BRPI0712572A2 - compostos e composiÇÕes como inibidores de protease ativadora de canal - Google Patents

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BRPI0712572A2
BRPI0712572A2 BRPI0712572-0A BRPI0712572A BRPI0712572A2 BR PI0712572 A2 BRPI0712572 A2 BR PI0712572A2 BR PI0712572 A BRPI0712572 A BR PI0712572A BR PI0712572 A2 BRPI0712572 A2 BR PI0712572A2
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BR
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alkyl
optionally substituted
activating protease
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BRPI0712572-0A
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English (en)
Inventor
David C Tully
Arnab K Chatterjee
Hank Michael James Petrassi
Badry Bursulaya
Glen Spraggon
Original Assignee
Irm Llc
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COMPOSTOS E COMPOSIÇÕES COMO INIBIDORES DE PROTEASE ATIVADORA DE CANAL. A presente invenção refere-se compostos e composições farmacêuticas deste, que são úteis para modular protease ativadora de canal, e métodos pata utilizar tais compostos para tratar, melhorar ou prevenir uma condição associada como uma protease ativadora de canal, incluindo porém não limitada à prostasina, PRSS22, TNPRSS11 (por exemplo, TMPRSS11B,TMPRSS11E), TMPRSS2, TMPRSS3, TMPRS4 (MTPS-2), matriptase (MTSP-1), CAP2, CAP3, tripsina, catepsina A, ou neutrófilo elastase.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMPOS- TOS E COMPOSIÇÕES COMO INIBIDORES DE PROTEASE ATIVADORA DE CANAL".
Referência Cruzada a Pedidos Relacionados
Este pedido reivindica o beneficio de pedidos provisórios dos
Estados Unidos número de série 60/808.014, depositado em 23 de maio de 2006; e número de série 60/860.622, depositado em 22 de novembro de 2006. Cada destes pedidos é incorporado aqui por referência em sua totali- dade.
Campo Técnico
A presente invenção geralmente refere-se aos inibidores de pro- tease ativadora de canal (CAP).
Técnica Antecedente
A Prostasina é uma serina protease semelhante à tripsina que está presente em uma variedade de tecidos mamíferos. Ela é uma protease ancorada à membrana que é expressa na membrana extracelular de células, porém pode também ser secretada em fluidos corporais tais como sêmen, urina e liquido de superfície das vias aéreas. Prostasina (PRSS8), juntamen- te com proteases tais como matriptase, CAP2, CAP3, tripsina, PRSS22, TMPRSS11, catepsina A, e elastase de neutrófilo, pode estimular atividade a atividade do canal de sódio epitelial sensível à amilorida (ENaC). A inibição destas enzimas pode induzir alterações em tranportes de íon epitelial e, por- tanto, homeostasia de fluido através de mebranas epiteliais. Por exemplo, a inibição de CAP no rim é suposta promover diurese, embora a inibição de CAP nas vias aéreas promova a depuração de muco e esputo no pulmão. A inibição do CAP no rim pode, portanto, ser utilizada terapeuticamente para tratar de hipertensão. A inibição de CAP nas vias aéreas prevenir a estagna- ção de secreções respiratórias que de outro modo tende a tornar os sofredo- res vulneráveis às infecções bacterianas secundárias.
Descrição da Invenção
A presente invenção fonece compostos, composição farmacêuti- cas e métodos de utilização de tais compostos para modular protease ativa- dora de canal (CAP). Por exemplo, os compostos e composições da inven- ção podem ser utilizados para modular prostasina, PRSS22, TMPRSS11 (por exemplo, TMPRSS11B, TMPRSS11E), TMPRSS2, TMPRSS3, TM- PRSS4 (MTSP-2), matriptase (MTSP-1), CAP2, CAP3, tripsina, catepsina A, e elastase de neutrófilo.
Em um aspecto, a presente invenção fornece compostos de fór- mula (1):
<formula>formula see original document page 3</formula>
e sais farmaceuticamente aceitáveis, hidratos, solvatos e estereoisômeros destes,
em que
J é um anel carbocíclico monocíclico ou fundido de 5 a 12 membros, arila,
heteroarila ou anel heterocíclico contendo Ν, O e/ ou S;
R1 é -(CR2)I-NR2, -(CR2),-NRC(=NR)-NR2, -(CR2)rC(=NR)-NR2 ou um anel heterocíclico não aromático contendo nitrogênio de 5 a 7 membros;
W-R2 é um substituinte em qualquer posição no anel A;
W é ou -O(CR2)k-, -S(CR2)k-, -S(O)(CR2)k-, -SO2(CR2)k- ou -OC(O)(CR2)k-;
R2 é C1-6 alquila1 C2-6alquenila1 C2-6alquinila, R6, -CR9=CR9-R61 ou
em que o anel E é um anel carbocíclico ou heterocíclico monocíclico ou fun- dido de 5 a 7 membros opcionalmente substituído; ou W-R2 juntos formam uma C1-6alquila, de 5 a 7 membros ou -OC(O)NR7R8;
R3 é NR7R8 ou R6;
R4 e R5 são independentemente H, C1-6 alquila, OH, ou C1-6alcóxi; R7 e R8 são independentemente H1 C1-6 alquila, C2-e alquenila, C2-6 alquinila ou -(CR2)I-R6; ou R7 e R8 juntamente com N podem formar um anel heterocí- clico monociclico ou fundido de 5 a 7 membros opcionalmente substituído;
R9 é H ou C1-6 alquila;
R10 é halo, C1-6alquila, C1-6alcoxi, OR11 ou -(CR2)1-R11;
R6, R11 e X são independentemente um anel carbociclico de 5 a 7 membros opcionalmente substituído, anel heterocíclico, arila ou heteroarila; ou R11 é H ou C1-6alquila;
cada R é H, ou C1-6alquila, C2-6alquenila, ou C2-6alquinila, em que um car- bono pode opcionalmente ser substituído ou trocado com NR, O ou S;
i é O a 1; k e I são independentemente O a 6; m e n são independentemente 1 a 6; e ρ é O a 3.
Na fórmula (1) acima, R1 é -(CH2)1-NH2, -(CH2),-NHC(=NH)-NH2 ou -(CH2)1-C(=NH)-NH2NH2, em que cada I é O a 1; ou R1 é piperidinila. Em exemplos particulares, R1 é -(CH2)rNH2, -(CH2)1-NHC(=NH)-NH2 ou -(CH2)1- C(=NH)-NH2NH2.
Na fórmula (1) acima, W é -O(CR2)k-, -S(CR2)k-, -S(O)(CR2)k-, - SO2(CR2)k- ou -OC(O)(CR2)k-; e k é 1. Em exemplos particulares, W é - O(CR2)k-.
Em algumas modalidades, R2 é uma fenila opcionalmente substi- tuída, C5-7 cicloalquila, tienila, furanila, piperidinila, metilenocicloexila,
<formula>formula see original document page 4</formula>
Em exemplos particulares, R2 é fenila ou C5-7 cicloalquila.
Em outras modalidades, R3 é uma fenila opcionalmente substitu- ída, piridila, tiazolila, piperidinila, ou NR7R8; em que R7 e R8 são ambos H, ou R7 e R8 juntamente com N formam uma piperidinila opcionalmente substituí- da. Em alguns exemplos, R, R4, R5, R7 e R8 são cada qual H.
Em todavia outras modalidades, R6 é uma fenila opcionalmente substituída, C3-7 cicloalquila, piridila, tiazolila, piperidinila, cicloexanol, imida- zolila, tienila, furanila,
<formula>formula see original document page 5</formula>
Em exemplos particulares, R6 é uma fenila opcionalmente substituída, C3-7 cicloalquila, piridila, tiazolila ou piperidinila.
Todavia em outras modalidades, X é cicloexila, fenila ou piperi- dinila, cada dos quais pode ser opcionalmente substituído com C1-6 alquila, C1.6 alcóxi, halo, ou ou uma combinação destes. Em alguns exemplos, X é cicloexila ou fenila.
Na fórmula (1) acima, -J-(R10)p ao mesmo tempo pode ser
<formula>formula see original document page 5</formula>
Z é O ou S;
Z1, Z2, Z3 ou Z4 são independentemente N, CH1 ou C quando ligados a R10;
Z5, Z6 ou Z7 são independentemente N, O, S, CH1 ou C quando ligados a R10;
R10 é C1-6 alquila ou -(CR2)i-R11;
R11 é fenila ou C5.7 cicloalquila; e
p é 0-1.
Em alguns exemplos, J é benzotiazolila, benzoxazolila, tiazolila, ou oxadiazolila.
Em uma modalidade, a invenção fornece compostos de fórmula (2A) ou (2B):
<formula>formula see original document page 5</formula>
(2A) ou <formula>formula see original document page 6</formula>
em que Z é O ou S;
R^1 é NH2, -NHC(=NH)-NH2 ou -C(=NH)-NH2; W é -O(CH2)k- ou -S(O)(CH2)k-;
R^2 é uma fenila opcionalmente substituída, ou W-R2 juntos formam C1-6 alqui- la ou uma fenila opcionalmente substituída;
R, R^4 e R^5 são independentemente H;
Y é um anel arila, heteroarila ou heterocíclico de 5 a 7 membros contendo N,
O ou S;
R^12 é halo, C1-6alquila ou -L-(CH2)1-R^13; L é uma ligação, O, SO2, NHCO, NHSO2 ou SO2NH;
R^13 é C1-6 alquila opcionalmente halogenada, ou uma C3-7 cicloalquila opcio- nalmente substituída, ou um anel arila, heteroarila ou heterocíclico de 5 a 7 membros ; i é 0;
k é 1;
l é 0 a 1;
m e η são independentemente 1 a 4; e
q é O a 3.
Na Fórmula (2A) ou (2B) acima , Y pode ser fenila, piridila, tiazo- lila ou piperidinila. Em alguns exemplos, R12 é -L-(CH2)rR13; e R13 é uma C1- 6 alquila opcionalmente halogenada, C3-7 cicloalquila, morfolinila, fenila ou piperidinila.
Em outro aspecto, a presente invenção fornece composições farmacêuticas compreendendo um composto tendo a Fórmula (1), (2A) ou (2B), e um excipiente farmaceuticamente aceitável. A presente invenção também fornece métodos para modular uma protease ativadora de canal, compreendendo administrar a um sistema ou um indivíduo em necessidade deste, uma quantidade terapeuticamente eficaz de um composto tendo a Fórmula (1), (2A) ou (2B), ou sais farmaceu- ticamente aceitáveis ou composições farmacêuticas deste, desse modo mo- dulando a referida protease ativadora de canal.
Todavia em outro aspecto, a invenção fornece métodos para melhorar uma condição mediada por uma protease ativadora de canal, com- preendendo administrar a um sistema ou indivíduo em necessidade de tal tratamento uma quantidade eficaz de um composto tendo a Fórmula (1), (2A) ou (2B), ou sais farmaceuticamente aceitáveis ou composições farma- cêuticas deste, e opcionalmente em combinação com um segundo agente terapêutico, desse modo tratando a referida condição. Exemplos de um se- gundo agente terapêutico que pode ser utilizado com os compostos da in- venção incluem, porém não estão limitados a um anti-inflamatório, broncodi- latador, anti-histamina, antitussígeno, antibiótico ou DNase.
Exemplos de protease ativadora de canal que pode ser modula- da utilizando os compostos da invenção incluem, porém não estão limitados a prostasina, PRSS22, TMPRSS11 (por exemplo, TMPRSS11B, TM- PRSS11E), TMPRSS2, TMPRSS3, TMPRSS4 (MTSP-2), matriptase (MTSP- 1), CAP2, CAP3, tripsina, catepsina A, ou neutrófilo elastase. Em exemplos particulares, a invenção fornece métodos para modular prostasina, ou méto- dos para tratar uma condição mediada por prostasina.
Nos métodos acima para utilizar os compostos da invenção, um composto tendo a Fórmula (1), (2A) ou (2B) pode ser administrado a um sis- tema compreendendo células ou tecidos. Por exemplo, um composto tendo a Fórmula (1), (2A) ou (2B) pode ser contactado com células epiteliais brôn- quicas, que podem ser células humanas. Em outras modalidades, um com- posto tendo a Fórmula (1), (2A) ou (2B) pode ser administrado a um indiví- duo humano ou animal.
Em uma modalidade, a invenção fornece métodos para melhorar uma condição associada com o movimento de fluido através de epitélios de transporte de íon ou o acúmulo de muco ou esputo em tecidos respiratórios, ou uma combinação destes. Por exemplo, a condição pode ser fibrose císti- ca, discinésia ciliar primária, carcinoma de pulmão, bronquite crônica, doen- ça pulmonar obstrutiva crônica, asma ou uma infecção do trato respiratório.
Além disso, a presente invenção fornece o uso de um composto de fórmula (1), (2A) ou (2B), ou sais farmaceuticamente aceitáveis ou com- posições farmacêuticas deste, e opcionalmente em combinação com um segundo agente terapêutico, para modular uma protease ativadora de canal (por exemplo, para inibir prostasina). A presente invenção também fornece o uso de um composto tendo a Fórmula (1), (2A) ou (2B), ou sais farmaceuti- camente aceitáveis ou composições farmacêuticas deste, e opcionalmente em combinação com um segundo agente terapêutico, na fabricação de um medicamento para tratar uma condição mediada por uma protease ativadora de canal (por exemplo, uma condição mediada por prostasina). Definições
"Alquila" refere-se a uma porção, e como um elemento estrutural de outros grupos, por exemplo alquila e alcóxi halossubstituída, e pode ser de cadeia linear ou ramificada. Uma opcionalmente substituída alquila, al- quenila, ou alquenila como aqui utilizada pode ser opcionalmente halogena- da (por exemplo, CF3), ou pode ter um ou mais carbonos que são substituído ou trocado com um heteroátomo, tal como NR, O ou S (por exemplo, - OCH2CH2O-, alquiltióis, tioalcóxi, alquilaminas, etc).
"Arila" refere-se a um anel aromático monocíclico ou bicíclico fundido contendo átomos de carbono. Por exemplo, arila pode ser fenila ou naftila. "Arileno" significa um radical divalente derivado de um grupo arila.
