BRPI0710773A2 - forro revestido dupla face, método para unir dois substratos, e, uso do forro revestido dupla face - Google Patents

forro revestido dupla face, método para unir dois substratos, e, uso do forro revestido dupla face Download PDF

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Abstract

FORRO REVESTIDO DUPLA FACE, MéTODO PARA UNIR DOIS SUBSTRATOS, E, USO DO FORRO REVESTIDO DUPLA FACE. é descrito um veículo revestido na face e verso caracterizado por um material de revestimento externo feito por uma massa sensível à pressão em um lado do veículo (daqui em diante referido como lado frontal) e um material de revestimento externo feito de um material de liberação apolar que gera um ângulo de contato maior que 85<198> com a água a 20<198>C com água no outro lado do veículo (daqui em diante referido como lado de trás).

Description

"FORRO REVESTIDO DUPLA FACE, MÉTODO PARA UNIR DOISSUBSTRATOS, E, USO DO FORRO REVESTIDO DUPLA FACE"
A invenção diz respeito a forro revestido dupla facecompreendendo em um lado (referido a seguir como face) uma camadaexterna de um adesivo sensível à pressão e no outro lado (referido a seguircomo verso) uma camada externa de um revestimento de liberação apoiar queforma um ângulo de contato maior que 85 0 com a água a 20 0C.
Embalagem é freqüentemente produzido por selagem a frio deforros revestidos dupla face. Forros deste tipo eram revestidos em um lado(referido a seguir como face) com um adesivo adequado para selagem a frio.
Antes de seu uso, os forros eram geralmente bobinados para formar um rolo.No curso de tal operação, certamente, a face revestida com o adesivo entra emcontato com o verso do forro. De maneira tal que o adesivo não grude noverso (o que tornaria todo o rolo inutilizável), o verso do forro é revestidocom uma camada de liberação.
O adesivo e a camada de liberação são selecionados demaneira a não grudar um no outro.
No geral, o adesivo usado é uma borracha natural e a camadade liberação usada é uma poliamida, por exemplo. A borracha natural, que éapoiar, dificilmente gruda, ou não gruda de nenhum modo, na poliamida, queé polar.
O desejo é de forros que sejam adequados para a produção deembalagens para selagem a frio, mas para que adesivos a não ser borrachasnaturais também possam ser usados. Os forros devem ter boas propriedadesde desempenho, em particular alta resistência na emenda da selagem e boaresistência ao bloqueio com relação ao revestimento de liberação.
É um objetivo da presente invenção fornecer tais forros.
Da mesma forma considerado é o forro definido na introduçãoe seu uso.O revestimento adesivo sensível à pressão
O forro tem em um lado (face) uma camada externa de umadesivo sensível à pressão (PSA).
O revestimento com o PSA refere-se a um revestimento que épermanentemente pegajoso a temperatura ambiente (20°C).
O adesivo sensível à pressão deve, preferivelmente, ter adesãoefetiva (pegajosidade) em associação com coesão efetiva (resistência internana camada adesiva).
Portanto, o PSA tem, a 20°C, uma resistência aodesprendimento (como uma medida da adesão) preferivelmente de pelomenos 1 N/2,5 cm, de acordo com o método de medição a seguir.Preferivelmente a resistência ao desprendimento é 1 a 30, maispreferivelmente 5 a 25, muito preferivelmente 10 a 20 N/2,5 cm.
A resistência ao cisalhamento, como uma medida da coesão, épreferivelmente maior que 10 minutos, de acordo com o método de medição aseguir. Preferivelmente a resistência ao cisalhamento é 10 a 3.000 minutos,mais preferivelmente 100 a 2.500 minutos, muito preferivelmente 500 a 2.000minutos.
Os métodos de teste
O adesivo sensível à pressão é revestido a 20 g/m (sólidos)em película de polietileno e secos a 90°C por 3 minutos.
