BRPI0711970A2 - composições e métodos de fucoidano - Google Patents

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Abstract

COMPOSIçõES E MéTODOS DE FUCOIDANO. A presente invenção refere-se a composições e métodos que referem-se a fucoidano parcialmente hidrolisado para uso em suplementos dietéticos e produtos para cuidados da pele. Fucoidano de algas marinhas marrons é parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e em seguida misturado com outros ingredientes para uso como um suplemento dietético em forma de bebida, cápsula, ou comprimido, ou para uso como um produto de cuidados da pele. Outros ingredientes que podem ser incluídos nos suplementos dietéticos incluem vitaminas, minerais, aminoácidos, carotenóides, flavonóides, antioxidantes, aminoaçúcares, glicosaminoglicanos e botânicos. Produtos de cuidados da pele de acordo com a presente invenção compreendem fucoidano parcialmente hidrolisado e uma base.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMPOSI- ÇÕES E MÉTODOS DE FUCOIDANO".
Antecedentes da Invenção
A presente invenção refere-se geralmente a suplementos dietéti- cos que incorporam fucoidano derivado de algas marinhas. Mais particular- mente, a presente invenção refere-se a suplementos dietéticos que incorpo- ram fucoidano de algas marinhas, tal como Iimu moui de Tongan e hoku kombu e mozuku Japoneses, e opcionalmente, incluindo um ou mais ingre- dientes que apresentam uma alta capacidade de absorvência de radical oxi- gênio (ORAC).
Fucoidano
Fucoidano é um polissacarídeo sulfatado encontrado em muitas plantas e animais marítimos e é particularmente concentrado nas paredes celulares de algas castanhas (Phaeophyceae). Fucoidano é um polímero de carboidrato complexo composto principalmente de resíduos de L-fucose sul- fatada. Esses polissacarídeos são facilmente extraídos da parede celular de algas castanhas com água quente ou ácido diluído e podem ser responsá- veis por mais de 40% do peso seco de paredes celulares isoladas.
O. Berteau & B. Mulloy, Fucanos Sulfatados, perspectivas novas: estruturas, funções e propriedades biológicas de fucanos sulfatados e uma visão geral de enzimas ativas no sentido dessa classe de polissacarídeos, Glicobiologia 13 29R-40R (2003). Estrutura de fucoidano mostra-se estar ligada a espé- cies algáceas, mas há evidência insuficiente de estabelecer qualquer cor- respondência sistemática entre estrutura e ordem algáceas. Altas quantida- des de ligações a(1-3) e a(1-4) glicosídicas ocorrem em fucoidanos de As- cophyllum nodosum. Uma unidade de repetição de dissacarídeo de ligações a(1-3) e a(1-4) alternantes representa a característica estrutural mais abun- dante de fucoidanos a partir tanto de A. nodosum quanto de Fucus vesiculo- sus. Resíduos de sulfato são encontrados principalmente na posição 4. He- terogeneidade adicional é adicionada pela presença de grupos acetila aco- plados com átomos de oxigênio e ramificações, que estão presentes em to- dos os fucoidanos de planta. Algas marinhas contendo fucoidano são consumidas e usadas medicinalmente por pelo menos 3.000 anos em Tonga e pelo menos 2.000 anos na China. Uma quantidade enorme de pesquisa é relatada na literatura científica moderna, em que mais de 500 estudos são referenciados em uma pesquisa PubMed em relação a fucoidano.
As propriedades fisiológicas de fucoidanos nas algas mostram ter um papel na organização da parede celular e possivelmente na reticula- ção de alginato e celulose e morfogênese de embriões algáceos. Fucoida- nos também apresentam um amplo espectro de atividade em sistemas bio- lógicos. Eles apresentam atividade anticoagulante e antitrombótica, agem na inflamação e sistemas imunes, apresentam efeitos antiproliferativos e antia- desivos em células, e protegem células de infecção viral.
Adicionalmente, fucoidano apresenta numerosas funções bené- ficas que curam e fortalecem diferentes sistemas do corpo, incluindo propri- edades antivirais, anti-inflamatórias, anticoagulantes e antitumorais. Α. I. Usov e outros, Polysaccharides of Algae: Polysaccharide Composition of Several Brown Algae from Kamchatka, (Polissacarídeos de Algas: Composi- ção de Polissacarídeo de Diversas Algas Castanhas de Kamchatka) Rússia 27 J. Bio. Chem. 395-399 (2001). Verificou-se que fucoidano forma e estimu- Ia o sistema imunológico. Pesquisa indicou também que fucoidano reduz alergias, inibe coágulo sangüíneo, combate diabetes controlando açúcar no sangue, previne úlceras, alivia transtornos estomacais, reduz inflamação, protege os rins aumentando fluxo de sangue renal e desintoxica o corpo. Fucoidano também ajuda a reduzir e prevenir doença cardiovascular redu- zindo altos níveis de colesterol e ativando enzimas envolvidas na beta- oxidação de ácidos graxos.
Verificou-se por meio de um estudo Japonês que fucoidanos a- centuaram fagocitose, o processo em que células sangüíneas brancas (leu- cócitos) englobam, matam, digerem e eliminam debrís, vírus e bactérias. Re- latou-se por meio de um estudo americano que fucoidanos aumentaram o número de leucócitos (células sangüíneas brancas) maduros circulantes. Por meio de um estudo argentino e um estudo japonês, verificou-se que fucoida- nos inibiram vírus, tal como herpes simples tipo I, a partir de ligação a, pene- tração e replicação em células hospedeiras. Um estudo sueco está entre os muitos que mostraram fucoidanos inibir cascatas de inflamação e dano tissu- lar que poderão levar a alergias. Em outros estudos, tal como um em Cana- dá, verificou-se que fucoidanos bloquearam o processo de ativação com- plementar que se acredita desempenhar um papel adverso em doenças de- generativas crônicas, tais como aterosclerose, ataque cardíaco e doença de Alzheimer. Verificou-se em dois estudos americanos que fucoidanos aumen- tam e mobilizam células-tronco.
Pesquisadores têm também determinado que fucoidano tende a combater câncer por meio de redução de angiogênese (crescimento de vaso sangüíneo), inibição de metástase (espalhamento de células cancerosas a outras partes do corpo) e promoção de morte de células cancerosas. Certas sociedades que fazem de algas marinhas castanhas parte de sua dieta pa- recem apresentar exemplos de câncer notavelmente baixos. Por exemplo, a área administrativa de Okinawa, onde os habitantes desfrutam de algumas das mais altas probabilidades de vida no Japão, também acontece apresen- tar uma das mais altas taxas de consumo per capita de fucoidanos. É notá- vel que a taxa de morte por câncer em Okinawa é a mais baixa de todas as áreas administrativas no Japão.
Encontram-se algas marinhas castanhas em abundância em vá- rias áreas oceânicas do mundo. Uma das localizações mais puras que pro- porciona alguns dos rendimentos mais altos de fucoidano é nas águas claras circunvizinhas a ilhas de Tongan, onde a alga marinha é chamada de Iimu moui. No Japão, hoku kombu (Laminaria japonica), é dita ser particularmente rica em fucoidanos e é similar a Iimu moui. Os japoneses também conso- mem pelo menos dois outros tipos de algas marinhas castanhas wakame e mozuku (Cladosiphon e Nemacystus).
Tipicamente, aproximadamente quatro por cento em peso de limu moui de Tongan são fucoidano. Há pelo menos três tipos de moléculas poliméricas de fucoidano encontrados em algas marinhas castanhas. U- fucoidano, apresentando aproximadamente 20 por cento de ácido glicurôni- co, é particularmente ativo na realização de destruição de células cancero- sas. F-fucoidano, um polímero de fucose principalmente sulfatado e G- fucoidano ambos tendem a induzir a produção de células HGF que auxiliam na restauração e reparo de células danificadas. Todos os três tipos de fucoi- dano também tendem a induzir a produção de agentes que fortalecem o sis- tema imunológico.
Consequentemente, bebidas consumíveis e outras composições de fucoidano são necessárias para benefício das muitas vantagens mencio- nadas acima. Métodos de preparação de fucoidano poderão ser usados para intensificar consumo embora não destruindo seus efeitos benéficos. Pele
A pele é formada de duas camadas principais. A epiderme é a camada superficial e forma uma cobertura protetora da pele e controla o flu- xo de água e substâncias dentro e fora da pele. Para permanecer sadia, a pele tem de agüentar alterações de condições ambientais e reparar dano ao mesmo tempo. A pele está em um estado constante de reparo à medida que ela muda as células mortas na superfície e reabastece as camadas inferio- res. A derme é o nível menor da pele e é a camada que proporciona a resis- tência, elasticidade e espessura da pele. Células na derme são responsáveis por síntese e secreção de todos os componentes de matriz dérmica, tal co- mo colágeno, elastina e glicosaminoglicanos. Colágeno proporciona a resis- tência, elastina, elasticidade e glicosaminoglicanos a umidade e obesidade da pele.
A pele poderá ser abusada por sabonetes, cosméticos à base de emulsificantes, água quente, ou solventes orgânicos, por exemplo. Esses, cada um contribuem para roubar da pele umidade essencial e para criar uma barreira de esforço que não funciona apropriadamente. Perda de umidade e irritação aumenta, deixando a pele sensível, escamosa, e seca. Atividade de radicais livres multiplica-se, causando mais rugas e envelhecimento prema- turo.
Além disso, a pele é submetida à deterioração por meio de dis- túrbios dermatológicos, abuso ambiental, tais como vento, ar condicionado e aquecimento central, ou por meio do processo de envelhecimento normal, o qual poderá ser acelerado por exposição da pele ao sol. A espessura da camada dérmica é reduzida devido a envelhecimento, motivando desse mo- do à pele a enfraquecer. Acredita-se que isso seja parcialmente responsável pela formação de rugas. Em anos recen- tes, tem crescido enormemente a demanda de composições cosméticas e métodos de cosméticos para aperfeiçoar a aparência e condição da pele.
Consumidores estão crescentemente procurando produtos cos- méticos antienvelhecimento que tratam ou retardam os sinais visíveis de en- velhecimento real e pele desgastada pela ação do tempo, tais como rugas, linhas, pele flácida, hiperpigmentação, e marcas de idade. Consumidores também freqüentemente procuram outros benefícios de produtos cosméticos além de antienvelhecimento. O conceito de pele sensível tem aumentado a demanda de produtos cosméticos que aperfeiçoam a aparência e condição de pele sensível, seca e escamosa e alivia pele vermelha ou irritada. Con- sumidores também desejam produtos cosméticos que tratam marcas, espi- nhas cutâneas, manchas, e assim por diante.
Pesquisas mostram que ao usar um produto para cuidado da pele que inclui os blocos de construção natural, acelera a capacidade da pele de reparar ela própria e manter a função de barreira da pele sob níveis otimizados. Essa abordagem trata o problema, não meramente o sintoma. Marcas de irritação antes que possa iniciar, assim que recorrem problemas são evitadas, desse modo levando a pele de volta a condições ideais.
Demanda de consumidores para produtos à base natural tem sido crescente em anos recentes. Percebe-se síntese química como ambien- talmente insegura. Um ingrediente quimicamente sintetizado poderá conter produtos químicos fortes. Produtos naturais são percebidos como puros e moderados e superiores a produtos quimicamente sintetizados. Transferindo um benefício cosmético de fontes vegetais, contudo, não é comum. Para derivar um benefício real de uma fonte natural, não apenas uma planta ou uma parte da planta contendo um ingrediente ativo específico tem de ser identificada, mas uma concentração mínima e/ou um extrato específico des- sa planta tem de ser identificada,· essa verdadeiramente transfere um bene- fício cosmético.
Consequentemente, consumidores demandam um tratamento eficaz para a pele e rugas que umedece, cicatriza e alivia a superfície vulne- rável e delicada da pele. Adicionalmente, consumidores demandam que tra- tamento para a pele seja baseado em produtos naturais para promover cica- trização e preservar aparência juvenil.
Em vista do precedente, avaliar-se-á que proporcionando um suplemento nutricional contendo fucoidano e produtos para cuidados da pele seria um avanço significativo no estado da técnica.
Breve Sumário da Invenção
Uma modalidade ilustrativa da presente invenção compreende composições de material que compreende misturas ou compostos de fucoi- dano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais antioxidantes. Antioxidantes ilustrativos, sem limitação, incluem superóxido dismutase, as- taxantina, curcumina, curcuminóides, vitamina E, framboesa, framboesa, arando, pomegranato, tocoferóis, chá verde, chá branco, chocolate escuro, chocolate, cacau, espirulina, bromelaína, vitamina C, rutina, extrato de se- mente de uva, picnogenóis, proantocianidinas oligoméricas, antocianidinas, procianidinas, selênio, beta-caroteno, zinco, uva-do-monte, oxicoco, polife- nóis, flavonas, morango, ácido elágico, cumarina, ácido ferúlico, resveratrol, ácido alfa-lipóico, tomates, abacates, brócolis, licopeno, luteína, vitamina A, ácido fólico, folatos, carotenóides, extrato da folha de oliva, cravo-da-índia moído, canela moída, orégano, amora-preta, groselha preta, polifenólicos, bioflavonóides, flavonóides, flavanóis, catecóis, goji, tamarindo, mangostão, xantonas, cerejas ácidas, cerejas, aspargos, glutationa, catequinas, epicate- quinas, ameixas, ameixa rainha vermelha, fruta kiwi, Ganoderma lucidum, tióis, cebolas, maçãs, repolho vermelho, fruta estrela, carambola, extrato da casca de pinheiro branco, N-acetil cisteína, qualquer planta cítrica, e beta- criptoxantina.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende métodos de produção de composições de material que compreendem misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais antioxidantes, métodos estes que compreendem mistura do fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais antioxidan- tes.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende métodos de utilização de composições de material que com- preendem misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais antioxidantes, métodos estes que compreen- dem administrar as misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidro- Iisado e/ou sulfonado e um ou mais antioxidantes a um indivíduo.
Uma modalidade ilustrativa ainda adicional da presente inven- ção compreende composições de material para transferência de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado, as composições compreendendo o fucoidano formulado como nanopartículas.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de composições de material para transferência de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado, método este que compreende formulação do fucoidano como nanopartículas.
Uma outra modalidade ilustrativa da invenção compreende um método de utilização de composições de material que compreende fucoida- no parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado como nanopartículas, método este que compreende administrar as nanopartículas a um indivíduo.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende uma composição de material para transferência de fucoidano parcial- mente hidrolisado e/ou sulfonado em que a composição compreende uma mistura do fucoidano e água estruturada ou água aglomerada.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da invenção compreende um método de produção de composições de material para transferência de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado, método este que com- preende mistura do fucoidano e água estruturada ou água aglomerada.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da invenção compreende um método de utilização de uma composição de material que compreende uma mistura de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e água estruturada ou água aglomerada, método este que compreende administrar a mistura a um indivíduo.
Uma outra modalidade ilustrativa da invenção compreende uma composição de material que compreende misturas ou compostos de fucoi- dano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais peptídeos ou polipeptídeos.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da invenção compreende um método de produção de uma composição de material que compreende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais peptídeos ou polipeptídeos, método este que compreende mistura ou reação do fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais peptídeos ou polipetídeos para resultar nessa composição.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da invenção compreende um método de utilização de composições de material que compreendem misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais peptídeos ou polipeptídeos, método este que compreende administrar a composição a um indivíduo.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende uma composição de material para tratamento de artrite e/ou fortaleci- mento de articulações e cartilagem, composição esta que compreende mis- turas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de artrite e/ou fortalecimento de articulações e car- tilagem. Um agente ilustrativo de tratamento de artrite e/ou fortalecimento de articulações e cartilagem inclui um membro selecionado do grupo que con- siste em um ou mais membros selecionados do grupo que consiste em sulfa- to de glicosamina, HCI de glicosamina, fosfato de glicosamina, acetil glico- samina, cartilagem de tubarão, sulfato de condroítina, galactolipídeos, extra- to de proteína da queratina de lã, extrato de queratina, ácido hialurônico, urtiga, glicomanana, colágeno tipo II, hidrolisato de colágeno e misturas dos mesmos.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de uma composição de material para tratamento de artrite e/ou fortalecimento de articulações e cartilagem com- preendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de artrite e/ou fortalecimento de articulações e cartilagem, método este que compreende mistura ou reação do fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e o agente de trata- mento de artrite e/ou fortalecimento de articulações e cartilagem para resul- tar nessa composição.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de tratamento de artrite e/ou fortalecimento de arti- culações e cartilagem, método este que compreende administrar uma com- posição de material que compreende uma mistura ou composto de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de artrite e/ou fortalecimento de articulações e cartilagem.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende uma composição de material para fortalecimento do sistema imunoló- gico, composição esta que compreende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente para fortalecimento do sistema imunológico. Um agente ilustrativo para fortalecimento do sistema imunológico é um membro selecionado do grupo que consiste em noni, mangostão, e misturas destes,
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de uma composição de material para fortalecimento do sistema imunológico, método este que compreende mistu- ra ou reação do fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um a- gente para fortalecimento do sistema imunológico para resultar em uma mis- tura ou composto.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de fortalecimento do sistema imunológico, método este que compreende administrar uma composição de material que compre- ende uma mistura ou composto de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de fortalecimento do sistema imunológico. Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende uma composição de material compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de sinali- zação celular. Um agente de sinalização celular ilustrativo é um membro se- lecionado do grupo que consiste em limeira, cafeína, taurina, grãos verdes de café, e misturas destes.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de uma composição de material que compreende uma mistura ou composto de fucoidano parcialmente hidrolisa- do e/ou sulfonado e um agente de sinalização celular, método este que compreende mistura ou reação do fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e o agente de sinalização celular para resultar em uma mistura ou composto.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de utilização de uma composição de material com- preendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de sinalização celular, método este que com- preende administrar a composição a um indivíduo.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende uma composição de bebida energética compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado, água e um agente intensificador de energia. Um agente intensificador de energia ilustra- tivo é um ou mais sacarídeos selecionados do grupo que consiste em glico- se, sacarose, frutose, e misturas destes.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de uma composição de bebida ener- gética compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado, água, e um agente intensificador de energia, mé- todo este que compreende mistura ou reação do fucoidano parcialmente hi- drolisado e/ou sulfonado, água, e o agente intensificador de energia para resultar nessa composição.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de utilização de uma composição de bebida ener- gética compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado, água, e um agente intensificador de energia, mé- todo este que compreende administrar a composição a um indivíduo.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende uma composição de material compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de forta- lecimento cardíaco. Um agente de fortalecimento cardíaco ilustrativo com- preende sinforina.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de uma composição de material com- preendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de fortalecimento cardíaco, método este que compreende mistura ou reação do fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e o agente de fortalecimento cardíaco para resultar nessa compo- sição.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de fortalecimento do coração, método este que compreende administrar uma composição de material que compreende mis- turas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de fortalecimento cardíaco a um indivíduo.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende uma composição de material compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de rever- são de perda muscular, aumento de massa muscular e ou densidade óssea. Um agente ilustrativo de reversão de perda muscular, aumento de massa muscular, e ou densidade óssea compreende um ou mais α-aminoácidos ou sais, ou ésteres dos mesmos.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de uma composição de material que compreende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de reversão de perda muscular, aumento de massa muscular, e ou densidade óssea, método este que compreende mis- tura ou reação do fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e o a- gente de reversão de perda muscular, aumento de massa muscular, e ou densidade óssea para resultar nessa composição.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de reversão de perda muscular e aumento de mas- sa muscular e/ou densidade óssea, método este que compreende adminis- trar uma composição de material compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de reversão de perda muscular, aumento de massa muscular e/ou densidade óssea a um indivíduo.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende uma composição de material para aumentar densidade óssea, regular função da próstata e/ou tratar condições pós e pré-menopausa, composição esta que compreende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de aumento de densidade óssea, regulação de função da próstata e/ou tratamento de condições pós e pré- menopausa. Um agente ilustrativo de aumento de densidade óssea, regula- ção de função da próstata, e/ou tratamento de condições pós e pré- menopausa compreende equol.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de uma composição de material de aumento de densidade óssea, regulação de função da próstata, e/ou trata- mento de condições pós e pré-menopausa, método este que compreende mistura ou reação do fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de aumento de densidade óssea, regulação da função da prósta- ta e/ou tratamento de condições pós e pré-menopausa para resultar em uma mistura ou composto.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de aumento de densidade óssea, regulação da fun- ção da próstata e/ou tratamento de condições pós e pré-menopausa, método este que compreende administrar uma composição de material compreen- dendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de aumento de densidade óssea, regulação da fun- ção da próstata, e/ou tratamento de condições pós e pré-menopausa a um indivíduo.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende uma composição de material para tratamento de câncer que compre- ende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sul- fonado e um agente de tratamento de câncer. Um agente ilustrativo de tra- tamento de câncer é um membro selecionado do grupo que consiste em capsicano, licopeno, luteína, óleo de perilila, amora, curcumina, turmérico, e misturas destes.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de uma composição de material para tratamento de câncer, método este que compreende mistura ou reação de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamen- to de câncer para resultar em uma mistura ou composto.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de tratamento de câncer, método este que compre- ende administrar uma composição de material compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agen- te de tratamento de câncer a um indivíduo.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende uma composição de material para tratamento de condições pós e pré- menopausa, composição esta que compreende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamen- to de condições pós-menopausa e pré-menopausa. Um agente ilustrativo de tratamento de condições pós-menopausa e pré-menopausa compreende uma ou mais isoflavonas.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de uma composição de material para tratamento de condições pós e pré-menopausa, método este que compreen- de mistura ou reação de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de condições pós-menopausa e pré-menopausa para resultar em uma mistura ou composto.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de tratamento de condições pós e pré-menopausa, método este que compreende administrar uma composição de material compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidroli- sado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de condições pós- menopausa e pré-menopausa a um indivíduo.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende uma composição de tratamento de estrias e cicatrizes na pele, compo- sição esta que compreende misturas ou compostos compreendendo fucoi- dano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de estrias e cicatrizes na pele.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de composições de material para tra- tamento de estrias e cicatrizes na pele, método este que compreende mistu- ra ou reação de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um a- gente de tratamento de estrias e cicatrizes na pele para resultar em uma mistura ou composto.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de tratamento de estrias e cicatrizes na pele, méto- do este que compreende contatar a área afetada com uma composição que compreende fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de estrias e cicatrizes na pele.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende uma composição de prolongamento da vida, contra-ataque de processos de envelhecimento, e ativação de biossistemas de prolongamento da juventude, composição esta que compreende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de prolon- gamento da vida, contra-ataque de processos de envelhecimento, e ativação de biossistemas de prolongamento da juventude.
