o sinal desincronização de campo mostrados na Figura 2 são utilizadospara sincronização e equalização no demodulador VSB 210 eno equalizador 22 0 no receptor de difusão digital da Figura1. Isto é, o sinal de sincronização de campo e o sinal desincronização de segmento são dados conhecidos, conhecidostanto para o transmissor de difusão digital como o receptorde difusão digital da Figura 1, que são utilizados como umsinal de referência para a equalização efetuada peloequalizador 220 no receptor de difusão digital da Figura 1.
Como foi discutido acima, o sistema de difusãoterrestre digital da Figura 1 gera e transmite um fluxo detransmissão dual ao acrescentar o fluxo robusto ao fluxonormal do sistema ATSC VSB DTV convencional de modo que ofluxo robusto é transmitido junto com o fluxo normalconvencional.
No entanto, o sistema de difusão terrestre digital daFigura 1 não pode resolver o desempenho de recepção fracodo fluxo normal convencional por um canal multivia mesmoquando o fluxo de transmissão dual com o fluxo robusto fortransmitido. Isto é, o desempenho de recepção para o fluxonormal não é em nada melhorado mesmo quando o fluxo detransmissão dual é transmitido. Além disso, o desempenho derecepção para o fluxo turbo pelo canal multivia não mostraqualquer grande melhoramento. Portanto, seria desejávelaumentar a robustez do processo de dados robustos utilizadopara processar o fluxo robusto para aprimorar o desempenhode recepção do fluxo robusto.
REVELAÇÃO DA INVENÇÃO
PROBLEMA TÉCNICO
Um aspecto da invenção é resolver os problemas acimamencionados e outros problemas e desvantagens ao fornecerum dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual emétodo que gera um fluxo de transmissão dual ao inserir umfluxo turbo fornecido com uma área de inserção de paridadedentro de um fluxo normal para aprimorar o desempenho derecepção do sistema ATSC VSB DTV que é o sistema de difusãoterrestre digital do tipo americano.
SOLUÇÃO TÉCNICA
De acordo com um aspecto da invenção, um dispositivogerador de fluxo de transmissão dual inclui um pré-processador turbo que recebe um fluxo turbo, codifica ofluxo turbo para obter um fluxo turbo codificado, e expandeo fluxo turbo codificado para obter um fluxo turboexpandido; e um enchedor de pacote turbo que recebe umfluxo normal e o fluxo turbo expandido, segmenta o fluxoturbo expandido em fragmentos tendo um tamanhoespecificado, e gera um fluxo de transmissão dual ao encheros fragmentos do fluxo turbo expandido dentro de uma áreaespecificada do fluxo normal.
O dispositivo gerador de fluxo de transmissão dualpoderá ainda incluir um adaptador de transmissão que recebeo fluxo normal, re-pacotiza o fluxo normal para obter umfluxo normal re-pacotizado que inclui campos de adaptaçãopreenchidos com bytes de enchimento na área especificada dofluxo normal, e emite o fluxo normal re-pacotizado para oenchedor de pacote turbo; em que o enchedor do pacote turborecebe o fluxo normal re-pacotizado como o fluxo normal, egera o fluxo de transmissão dual ao encher os fragmentos dofluxo turbo expandido dentro dos bytes de enchimento doscampos de adaptação do fluxo normal re-pacotizado.
O fluxo normal e o fluxo de transmissão dual poderão,cada um deles, incluir uma pluralidade de campos; o fluxoturbo expandido poderá incluir uma pluralidade de pacotesturbo; e o enchedor de pacote turbo poderá segmentar cadaum dos pacotes turbo em uma pluralidade de fragmentos depacote turbo tendo o tamanho especificado, e gerar o fluxode transmissão dual ao encher os fragmentos do pacote turbodentro da área especificada do fluxo normal campo a campode modo que o primeiro fragmento de pacote turbo em cada umdos campos do fluxo de transmissão dual é sempre o primeirofragmento de pacote turbo de um dos novos pacotes turbo.
A área especificada do fluxo normal poderá incluir umapluralidade de áreas de byte de enchimento do fluxo normal,e um comprimento de cada um dos fragmentos do fluxo turboexpandido poderá ser igual ao comprimento de cada uma dasáreas de byte de enchimento.
O fluxo de transmissão dual poderá incluir umapluralidade de campos, cada um deles incluindo umapluralidade de pacotes, e o enchedor de pacote turbo poderáencher os fragmentos do fluxo turbo expandido dentro de umdos pacotes que aparecem a intervalos prefixados em cada umdos campos.O pré-processador turbo poderá incluir um codificadorReed-Solomon que recebe o fluxo turbo, codifica o fluxoturbo utilizando um processo de codificação Reed-Solomonpara obter dados de paridade, e apensa os dados de paridadeao fluxo turbo para obter o fluxo turbo codificado; e ummarcador de lugar que recebe o fluxo turbo codificado, einsere uma área de inserção de paridade dentro do fluxoturbo codificado para obter o fluxo turbo expandido.
O fluxo turbo codificado e o fluxo turbo expandidopoderão, cada um deles, incluir uma pluralidade de bytes; eo marcador de lugar poderá efetuar uma conversão à taxa de1/2 do fluxo turbo codificado ao converter cada um dosbytes do fluxo turbo codificado em 2 bytes do fluxo dedados expandido.
O fluxo turbo codificado e o fluxo turbo expandidopoderão, cada um, incluir uma pluralidade de bytes; e omarcador de lugar poderá efetuar uma conversão à taxa de1/4 do fluxo turbo codificado ao converter cada um dosbytes do fluxo turbo codificado em 4 bytes do fluxo dedados expandido.
De acordo co outro aspecto da invenção, um métodogerador de fluxo de transmissão inclui receber um fluxoturbo; codificar o fluxo turbo para obter um fluxo turboexpandido; expandir o fluxo turbo codificado para obter umfluxo turbo expandido; receber um fluxo normal; segmentar ofluxo turbo expandido em fragmentos tendo um tamanhoespecificado; e gerar um fluxo de transmissão dual aoencher os fragmentos do fluxo turbo expandido dentro de umaárea especificada do fluxo normal.