Para a determinação da resistência ao desprendimento (adesão)uma fita de teste de 2,5 cm de largura foi ligada a uma placa de teste de açoinoxidável V2A metalizada com cromo e laminada uma vez usando um rolopesando 1 kg. Ela é então prensada por uma extremidade nas garrassuperiores de um equipamento de teste tensão/deformação. A tira adesiva épuxada da superfície de teste (aço inoxidável V2A) a 300 mm/minuto e emum ângulo de 180 isto é, a tira adesiva foi inclinada e puxada em paralelo àplaca de teste, e a força necessária para realizar isto foi medida. A medida daresistência ao desprendimento é a força, em N/2 cm, que resultou como ovalor médio de cinco medições (correspondendo ao método padrão AFERA).A resistência ao desprendimento foi determinada 24 horas depois da ligação.
Para a determinação da resistência ao cisalhamento, as tiras deteste são ligadas com uma área aderida de 25 mm2 em uma placa de teste deaço inoxidável V2A metalizada com cromo, laminada uma vez com um rolopesando 1 kg, armazenada por 10 minutos (em condições padrão, 1 bar, 21°C) e então carregada em suspensão com um peso de 1,5 kg (em condiçõespadrão, 1 bar, 21 C). A medição da resistência ao cisalhamento foi o tempo que levou para que o peso caísse, em minutos; em cada caso, a média foicalculada de 5 medições (correspondendo ao método padrão PSTC).
O adesivo sensível à pressão compreende preferivelmente umligante polimérico sintético (polímero de adesivo sensível à pressão) e, seapropriado, aditivos adicionais.
O polímero de adesivo sensível à pressão é obtidopreferivelmente por polimerização por adição de radical livre de monômeros.
De preferência, mais que 50 % em peso destes monômeros sãoos chamados monômeros principais selecionados de met(acrilatos) de alquilaCl a C20, ésteres de vinila de ácidos carboxílicos compreendendo até 20átomos de C, nitrilas etilenicamente insaturadas, haletos de vinila, éteres devinila de álcoois compreendendo 1 a 10 átomos de C, ou misturas destesmonômeros.
O polímero é composto preferivelmente de pelo menos 50 %,mais preferivelmente pelo menos 70 %, muito preferivelmente pelo menos 85% em peso dos chamados monômeros principais.
Com particular preferência o polímero de adesivo sensível àpressão é composto de mais que 50 %, em particular mais que 70 % e muitopreferivelmente mais que 85 % em peso de (met)acrilatos de alquila Cl aC20, especialmente(met)acrilatos de alquila C2 a C20.Também adequadas, em particular, são misturas de ésteres dealquila de ácido (met)acrílico.
Ésteres de vinila de ácidos carboxílicos com 1 a 20 átomos deC são, por exemplo, laurato de vinila, estearato de vinila, propionato de vinilae acetato de vinila.
Os haletos de vinila são compostos insaturados etilenicamentesubstituídos por cloro, flúor ou bromo, preferivelmente cloreto de vinila ecloreto de vinilideno.
Exemplos de éteres de vinila incluem éter vinil metílico e étervinil isobutílico. É dada preferência aos éteres de vinila de álcooiscompreendendo 1 a 4 átomos de C.
Exemplos de nitrilas são acrilonitrila e metacrilonitrila.É dada preferência muito particular ao acrilato de metila,metacrilato de metila, acrilato de etila, acrilato de n-butila, acrilato de n-hexila, acrilato de octila e acrilato de 2-etilexila e misturas destes monômeros.
Além dos monômeros principais, o polímero de adesivosensível à pressão pode igualmente compreender monômeros adicionais.Pode-se mencionar em particular compostos vinilaromáticos, tais comoestireno, viniltolueno, a- e p-metilestireno, a-butilestireno, 4-n-butilestireno,4-n-decilestireno e hidrocarbonetos com 4 a 8 átomos de C e uma ou maisduplas ligações olefínicas, tais como etileno, butadieno, isopreno ecloropreno.