Ainda uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compreende um método de produção de composições para prolongamento da vida, contra-ataque de processos de envelhecimento, e ativação de bios- sistemas de prolongamento da juventude, método este que compreende misturar fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de prolongamento da vida, contra-ataque de processos de envelhecimento, e ativação de biossistemas de prolongamento da juventude para resultar em uma mistura ou composto.
Uma outra modalidade ilustrativa da presente invenção compre- ende um método para prolongamento da vida, contra-ataque de processos de envelhecimento, e ativação de biossistemas de prolongamento da juven- tude, método este que compreende administrar uma composição compreen- dendo uma mistura ou composto que compreende fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de prolongamento da vida, contra- ataque de processos de envelhecimento, e ativação de biossistemas de pro- longamento da juventude a um indivíduo.
Descrição Detalhada
Anteriormente as presentes composições contendo fucoidano e métodos são revelados e descritos, deve-se entender que esta invenção não se limita às configurações particulares, etapas de processo e materiais apre- sentados neste relatório, como tais configurações, etapas de processos, e materiais poderão variar um pouco. Deve-se entender também que a termi- nologia empregada neste relatório é usada para o propósito de descrever modalidades particulares apenas e não se pretende limitar uma vez que o escopo da presente invenção será limitado somente pelas reivindicações anexas e equivalentes das mesmas.
Deve-se observar que, conforme usado neste relatório e nas rei- vindicações anexas, a forma singular "um", "uma" e "a", "o" incluem plural referente a não ser que o contexto claramente imponha de outra maneira. Desse modo, por exemplo, referência a um suplemento dietético contendo "um fucoidano parcialmente hidrolisado" inclui uma mistura de dois ou mais desses fucoidanos parcialmente hidrolisados, referência a "um ácido" inclui referência a dois ou mais desses ácidos, e referência a "um conservante" inclui referência a uma mistura de dois ou mais desses conservantes.
Na descrição e reivindicação da presente invenção, a seguinte terminologia será usada de acordo com as definições apresentadas abaixo.
Conforme usado neste relatório, "compreendendo", "incluindo", "contendo", "caracterizado por" e equivalentes gramaticais destes são ter- mos inclusivos ou abertos que não excluem elementos adicionais ou etapas de métodos não relacionados. "Compreendendo" deve ser interpretado co- mo, incluindo os termos mais restritivos "consistindo em" e "consistindo es- sencialmente em".
Conforme usado neste relatório, "fucoidano parcialmente hidroli- sado" entende-se que fucoidano foi hidrolisado em polímeros e oligômeros menores, mas não completamente hidrolisado como para resultar em hidróli- se completa a monossacarídeos.
Conforme usado neste relatório, "alto valor de ORAC" ou termos similares entende-se um valor ORAC de pelo menos aproximadamente 400 por 100 gramas de fruta ou vegetal. Por exemplo, o mirtilo apresenta um va- lor ORAC de aproximadamente 2.400 por 100 gramas, e as seguintes frutas apresentam valores ORAC conforme mostrados em parênteses por 100 gra- mas: amoras-pretas (2.036), amoras (1.750), morangos (1.540), framboesas (1,220), ameixas (949), laranjas (750), uvas vermelhas (739), cerejas (670), fruta kiwi (602), e uvas brancas (446). Outras frutas sabidas apresentar um alto valor de ORAC incluem uvas pretas, mangostão, noni, aronia, sinforina e açaí, e similares. Adicionalmente, ingredientes nutracêuticos sabidos apresen- tar altos valores de ORAC incluem proantocianidinas, tais como, de extratos de semente de uva e casca de pinheiro branco do sul da Europa (por exem- plo, picnogenol, Patente dos Estados Unidos N0 4.698.360) e curcuminóides. Proantocianidinas oligoméricas (OPC) são ilustrativas.
Conforme usada neste relatório, "esterilização" e termos simila- res significam, com relação a suplementos nutricionais apresentar um pH menor que 4,6 e uma atividade em água maior que 0,85, pasteurização do suplemento nutricional e armazenagem sob temperatura ambiente. Com re- lação a suplementos nutricionais apresentando um pH maior que 4,6 e uma atividade em água maior que 0,85, "esterilização" e termos similares signifi- cam aplicar calor de tal modo que o suplemento nutricional torna-se livre de micro-organismos capazes de reprodução no suplemento nutricional sob condições normais não-refrigeradas de armazenagem e distribuição.
Conforme usada neste relatório, "pasteurização" tradicionalmen- te significa um processo chamado após cientista Louis Pasteur por meio do qual cada partícula de leite é aquecida a não mais que 62,8°C (isto é, 145°F) por não menos de 309 minutos e prontamente esfriada para destruir quais- quer bactérias nocivas que poderão estar presentes sem afetar sabor e valor alimentício. Atualmente, o método mais comum de pasteurização nos Esta- dos Unidos é pasteurização Hight Temperature Short Time (HTST), que usa placas de metal e água quente para aumentar temperaturas para 71,7°C (isto é, 1610F) por não menos de 15 segundos, seguidos por resfriamento rápido. Ultrapasteurização (UP) é um processo similar à pasteurização HTST, mas usando temperaturas maiores e tempos mais longos. Pasteuri- zação UP resulta em um produto com vida útil mais longa mas ainda exigin- do refrigeração de leite, mas não de alimentos acidificados ou suplementos nutricionais (pH < 4,6). Um outro método, pasteurização Ultra High Tempera- ture (UHT)1 aumenta a temperatura acima de 93,3°C (isto é 200°F) por al- guns segundos, seguidos por resfriamento rápido. Um produto pasteurizado UHT que é embalado assepticamente resulta em um produto de "vida está- vel" que não exige refrigeração até que seja aberto.
Conforme usado neste relatório, "processamento e embalagem asséptica" e termos similares significam o enchimento de um produto esfria- do esterilizado em recipientes pré-esterilizados, seguidos por selagem her- mética asséptica, com um fechamento pré-esterilizado, em uma atmosfera livre de micro-organismos,
Conforme usado neste relatório, "recipiente hermeticamente se- lado" e termos similares significam um recipiente que é projetado e pretendi- do ser seguro contra a entrada de micro-organismos e desse modo manter a esterilidade de seu conteúdo após processamento.
Conforme usados neste relatório, "comprimidos" são formas de dosagem sólida contendo um suplemento dietético com ou sem excipientes ou diluentes adequados e preparados por métodos de compressão ou mol- dagem bem-conhecidos no estado da técnica. Comprimidos estão em uso muito difundido desde que a última parte do 19°. centenário e sua populari- dade continuam. Comprimidos permanecem populares como uma forma de dosagem devido às vantagens proporcionadas tanto para o fabricante (por exemplo, simplicidade e economia de preparação, estabilidade e conveniên- cia na embalagem, embarque e dispensa) e o usuário (por exemplo, exati- dão de dosagem, solidez, portabilidade, suavidade de sabor e facilidade de administração). Embora comprimidos sejam mais freqüentemente discóides na forma, poderão ser também redondos, ovais, oblongos, cilíndricos ou tri- angulares. Poderão diferir-se grandemente de tamanho e peso dependendo da quantidade de suplemento dietético presente e do método de administra- ção pretendido. Poderão ser divididos em duas classes gerais, (1) comprimi- dos prensados e (2) comprimidos moldados ou comprimidos triturados. Além do(s) ou ingrediente(s) ativo(s) ou terapêutico(s), os comprimidos contêm um número ou materiais inertes ou aditivos. Um primeiro grupo de tais aditivos incluem aqueles materiais que ajudam a conferir características de compres- são satisfatória para a formulação, incluindo diluentes, aglutinantes e Iubrifi- cantes. Um segundo grupo de tais aditivos ajudam a fornecer características físicas desejáveis adicionais ao comprimido acabado, tais como agentes de- sintegrantes, colorantes, aromatizantes e edulcorantes.
Conforme usados neste relatório, "diluentes" são substâncias inertes adicionadas para aumentar a massa da formulação para tornar o comprimido de um tamanho prático para compressão. Comumente usados diluentes incluem fosfato de cálcio, sulfato de cálcio, lactose, caulim, manitol, cloreto de sódio, amido seco, açúcar em pó, sílica e similares.
Conforme usados neste relatório, "aglutinantes" são agentes u- sados para conferir qualidades coesivas ao material em pó. Aglutinantes ou "granuladores" como eles são às vezes conhecidos, conferem uma coesão à formulação de comprimidos, a qual assegura que o comprimido permaneça intacto após compressão, bem como aperfeiçoa as qualidades de fluxo livre pela formulação de grânulos de dureza e tamanho desejados. Materiais co- mumente usados como aglutinantes incluem amido; gelatina; açúcares, tais como sacarose, glicose, dextrose, melaços e lactose; gomas naturais e sin- téticas, tais como acácia, alginato de sódio, extrato de musgo-da-irlanda, goma panwar, goma ghatti, mucilagem de cascas de isapol, carboximetilce- lulose, metilcelulose, polivinilpirrolidona, Veegum, celulose microcristalina, dextrose microcristalina, amilose e lariço arabogalactano, e similares.
Conforme usados neste relatório, "lubrificantes" são materiais que realizam várias funções na produção de comprimidos, tais como aper- feiçoar a taxa de fluxo da granulação de comprimidos, impedir adesão do material de comprimido à superfície dos moldes e punções, reduzir fricção interpartículas e facilitar a ejeção dos comprimidos a partir da cavidade do molde. Lubrificantes comumente usados incluem talco, estearato de magné- sio, estearato de cálcio, ácido esteárico e óleos vegetais hidrogenados.
Conforme usados neste relatório, "desintegradores" ou desinte- grantes são substâncias que facilitam a dissolução ou desintegração de comprimidos após administração. Materiais que funcionam como desinte- grantes são quimicamente classificados como amidos, argilas, celuloses, alginas ou gomas. Outros desintegradores incluem Veegum HV, metilcelulo- se, ágar, bentonita, celulose e produtos de madeira, esponja natural, resinas de troca catiônica, ácido algínico, goma guar, polpa cítrica, polivinilpirrolido- na reticulada, carboximetilcelulose, e similares.
Conforme usados neste relatório, "agentes colorantes" são a- gentes que fornecem a comprimidos uma aparência mais agradável, e além disso ajuda o fabricante a controlar o produto durante sua preparação e aju- da o usuário a identificar o produto. Qualquer um dos corantes FD&C solú- veis em água aprovados certificados, misturas destes, ou suas Iacas corres- pondentes poderão ser usadas para colorir comprimidos. Uma Iaca de cor é a combinação por meio de absorção de corante solúvel em água a um óxido hídrico de um metal pesado, resultando em uma forma insolúvel do corante.
Conforme usados neste relatório, "agentes aromatizantes" vari- am consideravelmente em sua estrutura química, que variam de ésteres simples, álcoois e aldeídos para carboidratos e óleos voláteis complexos. Aromas naturais e sintéticos de quase qualquer tipo desejado são atualmen- te disponíveis.
Conforme usadas neste relatório, "cápsulas" são formas sólidas de dosagem em que o suplemento dietético é fechado em um recipiente so- lúvel duro ou mole (incluindo cápsulas gelatinosas), ou casca de um políme- ro adequado, tal como gelatina. A cápsula de gelatina mole foi inventada por Mothes, um farmacêutico Francês em 1833. Durante o ano seguinte DuBIanc obteve uma patente em relação a suas cápsulas de gelatina mole. Em 1848 Murdock patenteou a cápsula de gelatina dura em duas partes. A encapsulação de agentes medicinais, suplementos dietéticos, e similares permanece para um método popular de agentes de administração pela via oral. Cápsulas são sem sabor, facilmente administradas, e facilmente cheias. Algumas pessoas verificam ser mais fácil engolir cápsulas do que comprimi- dos, portanto preferindo tomar sua forma quando possível. Essa preferência tem inspirado fabricantes a comercializar produtos em forma de cápsula mesmo que o produto tenha sido já produzido em forma de comprimido.
Conforme usadas neste relatório, "necessidades farmacêuticas" significam substâncias que são de pouco ou nenhum valor dietético ou tera- pêutico, mas que são úteis na produção e composição de várias prepara- ções de suplemento dietético. Essas substâncias incluem antioxidantes e conservantes; colorantes, aromatizantes e agentes de diluição; agentes de emulsificação e suspensão; bases de pomadas; solventes farmacêuticos; e agentes heterogêneos. Vide por exemplo, Remington's Pharmaceutical Sci- ences para uma revisão de que é conhecido no estado da técnica com refe- rência a necessidades farmacêuticas.
Conforme usados neste relatório, "pós" significam uma forma de dosagem sólida pretendida ser suspensa ou dissolvida em água ou um outro líquido ou misturada com alimentos macios antes de administração. Pós são tipicamente preparados por meio de secagem por pulverização ou secagem por congelamento de formulações líquidas. Pós são vantajosos devido à fle- xibilidade, estabilidade, efeito rápido e facilidade de administração. Conforme usado neste relatório, "Brix" é uma escala de medição do teor de açúcar de uvas, vinhos e similares. Cada grau de Brix é equiva- lente a um grama de açúcar por 100 ml de líquido. Desse modo, uma solu- ção de açúcar de grau Brix 18 contém 18% em peso de açúcar. Brix também descreve a porcentagem de sólidos suspensos em um líquido. Desse modo, Brix 95, por exemplo, denota um líquido que contém 95% em peso de sóli- dos suspensos. Brix é medido com um dispositivo ótico chamado um refra- tômetro. O sistema Brix de medição é denominado de Brix A.F.W., um inven- tor do século XIX.
Conforme usada neste relatório, "glicosamina" significa glicosa- mina, sais desta, tais como sulfato de glicosamina ou succinato de glicosa- mina, derivados destes, tal como N-acetilglicosamina, e misturas destes.
Conforme usada neste relatório, "condroítina" significa condroíti- na, sais desta, tal como sulfato de condroítina, ésteres destes, e misturas destes.
Conforme usado neste relatório, "protetor de cartilagem" signifi- ca um precursor na síntese de cartilagem, tal como glicosamina ou condroí- tina.
Conforme usada neste relatório, "vitamina D" inclui todas de su- as formas ativas, incluindo, por exemplo, vitamina D2 (ergocalciferol), vitami- na D3 (colecalciferol) e misturas destas. Similarmente, "vitamina E" inclui to- das de suas formas ativas, incluindo, por exemplo, alfa-tocoferol, beta- tocoferol, gama-tocoferol, delta-tocoferol, e misturas destas. Similarmente, "vitamina A" inclui todas de suas formas ativas, incluindo, por exemplo, vita- mina Ai (retinol), vitamina A2 (desidrorretinol), ácido vitamina A (ácido reti- nóico) e misturas destas. Similarmente, "vitamina K" inclui todas de suas formas ativas, incluindo, por exemplo, vitamina Ki (filoquinona), vitamina K2 (farnoquinona), vitamina K3 (menadiona ou menaquinona), vitaminas K4.7 (análogos sintéticos de menadiona), misturas destas. Similarmente, "vitami- na B-12" inclui todas de suas formas ativas, incluindo, por exemplo, ciano- cobalamina, metilcobalamina, hidroxocobalamina, nitritocobalamina, e mistu- ras destas. Conforme usados neste relatório, "derivados" de vitaminas signi- ficam formas alternativas biologicamente ativas de uma vitamina particular. Por exemplo, derivados de vitamina E incluem ésteres de vitamina E, tal co- mo acetato d-alfa-tocoferila. Como um outro exemplo, derivados de vitamina A incluem ésteres de vitamina A, tal como palmitato de retinila. Como ainda um outro exemplo, derivados de niacina incluem niacinamida. Como ainda um outro exemplo, derivados de piridoxina incluem piridoxal e piridoxamina. Como um exemplo ainda adicional, derivados de vitaminas que são ácidos incluem sais de tais ácidos, por exemplo, ascorbato de cálcio, cloridreto de tiamina, cloridreto de piridoxina, pantotenato de cálcio e similares.
Conforme usada neste relatório, "quantidade eficaz" significa uma quantidade de um componente do suplemento dietético que é não- tóxico mas suficiente para proporcionar o efeito e desempenho desejado sob uma razão benefício/risco razoável que atende qualquer suplemento dietéti- co. Por exemplo, uma quantidade eficaz de uma vitamina ou mineral é uma quantidade suficiente para impedir uma deficiência desta, ou para reduzir a incidência de alguns cânceres, isto é, pulmão (vitamina E, ácido fólico, vita- mina D, selênio), próstata (vitamina E, vitamina D, selênio), estômago (vita- mina C), colorretal (ácido fólico, vitamina D, selênio), pele (selênio), cervix (ácido fólico) e mama (vitamina D); osteoporose (vitamina D, vitamina K, cál- cio, magnésio, vanádio e possivelmente boro e cobre); osteoartrite (cálcio); degeneração macular ou cataratas (riboflavina, vitamina C1 vitamina E, selê- nio); doença cardíaca (vitamina E, ácido fólico, piridoxina, vitamina A, mag- nésio, selênio, cobre); doença neurológica (tiamima, niacina, ácido pantotê- nico, ácido fólico, vitamina B-12); ou doença de Alzheimer (vitamina E) ou para ajudar na regeneração de tecido conectivo (vitamina C, cobre, ferro, manganês, zinco). Uma quantidade eficaz de um carotenóide é uma quanti- dade suficiente para proporcionar um efeito benéfico, tal como reduzir a inci- dência de alguns cânceres, isto é, membranas da pele e mucosa (β- caroteno), trato digestivo (β-caroteno, licopeno), próstata e estômago (lico- peno), pulmão (luteína); degeneração macular (luteína); ou doença cardíaca (licopeno). Uma quantidade eficaz de um bioflavonóide é uma quantidade suficiente para proporcionar um efeito benéfico, tal como diminuir a incidên- cia de alguns cânceres, isto é, mama, estômago, pâncreas e pulmão (quer- cetina); ou doença cardíaca (quercetina, extrato de semente de uva). Uma quantidade eficaz de ácido α-lipóico é uma quantidade suficiente para pro- porcionar um efeito benéfico, tal como reduzir a incidência de cataratas ou doenças neurológicas. Uma quantidade eficaz de coenzima Q10 é uma quantidade, suficiente para proporcionar um efeito benéfico, tal como reduzir a incidência de alguns cânceres ou doença cardíaca. Tais quantidades efi- cazes podem ser determinadas sem experimento indevido por aqueles ver- sados no estado da técnica.
