BRPI0711905A2 - mÉtodos e equipamentos para utilizar endereÇos curtos em um sistema de comunicaÇço - Google Patents

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Abstract

MÉTODOS E EQUIPAMENTOS PARA UTILIZAR ENDEREÇOS CURTOS EM UM SISTEMA DE COMUNICAÇçO Os métodos e equipamentos para comunicar entre um terminal de acesso (AT) e o dispositivo remoto através de um ponto de acesso (AD) são descritos. Para comunicações sobre o link aéreo, entre um AP e AT um endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto é usado para rotear pacotes para/de o dispositivo remoto. Isto conserva recursos do link aéreo. Entretanto, para comunicar entre o AD e o dispositivo remoto um endereço mais longo, por exemplo, um endereço IP cheio correspondendo ao dispositivo remoto é usado. O AT converte entre os endereços longos e curtos como informações, por exemplo, pacotes são comunicados entre o dispositivo remoto e o AT. O endereço longo pode ser, por exemplo, um endereço IP que corresponde ao dispositivo remoto usado para rotear pacotes através de um túnel de Camada 2 entre o dispositivo remoto e o AD. Em algumas modalidades o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto.

Description

"MÉTODOS E EQUIPAMENTOS PARA UTILIZAR ENDEREÇOS CURTOS EM UM SISTEMA DE COMUNICAÇÃO"
PEDIDOS RELACIONADOS
0 presente pedido reivindica o beneficio do Pedido de Patente Provisional U.S. No. 60/812.011 depositado em 7 de junho de 2006, intitulado "A METHOD AND APPARATUS FOR L2TP TUNNELING" e o beneficio do Pedido de Patente Provisional U.S. No. 60/812.012 depositado em 7 de junho de 2006 intitulado "A METHOD AND APPARATUS FOR ADDRESSING MULTIPLE ACCESS POINTS" cada qual é incorporado expressamente aqui por referência.
Campo
A presente invenção é direcionada a métodos e equipamentos para comunicações, e mais particular a métodos e equipamentos relativos ao roteamento de pacotes.
Fundamentos
Os sistemas de comunicações sem fio incluem freqüentemente uma pluralidade de pontos de acesso (APs) e/ou de outros elementos de rede além de terminais de acesso, por exemplo, móveis ou outros dispositivos de nó de terminação. Em muitos casos os terminais de acesso normalmente comunicam-se com os pontos de acesso através de links de comunicações sem fio enquanto outros elementos na rede, por exemplo, APs, geralmente comunicam-se através de links não-aéreos, links por exemplo, de fibra, cabo ou fio. No caso de um link aéreo, a largura de faixa é um recurso restrito valioso. Consequentemente é desejável que comunicação sobre o link aéreo seja realizada em uma maneira eficiente sem overhead excessivo.
Links de comunicações entre pontos de acesso e/ou outros dispositivos de rede são freqüentemente menos restringidos de uma perspectiva de largura de faixa do que são os links aéreos entre terminais de acesso e pontos de acesso. Consequentemente, mais overhead em termos do comprimento de endereço e/ou outras informações podem ser aceitáveis sobre links de canal de transporte de retorno do que sobre um link aéreo.
Enquanto endereços IP (Protocolo Internet) forem usados com sucesso nas redes por muitos anos, tendem a incluir um número justo de bits. Para comunicações sobre links aéreos, seria desejável se endereços mais curtos pudessem ser usados sobre o link aéreo. Entretanto, seria desejável que todas as mudanças aos endereços usados sobre o link aéreo não impossibilite o uso de endereços IP sobre outros links, por exemplo, links de canal de transporte de retorno.
SUMÁRIO
Os métodos e equipamentos para comunicar entre um terminal de acesso (AT) e o dispositivo remoto através de um ponto de acesso (AP) são descritos. Para comunicações sobre o link aéreo, entre um AP e AT um endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto é usado para rotear pacotes para/de o dispositivo remoto. Isto conserva recursos do link aéreo. Entretanto, para comunicar entre o AP e o dispositivo remoto um endereço mais longo, por exemplo, um endereço IP cheio correspondendo ao dispositivo remoto é usado. O AT converte entre os endereços longos e curtos como informações, por exemplo, pacotes são comunicados entre o dispositivo remoto e o AT. 0 endereço longo pode ser, por exemplo, um endereço IP que corresponde ao dispositivo remoto usado para rotear pacotes através de um túnel de Camada 2 entre o dispositivo remoto e o AP. Em algumas modalidades o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto. O endereço curto que corresponde ao dispositivo remoto é, em algumas modalidades, uma versão encurtada do endereço IP cheio que corresponde ao dispositivo remoto. Entretanto, o endereço curto não precisa ser uma versão encurtada do endereço IP usado no túnel de Camada 2 e pode ser qualquer endereço atribuído para corresponder ao endereço longo, por exemplo, endereço IP, de comprimento cheio, do dispositivo remoto mas ter poucos bits do que o endereço longo. Em algumas modalidades, o AT que está comunicando com o dispositivo remoto é responsável para indicar ao AP o endereço curto a ser usado sobre o link aéreo para um dado endereço longo.
Isto pode ser feito pelo AT enviando um sinal, por exemplo, mensagem, indicando que um endereço longo particular mapeia em um endereço curto particular fornecido pelo AT. A fim de implementar o mapeamento entre endereços longos e curtos, o AP armazena as informações de mapeamento. Ao receber um pacote, por exemplo, um pacote tunelado, incluindo o endereço longo que corresponde ao dispositivo remoto, o AP determina o endereço curto correspondente da tabela de consulta. O AP transmite então a carga útil de pacote ao AT usando o endereço curto do dispositivo remoto em vez do endereço longo do dispositivo remoto. Desse modo, a carga útil de pacote é comunicada ao AT com o remetente sendo identificado usando o endereço curto em oposição ao endereço longo cheio. O AT conhece o mapeamento entre os endereços longo e curto e é capaz de identificar a fonte original da carga útil de pacote. No que diz respeito aos pacotes que estão sendo direcionados ao dispositivo remoto, o AT envia a carga útil de pacote com o endereço curto do dispositivo remoto ao AP. O AP pesquisa então o endereço curto, substitui-o com o longo, por exemplo, endereço IP cheio e então encaminha a carga útil de pacote ao dispositivo remoto usando o endereço longo do dispositivo remoto para indicar o destino do pacote sendo enviado. pacote de um dispositivo remoto, o pacote incluindo um endereço longo e informações a serem comunicadas;
determinar um endereço curto que corresponde ao endereço longo a ser usado para comunicações através de um link de comunicações, o endereço curto incluindo poucos bits do que o endereço longo e transmitir as informações a serem comunicadas com õ endereço·· curto ao terminal de acesso. Um outro método exemplar de operar um ponto de acesso para comunicar informaçõps a um dispositivo remõto de acordo com algumas modalidades, compreende: receber um pacote de um terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas a um dispositivo remoto; determinar· um endereço longo que corresponde ao endereço curto à ser usado para comunicar o dispositivo remoto ao pacotè, o endereço longo incluindo mais bits do qpe o endereço curto e enviar as informações a serè comunicadas com o endereço, longo, ao dispositivo remoto.
Um ponto de acesso exemplar para comunicar informações a ura. terminal de acesso compreendendo: uma. · inte-rfacè de rede para receberum pacote de um dispositivo remoto através de uma conexão de rede o pacote incluindo um endereço longo e informações a serem comunicadas um endereço longo ao módülo de mapeamento dé endereço curto para determinar um; endereço curto que corresponde ào( endereço longo, o endereço, curto para o uso através de um link de comunicações sem fio o endereço curto incluindo poucos bits do que o endereço longo um módulo de geração de pacote de downlink para gerar um pacote incluindo o endereço curto e as informações a serem comunicadas e um transmissor sem fio para transmitir, através do link de comunicações sem fio pacotes de downlink.
Um método exemplar para operar um terminal de acesso para comunicar informações a um dispositivo remoto fio, o endereço curto incluindo poucos bits do que o endereço longo; um módulo de geração de pacote de downlink para gerar um pacote incluindo o endereço curto e as informações a serem comunicadas; e um transmissor sem fio para transmitir, sobre o link de comunicações sem fio, pacotes de downlink.
Um método exemplar de operar um terminal de acesso para comunicar informações a um dispositivo remoto através de um ponto de acesso, de acordo com algumas modalidades, compreende: comunicar o ponto de acesso uma mensagem indicando um mapeamento entre um endereço curto usado pelo terminal de acesso para identificar o dispositivo remoto e um endereço longo usado pelo ponto de acesso para identificar o dispositivo remoto; e transmitir informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto, sobre um link aéreo ao ponto de acesso com o endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto. Outro método exemplar de operar um terminal de acesso para comunicar informações a um dispositivo remoto através de um ponto de acesso, de acordo com algumas modalidades, compreende: comunicar ao ponto de acesso uma mensagem indicando um mapeamento entre um endereço curto usado pelo terminal de acesso para identificar o dispositivo remoto e um endereço longo usado pelo ponto de acesso para identificar o dispositivo remoto; e transmitir informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto, sobre um link aéreo ao ponto de acesso com o endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto. Um terminal de acesso exemplar para comunicar informações a um dispositivo remoto através de um ponto de acesso, compreende: um módulo de geração de mensagem de mapeamento para gerar uma mensagem indicando um mapeamento entre um endereço curto usado pelo terminal de acesso para identificar o dispositivo remoto e um endereço longo usado pelo ponto de acesso para identificar o dispositivo remoto; um módulo de geração de pacote para gerar pacotes de dados direcionados ao dispositivo remoto, os pacotes incluindo um endereço curto usado pelo terminal de acesso para identificar um dispositivo remoto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto; e um transmissor sem fio para transmitir a mensagem de informações de mapeamento e pacotes gerados ao ponto de acesso.
Enquanto as várias modalidades foram discutidas no sumário acima, deve-se apreciar que não necessariamente todas as modalidades incluem as mesmas características e algumas das características descritas acima não são necessárias, mas pode ser desejável em algumas modalidades. Inúmeras características, modalidades e benefícios adicionais são discutidos na descrição detalhada que segue.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Figura 1 ilustra um sistema de comunicação sem fio de acesso múltiplo de acordo com uma modalidade.
Figura 2 é um diagrama de blocos de um sistema de comunicação exemplar.
Figura 3 ilustra uma rede exemplar que inclui uma arquitetura de rede de acesso distribuída (AT) e um terminal de acesso (AT).
Figura 4 ilustra uma rede exemplar que inclui uma arquitetura AN centralizada e um AT.
Figura 5 é um fluxograma de um método exemplar de operar um ponto de acesso para comunicar informações a um terminal de acesso.
Figura 6 é um fluxograma de um método exemplar de operar um ponto de acesso para comunicar informações a um dispositivo remoto, por exemplo, um ponto de acesso remoto.
Figura 7 é um desenho de um ponto de acesso exemplar de acordo com várias modalidades. Figura 8 é um fluxograma de um método exemplar de operar um terminal de acesso para comunicar informações a um dispositivo remoto através de um ponto de acesso.
Figura 9 é um fluxograma de um método exemplar de operar um terminal de acesso para receber informações de um dispositivo remoto através de um ponto de acesso.