Além dos monômeros principais e monômeros adicionais, opolímero pode compreender monômeros auxiliares contendo gruposfuncionais, exemplos sendo monômeros com grupos de ácido carboxílico,ácido sulfônico ou ácido fosfônico. Grupos de ácido carboxílico sãopreferidos. Exemplos que podem ser mencionados incluem ácido acrílico,ácido metacrílico, ácido itacônico, ácido maléico e ácido fumárico.
Exemplos de monômeros auxiliares adicionais incluemmonômeros compreendendo grupos hidroxila, especialmente (met)acrilatos dehidroxialquila C1-C10, (met)acrilamida, ou mono(met)acrilato de feniloxietilglicol, acrilato de glicidila, metacrilato de glicidila e amino (met)acrilatos, talcomo (met)acrilato de 2-aminoetila.
Com preferência particular, o polímero de adesivo sensível àpressão compreende monômeros auxiliares com um grupo de ácidocarboxílico, especialmente ácido acrílico; a quantidade é preferivelmente 0,1a 5 % em peso, com base no polímero.
Também adequados são adesivos sensíveis à pressão cujaspropriedades adesivas podem ser ajustadas por reticulação fotoquímica dopolímero de adesivo sensível à pressão como, por exemplo, por irradiaçãocom feixes de elétrons ou luz UV (acRezin® da BASF).
O polímero de adesivo sensível à pressão é reticulávelfotoquimicamente se, por exemplo, prótons de hidrogênio puderem serextraídos da cadeia principal do polímero fotoquimicamente, nem de longeusando um fotoiniciador, ou por meio de feixes de elétrons, formando assimum radical livre que é capaz de entrar nas reações químicas adicionais.
Para este propósito o adesivo sensível à pressão podecompreender um fotoiniciador.
O fotoiniciador pode compreender, por exemplo, os chamadosα-divisores, que são fotoiniciadores em que uma ligação química é clivadapara gerar 2 radicais livres que iniciam as reações de reticulação oupolimerização adicionais.
Exemplos que podem ser mencionados incluem óxidos deacilfosfina (produtos Lucrin® da BASF), hidroxialquilfenonas, (por exemplo,Irgacure® 184), derivados de benzoína, derivados de benzila edialquiloxiacetofenonas.
Em particular, os compostos em questão podem ser H-abstratores, que desanexam um átomo de hidrogênio da cadeia de polímero;estes são, por exemplo, fotoiniciadores com um grupo carbonila. Este grupocarbonila é inserido em uma ligação C-H para formar uma fração C-C-O-H.
Pode-se mencionar aqui, em particular, acetofenona,benzofenona e os derivados destes.
É possível usar ambas as classes se fotoiniciadores sozinhas ouainda em uma mistura. Com preferência os fotoiniciadores são H-abstratores.
O fotoiniciador, ou pelo menos um dos fotoiniciadores, se forusada uma mistura, pode ser anexado ao polímero adesivo.
Com preferência particular o fotoiniciador em questão éincorporado na cadeia de polímero por meio de copolimerização de radicaislivres. Para este propósito, o fotoiniciador preferivelmente compreende umgrupo acrílico ou (met)acrílico.
Fotoiniciadores copolimerizáveis adequados são derivados deacetofenona ou derivados de benzofenona que compreendem pelo menos um,preferivelmente um, grupo etilenicamente insaturado. O grupo etilenicamenteinsaturado é preferivelmente grupo acrílico ou metacrílico.
O grupo etilenicamente insaturado pode ser anexadodiretamente ao anel fenila do derivado de acetofenona ou benzofenona. Emgeral, existe um grupo espaçador localizado entre o anel fenila e o grupoetilenicamente insaturado.
O grupo espaçador pode compreender até 100 átomos de C,por exemplo.