Conforme usadas neste relatório, "loções" são cosméticos líqui- dos, freqüentemente suspensões ou dispersões, pretendidas para aplicação externa ao corpo.
Conforme usados neste relatório, "cremes" são preparações mo- Ies tipo cosmético. Cremes do tipo óleo-em-água (O/A) incluem preparações tais como cremes-base, cremes para as mãos, cremes de barbear, e simila- res. Cremes do tipo água-em-óleo (A/O) incluem cremes frios, cremes emo- Iientes e similares. Cremes farmaceuticamente são emulsões sólidas con- tendo suspensões ou soluções de ingredientes ativos para aplicação exter- na. Geralmente, preparações desse tipo são classificadas como pomadas. Especificamente, elas pertencem a bases do tipo emulsão.
Conforme usadas neste relatório, "pomadas" são preparações semissólidas para aplicação externa dessa consistência que poderão ser prontamente aplicadas à pele. Elas devem ser de tal composição que amo- lecem, mas não necessariamente fundem-se, quando aplicadas ao corpo. Funcionam como veículos para a aplicação tópica de ingredientes ativos e também funcionam como protetores e emolientes para a pele. Por muitos anos pomadas foram limitadas por definição e uso para misturas de subs- tâncias graxas. Atualmente, além de tais misturas oleaginosas, há prepara- ções de pomada que possuem a mesma consistência geral mas inteiramen- te livre de substâncias oleaginosas. Em muitos exemplos, elas são emulsões de materiais similares a graxos ou cerosos com proporções comparativa- mente altas de água. Essas emulsões poderão ser emulsões água-em-óleo (A/O) ou óleo-em-água (A/O), dependendo principalmente da seleção do agente emulsificante. Tais emulsões semissólidas são também referidas como cremes. Cremes e pomadas contendo grandes quantidades de pós insolúveis são referidas como pastas. Pastas são usualmente mais firmes e mais absortivas do que cremes e pomadas.
A presente invenção desenvolve suplementos dietéticos do es- tado da técnica proporcionando um suplemento dietético formulado com fu- coidano a partir de algas marinhas, tais como Iimu moui, kombu ou mozuku. A adição de fucoidano a suplemento dietético da presente invenção serve para proporcionar vantagens dietéticas e nutricionais significativas não verifi- cadas em suplementos dietéticos do estado da técnica. O suplemento dieté- tico acentuado de fucoidano da presente invenção proporciona muitas fun- ções benéficas, incluindo proporcionar extensão de vida, antienvelhecimento e regeneração de células e tecidos, tais como músculos e ossos; promover fatores de crescimento no corpo; promover alta energia, vitalidade e juventu- de; manter e fortalecer o sistema imunológico, reduzir alergias, inibir coágulo sangüíneo, controlar açúcar no sangue, prevenir úlceras, aliviar transtornos estomacais, reduzir inflamação, proteger os rins e desintoxicar o corpo. Pre- parações de fucoidano de acordo com a presente invenção poderão também ajudar a reduzir e prevenir doença cardiovascular reduzindo níveis de coles- terol, inibir proliferação celular do músculo liso e ativar enzimas envolvidas na beta-oxidação de ácidos graxos.
Além disso, o suplemento dietético acentuado de fucoidano da presente invenção combate tumores cancerosos e minimiza os sinais visí- veis tanto de envelhecimento biológico quanto ambiental. Isto é, os suple- mentos dietéticos presentes retardam o processo de envelhecimento, auxili- am na regeneração de célula e tecidos danificados e promovem fatores de crescimento no corpo. Fucoidano é alto em antioxidantes que ajudam a combater dano de radicais livres ao corpo que poderá levar a câncer. Fucoi- dano também proporciona benefícios significativos à pele. Fucoidano é alto em antioxidantes que ajudam a combater dano de radicais livres causado pelo sol e outras alterações de condições e elementos ambientais.
Algas marinhas castanhas desenvolvem-se em muitos oceanos, incluindo fora dos litorais de Japão e Okinawa, águas litorâneas da Rússia, Tonga e outros locais. Uma excelente fonte de fucoidano é a planta marítima Iimu moui que se desenvolve nas águas das ilhas de Tongan. Essa alga ma- rinha castanha contém muitas vitaminas, minerais e outras substâncias be- néficas e é particularmente rica em fucoidano.
Tipicamente, a alga marinha castanha desenvolve-se em caules longos tipo cabelo de anjo com numerosas folhas. O ingrediente fucoidano é encontrado em composições naturais nas paredes celulares das algas mari- nhas, proporcionando uma textura viscosa escorregadia que protege as pa- redes celulares da luz solar.
Em uma modalidade, uma alga marinha do tipo kombu ou do tipo mozuku é colhida das águas litorâneas das ilhas de Tongan. Essas al- gas marinhas são tipicamente manualmente colhidas, incluindo caules e fo- lhas, por mergulhadores e limpas para remover materiais estranhos. As al- gas marinhas são em seguida usualmente congeladas em recipientes gran- des e embarcadas para uma planta de processamento.
No processamento, as fibras espessas externas devem primeiro ser divididas para proporcionar acesso ao componente fucoidano. Se conge- ladas, o material de algas marinhas é primeiro degelado, mas se não conge- lado, em seguida o material de algas marinhas é colocado em um tonei de mistura e rasgado em tiras, enquanto sendo hidrolisado com ácidos e água. O material pode opcionalmente ser sulfonado com ácido sulfúrico para aju- dar na ruptura das fibras celulares pesadas. A mistura é também tamponada com ácido cítrico e cuidadosamente combinada para manter suspensão. O material poderá também ser aquecido sob pressão atmosférica ou maior que atmosférica enquanto se mistura. O purê resultante é testado e mantido sob um pH de aproximadamente 2 a 4 a fim de permanecer ácido, acentuando características preservativas e estabilidade.
O purê poderá ser usado na preparação de produtos de suple- mento dietético. Alternativamente, a mistura poderá ser recongelado em re- cipientes pequenos para processamento posterior.
A presente invenção proporciona uma bebida de suplemento dietético formulada com composições de fucoidano a partir de algas mari- nhas, tal como a planta alga marinha Iimu moui. As composições de fucoida- no estão presentes em modalidades selecionadas de aproximadamente 0,5 a aproximadamente 70 por cento em peso do peso total da composição. Outros ingredientes poderão incluir um antioxidante, tal como fruta açaí e arando apresentando uma alta capacidade de absorvência de radical oxigê- nio (ORAC). Tais antioxidantes poderão estar presentes em quantidades de aproximadamente 0 a aproximadamente 20 por cento em peso. Adicional- mente, minerais tais como minerais de mar aberto poderão estar presentes em uma quantidade de aproximadamente 0 a aproximadamente 2 por cento em peso, para proporcionar minerais importantes.
Ingredientes Nutracêuticos de Alta ORAC
Radicais livres são compostos muito reativos e altamente destru- tivos no corpo. Radicais livres são produtos de deterioração oxidativa de tais substâncias como gordura poli-insaturada. Antioxidantes convertem radicais livres em uma forma química menos reativa e não-nociva. Antioxidantes que podem ser usados em suplementos dietéticos incluem β-caroteno, vitamina E, vitamina C, N-acetil cisteína, ácido α-lipóico, selênio e similares. Antioxi- dantes que apresentam um alto valor ORAC são particularmente desejáveis. Ilustrativamente, antioxidantes nutracêuticos de alto valor ORAC que podem ser usados na presente invenção incluem concentrados de uva (vermelha, preta ou branca), arando, fruta açaí, framboesa, amora-preta, morango, a- meixa, laranja, cereja, fruta kiwi, groselha, sabugo, groselha preta, oxicoco, mangostão, noni, aronia, sinforina e misturas destes. Outros ingredientes nutracêuticos de alto ORAC incluem proantocianidinas, tais como proantoci- anidinas oligoméricas, curcuminóides e similares.
Minerais
Minerais servem para uma ampla variedade de funções fisiológi- cas essenciais que variam de componentes estruturais de tecidos corpóreos a componentes essenciais de muitas enzimas e outras moléculas biológicas importantes. Minerais são classificados como micronutrientes ou elementos de traços com a base da quantidade presente no corpo. Os sete micronutri- entes (cálcio, potássio, sódio, magnésio, fósforo, enxofre e cloreto) estão presentes no corpo em quantidades de mais de cinco gramas. Elementos de traços que incluem boro, cobre, ferro, manganês, selênio e zinco são encon- trados no corpo em quantidades menores que cinco gramas.
Minerais micronutrientes. Acredita-se que cálcio é o elemento mineral mais deficiente na dieta nos Estados Unidos. Consumos de cálcio em excesso de 300 mg por dia são difíceis de obter na ausência de produtos lácteos e de laticínios na dieta. Isso é muito abaixo da Concessão Dietética Recomendada (Recommended Dietary Allowance) (RDA) para cálcio (1.000 mg por dia para adultos e crianças com idades de um a dez, 1.200 mg por dia para adolescentes e mulheres grávidas e lactantes, que iguala a aproxi- madamente quatro copos de leite por dia). De fato, relatou-se que o consu- mo médio de cálcio diário para pessoas do sexo feminino acima de 12 anos de idade não excede a 85 por cento da RDA. Além disso, durante anos de pico de desenvolvimento de massa óssea (18 a 30), mais de 66 por cento de todas as mulheres dos Estados Unidos falham a consumir as quantidades recomendadas de cálcio em qualquer dia dado. Após a idade de 35, essa porcentagem aumenta acima de 75 por cento.
Embora o público geral não seja totalmente ciente das conse- qüências de consumo mineral inadequado por períodos de tempo prolonga- dos, há evidência científica considerável que baixo consumo de cálcio é a- quele de diversos fatores de contribuição resultando em osteoporose. Além disso, a razão dietética de cálcio para fósforo (Ca:P) refere-se diretamente a saúde óssea. Uma razão de Ca para P de 1:1 a 2:1 é recomendada para acentuar medulalização em seres humanos. Tais razões são difíceis de ob- ter-se ausente um suprimento dietético de produtos lácteos e de laticínio a- dequados, ou um suprimento de cálcio adequado e outros minerais para o segmento intolerante de Iactose da população.
Magnésio é o segundo cátion mais abundante dos fluidos intra- celulares. É essencial para a atividade de muitos sistemas de enzima e de- sempenha um papel importante com relação à transmissão neuroquímica e excitabilidade muscular. Déficits são acompanhados por uma variedade de distúrbios estruturais e funcionais. A média por adulto de 70 kg apresenta aproximadamente 2.000 mEq de magnésio em seu corpo. Aproximadamente 50% desse magnésio são encontrados nos ossos, 45% existe como um cá- tion intracelular e 5% são no fluido extracelular. Aproximadamente 30% do magnésio no esqueleto representam um compartilhamento permutável pre- sente ou no revestimento de hidratação ou sobre a superfície do cristal. Mo- bilização do cátion a partir desse compartilhamento nos ossos é razoavel- mente rápida em crianças, mas não em adultos. A fração maior de magnésio nos ossos é aparentemente uma parte integral de cristal nos ossos.
A média de adultos nos Estados Unidos ingere aproximadamen- te 20 a 40 mEq de magnésio por dia em uma dieta habitual, e desses apro- ximadamente um terço é absorvido do trato gastrointestinal. A evidência su- gere que o volume de absorção ocorre no intestino delgado superior. Absor- ção é por meio de um processo ativo evidente e estritamente relacionado ao sistema de transporte para cálcio. Ingestão de baixas quantidades de mag- nésio resulta no aumento de absorção de cálcio e vice-versa.
Magnésio é um co-fator de todas as enzimas envolvidas em rea- ções de transferência de fosfato que utilizam adenosina-trifosfato (ATP) e outros trifosfatos de nucleotídeos como substratos. Várias fosfatases e piro- fosfatases também representam enzimas de uma enorme lista que são influ- enciadas por esse íon metálico.
Magnésio desempenha um papel vital na associação reversível de partículas intracelulares e na ligação de macromoléculas a organelas subcelulares. Por exemplo, a ligação de RNA mensageiro (mRNA) a ribos- somos é magnésio dependente, como é a integridade funcional de subuni- dades ribossômicas. Certos efeitos de magnésio sobre o sistema nervoso são similares àqueles de cálcio. Um aumento na concentração de magnésio no fluido extracelular causa depressão do sistema nervoso central (CNS). Hipomagnesemia causa aumento na irritabilidade do SNC1 desorientação e convulsões. Magnésio também apresenta um efeito sedativo direto no mús- culo esquelético. Anormalmente, baixas concentrações de magnésio no flui- do extracelular resultam em aumento da liberação de acetilcolina e aumento em excitabilidade muscular que pode produzir tetania.
Elementos de Traços. Boro é exigido pelo corpo em quantidades de traço para metabolismo adequado de cálcio, magnésio e fósforo. Boro auxilia função cerebral, ossos sadios e pode aumentar vivacidade. Boro é também útil para pessoas que desejam formar músculos. Sabe-se que boro ajuda a impedir osteoporose pós-menopausa. Adicionalmente, uma relação é mostrada entre uma carência de boro na dieta e as chances de desenvol- ver artrite. R.E. Newnham, 46 Journal of Applied Nutrition (Revista de Nutri- ção Aplicada) (1994).
Cromo é um elemento de traço importante em que a carência de cromo suficiente na dieta leva a comprometimento de utilização de glicose, contudo, transtornos no metabolismo protéico e lipídico têm também sido observados. Utilização de glicose prejudicada ocorre em muitos seres vivos de meia-idade e idosos humanos. Em estudos experimentais, números signi- ficativos de tais pessoas têm mostrado aperfeiçoamento em sua utilização de glicose após tratamento com cromo. Cromo é transportado por transferri- na no plasma e compete com ferro de sítios de ligação. Cromo como um suplemento dietético poderá produzir benefícios devido a sua acentuação de utilização de glicose e sua possível facilitação a ligação de insulina a recep- tores de insulina, a qual aumenta seus efeitos sobre carboidrato e metabo- lismo lipídico. Cromo como um suplemento poderá produzir benefícios em aterosclerose, diabetes, reumatismo e controle de peso.
Cobre é um outro elemento de traço importante na dieta. O de- feito mais comum observado animais deficientes de cobre é anemia. Outras anormalidades incluem depressão de crescimento, defeitos esqueléticos, desmielinização e degeneração do sistema nervoso, ataxia, defeitos na pig- mentação e estrutura de cabelo ou pêlo, deficiência reprodutiva e lesões cardiovasculares, incluindo aneurismas de dissecação. Diversas metalopro- teínas contendo cobre são isoladas, incluindo tirosinase, ácido ascórbico oxidase, lacase, citocromo oxidase, uricase, monoamina oxidase, ácido δ- aminolevulínico hidridase e dopamina-p-hidroxilase. Funções de cobre na absorção e utilização de ferro, transporte de elétrons, metabolismo de tecido conectivo, formação de fosfolipídeos, metabolismo de purina, e desenvolvi- mento do sistema nervoso. Ferroxidase I (ceruloplasmina), uma enzima con- tendo cobre, efeitos da oxidação de Fe(II) a Fe(III), uma etapa exigida para mobilização de ferro armazenado. Pensa-se que uma enzima contendo co- bre seja responsável por desaminação oxidativa do grupo epsílon amina de Iisina para produzir desmosina e isodesmosina, as reticulações de elastina. Em animais deficientes de cobre a elastina arterial é mais fraca e aneuris- mas de dissecação poderão ocorrer.
lodo é importante para a produção de hormônios tireoidianos que regulam oxidação celular. A doença de deficiência de iodo é bócio. Em jovens com deficiência de iodo, crescimento é deprimido e desenvolvimento sexual é retardado, a pele e cabelo são tipicamente ásperos, e o cabelo tor- na-se fraco. Cretinismo, debilidade mental e audimutismo ocorre em uma deficiência severa. Há deficiência reprodutiva em mulheres e diminuição da fertilidade em homens que faltam iodo suficiente na dieta.
Ferro é um componente essencial de diversas metaloproteínas importantes. Essas incluem hemoglobina, mioglobina e muitas enzimas de redução de oxidação. Na deficiência de ferro, poderão ser reduzidas concen- trações de algumas das enzimas que contêm ferro, tal como citocromo no fígado, rim e músculo esquelético e desidrogenase succínica no rim e cora- ção.
Manganês desempenha um papel na síntese de GAGs, coláge- no e glicoproteínas, os quais são constituintes importantes de cartilagem e osso. Manganês é exigido para atividade enzimática de glicosiltransferases. Essa família de enzimas é responsável por ligação de açúcares juntamente em GAGs, adição de açúcares a outras glicoproteínas, adição de sulfato a aminoaçúcares, conversão de açúcares em outros açúcares modificados e adição de açúcares a lipídeos. Essas funções são manifestadas como sínte- se de GAG (ácido hialurônico, sulfato de condroítina, sulfato de caratana, sulfato de heparina e sulfato de dermatina, entre outros), síntese de coláge- no e função de muitas outras glicoproteínas e glicolipídeos. GAGs e coláge- no são elementos principais estruturais para todos os tecidos conectivos. Sua síntese é essencial para manutenção e reparo adequado de tecidos co- nectivos.
Deficiências de manganês em seres humanos e animais levam a crescimento ósseo anormal, articulações inchadas e dilatadas e tendões es- corregadios. Em seres humanos, deficiências de manganês são associadas à perda óssea, artrite e utilização de glicose prejudicada. Níveis de todos os GAGs são diminuídos em tecidos conectivos durante deficiências de man- ganês, com sulfatos de condroítina sendo mais depletivos. Organismos defi- cientes de manganês rapidamente normalizam GAG e síntese de colágeno quando manganês é proporcionado.
Manganês é também exigido para atividade de dismutase supe- róxido de manganês (MnSOD), a qual está presente apenas em mitocôndria. Deficiência de manganês diminui a atividade de MnSOD e poderá levar a disfunção mitocondrial, manifestada como funções celulares diminuídas. Manganês é exigido para a conversão de ácido mevalônico em escaleno. Carboxilase piruvato é uma metaloenzima de manganês, reprimível por insu- lina, importante no ciclo de ácido cítrico para a oxidação de carboidratos, lipídeos e proteínas, bem como na síntese de glicose e lipídeos.
Molibdênio é um mineral essencial encontrado em concentrações mais altas no fígado, rins e ósseos. Esse mineral é exigido pelo corpo para convenientemente metabolizar nitrogênio. É também um componente vital da enzima xantina oxidase, o qual é exigido para converter purinas em ácido úri- co, um subproduto normal de metabolismo. Molibdênio também suporta a ar- mazenagem de ferro no corpo e outras funções celulares tal como crescimen- to. Uma deficiência de molibdênio é associada a distúrbios da boca e gengiva e câncer. Uma alta dieta em alimentos refinados e processados pode levar a uma deficiência de molibdênio, resultando em anemia, perda de apetite e pe- so, e crescimento atrofiado em animais. Embora essas deficiências não sejam observadas diretamente em seres humanos, sabe-se que uma deficiência de molibdênio pode levar a impotência em homens mais idosos. Selênio é um elemento de traço essencial que funciona como um componente de enzimas envolvidas na proteção contra antioxidantes e metabolismo de hormônio tireoidiano. Em diversas glutationa peroxidases intra e extracelulares e iodotironina 5'-desiodinases, selênio é localizado nos centros ativos como o ácido selenoamino, selenocisteína (SeCYS). Pelo menos duas outras proteínas de função desconhecida também contêm SeCYS. Embora SeCYS seja uma forma dietética importante, não é direta- mente incorporada nessas proteínas específicas a selênio; em vez disso, um processo co-translacional produz SeCYS ligado a tRNA. Em contraste, selê- nio como seleno-metionina é incorporado não-especificamente em muitas proteínas, à medida que ele compete com metionina em geral síntese protéi- ca. Portanto, tecidos freqüentemente contêm tanto proteínas contendo selê- nio, específicas, bem como as não-específicas quando tanto SeCYS quanto selenometionina são consumidos, conforme verificado em muitos alimentos. Selênio é um nutriente antioxidante principal e é envolvido na proteção de membranas celulares e prevenção de geração de radicais livres, desse mo- do diminuindo o risco de câncer e doença cardíaca e vasos sangüíneos. E- xames médicos mostram que aumento no consumo de selênio diminui o ris- co de câncer de mama, colo, pulmão e próstata. Selênio também preserva elasticidade de tecido; redução do envelhecimento e endurecimento de teci- dos por meio de oxidação; e ajuda no tratamento e prevenção de caspa. Pesquisas recentes têm mostrado efeitos antitumorigênicos de altos níveis de selênio nas dietas de diversos modelos-animal.