Aspectos e/ou vantagens adicionais da invenção serãoapresentadas em parte na descrição que segue e, em parte,serão óbvias da descrição, ou poderão ser aprendidas pelaprática da invenção.
EFEITOS VANTAJOSOS
À luz do que antecede, é possível gerar um fluxo detransmissão dual incluindo um fluxo normal e um fluxo turbopara aprimorar o desempenho de recepção do sistema ATSC VSBDTV que é um sistema de difusão terrestre digital do tipoamericano. Em particular, de acordo com um aspecto dainvenção, o fluxo turbo pode ser submetido a umprocessamento turbo que é um processo de dados robustosutilizando o processo de codificação turbo ao inserir áreasde byte de enchimento dentro do fluxo normal, inserir áreasde inserção de paridade dentro do fluxo turbo, encher ofluxo turbo com as áreas de inserção de paridade dentro dasáreas de byte de enchimento do fluxo normal, inseririnformação de paridade calculada pelo processamento turbodentro das áreas de inserção de paridade do fluxo turbo, ecorrigir erros nos bytes de paridade causados peloprocessamento turbo. Adicionalmente, um sistema de fluxo detransmissão dual de acordo com um aspecto da invenção podefornecer um desempenho de recepção melhorado para o fluxoturbo em ambientes de recepção variados comparados com ofluxo normal com um sistema simples enquanto mantémcompatibilidade com o sistema de transmissão de fluxonormal convencional.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é um diagrama de blocos de um exemplo de umsistema de difusão digital ATSC VSB DTV convencional queinclui um transmissor de difusão digital e um receptor dedifusão digital.
A Figura 2 é um diagrama de um quadro de dados ATSCVSB DTV convencional.
A Figura 3 é um diagrama de blocos de um exemplo de umtransmissor de difusão digital que inclui um dispositivogerador de fluxo de transmissão dual de acordo com umaspecto da invenção.
A Figura 4 é um diagrama de blocos de um exemplo de umdispositivo gerador de fluxo de transmissão dual de acordocom um aspecto da invenção que é o construtor TS 310 daFigura 3.
A Figura 5 é um diagrama de um exemplo de um fluxo detransmissão MPEG-2 convencional.
A Figura 6 é um diagrama de um exemplo de um fluxo detransmissão MPEG-2 que inclui um campo de adaptação deacordo com um aspecto da invenção.
A Figura 7 é um diagrama de um exemplo do fluxo normalre-pacotizado emitido do adaptador de transmissão 410 daFigura 4, de acordo com um aspecto da invenção.
A Figura 8 é um diagrama de blocos de um exemplo dopré-processador turbo 420 da Figura 4, de acordo com umaspecto da invenção.
A Figura 9 é um diagrama do exemplo de um fluxo turbode entrada emitido para o pré-processador turbo 420 da
Figura 4, de acordo com um aspecto da invenção.
A Figura 10 é um diagrama de um exemplo de um fluxoturbo codificado emitido do codificador RS 710 da Figura 8,de acordo com um aspecto da invenção.
A Figura 11 é um diagrama de um exemplo de um processode inserir uma área de inserção de paridade em um fluxoturbo codificado durante a conversão de taxa de 1/2 dofluxo turbo codificado efetuada pelo marcador de lugar 720da Figura 8, de acordo com um aspecto da invenção.
A Figura 12 é um diagrama de um exemplo de um processode inserir uma área de inserção de paridade em um fluxoturbo codificado durante a conversão de taxa de 1/4 dofluxo turbo codificado efetuada pelo marcador de lugar 720da Figura 8, de acordo com um aspecto da invenção.
A Figura 13 é um diagrama de um exemplo de um fluxoturbo expandido emitido do marcador de lugar 720 da Figura8, de acordo com um aspecto da invenção.
A Figura 14 é um diagrama de um exemplo de um fluxo detransmissão dual emitido do enchedor de pacote turbo 430 daFigura 4, de acordo com um aspecto da invenção. E
A Figura 15 é um fluxograma de um exemplo de um métodogerador de fluxo de transmissão dual, de acordo com umaspecto da invenção.
MELHOR MODO PARA REALIZAR A INVENÇÃO
Será feita referência agora em detalhe a versões dainvenção, exemplos dos quais são mostrados nos desenhosacompanhantes, em que números de referência iguais referem-se a elementos iguais no todo. As versões são descritasabaixo para explicar a invenção ao referir às Figuras.
A Figura 3 é um diagrama de blocos de um exemplo de umtransmissor de difusão digital que inclui um dispositivogerador de fluxo de transmissão dual, de acordo com umaspecto da invenção. Com referência à Figura 3, otransmissor de difusão digital inclui um construtor defluxo de transmissão (TS) 310, um aleatorizador 320, umcodificador Reed-Solomon (RS) 330, um entrelaçador 340, umprocessador turbo 350, um codificador de treliça 360, ummultiplexador (MUX) 370, um modulador VSB 380, e umconversor RF 390.
O construtor TS 310, que é um exemplo de umdispositivo gerador de fluxo de transmissão dual de acordocom um aspecto da invenção, recebe um fluxo normal N e umfluxo turbo T e gera um TS dual ao multiplexar o fluxonormal e o fluxo turbo. O fluxo normal e o fluxo turbopodem ser recebidos de um módulo externo como uma câmara dedifusão, ou vários módulos internos como o módulo deprocessamento de compressão (por exemplo, um módulo MPEG-2), um codificador de video, e um codificador de áudio. 0construtor TS 310 será explicado abaixo em maior detalhe.
O aleatorizador 320 aleatoriza a saída TS dual doconstrutor TS 310 para fazer uso mais eficaz do espaço decanal alocado.
O codificador RS 330 apensa bytes de paridade ao TSdual aleatorizado ao efetuar uma operação de codificação RSpara permitir a correção de erros que ocorrem devido avariações e perturbações no canal.
O entrelaçador 340 entrelaça o TS dual codificado deacordo com um padrão de entrelaçamento especificado.
