BRPI0713085A2 - estrutura de chassi para um veìculo de trilhos - Google Patents

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BRPI0713085A2
BRPI0713085A2 BRPI0713085-6A BRPI0713085A BRPI0713085A2 BR PI0713085 A2 BRPI0713085 A2 BR PI0713085A2 BR PI0713085 A BRPI0713085 A BR PI0713085A BR PI0713085 A2 BRPI0713085 A2 BR PI0713085A2
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Reinhard Pieper
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Bombardier Transp Gmbh
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Abstract

ESTRUTURA DE CHASSI PARA UM VEìCULO DE TRILHOS. Estrutura do chassi para um chassi de um veículo de trilhos com um corpo de estrutura (101), que é configurado para se apoiar em pelo menos uma unidade da roda do chassi, onde o corpo da estrutura (101) é feito pelo menos em parte de um material do ferro de molde cinzento.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "ESTRUTURA
DE CHASSI PARA UM VEÍCULO DE TRILHOS".
A presente invenção refere-se a uma estrutura do chassi para um chassi de um veículo de trilhos, com um corpo da estrutura, que está configurado para apoiar-se sobre pelo menos uma unidade da roda do chas- si. Além disso, a invenção se refere a um chassi com uma estrutura do chassi de acordo com a invenção, assim como um respectivo processo para a fabricação de uma estrutura do chassi.
A fabricação de peças construtivas estruturais no âmbito de veí- culos de trilhos, por exemplo, de estruturas ou de berços para chassis, es- pecialmente chassis, se realiza hoje por meio de soldadura de chapas de aço, como é conhecido, por exemplo, da patente EP 0 345 708 A1 e da EP 0 .564 423 A1. No entanto, este processo tem a desvantagem, que exige uma proporção relativamente grande de trabalho manual, razão pela qual a fabri- cação das estruturas do chassi é comparavelmente cara.
A proporção de trabalho manual com grande intensidade de cus- tos, em princípio, pode ser reduzida, quando no lugar de construções solda- das chegam a ser utilizadas peças construtivas fundidas. Desta maneira, por exemplo, da GB 1 209 389 A ou da US 6,622,776 B2, é conhecido utilizar para uma estrutura do chassi de um veículo de trilhos peças fundidas de a- ço. Enquanto de acordo com a GB 1 209 389 A, se fabrica uma estrutura do truque fundido em uma só peça, então de acordo com a US 6,622,776 B2, se fabricam os suportes longitudinais e a viga transversal de um truque de uma ou várias peças construtivas de aço fundido padrão, e em seguida se juntam para uma estrutura do truque.
É verdade que o aço fundido tem a vantagem, que este pode ser soldado, assim que este método de junção tradicional pode ser utilizado também no caso desta variante de fabricação. No entanto, o aço fundido também tem a desvantagem, que este apresenta uma fluidez relativamente limitada. Isso leva, no caso de uma fabricação automatizada de peças cons- trutivas relativamente grandes com geometria complexa, como são as estru- turas do chassi para veículos de trilhos, para uma segurança do processo reduzida, a qual, em vista das altas exigências de segurança às quais é submetido um chassi de um veículo de trilhos, não é aceitável. Por conse- guinte, também no caso da fabricação de estruturas do chassi deste gênero de aço fundido, tem que ser executados ainda relativamente muitos passos de trabalho por trabalho manual, pelo qual também com isto, se de modo algum, ainda não possa ser alcançado um grau de automatização satisfató- rio sob pontos de vista econômicos.
Além disso, é conhecido, por exemplo da patente DE 43 09 004 A1, peças resistentes relativamente pequenas da suspensão do trem de rodas de veí- culos utilitários produzidas a base de ferro fundido cinzento.
Por conseguinte, a presente invenção está baseada na tarefa de colocar à disposição uma estrutura do chassi do tipo inicialmente menciona- do, a qual não apresente as desvantagens acima mencionadas ou pelo me- nos só as apresente em proporções menores, e que possibilite especialmen- te uma facilidade de fabricação mais simples e com isso um grau de automa- tização elevado da fabricação.
A presente invenção soluciona esta tarefa partindo de uma es- trutura do chassi de acordo com o termo genérico da reivindicação 1, por meio das características indicadas na parte marcante da reivindicação 1. A invenção soluciona esta tarefa, além disso, partindo de um processo de a- cordo com o termo genérico da reivindicação 29, por meio das característi- cas indicadas na parte marcante da reivindicação 29.
A presente invenção está baseada no ensinamento técnico, que possa obter-se uma facilidade de fabricação simples e com isso um grau de automatização elevado, no caso da fabricação de uma estrutura do chassi para um veículo de trilhos, quando o corpo da estrutura está fabricado pelo menos parcialmente de um material de ferro fundido cinzento. Neste caso, o material de ferro fundido cinzento tem a vantagem, que este, em virtude de seu alto teor de carbono, apresenta uma fluidez especialmente boa durante a fundição, e com isso leva a uma segurança de processo muito alta. Obser- vou-se, que a fabricação de peças construtivas também comparavelmente grandes e complexas para a estrutura do chassi, pode realizar-se em caixas de fundição automatizadas, pelo qual a fabricação destas peças construtivas se torna nitidamente mais simples e mais favorável em termos de custos.
É verdade que o material de ferro fundido cinzento não se presta para a soldagem, uma vez que o teor de carbono dentro do material é de- masiadamente alto. No entanto, graças à fluidez boa do material de ferro fundido cinzento durante a fundição, podem ser produzidas de maneira con- fiável geometrias das peças construtivas muito complexas, as quais, do con- trário, teriam que ser produzidas através de construções soldadas dispendi- osas. Em conformidade com isto, pode ser renunciado a um grande número de processos de junção. Além disso, pela mesma razão pode ser obtida uma geometria otimizada de locais de junção eventualmente necessários, assim que, com a respectiva configuração, podem ser utilizados sem problemas também outros processos de junção.
Uma outra vantagem do material de ferro fundido cinzento está em suas características de amortecimento melhoradas, em comparação com o aço usualmente utilizado. Isso é vantajoso especialmente com vista à re- dução da transmissão de vibrações para o compartimento para passageiros de um veículo de trilhos.
No caso do material de ferro fundido cinzento pode tratar-se de qualquer material de ferro fundido cinzento adequado. De preferência trata- se de um material de ferro fundido cinzento globular (o chamado ferro fundi- do de grafite esferoidal), especialmente um GGG40, o qual se destaca por um meio termo bom de resistência, alongamento de ruptura e tenacidade. De preferência se utiliza, por exemplo, GGG40.3 ou GJS-400-18U LT, res- pectivamente, o qual se destaca por uma tenacidade vantajosa com tempe- raturas baixas.
O corpo da estrutura pode consistir eventualmente de uma única peça fundida. Por causa do tamanho que corpos da estrutura deste gênero usualmente apresentam, no entanto, pode ser vantajoso repartir o corpo da estrutura, com o intuito de obter uma alta segurança de processo. Por con- seguinte, de preferência o corpo da estrutura compreende pelo menos duas partes da estrutura, as quais são unidas uma com a outra na região de pelo menos um ponto de junção. De preferência, as partes da estrutura são uni- das uma com a outra de maneira soltável, com o intuito de facilitar uma ma- nutenção ou reparação posterior do chassi.
Pode ser previsto que todas as partes da estrutura consistem de um respectivo material de ferro fundido cinzento. Da mesma maneira tam- bém pode ser previsto, que certas partes da estrutura não consistem de um material de ferro fundido cinzento. Desta maneira pode ser previsto, por e- xemplo, que partes do corpo da estrutura, por exemplo, um ou vários supor- tes transversais do corpo da estrutura sejam configuradas de maneira tradi- cional como construção soldada e/ou como construção fundida de aço fundi- do.
Neste caso, sob o termo parte da estrutura deve ser entendida, no sentido da presente invenção, uma parte estrutural do corpo da estrutura, que define decisivamente a geometria aproximada do corpo da estrutura. Especialmente, não deve trata-se neste caso de elementos de conexão, por meio dos quais podem ser unidas partes da estrutura deste gênero.
As partes da estrutura podem ser juntadas diretamente umas com as outras em princípio por meio de um processo de junção adequado. No entanto, na região do ponto de junção está previsto de preferência pelo menos um elemento de conexão, o qual está unido com ambas as partes da estrutura. Neste caso, o elemento de conexão pode ser configurado em uma só peça com uma de ambas as partes da estrutura. Desta maneira pode tra- tar-se, por exemplo, de uma saliência, como um munhão ou semelhante, a qual se molda na ocasião da fundição ou posteriormente, e eventualmente ainda se provê com as respectivas superfícies de ajuste.
Adicional ou alternativamente pode ser previsto, que o elemento de conexão está unido com pelo menos uma de ambas as partes da estrutu- ra, através de uma conexão com fecho devido à força e/ou uma conexão com fecho devido à forma e/ou uma conexão com fecho devido à substân- cia. Desta maneira pode tratar-se, por exemplo, no caso de um elemento de conexão de um munhão ou pino, o qual é unido com a respectiva parte da estrutura através de um ajuste forçado (primariamente com fecho devido à força em direção da junção), ou uma conexão por colagem (primariamente com fecho devido à substância em direção da junção). Da mesma maneira pode ser obtido um fecho devido à forma através de respectivas saliências e recortes posteriores no elemento de conexão ou na parte da estrutura, res- pectivamente.
De preferência, o ponto de junção se estende pelo menos por seções em essência em um nível de junção e o elemento de conexão confi- gura pelo menos uma saliência, a qual, em direção da normal superfície do nível de junção, se estende pelo menos para dentro de um respectivo rebai- xo em uma de ambas as partes da estrutura. Desta maneira também pode ser obtida uma conexão de encaixe que pode ser juntada de maneira sim- ples, na qual em direção da junção se utiliza pelo menos uma das conexões acima mencionadas, com fecho devido à forma, devido à força ou devido à substância, enquanto de maneira transversal em relação à direção da junção se obtém através da saliência uma conexão com fecho devido à forma, a qual em dependência da situação de contato, especialmente dependendo da força de contato entre as partes da estrutura, é complementada ou apoiada, respectivamente, no ponto de junção e eventualmente ainda por um fecho devido à forma.