Vanádio é um nutriente essencial benéfico para metabolismo de hormônio tireoidiano. A exigência diária necessária para impedir uma defici- ência é aproximadamente de 10 a 20 microgramas por dia. Deficiência de vanádio pode levar a crescimento lento, ossos defeituosos, e metabolismo de lipídeos alterados. Vanádio exerce um efeito similar à insulina em algu- mas relações, e há uma quantidade considerável de pesquisas sobre vaná- dio e diabetes. Em diabéticos insulinodependentes, verificou-se que vanádio reduz a quantidade de insulina exigida para controlar a doença, e em diabé- ticos não-insulinodependentes, vanádio mostrou controlar a condição com- pletamente. Pesquisas mostraram que suplementação com vanádio leva a um aumento no transporte de glicose para as células, o qual sugere que su- plementação de vanádio da dieta aperfeiçoa metabolismo de glicose e pode- rá auxiliar na prevenção de diabetes.
Sabe-se que zinco ocorre em muitas metaloenzimas importan- tes. Essas incluem anidrase carbônica, carboxipeptidases AeB, álcool desi- drogenase, desidrogenase glutâmica, D-gliceraldeído-3-fosfato desidrogena- se, desidrogenase láctica, desidrogenase málica, fosfatase alcalina e aldola- se. Síntese de ácidos nucléicos e de proteínas prejudicada tem sido obser- vada em deficiência de zinco. Há também evidência que zinco poderá estar envolvido na secreção de insulina e na função dos hormônios.
De acordo com a presente invenção, minerais podem ser pro- porcionados como compostos inorgânicos, tais como cloretos, sulfatos e si- milares. Além disso, alguns minerais podem ser proporcionados em formas mais biodisponíveis tais como quelatos de aminoácidos, os quais são bem- conhecidos no estado da técnica. Patente dos Estados Unidos N0 5.292.538. Exemplos de minerais que podem ser proporcionados como quelatos de a- minoácidos incluem cálcio, magnésio, manganês, zinco, ferro, boro, cobre, molibdênio e cromo. Ainda adicionalmente, minerais podem ser proporcio- nados como minerais de alto-mar.
Carotenóides
Carotenóides é uma família de centenas de pigmentos de planta encontrados em frutas e vegetais que são vermelhos, laranja e amarelo in- tenso na cor, e também em alguns vegetais de folhas verde-escuras. Vide USDA-NCC Carotenoid Database de U.S. Foods (1998). Carotenóides são os precursores de maior parte da vitamina A encontrada em animais. Pelo menos 10 diferentes carotenóides exibem atividade provitamina A, incluindo α e β-carotenos e criptoxantina. Como precursores de vitamina A, carotenói- des exibem um efeito na visão, mas carotenóides são conhecidos apresentar outros efeitos benéficos na dieta, também. Por exemplo, carotenóides são também conhecidos por sua atividade antioxidante em ajudar a proteger o corpo de dano por radicais livres. Volumes de pesquisas revelam que dois carotenóides - luteína e zeaxantina - são encontrados em grandes concentrações na mácula do o- Iho. Essas pesquisas também indicam que manter altos níveis desses dois carotenóides, especialmente luteína, podem ajudar a diminuir os efeitos de degeneração macular relacionada com idade, a causa principal de cegueira naqueles acima de 65 anos de idade. Luteína age como um antioxidante, protegendo células contra os efeitos prejudiciais de radicais livres. Como é o caso dos outros carotenóides, luteína não é produzida no corpo e, portanto, pode ser obtida de alimentos ou suplementos dietéticos.
Em algum momento, pesquisadores acreditaram que todos os antioxidantes serviam para o mesmo propósito. Atualmente, há evidência de crescimento que antioxidantes individuais poderão ser usados pelo corpo para finalidades específicas. Pesquisadores acreditam que luteína é deposi- tada em áreas do corpo mais propensas a dano por radicais livres. Um e- xemplo principal é a mácula, uma parte pequenina da retina. Pesquisa indica que devido a suas propriedades antioxidantes, consumo de luteína poderá desempenhar um papel em manter a saúde dos olhos, coração e pele, bem como as mamas e cérvix (colo do útero) em mulheres. Além disso, cientistas estão estudando papel possível da luteína em degeneração macular relacio- nada com a idade, cataratas, doença cardíaca e saúde do sistema imunoló- gico. Estudos têm também mostrado que luteína associa-se à redução em câncer dos pulmões, mama e cervical. No sistema vascular, luteína é encon- trada em lipoproteína de alta densidade ("HDL") ou colesterol "bom" e pode- rá prevenir lipoproteína de baixa densidade ""LDL") ou colesterol "mau" de oxidação, que ajusta a cascata de doença cardíaca.
Além de ser um precursor de vitamina A, pensa-se que β- caroteno seja eficaz em ajudar a proteger contra algumas doenças, tais co- mo câncer, doença cardíaca e acidente vascular.
Licopeno é um carotenóide insaturado de cadeia aberta que con- fere cor vermelha a tomates, goiaba, fruto da roseira, melancia e toranja ro- sada. Licopeno é um comprovado antioxidante que poderá reduzir o risco de certas doenças, incluindo câncer e doença cardíaca. No corpo, Iicopeno é depositado no fígado, pulmões, glândula prostática, colo e pele. Sua concen- tração nos tecidos corpóreos tende a ser maior que todos os outros carote- nóides. Estudos epidemiológicos têm mostrado que alto consumo de vege- tais contendo Iicopeno é inversamente associado à incidência de certos tipos de câncer. Por exemplo, verificou-se que o consumo habitual de produtos de tomate diminui o risco de câncer do trato digestivo entre italianos. Em um estudo de seis anos por Harvard Medicai School e Harvard School of Public Health, as dietas de mais de 47.000 homens foram estudados. De 46 frutas e vegetais avaliados, apenas os produtos de tomate (que contêm grandes quantidades de licopeno) mostraram uma relação mensurável para reduzir risco de câncer de próstata. Como consumo de produtos de tomate aumen- taram, níveis de licopeno no sangue aumentaram, e o risco de câncer de próstata diminuíram. Pesquisas de progresso sugerem que licopeno pode reduzir o risco de doença degenerativa macular, oxidação de lipídeos no so- ro, e cânceres do pulmão, bexiga, cérvix e pele. Estudos estão em progresso para investigar outros benefícios potenciais de licopeno, incluindo potencial do licopeno no combate contra cânceres do trato digestivo, mama e próstata. W. Stahl & H. Sies, Lycopene: A Biologically Important Carotenoid for Hu- mans? 336 Arch. Biochem. Biophys. 1-9 (1996); H. Gerster, The potencial role of Iycopene for human health, (O papel potencial de licopeno para a sa- úde humana), 16 J. Amer. CoH Nutr. 109-126 (1997). Flavonóides
Flavonóides (também chamados bioflavonóides) são pigmentos botânicos naturais que proporcionam proteção de dano por radicais livres, dentre outras funções. Bioflavonóides proporcionam proteção de radicais livres prejudiciais e acreditam-se reduzir o risco de câncer e doença cardía- ca, diminuir alergia e sintomas de artrite, promover atividade de vitamina C, aperfeiçoar a resistência de vasos sangüíneos, bloquear a progressão de cataratas e degeneração macular, tratar ondas de calor menopáusicas, e outras enfermidades. Flavonóides ocorrem na maior parte das frutas e vege- tais. Acredita-se que flavonóides agem por inibir hormônios, tal como estro- gênio, que poderá disparar malignidades dependentes de hormônios tal co- mo cânceres da mama, endométrio, ovário e próstata. Estudos mostram que quercetina, um flavonóide encontrado em frutas cítricas, pode bloquear a propagação de células cancerosas no estômago. Flavonóides também esta- bilizam mastócitos, um tipo de célula imune que libera compostos inflamató- rios, tal como histamina, quando faceando micro-organismos estranhos. His- tamina e outras substâncias inflamatórias são envolvidas em reações alérgi- cas. Mastócitos são células grandes presentes em tecido conectivo. Flavo- nóides fortificam e reparam tecido conectivo promovendo a síntese de colá- geno. Colágeno é uma proteína notavelmente forte do tecido conectivo que "colam" as células juntamente. Acredita-se que flavonóides beneficiam teci- do conectivo e reduzem inflamação.
Bioflavonóides cítricos incluem isoquercetina, quercetina, hespe- ridina, rutina, naringen, naringenina e limoneno. Isoquercetina é um flavonói- de comum encontrado em cebolas, maçãs espécies de Arnica, Gossypium arboreum, Ginko biloba, Ricinus communis, Ocimum basilicum, Salix acutifó- Iia e Narcissus pseudonarcissus. Fontes dietéticas ricas de quercetina são cebolas, maçãs, couve, cerejas doces, uvas, repolho vermelho e favas ver- des. Hesperidina é encontrada nas cascas de laranjas e limões. Ela ajuda a fortalecer paredes capilares juntamente com vitamina C. Naringeno é encon- trado em toranja e responsável por maioria de sabor amargo da toranja. Li- moneno, um flavonóide disponível em frutas cítricas, promove a produção de enzimas que ajudam a destruir possíveis carcinogênicos (agentes causado- res de câncer). Outros bioflavonóides incluem isoflavonas, proantocianidi- nas, antocianidinas, ácido elágico, catequina e tanina.
Isoquercetina compartilha a mesma aglicona com rutina e quer- citrina: quercetina. Foi mostrado que glicosídeos contendo quercetina libe- ram quercetina no trato intestinal. Portanto, justifica-se assumir que todas as propriedades farmacológicas de quercetina são também compartilhadas por isoquercetina e rutina quando administradas oralmente. Investigação recente demonstrou uma rápida absorção de glicosídeos de isoquercetina e querce- tina pelo caminho de transporte de glicose dependente de sódio no intestino delgado. Devido a biodisponibilidade superior, os efeitos de isoquercetina para a saúde são aumentados comparados com outros flavonóides. Sabe-se que isoquercetina apresenta atividade anti-inflamatória sem efeitos adversos no trato gastrointestinal, tais como aqueles causados por fármacos anti- inflamatórios não-esteróides (NSAIDs). Isoquercetina adicionalmente exibe efeitos benéficos como um agente antioxidante, anti-hipertensivo, anticarci- nogênico, antimicrobiano e analgésico.
Quercetina é um bioflavonóide e um bloqueador de transcriptase reversa natural comumente encontrado em maçãs vermelhas e cebolas vermelhas. Quercetina mostra-se apresentar atividade antiviral contra HIV, herpes simples e o vírus sincicial respiratório. Τ. N. Kaul e outros, Antiviral effects of flavonoids on human viruses, 15 J. Med. Virol. 71-79 (1985); R. Vrijsen e outros, Antiviral activity of flavones and potentiation by ascorbate, 69 J. Gen. Virol. 1749-1751 (1988).
Extrato de semente de uva é uma outra fonte de bioflavonóides. Extrato de semente de uva mostrou exibir os seguintes benefícios: anti- inflamatório, anti-histamínico, antialergênico, antioxidante (sequestrante de radicais livres), ajuda a pele permanecer com aparência jovem, melhora cir- culação, promove cicatrização, recupera colágeno, fortifica vasos sangüí- neos fracos e melhora elasticidade de tecidos. Algumas aplicações conheci- das incluem tratamento de artrite, alergias, endurecimento de artérias, úlce- ras e problemas com a pele.
Isoflavonas são um outro grupo de fitoquímicos que proporcio- nam efeitos benéficos quando proporcionados como suplementos para a dieta. Isoflavonas são também conhecidos como fitoestrogênios (estrógenos de plantas) e são um centésimo a um milésimo tão potentes quanto estróge- nos humanos. Embora sejam estrógenos fracos, pesquisadores estão des- cobrindo que os mesmos podem ajudar a compensar a queda no estrógeno que ocorre naturalmente em menopausa. Isoflavonas agem como terapia de reposição hormonal (TRH), aliviando ondas de calor. As fontes dietéticas principais de isoflavonas são sojas e alimentos de soja, embora alguns ou- tros legumes também contenham pequenas quantidades. Não é claro quanta soja atualmente é necessária para obter o máximo de benefício para a saú- de. Estudos têm mostrado que poderá tomar apenas 20 gramas de proteína de soja (aproximadamente metade de 28,35 gramas, ou aproximadamente duas xícaras de leite de soja, ou 56,70 gramas (2 onças) de tofu diariamente para ajudar a diminuir sintomas.
Pesquisas também são avançadas para identificar os papéis que isoflavonas poderão desempenhar na proteção de cânceres de mama e próstata. Isoflavonas e proteína de soja também poderão evitar perda óssea que leva a osteoporose. Também a maioria de isoflavonas pesquisadas são genisteína, daidzeína e gliciteína. Dados sobre o teor de alimentos com iso- flavona são limitados, contudo, o United States Department of Agriculture (USDA) (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) - Iowa State University Isoflavone Database lista alguns alimentos comuns e seu teor de isoflavona.
Aminoaçúcares e Glicoaminoglicanos (Protetores de Cartilagem)
Os tecidos conectivos são constantemente submetidos a esfor- ços e tensões de forças mecânicas que podem resultar em afecções, tais como artrite, inflamação articular e rigidez. Tais afecções são especialmente agudas nas articulações, tais como pescoço, costas, braços, quadris, joe- lhos, tornozelos e pés. Na verdade, afecções de tecido conectivo são bas- tante comuns, presentemente afetando milhões de americanos. Adicional- mente, tais afecções podem ser não apenas dolorosas, mas podem ser tam- bém debilitantes.
Os tecidos conectivos são naturalmente equipados para repará- los produzindo e remodelando quantidades prodigiosas de colágeno e prote- oglicanos (os componentes principais de tecidos conectivos). Esse processo de avanço é colocado sob esforços quando um dano ocorre a tecidos conec- tivos. Em tais casos, a produção de tecido conectivo (juntamente com colá- geno e proteoglicanos) pode duplicar ou triplicar sobre quantidades normais, aumentando desse modo à demanda dos blocos de construções tanto de colágenos quanto de proteoglicanos. Os blocos de construções de colágeno são aminoácidos. Proteoglicanos são macromoléculas grandes e complexas que compreendem principalmente de cadeias longas de açúcares modifica- dos chamados glicosaminoglicanos (GAGs) ou mucopolissacarídeos. Prote- oglicanos proporcionam a estrutura de colágeno a seguir. Proteoglicanos também mantém água para fornecer a tecidos conectivos (especialmente cartilagem) flexibilidade, resiliência e resistência à compressão. Na produção de proteoglicanos. A etapa de limitação de taxa é a conversão de glicose em glicosamina para a produção de GAGs. Glicosamina, um aminoaçúcar, e o precursor-chave para todos os vários açúcares modificados encontrados em GAGs-sulfato de glicosamina, galactosamina, N-acetilglicosamina, etc. Gli- cosamina também compõe 50% de ácido hialurônico, a espinha dorsal de proteoglicanos, sobre os quais outros GAGs, tal como sulfatos de condroíti- na são adicionados. Os GAGs são em seguida usados para formar proteo- glicanos e, eventualmente, tecido conectivo. Uma vez que glicosamina é formada, não há desvio da síntese de GAGs e colágeno.
A composição da presente invenção preferencialmente, inclui um aminoaçúcar, tal como glicosamina (preferencialmente, em uma forma sali- na) e uma GAG, tal como condroítina (preferencialmente, em uma forma sa- lina). O aminoaçúcar, glicosamina proporciona o substrato primário tanto de síntese de colágeno quanto de proteoglicano. De fato, glicosamina é o subs- trato preferido de síntese de proteoglicano, incluindo sulfatos de condroítina e ácido hialurônico. A glicosamina é, preferencialmente, em uma forma sali- na a fim de facilitar sua transferência e absorção. As formas salinas preferi- das são cloridreto de glicosamina e sulfato de glicosamina. N- acetilglicosamina é uma outra forma preferida de glicosamina. Deve-se ob- servar que, no caso de sulfato de glicosamina, o sulfato poderá ser disponí- vel para uso posterior na catalisação da conversão de glicosamina em GAGs. A forma não-sulfatada é desejada para a produção de ácido hialurô- nico.
Glicosamina mostrou ser rapidamente e quase completamente absorvida em seres humanos após administração oral. Uma porção signifi- cante da glicosamina ingerida localiza a cartilagem e tecidos articulares, on- de ela permanece por longos períodos de tempo. Isso indica que administra- ção oral de glicosamina alcança tecidos conectivos, onde glicosamina é in- corporada em tecido conectivo recentemente sintetizado.
Sulfato de condroítina é um glicosaminoglicano que proporciona um substrato adicional para síntese de proteoglicano. Uma vez que nova- mente, a provisão de condroítina em sua forma salina, especialmente sulfa- to, facilita sua transferência e absorção por seres humanos. Também, o sul- fato é disponível de sulfatização do GAGs.
Sulfato de condroítina não apenas proporciona enxofre orgânico adicional para incorporação em cartilagem, mas também apresenta um efei- to sinérgico com glicosamina, uma vez que sua estrutura proporciona galac- tosamina, a qual é sintetizada por um diferente caminho de glicosamina. Karzel e outros, 5 Pharmacology 337-3435 (1971). Além disso, sulfato de condroítina mostrou apresentar benefícios cardiovasculares para a saúde, Morrison e outros, Coronary Hearth Disease and the Mucopolysaccharides 109-127 (1973), e também ajuda a evitar degradação ou ruptura de cartila- gem.
Ácido hialurônico (HA) é um grande glicoaminoglicano que con- tém unidades de repetição dissacarídeos de N-acetil glicosamina e ácido glicurônico. Ele ocorre na matriz extracelular e na superfície celular. Mostrou promover mobilidade celular, adesão e proliferação, e apresenta um papel importante nesses processos como morfogênese, reparo de feridas, inflama- ção e metástase.
Aminoácidos
O valor nutricional de proteínas na dieta humana envolve reco- nhecimento da qualidade, bem como a quantidade da proteína. Seres hu- manos não têm a capacidade de sintetizar todos os aminoácidos exigidos para saúde boa normal. Esses que são exigidos ser supridos pela dieta são chamados aminoácidos essenciais e incluem leucina, isoleucina, lisina, me- tionina, fenilalanina, treonina, triptofano e valina. Em geral, recomenda-se que um adulto deve tomar na dieta diária 10 g de proteína por kg de peso corporal. Crianças exigem aproximadamente duas a três vezes essas quan- tidades. Naturalmente, isso presume que a proteína na dieta apresenta uma quantidade adequada de todos aminoácidos essenciais e não-essenciais. Proteínas encontradas em ovos, carne bovina e leite são consideradas apre- sentar o melhor valor nutricional.
Nutrição de proteína adequada exige o consumo de proteína suficiente para satisfazer exigências diárias. Essa proteína deve ser da qua- Iidade necessária, isto é, fornecer os aminoácidos essenciais. Deficiência de proteína desse modo poderá ser causada por um consumo reduzido ou o uso de proteína de baixa qualidade. Obviamente, o consumo real de proteí- na poderá ser influenciado por fatores tais como alta excreção em condições de dano renal ou perda sangüínea, ou uma exigência aumentada associada a tireotoxicose ou febre alta. Sintomas de deficiência incluem perda de peso, edema nutricional e alterações na pele e são associados a tais condições como nefrose, psilose e colite. Deficiência poderá resultar também em uma resistência reduzida a infecção, uma vez que um consumo de proteína ade- quado é necessário para a formação de fagócitos, leucócitos e anticorpos. Estresse, tal como causado por trauma acidental ou cirúrgico, gravidez e lactação poderão também causar uma deficiência de aminoácidos, e consu- mos maiores de proteína são exigidos nessas condições.
Arginina é útil na intensificação do sistema imunológico, e au- menta o tamanho e atividade da glândula timo, que é responsável por pro- dução de linfócitos T, os quais são parte do sistema imunológico. Arginina é também importante na saúde hepática em que ela auxilia na neutralização de amônia. Ela está também envolvida nos tecidos da pele e conectivos, desse modo é importante na cicatrização e reparo de tecidos, bem como a formação de colágeno e formação de novos ossos e tendões.
Cisteína é crítica para o metabolismo de várias bioquímicas es- senciais, incluindo coenzima A, heparina, biotina, ácido lipóico e glutationa. Cisteína, que poderá ser fornecida como N-acetilcisteína, auxilia no fortale- cimento do revestimento protetor do estômago e intestinos. É um constituinte do antioxidante, glutationa.