"Heteroarila" como aqui utilizado é como definido para arila aci- ma, onde um ou mais dos membros de anel é um heteroátomo. Exemplos de heteroarila incluem, porém não estão limitados a piridila, indolila, indazolila, quinoxalinila, quinolinila, benzofuranila, benzopiranila, benzotiopiranila, ben- zo[1,3]dioxol, imidazolila, benzo-imidazolila, pirimidinila, furanila, oxazolila, isoxazolila, triazolila, tetrazolila, pirazolila, tienila etc.
Um "anel carbocíclico" como aqui utilizado refere-se a um anel saturado ou parcialmente insaturado, monocíclico, bicíclico fundido ou policí- clico em ponte contendo átomos de carbono, que pode opcionalmente ser substituído, por exemplo, com =0. Exemplos de anéis carbocíclicos incluem, porém não estão limitados a ciclopropila, ciclobutila, ciclopentila, cicloexila, ciclopropileno, cicloexanona etc.
Um "anel heterocíclico" como aqui utilizado é como definido para um anel carbocíclico acima, em que um ou mais carbonos de anel é um he- teroátomo. Por exemplo, um anel heterocíclico pode conter N1 O, S, -N=, -S-, -S(O)1 -S(O)2-, ou -NR- em que R pode ser hidrogênio, C1-4 alquila ou um grupo de proteção. Exemplos de anéis heterocíclicos incluem, porém não estão limitados a morfolino, pirrolidinila, pirrolidinil-2-ona, piperazinila, piperi- dinila, piperidinilona, 1,4-dioxa-8-aza-espiro[4.5]dec-8-ila etc.
Os termos "coadministração" ou "administração combinada" ou similares como aqui utilizado são entendidos abranger a administração do agente terapêutico selecionado a um único paciente, e são destinados a in- cluir regimes de tratamento em que os agentes não são necessariamente administrados pela mesma rotina de administração ou ao mesmo tempo.
O termo "combinação farmacêutica" como aqui utilizado refere- se a um produto obtido de mistura ou combinação de ingredientes ativos, e inclui combinações tanto fixas quanto não-fixas dos ingredientes ativos. O termo "combinação fixa" significa que os ingredientes ativos, por exemplo, um composto de fórmula (1), (2A) ou (2B) e um coagente, são ambos admi- nistrados a um paciente simultaneamente na forma de uma única entidade ou dosagem. O termo "combinação não-fixa" significa que os ingredientes ativos, por exemplo, um composto de fórmula (1), (2A) ou (2B) e um coagen- te, são ambos administrados a um paciente como entidades separadas ou simultaneamente, concomitantemente ou seqüencialmente sem nenhum li- mite de tempo específico, em que tal administração fornece níveis terapeuti- camente eficazes dos ingredientes ativos no corpo do paciente. O último também aplica-se à terapia de coquetel, por exemplo, a administração de três ou mais ingredientes ativos.
O termo "quantidade terapeuticamente eficaz" significa a quanti- dade do composto objeto que eliciará uma resposta biológica ou médica em uma célula, tecido, órgão, sistema, animal ou ser humano que está sendo pesquisado pelo pesquisador, veterinário, médico ou outro clínico.
O termo "administração" e/ou "administrando" o composto objeto deve ser entendido método para fornecer um composto da invenção e pró- fármacos deste, para o indivíduo em necessidade de tratamento.
Como aqui utilizado, os termos "tratar", "tratando" e "tratamento" referem-se a um método de aliviar ou mitigar uma doença e/ou seus sinto- mas acompanhantes.
O termo "prostasina" pode também ser referido como: protease ativadora de canal humano (hCAP); protease-1 ativadora de canal; e PRSS8, MERPOPS ID S01.159.
Modos de Realizar a Invenção
A presente invenção fornece compostos, composições farma- 15 cêuticas e métodos de utilização de tais compostos para modular a protease ativadora de canais (CAP).
Em um aspecto, a presente invenção fornece compostos de fór- mula (1):
<formula>formula see original document page 10</formula>
e sais farmaceuticamente aceitáveis, hidratos, solvatos e estereoisômeros destes , em que
J é um anel carbocíclico monocíclico ou fundido de 5 a 12 membros, arila, heteroarila ou anel heterocíclico contendo Ν, O e/ ou S; R^1 é -(CR2)rNR2, -(CR2),-NRC(=NR)-NR2, -(CR2),-C(=NR)-NR2 ou um anel heterocíclico não aromático contendo nitrogênio de 5 a 7 membros; W-R^2 é um substituinte em qualquer posição no anel A; W é OU -O(CR2)k-, -S(CR2)k-, -S(O)(CR2)k-, -SO2(CR2)k- ou -OC(O)(CR2)k-; R2 é C1-6alquila, C2-6alquenila, C2-6alquinila, R61 -CR9=CR9-R6, ou <formula>formula see original document page 11</formula>
em que o anel E é um anel carbocíclico ou heterocíclico monocíclico ou fun- dido de 5 a 7 membros opcionalmente substituído; ou W-R2 juntos formam C1-6 alquila, uma arila de 5 a 7 membros ou -OC(O)NR7R8; R3 é NR7R8 ou R6;
R4 e R5 são independentemente H, C1-6 alquila, OH, ou C1-6alcoxi; R7 e R8 são independentemente H, C1-6alquila, C2-6alquenila, C2-6alquinila ou -(CR2)i-R6; ou R7 e R8 juntamente com N podem formar um anel heterocí- clico monocíclico ou fundido de 5 a 7 membros opcionalmente substituído; R9 é H ou C1-6 alquila;
R10 é halo, C1-6alquila, C1-6alcoxi, OR11 ou -(CR2)l-R11; R6, R11 e X são independentemente um anel carbocíclico de 5 a 7 membros opcionalmente substituído, anel heterocíclico, arila ou heteroarila; ou R11 é H ou C1-6 alquila;
cada R é H1 ou C1-6 alquila, C2-6alquenila, ou C2-6 alquinila, em que um car- bono pode opcionalmente ser substituído ou trocado com NR, O ou S; i é O a 1;
k e I são independentemente O a 6; m e n são independentemente 1 a 6; e p é O a 3.
Em uma modalidade, a invenção fornece compostos de fórmula (2A) ou (2B): <formula>formula see original document page 11</formula> <formula>formula see original document page 12</formula> em que Z é O ou S;
R1 é NH2, -NHC(=NH)-NH2 ou -C(=NH)-NH2; W é -O(CH2)k- ou -S(O)(CH2)k-;
R2 é uma fenila opcionalmente substituída, ou W-R2 juntos formam Ci-ealqui- la ou uma fenila opcionalmente substituída; R,R4 e R5 são independentemente H;
Y é um anel arila, heteroarila ou heterocíclico de 5 a 7 membros contendo N,
0 ou S;
R12 é halo, C1^alquila ou -L-(CH2),-R13; L é uma ligação, O, SO2, NHCO, NHSO2 ou SO2NH; R13 é C1-6 alquila opcionalmente halogenada, ou uma C3-7 cicloalquila opcio- nalmente substituída, ou um anel arila, heteroarila ou heterocíclico de 5 a 7 membros; iéO; k é 1;
l é O a 1;
m e n são independentemente 1 a 4; e q é O a 3.
Em cada das fórmulas acima, X, R6 e R11 podem alternativamen- te ser uma C3-7 cicloalquila opcionalmente substituída.
Em cada das fórmulas acima, R1 pode ser NR'R", NH- C(NR'R")=NH, NH-C(NHR1)=NR", NH-C(R1)=NR", S-C(NR1R11)-NH, S- C(NHRt) -NR11, C(NR1R11)=NH, C(NHR1)=NR" ou CR=NR"; onde R1R11 são i- guais ou diferente e são H, C1-6 alquila, C1.3 arilalquila, arila ou onde R1R11 forma uma anel cíclico contendo (CH2)p onde ρ é um número inteiro de 2 a 5. Em cada das fórmulas acima, cada porção opcionalmente subs- tituída pode ser substituída com halo, =O1 amino, guanidinila, amidino, C1-6 alcóxi; C1-6 alquila, C2-6 alquenila ou C2-6 alquimia, cada dos quais podem op- cionalmente ser halogenado ou podem opcionalmente ter um carbono que pode ser substituído ou trocado com Ν, O ou S; CO2R111 O-(CR2)m-C(O) - R11; -(CR2)m-R11, -(CR2)m-C(O) -R111 ou -(CR2)m-SO2-R11; ou uma combina- ção destes, em que cada R11 é H, Ci^ alquila, ou um anel carbocíclico op- cionalmente substituído, anel heterocíclico, arila ou heteroarila.
Os compostos e composições da invenção podem ser úteis para modular uma protease ativadora de canal. Exemplos de protease ativadora de canais que podem ser modulados utilizando os compostos e composi- ções da invenção incluem, porém não estão limitados a prostasina, PRSS22, TMPRSS11 (por exemplo, TMPRSS11B, TMPRSS11E), TMPRSS2, TM- PRSS3, TMPRSS4 (MTSP-2), matriptase (MTSP-1), CAP2, CAP3, tripsina, catepsina A, ou neutrófilo elastase. Os novos compostos desta invenção po- dem também inibir a atividade de proteases que estimula a atividade de ca- nais de íon, tal como o canal de sódio epitelial, e podem ser úteis no trata- mento de doenças associadas a CAP.
Farmacologia e Utilidade
Compostos da invenção modulam a atividade de protease ativa- dora de canal, por exemplo, serina proteases semelhantes à tripisina tal co- mo prostasina, e como tal, são úteis para tratar doenças ou distúrbios em que a prostasina contribui para a patologia e/ou sintomalogia da doença.
Doenças mediadas por inibição de uma protease ativadora de canal, por exemplo, por uma serina protease semelhante à tripsina tal como prostasina, incluem doenças associadas com a regulação de volumes fluídos através de membranas epiteliais. Por exemplo, o volume de liquido da su- perfície das vias aéreas é um regulador chave de depuração mucociliar e a manutenção de saúde do pulmão. A inibição de uma protease ativadora de canal promoverá o acúmulo de fluído sobre o lado mucosal do epitélio das vias aéreas, desse modo promovendo a depuração do muco e prevenindo o acúmulo de muco e esputo em tecidos respiratórios (incluindo vias aéreas do pulmão). Tais doenças incluem doenças respiratórias tal como fibrose císti- ca, discenesia ciliar primária, bronquite crônica, doença pulmonar obstrutiva crônica (COPD), asma, infecções do trato respiratório (aguda e crônica; viral e bacteriana) e carcinoma de pulmão. Doenças mediadas por inibição de protease ativadora de canais também incluem doenças exceto doenças res- piratórias que estão associadas com regulação de fluido anormal através de um epitélio, talvez envolvendo fisiologia anormal dos líquidos de superfície protetora na sua superfície, por exemplo, xerostomia (boca seca) ou cerato- conjutivite seca (olho seco). Além disso, a regulação de CAP de ENaC nos rim pode ser usada para promover diurese e desse modo induzir um efeito hipotensivo.
Doença pulmonar obstrutiva crônica inclui bronquite crônica ou dispinéia associada com ela, enfisema, bem como exacerbação de hiperati- vidade das vias aéreas conseqüente à outra terapia de fármaco, em particu- lar à outra terapia de farmaco inalado. A presente invenção é também apli- cavél ao tratamento de bronquite de qualquer que seja o tipo ou gênero in- cluindo, por exemplo, bronquite aguda, araquídica, catarral, crupal, crônica ou fitinóide.
Os compostos da invenção podem ser utilizado para tratamento de asma, incluindo, porém não limitado a asma intrínsica (não alérgica) e asma extrínsica (alérgica), asma branda, asma moderada, asma severa, asma bronquítica, asma induzida por exercício, asma ocupacional e asma induzida seguindo infecção bacteriana. Tratamento de asma é também en- tendido como abrangendo tratamento de indivíduos, por exemplo, de menos de que 4 ou 5 anos de idade, exibindo sintomas de respiração asmática e diagnosticados ou diagnosticáveis como "crianças asmáticas", uma catego- ria de paciente estabelecida de maior preocupação médica e atualmente freqüentemente identificada como incipiente, ou asmáticos de fase precose, ou como "síndrome infantil asmática". A adequabilidade de uma protease ativadora de inibidor de canal tal como um inibidor de prostasina para o tratamento de uma doença media- da pela inibição de uma protease ativadora de canal, pode ser testada de- terminando-se o efeito inibidor da protease ativadora de inibidor de canal de acordo com os ensaios descritos abaixo e seguindo métodos conhecidos na técnica.
De acordo com os anteriores, a presente invenção também for- nece um método para prevenir ou tratar quaisquer das doenças ou distúrbios descritos acima em um indivíduo em necessidade de tal tratamento, cujo método compreende administrar ao referido indíviduo uma quantidade tera- peuticamente eficaz de um composto de fórmula (1), (2A) ou (2B), ou um sal farmaceuticamente aceitável deste. Para qualquer das utilizações acima, a dosagem requerida variará dependendo do modo de administração, da con- dição particular a ser tratada e do efeito desejado.
Administração e Composições Farmacêuticas
Em geral, compostos da invenção serão administrados em quan- tidades terapeuticamente eficazes por meio de qualquer dos modos usuais e aceitáveis conhecidos na técnica, singularmente ou em combinação com um ou mais agentes terapêuticos.
Inibidores de protease ativadora de canal da invenção são tam- bém úteis como agentes coterapêuticos para uso em combinação com ou- tras substâncias de fármaco tal como substâncias de fármaco anti- inflamatórias, boncodilatadoras, anti-histamina ou antitussígenas, particular- mente no tratamento de fibrose cística ou doenças das vias aéreas obstruc- tivas ou inflamatórias tal como aquelas mencionadas anteriormente, por e- xemplo, como potênciadores de atividades terapêuticas de tais fármacos ou como um método de reduzir a dosagem requerida ou efeitos colaterais po- tenciais de tais fármacos.
A protease ativadora de inibidor de canal pode ser misturada com a outra substância de fármaco em uma composição farmacêutica fixa ou pode ser administrada separadamente, antes, simultaneamente com, ou após a outra substância de fármaco.
Conseqüentemente, a invenção pode incluir uma combinação de protease ativadora de inibidor de canal com um anti-inflamatório, broncodila- tador, anti-histamina, antitussígeno, antibiótico ou substância de fármaco DNase, a referida protease ativadora de inibidor de canal e a referida subs- tância de fármaco estando na mesma ou diferente composição farmacêutica.