O elemento de conexão pode ser configurado, em princípio, de qualquer maneira adequada. De preferência, este está configurado à moda de um munhão ou pino, como já foi explicado acima. Além disso, o elemento de conexão pode apresentar, em princípio, qualquer seção transversal ade- quada ou, respectivamente, qualquer decurso da seção transversal adequa- do. Deste modo, este pode apresentar, por exemplo, uma seção transversal em essência constante ao longo de seu comprimento, por conseguinte, pode ser executado, por exemplo, como simples pino cilíndrico ou munhão cilín- drico, uma vez que uma configuração deste gênero pode ser fabricada de maneira especialmente simples.
Também é possível, que o elemento de conexão apresente pelo menos por seções, uma seção transversal que se adelgaça com crescente distância do nível de junção. Por causa da auto-centragem dos elementos de junção, que pode ser obtida desta maneira, simplifica-se deste modo o pro- cesso de junção, assim que este, talvez também possa realizar-se simples- mente de maneira automatizada.
A seção transversal do elemento de conexão também pode ser configurada, em princípio, de qualquer maneira adequada. De preferência, o elemento de conexão apresenta, pelo menos por seções, uma seção trans- versal em forma de círculo e/ou, pelo menos por seções, uma seção trans- versal elíptico e/ou, pelo menos por seções, uma seção transversal poligo- nal.
Uma forma da seção transversal que diverge da forma de círcu- lo, apresenta neste caso evidentemente a vantagem de uma segurança con- tra torção adicional confiável e de um auto-ajuste em volta do eixo de junção, o qual é favorável para a junção automatizada. É verdade, que elementos de conexão deste gênero, com uma seção transversal que diverge da forma de círculo, em princípio, são mais dispendiosos na fabricação. No entanto, isso só vale contanto que é necessária uma usinagem posterior dispendiosa das superfícies de junção. Devido ao material de ferro fundido cinzento utilizado de acordo com a invenção e suas características de fluidez boas, no entanto, as superfícies de junção podem ser produzidas com precisão suficiente e- ventualmente também em um processo de fundição automatizado, assim que deixa de ser necessária tal usinagem posterior dispendiosa das superfí- cies de junção.
Em variantes preferidas da estrutura do chassi de acordo com a invenção está previsto, que o elemento de conexão está disposto na região de uma seção do corpo da estrutura, a qual, sob carga estática, está solici- tada em termos de esforço de tração, e/ou que está disposto de tal maneira, que este, por meio de carga estática do corpo da estrutura, está solicitado em termos de cisalhamento. A disposição em uma seção do corpo da estru- tura, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de esforço de tra- ção, oferece a vantagem, que o escoramento de torques pode realizar-se na região, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de pressão, simplesmente através de ambas as partes da estrutura a serem unidas. A- lém disso, neste caso existe a vantagem, que em regra pelo menos para a maioria das cargas dinâmicas que são de se esperar durante a operação de condução, em virtude do peso alto de um veículo de trilhos, na região, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de pressão, sempre atua uma certa carga de pressão, assim que eventualmente tem que partir-se da hipótese de uma tensão prévia permanente entre as partes da estrutura a serem unidas. Por conseguinte, a conexão pode ser executada eventual- mente até sem elementos de conexão adicionais, ou somente sob utilização de um dispositivo de segurança de levantar simples na região, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de pressão.
A solicitação de cisalhamento que ocorre primariamente, tem finalmente a vantagem, que o elemento de conexão, por exemplo, uma has- te ou um pino, durante a operação é solicitado principalmente em uma dire- ção de maneira transversal em relação a sua direção de junção ou direção de montagem, respectivamente. Desta maneira, a resistência da conexão entre ambas as partes da estrutura a serem unidas, se torna pelo menos tanto quanto possível independente da qualidade do processo de junção (por exemplo, não tem que considerar nenhuns torques de aperto ou semelhan- te), mas depende somente das características (por exemplo, da resistência ao cisalhamento etc.) do elemento de conexão. Por conseguinte, eventual- mente é suficiente um simples dispositivo para segurar a posição do elemen- to de conexão (por exemplo, mediante anel de retenção, junção sob pressão das partes de ligação etc.), para garantir uma conexão durável e confiável das partes da estrutura. No caso de variantes para a fabricação de maneira especialmen- te simples da estrutura do chassi de acordo com a invenção, está configura- do pelo menos um elemento de conexão, como elemento que cobre o ponto de junção como se fosse por uma ponte e que está ligado com ambos os elementos de junção. Neste caso, este pode ser configurado especialmente como tirante, que atua em direção da normal de nível do nível de junção, ou como tala que cobre o ponto de junção como se fosse por uma ponte.
Com o intuito de possibilitar uma verificação simples da qualida- de da conexão entre as partes da estrutura, está previsto no caso de varian- tes vantajosas da estrutura do chassi de acordo com a invenção, que o ele- mento de conexão apresenta pelo menos um rebaixo para a recepção de um componente de um dispositivo para ensaio de materiais que trabalha de maneira não destrutiva, especialmente de um dispositivo para ensaio de ma- teriais que trabalha com ultra-som. No caso deste componente pode tratar- se de um dispositivo integrado de maneira durável, o qual é atuado de tempo em tempo. No caso deste componente pode tratar-se, além disso, de um respectivo sensor e/ou de um respectivo atuador, que gera uma respectiva excitação para os elementos de junção.
No caso de outras variantes preferidas da estrutura do chassi de acordo com a invenção está previsto, que pelo menos um dos componentes que exercem interação na região do ponto de junção, está provido pelo me- nos parcialmente com um revestimento, que impede a corrosão por fricção, especialmente um revestimento que compreende molibdênio (Mo), com o intuito de garantir uma conexão duravelmente confiável.
A estrutura do chassi pode ser configurada, em princípio, de qualquer maneira. Deste modo, esta pode ser, por exemplo, uma estrutura do chassi para um chassi individual com somente uma unidade da roda (por exemplo, com um jogo de rodas ou um par de rodas). No entanto, esta pode ser utilizada de maneira especialmente vantajosa no caos de chassis com várias unidades da roda (por exemplo, com jogos de rodas ou com pares de rodas), as quais são maiores em termos de construção e com isso são mais dispendiosas na fabricação. Por conseguinte, o corpo da estrutura apresen- ta, de preferência, uma seção dianteira, uma seção central e uma seção tra- seira, sendo que a seção central liga a seção dianteira e a seção traseira, a seção dianteira está configurada para apoiar-se sobre uma unidade da roda anterior do chassi, e a seção traseira está configurada para apoiar-se sobre uma unidade da roda posterior do chassi.
No caso de corpos da estrutura compostos de várias partes, os pontos de junção entre as partes da estrutura podem ser dispostos, em prin- cípio, em qualquer ponto, e com isso podem ser ajustados de maneira vanta- josa em relação ao processo de fundição automatizado disponível. No caso de variantes vantajosas da estrutura do chassi de acordo com a invenção está previsto, que o corpo da estrutura compreenda pelo menos duas partes da estrutura, as quais na região de pelo menos um ponto de junção, são u- nidas, especialmente de maneira soltável, uma com a outra. Neste caso, pelo menos um ponto de junção está disposto na região da seção central e/ou pelo menos um ponto de junção na região da seção dianteira e/ou pelo menos um ponto de junção na região da seção traseira.
Quando, por exemplo, na seção central está disposto um supor- te transversal, então o ponto de junção também pode passar na região do suporte transversal. Então o corpo da estrutura pode eventualmente ser composto de duas metades da peça fundida idênticas, pelo qual a fabricação evidentemente se simplifica de maneira considerável.
A estrutura do chassi, em princípio, pode ser configurada de qualquer maneira. No entanto, a presente invenção pode ser utilizada de maneira especialmente vantajosa relativo a estruturas do chassi, nas quais o corpo da estrutura está configurado como estrutura, a qual compreende dois suportes longitudinais que passam em direção longitudinal do chassi, e pelo menos um suporte transversal que passa em direção transversal do chassi, o qual liga ambos os suportes longitudinais um com o outro. Neste caso, o corpo da estrutura pode ser configurado especialmente como estrutura, con- figurada em essência em forma de H.
Neste caso, um alto grau de automatização da fabricação com alta segurança do processo pode ser obtido, quando o corpo da estrutura seja repartido em tão poucas partes da estrutura diferentes quanto possível, nas quais o fluxo da fusão dentro do molde é dificultado tão pouco quanto possível por meio de desvios ou outros obstáculos. Por conseguinte, de pre- ferência está previsto, que pelo menos um dos suportes longitudinais apre- sente pelo menos uma seção do suporte longitudinal, o qual na região de pelo menos um ponto de junção, está ligado, em particular soltável, com o suporte transversal, pelo menos um, ou com uma outra seção do suporte longitudinal, do suporte longitudinal. No caso de variantes vantajosas da estrutura do chassi de acor- do com a invenção, o suporte longitudinal está configurado em uma só peça, e na região do ponto de junção está ligado com o suporte transversal, pelo menos um. Neste caso, a direção de junção pode passar em direção do eixo transversal do chassi, assim que se obtém um nível de contato e de junção, respectivamente, entre o suporte longitudinal e o suporte transversal, cuja normal de nível apresenta pelo menos um componente em direção do eixo transversal do chassi. Em outras palavras, o suporte longitudinal pode ser ligado de maneira lateral (isto é, em direção do eixo transversal do chassi) no suporte transversal.