Figura 10 é um desenho de um terminal de acesso exemplar de acordo com várias modalidades.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Os sistemas de comunicação sem fio são amplamente desenvolvidos para fornecer vários tipos de conteúdo de comunicação tais como voz, dados, e assim por diante. Estes sistemas podem ser sistemas de múltiplo-acesso capazes de suportar comunicação com múltiplos usuários compartilhando os recursos de sistema disponíveis (por exemplo, largura de banda e potência de transmissão) . Os exemplos de tais sistemas de múltiplo-acesso incluem a Interoperabilidade Mundial para Acesso por Microondas (WiMAX), protocolos de infravermelho tais como Associação de Dados de Infravermelho (IrDA), protocolos/tecnologias sem fio de curto alcance, tecnologia Bluetooth®, protocolo ZigBee®, protocolo de banda ultra larga (UWB), radiofreqüência doméstica (HomeRF), protocolo de acesso sem fio compartilhado (SWAP), tecnologia de banda larga tal como uma aliança de compatibilidade Ethernet sem fio (WECA), aliança de fidelidade sem fio (Wi-Fi Alliance), tecnologia de rede 802.11, tecnologia de rede de telefonia pública comutada, tecnologia de rede de comunicações heterogênea pública tal como a Internet, rede de comunicações sem fio privada, rede de rádio móvel terrestre, acesso múltiplo por divisão de códigos (CDMA), acesso múltiplo por divisão de códigos de banda larga (WCDMA), sistema de telecomunicações móvel universal (UMTS) , serviço telefônico móvel avançado (AMPS), acesso múltiplo por divisão de tempo (TDMA), acesso múltiplo por divisão de freqüência (FDMA), acesso múltiplo por divisão de freqüência ortogonal (OFDMA), sistema global para comunicações móveis (GSM), tecnologia de rádio- transmissão (RTT) de portadora única (IX), tecnologia somente de dados de evolução (EV-DO), serviço geral do rádio por pacote (GPRS), ambiente GSM de dados aperfeiçoado (EDGE), acesso de alta velocidade de pacote de dados de downlink (HSPDA), sistemas satélites analógicos e digitais, e alguns outros tecnologias/protocolos que puderem ser usados em pelo menos um uma rede de comunicações sem fio e uma rede de transmissões de dados.
Geralmente, um sistema de comunicação sem fio de múltiplo-acesso pode simultaneamente suportar uma comunicação para múltiplos terminais sem fio. Cada terminal comunica-se com uma ou mais estações base através de transmissões nos links direto e reverso. 0 link direto (ou downlink) refere-se ao link de comunicação das estações base aos terminais, e o link reverso (ou uplink) refere-se ao link de comunicação dos terminais às estações base. Este link de comunicação pode ser estabelecido através de um sistema única-entrada e única saida, múltipla-entrada e única-saida ou múltipla-entrada e múltipla-saida (MIMO).
Referindo-se a Fig. 1, um sistema de comunicação sem fio de acesso múltiplo de acordo com uma modalidade é ilustrado. Um ponto de acesso 100 (AP) inclui múltiplos grupos de antena, um incluindo 104 e 106, outros incluindo 108 e 110, e um adicional incluindo 112 e 114. Na Fig. 1, somente duas antenas são mostradas para cada grupo de antena, entretanto, mais ou poucas antenas podem ser utilizadas para cada grupo de antena. 0 terminal de acesso (AT) 116 está em comunicação com as antenas 112 e 114, onde as antenas 112 e 114 transmitem informações ao terminal de acesso 116 sobre link direto 120 e recebem informações do terminal de acesso 116 sobre o link reverso 118. O terminal de acesso 122 está em comunicação com as antenas 106 e 108, onde as antenas 106 e 108 transmitem informações ao terminal de acesso 122 sobre o link direto 126 e recebem informações do terminal de acesso 122 sobre o link reverso 124. Em um sistema FDD, os links de comunicação 118, 120, 124 e 126 podem usar freqüências diferentes para comunicação. Por exemplo, link direto 120 pode usar uma freqüência diferente então que usada pelo link reverso 118.
Cada grupo de antenas e/ou a área em que é projetado para comunicar é referido freqüentemente como um setor do ponto de acesso. Na modalidade, cada grupo de antena é projetado para comunicar com terminais de acesso em um setor das áreas cobertas pelo ponto de acesso 100.
Em uma comunicação sobre os links direto 120 e 126, as antenas de transmissão do ponto de acesso 100 utilizam formação de feixe a fim de melhorar a relação sinal/ruido de links direto para os terminais de acesso diferentes 116 e 122. Também, um ponto de acesso usando formação de feixe para transmitir aos terminais de acesso dispersados aleatoriamente por sua cobertura faz com que menos interferência aos terminais de acesso em células vizinhas do que um ponto de acesso que transmite através de uma única antena a todos seus terminais de acesso.
Um ponto de acesso pode ser uma estação fixa usada para comunicar com os terminais e pode também ser referido como um nó de acesso, um nó B, uma estação base ou alguma outra terminologia. Um terminal de acesso pode também ser chamado um dispositivo de acesso, o equipamento de usuário (UE), um dispositivo de comunicação sem fio, terminal, terminal sem fio, terminal móvel, nó móvel, nó de terminação ou alguma outra terminologia. A Fig. 2 é um diagrama de blocos de uma modalidade de um ponto de acesso exemplar 210 e de um terminal de acesso exemplar 250 em um sistema MIMO 200. No ponto de acesso 210, os dados de tráfego para um número de fluxos de dados são fornecidos de uma fonte de dados 212 a um processador de dados de transmissão (TX) 214.
Em uma modalidade, cada fluxo de dados é transmitido sobre uma respectiva antena de transmissão. O processador de dados TX 214 formata, codifica e intercala os dados de tráfego para cada fluxo de dados baseado em um esquema de codificação particular selecionado para aquele fluxo de dados para fornecer dados codificados.
Os dados codificados para cada fluxo de dados podem ser multiplexados com dados piloto usando técnicas OFDM. Os dados piloto são tipicamente um padrão de dados conhecido que é processado em uma maneira conhecida e pode ser usado no sistema de receptor para estimar a resposta de canal. Os dados piloto codificados e multiplexados para cada fluxo de dados são modulados então (isto é, mapeado em símbolos) baseado em um esquema de modulação específico (por exemplo, BPSK, QSPK, M-PSK, ou M-QAM) selecionado para aquele fluxo de dados para fornecer símbolos de modulação. A taxa de dados, codificação, e modulação para cada fluxo de dados pode ser determinada pelas instruções realizadas pelo processador 230.
Os símbolos de modulação para cada um dos fluxos de dados são fornecidos então a um processador MIMO TX 220, que pode ainda processar os símbolos de modulação (por exemplo, para OFDM). O processador MIMO TX 220 fornece então Nt fluxos de símbolo de modulação aos Nt transmissores (TMTR) 222a a 222t. Em determinadas modalidades, o processador MIMO TX 220 aplica pesos de formação de feixe aos símbolos dos fluxos de dados e à antena da qual o símbolo está sendo transmitido.
Cada transmissor (222a,..., 222t) recebe e processa um fluxo respectivo de símbolo para fornecer um ou mais sinais analógicos, e condições adicionais (por exemplo, amplifica, filtra, e converte ascendentemente) os sinais analógicos para fornecer um sinal modulado apropriado para transmissão sobre o canal MIMO. Os Nt sinais modulados dos transmissores 222a a 222t são transmitidos então das Nt antenas 224a a 224t, respectivamente.
No terminal de acesso 250, os sinais modulados transmitidos são recebidos pelas Nr antenas 252a a 252r e o sinal recebido de cada antena 252 é fornecido a um respectivo receptor (RCVR) 254a a 254r. Cada receptor (254a,..., 254r) condiciona (por exemplo, filtra, amplifica, e converte descendentemente) um respectivo sinal recebido, digitaliza o sinal condicionado para fornecer amostras, e adicionalmente processa as amostras para fornecer um fluxo de símbolo "recebido" correspondente.
Um processador de dados RX 260 então recebe e processa os Nr fluxos de símbolo recebidos dos Nr receptores (254a,..., 254r) com base em uma técnica de processamento de receptor particular para fornecer Nt fluxos de símbolo "detectados". O processador de dados RX 260 a seguir demodula, deintercala, e decodifica cada fluxo de símbolo detectado para recuperar os dados de tráfego para o fluxo de dados. 0 processamento pelo processador de dados RX 260 é complementar àquele realizado pelo processador MIMO TX 220 e processador de dados TX 214 no sistema transmissor 210.
Um processador 27 0 determina periodicamente que matriz de pré-codificação a usar (discutido abaixo). O processador 270 formula uma mensagem de link reverso compreendendo uma parte do índice de matriz e uma parte de valor de classificação.
A mensagem de link reverso pode compreender vários tipos de informações a respeito do link de comunicação e/ou do fluxo de dados recebido. A mensagem de link reverso é processada então por um processador de dados TX 238, que também recebe dados do tráfego para um número de fluxos de dados de uma fonte de dados 236, modulado por um modulador 280, condicionado pelos transmissores 254a a 254r, e transmitido, através das antenas (252a, 252r), respectivamente, de volta ao ponto de acesso 210.
No ponto de acesso 210, os sinais modulados do terminal de acesso 250 são recebidos pelas antenas 224, condicionados pelos receptores 222, demodulados por um demodulador 240, e processados por um processador de dados RX 242 para extrair a mensagem de link reverso transmitida pelo sistema receptor 250. 0 processador 230 determina então que matriz de pré-codificação a usar para determinar os pesos de formação de feixe, a seguir processa a mensagem extraída.
A memória 232 inclui rotinas e dados/informações.
Os processadores 230, 220 e/ou 242 executam as rotinas e usam os dados/informações na memória 232 para controlar a operação do ponto de acesso 210 e implementar métodos. A memória 272 inclui rotinas e dados/informações. Os processadores 270, 260, e/ou 238 executam as rotinas e usam os dados/informações na memória 272 para controlar a operação do terminal de acesso 250 e implementar métodos.
Em um aspecto, SimpleRAN é projetado para simplificar significativamente os protocolos de comunicações entre os elementos de rede de acesso de canal de transporte de retorno em uma rede de rádio acesso sem fio, enquanto fornecendo rápido handoff para acomodar as demandas de aplicações de baixa latência, tais como VOIP, em condições de rápidas mudanças de rádio.
Em um aspecto, a rede compreende terminais de acesso (AT) e uma rede de acesso (AN).
A AN suporta uma implantação centralizada e distribuída. As arquiteturas de rede para as implantações centralizadas e distribuídas são mostradas nas Fig. 3 e Fig. 4 respectivamente.
A Figura 3 ilustra uma rede exemplar 300 incluindo uma AN distribuída 302 e um AT 303.
Arquitetura de Rede Distribuída
Na arquitetura distribuída mostrada na Fig. 3, a AN compreende os pontos de acesso (AP) e agentes nativos (HA). A AN inclui uma pluralidade de pontos de acesso (APa 304, APb 306, APc 308) e agente nativo 310. Além disso, a AN 302 inclui uma nuvem IP 312. Os APs (304, 306, 308) são acoplados à nuvem IP através de links (314, 316, 318), respectivamente. A nuvem IP 312 é acoplada ao HA 310 através do link 320.
Um AP inclui uma:
Função de rede (NF):
• Uma por AP, e múltiplas NFs podem servir um único AT.
• Uma única NF é o ponto de anexação de camada IP (IAP) para cada AT, isto é, a NF a qual o HA encaminha pacotes enviados ao AT. No exemplo da figura 4, a NF 336 é o IAP atual para AT 303, como mostrado pela linha 322 na fig. 4.
• 0 IAP pode mudar (handoff L3) para aperfeiçoar o roteamento de pacotes sobre o canal de transporte de retorno ao AT.
• O IAP também realiza a função do mestre de sessão para o AT. (Em algumas modalidades, somente o mestre de sessão pode realizar a configuração de sessão, ou mudar o estado de sessão.)
• A NF atua como o controlador para cada uma das TFs no AP e realiza funções tipo alocação, gerenciamento e desconexão de recursos para um AT na TF.