Os fármacos anti-inflamatórios adequados incluem esteróides, em particular glucocorticosteróides tal como budesonida, dipropionato de beclametasona, propionato de fluticasona, ciclesonida ou furoato de mome- tasona, ou esteróides descritos no pedido de patente internacional WO 02/88167, WO 02/12266, WO 02/100879, WO 02/00679 (por exemplo, nos exemplos 3, 11, 14, 17, 19, 26, 34, 37, 39, 51, 60, 67, 72, 73, 90, 99 e 101), WO 03/35668, WO 03/48181, WO 03/62259, WO 03/64445, WO 03/72592, WO 04/39827 e WO 04/66920; agonitas de receptor de glicocorticóide não esteroidal, tal como aqueles descritos em DE 10261874, WO 00/00531, WO 02/10143, WO 03/82280, WO 03/82787, WO 03/86294, WO 03/104195, WO 03/101932, WO 04/05229, WO 04/18429, WO 04/19935 e WO 04/26248; antagonistas LTD4 tal como montelukast e zafirlukast; PDE4 inibidores tais como cilomilast (ARIFLO® GIaxoSmithKIine), ROFLUMILAST® (Byk Gul- den),V-11294A (Napp), BAY19-8004 (Bayer), SCH-351591 (Schering- Plough), AROFILLINE® (Almirall Prodesfarma), PD189659 / PD168787 (Par- ke-Davis), AWD-12-281 (Asta Medica), CDC-801 (Celgene), SelCID(TM) CC-10004 (Celgene), VM554/UM565 (Vernalis), T-440 (Tanabe), KW-4490 (Kyowa Hakko Kogyo), e aqueles descritos em WO 92/19594, WO 93/19749, WO 93/19750, WO 93/19751, WO 98/18796, WO 99/16766, WO 01/13953, WO 03/104204, WO 03/104205, WO 03/39544, WO 04/000814, WO 04/000839, WO 04/005258, WO 04/018450, WO 04/018451, WO 04/018457, WO 04/018465, WO 04/018431, WO 04/018449, WO 04/018450, WO 04/018451, WO 04/018457, WO 04/018465, WO 04/019944, WO 04/019945, WO 04/045607 e WO 04/037805; e antagonistas de receptor de adenosina A2B tal como aqueles descritos em WO 02/42298, cada dos quais é incorpo- rado aqui em sua totalidade.
Fármacos broncodilatadores adequados incluem agonistas de adrenoceptor beta-2 tal como albuterol (salbutamol), metaproterenol, terbuta- lina, salmeterol, fenoterol, procaterol, formoterol, ou carmoterol e sais farma- ceuticamente aceitáveis destes, e compostos de fórmula (1) como descritos em WO 00/75114 (em forma livre ou de sal ou solvato), que é incorporado aqui por referéncia em sua totalidade, tal como um composto de formula:
<formula>formula see original document page 17</formula>
e sais farmaceuticamente aceitáveis deste; compostos de fórmula (1) de WO 04/16601; bem como compostos de EP 1440966, JP 05025045, WO 93/18007, WO 99/64035, US 2002/0055651, WO 01/42193, WO 01/83462, WO 02/66422, WO 02/ 70490, WO 02/76933, WO 03/24439, WO 03/42160, WO 03/42164, WO 03/72539, WO 03/91204, WO 03/99764, WO 04/16578, WO 04/22547, WO 04/32921, WO 04/33412, WO 04/37768, WO 04/37773, WO 04/37807, WO 04/39762, WO 04/39766, WO 04/45618 WO 04/46083 e WO 04/80964, cada qual em forma livre ou de sal ou solvato. Cada destas publicações é incorporada aqui em sua totalidade.
Fármacos broncodilatadores adequados também incluem agen- tes anticolinérgicos ou antimuscarínicos, em particular brometo de ipratrópio, brometo de oxitrópio, sais de tiotrópio e CHF 4226 (Chiesi), glicopirrolato, e também aqueles descritos nos EP 424021, US 3714357, US 5171744, WO 01/04118, WO 02/00652, WO 02/51841, WO 02/53564, WO 03/00840, WO 03/33495, WO 03/53966, WO 03/87094, WO 04/018422 e WO 04/05285, cada dos quais é incorporado aqui em sua totalidade.
Fármacos anti-inflamatórios e broncodilatadores duais adequa- dos incluem agonistas de adrenoceptor beta-2 / antagonistas muscarínicos duais tal como aqueles descritos nos US 2004/0167167, WO 04/74246 e WO 04/74812, cada dos quais é incorporado aqui em sua totalidade.
Substâncias de fármaco anti-histamina adequadas incluem clori- drato de cetirizina, acetaminofeno, fumarato de clemastina, prometazina, loratidina, desloratidina, difenidramina e cloridrato de fexofenadina, activasti- na, astemizol, azelastina, ebastina, epinastina, mizolastina e tefenadina bem como aqueles descritos nos JP 2004107299, WO 03/099807 e WO 04/026841, cada dos quais é incorporado aqui em sua totalidade.
Antibióticos adequados incluem antibióticos macrolídeos, por exemplo tobramicina (TOBI®).
Substâncias de fármaco de DNases adequada incluiem dornase alfa (PULMOZYME®), uma solução altamente purificada de deoxirribonucle- ase I humana recombinante (rhDNase), que seletivamente cliva o DNA. Dor- nase alfa é utilizado para tratar fibrose cística.
Outras combinações úteis de inibidores de protease ativadora de canal com fármacos anti-inflamatórios são aqueles com antagonistas de re- ceptores de quimiosina, por exemplo, CCR-1, CCR-2, CCR-3, CCR-4, CCR- 5, CCR-6, CCR-7, CCR-8, CCR-9 e CCR10, CXCR1, CXCR2, CXCR3, CX- CR4, CXCR5, particularmente antagonistas de CCR-5 tal como antagonistas de Schering-Plough SC-351125, SCH-55700 e SCH-D, antagonistas de Ta- keda tal como cloreto de N-[[4-[[[6,7-diidro-2-(4-metil-fenil)-5H-benzo- cicloepten-8-il]carbonil]amino]fenil]-metil]tetraidro-N,N-dimetil-2H-piran-4-
amínio (TAK-770), e antagonistas de CCR-5 descritos nos US 6166037, WO 00/66558, WO 00/66559, WO 04/018425 e WO 04/026873, cada dos quais é incorporado aqui em sua totalidade.
No tratamento de uma doença mediada pela inibição de Prosta- sina de acordo com a invenção, uma protease ativadora de inibidor de canal da invenção em forma livre ou em forma de sal farmaceuticamente aceitável, pode ser administrada por qualquer rotina apropriada, por exemplo oralmen- te, por exemplo, em comprimido, cápsula ou forma líquida; parenteralmente, por exemplo na forma de uma solução ou suspensão injetável; intranasal- mente, por exemplo na forma de um aerossol outra formulação atomizável utilizando um dispositivo de liberação intranasal apropriado, por exemplo, um spray nasal tal como aqueles conhecidos na técnica; ou por inalação, tal como uso com um nebulizador.
A protease ativadora de inibidor de canal pode ser administrada em uma composição farmacêutica juntamente com um diluente ou veículo farmaceuticamente aceitável. Tais composições podem ser, por exemplo pós secos, comprimidos, cápsulas e líquidos, porém também soluções de inje- ção, soluções de infusão ou suspensões de inalação, que podem ser prepa- radas utilizando outros ingredientes de formulação e técnicas conhecidas na técnica.
A dosagem da protease ativadora de inibidor de canal em forma livre ou em forma de sal farmaceuticamente aceitável pode depender de vá- rios fatores, tal como a atividade e duração de ação do ingrediente ativo, a severidade da condição a ser tratada, o modo de administração, a espécie, sexo, origem étnica, idade e peso do indivíduo e/ou condição individual. Em um caso normal, a dose diária para administração, por exemplo, administra- ção oral a um animal de sangue quente, particularmente um ser humano pesando cerca de 75 kg, é estimada ser de aproximadamente 0,7 mg a a- proximadamente 1400 mg; ou em alguns exemplos, de aproximadamente 5 mg a aproximadamente 200 mg. Aquela dose pode ser administrada em uma única dose ou em doses de diversas partes, por exemplo, de 5 a 200 mg.
Quando a composição compreende uma formulação aerossol, ela pode conter um Propelente de hidro-fluoro-alcano (HFA) tal como HFA134a ou HFA227 ou uma mistura destes; um ou mais co-solventes co- nhecidos na técnica tal como etanol (até 20% em peso); um ou mais tensoa- tivos tal como ácido oléico ou trioleato de sorbitano; e/ou um ou mais agen- tes de volume tal como lactose. Quando a composição compreende uma formulação de pó seco, ela pode conter, por exemplo, a protease ativadora de inibidor de canal tendo um diâmetro de particular até 10 mícrons, opcio- nalmente juntamente com um diluente ou veículo, tal como lactose, da distri- buição de tamanho de particular desejada e um composto que ajuda a pro- teger contra a deterioração do desempenho do produto, devido à umidade (por exemplo, estearato de magnésio). Quando a composição compreende uma formulação nebulizada, ela pode conter, por exemplo, a protease ativa- dora de inibidor de canal ou dissolvida, ou suspensa, em um veículo conten- do água, um co-solvente tal como etanol ou propileno glicol e um estabilizan- te, que pode ser um tensoativo.
A presente invenção inclui (A) um composto da invenção em forma inalável, por exemplo, em um aerossol outra composição atomizável ou em um particulado inalável, por exemplo, forma micronisada; (B) um me- dicamento inalável compreendendo um composto da invenção em forma inalável; (C) um produto farmacêutico compreendendo um composto da in- venção em forma inalável em associação com um dispositivo de inalação; e (D) um dispositivo de inalação contendo um composto da invenção em forma inalável.
Processos para Preparação de Compostos da Invenção
A presente invenção também inclui processos para a preparação de compostos da invenção. Em uma reação descrita, grupos funcionais rea- tivos, onde desejado no produto final (por exemplo, grupos hidróxi, amino, imino, tio ou carbóxi), podem ser protegidos utilizando grupos de proteção conhecidos na técnica, para evitar sua participação indesejada nas reações. Grupos convencionais de proteção podem ser utilizados de acordo com prá- tica padrão, por exemplo, veja T.W. Greene e P. G. M. Wuts em "Protective Groups in Organic Chemistry", John Wiley e Sons, 1991.
Os compostos da invenção podem ser preparados seguindo o esquema de reação I abaixo: <formula>formula see original document page 21</formula>
Esquema I
em que R1' é (CR2)n-Xi-R1; R2' é (CR2)kR2; R1, R2, R3, X, Z, i, k e n são como definidos na Fórmula (1); R7 é um grupo de proteção de carbamato de alquila (por exemplo, metila, etila, t-butila ou benzila e similares).
O composto intermediário II pode ser sintetizado reagindo-se o composto intermediário Iaa com um reagente alquila do tipo R2'-Y onde Y é um grupo de saída, na presença de uma base adequada e um solvente ade- quado. Exemplos de grupos de saída em reagentes alquila R2'-Y incluem, porém não estão limitados a haletos tal como cloretos e brometos, ou um grupo de saída de tosilato, mesilato, ou besilato, e similares. Estas reações podem prosseguir em uma faixa de temperatura de cerca de 0°C a cerca de 60°C e podem demorar cerca de 24 horas para completar.
O composto intermediário IV pode ser sintetizado reagindo-se o composto intermediário II com o reagente III com um reagente de acopla- mento de peptídeo adequado e uma base adequada na presença de um sol- vente adequado. Bases adequadas para esta reação incluem porém não estão limitadas a trietilamina, DIEA1 piridina, 2,4,6-colidina, e outras bases adequadas dentro do conhecimento daqueles versados na técnica. A reação pode prosseguir em uma faixa de temperatura de cerca de O0C a cerca de 40°C e pode demorar até cerca de 24 horas para completar.
No esquema de reação acima I, o composto intermediário V po- de ser sintetizado removendo-se grupo de proteção de carbamato (por e- xemplo, onde R7 é t-butila) de composto intermediário IV com um ácido ade- quado, e opcionalmente na presença de um solvente adequado. Ácidos a- dequados incluem, porém não estão limitados a TFA1 p-TsOH, TfOH, HCI1 HBr1 HF, HBF4, e outros ácidos adequados dentro do conhecimento daque- les versados na técnica. A reação pode prosseguir em uma faixa de tempe- ratura de cerca de -20°C a cerca de 40°C e pode demorar até cerca de 24 horas para completar.
Alternativamente, o composto intermediário V pode ser sintetiza- do removendo-se grupo de proteção de carbamato de composto intermediá- rio IV (por exemplo, onde R7 é benzila ou qualquer derivado benzílico) com gas de hidrogênio na presença de um catalisador adequado e um solvente adequado ou água. Exemplos de catalisadores adequados incluem, porém não estão limitados a Pd/C, R1 RO2, Pt/C, Rh/C, e outros catalisadores a- dequados dentro do conhecimento daqueles versados na técnica. A reação pode prosseguir em uma faixa de temperatura de cerca de O0C a cerca de 80°C, com pressões de hidrogênio de cerca de 1,05 kg/cm2 (15 psi) a cerca de 5,62 kg/cm2 (80 psi), e pode demorar até cerca de 48 horas para comple- tar.
Alternativamente, um composto de fórmula V pode ser sintetiza- do removendo-se grupo de proteção de carbamato de um composto de fór- mula IV (por exemplo, onde R7 é derivado de alila ou qualquer alílico), rea- gindo um composto de fórmula IV com um recuperador alílico adequado (por exemplo, Et2NH, morfolina, piperidina, pirrolidina, NaBH4, e similares) na presença de um catalisador adequado (por exemplo Pd2(dba)3, PdCI2, Pd(PPh3)4 e similares) na presença de um solvente adequado (por exemplo água, metanol, etanol, isopropanol, t-butanol, n-propanol, n-butanol, cicloe- xanol, e misturas destes e similares).
O composto intermediário Vll pode ser sintetizado reagindo-se o composto intermediário V com o reagente Vl na presença de um reagente de acoplamento de peptídeo adequado e uma base adequada (Et3N, DIEA, piri- dina, 2,4,6-colidina, e similares) na presença de um solvente adequado. A reação pode prosseguir em uma faixa de temperatura de cerca de O0C a cerca de 40°C, e pode demorar até cerca de 24 horas para completar.