De preferência está previsto que o ponto de junção, adicional ou alternativamente, se estende pelo menos por seções em essência em um nível de junção, cuja normal de nível apresenta pelo menos um componente em direção do eixo vertical do chassi, especialmente em essência está para- leia em relação ao eixo vertical do chassi. Com isto, por exemplo, o suporte transversal pode simplesmente ser colocado de cima sobre o suporte longi- tudinal. Neste caso, o suporte transversal, por razão do peso usualmente alto dos componentes do veículo apoiados sobre o suporte transversal, e- ventualmente só tem que ser segurado contra um levantamento do suporte longitudinal, que só é possível sob condições de operação extremas ou no caso de manutenção.
No caso de outras variantes vantajosas da estrutura do chassi de acordo com a invenção, o suporte longitudinal compreende duas seções do suporte longitudinal, as quais na região do respectivo ponto de junção são ligadas com o suporte transversal, pelo menos um. Deste modo, o su- porte longitudinal comparavelmente comprido está subdividido em duas se- ções do suporte longitudinal, as quais podem ser fabricadas simplesmente de maneira automatizada. De preferência, também aqui está previsto que pelo menos um dos pontos de junção se estende pelo menos por seções em essência em um nível de junção, cuja normal de nível apresenta pelo menos um componente em direção do eixo vertical do chassi, especialmente em essência está paralela em relação ao eixo vertical do chassi. Em outras pa- lavras, o suporte transversal por sua vez então pode ser colocado de cima sobe ambas as seções do suporte longitudinal. Adicional ou alternativamen- te, pelo menos um dos pontos de junção pode estender-se pelo menos por seções em essência em um nível de junção, cuja normal de nível apresenta pelo menos um componente em direção do eixo transversal do chassi, espe- cialmente em essência está paralela em relação ao eixo transversal do chassi. Em outras palavras, ambas as seções do suporte longitudinal podem ser ligadas de maneira lateral (isto é, em direção do eixo transversal do chassi) no suporte transversal.
No caso de outras variantes vantajosas da estrutura do chassi de acordo com a invenção, pelo menos um dos suportes longitudinais com- preende uma seção do suporte longitudinal dianteira, uma seção do suporte longitudinal central e uma seção do suporte longitudinal traseira, sendo que seção do suporte longitudinal central está ligada com o suporte transversal, pelo menos um. De preferência, a seção do suporte longitudinal central en- tão é configurada em uma só peça com o suporte transversal, pelo menos um, assim que a seção do suporte longitudinal central pode ser integrada no suporte transversal, sem aumentar de maneira digna de menção sua com- plexidade e com isso pôr em perigo sua facilidade de fabricação automatiza- da. Então tem que ser eventualmente fundida separadamente só a compa- ravelmente curta seção do suporte longitudinal dianteira ou traseira, respec- tivamente, que pode ser fabricada simplesmente de maneira automatizada, a qual então na região de um ponto de junção está ligada com a seção do su- porte longitudinal central.
A conexão entre a seção do suporte longitudinal dianteira ou tra- seira, respectivamente, e a seção do suporte longitudinal central pode reali- zar-se em princípio de qualquer maneira. De preferência, pelo menos um dos pontos de junção se estende pelo menos por seções em essência em um nível de junção, cuja normal de nível apresenta pelo menos um compo- nente em direção do eixo longitudinal do chassi, especialmente em essência está paralela em relação ao eixo longitudinal do chassi. A seção do suporte longitudinal dianteira ou traseira, respectivamente, está então eventualmente ligada simplesmente em direção do eixo longitudinal do chassi, de frente ou de trás, respectivamente, na seção do suporte longitudinal central.
Adicional ou alternativamente, pelo menos um dos pontos de junção pode estender-se pelo menos por seções em essência em um nível de junção, cuja normal de nível apresenta pelo menos um componente em direção do eixo transversal do chassi, especialmente em essência está para- lela em relação ao eixo transversal do chassi. Em outras palavras, a seção do suporte longitudinal dianteira ou traseira, respectivamente, pode ser liga- da de maneira lateral (isto é, em direção do eixo transversal do chassi) na seção do suporte longitudinal central.
Adicional ou alternativamente, pelo menos um dos pontos de junção pode estender-se pelo menos por seções em essência em um nível de junção, cuja normal de nível apresenta pelo menos um componente em direção do eixo vertical do chassi, especialmente em essência está paralela em relação ao eixo vertical do chassi. Em outras palavras, a seção do supor- te longitudinal dianteira ou traseira, respectivamente, pode ser ligada de ci- ma ou de preferência de baixo, respectivamente (isto é, em direção do eixo vertical do chassi) na seção do suporte longitudinal central.
No caso de outras variantes vantajosas da estrutura do chassi de acordo com a invenção, está previsto que na região de pelo menos um dos pontos de junção está disposto um elemento de pressão entre a seção do suporte longitudinal dianteira e a seção do suporte longitudinal traseira, respectivamente, e a seção do suporte longitudinal central. Este elemento de pressão, por um lado, pode servir de maneira vantajosa para compensar de maneira simples tolerâncias de fabricação entre os elementos de junção. No entanto, este pode ser configurado eventualmente de tal maneira, que este pode assumir a função da suspensão primária do chassi.
No caso de outras variantes vantajosas da estrutura do chassi de acordo com a invenção, pelo menos um dos suportes longitudinais apre- senta entre as extremidades do suporte longitudinal e o centro do suporte longitudinal cada vez uma curvatura em S para baixo, e pelo menos um dos pontos de junção está disposto na região da curvatura em S, ou no lado da curvatura em S afastado do centro do suporte longitudinal, especialmente disposto próximo à curvatura em S. Deste modo é possível dispor o ponto de junção em uma região do suporte longitudinal, na qual, por um lado, já existe uma seção transversal da peça construtiva suficientemente grande para uma conexão estável e, por outro lado, atuam momentos de flexão ainda compa- ravelmente pequenos, assim que as cargas a serem absorvidas pela cone- xão ainda são comparavelmente moderadas. Com isto pode ser conseguido que o dispêndio para a conexão se mantém dentro de limites.
No caso de outras variantes vantajosas da estrutura do chassi de acordo com a invenção, pelo menos uma parte de um dos suportes longi- tudinais está fabricada do material de ferro fundido cinzento. Neste caso tra- ta-se de preferência pelo menos das extremidades do suporte longitudinal, por conseguinte, as seções do suporte longitudinal dianteiras e traseiras, que são fabricadas do material de ferro fundido cinzento. A seção do suporte longitudinal central e/ou o suporte transversal então também podem ser fa- bricados do material de ferro fundido cinzento ou, no entanto, também po- dem ser configurados de maneira tradicional como construção soldada e/ou como construção fundida de aço fundido.
A presente invenção refere-se, além disso, a um chassi para um veículo de trilhos com uma estrutura do chassi de acordo com a invenção. Com isto podem ser realizadas da mesma maneira as variantes e vantagens acima expostas, assim que com respeito a isto será feita referência às expo- sições acima. De preferência, o chassi de acordo com a invenção está confi- gurado como truque.
A presente invenção refere-se, além disso, a um processo para a fabricação de uma estrutura do chassi para um chassi de um veículo de trilhos, com um corpo da estrutura, o qual está configurado para apoiar-se sobre pelo menos uma unidade de roda do chassi. De acordo com a inven- ção está previsto que o corpo da estrutura se fabrica de um material de ferro fundido cinzento. Com isto podem ser realizadas da mesma maneira as vari- antes e vantagens acima expostas, assim que com respeito a isto também aqui só será feita referencia às exposições acima. No caso de variantes vantajosas do processo de acordo com a invenção, o corpo da estrutura se funde em um único passo. No caso de ou- tras variantes vantajosas do processo de acordo com a invenção, o corpo da estrutura compreende pelo menos duas partes da estrutura, as pelo menos duas partes da estrutura se fundem como peças construtivas separadas de um material de ferro fundido cinzento, e em seguida se ligam uma com a outra, em particular soltável, na região de pelo menos um ponto de junção.
Como mencionado, uma parte do corpo da estrutura pode ser fabricada de acordo com a invenção do material de ferro fundido cinzento, e uma parte do corpo da estrutura de aço. Por conseguinte, no caso de outras variantes vantajosas do processo de acordo com a invenção está previsto, que o corpo da estrutura compreende pelo menos duas partes da estrutura. Pelo menos uma das pelo menos duas partes da estrutura se funde então de um material de ferro fundido cinzento, enquanto pelo menos uma das pelo menos duas partes da estrutura se fabrica de aço. As pelo menos duas par- tes da estrutura em seguida se ligam uma com a outra, em particular soltá- vel, na região de pelo menos um ponto de junção.
Outros aperfeiçoamentos preferidos da invenção se obtêm das reivindicações dependentes e, respectivamente, da seguinte descrição de um exemplo de execução preferido, a qual faz referência aos desenhos ane- xos. Mostram:
a figura 1 uma representação esquemática da perspectiva de uma forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
a figura 2 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
a figura 3 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
a figura 4 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
a figura 5 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
a figura 6 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
a figura 7 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
a figura 8 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
a figura 9 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
a figura 10 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
a figura 11 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
afigura 12 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
afigura 13 uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção;
Primeiro exemplo de execução
Em seguida se descreve inicialmente, com referência à figura 1, uma primeira forma de execução preferida da estrutura do chassi de acordo com a invenção, em forma de uma estrutura do truque 101. Neste caso a figura 1, mostra uma representação esquemática da perspectiva da estrutura do truque 101, que compreende dois suportes longitudinais laterais em es- sência paralelos 102, os quais são ligados através de um suporte transversal .103 disposto de maneira central.