Glicina é exigida para proteína de construção no corpo e para síntese de ácidos nucléicos. Verificou-se que glicina é útil em auxiliar a ab- sorção de cálcio no corpo. É importante para saúde da próstata, e é usada pelo sistema nervoso como um neurotransmissor inibitório, o qual é impor- tante para impedir ataques epilépticos e para o tratamento de distúrbios bi- polares e hiperatividade.
Histidina é necessária para crescimento e para a recuperação de tecido, bem como a manutenção da bainha de mielina, a qual age como um protetor de células nervosas. Histidina é também exigida para a produ- ção tanto de células sangüíneas vermelhas quanto brancas, e auxilia a pro- teger o corpo de dano causado por radiação e na remoção de metais pesa- dos do corpo. No estômago, histidina é também útil na produção de sucos gástricos.
Isoleucina, juntamente com os outros aminoácidos de cadeia ramificada, promove recuperação muscular após exercício físico. É também necessária para a formação de hemoglobina e para ajudar com regulação de níveis de açúcar no sangue e níveis de energia. É também envolvida na for- mação de coágulo sangüíneo.
Leucina ajuda com a regulação de níveis de açúcar no sangue, o crescimento e reparo de tecido muscular, produção de hormônio de cres- cimento, cicatrização de ferimento e regulação de energia.
Lisina é exigida para crescimento e desenvolvimento ósseo em crianças, auxilia na absorção de cálcio e auxilia na manutenção do equilíbrio correto de nitrogênio no corpo e manutenção de massa magra corporal. Adi- cionalmente, Iisina é necessária para produzir anticorpos, hormônios, enzi- mas e colágeno e para reparar tecidos.
Metionina auxilia na decomposição de gorduras e desse modo impede a formação de gorduras nas artérias. Também auxilia no funciona- mento adequado do sistema digestivo e para remover metais pesados do corpo, uma vez que pode ser convertida em cisteína, um precursor para glu- tationa, que é de importância fundamental na desintoxicação do fígado. Me- tionina é também um grande antioxidante, uma vez que o enxofre suprido na metionina inativa radicais livres. Metionina poderá também ser usada para tratar depressão, dor de artrite e doença hepática crônica. É um dos três a- minoácidos necessários do corpo para produção de creatina, um composto essencial para produção de energia e formação muscular.
Fenilalanina é usada para elevação do humor, uma vez que é estritamente envolvida com o sistema nervoso. Também auxilia na memória e aprendizagem e é usada como um supressor do apetite.
Treonina é exigida para ajudar a manter equilíbrio adequado de proteína no corpo, bem como auxiliar na formação de colágeno e elastina na pele. É também envolvida no funcionamento do fígado (incluindo, combater fígado gorduroso), funções lipotrópicas juntamente com ácido aspártico e metionina, e ajudar no sistema imunológico auxiliando a produção de anti- corpos e promover crescimento e atividade de timo.
Triptofano é exigido para a produção da vitamina, niacina. É também usada pelo corpo para produzir serotonina, um neurotransmissor que é importante para função normal nervosa e cerebral. Serotonina é im- portante no sono, estabilizando humores emocionais, controle de dor, com- bate de inflamação e mantendo peristaltismo intestinal. É também importante em controlar hiperatividade em crianças, auxiliar no alívio de estresse, ajudar com perda óssea e reduzir apetite.
Valina é necessária e apresenta um efeito estimulante sobre me- tabolismo muscular. É também necessária para reparação e crescimento de tecido e manter o equilíbrio de nitrogênio no corpo.
Outros Nutrientes
Ácido alfa-lipóico (tecnicamente conhecido como ácido DL-alfa lipóico) é um antioxidante poderoso que é pesquisado para propriedades únicas que poderão proporcionar tanto benefícios preventivos quanto tera- pêuticos em numerosas condições e doenças, incluindo diabetes, doença cardíaca e mesmo possivelmente infecção por HIV. Ácido lipóico e sua for- ma reduzida, DHLA, mostra a capacidade de diretamente extinguir uma vari- edade de espécies reativas de oxigênio, inibir geradores reativos de oxigê- nio, e economizar e regenerar outros oxidantes. Ácido lipóico não apenas protege o sistema nervoso, mas está também envolvido na regeneração nervosa. Está também sendo estudado no tratamento de mal de Parkinson e doença de Alzheimer. Ácido lipóico é do melhor modo conhecido por sua capacidade de ajudar a regenerar tecido hepático danificado quando nada mais resolver. Ácido lipóico é comercializado na Alemanha para tratamento de neuropatia diabética. Também apresenta um papel essencial em reações mitocondriais desidrogenase.
Coenzima Q10 é um veículo de elétrons e prótons essencial que funciona na produção de energia bioquímica em organismos aeróbicos. Co- enzima Q10 é encontrada em cada célula no corpo, desse modo seu outro nome, ubiquinona (da palavra ubíqua e da coenzima quinona). A estrutura de coenzima Q10 consiste em um anel quinona ligado a uma cadeia lateral isoprênica. Porque o corpo tem de ter energia disponível para realizar mes- mo a operação mais simples, coenzima Q10 é considerada essencial para as células, tecidos e órgãos do corpo. Coenzima Q10 também apresenta propriedades antioxidantes e estabilizantes de membrana que funcionam para impedir o dano celular que resulta de processos metabólicos normais. Mesmo que o corpo apresente a capacidade de produzir coenzima Q10. de- ficiências foram relatadas em uma faixa de condições clínicas. Suplementa- ção da coenzima ajuda a prevenir-se contra uma deficiência possível. Enve- lhecimento é considerado uma razão de uma deficiência, uma vez que o fí- gado perde sua capacidade de sintetizar coenzima Q10 com o processo de aumento de idade. Além de envelhecimento, hábitos alimentares deficientes, estresse, e infecção afetam a capacidade do corpo proporcionar quantidades adequadas de coenzima Q10. Resultados conhecidos de utilizar coenzima Q10 como um suplemento oral são, aumento de energia, aperfeiçoamento da função cardíaca, prevenção e cura de doença gengival, um boost (refor- ço) para o sistema imunológico e possível extensão de vida. AIDS é um alvo primário para pesquisas sobre coenzima Q10 devido a seus benefícios i- mensos para o sistema imunológico. Adicionalmente, coenzima Q10 tem também sido relatada proporcionar um efeito salutar no tratamento de cân- cer de mama.
Vitaminas
Vitaminas são compostos orgânicos que são exigidos para o crescimento normal e manutenção de vida dos animais, incluindo homem, que são geralmente incapazes de sintetizar esses compostos por meio de processos anabólicos que são independentes de ambiente senão ar, e com- postos estes que são eficazes em quantidades pequenas, não fornecem e- nergia, e não são utilizados como unidades de construção para a estrutura do organismo, mas são essenciais para a transformação de energia e para a regulação do metabolismo de unidades estruturais. Vitaminas ou seus pre- cursores são encontrados em plantas, e desse modo tecidos de plantas são as fontes para o reino animal desses fatores nutricionais protetores. Além de carboidratos, gorduras, proteínas, sais minerais e água é essencial que o alimento de homens e animais contenha quantidades pequenas dessas vi- taminas. Se qualquer um de pelo menos 13 desses compostos está faltando na dieta, ocorre uma decomposição dos processos metabólicos normais, a qual resulta em um uma taxa reduzida ou falta completa de crescimento em crianças e em sintomas de má-nutrição que são classificados como doenças de deficiências.
As funções de vitaminas geralmente enquadram-se em duas categorias, a manutenção de estrutura normal e a manutenção de funções normais metabólicas. Por exemplo, vitamina A é essencial para a manuten- ção de tecido epitelial normal, e vitamina D funciona na absorção de sais normais nos ossos para a formação e crescimento de uma estrutura óssea perfeita. Certas vitaminas, tais como tiamina, riboflavina, ácido pantotênico e niacina, são sabidas ser constituintes essenciais das enzimas respiratórias que são exigidas na utilização de energia de catabolismo oxidante de açúca- res e gorduras.
É conveniente dividir vitaminas em dois grupos, as vitaminas solúveis em água e as vitaminas solúveis em gordura. As vitaminas solúveis em água incluem ácido ascórbico e o grupo B de vitaminas, o qual consiste em alguns 10 ou mais compostos bem definidos. As vitaminas solúveis em gordura incluem vitaminas A, D, E e K, uma vez que podem ser extraídas com solventes orgânicos e são encontradas nas frações de gordura de teci- dos animais. Para revisões concisas de vitaminas em geral e vitaminas es- pecíficas, vide Remington's Pharmaceutical Sciences. Vitaminas solúveis em gordura.
Vitamina A é essencial para a manutenção de estrutura normal de tecido e para outras funções fisiológicas importantes tal como visão e re- produção. A fonte de maior parte da vitamina A em animais é os pigmentos carotenóides, isto é, os compostos de cor amarela em todas as plantas con- tendo clorofila. Pelo menos 10 diferentes carotenóides exibem atividade pro- vitamina A. Por exemplo, α e β-caroteno e criptoxantina (encontrada em mi- lho amarelo) são importantes na nutrição animal, β-caroteno sendo a mais importante. Teoricamente, uma molécula de β-caroteno deve produzir duas moléculas de vitamina A. A disponibilidade de caroteno em alimentos como fontes de vitamina A para seres humanos, contudo, é baixa e extremamente variável. A conversão da provitamina em vitamina A ocorre principalmente nas paredes do intestino delgado e talvez a um menor grau no fígado. Como vitamina A, os carotenos são solúveis em solventes orgânicos.
Das funções conhecidas de vitamina A no corpo, seu papel na visão é melhor estabelecido. A retina do homem contém dois sistemas fotor- receptores distintos. Os bastonetes, que são os componentes estruturais de um sistema, são especialmente sensíveis à luz de baixa intensidade. Um aldeído específico de vitamina A é essencial para a formação de rodopsina, a glicoproteína de alto peso molecular parte do pigmento visual dentro dos bastonetes, e o funcionamento normal da retina. Em virtude dessa relação no processo visual, álcool de vitamina A é denominado retinol, e a forma al- deído é denominada retiniana. Uma pessoa deficiente de vitamina A apre- senta adaptação prejudicada ao escuro (nictalopia) ("cegueira noturna").
Vitamina A também auxilia na diferenciação de células da pele (revestimento externo do corpo) e membranas mucosas (revestimentos in- ternos do corpo);
ajuda o corpo repelir infecção e sustentar o sistema imunológico; e, suporta crescimento e remodelação óssea. Além disso, vitamina A dietéti- ca, na forma de seu precursor β-caroteno (um antioxidante), poderá ajudar a reduzir risco de certos cânceres.
Vitamina D é a vitamina eficaz em promover calcificação das estruturas ósseas do homem e animais. É às vezes conhecida como a vita- mina "brilho do sol" porque é formada pela ação dos raios ultravioletas do sol sobre esteróis precursores na pele. Vitamina D auxilia na absorção de cálcio do trato intestinal e a reabsorção de fosfato no túbulo renal. Vitamina D é necessária para crescimento normal em crianças, provavelmente apresen- tando um efeito direto nas células osteoblásticas, o qual influencia na calcifi- cação de cartilagem nas áreas de crescimento dos ossos. Uma deficiência de vitamina D leva a absorção inadequada de cálcio do trato intestinal e re- tenção de fósforo nos rins e desse modo a mineralização defeituosa de es- truturas ósseas. Vitamina D também mantém um sistema nervoso estável e ação cardíaca normal.
Vitamina E é um grupo de compostos (derivados de tocol e toco- trienol) que exibem qualitativamente a atividade biológica de α-tocoferol. Ati- vidade biológica associada à natureza do grupo da vitamina é exibida por quatro compostos principais: α, β, γ e δ-tocoferol, dos quais cada um pode existir em várias formas estereoisoméricas. Os tocoferóis agem como antio- xidantes, δ-tocoferol apresentando a maior força antioxidante. A função mais crítica de vitamina E ocorre nas partes membranosas das cé- lulas. Vitamina E interdigita com fosfolipídeos, colesterol e triglicerídeos, os três elementos estruturais principais das membranas. Uma vez que vitamina E é um antioxidante, uma reação favorecida é com os compostos muito rea- tivos e altamente destrutivos chamados radicais livres. Radicais livres são produtos de deterioração oxidante de tais substâncias como gordura poliin- saturada. Vitamina E converte o radical livre em uma forma menos reativa e não nociva. Vitamina E também supre oxigênio para o sangue, que é em seguida transportado para o coração e outros órgãos; desse modo aliviando fadiga; auxilia em levar nutrição a células; fortalece as paredes capilares e impede as células vermelhas do sangue de venenos destrutivos; impede e dissolve coágulos sangüíneos; e é também usada em ajudar a impedir este- rilidade, distrofia muscular, depósitos de cálcio nas paredes sangüíneas, e condições cardíacas.
Vitamina K é um grupo de substâncias das quais a atividade primária que torna a vitamina essencial no metabolismo humano é seu en- volvimento no sistema de coagulação sangüínea por meio de síntese de pro- trombina e outros fatores de coagulação. Vitamina K contribui para biossín- tese de proteína óssea, e é necessária para a formação de protrombinogênio e outros fatores de coagulação sangüínea no fígado. Sucessivamente, trom- bina converte fibrinogênio em fibrina, cuja rede constitui o coágulo. É óbvio a partir dessa descrição que interferência com formação de protrombina redu- zirá a tendência de coagulação de sangue. Em uma deficiência da vitamina, ocorre uma condição de hipoprotrombinemia, e tempo de coagulação san- guínea poderá ser grandemente, ou mesmo indefinidamente, prolongado. Hemorragias internas ou externas poderão decorrer espontaneamente ou após dano ou cirurgia.
Vitaminas solúveis em água
Exceto ácido ascórbico, todas das vitaminas nessa categoria pertencem ao grupo de vitaminas B. Algumas ainda retêm suas designações individuais originais, tais como B-1, B-6 e B-12, visto que nomes compará- veis de outras vitaminas tornam-se obsoletos.
Vitamina C, ou ácido ascórbico, é sabido ser essencial para a formação de colágeno intercelular. Sintomas de escorbuto, devido à defici- ência de vitamina C, incluem sangramento das gengivas, contusões fáceis e uma tendência no sentido a fraturas ósseas. Todos esses sintomas são um resultado da exigência de vitamina C no desenvolvimento da substância fun- damental (intercelular) entre nossas células. Essa substância fundamental, principalmente colágeno, é o cimento que fornece forma e substância a nos- sos tecidos. Colágeno são componentes principais de tendões, ligamentos, pele, osso, dentes, cartilagem, válvulas do coração, discos intervertebrais, córnea, lentes dos olhos, além da substância fundamental (intercelular) entre células. Algum colágeno forma na ausência de ácido ascórbico, mas as fi- bras são anormais, resultando em lesões da pele e fragilidade dos vasos sangüíneos, características de escorbuto. Em tecidos escorbúticos a subs- tância amorfa intercelular e os fibroblastos na área entre as células parecem normais mas sem a matriz de fibras de colágeno. Esses feixes de material colagenosos surgem dentro de algumas horas após administração de ácido ascórbico. Esses pontos da relação da vitamina na manutenção de estrutu- ras de dentes, matriz de ossos e as paredes de capilares. Vitamina C é es- sencial para a cicatrização de fraturas ósseas. Tais fraturas cicatrizam Ien- tamente em um paciente deficiente em vitamina C. Isso é verdadeiro tam- bém de cicatrização de ferimento.
Vitamina C é também um antioxidante. Oxigênio é um elemento altamente reativo e o processo de reação com certos produtos químicos é denominado oxidação. Oxidação não é sempre ruim. Por exemplo, o ferro em hemoglobina oxida para transportar oxigênio a todas as células do corpo. Mas muita oxidação é prejudicial, acelerando envelhecimento e contribuindo para dano do tecido e órgão. Oxidação é também um contribuinte para do- ença cardíaca (oxidação de lipoproteína de baixa densidade (LDL) é ligada à aterosclerose) e câncer. Como pesquisas continuam, o dano maior por radi- cais livres parece contribuir para condições crônicas e a suplementação maior de nutrição antioxidante é realizada para ser essencial. Vitamina C é o antioxidante solúvel em água mais eficaz em plasma humano. Vitamina C é também uma exigência para o funcionamento adequado do sistema imuno- lógico. Está envolvida na produção de células sangüíneas brancas (leucóci- tos), células T e macrófagos.
Biotina funciona na síntese e decomposição de ácidos graxos e aminoácidos por meio de auxílio da adição e remoção de dióxido de carbono ou de compostos ativos. Similarmente, age na catalisação de desaminação de aminoácidos e na síntese de ácido oléico. Biotina é também um compo- nente essencial de enzimas e ajuda na utilização de proteína e certas outras vitaminas, tais como ácido fólico, ácido pantotênico e vitamina B-12.
Ácido fólico ou folacina é um dos agentes hematopoiéticos im- portantes necessários para regeneração apropriada de elementos formado- res de sangue e seu funcionamento. Ácido fólico é também envolvido como uma coenzima em reações metabólicas intermediárias em que unidades de um carbono são transferidas. Essas reações são importantes em intercon- versões de vários aminoácidos e em síntese de purina e pirimidina. A bios- síntese de purinas e pirimidínas está essencialmente ligada com aquela de nucleotídeos e ácidos ribonucléicos e desoxirribonucléicos, elementos fun- cionais em todas as células.
Niacina (ácido nicotínico) e niacinamida (nicotinamida) apresen- tam propriedades idênticas como vitaminas. No corpo niacina é convertida em niacinamida, a qual é um constituinte essencial de coenzimas I e Il que ocorrem em uma ampla variedade de sistemas enzimáticos envolvidos na oxidação anaeróbica de carboidratos. A coenzima serve como um aceitador de hidrogênio na oxidação do substrato. Essas enzimas estão presentes em todas as células vivas e tomam parte em muitas reações de oxidação bioló- gica. Dinucleotideo nicotinamida-adenina (NAD) e fosfato dinucleotídeo nico- tinamida-adenina (NADP) são coenzimas sintetizadas no corpo que tomam parte no metabolismo de todas as células vivas. Uma vez que elas são de importância muito difundida e vital, não é difícil ver porque transtornos sérios de processos metabólicos ocorrem quando o suprimento de niacina à célula é interrompido. Niacina é prontamente absorvida do trato intestinal, e gran- des doses poderão ser dadas oral ou parenteralmente com efeito igual. Adi- cionalmente, niacina melhora circulação e reduz o nível de colesterol np sangue; mantém o sistema nervoso; ajuda a metabolizar proteína, açúcar e gordura; reduz alta pressão sangüínea, aumenta energia por meio de utiliza- ção apropriada de alimento; previne pelagra; e ajuda a manter uma pele, língua e sistema digestivo sadios.
Ácido pantotênico é da mais alta importância biológica devido a sua incorporação na Coenzima A (CoA), a qual é envolvida em muitas rea- ções enzimáticas vitais transferindo um composto de dois carbonos (o grupo acetila) em metabolismo intermediário. É envolvida na liberação de energia de carboidrato e proteína, na degradação e metabolismo de ácidos graxos, e na síntese de tais compostos como esteróis e hormônios esteróides, porfiri- nas e acetilcolina. Ácido pantotênico também participa na utilização de vita- minas; melhora a resistência do corpo a estresse; ajuda na construção celu- lar e no desenvolvimento do sistema nervoso central; ajuda as glândulas adrenais e combate infecções participando na formação de anticorpos. Piridoxina (vitamina B-6) não denota uma única substância, mas é de preferência uma forma coletiva para o grupo de piridinas que ocorrem naturalmente que são metabólica e funcionalmente correlacionadas: a saber, piridoxina, piridoxal e piridoxamina. Eles são interconversível in vivo em sua forma fosforilada. Vitamina B-6 na forma de fosfato piridoxal ou fosfato piri- doxamina funciona em carboidrato, gordura e metabolismo protéico. Suas funções principais são mais estritamente relacionadas a metabolismo protéi- co e aminoácido. A vitamina é uma parte da configuração molecular de mui- tas enzimas (uma coenzima), notavelmente fosforilase glicogênio, várias transaminases, decarboxilases e desaminases. As três últimas são essenci- ais para o anabolismo e catabolismo de proteínas. Piridoxina é também auxi- liar no metabolismo de gordura e carboidrato; auxilia na formação de anti- corpos; mantém o sistema nervoso central; auxilia na remoção de excesso de fluido de mulheres pré-menstruais; promove pele sadia; reduz espasmos musculares, cãibras nas pernas, dormências nas mãos, náusea e rigidez das mãos; e ajuda a manter um equilíbrio apropriado de sódio e fósforo no corpo.