O composto final Vlll pode ser sintetizado reagindo um compos- to de fórmula Vll com a adequado oxidante na presença de um solvente a- dequado ou água. Oxidantes adequados incluem, porém não estão limitados a periodinano Dess-Martinl ácido 2-iodobenzóico com oxona, TEMPO com ácido triclorisocianúrico, TEMPO com NaOCI, DMSO com cloreto de oxalila, clorocromato de piridínio, Mn02, Cr02, e outros oxidantes adequados dentro do conhecimento daqueles versados na técnica. A reação pode prosseguir em uma faixa de temperatura de cerca de O0C a cerca de 40°C, e pode de- morar até cerca de 24 horas para completar.
Reagentes de acoplamento de peptide adequados para utiliza- ção em uma reação descrita no Esquema de reação I incluem, porém não estão limitados a DCC1 DIC, HATU, BOP1 PyBOP, EDC e outros reagentes de acoplamento dentro do conhecimento daqueles versados na técnica.
Bases adequadas para utilização em uma reação descrita no Esquema de reação I incluem, porém não estão limitados a hidróxidos tal como NaOH, KOH, ou LiOH; carbonatos tais como K2CO3 ou CsCO3; hidre- tos tais como NaH ou KH, e similares. Outras bases adequadas são aminas, DIEA, piridina, 2,4,6-colidina, e outras bases adequadas dentro do conheci- mento daqueles versados na técnica.
Solventes orgânicos adequados para uso em uma reação descri- ta no Esquema de reação I incluem, porém não estão limitados a DMSO, THF, DMF, DMAc1 acetonitrila, acetona, 2-propanona, butanona, HMPA1 NMP, diclorometano, clorofórmio, 1,2-dicloroetano, éter dietílico, metanol, etanol, í-butanol, isopropanol, propanol, n-butanol, cicloexanol, acetonitrila, dioxano, MTBE1 benzeno, tolueno, e misturas destes, e outros solventes a - dequados dentro do conhecimento daqueles versados na técnica. Processos Adicionais para Preparar Compostos da Invenção
Um composto da invenção pode ser preparado como um sal de adição de ácido farmaceuticamente aceitável reagindo-se a forma de base livre do composto com um ácido inorgânico ou orgânico farmaceuticamente aceitável. Alternativamente, um sal de adição de base farmaceuticamente aceitável de um composto da invenção pode ser preparado reagindo-se a forma de ácido livre do composto com uma base inorgânico ou orgânica far- maceuticamente aceitável.
Alternativamente, as formas de sal dos compostos da invenção podem ser preparadas utilizando-se sais dos materiais de partida ou inter- mediários.
As formas de ácido livre ou base livre dos compostos da inven- ção podem ser preparadas da forma de sal de adição de base ou sal de adi- ção ácido correspondente, respectivamente, por exemplo, um composto da invenção em uma forma de sal de adição ácido pode ser convertido na base livre correspondente por tratamento com uma base adequada (por exemplo, solução de hidróxido de amônio, sodium hidróxido, e similares). Um compos- to da invenção em uma forma de sal de adição de base pode ser convertido no ácido livre correspondente tratando-se com um ácido adequado (por e- xemplo, ácido clorídrico etc.).
Compostos da invenção em forma não-oxidada podem ser pre- parados de N-óxidos de compostos da invenção por tratamento com um a- gente de redução (por exemplo, enxofre, dióxido de enxofre, trifenil fosfina, boroidreto de lítio, boroidreto de sódio, tricloreto de fósforo, tribrometo, ou similar) em um solvente orgânico inerte adequado (por exemplo, acetonitrila, etanol, dioxano aquoso, ou similar) a 0 a 80°C.
Derivados de pró-fármaco dos compostos da invenção podem ser preparados por métodos conhecidos por aqueles versados na técnica (por exemplo, para maiores detalhes, veja Saulnier e outro, (1994), Bioorga- nic e Medicinal Chemistry Letters, Vol. 4, p. 1985). Por exemplo, pró- fármacos apropriados podem ser preparados reagindo-se um composto não- derivatizado da invenção com um agente de carbamilação adequado (por exemplo, 1,1-aciloxialquilcarbanocloridrato, carbonato de para-nitrofenila, ou similar).
Derivados protegidos dos compostos da invenção podem ser preparados por métodos conhecidos por aqueles versados na técnica. Uma descrição detalhada de técnicas aplicáveis para a criação de grupos de pro- teção e sua remoção pode ser encontrada em T. W. Greene, "Protecting Groups in Organic Chemistry", 3a edição, John Wiley e Sons, Inc., 1999. Compostos da presente invenção podem ser convenientemente preparados, ou formados durante o processo da invenção, como solvatos (por exemplo, hidratos). Hidratos de compostos da presente invenção podem ser convenientemente preparados por recristalização de uma mistura solven- te aquosa/orgânica, utilizando solventes orgânicos tal como dioxina, tetrai- drofurano ou metanol.
Compostos da invenção podem ser preparados como seus este- reoisômeros individuais reagindo uma mistura racêmica do composto com um agente de resolução oticamente ativo para formar um par de compostos diastereoisoméricos, separando os diastereômeros e recuperando os enan- tiômeros oticamente puros. Resolução de enantiômeros pode ser realizada utilizando derivados diastereoméricos covalentes dos compostos da inven- ção, ou utilizando complexos dissociáveis (por exemplo, sais diastereoméri- cos cristalinos). Diastereômeros têm propriedades físicas distintas (por e- xemplo, pontos de fusão, pontos de ebulição, solubilidades, reatividade etc.), e podem ser facilmente separados tirando vantagem destas dissimilaridades. Os diastereômeros podem ser separados por cromatografia, ou por técnicas de separação/resolução com base nas diferenças de solubilidade. O enanti- ômero oticamente puro é em seguida recuperado, juntamente com o agente de resolução, por qualquer método prático que não resultaria em racemiza- ção. Uma descrição mais detalhada das técnicas aplicáveis à resolução de estereoisômeros de compostos de sua mistura racêmica pode ser encontra- da em Jean Jacques, Andre Collet, Samuel H. Wilen, "Enantiomers, Race- mates e Resoluçãos", John Wiley e Sons, Inc., 1981.
Em resumo, os compostos de fórmula (1) podem ser preparados por um processo, que envolve:
(a) aquele do Esquema de reação I;
(b) opcionalmente convertendo um composto da invenção em um sal far- maceuticamente aceitável;
(c) opcionalmente convertendo uma forma de sal de um composto da in- venção em uma forma de não-sal;
(d) opcionalmente convertendo uma forma não-oxidada de um composto da invenção em um N-óxido farmaceuticamente aceitável;
(e) opcionalmente convertendo uma forma de N-óxido de um composto da invenção em sua forma não-oxidada;
(f) opcionalmente resolvendo um isômero individual de um composto da invenção de uma mistura de isômeros;
(g) opcionalmente convertendo um composto não-derivatizado da inven- ção em um derivado de pró-fármaco farmaceuticamente aceitável; e
(h) opcionalmente convertendo um derivado de pró-fármaco de um com- posto da invenção em sua forma não-derivatizada.
À medida que a produção dos materiais de partida não é particu- larmente descrita, os compostos são conhecidos ou podem ser preparados analogamente aos métodos conhecidos na técnica ou como descrito nos exemplos a seguir. Alguém versado na técnica apreciará que as transforma- ções acima sejam apenas representativas de métodos para a preparação dos compostos da presente invensão, e que outros métodos bem conheci- dos possam similarmente ser utilizados. A presente invenção é também e- xemplificada, porém não limitada, pelos seguintes intermediários (compostos de referência) e exemplos que ilustram a preparação dos compostos da in- venção.
Nas metodologias sintéticas abaixo, as seguintes abreviações comuns conhecidas na técnica são utilizadas: DCM (diclorometano); THF (tetraidrofurano); e DIEA (diisopropiletilamina). Composto de Referência 1 <formula>formula see original document page 27</formula>
Esquema 1
No esquema de reação acima, os reagentes e condições são: (a) iso-BuOCOCl, Et3N, THF; NaBH4, H2O. (b) periodinano Dess-Martin, CH2CI2; (c) /so-PrMgCl, benzoxazol, THF, -20°C, 30 minutos, em seguida 1- C1 -20°C até a temperatura ambiente, (d) H2 2,81 kg/cm2, (40 psi), EtOH, Pd/C 10%, rt, 18 horas.
1-B: O material de partida bruto, Z-Lys(Boc)OH 1-A (320 g, 842 mmols) é dissolvido em THF (2.5 L), e a solução é resfriada para -10 0C seguido pela adição de trietilamina (115,2 mL, 1,0 eq) e adição gota a gota de iso- butilcloroformiato (118,7 mL, 1,1 eq). A suspensão resultante é agitada por 2 horas a 0°C. A mistura reacional é filtrada e resfriada para -10 °C. NaBH4 (64,6 g, 2,1 eq) é dissolvido em água (500 mL) a 0°C, e a solução é adicio- nada porção a porção à solução de THF (evolução de CO2 pesado). A mistu- ra reacional é deixada aquecer para a temperatura ambiente e agitada por uma hora. A mistura reacional é acidificada com solução de HCI a 1N, e a fase aquosa é extraída diversas vezes com EtOAc. As camadas orgânicas combinadas são lavadas com água, solução de NaHCO3 aquosa saturada, e salmoura; secadas sobre MgSO4, e o solvente é removido em vácuo. O pro- duto é purificado por cromatografia de coluna intantânea (hexanos/acetato de etila) para fornecer o produto desejado como uma espuma branca. 1-C: O álcool 1-B (200 g, 545,8 mmols) é dissolvido em DCM (2,0 L) e resin- ado para 0 0C. Uma solução do reagente Dess-Martin (231g, 1,0 eq) em DCM (2,0 L) é adicionada porção a porção. A suspensão é deixada aquecer para a temperatura ambiente e agitada até completa conversão (1 a 4 ho- ras). Uma mistura de 1:1 de solução de NaHCO3 aquosa saturada e uma solução de Na2S2O3 a 1M é adicionada, e o sistema bifásico resultante é agitado vigorosamente durante 20 minutos. A camada orgânica é separada e a camada aquosa é extraída uma vez com DCM. As camadas orgânicas combinadas são destiladas em vácuo, e o óleo resultante é apreendido em EtOAc e lavado seis vezes com a mistura de NaHC03/Na2S203, água, e salmoura; secado sobre MgS04, e o solvente é removido em vácuo para fornecer o aldeído bruto como um óleo amarelado. O material é diretamente utilizado na próxima etapa sem outra purificação.
1-D: A uma solução de cloreto de isopropil-magnésio (1,67 eq. vs aldeído, 15 390 ml de uma solução de THF a 2M de Sigma-Aldrich) em THF (1,5 L) é adicionado benzoxazol (92,8g, 1,67 eq) em THF (1,0 L) a -20 °C. A mistura reacional é agitgda a -20 cC durante 30 min (mudança de cor para vermelho intenso), e uma solução do aldeído 1-C (170 g, 466 mmol) em THF (1,5 L) é lentamente adicionada sob temperatura controlada a -20 0C a -15 °C. A mis- tura reacional é deixada aquecer para a temperatura ambiente e agitada até conclusão. A mistura reacional é saciada com solução de NH4CI aquosa sa- turada e o solvente é removido em vácuo. A fase aquosa é extraída três ve- zes com EtOAc, e as camadas orgânicas combinadas são excessivamente lavadas com solução de HCla 1N, água, e salmoura; secadas sobre MgSO.*, e o solvente é removido em vácuo para fornecer o benzoxazol bruto como um óleo vermelho intenso. Purificação sobre sílica com EtOAc/hexanos (1:5 a 1:1) forneceu o benzoxazol como um sólido amarelo. 1-E: Uma solução de intermediário 1-D (25,0 g, 51,7 mmols) é dissolvida em etanol (150 mL. Pd/C (10%, úmido, tipo Degussa) é adicionado, e o frasco é colocado em um agitador Parr durante a noite e submetido a gás hidrogênio a 2,81 kg/cm2 (40 psi). O catalisador é filtrado por meio de Celite, e o solven- te é removido em vácuo. O material bruto é purificado por cromatografia in- tantânea utilizando primeiro um gradiente de hexanos/EtOAc para remover impurezas coloridas e menos polares, então seguido por um gradiente de DCM/MeOH para eluir o composto desejado. O solvente é removido em vá- cuo, e o composto é triturado diversas vezes em éter para fornecer o com- posto desejado de referência 1, como um pó branco. 1H-RMN (DMSO-d6, .400 MHz) δ 7,73 - 7,70 (2H, m), 7,40 - 7,34 (2H, m), 6,78 - 6,73 (1H, m), 4,55 -4,51 (1H, m), 3,05-3,01 (1H, m), 2,92-2,83 (2H, m), 1,48 -1,18 (14H, m). LCMS: 350,5 (M+H)+. Composto de Referência 2 <formula>formula see original document page 29</formula> Esquema 2
No esquema 2 acima, os reagentes e condições são: a) Cbz- OSu, Et3N, THF, H2O, rt, 18h, (b) i. iso-BuOCOCI, Et3N, THF; ii. NaBH4, H2O; (c) periodinano Dess-Martin1 CH2CI2; (d) iso-PrMgCI, benzoxazol, THF, - .20°C, 30 minutos, em seguida 2-D, -20°C até temperatura ambiente; (e) ín- dio, NH4CI, EtOH, refluxo, 5h; (f) Ν,Ν-Bis (terc-butoxicarbonil)-IH-pirazoM- carboxamidina, DIEA, MeOH; (g) H2, (2,81 kg/cm2), 10% Pd/C, EtOH. 2-B: Cloridrato de L-nitrofenilalanina (4,45 g, 18,0 mmols) e N- (Benziloxicarboniloxi)sucinimida (Cbz-OSu) (4,49 g, 18,0 mmols) são adicio- nados a um frasco de base redonda contendo THF (60 mL) e água (20 mL). A mistura é agitada em temperatura ambiente e Et3N (10,1 mL, 72,0 mmols) é adicionado, e a reação é agitada durante a noite em temperatura ambien- te. A solução clara é diluída com EtOAc (200 mL) e lavada com HCI a 1N (3 χ 100 mL) e salmoura (1 χ 100 mL), e secada com MgSO4. O solvente é e- vaporado em vácuo para fornecer 2-B como sólido branco, que é utilizado sem outra purificação.