Funções de transceptor (TF) ou setor:
• Múltiplas por AP, e múltiplas TFs podem servir um único AT.
• Fornece a anexação de interface aérea para o AT.
Pode ser diferente para os links direto e reverso.
• Mudanças (handoff L2) baseadas nas condições de rádio.
Na AN APa 304 inclui NF 324, TF 326 e TF 328. Na AN APb 306 inclui NF 330, TF 332 e TF 334. Na AN APc 308 inclui NF 336, TF 338 e TF 340.
Um AT inclui:
Interface I_x apresentada ao nó móvel (MN) para cada NF no conjunto ativo.
Nó móvel (MN) para suportar mobilidade de camada IP no terminal de acesso.
APs comunicam-se usando um protocolo de tunelamento definido sobre IP. O túnel é um túnel IP-em-IP para o plano dos dados e um túnel L2TP para o plano de controle.
AT exemplar 303 inclui uma pluralidade de Interfaces (I_a342, I_b 344, I_c 346) e MN 348. AT 303 pode ser, e é às vezes, acoplado ao AP_a 304 através do link sem fio 350. AT 303 pode ser, e é às vezes, acoplado a AP_b 306 através do link sem fio 352. AT 303, pode ser, e é às vezes, acoplado ao AP_c 308 através do link sem fio 354.
Figura 4 ilustra uma rede exemplar 400 incluindo uma AN distribuída 402 e um AT 403. Arquitetura de Rede Centralizada Em uma arquitetura centralizada mostrada na Fig. 4, a NF é associada não mais logicamente com uma única TF, assim a AN compreende funções de rede, pontos de acesso e agentes nativos. AN exemplar 4 02 inclui uma pluralidade de NFs (404, 406, 408), uma pluralidade de APs (AP_a 410, AP_b 412, AP_c 414), HA 416 e nuvem IP 418. A NF 404 é acoplada à nuvem IP 418 através do link 420. A NF 406 é acoplada à nuvem IP 418 através do link 422. A NF 408 é acoplada à nuvem IP 418 através do link 424. A nuvem IP 418 é acoplada a HA 416 através da ligação 426. A NF 404 é acoplada a (AP_a 410, AP_b 412, AP_c 414) através dos links (428, 430, 432), respectivamente. A NF 406 é acoplada (AP_a 410, AP_b 412, AP_c 414) através dos links (434, 436, 438), respectivamente. A NF 408 é acoplada a (AP_a 410, AP_b 412, AP_c 414) através dos links (440, 442, 444), respectivamente.
O AP_a 410 inclui TF 462 e TF 464. 0 AP_b 412 inclui TF 466 e TF 468. O AP_c 414 inclui TF 470 e TF 472.
Uma vez que uma NF atua como o controlador para uma TF, e muitas NFs podem ser logicamente associadas com uma única TF, o controlador de NF para um AT, isto é, a NF comunicando-se com um AT como em uma parte do conjunto ativo, realiza as funções de alocação, gerenciamento e desconexão de recursos para a TF naquele AT.
Conseqüentemente, as múltiplas NFs podem controlar recursos em uma única TF, embora estes recursos sejam gerenciados independente. No exemplo da figura 4, a NF 408 está atuando como um IAP para AT 403, como mostrado pela linha 460.
O resto das funções lógicas realizadas é o mesmo que para a arquitetura distribuída.
AT 403 exemplar inclui uma pluralidade de interfaces (I_a 446, I_b 448, I_c 450) e MN 452. AT 403 pode ser, e é às vezes, acoplado ao AP_a 410 através do link sem fio 454. AT 403 pode ser, e é às vezes, acoplado a AP__b 412 através do link sem fio 456. AT 403 pode ser, e é às vezes, acoplado a AP_c 414 através do link sem fio 458. Acesso e Gerenciamento de Conjunto Ativo
Nos sistemas tipo DO e 802.20, um AT obtém serviço de um AP fazendo uma tentativa de acesso em um canal de acesso de um setor particular (TF) . A NF associada com a TF que recebe a tentativa de acesso contacta o IAP que é o mestre de sessão para o AT e recupera uma cópia da sessão do AT. (0 AT indica a identidade do IAP incluindo um UATI na carga útil de acesso. 0 UATI pode ser usado como um endereço IP para endereçar diretamente o IAP, ou pode ser usado para pesquisar o endereço do IAP.) Em uma tentativa bem sucedida de acesso, o AT é atribuído recursos de interface aérea tais como um ID MAC (Identificador de Controle de Acesso ao Meio) e canais de dados para comunicar com esse setor.
Adicionalmente, o AT pode enviar um relatório indicando os outros setores que podem ouvir e suas intensidades de sinal. A TF recebe o relatório e encaminha- o a um controlador baseado em rede na NF que fornece por sua vez o AT com um conjunto ativo. Para DO e 802.20 como são implementados hoje, existem exatamente uma NF que o AT pode se comunicar (exceto durante um handoff de NF quando existir temporariamente duas) . Cada um das TFs em comunicação com o AT encaminhará os dados recebidos e sinalização a esta única NF. Esta NF também atua como um controlador com base em rede para o AT e é responsável por negociar e gerenciar a alocação e desconexão de recursos para o AT para usar com os setores no conjunto ativo.
O conjunto ativo é portanto o conjunto de setores em que o AT é atribuído recursos de interface aérea. O AT irá continuar a enviar relatórios periódicos e o controlador baseado em rede pode adicionar ou remover setores do conjunto ativo conforme o AT move-se ao redor na rede.
NFs no conjunto ativo também pesquisará uma cópia local da sessão para o AT quando se juntam ao conjunto ativo. A sessão é necessária para comunicar-se corretamente com o AT.
Para um link aéreo CDMA com soft handoff, no uplink cada um dos setores no conjunto ativo pode tentar decodificar uma transmissão do AT. No downlink, cada um dos setores no conjunto ativo pode transmitir ao AT simultaneamente, e o AT combina as transmissões recebidas para decodificar o pacote.
Para um sistema OFDMA, ou um sistema sem soft handoff, uma função do conjunto ativo é permitir que o AT comute rapidamente entre setores no conjunto ativo e mantenha serviço sem ter que fazer uma nova tentativa de acesso. Uma tentativa de acesso é geralmente muito mais lenta do que uma comutação entre membros do conjunto ativo, desde que o membro de conjunto ativo já tenha a sessão e os recursos de interface aérea atribuídos ao AT. Portanto, um conjunto ativo é útil para realizar handoff sem afetar o serviço QoS de aplicações ativas.
Quando, um AT e o mestre de sessão no IAP negociam atributos, ou alternativamente o estado da conexão muda, os novos valores para os atributos ou a nova necessidade de estado a ser distribuída a cada um dos setores no conjunto ativo em tempo oportuno para assegurar o serviço ótimo de cada setor. Em alguns casos, por exemplo, se o tipo de cabeçalhos muda, ou chaves de segurança mudam, um AT pode não ser capaz de comunicar-se de todo com um setor até que estas mudanças estejam propagadas a esse setor. Assim cada membro do conjunto ativo deve ser atualizado quando a sessão muda. Algumas mudanças podem ser menos criticas para sincronizar do que outras.
Estado e Handoff
Há três tipos principais de estado ou contexto encontrados na rede para um AT que tem uma conexão ativa:
Estado de dados é o estado na rede no percurso de dados entre o AT e o IAP ou uma NF durante uma conexão. O estado de dados inclui coisas tais como estado do compressor de cabeçalho ou estados de fluxo RLP que são muito dinâmicos e difíceis de transferir.
Estado de sessão é o estado na rede no percurso de controle entre o AT e o IAP que é preservado quando uma conexão é fechada. 0 estado de sessão inclui o valor dos atributos que são negociados entre o AT e o IAP. Estes atributos afetam as características da conexão e servidor recebidos pelo AT. Por exemplo, um AT pode negociar a configuração de QoS para uma nova aplicação e fornecer novas especificações de filtro e fluxo à rede que indica as exigências de serviço QoS para a aplicação. Como um outro exemplo, o AT pode negociar o tamanho e tipo dos cabeçalhos usados em comunicação com a AN. A negociação de um novo conjunto de atributos é definida como uma mudança de sessão.
O estado de conexão é o estado na rede no percurso de controle entre o AT e o IAP ou uma NF que não esteja preservada quando uma conexão se fecha e o AT está ocioso. O estado de conexão pode incluir informações tais como valores de Ioop de controle de potência, temporização de soft handoff, e informações de conjunto ativo.
Em um IAP ou handoff L3 os três tipos de estado podem precisar ser transferidos entre o IAP velho e o IAP novo. Se somente um AT ocioso pode realizar um handoff L3, a seguir somente o estado de sessão precisa ser transferido. Para suportar handoff L3 para um AT ativo, os dados e o estado de conexão podem também precisar ser transferidos.
Os sistemas tipo DO e 802.20, realizam handoff L3 do estado de dados simples definindo múltiplas rotas (ou pilhas de dados) , onde o estado de dados para cada rota é local a essa rota, isto é, as rotas cada uma tem o estado de dados independente. Associando cada IAP com uma rota diferente, o estado de dados não precisa ser transferido em um handoff. Uma etapa adicional, até mesmo melhor, é associar cada NF com uma rota diferente neste caso o handoff L3 é completamente transparente ao estado de dados, à exceção da possível reordenação de pacote.
Uma vez que o estado de dados tem múltiplas rotas, a etapa lógica seguinte para suportar handoff L3 para um AT ativo é mover o controle do estado de conexão do IAP e fazê-lo local a cada NF no conjunto ativo. Isto é feito definindo múltiplas rotas de controle (ou pilhas de controle) e definindo a interface aérea de modo que as pilhas de controle sejam independentes e locais a cada NF. Isto pode exigir que algum dentre negociar e gerenciar a alocação e desconexão dos recursos do estado de conexão é transferido ao AT desde que já não exista mais uma única NF para gerenciar todos os membros do conjunto ativo. Pode também fazer algumas exigências adicionais no projeto de interface aérea para evitar um acoplamento apertado entre TFs - desde que diferentes TFs não possam compartilhar a mesma NF - no conjunto ativo. Por exemplo, para operar em uma maneira ótima, é preferível eliminar toda a sincronização apertada entre TFs que não têm a mesma NF, tal como os loops de controle de potência, soft handoff, etc. Empurrar os dados e estado de conexão até às NFs elimina a necessidade de transferir este estado em um handoff L3, e também deve fazer a interface NF-a-NF mais simples.
0 sistema, portanto, define múltiplos dados e pilhas de controle independentes (chamados interfaces nas Fig. 3 e Fig. 4), no AT para comunicar-se com diferentes NFs como necessário, assim como os mecanismos de endereçamento para que AT e TFs distingam logicamente entre estas pilhas.
Fundamentalmente, algum estado de sessão (perfil de QoS, chaves de segurança, valores de atributo, etc.) não pode ser feito local a uma NF (ou ao IAP) porque é muito caro negociar cada vez que há um handoff de NF (ou de um L3) . Também o estado de sessão é relativamente estático e fácil de transferir. O que é necessário são mecanismos para gerenciar e atualizar o estado de sessão enquanto muda e durante handoff de IAP onde o mestre de sessão se move.
Otimizar a transferência de estado de sessão para handoff L3 é uma característica útil para todo sistema não obstante a arquitetura de rede uma vez que simplifica interfaces de rede e deve também melhorar a continuidade de handoff.