Cada um dos suportes longitudinais 102, compreende uma se- ção do suporte longitudinal dianteira 102.1, uma seção do suporte longitudi- nal central 102.2, e uma seção do suporte longitudinal traseira 102.3. Na região da seção do suporte longitudinal dianteira 102.1, o futuro truque se apóia através de uma suspensão primária, não representada, sobre uma unidade de roda anterior, também não representada, por exemplo, um jogo de rodas anterior. Na região da seção do suporte longitudinal traseira 102.3, o futuro truque se apóia através de uma suspensão primária, não represen- tada, sobre uma unidade da roda posterior, também não representada, por exemplo, um jogo de rodas posterior.
A estrutura do truque 101, se fabrica como peça fundida em uma só peça, em um processo de fundição automatizado, de um material de ferro fundido cinzento. Neste caso, como material de ferro fundido cinzento se utiliza GGG40.3 ou GJS-400-18U LT1 respectivamente, por conseguinte, um ferro fundido cinzento globular rico em carbono (o chamado ferro fundido de grafite esferoidal). Este material tem a vantagem, que sua fusão, graças ao alto teor de carbono, apresenta uma fluidez comparavelmente alta, assim que também com um processo de fundição automatizado pode ser alcança- da uma segurança de processo, a qual é tão alta que as estruturas do truque .101 fabricadas desta maneira, atendem sob pontos de vista econômicos uma proporção que satisfaz as altas exigências de segurança, às quais é submetida uma estrutura do truque 101, de um truque de um veículo de tri- lhos.
Segundo exemplo de execução
A figura 2, mostra uma representação esquemática da perspec- tiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção, a qual representa uma variante simples da estrutura do truque 101. Neste caso, a estrutura do truque 101, está subdividida em duas metades em forma de uma seção dianteira 104.1, e uma seção traseira .104.2, as quais são ligadas um com a outra na região de um ponto de junção .104.3.
A seção dianteira 104.1, e a seção traseira 104.2, são executa- das como peças construtivas idênticas de ferro fundido cinzento (GGG40.3 ou GJS-400-18U LT, respectivamente), pelo qual se simplifica consideravel- mente sua fabricação, uma vez que só tem que ser fabricada uma única forma de base. No entanto, entende-se que no caso de outras variantes da invenção também pode ser prevista uma geometria divergente para ambas as metades.
O ponto de junção 104.3, passa de maneira central através do suporte transversal 103. Neste caso o ponto de junção se estende em es- sência em um nível de junção, cuja normal de nível passa de maneira para- lela em relação ao eixo longitudinal (eixo x) da estrutura do truque 101. Esta disposição do ponto de junção tem a vantagem, que a média mais comprida na respectiva peça construtiva de fundição se mantém dentro de limites, pelo qual se obtêm caminhos de fluxo máximos mais curtos para a fusão, e com isso se simplifica a fundição automatizada e, respectivamente, se aumenta sua segurança de processo.
No entanto, entende-se que no caso de outras variantes da in- venção também pode ser prevista uma disposição divergente dos pontos de junção de ambas as metades. Desta maneira, esta pode passar em essência de maneira central através do suporte transversal 103, assim que a normal de nível de seu nível de junção se estende de maneira paralela em relação ao eixo transversal (eixo y) da estrutura do truque 101, como está esboçado na figura 2, por meio do contorno tracejado 104.4. A estrutura do truque 101, compreende então uma seção esquerda 104.1, e uma seção direita 104.2, as quais são configuradas, de preferência, de maneira idêntica.
A conexão entre a seção dianteira/esquerda 104.1, e a seção traseira/direita 104.2, pode realizar-se de qualquer maneira adequada. Desta maneira pode ser escolhida qualquer conexão com fecho devido à força, com fecho devido à forma ou com fecho devido à substância, ou quaisquer combinações destas em conformidade com as situações de carga que são de se esperar no truque. Por exemplo, a seção dianteira/esquerda 104.1, e a seção traseira/direita 104.2, podem ser fixadas sob tensão uma com a outra por meio de tirantes como elementos de conexão, alinhados em direção do eixo longitudinal/eixo transversal (eixo x/eixo y) da estrutura do truque 101, e/ou podem ser ligadas por meio de um ou vários respectivos pinos ou mu- nhões que passam nesta direção, os quais são unidos por prensagem em rebaixos adequados ou são unidos de outra maneira com a respectiva seção
.104.1 e 104.2.
Terceiro exemplo de execução
A figura 3, mostra uma representação esquemática da perspec- tiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi 201 de acordo com a invenção, a qual apresenta a mesma geometria externa como a estrutura do truque 101. Neste caso, a estrutura do truque 201, está configurada em três partes, sendo que ambos os suportes longitudinais late- rais 202 em essência paralelos, e o suporte transversal 203 disposto de ma- neira central, que liga estes, são configurados como peças construtivas se- paradas de ferro fundido cinzento (GGG40.3 ou GJS-400-18U LT, respecti- vamente).
O suporte transversal 203, em seu lado superior está provido com cada vez uma saliência lateral 203.1. A respectiva saliência 203.1, está introduzida de cima, isto é ao longo do eixo vertical (eixo z), da estrutura do truque 201, em um respectivo rebaixo 202.4, no suporte longitudinal 202. Em direção do eixo transversal (eixo y), da estrutura do truque 201, o respectivo suporte longitudinal 202 encosta-se em uma superfície de encosto lateral .203.2, do suporte transversal 203, a qual está prevista embaixo da saliência .203.1. Em direção do eixo longitudinal (eixo x), da estrutura do truque 201, o respectivo suporte longitudinal 202 encosta-se em uma superfície de encos- to dianteira ou, respectivamente, traseira 203.3, da saliência 203.1, do su- porte transversal 203.
Além disso, o respectivo suporte longitudinal 202, está ligado com o suporte transversal 203, por meio de um ou vários ele- mentos de conexão 205, por exemplo, tirantes, que atuam em direção do eixo transversal (eixo y) da estrutura do truque 201, os quais impedem um levantar ou um sacar para fora, respectivamente, do suporte transversal 203, ao longo do eixo vertical (eixo z) e, respectivamente, do eixo transversal (ei- xo y), assim que está segurada uma conexão firme em todas as direções. No entanto, entende-se que a conexão entre o suporte transversal 203, e o respectivo suporte longitudinal 202, pode realizar-se também de qualquer outra maneira adequada. Desta maneira pode ser escolhida qualquer cone- xão com fecho devido à força, com fecho devido à forma ou com fecho devi- do à substância, ou quaisquer combinações destas em conformidade com as situações de carga que são de se esperar no truque.
No caso da configuração descrita, se obtêm, em outras palavras, cada vez pontos de junção com três níveis de junção, cujas normais de nível passam em direção de todos os três eixos principais (eixo x, y, z) da estrutu- ra do truque 201. As cargas que atuam principalmente durante a operação (forças de peso, forças de freagem e forças de aceleração), neste caso são sustentadas pela maior parte diretamente através de superfícies de encosto dos suportes longitudinais 202, e do suporte transversal 203, assim que se obtém uma transferência de carga favorável entre os suportes longitudinais .202, e o suporte transversal 203.
Os suportes longitudinais 202, são executados como peças construtivas idênticas de ferro fundido cinzento (GGG40.3 ou GJS-400-18U LT, respectivamente), pelo qual se simplifica consideravelmente sua fabrica- ção, uma vez que só tem que ser fabricada uma única forma de base. A subdivisão em suportes longitudinais separados 202, e o suporte transversal .203, simplificam a fundição automatizada e, respectivamente, aumenta sua segurança do processo, uma vez que a fusão só tem que percorrer cami- nhos de fluxo em essência retilíneos, sem passar por pontos de desvio dig- nos de menção.
Quarto exemplo de execução
A figura 4, mostra uma representação esquemática da perspec- tiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi de acordo com a invenção, a qual representa uma variante simples da estrutura do truque 201, da figura 3. A única diferença essencial em relação à estrutu- ra do truque 201, da figura 3, consiste no fato, que o respectivo suporte lon- gitudinal 202, está subdividido em duas metades em forma de uma seção do suporte longitudinal dianteira 202.1, e uma seção do suporte longitudinal tra- seira 202.3, as quais são ligadas uma com a outra na região de um ponto de junção 202.6, assim que se obtém uma estrutura do truque 201 em cinco partes.
A seção do suporte longitudinal dianteira 202.1, e a seção do suporte longitudinal traseira 202.3, são executadas como peças construtivas idênticas de ferro fundido cinzento (GGG40.3 ou GJS-400-18U LT1 respecti- vamente), pelo qual se simplifica consideravelmente sua fabricação, uma vez que só tem que ser fabricada uma única forma de base. No entanto, en- tende-se que no caso de outras variantes da invenção também pode ser prevista uma geometria divergente para ambas as metades.
O ponto de junção 202.6, passa de maneira central através do respectivo suporte longitudinal 202. Neste caso o ponto de junção 202.6, se estende em essência em um nível de junção, cuja normal de nível passa de maneira paralela em relação ao eixo longitudinal (eixo x) da estrutura do tru- que 201. Esta disposição do ponto de junção tem a vantagem, que a média mais comprida na respectiva peça construtiva de fundição se mantém dentro de limites, pelo qual se obtêm caminhos de fluxo máximos mais curtos para a fusão, e com isso se simplifica a fundição automatizada e, respectivamen- te, se aumenta sua segurança de processo. No entanto, entende-se que no caso de outras variantes da invenção também pode ser prevista uma dispo- sição divergente do ponto de junção de ambas as metades.
Principalmente para a sustentação de momentos de flexão, as seções do suporte longitudinal 202.1, 202.3, são unidas através de um ou vários pinos longitudinais 206. A respectiva seção do suporte longitudinal .202.1, 202.3, além disso, está ligada por meio de um ou vários elementos de conexão 205, por exemplo, tirantes, com o suporte transversal 203, os quais atuam em direção do eixo transversal (eixo y) da estrutura do truque 201, e os quais impedem um levantar ou um sacar para fora, respectivamente, do suporte transversal 203, ao longo do eixo vertical (eixo z) e, respectivamen- te, do eixo transversal (eixo y), assim que está segurada uma conexão firme em todas as direções. No entanto, entende-se que a conexão entre o supor- te transversal 203, e o respectivo suporte longitudinal 202, pode realizar-se também de qualquer outra maneira adequada. Desta maneira pode ser es- colhida qualquer conexão com fecho devido à força, com fecho devido à forma ou com fecho devido à substância, ou quaisquer combinações destas em conformidade com as situações de carga que são de se esperar no tru- que.