Riboflavina é uma outra vitamina B que desempenha seu papel fisiológico como o grupo prostético de vários sistemas enzimáticos que são envolvidos na oxidação de carboidratos e aminoácidos. Funciona em combi- nação com uma proteína específica como um ácido fosfórico contendo mo- nonucleotídeo (FMN), ou como um dinucleotídeo combinado por meio de ácido fosfórico com adenina (FAD). A especificidade de cada uma das enzi- mas é determinada pela proteína no complexo. Por um processo de oxida- ção-redução, riboflavina no sistema ganha ou perde hidrogênio. O substrato, carboidrato ou aminoácido, poderá ser oxidado por uma remoção de hidro- gênio. O primeiro hidrogênio aceitador na cadeia de eventos é NAD ou NADP, o ácido nicotínico contendo di- ou trinucleotídeo e adenina. O sistema de riboflavina oxidada em seguida funciona como hidrogênio aceitador para o sistema de coenzima e por sua vez é oxidado pelo sistema citocromo. O hidrogênio é finalmente passado para o oxigênio para completar o ciclo oxidante. Várias enzimas flavoproteína são identificadas, das quais cada uma é específica a um dado substrato. Riboflavina também auxilia na forma- ção de anticorpos e células sangüíneas vermelhas (hemácias); mantém res- piração celular; necessária para a manutenção de boa visão, pele, unhas e cabelo, alivia fadiga dos olhos; e promove saúde geral.
Tiamina ou é um termo genérico aplicado a todas as substân- cias que possuem atividade de vitamina B-1, independente do ânion ligado à molécula. A porção catiônica da molécula é produzida de um anel pirimidina substituída conectado por uma ponte de metileno com o nitrogênio de um anel tiazol substituído. Em uma forma fosforilada, tiamina funciona como o grupo prostético de sistemas enzimáticos que são envolvidos com a descar- boxilação de α-cetoácidos. Algumas reações de descarboxilação são rever- síveis, de tal modo que a síntese (condensação) poderá ser obtida. Desse modo, tiamina é também importante para a biossíntese de cetoácidos. É en- volvida em reações transcetolase. Tiamina é prontamente absorvida em so- lução aquosa a partir tanto do intestino delgado quanto grosso, e é em se- guida transportada para o fígado por meio da circulação portal. No fígado, bem como em todas as células vivas, normalmente combina com fosfato para formar cocarboxilase. Poderá ser armazenada no fígado nessa forma ou poderá combinar adicionalmente com manganês e proteínas específicas para tornar enzimas ativas conhecidas como carboxilases. Tiamina também desempenha um papel-chave no ciclo metabólico do corpo para gerar ener- gia; auxiliar na digestão de carboidratos; é essencial para o funcionamento normal do sistema nervoso, músculos e coração; estabiliza o apetite; e pro- move crescimento e bom tono muscular.
Vitamina B-12 ou cianocobalamina é essencial para o funciona- mento de todas as células, mas particularmente para células da medula ós- sea, do sistema nervoso e do trato gastrointestinal. Parece facilitar reações de redução e participar na transferência de grupos metila. Sua importância- chefe parece ser, juntamente com ácido fólico, no anabolismo de DNA em todas as células. É um requisito de formação sangüínea normal, e certas anemias macrocísticas responder a sua administração. Vitamina B-12 é também necessária para metabolismo de carboidrato, gordura e proteína; mantém um sistema nervoso sadio; promove crescimento em crianças; au- menta energia; e é necessária para absorção de cálcio.
Ingredientes Botânicos
Mangostão é uma árvore que é regularmente expandida no Su- deste da Ásia e é conhecida por suas propriedades medicinais. As cascas da fruta são usadas na medicina popular para o tratamento de infecções da pele, ferimentos e diarréia no Sudeste da Ásia.
Cúrcuma é usada como um tratamento para doença de milenia. Tradição ayurvédica e tratamento têm usado cúrcuma como um ingrediente em muitos medicamentos herbáceos. Extratos de cúrcuma contêm curcumi- nóides, incluindo curcumina. Esses compostos têm sido estudados e verifi- cou-se apresentar efeitos benéficos sobre saúde celular. Curcumina mostrou possuir efeitos tanto anticarcinogênicos quanto antimutagênicos. Similar a EGCG, curcumina reduz a oxidação de catecolestrogênio in vivo, e induz enzimas tanto Fase I quanto Fase II no fígado para regular função hormonal no corpo. Pesquisas recentes mostraram uma combinação de EGCG e cur- cumina apresentar maior efeito que os efeitos aditivos preditos com base nos efeitos de cada um isolado. Informação sobre extratos de cúrcuma, in- cluindo curcuminóides e curcumina poderá ser encontrada nas seguintes referências, as quais são incorporadas neste relatório em sua totalidade: Jiang M.C. e outros, Curcumina induz apoptose em linhagens celulares can- cerosas de NIH 3T3 imortalizado e malignas, Nutr. Câncer 1996; (I): 111-20; e Subramanian M. e outros, Diminution of singlet oxygen-induced DNA da- mage by curcumin and related antioxidants, Mutation Res. 1994; 311: 249-55.
Elementos adicionais das composições presentemente descritas poderão incluir aromatizantes de frutas e colorantes, tais como uva e fram- boesa em pequenas quantidades. Edulcorantes, tal como fruta momordica poderá também ser incluída. Componentes para intensificar absorção no corpo, tais como extratos de pimenta-do-reino ou de Sichuan poderão ser adicionados. Conservantes, tal como benzoato de sódio ou sorbato de po- tássio poderá também ser incluído. Água substancialmente pura, tal como água desionizada, é também um ingrediente importante da mistura líquida. Em uma modalidade, o suplemento dietético poderá ser propor- cionado como um drinque ou bebida nutricional. O suplemento poderá tam- bém ser secado em um pó e proporcionado como pó seco por congelação ou seco por pulverização, cápsula ou comprimido. Um suplemento de bebida ilustrativo é agora descrito em maiores detalhes.
Partindo com o purê contendo fucoidano descrito acima, sucos ou concentrados para proporcionar uma alta capacidade de absorvência de radical oxigênio (ORAC), tal como fruta açaí, uva e arando são adicionados. Também, aromatizante e colorante de frutas, tal como uva e framboesa; mi- nerais, tais como minerais de alto-mar; edulcorantes, tal como fruta momor- dica; pimenta de intensificador de aroma e para acentuar absorção no corpo, tal como pimenta-do-reino; conservante, tal como benzoato de sódio ou sor- bato de potássio; e água desionizada é adicionada à mistura. Em seguida, a mistura é esterilizada por meio de pasteurização ou outras técnicas de a- quecimento. Embora pasteurização (pelo menos 87,8°C ou 190°F) eficaz- mente elimina microorganismos patogênicos, esterilização sob temperaturas maiores talvez necessárias para eliminar todos os microrganismos.
Em obter a esterilização necessária, dois processos diferentes de esterilização são tipicamente usados. Usando o processo HTST (High Temperature Short Time), a mistura poderá ser aumentada em aproximada- mente 85°C (185°F) por aproximadamente 20-30 segundos. Alternativamen- te, o processo de temperatura ultra-alta (UHT) envolve aumentar a tempera- tura da mistura até aproximadamente 140,6°C (285°F) por aproximadamente 4-6 segundos. Em um outro processo, imediatamente após a etapa de aque- cimento, a temperatura é rapidamente reduzida com pelo menos temperatu- ras ambientes de aproximadamente 21,1-26,7°C (70-80°F). Alternativamen- te, a mistura poderá ser esfriada até aproximadamente 4,4°C (40°F).
Aquecimento da mistura poderá ser realizado por aquecimento direto ou indireto. Por exemplo, a mistura poderá ser aquecida por contato direto com vapor ou indiretamente por um tipo selecionado de trocador de calor.
A mistura esterilizada pode ser, em seguida vertida em recipien- tes, usando um método de enchimento a quente ou enchimento a frio. No processo de enchimento a quente, o produto é primeiro aquecido a tempera- turas de pasteurização, HTST ou UHT. Em seguida é derramado em recipi- entes sob temperaturas elevadas para matar qualquer microrganismo dentro do recipiente. O uso de conservantes, tais como benzoato de sódio e sorba- to de potássio são normalmente usados. O pH é usualmente mantido abaixo de 4,4, possivelmente usando ácidos tal como suco de limão ou vinagre. Após enchimento, os frascos poderão ser esfriados lentamente por uma né- voa de água. Enchimento de recipientes é feito por processamento asséptico e métodos de acondicionamento, que são bem-conhecidos na técnica.
No processo de enchimento a frio, em seguida temperaturas de pasteurização ou esterilização são atingidas, o produto é imediatamente es- friado até aproximadamente temperatura ambiente antes de engarrafamento, usando processamento asséptico e técnicas de acondicionamento. Resfria- mento imediato permite menos degradação de vitamina e variações no sabor que poderão ser encontradas no processo de enchimento a quente. Desse modo, no processamento de enchimento a frio, o sabor poderá ser mais lim- po e mais fresco. Conservantes são usualmente incluídos para controlar o crescimento de lêvedo, mofos e bactérias.
O processo de enchimento a frio é compatível com uso de en- garrafamento de tereftalato de polietileno de alta densidade (HDPE) ou polie- tileno (PET), a fim de não comprometer a integridade da estrutura do frasco. Os frascos poderão ser frascos de 500 ml, capaz de conter aproximadamen- te 660 gramas por frasco. O tamanho proporcionaria bebida suficiente por 30 dias, se uma dosagem recomendada é aproximadamente de 22 gramas por dia.
Formas sólidas de dosagem de acordo com a presente invenção podem ser produzidas na forma de pós, comprimidos, e cápsulas de acordo com métodos bem-conhecidos no estado da técnica. Por exemplo, pós po- dem ser produzidos por meio de secagem da preparação de fucoidano, e em seguida mistura do fucoidano seco com outros ingredientes secos. Alternati- vamente, a preparação de fucoidano pode ser misturada com outros ingredi- entes, e em seguida a mistura é seca em um pó. Métodos ilustrativos de se- cagem incluem secagem por pulverização e secagem por congelação. O pó pode então ser ingerido por meio de suspensão ou dissolvendo-o em um líquido e beber a suspensão ou solução resultante. Líquidos ilustrativos que podem ser usados para essa finalidade incluem água, suco e similares. O pó pode também ser prensado para comprimidos ou carregado em cápsulas. Comprimidos ou cápsulas são tipicamente engolidos com água ou outro lí- quido. Suplementos dietéticos líquidos podem também ser encapsulados e tomados nessa forma de dosagem sólida.
Exemplos
Os seguintes são exemplos da preparação de alga marinha para proporcionar um purê de fucoidano para uso em suplementos dietéticos, e formulações de suplemento dietético preparadas do purê de fucoidano. Es- ses exemplos são meramente ilustrativos e não pretendidos ser limitados de modo algum.
A presente invenção poderá ser incorporada em outras formas específicas sem desviar-se de seu espírito ou características essenciais. As modalidades descritas devem ser consideradas em todos os aspectos ape- nas como ilustrativas e não-restritivas. O escopo da invenção é, portanto, indicado pelas reivindicações anexas, em vez da descrição ou exemplos. Todas as alterações que se aproximam do significado e faixa de equivalên- cia das reivindicações devem ser abrangidas dentro de seu escopo.
Exemplo 1
Preparação de composição de purê de fucoidano
Alga marinha Iimu moui de Tongan foi manualmente colhida, limpa para remover material estranho congelada e embarcada para uma planta de processamento. Na planta, a alga marinha congelada foi descon- gelada, pesada e colocada em um misturador de aço inoxidável com tampão aquoso e, opcionalmente ácido sulfúrico de acordo com qualquer uma das séries de condições descritas na Tabela I. Os ingredientes foram em seguida misturados a 50-75 rpm com um misturador de cisalhamento médio (tipo propulsor). Enquanto misturando, a mistura foi aquecida a 37°C a 95°C por um período de tempo selecionado (usualmente 5 minutos a 8 horas). Nesse ponto, aquecimento foi descontinuado, mas mistura foi continuada por 0,5-10 horas para dissipar calor e micronizar os fios de alga marinha. A mistura es- friada foi em seguida filtrada para remover material insolúvel, e o filtrado foi coberto e misturado sob temperatura ambiente por aproximadamente 4-72 horas. O pH do purê resultante foi determinado ser aproximadamente pH 2,0 a 4,0, e refratometria tipicamente mostrou um valor Brix de 2-4. O purê com- preendendo fucoidano parcialmente hidrolisado foi em seguida congelado e armazenado. Se ácido sulfúrico foi adicionado durante hidrólise, o fucoidano
Tabela 1
<table>table see original document page 58</column></row><table>
Exemplo 2
Preparação de bebida de fucoidano
Purê de fucoidano preparado de acordo com o procedimento de Exemplo 1 foi descongelado e em seguida misturado com outros ingredien- tes de acordo com a presente invenção conforme especificado nas Tabelas 2 e 3, em que quantidades são em partes por peso. Esses ingredientes fo- ram combinados cuidadosamente e em seguida esterilizados e engarrafados por processamento asséptico e métodos de acondicionamento de acordo com qualquer uma das condições descritas na Tabela 4. Tabela 2
<table>table see original document page 59</column></row><table> Tabela 3
<table>table see original document page 60</column></row><table> Tabela 4
<table>table see original document page 61</column></row><table>
Exemplo 3
Aproximadamente 70 partes em peso de purê de fucoidano pre- parado de acordo com o procedimento de Exemplo 1 é misturado com apro- ximadamente 99 partes em peso de água destilada, aproximadamente 20 partes em peso de extrato de uva Concord, aproximadamente duas partes em peso de minerais de alto-mar, aproximadamente uma parte em peso de momordica, e aproximadamente uma parte em peso de extrato de pimenta- do-reino. A mistura resultante é seca por pulverização em um pó e acondi- cionada para armazenagem e distribuição.
Exemplo 4
O procedimento de Exemplo 3 é seguido exceto que o pó é en- capsulado em cápsulas de gelatina.
Exemplo 5
O procedimento de Exemplo 3 é seguido exceto que o pó é mis- turado com quantidades selecionadas de agentes diluentes, aglutinantes, lubrificantes, desintegrantes, colorantes, aromatizantes e edulcorantes e em seguida prensado para comprimidos.
Produtos para cuidados da pele
A presente invenção promove composições para cuidados da pe- le no estado da técnica proporcionando uma composição para cuidados da pele formulada com fucoidano a partir de algas marinhas, tais como Iimu moui, kombu ou mozuku. A adição de fucoidano à composição para cuidados da pele da presente invenção serve para proporcionar vantagens significativas não verificadas em composições para cuidados da pele do estado da técnica. As composições para cuidados da pele intensificadas com fucoidano da pre- sente invenção proporcionam muitas funções benéficas, incluindo proporcio- nar em relação a antienvelhecimento, e regeneração de células e tecidos;
promover juventude; reduzir inflamação e similares. Além disso, as composi- ções para cuidados da pele intensificadas com fucoidano da presente inven- ção minimizam os sinais visíveis tanto de envelhecimento biológico quanto ambiental. Isto é, os suplementos dietéticos presentes retardam o processo de envelhecimento, auxiliam na regeneração de células e tecidos danificados, e promovem fatores de crescimento no corpo. Fucoidano é elevado em antio- xidantes que ajudam a combater dano por radicais livres ao corpo que poderá levar a câncer. Esses antioxidantes ajudam a combater dano por radicais li- vres causados pelo sol e outras condições e elementos ambientais variáveis.
Algas marinhas castanhas desenvolvem-se em muitos oceanos, incluindo fora das costas de Japão e Okinawa, águas litorâneas Russas, Tonga e outros lugares. Uma fonte de fucoidano excelente é a planta marí- tima Iimu moui que cresce nas águas das ilhas de Tongan. Essas algas ma- rinhas castanhas contêm muitas vitaminas, minerais e outras substâncias benéficas e é particularmente rica em fucoidano.
Tipicamente, a alga marinha castanha cresce em caules longos tipo cabelo de anjo com numerosas folhas. O ingrediente fucoidano é encon- trado em composições naturais nas paredes celulares das algas marinhas, proporcionando uma textura escorregadia pegajosa que protege as paredes celulares da luz solar.
Em uma modalidade, uma alga marinha tipo kombu ou tipo mo- zuku é colhida das águas litorâneas das ilhas de Tongan. Essas algas mari- nhas são tipicamente manualmente colhidas, incluindo caules e folhas, por mergulhadores e limpas para remover materiais estranhos. As algas mari- nhas são em seguida usualmente congeladas em grandes recipientes e em- barcadas para uma planta de processamento.
No processamento, as fibras externas pesadas devem ser pri- meiro divididas para proporcionar acesso ao componente fucoidano. Se congelado, o material de alga marinha é primeiro descongelado, mas se não congelado, em seguida o material de alga marinha é colocado em um recipi- ente de mistura e cortado em tiras, enquanto sendo hidrolisado com ácidos e água. O material pode opcionalmente ser sulfonado com ácido sulfúrico para ajudar na ruptura das fibras celulares pesadas. A mistura é também tampo- nada com ácido cítrico e cuidadosamente combinada para manter suspen- são. O material poderá também ser aquecido sob pressão atmosférica ou maior que atmosférica enquanto se mistura. O purê resultante é testado e mantido sob um pH de aproximadamente 2 a 4 a fim de permanecer ácido, intensificando características conservantes e de estabilidade.
O purê poderá ser usado na preparação de produtos para cuida- dos da pele. Alternativamente, a mistura poderá ser recongelada em peque- nos recipientes para processamento posterior.
A presente invenção proporciona uma composição para cuida- dos da pele formulada com fucoidano, composições de algas marinhas, tal como a planta de alga marinha Iimu moui. As composições de fucoidano es- tão presentes em modalidades selecionadas de aproximadamente 0,01 a aproximadamente 95% em peso do peso total da composição.
Bases de Composições para Cuidados da Pele
Idealmente, uma base de pomada deve ser não-irritante, não- desidratante, não-gordurosa, compatível com ingredientes ativos, estáveis, facilmente removível com água, absorvente (capaz de absorver água e/ou outros líquidos), e capaz de eficientemente liberar os ingredientes ativos in- corporados. Nenhuma base de pomada possui todas dessas características. Pomadas podem ser classificadas de acordo com tipo, baseados na compo- sição. Tais classes de pomadas incluem bases oleaginosas, bases de ab- sorção, bases de emulsão e bases solúveis em água.
Bases oleaginosas são geralmente anidras, hidrofóbicas, insolú- veis em água, e não são removíveis em água. Bases oleaginosas incluem pomadas prematuras, que consistiram quase inteiramente em gorduras ve- getais e animais, bem como hidrocarboneto de petróleo. Óleos fixos de ori- gem vegetal incluem óleos de oliva, de caroço de algodão, gergelim, pérsico e outros óleos. Bases de hidrocarbonetos incluem pomadas preparadas de petrolato ou petrolato líquido com cera ou outros agentes de reforço. Bases de hidrocarbonetos não se tornam rançosas, o que é uma vantagem compa- rada a gorduras animais e óleos vegetais. Uma outra base oleaginosa inclui silicones, os quais são polímeros sintéticos em que a estrutura básica é uma cadeia alternante de átomos de silício e oxigênio (por exemplo, O-Si-O-Si-O- Si-). Silicones usados nas indústrias farmacêuticas e cosméticas incluem dimetilpolissiloxano, metilfenilpolissiloxano e um éster estearílico de dimetil- polissiloxano, dos quais todos são insolúveis em água e são repelentes em água. Bases oleaginosas ilustrativas são bem-conhecidas no estado da téc- nica, tais como Base de Silicone Gibson (Exemplo 6) e Pomada de Silicone Vanisil (Exemplo 7).