O processador turbo 350 efetua o processamento turbono fluxo turbo do TS dual entrelaçado, e corrige erros nosbytes de paridade apensados ao fluxo turbo pelo codificador
RS 330 causados pelo processamento turbo. O processamentoturbo é um processo de dados robusto que utiliza umprocesso de codificação turbo para fornecer desempenho derecepção melhorado para o fluxo turbo comparado ao fluxonormal por um canal inferior, particularmente por um canalde desvanecimento de Doppler.
O codificador de treliça 360 codifica por treliça o TSdual processado por turbo.
O multiplexador 370 multiplexa símbolos de dados do TSdual codificado por treliça com um sinal de sincronizaçãode campo e um sinal de sincronização de segmento paraproduzir um quadro de dados Advanced Vestigial Sideband DTV(AVSB - DTV de banda lateral vestigial avançada) de acordocom um aspecto da invenção tendo a mesma configuração que oquadro de dados ATSC VSB DTV mostrado na Figura 2, excetoque o conteúdo dos segmentos de dados no quadro de dadosAVSB DTV de acordo com um aspecto da invenção sãodiferentes do conteúdo dos segmentos de dados no quadro dedados ATSC VSB DTV mostrado na Figura 2.
O modulador VSB 380 insere um piloto dentro dossímbolos de dados multiplexados com o sinal desincronização de campo e o sinal de sincronização desegmento ao acrescentar um valor DC especificado aossímbolos de dados, e efetua a modulação VSB dos símbolos dedados ao formatar por pulso os símbolos de dados.
O conversor RF 3 90 faz a conversão ascendente do TSdual modulado por VSB em um sinal de banda de canal RF queé então transmitido pelo canal.
A Figura 4 é um diagrama de blocos de um exemplo de umdispositivo gerador de fluxo de transmissão dual de acordocom um aspecto da invenção que é o construtor TS da Figura3. Com referência à Figura 4, o construtor TS (isto é, odispositivo gerador de fluxo de transmissão dual) 310inclui um adaptador de transmissão 410, um pré-processadorturbo 420, e um enchedor de pacote turbo 430. O adaptadorde transmissão 410 extrai todos os fluxos elementares do TSnormal entrado para o construtor TS 310 e re-pacotiza o TSnormal para incluir campos de adaptação enchidos com bytesde enchimento. Os bytes de enchimento em cada campo deadaptação formam uma área de byte de enchimento a serenchida com fragmentos do pacote turbo expandido conformedescrito abaixo.
A construção do fluxo normal incluindo os campos deadaptação enchidos com bytes de enchimento é descrita emmaior detalhe abaixo com referência às Figuras 5, 6 e 7.
A Figura 5 é um diagrama de um exemplo de um pacote TSMPEG-2 convencional. Com referência à Figura 5, o pacote TSMPEG-2 convencional consiste de um cabeçalho TS de 4 bytese um campo de 184 bytes que poderá ser um campo deadaptação, ou dados de carga, ou uma combinação de um campode adaptação e dados de carga. Os vários elementos dopacote TS MPEG-2 convencional mostrados na Figura 5 são bemconhecidos na tecnologia, e assim não serão explicados emdetalhe aqui.
A Figura 6 é um diagrama de um exemplo de um pacote TSMPEG-2 que inclui um campo de adaptação enchido com bytesde enchimento de acordo com um aspecto da invenção. Comreferência à Figura 6, o pacote TS MPEG-2 consiste de umcabeçalho de 4 bytes, um campo de adaptação de (2+n) bytes,e dados de carga de (182-n) bytes. Os primeiros dois bytesdo campo de adaptação são um cabeçalho do campo deadaptação (AF). O primeiro byte (8 bits) do cabeçalho AF éuma área de comprimento do campo de adaptação que contéminformação sobre o comprimento do campo de adaptação. Osegundo byte (8 bits) do cabeçalho AF é uma área de etc quecontem indicadores e sinalizadores conforme será descritoabaixo. 0 cabeçalho AF é seguido por η bytes de enchimentoque meramente ocupam espaço sem qualquer transporte dequalquer informação. Por exemplo, os bytes de enchimentopoderão ter o valor de 0 ou qualquer outro valor adequadoque seja definido como sendo um byte de enchimento. Apresença ou a ausência do campo de adaptação é determinadopor um valor do bit de controle do campo de adaptação nocabeçalho TS MPEG-2.
A área de etc do cabeçalho AF mostrado na Figura 6contém indicadores e sinalizadores especificados pela normade fluxo de transporte MPEG-2. O primeiro bit da área deetc é um indicador de descontinuidade. O segundo bit daárea de etc é um indicador de acesso aleatório. O terceirobit da área de etc é um indicador de prioridade do fluxoelementar. O quarto bit da área de etc é um sinalizadorProgram Clock Reference (PCR - Referência de Cronômetro dePrograma) que, quando fixado em 1 indica que dados PCR (42bits) aparecem no campo de adaptação. 0 quinto bit da áreade etc é um sinalizador Original Program Clock Reference(OPCR - Referência de Cronômetro de Programa Original) que,quando fixado em 1 indica que dados OPCR (42 bits) aparecemno campo de adaptação. O sexto bit da área de etc é umsinalizador de ponto de separação que, quando fixado em 1,indica que dados de contagem regressiva de separação (8bits) aparecem no campo de adaptação. 0 sétimo bit da áreade etc é um sinalizador de dados privados de transporte queindica se o campo de adaptação contém dados privados. 0oitavo bit da área de etc é um sinalizador de extensão docampo de adaptação que indica se um campo de extensão docampo de adaptação aparece no campo de adaptação. Comoesses indicadores e sinalizadores são parte da norma defluxo de transporte MPEG-2, são bem conhecidos natecnologia e não serão mais aqui descritos.
Se qualquer um dos cinco sinalizadores discutidosacima (correspondentes ao quarto, quinto, sexto, sétimo eoitavo bits da área de etc mostrada na Figura 6) indicaremque os dados relevantes aparecem no campo de adaptação, osdados relevantes são colocados no início do campo deadaptação e os η bytes de enchimento são reduzidos pelonúmero de bytes dos dados relevantes. Por exemplo, se osinalizador PCR (correspondente ao quarto bit da área deetc mostrada na Figura 6) for fixado em 1, os dados PCR de42 bits são colocados nos primeiros 6 bytes (48 bits) docampo de adaptação, e seguidos de n-6 bytes de enchimentocomo é mostrado na Figura 6.