Entende-se, que o suporte transversal 203, mostrado nas figuras .3 e 4, no caso de outras variantes da invenção também pode ser configura- do não de um material de ferro fundido cinzento, mas de maneira tradicional, por exemplo, como construção soldada de chapa de aço e/ou como constru- ção fundida de aço fundido. Também, evidentemente em sentido invertido, o suporte transversal pode consistir de material de ferro fundido cinzento, en- quanto os suportes longitudinais são configurados inteira ou parcialmente como construção soldada de chapa de aço e/ou como construção fundida de aço fundido.
Quinto exemplo de execução
A figura 5, mostra, parcialmente em representação de explosão, uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de exe- cução preferida, da estrutura do chassi 301 de acordo com a invenção, a qual representa a mesma geometria externa como a estrutura do truque 101. Por conseguinte, a estrutura do truque 301, apresenta dois suportes longitu- dinais laterais 302 em essência paralelos, e um suporte transversal 303 dis- posto de maneira central, que liga estes. Cada um dos suportes longitudinais .302, compreende uma seção do suporte longitudinal dianteira 302.1, uma seção do suporte longitudinal central 302.2, e uma seção do suporte Iongitu- dinal traseira 302.3.
Na região da seção do suporte longitudinal dianteira 302.1, o futuro truque se apóia através de uma suspensão primária, não representa- da, sobre uma unidade de roda anterior, também não representada, por e- xemplo, um jogo de rodas anterior. Na região da seção do suporte longitudi- nal traseira 302.3, o futuro truque se apóia através de uma suspensão primá- ria, não representada, sobre uma unidade da roda posterior, também não representada, por exemplo, um jogo de rodas posterior.
No presente exemplo, a estrutura do truque 301, está configura- da em cinco partes. Neste caso, a seção do suporte longitudinal dianteira .302.1, e a seção do suporte longitudinal traseira 302.3, são executadas co- mo peças construtivas de ferro fundido cinzento separadas (GGG40.3 ou GJS-400-18U LT, respectivamente), as quais se fixam na seção do suporte longitudinal central 302.2. O suporte transversal 303, está executado junto com a respectiva seção do suporte longitudinal central 302.2, como uma pe- ça construtiva de ferro fundido cinzento comum (GGG40.3 ou GJS-400-18U LT, respectivamente). Em outras palavras, a respectiva seção do suporte longitudinal central 302.2, está unida em uma só peça com o suporte trans- versal 303.
No entanto, entende-se que no caso de outras variantes da in- venção também pode ser prevista uma outra conexão, especialmente soltá- vel, entre o suporte transversal 303, e a seção do suporte longitudinal 302.2. Especialmente, esta conexão pode ser configurada em uma forma, como isso foi descrito relativo à figura 3, para um suporte longitudinal em uma só peça.
A seção do suporte longitudinal dianteira 302.1 e a seção do su- porte longitudinal traseira 302.3, respectivamente, são unidas cada vez na região de um ponto de junção 302.7, com a seção do suporte longitudinal central 302.2. O ponto de junção 302.7, estende-se cada vez em um nível de junção, cuja normal de nível passa em direção do eixo longitudinal (eixo x), da estrutura do truque 301. No entanto, entende-se que no caso de outras variantes da invenção também pode ser prevista uma outra configuração (por exemplo, escalonada) e um outro alinhamento (por exemplo, inclinado em relação ao eixo longitudinal), do ponto de junção.
O ponto de junção 302.7, está disposto cada vez em um lado afastado do centro do suporte longitudinal, de uma curvatura em S 302.8 direcionada para baixo, do suporte longitudinal 302. Deste modo, o ponto de junção 302.7 está disposto em uma região do suporte longitudinal 302, na qual, por um lado, já existe uma seção transversal da peça construtiva sufi- cientemente grande para uma conexão estável e, por outro lado, atuam ain- da momentos de flexão comparavelmente pequenos, assim que as cargas a serem absorvidas pela conexão ainda são comparavelmente moderadas. Com isto se consegue que o dispêndio para a conexão se mantém dentro de limites.
A conexão entre a seção do suporte longitudinal dianteira 302.1 e a seção do suporte longitudinal traseira 302.3, respectivamente, e a seção do suporte longitudinal central 302.2, se realiza por meio de um elemento de conexão em forma de um munhão 307, o qual está introduzido com ajuste forçado em um respectivo rebaixo 308, na seção do suporte longitudinal cen- trai 302.2. No entanto, entende-se que a conexão também pode realizar-se de qualquer outra maneira adequada. Desta maneira pode ser escolhida qualquer conexão com fecho devido à força, com fecho devido à forma ou com fecho devido à substância, ou quaisquer combinações destas em con- formidade com as situações de carga que são de se esperar no truque.
O munhão 307, e o correspondente rebaixo 308, apresentam cada vez uma seção transversal em forma de círculo, a qual permanece em essência igual ao longo de seu comprimento. No entanto, entende-se que no caso de outras variantes da invenção pode ser prevista, pelo menos por se- ções, uma forma escalonada ou cônica. Pinos de centragem 309, seguram 25 as seções do suporte longitudinal 302.1 e 302.3, respectivamente, contra uma torção (em volta do eixo x), em relação à seção do suporte longitudinal central 302.2.
O munhão 307, e o correspondente rebaixo 308, se moldam jun- tamente já na ocasião da fundição da respectiva peça construtiva. De acordo 30 com a precisão que pode ser obtida com o processo de fundição automati- zado utilizado, pode eventualmente deixar de ser necessária até uma outra usinagem de suas superfícies de ajuste, assim que se obtém uma fabricação especialmente simples. No entanto, entende-se que no caso de outras vari- antes da invenção também pode ser previsto, que o munhão 307, e o cor- respondente rebaixo 308, só se fabricam totalmente depois da fundição (por exemplo, através de torneamento, fresagem ou operação de furar, respecti- vãmente, etc.).
Além disso, o respectivo suporte longitudinal 302, está ligado com o suporte transversal 303, por meio de elementos de conexão 305, por exemplo tirantes, que atuam em uma ou várias direções do eixo transversal (eixo y) da estrutura do truque 301, os quais impedem um levantar ou um sacar, respectivamente, do suporte transversal 303, ao longo do eixo vertical (eixo z) e, respectivamente, do eixo transversal (eixo y), de modo que uma conexão firme está segurada em todas as direções. No entanto, entende-se que a conexão entre o suporte transversal 303, e o respectivo suporte longi- tudinal 302, pode realizar-se também de qualquer outra maneira adequada. Desta maneira pode ser escolhida qualquer conexão com fecho devido à força, com fecho devido à forma ou com fecho devido à substância, ou quaisquer combinações destas em conformidade com as situações de carga que são de se esperar no truque.
As seções do suporte longitudinal dianteiras 302.1, e as seções do suporte longitudinal traseiras 302.3, são executadas como peças constru- tivas idênticas de ferro fundido cinzento (GGG40.3 ou GJS-400-18U LT, res- pectivamente), pelo qual se simplifica consideravelmente sua fabricação, uma vez que só tem que ser fabricada uma única forma de base. A subdivi- são em seções do suporte longitudinal dianteiros separadas 302.1, e seções do suporte longitudinal traseiras separadas 302.3, assim como o suporte transversal 303, com a seção do suporte longitudinal central 302.2, simplifica a fundição automatizada e, respectivamente, aumenta sua segurança do processo, uma vez que a fusão só tem que vencer caminhos de fluxo máxi- mos comparavelmente curtos.
Os componentes que exercem interação na região do ponto de junção 302.7, podem ser providos com um revestimento que impede a cor- rosão por fricção, especialmente um revestimento que compreende molibdê- nio (Mo), com o intuito de obter uma propriedade de solicitação ainda mais alta da conexão.
Sexto até nono exemplo de execução
As figuras 6 até 9, mostram, parcialmente em representação de explosão, representações esquemáticas da perspectiva de outras formas de execução preferidas, da estrutura do chassi de acordo com a invenção, as quais representam cada vez variantes simples da estrutura do truque 301, da figura 5. A única diferença essencial em relação à estrutura do truque .201, da figura 5, consiste na configuração da respectiva conexão da seção do suporte longitudinal dianteira 302.1, e da seção do suporte longitudinal traseira 302.3, com a seção do suporte longitudinal central 302.2.
No caso das execuções da figura 6 e 7, está previsto cada vez um pino de conexão separado 310, o qual está introduzido com ajuste força- do em respectivos rebaixos 311, na seção do suporte longitudinal dianteira e, respectivamente, traseira 302.1 e, respectivamente, 302.3, e na seção do suporte longitudinal central 302.2. No entanto, entende-se que a conexão também pode realizar-se de qualquer outra maneira adequada. Desta ma- neira pode ser escolhida qualquer conexão com fecho devido à força, com fecho devido à forma ou com fecho devido à substância, ou quaisquer com- binações destas em conformidade com as situações de carga que são de se esperar no truque.
O pino de conexão 310, e os correspondentes rebaixos 311, a- presentam cada vez uma seção transversal em essência constante ao longo de seu comprimento. No entanto, entende-se que no caso de outras varian- tes da invenção também pode ser prevista, pelo menos por seções, uma forma escalonada ou cônica. A seção transversal do pino de conexão 310, da figura 6, é em essência elíptica, enquanto no caso da execução da figura .7, esta é em essência retangular. Deste modo, a respectiva seção transver- sal do pino de conexão 310, diverge da forma de círculo, assim que deixam de ser necessários pinos de centragem ou semelhante, os quais seguram as seções do suporte longitudinal 302.1 e 302.3, respectivamente, contra uma torção (em volta do eixo x), em relação à seção do suporte longitudinal cen- trai 302.2.