Controle vs. Percepção de Handoff
Uma questão separada mas relacionada é o controle de AT do handoff L3. Hoje, nos sistemas tipo DO e 802.20, o AT está ciente do handoff L3 desde que aloque e desconecte pilhas locais, mas não tem nenhum controle de quando o handoff L3 ocorre. Isto é chamado gerenciamento de mobilidade com base em rede. A pergunta é será que torna AT o controlador de handoff, isto é, para usar gerenciamento de mobilidade com base em AT? Para suportar a tolerância a falha e equilíbrio de carga, a rede precisa ou ser capaz de realizar o handoff ou ter um mecanismo para sinalizar ao AT para realizar um handoff. Assim se gerenciamento de mobilidade baseado em AT é usado, a rede ainda precisa de um mecanismo para indicar quando isso deve ocorrer.
Gerenciamento de mobilidade baseado em AT tem algumas vantagens óbvias, tais como permitir um único mecanismo para inter e intra tecnologia, ou mobilidade global e local. Também simplifica as interfaces de rede adicionalmente não exigindo os elementos de rede de determinar quando realizar handoff.
A razão primária de sistemas tipo DO e 802.20 usarem mobilidade baseada em rede é que mobilidade baseada em AT não é otimizada para trabalhar rápido bastante para suportar voz. Uma razão secundária é o overhead de tunelamento introduzido terminando os túneis móveis IP (para ΜΙΡνβ) no AT. A latência de mobilidade pode ser resolvida encaminhando dados usando túneis entre o setor servidor de link direto atual e anterior, assim como possivelmente a utilização de bicasting, onde os dados são enviados a múltiplas NFs no conjunto ativo simultaneamente.
Handoff L2 e L3
Em SimpleRAN, há dois tipos de handoff:
0 handoff L2 ou de camada 2 refere-se a mudança do setor servidor de link direto ou link reverso (TF).
0 handoff L3 refere-se a mudança do IAP,
0 handoff L2 deve ser tão rápido quanto possível em resposta a mudança em condições de rádio. Os sistemas tipo DO e 802.20 usam a sinalização de camada PHY para realizar handoff L2 rápido.
0 handoff L2 é transferência do setor servidor TF para os links direto (FL) ou reverso (RL). Um handoff ocorre quando o AT seleciona um novo setor servidor no conjunto ativo baseado nas condições de RF vistas no AT para esse setor. 0 AT realiza medições filtradas nas condições de RF para os links direto e reverso para todos os setores no conjunto ativo. Por exemplo, em 802.20 para o link direto o AT pode medir a SINR nos pilotos de aquisição, no canal piloto comum (se presente), e nos pilotos no canal de sinalização compartilhado, para selecionar seu setor servidor de FL desejado. Para o link reverso, o AT estima a taxa de apagamento CQI para cada setor no conjunto ativo baseado nos comandos de controle de potência up/down ao AT do setor.
O handoff L2 é iniciado quando o AT solicita um setor servidor de FL ou RL diferente através de um canal de controle de link reverso. Recursos dedicados são atribuídos em uma TF quando é incluída no conjunto ativo para um AT. A TF já é configurada para suportar o AT antes da solicitação de handoff. O setor servidor alvo detecta a solicitação de handoff e completa o handoff com a atribuição de recursos de tráfego ao AT. O handoff de TF de link direto exige uma ide e volta (round trip) de troca de mensagens entre a TF fonte ou IAP e a TF alvo a fim de receber dados para a TF alvo para transmitir. Para o handoff de TF de link reverso, a TF alvo pode imediatamente atribuir recursos ao AT.
O handoff L3 é a transferência do IAP. O handoff L3 envolve uma atualização vinculada de HA com o novo IAP e exige uma transferência de sessão ao novo IAP para o plano de controle. O handoff L3 é assíncrono ao handoff L2 no sistema de modo que o handoff L2 não é limitado pela velocidade de sinalização de handoff ΜΙΡνβ.
O handoff L3 é suportado sobre o ar no sistema definindo uma rota independente a cada NF. Cada fluxo fornece múltiplas rotas para transmissão e recepção de pacotes de camada superior. A rota indica que NF processou o pacote. Por exemplo, uma NF pode ser associada na TF e sobre o ar como a Rota A, enquanto uma outra NF pode ser associada com. a Rota B. Uma TF servidora pode simultaneamente enviar pacotes a um AT de ambas a Rota A e Rota B, isto é, de ambas NFs, usando um espaço de seqüência separado e independente para cada um.
Há duas idéias chaves no projeto de sistema para garantir o tratamento de QoS para um móvel e seu tráfego esteja retido sobre cada modo de handoff:
Desacoplamento de handoff L2 e L3
Reservando recursos de interface aérea e pesquisando a sessão na NF ou TF alvo antes que o handoff ocorra para minimizar a interrupção de fluxo de dados durante o handoff. Isto é feito adicionando a TF e NF alvo ao conjunto ativo.
O sistema é projetado para separar handoff L2 e L3 a fim de permitir que o sistema suporte o tráfego EF durante taxas elevadas de handoff L2. 0 handoff L3 exige uma atualização vinculada, que seja limitada a uma taxa de 2 a 3 por segundo. A fim de permitir uma taxa mais rápida do handoff L2 de 20 a 30 hertz, handoff L2 e L3 são projetados a ser independentes e assincronos.
Para o handoff L2, o gerenciamento de conjunto ativo permite que todas as TFs no conjunto ativo a serem configuradas e recursos dedicados sejam atribuídos a fim de estarem prontos para servir no caso de um handoff L2.
Considere um Sistema de Comunicação Sem Fio Móvel com múltiplos pontos de acesso (AP) que fornecem o serviço aos terminais de acesso (AT) . Muitos sistemas têm um conjunto ativo, que é um conjunto de APs que têm recursos atribuídos ao AT. Em um dado ponto no tempo, um AT pode estar dentro da faixa de radiocomunicação com um dos APs, ou com a finalidade de otimização de potência de bateria e redução de interferência radio, pode comunicar-se somente com um AP selecionado cuidadosamente (AP servidor). O problema considerado aqui é a entrega de mensagens e dados entre os vários APs no sistema, tal que o AP servidor possa entregar mensagens ao e do AT.
APs podem trocar dados sobre um túnel L2TP (protocolo de tunelamento de camada dois). Se APl tiver que enviar uma mensagem ou dados ao AT, enquanto AP2 é o AP servidor, a seguir APl usa primeiramente o túnel L2TP para entregar o pacote a AP2, e AP2 entrega este pacote ao AT usando um mecanismo que inclui o uso de um bit identificador, por exemplo, um bit de reprocesso.
Similarmente, se o AT tem que enviar uma mensagem ou dados ao APl, enquanto AP2 está servindo, ele envia a mensagem ao AP2 com um conjunto de bit remoto, e AP2 envia este pacote ao APl através do túnel L2TP.
O cabeçalho L2TP inclui os seguintes campos:
1. UserID: Este é o endereço do usuário a que o pacote L2TP é endereçado
2. ForwardOrReverse: Este campo identifica se o AT é o destino ou a fonte do pacote.
3. FlowID: Em um projeto, este campo pode estar presente somente em pacotes de link direto (pacotes destinados ao AT) , e identifica o fluxo que o AP servidor deve usar para entregar o pacote ao AT.
4. SecurityField: Em um projeto, este campo pode estar presente somente em pacotes de link reverso (pacotes originados no AT). 0 SecurityField pode incluir um bit IsSecure, um campo KeyIndex (para identificar as chaves usadas para operação de segurança) e um campo CryptoSync. Em um aspecto, os pacotes de link direto L2TP são comunicados. Aqui nós descrevemos o processo usado por um AP para enviar e receber um pacote de link direto L2TP.
Um AP envia um pacote de link direto L2TP quando tem dados ou uma mensagem a enviar ao AT. O AP forma o cabeçalho apropriado e envia o pacote L2TP ao AP servidor (ou se não sabe a identidade do AP servidor, possivelmente roteando o pacote através de um nó central - o IAP) .
Quando um AP recebe um pacote L2TP de link direto, ele faz as seguintes etapas:
1. Se o AP não está servindo o UserID dado (no cabeçalho L2TP), ele encaminha o pacote ao AP servidor atual (possivelmente roteando o pacote através de um nó central - o IAP).
2. Se o AP está servindo o UserID dado, ele entrega o pacote ao AT usando o fluxo RLP e atributos de QoS associados para o FlowID dado (no cabeçalho L2TP).
Em um aspecto, pacotes L2TP de link reverso são comunicados. Aqui nós descrevemos o processo usado por um AP para enviar e receber um pacote L2TP de link reverso.
Um AP envia um pacote L2TP de link reverso quando recebe um pacote do AT, e o bit remoto é ajustado para esse pacote. A primeira etapa para o AP enviar o pacote de L2TP é determinação do endereço.
Determinação do endereço: Se o bit remoto para o pacote é ajustado, o pacote também inclui um campo de endereço para identificar que AP este pacote deve ser entregue (AP alvo) . 0 AP de recepção mapeia o campo de endereço no endereço IP do AP. Este mapeamento pode ser estabelecido por:
1. Um método assistido por AT onde as mensagens que descrevem um mapeamento são enviadas do AT ao AP, e as informações de mapeamento são usadas então pelo AP para mapear entre o endereço usado sobre o link aéreo e o endereço IP.
2. Um método assistido por rede onde informações de mapeamento fornecidas por uma entidade central ou pelo AP alvo são usadas.
3. Um método baseado em PilotPN. Neste caso o campo de endereço pode simplesmente ser igual ao PilotPN (ou a alguns bits superiores do PilotPN) do AP que corresponde ao endereço. O AP de recepção conhece o PilotPN e endereços IP de todos os APs vizinhos como parte da configuração de rede (que ela mesma pode ser assistida por rede) e usa estas informações para mapear entre o endereço baseado em PN e o endereço IP correspondente.
4. Um método de endereço IAP em onde um tipo especial de endereço é usado pelo AT para identificar o AP que é o ponto de anexação Internet para o AT. Cada AP em um conjunto ativo de APs que correspondem ao AT conhece o endereço IP do IAP para o AT particular e pode mapear entre o endereço IAP e o endereço IP do IAP do AT.
Após a determinação do endereço, o AP enviando o pacote L2TP pode também introduzir campos relativos à segurança se necessário, e como determinado pelo projeto de segurança. Quando um AP recebe um pacote L2TP de link reverso, ele realiza as seguintes etapas:
1. Se o AP não está servindo o UserID dado indicado em um pacote recebido (no túnel L2TP), ele ignora o pacote.
2. Se o AP está servindo o UserID dado do pacote recebido, ele processa o pacote como se o pacote fosse recebido de sua própria camada MAC (Controle de Acesso ao Meio). O processamento do pacote pode depender do SecurityField recebido no túnel L2TP. Figura 5 é um fluxograma 500 de um método exemplar de operar um ponto de acesso para comunicar informações a um terminal de acesso. A operação começa na etapa 502 onde o ponto de acesso é energizado e inicializado e prossegue a etapa 504. Na etapa 504, o ponto de acesso recebe um sinal de um terminal de acesso que indica um endereço curto correspondente a um endereço longo. Então, na etapa 506, o ponto de acesso armazena o endereço curto em uma base de dados de endereços em uma entrada de base de dados associada com o endereço longo. A operação prossegue da etapa 506 a etapa 508. Na etapa 508, o ponto de acesso recebe um pacote de um dispositivo remoto, o pacote incluindo o endereço longo e informações a serem comunicadas. A operação prossegue da etapa 508 a etapa 510, em que o ponto de acesso determina o endereço curto correspondente ao endereço longo a ser usado para comunicações sobre um link de comunicação, o endereço curto incluindo menos bits do que o endereço longo. Etapa 510 inclui a sub-etapa 512 em que o ponto de acesso realiza uma operação de consulta na base de dados de endereço incluindo mapeamento de informações entre endereços longos e endereços curtos.