Bases de absorção são geralmente anidras, hidrófilas, insolúveis em água, e a maioria não são removíveis em água. Essas bases apresen- tam a propriedade de absorver diversas vezes seu peso de água e formar emulsões enquanto retendo sua consistência similar à pomada. Bases de absorção variam em sua composição, mas a maior parte delas são misturas de esteróis animais com petrolato. Combinações de colesterol e/ou outras frações de Ianolina com petrolato branco são essas bases de absorção, e Eucerina e Aquafor estavam entre as bases comerciais mais precoces desse tipo. Creme Emoliente Zopf (Exemplo 8), Fórmula Hoch (Exemplo 9), Base Hidrófilas de Petrolato (Exemplo 10), Bases de lã alcoólicas (Exemplo 11) e Pomada Aquabase (Exemplo 12) são bases de absorção descritas neste relatório. Algumas bases de absorção comercialmente disponíveis incluem Aquafor(Duke), Polysorb (Fougera) e Creme Nívea (Duke).
Bases de emulsão podem ser bases A/O, que são hidratadas, insolúveis em água e não removíveis com água e absorverá água, ou bases O/A, que são hidratadas, insolúveis em água e removíveis em água e absor- verá água. Essas preparações são emulsões sólidas, e produtos similares são por longo tempo usados como cremes cosméticos. A disponibilidade de numerosos compostos para uso como agentes de umectação, agentes de dispersão, emulsificantes, penetrantes, emolientes, detergentes, endurece- dores, conservantes e similares tem dado bastante flexibilidade a formulação de pomada. Embora agentes de superfície ativa (isto é, tensoativos) possam ser iônicos ou não-iônicos, os agentes não-iônicos são amplamente usados em preparações dermatológicas e farmacêuticas. Polisorbato 80 (por exem- 5 pio, Tween 80) e Estearato de Polioxila 40 representam tais tensoativos. Tensoativos não-iônicos são geralmente menos tóxicos e menos irritantes que tensoativos iônicos. Outras vantagens incluem sua neutralidade virtual, estabilidade a congelamento, estabilidade a eletrólitos e facilidade de uso.
Em geral, as bases de emulsão contêm uma fase aquosa, um agente emul- sificante e uma fase oleaginosa. A fase aquosa de bases de emulsão ilustra- tivas tipicamente varia de 10 a 80% em peso da base total. Glicerina, propi- leno glicol, ou um polietileno glicol é geralmente incluído com a fase aquosa para funcionar como um umectante, para reduzir perda de água por meio de evaporação, e proporciona uma suavidade geral a cremes. A adição de cer- tos álcoois a fórmulas base de emulsão também adiciona estabilidade à e- mulsão e confere uma sensação suave à pele. Álcool estearílico, um sólido, aumenta a consistência da pomada e permite a incorporação de mais com- ponentes líquidos. Devido a sua capacidade de tornar-se hidratados, tais álcoois auxiliam na retenção de água de bases de emulsão. A fase oleagino- sa poderá conter um ou mais dos seguintes ou ingredientes similares: petro- lato, gorduras, ceras, álcoois orgânicos, ésteres poliglicólicos, ou outras substâncias como graxa. Essas substâncias são emulsificadas com a fase aquosa através da ação do tensoativo. Alguns desses emulsificantes inclu- em sabões alcalinos, sulfatos de alquila, sabões de amina, ésteres poliglicó- licos, sulfatos de alquil arila, compostos de amônio quaternário, e similares. Esses compostos emulsificantes auxiliam na dispersão das gorduras e ceras em água e aumentam a estabilidade das pomadas. Base de Pomada Hidrófi- las (Exemplo 15), Base de Beeler (Exemplo 16) e Base de U.C.H. (Exemplo 17) são bases de emulsão O/A ilustrativas descritas neste relatório. Bases de emulsão O/A comercialmente disponíveis incluem Creme Cetaphil (Ceta- fila), Neobase, Unibase, Dermovan, Creme Phorsix, Creme Lubriderme e Velvachol. Bases solúveis em água são anidras, solúveis em água, removí- veis em água e sem gordura, e absorverá água. Essas bases incluem aque- las bases preparadas de polietileno glicóis, bem como preparações semissó- lidas contendo bentonita, aluminossilicato de magnésio coloidal e alginato de sódio. Compostos de polietileno glicol (PEG) 1500, 1540, 4000 e 6000 são de interesse em formulações de pomada e loção. PEG 1500 é um sólido ce- roso mole, similar na consistência a petrolato (vaselina), com uma faixa de congelação de 40°C a 45°C. PEG 1540 é um sólido de consistência de cera de abelha e é intermediário em propriedades físicas entre os PEG 1500 e 4000. PEG 4000 apresenta uma faixa de congelamento de 53°C a 56°C e mais útil como um componente, de ser uma base pomada de, além da pro- priedade geral de ser um agente emulsificante e dispersante, ele também adiciona à consistência da base. Tanto PEG 4000 quanto PEG 6000 são não-higroscópicos. PEG 6000 é um sólido duro translúcido, ceroso, e apre- senta uma faixa de congelamento de 58°C a 62°C.
Monostearato de glicerila é um éster de álcool poliídrico que é amplamente usado em cosméticos e bases de pomada. Apresenta um alto ponto de fusão (56°C a 58°C) e é um bom agente emulsificante. Emulsões de monostearato de glicerila geralmente contêm altas fases aquosas, usu- almente acima de 60% em peso. Apresenta a desvantagem de ser incompa- tível com ácidos. Base de monostearato de glicerila (Exemplo 27) é descrita neste relatório.
Derivados de celulose, tais como metilcelulose e hidroxietilcelu- lose, formam soluções coloidais que se parecem com gomas e mucilagens, mas não tão vulneráveis a ataque fúngico ou bacteriano. Metilcelulose é dis- persível em água fria, mas em soluções concentradas coagulará sob aque- cimento. Hidroxietilcelulose é mais solúvel sob temperaturas elevadas de tal modo que viscosidade de soluções aquosas diminui ligeiramente sob aque- cimento. É um bom colóide protetor para dispersões aquosas de óleos, ce- ras e pigmentos. Carboximetilcelulose sódica é um outro derivado de celulo- se freqüentemente referido como carboximetilcelulose ou CMC. É um com- posto aniônico e desse modo pode ser usado como um agente espessante ou estabilizante para suspensões e para pomadas do tipo emulsão em que o agente emulsificante é aniônico ou não-iônico. Qualquer um desses deriva- dos de celulose pode ser usado para estabilizar fórmulas para pomadas, e são comercialmente disponíveis em vários tipos de viscosidade e com vários graus de substituições.
Alginato de sódio é um colóide hidrófilo que é compatível com quantidades pequenas de álcool, glicerina, poliglicóis, agentes de umectação e soluções de carbonatos alcalinos. Funciona satisfatoriamente sob condi- ções ácidas ou alcalinas dentro da faixa de pH de 4,5-10. É possível produzir soluções de alginato de sódio para géis semifirmes ou firmes pela adição de quantidades pequenas de sais de cálcio solúveis, isto é, gliconato de cálcio, tartrato de cálcio e citrato de cálcio. íons dos metais alcalinos-terrosos es- pessarão ou gelatinarão soluções de alginato de sódio quando presentes em baixas concentrações, enquanto sob altas concentrações as precipitarão.
Uma solução a 2,5% de alginato de sódio é um diluente inerte satisfatório para pomadas sem gordura e outros tipos de pomadas.
Bentonita, um aluminossilicato hidratado coloidal, é insolúvel em água, mas quando misturado com 8 a 10 partes de água dilata-se para pro- duzir um gel ligeiramente alcalino que parece petrolato. A consistência do produto poderá ser regulada variando as quantidades de água adicionada. Verificou-se que pomadas preparadas de bentonita e água isolada são ligei- ramente secas e instáveis sob permanência, mas adição de um umectante, tal como glicerina ou sorbitol, em quantidades até aproximadamente 10% em peso retardará essa ação. Pomadas preparadas de bentonita não estimulam crescimento de bolor, e apresentam a vantagem de não espalhar pelo cabe- lo quando aplicadas ao couro cabeludo.
Aluminossilicato de magnésio coloidal (por exemplo, Veegum®, R.T. Vanderbilt Company, Inc.) é um emulsificante inorgânico agente de suspensão e espessante. Dispersões são ligeiramente alcalinas e são com- patíveis com aproximadamente 20 a 30% de álcool etílico, álcool isopropíli- co, acetona e solventes similares. Glicóis, tais como glicerina e propileno glicol, são compatíveis a concentrações de 40 a 50%. Carbopol 934 (carboxipolimetileno) é um polímero ácido que dis- persa prontamente em água para produzir uma solução ácida de baixa vis- cosidade. Quando a solução ácida é neutralizada com uma base adequada, tais como bicarbonato de sódio, hidróxido de sódio, ou similares, resulta em um gel claro estável. Carbopol 934 é inerte fisiologicamente e é nem um irri- tante primário nem um sensibilizante. A eficiência de espessamento de Car- bopol 934 pode ser usada na preparação de tais produtos farmacêuticos como cremes, pomadas, loções, suspensões e emulsões.
As composições para cuidados da pele da presente invenção podem também conter fragrâncias, proteínas, colorantes ou agentes de colo- ração, lipídios, vitaminas, extratos botânicos, lipídeos, glicolipídeos, políme- ros e copolímeros, e similares, como são geralmente conhecidos no estado da técnica de fabricação de produtos para cuidados da pele. The Cosmetic, Toiletry and Fragrance Associatioris International Cosmetic Ingredient Dicti- onary and Handbook é uma fonte excelente de informação com relação a tais ingredientes.
Conforme usados neste relatório, "colorantes" ou "agentes de coloração" são agentes que fornecem a composições para cuidados da pele uma aparência mais agradável, e além disso ajudam o fabricante a controlar o produto durante sua preparação e ajudam o usuário a identificar o produto. Qualquer um dos corantes FD&C solúveis em água certificados aprovados, misturas destes, ou suas Iacas correspondentes poderão ser usados para dar cor a composições para cuidados da pele. A Iaca de cor é a combinação por meio de absorção de um corante solúvel em água a um óxido hidratado de um metal pesado, resultando em uma forma insolúvel do corante.
As composições para cuidados da pele da presente invenção são aplicadas à pele em quantidades selecionadas pelo usuário. As compo- sições são dispensadas de recipientes apropriados e são em geral manual- mente aplicadas à pele, como é bem-conhecido no estado da técnica.
Exemplo 6
Base de Silicone Gibson
A fórmula seguinte ilustra uma base de silicone que pode ser usada em um creme ou loção, de acordo com a presente invenção. Base de silicone Gibson compreende 15 partes em peso de álcool cetílico, uma parte em peso de Iaurilsulfato de sódio, 40 partes em peso de polímero de dimetil- polissiloxano (1.000 cps), 43 partes em peso de água purificada, 0,25 parte em peso de metilparabeno e 0,15 parte em peso de propilparabeno. A mistu- ra aquosa do Iauril sulfato de sódio e o parabeno é aquecida a 75°C, e em seguida é lentamente adicionada à mistura de álcool cetílico-silicone aqueci- da (25°C). A mistura resultante é agitada até congelar-se. Exemplo 7
Base de Pomada de Silicone Vanisil
A fórmula seguinte ilustra uma base de silicone que pode ser usada em um creme ou loção, de acordo com a presente invenção. Base de pomada de silicone Vanisil compreende 10 partes em peso de ácido esteári- co, duas partes em peso de cera japonesa sintética, 20 partes em peso de polímero de dimetilpolissiloxano (1.000 cps), 0,5 parte em peso de hidróxido de potássio, 0,025 parte em peso de metilparabeno, 0,015 parte em peso de propilparabeno, e 67,5 partes em peso de água destilada.
Exemplo 8
Creme Emoliente Zopf
A fórmula seguinte ilustra uma base de absorção de emulsão A/O que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Creme emoli- ente Zopf compreende 41 partes em peso de petrolato branco, 3 partes em peso de cera microcristalina, 10 partes em peso de Ianolina fluida, 4,75 par- tes em peso de monoleato de sorbitano, 0,25 parte em peso de polissorbato 80 e 41 partes em peso de água purificada. A dispersão aquosa de monolea- to de sorbitano e polissorbato 80 é aquecida a 75°C e em seguida lentamen- te adicionada à cera fundida, petrolato branco e Ianolina fluida. A mistura resultante é agitada até congelar-se.
Exemplo 9
Fórmula Hoch
A fórmula seguinte ilustra uma base de absorção de emulsão O/A que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Fórmula Hoch compreende fase A compreendendo 5 partes em peso de Ianolina fluida, 35 partes em peso de óleo de rícino, duas partes em peso de monostearato de sorbitano, 36,7 partes em peso de óleo mineral, 4 partes em peso de ácido esteárico e 0,2 parte em peso de propilparabeno; e a fase B compreendendo uma parte em peso de monostearato de sorbitano polietileno 20, 0,9 parte em peso de trietanolamina, 0,2 parte em peso de metilparabeno e 15 partes em peso de água purificada. A Fase A é aquecida a 78°C e a fase B é aque- cida a 70°C. Em seguida, a fase B é adicionada à fase Aea mistura resul- tante é agitada até que se esfrie a 25°C.
Exemplo 10
Base de Petrolato Hidrófila
A fórmula seguinte ilustra uma base de absorção que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de petrolato hidrófila com- preende 30 partes em peso de colesterol, 30 partes em peso de álcool este- arílico, 80 partes em peso de cera branca e 860 partes em peso de petrolato branco. O álcool estearílico, cera branca e petrolato branco são fundidos juntamente em banho a vapor, e em seguida o colesterol é adicionado e agi- tado na mistura até que o colesterol completamente dissolva-se. A mistura é em seguida removida do banho e agitada até congelar-se.
Exemplo 11
Base de Álcoois da Lã
A fórmula seguinte ilustra uma base de absorção que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de pomada de álcoois da lã compreende 60 partes em peso de álcoois de lã, 240 partes em peso de pa- rafina dura, 100 partes em peso de parafina mole branca ou amarela e 600 partes em peso de parafina líquida. Os ingredientes são misturados junta- mente e agitados até que se esfriem.
Exemplo 12
Pomada Aquabase
A fórmula seguinte ilustra uma base de absorção que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Pomada Aquabase compreende partes em peso de colesterol, 30 partes em peso de óleo de caroço de algodão, e 940 partes em peso de petrolato branco. O petrolato branco e óleo de caroço de algodão são aquecidos a 145°C e em seguida removidos do calor. O colesterol é então adicionado e agitado até que esteja quase congelado. Em seguida a pomada é colocada em recipientes adequados.
Exemplo 13
Base de Emulsão
A fórmula seguinte ilustra uma base de emulsão que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Muitas preparações dermatológi- cas e cosméticas contêm sabões de amina como agentes emulsificantes.
Esses emulsificantes aniônicos são vantajosos quando comparados a sa- bões de sódio e potássio porque produzem emulsões que apresentam um pH relativamente baixo de aproximadamente 8,0. Trietanolamina é geral- mente usada, juntamente com um ácido graxo, para produzir o sabão de amina de ácido graxo. Trietanolamina usualmente contém quantidades pe- quenas de etanolamina e dietanolamina. Ela combina estequiometricamente com ácidos graxos. Bases semissólidas O/A contendo sabões de trietanola- mina são geralmente preparadas dissolvendo a trietanolamina em água e em seguida adicionando essa solução à fase oleosa com agitação. Uma fórmula típica de tal base compreende 18 partes em peso de ácido esteárico, 4 partes em peso de álcool cetílico, 2 partes em peso de trietanolamina, 5 partes em peso de glicerina e 71 partes em peso de água destilada.
Exemplo 14
Base de Pomada de Alcatrão de Hulha
A fórmula seguinte ilustra uma base de emulsão que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de pomada de alcatrão de hulha contém um tensoativo, isto é, polissorbato 80, o qual serve para o pro- pósito duplo de um agente de dispersão e ajuda na remoção da pomada na pele. Pomada de alcatrão de hulha compreende 10 partes em peso de alca- trão de hulha, 5 partes em peso de polissorbato 80, e 985 partes em peso de pasta de óxido de zinco. O alcatrão de hulha é combinado com o polissorba- to 80, e essa combinação é em seguida misturada com a pasta de óxido de zinco. Exemplo 15
Base de Pomada Hidrófila
A fórmula seguinte ilustra uma base de emulsão que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de pomada hidrófila com- preende 0,25 parte em peso de metilparabeno, 0,15 parte em peso de pro- pilparabeno, 10 partes em peso de Iaurilsulfato de sódio, 120 partes em peso de propileno glicol, 250 partes em peso de álcool estearílico, 250 partes em peso de petrolato branco e 370 partes em peso de água. O álcool estearílico e petrolato branco são fundidos em um banho de vapor e aquecidos a apro- ximadamente 75°C. Os outros ingredientes, anteriormente dissolvidos na água, são aquecidos a 75°C e em seguida adicionados com agitação até a mistura congelar-se.
Exemplo 16
Base de Beeler
A fórmula seguinte ilustra uma base de emulsão O/A que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de Beeler compreende 15 partes em peso de álcool cetílico, uma parte em peso de cera branca, 10 partes em peso de propileno glicol, duas partes em peso de lauril sulfato de sódio e 72 partes em peso de água. O álcool cetílico e cera branca são fun- didos no propileno glicol em um banho de água, e a mistura resultante é a- quecida a aproximadamente 65°C. O lauril sulfato de sódio é dissolvido na água e também aquecido em banho de água a aproximadamente 65°C.
A fase oleosa é lentamente adicionada à fase aquosa bem agitada, e agita- ção é continuada no banho de água por aproximadamente 10 minutos. A emulsão é em seguida removida do banho de água e agitação é continuada até o ponto de congelamento.
Exemplo 17
Base U.C.H.
A fórmula seguinte ilustra uma base de emulsão que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base U.C.H. compreende 6,4 partes em peso de álcool cetílico, 5,4 partes em peso de álcool estearílico, 1,5 parte em peso de Iauril sulfato de sódio, 14,3 partes em peso de petrola- to branco, 21,4 partes em peso de óleo mineral e 50 partes em peso de á- gua. Os álcoois são fundidos juntamente sobre um banho de água a 65°C, em seguida o Iauril sulfato de sódio é adicionado com agitação. A seguir, o petrolato branco e o óleo mineral são adicionados com aquecimento conti- nuado da mistura até que seja completamente fundida. Essa mistura é em seguida esfriada a temperatura ambiente e a água é adicionada com mistura constante para resultar na emulsão.
Exemplo 18
BaseA
A fórmula seguinte ilustra uma mistura sólida anidra emulsificá- vel. A mistura sólida anidra A é produzida por meio de fusão juntamente com 53 partes em peso de álcool estearílico, 7 partes em peso de álcool cetílico, 38.6 partes em peso de PEG 400, e 1,4 parte em peso de Iauril sulfato de sódio. Esses ingredientes são fundidos e agitados vigorosamente até com- pletamente solidificar-se. Agitação é continuada para assegurar mistura completa dos ingredientes e para a produção de um produto granulado. Ba- se A é produzida por meio de fusão de 50 partes em peso da mistura sólida granulada A, aquecendo-a até 70-75°C, e em seguida adicionando-a a 50 partes em peso de uma mistura aquosa na mesma temperatura. A mistura é agitada até a emulsão começar a solidificar-se e esfriar-se a 40°C. A base resultante é uma emulsão branca semissólida O/A de consistência similar à pomada. Ela é não-gordurosa e lavável com água. A emulsão é estável até 55-60°C, exibe um bom brilho, e exibe boa Iubricidade quando aplicada à pele.
Exemplo 19
Base B
A fórmula seguinte ilustra uma mistura sólida anidra emulsificá- vel. Mistura B anidra sólida é produzida por meio de fusão juntamente com 64.7 partes em peso de álcool estearílico, 8,6 partes em peso de álcool cetí- lico, 13 partes em peso de monostearato de PEG 1000, 8,7 partes em peso de PEG 1540, e 5 partes em peso de Ianolina anidra. Esses ingredientes são fundidos e agitados vigorosamente até completamente solidificar-se. Agita- ção é continuada para assegurar mistura completa dos ingredientes e para a produção de um produto granulado. Base B é produzida por meio de fusão de 40 partes em peso da mistura B sólida granulada, aquecendo-a a 70- 75°C, e em seguida adicionando-a a 60 partes em peso de uma mistura a- quosa na mesma temperatura. A mistura é agitada até que a emulsão come- ce a solidificar-se e esfriar-se a 40°C. A base resultante é uma emulsão O/A branca, semissólida de consistência similar à pomada. É não-gordurosa e lavável com água. A emulsão é estável até 55-60°C e exibe boa Iubricidade quando aplicada à pele.