2-C a 2-E: Estes intermediários são preparados seguindo métodos análogos àqueles descritos para preparar intermediários 1-B a 1-D de composto de referência 1, respectivamente.
2-F: O análogo de nitrofenila 2-E (1,85 g, 4,15 mmols) é dissolvido em EtOH (50 mL) e aquecido até o refluxo. NH4CL (5 mL) aquoso saturado é adicio- nado, seguido por índio em pó (3,2 g, 27,9 mmols). A mistura reacional é agitada em temperatura de refluxo durante 5 h, resfriada para a temperatura ambiente, e o solvente é removido em vácuo. O material bruto é suspenso em EtOAc (100.mL) e lavado com NaHCO3 saturado (3 χ 100 mL), secado com MgSO4, e filtrado por meio de Celite. O solvente é removido em vácuo para fornecer a anilina 2-F como um sólido ceroso não totalmente branco, que é utilizado sem outra purificação.
2-G: Anilina 2-F (1,52 g, 3,67 mmols) é dissolvida em MeOH (10 mL), e DIEA (0,7 mL, 4,4 mmols) e Ν,Ν-Bis (terc-butoxicarbonil)-1H-pirazol-1- carboxamidina (1,37 g, 4,4 mmols) são adicionados, e a mistura reacional é agitada em temperatura ambiente. Após 4 horas, mais 0,5 equivalente de Ν,Ν-Bis (terc-butoxicarbonil)-1H-pirazol-1-carboxamidina (0,685 g, 2,2 mmol) é adicionado, e a reação é em seguida agitada durante a noite em tempera- tura ambiente. EtOAc (100 mL) é adicionado, e a camada orgânica é lavada com água, e salmoura; e secada sobre MgSO4. O solvente é removido em vácuo e o material bruto é purificado por cromatografia de sílica gel com E- tOAc/hexanos (gradiente de 0 a 100%) para fornecer o produto desejado 2- G como um óleo.
2-H: Este composto é preparado de 2-G utilizando métodos análogos àque- les descritos para a preparação do intermediário 1-E para o composto de referência 1.
Composto de Referência 3
<formula>formula see original document page 31</formula>
Esquema 3
No esquema acima 3, os reagentes e condições são: (a) HN(OMe)Me HCI1 BOP1 Et3N, DMF1 O0C a rt; (b) n-BuLi (2,5M em hexanos), benzotiazol, THF, -78°C, em seguida 3-B, THF, -70°C a rt; (c) NaBH4, Me- OH; (d) p-TsOH, CH2CI2l 6h.
3-B: BOP (50 g, 112 mmols) é adicionada em uma porção a uma solução em agitação de 3-A (49,92 g, 102,6 mmols), cloridrato de Ν,Ο-dimetilidroxilamina (30,4 g, 224 mmols), e trietilamina (88 mL, 616 mmols) em DMF seco (200 mL) sob argônio a 0°C. A mistura reacional é deixada lentamente aquecer para a temperatura ambiente durante 2 horas, filtrada através de terra dia- tomácea, e concentrada em vácuo. O resíduo é dissolvido em acetato de etila, lavado com H2O1 1M de KHSO4 aquoso, NaHCO3 aquoso saturado, e salmoura; secado e concentrada em vácuo. O resíduo é purificado por colu- na para fornecer o composto 3-B.
3-C: n-Butil lítio (2,5 M em hexanos, 272,2 mL, 681,4 mmols) é adicionado gota a gota a -78°C sob argônio a uma solução em agitação de benzotiazol (115,72 g, 850,7 mmols) em THF seco (1660 mL) em uma taxa que manteve a temperatura de reação abaixo de -64°C. Na conclusão da adição, a mistu- ra reacional é agitada por 30 minutos a -70°C, e uma solução de composto 3-B (45 g, 85,7 mmols) em THF seco (300 mL) é adicionada em uma taxa que manteve a temperatura de reação abaixo de -70°C. A reação é agitada por 15 minutos, saciada com NH4CI aquoso saturado, e agitada por 16 horas em temperatura ambiente. A camada orgânica resultante é separada, diluída com acetato de etila, lavada com água e salmoura; secada e concentrada em vácuo, e purificada por cromatografia de sílica-gel para fornecer o com- posto 3-C.
.3-P: A uma solução de 3-C (33,7 g, 55,82 mmols) em MeOH (407 mL) a 0°C é adicionado NaBH4 (9,98 g). A mistura reacional é lentamente aquecida até a temperatura ambiente durante 1 hora, em seguida aquecida até 45°C du- rante 1 hora, e em seguida resfriada novamente para a temperatura ambien- te. A reação é saciada com acetona (60 mL), e concentrada em vácuo. O resíduo é dissolvido em acetato de etila, lavado com salmoura, e secado em MgSO4. O material bruto é purificado por cromatografia de sílica-gel para fornecer o produto 3-D.
.3-E: p-TsOH é adicionado a uma solução em agitação de composto 3-D (28,2 g) em CH2CI2 (300 ml) em temperatura ambiente até a solução ser sa- turada. A reação é agitada em temperatura ambiente durante 6 horas. Água é adicionada, e a camada orgânica é extraída com EtOAc, lavada com mis- tura de 1:1 (V/V) de salmoura e Na2CO3 aquoso a 10%, secada em Na2SO4, e purificada por cromatografia de sílica-gel para fornecer o produto 3-E. Composto de Referência 4 <formula>formula see original document page 33</formula>
Esquema 4
Para preparar ο intermediário 4-Β, n-Butil lítio (1,6 M em hexa- nos, 11,3 mL, 17,9 mmols) é adicionada gota a gota a uma solução de i- Pr2NH (2,53 mL, 17,9 mmols) em THF (25 mL) resfriada para -78°C e agita- da por 10 minutos. Cetona 4-A (3,25 g, 16,3 mmol) é adicionada gota a gota e a solução continuada agitar a -78°C durante mais 25 minutos. N-fenil-bis- (trifluorometanossulfonamida) (6,26 g, 17,5 mmols) dissolvido em THF (25 mL) é adicionado gota a gota, e a mistura reacional é colocada em um ba- nho de água/gelo a 0°C e agitada por 4 horas. O solvente é evaporado, e o resíduo bruto apreendido em em uma quantidade mínima de hexanos e em seguida filtrado através de um tampão de alumina utilizando hexa- nos: EtOAc/9:1 como o eluente. O solvente é removido em vácuo para forne- cer o triflato desejado 4-B.
Os Intermediários 4-B (715 mg, 2,16 mmols) e 4-C (514 mg, 1,96 mmol) são dissolvidos em dioxano (10 mL) em um frasconete de reação de microondas. K3PO4 (874 mg, 4,12 mmols) dissolvido em água (2,5 mL) é adicionado, e a solução é desgaseificada por três ciclos de congelamento- bomba-descongelamento de nitrogênio líquido. O catalisador PdCl2(dppf) (143 mg, 0,196 mmol) é adicionado, e o frasconete purgado com nitrogênio e selado. A reação é aquecida em um reator de microondas Emrys Personal Chemistry até 150°C durante 25 minutos. O dioxano é evaporado em vácuo, e o resíduo apreendido e dividido entre EtOAc (50 mL) e ácido cítrico aquoso a 10% (50 mL). As camadas são separadas, e a fase orgânica é lavada com ácido cítrico aquoso a 10% (2 χ 50 mL) e salmoura (50 mL). A camada or- gânica é secada com Na2SO4 e evaporada, e o resíduo bruto purificado por cromatografia de sílica-gel (gradiente de hexanos/EtOAc) para fornecer o intermediário 4-D.
O intermediário 4-D (45 mg, 0,142 mmol) é dissolvido em EtOH (10 mL) em um frasco de 25 mL equipado dom um septo de borracha. Uma quantidade catalitíca de Pd/C (10 %) é adicionada, e gas de hidrogênio é introduzido de um balão equipado com uma agulha inserida através do sep- to. A reação é agitada em temperatura ambiente até o material de partida ser consumido (como indicado por LCMS). O catalisador é em seguida filtrado, e 10 o solvente evaporado até a secura para fornecer o Composto de referência 4.
Composto de Referência 5
<formula>formula see original document page 34</formula>
Esquema 5
No esquema acima 5, os reagentes e condições são: a) Cbz- OSu1 Et3N, THF, H2O, rt, 18h; (b) i. iso-BuOCOCl, Et3N, THF; ii. NaBH4, H2O; (c) Periodinano Dess-Martin , CH2Cl2; (d) iso-PrMgCl, benzoxazol, THF, - 20°C, 30 minutos,em seguida 5-D, -20°C até rt; (e) NaBH4, NiCl2, Boc2O, MeOH, 0°C, (f) H2, (2,81 kg/cm2), 10% Pd/C, EtOH.
5-B a 5-E: Este composto é preparado de L-4-cianofenilalanina (5-A) utili- zando métodos análogos àqueles descritos para a preparação do intermedi- ário 2-B para o composto de referência 2. Os intermediários 5-C a 5-E são preparados seguindo métodos análogos àqueles descritos para preparar intermediários 1-B a 1-D de composto de referência 1, respectivamente. 5-F: Nitrila 5-E (3,68 g, 8,64 mmols) é dissolvido em metanol (60 ml_), e res- friado para 0°C. B0C2O (3,77 g, 2 eq) é adicionado, seguido por NiCb (210 mg, 0,1 eq). A mistura é agitada e NaBH4 (2,29 g, 7 eq) é adicionado lenta- mente em pequenas porções. A mistura é deixada aquecer para a tempera- tura ambiente e agitada por 1 hora. Dietileno triamina (0,94 mL, 1 eq) é adi- cionada, e a mistura agitada por mais 30 minutos, e em seguida o solvente é evaporado em vácuo. O resíduo é dissolvido em EtOAc, e lavado com NaH- CO3 saturado (2 χ 100 mL). A solução é secada com MgSO4 e o solvente é evaporado em vácuo. O material bruto é purificado por cromatografia intan- tânea de sílica-gel com gradiente de 0 a 100% de EtOAc e hexanos para fornecer o composto do título como um óleo.
5-G: Este composto é preparado de 5-F utilizando métodos análogos àque- les descritos para a preparação do intermediário 1-E para o composto de referência 1.
Composto de Referência 6
<formula>formula see original document page 35</formula>
Esquema 6
6J5: Ácido (R)-Boc-nipecótico (2,50 g, 10,9 mmols) e HOBt (1,77 g, 13,1 mmol) são dissolvidos em DMF (50 mL), e EDC (2,30 g, 12,0 mmols) é adi- cionado. A mistura reacional é agitada por 1h, e amônia aquosa a 30% (2,8 mL) é adicionada, e a reação é agitada por mais 2 horas. A reação é em se- guida diluída com EtOAc (200 mL) e dividida com água (100 mL). A camada orgânica é lavada com NaHCO3 aquoso saturado (3 χ 200 mL), e em segui- da secada com MgSO4. O solvente é removido em vácuo para fornecer a amida 6-B como um sólido ceroso.
6-C: Amida 6-B (2,40, 10,5 mmols) é dissolvido em THF (50 mL). Reagente de Lawesson (2,64 g, 6,54 mmols) é adicionada, e a mistura reacional agita- do em temperatura ambiente durante 4 horas. O solvente é evaporado, e o material bruto é purificado por cromatografia de sílica-gel utilizando um gra- diente de 0 a 5% MeOH em CH2CI2 como eluente . O solvente é evaporado para fornecer a tioamida desejada.
6-D: Tioamida 6-C (1,27 g, 5,20 mmols) é dissolvido em CH2CI2 (50 mL). Etil- 4-cloroacetoacetato (0,8 mL, 5,72 mmols) é adicionado, e a solução é agita- da em temperatura ambiente para 5 horas. O solvente é removido em vácuo, e o resíduo bruto é em seguida dissolvido em EtOH (50 mL). Peneiras mole- culares em pó ativadas (1,2 g) são adicionadas e a mistura reacional é a- quecida ao refluxo dudrante 18 horas. A mistura é em seguida resfriada para a temperatura ambiente e filtrada por meio de Celite. NaHCO3 aquoso satu- rado (50 mL) é adicionado à solução filtrada, e em seguida extraída com E- tOAc (3 χ 50 mL). A camada orgânica combinada é lavada com salmoura (100 mL) e secada (MgSO4). O solvente é evaporado em vácuo e o material bruto é purificado por cromatografia intantânea de sílica-gel utilizando um gradiente de 0 a 100% de EtOAc e hexanos para fornecer tiazol 6-D.
Composto de referência 6: LiOH-H2O (65 mg, 1,55 mmol) é dis- solvido em água (5 mL) e adicionado gota a gota a uma solução em agitação de etil ester 6-D dissolvido em dioxano (20 mL). A reação é agitada por 2 horas, e dioxano é evaporado. O resíduo bruto é dividido entre EtOAc e 1M NaHSO4; a camada orgânica combinada é secada (MgSO4) e evaporada em vácuo; e o material bruto é purificado por HPLC de fase reversa (H20/MeCN fase móvel).
Composto de Referência 7 <formula>formula see original document page 37</formula> Esquema 7
No esquema acima 7, os reagentes e condições são: a) i. iso- BuOCOCI, Et3Nl THF; ii. NaBH4l H2O; (b) ácido tricloroisocianúrico, TEMPO, O0C até a temperatura ambiente, CH2CI2, (c) éster trimetílico de Cbz-a- fosfonoglicina, DBU, DCM; (d) H2 4,21 kg/cm2 (60 psi), (S1S)-Me-BPE- Rh(COD)+OTf1 MeOH, 96h; (e) LiOH1 Dioxano1 água; (f) i. iso-BuOCOCI, Et3N, THF; ii. NaBH4, H2O; (g) Periodinano Dess-Martin, CH2CI2; (h) iso- PrMgCI1 benzoxazol, THF1 -20°C, 30 minutos, em seguida 7 - G, -20°C até a temperatura ambiente; (i) H2l (2,81 kg/cm2 (40 psi), 10% Pd/C, EtOH.. 7-A: Este composto é preparado de ácido trans-4-(terc-butoxicarbonila- minometil) cicloexanocarboxílico (7-A) utilizando métodos análogos àqueles descritos para a preparação do intermediário 1-B para o composto de refe- rência 1 no Esquema 1.