A operação prossegue da etapa 510 a etapa 514. Na etapa 514, o ponto de acesso transmite as informações a serem comunicadas com o endereço curto ao terminal de acesso. Em algumas modalidades, o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto e transmitindo as informações a serem comunicadas com o endereço curto ao terminal de acesso inclui transmitir uma carga útil de pacote incluída com o pacote recebido com um cabeçalho que inclui o endereço encurtado. Em algumas modalidades, o cabeçalho que inclui o endereço encurtado é um i) cabeçalho PCP e ii) um cabeçalho RLP. A operação prossegue da etapa 514 a etapa 516. Na etapa 516, o ponto de acesso recebe um pacote de um terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto.
Então, na etapa 518 o ponto de acesso determina um endereço longo correspondente ao endereço curto a ser usado para comunicar as informações ao dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto. A operação prossegue da etapa 518 a etapa 520, na qual o ponto de acesso envia as informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto com o endereço longo ao dispositivo remoto.
Em algumas modalidades, o endereço longo é um endereço IP. Em algumas modalidades, o endereço curto é uma versão encurtada do endereço IP. Em várias modalidades, o endereço longo é usado para rotear pacotes do dispositivo remoto através de um túnel de camada 2, e o endereço curto é um endereço usado para comunicar pacotes sobre um link aéreo.
O dispositivo remoto, em algumas modalidades, pode ser, e é às vezes, um ponto de acesso remoto. Em algumas tais modalidades, o ponto de acesso remoto pode previamente ter servido como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso, e o ponto de acesso pode atualmente servir como o ponto de anexação de rede ativa atual do terminal de acesso, e o endereço curto é localmente único no ponto de acesso para terminal de acesso.
Quando descrito seqüencialmente na Figura 5 para finalidades de ilustração, deve ser compreendido que em algumas modalidades, processamento de uplink/downlink pode ser realizado paralelamente e/ou em uma base em curso conforme os pacotes são recebidos e transmitidos. Figura 6 é um fluxograma 600 de um método exemplar de operar um ponto de acesso para comunicar informações a um dispositivo remoto, por exemplo, um ponto de acesso remoto. A operação começa na etapa 602, onde o ponto de acesso é energizado e inicializado e prossegue a etapa 604. Na etapa 604, o ponto de acesso recebe um sinal de um terminal de acesso indicando um endereço curto que corresponde a um endereço longo. A operação prossegue da etapa 604 a etapa 606. Na etapa 606, o ponto de acesso armazena o endereço curto em uma base de dados de endereço em uma entrada de base de dados associada com o endereço longo.
A operação prossegue da etapa 606 a etapa 608. Na etapa 608, o ponto de acesso recebe um pacote de um terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas a um dispositivo remoto. Então, na etapa 610, o ponto de acesso determina o endereço longo correspondente ao endereço curto a ser usado para comunicar as informações ao dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto. A etapa 610 inclui uma sub-etapa 612, em que o ponto de acesso realiza uma operação de consulta na base de dados de endereço que inclui mapeamento de informações entre endereços curtos e endereços longos. A operação prossegue da etapa 610 a etapa 614, em que o ponto de acesso envia as informações a serem comunicadas com o endereço longo ao dispositivo remoto.
Em várias modalidades, o endereço longo é um endereço IP. Em algumas tais modalidades, o endereço curto é uma versão encurtada do endereço IP. Em algumas modalidades, o endereço longo é um endereço usado para rotear pacotes ao dispositivo remoto através de um túnel de camada 2 e o endereço curto é um endereço usado para comunicar pacotes sobre um link aéreo.
Em algumas modalidades em que o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto, o ponto de acesso remoto servido previamente como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso, e o ponto de acesso serve como o ponto de anexação de rede atual do terminal de acesso. Em algumas tais modalidades, o endereço curto é localmente único no ponto de acesso para o terminal de acesso.
Figura 7 é um desenho de um ponto de acesso exemplar 700 de acordo com várias modalidades. O ponto de acesso exemplar 700 inclui um módulo receptor sem fio 702, um módulo transmissor sem fio 704, um processador 706, um módulo de interface de rede 708 e memória 710 acoplados juntos através de um barramento 712 sobre o qual os vários elementos podem intercambiar dados e informações. A memória 710 inclui rotinas 718 e dados/informações 720. O processador 706, por exemplo, uma CPU, executa as rotinas e usa os dados/informações 720 na memória 710 para controlar a operação do ponto de acesso e implementar métodos, por exemplo, os métodos do fluxograma 500 da figura 5 e o método do fluxograma 600 da figura 6.
O módulo receptor sem fio 702, por exemplo, um receptor OFDM, é acoplado a antena de recepção 714 através da qual o ponto de acesso recebe sinais de uplink dos terminais de acesso. O módulo receptor sem fio 702 recebe um sinal de um terminal de aceso indicando um endereço curto correspondente a um endereço longo. O módulo receptor sem fio 7 02 também recebe um pacote de um terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas a um dispositivo remoto, por exemplo, um ponto de acesso remoto. O módulo transmissor sem fio 704, por exemplo, um transmissor OFDM, é acoplado à antena de transmissão 716, através da qual o ponto de acesso transmite sinais de downlink aos terminais de acesso. O módulo transmissor sem fio 704 transmite sobre um link de comunicações sem fio pacotes de downlink.
Em algumas modalidades, a mesma antena é usada para transmissão e recepção. Em algumas modalidades, múltiplas antenas e/ou múltiplos elementos de antena são usados para recepção. Em algumas modalidades, múltiplas antenas e/ou múltiplos elementos de antena são usados para transmissão. Em algumas modalidades, pelo menos algumas das mesmas antenas ou elementos de antena são usadas para transmissão e recepção. Em algumas modalidades, o ponto de acesso usa técnicas MIMO.
0 módulo de interface de rede 708 é acoplado a outros nós de rede, por exemplo, outros pontos de acesso, nó AAA, nó de agente nativo, etc., e/ou a Internet através de link de rede 709. O módulo de interface de rede 708 recebe um pacote de um dispositivo remoto, por exemplo, um ponto de acesso remoto, através de uma conexão de rede 709, o pacote incluindo um endereço longo e informações a serem comunicadas. Em algumas modalidades, a interface de rede 708 é acoplada ao dispositivo remoto por um link de canal de transporte de retorno, e o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto.
As rotinas 718 incluem um módulo de mapeamento de endereço longo em endereço curto 722, um módulo de geração de pacote de downlink 724, um módulo de atualização de base de dados 726, um módulo de mapeamento de endereço curto em endereço longo 728 e um módulo de geração de pacote tunelado 730. Informações de dados 720 incluem uma base de dados de endereço 732 e informações de estado de terminal de acesso 742. A base de dados de endereço 732 inclui uma pluralidade de bases de dados de endereço correspondentes a diferentes terminais de acesso (base de dados de terminal de acesso 1 733,..., base de dados de terminal de acesso N 735) . A base de dados de terminal de acesso 1 733 inclui pares correspondentes de endereços longos e endereços curtos ((endereço longo 1 734, endereço curto 1 736),..., (endereço longo η 738, endereço curto η 740)) . Em algumas modalidades, mapeamento de endereço entre endereços longos e curtos é independente de terminal de acesso. Em algumas tais modalidade um único conjunto de informações de mapeamento de base de dados de endereço é mantido e utilizado pelo ponto de acesso. A base de dados de endereço 732 é acessível ao módulo de mapeamento de endereço curto em endereço longo 722. As informações armazenadas na base de dados de endereço 732 associam endereços longos e endereços curtos. As informações de estado de terminal de acesso 742 incluem uma pluralidade de conjuntos de informações de estado correspondendo a diferentes terminais de acesso, por exemplo, diferentes terminais de acesso usando o ponto de acesso como um ponto de anexação de rede, (informações de estado de terminal de acesso 1 744,..., informações de estado de terminal de acesso N 746) . Em várias modalidades, informações de estado de terminal de acesso 742 incluem informações de estado incluindo informações indicando que o ponto de acesso 700 é um ponto de anexação de rede ativa atual do terminal de acesso.
0 módulo de mapeamento de endereço curto em endereço longo 722 determina um endereço curto que corresponde a um endereço longo, o endereço curto para uso sobre um link de comunicações sem fio, o endereço curto incluindo menos bits do que o endereço longo. O módulo de geração de pacote de downlink 724 gera um pacote de downlink incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas. O módulo de atualização de base de dados 726 armazena um endereço curto na base de dados de endereço 732 em uma entrada de base de dados associada com o endereço longo. O módulo de mapeamento de endereço curto em endereço longo 728 determina um endereço longo que corresponde a um endereço curto a ser usado para comunicar informações a um dispositivo remoto, endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto. O módulo de geração de pacote tunelado 730 gera um pacote a ser enviado a um dispositivo remoto, o módulo de geração de pacote tunelado 730 gerando um pacote incluindo: i) um endereço longo determinado de um endereço curto incluído em um pacote recebido e ii) informações a serem comunicadas que foram comunicadas no pacote recebido que incluiu o endereço curto usado para determinar o endereço longo.
Em várias modalidades, o endereço longo é um endereço IP. Em algumas tais modalidades, o endereço curto é uma versão encurtada do endereço IP. Em algumas modalidades, o endereço longo é um endereço usado para rotear pacotes entre um dispositivo remoto e o ponto de acesso através de um túnel de camada 2, e o endereço curto é um endereço usado para comunicar pacotes sobre um link aéreo. Em algumas modalidades, o endereço curto é localmente único no ponto de acesso 700 para um terminal de acesso.
Figura 8 é um fluxograma 800 de um método exemplar de operar um terminal de acesso para comunicar informações a um dispositivo remoto através de um ponto de acesso. A operação começa na etapa 802, onde o terminal de acesso é energizado e inicializado e prossegue a etapa 804. Na etapa 804, o terminal de acesso gera um endereço curto a partir de um endereço longo, o endereço curto sendo uma versão encurtada do endereço longo. A operação prossegue da etapa 804 a etapa 806. Na etapa 806, o terminal de acesso armazena mapeamento de informações entre os endereços longos e curtos em uma base de dados incluída no terminal de acesso.
Então, na etapa 808, o terminal de acesso comunica ao ponto de acesso uma mensagem indicando um mapeamento entre o endereço curto usado pelo terminal de acesso para identificar o dispositivo remoto e o endereço longo usado pelo ponto de acesso para identificar o dispositivo remoto. A operação prossegue da etapa 808 a etapa 810. Na etapa 810, o terminal de acesso transmite informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto sobre um link aéreo ao ponto de acesso com o endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto.
O endereço longo é, em algumas modalidades, um endereço IP usado comunicar pacotes através de um túnel de camada 2 entre o ponto de acesso e o dispositivo remoto. Em várias modalidades, o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto. Em algumas tais modalidades, o ponto de acesso remoto serviu previamente como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso e o ponto de acesso serve como o ponto de anexação de rede ativa atual do terminal de acesso. Em várias modalidades, o endereço curto é localmente único no ponto de acesso para o terminal de acesso.
Figura 9 é um fluxograma 900 de um método exemplar de operar um terminal de acesso para receber informações de um dispositivo remoto através de um ponto de acesso. A operação começa na etapa 902, onde o terminal de acesso é energizado e inicializado e prossegue a etapa 904. Na etapa 904, o terminal de acesso gera um endereço curto a partir de um endereço longo, o endereço curto sendo uma versão encurtada do endereço longo. Então, na etapa 906, o terminal de acesso comunica uma mensagem ao ponto de acesso indicando um mapeamento entre os endereços curtos e longos. A operação prossegue da etapa 906 a etapa 908. Na etapa 908 o terminal de acesso recebe do ponto de acesso um pacote incluindo um endereço curto correspondente ao dispositivo remoto e informações do dispositivo remoto. A operação prossegue da etapa 908 a etapa 910. Na etapa 910, o terminal de acesso identifica o dispositivo remoto que forneceu as informações mapeando o endereço curto no endereço longo que identifica exclusivamente o dispositivo remoto no sistema, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto. Etapa 910 inclui a sub-etapa 912 em que o terminal de acesso acessa uma base de dados no terminal de acesso incluindo mapeamento de informações entre os endereços curtos e longos.