Exemplo 20
Base Cremosa Aquosa
A fórmula seguinte ilustra uma base de emulsão que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base cremosa aquosa é uma base de emulsão preparada de 30% em peso de pomada emulsificante e 70% em peso de água. Pomada emulsificante compreende 30 partes em peso de cera emulsificante, 20 partes em peso de parafina líquida, e 50 par- tes em peso de parafina mole branca. Cera emulsificante compreende 90 partes em peso de álcool cetoestearílico, 10 partes em peso de Iauril sulfato de sódio e 4 partes em peso de água purificada.
Exemplo 21
Base de Pomada de Polietileno Glicol
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de pomada de polieti- leno glicol compreende 400 partes em peso de PEG 4000 e 600 partes em peso de PEG 400. Os dois ingredientes são aquecidos em um banho de á- gua a 65°C, e em seguida a mistura é deixada esfriar-se com agitação até que se congele. Se uma preparação mais firme é desejada, até 100 partes em peso do PEG 400 podem ser substituídos com uma quantidade igual de PEG 4000. Se 6-25% em peso de uma solução aquosa devem ser incorpo- rados nessa pomada de polietileno, 50 partes em peso do PEG 4000 são substituídas com uma quantidade igual de álcool estearílico. Exemplo 22
Base G
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. A adição de um éster de po- lietileno glicol a uma pomada de polietileno glicol produz uma base de po- mada emulsificável removível em água. Uma base de pomada de glicol e- mulsificável ilustrativa (Base G) desse tipo compreende 26 partes em peso de monostearato de polietileno glicol 400, 37 partes em peso de PEG 400 e 37 partes em peso de PEG 4000. Os glicóis são misturados e fundidos a aproximadamente 65°C. Essa mistura é em seguida agitada enquanto resfri- ando a aproximadamente 40°C. O monostearato de polietileno glicol 400 é fundido a aproximadamente 40°C e em seguida adicionado à mistura líquida de glicol com agitação até que se obtenha uma pomada uniforme. Água (10- 15% em peso) pode ser incorporada para Base G.
Exemplo 23
Base III
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Tensoativos e água podem ser adicionados a uma pomada de polietileno glicol sem prejudicar a remo- ção de água da base. A Base III representa uma fórmula típica desse tipo: 50 partes em peso de PEG 4000, 40 partes em peso de PEG 400, uma parte em peso de monopalmitato de sorbitano e 9 partes em peso de água. O mo- nopalmitato de sorbitano e os glicóis de polietileno são aquecidos juntamen- te em um banho de água a 70°C e a água aquecida na mesma temperatura é em seguida adicionada. A emulsão é agitada até que se congele.
Exemplo 24
Base Landon-Zopf Modificada
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de Landon-Zopf modifi- cada compreende 20 partes em peso de PEG 4000, 34 partes em peso de álcool estearílico, 30 partes em peso de glicerina, 15 partes em peso de á- gua, e uma parte em peso de lauril sulfato de sódio. O PEG 4000, álcool es- tearílico, e glicerina são aquecidos em um banho de água a 75°C. Essa mis- tura é em seguida adicionada em quantidades pequenas com agitação à água, a qual contém o lauril sulfato de sódio e foi também aquecida a 75°C. Agitação moderada é continuada até que a base esteja congelada.
Exemplo 25
Base Canadense
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base canadense compreen- de 11,2 partes em peso de PEG 4000, 20,8 partes em peso de álcool estea- rílico, 17 partes em peso de glicerina, 0,6 parte em peso de lauril sulfato de sódio e 50,4 partes em peso de água. O álcool estearílico PEG 4000 e glice- rina são aquecidos em um banho de água a 70°C. A água, que contém o lauril sulfato de sódio e foi anteriormente aquecida a 70°C, é adicionada e a mistura é agitada até a base congelar-se.
Exemplo 26
Base IV
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base IV compreende 42,5 partes em peso de PEG 4000, 37,5 partes em peso de PEG 400 e 20 partes 20 em peso de 1,2,6-hexanotriol. O PEG 4000 é aquecido com o 1,2,6- hexanotriol em um banho de água a 60-70°C. Essa mistura é adicionada a PEG 400 sob temperatura ambiente com agitação vigorosa. A agitação oca- sional é continuada até que ocorra solidificação.
Exemplo 27
Base de Monostearato de Glicerila
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de monostearato de glicerila compreende 10 partes em peso de óleo mineral, 30 partes em peso de petrolato branco, 10 partes em peso de monostearato de glicerila S.E., 5 partes em peso de álcool cetílico, 5 partes em peso de glicerina e 40 partes em peso de água. Exemplo 28
Base de Geléia Lubrificante
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de geléia lubrificante compreende 1 g de metocel 90 HC 4000, 0,3 g de carbopol 934, hidróxido de sódio qs pH 7,0, 20 ml de propileno glicol, 0,15 g de metilparabeno e água purificada qs 100 partes em peso. O metocel é adicionado lentamente a 40 ml de água quente (80°-90°C) e agitada por 5 minutos. Após resfriamento, a solução é refrigerada da noite para o dia. O carbopol 934 é dissolvido em 20 ml de água, e hidróxido de sódio a 1% é adicionado lentamente com agita- ção cautelosa para evitar incorporação de ar, até um pH de 7,0 ser obtido, e em seguida água é adicionada até um volume total de 40 ml. O metilparabe- no é dissolvido no propileno glicol. Finalmente, as soluções de metocel, car- bopol e metilparabeno são misturadas cautelosamente para evitar incorpora- ção de ar.
Exemplo 29
Base de Pomada Universal O/A
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de pomada Universal O/A compreende 0,05 parte em peso de citrato de cálcio, 3 partes em peso de alginato de sódio, 0,20 parte em peso de metilparabeno, 45 partes em peso de glicerina e água destilada suficiente para produzir um total de 100 partes em peso. O citrato de cálcio e o metilparabeno são dissolvidos na á- gua. A glicerina é misturada com o alginato de sódio para formar uma pasta lisa. A mistura aquosa é adicionada à pasta e é agitada até uma preparação lisa espessa ser obtida. A base é em seguida rejeitada por diversas horas até que espessamento seja completo.
Exemplo 30
Base Holandesa e McCIanahan
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base Holandesa e McCIana- han compreendem 32 partes em peso de petrolato, 13 partes em peso de bentonita, 0,5 parte em peso de lauril sulfato de sódio, 54 partes em peso de água e 0,1 parte em peso de metilparabeno.
Exemplo 31
Base de Pomada MGH
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de pomada MGH com- preende 15 partes em peso de monostearato de polietileno glicol 200, 2,5 partes em peso de silicato estearato de magnésio coloidal (Veegum), 1 parte em peso de polissorbato 80, 0,1 parte em peso de metilparabeno e 81,4 par- tes em peso de água purificada.
Exemplo 32
Base de Loção
A fórmula seguinte ilustra uma base solúvel em água que pode ser usada de acordo com a presente invenção. Base de loção compreende uma parte em peso de Veegum, 0,85 parte em peso de carboximetilcelulose sódica, 90,15 partes em peso de água, 3 partes em peso de glicerina e 5 partes em peso de sulfossucinato dioctil sódio (solução a 1%). Todos os in- gredientes secos são misturados com água e glicerina em um misturador por 1 minuto. A mistura é em seguida removida do misturador e o sulfossuccina- to diotil sódio é adicionado.
Exemplo 33
Base Cremosa Fria
A fórmula seguinte ilustra um creme frio de acordo com a pre- sente invenção. Uma base cremosa fria compreende 6 partes em peso de espermacete, 6 partes em peso de cera de abelha, 10 partes em peso de Carbopol 934, 4,75 partes em peso de carbonato de sódio, 5 partes em peso de água de rosas, 0,02 parte em peso de óleo de rosa, 56 partes em peso expressos em óleo de amêndoas e 20 partes em peso de água destilada.
Exemplo 34
Base de Loção para as Mãos
A fórmula seguinte ilustra uma loção para as mãos de acordo com a presente invenção. Uma base de loção para as mãos compreende 24,75 ml de propileno glicol, 1 ml de trietanolamina, 12 ml de água, 1,5 g de ácido oléico, 10,5 g de monostearato de polietileno glicol 400, 10 ml de fluido siliconizado D.C. 200 e 50 g de carbopol 934, mucilagem a 2%.
Exemplo 35
Base de Loção Branca
Base de loção branca compreende 40 partes em peso de sulfato de zinco, 40 partes em peso de potassa sulfurada, e água purificada sufici- ente para produzir 1.000 partes em peso. O sulfato de zinco e a potassa sul- furada são dissolvidos separadamente, cada um em 450 partes em peso de água purificada, e em seguida cada solução é filtrada. A solução de potassa sulfurada é então adicionada lentamente à solução de sulfato de zinco com agitação constante. Em seguida o restante da água é adicionada, e a loção é misturada.

Claims (55)

1. Composição de matéria que compreende misturas ou com- postos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais antioxidantes.
2. Composição, de acordo com a reivindicação 1, na qual um ou mais antioxidantes são membros selecionados do grupo que consiste em superóxido dismutase, astaxantina, curcumina, curcuminóides, vitamina E, framboesa, arando, pomegranato, tocoferóis, chá verde, chá branco, choco- late escuro, chocolate, cacau, espirulina, bromelaína, vitamina C, rutina, ex- trato de semente de uva, picnogenóis, proantocianidinas oligoméricas, anto- cianidinas, procianidinas, selênio, beta-caroteno, zinco, uva-do-monte, amo- ra, polifenóis, flavonas, morango, ácido elágico, cumarina, ácido ferúlico, resveratrol, ácido alfa-lipóico, tomates, abacates, brócolis, licopeno, luteína, vitamina A, ácido fólico, folatos, carotenóides, extrato da folha de oliva, cra- vo-da-índia moído, canela moída, orégano, amora-preta, groselha preta, poli- fenólicos, bioflavonóides, flavonóides, flavanóis, catecóis, goji, tamarindo, mangostão, xantonas, cerejas ácidas, cerejas, aspargos, glutationa, catequi- nas, epicatequinas, ameixas, ameixa rainha vermelha, fruta kiwi, Ganoderma lucidum, tióis, cebolas, maçãs, repolho vermelho, fruta estrela, carambola, extrato da casca de pinheiro branco, N-acetil cisteína, qualquer planta cítrica, e beta-criptoxantina.
3. Método de produção de composições de material que compre- ende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfo- nado e um ou mais antioxidantes, método este que compreende misturar o fu- coidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais antioxidantes.
4. Método de utilização de composições de material que com- preende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais antioxidantes, método este que compreende admi- nistrar essas misturas ou compostos a um indivíduo.
5. Composição de material para transferência de fucoidano par- cialmente hidrolisado e/ou sulfonado, a qual compreende fucoidano formulado como nanopartículas.
6. Método de produção de composições de material para trans- ferência de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado, o qual com- preende formular o fucoidano como nanopartículas.
7. Método de utilização de composições de material que com- preende fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado formulado como nanopartículas, método este que compreende administrar as nanopartículas a um indivíduo.
8. Composição de material para transferência de fucoidano par- cialmente hidrolisado e/ou sulfonado, a qual compreende uma mistura desse fucoidano e água estruturada ou água agrupada.
9. Método de produção de composições de material para trans- ferência de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado, o qual com- preende misturar o fucoidano e água estruturada ou água agrupada.
10. Método de utilização de uma composição de material que compreende uma mistura de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfo- nado e água estruturada ou água agrupada, método este que compreende administrar a mistura a um indivíduo.
11. Composição de material que compreende misturas ou com- postos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais peptídeos ou polipeptídeos.
12. Método de produção de uma composição de material que compreende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais peptídeos ou polipeptídeos, método este que compreende misturar ou reagir o fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais peptídeos ou polipeptídeos para resultar nessa composição.
13. Método de utilização de composições de material que com- preende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um ou mais peptídeos ou polipeptídeos, método este que com- preende administrar a composição a um indivíduo.
14. Composição de material para tratamento de artrite e/ou forta- lecimento de articulações e cartilagem, a qual compreende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agen- te para tratamento de artrite e/ou fortalecimento de articulações e cartilagem.
15. Composição de acordo com a reivindicação 14, na qual o agente para tratamento de artrite e/ou fortalecimento de articulações é um membro selecionado do grupo que consiste em um ou mais membros sele- cionados do grupo que consiste em sulfato de glicosamina, HCI glicosamina, fosfato de glicosamina, acetil glicosamina, cartilagem de tubarão, sulfato de condroítina, galactolipídeos, extrato de proteína da queratina de lã, extrato de queratina, ácido hialurônico, urtiga, glicomanana, colágeno tipo II, hidroli- sato de colágeno e misturas dos mesmos.
16. Método para produção de uma composição de material para tratamento de artrite e/ou fortalecimento de articulações e cartilagem, méto- do este que compreende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente para tratamento de artrite e/ou forta- lecimento de articulações e cartilagem, método este que compreende mistu- rar ou reagir o fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e o agente para tratamento de artrite e/ou fortalecimento de articulações e cartilagem para resultar nessa composição.
17. Método para tratamento de artrite e/ou fortalecimento de arti- culações e cartilagem, método este que compreende administrar uma com- posição de material que compreende uma mistura ou composto de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente para tratamento de artrite e/ou fortalecimento de articulações e cartilagem.
18. Composição de material para fortalecimento do sistema imu- nológico que compreende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente para fortalecimento do sistema imu- nológico.
19. Composição de acordo com a reivindicação 18, na qual o agente de fortalecimento do sistema imunológico é um membro selecionado do grupo que consiste em noni, mangostão, e misturas destes.
20. Método para produção de uma composição de material para fortalecimento do sistema imunológico, método este que compreende mistu- rar ou reagir fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente para fortalecimento do sistema imunológico para resultar em uma mistura ou composto.
21. Método para fortalecimento do sistema imunológico, o qual compreende administrar uma composição de material que compreende uma mistura ou composto de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de fortalecimento do sistema imunológico.
22. Composição de material que compreende misturas ou com- postos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de sinalização celular.
23. Composição de acordo com a reivindicação 22, na qual o agente de sinalização celular é um membro selecionado do grupo que con- siste em limeira, cafeína, taurina, grãos verdes de café, e misturas destes.
24. Método para produção de uma composição de material que compreende uma mistura ou composto de fucoidano parcialmente hidrolisa- do e/ou sulfonado e uma agente de sinalização celular, método este que compreende misturar ou reagir esse fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e o agente de sinalização celular para resultar em uma mistura ou composto.
25. Método de utilização de uma composição de material com- preendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de sinalização celular, método este que com- preende administrar a composição a um indivíduo.
26. Composição de bebida energética compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado, água, e um agente intensificador de energia.
27. Composição de bebida energética de acordo com a reivindi- cação 26, na qual o agente intensificador de energia é um ou mais sacarí- deos selecionados do grupo que consiste em glicose, sacarose, frutose e misturas destes.
28. Método para produção de uma composição de bebida ener- gética compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado, água, e um agente intensificador de energia, mé- todo este que compreende mistura ou reação do fucoidano parcialmente hi- drolisado e/ou sulfonado, água, e o agente intensificador de energia para resultar nessa composição.
29. Método de utilização de uma composição de bebida energé- tica compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hi- drolisado e/ou sulfonado, água e um agente intensificador de energia, méto- do este que compreende administrar a composição a um indivíduo.
30. Composição de material que compreende misturas ou com- postos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de fortalecimento cardíaco.
31. Composição de acordo com a reivindicação 30, na qual o agente de fortalecimento cardíaco compreende sinforina.
32. Método para produção de uma composição de material que compreende misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de fortalecimento cardíaco, método este que compreende mistura ou reação do fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e o agente de fortalecimento cardíaco para resultar nessa compo- sição.
33. Método de fortalecimento do coração que compreende ad- ministrar uma composição de material compreendendo misturas ou compos- tos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de fortalecimento cardíaco a um indivíduo.
34. Composição de material que compreende misturas ou com- postos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente para reverter perda muscular, aumentar massa muscular e, ou densidade óssea.
35. Composição de acordo com a reivindicação 34, na qual o agente de reversão de perda muscular, aumento de massa muscular e, ou densidade óssea compreende um ou mais α-aminoácidos ou sais ou ésteres dos mesmos.
36. Método de produção de uma composição de material com- preendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de reversão de perda muscular, aumento de massa muscular e, ou densidade óssea, método este que compreende mis- tura ou reação do fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e o a- gente de reversão de perda muscular, aumento de massa muscular e, ou densidade óssea para resultar nessa composição.
37. Método de reversão de perda muscular e aumento de massa muscular e/ou densidade óssea, método este que compreende administrar uma composição de material compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de reversão de perda muscular, aumento de massa muscular e/ou densidade óssea a um indivíduo.
38. Composição de material para aumentar densidade óssea, re- gular função da próstata e/ou tratar condições pós e pré-menopausa, com- posição esta que compreende misturas ou compostos de fucoidano parcial- mente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente para aumentar densidade óssea, regular função da próstata e/ou tratar condições pós e pré- menopausa.
39. Composição de acordo com a reivindicação 38, na qual o agente para aumentar densidade óssea, regular função da próstata e/ou tra- tar condições pós e pré-menopausa compreende equol.
40. Método de produção de uma composição de material para aumentar densidade óssea, regular função da próstata, e/ou tratar condições pós e pré-menopausa, método este que compreende mistura ou reação do fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente para aumen- tar densidade óssea, regular função da próstata, e/ou tratar condições pós e pré-menopausa para resultar em uma mistura ou composto.
41. Método para aumentar densidade óssea, regular função da próstata, e/ou tratar condições pós e pré-menopausa, método este que com- preende administrar uma composição de material compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente para aumentar densidade óssea, regular função da próstata e/ou tra- tar condições pós ou pré-menopausa a um indivíduo.
42. Composição de material para tratar câncer compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de câncer.
43. Composição de acordo com a reivindicação 43, na qual o agente de tratamento de câncer é um membro selecionado do grupo que consiste em capsicano, licopeno, luteína, óleo de perilila, amora, curcumina, turmérico e misturas destes.
44. Método de produção de uma composição de material para tratamento de câncer, método este que compreende mistura ou reação de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente para trata- mento de câncer para resultar em uma mistura ou composto.
45. Método para tratamento de câncer, método este que com- preende administrar uma composição de material compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de câncer a um indivíduo.
46.Composição de material para tratamento de condições pós e pré-menopausa compreendendo misturas ou compostos de fucoidano parci- almente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de condições pós-menopausa e pré-menopausa.
47. Composição de acordo com a reivindicação 46, na qual o agente de tratamento de condições pós-menopausa e pré-menopausa com- preende uma ou mais isoflavonas.
48. Método de produção de uma composição de material para tratamento de condições pós e pré-menopausa, método este que compreen- de mistura ou reação de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de condições pós-menopausa e pré-menopausa para resultar em uma mistura ou composto.
49. Método de tratamento de condições pós- e pré-menopausa, método este que compreende administrar uma composição de material com- preendendo misturas ou compostos de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de condições pós-menopausa e pré-menopausa a um indivíduo.
50. Composição para tratamento de estrias e cicatrizes na pele, a qual compreende misturas ou compostos compreendendo fucoidano parci- almente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de estrias e cicatrizes na pele.
51. Método de produção de composições de material para tra- tamento de estrias e cicatrizes na pele, método este que compreende mistu- ra ou reação de fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um a- gente de tratamento de estrias e cicatrizes na pele para resultar em uma mistura ou composto.
52. Método de tratamento de estrias e cicatrizes na pele, método este que compreende contatar a área afetada com uma composição com- preendendo fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de tratamento de estrias e cicatrizes na pele.
53. Composição para prolongar a vida, contra-atacar processos de envelhecimento, e ativar biossistemas de prolongamento da juventude, composição esta que compreende misturas ou compostos de fucoidano par- cialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de prolongamento da vida, contra-ataque de processos de envelhecimento, e ativação de biossistemas de prolongamento da juventude.
54. Método de produção de composições para prolongar a vida, contra-atacar processos de envelhecimento, e ativar biossistemas de pro- longamento da juventude, método este que compreende misturar fucoidano parcialmente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de prolongamento da vida, contra-atacar processos de envelhecimento e ativar biossistemas de prolongamento da juventude para resultar em uma mistura ou composto.
55. Método de prolongamento da vida, contra-ataque de proces- sos de envelhecimento, e ativação de biossistemas de prolongamento da juventude, método este que compreende administrar uma composição com- preendendo uma mistura ou composto que compreende fucoidano parcial- mente hidrolisado e/ou sulfonado e um agente de prolongamento da vida, contra-ataque de processos de envelhecimento, e ativação de biossistemas de prolongamento da juventude a um indivíduo.
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