Derivados de acetofenona e derivados de benzofenonaadequados são descritos, por exemplo, em EP-A 346 734, EP-A 377 199 (Iareivindicação), DE-A 40 37 079 (Ia reivindicação) e DE-A 38 44 444 (Iareivindicação) e por meio desta referência também estão incluídos noconteúdo da descrição da presente especificação. Derivados de acetofenona ederivados de benzofenona preferidos são os de fórmula<formula>formula see original document page 8</formula>
em que R é um radical orgânico com até 30 átomos de C, R éum átomo de H ou um grupo metila e R3 é um grupo fenila opcionalmentesubstituído ou um grupo alquila C1-C4.
R1 é, com particular preferência, um grupo alquileno, emparticular um grupo alquileno C2-C8.
R3 é, com particular preferência, um grupo metila ou um grupofenila.
Adesivos sensíveis à pressão são reticuláveis por UVadequados compreendem geralmente 0,0001 a 0,5 mol, mais preferivelmente0,0002 a 0,1 mol, muito preferivelmente 0,003 a 0,01 mol do fotoiniciador oudo grupo molecular que é anexado ao polímero e é ativo como umfotoiniciador, por 100 g de polímero de adesivo sensível à pressão.
Polímeros reticuláveis por UV adequados são disponíveis como nome comercial acResin® da BASF.
O adesivo sensível à pressão usado de acordo com a invençãopode ser um adesivo sensível à pressão aquoso ou um adesivotermorreversível, isto é, um adesivo sensível à pressão substancialmente livrede solvente ou livre de água que é processado a partir do material fundido.
Preferivelmente ele é um adesivo sensível à pressão aquoso.
O adesivo sensível à pressão aquoso compreende o polímerode adesivo sensível à pressão, em particular na forma de uma dispersãoaquosa do tipo obtenível em particular por polimerização por emulsão.
A temperatura de transição vítrea (Tg) do polímero de adesivosensível à pressão é preferivelmente -65 a +10°C, mais preferivelmente -65 a0°C, muito preferivelmente -65 a -10°C ou -65 a -20°C, em uma modalidademuito particularmente preferida a temperatura de transição vítrea é -55 a -300C-50 a -40 0C.
A temperatura de transição vítrea do polímero pode serdeterminada de acordo com métodos costumeiros, tais como termoanálisediferencial ou calorimetria de varredura diferencial (ver, por exemplo, ASTM3418/82, temperatura de ponto médio).
Polímeros de adesivo sensível à pressão podem ser preparadoscopolimerizando os monômeros usando os iniciadores de polimerizaçãocostumeiros e também, se apropriado, reguladores, a polimerizaçãoacontecendo em temperaturas costumeiras em massa (sem solvente), ememulsão, tais como em água ou hidrocarbonetos líquidos, ou em solução. Apolimerização, polimerização em massa, por exemplo, também pode serrealizada em uma extrusora. Com particular preferência a adesivo sensível àpressão, o polímero é preparado por polimerização por emulsão.
O adesivo sensível à pressão pode ser composto do ligante(polímero de adesivo sensível à pressão) sozinho ou ainda pode compreenderigualmente aditivos adicionais. Exemplos adequados incluem as chamadasresinas de pegajosidade (agentes de pegajosidade).
Agentes de pegajosidade são, por exemplo, resinas naturais,tais como breu e seus derivados formados por desproporcionamentos ouisomerização, polimerização, dimerização e/ou hidrogenação. Estas resinaspodem estar presentes na sai forma de sal (com contra-íons monovalentes oupolivalentes (cátions), por exemplo) ou, preferivelmente, na sua formaesterificada. Álcoois usados para esterificação podem ser monoídricos oupoliídricos. Exemplos são metanol, etanodiol, dietileno glicol, trietilenoglicol, 1,2,3-propanotiol e pentaeritritol.
Agentes de pegajosidade preferidos são breu naturais ouquimicamente modificados. Breus são compostos predominantemente deácido abiético ou derivados de ácido abiético.Aditivos adicionais que podem ser adicionados ao adesivo são,por exemplo, antioxidantes, cargas, corantes e agentes de controle de fluxo.