Em várias modalidades, o endereço longo é um endereço IP usado para comunicar pacotes através de um túnel de camada 2 entre o ponto de acesso e o dispositivo remoto. Em algumas modalidades, o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto. Em algumas tais modalidades, o ponto de acesso remoto serviu previamente como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso, e o ponto de acesso serve como o ponto de anexação de rede ativa atual do terminal de acesso. Em várias modalidades, o endereço curto é localmente único no ponto de acesso para o terminal de acesso.
Figura 10 é um desenho de um terminal de acesso exemplar 1000 de acordo com várias modalidades. O terminal exemplar de acesso 1000 pode, e às vezes faz, comunicar informações a um dispositivo remoto através de um ponto de acesso. O terminal exemplar de acesso 1000 inclui um módulo receptor sem fio 1002, um módulo transmissor sem fio 1004, um processador 1006, dispositivos I/O de usuário 1008 e memória 1010 acoplados juntos através de um barramento 1012 sobre o qual os vários elementos podem intercambiar dados e informações. A memória 1010 inclui as rotinas 1018 e os dados/informações 1020. O processador 1006, por exemplo, uma CPU, executa as rotinas 1018 e usa os dados/informações 1020 na memória 1010 para controlar a operação do terminal de acesso e implementar métodos, por exemplo, métodos do fluxograma 800 da figura 8 e do fluxograma 900 da figura 9.
O módulo receptor sem fio 1002 é acoplado à antena de recepção 1014 através da qual o terminal de acesso 1000 recebe sinais de downlink dos pontos de acesso. O módulo receptor sem fio 1002 recebe de um ponto de acesso, por exemplo, seu ponto de acesso atual servidor, um pacote incluindo um endereço curto correspondente a um dispositivo remoto e informações a partir do dispositivo remoto.
O módulo transmissor sem fio 1004 é acoplado à antena de transmissão 1016 através da qual o terminal de acesso 1000 transmite sinais de uplink aos pontos de acesso. Os sinais de uplink transmitidos pelo módulo transmissor sem fio 1004 incluem uma mensagem de informações de mapeamento e pacotes gerados.
Em algumas modalidades, a mesma antena é usada para transmissão e recepção. Em algumas modalidades múltiplas antenas e/ou múltiplos elementos de antena são usados para recepção. Em algumas modalidades múltiplas antenas e/ou múltiplos elementos de antena são usados para transmissão. Em algumas modalidades pelo menos algumas das mesmas antenas ou elementos de antena são usadas para transmissão e recepção. Em algumas modalidades, o terminal de acesso usa técnicas MIMO. O dispositivo I /0 de usuário 1008 inclui, por exemplo, microfone, teclado, teclado numérico, comutadores, câmera, alto-falante, display, etc. Os dispositivos 1/0 do usuário 1008 permitem que um usuário do terminal de acesso 1000 insira dados/informações, acessem dados/informações de saída, e controlem pelo menos algumas funções do terminal de acesso 1000, por exemplo, iniciar uma sessão de comunicações com um nó par, por exemplo, um outro terminal de acesso.
As rotinas 1018 incluem um módulo de geração de mensagem de mapeamento 1022, um módulo de geração de pacote 1024, um módulo de geração de endereço curto 1026 e um módulo de identificação de dispositivo remoto 1028. Os dados/informações 1020 incluem uma base de dados de endereço 1030 e informações de estado de terminal de acesso 1040. A base de dados de endereço 1030 inclui pares correspondentes de endereços longos e endereços curtos ((endereço longo 1 1032, endereço curto 1 1034),..., (endereço longo η 1036, endereço curto η 1038)). As informações armazenadas na base de dados de endereço 1030 incluem o mapeamento entre endereços curtos e longos, por exemplo, associar endereços longos e endereços curtos. Em várias modalidades, às vezes, as informações de estado de terminal de acesso armazenadas 1040 incluem informações de estado incluindo informações indicando que ponto de acesso é o ponto de anexação de rede atual para o terminal de acesso 1000 e que ponto de acesso é o ponto de anexação de rede anterior para o terminal de acesso 1000.
O módulo de geração de mensagem de mapeamento 1022 gera uma mensagem que indica um mapeamento entre um endereço curto usado por um terminal de acesso para identificar um dispositivo remoto e um endereço longo usado por um ponto de acesso para identificar o dispositivo remoto. 0 módulo de geração de pacote 1024 gera pacotes de dados dirigidos a um dispositivo remoto, os pacotes incluindo um endereço curto usado pelo terminal de acesso 1000 para identificar um dispositivo remoto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto. O módulo de geração de endereço curto 1026 encurta um endereço longo para gerar a partir dele um endereço curto correspondente. O módulo de identificação de dispositivo remoto 1028 identifica o dispositivo remoto que forneceu as informações incluídas em um pacote recebido pelo módulo receptor sem fio 1002 mapeando o endereço curto em um endereço mais longo que identifica exclusivamente o dispositivo remoto no sistema.
Em várias modalidades, o endereço longo é um endereço IP usado para comunicar pacotes através de um túnel de camada 2 entre um ponto de acesso e um dispositivo remoto. Em algumas modalidades, o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto, por exemplo, da perspectiva do terminal de acesso 1000. Em algumas tais modalidades, o ponto de acesso remoto serviu previamente como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso 1000 e o ponto de acesso serve como o ponto de anexação de rede ativa atual do terminal de acesso 1000. Em algumas tais modalidades, o endereço curto é localmente único no ponto de acesso para o terminal de acesso.
Em várias modalidades, os nós descritos aqui são implementados usando um ou mais módulos para realizar as etapas correspondendo a um ou mais métodos do aspecto, por exemplo, processamento de sinais, etapas de geração e/ou transmissão de mensagem. Assim, em algumas modalidades as várias características são implementadas usando módulos. Tais módulos podem ser implementados usando software, hardware ou uma combinação de software e de hardware. Muitos dos métodos ou das etapas de método acima descritos podem ser implementados usando instruções executáveis por máquina, tais como software, incluído em um meio legível por máquina tal como um dispositivo de memória, por exemplo, RAM, disco flexível, disco compacto, DVD, etc. para controlar uma máquina, por exemplo, computador de propósito geral com ou sem hardware adicional, para implementar todos ou partes dos métodos acima descritos, por exemplo, em um ou mais nós. Consequentemente, entre outras coisas, o aspecto é dirigido a um meio legível por máquina que inclui instruções executáveis por máquina para fazer com que uma máquina, por exemplo, processador e hardware associado, realize uma ou mais das etapas dos métodos descritos acima.
Em várias modalidades, nós descritos aqui são implementados usando um ou mais módulos para realizar as etapas que correspondem a um ou mais métodos, por exemplo, processamento de sinais, etapas de geração e/ou transmissão de mensagem. Algumas etapas exemplares incluem transmitir uma solicitação de conexão, recebendo uma resposta de conexão, atualizando um conjunto de informações indicando um ponto de acesso com que um terminal de acesso tem uma conexão ativa, encaminhando uma solicitação de conexão, encaminhando uma resposta de conexão, determinando a atribuição de recurso, solicitando recursos, atualizando recursos, etc. Em algumas modalidades, várias características são implementadas usando módulos. Tais módulos podem ser implementados usando software, hardware ou uma combinação de software e hardware. Muitos dos métodos ou das etapas de método acima descritos podem ser implementados usando instruções executáveis por máquina, tais como software, incluído em um meio legível por máquina tal como um dispositivo de memória, por exemplo, RAM, disco flexível, disco compacto, DVD, etc. para controlar uma máquina, por exemplo, computador de propósito geral com ou sem hardware adicional, para implementar todos ou partes dos métodos acima descritos, por exemplo, em um ou mais nós. Conseqüentemente, entre outras coisas, várias modalidades são dirigidas a um meio legível por máquina incluindo instruções executáveis por máquina para fazer com que uma máquina, por exemplo, processador e hardware associado, realize uma ou mais das etapas dos métodos descritos acima.
Em algumas modalidades, o processador ou processadores, por exemplo, CPUs, de um ou mais dispositivos, por exemplo, dispositivos de comunicações tais como terminais de acesso e/ou pontos de acesso, são configurados para realizar as etapas dos métodos descritos como sendo realizados pelo dispositivo de comunicações. A configuração do processador pode ser conseguida usando um ou mais módulos, por exemplo, módulos de software, para controlar configuração de processador e/ou incluindo hardware no processador, por exemplo, módulos de hardware, para realizar as etapas e/ou a configuração de processador de controle relatadas. Consequentemente, algumas, mas não todas as modalidades são dirigidas a um dispositivo, por exemplo, dispositivo de comunicações, com um processador que inclua um módulo que corresponde a cada uma das etapas dos vários métodos descritos realizados pelo dispositivo em que o processador está incluído. Em algum, mas em não todas as modalidades, um dispositivo, por exemplo, dispositivo de comunicações, inclui um módulo que corresponde a cada uma das etapas dos vários métodos descritos realizados pelo dispositivo em que o processador está incluído. Os módulos podem ser implementados usando software e/ou hardware. As numerosas variações adicionais nos métodos e equipamento descritos acima serão aparentes àqueles versados na técnica em virtude das descrições acima. Tais variações devem ser consideradas dentro do escopo. Os métodos e equipamento de várias modalidades podem ser, e em várias modalidades são, usados com CDMA, multiplexação de divisão de freqüência ortogonal (OFDM), e/ou vários outros tipos de técnicas de comunicações que podem ser usadas para fornecer links de comunicações sem fio entre nós de acesso e nós móveis. Em algumas modalidades, os nós de acesso são implementados como estações base que estabelecem links de comunicações com nós móveis usando OFDM e/ou CDMA. Em várias modalidades, os nós móveis são implementados como computadores notebook, assistentes de dados pessoais (PDAs), ou outros dispositivos portáteis incluindo circuitos de receptor/transmissor e lógica e/ou rotinas, para implementar os métodos de várias modalidades.

Claims (96)

1. Um método de operar um ponto de acesso para comunicar informações a um terminal de acesso, o método compreendendo: receber um pacote de um dispositivo remoto, o pacote incluindo um endereço longo e informações a serem comunicadas; determinar um endereço curto correspondente ao endereço longo a ser usado para comunicações sobre um link de comunicações, o endereço curto incluindo menos bits do que o endereço longo; e transmitir as informações a serem comunicadas com o endereço curto ao terminal de acesso.
2. O método, de acordo com a reivindicação 1, em que determinar um endereço curto correspondente ao endereço longo inclui: realizar uma operação de pesquisa em uma base de dados de endereço incluindo mapeamento de informações entre endereços longos e endereços curtos.
3. O método, de acordo com a reivindicação 2, compreendendo adicionalmente, antes da etapa de determinar um endereço curto correspondente ao endereço longo: receber um sinal do terminal de acesso indicando o endereço curto correspondente ao endereço longo; e armazenar o endereço curto na base de dados de endereço em uma entrada de base de dados associada com o endereço longo.
4. O método, de acordo com a reivindicação 3, em que o endereço longo é um endereço IP.
5.O método, de acordo com a reivindicação 4, em que o endereço curto é uma versão encurtada do endereço IP.