7-B: Álcool 7-A (4,14 g, 17,0 mmols) é dissolvido em CH2CI2 (35 mL) e a so- lução é resfriada para 0°C. Ácido tricloroisocianúrico (4,15 g, 17,8 mmols) é adicionado, seguido por TEMPO (28 mg, 0,17 mol). A reação é em seguida aquecida até a temperatura ambiente e agitada por mais 15 minutos em temperatura ambiente. Um precipitado formou-se, e a mistura reacional foi filtrada por meio de Celite e lavada com CH2CI2. A solução de CH2CI2 com- binada (-100 mL) é lavada com NaHCO3 aquoso saturado (2 χ 50 mL), 1M de HCI (2 χ 50 mL), e salmoura (50 mL), secada (MgSO4) e solvente evapo- rado, e utilizado diretamente na próxima etapa sem outra purificação. 7-C: Éster trimetílico de N-benziloxicarbonil-a-fosfonoglicina (5,63 g, 17 mmols) é dissolvido em CH2CI2 (35 ml); DBU (5,1 ml, 34 mmols) é adiciona- do e a solução é agitada por 20 minutos. O aldeído 7-B (4,09 g, 17 mmols) é adicionado gota a gota como uma solução em CH2CI2 (10 mL). A reação é agitada durante a noite, em seguida o solvente é evaporado e o resíduo dis- solvido em EtOAc (100 mL) e lavado com 1M de NaHSO4 (2 χ 50 mL) e sal- moura, em seguida secada (MgSO4) e evaporada em vácuo. O material bru- to é purificado por cromatografia intantânea utilizando um gradiente de Ο- 100% EtOAc/hexanos para fornecer o produto desejado como sólido branco. 7-D: A olefina 7-C (2,04 g, 4,56 mmols) é dissolvida em MeOH (100 mL), e a solução é desgaseificada antes da adição do catalisador, sulfonato de (-)- 1,2-Bis-((2S,3S)-2,5-dimetilfosfolano)etano(ciclooctadieno)-ródio(l)-trifluoro- metano (28 mg, 1 mol%). A mistura reacional é colocada em um agitador Parr e agitada sob 4,21 kg/cm2 (60 psi) de H2 durante 4 dias. O solvente é em seguida evaporado em vácuo, e o material bruto é purificado por croma- tografia /nfanfân.ea utilizando um gradiente de 0 a 100% EtOAc/hexanos pa- ra fornecer o produto desejado como sólido branco.
7-E: O éster metílico 7-D (1,81 g, 4,04 mmols) é dissolvido em dioxano (50 mL) e agitado a 0°C. LiOH (203 mg, 4,84 mmols) dissolvido em água (10 mL) é adicionado gota a gota, e a solução é em seguida aquecida até a tem- peratura ambiente. Após o material de partida ter desaparecido (por LCMS), o solvente é evaporado, e o material bruto é dissolvido em EtOAc (100 mL), lavado com NaHSO4 a 1 N (2 χ 50 mL) e salmoura (50 mL), e secada (Mg- SO4). O solvente é removido em vácuo e o produto é utilizado diretamente na próxima etapa sem outra purificação.
7-F a 7-H: Os intermediários 7-F a 7-H são preparados seguindo métodos análogos àqueles descritos para preparar os intermediários de composto de referência 1.
Z1I: Este composto é preparado de 7-H utilizando métodos análogos àqueles descritos para a preparação do intermediário 1-E para o composto de refe- rência 1. MS m/z 404,2 (M + 1); 1H-RMN (CDCI3, 400 MHz) d 7,66 - 7,64 (1 Η, m), 7,49 - 7,47 (1Η, m), 7,31 - 7,26 (2Η, m), 4,85 - 4,64 (1Η, m), 3,44 - 3,16 (1Η, m), 2,96 - 2,88 (2Η, m), 1,80 - 1,55 (4Η, m), 1,39 - 1,14 (13Η, m), 0,89 - 0,72 (4Η, m).
Composto de Referência 8
<formula>formula see original document page 39</formula>
O composto de referência 8 é preparado de ácido (S)-Boc- nipecótico utilizando métodos análogos àqueles descritos para a preparação de composto de referência 6.
Composto de Referência 9
<formula>formula see original document page 39</formula>
O composto de referência 9 é preparado iniciando de 3- cianofenilalanina utilizando métodos análogos àqueles descritos para a pre- paração de composto de referência 5.
Composto de Referência 10
<formula>formula see original document page 39</formula>
O composto de referência 10 é preparado iniciando de ácido Boc-isonipecótico utilizando métodos análogos àqueles descritos para a pre- paração de composto de referência 6. Composto de Referência 11
<formula>formula see original document page 40</formula>
Cloridrato de éster metílico de ácido Boc-isonipecótico (3,24 g, 14,1 mmols), ácido DL-4-Amino-3-hidróxi-butírico (2,40 g, 14,1 mmols), e DIEA (7,0 mL, 42,3 mL) são dissolvidos em CH2CI2 (50 mL). HATU (5,9 g, 15,5 mmols) é adicionado, e a mistura reacional é agitada em temperatura ambiente durante 2 horas. O solvente é evaporado, e o resíduo bruto é a- preendido em EtOAc (100 mL). A fase orgânica é lavada com HCI a 0,1 M (2 x 100 mL) e salmoura (100 mL), secada com MgSO4, e evaporada em vá- cuo. O material bruto é purificado por cromatografia intantânea de sílica-gel 10 (Gradiente EtOAc/Hexanos) para fornecer o intermediário 11-B.
11-C: Álcool 11-B é oxidado na cetona utilizando condições análogas àque- las utilizadas para a preparação de Exemplo 1-F.
11-D; Cetona 11-C (1,10 g, 3,21 mmols) é dissolvida em THF (100 mL). Re- agente de Lawesson (650 mg, 1,61 mmol) é adicionado, e a mistura reacio- nal é agitada em temperatura ambiente durante 48 horas. O solvente é re- movido em vácuo, e o material bruto é purificado por cromatografia intantâ- nea de sílica-gel (gradiente EtOAc/Hexanos 0:100).
11: O éster metílico 11-D é saponificado utilizando métodos análogos àque- les descritos para a preparação de composto de referência 6.
Composto de Referência 12
<formula>formula see original document page 40</formula>
Os reagentes e condições na reação acima para o composto de referência 12 são: a) (cicloexilcarboniloxi)succinimida, piridina, DMAP, rt, THF; (b) NaOH a 1N em água. Éster etílico de ácido (4-amino-fenil)-acético (0,895 g, 5,0 mmols) e N-(cicloexilcarboniloxi)succinimida (1,051 g, 5,0 mmols) são adi- cionadas a um frasco de base redonda contendo THF (20 mL), piridina (0,60 mL) e DMAP (10 mg). A mistura é agitada em temperatura ambiente durante a noite. A solução clara é diluída com EtOAc (200 mL), lavado com HCI a 1N (3 χ 100 mL) e salmoura (100 mL), e secada com MgSO4. O solvente é eva- porado em vácuo para fornecer o intermediário 12-B como sólido branco que é utilizado sem outra purificação.
O éster etílico 12-B (1,46 g, 5 mmols) é dissolvido em NaOH a 1N (15 mL, 15 mmols). Após o material de partida ter desaparecido (por LCMS), a reação é acidificada com HCI a 1 N, para fornecer o composto de referência 12 como um precipitado branco.
Composto de Referência 13
<formula>formula see original document page 41</formula>
Os reagentes e condições na reação acima para o composto de referência 13 são: a) MeSO2CI1 Piridina, rt, THF; (b) NaOH a 1N em água.
Éster etílico de ácido (3-amino-fenil)-acético (0,895 g, 5,0 mmols) e (0,281 mL, 5,0 mmols) são adicionadas a um frasco de base re- donda contendo THF (20 mL) e piridina (0,60 mL). A mistura é agitada em temperatura ambiente durante a noite. A solução clara é diluída com EtOAc (200 mL), lavada com HCI a 1N (3 χ 100 mL) e salmoura (100 mL), e secada com MgSO4. O solvente é evaporado em vácuo para fornecer o intermediá- rio 13-B como sólido branco. O éster etílico 13-B é saponificado seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação para o composto de referência 12, para fornecer o composto de referência 13.
Composto de Referência 14
<formula>formula see original document page 41</formula>
Os reagentes e condições na reação acima para o composto de referência 14 são: a) CH3COCl, Piridina, DMAP, rt, THF; (b) NaOH a 1N em água.
Éster etílico de ácido (3-amino-fenil)-acético (0,895 g, 5,0 mmols) e cloreto de acetila (0,26 mL, 5,0 mmols) são adicionadas a um fras- co de base redonda contendo THF (20 mL), piridina (0,60 mL) e DMAP (10 mg). A mistura é agitada em temperatura ambiente durante a noite. A solu- ção clara é diluída com EtOAc (200 mL), lavado com HCI a 1N (3 χ 100 mL) e salmoura (100 mL), e secada com MgSO4. O solvente é evaporado em vácuo para fornecer o intermediário 14-B como sólido branco que é utilizado sem outra purificação. O éster etílico 14-B é saponificado seguindo métodos análogos àqueles descritos acima, para fornecer o composto de referência 14.
Composto de Referência 15
<formula>formula see original document page 42</formula>
Os reagentes e condições na reação acima para o composto de referência 15 são: a) EtNH2, CH2CI2, DMAP; (b) NaOH a 1N em água.
Éster metílico de ácido (4-clorosulfonil-fenil)-acético (0,895 g, 5,0 mmols) e dietilamina (1 mL) são adicionadas a um frasco de base redonda contendo CH2CI2 (20 mL) e DMAP (10 mg). A mistura é agitada em tempera- tura ambiente durante a noite. A solução clara é diluída com EtOAc (200 mL), lavada com HCI a 1N (3 χ 100 mL) e salmoura (1 χ 100 mL), e secada com MgSO4. O solvente é evaporado em vácuo para fornecer o intermediá- rio 15-B, que é purificado a partir de uma mistura reacional utilizando uma coluna de sílica. O éster etílico 15-B é saponificado seguindo métodos aná- logos àqueles descritos acima, para fornecer o composto de referência 15.
Composto de Referência 16
<formula>formula see original document page 42</formula>
Os reagentes e condições na reação acima para o composto de referência 16 são: a) 4-CI-PhB (OH)2, C2H4CI2, Cu(OAc)2, piridina, peneiras moleculares 4A; (b) NaOH a 1N em água.
mmol), 4- ácido clorofenil borônico (755 mg, 4,84 mmols), piridina (0,388 mL, 4,8 mmols) e copper(ll) acetato (477 mg,2,4 mmols) são adicionadas a um frasco de base redonda contendo 1,2-dicloroetano (10 mL) e 4Â peneiras moleculares (300 mg). A mistura é agitada em temperatura ambiente durante a noite. A solução clara é diluída com EtOAc (200 mL), lavado com HCI a 1N (3 χ 100 mL) e salmoura (100 mL), e secada com MgSO4. O solvente é eva- porado em vácuo para fornecer o intermediário 16-B, que é purificado a par- tir de uma mistura reacional utilizando uma coluna de sílica. O éster metílico16-B é saponificado seguindo métodos análogos àqueles descritos acima, para fornecer o composto de referência 16. Exemplo 1 <formula>formula see original document page 43</formula> Éster metílico de ácido (3-hidróxi-fenil)-acético (0,268 g, 1,6
JT> ^O 600
NH
/
^0 ^ O^
Q \\ } Q-
NH
1-G NH. 1-B: KOH em pó fino (35 g, 0,622 mol) é dissolvido em DMSO e agitado em temperatura ambiente for 20 min e em seguida resfriado para 0°C. N-Cbz- trans-4-hidróxi-L-prolina (Cbz-Hyp-OH, 1-A) (10 g, 43,3 mmols) é dissolvido em DMSO (10 ml_) e adicionada, e a mistura reacional é agitada por mais 10 minutos a 0°C. Em seguida, bromometilcicloexano (33 g, 0,204 mol) é adi- cionado, e a mistura reacional é agitada a 0°C por mais 15 minutos, após cujo o ponto o banho gelado é removido e a mistura reacional é deixada a - quecer para a temperatura ambiente e agitada por 4 horas. A mistura rea- cional é vertida em água (300 mL), e um vaso de reação é enchaguado com uma alíquota adicional de água (300 mL). A camana aquosa combinada é extraída com éter (2 χ 300 mL) e descartada. A camada aquosa é acidifica- da com 87 % H3PO4 a pH 2,3, e em seguida extraída com éter (3 χ 300 mL). Os extratos de éter combinados são lavados com água (2 χ 400 mL) e sal- moura (2 χ 400 mL), secados sobre MgSO4, filtrados, e concentrados em vácuo. O resíduo é purificado por cromatografia sobre sílica-gel para produ- zir o composto 1-B como um óleo claro.
1-C: Um frasconete de 40 mL é carregado com 1-B (250 mg, 0,695 mmol), composto de referência 1-E (243 mg, 0,695 mmol, 1. eq), HATU (291 mg, 0,765 mmol, 1,1 eq), IPr2EtN (0,15 mL, 0,834 mmol, 1,2 eq) e CH2CI2 (4mL).
A reação é agitada em temperatura ambiente durante 1 hora. Os reagentes voláteis são removidos sob pressão reduzida, e a mistura reacional é dissol- vida em EtOAc. As camadas orgânicas são lavadas com NaHSO4, água, NaHCOs saturado, e salmoura. As camadas orgânicas são em seguida se- cadas com MgSO4, e o produto purificado a partir de uma mistura reacional por meio de cromatografia de sílica-gel para fornecer o composto 1-C que é utilizado na preparação de 1-D.
1-D: Um vaso de reação Parr é carregado com 1-C (2,5 g, 3,6 mmols), Pd/C (3,6 g, 0,36 mmol, 1 eq.), t-BuOH (20 mL) e água (5 mL). O vaso é colocado em um aparato Parr e e agitado durante 18 horas sob uma pressão de 3,51 kg/cm2 (50 psi) de gas de H2. A mistura reacional é filtrada através de uma almofada de Celite para fornecer o composto 1-D, que é utilizado diretamen- te na preparação de 1-E. 1-Ε: Um frasconete de 40 mL é carregado com 1-D (100 mg, 0,18 mmol), ácido 4-fenilbutírico (30 mg, 0,18 mmol, 1. eq), HATU (75 mg, 0,20 mmol, 1,1 eq), IPr2EtN (0,04 mL, 0,22 mmol, 1,2 eq) e CH2CI2 (2mL). A reação é agita- da em temperatura ambiente durante 1 hora. Os reagentes voláteis são re- movidos sob pressão reduzida e a mistura reacional é dissolvida em EtOAc. As camadas orgânicas são lavadas com NaHS04, água, NaHC03 saturado, e salmoura. As camadas orgânicas são em seguida secadas com MgS04, e o produto é purificado a partir de uma mistura reacional por meio de croma- tografia de sílica-gel 1-E, que é utilizado na preparação de 1-F.