O adaptador de transmissão 410 da Figura 4 recebe umpacote TS MPEG-2 convencional como um fluxo normal e geraos pacotes TS MPEG-22 que inclui os campos de adaptaçãoenchidos com os bytes de enchimento, de acordo com umaspecto da invenção, como é mostrado na Figura 6.
A Figura 7 é um diagrama de um exemplo do fluxo normalre-pacotizado emitido do adaptador de transmissão 410 daFigura 4, de acordo com um aspecto da invenção. Comreferência à Figura 7, o fluxo normal re-pacotizado incluiuma pluralidade de pacotes consecutivos. Um campo de fluxonormal consiste de 312 pacotes consecutivos. Cada pacote dofluxo normal re-pacotizado consiste de 188 bytes, incluindoum sinal de sincronização de um byte, uma identidade depacote (PID) de 3 bytes, e uma área de dados de 184 bytes.Como é mostrado na Figura 7, um cabeçalho AF de 2 bytes euma área de byte de enchimento de N bytes são fornecidas naárea de dados de 184 bytes uma vez a cada quatro pacotes,com os restantes 182-N bytes da área de dados de 184 bytessendo uma área de dados de carga que portam dados do fluxonormal. Em cada um dos três pacotes que seguem cada um dospacotes que contêm a área de byte de enchimento de N bytes,toda a área de dados de 184 bytes é uma área de dados decarga que porta dados de fluxo normal. Como pode serobservado da Figura 7, quando a área de bytes de enchimentode N bytes é fornecida uma vez a cada quatro pacotes, 78 Nbytes de áreas de byte de enchimento são fornecidas nos 312pacotes de um campo de fluxo normal. Observe que a posiçãoe/ou o comprimento da área de byte de enchimento de N bytesno fluxo normal re-pacotizado poderá diferir de acordo comvários aspectos da invenção. Por exemplo, a área de byte deenchimento de N bytes poderá ser fornecida no segundo,sexto, décimo, etc., pacotes em um campo conforme émostrado na Figura 7, e N poderá ser 86, 128 ou qualqueroutro valor adequado. Outrossim, a área de byte deenchimento de N bytes poderá ser fornecida duas vezes acada quatro pacotes, três vezes a cada quatro pacotes, ouquatro vezes a cada quatro pacotes (isto é, em cadapacote).
Ademais, um pacote inteiro no TS dual pode serdedicado à transmissão de dados de fluxo turbo ao fornecerum pacote nulo no TS dual e encher o pacote nulo com dadosde fluxo turbo. Tal pacote nulo pode portar 184 bytes dedados de fluxo turbo. Por exemplo, se cada quatro pacotesdo TS dual incluir dois desses pacotes nulos, um pacote TSMPEG-2 que inclui um campo de adaptação cheio de bytes deenchimento de acordo com um aspecto da invenção como émostrado na Figura 6, em que N=16 bytes de enchimento, e umpacote TS MPEG-2 convencional como é mostrado na Figura 5,cada quatro pacotes do TS dual pode portar 384 bytes dedados de fluxo turbo (184 bytes no primeiro pacote nulo,184 bytes no segundo pacote nulo, e 16 bytes no pacote comum campo de adaptação cheio com 16 bytes de enchimento). Noentanto, a invenção não é limitada a este exemplo, equalquer combinação adequada dos três tipos de pacotespoderá ser utilizada para portar qualquer número adequadode bytes de dados de fluxo turbo.
A Figura 8 é um diagrama de blocos de um exemplo dopré-processador turbo 420 da Figura 4, de acordo com umaspecto da invenção. Como é mostrado na Figura 8, o pré-processador turbo 420 inclui um codificador RS 710 e ummarcador de lugar 720. 0 codificador RS 710 codifica umfluxo turbo que é entrado no codificador RS 710 de ummultiplexador de serviço (não mostrado).
A Figura 9 é um diagrama de um exemplo de um fluxoturbo de entrada emitido ao codificador RS 710 da Figura 8de acordo com um aspecto da invenção. Com referência àFigura 9, o fluxo turbo de entrada inclui uma pluralidadede pacotes consecutivos. Cada pacote do fluxo turbo deentrada consiste de 188 bytes, incluindo um byte de sinalde sincronização, 3 bytes PID, e 184 bytes de carga turbo.
O codificador RS 710 remove o sinal de sincronização de umbyte de cada um dos pacotes no fluxo turbo de entrada,calcula 20 bytes de paridade para os restantes 187 bytes emcada um dos pacotes utilizando um código RS (207, 187), eapensa os 20 bytes de paridade a cada um dos pacotes paraobter um fluxo turbo codificado.
A Figura 10 é um diagrama de um exemplo do fluxo turbocodificado emitido do codificador RS 710 de acordo com umaspecto da invenção que inclui os 20 bytes de paridadeapensados aos pacotes durante a codificação RS (207, 187).Como resultado, cada pacote do fluxo turbo codificadoconsiste de 207 bytes, incluindo 3 bytes de PID, 184 bytesde carga turbo, e 20 bytes de paridade.
O marcador de lugar 720 insere uma área de inserção deparidade no fluxo turbo codificado emitido do codificadorRS 710. O processo de inserir a área de inserção deparidade será descrito agora. A unidade constituinte dofluxo turbo codificado é o byte, e cada byte do fluxo turbocodificado é expandido para 2 ou 4 bytes para obter umfluxo turbo expandido. Cada um dos 2 ou 4 bytes é enchidocom alguns dos valores de bit do byte original e dadosnulos (por exemplo, 0). A área de 2 ou 4 bytes enchidos comos dados nulos é a área de inserção de paridade. Expandircada byte do fluxo turbo codificado para 2 bytes é aconversão à taxa de 1/2. Expandir cada byte do fluxo turbocodificado para 4 bytes é a conversão à taxa de 1/4.