O adesivo sensível à pressão e, desta forma, também a camadaexterna do adesivo sensível à pressão é composto, além da água ou outrossolventes, em particular de mais que 60 %, mais preferivelmente de mais que% e muito preferivelmente mais que 80 % em peso do polímero de adesivosensível à pressão.
A espessura da camada do adesivo sensível à pressão podechegar, por exemplo, a 1 fim a 3 μπι, preferivelmente 10 μπι a 100 μτη.
O revestimento de liberação
De acordo com a invenção, o forro tem no outro lado (verso)uma camada externa de um revestimento de liberação apoiar. Uma mediçãoda polaridade da superfície é o ângulo de contato formado pela borda de umagota de água na superfície do substrato em que a gota está caindo. No caso deuma superfície muito polar a umectabilidade é boa; a gota cai reta nasuperfície e o ângulo entre a borda e a superfície é pequena. No caso de umasuperfície muito apoiar a umectabilidade é fraca; a gota tem mais de umaforma esférica e a área de contato é menor que o diâmetro da gotícula no meioda gota - neste caso o ângulo é grande.
O ângulo de contato de uma gota de água na superfície dosubstrato a 20 0C é maior que 85 preferivelmente maior que 90 maispreferivelmente maior que 95 O ângulo de contato é determinado poranálise de imagem - isto é, projeção do contorno da gotícula em uma tela eavaliação.
O revestimento de liberação pode ser de qualquer materialdesejado; ele pode ser uma película de polímero, que é laminada ou co-extrudada ou pode ser um verniz de liberação líquida, que é aplicado edisposto em película.
No caso de uma película de polímero, películas adequadas sãoas de poliolefinas, exemplos sendo polipropileno, polipropileno orientado oupolietileno. As películas de polímero preferivelmente não são pré-tratadas nasuperfície externa. De maneira que o ângulo de contato desejado sejaformado, nenhuma descarga elétrica (pré-tratamento corona) deve serrealizada; além disso, as películas de polímero não devem ter sido revestidascom revestimento base polar.
O revestimento de liberação é preferivelmente obtido poraplicação de um verniz de liberação líquida e secagem subseqüente.
O verniz de liberação é preferivelmente uma dispersão ousolução, o solvente preferido sendo água, solventes orgânicos miscíveis emágua ou misturas destes. Em particular o solvente é água ou uma misturacomposta de pelo menos 50 %, em particular pelo menos 75 % em peso deágua.
O verniz de liberação compreende em particular um polímeroapoiar sintético (referido abaixo como polímero de liberação para abreviação)
O polímero de liberação é preferivelmente obtenível porpolimerização adicional de radical livre de monômeros. Preferivelmente maisque 60 %, em particular mais que 70 %, mais preferivelmente mais que 80 %e muito preferivelmente mais que 90 % em peso dos monômeros sãohidrocarbonetos alifáticos com 2 a 8 átomos de C e uma ou mais duplasligações. Com particular preferência, os monômeros são hidrocarbonetosalifáticos com 2 a 8, mais preferivelmente 2 a 4 átomos de C e uma duplaligação. É dada preferência muito particular ao etileno.
Além do monômero apoiar, o polímero de liberação podecompreender monômeros adicionais como componentes constituintes e, emparticular, estes também podem ser monômeros contendo grupos polares,exemplos sendo grupos hidroxila, grupo amino, grupo ácido, grupos éster ougrupos de sal. É dada preferência particular aos monômeros contendo gruposéster ou grupo ácido, especialmente grupo ácido carboxílico. Monômerosparticularmente adequados são ácidos monocarboxílicos ou dicarboxílicos,tais como ácido acrílico, ácido metacrílico ou ácido maléico e monômeroscompreendendo ésteres de vinila como grupos éster, especialmente acetato devinila.