Os rebaixos 311, já se moldam na ocasião da fundição da res- pectiva peça construtiva. De acordo com a precisão que pode ser obtida com o processo de fundição automatizado utilizado, pode eventualmente deixar de ser necessária até uma outra usinagem de suas superfícies de ajuste, assim que se obtém uma fabricação especialmente simples. No entanto, en- tende-se que no caso de outras variantes da invenção também pode ser previsto, que os rebaixos 311, só se fabricam totalmente depois da fundição (por exemplo, através de fresagem etc.).
Uma particularidade da execução da figura 6, consiste em um furo central 312, do respectivo pino de conexão 310, no qual está recebida uma cabeça de ultra-som, não representada mais detalhadamente, de um dispositivo de ensaio de materiais não destrutivo. Através desta cabeça de ultra-som, junto com uma lógica de medição, pode realizar-se em intervalos regulares uma verificação da integridade da conexão entre as seções do suporte longitudinal 302.1 e 302.3, respectivamente, e a seção do suporte longitudinal central 302.2.
No caso da execução da figura 8, são previstos cada vez quatro pinos de conexão 313 cilíndricos separados, os quais são introduzidos com ajuste forçado em respectivos rebaixos 314, na seção do suporte longitudinal dianteira e traseira, respectivamente, 302.1 e 302.3, respectivamente, e na seção do suporte longitudinal central 302.2. No entanto, entende-se que a conexão também pode realizar-se de qualquer outra maneira adequada. Desta maneira pode ser escolhida qualquer conexão com fecho devido à força, com fecho devido à forma ou com fecho devido à substância, ou quaisquer combinações destas em conformidade com as situações de carga que são de se esperar no truque.
No caso da execução da figura 9, são previstos cada vez seis tirantes separados 315, os quais são introduzidos em correspondentes furos .316, na seção do suporte longitudinal dianteira e traseira, respectivamente, .302.1 e 302.3, respectivamente, e na seção do suporte longitudinal central .302.2, e através dos quais são fixadas sob tensão a seção do suporte Iongi- tudinal dianteira e traseira, respectivamente, 302.1 e 302.3, respectivamente, com a seção do suporte longitudinal central 302.2. Décimo e décimo primeiro exemplo de execução
As figuras 10 e 11, mostram, parcialmente em representação de explosão, representações esquemáticas da perspectiva de outras formas de execução preferidas, da estrutura do chassi de acordo com a invenção, as quais representam cada vez variantes simples da estrutura do truque 301, da figura 5. A única diferença essencial em relação à estrutura do truque .301, da figura 5, consiste também aqui na configuração da conexão da se- ção do suporte longitudinal dianteira 302.1, e da seção do suporte longitudi- nal traseira 302.3, com a seção do suporte longitudinal central 302.2.
No caso da execução da figura 10, está previsto cada vez um pino de conexão separado 317, o qual está introduzido com leve ajuste for- çado em direção transversal (direção y) do corpo da estrutura 301, em cor- respondentes rebaixos 318, na seção do suporte longitudinal dianteira e tra- seira, respectivamente, 302.1 e 302.3, respectivamente, e rebaixos 319, na seção do suporte longitudinal central 302.2. Neste caso, os rebaixos 319, são configurados em cada vez duas talas laterais 302.9, da seção do supor- te longitudinal central 302.2, quais talas sobressaem em direção longitudinal (direção x) do corpo da estrutura 301. No entanto, entende-se que a cone- xão também pode realizar-se de qualquer outra maneira adequada. Desta maneira pode ser escolhida qualquer conexão com fecho devido à força, com fecho devido à forma ou com fecho devido à substância, ou quaisquer combinações destas em conformidade com as situações de carga que são de se esperar no truque.
O pino de conexão 317, está disposto na região de uma seção inferior do respectivo suporte longitudinal 302, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de esforço de tração. Além disso, devido ao seu alinhamento em direção transversal (direção y) do corpo da estrutura 301, este está solicitado, no caso de carga estática do corpo da estrutura, princi- palmente em termos de cisalhamento.
A disposição na seção do corpo da estrutura 301, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de esforço de tração, oferece a vantagem, que o escoramento de torques pode realizar-se na região que fica acima desta, e a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de pres- são, simplesmente através de superfícies de encosto 302.10, 302.11, na se- ção do suporte longitudinal dianteira e traseira, respectivamente, 302.1 e .302.3, respectivamente, e a seção do suporte longitudinal central 302.2.
Além disso, neste caso existe a vantagem, que em regra pelo menos para a maioria das cargas dinâmicas que são de se esperar durante a operação de condução, em virtude do peso alto de um veículo de trilhos, na região, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de pressão, sempre atua uma certa carga de pressão, assim que eventualmente tem que partir-se da hipótese de uma tensão prévia permanente entre as seções do suporte longitudinal dianteiras e traseiras, respectivamente, 302.1 e 302.3, respectivamente, e a respectiva seção do suporte longitudinal central 302.2. Por conseguinte, a conexão pode realizar-se eventualmente até sem ele- mentos de conexão adicionais. No entanto, no presente exemplo, na região, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de esforço de tração, está prevista como dispositivo de segurança de levantar simples, uma tala .320, que cobre um ponto de junção 302.7, como se fosse por uma ponte, a qual está fixada com pinos 321, na seção do suporte longitudinal dianteira e traseira, respectivamente, 302.1 e 302.3, respectivamente, e na seção do suporte longitudinal central 302.2, e desta maneira impedem, também em casos extremos, uma torção das seções do suporte longitudinal dianteiros e traseiros, respectivamente, 302.1 e 302.3, respectivamente, em volta do pino de conexão 317.
No caso da execução da figura 11, são introduzidos cada vez três pinos de conexão separados 322, com leve ajuste forçado em direção transversal (direção y) do corpo da estrutura 301, em correspondentes re- baixos 323, na seção do suporte longitudinal dianteira e traseira, respecti- vãmente, 302.1 e 302.3, respectivamente, e rebaixos 324, na seção do su- porte longitudinal central 302.2. Neste caso, os rebaixos 3, são configurados na região da curvatura em S 302.8, em cada vez duas talas laterais 302.12, da seção do suporte longitudinal central 302.2, as quais sobressaem em di- reção vertical (direção z) do corpo da estrutura 301. No entanto, entende-se que a conexão também pode realizar-se de qualquer outra maneira adequa- da. Desta maneira pode ser escolhida qualquer conexão com fecho devido à força, com fecho devido à forma ou com fecho devido à substância, ou quaisquer combinações destas em conformidade com as situações de carga que são de se esperar no truque.
Devido ao seu alinhamento em direção transversal (direção y) do corpo da estrutura 301, também os pinos de conexão 322, por sua vez são solicitados, no caso de carga estática do corpo da estrutura 301, principal- mente em termos de cisalhamento.
A solicitação de cisalhamento que ocorre primariamente, do pino de conexão 317 (figura 10) e, respectivamente, dos pinos de conexão 322 (figura 11), tem finalmente a vantagem, que o pino de conexão 317 ou 322, respectivamente, durante a operação se solicita principalmente em uma di- reção de maneira transversal em relação a sua direção de junção e direção de montagem, respectivamente. Desta maneira, a resistência da conexão entre a seção do suporte longitudinal dianteira e traseira, respectivamente, .302,1 e 302.3, respectivamente, e da seção do suporte longitudinal central .302.3, se torna pelo menos tanto quanto possível independente da qualidade do processo de junção do pino de conexão 317 ou 322, respectivamente, mas depende agora das características (por exemplo, da resistência ao cisa- lhamento etc.) do pino de conexão 317 ou 322, respectivamente. Eventual- mente é suficiente um simples dispositivo para segurar a posição do elemen- to do pino de conexão 317 (por exemplo, por meio de anéis de retenção etc.), para garantir uma conexão durável e confiável da seção do suporte longitudinal dianteira ou traseira, respectivamente, 302.1 ou 302.3, respecti- vamente, com a seção do suporte longitudinal central 302.2.
As talas laterais 302.9 (figura 10) ou, respectivamente, 302.12 (figura 11), e os rebaixos 318, 319 (figura 10) ou, respectivamente, 323, 324 (figura 11), já se moldam na ocasião da fundição da respectiva peça constru- tiva. De acordo com a precisão que pode ser obtida com o processo de fun- dição automatizado utilizado, pode eventualmente deixar de ser necessária até uma outra usinagem de suas superfícies de ajuste, assim que se obtém uma fabricação especialmente simples. No entanto, entende-se que no caso de outras variantes da invenção também pode ser previsto, que as talas Iate- rais 302.9 (figura 10) ou, respectivamente, 302.12 (figura 11), e os rebaixos .318, 319 (figura 10) ou, respectivamente, 323, 324 (figura 11), só se fabri- cam totalmente depois da fundição (por exemplo, através de fresagem ou operação de furar etc.). Décimo segundo exemplo de execução
A figura 12, mostra, parcialmente em representação de explo- são, uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi, de acordo com a invenção, a qual representa também uma variante simples da estrutura do truque 301, da figura 5. A única diferença essencial em relação à estrutura do truque .301, da figura 5, consiste também aqui na configuração da conexão da se- ção do suporte longitudinal dianteira 302.1, e da seção do suporte longitudi- nal traseira 302.3, com a seção do suporte longitudinal central 302.2.