A Figura 11 é um diagrama de um exemplo do processo deinserir a área de inserção de paridade no fluxo turbocodificado durante a conversão à taxa de 1/2 efetuada pelomarcador de lugar 720 da Figura 8, de acordo com um aspectoda invenção. O marcador de lugar 72 0 gera dois bytes decada byte do fluxo turbo codificado ao efetuar a conversãoà taxa de 1/2 em cada byte do fluxo turbo codificado. Comoé mostrado na Figura 11, um byte do fluxo turbo codificadoque inclui os bits DO a D7 é dividido em dois grupos de 4bits, um dos quais inclui os bits DO a D3 e o outro dosquais inclui os bits D4 a D7. A seguir, cada um dos doisgrupos de 4 bits é expandido para um byte de 8 bits aoinserir um bit nulo após cada bit para obter o primeirobyte (07,0,06,0,05,0,04,0) que inclui os bits D4 a D7 e umsegundo byte (D3,0,D2,0,Dl,0,D0,0) incluindo os bits DO aD3. Os bits O no primeiro e no segundo bytes são os bitsnulos e são utilizados como a área de inserção de paridade.
No exemplo mostrado na Figura 11, o segundo, o quarto, osexto e o oitavo bits no primeiro e no segundo bytes sãoutilizados como a área de inserção de paridade. No entanto,a invenção não é limitada a estes exemplos, e a posição daárea de inserção de paridade poderá variar. Por exemplo, aárea de inserção de paridade poderá ser o segundo,terceiro, sexto, e sétimo bits, ou o terceiro, quarto,quinto, e sexto bits, ou qualquer outra combinação adequadade quatro dos oito bits. Ademais, a combinação de bitsutilizada como a área de inserção de paridade poderá serdiferente em cada um do primeiro e do segundo bytes. Embora
O bits sejam utilizados como os bits nulos na Figura 11, ainvenção não é limitada a este exemplo, e bits 1 oucombinação de bits 0 e de bits 1 pode ser utilizada como osbits nulos.
A Figura 12 é um diagrama de um exemplo do processo deinserir a área de inserção de paridade no fluxo turbocodificado durante uma conversão à taxa de 1/4 efetuadapelo marcador de lugar 720 da Figura 8, de acordo com umaspecto da invenção. O marcador de lugar 720 gera quatrobytes de cada byte do fluxo turbo codificado ao efetuar aconversão à taxa de 1/4 em cada byte do fluxo turbocodificado. Como é mostrado na Figura 12, um byte do fluxoturbo codificado incluindo os bits DO a D7 é dividido emquatro grupos de dois bits, um dos quais inclui os bits DOe Dl, outro dos quais inclui os bits D2 e D3, outro dosquais inclui os bits D4 e D5, e outro dos quais inclui osbits D6 e D7. A seguir, cada um dos quatro grupos de doisbits é expandido para um byte de 8 bits ao inserir trêsbits nulos após cada bit para obter um primeiro byte (D7,0,0,0,D6,0,0,0) que inclui os bits D6 e D7, um segundobyte (D5,0,0,0,D4,0,0,0) que inclui os bits D4 e D5, umterceiro byte (D3,0,0,0D2,0,0,0) que inclui os bits D2 eD3, e um quarto byte (D1,0,0,0,D0,0,0,0) que inclui os bitsD0 e D1. Os 0 bits no primeiro, no segundo, no terceiro, eno quarto bytes são os bits nulos e são utilizados como aárea de inserção de paridade. No exemplo mostrado na Figura12, o segundo, o terceiro, o quarto, o sexto, o sétimo, e ooitavo bits no primeiro, no segundo, no terceiro e noquarto bytes são utilizados como a área de inserção deparidade. Entretanto, a invenção não é limitada a esteexemplo, e a posição da área de inserção de paridade poderávariar. Por exemplo, a área de inserção de paridade poderáser o primeiro, o terceiro, o quarto, o quinto, o sétimo eo oitavo bits, ou o primeiro, o segundo, o quarto, oquinto, o sexto, e o oitavo bits, ou qualquer outracombinação adequada de seis dos oito bits. Ademais, acombinação de bits utilizada como a área de inserção deparidade poderá ser diferente em dois ou mais do primeiro,do segundo, do terceiro e do quarto bytes. Embora 0 bitsfossem utilizados como os bits nulos na Figura 12, ainvenção não é limitada a este exemplo, e bits 1 ou umacombinação de bits 0 e de bits 1 pode ser utilizada como osbits nulos.
A Figura 13 é um exemplo do fluxo turbo expandidoemitido do pré-processador turbo 420 após a codificação RSe a expansão de dados terem sido efetuadas no fluxo turbode entrada no pré-processador turbo 420 das Figuras 4 e 8,de acordo com um aspecto da invenção. No fluxo turboexpandido mostrado na Figura 13, os 20 bytes de paridadeforam apensados durante a codificação RS. Cada um dos bytesPID, os bytes de carga turbo, e o byte de paridade foramexpandidos para dois ou quatro bytes durante a conversão àtaxa de 1/2 ou de 1/4 efetuada durante a expansão de dados.Se a conversão à taxa de 1/2 foi efetuada, cada pacote dofluxo turbo expandido consiste de 414 bytes, incluindo 6bytes PID, 3 68 bytes de carga turbo, e 4 0 bytes deparidade. Se a conversão à taxa de 1/4 foi efetuada, cadapacote do fluxo turbo expandido consiste de 828 bytes,incluindo 12 bytes PID, 736 bytes de carga turbo, e 80bytes de paridade.
Com referência novamente à Figura 4, o enchedor depacote turbo 430 da Figura 4 multiplexa o fluxo normal re-pacotizado emitido do adaptador de transmissão 410 e ofluxo turbo expandido emitido do marcador de lugar 72 0 daFigura 8, que é a saída do pré-processador turbo dasFiguras 4 e 8 para gerar um fluxo de transmissão dual emque o fluxo normal re-pacotizado e o fluxo turbo expandidosão combinados.