A presença de grupos polares, grupos ácido carboxílico, porexemplo, no polímero de liberação (preferivelmente polietileno) pode seralternativamente obtida por meio de reação análoga ao polímero subseqüente,um exemplo sendo oxidação com oxigênio.
O polímero de liberação preferivelmente tem um teor degrupos polares (ver anteriormente), em particular um teor de grupos ácido,com particular preferência um teor de grupos ácido carboxílico, de 0,01 a 1mol por 100 g de polímero de liberação; a quantidade é com particularpreferência pelo menos 0,2 mol por 100 g de polímero de liberação. Aquantidade geralmente não excede 0,8 mol ou 0,6 mol por 100 g de polímerode liberação.
O polímero de liberação preferivelmente tem um pesomolecular médio Mw de 1.000 a 10.000 g/mol, em particular 1.000 a 40.000g/mol, com particular preferência de 1.000 a 20.000 g/mol, com preferênciamuito particular de 3.000 a 18.000 g/mol e, em uma modalidade particular, de5.000 a 15.000 g/mol (conforme determinado por meio de cromatografia depermeação em gel).
O verniz de liberação pode compreender constituintesadicionais; os adequados incluem, em particular, emulsificantes e colóidesprotetores para dispersar o polímero de liberação em água.
Aditivos adicionais podem ser auxiliares, tais comodesespumantes, auxiliares para ajuste de pH (soluções de hidróxido de metalalcalino) ou auxiliares de dispersão.
Processos para preparar polímeros de liberação sãoconhecidos. No caso de polietileno, os processos de polimerização catalíticacostumeiros são particularmente adequados, depois dos quais o polímeroobtido pode ser dissolvido ou disperso no solvente selecionado.
O verniz de liberação pode ser aplicado de uma maneiraconvencional. A taxa de aplicação (sem solvente ou água, isto é, depois dasecagem) é, por exemplo, 1 a 50 g/m , mais preferivelmente de 1 a 30 g/m ,muito preferivelmente IalO g/m .
A camada seca do verniz de liberação é composta, emparticular, de mais que 60 %, com particular preferência mais que 80 %, compreferência muito particular mais que 90 % em peso do polímero de liberação.
O material de suporte
O suporte em si pode ser composto, por exemplo, de papel ouuma película de polímero.
O suporte é composto em particular de uma película depolímero, película de polímero metalizada ou película de polímero pré-tratadacom corona. Pode-se mencionar em particular as películas de polipropilenoorientado, polietileno, preferivelmente polietileno de alta densidade, oupoliésteres, tais como poli(tereftalato de etileno) ou poli(tereftalato debutadieno).
O suporte revestido dupla face total
O revestimento de adesivo sensível à pressão pode serrevestido diretamente na face do forro, embora entre o forro e o revestimentode adesivo sensível à pressão também possa existir outras camadas, tais comocamadas primárias ou camadas de tinta de impressão (imagens coloridas oupreto e branco). O que é essencial é que a camada do adesivo sensível àpressão esteja localizada no exterior.
Entre o revestimento de liberação e o forro podem existircamadas adicionais; as adequadas incluem, por sua vez, camadas de umrevestimento base que melhora a adesão e camadas de tinta de impressão. Orevestimento de liberação externo também pode ter a função de proteção dascamadas adjacentes, particularmente a camada de tinta de impressão, comrelação aos efeitos externos.
Suportes revestidos dupla face têm a seguinte construção, aseqüência das camadas correspondendo ao arranjo espacial:
Revestimento de adesivo sensível à pressão
Suporte
Camada de revestimento base, se apropriadaCamada de tinta de impressão, se apropriada
Revestimento de liberação
O forro revestido dupla face preferivelmente tem umaespessura que totaliza 1 μπι a 2 mm, mais preferivelmente 1 μηι a 200 μm.