No caso da execução da figura 12, no lado superior e no lado inferior do suporte longitudinal 302, está previsto cada vez uma tala separa- da 325 e 326, respectivamente, que cobre o ponto de junção 302.7 como se fosse por uma ponte, qual tala está fixada por meio de vários pinos 327, na seção do suporte longitudinal dianteira e traseira, respectivamente, 302.1 e .302.3, respectivamente, e na seção do suporte longitudinal central 302.2. No entanto, entende-se que a conexão também pode realizar-se de qualquer outra maneira adequada. Desta maneira pode ser escolhida qualquer cone- xão com fecho devido à força, com fecho devido à forma ou com fecho devi- do à substância, ou quaisquer combinações destas em conformidade com as situações de carga que são de se esperar no truque. Décimo terceiro exemplo de execução
A figura 13, mostra, parcialmente em representação de explo- são, uma representação esquemática da perspectiva de uma outra forma de execução preferida, da estrutura do chassi, de acordo com a invenção, a qual representa uma variante da estrutura do truque 301, da figura 10. A di- ferença essencial em relação à estrutura do truque 301, da figura 10, consis- te na configuração da conexão da seção do suporte longitudinal dianteira .302.1, e da seção do suporte longitudinal traseira 302.3, com a seção do suporte longitudinal central 302.2.
No caso da execução da figura 13, está previsto por sua vez um pino de conexão separado 317, o qual está introduzido com leve ajuste for- çado em direção transversal (direção y) do corpo da estrutura 301, em cor- respondentes rebaixos 318, na seção do suporte longitudinal dianteira e tra- seira, respectivamente, 302.1 e 302.3, respectivamente, e rebaixos 319, na seção do suporte longitudinal central 302.2. Neste caso, os rebaixos 319, são configurados em cada vez duas talas laterais 302.9, da seção do supor- te longitudinal central 302.2, quais talas sobressaem em direção longitudinal (direção x) do corpo da estrutura 301. No entanto, entende-se que a cone- xão também pode realizar-se de qualquer outra maneira adequada. Desta maneira pode ser escolhida qualquer conexão com fecho devido à força, com fecho devido à forma ou com fecho devido à substância, ou quaisquer combinações destas em conformidade com as situações de carga que são de se esperar no truque.
O pino de conexão 317, está disposto por sua vez na região de uma seção inferior do respectivo suporte longitudinal 302, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de esforço de tração. Além disso, devido ao seu alinhamento em direção transversal (direção y) do corpo da estrutura .301, este está solicitado, no caso de carga estática do corpo da estrutura, principalmente em termos de cisalhamento.
A disposição na seção do corpo da estrutura 301, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de esforço de tração, oferece a vantagem, que o escoramento de torques pode realizar-se na região, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de pressão, simplesmente a- través das superfícies de encosto 302.10, 302.11, na seção do suporte longi- tudinal dianteira e traseira, respectivamente, 302.1 e 302.3, respectivamente, e na seção do suporte longitudinal central 302.2. Além disso, neste caso existe a vantagem, que em regra pelo menos para a maioria das cargas dinâmicas que são de se esperar durante a operação de condução, em virtude do peso alto de um veículo de trilhos, na região, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de pressão, sempre atua uma certa carga de pressão, assim que eventualmente tem que partir-se da hipótese de uma tensão prévia permanente entre as seções do suporte longitudinal dianteiras e traseiras, respectivamente, 302.1 e 302.3, respectivamente, e a respectiva seção do suporte longitudinal central 302.2. Por conseguinte, a conexão pode ser executada eventualmente até sem e- Iementos de conexão adicionais.
A diferença essencial em relação à execução da figura 10, con- siste no fato, que na seção superior do corpo da estrutura 301, a qual, sob carga estática, está solicitada em termos de pressão, está disposto no ponto de junção entre a seção do suporte longitudinal dianteira e traseira, respecti- vãmente, 302.1 e 302.3, respectivamente, cada vez m elemento de pressão elástico 328. Por conseguinte, este elemento de pressão 328, encosta entre as superfícies de encosto 302.10, 302.11, na seção do suporte longitudinal dianteira e traseira, respectivamente, 302.1 e 302.3, respectivamente, e a seção do suporte longitudinal central 302.2.
O elemento de pressão 328, por um lado tem a vantagem, que este pode compensar de maneira simples tolerâncias de fabricação entre os elementos de junção, especialmente na região das superfícies de encosto .302.10 e 302.11, assim como dos rebaixos 319, assim que para a fabricação da estrutura do truque 301, tem que ser praticado consideravelmente menos dispêndio.
Além disso, é possível configurar o elemento de pressão 328, de tal maneira, que este apresenta características de elasticidade suficientes, para formar a suspensão primária do chassi que compreende a estrutura do truque 301. Entende-se, que neste caso durante a operação da estrutura do truque 301, tem que ser possível um respectivo movimento relativo entre a seção do suporte longitudinal dianteira e traseira, respectivamente, 302.1 e .302.3, e a seção do suporte longitudinal central 302.2. No presente exemplo falta um dispositivo de segurança de le- vantar, semelhante à tala 320, da figura 10. No entanto, entende-se que no caso de outras variantes da invenção pode ser previsto um respectivo dispo- sitivo de segurança de levantar. Isso pode eventualmente realizar-se tam- bém por meio de uma conexão adequada entre o elemento de pressão e a respectiva seção do suporte longitudinal.
Entende-se, que o suporte transversal 303, mostrado nas figuras .5 até 13, no caso de outras variantes da invenção também pode ser configu- rado não de um material de ferro fundido cinzento, mas de maneira tradicio- nal, por exemplo, como construção soldada de chapa de aço e/ou como construção fundida de aço fundido. Também, evidentemente em sentido in- vertido, o suporte transversal pode consistir de material de ferro fundido cin- zento, enquanto as seções do suporte longitudinal dianteiras e traseiras, são configuradas inteira ou parcialmente como construção soldada de chapa de aço e/ou como construção fundida de aço fundido.
A presente invenção foi descrita acima exclusivamente através de exemplos para truques com dois eixos. No entanto, entende-se que a invenção também pode ser utilizada com respeito a quaisquer outros chassis com outro número de eixos.

Claims (32)

1. Estrutura do chassi para um chassi de um veículo de trilhos com um corpo da estrutura (101; 201; 301), que é configurado para se apoiar em pelo menos uma unidade da roda do chassi, e que compreende dois su- portes longitudinais (102; 202; 302) que se estendem no sentido longitudinal do trem de rodas e pelo menos um suporte transversal (103; 203; 303) que se estende em uma direção transversal do trem de rodas, que conecta rigi- damente, uns aos outros, ambos suportes longitudinais (102; 202; 302), ca- racterizado pelo fato que o corpo da estrutura (101; 201; 301) é feito pelo menos em parte de um material do ferro de molde cinzento.
2. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 1, caracte- rizado pelo fato de que o corpo da estrutura (101; 201; 301) é produzido pelo menos em parte de um material do ferro de molde cinzento globular, em par- ticular GGG40.3 e/ou GJS-400-18U LT.
3. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 1 ou 2, ca- racterizado pelo fato de que o corpo da estrutura (101; 201; 301) compreen- de pelo menos duas partes da estrutura (104.1, 104.2; 202, 203, 202.1, .202.2, 202.3; 302, 303, 302.1, 302.2, 302.3), que estão conectadas na regi- ão de pelo menos uma junção (104.3; 202.4, 202.6, 203.2, 203.3; 302.7), em particular soltáveis.
4. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 3, caracte- rizada pelo fato de que na região da junção (104.3; 202.4, 202.6, 203.2, .203.3; 302.7) pelo menos um elemento de ligação (205, 206; 309; 310; 313; .315; 317; 322; 325) é previsto, que é conectado com as duas partes da es- trutura (104.1, 104.2; 202, 203, 202.1, 202.2, 202.3; 302, 303, 302.1, 302.2, .302.3).
5. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 4, caracte- rizada pelo fato de que o elemento de conexão (307) é configurado em uma parte com uma das duas partes da estrutura (302.1, 302.3) e/ou o elemento de conexão (205, 206; 309; 310; 313; 315; 317; .322; 325) é conectado com pelo menos uma das duas partes da estrutura (104.1, 104.2; 202, 203, 202.1, 202.2, 202.3; 302, 303, 302.1, 302.2, 302.3) por uma conexão com fecho devido a força e/ou uma conexão com fecho devido a forma e/ou uma conexão com fecho devido a substância.
6. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 4 ou 5, ca- racterizada pelo fato que a junção (104.3; 202.4, 202.6, 203.2, 203.3; 302.7) pelo menos em seções se estende essencialmente em um nível de junção e o elemento de conexão (205, 206; 309; 310; 313; 315; 317; 322; 325) forma pelo menos uma projeção que se estende em direção da normal da superfí- cie do nível de junção para dentro de pelo menos um respectivo ressalto (308; 311; 314; 316; 318, 319; 323, 324) em uma das duas partes da estrutu- ra (104.1, 104.2; 202, 203, 202.1, 202.2, 202.3; 302, 303, 302.1, 302.2).
7. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 6, caracte- rizada pelo fato de o elemento de conexão (205, 206; 309; 310; 313; 315; .317; 322) é configurado de acordo com o tipo de uma torneira ou um pino.
8. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 6 ou 7, ca- racterizada pelo fato de o elemento de conexão (205, 206; 309; 310; 313; .315; 317; 322; 325, 326) pelo menos em seções apresenta uma seção transversal que se renova com aumento da distância do nível de conexão e/ou pelo menos em seções apresenta uma de seção transver- sal circular e/ou pelo menos em seções apresenta uma secção transversal elíptica e em seções uma seção transversal poligonal.
9. Estrutura do chassi de acordo com uma das reivindicações 6 a 8, caracterizada pelo fato de que o elemento de conexão (317; 322) está disposto na seção do corpo da estrutura (101; 201; 301) que está solicitada por tração sob carga estática e/ou está disposto de tal maneira que o mesmo através da carga estática do corpo da estrutura (101; 201; 301) é solicitado por cruzamento.