1-F: Álcool 1-E (127 mg, 0,18 mmol) é dissolvido em DCM (2 mL) e periodi- nano Dess-Martin (85 mg, 0,2 mmol) é adicionado. A mistura reacional é agi- tada durante a noite em temperatura ambiente. O solvente é removido em vácuo, e o bruto é purificado por cromatografia intantânea (4 g de coluna de sílica-gel) utilizando um gradiente de EtOAc:hexanos para fornecer a cetona 1-F como uma espuma branca que é utilizada na preparação de 1-G.
1-G: Cetona 1-F (128 mg, 0,18 mmol) é dissolvida em DCM (1 mL) e TFA a 50% em DCM (5 mL) é adicionado. A reação é agitada em temperatura am- biente durante 2 horas e o solvente é removido em vácuo. O material bruto é purificado por HPLC de fase reversa, e o solvente é Iiofilizado para fornecer 1-G como um pó branco.
Exemplos 2-7
O exemplo 2 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 1, utilizando ácido 3-terc-butoxicarbonilamino- propiônico para fornecer o intermediário 2-E.
O exemplo 3 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 1, utilizando Composto de referência 13 para for- necer o intermediário 3-E.
O exemplo 4 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 1, utilizando Composto de referência 14 para for- necer o intermediário 4-E.
O exemplo 5 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 1, utilizando ácido (4-etanossulfonilamino-fenil)- acético (preparado de uma maneira análoga àquela descrita para o compos- to de referência 13) para fornecer o intermediário 5-E.
O exemplo 6 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 1, utilizando Composto de referência 12 para for- necer o intermediário 6-E.
O exemplo 7 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 1, utilizando ácido 4-(metanossulfonilami- no)fenilacético para fornecer o intermediário 7-E.
Exemplo 8
<formula>formula see original document page 46</formula>
.8B: frans-4-ldroxiprolina (Hyp-OH) (7,90 g, 60,1 mmols) e N-(alliloxicarboni- lóxi)succinimida (12,0 g, 60,1 mmols) são adicionadas a um frasco de base redonda contendo THF (220 ml_), trietilamina (21 mL, 150,3 mmols) e água (55 mL). A mistura é agitada em temperatura ambiente durante a noite. A solução clara é acidificada com HCI a 1N (100 mL) e extraída com EtOAc (4 χ 150 mL). A camada orgânica combinada é lavada com salmoura (100 mL) e secada com MgSO4. O solvente é evaporado em vácuo para fornecer o produto desejado como sólido branco, que é utilizado sem outra purificação.
8-C: Este composto é preparado por alquilação de 8-B e 1-cloro-4-clorometil- benzeno utilizando métodos análogos àqueles descritos para a preparação do intermediário 1-B no Exemplo 1.
8-D: Este composto é preparado por Acoplamento de HATUde 8-C e com- posto de referência 1-E utilizando métodos análogos àqueles descritos para a preparação do intermediário 1-C no Exemplo 1.
8-E: Um frasco de base resonda de 50 ml_ é carregado com álcool 8-D (780 mg, 1,16 mmol), Et2NH (1,8 mL, 17,43 mmols, 15 eq), Pd2(dba)3 (55 mg, 0,06 mmol 0,05 eq), ligando fosfina dppe (26 mg, 0,06 mmol, 0,05 eq) e THF (5 mL). Os reagentes são agitados em temperatura ambiente durante 15 mi- nutos e em seguida concentrados até a secura. O produto (como uma mistu- ra de diastereômeros) é purificado a partir de uma mistura reacional por meio de cromatografia de sílica-gel utilizando gradiente de 2-9% de MeOH em CH2Cl2. A amina 8-E é em seguida utilizada na preparação de 8-F. 8-F: seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação do intermediário 1-E no Exemplo 1, composto 8-F é preparado por acoplamento de HATU de 8-E e ácido (4-etanossulfonilamino-fenil)-acético (preparado de uma maneira análoga àquela descrita para a preparação do ácido 4- (metanossulfonilamino)fenilacético, que foi preparado utilizando métodos análogos àqueles descritos para a preparação de composto de referência 13).
8-G: Este composto é preparado por oxidação de 8-F utilizando métodos 25 análogos àqueles descritos para a preparação do intermediário 1-F no E- xemplo 1.
8-H: Este composto é preparado por desproteção de 8-G utilizando métodos análogos àqueles descritos para a preparação Exemplo 1. Exemplos 9-30
O exemplo 9 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando Composto de referência 15 para for- necer o intermediário 9-F. O exemplo 10 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando ácido (4-metóxi-fenil)-acético para for- necer o intermediário 10-F.
O exemplo 11 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando ácido piridin-4-il-acético para fornecer o intermediário 11-F.
O exemplo 12 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando ácido (3-cloro-fenil)-acético para for- necer o intermediário 12-F.
O exemplo 13 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando ácido [4-(morfolina-4-sulfonil)-fenil]- acético para fornecer o intermediário 13-F.
O exemplo 14 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando ácido (3,5-dicloro-fenil)-acético para fornecer o intermediário 14-F.
O exemplo 15 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o.exemplo 8, utilizando ácido (4-fenil-fenil)-acético para forne- cer o intermediário 15-F.
O exemplo 16 é preparado seguindo métodos análogos àqueles 20 descritos para o exemplo 8, utilizando (2-cloro-fenil)-acético ácido para for- necer o intermediário 16-F.
O exemplo 17 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando ácido (3-fenóxi-fenil)-acético para for- necer o intermediário 17-F.
O exemplo 18 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando ácido (2-fenil-tiazol-4-il)-acético para fornecer o intermediário 18-F.
O exemplo 19 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando ácido (4-fenilmetanossulfonilamino- fenil)-acético (preparado de uma maneira análoga àquela descrita para a preparação do composto de referência 13) para fornecer o intermediário 19- F. O exemplo 20 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando ácido [4-(piperidina-1-sulfonil)-fenil]- acético para fornecer o intermediário 20-F.
O exemplo 21 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando ácido [3-(4-cloro-fenóxi)-fenil]-acético composto de referência 16 para fornecer o intermediário 21-F.
O exemplo 22 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8, utilizando ácido [4-(trifluoro-etanossulfo- nilamino)-fenil]-acético (seguindo métodos análogos àqueles descritos para o composto de referência 13) para fornecer o intermediário 22-F.
O exemplo 23: Este composto é preparado de ácido 1-Boc- piperidin-4-il-propiônico seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8.
O exemplo 24: Este composto é preparado de ácido N-Boc-4- piperidin-4-il-butírico seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8.
O exemplo 25: Este composto é preparado de ácido 1-Boc- piperidin-4-il-acético seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8.
O exemplo 26: Este composto é preparado de ácido 1-Boc- piperidin-3-il-acético seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8.
O exemplo 27: Este composto é preparado de ácido 1-Boc- piperidin-3-il-propiônico seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8.
O exemplos 28-30 são preparados seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8. Exemplo 31
<formula>formula see original document page 50</formula>
.31-B: KOH em pó fino (19,4 g, 0,346 mol) é dissolvido em DMSO e agitado em temperatura ambiente durante 20 minutos e em seguida resfriado para 0°C. N-Boc-trans-4-hidróxi-L-prolina (Boc-Hyp-OH, 1-A) (10g, 43,3 mmols) é dissolvido em DMSO (10 mL) e adicionado, e a mistura reacional é agitada por mais 10 minutos a 0°C. Em seguida, cloreto de 4-clorobenzila (33 g,0,204 mol) é adicionado, e a mistura reacional é agitada a O0C durante mais 15 minutos, após cujo ponto o banho gelado é removido e a mistura reacio- nal é deixada aquecer para a temperatura ambiente e agitada durante 4 ho- ras. A mistura reacional é vertida em água (300 mL), e um vaso de reação é enxaguado com uma alíquota adicional de água (300 mL). A camana aquosa combinada é extraída com éter (2 χ 300 mL) e descartada. A camada aquo- sa é acidificada com 87 % H3PO4 a pH 2,3, e em seguida extraída com éter (3 χ 300 mL). Os extratos de éter combinados são lavados com água (2 χ 400 mL) e salmoura (2 χ 400 mL), secados sobre MgSO4, filtrados e concen- trados em vácuo. O resíduo é purificado por cromatografia sobre sílica-gel com EtOAc/Hexanos (gradiente 0 a 100%) para produzir o composto 1-B como um óleo claro. MS m/z 256,1 (M + 1 - Boc); 1H RMN (DMSO-D6, 400 MHz) δ 7,39 - 7,31 (4H, m), 4,52 - 4,40 (2H, m), 4,16 - 4,10 (2H, m), 3,48 - 3,41 (2H, m), 2,40 - 2,30 (1H, m), 2,03 -1,94 (1H, m), 1,39 -1,34 (9H, m). 31-C: Uma solução de (trimetilsilil)diazometano (2M em dietiléter) (4,7 mL, 9,45 mmols) é adicionada a ácido carboxílico 1-B (2,4 g, 8,6 mmols) dissol- vida em DCM/MeOH (5:1, 25 mL). Quando material de partida foi consumi- do, como determinado por LCMS, a mistura reacional é concentrada em vá- cuo, e o resíduo bruto é purificado por cromatografia intantânea (gradiente EtOAc:Hexanos) para fornecer o éster metílico como um óleo claro. 31-D: Um frasco de base redonda é carregado com uma barra agitadora e Ι- Ο (510 mg, 1,38 mmol). TFA (50%) em DCM (6 mL) é adicionada e a solu- ção é agitada por 1 hora em temperatura ambiente. O solvente é removido em vácuo, hexanos é adicionado e em seguida evaporado novamente em vácuo até a secura, e repetido se necessário para azeotropar o TFA restan- te. O material bruto é utilizado diretamente na próxima etapa sem outra puri- ficação.
31-E: Este composto é preparado de 31-D e ácido {2-[1-(terc- butoxicarbonil)piperidin-4-il]-5-metil-1,3-tiazol-4-il}acético comercialmente disponível utilizando métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 1-E.
31-F: Este composto é preparado de 31-E por saponificação de acordo com os métodos descritos para a preparação de composto de referência 6. 31-G: Este composto é preparado de 31-F e composto de referência 3, utili- zando métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 1-C.
31-H: Este composto é preparado de 31-G utilizando métodos análogos à- queles descritos para a preparação de Exemplo 1-F. Composto de referência 31 é preparado de 31-H utilizando métodos aná- logos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 1-G. Exemplos 32 - 43
Exemplo 32 é preparado de composto de referência 10, seguin- do métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 31.
Exemplo 33 é preparado seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 31.
Exemplo 34 é preparado de Composto de referência 11, seguin- do métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8.
Exemplo 35 é preparado de Composto de referência 8, seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8.
Exemplo 36 é preparado de Composto de referência 6, seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8.
Exemplo 37 é preparado de Composto de referência 2, seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8.
Exemplo 38 é preparado de Composto de referência 2, seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8.
Exemplo 39 é preparado de Composto de referência 2, seguindo métodos análogos àqueles descritos para a preparação de Exemplo 8.
Exemplo 40 é preparado de Composto de referência 5 e ácido {2-[1-(terc-butoxicarbonil)piperidin-4-il]-5-metil-1,3-tiazol-4-il}acético seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8.
Exemplo 41 é preparado de Composto de referência 9 e ácido {2-[1-(terc-butoxicarbonil)piperidin-4-il]-5-metil-1,3-tiazol-4-il}acético seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8.
Exemplo 42 é preparado de Composto de referência 7 e ácido {2-[1 -(terc-butoxicarbonil)piperidin-4-il]-5-metil-1,3-tiazol-4-il}acético seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8.
Exemplo 43 é preparado de Composto de referência 2 e ácido {2-[1-(terc-butoxicarbonil)piperidin-4-il]-5-metil-1,3-tiazol-4-il}acético seguindo métodos análogos àqueles descritos para o exemplo 8.
A Tabela 1 mostra os compostos de fórmula (1), como descrito nos exemplos 1-42. Tabela 1
<table>table see original document page 53</column></row><table> Exemplo Estrutura <table>table see original document page 54</column></row><table> <table>table see original document page 55</column></row><table> <table>table see original document page 56</column></row><table> <table>table see original document page 57</column></row><table> <table>table see original document page 58</column></row><table> <table>table see original document page 59</column></row><table> <table>table see original document page 60</column></row><table> <table>table see original document page 61</column></row><table> <table>table see original document page 62</column></row><table> <table>table see original document page 63</column></row><table> <table>table see original document page 64</column></row><table> <table>table see original document page 65</column></row><table>
Exemplos 51 - 53
Exemplos 51-53 na Tabela 2 são compostos exemplars da in- venção tendo a Fórmula (1) compreendendo prolinas substituídas por 3- alquila ou 3-arila, que podem ser preparadas repetindo os procedimentos descritos nos exemplos acima, utilizando materiais de partida apropriados evidentes para aqueles versados na técnica.