Ouso
O forro revestido dupla face da invenção é adequado emparticular para selagem a frio. Por selagem a frio entende-se um método emque a temperatura na camada adesiva (e preferivelmente também atemperatura dos substratos a ser ligado) é menor que 40 0C, em particularmenor que 30 0C ou menor que 25 0C. No geral, a selagem a frio é realizadana temperatura ambiente que prevalece, em outras palavras, geralmente emtemperaturas de 10 a 30 0C, em particular 15 a 25 0C. Os substratos sãopreferivelmente colocados em contato exercendo pressão. Pressões adequadassão as que variam de apenas poucos milibar até muitos bar acima da pressãopadrão (1 bar); pode-se mencionar as pressões de 0,01 a 5 bar, em particularde 0,1 a 3 bar acima da pressão padrão. O tempo de selagem (tempo durante oqual a temperatura e, se apropriado, a pressão são mantidos) é, por exemplo,0,1 a 20 segundos, em particular 0,1 a 3 segundos, com 0,5 segundos, emparticular, sendo típica.
O forro da invenção é, desta forma, adequado para unir doissubstratos, para que:
- pelo menos um dos dois substratos a ser ligado é um forrorevestido dupla face da invenção e
- os dois substratos são colocados em contato, com aplicaçãoda pressão, se apropriado
- a temperatura no adesivo sensível a pressão sendo menor que40°C (selagem a frio).
Preferivelmente, cada um dos dois substratos a ser ligado é umforro da invenção.
O forro revestido dupla face é usado em particular paraproduzir embalagem: para este propósito, ele pode ser ligado por selagem afrio a qualquer outro substrato, especialmente películas de polímero(incluindo, se apropriado, películas de polímero metalizadas ou pré-tratadascom corona).
O forro revestido dupla face é preferivelmente ligado a sipróprio por selagem a frio, as faces revestidas por adesivo sensível à pressãosendo colocadas em contato em cada caso.
A embalagem é selada por meio de selagem a frio tão logo osconteúdos a ser embalados sejam introduzidos.
A embalagem é particularmente adequada para alimentos.
Vantagens adicionais do forro da invenção são sua boaselabilidade a frio e boa resistência ao bloqueio da face no verso (a camada deadesivo sensível à pressão não adere à camada de liberação). O forro pode serenrolado e posteriormente processado a partir do rolo. No curso da rolagem, aface e o verso do forro entram em contato direto. A aderência da face no versotornaria o forro inutilizável e ainda o forro da invenção pode ser processadosem problemas.
Exemplos
Produção do forro revestido dupla face
O forro usado é película de polipropileno orientado (oPP).
A película foi revestida no verso com um verniz de liberação(0,07 mm de fio médico, 1,2 g/m2), e seco a 90 0C por 30 minutos.
Os seguintes vernizes de liberação foram usados:
- uma solução de poliamida (para comparação), ângulo decontato da superfície com água: 85 0
- Poligen® WE1, uma solução de um polietileno de baixamassa molecular com um baixo teor de ácido acrílico (produto comercial daBASF, de acordo com a invenção), ângulo de contato da superfície com água:98 0
A face frontal foi revestida com dispersões de adesivo sensívelà pressão aquosas comercialmente costumeiras (0,1 mm de fio médico, parataxa de aplicação ver tabela) e seca a 105 0C por 30 segundos.
Dispersões de adesivos sensíveis a pressão usados foram como
se segue:
Acronal ® V212, uma dispersão de poliacrilato da BASF
Acronal ® DS3547, uma dispersão de poliacrilato da BASF
Testes
Resistência da emenda de selagem
Tiras de 15 mm de largura foram cortadas das películas oPPrevestidas dupla face; duas tiras foram colocadas com o lado adesivo umcontra o outro e foram seladas no aparato de selagem a 2,1 bar por 0,5segundo. Imediatamente depois da selagem, as resistências ao desprendimentoem N/15 mm foram determinadas com uma velocidade de desprendimento de50 mm/minuto.