Por meio de exemplo, o enchedor de pacote turbo 43 0segmenta os pacotes do fluxo turbo expandido emitidos dopré-processador turbo 42 0 em fragmentos de pacote turbo deN-bytes, em que N é o número de bytes de enchimento em cadaum dos campos de adaptação, e enche os fragmentos do pacoteturbo dentro das áreas de bytes de enchimento dos campos deadaptação do fluxo normal re-pacotizado em seqüência. Istoé, o comprimento de cada um dos fragmentos de pacote turboé igual ao comprimento da área de byte de enchimento docampo de adaptação. Em outras palavras, o número de bytesem cada um dos fragmentos do pacote turbo é igual ao númeroN de bytes de enchimento no campo de adaptação.
A Figura 14 é um diagrama de um exemplo do fluxo detransmissão dual emitido do enchedor de pacote turbo 430 daFigura 4 que é a saída de um dispositivo gerador de fluxode transmissão dual de acordo com um aspecto da invenção.Na Figura 14, "Turbo PPS" é uma abreviação de "fluxo pré-processado turbo" que é a saída do pré-processador turbo420 das Figuras 4 e 8 e é referido acima como o "fluxoturbo expandido". A Figura 14 mostra um exemplo de um fluxode transmissão dual em que N=128 bytes de enchimento, M=12pacotes PPS turbo, um residual=4 8 bytes de enchimento nãoutilizados, e a taxa de conversão do marcador de lugar 720na Figura 8 é de 1/4. N é o número de bytes de enchimentoem cada um dos campos de adaptação do fluxo normal re-pacotizado, e também é o comprimento de cada um dosfragmentos do pacote PPS turbo. M é o número de pacotes PPSturbo que podem ser enchidos em um campo do fluxo normalre-pacotizado. No exemplo mostrado na Figura 14, quando umfragmento de pacote PPS turbo tendo um comprimento de 128bytes é enchido dentro de cada quarto pacote do fluxonormal re-pacotizado, isto é, dentro de 78 dos 312 pacotesem um campo, e o número N de bytes de enchimento em cada umdos campos de adaptação é de 128 bytes, o número máximo debytes de fragmento de pacote PPS turbo que pode ser enchidodentro de um campo é de 128*78=9984 bytes. Quando a taxa deconversão do marcador de ligar 720 na Figura 8 é uma taxade 1/4, o comprimento de um pacote PPS turbo é de 207*4-828bytes, e assim 12 pacotes PPS turbo (12*828=9936) bytespodem ser enchidos dentro de um campo. Isto deixa umresidual de 4 8 bytes de enchimento não utilizados (9984-9936-48 bytes) no último pacote tendo um campo de adaptaçãoem cada campo do fluxo de transmissão dual mostrado naFigura 14.
Como o residual de 4 8 bytes de enchimento nãoutilizados é menor que os 128 bytes de um fragmento dopacote PPS turbo, o fragmento de pacote PPS turbo seguinte,que é o primeiro fragmento de pacote turbo de um novopacote PPS turbo (isto é, o 13° pacote PPS turbo em relaçãoaos 12 pacotes PPS turbo no campo anterior) será enchidodentro do primeiro pacote que tiver um campo de adaptaçãono campo seguinte do fluxo normal re-pacotizado. Assim,como o PPS turbo é enchido dentro do fluxo normal re-pacotizado campo a campo, o primeiro fragmento de pacotePPS turbo em cada campo do TS dual sempre será o primeirofragmento de pacote PPS turbo de um novo pacote PPS. Noentanto, a invenção não é limitada a este exemplo, e N podeter um valor que não 128 bytes e/ou a taxa de conversãopode ter um valor diferente de 1/4 ou 1/2 de modo que oprimeiro fragmento de pacote PPS turbo em cada campo do TSdual poderá não necessariamente ser sempre o primeirofragmento de pacote PPS turbo de um novo pacote PPS.O fluxo de transmissão dual mostrado na Figura 14 queé gerado pelo construtor TS 310 da Figura 3 que é umexemplo de um dispositivo gerador de fluxo de transmissãodual de acordo com um aspecto da invenção é transmitidopara um receptor após passar através do aleatorizador 320,do codificador RS 330, do entrelaçador 340, do processadorturbo 350, do codificador de treliça 360, do multiplexador370, do modulador VSB 380, e do conversor RF 390 mostradona Figura 3. 0 processador turbo 350 extrai apenas o fluxoturbo do fluxo de transmissão dual, e efetua oprocessamento turbo apenas no fluxo turbo para tornar ofluxo turbo um fluxo de dados mais robusto ao calcularainformação de paridade para o fluxo turbo utilizando umprocesso de codificação turbo e inserir a informação deparidade dentro da área de inserção de paridade no fluxoturbo, isto é, dentro da área de inserção de paridadeinserida pelo marcador de lugar 720 da Figura 8, e corrigirerros nos bytes de paridade apensados ao fluxo turbo pelocodificador RS 33 0 causado pelo processamento turbo. 0processamento turbo é um processo de dados robusto quefornece desempenho de recepção melhorado para o fluxo turbocomparado com o fluxo normal por um canal inferior,particularmente por um canal de desvanecimento de Doppler.O hardware para processar e transmitir o TS dual geradopode ser implementado utilizando várias técnicas conhecidasda tecnologia, e assim mais explicação de tal hardware seráomitido por questão de concisão.
A Figura 15 é um fluxograma de um exemplo de um métodogerador de fluxo de transmissão dual de acordo com umaspecto da invenção. 0 adaptador de transmissão 410 daFigura 4 re-pacotiza um fluxo normal para incluir campos deadaptação enchidos com bytes de enchimento (bloco SllO). Ocodificador RS 710 da Figura 8 calcula bytes de paridadepara um fluxo turbo e apensa os bytes de paridade no fluxoturbo para obter um fluxo turbo codificado (bloco S120) . 0marcador de lugar 720 da Figura 8 expande o fluxo turbocodificado ao inserir uma área de inserção de paridade nofluxo turbo codificado enquanto efetua uma conversão à taxade 1/2 ou de 1/4 para obter um fluxo turbo expandido (blocoS13 0). 0 enchedor de pacote turbo 430 da Figura 4 gera umfluxo de transmissão dual ao segmentar pacotes turbo dofluxo turbo expandido em fragmentos de pacote turbo de Nbytes, em que N é o número de bytes de enchimento em cadaum dos campos de adaptação, e encher seqüencialmente osfragmentos do pacote turbo dentro das áreas de byte deenchimento dos campos de adaptação do fluxo normal re-pacotizado (bloco S140).