6. O método, de acordo com a reivindicação 3: em que o endereço longo é um endereço usado para rotear pacotes do dispositivo remoto através de um túnel de Camada 2; e em que o endereço curto é um endereço usado para comunicar pacotes sobre um link aéreo.
7. O método, de acordo com a reivindicação 6: em que o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto; e em que transmitir as informações a serem comunicadas com o endereço curto ao terminal de acesso inclui transmitir uma carga útil de pacote incluída com o pacote recebido com um cabeçalho que inclui o endereço encurtado.
8. O método, de acordo com a reivindicação 7, em que o ponto de acesso remoto serviu anteriormente como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso; em que o ponto de acesso serve como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso; e em que o endereço curto é localmente único no ponto de acesso para o terminal de acesso.
9. O método, de acordo com a reivindicação 1, compreendendo adicionalmente: receber um pacote do terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto; determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto a ser usado para comunicar as informações ao dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto; e enviar as informações a serem comunicadas, com o endereço longo, ao dispositivo remoto.
10. Um equipamento compreendendo: um processador configurado para: receber um pacote de um dispositivo remoto, o pacote incluindo um endereço longo e informações a serem comunicadas; determinar um endereço curto correspondente ao endereço longo a ser usado para comunicações sobre um link de comunicações, o endereço curto incluindo menos bits do que o endereço longo; e transmitir as informações a serem comunicadas com o endereço curto ao terminal de acesso.
11. O equipamento, de acordo com a reivindicação -10, em que o processador, ao determinar um endereço curto correspondente ao endereço longo, é adicionalmente configurado para: realizar uma operação de pesquisa em uma base de dados de endereço incluindo mapeamento de informações entre endereços longos e endereços curtos.
12. O equipamento, de acordo com a reivindicação -11, em que o processador é adicionalmente configurado para, antes da etapa de determinar um endereço curto correspondente ao endereço longo: receber um sinal do terminal de acesso indicando o endereço curto correspondente ao endereço longo; e armazenar o endereço curto na base de dados de endereço em uma entrada de base de dados associada com o endereço longo.
13. O equipamento, de acordo com a reivindicação -12: em que o endereço longo é um endereço usado para rotear pacotes do dispositivo remoto através de um túnel de Camada 2; e em que o endereço curto é um endereço usado para comunicar pacotes sobre um link aéreo.
14. O equipamento, de acordo com a reivindicação 10, em que o processador é adicionalmente configurado para: receber um pacote do terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto; determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto a ser usado para comunicar as informações ao dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto; e enviar as informações a serem comunicadas, com o endereço longo, ao dispositivo remoto.
15. Um meio legível por computador incorporando instruções executáveis por máquina para controlar um ponto de acesso para implementar um método de comunicar com outros dispositivos de comunicações, o método compreendendo: receber um pacote de um dispositivo remoto, o pacote incluindo um endereço longo e informações a serem comunicadas; determinar um endereço curto correspondente ao endereço longo a ser usado para comunicações sobre um link de comunicações, o endereço curto incluindo menos bits do que o endereço longo; e transmitir as informações a serem comunicadas com o endereço curto ao terminal de acesso.
16. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 15, adicionalmente incorporando instruções executáveis por máquina, ao determinar um endereço curto correspondente ao endereço longo, para: realizar uma operação de pesquisa em uma base de dados de endereço incluindo mapeamento de informações entre endereços longos e endereços curtos.
17. 0 meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 16, adicionalmente incorporando instruções executáveis por máquina para, antes da etapa de determinar um endereço curto correspondente ao endereço longo: receber um sinal do terminal de acesso indicando o endereço curto correspondente ao endereço longo; e armazenar o endereço curto na base de dados de endereço em uma entrada de base de dados associada com o endereço longo.
18. 0 meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 17: em que o endereço longo é um endereço usado para rotear pacotes do dispositivo remoto através de um túnel de Camada 2; e em que o endereço curto é um endereço usado para comunicar pacotes sobre um link aéreo.
19. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 15, adicionalmente incorporando instruções executáveis por máquina para: receber um pacote do terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto; determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto a ser usado para comunicar as informações ao dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto; e enviar as informações a serem comunicadas, com o endereço longo, ao dispositivo remoto.
20. Um método de operar um ponto de acesso para comunicar informações a um dispositivo remoto, o método compreendendo: receber um pacote de um terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto; determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto a ser usado para comunicar as informações ao dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto; e enviar as informações a serem comunicadas, com o endereço longo, ao dispositivo remoto.
21. O método, de acordo com a reivindicação 20, em que determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto inclui: realizar uma operação de pesquisa em uma base de dados de endereço incluindo mapeamento de informações entre endereços curtos e longos.
22. O método, de acordo com a reivindicação 21, compreendendo adicionalmente, antes da etapa de determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto: receber um sinal do terminal de acesso indicando o endereço curto correspondente ao endereço longo; e armazenar o endereço curto na base de dados de endereço em uma entrada de base de dados associada com o endereço longo.
23. O método, de acordo com a reivindicação 22, em que o endereço longo é um endereço IP.
24. O método, de acordo com a reivindicação 27, em que o endereço curto é uma versão encurtada do endereço IP.
25. O método, de acordo com a reivindicação 22: em que o endereço longo é um endereço usado para rotear pacotes ao dispositivo remoto através de um túnel de Camada 2; e em que o endereço curto é um endereço usado para comunicar pacotes sobre um link aéreo.
26. O método, de acordo com a reivindicação 25: em que o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto.
27. O método, de acordo com a reivindicação 26: em que o ponto de acesso remoto serviu anteriormente como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso; em que o ponto de acesso serve como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso; e em que o endereço curto é localmente único no ponto de acesso para o terminal de acesso.
28. Um equipamento compreendendo: um processador configurado para: receber um pacote de um terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto; determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto a ser usado para comunicar as informações ao dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto; e enviar as informações a serem comunicadas, com o endereço longo, ao dispositivo remoto.
29. O equipamento, de acordo com a reivindicação -28, em que o processador, ao determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto, é adicionalmente configurado para: realizar uma operação de pesquisa em uma base de dados de endereço incluindo mapeamento de informações entre endereços curtos e longos.
30. O equipamento, de acordo com a reivindicação -29, em que o processador é adicionalmente configurado para, antes da etapa de determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto: receber um sinal do terminal de acesso indicando o endereço curto correspondente ao endereço longo; e armazenar o endereço curto na base de dados de endereço em uma entrada de base de dados associada com o endereço longo.
31. O equipamento, de acordo com a reivindicação -30, em que o endereço longo é um endereço IP.
32. O equipamento, de acordo com a reivindicação -30: em que o endereço longo é um endereço usado para rotear pacotes ao dispositivo remoto através de um túnel de Camada 2; e em que o endereço curto é um endereço usado para comunicar pacotes sobre um link aéreo.
33. Um meio legível por computador incorporando instruções executáveis por máquina para controlar um ponto de acesso para implementar um método de comunicar com outros dispositivos de comunicações, o método compreendendo: receber um pacote de um terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas a um dispositivo remoto; determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto a ser usado para comunicar as informações ao dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto; e enviar as informações a serem comunicadas, com o endereço longo, ao dispositivo remoto.
34. 0 meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 33, em que determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto inclui: realizar uma operação de pesquisa em uma base de dados de endereço incluindo mapeamento de informações entre endereços curtos e longos.
35. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 34, adicionalmente incorporando instruções executáveis por máquina para, antes da etapa de determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto: receber um sinal do terminal de acesso indicando o endereço curto correspondente ao endereço longo; e armazenar o endereço curto na base de dados de endereço em uma entrada de base de dados associada com o endereço longo.
36. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 35, em que o endereço longo é um endereço IP.
37. 0 meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 35: em que o endereço longo é um endereço usado para rotear pacotes ao dispositivo remoto através de um túnel de Camada 2; e em que o endereço curto é um endereço usado para comunicar pacotes sobre um link aéreo.
38. Um ponto de acesso para comunicar informações a um terminal de acesso, compreendendo: uma interface de rede para receber um pacote de um dispositivo remoto através de uma conexão de rede, o pacote incluindo um endereço longo e informações a serem comunicadas; um endereço longo para módulo de mapeamento de endereço curto para determinar um endereço curto correspondente ao endereço longo, o endereço curto para uso sobre um link de comunicações sem fio, o endereço curto incluindo menos bits do que o endereço longo; um módulo de geração de pacote de downlink para gerar um pacote incluindo o endereço curto e as informações a serem comunicadas; e um transmissor sem fio para transmitir, sobre o link de comunicações sem fio, pacotes de downlink.
39. O ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 38, compreendendo adicionalmente: uma base de dados, acessível ao endereço longo para módulo de mapeamento de endereço curto, incluindo informações armazenadas associando endereços longos e endereços curtos.
40. O ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 39, compreendendo adicionalmente: um módulo receptor sem fio para receber um sinal do terminal de acesso indicando o endereço curto correspondente ao endereço longo; e um módulo de atualização de base de dados para armazenar o endereço curto na base de dados de endereço em uma entrada de base de dados associada com o endereço longo.
41. O ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 40, em que o endereço longo é um endereço IP.
42. O ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 41, em que o endereço curto é uma versão encurtada do endereço IP.
43. O ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 40: em que o endereço longo é um endereço usado para rotear pacotes entre o dispositivo remoto e o ponto de acesso através de um túnel de Camada 2; e em que o endereço curto é um endereço usado para comunicar pacotes sobre um link aéreo.
44. O ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 43: em que a interface de rede é acoplada ao dispositivo remoto por um link de canal de transporte de retorno, o dispositivo remoto sendo um ponto de acesso remoto.
45. 0 ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 44, compreendendo adicionalmente: informações de estado de terminal de acesso armazenado incluindo informações de estado incluindo informações indicando que o ponto de acesso é o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso; e em que o endereço curto é localmente único no ponto de acesso para o terminal de acesso.
46. 0 ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 38, compreendendo adicionalmente: um receptor sem fio para receber um pacote de um terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto; um endereço curto para módulo de mapeamento de endereço longo para determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto a ser usado para comunicar informações ao dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto; e um módulo de geração de pacote tunelado para gerar um pacote a ser enviado ao dispositivo remoto, o módulo de geração de pacote tunelado gerando um pacote incluindo: i) um endereço longo determinado de um endereço curto incluído em um pacote recebido e ii) informações a serem comunicadas que foram incluídas no pacote recebido que incluiu o endereço curto usado para determinar o endereço longo.
47. Um ponto de acesso para comunicar informações a um terminal de acesso, compreendendo: meios de interface de rede para receber um pacote de um dispositivo remoto através de uma conexão de rede, o pacote incluindo um endereço longo e informações a serem comunicadas; endereço longo para meios de endereço curto para determinar um endereço curto correspondente ao endereço longo, o endereço curto para uso sobre um link de comunicações sem fio, o endereço curto incluindo menos bits do que o endereço longo; meios de geração de pacote de downlink para gerar um pacote incluindo o endereço curto e as informações a serem comunicadas; e meios para transmitir, sobre o link de comunicações sem fio, pacotes de downlink.
48. O ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 47, compreendendo adicionalmente: meios de base de dados de endereço, acessíveis aos meios para determinar, incluindo informações armazenadas associando endereços longos e endereços curtos.
49. O ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 48, compreendendo adicionalmente: meios de receptor sem fio para receber um sinal do terminal de acesso indicando o endereço curto correspondente ao endereço longo; e meios armazenar o endereço curto na base de dados de endereço em uma entrada de base de dados associada com o endereço longo.
50. O ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 49: em que o endereço longo é um endereço usado para rotear pacotes entre o dispositivo remoto e o ponto de acesso através de um túnel de Camada 2; e em que o endereço curto é um endereço usado para comunicar pacotes sobre um link aéreo.