Teste de bloqueio
As películas oPP revestidas dupla face foram colocadas com olado do verniz de liberação contra o lado do adesivo sensível à pressão eforam submetidas a uma carga de peso de 10 toneladas métricas por 24 horas;daí em diante a resistência ao desprendimento em N/25 mm foi determinadacom uma velocidade desprendimento de 800 mm/minuto. Assim que possívelo lado adesivo não deve grudar no verniz de liberação e, então, a resistênciaao desprendimento obtida deve ser a menor possível.
Resultados
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Claims (16)

1. Forro revestido dupla face, caracterizado pelo fato de quecompreende em um lado (referido a seguir como face) uma camada externa deuma adesivo sensível a pressão e no outro lado (referido a seguir como verso)uma camada externa de um revestimento de liberação apoiar que forma umângulo de contato maior que 85° com a água a 20°C.
2. Forro revestido dupla face, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a camada de adesivo sensível a pressão écomposta de mais que 60 % em peso de um ligante polimérico sintético(referido a seguir como polímero de PSA (adesivo sensível a pressão) paraabreviação).
3. Forro revestido dupla face, de acordo com a reivindicação 1ou 2, caracterizado pelo fato de que o polímero de PSA é obtenível porpolimerização por adição de radical livre de monômeros e mais que 50 % empeso destes monômeros são os chamados monômeros principais selecionadosde (met)acrilatos de alquila Cla C20, ésteres de vinila de ácidos carboxílicoscompreendendo até 20 átomos de C, nitrilas etilenicamente insaturadas,haletos de vinila, éteres de vinila de álcoois compreendendo IalO átomos deC ou misturas destes monômeros.
4. Forro revestido dupla face, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que o polímero de PSA écomposto de mais que 50 % em peso de (met)acrilatos de alquila Cla C20.
5. Forro revestido dupla face, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que o revestimento deliberação é um verniz de liberação que é aplicado na forma líquida e entãoseco.
6. Forro revestido dupla face, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que a camada seca do vernizde liberação é composta de mais que 60 % em peso de um polímero apoiarsintético (referido a seguir como polímero de liberação para abreviação).
7. Forro revestido dupla face, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que o polímero de liberação éobtenível por polimerização por adição de radical livre de monômeros e maisque 70 % em peso dos monômeros são hidrocarbonetos alifáticos com 2 a 8átomos de C e uma ou duas duplas ligações.
8. Forro revestido dupla face, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que o polímero de liberação écomposto de mais que 70 % em peso de etileno.
9. Forro revestido dupla face, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato de que o polímero de liberaçãotem um peso molecular médio numérico de 1.000 a 100.000 g/mol.
10. Forro revestido dupla face, de acordo com qualquer umadas reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato de que o forro é papel ou umapelícula de polímero.
11. Forro revestido dupla face, de acordo com qualquer umadas reivindicações 1 a 10, caracterizado pelo fato de que entre o forro e acamada externa do verniz de liberação existem camadas adicionais, tais comouma camada de revestimento base e/ou uma camada de tinta de impressão.
12. Forro revestido dupla face, de acordo com qualquer umadas reivindicações 1 a 11, caracterizado pelo fato de que tem uma espessuraque totaliza 0,1 μηι a 2 mm.
13. Método para unir dois substratos, caracterizado pelo fatode que- pelo menos um dos dois substratos a ser ligado é um forrocomo definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 12 e- os dois substratos são colocados em contato, com empenhoda pressão, se apropriado- a temperatura no adesivo sensível a pressão sendo menor que-40 °C (selagem a frio).
14. Método, de acordo com a reivindicação 13, caracterizadopelo fato de que cada um dos substratos a ser ligado é um forro, comodefinido em qualquer uma das reivindicações 1 a 12.
15. Uso do forro revestido dupla face, como definido emqualquer uma das reivindicações 1 a 12, caracterizado pelo fato de que é paraproduzir embalagem selável a frio.
16. Uso do forro revestido dupla face, como definido emqualquer uma das reivindicações 1 a 12, caracterizado pelo fato de que é paraproduzir embalagem para alimento selável a frio.
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