Embora várias versões da invenção tenham sidomostradas e descritas, será apreciado por aqueleshabilitados na tecnologia que mudanças poderão ser feitasnestas versões sem desviar dos princípios e espírito dainvenção o escopo da qual é definido nas reivindicaçõesapensas e seus equivalentes.
Claims (22)
1. Dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual,caracterizado pelo fato de compreender:um pré-processador turbo que recebe um fluxo turbo,codifica o fluxo turbo para obter um fluxo turbocodificado, e expande o fluxo turbo codificado para obterum fluxo turbo expandido; eum enchedor de pacote turbo que recebe um fluxo normale o fluxo turbo expandido, segmenta o fluxo turbo expandidodentro de fragmentos tendo uma dimensão especificada, egera um fluxo de transmissão dual ao encher os fragmentosdo fluxo turbo expandido dentro de uma área especificada dofluxo normal.
2. Dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual dareivindicação 1, caracterizado por compreender ainda umadaptador de transmissão que recebe o fluxo normal, re-pacotiza o fluxo normal para obter um fluxo normal re-pacotizado que compreende campos de adaptação enchidos combytes de enchimento na área especificada do fluxo normal, eemite o fluxo normal re-pacotizado para o enchedor depacote turbo;em que o enchedor de pacote turbo recebe o fluxonormal re-pacotizado como o fluxo normal, e gera o fluxo detransmissão dual ao encher os fragmentos do fluxo turboexpandido dentro dos bytes de enchimento dos campos deadaptação do fluxo normal re-pacotizado.
3. Dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual dareivindicação 1, caracterizado pelo fato do fluxo normal edo fluxo de transmissão dual compreender, cada um deles,uma pluralidade de campos;em que o fluxo turbo expandido compreende umapluralidade de pacotes turbo; eem que o enchedor de pacote turbo segmenta cada um dospacotes turbo dentro de uma pluralidade de fragmentos depacote turbo tendo a dimensão especificada, e gera o fluxode transmissão dual ao encher os fragmentos de pacote turbodentro da área especificada do fluxo normal campo a campode modo que o primeiro fragmento de pacote turbo em cada umdos campos do fluxo de transmissão dual é sempre o primeirofragmento de pacote turbo de um pacote turbo novo.
4. Dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual,de acordo a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de Mpacotes turbo completos serem enchidos dentro de cada umdos campos do fluxo normal, em que M é um inteiro maior ouigual a 1; eem que a diferença entre o tamanho total da áreaespecificada do fluxo normal em cada um dos campos do fluxonormal e o tamanho total de M pacotes turbo completosenchidos dentro de cada um dos campos do fluxo normal éinferior ao tamanho de cada um dos fragmentos de pacoteturbo.
5. Dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual,de acordo a reivindicação 1, caracterizado pelo fato daárea especificada do fluxo normal compreender umapluralidade de áreas de bytes de enchimento do fluxonormal; eem que o comprimento de cada um dos fragmentos dofluxo turbo expandido ser igual ao comprimento de cada umadas áreas de bytes de enchimento.
6. Dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual,de acordo a reivindicação 1, caracterizado pelo fato dofluxo de transmissão dual compreender uma pluralidade decampos, cada um deles compreendendo uma pluralidade depacotes; eem que o enchedor de pacote turbo enche os fragmentosdo fluxo turbo expandido dentro de uns dos pacotes queaparecem a intervalos prefixados em cada um dos campos.
7. Dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual,de acordo a reivindicação 1, caracterizado pelo fato dopré-processador turbo compreender:um codificador Reed-Solomon que recebe o fluxo turbo,codifica o fluxo turbo utilizando um processo decodificação Reed-Solomon para obter dados de paridade, eapensa os dados de paridade ao fluxo turbo para obter ofluxo turbo codificado; eum marcador de lugar que recebe o fluxo turbocodificado, e insere uma área de inserção de paridadedentro do fluxo turbo codificado para obter o fluxo turboexpandido.
8. Dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual,de acordo a reivindicação 7, caracterizado pelo fato dofluxo turbo codificado e do fluxo turbo expandidocompreender, cada um deles, uma pluralidade de bytes; eem que o marcador de lugar efetua uma conversão à taxade 1/2 do fluxo turbo codificado ao converter cada um dosbytes do fluxo turbo codificado em 2 bytes do fluxo turboexpandido.
9. Dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual,de acordo a reivindicação 8, caracterizado pelo fato decada um dos bytes do fluxo turbo codificado consistir de 8bits dispostos na ordem D7, D6, D5, D4, D3, D2, Dl, D0;em que o primeiro byte dos 2 bytes do fluxo turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem D7, 0, D6,-0, D5, 0, D4, 0;em que um segundo byte dos 2 bytes do fluxo turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem D3, 0, D2,-0, Dl, 0, DO, 0; eem que os bits 0 no primeiro e no segundo bytes seremparte da área de inserção de paridade.
10. Dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual,de acordo a reivindicação 7, caracterizado pelo fato dofluxo turbo codificado e do fluxo turbo expandidocompreenderem, cada um, uma pluralidade de bytes; eem que o marcador de lugar efetua uma conversão à taxade 1/4 do fluxo turbo codificado ao converter cada um dosbytes do fluxo turbo codificado em 4 bytes do fluxo turboexpandido.
11. Dispositivo gerador de fluxo de transmissão dual,de acordo a reivindicação 10, caracterizado pelo fato decada um dos bytes do fluxo turbo codificado consistir de 8bits dispostos na ordem D7, D6, D5, D4, D3, D2, Dl, D0;em que o primeiro byte dos 4 bytes do fluxo turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem de D7, 0,-0, 0, D6, 0, 0, 0;em que o segundo byte dos 4 bytes do fluxo turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem D5, 0, 0,-0, D4, 0, 0, 0;em que o terceiro byte dos 4 bytes do fluxo turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem D3, 0, 0,-0, D2, 0, 0, 0;em que o quarto byte dos 4 bytes do fluxo turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem Dl, 0, 0,-0, DO, 0, 0, 0; eem que os bits 0 no primeiro, no segundo, no terceiro,e no quarto bytes serem parte da área de inserção deparidade.