51. O ponto de acesso, de acordo com a reivindicação 47, compreendendo adicionalmente: meios de receptor sem fio para receber um pacote de um terminal de acesso, o pacote incluindo um endereço curto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto; um endereço curto para meios de mapeamento de endereço longo para determinar um endereço longo correspondente ao endereço curto a ser usado para comunicar informações ao dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto; e meios de geração de pacote tunelado para gerar um pacote a ser enviado ao dispositivo remoto, o módulo de geração de pacote tunelado gerando um pacote incluindo: i) um endereço longo determinado de um endereço curto incluído em um pacote recebido e ii) informações a serem comunicadas que foram incluídas no pacote recebido que incluiu o endereço curto usado para determinar o endereço longo.
52. Um método de operar um terminal de acesso para comunicar informações a um dispositivo remoto através de um ponto de acesso, o método compreendendo: comunicar ao ponto de acesso uma mensagem indicando um mapeamento entre um endereço curto usado pelo terminal de acesso para identificar o dispositivo remoto e um endereço longo usado pelo ponto de acesso para identificar o dispositivo remoto; e transmitir informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto sobre um link aéreo ao ponto de acesso com o endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto.
53. 0 método, de acordo com a reivindicação 52, compreendendo adicionalmente: armazenar mapeamento de informações entre os endereços curto e longo em uma base de dados incluída no terminal de acesso.
54. O método, de acordo com a reivindicação 53, compreendendo adicionalmente: antes de comunicar a mensagem indicando um mapeamento, gerar o endereço curto a partir do endereço longo, o endereço curto sendo uma versão encurtada do endereço longo.
55. O método, de acordo com a reivindicação 54, em que o endereço longo é um endereço IP usado para comunicar pacotes através de um túnel de Camada 2 entre o ponto de acesso e o dispositivo remoto.
56. 0 método, de acordo com a reivindicação 55, em que o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto.
57. 0 método, de acordo com a reivindicação 56: em que o ponto de acesso remoto serviu anteriormente como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso; em que o ponto de acesso serve como o ponto de anexação de rede ativa atual do terminal de acesso; e em que o endereço curto é localmente único no ponto de acesso para o terminal de acesso.
58. Um equipamento compreendendo: um processador configurado para: comunicar a um ponto de acesso uma mensagem indicando um mapeamento entre um endereço curto usado por um terminal de acesso para identificar um dispositivo remoto e um endereço longo usado pelo ponto de acesso para identificar o dispositivo remoto; e transmitir informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto sobre um link aéreo ao ponto de acesso com o endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto.
59. O equipamento, de acordo com a reivindicação -58,em que o processador é adicionalmente configurado para: armazenar mapeamento de informações entre os endereços curto e longo em uma base de dados incluída no terminal de acesso.
60. O equipamento, de acordo com a reivindicação -59,em que o processador é adicionalmente configurado para: antes de comunicar a mensagem indicando um mapeamento, gerar o endereço curto a partir do endereço longo, o endereço curto sendo uma versão encurtada do endereço longo.
61. O equipamento, de acordo com a reivindicação 60,em que o endereço longo é um endereço IP usado para comunicar pacotes através de um túnel de Camada 2 entre o ponto de acesso e o dispositivo remoto.
62. O equipamento, de acordo com a reivindicação -61,em que o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto.
63. Um meio legível por computador incorporando instruções executáveis por máquina para controlar um terminal de acesso para implementar um método de comunicar com outros dispositivos de comunicações, o método compreendendo: comunicar a um ponto de acesso . uma mensagem indicando um mapeamento entre um endereço curto usado pelo terminal de acesso para identificar um dispositivo remoto e um endereço longo usado pelo ponto de acesso para identificar o dispositivo remoto; e transmitir informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto sobre um link aéreo ao ponto de acesso com o endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto.
64. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 63, incorporando adicionalmente instruções executáveis por máquina para: armazenar mapeamento de informações entre os endereços curto e longo em uma base de dados incluída no terminal de acesso.
65. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 64, incorporando adicionalmente instruções executáveis por máquina para: antes de comunicar a mensagem indicando um mapeamento, gerar o endereço curto a partir do endereço longo, o endereço curto sendo uma versão encurtada do endereço longo.
66. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 65, em que o endereço longo é um endereço IP usado para comunicar pacotes através de um túnel de Camada 2 entre o ponto de acesso e o dispositivo remoto.
67. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 66, em que o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto.
68. Um método de operar um terminal de acesso para receber informações de um dispositivo remoto através de um ponto de acesso, o método compreendendo: receber do ponto de acesso um pacote incluindo um endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto e informações do dispositivo remoto; e identificar o dispositivo remoto que forneceu as informações pelo mapeamento do endereço curto a um endereço longo que identifica unicamente o dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto.
69. O método, de acordo com a reivindicação 68, em que identificar o dispositivo remoto que forneceu as informações inclui: acessar uma base de dados no terminal de acesso incluindo mapeamento de informações entre os endereços curto e longo.
70. O método, de acordo com a reivindicação 69, compreendendo adicionalmente: antes de receber o pacote, comunicar uma mensagem ao ponto de acesso indicando um mapeamento entre os endereços curto e longo.
71. O método, de acordo com a reivindicação 70, compreendendo adicionalmente, antes de comunicar a mensagem, gerar o endereço curto a partir do endereço longo, o endereço curto sendo uma versão encurtada do endereço longo.
72. O método, de acordo com a reivindicação 70, em que o endereço longo é um endereço IP usado para comunicar pacotes através de um túnel de Camada 2 entre o ponto de acesso e o dispositivo remoto.
73. O método, de acordo com a reivindicação 72, em que o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto.
74. O método, de acordo com a reivindicação 73: em que o ponto de acesso remoto serviu anteriormente como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso; em que o ponto de acesso serve como o ponto de anexação de rede ativa atual do terminal de acesso; e em que o endereço curto é localmente único no ponto de acesso para o terminal de acesso.
75. Um equipamento compreendendo: um processador configurado para: receber de um ponto de acesso um pacote incluindo um endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto e informações do dispositivo remoto; e identificar o dispositivo remoto que forneceu as informações pelo mapeamento do endereço curto a um endereço longo que identifica unicamente o dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto.
76. O equipamento, de acordo com a reivindicação -75, em que o processador, ao identificar o dispositivo remoto que forneceu as informações, é adicionalmente configurado para: acessar uma base de dados em um terminal de acesso incluindo mapeamento de informações entre os endereços curto e longo.
77. O equipamento, de acordo com a reivindicação -76, em que o processador é adicionalmente configurado para: antes de receber o pacote, comunicar uma mensagem ao ponto de acesso indicando um mapeamento entre os endereços curto e longo.
78. 0 equipamento, de acordo com a reivindicação -77, em que o endereço longo é um endereço IP usado para comunicar pacotes através de um túnel de Camada 2 entre o ponto de acesso e o dispositivo remoto.
79. O equipamento, de acordo com a reivindicação 78, em que o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto.
80. Um meio legível por computador incorporando instruções executáveis por máquina para controlar um terminal de acesso para implementar um método de comunicar com outros dispositivos de comunicações, o método compreendendo: receber de um ponto de acesso um pacote incluindo um endereço curto correspondendo a um dispositivo remoto e informações do dispositivo remoto; e identificar o dispositivo remoto que forneceu as informações mapeando o endereço curto em um endereço longo que identifica unicamente o dispositivo remoto, o endereço longo incluindo mais bits do que o endereço curto.
81. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 80, em que identificar o dispositivo remoto que forneceu as informações inclui: acessar uma base de dados no terminal de acesso incluindo mapeamento de informações entre os endereços curto e longo.
82. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 81, incorporando adicionalmente instruções executáveis por máquina para: antes de receber o pacote, comunicar uma mensagem ao ponto de acesso indicando um mapeamento entre os endereços curto e longo.
83. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 82, em que o endereço longo é um endereço IP usado para comunicar pacotes através de um túnel de Camada 2 entre o ponto de acesso e o dispositivo remoto.
84. O meio legível por computador, de acordo com a reivindicação 83, em que o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto.
85. Um terminal de acesso para comunicar informações a um dispositivo remoto através de um ponto de acesso, compreendendo: um módulo de geração de mensagem de mapeamento para gerar uma mensagem indicando um mapeamento entre um endereço curto usado pelo terminal de acesso para identificar o dispositivo remoto e um endereço longo usado pelo ponto de acesso para identificar o dispositivo remoto; um módulo de geração de pacote para gerar pacotes de dados direcionados ao dispositivo remoto, os pacotes incluindo um endereço curto usado pelo terminal de acesso para identificar o dispositivo remoto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto; e um transmissor sem fio para transmitir a mensagem de informações de mapeamento e pacotes gerados ao ponto de acesso.
86. 0 terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 85, compreendendo adicionalmente: uma base de dados incluindo mapeamento de informações entre os endereços curto e longo.
87. 0 terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 86, compreendendo adicionalmente: um módulo de geração de endereço curto para encurtar um endereço longo para gerar um endereço curto correspondente do mesmo.
88. 0 terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 87, em que o endereço longo é um endereço IP usado para comunicar pacotes através de um túnel de Camada -2 entre o ponto de acesso e o dispositivo remoto.
89. O terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 88, em que o dispositivo remoto é um ponto de acesso remoto.
90. O terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 89: em que o ponto de acesso remoto serviu anteriormente como o ponto de anexação de rede ativa do terminal de acesso; em que o ponto de acesso serve como o ponto de anexação de rede ativa atual do terminal de acesso; e em que o endereço curto é localmente único no ponto de acesso para o terminal de acesso.
91. O terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 85, compreendendo adicionalmente: um receptor sem fio para receber do ponto de acesso um pacote incluindo um endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto e informações do dispositivo remoto; e um módulo de identificação de dispositivo remoto para identificar o dispositivo remoto que forneceu as informações incluídas no pacote recebido pelo receptor sem fio mapeando o endereço curto em um endereço longo que identifica unicamente o dispositivo remoto em um sistema incluindo o ponto de acesso e o dispositivo remoto.
92. Um terminal de acesso para comunicar informações a um dispositivo remoto através de um ponto de acesso, compreendendo: meios de geração de mensagem de mapeamento para gerar uma mensagem indicando um mapeamento entre um endereço curto usado pelo terminal de acesso para identificar o dispositivo remoto e um endereço longo usado pelo ponto de acesso para identificar o dispositivo remoto; meios de geração de pacote para gerar pacotes de dados direcionados ao dispositivo remoto, os pacotes incluindo um endereço curto usado pelo terminal de acesso para identificar o dispositivo remoto e informações a serem comunicadas ao dispositivo remoto; e meios para transmitir a mensagem de informações de mapeamento e pacotes gerados ao ponto de acesso.
93. O terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 91, compreendendo adicionalmente: meios de base de dados incluindo mapeamento de informações entre os endereços curto e longo.
94. O terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 92, compreendendo adicionalmente: meios para encurtar um endereço longo para gerar um endereço curto correspondente do mesmo.
95. O terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 93, em que o endereço longo é um endereço IP usado para comunicar pacotes através de um túnel de Camada -2 entre o ponto de acesso e o dispositivo remoto.
96. O terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 91, compreendendo adicionalmente: meios de receptor sem fio para receber do ponto de acesso um pacote incluindo um endereço curto correspondendo ao dispositivo remoto e informações do dispositivo remoto; e meios para identificar o dispositivo remoto que forneceu as informações incluídas no pacote recebido pelo receptor sem fio mapeando o endereço curto em um endereço longo que identifica unicamente o dispositivo remoto em um sistema incluindo o ponto de acesso e o dispositivo remoto.
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