Tabela 2
<table>table see original document page 65</column></row><table> <table>table see original document page 66</column></row><table> Ensaios
A adequabilidade de uma protease ativadora de inibidor de canal tal como um inibidor de prostasina para o tratamento de uma doença media- da pela inibição de uma protease ativadora de canal, pode ser testada de- terminando-se o efeito inibidor da protease ativadora de inibidor de canal sobre: (1) a protease ativadora de canal nativa, isolada, purificada ou re- combinante, utilizando um formato de ensaio bioquímico adequado, utilizan- do o método descrito em Shipway e outro; Biochem. Biophys. Res. Commun.2004; 324(2):953-63); e/ou (2) a função de transporte de íon/canal de íon em células isoladas adequadas ou epitélios confluentes, utilizando os métodos descritos nos Bridges e outro; Am. J. Physiol. Lung Cell Mol. Physiol. 2001;281 (1):L16-23; e Donaldson e outro; J. Biol. Chem. 2002; 277(10):8338-45. Ensaios Bioquímicos
A prostasina humana recombinante e prostasina de cobaia e matriptase são geradas de acordo com os métodos descritos nos Shipway e outro, Biochem. Biophys. Res. Commun. 2004; 324(2):953-63). As enzimas recombinants são incubadas em um tampão de eletrólito contendo os com- postos teste ou veículo em uma placa de ensaio de múltiplas cavidades a- dequada tal como uma placa de 96 ou 384 cavidades. Em um tempo defini- do após a mistura da enzima com o composto ou veículo, um substrato de peptídeo fluorescente adequado é adicionado à mistura de ensaio. Quando o substrato torna-se clivado pela enzima ativa, a fluorescência (medida, utili- zando uma leitora de placa de fluorescência adequada) aumenta e a taxa de regeneração do substrato (isto é, atividade de enzima) pode ser quantifica- da, e desse modo o efeito inibidor de qualquer composto teste. A eficácia dos compostos teste é expressa como a concentração que induz uma ate- nuação de 50% na atividade de enzima (Ki).
Em geral, compostos da invenção podem ter valores Ki de 0,1 nM a 5 μΜ. Em alguns exemplos, compostos da invenção podem ter valores Ki de 0,1 nM a 500 nM; de 0,1 nM a 50 nM; de 0,1 nM a 5 nM; ou de 0,1 nM a 0,5 nM. Em exemplos particulares, os compostos da invenção podem ter valores Kide 0,1 nM a 0,5 nM; de 0,5 nM a 5 nM; de 5 nM a 50 nM; de 50 nM a 500 nM; ou de 500 nM a 5 μΜ. Todavia em outros exemplos, compostos podem ter valores Ki menores do que 0,1 nM ou mais do que 5 μΜ.
Transporte de íon Epitelial
Células epiteliais brônquicas humanas são cultivadas de acordo com os métodos descritos nos Danahay e outro, Am. J. Physiol. Lung Cell Mol. Physiol. 2002; 282(2):L226-36). Quando células epiteliais adequada- mente diferenciadas (dias 14-21 após estabilização de uma interface apical- ar) são tratadas com ou veículo, aprotinina (200 pg/ml) ou composto de teste durante 90 minutos. Epitélios são em seguida colocados inseridos, utilizando câmaras como descrito em Danahay e outro, Am. J. Physiol. Lung Cell Mol. Physiol. 2002; 282(2):L226-36) mantendo a concentração de veículo, aproti- nina ou composto de teste sobre o lado apical dos epitélios. Corrente de cur- to circuito (ISC) é em seguida medido por voltagem grampeando os epitélios em zero millivolts. O ISC sensível à amilorida é em seguida medido pela adi- ção de amilorida (10 μΜ) à superfície apical dos epitélios. A potência do composto de teste é expressa como a concentração que induz à 50% de inibição do componente sensível à aprotinina total do ISC sensível à amilori- da.
Em geral, os compostos da invenção podem ter valores IC5o de 1 nM a 10 μΜ. Em alguns exemplos, compostos da invenção podem ter valo- res IC50 de 1 nM a 1 μΜ; ou mais particularmente de 1 nM a 100 nM. Toda- via em outros exemplos, os compostos da invenção pdoem ter valores IC50 de 100 nM a 1 μΜ, ou de 1 μΜ a 10 μΜ. Em ainda outros exemplos, os compostos podem ter valores IC50 menores do que 1 nM ou mais do que 10 μΜ. Diferença potencial traqueal (in vivo)
Porquinho-da-índia são anestesiadas, utilizando uma anestesia por inalação de curta ação tal como halotano e N2O. Ao mesmo tempo que sob anestesia de curta ação, uma agulha de gavagem oral é inserida na tra- quéia por meio da rotina orofarangeal. Uma vez dentro da traquéia, um pe- queno volume (50-200 μΙ) de veículo ou composto de teste, em diluente com base aquosa adequado, é instilado dentro das vias aéreas. Os animais em seguida recuperam-se e tornam-se totalmente ambulatoriais. Alternativa- mente, compostos teste podem ser administrados a animais, utilizando ae- rossol ou dosagem de pó seco. Em um tempo definido após a dosagem, os animais são cirurgicamente anestesiados, utilizando uma anestesia adequa- da tal como cetamina e xilazina. A traquéia é em seguida exposta e um ele- trodo ponte de ágar de plástico é inserido no lúmem traqueal. Um eletrodo de Referência é também inserido nas camadas de músculo no pescoço do animal. A diferença potencial traqueal é em seguida medida, utilizando um voltímetro de impedância elevada adequado como descrito em Takahashi e outro, Toxicol Appl Pharmacol. 1995; 131(1):31-6. A potência do composto de teste é expressa como a dose que induz uma redução de 50% no com- ponente sensível da diferença potencial traqueal.
É entendido que os exemplos e modalidades descritos aqui são para os propósitos ilustrativos apenas, e que várias modificações ou altera- ções levando em consideração isto, serão sugeridas a pessoas versadas na técnica e devem ser incluídos no espírito e competência deste pedido e es- copo das reivindicações anexas. Todas as publicações, patentes, e pedidos de patente citados aqui são pelo presente incorporados por Referência para todos os propósitos.

Claims (27)

1. Composto de fórmula (1): <formula>formula see original document page 69</formula> e sais farmaceuticamente aceitáveis, hidratos, solvatos e estereoisômeros destes, em que J é um anel carbocíclico monocíclico ou fundido de 5 a 12 membros, arila, heteroarila ou anel heterocíclico contendo Ν, O e/ ou S; R1 é -(CR2)i-NR2, -(CR2)i-NRC(=NR)-NR2, -(CR2),-C(=NR)-NR2 ou um anel heterocíclico não aromático contendo nitrogênio de 5 a 7 membros; W-R2 é um substituinte em qualquer posição no anel A; W é ou -O(CR2)k-, -S(CR2)k-, -S(O)(CR2)k-, -SO2(CR2)k- ou -OC(O)(CR2)k-; R2 é Ci-ealquila, C2^alquenila, C2^alquinila1 R^6, -CR^9=CR^9-R^6, ou <formula>formula see original document page 69</formula> em que o anel E é um anel carbocíclico ou heterocíclico monocíclico ou fun- dido de 5 a 7 membros opcionalmente substituído; ou W-R^2 juntos formam C1-6 alquila, uma arila de 5 a 7 membros ou -OC(O)NR^7R^8; R^3 é NR^7R^8 ou R^6; R^4 e R^5 são independentemente H, Ci-e alquila, OH, ou C1^alcoxi; R^7 e R^8 são independentemente H, Ci^alquila1 C2^alquenila, C2^alquinil ou -(CR2)1-R^6; ou R^7 e R^8 juntamente com N podem formar um anel heterocíclico monocíclico ou fundido de 5 a 7 membros opcionalmente substituído; R^9 é H ou C1-6 alquila; R^10 é halo, C1-6 alquila, C1-6alcóxi, OR^11 ou -(CR2)1-R^11; R^6, R^11 e X são independentemente um anel carbocíclico de 5 a 7 membros opcionalmente substituído, anel heterocíclico, arila ou heteroarila; ou R11 é H ou C1-6alquila; cada R é H, ou C1-6 alquila, C2-6 alquenila, ou C2-6 alquinila, em que um car- bono pode opcionalmente ser substituído ou trocado com NR, O ou S; i é 0 a 1; k e l são independentemente 0 a 6; m e η são independentemente 1 a 6; e p é 0 a 3.
2. Composto de acordo com a reivindicação 1, em que R1 é - (CH2)i-NH2, -(CH2)i-NHC(=NH)-NH2 ou -(CH2)i-C(=NH)-NH2NH2, em que ca- da I é 0 a 1; ou R1 é piperidinila.
3. Composto de acordo com a reivindicação 1, em que W é - O(CR2)k-, -S(CR2)k-, -S(O)(CR2)k-, -SO2(CR2)k- ou -OC(O)(CR2)k-; e k é 1.
4. Composto de acordo com a reivindicação 1, em que R2 é uma fenila opcionalmente substituída, C5-7 cicloalquila, tienila, furanila, piperidinila, metilenocicloexila, <formula>formula see original document page 70</formula>
5. Composto de acordo com a reivindicação 1, em que R3 é uma fenila opcionalmente substituída, piridila, tiazolila, piperidinila, ou NR7R8; em que R7 e R8 são ambos H, ou R7 e R8 juntamente com N formam uma piperi- dinila opcionalmente substituída.
6. Composto de acordo com a reivindicação 1, em que R, R4, R5, R7 e R8 são cada qual H.
7. Composto de acordo com a reivindicação 1, em que R6 é uma fenila opcionalmente substituída, C3-7 cicloalquila, piridila, tiazolila, piperidinila, cicloexanol, imidazolila, tienila, furanila, <formula>formula see original document page 70</formula>
8. Composto de acordo com a reivindicação 1, em que X é ciclo- exila, fenila ou piperidinila.
9. Composto de acordo com a reivindicação 1, em que -J-(R10)p ao mesmo tempo é <formula>formula see original document page 71</formula> Z é O ou S; Z11 Z21 Z3 ou Z4 são independentemente N, CH1 ou C quando ligados a R10; Z5, Z6 ou Z7 são independentemente N, O, S1 CH1 ou C quando ligados a R10; R10 é C1-6 alquila ou -(CR2)1-R11; R11 é fenila ou C5-7 cicloalquila; e pé 0-1.
10. Composto de acordo com a reivindicação 1, em que J é ben- zotiazolila, benzoxazolila, tiazolila, ou oxadiazolila.
11. Composto de acordo com a reivindicação 1, em que o referi- do composto é de fórmula (2A) ou (2B): <formula>formula see original document page 71</formula> em que Z é O ou S; R1 é NH2, -NHC(=NH)-NH2 ou -C(=NH)-NH2; W é -O(CH2)k- ou -S(O)(CH2)k-; R2 é uma fenila opcionalmente substituída, ou W-R2 juntos formam Ci^alqui- la ou uma fenila opcionalmente substituída; R, R4 e R5 são independentemente H; Y é uma de um anel arila, heteroarila ou heterocíclico de 5 a 7 membros con- tendo Ν, O ou S; R12 é halo, C1-6alquila ou -L-(CH2)1-R13; L é uma ligação, O, SO2, NHCO1 NHSO2 ou SO2NH; R13 é C1-6 alquila opcionalmente halogenada, ou uma C3-7 cicloalquila opcio- nalmente substituída, or um anel arila, heteroarila ou heterocíclico de 5 a 7 membros; i é 0; k é 1; l é O a 1; m e n são independentemente 1 a 4; e q é O a 3.
12. Composto de acordo com a reivindicação 11, em que Y é fenila, piridila, tiazolila ou piperidinila.
13. O composto de acordo com a reivindicação 11, em que R12 é -L-(CH2)l-R13; e R13 é uma C1-6alquila opcionalmente halogenada, C3-7 ciclo- alquila, morfolinila, fenila ou piperidinila.
14. Composição farmacêutica compreendendo uma quantidade terapeuticamente eficaz de um composto como definido na reivindicação 1, e um excipiente farmaceuticamente aceitável.
15. Método para modular uma protease ativadora de canal, compreendendo administrar a um sistema ou um indivíduo em necessidade deste, uma quantidade terapeuticamente eficaz do composto como definido na reivindicação 1, ou sais farmaceuticamente aceitáveis ou composições farmacêuticas deste, desse modo modulando a referida protease ativadora de canal.
16. Método de acordo com a reivindicação 15, em que a referida protease ativadora de canal é prostasina, PRSS22, TMPRSS11 (por exem- plo, TMPRSS11B, TMPRSS11E), TMPRSS2, TMPRSS3, TMPRSS4 (MTSP-2), matriptase (MTSP-1), CAP2, CAP3, tripsina, catepsina A, ou neutrófilo elastase.
17. Método de acordo com a reivindicação 16, em que a referida protease ativadora de canal é a prostasina.
18. Método de acordo com a reivindicação 15, compreendendo administrar o composto de acordo com a reivindicação 1, ou sais farmaceuti- camente aceitáveis ou composições farmacêuticas destes, às células ou sis- tema de tecido, ou a um indivíduo humano ou animal.
19. Método de acordo com a reivindicação 18, em que as referi- das células são células epiteliais brônquicas.
20. Método para melhorar uma condição mediada por uma pro- tease ativadora de canal, compreendendo administrar a um sistema ou indi- víduo em necessidade de tal tratamento uma quantidade eficaz de um com- posto como definido na reivindicação 1, ou sais farmaceuticamente aceitá- veis ou composições farmacêuticas deste, e opcionalmente em combinação com um segundo agente terapêutico, desse modo tratando a referida condi- ção.
21. Método de acordo com a reivindicação 20, em que as referi- da protease ativadora de canal é prostasina, PRSS22, TMPRSS11 (por e- xemplo, TMPRSS11B, TMPRSS11E), TMPRSS2, TMPRSS3, TMPRSS4 (MTSP-2), matriptase (MTSP-1), CAP2, CAP3, tripsina, catepsina A, ou neu- trófilo elastase.
22. Método de acordo com a reivindicação 21, em que a referida protease ativadora de canal é prostasina.
23. Método de acordo com a reivindicação 20, em que a referida condição é associada com o movimento de fluido através dos epitélios de transporte de íon ou o acúmulo de muco e esputo em tecidos respiratórios, ou uma combinação destes.
24. Método de acordo com a reivindicação 20, em que a referida condição é fibrose cística, discinésia ciliar primária, carcinoma de pulmão, bronquite crônica, doença pulmonar obstrutiva crônica, asma ou uma infec- ção do trato respiratório.
25. Método de acordo com a reivindicação 20, em que o referido segundo agente terapêutico é um anti-inflamatório, broncodilatador, anti- histamina, antitussígeno, antibiótico ou DNase.
26. Uso de um composto como definido na reivindicação 1, ou sais farmaceuticamente aceitáveis ou composições farmacêuticas deste, e opcionalmente em combinação com um segundo agente terapêutico, para modular uma protease ativadora de canal.
27. Uso de um composto como definido na reivindicação 1, ou sais farmaceuticamente aceitáveis ou composições farmacêuticas deste, e opcionalmente em combinação com um segundo agente terapêutico, na fa- bricação de um medicamento para tratar uma condição mediada por uma protease ativadora de canal.
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