12. Método gerador de fluxo de transmissão dual,caracterizado por compreender:receber um fluxo turbo;codificar o fluxo turbo para obter um fluxo turbocodificado;expandir o fluxo turbo codificado para obter um fluxoturbo expandido;receber um fluxo normal;segmentar o fluxo turbo expandido em fragmentos tendoum tamanho especificado; egerar um fluxo de transmissão dual ao encher osfragmentos do fluxo turbo expandido dentro de uma áreaespecificada do fluxo normal.
13. Método gerador de fluxo de transmissão dual, deacordo com a reivindicação 12, caracterizado porcompreender ainda re-pacotizar o fluxo normal para obter umfluxo normal re-pacotizado que compreende campos deadaptação enchidos com bytes de enchimento na áreaespecificada do fluxo normal;em que o gerar o fluxo de transmissão dual compreenderencher os fragmentos do fluxo turbo expandido dentro dosbytes de enchimento dos campos de adaptação do fluxo normalre-pacotizado.
14. Método gerador de fluxo de transmissão dual, deacordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato dofluxo normal e do fluxo de transmissão dual compreenderem,cada um, uma pluralidade de campos;em que o fluxo turbo expandido compreender umapluralidade de pacotes turbo;em que a segmentação do fluxo turbo expandidocompreender segmentar cada um dos pacotes turbo dentro deuma pluralidade de fragmentos de pacote turbo tendo otamanho especificado; eem que a geração do fluxo de transmissão dualcompreender encher os fragmentos do pacote turbo dentro daárea especificada do fluxo turbo campo a campo de modo queum primeiro fragmento de pacote turbo em cada um dos camposda transmissão dual é sempre o primeiro fragmento de pacoteturbo de um novo pacote turbo.
15. Método gerador de fluxo de transmissão dual, deacordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de Mpacotes turbo completos serem enchidos dentro de cada umdos campos do fluxo normal,em que M é um inteiro maior ou igual a 1; eem que a diferença entre o tamanho total da áreaespecificada do fluxo normal em cada um dos campos do fluxonormal e o tamanho total de M pacotes turbo completosenchidos dentro de cada um dos campos do fluxo normal éinferior ao tamanho de cada um dos fragmentos do pacoteturbo.
16. Método gerador de fluxo de transmissão dual, deacordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato daárea especificada do fluxo normal compreender umapluralidade de áreas de byte de enchimento do fluxo normal;eem que o comprimento de cada um dos fragmentos dofluxo turbo expandido ser igual ao comprimento de cada umadas áreas de bytes de enchimento.
17. Método gerador de fluxo de transmissão dual, deacordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato dofluxo de transmissão dual compreender uma pluralidade decampos, cada um deles compreendendo uma pluralidade depacotes; eem que a geração do fluxo de transmissão dualcompreende encher os fragmentos do fluxo turbo expandido emum dos pacotes que aparecem a intervalos prefixados em cadaum dos campos.
18. Método gerador de fluxo de transmissão dual, deacordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato dacodificação do fluxo turbo compreender:codificar o fluxo turbo utilizando um processo decodificação Reed-Solomon para obter dados de paridade; eanexar os dados de paridade ao fluxo turbo para obtero fluxo turbo codificado; eem que o expandir o fluxo turbo codificado compreenderinserir uma área de inserção de paridade dentro do fluxoturbo codificado para obter o fluxo turbo expandido.
19. Método gerador de fluxo de transmissão dual, deacordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato dofluxo turbo codificado e do fluxo turbo expandidocompreenderem, cada um deles, uma pluralidade de bytes; eem que o inserir a área de inserção de paridadecompreender efetuar uma conversão à taxa de 1/2 do fluxoturbo codificado ao converter cada um dos bytes do fluxoturbo codificado em 2 bytes do fluxo turbo expandido.
20. Método gerador de fluxo de transmissão dual, deacordo com a reivindicação 19, caracterizado pelo fato decada um dos bytes do fluxo turbo codificado consistir de 8bits dispostos na ordem D7, D6, D5, D4, D3, D2, Dl, DO;em que o primeiro byte dos 2 bytes do fluxo . turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem D7, 0, D6,-0, D5, 0, D4, 0;em que um segundo byte dos 2 bytes do fluxo turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem D3, 0, D2,-0, D1, 0, D0, 0; eem que os bits 0 no primeiro e no segundo bytes seremparte da área de inserção de paridade.
21. Método gerador de fluxo de transmissão dual, deacordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato dofluxo turbo codificado e do fluxo turbo expandidocompreenderem, cada um, uma pluralidade de bytes; eem que o inserir a área de inserção de paridadecompreender efetuar a conversão à taxa de 1/4 do fluxoturbo codificado ao converter cada um dos bytes do fluxoturbo codificado em 2 bytes do fluxo turbo expandido.
22. Método gerador de fluxo de transmissão dual, deacordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato decada um dos bytes do fluxo turbo codificado consistir de 8bits dispostos na ordem D7, D6, D5, D4, D3, D2, D1, D0;em que o primeiro byte dos 4 bytes do fluxo turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem de D7, 0,-0, 0, D6, 0, 0, 0;em que o segundo byte dos 4 bytes do fluxo turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem D5, 0, 0,-O, D4, O, O, O;em que ο terceiro byte dos 4 bytes do fluxo turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem D3, 0, 0,-0, D2, 0, 0, 0;em que o quarto byte dos 4 bytes do fluxo turboexpandido consistir de 8 bits dispostos na ordem Dl, 0, 0,-0, DO, 0, 0, 0; eem que os bits 0 no primeiro, no segundo, no terceiro,e no quarto bytes serem parte da área de inserção deparidade.
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