10. Estrutura do chassi de acordo com uma das reivindicações 4 a 9, caracterizada pelo fato de que pelo menos um elemento de conexão (205, 206; 309; 310; 313; 315; 317; 322; 325, 326) é configurado como o elemento de ponte da junção com os dois elementos de junção, em particu- lar como tirante (315) com efeito na direção da normal de nível do nível de junção ou configurada como rebordo (325, 326) que faz a ponte na jun- ção.
11. Estrutura do chassi de acordo com uma das reivindicações 4 a 10, caracterizada pelo fato de que o elemento de ligação (310) apresenta pelo menos um ressalto (312) para a admissão de um componente de um dispositivo de exame de material que trabalha sem destruição, em particular um dispositivo de exame de material que trabalha com ultrasom.
12. Estrutura do chassi de acordo com uma das reivindicações 3 a 11, caracterizada pelo fato de que pelo menos um dos componentes que cooperam na região de junção (104.3; 202.4, 202.6, 203.2, 203.3; 302.7) são fornecidos pelo menos em parte com um revestimento que impede o des- gaste por atrito, em particular um revestimento que compreende molibdênio (Mo).
13. Estrutura do chassi de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que o corpo da estrutura (101; 201; .301) apresenta uma seção dianteira, uma seção média e uma seção trasei- ra, onde a seção média conecta a seção dianteira e a seção traseira, a seção dianteira é configurada para se apoiar na unidade de roda anterior do chassi, e a seção traseira é configurada para se apoiar na unidade de ro- da posterior do chassi.
14. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 13, carac- terizada pelo fato de que o corpo da estrutura (101; 201; 301) compreende pelo menos duas partes de estrutura (104.1, 104.2; 202, 203, 202.1, 202.2, 202.3; 302, .303, 302.1, 302.2, 302.3), que estão conectadas na região de pelo menos uma junção (104.3; 202.4, 202.6, 203.2, 203.3; 302.7), em particular soltá- veis, onde pelo menos uma junção (104.3) é disposta na da seção média e/ou pelo menos uma junção (2024, 202.6, 203.2, 203.3; 302.7) é disposta na seção dianteira e/ou pelo menos uma junção (202.4, 202.6, 203.2, 203.3; 302.7) é disposta na seção da parte traseira.
15. Estrutura do chassi de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que o corpo da estrutura (101; 201; .301) é configurado como, essencialmente estrutura em forma de H, que compreende dois suportes longitudinais (102; 202; 302) no sentido longitudi- nal do chassi e pelo menos um suporte transversal (103; 203; 303), no senti- do transversal do chassi, que conecta os dois suportes longitudinais (102; .202; 302).
16. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 15, carac- terizada pelo fato de que pelo menos o portador longitudinal (102; 202; 302) apresenta pelo menos uma seção longitudinal do suporte (202.1, 202.2, .202.3; 302.1, 302.2), que na região de pelo menos uma junção (202.4, .202.6, 203.2, 203.3; 302.7), é conectada especialmente de maneira soltável, com o pelo menos um suporte transversal (203) ou mais uma seção longitu- dinal (302.2) do suporte longitudinal (302).
17. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 16, carac- terizada pelo fato de que o suporte longitudinal(202) é configurado em uma única peça e é conectada na região da junção (202.4, 202.6, 203.2, 203.3) com esse pelo menos um suporte transversal (203).
18. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 17, carac- terizada pelo fato de que a junção (202.4) se estende pelo menos em seções essencialmente em um nível de junção, cuja normal de nível apresenta pelo menos um componente na direção do eixo de elevação do chassi, em parti- cular essencialmente paralelo ao eixo de elevação do chassi.
19. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 16, carac- terizada pelo fato de que o suporte longitudinal (202) apresenta duas seções longitudinais do suporte (202.1, 202.3) que na região de respectivamente uma junção (202.4, 202.6, 203.2, 203.3) são conectadas com o pelo menos suporte transversal (203).
20. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 19, carac- terizada pelo fato de que pelo menos uma das junções (202.4, 202.6, 203.2, .203.3) se estende pelo menos em seções essencialmente em um nível de junção, cuja normal de nível apresenta pelo menos um componente na direção do eixo ele- vado do chassi, em particular essencialmente paralelo para o eixo elevado do chassi, e/ou um componente na direção do eixo transversal do chassi, em particular essencialmente paralelo para o eixo transversal do chassi.
21. Estrutura do chassi de acordo com uma das reivindicações .16 a 20, caracterizada pelo fato de que pelo menos um dos suportes longitudinais (102; 202; 302) com- preende uma seção longitudinal dianteira do suporte (102.1; 202.1; 302.1), uma seção longitudinal média do suporte (102.2; 202.2; 302.2) e uma seção longitudinal traseira do suporte (102.3; 202.3; 302.3) onde a seção longitudinal média do suporte (102.2; 202.2; 302.2) é conectada com o pelo menos um suporte transversal (103; 203; 303), em particular configurado em uma parte única com o pelo menos um suporte transversal (103; 303).
22. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 21, carac- terizada pelo fato de que a seção longitudinal dianteira do suporte (202.1; .302.1) e/ou a seção longitudinal traseira do suporte (202.3; 302.3) são co- nectadas na região de uma junção (202.6; 302.7) com a seção longitudinal média do suporte (202.2; 302.2).
23. Estrutura do chassi de acordo com a reivindicação 22, carac- terizada pelo fato de que pelo menos uma das junções (202.6; 302.7) se es- tende pelo menos em seções essencialmente em um nível de junção, cuja normal de nível apresenta pelo menos um componente em direção do eixo Iongi- tudinal do chassi, especialmente essencialmente paralelo ao eixo longitudi- nal do chassi ou pelo menos um componente em direção do eixo transversal do chassi, especialmente essencialmente paralelo ao eixo transversal do chassi ou pelo menos um componente em direção do eixo elevado do chassi, especialmente essencialmente paralelo ao eixo elevado do chassi.
24. Estrutura do chassi de acordo com uma das reivindicações .21 a 23, caracterizada pelo fato que na região de pelo menos uma junção é disposta em um elemento de pressão (328) entre a seção longitudinal dian- teira do suporte (302.1) e/ou a seção longitudinal traseira do suporte (302.3) e a seção longitudinal média do suporte (302.2).
25. Estrutura do chassi de acordo com uma das reivindicações .21 a 24, caracterizada pelo fato de que pelo menos um dos suportes longitudinais (102; 202; 302) apre- senta entre as extremidades do suporte longitudinal e o meio do suporte Ion- gitudinal respectivamente um compensador (302.8) para baixo e pelo menos uma das junções (302.7) é disposta na região do compensador (302.8) ou no lado do compensador (302.8) afastado do meio do suporte longitudinal, em particular próximo ao compensador (302.8).
26. Estrutura do chassi de acordo com uma das reivindicações .15 a 25, caracterizada pelo fato de que pelo menos uma parte de pelo me- nos um dos suportes longitudinais (102; 202; 302) são feitos do material do ferro de molde cinzento.
27. Chassi para um veículo em trilhos com uma estrutura do chassi (102; 202; 302) como definido em qualquer uma das reivindicações precedentes.
28. Chassi de acordo com a reivindicação 27, caracterizado pelo fato de que é configurado como uma armação giratória.
29. Procedimento para a produção de uma estrutura de chassi para um chassi de um veículo em trilhos com um corpo de estrutura (102; .202; 302), que é configurado para se apoiar em pelo menos uma unidade de roda do chassi, e que compreende dois suportes longitudinais (102; 202; .302) que se estendem no sentido longitudinal do trem de rodas e pelo me- nos um suporte transversal (103; 203; 303) que se estende em uma direção transversal do trem de rodas, que conecta rigidamente, uns aos outros, am- bos suportes longitudinais (102; 202; 302), caracterizado pelo fato de que o corpo de estrutura (102; 202; 302) pelo menos em parte é produzido de um material do ferro de molde cinzento.
30. Procedimento de acordo com a reivindicação 29, caracteri- zado pelo fato de que o corpo de estrutura (102; 202; 302) é fundido em so- mente uma etapa.
31. Procedimento de acordo com a reivindicação 29, caracteri- zado pelo fato de que o corpo de estrutura (102; 202; 302) compreende pelo menos duas partes da estrutura (104.1, 104.2; 202, 203, 202.1, 202.2, 202.3, 302, .303, 302.1, 302.2, 302.3), as pelo menos duas partes de estrutura (104.1, 104.2; 202, 203, .202.1, 202.2, 202.3; 302, 303, 302.1, 302.2, 302.3) são fundidas como unida- des separadas da construção de um material do ferro de molde cinzento, e pelo menos duas partes de estrutura (104.1, 104.2; 202, 203, .202.1, 202.2, 202.3; 302, 303, 302.1, 302.2, 302.3) são conectadas na regi- ão de pelo menos uma junção (104.3; 202.4, 202.6, 203.2, 203.3; 302.7), em particular soltáveis.
32. Procedimento de acordo com a reivindicação 29, caracteri- zado pelo fato de que o corpo de estrutura (102; 202; 302) compreende pelo menos duas partes da estrutura (104.1, 104.2; 202, 203, 202.1, 202.2, 202.3, .302, 303, 302.1, 302.2, 302.3), pelo menos uma das pelo menos duas partes da estrutura (104.1, 104.2; 202, 203, 202.1, 202.2, 202.3; 302, 303, 302.1, 302.2, 302.3) é fundida de um material do ferro de molde cinzento, e pelo menos uma das pelo menos duas partes da estrutura (202, .203, 202.1, 202.2, 202.3; 302, 303, 302.1, 302.2, 302.3) é produzida de aço, e pelo menos duas partes de estrutura (104.1, 104.2; 202, 203, .202.1, 202.2, 202.3; 302, 303, 302.1, 302.2, 302.3) são conectadas na regi- ão de pelo menos uma junção (104.3; 202.4, 202.6, 203.2, 203.3; 302.7), em particular soltáveis.
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